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UNIVERSIDADE PAULISTA

Nome Completo RA TURMA

Alessandro Silveira de Oliveira A830804 EB3R39


Jansen F. Siqueira da Silva A802FH7 EB3S39
Jaine Soares Campelo A836403 EB3S39
Gabriel Lima da Silva A8159B8 EB3R39
Roselaine Silveira Lisboa B101IB5 EB2Q39

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS


MECÂNICA QUÂNTICA

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SÃO PAULO
2012

UNIVERSIDADE PAULISTA

 

Nome Completo RA TURMA

Alessandro Silveira de Oliveira A830804 EB3R39


Jansen F. Siqueira da Silva A802FH7 EB3S39
Jaine Soares Campelo A836403 EB3S39
Gabriel Lima da Silva A8159B8 EB3R39
Roselaine Silveira Lisboa B101IB5 EB2Q39

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS


MECÂNICA QUÂNTICA

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SÃO PAULO
2012
SUMÁRIO

 

I - Introdução...........................................................................................................................04
II - Revisão Bibliográfica .........................................................................................................06
III- Aplicações na Ciência e Tecnologia..................................................................................08
IV - Impactos produzidos .......................................................................................................11
a - A relação íntima entre física, cultura e estilo de vida....................................................12
b - A mecânica quântica na física moderna .......................................................................14
V - Efeitos do trabalho na formação do aluno ........................................................................15
a - Concepções dos estudantes a respeito de conteúdos de Mecânica Quântica ........... 15

b - Críticas aos cursos introdutórios de Mecânica Quântica ............................................ 17

c - Propostas Didáticas ......................................................................................................18


d - Observações Finais ......................................................................................................18
VI - Conclusões ......................................................................................................................19
VII - Bibliografia ......................................................................................................................21

 

I. INTRODUÇÃO

A mecânica quântica é a teoria física que estuda sistemas físicos cujas


dimensões são próximas ou abaixo da escala atômica, tais como moléculas, átomos,
elétrons, prótons e de outras partículas subatômicas. A Mecânica Quântica é um
ramo fundamental da física com vasta aplicação.

Apesar de na maioria dos casos a Mecânica Quântica ser relevante para


descrever sistemas microscópicos, os seus efeitos específicos não são somente
perceptíveis em tal escala.

A quantidade característica da teoria, que determina quando ela é necessária


para a descrição de um fenômeno, é a chamada constante de Planck, que tem
dimensão de momento angular ou, equivalentemente, de ação.

Atualmente, a mecânica quântica (quântica, pois prevê um fenômeno


bastante conhecido dos físicos: a quantização) é utilizada em inúmeras aplicações
tecnológicas, que são a base da sociedade moderna. A palavra “quântica” quer dizer
quantidade.

Na mecânica quântica, esta palavra refere-se a uma unidade discreta que a


teoria quântica atribui a certas quantidades físicas, como a energia de um elétron
contido num átomo em repouso. O mundo funciona como uma máquina precisa e
essa visão mecanicista do universo circulou da física para outras áreas do
pensamento humano desde meados do século XVIII até o início do século XX.

Uma série de resultados experimentais, principalmente ligados ao estudo de


sistemas atômicos e de como esses interagem com a radiação eletromagnética,
mostrou que a teoria newtoniana não era capaz de explicar satisfatoriamente o
comportamento da natureza nessa escala de tamanho.

Como resultado dessa situação de crise, nas primeiras três décadas do


século XX, houve uma mudança de paradigma, com o estabelecimento de uma nova
teoria: a mecânica quântica.
A variável dinâmica que agora caracteriza o estado de um sistema é um
objeto matemático mais complexo que o conjunto de posições e momento da
mecânica clássica. Essa variável é chamada de função de onda. Equações que
descrevem a variação temporal dessa função de onda foram estabelecidas.

 
De maneira semelhante à equação de Newton, essas equações têm seus
nomes associados aos físicos que as estabeleceram: equação de Schroedinger e
equação de Dirac, em suas versões não-relativística e relativística, respectivamente.
Tendo definido as variáveis dinâmicas e as equações que descrevem suas
evoluções temporais, a questão de interpretação dos resultados matemáticos na
mecânica quântica leva a uma ruptura fundamental com as idéias mecanicistas da
física newtoniana. As equações de Schroedinger e Dirac descrevem agora como
esse objeto matemático, função de onda, evolui no tempo. Essa evolução ainda é
completamente determinista.
Entretanto, a ligação desse objeto com a interpretação dos resultados
experimentais é muito mais sutil que na mecânica clássica. O que é possível prever
a partir da função de onda é somente a probabilidade de que um determinado
resultado experimental seja realizado. Não é mais possível, em um caso geral, o
conhecimento preciso do que irá ser observado em uma dada medida. Isso traz uma
mudança conceitual fundamental. Existe uma incerteza intrínseca no conhecimento
dessas variáveis complementares. Essas equações e ideias vêm sendo aplicadas
em um número enorme de situações físicas.

