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INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO DE NEGÓCIOS

CLASSIFICAÇÃO DOS OBJECTIVOS DE ACORDO COM AS TAXONOMIAS DE SUSANN MULLER E


BENJAMIM BLOOM

Zinalda Ernesto Mahumane

Xai-Xai, 2020
Zinalda Ernesto Mahumane

CLASSIFICAÇÃO DOS OBJECTIVOS DE ACORDO COM AS TAXONOMIAS DE SUSANN MULLER E


BENJAMIM BLOOM

Trabalho a ser apresentado ao Instituto Superior


de Gestão de Negócios (ISGN), na
disciplina de Didáctica Geral, como um dos
requisitos para avaliação.

Docente: Domingos Mabunda

Xai-Xai, 2020
ÍNDICE

1. INTRODUÇÃO ..................................................................................................................... 1
1.2. Objectivos ........................................................................................................................ 2
1.2.1. Geral:.......................................................................................................................... 2
1.2.2. Específicos: ................................................................................................................ 2
2. METODOLOGIA .................................................................................................................. 3
3. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS................................................................................... 3
3.1. Objectivos educacionais................................................................................................... 3
3.2. Taxonomia dos objectivos educacionais .......................................................................... 3
3.2.1. Taxonomia de Muller ................................................................................................. 4
3.2.1.1. Domínio cognitivo de Muller............................................................................... 5
3.2.1.2. Domínio afectivo de Muller ................................................................................. 5
3.2.1.3. Domínio psicomotor de Muller ............................................................................ 5
3.2.2. Taxonomia de Bloom ................................................................................................. 5
3.2.2.1. Domínio cognitivo de Bloom............................................................................... 6
3.2.2.2. Domínio afectivo de Bloom ................................................................................. 7
3.2.2.3. Domínio psicomotor de Bloom ............................................................................ 7
4. CONCLUSÃO ....................................................................................................................... 9
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS................................................................................. 10

I
Classificação dos objectivos de acordo com as taxonomias de Susann Muller e Benjamim Bloom

1. INTRODUÇÃO

Na educação, decidir e definir os objectivos de aprendizagem significa estruturar, de forma


consciente, o processo educacional de modo a oportunizar mudanças de pensamentos, acções
e condutas. Essa estruturação é resultado de um processo de planeamento que está
directamente relacionado à escolha do conteúdo, de procedimentos, de actividades, de
recursos disponíveis, de estratégias, de instrumentos de avaliação e da metodologia a ser
adoptada por um determinado período de tempo (Rodrigues, 1994).

Na delimitação dos objectivos, é fundamental ter os objectivos instrucionais cognitivos,


atitudinais e de competências bem definidos que deve ser feito previamente ao início da
disciplina, mas infelizmente alguns desses objectivos podem não ser bem definidos e outros
podem ficar implícitos ao processo de aprendizagem e, muitas vezes, conhecidos apenas pelo
educador.

Conhecer os diferentes estilos de aprendizagem e, também, a forma de utilizá-los para


alcançar os objectivos educacionais e de aprendizagem é relevante, tanto para os alunos, na
medida em que possibilita o desenvolvimento de estratégias de aprendizagem, como para os
professores, que podem aprimorar e diversificar seus métodos de ensino de acordo com as
particularidades de suas turmas.

Nesse contexto, o presente trabalho prende-se em analisar a classificação dos objectivos de


acordo com as taxonomias de Susann Muller e Benjamim Bloom, partindo da
conceitualização da taxonomia dos objectivos educacionais e, por fim caracterizou-se a
taxonomia de Susann Muller e Benjamim Bloom.

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1.2. Objectivos

1.2.1. Geral:

 Analisar a classificação dos objectivos de acordo com as taxonomias de Susann


Muller e Benjamim Bloom.

1.2.2. Específicos:

 Conceitualizar a taxonomia dos objectivos educacionais;


 Caracterizar a taxonomia de Susann Muller e Benjamim Bloom.

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2. METODOLOGIA

A metodologia utilizada consistiu na pesquisa exploratória, descritiva e bibliográfica.


Utilizou-se o procedimento metodológico de levantamento bibliográfico tendo como fonte de
livros, documentos e sites oficiais, direccionados para os principais assuntos abordados.

3. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

3.1. Objectivos educacionais

Uma das decisões estratégicas que o ensino exige é a que se refere à determinação dos
objectivos educacionais. Estabelecer objectivos educacionais significa formular
explicitamente as mudanças desejadas ou que se espera que ocorram nos estudantes quando
do processo educacional, ou seja, quais mudanças são esperadas com relação às formas de
pensar, sentir e agir. Isso significa especificar o que se espera que o aluno aprenda e não o que
o professor pretende ensinar (Ferraz e Belhot, 2010).

Segundo Cardoso (2015), três factores devem ser considerados, seja para formulação dos
objectivos para a educação, para uma escola ou para uma disciplina: o tempo, as condições
disponíveis e o nível do grupo de estudantes envolvidos. Para que os objectivos estabelecidos
sejam alcançados é importante que eles tenham sido identificados claramente e que o trabalho
esteja orientado por um plano.

3.2. Taxonomia dos objectivos educacionais

Taxonomia é um termo bastante usado em diferentes áreas, é a ciência de classificação,


denominação e organização de um sistema pré-determinado e que tem como resultante um
framework conceitual para discussões, análises e/ou recuperação de informação. Vários
pesquisadores utilizaram-se dessa terminologia conceitual baseada em classificações
estruturadas e orientadas para definir algumas teorias instrucionais (Rodrigues, 1994).
Segundo Hamze (2020), duas das inúmeras vantagens de se utilizar a taxonomia no contexto
educacional são:

 Oferecer a base para o desenvolvimento de instrumentos de avaliação e utilização de


estratégias diferenciadas para facilitar, avaliar e estimular o desempenho dos alunos
em diferentes níveis de aquisição de conhecimento; e

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 Estimular os educadores a auxiliarem seus discentes, de forma estruturada e


consciente, a adquirirem competências específicas a partir da percepção da
necessidade de dominar habilidades mais simples (fatos) para, posteriormente,
dominar as mais complexas (conceitos).

Rodrigues (1994), afirma que, desde 1948, um grupo de educadores assumiu a tarefa de
classificar metas e objectivos educacionais. Eles propuseram-se a desenvolver um sistema de
classificação (taxonomia) de objectivos para três domínios: o cognitivo, o afectivo e o
psicomotor:

 Domínio Cognitivo: abrange os objectivos que enfatizam relembrar ou reproduzir


algo que foi aprendido, ou que envolvem a resolução de alguma actividade intelectual
para a qual o indivíduo tem que determinar o problema essencial, reorganizar o
material ou combinar ideias, métodos ou procedimentos previamente aprendidos;
 Domínio Afectivo: envolve objectivos que enfatizam o sentimento, a emoção ou o
grau de aceitação ou rejeição. Tais objectivos são expressos como interesses, atitudes
ou valores;
 Domínio Psicomotor: compreende objectivos que enfatizam alguma habilidade
muscular ou motora.

3.2.1. Taxonomia de Muller

Muller coloca em destaque os conteúdos, pois segundo ela, o conteúdo é uma escolha
consequente dos resultados de uma ciência ou é uma escolha consequente dos resultados
duma ciência, organizados pedagógica e didacticamente, tendo em vista a assimilação pelos
alunos na sua prática da vida (Muller, 2005).

Muller (2005), divide os conteúdos em:

 Conteúdos do processo de aquisição: imagens sensoriais (percepções) e imagens


racionais (conceitos e teorias).
 Conteúdos do programa de ensino (programático): introdução, organizativos,
consolidação, controle avaliação, conceitos didácticos pedagógicos e matéria nova
(conteúdos da matéria nova são classificados em mediação e assimilação).

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3.2.1.1. Domínio cognitivo de Muller

Segundo Hamze (2020), este domínio na óptica de Muller envolve conhecimentos e aptidões
intelectuais. É o domínio do conhecimento e do pensamento. Evidencia o saber do formando e
a forma como este se manifesta. O saber consiste em:
 Lembrar-se de uma informação, mas também;
 Compreender e interpretar uma situação;
 Resolver um problema.

No domínio cognitivo, os objectivos foram agrupados em seis categorias e são apresentados


numa hierarquia de complexidade e dependência (categorias), do mais simples ao mais
complexo. As categorias desse domínio são: Conhecimento; Compreensão; Aplicação;
Análise; Síntese; e Avaliação (Hamze, 2020).

3.2.1.2. Domínio afectivo de Muller

Estes objectivos são do domínio dos fenómenos da sensibilidade. Envolvem interesses,


atitudes, valores, (que já possuem ou que devem adquirir), actividades ou comportamentos
que têm uma conotação com agrado ou desagrado, com adesão ou rejeição. É o domínio do
sentir, dos sentimentos e emoções (Muller, 2005).

