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Ficha de Leitura

UNIVERSIDADE CATOLICA DE MOÇAMBIQUE


FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E POLÍTICA
Contabilidade e auditoria
1ºAno/2ºSemestre
Nome do estudante: CELSO JACINTO VARELA MZEZELA
Referência Bibliográfica JÚNIOR, Ernesto; SIMÃO, Obra Científica
Jerónimo; BAHULE, Orlando, et all:
Técnica de Expressão e comunicação
Tema: Comunicação
Pagina:P Observações
P.1-58 Comunicação – consequentemente entendida como um O segundo manual de
processo de compreender, compartilhar mensagens João Baptista Parles,
enviadas e recebidas, sendo que as mesmas mensagens e não usei muita
modo como se dá seu intercâmbio exercem influências no informação para a
comportamento das pessoas nelas envolvidas, por um elaboração da ficha, por
curto, médio ou longo prazo; sendo uma mudança que relacionar algumas
pode ocorrer no ambiente em que a comunicação é teorias de big bang, que
efectuada. a mesma tem uma
Até hoje tenta-se buscar uma conclusão definitiva sobre grande relação com
como os homens primitivos começaram a se comunicar existência da terra e é
entre si, por gritos, por gestos, ou pela combinação desses muito científico. E não
elementos. percebi muito bem!
Segundo Bordenave (1982), o homem chegou a
associação dos sons e gesto para designar um objecto
dando origem ao signo. Ainda o autor em causa diz que,
a invenção de uma certa quantidade de signos levou o
homem a criar um processo de organização para
combiná-los entre si, caso contrário, a utilização dos
signos desordenadamente dificultaria a comunicação. Foi
essa combinação que deu origem à linguagem.
É quase de domínio popular o facto de que o processo de
comunicação visual surgiu muito antes da escrita.
Inicialmente o homem comunicava os acontecimentos na
mesma ordem em que eles se davam, ou seja, um caçador
descrevia sua rotina na mesma sequência dos fatos. Se,
enfrentava um animal, matava-o e comia-o, assim
desenhava nos pictogramas (desenhos ou símbolos) e
ideogramas (sinal que exprime a ideia e não os sons da
palavra, em oposição à fonográfica). Há cerca de 3.000
anos antes de Cristo, os egípcios representavam aspectos
de sua cultura por meio de desenhos e gravuras colocados
nas casas, edifícios e câmaras mortuárias.
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Aspectos a tomar em conta na comunicação:


 Emissor ou remetente;
 Receptor ou destinatário;
 A mensagem;

Emissor ou remetente – é quem exactamente a codifica,


produz e a emite a mensagem para o outo. É a fonte de
emissão da mensagem.
Receptor ou destinatário – o individuo ou objecto para
quem a mensagem é enviada e este deve emitir uma
resposta para que se considere que o processo de
comunicação realmente ocorreu.

A mensagem - aquilo que é transmitido.


As mensagens são enviadas e recebidas nas formas
verbais e não-verbais, por meio de canais; e estes
correspondem recursos por meios dos quais as mensagens
são transmitidas.

Funções de comunicação
As funções de comunicação têm sido definidas como
investigação, informação, persuasão e entretenimento.

Informação-consiste no envio de mensagens ao receptor


de acordo com a necessidade deste ou de emissor
dependendo de cada situação.

Persuasão- é o motivo do receptor adoptarem


comportamento sobre o qual ele não havia pensado
anteriormente.

Entretenimento - é um misto de persuasão e informação


e geral, para aliviar a ansiedade, divertir e criar clima
favorável a interacção entre o emissor e receptor da
mensagem.
A Primeira delas é de fundamental importância para
enfermeira, pois para ajudar e prestar assistência ao
paciente, precisar conhecer−se bem, isto é, como pensa,
sente, age e reage diante dos fatos, o que lhe facilitara, em
grande parte o conhecimento do outro e a compreensão
do porque ela reage de maneiras diversas a um mesmo
estimulo.
O emissor precisa constantemente da resposta do
receptor, assim como o receptor precisa de reacção do
emissor para se conhecerem mutuamente como pessoas
Para se estabelecer satisfatoriamente o processo de
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comunicação no relacionamento interpessoal as


necessidades de quem precisa de ajuda o paciente tem de
ser sobrepostas as de quem a pode oferecer, no caso a
enfermeira.
Isto não significa que a enfermeira deve ser um robô; se
ela tive uma necessidade não satisfeita que esteja
alterando seu comportamento e seu disponibilidade de
ajuda, e se não ter no momento, condições de estabelecer
relacionamento significativa. Se ela conseguir identificar
essa necessidade e não for capaz de adiar a satisfação da
mesma, deveria analisar seus sentimentos e reacções
antes de início do processo de comunicação com a outra
pessoa.

Segundo Gamble; Gamble (1987) e através da


comunicação que podemos satisfazer nossas necessidades
de inclusão, controle e afeição. Inclusão refere-se a
aceitação pelo outro ʺ estar com outro ”; controle ocorre
quando se experimenta a sensação de ser responsável e
capaz de se adaptar ao meio.
Se a comunicação permite a satisfação das necessidades
afectadas está ter condições de manter relacionamento
interpessoal adequado.

Formas de comunicação
As formas de comunicação que constituem uma
comunicação são;

 Verbal
 Não-verbal

Comunicação verbal
Refere-se a linguagem escrita e falada, aos sons e
palavras que usamos para nos comunicar. Possível o
envio de mensagens de forma não verbal sem utilização
da verbal, mas o contrario e praticamente impossível . a
comunicação verbal, que se da por meio de palavras,
depende da linguagens que fortemente influenciada pela
cultura.

A comunicação não-verbal
Envolve todas as manifestações de comportamento não
expressas por palavras.
A comunicação não-verbal só pode ser examinada no
contexto em que ocorre porque a sua significação esta
directamente vinculada a este. Exemplo: bocejar durante
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uma conferencia tem sentido bem diferente do bocejar


quando nos deitamos para dormir, os dedos tanto pode
significar impaciência, como acompanhamento do ritmo
de uma música. O modo como a pessoa paciente, membro
da equipe de saúde ou família executar determinada
actividade, dispõe seus objecto ou seu material de
trabalho pode nos dar mais informação sobre seu estado
físico, emocional e atitude do que aquilo que ela expressa
em palavra.

Ruído na comunicação
O ruído pode levar destinatário a perceber a mensagem
inadequadamente. ao avaliarmos a reacção das pessoas as
nossas mensagem temos de estar atentas ao efeito dos
possíveis ruído.
Variáveis na comunicação
Consideramos como variável na comunicação enfermeira.
Paciente os factores que podem ter inêfluncia sóbria
mesma, susceptíveis tanto de prejudica-la como de
facilita-la. As variável serão aqui apresentado
resumidamente uma vez que, no decorre deste estudo,
elas será tratada nas deferentes situações.

Referência bibliográfica
PEREIRA, José Maria Nascimento. Fundamentos psicológicos da comunicação. In: Adísia Sá
(Coord.). Fundamentos cinéticos da comunicação. Petrópolis: Vozes, 1973, p. 105-143.
BACELAR, Jorge. Apontamentos sobre a história e desenvolvimento da impressão.
Suporte de elaboração, Manual de conceitos básicos de comunicação e Manual de João Batista
Perles