A mecânica quântica é a base teórica e experimental de vários campos da


Física e da Química, incluindo a física da matéria condensada, física do estado
sólido, física atômica, física molecular, química computacional, química quântica,
física de partículas, e física nuclear. Os alicerces da mecânica quântica foram
estabelecidos durante a primeira metade do século XX por Albert Einstein, Werner
Heisenberg, Max Planck, Louis de Broglie, Niels Bohr, Erwin Schrödinger, Max Born,
John von Neumann, Paul Dirac, Wolfgang Pauli, Richard Feynman e outros. Alguns
aspectos fundamentais da contribuição desses autores ainda são alvo de
investigação.

Normalmente é necessário utilizar a mecânica quântica para compreender o


comportamento de sistemas em escala atômica ou molecular.

Muitas variáveis que ficam bem determinadas na mecânica clássica são


substituídas por distribuições de probabilidades na mecânica quântica. A teoria que
abrange a mecânica quântica é intrinsicamente probabilística (isto é, dispõe-se
apenas de probabilidades não por uma simplificação ou ignorância, mas porque isso
é tudo que a teoria é capaz de fornecer).

 
II. Revisão Bibliográfica

Da comunidade aceita que estados correlacionados, a história da mecânica


quântica começou essencialmente em 1838 com a descoberta dos raios catódicos
por Michael Faraday, a enunciação em 1859 do problema da radiação de corpo
negro por Gustavo Kirchhoff, a sugestão 1877 por Ludwig Boltzmann que os estados
de energia de um sistema físico poderiam ser discretos, e a hipótese por Planck em
1900 de que toda a energia é irradiada e absorvida na forma de elementos discretos
chamados quanta. Segundo Planck, cada um desses quanta tem energia
proporcional à frequência ν da radiação eletromagnética emitida ou absorvida.

Planck insistiu que este foi apenas um aspecto dos processos de absorção e
emissão de radiação e não tinha nada a ver com a realidade física da radiação em si.

No entanto, naquele tempo isso parecia não explicar o efeito elétrico, ou seja,
que a luz brilhante em certos materiais pode ejetar elétrons do material. Em 1905,
baseando seu trabalho na hipótese quântica de Planck, Albert Einstein postulou que
a própria luz é formada por quanta individuais.

Em meados da década de 1920, a evolução da mecânica quântica


rapidamente fez com que ela se tornasse a formulação padrão para a física atômica.
No verão de 1925, Bohr e Heisenberg publicaram resultados que fechavam a "Antiga
teoria quântica". Quanta de luz vieram a ser chamados fótons. Da simples
postulação de Einstein nasceu uma enxurrada de debates, teorias e testes.

Na mecânica quântica, o estado de um sistema físico é definido pelo conjunto


de todas as informações que podem ser extraídas desse sistema ao se efetuar
alguma medida. Nela, todos os estados são representados por vetores em um
espaço vetorial complexo: o Espaço de Hilbert H . Assim, cada vetor no espaço H
representa um estado que poderia ser ocupado pelo sistema. Portanto, dados dois
estados quaisquer, a soma algébricas deles também é um estado. Como a norma
dos vetores de estado não possui significado físico, todos os vetores de estado são
preferencialmente normalizados.

Usualmente, na matemática, são chamados funcionais todas as funções


lineares que associam vetores de um espaço vetorial qualquer a um escalar. É
sabido que os funcionais dos vetores de um espaço também formam um espaço,
que é chamado espaço dual.

 
Em estados ligados, como o elétron girando ao redor do núcleo de um átomo,
a energia não se troca de modo contínuo, mas sim de modo discreto, em transições
cujas energias podem ou não ser iguais umas às outras. A idéia de que estados
ligados têm níveis de energias discretas é devida a Max Planck.

Apesar de ter sua estrutura formal basicamente pronta desde a década de


1930, a interpretação da Mecânica Quântica foi objeto de estudos por várias
décadas. O principal é o problema da medição em Mecânica Quântica e sua relação
com a não localidade e causalidade. Já em 1935, Einstein, Podolsi e Rosen
publicaram seu Gedankenexperiment, mostrando uma aparente contradição entre
localidade e o processo de Medida em Mecânica Quântica.

O desenvolvimento formal da teoria foi obra de esforços conjuntos de muitos


físicos e matemáticos da época como Erwin Schrödinger, Werner Heisenberg,
Einstein, P.A.M. Dirac, Niels Bohr e John von Neumannentre outro.

- Ideias de Niels Bohr

Em 1913, um físico dinamarquês chamado Niels Bohr juntou as descobertas


de Rutherford com os espectros observados e, em um momento de grande intuição,
criou um novo modelo de átomo. Ele sugeriu que os elétrons orbitando ao redor do
núcleo somente poderiam existir em certos níveis de energia a partir do núcleo, em
vez dos níveis contínuos que se esperariam com base no modelo de Rutherford.
Quando os átomos nos tubos de gás absorviam a energia da corrente elétrica, os
elétrons ficavam excitados e pulavam dos níveis de baixa energia para os de alta
energia.

