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CEEST - ENGENHARIA DE SEGURANÇA

AULA 3 : PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES NA BAIXA TENSÃO

Prof. Dr. Methodio Godoy


RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROGRAMAÇÃO
▪ Aula 1: Riscos Elétricos e a NR 10
▪ Aula 2: Proteção contra Choques Elétricos em Baixa
Tensão. (NBR 5410/2005)
▪ Aula 3: Proteção contra Choques Elétricos em Alta
Tensão. (NBR 14.039/2005)
▪ Aula 4: Proteção contra Arco Elétrico
▪ Aula 5: Riscos Elétricos em Subestações
▪ Aula 6: Sistema de Proteção contra Descargas Atmos-
féricas
▪ Aula 7: Tópicos Especiais e Avaliações.

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CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

OBJETIVO
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

OBJETIVO

▪ Apresentar as principais medidas de con-


trole para evitar os choques elétricos pro-
duzidos nas instalações elétricas de bai-
xa e média tensão.

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CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

INTRODUÇÃO
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

OBJETIVO DA NR 10

IMPLEMENTAÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE


E SISTEMAS PREVENTIVOS

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA

PRIORITARIAMENTE MEDIDAS DE PROTEÇÃO


COLETIVA

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA

PRIORITARIAMENTE,
DESENERGIZAÇÃO E EMPREGO DE TENSÃO
DE SEGURANÇA

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

DESENERGIZAÇÃO

▪ É um conjunto de ações coordenadas


entre si, seqüenciadas e controladas,
destinadas a garantir a efetiva ausência
de tensão no circuito, trecho ou ponto de
trabalho, durante todo o tempo de inter-
venção e sob controle dos trabalhadores
envolvidos.

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

DESENERGIZAÇÃO

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CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

SECCIONAR

SICIPI
CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

IMPEDIR A REENERGIZAÇÃO

SICIPI
CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

CONSTATAR A AUSÊNCIA DE
TENSÃO

SICIPI
CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

INSTALAR O ATERRAMENTO
TEMPORÁRIO

SICIPI
CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

PROTEÇÃO DOS ELEMENTOS


ENERGIZADOS DENTRO DA
ZONA CONTROLADA

SICIPI
CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

INSTALAR A SINALIZAÇÃO DO
IMPEDIMENTO DE
REENERGIZAÇÃO

SICIPI
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

EXTRABAIXA TENSÃO DE SEGURANÇA

▪ A Extrabaixa Tensão de Segurança, denomina-


da pela NBR 5410 de SELV (do inglês, Safety
Extra-Low Voltage) consiste em limitar a tensão
dos circuitos alimentados a valores que não
possam, mesmo em caso de falta, serem supe-
riores à tensão de contato limite, evitando
assim riscos para a vida humana tanto por
contatos diretos como por indiretos.
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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

VALORES LIMITES DE TENSÃO CONTATO


▪ Os valores limites de tensão de contato que
dependem da superfície de contato que é
afetada pelas condições ambientais do local
onde que se quer proteger as pessoas:
• EM AMBIENTE SECO: 50 V;
• EM AMBIENTE ÚMIDO: 25 V;
• DENTRO D’ÁGUA: 12 V.

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

EQUIPAMENTO NÃO ATERRADO

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

TIPOS DE EXTRABAIXA TENSÃO

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA

OUTRAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA :


ISOLAÇÃO, BARREIRAS, INVÓLUCROS...

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CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

MEDIDAS DE PROTEÇÃO
COLETIVA DE CHOQUES
ELÉTRICOS EM BAIXA TENSÃO
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA

▪ ISOLAÇÃO DAS PARTES VIVAS.


▪ OBSTÁCULOS.
▪ BARREIRAS.
▪ SINALIZAÇÃO.
▪ SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO.
▪ BLOQUEIO DE RELIGAMENTO AUTOMÁTI-
CO.

