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APS 1 – Problemas Propostos do Capítulos 2 e 3


Mecânica dos materiais / Ansel C. Ugural
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Resistência dos Materiais 1
Docente: Dr. Dyorgge Alves Silva
Discente: Fábio Lacerda da Cunha
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2.15 – Uma junta obtida por simples sobreposição utiliza parafusos de diâmetro d e
placas de espessura t para suportar uma carga P, conforme mostrado na Figura P2.15.
Calcule:
(a) A tensão normal na seção crítica a-a;
(b) A tensão cisalhante nos parafusos;
(c) A tensão de esmagamento entre os parafusos e as placas.
2,54 cm
1∈¿ 0,4 ¿¿ } t
t=1,016 cm

1 kip ¿ 4,4482 kN P=44,482 kN


10 ¿
P }
2,54 cm
d }
1∈¿ 0,8 ¿ ¿ d=2,032cm

1∈¿ 6 ¿ 2,54 cm }ω=15,24 cm


¿
ω
a)
A=ω−( a . a ) → A=( 15,24 )− [ (2 ) . ( 2,032 ) ] =11,176 cm 2
P ( 44,482 kN ) kN
σ= = =3,980 2
A (11,176 cm )
2
cm
σ =39,8 MPa
b)
2 π (2,032)2
A= =6,486 cm 2
4
P (44,482 kN ) kN
τ= = 2
=6,862 2
A (6,482 cm ) cm
τ =68,62 MPa
c)
A=[ ( 2 ) . ( 2,032 ) ] . ( 1,016 ) =4,129 cm2
P (44,482 kN ) kN
σ e= = 2
=10,77 2
A (4,129 cm ) cm
σ e =107,73 MPa
2.16 – Uma barra curta inclinada, ou escora, transmite uma força compressiva P=4 kN
ao bloco escalonado mostrado na Fig. P2.16. As dimensões estão em milímetros.
Determine:
(a) As tensões normais atuantes nas superfícies de contato vertical e horizontal lisas
definidas por EF e CD, respectivamente;
(b) A tensão cisalhante atuante no plano horizontal definido por ABC.
(a)
A=( 2 ) . ( 3 )=6 cm 2
P x =( 4 ) .( 3/5)=2,4 kN
P (2,4)
σ= = → σ =0,4 kN /cm2
A (6)
σ =4 MPa
(b)
2
A=( 4 ) . ( 3 )=12cm
P y = ( 4 ) .( 4/5)=3,2 kN
P (3,2)
σ= = →σ =0,267 kN /cm2
A (12)
σ =2,7 MPa
(c)
A=( 6 ) . ( 3 )=18 cm2
P=2,4 kN
P (2,4)
τ= = → σ=0,133 kN /cm2
A (18)
τ =1,3 MPa
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2.18 – Duas placas são unidas por quatro parafusos cujos diâmetros valem d=20 mm,
conforme mostrado na Fig. P2.18. Determine a maior carga P que pode ser aplicada ao
conjunto. Dados: As tensões de cisalhamento, de tração e de esmagamento são
limitadas a 80, 100 e 140 MPa, respectivamente.

d 2 0,02 2
A=π . () ( )
2
=π .
2
→ A=3,142.10−4 m 2

Isso para cada parafuso.


P
σ= → P=σ . A
A
Para 4 parafusos teremos então:
P=τ .4 A e P=σ .4 (t min . d)

P=( 80.10 6 ) . [ ( 4 ) .(3,142.10−4 ) ] → P=100,5 kN

P=( 140.106 ) . [ ( 4 ) . ( 0,01 ) .(0,02) ] → P=112 kN

Placa 15mm:
P= [( 0,08 )−(0,02) ] . [ ( 0,015 ) .(100.106 ) ] → P=90 kN

( 34 ) P=[ ( 0,10 ) −( 2) .(0,02)] .[ ( 0,015 ) .(100. 10 )] → P=120 kN


6

Placa 10mm:
P= [( 0,12 )−(0,02) ] . [ ( 0,01 ) .(100. 106) ] → P=100 kN

( 34 ) P=[ ( 0,12 )− (2 ) .(0,02)] .[ ( 0,011 ) .(100. 10 )] → P=106,7 kN


6

Logo, a maior carga P aplicada será:


Pmax =90 kN
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2.21 – A junta sobreposta mostrada na Fig. P2.21 fixa duas placas firmemente por meio
de cinco rebites com diâmetro d=1∈¿. Para P=10 kips, determine:
(a) A tensão cisalhante máxima nos rebites;
(b) A tensão de esmagamento máxima;
(c) A tensão de tração máxima na seção a-a.

