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Estrutura e Propriedades dos

Materiais

ÁTOMOS E LIGAÇÕES QUÍMICAS

1
ÁTOMOS E LIGAÇÕES QUÍMICAS

 DIVERSAS PROPRIEDADES DOS MATERIAIS DEPENDEM


DO ARRANJO DE SEUS ÁTOMOS E DAS LIGAÇÕES
ENTRE OS MESMOS
 EXEMPLO

DIAMANTE GRAFITE
ÁTOMO

 OS ÁTOMOS SÃO FORMADOS POR UM


PEQUENO NÚCLEO CONSTITUÍDO POR
PRÓTONS E NEUTRONS, ENVOLVIDOS POR
ELÉTRONS EM MOVIMENTO
ÁTOMO

 OS ÁTOMOS SÃO FORMADOS POR UM PEQUENO NÚCLEO


CONSTITUÍDO POR PRÓTONS E NEUTRONS, ENVOLVIDOS POR
ELÉTRONS EM MOVIMENTO
 ELÉTRONS E PRÓTONS SÃO ELETRICAMENTE ATIVOS:
 CARGA DO ELÉTRON: -1,6 x 10-19 C
 CARGA DO PRÓTON: +1,6 x 10-19 C
 NEUTRON É ELETRICAMENTE NEUTRO
 MASSAS DO PRÓTON E NEUTRON SÃO APROXIMADAMENTE
IGUAIS: 1,67 x 10-27 kg
 CADA ELEMENTO QUÍMICO É CARACTERIZADO POR UM No
DE PRÓTONS  “No ATÕMICO”
 ÁTOMO NEUTRO  No ELÉTRONS = No PRÓTONS
 Z = 1 PARA O HIDROGÊNIO
 Z = 94 PARA O PLUTÔNIO
ÁTOMO

 ELÉTRONS E PRÓTONS SÃO


ELETRICAMENTE ATIVOS:

CARGA DO ELÉTRON: -1,6 x 10-19 C


CARGA DO PRÓTON: +1,6 x 10-19 C

 NEUTRON É ELETRICAMENTE NEUTRO


ÁTOMO

 MASSAS DO PRÓTON E NEUTRON SÃO


APROXIMADAMENTE IGUAIS: 1,67 x 10-27 kg

 CADA ELEMENTO QUÍMICO É


CARACTERIZADO POR UM No DE PRÓTONS
 “No ATÕMICO”

 ÁTOMO NEUTRO  No ELÉTRONS = No


PRÓTONS
Z = 1 PARA O HIDROGÊNIO
Z = 94 PARA O PLUTÔNIO
MASSA ATÔMICA

 MASSA ATÔMICA (A) DE UM ÁTOMO É A


SOMA DAS MASSAS DE SEUS PRÓTONS
E NEUTRONS
MASSA ATÔMICA

 No DE PRÓTONS É O MESMO PARA UM


DETERMINADO ÁTOMO DE UM ELEMENTO.

 No DE NEUTRONS PODE SER DIFERENTE PARA


UM ÁTOMO DE UM ELEMENTO.

 ALGUNS ÁTOMOS TEM DOIS OU MAIS


VALORES DE “A”. SÃO CHAMADOS
“ISÓTOPOS”
PESO ATÔMICO
 PESO ATÔMICO É A MASSA ATÔMICA MÉDIA
DOS ISÓTOPOS DE UM ÁTOMO

 UNIDADE: 1 U.M.A.=1/12 MASSA ATÔMICA DO


ISÓTOPO MAIS COMUM DO CARBONO

 1 MOL DE UMA SUBSTÂNCIA = 6,023 x 1023


ÁTOMOS
 No DE AVOGADRO

 1 U.M.A./ÁTOMO = 1g/MOL
 EX.: PESO ATÔMICO DO Fe = 55,85
U.M.A./ÁTOMO OU 55,85 g/MOL
TEORIA ATÔMICA

 550 A.C. – FILÓSOFOS GREGOS PREVIAM QUE A


MATÉRIA SERIA FORMADA POR PEQUENAS
PARTÍCULAS INDIVISÍVEIS
 1805 – DALTON (UNIVERSITY OF MANCHESTER):
 MATÉRIA É CONSTITÚÍDA POR PEQUENAS
PARTÍCULAS (ÁTOMOS)
 ÁTOMO É INDIVISÍVEL, MASSA E TAMANHO
DEPENDEM DO ELEMENTO QUÍMICO
 COMPOSTOS PODEM SER FORMADOS POR
DIFERENTES ELEMENTOS QUÍMICOS
TEORIA ATÔMICA

