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Ali Ussene Mucussete

Beatriz Orlando Lavieque

Celia Pedro Medala

Dina Luis

COMPORTAMENTO GRUPAL
Curso de Licenciatura de Gestão de Empresas, Pós - laboral, 3ª. Ano/2020

UniRovuma

Nampula
Ali Ussene Mucussete
Beatriz Orlando Lavieque
Celia Pedro Medala
Dina Luis

5°Grupo

COMPORTAMENTO GRUPAL

Trabalho de caracter avaliativo


do curso de licenciatura de
Gestao de empresas , Pos –
Laboral 3ªano na cadeira de
Comportamento Organizacional.

UniRovuma

Nampula
Indice
Objetivos: ...................................................................................................... 4
Objetivos gerais: ............................................................................................ 4
Objetivos específicos:.................................................................................... 4
COMPORTAMENTO GRUPAL.................................................................. 5
1.1. Definição e característica dos grupos .................................................. 5
1.2. Características do grupo ...................................................................... 5
1.3. Interação grupal X comportamento grupal .......................................... 5
1.4. Influencia social .................................................................................. 6
1.5. Poder e influência dos grupos ............................................................. 7
1.6. Comparação de grupos ........................................................................ 7
1.7. Motivação e expectativas do grupo ..................................................... 9
1.8. Comunicação grupal ............................................................................ 9
1.9. Liderança grupal ................................................................................ 10
2. Equipe de Trabalho ........................................................................... 10
2.1. Definição e características ................................................................ 11
2.1.1. Características diferencias de grupos e equipes de trabalho.............. 11
2.2. Tipos de equipes ................................................................................ 11
2.3. Estágios de desenvolvimento das equipes de trabalhos..................... 12
2.4. Elementos que a estrutura das equipes de trabalho ........................... 14
2.5. Efetividade das equipes de trabalho .................................................. 15
Conclusao .................................................................................................... 16
Referencia bibliografica .............................................................................. 17
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Introdução

O presente trabalho da cadeira de Comportamento organizacional iremos debruçar sobre


o tema Comportamento Grupal assim como trabalho em equipe. Assim sendo como as
peculiares que caracterizam o comportamento dos membros. Mais do wur um roteio de
como trabalhar com grupos e equipes deseja se favorecer a sua reflexão a respeito da
complexidade do comportamento humano, quando inserido numa chamada Organização.

Portando neste trabalho favorece a compreensão das pessoas inseridas em grupos ou em


equpes, assim como comportamento e desempenho coletivos eles ocorrem nas
organizações.

Objetivos:
Objetivos gerais:
Para atingir os objetivos neste trabalho está dividido em duas sendo, na primeira, o foco
recai sobre o comportamento dos grupos, enquanto que a segunda enfatiza o estudo das
equipas do trabalho.

Objetivos específicos:
 Apresentar definição e característica dos grupos e destacar a sua importância de
estudo.
 Apresentar alguns processos específicos da vida dos grupos, como a motivação
comunicação e liderança.
 Apresentar na qual as equipas são definidas e as suas caraterísticas são
especificadas com o objetivo de estabelecer diferença entre grupos e equipes de
trabalho.
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COMPORTAMENTO GRUPAL

1.1. Definição e característica dos grupos

O grupo e um conjunto formado por duas ou mais pessoas que para atingir determinados
objetivos necessita algum tipo de interação durante um intervalo de tempo relativamente
longo, sem que atual seria mais difícil ou impossível obter o êxito desejado.

Ou ditas das de outro modo, um conjunto de pessoas que se caracteriza mais fortemente
como grupo segundo as seguintes condições:

a) Quando menor for o número de seus membros;


b) Quando maior for interação entre os seus membros;
c) Quanto mais maior for a sua história;
d) Quanto mais perspectiva de futuro partilhado seja percebido pelos seus membros.
1.2. Características do grupo

Deste modo, os grupos possuem determinadas caraterísticas como serem pequenos, ou


seja as pessoas se conhecem entre si, existem uma relação face a face; Compartilham
objetivos e aceitam as normas constituídas pelo proprio grupo. Em relação as normas
constituídas pelo próprio grupo, cabe se remeter a alguns estudis sobre construção de
normas sociais.