Para ascender a uma nova categoria é preciso ter obtido um desempenho adequado na
anterior, pois cada uma utiliza capacidades adquiridas nos níveis anteriores para serem
aprimoradas. As categorias desse domínio são: Receptividade; Resposta; Valorização;
Organização; e Caracterização (Hamze, 2020).

3.2.1.3. Domínio psicomotor de Muller

Segundo Muller (2005), é o domínio das actividades motoras ou manipulativas. Envolve


aptidões ao nível da motricidade e da manipulação de objectos. É o domínio por excelência da
acção. As categorias desse domínio são: Imitação; Manipulação; Articulação; e Naturalização.

3.2.2. Taxonomia de Bloom

Segundo Ferraz e Belhot (2010), de acordo com essa taxonomia, entende-se que, depois de
realizar um processo de ensino-aprendizagem, os alunos devem ter adquirido novas
habilidades e novos conhecimentos. Benjamin Bloom desenvolveu uma hierarquia dos

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objectivos educacionais que se pretende alcançar com os alunos. Deste modo, os alunos não
podem alcançar os objectivos superiores sem antes ter alcançado os objectivos inferiores
classificados na hierarquia. Dentro dessa hierarquia, três domínios são identificados: o
cognitivo, o afectivo e o psicomotor.

3.2.2.1. Domínio cognitivo de Bloom

Esse domínio da taxonomia de Bloom segundo Cardoso (2015), refere-se à área intelectual
dos alunos. Além disso, o domínio cognitivo compreende seis níveis ou subáreas que devem
ser levados em consideração: conhecimento, compreensão, aplicação, análise, síntese e
avaliação.

I. Conhecimento: esse nível refere-se ao conhecimento que os alunos devem ter sobre
dados específicos e às formas e meios de tratar esses dados. Geralmente trata-se de
elementos que devem ser memorizados. Amostra de verbos: escreva, liste, rotule,
nomeie, diga e defina.
II. Compreensão: para os alunos, esse nível consiste em capturar o sentido directo de
uma comunicação, de um fenómeno ou da apreciação de um fato que aconteceu.
Também cabe destacar que esse nível é subdividido em outros três níveis:
transferência (trocar uma forma de informação por outra), interpretação (explicar o
conceito de maneira personalizada) e extrapolação (determinar possíveis resultados ou
consequências). Amostra de verbos: explique, resuma, parafraseie, descreva e ilustre.
III. Aplicação: esse nível se refere à capacidade de aplicar as informações aprendidas em
um caso ou problema real ou levantado hipoteticamente. Amostra de verbos: use,
compute, resolva, demonstre, aplique e construa.
IV. Análise: nesse ponto, é quando as diferentes partes de um mesmo problema devem ser
divididas para serem analisadas minuciosamente. Assim, compreendemos três tipos de
análise: análise de elementos (identificar os elementos que compõem um todo), análise
de relacionamentos (capturar os relacionamentos existentes no mesmo evento) e
análise de princípios organizacionais (identificar linhas mestres que sustentam a
estrutura do problema). Amostra de verbos: analise, categorize, compare, contraste e
separe.
V. Síntese: refere-se à verificação dos elementos que compõem um todo, ou seja, a
verificação das diferentes partes que compõem o problema ou situação a ser avaliada.
Amostra de verbos: crie, planeie, elabore hipótese(s), invente e desenvolva.

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VI. Avaliação: esse último nível inclui a atitude crítica que os alunos devem ter diante dos
fatos que compõem o problema. Amostra de verbos: julgue, recomende, critique e
justifique.

3.2.2.2. Domínio afectivo de Bloom

Nesse domínio da taxonomia de Bloom, os objectivos educacionais são baseados na


consciência e no crescimento dos alunos quanto a atitudes, emoções e sentimentos (próprios e
dos outros) (Ferraz e Belhot, 2010). Segundo Cardoso (2015), dentro do domínio afectivo,
podem ser identificadas cinco subáreas, ordenadas hierarquicamente, do nível mais baixo ao
mais alto, os quais devem ser alcançados de maneira ordenada: recepção, resposta, avaliação,
organização e caracterização.