 1904 – THOMSON (CIENTISTA INGLÊS)


 QUAL SERIA NATUREZA RAIOS CATÓDICOS ?
 RAIOS CATÓDICOS: TUBO SOB VÁCUO, COM TERMINAIS
ENERGIZADOS SOB ALTA TENSÃO ELÉTRICA = EMISSÃO DE LUZ

Eletrodo
+

-
Filamento
Aquecido
Tela
TEORIA ATÔMICA

 HIPÓTESES DE THOMSON SOBRE OS


RAIOS CATÓDICOS:
 RAIOS CATÓDICOS SÃO PARTÍCULAS
ELETRICAMENTE CARREGADAS;
 ESSAS PARTÍCULAS SÃO
CONSTITUINTES DO ÁTOMO;
 ESSAS PARTÍCULAS SÃO OS ÚNICOS
CONSTITUINTES DO ÁTOMO
 ÁTOMO SERIA UMA ESFERA COM
MILHARES DE PEQUENOS
CORPÚSCULOS DISTRIBUÍDOS NO
INTERIOR DE UMA NUVEM COM CARGA
POSITIVA: BOLO DE PASSAS.
 No DE PRÓTONS = No DE ELÉTRONS
TEORIA ATÔMICA

 1911 – RUTHERFORD (UNIVERSITY OF MANCHESTER):


 MASSA E CARGA POSITIVA DO ÁTOMO ESTARIAM
CONCENTRADOS NO CENTRO DO ÁTOMO (NÚCLEO)

Vol. ocupado por elétrons


10-10 m
Prótons
(carga positiva)

Neutrons
(sem carga)

10-15 m
RUTHERFORD

 ELÉTRONS GIRARIAM EM TORNO DO NÚCLEO,


COMO PLANETAS NO SISTEMA SOLAR
 NÚCLEO COM CARGA POSITIVA E
POUCOS ELÉTRONS GIRARIAM EM
TORNO DO MESMO
 CONTRADIÇÃO: ELÉTRONS -
EM MOVIMENTO DEVERIAM
EMITIR ENERGIA, O QUE
LEVARIA À CONTRAÇÃO
DA MATÉRIA +
MODELO ATÔMICO DE BOHR

NÚCLEO
 MODELO DE BOHR É CONSIDERADO ELÉTRON
O PRECURSOR DA MECÂNICA
QUÂNTICA APLICADA À ESTRUTURA
ATÔMICA
 NO MODELO DE BOHR:
 ELÉTRONS GIRAM EM TORNO DO
NÚCLEO, ESTABELECIDOS EM ÓRBITA
ÓRBITAS BEM DEFINIDAS
 POSIÇÃO DE UM DADO ELÉTRON
É ESTABELECIDA
MODELO ATÔMICO DE BOHR
 MODELO DE BOHR  ENERGIA DOS
ELÉTRONS É “QUANTIZADA”
 CADA ELÉTRON TEM VALOR DEFINIDO DE
ENERGIA
 UM ELÉTRON PODE MUDAR SUA
ENERGIA ATRAVÉS DE SALTOS
QUÂNTICOS:
NÍVEL ENERGÉTICO MAIOR:
ABSORÇÃO DE ENERGIA
NÍVEL ENERGÉTICO MENOR: EMISSÃO
DE ENERGIA
MODELO ATÔMICO DE BOHR
 ESTADOS ENERGÉTICOS NÃO VARIAM
CONTINUAMENTE: ESTADOS OU NÍVEIS
ADJACENTES SÃO SEPARADOS POR
VALORES FINITOS DE ENERGIA
 NÍVEIS ESTÃO ASSOCIADOS ÀS ÓRBITAS
ELETRÔNICAS:
 QDO O ELÉTRON PASSA DE UMA ÓRBITA
DE NÍVEL MAIOR  ABSORVE ENERGIA
 QDO O ELÉTRON PASSA DE UMA ÓRBITA
DE NÍVEL MENOR  EMITE ENERGIA
 ENERGIA ENVOLVIDA NA EMISSÃO OU
ABSORÇÃO É MEDIDA PELO QUANTUM
MICROSCÓPIO ELETRÔNICO
 A RESOLUÇÃO DE UM MICRÓSCOPIO ÓPTICO É
LIMITADA PELO COMPRIMENTO DE ONDA DA LUZ
VISÍVEL.
 UM MICROSCÓPIO ELETRÔNICO EMPREGA
ELÉTRONS PARA “ILUMINAR” UM OBJETO
 ELÉTRON TÊM COMPRIMENTO DE ONDA MUITO
MENOR QUE OS DA LUZ VISÍVEL, O QUE PERMITE
ANALISAR ESTRUTURAS MUITO PEQUENAS
MICROSCÓPIO ELETRÔNICO
 CONSTITUIÇÃO DE UM MICROSCÓPIO
ELETRÔNICO:

 CANHÃO EMISSOR DE ELÉTRONS


 LENTES MAGNÉTICAS
 SISTEMA DE VÁCUO
 SISTEMA PARA CAPTAÇÃO DE ELÉTRONS E
EXIBIÇÃO DE IMAGENS
MICROSCÓPIO ELETRÔNICO

Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV)


Coluna sob Vácuo
Emissor de Elétrons
Monitor

Lentes de
Condensação

Bobinas de
Varredura

Lentes de Objetiva
Elétrons Secundários

Feixe de Elétrons

Alvo Detector e
Amplificador
MICROSCÓPIO ELETRÔNICO
 Primeira Lei: os elétrons podem girar em órbita
somente a determinadas distâncias permitidas do
núcleo.

 Segunda Lei: um átomo irradia energia quando


um elétron salta de uma órbita de maior energia
para uma de menor energia.

 Além disso, um átomo absorve energia quando


um elétron é deslocado de uma órbita de menor
energia para uma órbita de maior energia
NÚMEROS QUÂNTICOS

TEORIA ATÔMICA MODERNA CONSIDERA QUE:


MOVIMENTO DO ELÉTRON EM TORNO DO NÚCLEO E
SUA ENERGIA SÃO DESCRITOS POR QUATRO
NÚMEROS QUÂNTICOS

n = NÚMERO QUÂNTICO PRINCIPAL

l = NÚMERO QUÂNTICO SECUNDÁRIO

ml = NÚMERO QUÂNTICO MAGNÉTICO

ms = NÚMERO QUÂNTICO SPIN


NÚMERO QUÂNTICO PRINCIPAL - “n”

REPRESENTA OS NÍVEIS PRINCIPAIS DE ENERGIA DE UM


ELÉTRON E PODE SER INTERPRETADO COMO CAMADAS
NO ESPAÇO, ONDE A PROBABILIDADE DE ENCONTRAR UM
ELÉTRON É ALTA

“n” VARIA DE 1 A 7: QUANTO MAIOR “n”, MAIS DISTANTE


DO NÚCLEO ESTÁ A CAMADA

· QUANTO MAIOR O VALOR DE “n”, MAIOR SERÁ A


ENERGIA DO ELÉTRON
Modelo Atômico Mecânico-Ondulatório

 Camadas são denominadas por um número


quântico principal n, que pode tomar valores
inteiros começando com a unidade;

 algumas vezes estas camadas são designadas


pelas letras K, L, M, N, O, P, Q e assim por diante,
que correspondem, respectivamente, a n = 1, 2, 3,
4, 5, ...
Modelo Atômico Mecânico-Ondulatório

 Número máximo de elétrons nas camadas ou níveis de


energia: 2 8 18 32 32 18 2
NÚMERO QUÂNTICO SECUNDÁRIO - “l”

ESTE NÚMERO ESTÁ ASSOCIADO A SUBCAMADAS,


DENOMINADAS “s”, “p”, “d” e “f”

TAIS SUBCAMADAS SÃO DENOMINADAS DE ORBITAIS

ORBITAL: VOLUME NO ESPAÇO COM ALTA PROBABILIDADE DE SE


ENCONTRAR UM ELÉTRON

QUANDO: l=s, ORBITAL É ESFÉRICO

l=p, ORBITAL TEM FORMA DE UM HALTER

l=d, ORBITAL TEM FORMA DE UM DUPLO HALTER

l=f, ORBITAL TEM FORMA COMPLEXA


Subníveis de energia

 O segundo número quântico, l, significa


subcamada, que é denotada por uma letra
minúscula - um s, p, d, ou f.