A sua construção e atraves dos diversos encontros que temos como nosso companheira,
familiar, cônjuges, enfim, com quem nos relacionamos socialmente. Quando focamos
estamos estabelecendo norma de comportamento grupal. Essas normas são conhecidas
por todos membros do grupo.

as organizações não fogem a regra, ali também os grupos existem e constituem a materia
prima do desenvolvimento. Em duas organizações qie tem mesmo objetivo, como como
dois colegios, duas lojas comerciais ou duas fabricas de automóveis, muitas vezes o que
vai diferenciar uma da outra e a maneira como as normas grupais foram estabelecidas.

1.3. Interação grupal X comportamento grupal

Para administrar pessoas, devemos compreender que grupo e maior do que os indivíduos
por eles sejam constituídos. Possuir uma visão global oi sistemática e o caminho mais
adequado para conseguir estabelecer padrões de comportamento desejáveis em uma
organização.
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Compreendendo que grupos existem, que estabelecem normas de convivência e que


estas normas podem ir a favor em que conta dos objetivos organizacionais, o
administrador pode estabelecer suas proprias regras comportamentais de forma a integrar
de maneira adequada com os diversos grupos e assim lograr seus objetivos.

O comportamento humano e uma tarefa complexa. Os membros da orgaizacao


reconhecem as diferenças entre os comportamentos socialmente sustentados pelo grupo
e as cobranças feitas pela organizacao. Nestas circunstancia, a comunidade constitui um
elemento que favorece ao adequado gerenciamento. Contudo, ela e benefica apenas na
medida wm que as pessoas encarregadas de gerenciar esses indivíduos conhecem os
grupos aos quais pertencem assim como as regras que, nesses norteiam o comportamento.

Existem evidencia que apontam que na complexidade de comportamento da organização,


um aspecto de fundamental importância para o adequado gerenciamento de indivíduos e
grupos e a comunicação aberta na qual ouvir e tao importante quanto falar.

1.4. Influencia social

Alguns defendiam que a sociedade era basicamente constituída por grupos, e que seria
a partir desses grupos que se poderia modifica - la de maneira a ser mais ética, justa e
equilibrada; ou que os grupos constituíram uma espécie de força própria, de consciência
coletiva que suplantaria, em determinadas circunstancias a consciência individual
segundo (Álvaro & Garrido, 2003).

Segundo McDougall (1987) chama atenção para o contraditório que existe na


participação na vida grupal, já que, se por um lado degrada a pessoa, como afirmava Le
Bom, por outro a eleva a sua máxima potencialidade como ser humano. McDougall pensa
encontrar na organização do grupo de solução. Quando o grupo esta organizado, e não e
simplesmente uma multidão, as tendências de grandes são minimizadas. Na medida em
que os diversos graus de organização ( continuidade, autoconsciência, Interação,
tradições e costumes grupais e especialização funcional) se dado no grupo, se produz
como consequência a aparição do espirito grupal, frente ao qual surgira a mente grupal
um sistema organizado de forças que tem vida propria, e a si mesmo, submetido so a uma
mudanca tenta e gradual (segundo Morales 1987).
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1.5. Poder e influência dos grupos

Para compreender o funcionamento dos grupos e necessário entender a natureza da


influência social. As pressões para a uniformidade se exercem mediante a interação social
na qual os membros tentam modificar suas crenças, atitudes e ações mutuamente, como
foi vislumbrado antes. Surgem processos similares sempre que um grupo tenta tomar
deciscao sobre metas a escolher ou sobre a maneira como alcança – las. Coordenar as
actividades de grupo exige a conduta de cadda membro se ajuste a dos outros, e se efetue
a liderança mediante processos de influência sobre os demais:

(Moscovici, 1985) a maioria dos onjectivos sociais são ambiguos e isto e o que os
distinguem dos objectos fisicos. Carecemos de creterios claros e precisos para julga –
los. Assim, não temos criterios para avaliar a verdade ou o erro materia de opnioes
politicas e religisas, valores e normas culturais, e simbolos em geral. Antes tais objectos,
os individuos sa presa da incerteza e não sabem que juizo preciso fazer sobre eles. No
entanto, necessitam de um.