1∈¿ 2,54 cm=d


1 kip ¿ 4,4482 kN P=44,482 kN
10 ¿ P }
2,54 cm
1∈¿ 4 ¿¿
ω } d=10,16 cm

1∈¿3 /4 ¿¿ 2,54 cm t 1=1,91 cm


t1 }
1∈¿ 5 /8¿ ¿ 2,54 cm t 2=1,59 cm
t2 }
a)
2
π d 2 π (2,54 )
A= = =5,067 cm2
4 4
P/5 (44,482kN )/(5) kN
τ max= = 2
=1,7558 2
A (5,067 cm ) cm
τ max=17,59 MPa

b)
A=d .t 2 → A= (2,54 ) . ( 1,59 ) =4,039 cm 2
( P/ 5 ) [ (44,482 kN )/( 5) ] kN
( σ e ) max= A = 2
=2,203
(4,039 cm ) cm2
( σ e ) max=22,03 MPa
c)

( σ t )max =
(3) . ( 44,4825 kN ) =
(26,689) kN
=6,6085 2
( 1,59 cm) . [ (10,16 cm) −( 3 ) .(2,54 cm) ] ( 4,0386) cm
( σ t )max =66,1 MPa

Ou ainda:
( 44,482 kN ) (44,482) kN
( σ t )max = = =9,1689 2
( 1,91cm ) . [( 10,16 cm ) −( 3 ) .( 2,54 cm) ] ( 4,8514) cm
( σ t )max =91,7 MPa
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3.1 – Uma barra rígida BDE é suportada por dois elementos de ligação AB e CD,
conforme mostrado na Fig. P3.1. Após a carga P ser aplicada, o ponto E se move
2,4mm para baixo e a deformação específica axial na barra AB é igual a −500 μ. Qual é
o valor da deformação específica axial ocorrente na barra CD?

δ AB=ε AB . L AB=(−500.10−6 ) . ( 800 mm ) → δ AB=−0,4 mm


Considerando os triângulos formados por BFB’ e FEE’, temos:
(0,4 mm) (2,4 mm)
= → 2,4 x=( 600 ) −0,4 x → 2,8 x=600 → x=214,29mm
x ( 1500 mm )−x

Agora, consideramos os triângulos formados por FDD’ e FEE’:


( 500 mm )−(214,29 mm) ( 1000 mm ) + [ ( 500 mm )−(214,29 mm) ]
=
δD (2,4 mm)
( 1.285,71 ) δ D=( 685,704 ) → δ D =0,53 mm

Logo, a deformação específica axial será:


δ D (0,53 mm)
ε CD = = =5,33. 10−4
LCD (1000 mm)
ε CD =533 μ
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3.4 – Uma barra prismática de comprimento L é submetida a uma carga axial P,
conforme mostrado na Fig. P3.4. Calcule a deformação específica máxima ε x ,
considerando que o deslocamento ao longo do elemento varia de acordo com as
expressões:
x2
(a) u= ( )
L
. 10−3 ;

−3
(b) u=L ( 10 ) sin ( 2πxL ).
a)
x2
u=
1.000 L
du x
ε x= =
dx 500 L

Para x=L:
( ε x )max =2.000 μ
b)
L πx
u=
1.000
sin ( )
2L
du π πx
ε x= = . cos
dx 2.000 2L
Para x=0:
π
( ε x )max = 2.000

( ε x )max =1.570 μ
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3.5 – Uma barra horizontal AB é suportada e carregada por uma força P, conforme
ilustrado na Fig. P3.5. Determine as deformações específicas normais admissíveis nos
cabos CE e DF, considerando que o deslocamento vertical admissível da extremidade

1
B é de ∈¿ . Hipótese: A barra AB é rígida.
8

1∈¿50 ¿¿ 2,54 cm LFD =127 cm


L FD }
1∈¿ 40 ¿¿ 2,54 cm d AC =101,6 cm
d AC }
1∈¿ 35 ¿¿ 2,54 cm LEC =88,9 cm
L EC }
1∈¿20 ¿ ¿ 2,54 cm d CD =d DB=50,8 cm
d CD }
1∈¿ 1/8 ¿ ¿ 2,54 cm δ B=0,32 cm
δB }

δ CE δ DF δ B
= =
d AC d AD d AB
δ B =0,32 cm, d AC =101,6 cm , d AD =152,4 cm e d AB=203,2cm
Logo:
δ CE =0,16 cm e δ DF =0,24 cm

Sendo assim, as deformações serão?