 Número máximo de elétrons 2 6 10 14

 Subníveis em ordem crescente de energia:

1s 2s 2p 3s 3p 4s 3d 4p 5s 4d 5p 6s 4f 5d 6p 7s 5f 6d
Subníveis de energia
NÚMERO QUÂNTICO MAGNÉTICO - “ml”

ESTE NÚMERO ESTÁ ASSOCIADO AO


COMPORTAMENTO DOS ESTADOS ENERGÉTICOS
DE UMA SUBCAMADA, SOB AÇÃO DE UM CAMPO
MAGNÉTICO EXTERNO

“ml” VARIA DE -l A l

O NÚMERO TOTAL DE VALORES DE “ml” É (2l + 1)


NÚMERO QUÂNTICO SPIN - “mS”

ESTE NÚMERO ESTÁ ASSOCIADO À DIREÇÃO DE


ROTAÇÃO DE UM ELÉTRON EM TORNO DE SEU
PRÓPRIO EIXO· “ml” VARIA DE - l A l

EXISTEM DUAS DIREÇÕES DE ROTAÇÃO:

HORÁRIO: +1/2

ANTI-HORÁRIO: -1/2
Spin

 Spin é o movimento de rotação do elétron em torno de seu


eixo. Pode ser paralelo ou antiparalelo. A cada um deles foi
atribuído um número quântico: + 1/2 e -1/2.
Princípio da exclusão de Pauli

 Como conseqüência desse princípio, dois


elétrons de um mesmo orbital têm spins opostos.

 Um orbital semi-cheio contém um elétron


desemparelhado; um orbital cheio contém dois
elétrons emparelhados (de spins opostos).
ELÉTRONS POR CAMADA

NÚMERO DE ELÉTRONS
n SUBCAMADAS NÚMERO DE
ESTADOS
P/ SUBCAMADA POR CAMADA

1 s 0 1 2 2

2 s 0 1 2 8
p 1 3 6

3 s 0 1 2
p 1 2 6 18
d 2 3 10

4 s 0 1 2
p 1 3 6 32
d 2 5 10
f 3 7 14
DIAGRAMA
ELÉTRONS LINUS PAULING
POR CAMADA

NÚMERO DE ELÉTRONS
n SUBCAMADAS NÚMERO DE
ESTADOS
P/ SUBCAMADA POR CAMADA

1 s 0 1 2 2

2 s 0 1 2 8
p 1 3 6

3 s 0 1 2
p 1 2 6 18
d 2 3 10

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p 1 3 6 32
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DIAGRAMA
ELÉTRONS LINUS PAULING
POR CAMADA

NÚMERO DE ELÉTRONS
n SUBCAMADAS NÚMERO DE
ESTADOS
P/ SUBCAMADA POR CAMADA

1 s 0 1 2 2

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DIAGRAMA
ELÉTRONS LINUS PAULING
POR CAMADA

NÚMERO DE ELÉTRONS
n SUBCAMADAS NÚMERO DE
ESTADOS
P/ SUBCAMADA POR CAMADA

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DIAGRAMA
ELÉTRONS LINUS PAULING
POR CAMADA

NÚMERO DE ELÉTRONS
n SUBCAMADAS NÚMERO DE
ESTADOS
P/ SUBCAMADA POR CAMADA

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DIAGRAMA
ELÉTRONS LINUS PAULING
POR CAMADA

NÚMERO DE ELÉTRONS
n SUBCAMADAS NÚMERO DE
ESTADOS
P/ SUBCAMADA POR CAMADA

1 s 0 1 2 2

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DIAGRAMA
ELÉTRONS LINUS PAULING
POR CAMADA

NÚMERO DE ELÉTRONS
n SUBCAMADAS NÚMERO DE
ESTADOS
P/ SUBCAMADA POR CAMADA

1 s 0 1 2 2

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DIAGRAMA
ELÉTRONS LINUS PAULING
POR CAMADA

NÚMERO DE ELÉTRONS
n SUBCAMADAS NÚMERO DE
ESTADOS
P/ SUBCAMADA POR CAMADA

1 s 0 1 2 2

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DIAGRAMA
ELÉTRONS LINUS PAULING
POR CAMADA

NÚMERO DE ELÉTRONS
n SUBCAMADAS NÚMERO DE
ESTADOS
P/ SUBCAMADA POR CAMADA

1 s 0 1 2 2

2 s 0 1 2 8
p 1 3 6

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p 1 2 6 18
d 2 3 10

4 s 0 1 2
p 1 3 6 32
d 2 5 10
f 3 7 14
Fazer a distribuição eletrônica
para o sódio e o cloro.
A camada mais externa do átomo
de um elemento químico é aquela
envolvida diretamente no
estabelecimento de união com
outros átomos.
Um átomo estará estável quando sua
última camada possuir 8 (ou 2 caso se
trate da camada K) elétrons
À medida que percorremos um período
da tabela periódica, da esquerda para
a direita, aumenta a atração exercida
pelo núcleo sobre os elétrons da
camada de valência.
LIGAÇÕES QUÍMICAS
 POR QUE OS ÁTOMOS FORMAM LIGAÇÕES ?

