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Acadêmico: Diego Roberto Bonatto R.A.

: 20137898-5
Curso: Logística

Disciplina: Logística Internacional


Valor da atividade: 2,0

Prazo para postagem: De 24/08 às


04/10 23:59 (horário de Brasília)

Orientações Gerais:

1. Todos os campos acima deverão


ser devidamente preenchidos;

2. O aluno deverá,
obrigatoriamente, utilizar este
formulário para realizar a
atividade;

3. Esta é uma atividade INDIVIDUAL.


Caso identificado cópia indevida
de colegas, o trabalho de ambos
será zerado.

4. Para realizar esta atividade


acesse o ícone “Atividade de
Estudos – MAPA” siga as
orientações e atente-se ao que
está sendo solicitado.

5. Utilizando este formulário, realize


sua atividade, salve em seu
computador, renomeie e envie em
forma de anexo.

6. Siga as instruções contidas no


formulário, pois as mesmas fazem
parte dos critérios de avaliação
desta atividade;

7. Ao mencionar partes de textos,


retirados do livro didático, revistas
ou da internet, não se esqueça de
fazer as devidas referências,
conforme normas da ABNT. A falta
das devidas referências poderá
acarretar em cópia indevida e
prejuízo na avaliação da atividade;

8. Procure argumentar de forma


clara e objetiva, de acordo com o
conteúdo da disciplina;

9. Respeitar os padrões de
formatação, indicados neste
formulário padrão, que fazem
parte da nota.

 Fonte: ARIAL ou TIME NEWS


ROMAN

 Tamanho: 12

 Alinhamento: JUSTIFICADO.

MAPA

Apesar da pandemia, Brasil bate recorde na exportação de soja, carnes e algodão


em abril

 
Abril foi de recorde para as exportações de alguns produtos da agropecuária brasileira,
como mostram os dados divulgados pelos Ministérios da Agricultura (Mapa) e da
Economia referentes à balança comercial. Produtos como soja, carnes bovina e suína, e
algodão tiveram desempenho positivo nas vendas externas, apesar da pandemia de
coronavírus, e registraram novas marcas históricas, segundo o governo.
Na soja, os embarques totalizaram 16,3 milhões de toneladas. O recorde anterior tinha
sido em março deste ano, de 11,64 milhões de toneladas. O farelo de soja também
registrou nova marca em abril: 1,7 milhão de toneladas, informou a Agricultura.
Pelo critério da média diária, usado pelo Ministério da Economia para comparar os
números, houve um crescimento de 82,1% nos volumes exportados de soja, em relação
abril de 2019, contabilizando média de 815,42 mil toneladas. Em receita, a média diária
foi de US$ 272,98 milhões, aumento de 73,51% na mesma comparação.
 
Disponível em:encurtador.com.br/fhjsG Acesso em: Jul.2020.
 
Apesar da forma em que a Economia está sendo impactada, devido a pandemia neste
ano de 2020, podemos analisar que as exportações estão sendo representativas na
Economia brasileira.
 
Diante do exposto, responda:

1. Quais os benefícios da exportação para as empresas, não apenas neste


momento de pandemia, mas de forma geral.
2. Cite uma empresa, que participe do comércio internacional
vendendo/comprando produtos relatando o seu segmento de atuação e,
principais produtos exportados/importados.

3. Pesquise e explique como o segmento de atuação relatado está sofrendo


impactos durante a pandemia (negativos ou positivos).

Para responder a atividade deverá:

 
a) Utilizar o Formulário Padrão que se encontra no ícone Material - Material da
disciplina - preencher corretamente todas as informações solicitadas.

b) Finalizar após a conferência do arquivo.

c) Ao realizar pesquisas de sites, livros etc. deverá citar a fonte de pesquisa para que não
seja considerado cópias indevidas.

d) Vídeo explicativo do MAPA: https://www.youtube.com/watch?v=kOZxcFLcjkY

e) Segue uma sugestão de leitura nos links:

 https://www.fazcomex.com.br/blog/efeito-da-pandemia-nas-exportacoes/
 http://www.mdic.gov.br/index.php/comercio-exterior/estatisticas-de-comercio-
exterior/empresas-brasileiras-exportadoras-e-importadoras

Bons estudos!

Respostas.
1. A Exportação é uma das principais atividades econômicas do cenário
comercial de um país, tendo interferência direta na economia do mesmo,
atuando no equilíbrio da balança comercial e afetando o valor do seu
PIB (Produto Interno Bruto). Nesse contexto o papel das empresas é
fundamental, já que são os produtos produzidos por elas que serão
vendidos no mercado internacional, então, cabe ao governo do país
buscar formas de incentivar essas empresas, seja através de redução
nos impostos, facilitando o processo de venda para o exterior, ou
buscando acordos com outros países afim de melhorar as relações
comerciais e conseguir beneficios para que suas empresas vendam
seus produtos no cenário internacional.