Os elétrons excitados acabariam voltando a seus níveis originais e emitiriam


energia na forma de luz. Como havia diferenças específicas entre os níveis de
energia, apenas comprimentos de onda específicos de luz eram vistos no espectro.

A principal vantagem do modelo de Bohr era o fato de que ele funcionava, tais
como espectros atômicos, comportamento periódico os elementos. Cada órbita, do
mesmo tamanho e energia (camada), conseguiria segurar um número determinado
de elétrons. O modelo de Bohr predominou até o surgimento de novas descobertas
na mecânica quântica.

 
III. Aplicações na Ciência e Tecnologia

a. Semicondutores e a indústria da informática

Uma CPU contém hoje em dia dezenas de milhões de transistores em um


único “chip” de silício, que é o material semicondutor utilizado pela indústria da
eletrônica. O ingrediente fundamental de uma CPU é o transistor de efeito de campo
ou Mosfet, como é mais conhecido.
De forma bastante simplificada, esse dispositivo tem uma estrutura de
capacitor, em que um material dielétrico, o óxido, separa um material com
características metálicas de um material semicondutor, que no caso é o silício.
Através da aplicação de um campo elétrico entre o metal e o semicondutor,
cargas elétricas são acumuladas ou removidas de uma pequena região do
semicondutor próxima ao óxido. Na presença de uma diferença de potencial
aplicada no semicondutor, pode-se então gerar ou não uma corrente elétrica.
Contudo, o que realmente os distingue de isolantes é a possibilidade de
alterar de forma controlada essa condutância através de introdução de átomos
apropriados no lugar dos átomos originais.
Esses átomos novos são chamados de impurezas, ou dopantes, e o processo
é chamado de dopagem. Esses novos átomos introduzem portadores de carga de
dois diferentes tipos: ou elétrons, e nesse caso são chamados de impurezas
doadoras, ou a “ausência de elétrons”, chamados de buracos ou lacunas, e nesse
caso são denominados impurezas aceitadoras.
Para entender o funcionamento desses materiais semicondutores com e sem
a presença de impurezas é preciso conhecer suas estruturas eletrônicas. Ou seja, é
fundamental o entendimento dos níveis de energia desses materiais, e como eles
são afetados pela presença de outros átomos.
Para tanto, é necessário a aplicação da mecânica quântica para a descrição
do comportamento dos elétrons. Sem essa compreensão seria impossível o avanço
tecnológico.

 

b. Lasers e Comunicação

O laser é a amplificação da luz por emissão estipulada de radiciação, que


teve o seu conceito básico e operação, emissão estipulada investigado por Albert
Einstein, em 1917.

Análises da teoria de Planck para radiação, teoria esta que discute pela
primeira vez a ideia de quantização de energia, levou Einstein a concluir que deveria
haver um termo adicional de interação da radiação com a matéria que levaria a uma
emissão, ou seja, decaimento de um sistema de estados de energia mais altos para
níveis de energia mais baixos com geração de radiação eletromagnética para
conservar energia, estimulada pela presença de radiação com uma dada frequência.

Apesar de interessante, esse efeito não é em geral importante, pois, para que
ele seja dominante, precisa-se ter um número grande de elementos do sistema
ocupando os estados excitados, ou seja, com uma distribuição de energia invertida
em relação ao que se tem normalmente. Na década de 50, Basov e Prochorov, nos
EUA, de forma independente, conseguiram explorar essas ideias de emissão
estipulada e inversão de população para gerar radiciação eletromagnética.

A primeira frequência investigada foi a área das micro-ondas, posteriormente


os pesquisadores trabalharam na área da luz visível. A partir dessas descobertas,
houve um grande avanço no desenvolvimento de lasers operando em diferentes
frequências, com diferentes potências, ou de forma contínua ou de forma pulsada,
com pulsos hoje em dia ultracurtos.

Obviamente, todo o processo de absorção e emissão de radiciação depende


da mecânica quântica para o seu melhor entendimento. Nas trocas de informações
vias CDs, a emissão de radiciação é realizada a partir de um dispositivo baseado em
materiais semicondutores, que são as heterojunções semicondutoras.

O entendimento do comportamento dessas heteroestruturas semicondutoras


depende da mecânica quântica. Sem ela seria impossível prever como seria o
funcionamento desses dispositivos, quantas e quais camadas utilizar e etc. Além
dessas aplicações práticas, essa capacidade de criar estruturas artificiais em
camadas, através da deposição controlada de átomos resultou em várias
descobertas científicas importantes, como o efeito Hall quântico.
10 
 
c. Magnetismo e o armazenamento de informações

O magnetismo é uma propriedade conhecida pela a humanidade há séculos,


cuja sua primeira invenção muito útil foi a bússola, que foi essencial para a
interconexão via as grandes navegações. Porém, o desenvolvimento do
magnetismo, teve que esperar o desenvolvimento da mecânica quântica.

