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FUNDACENTRO

SEMANA DA SEGURANÇA QUÍMICA


ACIDENTES QUÍMICOS
e
DESCONTAMINAÇÃO HUMANA

(PRIMEIROS SOCORROS EMERGENCIAIS)


Iremos focalizar: Maiores riscos

CORROSIVO IRRITANTE
DESCONTRÔLE no Manejo
Pode provocar dano importante ao ecosistema (comunidades e/ou ambiental):
EMERGÊNCIA QUÍMICA
O que é Lesão (“Queimadura”) Química?
Queimadura por temperatura
(fenômeno físico em essência: transf de calor por radiação ou condução)

Lesão Química
(fenômeno químico:reações)

“... Não é meramente uma questão semântica,


mas muito mais a percepção de dois fenômenos
diferentes que demandam manejo e cuidados
distintos... O uso do termo “queimadura” tem
levado muito adiante que a água, perfeita para
resfriamento por dissipação de calor, é uma
panaceia universal ...”
Dr. Lucien Bodson: Chf. Urg. Hosp. Liège - BE
O que é Lesão Química?

Destruição parcial ou total de moléculas, células ou estrutura


da pele, devido ao ataque de um produto químico corrosivo
ou irritante.

A extensão dos danos e/ou modificações dos tecidos


caracterizará o grau da lesão.
Agressividade potencial dos corrosivos e irritantes
em caso de projeção/acidente (destruição celular)

CORROSIVO IRRITANTE

GRANDE NÚMERO DE PEQUENO NÚMERO DE


CÉLULAS DESTRUÍDAS CÉLULAS DESTRUÍDAS

REAÇÃO IRREVERSÍVEL REAÇÃO REVERSÍVEL

TÓXICO
AÇÃO GENERALISADA
EFEITO GENERALIZADO
Acidentes Acontecem
Acidentes Acontecem
Desenvolvimento das lesões químicas

CONTATO
Início do processo (ACIDENTE QUÍMICO)

DIFUSÃO (entrada do agressivo)

REAÇÃO QUÍMICA

LESÃO
Esta seqüência pode demorar de alguns segundos a alguns minutos,
dependendo da natureza do agressivo e de outros fatores
TROCAS e INTERAÇÕES QUÍMICAS: DOADOR e RECEPTOR
(mecanismo básico da lesão química)
Quais são as 6 reações possíveis?
TROCAS e INTERAÇÕES QUÍMICAS: DOADOR e RECEPTOR

ácido doa H+
Faixa de pH fisiológico: 5,5 – 9,0
(“adequado para a vida”)
base doa OH-

oxidante recebe e-

redutor doa e-

quelante Ca+2, Mg+2 modifica Ca, Mg

solvente dissolve componentes (“gorduras”)


Trocas  Agressões na pele e olhos aos
componentes

Lipídeos celulares e intercelulares

Glicolipídeos
Glicídeos

Aminoácidos (proteínas e enzimas)

Sais minerais

Presentes nas células e espaços intercelulares


Células e Compartimentalização

membranas

Organelas
envoltas em
membranas
(lipídeos e
fosfolipídeos)
Histologia da Pele Humana

Queratinócitos
diferenciados

50-80 m Estrato córneo

Estrato espinhoso

Estrato lucido

Estrato granuloso

Estrato basal
na junção com a derme
Estrutura do Olho Humano

Anatomia da Córnea

Epitélio
Membrana de Bowman
Estroma
Camada de Dua (*2013)
Membrana de Descemet
Endotélio
epitélio

estroma

endotélio
O que influencia a seriedade de uma lesão
química?
Quanto mais profunda é a destruição, mais séria é a lesão

Efeitos frequentemente reversíveis


Efeitos frequentemente irreversíveis
• Capacidade de aprofundamento
LESÕES QUÍMICAS PROVOCADAS PELOS AGRESSIVOS MAIS
USUAIS:
ÁCIDOS E BASES (ou ÁLCALIS)

Ácidos: coagulam proteínas e são menos penetrantes (auto-


limitantes)  causam necrose (perda de tecido)