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES


DE ACORDO COM A NBR 5410

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CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

MEDIDAS DE PROTEÇÃO
CONTRA CHOQUES POR
CONTATOS DIRETOS
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES


POR CONTATOS DIRETOS

▪ TOTAL:
• ISOLAÇÃO DAS PARTES VIVAS,
• BARREIRAS OU INVÓLUCROS.
▪ PARCIAL:
• OBSTÁCULOS.
• DISTANCIAMENTO.
▪ USO DE DISPOSITIVO DR DE ALTA
SENSIBILIDADE
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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÃO COMPLETA CONTRA


CHOQUES POR CONTATOS DIRETOS

▪ A proteção completa é necessária em locais


acessíveis a qualquer tipo de pessoa (BA1,
BA2 e BA3).
▪ A proteção COMPLETA pode ser realizada por
isolação das partes vivas ou pelo uso de
INVÓLUCROS ou BARREIRAS.
▪ A proteção PARCIAL só é admitida em locais
acessíveis apenas a pessoas advertidas (BA4)
ou qualificadas (BA5).

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CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

PROTEÇÃO COMPLETA
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ISOLAÇÃO DAS PARTES VIVAS


▪ Consiste no recobrimento total das partes vivas
das instalações por isolação, que só deve
poder ser removida com sua danificação ou
destruição.

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ISOLAÇÃO SÓLIDA
▪ Os matérias isolantes empregados para
isolação se dividem em duas grandes
famílias:
• TERMOPLÁSTICOS (que amolecem com a
temperatura). São:
▪ Cloreto de Polivinila (PVC),
▪ Polietileno reticulado (XLPE)
• TERMOFIXOS (não amolecem com o
aumento da temperatura).
▪ Borracha Etileno propileno (EPR)

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

CAUSAS DE FALHAS DA ISOLAÇÃO


▪ Temperatura excessiva,
▪ Umidade reduzindo a rigidez dielétrica,
▪ Altas tensões,
▪ Desgaste mecânico (abrasão, corte e torção),
▪ Produtos químicos (ácidos lubrificantes e sais),
▪ Oxidação,
▪ Radiação ultravioleta e nuclear,
▪ Pressão.

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

COMPORTAMENTO SOB FOGO


▪ De acordo com o comportamento do seu
invólucro externo isolação ou cobertura,
os cabos são classificados em:
• Propagador de chama,
• Propagação reduzida de chama,
• Resistente à chama,
• Resistente à chama com baixa emissão de
fumaça e gases tóxicos,
• Cabos de segurança.
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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

CABOS RESISTENTES AO FOGO


E DE BAIXA EMISSÃO DE FUMAÇA

▪ A obtenção da propriedade de resistência à


chama de não propagação da chama é
conseguido a custa de compostos halogenados
(cloro, bromo e flúor) que são incombustíveis,
porém produzem fumaça e gases tóxicos e
corrosivos.

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ÍNDICE DE FUMAÇA

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

CABOS RESISTENTES AO FOGO


E DE BAIXA EMISSÃO DE FUMAÇA

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES


DE ACORDO COM A NBR 5410

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

INVÓLUCRO OU BARREIRA
▪ As barreiras ou invólucros são dispositivos
destinados a impedir o contato com as partes
vivas da instalação elétrica.
▪ O código IP (INTERNATIONAL PROTECTION)
é apresentado na NBR 6146.
▪ Este código permite descrever os graus de
proteção proporcionados pelos invólucros
contra a aproximação das partes energizadas,
a penetração de corpos sólidos estranhos e
contra os efeitos nocivos da água.
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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

INVÓLUCRO OU BARREIRA
▪ É importante ressaltar o IP está destinado ao uso nas
normas dos produtos e, no caso dos quadros e caixas,
não especifica as características de montagens
internas, como por exemplo, as distâncias mínimas
entre as partes vivas e o invólucro.

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

INVÓLUCRO OU BARREIRA

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

INVÓLUCRO OU BARREIRA

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

INVÓLUCRO OU BARREIRA
▪ É uma das formas usuais de proteção de
choques elétricos causados por contatos
diretos.
▪ Consiste na colocação das partes vivas em
quadros, gabinetes, estantes, gavetas e painéis
que devem possuir um grau de proteção IP2X
ou IPXXB (não podendo ser penetrado por um
dedo mecânico de teste de diâmetro maior ou
igual a 12,5 mm).