Partículas carregadas quando em movimento, geram um campo magnético,


efeito explicado pela teoria clássica do eletromagnetismo. Entretanto, os elétrons
possuem um momento magnético intrínseco, não associado com o seu movimento
orbital.

A forma como esses momentos magnéticos se alinham em um sólido,


resultando eventualmente em uma magnetização total não nula, só pode ser
entendida pela mecânica quântica. De forma simplificada, a interação coulombiana
entre os elétrons, acoplada ao fato de os elétrons não poderem mais ser
identificados com precisão absoluta, resulta em uma interação efetiva que leva ao
alinhamento de seus momentos magnéticos em alguns casos. Nessas situações,
temos os chamados materiais ferromagnéticos.

O fato de podermos ter uma magnetização não nula permanente permite que
armazenemos informação na forma de 0 e 1. Se a magnetização aponta em uma
direção, por exemplo, chamamos isso de 0, se aponta em outra chamamos de 1.

Esse é o princípio básico dos discos rígidos utilizados em computadores, bem


como em várias outras formas de armazenamento magnético de informação.

É interessante notar que um dos grandes avanços recentes nessa área está
também acoplado à possibilidade de criação de heteroestruturas artificiais de
átomos. Quando se acoplam camadas apropriadas de materiais magnéticos
intercalados com camadas de materiais não magnéticos, as propriedades de
transporte de corrente através dessa estrutura dependem da direção do momento
magnético dos elétrons.

Basicamente, a resistência à passagem da corrente depende da orientação


relativa dos momentos magnéticos dos elétrons condutores e das camadas
magnéticas. Isso resulta em uma enorme sensibilidade, e possibilita o projeto de
cabeças de leitura ultrassensíveis. Com isso, o tamanho da região no disco
magnético que armazena a informação pode ser reduzido, e a quantidade de
material armazenado por unidade de área aumenta significativamente.
11 
 
d. Nanotecnologia

A nanotecnologia só existe hoje como prática porque, há quase sessenta


anos, os cientistas que estudavam a matéria derrubaram sólidos conceitos da Física
clássica e criaram a Física quântica, em que as partículas como os fótons e os
elétrons não se comportam como no mundo de gente grande.A nanotecnologia é
uma conseqüência de leis físicas, como a Mecânica Quântica, a qual explica o
comportamento da matéria em escala nanométrica, assim como a química que
estuda a relação entre átomos e moléculas e a biologia que faz a aplicação destas
estruturas na vida de um ser vivo.

Portanto, a nanotecnologia é uma aplicação de estudos multidisciplinares na


escala nanométrica e observa-se que nesta escala fenômenos físicos, químicos e
biológicos convergem para um único objetivo: a manipulação destas nanoestruturas.
Então, esforços multidisciplinares estão sendo realizados para que a nanociência
alcance frutíferas aplicações tecnológicas nas áreas de engenharias, medicina,
computação etc.

Existem inúmeras mudanças que são previstas e podem ter um grande


impacto da nossa vida em sociedade, por exemplo novos materiais como roupas e
tecidos com poder bactericida e fungicidas, carros com reforços mais leves em sua
estrutura, mas, por outro lado, super resistentes; impactos na prevenção, detecção e
cura de doenças, por meio do uso de fármacos agregados em nanovetores,
cosméticos com alto poder de absorção, órgão e músculos artificiais; energias mais
limpas e uso de nanopartículas para remoção de gases tóxicos. Enfim, costuma-se
dizer que todas as áreas serão alteradas, de alguma forma, pela nanotecnologia e
que muitas das aplicações ainda nem somos capazes de vislumbrar.

IV. Impactos produzidos

A dificuldade na compreensão da Mecânica Quântica se deve ao fato dela ser


um ramo da Física que lida com o comportamento da matéria e da energia na escala
de átomos e partículas subatômicas.

Em 1927 Niels Bohr escreveu: “Qualquer um que não se chocar com a teoria
quântica não a compreende.” No final do século 19, a Física Clássica parecia dar
conta de explicar todos os fenômenos do universo, mas alguns achados
12 
 
experimentais acabaram desafiando esta percepção. Teorias que funcionavam bem
para situações na escala humana de espaço e tempo falhavam para explicar
situações que eram muito pequenas, muito massivas, ou que se moviam a
velocidades muito elevadas.

Na era da Física Clássica, enquanto alguns acreditavam que a luz era


constituída por um feixe de partículas, outros acreditavam que a luz consistia de
ondas se propagando em algum meio. A Física Quântica demonstrou que as duas
teorias estavam certas, uma vez que tudo depende do observador. A Mecânica
Quântica torna possível explicar as propriedades dos materiais que nos rodeiam e o
funcionamento de muitas das tecnologias que usamos diariamente.

a. A relação íntima entre física, cultura e estilo de vida

O mais interessante é que a mecânica quântica descreve, com sucesso, o


comportamento da matéria desde altíssimas energias (física das partículas
elementares) até a escala de energia das reações químicas ou, ainda de sistemas
biológicos. O comportamento termodinâmico dos corpos macroscópicos, em
determinadas condições, requer também o uso da mecânica quântica.