Bases : dissolvem queratina, penetram profundamente causam


hidrólise e saponificacão; induzem resposta fibroblástica
desordenada >cicatriz fibrótica hipertrófica causam necrose e
usualmente mais sequelas
NaOH e HCl nas células do olho
NaOH 0,5 MOLAR Ác. HIDROCLORÍDRICO 0,5 MOLAR

Destruição
imediata das
Destruição primária
membranas
do interior das
Desordem
células 
total
morte celular
morte celular
Necrose causada por ácidos e álcalis

Ácidos - Coagulam Álcalis - Liquefazem

Pele normal para comparação

Ashcraft and Padula, Pediatrics, 1974


Lesões Químicas Causadas por Álcalis

NaOH conc.
Lesões químicas causadas por
ácido
Ácido Hidroflorídrico

Corrosão TÓXICO
e
Necrose
via quelação
de
cálcio
intracelular

Puro (gás): 1% de área corpórea  RISCO LETAL (p/ inalação > [5%]
>70% de concentração : 5% de área corpórea R.L.
<20% de concnetração: 20% de área corpória  R.L.
HIPOCALCEMIA FIBRILAÇÃO E PARADA CARDÍACA
Acidente com Ácido Hidrofluorídrico 70%
Que efeito o tempo tem no
desenvolvimento da lesão?

¼ hora 1 hora 3 horas


Como nos Proteger de modo a interromper uma
das etapas que levam à lesão química?

PROCEDIMENTOS
CONTATO SEGUROS/PREVENÇÃO &
SEGURANÇA

A Importância da Prevenção e proteção ao Risco


O que determinará a gravidade da lesão e qual
fator podemos controlar?

Tipo de produto Temperatura Tempo de


e concentração exposição
NÃO NÃO CONTROLAMOS
CONTROLAMOS CONTROLAMOS
AÇÕES
/MANEJO DA
EMERGÊNCIA
E se houver Falha ? Como interromper as etapas
que levam à lesão química?

EQUIPAMENTO DE
CONTATO
SEGURANÇA &
PROCEDIMENTOS
SEGUROS/PREVENÇÃO

DIFUSÃO
PRIMEIROS SOCORROS
EMERGENCIAIS

REAÇÃO

DESCONTAMINAÇÃO
Como interromper o desenvolvimento da lesão
química?

PRIMEIROS SOCORROS EMERGENCIAIS


Dependendo da natureza do agressivo, teremos de alguns segundos
a 1 minuto para interferir eficientemente entre o contato e a reação

DESCONTAMINAÇÃO DO ACIDENTADO

Ação
Uso de Passivo: água (hipotônico) limitada
Descontaminantes : Parcial: tampão, hipertônico
Efeitos
colaterais

Ativo:
Quelante, polivalente e hipertônico

DIPHOTERINE®
Enxague Passivo X Descontaminação Ativa
Exemplo de Acidente com Ácido Sulfúrico altamente
concentrado lavado somente com água

Ácido Sulfúrico 94% PRIMEIROS


SOCORROS
PASSIVO : ÁGUA
Projeção nas pernas
Lavagem imediata com água
3 dias no hospital e 45 dias de
cuidado médico em casa
Mais de 6 meses de
afastamento do trabalho
Cicatrízes graves e problemas
psicológicos

FOTO ILUSTRATIVA
Enxague Passivo X Descontaminação Ativa
ILUSTRAÇÃO DA HIPOTONICIDADE AO MICROSCÓPIO
O resultado nas células

