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Estúdio P

1ª ed
Natal, RN
2015
P65r Pinheiro, Pablo
Rio Grandes / Pablo Pinheiro. – Natal: Estúdio P, 2014.

ISBN: 978-85-67289-04-5

1. Fotografia. 2. Fotos - vaqueiros. 3. Cultura. 4. Arte. I. Título.

CDD 770
CDU 77
DEFINIÇOES DE SERTãO
Para a Geografia, o sertão corresponde à vasta zona do interior do Brasil, que começou a ser explorada logo depois da chegada dos colonizadores, no século XVI,
quando as fazendas de gado foram separadas das fazendas agrícolas.
Origens da palavra “Sertão” na língua e na literatura: corruptela de ‘desertão’, do latim desertus, interior, coração das terras.
No Século XVI, designando as regiões do interior de Portugal, a palavra ‘certão’ (com “c”), pode ser encontrada, pode ter se derivado do vocábulo ‘muceltão’, abreviado
para ‘certão’, cujo significado latino é locus mediterraneus, lugar longe da costa.
Ou ainda ‘celtão’ ou ‘certão’ pode ser também corruptela de puro angolano – michitu, muchitu e por fim muchitun, por nasalação dialetal. Esse termo era empregado com
o significado de ‘mato’ pelo nativo do interior. Tal palavra tornou-se designativo de ‘mato longe da costa’. Depois, por influência lusa, ‘muceltão’ e sua
Na Carta de Pero Vaz de Caminha, ao relatar sobre as terras descobertas ao rei de Portugal, nos dois trechos em que a palavra “sertão” aparece, (cuja grafia é “sertaão”
naquele documento), traz o significado de “lugar oculto, ou sem arvoredo, situado longe da costa”.

O sertão, o vaqueiro, o sertanejo e o fotógrafo.

português
Eles simplesmente surgem. Aparecem. Cheios de historias, algumas vezes acompanhados de um parceiro, misterioso, calado.
Surgidos de não sei onde, sabedores de coisas, curiosos de outras.
Costumam ser de longe, trazendo uma vida inteira, que os alimenta nos momentos de solidão.
Parecem ser tão íntimos de bichos e plantas, quanto de sombras e de luzes. Próximos, distantes, parceiros de caminhada, sabedores.
Despertam cedo, cavalgam, andam muito, olham demais.
Parecem ser tão vaqueiros, sertanejos quanto fotógrafos, na busca constante do interior.
Pablo se mistura aos sertanejos mesmo nas capitais, perguntando assuntando, indo direto ao ponto. Aponta sua câmera de modo preciso, quieto e manso.
Depois senta, fica sem falar nada, olhando a poeira baixar.
Indo pro Norte, ou pro Sul, admitindo que a palavra “sertão” apresenta uma origem multivariada, o seu significado aqui converge para um só. O ‘locus’ cujo sentido
é o interior das terras ou do continente, não vinculado à ideia de aridez ou de área despovoada, mas do muito vivido antes, hoje, depois, lá dentro.

Rosely Nakagawa
DEFINICIONES DE “SERTÃO”
1

Para la geografía, el sertão corresponde a una extensa región del interior del Brasil, que comenzó a ser explorada poco después de la llegada de los colonizadores, en el siglo
XVI, cuando las estancias de ganado fueron separadas de las estancias agrícolas.
El origen de la palabra “sertão” en la lengua y en la literatura es una derivación de ‘desertão’, del latín desertus, interior, corazón de las tierras.
En el siglo XVI, designando las regiones del interior de Portugal, la palabra ‘certão’ (con “c”) puede ser encontrada, tal vez derivado del vocablo ‘muceltão’, abreviado como ‘cetão’,
cuyo significado latino es locus mediterraneus, lugar lejos de la costa.
Y aun ‘celtão’ o ‘certão’, que puede ser también corrupción de angolano puro – michitu, muchitu y finalmente muchitum, por nasalización dialectal. Este término era empleado
por el nativo del interior con el significado de ‘mato’. Tal palabra se tornó designativo de ‘mata lejos de la costa’. Después, por influencia lusa, ‘muceltão’.
En la Carta de Pero Vaz de Caminha, al informarle sobre las tierras descubiertas al rey de Portugal, en dos pasajes en que la palabra “sertão” aparece, (cuya grafía en aquel
documento es “sertaão”), tiene el significado de “lugar oculto, o sin árboles, situado lejos de la costa”.