A questão que nos resta é então; por que não observamos estes fenômenos
no nosso cotidiano, ou seja, com objetos macroscópicos?

Há duas razões para isso. A primeira é que a constante de Planck é


extremamente pequena comparada com as grandezas macroscópicas que têm a
sua mesma dimensão. Baseados neste fato, podemos inferir que os efeitos devidos
ao seu valor não nulo, ficarão cada vez mais imperceptíveis à medida que
aumentamos o tamanho dos sistemas. Em segundo lugar, há o chamado efeito de
descoerência. Este efeito só recentemente começou a ser estudado e trata do fato
de não podermos separar um corpo macroscópico do meio onde ele se encontra.

Assim, o meio terá uma influência decisiva na dinâmica do sistema fazendo


com que as condições necessárias para a manutenção dos efeitos quânticos
desapareçam em uma escala de tempo extremamente curta.

Entretanto, as novas tecnologias de manipulação dos sistemas físicos nas


escalas micro ou até mesmo nanoscópicas nos permitem fabricar dispositivos que
13 
 
apresentam efeitos quânticos envolvendo, coletivamente, um enorme número de
partículas. Nestes sistemas a descoerência, apesar de ainda existir, tem a sua
influência um pouco reduzida, o que nos permite observar os efeitos quânticos
durante algum tempo.

Uma aplicação importante para alguns destes dispositivos seria a construção


de processadores quânticos, o que tornaria os nossos computadores ainda mais
rápidos. Nesta situação a minimização dos efeitos da descoerência é altamente
desejável, pois, em caso contrário, estes processadores de nada iriam diferir dos
processadores clássicos.

Da mecânica quântica saíram os transístores e os circuitos integrados, base


dos computadores atuais e de inúmeros aparelhos eletrônicos, de celulares a TVs. A
teoria quântica fornece os instrumentos teóricos necessários para projetar lasers,
sem os quais seria impossível a comunicação pela internet (devido ao enorme fluxo
de informações) e que são a base dos CDs, DVDs e blu-rays.

Esse “reinado” não é um privilégio quântico. Cada vez mais, grande


quantidade de aspectos cotidianos da vida moderna está “embebida” de referências
às mais diversas áreas do conhecimento científico. Assuntos como a importância ou
não das usinas nucleares, os problemas ecológicos, os alimentos transgênicos e a
engenharia genética exigem que as pessoas tenham cada vez mais conhecimento
de causa sobre conceitos da ciência para garantir que as legislações revertam em
benefício da sociedade como um todo e não de pequenos grupos de uns poucos.

Essas são as partes mais visíveis. Há outras influências mais sutis das
ciências naturais (química, física, biologia) sobre a sociedade, que se imiscuem pela
cultura em geral adentro. Comerciais de TV apelam frequentemente a termos
científicos para fazer seus produtos parecerem mais confiáveis; diretores e
produtores de filmes, especialmente os de ficção científica, preocupam-se em dar
alguma verossimilhança para as aventuras com base na ciência; os currículos das
escolas dão hoje muito mais ênfase em disciplinas voltadas a ciência e tecnologia do
que há poucas décadas.
14 
 
b. A mecânica quântica na física moderna

A chamada “física moderna” tem dois pilares: as teorias da relatividade e a


mecânica quântica. Ambas vieram substituir a teoria vigente até então, a chamada
física newtoniana ou física clássica, baseada na mecânica formulada por Isaac
Newton. São dois pilares porque ambos começaram de modo independente no início
do século XX e atualmente ainda não se conseguiu uma teoria consistente e
comprovada por observações que os abarcasse.

Cada um tem seus domínios de validade. Muito simplificadamente, pode-se


dizer que a mecânica quântica trata de fenômenos envolvendo energias
extremamente pequenas, em geral da ordem das energias de átomos em moléculas;
e as teorias da relatividade, de energias muito grandes (energias cinéticas
equivalentes a velocidades próximas à da luz; energias de campos gravitacionais
próximos aos das superfícies das estrelas mais densas etc). Seus resultados
afastam-se dos da física clássica nessas situações; e em geral tornam-se
indistinguíveis das dela para energias mais próximas às do nosso cotidiano (por
isso, elas são generalizações da física clássica – não provaram que esta última
estava errada num sentido estrito, mas a complementaram).

A teoria da relatividade geral dá resultados diferentes dos da física clássica


para campos gravitacionais extremamente intensos e para distâncias muito grandes,
da ordem das de galáxias ou maiores. Fala sobre a curvatura do espaço-tempo e é a
base das teorias sobre buracos negros e da evolução do Universo como um todo (a
“cosmologia científica”), incluindo o Big-Bang.

