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atriz de atividade individual*

Módulo: 1 Atividade: Gestão de Risco – Pessoa


Física e Jurídica
Título: a importância do compartilhamento de informações para análise de
crédito de uma empresa ao contrair um empréstimo junto a um banco
Aluno: Moacyr Oliveira Junior
Disciplina: Gestão de Risco - Pf. e Turma: BBNFEAD_T0066_1010
Jurídica
Introdução
O processo de crédito, em razão do risco apresentado, está intimamente
relacionado à qualidade das informações cadastrais. Sopesado o risco natural da
atividade, a informação, quando fidedigna, busca mitigar os riscos de não retorno
do capital avençado, independente de que setor esse crédito possa estar sendo
liberado, financeiro, varejo, atacado; mesmo em qualquer área da atividade
comercial.
O conceito de análise de crédito advém do pós-guerra, porém, nos anos 60 Bill
Faire e Earl Isaac, construíram um modelo matemático que buscasse atribuir
valores e definisse um padrão de risco aceitável. Posteriormente, o advento do
Behavior Scoring, permitiu analisar o comportamento do cliente e seu risco de não
pagamento de seus compromissos, tendo por base seu histórico de movimentação.
Dentro deste contexto, a análise deste trabalho busca conceituar a importância do
compartilhamento dessas informações, respeitado a legislação vigente, para
fomentar informações importantes, previamente a concessão do crédito, separando
os bons pagadores dos maus.
O histórico do cliente também é uma informação importante, uma vez que, permite
estabelecer esse padrão de comportamento e que espera do retorno do capital
envolvido na operação.
Por fim, a conceituação de demonstrativos financeiros, balanço patrimonial e
demonstrativos de resultados, quantifica na pessoa jurídica, a capacidade que o
cliente tem para assumir novos compromissos. A premissa de que, sem capacidade
financeira invariavelmente o cliente não honrará os compromissos assumidos.

Importância do compartilhamento de informações para análise de crédito

O processo de crédito no Brasil vem apresentando uma evolução muito acelerada


após o advento do plano real, quando a estabilidade financeira permitiu um
aprimoramento do sistema de crédito e consequente construção de instrumentos
eficazes de analise dos cadastros e estabelecimento do risco para as operações dos
clientes. O estabelecimento do risco adequado impede que o cliente seja
enquadrado em uma classificação incorreta, o que pode fazer com o que de menor
risco real seja classificado com risco superior e pagar uma taxa superior e elevando
o custo financeiro. Também pode ocorrer o inverso, onde o cliente de risco elevado
seja classificado com risco inferior, pagando taxas inferiores e não retornando o
capital na forma esperada. A PCLD poderá ser insuficiente para amparar o risco de
não retorno do capital avençado.
É preciso também conceituar corretamente o que é risco, que no mercado
financeiro está intimamente ligado à incerteza de que o capital empregado possa
não retornar.
Dentre as várias modalidades de risco, está o risco país, risco de crédito, risco
político, risco de mercado, de liquidez, podendo ser sistêmico ou não sistêmico e
que, precisam estar quantificado para inibir o risco de inadimplência e
consequentemente preservar o capital da instituição financeira.
Um dos métodos mais utilizados é o do credit score, inclusive o utilizado no Banco

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do Brasil, teve sua origem nos Estados Unidos nos anos 30, porém somente em
1958, Bill Faire e Earl Isaac definiram o primeiro modelo para o American
Investement e, posteriormente difundido no mundo todo; aliada o Behavioral,
prevê o comportamento do tomador de crédito.
O economista Joseph Stiglitz, professor da Columbia University, e Andrew Weiss, da
Boston University, foram pioneiros na abordagem da teoria do racionamento de
crédito era considerado inovadora. Eles consideraram um ambiente com
informações de crédito, onde o ponto de partida desse estudo foi a avaliação das
condições em que ocorre o racionamento, dado as alterações na política monetária
e seus impactos no crédito bancário. O estudo afirma que há racionamento de
crédito bancário quando sua demanda supera a oferta, a um determinado custo.