δ CE (0,16 cm)
ε CE= = =1,7998. 10−3
LCE ( 88,9 cm )
ε CE=1.780 μ
δ DF ( 0,24 cm)
ε DF = = =1,8898. 10−3
L DF ( 127 cm )
ε CE=1.890 μ
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3.8 – Como resultado de um carregamento, a placa retangular fina de 40mm por 20mm
mostrada na Fig. P3.8 se deforma, assumindo a forma de um paralelogramo em que os
lados AB e CD se alongam de 0,005mm e giram de 1200 μrad no sentido horário,
enquanto os lados AD e BC se encurtam de 0,002mm e giram de 400 μrad no sentido
anti-horário. Calcule as componentes das deformações específicas no plano xy.
∆ u (−0,002)
ε x= = → ε x =−5.10−5 → ε x =−50 μ
∆x (40)
∆ v (0,005)
ε y= = → ε y =2,5. 10−4 → ε y =250 μ
∆y (20)
∆ v ∆u
γ xy = + =( 400 μ ) + ( 1.200 μ ) → γ xy =1600 μ
∆x ∆ y
3.13 – A força cisalhante V deforma a placa ABCD para a posição AB’C’D (Fig. P3.13).
Determine a deformação por cisalhamento na placa:
(a) Em um ponto qualquer;
(b) No centro da placa;
(c) Na origem do sistema de coordenadas (ponto A).
Dados: b=200 mm e h=0,5 mm.

a)

dx 2 h ( 2 ) .(0,0005)
γ= = 2 y= y
dy b (0,2)2
γ =0,025 y

b
b) y=
2

γ =( 0,025 ) . [ ]
(0,2)
2
→ γ =2,5. 10−3

γ =2.500 μ
c) y=0
γ =0
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3.17 – Quando carregada, a placa quadrada de 400mm por 400mm mostrada na Fig.
P3.17 se deforma, assumindo uma forma na qual a diagonal BD se alonga de 0,2mm e
a diagonal AC se contrai de 0,4mm, permanecendo perpendiculares entre si, e o lado
AD mantém-se na direção horizontal. Calcule as componentes de deformação
específica média no plano xy.

AC=BD= √(400)2+( 400)2


AC=BD=565,69 mm

A' C' =( 565,69 ) −(0,4)


A' C' =565,29 mm

A' C' =( 565,69 ) +(0,2)


A' C' =565,89 mm
Considerando que A' B' = A ' D ' , logo:
2 1/ 2
565,29 2 565,89

ε x =ε y =
( A ' B ' )−( AD )
=
[( 2 )( +
2 )] −( 400)
=−1,6855.10
−4
(AD ) (400)
ε x =ε y =−169 μ

(565,89)
π
2

γ xy=−1.061 μ
π
γ xy = −θ ' = −2 tan −1
2
[ ] (2)
(565,29)
(2)
=−0,001061

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3.18 – Uma lâmina de plástico retangular de 15in por 20in é carregada em seu próprio
plano. Depois de aplicado o carregamento, a lâmina se distorce, assumindo a forma
AB’C’D’, conforme ilustrado pelas linhas tracejadas na Fig. P3.18. Determine as
deformações específicas normais ocorrentes ao longo das diagonais AC e BD.

AC=BD= √(20)2 +(15)2 → AC =BD =25∈¿

A C' = √ (20,12)2 +(15,1)2 → A C ' =25,156∈¿

' 2 2 '
B' D =√ (20,02 ) + ( 15 ) → B ' D =25,016∈¿

A C ' − AC (25,156 )−(25)


ε AC = = =6,24. 10−3
AC (25)
ε AC =6240 μ

B' D' −BD ( 25,016 )−( 25)


ε BD= = =6,4. 10− 4
BD (25)
ε AC =640 μ
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3.23 – A placa triangular fina ABC mostrada na Fig. P3.23 é deformada uniformemente,
assumindo a forma A’B’C’. Calcule:
(a) As componentes de deformação específica ε x , ε y e γ xy.
(b) A deformação por cisalhamento entre as arestas AC e BC.