A mecânica quântica e a termodinâmica, ilustram impactos fortes no modo de


vida da sociedade por meio das tecnologias que delas derivaram. Há também
curiosos desdobramentos culturais da mecânica quântica – reações contra o
determinismo, teorias místicas etc – mas, por falta de perspectiva histórica
suficiente, seu significado não é muito claro e muito disso pareceu revelar-se, após o
ano 2000, meros modismos milenaristas passageiros.
15 
 
V. Efeitos do trabalho na formação do aluno

Foram realizadas varias pesquisas a respeito da concepção dos estudantes


em relação à Mecânica Quântica e sua inserção no ensino médio e universitário. O
sucesso alcançado pela Mecânica Quântica medida, tanto pela variedade de
fenômenos que descreve e prediz, como pelos seus impressionantes efeitos sobre a
tecnologia moderna, torna recomendável seu estudo em diversas áreas e, ademais,
que isto ocorra cada vez mais cedo.

a. Concepções dos estudantes a respeito de conteúdos de Mecânica Quântica

As pesquisas mais sistemáticas sobre concepções dos estudantes nessa área


têm sido realizadas pelos grupos de pesquisa da Universidade de Bremen e da
Universidade Livre de Berlim na Alemanha. Niedderer (1987, p.345) relata que
estudantes do último ano da escola secundária alemã (18-19 anos), depois de aulas
sobre física atômica quântica, usam basicamente três estratégias para entender o
conceito de dualidade onda-partícula aplicadas aos elétrons.

A primeira delas é considerar que os elétrons são partículas que se


movimentam em linha reta, sendo as observações de distribuições de elétrons
explicadas pelas colisões entre eles. A segunda estratégia é pensar nos elétrons
ainda como partículas com massa, velocidade e órbita, mas movimentando-se numa
onda.

Segundo os autores, para os estudantes o elétron seria algo assim como o


oscilador da onda. Por último, um número reduzido dos estudantes entende os
elétrons a partir de uma concepção ondulatória formal. Niedderer, Bethge e Cassens
(1990, apud. Mashhadi, 1994, p. 256) apresentam os seguintes resultados de
pesquisas realizadas também com estudantes do último ano do ensino médio. Estes
estudantes:

a) possuem uma imagem concreta do átomo;

b) tendem a usar os conceitos de movimento e de trajetória nas suas próprias


explicações sobre as propriedades do átomo -- para eles, movimento e trajetória
são contínuos e, no caso da trajetória, esta é definida como um caminho ;

c) tendem a usar os conceitos de conservação de energia e de massa nas suas


explicações -- a existência de níveis discretos de energia não é explicada, senão
que é usada como base para outras explicações;
16 
 
d) tendem a usar o conceito de probabilidade para expressar que alguma coisa não
se conhece exatamente.

Fischler e Lichtfeldt (1992, p. 187) encontraram as seguintes concepções sobre a


estabilidade do átomo em um estudo realizado com 240 estudantes de cursos
básicos e intensivos novamente do último nível do ensino secundário alemão:

a) Círculo (órbita circular) -- Os elétrons voam ao redor do núcleo em alta velocidade


em órbitas fixas. A força centrífuga e a força colombiana estão em equilíbrio (63%
dos estudantes)

b) Carga -- Os estudantes utilizam suas concepções sobre repulsão entre cargas


para explicar a distância entre o próton e o elétron (23% dos estudantes).

c) Camada -- Os elétrons encontram-se, fixos ou movimentando-se, em uma casca


firme (8% dos estudantes). Após uma intervenção didática de cinco semanas, que
será relatada quando descrevermos os artigos contendo estratégias didáticas
apareceu a seguinte nova concepção.

d) Localização de energia -- A estabilidade dos átomos se encontra vinculada ao


Princípio de Incerteza. De acordo com esta concepção, a restrição no espaço resulta
num aumento da energia cinética dos elétrons, cuja localização está sujeita a uma
distribuição estatística. Para estes estudantes, ainda resulta sem sentido falar sobre
elétrons individuais (68% do grupo experimental - 96 estudantes).

Petri e Niedderer (1998) fizeram um estudo de caso seguindo o processo de


aprendizagem de um estudante durante o mesmo conteúdo de física atômica
pesquisado anteriormente por Niedderer, visando investigar o sistema cognitivo do
estudante de modo a que permitisse gerar um modelo para descrever, analisar e
explicar sua forma de pensar e aprender na interação com a situação de ensino. A
disciplina, com duração aproximada de 80 aulas, implementava a proposta didática
que aparece em Fischler e Lichtfeldt (1992). A concepção inicial do estudante
correspondia ao modelo planetário -- o elétron como uma pequena bola,
movimentando-se em órbitas circulares ao redor do núcleo.