No estudo, Stiglitz e Weiss ponderou que a assimetria de informações no mercado


de crédito era um limitador à expansão da oferta de recursos, um prejuízo ao
mercado. A utilização de informações imperfeitas gerava a seleção adversa,
fenômeno onde não se distingue bons dos maus pagadores, penalizando a todos
com altos encargos no crédito. Nesse contexto, argumentavam que havia o
deslocamento do risco, porque com juros elevados ocorre o afastamento dos
melhores tomadores de crédito, ou seja, os de baixo risco. Os remanescentes, que
tem condição financeira limitada, assumem risco maior ao tomarem crédito,
levando a um nível de oferta de recursos inferior diante do risco presente.

Nesse ambiente, o compartilhamento das informações permite criar uma condição


de mitigação do risco sistêmico de não retorno do capital. A circulação de
informação, considerando o preconizado na lei 5870/2005 regulamenta a formação
de cadastro contendo informações sobre pessoal e empresas e buscando proteger o
cliente. A manutenção de informações indevidas pode ensejar reparação, razão que
as empresa precisam aperfeiçoar essas atualizações. Ainda, o consumidor possui a
própria constituição federal, onde os direitos são protegidos inclusive pela lei do
sigilo bancário, que regulamenta o acesso a esses bancos de dados e a sua correta
utilização, coibindo a troca e mau uso dessa informação. Em verdade o Brasil não
possui uma lei específica sobre informação de crédito. A proteção legal advém de
diversas leis e da Constituição Federal (Art. 5, incisos XII, XIV, XXXIII), a Lei de
Proteção do Consumidor (Lei 8.078, Art. 43), a Lei do Sistema Financeiro (Lei
4.595, Art. 38 sobre sigilo bancário), a Lei do Habeas Data (Lei 9.507) e o Código
Civil (Lei 397 – Mora).

Histórico do cliente

A ficha cadastral é um dos principais instrumentos das empresas conhecerem e


relacionarem com seus clientes e permite não apenas o melhor entendimento do
seu perfil de risco, como também o estabelecimento de uma estratégia de
marketing de relacionamento. Segundo a ACIRC, a principal finalidade do cadastro
é identificar, localizar e fidelizar clientes, assegurar a capacidade de pagamento do
consumidor, com base na sua renda, e avaliar o comportamento de crédito do
consumidor na praça, analisando suas comprovações.

Histórico do cliente é, normalmente, um dos fatores mais importantes para seleção


dos clientes. Revela a intenção ou a capacidade dele para honrar os compromissos
os compromissos assumidos. O indicador da probabilidade do cliente vir a pagar as
suas dívidas é se pagou pontualmente no passado. A pontualidade do cliente no
pagamento das suas obrigações é um fator relevante para apurar o seu caráter,
podendo ser identificada através de banco de dados registrado nos sistemas das

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empresas, informações comerciais e bancárias. A troca de informações, conforme
relatado no item anterior, consolida-se como importante recurso de avaliar os
clientes de forma mais ampla.

Contudo, o simples atraso no pagamento não significa que o cliente não quisesse
pagar; pode refletir outros fatores como, endividamento elevado, falta de
capacidade de pagamento e até mesmo incapacidade de gerir os negócios ou a
própria vida pessoal.

Fatores como capacidade de gestão, valor do patrimônio, garantias de crédito,


contexto envolvido (fatores políticos, econômicos e setoriais) precisam ser
avaliados na formação do cadastro eficaz para mitigar os riscos envolvidos nas
relações comerciais.

O instrumento desenvolvido para consolidar essas informações é Behavioral scoring


que consiste em um sistema de pontuação com base em análise comportamental e
utiliza as informações que a empresa já possui sobre o cliente na renovação ou
concessão de uma nova linha de crédito. Pode incluir informações relacionadas aos
hábitos de consumo e de lazer, tipos de aplicações financeiras, análise da
compatibilidade da renda com o patrimônio, tipo de aplicações financeiras, etc.