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

BARREIRAS OU INVÓLUCROS

▪ A retirada das barreiras ou abertura dos


invólucros só deve ser possível:
• Com o uso de chave ou ferramenta,
• Após a desenergização das partes vivas
pro-tegidas, não devendo ser religada
enquanto elas não forem restabelecidas,
• Com a existência de nova barreira ou
isolação a ser retirada sem auxílio de chave
ou ferramenta.
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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

INVÓLUCRO

▪ É o elemento que assegura a proteção


contra contatos diretos em qualquer
direção contra determinadas influências
externas.

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

BARREIRAS
▪ É o elemento que assegura a proteção contra
contatos diretos nas direções habituais de
acesso.

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

BARREIRAS

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CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

PROTEÇÃO PARCIAL CONTRA


CHOQUES POR CONTATOS
DIRETOS
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES


DE ACORDO COM A NBR 5410

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÃO PARCIAL CONTRA


CONTATOS DIRETOS

▪ Admite-se uma PROTEÇÃO PARCIAL contra


choques elétricos, em locais acessíveis
somen-te a pessoas advertidas (BA4)ou
qualificadas (BA5) e desde que:
• A tensão nominal dos circuitos existentes não seja
superior a 600 V fase-terra e 1000 V fase-fase.
• Os locais sejam sinalizados de forma clara e visível
por meio de indicações apropriadas.
▪ Essas proteções são: obstáculos e o
distancia-mento.
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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

OBSTÁCULOS
▪ Os obstáculos podem ser removíveis sem
auxílio de ferramenta ou chave, mas devem ser
fixados de forma a impedir qualquer remoção
involuntária.
▪ Devem ser observadas as distâncias mínimas
nas passagens destinadas à operação e/ou
manutenção.
▪ No sentido vertical a altura é limitada em 2,5
metros.

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

OBSTÁCULOS

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

OBSTÁCULO

▪ É o elemento que deve impedir um


con-tato acidental, mas não um contato
direto por ação deliberada.

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

OBSTÁCULO

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

OBSTÁCULO

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

POR DISTANCIAMENTO

▪ É a proteção que tem por objetivo impedir


contatos fortuitos com as partes vivas.

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DISTÂNCIAS MÍNIMAS

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CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES


POR CONTATOS DIRETOS
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES


DE ACORDO COM A NBR 5410

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÃO COMPLEMENTAR
▪ A proteção complementar tem por objetivo
assegurar uma proteção contra contatos diretos
no caso de falhas das medidas aplicadas ou de
imprudência dos usuários.
▪ Como proteção complementar são utilizados
dispositivos de proteção diferencial residual
(DR) de alta sensibilidade, isto é de atuação
igual ou inferior a 30 mA.

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

FUNCIONAMENTO DO DISPOSITIVO DR

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

FUNCIONAMENTO DO DISPOSITIVO DR

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CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

DISPOSITIVOS DR
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

DISPOSITIVO DR
▪ Os dispositivos de proteção diferencial residual
(dispositivos DR) ou “dispositivos de corrente
de fuga”, são aqueles capazes de detectar a
corrente diferencial residual de um circuito elé-
trico, provocando o seu seccionamento auto-
mático do mesmo, se essa corrente ultrapassar
o seu valor de atuação.
▪ O valor de atuação de dispositivo DR é a
CORRENTE DIFERENCIAL RESIDUAL NOMI-
NAL DE ATUAÇÃO (IΔn).
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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

DISPOSITIVOS DR
▪ Asseguram a proteção contra tensões de
contato perigosas provenientes de:
• Defeitos de isolamento em aparelhos ligado à terra;
• Contatos indiretos à terra da instalação ou parte
dela;
• Contatos indiretos com partes ativas da instalação;
• Corrente de curto circuito à terra reduzidas cuja
intensidade atinge o valor nominal de atuação
(“proteção contra incêndio”).