I. Recepção: nesse nível, os alunos devem ser capazes de prestar atenção e observar
passivamente as emoções e atitudes próprias e das pessoas ao seu redor. Em outras
palavras, trata-se de uma tomada de consciência de emoções e atitudes.
II. Resposta: os alunos devem participar activamente de seu processo de aprendizagem,
atendendo à estímulos (recepção) e reagindo a eles de uma maneira ou de outra.
III. Avaliação: os alunos devem atribuir valores aos objectos, fenómenos ou informações.
Trata-se de um comportamento internalizado e consciente.
IV. Organização: nesse nível, os alunos podem agrupar os diferentes valores atribuídos, as
diferentes informações e ideias e acomodar todo esse conjunto dentro do seu próprio
esquema mental. Deste modo, os alunos podem comparar, relacionar e elaborar todas
essas informações aprendidas.
V. Caracterização: nesse nível, os alunos já forjaram um valor ou crença particular que
influência no seu comportamento, tornando-se uma característica pessoal.

3.2.2.3. Domínio psicomotor de Bloom

Segundo Cardoso (2015), os objectivos educacionais do domínio psicomotor referem-se à


mudança desenvolvida no comportamento, na destreza ou nas habilidades psicomotoras dos
alunos, como por exemplo, a manipulação de objectos com as mãos. Esse domínio da
taxonomia de Bloom compreende cinco subáreas a serem consideradas: percepção,
predisposição, resposta guiada, resposta mecânica e resposta completa e clara.

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I. Percepção: esse é o primeiro dos níveis e consiste em que os alunos tomem


consciência do mundo exterior que os rodeia através dos sentidos.
II. Predisposição: os alunos devem demonstrar estar preparados fisicamente,
mentalmente e emocionalmente para poder realizar as actividades determinadas.
III. Resposta guiada: nesse nível, os alunos são orientados pelo professor ou por
instruções que os acompanham para realizar determinadas acções, ou seja, se trata de
realizar acções por meio de auxílios que posteriormente serão retirados no devido
momento.
IV. Resposta mecânica: quando os alunos realizaram as acções guiadas várias vezes,
gerando uma resposta mecânica para tais acções. Portanto, esse nível representa o
momento prévio ou anterior da resposta se tornar uma resposta automatizada habitual.
V. Resposta completa e clara: esse nível refere-se ao momento no qual os alunos são
capazes de realizar tais acções de maneira eficaz e eficiente, sem a necessidade de
qualquer ajuda.

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4. CONCLUSÃO

Embora todos os três domínios (cognitivo, afectivo e psicomotor) tenham sido amplamente
discutidos e divulgados, em momentos diferentes e por pesquisadores diferentes, o domínio
cognitivo é o mais conhecido e utilizado. Muitos educadores se apoiam nos pressupostos
teóricos desse domínio para definirem, em seus planeamentos educacionais, objectivos,
estratégias e sistemas de avaliação.

Todo desenvolvimento cognitivo deve seguir uma estrutura hierárquica para que, no
momento oportuno, os discentes sejam capazes de aplicar e transferir, de forma
multidisciplinar, um conhecimento adquirido. Entretanto, para que isso aconteça, o
planeamento é essencial e precisa ser estruturado de forma coerente, seja em torno de
objectivos bem definidos (gerais e específicos), da delimitação dos conteúdos, da escolha das
estratégias e instrumentos de avaliação, ou seja, para “medir” o que foi aprendido e
direccionar, de forma correctiva e formativa, todo processo educacional.

A utilização de instrumentos que facilitem essa actividade é fundamental e nesse contexto a


Taxonomia de Muller e Bloom tem colaborado significativamente, pois são instrumentos de
classificação de objectivos de aprendizagem de forma hierárquica (do mais simples para o
mais complexo) que pode ser utilizado para estruturar, organizar e planear disciplinas, cursos
ou módulos instrucionais.

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5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Cardoso, A. M. D. S. Uso da taxonomia de Bloom para modelagem de processo produtivo no


sector de serviços voltado à prática no ensino a distância. Universidade Federal do
Amazonas. Manaus, 2015.

Ferraz, A. P. C. M.; Belhot, R. V. Taxonomia de Bloom: revisão teórica e apresentação das


adequações do instrumento para definição de objectivos instrucionais. Gest. Prod., São
Carlos, v. 17, n. 2, 2010.

Hamze, A. A taxonomia e os objectivos educacionais. Disponível em:


https://educador.brasilescola.uol.com.br/trabalho-docente/a-taxonomia-e-os-objetivos-
educacionais.htm Acesso em 10 de Outubro de 2020.

Muller, S. Didáctica de Ciências Naturais. Editora escolar. 2005.

Rodrigues, J. A taxonomia de objectivos educacionais - um manual para o usuário. Editora


UNB, 2 edição, 1994.

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