Segundo COSTA JUNIOR, as razões mais importantes para termos o behavior


scoring são as seguintes:
• existem variáveis que não se encontram disponíveis no
momento em que se constrói o credit scoring e que podem ser
úteis quando construímos o behavior scoring, como por
exemplo, o saldo financiado, dias médios de atraso, entre
outras;
• nem sempre temos condições de fazer toda a análise de
crédito novamente (preenchimento de cadastro, solicitação de
documentos etc.) porque é um processo que demanda tempo
e tem um custo. Isso faz com que existam variáveis que não
podem ser facilmente acompanhadas como estado civil,
salário, etc.
• o universo que está sendo estudado é diferente, não são
mais potenciais clientes demandando crédito, mas clientes
atuais que estão usando um certo limite de crédito e com um
histórico de relacionamento com a empresa.

A construção do modelo de Behavior scoring permite classificar o comportamento


dos clientes analisados e em função de modelo estatístico, substituir muitas vezes a
própria análise de crédito. Em muitas situações, o cliente não possui renda formal,
o que no modelo de credit scoring poderia ser limitador na concessão do crédito, na
analise comportamental permitirá estabelecer padrão de como e quando o cliente
irá pagar. Assim, o retorno do capital atende ao Caráter (um dos Cs na análise de
crédito).

Demonstrativos financeiros – balanço patrimonial e resultados do exercício

Para efetuar a análise da capacidade de pagamento de um cliente, é necessário


saber a capacidade financeira e o nível de comprometimento dessa renda. No caso
de pessoas físicas, a demonstração de sua capacidade financeira se dá através de
seu contracheque, holerite, declaração de imposto de renda ou do decore. No caso
das pessoas jurídicas, o demonstrativo financeiro ocorre através do Balanço

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Patrimonial, do demonstrativo do resultado do exercício ou DRE e Demonstração de
Origens e Aplicação de Recursos (DOAR).

As micro e pequenas empresas (MPEs) não precisam elaborar demonstrativos


financeiros detalhados, pois em geral têm capital fechado e poucos sócios e
também não são exigidos legalmente. Muitos empresários acabam não adotando os
procedimentos necessários para o controle das contas de suas empresas,
principalmente as que não são tributadas por lucro real.
Ainda que tenha a posse dos demonstrativos, outras informações são necessárias
para melhor compreensão da condição financeiras, devendo ser exigidas planilhas
específicas de levantamento de dados específicos.

Balanço Patrimonial
É um dos principais demonstrativos financeiros e mostra o que a empresa possui
(ativos), o quanto deve (passivo), e quanto capital os acionistas investiram na
empresa (patrimônio líquido). Esses são, na verdade, os três itens principais que
compõem o balanço patrimonial de uma empresa.
O balanço patrimonial, quando do inicio da empresa, representa dos recursos
investidos pelos sócios na própria abertura da empresa. No encerramento do
Balanço, que ocorre em 31 de dezembro, contabilizam os recursos obtidos com as
vendas, as dívidas contraídas, obrigações, imobilizados e exigidos de longo prazo.
Enfim, o balanço aloca todos os recursos nas devidas contas, tanto a receber
quanto a pagar.

Ativo
O ativo representa todos os itens ou bens da empresa que são usados nas suas
atividades. Compõem o ativo de uma empresa: caixa e aplicações financeiras,
estoques de produtos, contas a receber, imóveis, equipamentos, investimentos etc.

Passivo e Patrimônio Líquido


Para adquirir cada um desses bens, a empresa precisa se financiar. De maneira
geral, pode-se dizer que o patrimônio líquido é igual à parte do financiamento feita
pelos acionistas, ou seja, a parte integralizada pelos acionistas da empresa. O
passivo é igual à parte financiada por terceiros, que pode incluir fornecedores e
bancos, entre outros.

Apesar de nem todos os itens do passivo serem financeiros, de uma forma ou de


outra funcionam da mesma forma, pois correspondem a obrigações que a empresa
tem com terceiros e que ainda não foram cumpridas (ex. impostos a pagar, dívidas
com fornecedores etc.).

Patrimônio Líquido
O patrimônio líquido é a parte aportada pelos acionistas, quando da abertura da
empresa, acrescido do lucro integralizado no negócio. Quando o lucro não é
distribuído para os sócios e revertida na atividade da empresa, passa a integrar ao
patrimônio liquido. Assim, o patrimônio líquido de uma empresa é resultado da
soma do capital dos sócios mais o total de lucros retidos pela empresa.