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

TIPOS DE DISPOSITIVOS DR
▪ ALTA SENSIBILIDADE – tem corrente
diferen-cial residual nominal de atuação (IΔn)
menor ou igual a 30 mA, fornecem proteção
contra contatos diretos e indiretos.
▪ BAIXA SENSIBILIDADE – tem corrente
diferencial residual nominal de atuação (IΔn)
maior que 30 mA, fornecem proteção contra
choques e contra incêndios (curtos de alta
impedância) .

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

TIPOS DE DISPOSITIVOS DR
▪ INTERRUPTORES DR – destinados a prote-
ção exclusiva contra choques elétricos possu-
em baixa capacidade de interrupção e podem
ser acoplados a um disjuntor termomagnético.
▪ DISJUNTORES DR – são dispositivos que
protegem contra choques e sobrecorrentes.
(curto circuito e sobrecarga)

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

DISPOSITIVOS DR

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

DISJUNTOR DR

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

INTERRUPTOR DR E DISJUNTOR
ACOPLADOS

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

INTERRUPTOR DR E DISJUNTOR
TERMOMAGNÉTICO NUM MESMO COMPONENTE

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

FUNCIONAMENTO DO DR

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

FUNCIONAMENTO DO DR

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

BOTÃO DE TESTE

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESPECIFICAÇÃO DE DISPOSITIVOS DR
▪ CORRENTE NOMINAL (In) - 10, 13, 15, 16, 20,
25, 30, 32, 35, 40, 50, 63, 80, 100 e 125 A;
▪ TENSÃO NOMINAL (Un) - 110, 120, 220, 240,
380, 415 e 500 V;
▪ FREQÜÊNCIA NOMINAL(f) – 50 ou 60 Hz;
▪ CORRENTE DIFERENCIAL-RESIDUAL
NOMI-NAL DE ATUAÇÃO (IΔn) - 0,006 , 0,01 ,
0,03, 0,1, 0,3, 0,5 A;

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

CORRENTE DIFERENCIAL-RESIDUAL
NOMINAL DE ATUAÇÃO

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESPECIFICAÇÃO DE DISPOSITIVOS DR

▪ CORRENTE DIFERENCIAL-RESIDUAL
NOMINAL DE NÃO ATUAÇÃO (If)
▪ If ≤ 0,5 IΔn;
▪ CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO
NOMINAL (ICN) – 10 In ou 500 A o que for
maior.
▪ NÚMERO DE POLOS – MONO, BI, TRI e
TETRAPOLAR.
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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

DISJUNTOR DR

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

APLICAÇÃO

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

APLICAÇÃO DOS DISPOSITIVOS DR


▪ Como proteção contra contatos diretos,
indire-tos ou proteção contra incêndios, eles
podem ser aplicados em:
• Circuitos de uso residencial: cozinhas, copas, áreas
de serviço, circuitos de áreas de uso comum em
edifícios , etc.;
• Circuitos de estabelecimentos comerciais e de
escritórios;
• Circuitos de canteiros de obras;
• Circuitos de tomadas para alimentação de máquinas
industriais;
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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

APLICAÇÃO DOS DISPOSITIVOS DR

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

CORRENTES DE FUGA

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

APLICAÇÃO DOS DISPOSITIVOS DR

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

APLICAÇÃO ESQUEMA TN

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

APLICAÇÃO ESQUEMA TT

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

APLICAÇÃO ESQUEMA IT

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CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES


POR CONTATOS INDIRETOS
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES


DE ACORDO COM A NBR 5410

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ISOLAÇÕES E GRAUS DE PROTEÇÃO


▪ Os diversos equipamentos elétricos são
isolados para assegurar o seu funcionamento
adequado e proteger os seus usuários da
possibilidade de choques elétricos.
▪ São consideradas quatro tipos de isolação:
• Isolação básica,
• Isolação supletiva,
• Isolação reforçada
• Isolação dupla.
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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

