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Curso Online:

Paternidade Responsável
O princípio da paternidade responsável..............................................................2

A importância da presença paterna na gestação................................................4

A família, base da sociedade, proteção do Estado.............................................5

Relação pai e filho...............................................................................................6

A Licença paternidade........................................................................................7

Cuidados com o bebê........................................................................................10

Cuidados com a criança....................................................................................11

O planejamento familiar....................................................................................13

A Nova Família: Bebê, Casamento e Vida pessoal..........................................15

A campanha pai presente.................................................................................16

Art.38 da Lei 13.257/16.....................................................................................17

Referências bibliográficas..................................................................................20

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O PRINCÍPIO DA PATERNIDADE RESPONSÁVEL

A busca pela definição perfeita de pai se elucida no sujeito de direitos e


deveres relativamente à pessoa dos filhos. Sendo a paternidade o amor e a
responsabilidade. Incutida na noção de paternidade a afetividade, uma vez que
é através do afeto que se consolida a relação parental, ressai assim, que o
afeto estritamente considerado, deve estar ligado intimamente à noção de
responsabilidade.

O princípio da paternidade responsável significa Responsabilidade e esta


começa na concepção e se estende até que seja necessário e justificável o
acompanhamento dos filhos pelos pais, respeitando-se assim, o mandamento
constitucional do art. 227, que nada mais é do que uma garantia fundamental.

Ao conceito de paternidade, tem-se a origem biológica ou socioafetiva. Ao


longo que o pai consanguíneo pode ser pai biológico apenas, mas não pai de
fato, posto que este, se existente, pode vir a se tornar pai de direito em
detrimento daquele que foi apenas personagem da concepção.

O princípio da paternidade responsável constitui uma ideia de responsabilidade


que deve ser observada tanto na formação como na manutenção da família

Ao tratar da família a Carta Constitucional, além de a considerar a base da


sociedade (art. 226), repetiu o princípio da igualdade:... Exercidos igualmente
pelo homem e pela mulher (§ 5º do art. 226). Enfatiza o § 7º do mesmo artigo:
Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade
responsável, o planejamento familiar é livre decisão do casal.

O princípio da paternidade responsável significa RESPONSABILIDADE e esta


começa na concepção e se estende até que seja necessário e justificável o

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acompanhamento dos filhos pelos pais, respeitando-se assim, o mandamento
constitucional do art. 227, que nada mais é do que uma garantia fundamental.

O princípio da paternidade responsável é garantido expressamente no


art. 226, § 7º da Constituição Federal:

“Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.

(...)

§ 7º Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade


responsável, o planejamento familiar é livre decisão do casal, competindo ao
Estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício desse
direito, vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou
privadas.”

A Lei nº 9263/96 veio regulamentar o § 7º do art. 226 da Constituição Federal,


que trata do planejamento familiar, estabelecendo, em seu art. 2º,
planejamento familiar como “o conjunto de ações de regulação da fecundidade
que garanta direitos iguais de constituição, limitação ou aumento da prole pela
mulher, pelo homem ou pelo casal.” Tem-se entendido que o princípio da
paternidade responsável está implicitamente inserido no bojo dessa Lei.

(...) A indenização por danos morais em decorrência de abandono afetivo


somente é viável quando há descaso, rejeição, desprezo por parte do
ascendente, aliado à ocorrência de danos psicológicos, não restando
evidenciada, no caso em comento, tal situação. Dada à complexidade das
relações familiares, o reconhecimento do dano moral por abandono afetivo
emerge como uma situação excepcionalíssima, razão pela qual a análise dos
pressupostos do dever de indenizar deve ser feita com muito critério.

É dizer: as circunstâncias do caso concreto devem indicar, de maneira


inequívoca, a quebra do dever jurídico de convivência familiar e, como
consequência inafastável, a prova de reais prejuízos à formação do indivíduo.
O fato de existir pouco convívio com seu genitor não é suficiente, por si só, a
caracterizar o desamparo emocional a legitimar a pretensão indenizatória. O
mero distanciamento afetivo entre pais e filhos não constitui, por si só, situação
capaz de gerar dano moral, restando, assim, ausente à demonstração dos
requisitos ensejadores do dever de indenizar, dispostos nos artigos 186, 187 e
927 do Código Civil, não havendo que se falar em indenização.