El sertão, el vaqueiro, el sertanejo2 y el fotógrafo.

espaÑol Ellos simplemente surgen. Aparecen. Llenos de historias, algunas veces junto a un compañero, misterioso, silencioso.
Surgiendo vaya a saber de dónde, conocedores de muchas cosas, curiosos por otras.
Comúnmente vienen de lejos, trayendo consigo una vida entera, que los alimenta en los momentos de soledad.
Parecen ser tan íntimos de los animales y de las plantas, como también de las sombras y de las luces.
Cercanos, distantes, compañeros de largos caminos, sabedores.
Se despiertan temprano, cabalgan, andan mucho, miran intensamente.
Parecen ser tanto vaqueros, sertanejos, como fotógrafos en la búsqueda constante de lo interior.
Pablo se mezcla con los sertanejos hasta en las capitales, preguntando y charlando, yendo directo al grano. Apunta su cámara de manera precisa, manso y tranquilo.
Después se sienta, se queda callado, esperando que el polvo se asiente.
Yendo para el Norte, o para el Sur, reconociendo que la palabra “sertão” tiene un origen múltiple, su significado converge aquí en sólo uno. El ‘locus’ cuyo sentido es el
interior de las tierras o del continente, no ligado a la idea de aridez o de zona despoblada, sino a lo mucho vivido antes, hoy, después, allá adentro.

Rosely Nakagawa (Traduccíon Eduardo Juarez)

1. Sertão: Zona agreste del interior del Brasil, alejada de la costa y distante de poblaciones, donde la actividad predominante es la cría de ganado.
2. Sertanejo: natural o habitante del Sertão.
DEFINITIONS OF BACKLANDS
In Geography, backlands are the wide countryside areas of Brazil explored after the colonizers arrival in the 16th century, when the cattle ranches were separated from the
agricultural ranches.
The meaning of the word “sertão” (backlands) and its roots from language and literature is corruption of ‘desertão’ (large desert), desertus from Latin, the countryside, the
heart of the lands.
In the 16th century, the word ‘certão’ (with “c”), naming the regions from the countryside of Portugal, may be found. It may have originated from the word ‘muceltão’,
abbreviated as ‘certão’, which in Latin is locus mediterraneus, place far from the coast. Or even ‘celtão’ or ‘certão’ can also be a derivative from the pure Angolan – michitu,
muchitu and then muchitun, by dialectal nasalization. This term was used with a meaning of ‘mato’ (wood) by the native countryside man. Such word became designative of
‘wood far from the coast’. Then, ‘muceltão’ by the Luso influence.
In the letter of Pero Vaz de Caminha, when he reports about the discovered lands to the king of Portugal, in both parts where the word “sertão” appears, (whose spelling is
“sertaão” in that document), it brings the meaning of “hidden place, or without grove, placed far from the coast”.

The backlands, the cowboy, the countryman and the photographer.


english

They simply emerge, appear. Full of stories, sometimes surrounded by a mysterious and quiet partner.
Emerged from nowhere, knower of things, curious about others.
They used to come from far away, bringing a whole life that feeds them in moments of solitude.
They seem to be so intimate to animals and plants, as to shadows and lights. Close, distant, walking partners, wise.
They wake up early, go horse riding, walk a lot and observe details.
They seem to be so such a cowboys, northeastern countrymen as photographers, in the constant search of inner places in backlands.
Pablo mingles with the countrymen even in the big capital cities, asking and talking, going straight to the point, aiming his camera in a soft, quiet and precise way.
Later he seats, remains without saying a word, observing the dust setting down.
Heading North, or South, admitting that the word “sertão” presents a multivariate origin, its meaning here converges to only one. The meaning of ‘locus’ is inside
of lands or continent, not bound to the idea of dryness or uninhabited area, but from the much lived before, today, after, inside there.

Rosely Nakagawa (Translation Carolina Alves Wanderley)


apresentação
Eu comecei vendo o homem do campo, aquele sertanejo, vaqueiro nordestino, muito parecido com esse que você está imaginando agora. Era o meu imaginário desta figura e junto com
ela vinham as suas representações, aquela história, aquela bravura, aquela força, aquela luta pela água, naquele céu azul de nuvens brancas com chão rachado e sempre de gibão, igual
ao que acompanhava a sanfona do Gonzagão.