Mas não é só o país que que lucra com o comércio exterior, as


vantagens de exportar também podem ser vistas nas empresas que
realizam tal forma de comércio. Dentre essas vantagens, podemos
definir algumas como principais:

Aumento das vendas – Quando uma empresa inicia as atividades de


exportação, ela alcança novos mercados e novos clientes,
consequentemente suas vendas aumentam com o passar do tempo, e a
medida que seu produto se torna conhecido no cenário internacional;

Crescimento da produtividade – Com o aumento da abrangencia


comercial da empresa e o crescimento das vendas, a empresa terá que
produzir mais para atender as demandas, o que gera a diminuição do
tempo ocioso, elevando assim seu percentual produtivo. O aumento da
produção também faz com que a empresa nescessite mais matéria
pirma, abrindo espaço para a negociação de melhores preços, o que
causa a diminuição dos custos;

Melhoria do Produto – É comum para um empresa que começa a


exportar, ter a necessidade de adaptação do seu produto aos padrões
do mercado alvo, isso geralmente gera um aumento na qualidade do
produto;

Acesso a novas tecnologias – atuando mercado externo a empresa


amplia sua rede de contatos, muitas vezes tem necessidade de
adequear os produtos as normas mercado, e para isso precisa buscar
novas tecnologias e melhorar o seu Benchmarking.

Incentivos fiscais - As empresas exportadoras recebem do governo


alguns incentivos fiscais que garantem um preço mais baixo aos
produtos comercializados internacionalmente. Os principais impostos
afetados por esse regime de incentivos são:

 Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS);


 Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
 Programa de Integração Social (PIS);
 Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins);
 Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS);
 Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);
 Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ);
 Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).
Apesar de ter isenção, imunidade e abatimento em vários impostos, é
preciso ressaltar que as empresas exportadoras precisam prestar
atenção no Imposto de Exportação (IE). cujo fato gerador é a saída do
produto do território nacional e tem como base legal é o Decreto Lei
1578.
2. Em nossa região podemos encontrar algumas empresas de grande
porte que atuam de forma significativa no comercio exterior, a grande
maioria destacando-se no setor do agronegócio, principalmente com a
exportação de grãos e carnes. Mas também identificamos alguns
grandes exportadores de produtos industrializados, tais como madeiras,
móveis, papél e celulose. E é exatamente nesse ramo de papel e
celulose que a Irani Papel e Embalagem S.A se destaca, atuando no
comercio nacional e internacional e sendo referência na produção de
papel para embalagem, caixas e chapas de papelão ondulado e resinas.

3. Segundo dados da APEX-Brasil ( Agência de Promoção à Exportação), Santa


Catarina possui quase 10% das empresas exportadoras do país,
ocupando a 9º posição no ranking de estados exportadores do Brasil.
Em 2019, o número de empresas exportadoras do estado (2317
empresas) aumentou 9,8% em relação ao ano anterior, até mesmo
acima do crescimento de 8,9% nacional. Com isso, a participação das
empresas exportadoras catarinenses aumentou em relação ao total das
empresas exportadoras do Brasil. Nesse cenário a participação do Papel
e embalagens figura em destaque, e com base nos dados obtidos no
Comex Stats, Santa Catarina ocupa a 3º posição no ranking de
exportação de papel e chapas para embalagens, ficando atrás apenas
dos estados de São Paulo e Paraná, com um total de 1.982.192
toneladas exportadas em 2019. No ano de 2020 com o avanço do virus
da covid-19 e o cenário de pandemia que se instaurou e afetou todo o
planeta, as exportações de papel e celulose reduziram, no primeiro
momento os embarques para a China caíram 27,7%, segundo dados do
banco suíço Credit Suisse, parte desse recuo se deve aos elevados
estoques nos portos chineses, registrados em fevereiro. Outro ponto que
influenciou na queda das exportações foi o encarecimento do processo
de transporte, devido as restrições as viagens internacionais. Em contra
partida as exportações para a europa tem registrado crescimento,
principalmente nos segmentos de embalagens e papel para uso
sanitário, que com a alta registrada no preço do dólar trazem um pouco
de esperança para as empresas do ramo.

Nesse cenário podemos verificar que a digitalização e o trabalho remoto


cresceram nas empresas; o ensino a distância tenta preencher a lacuna
que o isolamento social impôs, e estamos vendo o comércio eletrônico
avançar rapidamente em diversos setores. Ou seja, são todas
tendências que impactam, de alguma forma, o consumo de papel. No
setor de celulose e papel, a pandemia criou impactos temporários, mas
também acelerou mudanças estruturais. A demanda por papel de
imprimir e escrever, que já vinha caindo rapidamente nos últimos anos,
se acelerou, porém, houve um aquecimento do mercado de
embalagens devido a maior demanda por produtos considerados
essenciais, como os alimentos. As vendas de papelão ondulado que
vinham crescendo desde junho do ano passado, sofreram uma ligeira
queda em abril, mas apesar disso, o setor deve continuar aquecido até o
fim do ano, muito em função da substituição do consumo de alimentos
fora de casa pelo delivery, e também pela substituição de parte do
comércio de portas abertas pelo e-commerce.

O mercado de celulose e papel, portanto, apresenta muitas variáveis


que estão e podem seguir alterando o comportamento das vendas, em
níveis diferentes de acordo com o segmento. De qualquer forma, nem
tudo no mundo da pandemia é de perspectivas negativas. Caberá ao
próprio mercado de consumo ditar algumas tendências, que já se
esboçam, e que influenciarão o desempenho desses mercados.

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