1.6. Comparação de grupos

A comparação de grupos foi estudada e desenvolvida teoricamente por ( Tajfel, 1981) a


partir do paradigma do grupo mínimo, permitindo concluir que a formação do grupo e
da conduta intergrupal se desenvolve como resultado do processo de categorização socia.
Foi demostrada que toda interação intergrupal se baseia na valorização negativa do
exogrupo frente a uma valorização positiva no endo grupo, mesmo quantos não existe
nenhum determinado externo para tal escolhidos, aleatoriamente, dois grupos pares e
impares de uma classe, por exemplo, os membros do primeiro tendem a se sentir
diferentes dos do outro grupo de forma a identidade social de cada indivíduo e formada a
partir dos seus grupos de referências e casa um se comporta de acordo com essas normas
e expectativa, introjetadas pelo grupo de referência. Ou seja, quando se dix que a familia
e a base da formação das pessoas, eta se confirmando oq eu foi demostrada e estudado
por Tajfel.

Os grupos majoritários são considerados aqueles que representam o poder forma,


instituido ou da maioria, mesmo que muitas vezes não guardem relação com o número
de pessoas que os compõem.
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Exemplo quando falamos que as mulheres forma uma minoria, estamos nos referindo a
que elas formam uma minoria em relacao ao poder social, mesmo sendo maior
populacional. O mesmo ocorre com outros segmentos sociais, e e interessante salientar
que uma pessoa pode participar de varios grupos com posição diferente. Pode particpar
de um grupo na posição majoritária e em outro na posição minoritária.

Nas organizações também acontece algo semelhante. Grupos qu são minoritários em um


determinado momento, em que outro passa a exer o poder. Uma características dos grupos
em relacao ao poder, e que ele e exercicido de forma desigual entre os seus membros.
Vai existir um núcleo e central que detem maior poder, que vai se diluindo a medida que
se afasta desse nucleo. Quando mais central, mais identificado com o grupo, e mais
resistente as mudanças.

Essas discrepâncias de poder e consequentemente de influência nos grupos e nos


indivíduos geram divisões, rachas, que tendem a ir se transformando ao logo do tempo e
que podem gerar a constituição de novos grupos, muitas vezes antagônico, ou entao
modificações na propria estrutura de poder do grupo.

Quando mãus periféricas o indivíduo, mais facilidade ele tem em mudado de


comportamento em relação ao grupo ou ao poder exercido pelo grupo, em consequência
o seu pder de influência e pequeno. Em consequência o seu poder e pequeno. No entanto,
ele pode servir de aliado a outros inconformados para pressionar mudanças na estrutura
de poder. Esse movimento muitas das vezes desagua na ruptura do grupo, ou na
modificacao do poder antigo, cujos ,embros que permanecem no grupo, passam agora a
representar o que chamamos de grupo minoritário e comeca tudo outra vez.

Nas organizações, devem ter em mente esses factores quando formos instados a introduzir
modificações em procedimento de desenvolvimento organizacional. Cuidar do todo e
saber que diversos grupos podem estar enfrentados ou trabalhar a favor de um mesmo
projeto e de fundamental importância na hora de planejar mudanças organizacionais.

As diversas equipas formam um conjunto, mas podem se competitivas e destrutivas uma


com as outras, o psicólogo organizacional deve estar atendo para evitar rupturas
desnecessárias.
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1.7. Motivação e expectativas do grupo

Várias pesquisas evidenciaram que a mudança comportamental foi provocada pelo


sentimento e não oela luz. O facto de sentir – se parte importante de um processo, poder
construir um grupo com quem se compartilhava trabalhos assim como objetivos comuns
gerou o dinamismo que desaguou no aumento da produtividade. Esta claro que a esteira
de montagem foi desfeito e criados grupos de trabalho pequenos, mudaram as condicoes
ambientais e sociais, foram introduzidos lanches, clubes de recrecao, proporcionadas
condições para que os trabalhadores interagissem entre si, enfim tudo isso que hoje ainda
apresentam com ares de modernidade.

Foi a descoberta pratica do quanto variáveis psicológicas podiam influenciar na


produtividade. O sentimento de pertença, de ser importante, de ter um grupo de amigos
com objetivos comuns, e provavelmente o conjunto de variáveis qie pod influencia
definitivamente entre o êxito ou o fracasso de um empreendimento. E isso deve ser
levado em conta na hora de administrar pessoas.

Outro aspecto que merece a pena de checar a atenção e o que trata da possibilidade de
realizar pesquisa aplicadas nas organizações.

1.8. Comunicação grupal

A comunica o não e uma tarefa facil, mesmo sob as melhores condições. nossa capacidade
de nos relacionarmos com os demais e de trabalhar de forma eficaz com os outros depende
com grande medida de nossas habilidades de comunicação. No terreno isto se complica
mais ainda dado o número e variação de inter-relações que estabelecem.