É bem provável que você tenha aí, em algum canto da sua cabeça, uma imagem semelhante à do meu imaginário. Agora, é preciso entende-la.

Bom, vamos ao meu início: meu avô, por parte de pai, era do Ceará. Viveu lá, depois no Acre e foi parar em São Paulo, capital. Lá fez sua história, ao lado de minha avó, colega de trabalho,
que era do interior do estado. Na capital, meu pai nasceu, criou-se e encontrou-se com minha mãe na universidade. Minha mãe, antes de chegar na capital, teve sua infância no interior.
Meus avós, por parte de mãe, viveram suas vidas no interior do estado de São Paulo e deixaram como herança histórias de suas vivências no campo.
Eu? Nasci em São Paulo, mas logo mudei para Natal, fruto da decisão dos meus pais de criarem os filhos fora daquele grande centro. Cresci em um mundo de possibilidades e perto do
mar.
português Nas férias, sempre que dava, convivia com meus avós e adorava as histórias e músicas do sertão de cada um deles. Eram encantadas e recheadas de boas lembranças. Havia uma eterna
fartura de histórias. Me deixaram muitas saudades e curiosidades.
Quando entendi que não era mais possível brincar e que o verbo mudava para “trabalhar”, voltei para a cidade em que nasci, embora não fosse mais dali. Fui para entender como conjugar
o tal verbo. Ao mesmo tempo, regressei àquele lugar de memórias e referências pessoais. A partir daí, comecei a dar corpo ao meu imaginário de universo rural e querer vê-lo de perto.
Percebi que era preciso pisar firme no meu chão para continuar andando. Então, eu vi que o meu chão não era lá. Vi que o meu chão era em outro lugar. Voltei para Natal depois de 09
anos em São Paulo. Voltei para a cidade em que não nasci, mas onde cresci, embora sem ter certeza de que o meu chão era lá.
Para entender melhor esta questão do chão, fui atrás daqueles rastros dos primeiros passos combinados com uma nova percepção e expressão do “trabalhar”. Fui em direção do homem
do campo, do sertão nordestino, daquele sertão do meu imaginário. Naquele momento, fui com um olhar de sertão antigo, acompanhado apenas do meu imaginário. Me indagava como
estariam as tradições daquele povo, em confronto com as novas configurações da economia.
Ao longo desse processo, percebo que estou encontrando o meu chão, resultado do meu imaginário e do que se torna real dele.
Agora, convido vocês a buscarem aí dentro de seus próprios imaginários a figura do vaqueiro. Respire. Leve essa figura do vaqueiro com você para apreciar as imagens a seguir. Assim,
dentro de cada um de nós, daremos o tempo e sentido que esse universo merece.
Por fim, se a gente não entende o começo, como vemos uma imagem real ou do imaginário?

Pablo Pinheiro
presentación
Comencé viendo al hombre de campo, a aquel sertanejo1, vaquero nordestino, muy parecido al que usted está pensando ahora. Era mi imaginario que creaba esta figura y con ella venían
sus representaciones, aquella historia, aquel coraje, aquella fuerza, aquella lucha por el agua, en aquel cielo azul de nubes blancas con el suelo agrietado y siempre de gibão2, igual al que
acompañaba al acordeón de Gonzagão3.

Lo más probable es que haya allí, en un rincón de su cabeza, una imagen similar a la de mi imaginario. Ahora, es preciso entenderla.