TIPOS DE ISOLAÇÃO
▪ ISOLAÇÃO BÁSICA - é a isolação aplicada as
partes vivas.
▪ ISOLAÇÃO SUPLEMENTAR - é a isolação
adicional a isolação básica, destinada a
assegurar proteção contra choques elétricos
nos casos de falha da isolação básica.
▪ ISOLAÇÃO DUPLA - é uma isolação composta
da isolação básica mais a supletiva.
▪ ISOLAÇÃO REFORÇADA – isolação única
equivalente a isolação dupla.
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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÃO DOS EQUIPAMENTOS CONTRA


CHOQUES ELÉTRICOS

▪ Os equipamentos elétricos (equipamentos


ele-troprofissionais e eletrodomésticos) são
classificados pela NBR 5161 quanto a proteção
contra choques nas seguintes classes:
• CLASSE 0
• CLASSE OI
• CLASSE I
• CLASSE II
• CLASSE III

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

CLASSE O

▪ São daqueles equipamentos no qual a


proteção contra choques elétricos é
assegurada exclusivamente pela isolação
básica, não sendo previsto meios para
ligar as partes metálicas acessíveis ao
condutor de proteção.
▪ Exemplos: eletrodomésticos portáteis :
batedeira, liquidificador ...
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

CLASSE OI
▪ São daqueles equipamentos no qual a proteção contra
choques elétricos é assegurada pela isolação básica,
com terminal de aterramento das partes metálicas
acessíveis que podem se tornar partes vivas
acidentalmente.
▪ O cabo de alimentação não tem condutor de proteção.
▪ Exemplo : antigas geladeiras, máquinas de lavar...
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

CLASSE I
▪ São daqueles equipamentos no qual a proteção contra
choques elétricos não é assegurada apenas pela
isolação básica, possuindo ainda condutor de proteção
independente no cabo de alimentação para ligação das
massas ao condutor de proteção da instalação.
▪ Exemplo : lavadora de prato, forno de microondas, ar
condicionado, máquinas de xerox, equipamentos
odontológicos...
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

CLASSE II
▪ São daqueles equipamentos no qual a proteção contra
choques elétricos é assegurada pela isolação dupla ou
reforçada de todas as partes vivas sem previsão para
aterramento.
• Com carcaça isolante durável ( aspiradores de pó,
chuveiros)
• Com carcaça metálica que tem isolação dupla (furadeira)
• Com carcaça mista.
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

EQUIPAMENTOS CLASSE II

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

CLASSE III
▪ São daqueles equipamentos no qual a proteção contra
choques elétricos é assegurada pela alimentação em
extra baixa tensão, garantindo-se que mesmo durante
o funcionamento não devem ser tensões mais
elevadas.
▪ Exemplo: iluminação de piscinas, hidromassagem
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

CORRENTES DE FUGA

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CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO
DA ALIMENTAÇÃO
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES


DE ACORDO COM A NBR 5410

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÃO SUPLETIVA

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

EQUALIZAÇÃO

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO DA
ALIMENTAÇÃO

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO
DA ALIMENTAÇÃO

▪ A proteção por seccionamento automático da


alimentação é a principal medida de proteção
contra contatos indiretos, prescrita pela NBR
5410.
▪ Ela tem por objetivo evitar que uma tensão de
contato (UB) superior à tensão de contato limite
(UL) se mantenha por um tempo que possa
resultar em risco de fibrilação ventricular para
as pessoas.
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO
DA ALIMENTAÇÃO

▪ A proteção por seccionamento automático da


alimentação baseia-se fundamentalmente em
duas condições:
• A existência de um percurso para a corrente
de falta fase-massa (IF),
• O seccionamento da corrente de falta é
efetuado por um dispositivo de proteção
apropriado, atuando em um tempo
adequa-do t.