Demonstrativo de Resultados
Esse documento detalha e quantifica o que a empresa recebe (receitas), o quanto
ela gasta (despesas), assim como o resultado líquido destas operações (lucro ou
prejuízo) em um determinado intervalo de tempo.

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Com base na análise do lucro ou prejuízo da empresa, o empresário pode estimar o
quanto pode retirar da companhia, ou, em caso de prejuízo, o quanto precisa
investir para equilibrar o seu caixa. Pode-se dizer que o demonstrativo de
resultados é organizado de acordo com o processo de produção da empresa, como
ilustrado abaixo:

(+) Receitas brutas de vendas: denomina o que a empresa recebe pelos produtos
que vende ou serviços que presta.

(-) Deduções da receita bruta: inclui a soma de impostos que são descontados
diretamente da receita bruta, como o IRRF e, em alguns casos, INSS.

(=) Receitas líquidas de vendas: define o que a empresa realmente recebe pelos
produtos que vende, descontando os impostos retidos na fonte.

(-) Custo de produtos vendidos: soma das despesas diretamente ligadas à produção
(matérias primas, custo de energia etc.).

(=) Resultado bruto: ganho da empresa depois de descontadas as despesas que ela
incorre para vender os seus produtos ou oferecer seus serviços.

(-) Despesas Gerais e administrativas: total das despesas indiretamente ligadas à


produção (gastos com funcionários, despesas administrativas e de vendas).

(-) Despesas financeiras líquidas: gastos que a empresa incorre no pagamento de


juros sobre as dívidas que levantou para financiar suas atividades.

(=) Resultado Operacional: determina ganho/perda gerado pelas atividades


operacional da empresa.

(+) Resultado não operacional: soma das receitas e despesas não diretamente
vinculadas às atividades da empresa, tais como ganhos ou perdas na compra de
ativos ou venda de ativos.

(=) Lucro ou prejuízo antes de impostos: ganho da empresa após serem


descontadas todas as despesas com exceção dos gastos com impostos

(-) Impostos e contribuições pagas: deduções de imposto de renda etc.

(=) Lucro Líquido: representa os ganhos ou perdas líquidas da empresa no


exercício, sendo definido como a parcela do lucro disponível aos sócios, podendo se
reinvestido na empresa (lucro retido), ou distribuído parte desses lucros na forma

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de dividendos aos sócios.

Ao contrário do balanço, que representa o momento estático no encerramento do


exercício em 31 de dezembro, o demonstrativo de resultados representa uma
descrição das suas atividades durante o período a que se refere. O demonstrativo
de resultados do primeiro trimestre traz o resultado acumulado no trimestre (o item
vendas, por exemplo, traz a soma de todas as vendas executadas durante todo o
trimestre e não somente no último dia do trimestre, como é o caso das contas do
balanço patrimonial).

Fluxo de caixa
No Brasil a demonstração de fluxo de caixa é conhecida pela sigla DOAR, que
significa Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos. O fluxo de caixa serve
para identificar a forma na qual a empresa está gerando recursos (origens) e de
como ela está utilizando esses recursos (aplicações).

Origens de recursos: uma empresa tem várias origens para os recursos que possui
em caixa. As origens podem ser operacionais, resultado das atividades da empresa,
esse é o caso, por exemplo, do lucro/prejuízo líquido do período, da redução de
estoques, do atraso no pagamento de fornecedores etc. As origens também podem
ser financeiras, como por exemplo, a captação de empréstimos e financiamentos,
novos investimentos de capital por parte dos sócios, entre outros.

Aplicações de recursos: Uma empresa pode aplicar os recursos na sua atividade


operacional, o que inclui os gastos com a compra de estoques, compra de
máquinas, pagamento de fornecedores, aumento das vendas a prazo. Ela também
pode usar esses mesmos recursos para fins financeiros, como por exemplo,
quitação de dívidas, pagamento de dividendos aos sócios, entre outros.

Assim, quando as origens superam as aplicações, provocam um aumento do caixa


da empresa. Em contrapartida, o movimente inverso provoca a redução de seu
caixa, no horizonte temporal representado no encerramento do balanço.