Água é hipotônica e
“entra” nas células;
Favorece a penetração
do corrosivo na
pele/olho quando
usada para lavagem do
acidentado
Solução Tampão: Efeito deletério pelo uso –
Calcificação da córnea
> Burns, 2006, 32, 744-747
Kompa S(1), Redbrake C(2), Dunkel B(1), Weber A (1), Schrage N (3)
(1)Hospital Universitário de Aachen, Alemanha ; (2)Augenzentrum Alsdorf, Alemanha ;(3) Departamento de
Oftalmologia, Cologne Merheim, Alemanha
« Corneal calcification after chemical eye burns caused by eye drops containing phosphate buffer »
> British Journal of Ophtalmology, 90 (2006), 285-288
Bernauer W(1), Thiel MA1, Kurrer M(2), Heiligenhaus A(3), Rentsch KM(4), Schmitt A2, Heinz C(3), Yanar A(1)
1 : Département d’Ophtalmologie, Université de Zürich, Suisse ; 2 Département des Pathologies, Université de Zürich,
Suisse ; 3 Département d’ophtalmologie, Hôpital St Franziskus, Münster, Allemagne ; 4 Institut de chimie clinique,
Université de Zürich, Suisse
« Corneal calcification following intensified treatment with sodium hyaluronate artificial tears »

OBS: Caso real na Europa: fotografia de


depósito de fosfato de cálcio em olho tratado
com tampão fosfato :
Ação indenizatória em andamento
Acidente com H2SO4 98% - Aplicação quelante
Diphoterine® em 28/03/2003 – Camaçari -BA

•Início da descontaminação
com Diphoterine® às 10:10h,
45 minutos após o acidente;
•A água foi usada primeiro no
local do acidente, durante 20
minutos na espera pelo
10:10 Já lavado c/ água 10:15 debridamento no
ambulatório.
Acidente com Ácido Sulfúrico 98%
Água c/ atraso de 5 minutos > lesões profundas; Quelante Diphoterine® após 15 minutos:
parou a dor > para hospital e após 4 h, iniciada irrigação com Diphoterine® por 24hs; mais 24h
de irrigação a pedido do acidentado

Evolução das lesões:


Primeiros Socorros Água e Gluconato de
Cálcio
RESULTADO DE CASO : EXEMPLO DE UM ACIDENTE COM ÁCIDO HIDOROFLUORÍDRICO CONCENTRADO
AVESTA - SUÉCIA
Ácido Hidrofluorídrico 70%

Acidente : projeção de HF 70%


Imediatamente lavado com água durante
15 min
Aplicação de gluconato de cálcio (IV + gel)
Hipocalcemia
Fibrilação Ventricular
4 Defibrillações
1 Ano de afastamento
Uso de quelante específico em plantas com HF

QUELANTE HEXAFLUORINE®

Mannesmann Rohrenwerke (Alemanha entre, 94-98)

•6
• 6acidentes
acidentes
40%
40%HFHF
SEM afastamento
• 5 acidentes > SEM efeitos secunários
Misturas de
HF/HNO3
(6% / 15%)
Ingestão de solução NaOH concentrada

•Levada ao hospital após 3 horas , foi


socorrida e a boca foi descontaminada
com 1L de quelante Diphoterine®.
•Usada em porções, aos poucos, e com
expectoração do resíduo.

6 dias depois: salvou a lingua e a mucosa


Experimento: Amônia em córnea (sol.salina x quelante Diphoterine ®)

Uso de solução salina

•Epitélio danificado

•Edema de estroma

Uso de quelante anfótero


DIPHOTERINE®
•Epitélio pouco danificado

•Estroma preservado
LESÃO QUÍMICA causada por hidróxido de amônio
Uso de água não impediu
edema de estroma, isquemia
conjuntival de 360 graus ,
acuidade 2/20  prognóstico:
perda de função (visão)

Olho salvo: descontaminação usando


1L de quelante Diphoterine® após 1 h
do acidente para capturar resíduo de
hidróxido e tratamento por 97 dias
com medicamentos; acuidade 14/20
O que é preciso para descontaminar
eficientemente um acidentado

•Remover rapidamente o produto agressivo da superfície


para evitar penetração

•Interromper os 6 tipos de reações agressivas usando descontaminante


ativo polivalente (quelante anfótero)

• 6 acidentes
•Interromper
40% HF a penetração do produto agressivo
para dentro dos tecidos (usando hipertônico)