 ÁTOMOS LIGADOS SÃO


TERMODINAMICAMENTE MAIS ESTÁVEIS

 ÁTOMOS LIGADOS EXIBEM DIMINUIÇÃO DA


ENERGIA POTENCIAL

 FORMAÇÃO DE LIGAÇÕES DEPENDE DA


REATIVIDADE QUÍMICA DOS ÁTOMOS
ENVOLVIDOS  CONSTITUIÇÃO DA ÚLTIMA
CAMADA

 ELÉTRONS MAIS EXTERNOS SÃO OS QUE


PARTICIPAM DAS LIGAÇÕES
LIGAÇÕES QUÍMICAS

 COMO OS ÁTOMOS SE LIGAM ?

 POR PERDA DE ELÉTRONS: ELETROPOSITIVOS

 POR GANHO DE ELÉTRONS:


ELETRONEGATIVOS

 POR COMPARTILHAMENTO DE ELÉTRONS


LIGAÇÕES QUÍMICAS

 LIGAÇÕES PRIMÁRIAS
 IÔNICA; METÁLICA E COVALENTE
 LIGAÇÕES SECUNDÁRIAS: OCORRE A PARTIR
DE FORÇAS ELETROSTÁTICAS OU DE VAN DER
WALLS
 EFEITO DE DISPERSÃO; DIPOLO-DIPOLO E
PONTES DE HIDROGÊNIO
LIGAÇÕES QUÍMICAS

ELEMENTO
ELETROPOSITIVO LIGAÇÃO IÔNICA
+
ELEMENTO
ELETRONEGATIVO
ELEMENTO
ELETROPOSITIVO LIGAÇÃO METÁLICA
+
ELEMENTO
ELETROPOSITIVO
ELEMENTO
ELETRONEGATIVO LIGAÇÃO COVALENTE
+
ELEMENTO
ELETRONEGATIVO
Ligação Iônica: tendência dos
elementos de perder ou receber
elétrons
Grupos: 1, 2 e 13 tendência a perder
elétrons

Grupos: 15,16 e 17 tendência de


receber elétrons.
LIGAÇÕES IÔNICAS
 ELEMENTOS ELETROPOSITIVOS (METÁLICOS)
+
 ELEMENTOS ELETRONEGATIVOS (NÃO-
METÁLICOS)
1 ÁTOMO PERDE ELÉTRONS
1 ÁTOMO GANHA ELÉTRONS
 FORÇAS DE LIGAÇÃO ESTÃO ASSOCIADAS A
FORÇAS DE ATRAÇÃO COULUMBIANAS ENTRE
CÁTION E ÂNION
 EXEMPLO NaCl
CONFIGURAÇÃO DO Na : 1s2 2s2 2p6 3s1
CONFIGURAÇÃO DO Cl : 1s2 2s2 2p6 3s2 3p5
LIGAÇÕES IÔNICAS
Na Cl

Antes da
Reação

Após a
Reação Na + Cl-
Todo composto iônico é sólido,
quando puro nas condições ambientes
de pressão e temperatura.
LIGAÇÃO COVALENTE
 ELEMENTOS ELETRONEGATIVOS (NÃO-METÁLICOS)
+
 ELEMENTOS ELETRONEGATIVOS (NÃO-METÁLICOS)
LIGAÇÃO ENTRE ÁTOMOS COM PEQUENA DIFERENÇA DE
ELETRONEGATIVIDADE
 PRÉ-REQUISITO PARA FORMAÇÃO DAS LIGAÇÕES: EXISTÊNCIA DE PELO
MENOS 1 ORBITAL PARCIALMENTE PREENCHIDO
 LIGAÇÃO COVALENTE ENTRE ÁTOMOS DE HIDROGÊNIO
 CASO MAIS SIMPLES: DOIS ÁTOMOS H CEDEM SEUS ELÉTRONS 1s1 PARA
FORMAR LIGAÇÃO COVALENTE
H+H  H :H
 LIGAÇÃO COVALENTE NA MOLÉCULA DE H2 MOSTRANDO DISTRIBUIÇÃO
DE ELÉTRON
LIGAÇÕES COVALENTES
LIGAÇÕES COVALENTES