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A IMPORTÂNCIA DA PRESENÇA PATERNA NA GESTAÇÃO

O pai deve dar assistência em tudo que a grávida necessite – tanto nos
cuidados com o bebê como com ela mesma. Ele deve estar atento às consultas
médicas, aos exames necessários, à alimentação e ao controle do peso dela.
Tudo isso é importante para que a gestação não se torne mais pesada para a
mãe do que para o pai.

No parto, o papel paterno é de compreensão pelo momento único que a mulher


está passando, pelas dores que ele jamais vai sentir. Acima de tudo, a
presença do pai deve ajudar a gestante a se sentir segura.

Deve-se respeitar os próprios limites. O ideal é assistir ao parto se for para


passar tranquilidade e apoio à mãe e ao bebê. Caso contrário, é melhor
esperar que o recém-nascido chegue ao berçário.

A lei garante: tanto no sistema público como no privado, a gestante tem direito
a um acompanhante de livre escolha durante o trabalho de parto, o parto e o
pós-parto, sem pagar nenhuma taxa extra.

Desde o momento que o bebê nasce, o ideal é que o pai participe dos cuidados
com a criança: ele deve assistir ao banho demonstrativo, que é realizado em
diversos hospitais, conversar com os pediatras e enfermeiras, não ter vergonha
de perguntar e arriscar.

Desde o útero, a criança já escuta e discrimina a voz dos pais devido à


diferença de tonalidade. Portanto, o vínculo do bebê com a figura paterna se
inicia ainda no útero.

Quando um bebê é gerado, às mães cabe sentir as mudanças no corpo, assim


como os movimentos do bebê. Para o pai, no entanto, a gravidez é algo mais
subjetivo.

A primeira vantagem na transformação do papel do homem diz respeito


ao vínculo. Quem acompanha a gravidez de perto apresenta postura mais pró-
ativa em relação aos cuidados com o bebê após o nascimento.

Na gravidez, as alterações hormonais afetam o humor da mulher. A


participação do pai nesse momento único na vida dela vai deixá-la feliz por tê-
lo escolhido.

4
A FAMÍLIA, BASE DA SOCIEDADE, PROTEÇÃO DO ESTADO

Na Carta da República, promulgada em 5.10.1988, estabelece-se que a família


é base da sociedade, tendo especial proteção do Estado (art. 226, “caput”).

Na família se tem as primeiras experiências de empatia, de troca de emoções,


mesmo tendo-se tenra idade, como o bebê, existe aquela experimentação, tão
gratificante para os adultos e as crianças.

A família nasce naturalmente, não é criação do ser humano. Não se idealiza a


família. Ela emerge de contatos e envolvimentos de sentimentos. Depois, ela
tem a roupagem de casamento, de união estável, monoparental etc.

Ela é primordial para o crescimento, desenvolvimento e amadurecimento de


alguém. Caso seja bem constituída, a tendência é de se ter pessoas voltadas
ao progresso pessoal e social. Em caso contrário, a probabilidade de se
desejar lesar a comunidade e ter pensamentos destruidores é maior.

De regra, hodiernamente, exerce-se o “poder familiar” de maneira isonômica


(art. 226, § 5ª, da Constituição da República), ou seja, o pai e a mãe opinam
sobre a educação da prole. Podem sugerir métodos de ensino, escola, acesso
à leitura, lazeres, religião etc.

O Estado tem função primordial nesse exercício: não pode permitir a


interferência no seio familiar a incomodar a orientação dada pelos pais (art.
226, parágrafo 8º e 227, “caput”, da Lei Teto).