A comunicação e entendida como o processo pelo qual as pessoas criam e enunciam


mensagens qie são recebidos interpretadas e respondidas por outras pessoas. O proposito
e desenvolver significados que seriam compartilhados por membros do grupo. Processo
de comunicação consta dos seguintes elementos: emissão, receptor, mensagem e
codificação.

Como somo seres interativos, conforme citado acima, interferimos e criamos nossa
realidade aos mesmos tempos que captamos por nossos sentimentos o que vem do
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exterior. O processo de comunicação passa por esse entendimento, de forma que a


comunicação não e pura, no sentido de que sai do emissor e chega ao receptor da mesma
forma. Na verdade, e reinterpretada por cada um dos receptores.

Um dos aspectos que mais deveria ser cuidado nas organizações seria o das comunicações
entre as pessoas, as equipes, os grupos. Entretanto, frequentemente e muito descuidada,
gerando como consequências fortes resistentes, conflitos e muitas vezes prejuízos que
poderiam ser evitados.

1.9. Liderança grupal

(Sanche, 2002), considera que diversas formas de conceber a liderança e reflexo de


diferentes enfoques teóricos e metodológicos, e que são agrupados por ele da seguinte
maneira:

 Aqueles qie se centram na figura do lider;


 Os que consideram a análise e a partir dos seguidores;
 Os que analisam interação entr líderes e seguidores;
 Os que ressaltam o papel sa situacao;
 Os enfoques que tenham de integrar todos esse aspectos.

Portando, em sistema institucionais, exercer liderança significa estar centrado nos


grupos, podenddo ou noa possuir cargos ou apoio instituicional. E o processo, a maneira
de lidar com as pessoas, a capacidade de enfrentar obstáculos para defender os interesses
do grupo ou a capacidade de correr riscos para cumprir metas, o que faz um líder.

Isto e considera – se liderar e resultado de um processo interativo entre pessoas que tem
aspiracoes e que devem se cumpridas em uns determinados espaços imstituicional. Saber
conjugar os objectivos e aspiracoes dos que estao envolvidos nesse processo com as
metas e os objectivos organizacional e o desafio de lideranca que se coloca aquele que
dde alguma maneira representa o poder instituído.

2. Equipe de Trabalho

Nas organizações e evidente que a adoção de equipes de trabalho, também ee chamados


de grupos de trabalho, círculos de qualidades, comitês de gesta, ou simplesmente times,
tem se incrementado nos ultimos anos. Este incremento responde, em última instancia, a
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procura de mecanismos que favoreçam a eficácia do desempenho dos individuo, portando


das organizações.

2.1. Definição e características

A definição de equipes de trabalho não e única e podem ser encontrados divergências


dependendo do aspecto enfatizado pelos autores interessados no seu estudo.

Assim (Arrow e McGrath 1995) definem o grupo de grupo de trabalho como um padrao
complexo de relações dinâmicas entre um conjunto de pessoas ( membros, que utilizam
uma determinada tecnologia para atingir propósitos comuns. Nesta definicao os autores
apontam a existencia de tres elementos constitutivos: os membros, o proposito ou
obejctivo e a tecnologia.

Segundo (West Borril e Unsworth 1998), definem o grupo de trabalho como uma entidade
social, inserida no contexto organizacional, desempenho tarefas que tanto contribuem
para que o objetivo da organização seja atingido, como afetam outros indivíduos dentro
e fora da organização. Segundo estes autores, os membros desta entidade social são
interdependentes entre si para a execução das tarefas e são identifica so como grupo
dentro e fora da organização.

2.1.1. Características diferencias de grupos e equipes de trabalho

Grupos Equipes
Esforco individual Esforcos colectivo
Responsabilidade por resultados individuais Responsabilidade compartilhada pelos resultados globais
Objectivo de trabalho individual Objectivo de trabalho compartilhado
Unidade de trabalho dependente Unidade de trabalho semi - atonomas

Uma vez tendo identificado as principais caraterísticas que diferenciam equipes de grupos
ambos estão presentes no cenario organizacional.

2.2. Tipos de equipes

A classificação e realizada de acordo com o elemento da estrutura da equipe que


priorizado, entao os tiois resultantes são: Grupos forca – tarefa, equipes propriamente
ditas e tripulacao ( Arrow & McGrath, 1995).
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 Nos grupos forca tarefa

O elemento priorizado e objetivo a ser alcançado, como por exemplo apagar um incêndio.
Quando o objetivo e atingido, a equipe se desfaz. Neste tipo de grupo e enfatizado o
comprimento da tarefa antes que a sobrevivência da equipe.