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO
DA ALIMENTAÇÃO

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

TENSÃO DE CONTATO LIMITE - TN

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

VALORES LIMITES DE TENSÃO CONTATO


▪ Os valores limites de tensão de contato que
dependem da superfície de contato que é
afetada pelas condições ambientais do local
onde que se quer proteger as pessoas:
• EM AMBIENTE SECO: 50 V;
• EM AMBIENTE ÚMIDO: 25 V;
• IMERSO EM ÁGUA: 12 V.

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CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO DA
ALIMENTAÇÃO NO ESQUEMA TN
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROCEDIMENTOS GERAIS

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROCEDIMENTOS GERAIS

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROCEDIMENTOS GERAIS

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

TEMPOS DE SECCIONAMENTO MÁXIMO

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CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

ESQUEMAS DE ATERRAMENTO TN-C


RISCOS ELÉTRICOS CEEST

SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO NO TN-C

▪ No esquema de aterramento TN-C a


função de seccionamento automático não
deve ser atribuída aos dispositivos DR.
▪ Para tornar possível o uso do dispositivo
DR na proteção contra choques, o
esquema TN-C deve ser convertido no
esquema TN-C-S.

119
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO NO TN-C

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TN-C

121
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TN-C

122
RISCOS ELÉTRICOS ESQUEMAS DE ATERRAMENTO
CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TN-C


▪ No sistema TN-C na ruptura ou interrupção do
condutor neutro (N), instantaneamente o
poten-cial do condutor fase passa para a massa.

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TN-C

124
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TN-C

As massas do QDG e CCM estão em regime com potencial diferente

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TN-C


▪ No sistema TN-C, a tensão do condutor neutro
junto à carga não é igual a zero, porque toda a
corrente de desequilíbrio do sistema retorna
pelo neutro.
▪ Portanto, as massas dos equipamentos
elétri-cos não estão no mesmo potencial do
aterra-mento da fonte.
▪ A corrente de curto-circuito, no sistema TN, é
elevada pois não depende do valor do
aterra-mento da fonte (RF), mas somente das
impedâncias dos condutores.
126
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TN-C


▪ É obrigatória a desconexão automática no
evento de uma falha na isolação.
▪ Esta desconexão deve ser provida por
disjun-tores (de preferência) ou fusíveis.
▪ Nesse esquema a presença do PEN, impedem
o uso dos dispositivos de corrente residual não
podem ser usados para essa finalidade desde
que uma falta na isolação para terra também
constitui um curto circuito fase-neutro.

127
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TN-C

128
CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

ESQUEMAS DE ATERRAMENTO TN-S


RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TN-S

130
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TN-S

131
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TN-S

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CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

ESQUEMAS DE ATERRAMENTO TN-C-S


RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TN-C-S

134
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TN-C-S


▪ No esquema TN-C-S , o esquema TN-C não
devem nunca ser usado a jusante do sistema
TNS.
▪ O ponto em que o condutor PE se separa do
condutor PEN é geralmente na origem da
instalação.

135
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TN-S

136
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA TN - S

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CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

ESQUEMAS DE ATERRAMENTO TT
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA TT

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TT

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TT

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TT
▪ A corrente de curto monofásico para o
neutro é elevada.
▪ A corrente de curto monofásico para a
massa inclui a terra e tem seu valor
reduzido pela resistências de
aterra-mento envolvidas.

142
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TT

143
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TT

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TT
▪ Para um esquema TT o seccionamento
auto-mático em faltas fase para massa,
usando-se dispositivo de sobrecorrente, exigiria
valores bastante baixos para a resistência de
aterra-mento para as massas.
▪ Sendo assim recomendado o uso de
disposi-tivos DR, o que definiria como tensão
de contato limite:

145
CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

ESQUEMAS DE ATERRAMENTO IT
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA IT

147
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO IT

148
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

TENSÃO DE CONTATO LIMITE

149
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO IT

150
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO TN-S

151
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA DE ATERRAMENTO IT
▪ No esquema IT, não existe nenhum ponto da
alimentação diretamente aterrado.
▪ O neutro da alimentação é isolado da terra ou aterrado
por uma impedância (Z) de valor elevado.
▪ As massas são ligadas à terra por meio de eletrodos de
aterramento próprios.
▪ No esquema IT, a corrente de falta fase-massa não
apresenta intensidade suficiente para fazer a proteção
atuar.
▪ Somente em dupla falta fase-massa, em fases
distintas, a corrente de curto-circuito poderá provocar a
atuação da proteção.