 LIGAÇÕES COVALENTE DO CARBONO


 CARBONO NO ESTADO FUNDAMENTAL:
1s2 2s2 2p2

 INDICAÇÃO QUE SÃO POSSÍVEIS DUAS LIGAÇÕES


COVALENTES  DOIS ORBITAIS 2p INCOMPLETOS

 QUATRO LIGAÇÕES COVALENTES SÃO


POSSÍVEIS
LIGAÇÕES COVALENTES

 HIBRIDAÇÃO: 1 ORBITAL 2s É PROMOVIDO PARA


ORBITAL 2p  FORMAÇÃO DE QUATRO ORBITAIS
HÍBRIDOS sp3
 ORBITAIS HÍBRIDOS sp3 SÃO ARRANJADOS DE
FORMA SIMÉTRICA, NOS VÉRTICES DE UM
TETRAEDRO REGULAR
LIGAÇÕES COVALENTES
LIGAÇÕES METÁLICAS
 LIGAÇÕES METÁLICAS
 ELEMENTOS ELETROPOSITIVOS (METÁLICOS)
+
 ELEMENTOS ELETROPOSITIVOS (METÁLICOS)
 OCORREM EM METAIS SÓLIDOS, ARRANJO ATÔMICO É BASTANTE
COMPACTO, ELÉTRONS DE VALÊNCIA SÃO ATRAIDOS POR NÚCLEOS
VIZINHOS  FORMAÇÃO DE NUVENS ELETRÔNICAS
LIGAÇÕES METÁLICAS
LIGAÇÕES METÁLICAS
LIGAÇÕES FRACAS

 PONTES DE HIDROGÊNIO
 NÚCLEO DE H (PRÓTON) É ATRAÍDO POR ELÉTRONS
NÃO COMPARTILHADOS DE OUTRA MOLÉCULA
ÁGUA

MOLÉCULA DE ÁGUA:
OXIGÊNIO: 1s2 2s2 2p4
HIDROGÊNIO: 1s2

104o
LIGAÇÕES FRACAS

 DIPOLO PERMANENTE
 MOLÉCULAS ASSIMÉTRICAS: PAR ELETRÔNICO
DESLOCA-SE DEVIDO À ASIMETRIA, FORMANDO
DIPOLO ELÉTRICO
LIGAÇÕES FRACAS

 EFEITO DE DISPERSÃO
 MOLÉCULAS SIMÉTRICAS – MOVIMENTO AO ACASO
DOS ELÉTRONS CAUSA POLARIZAÇÃO MOMENTÂNEA
- -
- - (a) - -

- - - -

- - - -

- - - -
- -
- -
- -
- - - -
- -
- - - -
- -
- -

- + - +
MATERIAIS SÓLIDOS

 Em função da natureza das ligações atômicas, os materiais


sólidos exibem três tipos de arranjos atômicos:
 Estrutura Cristalina
 Sólidos Metálicos - Ex.: Au, Pb, Cu.
 Sólidos Iônicos - Ex.: NaCl, MgO
 Sólidos Covalentes - Ex.: Diamante, Si
 Estrutura Amorfa
 Materiais Cerâmicos - Ex.: vidro
 Materiais Poliméricos - Ex.: cadeias complexas
 Materiais Metálicos Solidificados Rapidamente - Ex.: ligas
complexas
 Estrutura Molecular
 Materiais Poliméricos - Ex.: polietileno, borracha natural
ARRANJOS E LIGAÇÕES

 ARRANJOS ATÔMICOS EM MATERIAIS DEPENDEM DE


FORÇAS INTERATÔMICAS E DA DIRECIONALIDADE DAS
LIGAÇÕES

 LIGAÇÃO PODE SER:


 FORTE OU FRACA / DIRECIONAL OU NÃO
CONSEQÜÊNCIA DE VARIAÇÕES DE ENERGIA E DA
LOCALIZAÇÃO DOS ELÉTRONS NO ESPAÇO
Empacotamento Atômico

 Dois Tipos de Ligações: Direcionais e Não-


direcionais
 Direcionais: Covalentes e Dipolo-Dipolo
Arranjo deve satisfazer os ângulos das
ligações direcionais

 Não-direcionais: Metálica, Iônica Van der


Walls N.C. r/R
Arranjo depende de aspectos geométricos 3  0,155
e da garantia de neutralidade elétrica
4  0,225
 Metais: maior empacotamento possível
6  0,414
 Compostos Iônicos: neutralidade
elétrica e relação entre tamanhos 8  0,732
12 1,0

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