 Nas equipes propriamente ditas

O elemento mais importante são os indivíduos e as suas relações interpessoais positivas,


consideradas fundamentais para o sucesso da tarefa. Um segundo elemento de
importância e a tecnologia traduzida nos conhecimentos ou habilidades especificas dos
membros. Neste tipo de equipe a sobrevivência, como unidade de desempenho, ee um
indicador de efetividade que somente e alcançada a partir de interações bem sucedidas,
como no cso de um time de futebol.

2.3. Estágios de desenvolvimento das equipes de trabalhos

As equipes de trabalho, após o seu nascimento ou formação, passam por diferentes fases
ate atingir o estágio em que o desempenho das tarefas e favorecido. Estas fases não são
uma peculiaridade das equi´pes de trabalho.

São fases de desenvolvimento na vida dos grupos e como as equipes constituem um tipo
de especifico de grupo, passam também por elas.

 Formação

Quando os membros da equipe iniciam os contatos com vista a realização do trabalho,


comeca um processo de descobrimento do outro, mesmo que esse outor seja um colega
de trabalho já conhecido. Nesta fase os indivíduos procuram identificar quem e o outro
e em que ele pode contribuir para atingir o objetivo estabelecido para a equipe.

E neste momento que inclusive o obejctivo da equipe, usualmente definido de maneira


previa pela organização, sra mais desempenho quanto de comportamento sociai, como
exemplo: concordar em se reunir duas vezes por semana para checar os avanços e/ou
dificuldades encontrados por cada membro do horário combinado.

 Conflito

Uma vex identificado os membros da equipe, da – se inicio a um processo de ajuste ou


negociações. Ajuste no sentido de estabelecer o que sera realizado, por quem e de qual
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maneira. Negociação, porque os membros da equipe podem não concordar com as


decisoes que os tigem e, neste momento tentarão redefinir as regras , se lideranças
formais não foram estabelecidas pela organização e nesta fase que eles começam a se
perfilar e pode ocorrer que dois membros entrem em pugna pelo controle do grupo.

O poder do grupo começa a ser devidido e disputado entre os membros, com base nas
vantagens que cada um considera se a sai arma. Contudo, ainda que havendo conflito,
nem sempre esta fase e vivida da forma aque retratada: como guerra. As negociações
podem ocorrer de maneira menos acalorada embora certa discordância entre os membros
seja esperada.

O estilo de negociação vai depender do estilo pessoal dos membros que compõem a
equipe assi como das regras gerais da empresa as quais estão submetidos. Nesta fase e
importante saber lidar com o conflito antes do que tentar elimina – ló, pôs ele faz parte
do processo de formação e estrutura da equipe.

 Normalização

se o conflito e caracteristica da fase a anterior, a coesão e identificação dos membros da


equipe, são caracteristicas desta, relacoes maos proximas entre os membros, sentimentos
e percepções compartilhadas frequentemente surgem nesta fase. A troca de informações
tende a ser mais aberta e espontâneo havendo maior tolerância faca as divergências. Pode
também ser identificada nesta fase uma concordância explicita com as metas e objetivos
da equipe.

As lideranças, tendo sido aceitas pelos membros, definem junto com ele, os papéis, tarefas
ee responsabilidades de cada um, assim como as normas de desempenho favorecem a
consecucao dos objetivos da equipe.

Esta fase conclui quando há aceitação das normas de comportamento assim como dos
procedimento que irao pautar as tarefas a ser cumpridas.

 Desempenho

O quarto estagio no desenvolvimento da equipe constitui a execução das atividades. E o


o comboio andando a todo vapor.uma vez tendo sido aceitadas as normas de
comportamento e desempenho, as metas a serem atingidos e o comendo da lideranças,
toda a energia do grupo esta voltada para a realizacao das tarefas. Pode se dixer que e a
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fase da produtividade embora nem sempre se espere que ela ocorra um nivel constantes.
Dependendo da tarefa algums equipas iraomas aprimorar n seu desempenho pelo que
podera haver um incremente dos niveis de produtividade.