Demonstrativo de Resultados e Fluxo de Caixa


A principal diferença entre demonstrativo de resultados e o fluxo de caixa, apesar
de ambos medirem o quanto a empresa recebeu e gastou em determinado período.
Porém, enquanto o demonstrativo de resultado representa o lucro ou prejuízo da
empresa, o fluxo de caixa representa como os resultados estão refletindo no caixa
da empresa. A diferença entre eles é composta pelas despesas que não
representam desembolso de caixa. A princípio, algumas despesas servem para
abater o lucro que a empresa obtém antes do pagamento de impostos (lucro
tributável), mas não têm efetivamente um impacto no caixa da empresa.

Exemplo disso são as despesas com a depreciação de equipamentos, que não


afetam o caixa da empresa, mas reduzem o lucro tributável, assim como o valor
dos ativos desta empresa. Portanto, a diferença entre as duas demonstrações é que
estas despesas estão incluídas no demonstrativo de resultado, mas não no fluxo de
caixa da empresa.

Conclusão
Conclui-se que, o risco está subdivido em outros tipos, destacando-se o risco de
crédito, risco país, risco econômico, entre várias especialidades e que pode

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impactar a capacidade de pagamento do cliente. Conclui-se ainda que, a correta
confecção do cadastro é primordial para que esse risco seja mitigado e o
compartilhamento da informação nos vários canais disponíveis (SPC, SERASA,
BACEN) e as fontes consultadas (referências pessoais, comerciais e Bancárias),
além do histórico do cliente, permite ao ofertante do crédito criar uma confiança de
que seu capital seja preservado de uma eventual inadimplência. A análise dos
demonstrativos financeiros (contracheque, no caso de PF e Balanço e DRE, no caso
de PJ) permite uma análise de o cliente tem realmente capacidade de atender as
condições econômicas. Se seus recursos não são suficientes, provavelmente o
mesmo não pagará as parcelas avençadas nos mútuos, gerando consequentemente
a inadimplência.
A análise do histórico do cliente, por mais estranho que possa parecer pode indicar
como esse cliente relaciona com seus fornecedores, algo parecido com o CRM
utilizado no marketing. O compartilhamento beneficia as empresas, dando-lhes
mais segurança na concessão de crédito. Contudo o benefício pode ser refletido ao
próprio cliente, uma vez que, pode-se separar o bom pagador do mau pagador,
oferecendo crédito em condições melhores. O padrão estabelecido pela análise
permite que o credor receba na data aprazada.
Ainda em relação aos demonstrativos financeiros, permite ao analista de crédito
interpretar a composição do endividamento da empresa e sua capacidade de gerar
superávit, o que na essência é como o cliente irá pagar seus compromissos.
Contudo, as informações contidas no balanço patrimonial, DRE e DOAR, nem
sempre são suficientes para uma análise qualitativa, demandando de informações
que são fornecidas pelas empresas credoras.
O consenso geral concluído nesse trabalho é que a informação é o instrumento
essencial para que o risco seja mitigado e consequentemente, atribuição da
classificação adequada para o cliente, de acordo com o perfil de cada análise.

Referências bibliográficas

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< www.expresstraining.com.br/scripts/action_download. php?type =utd... >.
Acesso em 03 de Nov. 2010.

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serial=42&idioma_site=portugues&go=paginas&pagina=Estrutura&site_serial=135

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http://www.pirajaconsultores.com/index_arquivos/Page5209.htm. Acesso em 27.


Out. de 2010.

QUEIROZ, Renata S. B. de, A importância dos modelos de Credit Scoring na


concessão de crédito ao consumidor no varejo. Disponível em <
http://www.ead.fea.usp.br/semead/9semead/resultado_semead/trabalhosPDF/260.
pdf >. Acesso em 27. Out. de 2010.

http://www.serasaexperian.com.br/serasaexperian/publicacoes/revista/2009/70/re
vista_0370.htm Acesso em 27. Out. de 2010.

7
http://www.whcri.org/PDF/report_brasl-pt.pdf Acesso em 27. Out. de 2010.

*Esta matriz serve para a apresentação de trabalhos a serem desenvolvidos segundo ambas as linhas
de raciocínio: lógico-argumentativa ou lógico-matemática.