Bien, vamos a ir al principio: mi abuelo, por parte de mi padre, era de Ceará. Vivió allá, después en Acre y finalmente fue a parar en São Paulo, capital. Allá hizo su historia, al lado de mi
abuela, compañera de trabajo, que venía del interior del estado. En la capital, nació mi padre, creció allí y conoció a mi madre en la Universidad. Mi madre, antes de llegar a la capital, pasó
su infancia en el interior. Mis abuelos, por el lado de mi madre, vivieron sus vidas en el interior de São Paulo y nos dejaron un legado de historias de sus experiencias en el campo.
¿Yo? Nací en São Paulo, pero pronto me mudé para Natal, fruto de la decisión de mis padres de crear a sus hijos fuera de aquel gran centro. Yo crecí en un mundo lleno de posibilidades
y cerca del mar.
Durante las vacaciones, siempre que se podía, convivía con mis abuelos y adoraba las historias y las canciones del sertão4 de cada uno de ellos. Eran encantadas y llenas de buenos
recuerdos. Había una riqueza eterna de historias. Me dejaban mucha añoranza y curiosidad.
espaÑol
Cuando entendí que ya no era posible jugar y cuando el verbo se transformó en “trabajar”, regresé a la ciudad donde nací, aunque yo no era más de allí. Fui para poder entender cómo
conjugar el verbo. Al mismo tempo regresé a aquel lugar de los recuerdos y referencias personales. A partir de entonces, le comencé dar forma a mi imaginario de universo rural y a querer
verlo de cerca.
Me di cuenta que para continuar andando era necesario andar con paso firme en mi suelo. Entonces vi que mi suelo no estaba allí. Vi que mi suelo estaba en otra parte. Volví a Natal
después de vivir nueve años en São Paulo. Volví a la ciudad en la que no había nacido, pero donde me crie, sin estar seguro todavía de que mi suelo estaba allí.
Para entender mejor esta cuestión del suelo, fui tras aquellos rastros de mis primeros pasos en combinación con una nueva percepción y expresión del “trabajar”. Fui en dirección al hombre
de campo, del sertão nordestino, de aquel sertão de mi imaginario. En aquel momento, fui con una mirada de sertão antiguo, acompañado tan solo de mi imaginario. Me preguntaba cómo
estarían las tradiciones de aquel pueblo, en relación a las nuevas configuraciones de la economía.
A lo largo de este proceso, me di cuenta de que estoy encontrando mi suelo, resultado de mi imaginario y de lo que lo torna real.
Ahora, los invito a buscar dentro de sus propios imaginarios la figura del vaqueiro. Respire. Llévese esa figura del vaqueiro con usted para poder disfrutar de las imágenes que verá a
continuación. Así, dentro de cada uno de nosotros, vamos a darle el tiempo y el sentido que este universo merece.
Finalmente, si no entendemos el principio, ¿cómo vemos una imagen real o del imaginario?

Pablo Pinheiro (Traduccíon Eduardo Juarez)


1. Sertanejo: natural o habitante del Sertão.
2. Gibão: vestimenta de cuero usada por los vaqueiros.
3. Gonzagão: apodo del músico y compositor nordestino Luis Gonzaga.
4. Sertão: Zona agreste del interior del Brasil, alejada de la costa y distante de poblaciones, donde la actividad predominante es la cría de ganado.
Presentation
I’ve started seeing the man from the countryside, the cowboy, that northeastern countryside man, very alike to the one you’re imagining right now. It was my imagery of this figure and along
with her came its representations, that story, that bravery, that strength, that struggle for water, under that blue sky and white clouds with cracked soil and always with a cowboy doublet,
the same as the one that followed Gonzagão’s accordion.

Somewhere in your head, you have there, probably, an image such as the one from my imagery. Now, it’s necessary to understand it.