Depois de cinco semanas de aulas, onde tinham sido apresentados


fenômenos quânticos com elétrons livres incluindo o efeito fotoelétrico, a difração de
elétrons e o Princípio de Incerteza, assim como a noção de que durante o processo
de localização a posição do elétron é produzida -- ou seja, não é fixa de antemão --,
introduzindo assim a ideia de probabilidade de localização, o estudante desenvolveu
um modelo atômico onde as órbitas eram determinadas pelos valores máximos da
função densidade de probabilidade, mas no qual estas órbitas não eram exatas
devido ao Princípio de Incerteza.
17 
 
Ou seja, o átomo se encontrava rodeado de elétrons, que continuavam a
serem partículas clássicas, em uma nova classe de órbitas, não definidas,
determinadas pela função densidade de probabilidade.

Os pesquisadores argumentam que, até certo ponto, o resultado do


aprendizado é independente da abordagem instrucional, pois esta segunda
concepção que o estudante desenvolveu é similar às encontradas nas abordagens
tradicionais. Na terceira concepção, desenvolvida durante a quinta e oitava
semanas, o estudante deixa de pensar no elétron como partícula com órbitas,
passando a falar do estado do elétron, em que o núcleo atômico é rodeado por um
campo de possibilidades, que tem o perfil determinado pela função de onda e que
emana do núcleo em todas as direções. Este campo, porém não é real e, dentro
dele, se encontra o "estado do elétron". Uma vez que o elétron é localizado --
situação em que recém o elétron passa a ser real -- não se move mais dessa
posição.

Nas últimas semanas, depois de trabalhar com um "software" que permitia


calcular configurações eletrônicas de átomos mais pesados que o hidrogênio, o
estudante passou a desenvolver o modelo de "nuvem eletrônica". Em uma entrevista
realizada três meses após a instrução, o estudante ainda mantinha elementos das
quatro concepções desenvolvidas.

b. Críticas aos cursos introdutórios de Mecânica Quântica

Os artigos deste conjunto são unânimes na crítica à forma "ineficiente" em


que os conteúdos de Mecânica Quântica são apresentados, mas não apresentam a
mesma unanimidade nos aspectos centrais dessa crítica.

Vários deles criticam a abordagem formal que caracteriza muitos destes


cursos. Este enfoque "obscureceria" a importância que a Mecânica Quântica tem
para o mundo real, fazendo com que os estudantes destas carreiras considerem o
assunto como de interesse exclusivo dos físicos teóricos e impedindo, desta forma,
que ditos estudantes se aprofundem na descrição do mundo microscópico. Esta
questão, segundo eles, deve ser superada o mais rápido possível, dada a
importância que a tecnologia quântica vem adquirindo nos últimos anos.
18 
 
Outros artigos criticam as abordagens que tentam estabelecer elos com a
Física Clássica, ora através da utilização de analogias ondulatórias, ora a partir do
uso de uma reconstrução histórica "sui generis" do processo que levou à criação da
Mecânica Quântica. A tentativa de amarrar os conceitos quânticos aos conceitos
clássicos que os estudantes já conhecem, como é o caso da introdução da equação
de Schrödinger em analogia com as ondas mecânicas em cordas vibrantes dificulta
a compreensão da superposição de estados.

c. Propostas didáticas

Como melhorar o ensino da Mecânica Quântica? Como as propostas são


muitas e variadas, tanto no que se refere ao nível (secundário ou universitário) em
que deve ser implementado, quanto nas suas abordagens, escolhemos apresentá-
las segundo o critério do nível educacional.

Os defensores deste tipo de proposta consideram importante o ensino da


Mecânica Quântica (e de tópicos de Física Moderna, em geral) por ser parte da
herança cultural do nosso tempo. Acreditam que os estudantes precisam conhecer a
introdução histórica, destacando as diferenças em relação aos modelos e as formas
de raciocínio da Física Clássica.

d. Observações finais

De um modo geral, então, é possível constatar que pesquisas sobre


concepções dos estudantes, embora muito desenvolvidas em áreas como Mecânica,
Termodinâmica, Óticas ou Eletromagnetismo, são muito escassas em relação a
conceitos quânticos.

O interesse a respeito do tema, porém, cresceu muito nos últimos anos. Os


resultados obtidos até aqui parecem confirmar as suspeitas dos professores de que
os estudantes não compreendem os conceitos quânticos propostos – ainda que as
pesquisas não sejam conclusivas em indicar quais em particular, ou por que, em
parte devido a que poucos deles têm sido pesquisados até hoje –, e que os alunos
limitam-se, em geral, a manipular o formalismo ou, pior, evitam qualquer estudo
posterior que envolva tais conceitos.