Daí, cuidado deve haver quando fiscaliza pessoas naturais e jurídicas que
querem desvirtuar conceito e ideias arraigados numa família. Não pode um
estranho ao núcleo familiar, até mesmo sob o argumento da “autoridade” que
acha possuir, desestruturar um jovem e incutir pensamentos diametralmente
opostos dos pais. Pode-se aclarar e emitir opiniões, mas não doutrinar a tal
ponto a trazer conflitos familiares internos, colocando pais contra filhos.

A família foi, é e será a base da sociedade. O foi e é são constatações da


realidade. O será não é exercício de premonição, entretanto, constatação de
que os jovens, no sentido lato, precisam de uma referência, de um substrato,
em quem confiar, eles buscam suas raízes. Essa a missão dos genitores. Não
é fácil, não é gratificante muitas vezes, ingrata, talvez, mas o que realiza o mais
humilde até o mais rico e poderoso de quem gera, adota, sente-se ligado de
maneira socioafetiva ou assume a responsabilidade por outrem (reprodução
assistida).

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RELAÇÃO PAI E FILHO

Pesquisas na psicologia mostram a importância dos pais na formação dos


filhos. Pai e mãe envolvidos no processo de criar e educar os filhos de forma
saudável.

A mulher entrou para o mercado de trabalho, reivindica direitos de igualdade


com o homem, requer mais participação do pai, há alto índice de separações
conjugais apartando pais de seus filhos, além de mudanças nas práticas
educacionais. Punições deram lugar ao diálogo e estabelecimentos de limites.
Liberdade sexual e mídia erotizada predispõem múltiplos parceiros sexuais
casuais e gravidez precoce e/ou indesejada. Infelizmente muitos filhos são
gerados e educados em meio a fortes conflitos entre os pais. Mulheres e
crianças sofrem esse impacto e os índices de maus-tratos, abandono, abusos,
pedofilia, estupros e morte de crianças e mulheres são alarmantes no Brasil.

A presença paterna atuante influencia a vida do filho. Estudiosos do assunto


reforçam a necessidade do envolvimento do pai, pois construir e alimentar um
bom relacionamento entre pai e filho faz muito bem para a criança e também
para o adulto.

Conversar, fazer elogios, refletir sobre os erros, partilhar interesses comuns,


transmitir conhecimentos, são algumas atitudes que devem estar presentes,
pois são muito importantes, na relação pai e filho.

Nada melhor que amar seu filho e demonstrar todo o seu carinho por ele e,
para auxiliar no desenvolvimento de uma boa relação pai e filho, uma dica é
procurar apoio profissional, assim você terá o suporte de quem realmente sabe
lidar com essa situação.

Filho: Te amo, Pai.

Pai: Te amo, Filho. Pode contar comigo, por toda vida.

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A LICENÇA PATERNIDADE

O princípio da paternidade responsável significa Responsabilidade e esta


começa na concepção e se estende até que seja necessário e justificável o
acompanhamento dos filhos pelos pais, respeitando-se assim, o mandamento
constitucional do art. 227, que nada mais é do que uma garantia fundamental.

A paternidade responsável gera uma sociedade diferente. E nesta sociedade,


os chamam a atenção para a importância do homem estar ao lado da mulher
na gestação, no parto e no cuidado do recém-nascido. Hoje, o pai, têm direito a
licença-paternidade. O pai participa da educação e dos cuidados da criança.

A importância da figura paterna recebe destaque desde antes do nascimento


do bebê. O apoio à companheira durante a gestação e a presença nos
primeiros dias pós-parto fazem toda a diferença. É a responsabilidade de
cuidar do pequeno, é a presença indispensável do pai.

A licença parental é um direito laboral disponível que prevê a ausência


remunerada do emprego para poder tomar conta de uma criança ou para
realizar tarefas que proporcionem bem-estar à criança. A licença paternidade
foi criada por reconhecer a necessidade da mãe em ter auxílio no pós-parto. A
licença paternidade é direito garantido inicialmente pela Consolidação das Leis
do Trabalho (CLT), no artigo 473, III, que prevê que o trabalhador poderá faltar
por um dia, sem dedução do salário, durante a primeira semana após o
nascimento do filho(a).