a)
(2,4)
ε x= =1,2. 10−3
(2.000)

(−1,5)
ε y= =−1,5.10−3
(1.000)

γ xy=0
ε x =1.200 μ
ε y =−1.500 μ
γ xy=0
b) ACB=90o

A' C' B' =2 tan−1 [ (1,0012)


(0,9985) ]
→ A ' C ' B' =90,1547o

γ =( 90o ) −( 90,1547o ) =0,1547 o=−2,7. 10−3


γ =−2.700 μ
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3.25 – As curvas tensão-deformação para um aço estrutural são mostradas na Fig.
P3.25. Observe, no gráfico, que o diagrama como um todo e sua região inicial são
representados em uma escala de deformação N e em uma escala de deformação
ampliada M, respectivamente. Determine:
(a) As deformações específicas no ponto de escoamento e no ponto de ruptura do
material;
(b) O alongamento percentual da barra para um comprimento nominal de 50mm.
a)
ε y =0,0014 → ε y =1.400 μ

ε f =0,28→ ε y =280.000 μ

b)
Lf =( 50 ) + [ ( 50 ) .(0,28) ]=64 mm
( 64 )−( 50 )
Alongamento= .(100)
( 50 )
Alongamento=28 %
3.31 – A Fig. P3.31 mostra um bloco de aço sujeito a uma carga de compressão axial
de 400kN. Considerando que após o carregamento as dimensões b e L são alteradas
para 40,02 e 199,7mm, respectiva- mente, calcule:
(a) O coeficiente de Poisson;
(b) O módulo de elasticidade;
(c) O valor final da dimensão a;
(d) O módulo de elasticidade transversal.
Dados: a=60mm, b=40mm e L=200mm.

−( 400 ) . ( 103 )
σ x= → σ x =−166,7 MPa
( 0,04 ) . ( 0,06 )
a)
−( 0,3 )
ε x= =−1,5. 10−3
( 200 )
( 0,2 )
ε y= =5.10−3
( 40 )
εy (500 μ)
v= | ||
=
ε x (1500 μ) |
1
v=
3
b)
σ x (166,7 MPa) (166,7. 106 )
E= = = =1,1113. 1011
εx (1500 μ) −6
(1500.10 )
E=111GPa
c)
1
εz=
−v . σ x
=
()
3
. ( 166,7. 106 )
=5. 10− 4 → ε z=500 μ
E ( 111.10 )9

∆ a=ε z . a=( 500.10−6 ) . ( 60 ) → ∆ a=0,03 mm


a F =a+ ∆ a= ( 60 )+(0,03)
a F =60,03 mm
d)
E (111.109 )
G= = =4,1625. 1010
2(1+ v) 1
[ ( )]
( 2) . ( 1) +
3
G=41,63 GPa

3.33 – Os dados a seguir foram obtidos do ensaio de tração de um corpo de prova de


alumínio com 12,7mm de diâmetro e 50mm de comprimento nominal. Após o corpo de
prova romper, o diâmetro mínimo (estricção) medido foi de 8,8mm. Represente
graficamente o diagrama tensão-deformação de engenharia e determine:
(a) O módulo de elasticidade;
(b) O limite de proporcionalidade;
(c) A resistência ao escoamento para uma deformação permanente de 0,2%;
(d) O limite de resistência;
(e) O alongamento percentual em 50mm;
(f) A redução percentual na área;
(g) O limite de resistência verdadeiro;
(h) Os módulos tangente e secante para um nível de tensão de 310MPa.
DIAGRAMA TENSÃO X DEFORMAÇÃO
350
326
319 312
305
300 284 291

259 256
242
250

207
200
TENSÃO (σ)

172

150139

104
100
70

5035

0
0 0.05 0.1 0.15 0.2 0.25

DEFORMAÇÃO (ε)

a)
(242.10 6)
E= =6,9. 1010 → E=69GPa
(0,0035)

b)

σ p=242 MPa
c)
σ y =275 MPa

d)
σ R =326 MPa

e)
( 50 ) + [ ( 0,2 ) . (50 ) ]−( 50 )
Alongamento= . ( 100 ) → Alongamento=20 %
( 50 )

f)
π π
( )
[
. ( 12,7 ) −( ) . ( 8,8 )