152
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

IMPEDÂNCIA DOS CABOS DE BAIXA TENSÃO

153
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ESQUEMA TN - S

154
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

LIGAÇÃO NO QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO

155
MUITO OBRIGADO

Methodio Godoy
e-mail: mgodoy@br.inter.net
CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

TELAS DE APOIO
ATERRAMENTO DE PROTEÇÃO

IMPEDÂNCIA DOS CABOS DE BT


RISCOS ELÉTRICOS CEEST

IMPEDÂNCIA DOS CABOS DE BAIXA TENSÃO

159
ATERRAMENTO DE PROTEÇÃO

OHMÍMETRO
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

CONTINUIDADE DOS CONDUTORES DE


PROTEÇÃO
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

EFEITOS DO CHOQUE ELÉTRICO

162
CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO DA
ALIMENTAÇÃO NO ESQUEMA TN
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO
DA ALIMENTAÇÃO

164
CEEST – MÓDULO : RISCOS ELÉTRICOS

CHOQUE ELÉTRICO
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

UM DOS PRINCÍPIOS
FUNDAMENTAIS DA NBR 5410/2004

166
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PRINCÍPIO FUNDAMENTAL DA PROTEÇÃO


CONTRA CHOQUES DA NBR 5410/2004

167
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES

▪ Os choques por contatos diretos, em sua maior


parte, são devidos a desconhecimento,
negli-gência ou imprudência das pessoas e,
por isso, são de menor freqüência.
▪ Os choques por contatos indiretos são mais
freqüentes e imprevisíveis, apresentando maior
perigo.
▪ Devido a esses fatos, os choques por contatos
indiretos devem receber muito maior cuidado e
atenção.
168
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

ORIGEM DOS CHOQUES ELÉTRICOS

169
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÕES CONTRA CHOQUES - NBR 5410/2004

▪ A NBR 5410/2004 define três proteções contra


choques elétricos:
• PROTEÇÃO BÁSICA
• PROTEÇÃO SUPLETIVA
• PROTEÇÃO ADICIONAL
▪ A PROTEÇÃO BÁSICA é destinada a proteção
de choques causados por contatos com partes
vivas (PROTEÇÃO CONTRA CONTATOS
DI-RETOS) em condições normais.
170
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÕES CONTRA CHOQUES - NBR 5410/2004

▪ A PROTEÇÃO SUPLETIVA é a proteção


desti-nada a suprir a proteção contra choques
elétricos quando massas ou partes condutivas
acessíveis tornam-se acidentalmente vivas.
(PROTEÇÃO POR CONTATOS INDIRETOS)
▪ A PROTEÇÃO ADICIONAL é a proteção contra
choques elétricos em situações de maior risco
de perda ou anulação das medidas
normalmente adotadas ou em locais em que
os perigos do choque elétrico são graves.
171
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES - NBR 5410/2004

▪ A regra básica para proteção contra choques


de acordo com a NBR 5410/2004 :

172
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

SELEÇÃO DE MEDIDAS DE PROTEÇÃO


CONTRA CHOQUES ELÉTRICOS
▪ A NBR 5410 recomenda que a seleção das
medidas de proteção contra choques elétricos
seja feita observando as seguintes influências
externas:
• BA – competências das pessoas
• BB – resistência elétrica do corpo humano
• BC – contato das pessoas com o potencial
da terra.