Well, let’start from the beginning: my grandfather, on my father’s side was from Ceará. He grew up there, then he moved to Acre and ended up in the city of São Paulo. There he made his
own story with my grandmother, his coworker, who was from the countryside. In the capital city, my father was born, grew up and met my mother at the university. Before my mother gets
to the capital, lived her childhood in the countryside. My grandparents on my mother’s side lived their lives in the countryside of the state of São Paulo and left as historical heritage their
country experiences.
Myself? I was born in São Paulo, but soon I moved to Natal, this idea came from my parent’s decision of raising their children out of that busting urban center. I grew up in a world of
possibilities and close to the sea.
english
On vacation, whenever possible, would come along with my grandparents and adored his stories and country music from each of them. They were enchanting and full of great memories.
There were a never ending abundance of stories, which left some curiosities and I miss them very much.
When I realized that playing wasn’t no longer possible because it had changed to “working”, I went back to the city I came from, although I didn’t belong there anymore. I went there to
figure out how to conjugate such verb. At the same time, I returned to that place of memories and inner references. And from there on, I started shaping my imagery of rural universe and
wishing to see it closely.
I noticed it was necessary to step steadily on my land to be able to keep walking. So, I realized that my land was not there. My land was somewhere else. I returned to Natal after spending
09 years in São Paulo. I went back to the city where I wasn’t born, but where I grew up, even though I wasn’t sure that my land was there.
To understand better this matter of land, I chased that tracks from the first steps combined with a new perception and expression of “working”. I went towards the countryside man, the
northeastern cowboy, the Northeast backlands, those backlands of my imagery. At that moment, I’ve gone with that ancient backland view, surrounded only by my imagery. I’ve asked myself
how would be the traditions of that people, against the new economy settings.
Along with this process, I realized that I’m finding my land, as a result of my imagery and what becomes true from it.
Now, I invite you to search for the cowboy figure inside your own imagery. Breath. Take this cowboy figure with you to appreciate the pictures that will follow. Thus, inside each of us, we’ll
give the time and meaning this universe deserves.
In the end, if we don’t understand the beginning, how can we distinguish the real picture from the imaginary?

Pablo Pinheiro (Translation Carolina Alves Wanderley)


AGRADECIMENTOS:
Sou muito grato pelo carinho de todos os familiares, amigos e parceiros de jornada. Por estes caminhos, eu sigo
português vivendo e aprendendo com todos vocês. São vocês que me ensinam a amar melhor, ser um apaixonado pelo que
faço, a preservar o respeito e carinho ao próximo e enxergar as melhores trilhas da vida. E para não deixar ninguém
de fora, resolvi agradecer à todos os envolvidos neste processo, que começou muito antes de 2010. Porém, achei
melhor abreviar e agrupar todos os nomes pela primeira letra do alfabeto. Então vamos lá. Agradeço aos: As., Bs.,
Cs., Ds., Es., Fs., Gs., Hs., Is., Js., Ls., Ms., Ns., Os., Ps., Qs., Rs., Ss., Ts., Us., Vs., Xs., Zs., e, também, aos Ks., Ws. e Ys.
Agradecimientos:
Estoy muy agradecido por el cariño de todos los miembros de mi familia, amigos y compañeros de viaje. Andando por estos
espaÑol caminos, sigo viviendo y aprendiendo con todos ustedes. Son ustedes quienes me enseñaron a amar mejor, a ser un apasionado
por lo que hago, a preservar el respeto y afecto por los demás y a poder reconocer los mejores senderos de la vida. Y para no
dejar a nadie fuera, decidí dar las gracias a todos los involucrados en este proceso, que comenzó mucho antes del 2010. Sin
embargo, pensé que lo mejor es abreviar y agrupar todos los nombres por su primera letra del alfabeto. Así que aquí vamos.
Gracias a los: As., Bs., Cs., Ds., Es., Fs., Gs., Hs., Is., Js., Ls., Ms., Ns., Os., Ps., Qs., Rs., Ss., Ts., Us., Vs., Xs., Zs., y también a los Ks.,
Ws. y Ys.

Special thanks:
english
I’m very grateful for all the kindness from my family, friends and partners on this journey. Along these ways, I keep
living and learning from each of you. You are the ones that teach me how to love more, how to be enchanted for
what I do, how to maintain respect and care for the others, making me see the best paths of live. And for not leaving
anybody behind, I decided to thank everyone involved in this process, which started much earlier than 2010. To
make it possible, the acknowledgements are in alphabetical order. So, I want to give special thanks to: As., Bs., Cs.,
Ds., Es., Fs., Gs., Hs., Is., Js., Ls., Ms., Ns., Os., Ps., Qs., Rs., Ss., Ts., Us., Vs., Xs., Zs., also to Ks., Ws. and Ys.
Fazenda Pitombeira, RN, 2011 Sertão do Seridó, 2012 Xiquexique queimado, 2013 Vaqueiros #1, 2013 Vaqueiros #2, 2013
Fazenda Pitombeira, RN, 2011 Sertão do Seridó, 2012 Xiquexique quemado, 2013 Vaqueros #1, 2013 Vaqueros #2, 2013
Pitombeira Farm, RN, 2011 Sertão do Seridó, 2012 Burnt xiquexique, 2013 Cowboys #1, 2013 Cowboys #2, 2013