]
2 2
4 4
Redução= . ( 100 ) → Redução=52 %
( π4 ). ( 12,7 ) 2

g)

π
(
[ ]
4)
2
. ( 12,7 )
( σ ) =( 326 ) .
R V → ( σ R )V =679 MPa
( π4 ) .( 8,8 ) 2

h)
[ ( 330 )−(290) ] . ( 106 )
Et = → Et =0,8 GPa
(0,05)

( 310.106 )
E s= → Et =10 GPa
(0,031)

3.61 – O bloco retangular de concreto mostrado na Fig. P3.61 está sujeito a cargas
cujas resultantes são P x =100 kN , P y =150 kN e P z=50 kN . Calcule:
(a) As variações nas dimensões do bloco;
(b) O valor de um único sistema de forças compressivas aplicadas apenas nas faces y
que produzem o mesmo deslocamento que as forças originais.
Dados: E=24 GPa e ν=0,2.

Px (100. 103)
σ x= = → σ x =20 MPa
A ( 0,05 m) .(0,1 m)
Py (150.103 )
σ y= = → σ y =15 MPa
A ( 0,05 m ) .(0,2m)
Pz (50.103 )
σ z= = → σ z=2,5 MPa
A ( 0,1 m ) .(0,2 m)
σx σ (20. 106 )
E= → ε x= x = 9
→ ε x =8,33.10−4 → ε x =−833 μ
εx E (24. 10 )
σ y (15 .10 6)
ε y= = 9
→ ε y =6,25 .10−4 → ε y =−625 μ
E (24. 10 )
σ z (2,5 . 106 )
εz= = 9
→ ε z =1,042 .10−4 → ε z =−104 μ
E (24. 10 )

( 1−2 v ) [ ( 1 )−( 2 ) .(0,2)] (


e= ( σ x + σ y +σ z )= . [ 20.10 6 ) + ( 15 .10 6 ) + ( 2 ,5 . 106 ) ]
E (24. 10 )
9

e=9,375.10−4 → e=937 μ
a)
V =e . V 0=( 9,375. 10−4 ) . [ ( 0,2 ) . ( 0,1 ) .( 0,05) ] →V =9,375 .10−7 → V =9,4 . 10−4 mm3

δ x =ε x . L=( 8,33. 10−4 ) . ( 0,2 )=1,666. 10− 4 m


δ x =0,17 mm

δ y =ε y . b=( 6 , 25 .10−4 ) . ( 0 , 1 )=6,25 .10−5 m


δ x =0 ,06 mm

δ z =ε z . a=( 1,042 . 10−4 ) . ( 0 , 05 )=5,21 . 10−6 m


δ x =0 ,005 mm
b)
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3.70 – Utilizando o diagrama tensão-deformação do aço estrutural mostrado na Fig.
P3.70, determine:
(a) O módulo de resiliência;
(b) O módulo de tenacidade aproximado.

ε y =0,0014 → ε y =1.400 μ

ε f =0,28→ ε f =280.000 μ

Lf =( 50 ) + [ ( 50 ) .(0,28) ]=64 mm

( 64 )−( 50 )
Alongamento= .(100)
( 50 )
Alongamento=28 %

a)
2
σ 2y ( 250.10 6 )
ur = = → ur =130,21 kJ /m 3
2 E ( 2 ) .(240.10 9)
b)
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3.73 – O diagrama tensão-deformação de uma barra de aço de alta resistência sujeita
à tração é mostrado na Fig. P3.73. Determine para o material:
(a) O módulo de resiliência.
(b) O módulo de tenacidade aproximado.

TENSÃO (σ) DEFORMAÇÃO (ε)


70 0,00025
140 0,0005
210 0,00075
280 0,001
290 0,01
350 0,02
420 0,062
455 0,07
490 0,082
525 0,16

6
σ (480. 10 )
E= = → E=6,0. 109
ε (0,08)
E=6 GPa

a)
2
σ 2y ( 280.106 )
ur = =
2 E ( 2 ) . ( 6.109 )

ur =6.533 kJ /m3
b)
1 1
ut =
[( ) (
2
. 480.106 ) . ( 0,07+0,082 ) +
] [( )
2
. ( 525. 106 ) . ( 0 , 16 )
]
ut =78.480 kJ /m3

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