QUELANTE polivalente hipertônico


DIPHOTERINE® POLIVALENTE

CAPACIDADE DE ABSORÇÃO A efetividade na prevenção de


lesões químicas se dá porque
a energia de ligação do
quelante Diphoterine® aos
corrosivos e irritantes é maior
do que a energia destes
agressivos para com os
compostos biológicos dos
tecidos da pele e dos olhos
(solução aquosa )

Interrompe a
agressividade
e o processo
doloroso sem
anestesia
O produto ideal Diphoterine
Hipertonicidade
Quelante deve
ser também
hipertônico

A solução hipertônica possui uma


pressão osmótica maior do que a
dos tecidos humanos e remove
rapidamente o produto químico.
Enxague passivo x Descontaminação ativa
ILUSTRAÇÃO DA HIPERTONICIDADE AO MICROSCÓPIO

Habilidade de
interromper a
penetração do
produto químico.
Acidente nos Olhos (tonicidade 420 mOsm/L)
Fluxo de líquido
Água: tonicidade 40 mOsm/L Soro fisiológico: tonicidade 280 mOsm/L

Líquido hipertônico: 4%NaCl em água:


tonicidade 800 mOsm/L Líquido hipertônico ativo quelante tonicidade
800 mOsm/L Diphoterine®
Quelante Diphoterine ®

• Molécula anfótera, polivalente; sol. salina 6% em água, pH 7,2 - 7,7


hipertônica (800 mosm/L), densidade 1,034; líquido límpido incolor;
• Possui sítios antagônicos a álcalis, ácidos, redutores e oxidantes; age também em
solventes orgânicos, gás mostarda e remove radionuclídeos (238U, 137Cs, 90Sr/90Y; Vet.
Human Tox. 44 (4) 2002);
• Toxidade (Safepharm Laboratories -UK , C.I.T. – Fr e Integra -It)
DIPHOTERINE® : Não tóxico por ingestão (DL50 > 2g/kg, s/ mortalidade);
• Não irritante à pele e olhos e não sensibilizante;
• Não citotóxico, não mutagênico, não anti-inflamatório e não ecotóxico;
• Não quela cálcio ou magnésio;
• Resíduo (pós uso): inofensivo;
• Não é orientado para ingestão (pesquisa em andamento);
• Não causa dano se pequena quantidade for ingerida.
Solução Removedora, Correlato Classe 1,regra 5a, seguro para uso externo na pele, olhos e cavidades nasal e oral.
ANVISA No.80260810005 , Europe Directive Medical Device CE0459 ; 92/42CEE
Testes in vitro: Efetividade na Descontaminção de
Ácidos e Bases
Diphoterine® x Água
Adição de Diphoterine® sobre 1 mL de NaOH e H2SO4 na conc. 1 molar
Retôrno ao pH fisiológico (5,5 – 9,0; região sem dano celular)
alcalino

ácido
Hexaflorine®
HF : Comparação in vitro dos enxagues com água, com CaGlu e
HEXAFLUORINE® ; 10mL de 0.2% HF : resultados de pF
Decontamination of HF
Results on the pF

6,5

5,5

5
pF Hexafluorine
pF

4,5
pF Water
4 pF 10% CaGlu
Physiological pF
3,5

2,5

2
0 5 10 15 20 25 30
Vol ume (ml )
• DESCONTAMINAÇÃO COM DIPHOTERINE_USO
DAS APRESENTAÇÕES_1.wmv
Qual a diferença entre lavar c/ água e
descontaminar com DIPHOTERINE® ?
• Água remove qualquer agressor mecanicamente ( ponto positivo)
• Grande quantidade de água é requerida p/ restaurar pH fisiológico.
• Água força penetração na pele /olho (hipotonicidade; 40 mOsm/L).

• DIPHOTERINE® remove qualquer agressor mecanicamente (como a água)


• DIPHOTERINE® faz uma descontaminação ativa s/ liberação de calor.
• Pouco DIPHOTERINE® é requerido para neutralizar os efeitos do produto químico
agressor
• DIPHOTERINE® expulsa o produto agressor da pele/olho (Diphoterine é
hipertônico; 800mOsm/L) .