173
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

INFLUÊNCIAS EXTERNAS (NBR 5410/2004)

174
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

COMPETÊNCIAS

175
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

RESISTÊNCIA ELÉTRICA DO CORPO HUMANO

176
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

CONTATO DAS PESSOAS COM POTENCIAL DA TERRA

177
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

SELEÇÃO DE MEDIDAS DE PROTEÇÃO


CONTRA CHOQUES ELÉTRICOS
▪ Observando as influências externas, a proteção contra
choques elétricos recai em três situações:
• SITUAÇÃO 1 : locais residenciais, comerciais (
escritórios, lojas...) e industriais (depósitos, galpões,
locais de produção...).
• SITUAÇÃO 2 : áreas externas (jardins, feiras...) ,
dependências internas molhadas, canteiros de
obras, estabelecimentos pecuários, campings,
mari-nas... (BB2+BC4 e BB3)
• SITUAÇÃO 3 : dentro da água em banheiros e
pisci-nas. (BB4 com qualquer condição BC)

178
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

TENSÃO DE CONTATO LIMITE


▪ A NBR 5410 considera que a proteção contra
contatos indiretos deve ser estabelecida a partir
da relação entre a tensão de contato
(conseqüência da falha de isolação de um
componente) e a duração máxima que esse
contato pode acontecer.
▪ Define-se tensão de contato presumida ou
tensão de contato limite como sendo o valor
mais alto de tensão de contato que pode
acontecer no caso de falha com impedância
desprezível.

179
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

TENSÃO DE CONTATO LIMITE

180
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

CLASSIFICAÇÃO DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO


CONTRA CHOQUES ELÉTRICOS

▪ PROTEÇÕES PASSIVAS consistem na limita-


ção da corrente elétrica que pode atravessar o
corpo humano ou em impedir o acesso de
pessoas a partes vivas. São medidas que não
levam em conta a interrupção de circuitos com
falta.
▪ PROTEÇÕES ATIVAS consistem na utilização
de métodos e dispositivos que proporcionam o
seccionamento automático de um circuito,
sempre que houver faltas que possam trazer
perigo para o operador ou usuário.
181
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

IMPEDÂNCIA DO CORPO HUMANO EM FUNÇÃO


DA TENSÃO DE CONTATO

182
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES

183
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

INFLUÊNCIAS EXTERNAS

184
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

INFLUÊNCIAS EXTERNAS

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

INFLUÊNCIAS EXTERNAS

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

INFLUÊNCIAS EXTERNAS

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

TENSÃO DE CONTATO LIMITE - TN

188
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

TENSÃO DE CONTATO LIMITE

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

DADOS TÉCNICOS DE MINI-DISJUNTORES

190
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

DADOS TÉCNICOS DE MINI-DISJUNTORES

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RISCOS ELÉTRICOS CEEST

CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS

192
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

CURVAS CARACTERÍSTICAS DE DISJUNTORES

193
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO
DA ALIMENTAÇÃO
▪ A existência do percurso de falta implica na
existência de ligações de todas as massas da
instalação a um sistema de aterramento de
proteção, (com todas as massas e elementos
condutores estranhos a instalação conectados
ao TAP) o que possibilitará a circulação de uma
eventual corrente de falta fase-massa.
▪ O PERCURSO DA CORRENTE DE FALTA,
DEPENDERÁ DO ESQUEMA DE
ATERRA-MENTO ADOTADO.
194
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

CURVAS CARACTERÍSTICAS DE DISJUNTORES

▪ CORRENTE DE FALTA
DE FASE PARA MASSA
▪ DISJUNTOR DE 20 A
▪ Corrente de Falta de 40 A
resulta num tempo de
atuação de 2 minutos.
▪ Corrente de Falta de 80 A
resulta num tempo de
atuação de 18 s.

195
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO
DA ALIMENTAÇÃO
▪ Quando a tensão de contato UB for igual ou
superior à tensão de contato limite, UL, o
circuito deverá ser seccionado em um tempo t
máximo:
• Igual a 5 segundos, quando UB = UL ou para
circuitos de distribuição ou circuitos terminais que só
alimentem ou possam alimentar, equipamentos fixos
na Situação 1;
• Obtido da curva de segurança nos demais casos,
quando UB > UL.

196
RISCOS ELÉTRICOS CEEST

TENSÃO DE CONTATO LIMITE

197
FIM
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