 Desintegração

a última fase no processo de desenvolvimento dos grupos portanto das equipes de


trabalho, e a desintegração. Esta fase ocorre os objetivos que levaram a criacao da equipe
são atingidos e não há mais razão para ele continuar a existir. Contudo conforme fora
mencionada, parte da efetividade das equipes de trabalho e a sua capacidade de
sobrevivência pós a desintegração poderia ser um indicador de fracasso pelo monos de
benefícios de trabalho: as temporadas as permanentes procurarão sempre sobreviver a
fortalecer a partir de processo de renovação seja de metas, tecnologia ou se precisa da
troca de alguns membros.

2.4. Elementos que a estrutura das equipes de trabalho

Esses elementos são: as normas; os papeis e a posição dos membros ou o seu status da
equipe.

 Normas

São padrões de comportamento e desempenhos tolerados, aceitar e esperados, distendo


pelos membros das equipes, criadas com o objetivo geral de regulamentar e estabelecer o
que pode, não, ser feito. Estas normas que dizem respeito aos membros da equipe, se
diferenciam das regras da organização por ser informal estabelecidas. Usualmente não
estao escritas e apesar disso da equipe são capazes de identificar as mais relevantes. Essas
normas são estabelecidas em relação a aspectos considerados significativos para as
equipes. Assim, se produção constitui o ponto mais importante, as normais principais
serão a respeito da produtividade como diversidade de indicadores ou níveis esperados.

 Papeis

Outros elementos característicos da estrutura das equipes constituem os papeis atribuídos


e desempenhados por seus membros. Geralmente, e na fase de negociação, quando os
papeis a ser desempenhados por cada membro são estabelecidos. Se a um membro do
grupo e atribuído o papel de negociador com o meio externo, dele sera esperado o
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cumprimento de certas tarefas, como por exemplo, representar a equipe num encontro
com o administrador ou lider da organização. As cobranças em termos de
comportamentos e resultados, nso estão baseadas na pessoa o que desempenha o papel,
mais no papel em si.

A este respeito pode se afirmar que não interessa quem e negociador da equipe. O que
interessa e que, seja quem for decorrente do papel que desempenha.

 Prestígios ou status

O terceiro e último elemento da estrutura das equipes e o prestigio ou status dos membros.
O prestigio pode ser compreendido como o reconhecimento social dado a um membro ou
a equipe como um todo. A importância deste elemento na estrutura da equip, e a influência
que o indivíduo ou indivíduos com prestigio podem ter no comportamento e no
desempenho da equipe. Considerando que o prestigio e o recomento de alguém, por conta
de certas características, não por se imposto pela organização.

O que a organização pode fazer e sinalize os aspectos valorizados por ela e que tornariam
o individuo merecedor de reconhecimento. Por exemplo: comportamentos como,
comprometimento com a organização, lealdade, conhecimento, domínio de certa
tecnologia. Com tudo são os membros da equipe de trabalho que vao decidir se ser leal
a organização e uma caraterística valorizada a ponto de fazer com que quem demostra,
mereça ser reconhecido ou venha a ter prestigio entre seus colegas.

2.5. Efetividade das equipes de trabalho

Nadler, Hackman e Lawler (1979), destacam que a efectividade das equipes de trbalho
pode ser compreendida a partir da observação de tres criterios fundamentais: os resultados
produtivos do trabalho em si, a satisfacao dos membris e sobrevivencia da equipe. A
relavancia das proposta realizadas por estes autores visualizada pela influencia que os
criterios proposts tem exercicido em trbalhos com o objectivo de compreender o
desempenho das equipes de tranlao os adotam como indicadores de efectividade como ni
caso propostos por (Gladstein 1984), Sundstron, de (Meuse e Futrell 1990), alem daquele
desenvolvido pelo proprio (Hackman, 1987).
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Conclusao

O comportamento das pessoas nos grupos é algo mais do que a soma dos comportamentos
de cada uma delas. Os grupos diferem um do outro, sendo que cada grupo apresenta
características que são marcantes de acordo com sua atuação e possuem uma
personalidade própria a qual denominamos de sintalidade. Ela reflete os valores
aprendidos pelos indivíduos que compõem o grupo. Quando estão em grupo, os
indivíduos agem de maneiras diferentes de quando estão sozinhos.
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Referencia bibliografica

Alvao, J.L. & Garrido, A.L. (2003). Psicologia social: perpectivas psicologicas y
sociologicas. Madrid, McGraw- Hill.

Arrow, H., & McGrath, J. (1995). Membership dynamics in groups at work: a


theoritical framework. In L, Cummings & B. M staw (Eds.)

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