GlobaltekR
DIPHOTERINE ®

USO de QUELANTE POLIVALENTE na


descontaminação de acidentados

NOVO PARADIGMA em ACIDENTES c/ PROD.QUIM.

(MUDANÇA IMPORTANTE EM PRIMEIROS SOCORROS EMERGENCIAIS)

. PREVOR Globaltek R
previnir e salvar Especializadas em Risco Químico soluções para um futuro melhor
JULHO 2017

> 600 usuários


DIPHOTERINE ®
ESTRATÉGIA: Como agilizar o tempo de intervenção
(Primeiros socorros emergenciais)
INTEGRAÇÃO MULTIDISCIPLINAR
ENGENHARIAS de PROCESSO e PRODUÇÃO,
SEGURANÇA INDUSTRIAL, MEDICINA OCUPACIONAL, CIPA
ANÁLISE DE RISCOS OCUPACIONAIS
ESTUDAR O PROCESSO DE PRODUÇÃO PARA
EQUIPAMENTOS/PROCEDIMENTOS, CIRCULAÇÃO DE PESSOAL
e
MATERIAIS (manutenção)
CONSIDERAR A CASUÍSTICA E
CONSEQUÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS DOS ACIDENTES
APROVEITAR A LOCALIZAÇÃO DE
CHUVEIROS E LAVA-OLHOS

INSTALAR QUANTAS APRESENTAÇÕES FOREM NECESSÁRIAS

GlobaltekR
SUMÁRIO
ACIDENTES QUÍMICOS e DESCONTAMINAÇÃO HUMANA
Custeio Custo
(RPS) Social
1-3% “da folha””

Responsabilidade civil, penalidade administrador


Indenização

Investimento prevenção: eleva produtividade moral


Redução contribuição benefícios acidentários SAT

ATUALIZAÇÃO DA TECNOLOGIA DE
DESCONTAMINAÇÃO E PREVENÇÃO: QUELANTES

. GlobaltekR
DIPHOTERINE ® & HEXAFLUORINE ®
11 12 1
10 2
9 3
8 4
7 6 5
AÇÃO RÁPIDA A SEU FAVOR!
DESCONTAMINANTES
DIPHOTERINE® & HEXAFLUORINE®
PERGUNTAS??
MUITO OBRIGADO
globaltek@globaltek.com.br

.
GlobaltekR @aglobaltek /Globaltek
www.globaltek.com.br
Novembro 2001

Produtos Perigosos /Hospital São Rafael

Primeira apresentação pública no Brasil


sobre novas técnicas/produtos para
descontaminação humana
FAP (fator acidentário de prevenção)

Benefícios Concedidos
Coeficiente de Freqüência : Dimensão Acidentária =
Média de Vínculos Empregatícios
Cadastrados

Afastamento médio
Coeficiente de Gravidade : Dimensão Social =
365 ( dias do ano)

Arrecadação (Previdência
Coeficiente de Custo : Dimensão Monetária =
Desembolso (trabalhador +
dependentes)

Fonte : “ FAP e NTEP “ , Autor Airton Kwitko , LTR


FAP (fator acidentário de prevenção)

MPS
premiar empresas
que investem em
PREVENÇÃO

Fonte : “ FAP e NTEP “ , Autor Airton Kwtko , LTR


O que é?

QUELANTE
Como Age?

O QUE É UMA SUBSTANCIA ANFÓTERA?


POLIVALENTE? HIPERTÔNICA?

. GlobaltekR
O que é quelante e como age?
QUELANTES
Moléculas com QUELANTE
capacidade de fixação de EDTA
outras espécies químicas Quelante para
(reação de complexação, ferro, mercúrio
reação não clássica)
Quelantes: podante, coronante e criptante
O que é uma substância anfótera polivalente?

Anfótero : substância com função e ação mista; possui


comportamento de ácido e de base.

• Aminoácidos são anfóteros


• Óxidos de silício (silica) e de alumínio (alumina) são anfóteros

Polivalente: neste contexto equivale a múltiplos sítios


ativos para diferentes funções químicas

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