Por isto, as abordagens tradicionais têm sido criticadas sob vários ângulos.
Como respostas a essas críticas têm surgido diversas tentativas, muitas delas
visando enfatizar aspectos conceituais da Mecânica Quântica, porém seus
resultados estão ainda longe de ser conclusivos.
19 
 

VI - CONCLUSÕES

A Mecânica Quântica com seus cálculos, suas fórmulas seus resultados com
toda certeza nos trouxe resultados importantes para serem usados em nosso dia-
dia. Com a Mecânica quântica começamos a estudar o átomo, começamos a
estudar corpos tão pequenos que não podemos dizer de uma maneira exata onde
estão. Esse é um dos principais mistérios que nossa inteligência não compreende,
como pode um corpo estar em dois lugares ao mesmo tempo? Afinal a luz é onda ou
partícula? Questões como essas ainda são um tanto difíceis de responder, no
entanto, com os avanços da Mecânica Quântica esses “mistérios” vão aos poucos
de revelando.
Estudar matérias do tamanho de um átomo faz com que possamos nos
aproximar de uma realidade que até eram desconhecidas a nós, as leis
Newtonianas, não funcionam tão bem para corpos na escala atômica por exemplo,
em estados ligados como o elétron girando ao redor de um átomo, a energia não se
troca de modo contínuo, mas sim em de modo discreto (descontínuo), em transições
cujas energias podem ou não ser iguais umas às outras.
A ideia de que estados ligados têm níveis de energias discretas é devida a
Max Planck, até o surgimento da Mecânica Quântica essas considerações não eram
muito relevantes pois existia um consenso a respeito do átomo. Ao invés da
trajetória, o movimento de partículas em Mecânica Quântica é descrito por meio de
uma função de onda, que é uma função da posição da partícula e do tempo. A
função de onda é interpretada por Max Born como uma medida da probabilidade de
se encontrar a partícula em determinada posição e em determinado tempo.
Esta interpretação é a mais aceita pelos físicos hoje, no conjunto de
atribuições da Mecânica Quântica. Para descrever a dinâmica de um sistema
quântico deve-se, portanto, achar sua função de onda, e para este efeito usam-se as
equações de movimento, propostas por Werner Heisenberg e Erwin Schrödinger
independentemente.
Essas são algumas conclusões que foram sendo estabelecidas ao decorrer
de muito tempo tanto que em 1930 ela já estava basicamente pronta mas surgiram
outras questões a medida que se aprofundava no assunto, principal é o problema da
medida em Mecânica Quântica e sua relação com a não-localidade e causalidade.
20 
 
Já em 1935, Einstein, Podolski e Rosen publicaram seu Gedankenexperiment,
mostrando uma aparente contradição entre localidade e o processo de Medida em
Mecânica Quântica. Nos anos 60 J. S. Bell publicou uma série de relações que seriam
respeitadas caso a localidade — ou pelo menos como a entendemos classicamente —
ainda persistisse em sistemas quânticos.
Tais condições são chamadas desigualdades de Bell e foram testadas
experimentalmente por A. Aspect, P. Grangier, J. Dalibard em favor da Mecânica
Quântica. Como seria de se esperar, tal interpretação ainda causa desconforto entre
vários físicos, mas a grande parte da comunidade aceita que estados correlacionados
podem violar causalidade desta forma.
Também convém lembrar-se de outras considerações da Mecânica Quântica
como, Espectro de Radiação do Corpo negro, resolvido por Max Planck com a
proposição da quantização da energia, explicação do experimento da dupla fenda,
no qual elétrons produzem um padrão de interferência condizente com o
comportamento ondular, o Efeito Compton, no qual se propõe que os fótons podem
se comportar como partícula, quando sua energia for grande o bastante e a
absorção ressonante e discreta de energia por gases, provada no experimento de
Franck-Hertz quando submetidos a certos valores de diferença de potencial elétrico.

No decorrer dos estudos foram surgindo em todas as áreas da vida humana, por
meio da Mecânica Quântica, inúmeros benefícios no campo da saúde como aparelhos
de raio-x, analise neutrônica, ultra-centrífugas , etc.Também podemos falar das
contribuições para o fornecimento de energia o combustível atômico, na biologia como
a descoberta da fotossíntese de algumas algas que passa por um processo quântico,
na informática com os super-computadores quânticos.

Esses são alguns dos benefícios que a Mecânica Quântica vem trazendo a nós,
e com certeza com o aprofundamento dos estudos e a melhora dos recursos para se
fazer esses estudos, além dos investimentos pesados para pesquisa, muitas soluções
ainda virão objetivando sempre a melhora da qualidade de vida do homem. Algumas
descobertas serão vistas como simples outras serão mais complexas.

No entanto, todas serão úteis para que possamos alcançar novos horizontes, e
meios para sobreviver.
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VI. Bibliografia

http://e-fisica.fc.up.pt/actividades/cursos/da-mecanica-quantica-as-novas-tecnologias

http://www.ihuonline.unisinos.br/index.php?option=com_content&view=article&id=13
95&secao=239

http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=58&id=737

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mec%C3%A2nica_qu%C3%A2ntica

(acessado em 20 de abril)

http://www.doutrina.linear.nom.br/cientifico/F%EDsica/A%20F%EDsica%20Qu%E2nt
ica%20o%20que%20%E9.htm

(acessado em 20 de abril)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mec%C3%A2nica_qu%C3%A2ntica

(acessado em 25 de abril)

http://www.parana-online.com.br/canal/tecnologia

(acessado em 20 de abril)

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