ÍNDICE DAS FOTOS


ÍNDICE DAS FOTOS
iNDEx of phOTOS
Vaqueiros #3, 2013 Vaqueiros #4, Pega do Boi no Mato, 2012 Vaqueiros #5, 2011 Vaqueiros #7, 2011
Vaqueros #3, 2013 Vaqueros #4, Pega do Boi no Mato, 2012 Vaqueros #5, 2011 Vaqueros #7, 2011
Cowboys #3, 2013 Cowboys #4, Pega do Boi no Mato, 2012 Cowboys #5, 2011 Cowboys #7, 2011

Vaqueiros #6, 2012


Vaqueros #6, 2012
Cowboys #6, 2012

Vaqueiros #8, 2011 Cachorro #1, 2015 Vaqueiros #9, 2011 Homem-aranha #1, 2013
Vaqueros #8, 2011 Perro #1, 2015 Vaqueros #9, 2011 Hombre-araña #1, 2013
Cowboys #8, 2011 Dog #1, 2015 Cowboys #9, 2011 Spider-man #1, 2013

Menino #1, 2013


Niño #1, 2013
Kid #1, 2013
Menino #2, 2015 Vaqueiros #11, 2015 Cachorro #2, 2015 Vaqueiros #12, 2015
Niño #2, 2015 Vaqueros #11, 2015 Perro #2, 2015 Vaqueros #12, 2015
Kid #2, 2015 Cowboys #11, 2015 Dog #2, 2015 Cowboys #12, 2015

Vaqueiros #10, 2015


Vaqueros #10, 2015
Cowboys #10, 2015

ÍNDICE DAS FOTOS


ÍNDICE DAS FOTOS
iNDEx of phOTOS
Vaqueiros #13, pai e filho, 2015 Vaqueiros #14, gaúcho no pampa, 2015 Vaqueiros #15, Parque do Espinílho, 2015 Vaqueiros #16, Serra Gaúcha, 2015
Vaqueros #13, padre e hijo 2015 Vaqueros #14, gaucho en el pampa, 2015 Vaqueros #15, Parque Espenilho, 2015 Vaqueros #16, Serra Gaucha , 2015
Cowboys #13, father and son, 2015 Cowboys #14, gaucho in the pampa, 2015 Cowboys #15, Espenilho Park, 2015 Cowboys #16, Serra Gaucha, 2015

Cavalo #1, 2015


Caballo #1, 2015
Horse #1, 2015

Vaqueiros #17, Serra Gaúcha, 2015 Vaqueiros #18, parede de pedra, 2015 Paisagens #1, Serra Gaucha, 2015 Paisagens #2, Serra Gaucha - corredor de pedra, 2015 Paisagens #3, Pampa Gaúcho, 2015
Vaqueros #17, Serra Gaucha, 2015 Vaqueros #18, pared de piedra, 2015 Paisaje #1, Serra Gaucha, 2015 Paisaje #2, Serra Gaucha - corredor de pedra, 2015 Paisaje #3, Pampa Gaucho, 2015
Cowboys #17, Serra Gaucha, 2015 Cowboys #18, stone wall, 2015 Landscape #1, Serra Gaucha, 2015 Landscape #2, Serra Gaucha - stone corridor, 2015 Landscape #3, Pampa Gaucho, 2015
Ficha Técnica | Hoja de datos | datasheet
coordenação | coordinación | coordination:
Estúdio P
fotografias | fotografías | photographs:
Pablo Pinheiro
direção de arte | direccíon creativa | art director:
Rosely Nakagawa
produção executiva | producción ejecutiva | executive production:
Luciane Schommer
desenho gráfico | deseño gráfico | graphic design:
Allan Marlon
projeto multimidia | proyecto multimedia | multimedia project:
Luciano Valença
registros audiovisuais | registros audiovisuales | audiovisual records:
Tiago Lima e Pablo Pinheiro
tradução inglês | traduccíon inglês | english translation:
Carolina Alves Wanderley
tradução espanhol | traducciones español | spanish translation:
Eduardo Juarez
revisão | revisón | review:
José Q. Pinheiro
apoio cultural apoio logístico realização
apoyo cultural apoyo logístico realización
cultural support support logistic achievement

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