A lei não deixa claro a forma de contagem de prazo. Conta-se em dias corridos,
por ser licença remunerada, e deve ter início em dia útil. Se o nascimento
acontecer um pouco antes das férias, deverá ser concedida a licença de 5 dias,
e somente no 6º dia as férias terão início.

Por meio da Lei nº 13.257/16, passou a existir a possibilidade de prorrogação


do prazo da licença paternidade em 15 dias, totalizando 20 dias. A paternidade
responsável tornou-se norma jurídica, traduzida em regras e princípios
constitucionais. E nela está inserido os princípios da dignidade humana, da
responsabilidade e da afetividade.

O pai que educa e sustenta não é necessariamente o biológico, mas também


pode ser adotivo ou advindo de uma inseminação artificial heteróloga. A partir
do momento em que a paternidade for considerada, problemas sociais

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começam a acontecer. O descompromisso de pais com seus filhos, têm sido
frequente em nossa realidade brasileira. Nestes casos, recorre-se à justiça.

Dificilmente a mãe abandona um filho, a quase totalidade desse abandono é


por parte do pai. A responsabilidade é um princípio jurídico e deve ser
observada e respeitada em todas as relações jurídicas, especialmente nas
relações familiares entre pais e filhos. Para o estabelecimento do vínculo de
parentalidade basta que se identifique quem desfruta da condição de pai, quem
o filho considera seu pai.

De acordo com o Art. 229, O princípio da responsabilidade perpassa e se


desdobra também no princípio da paternidade responsável. É necessário
colocar limite e responsabilizar os sujeitos para que seja possível o convívio e a
organização social. A responsabilidade não busca apenas a reparação para os
atos do passado, mas também cumprir os deveres éticos, voltados para o
futuro.

Concluímos que a paternidade responsável tem por função unir mais os pais e
toda a família. Dificilmente haverá quem se sinta bom filho se puder vir a
pensar que veio ao mundo contra a vontade de seus pais. Pesquisas na
psicologia mostram a importância dos pais na formação dos filhos. Pai e mãe
são envolvidos no processo de criar e educar os filhos de forma saudável.

No Projeto de Lei 8.560/92, o Ministério Público Federal criou o Projeto


Paternidade Responsável em todo o país, que identifica nas escolas crianças e
adolescentes que estão sem o nome do pai no registro de nascimento. E este
programa tenta criar novos laços familiares com responsabilidade, cooperação
e carinho dos pais. Estabelecida uma pensão, o pai é obrigado a pagá-la.
Quem não paga pode ser preso.

Transcrição do artigo 473, III da CLT:

"O empregado poderá deixar de comparecer ao serviço sem prejuízo do


salário:

III - por um dia, em caso de nascimento de filho, no decorrer da primeira


semana;"

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A licença-paternidade de 5 (cinco) dias foi concedida pela Constituição
Federal/88 em seu artigo 7º, XIX e art. 10, § 1º, do Ato das Disposições
Constitucionais Transitórias - ADCT, o que até então era de 1 (um) dia
conforme estabelecia o artigo 473, III da CLT.

Transcrição dos artigos:

Artigo 7º CF: "São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros
que visem à melhoria de sua condição social:

.....

XIX - licença-paternidade, nos termos fixados em lei;"

Artigo 10 ADCT: "Até que seja promulgada a Lei Complementar a que se


refere o art. 7º, I, da Constituição:

......

§ 1º - Até que a lei venha a disciplinar o disposto no art. 7º, XIX, da


Constituição, o prazo da licença-paternidade a que se refere o inciso é de cinco
dias."

Ainda que se possa comparar a licença-maternidade com a paternidade, esta


não pode ser considerada como auxílio-previdenciário, primeiro por não constar
no rol de benefícios previstos no art. 201 da Constituição Federal e segundo,
pela previsão disposta no art. 10, § 1º do ADCT, ou seja, a própria CF prevê a
necessidade de a licença-paternidade ser disciplinada por lei.

Como a Lei 8.213/91 (que dispõe sobre os Planos de Benefícios da


Previdência Social) não se manifesta sobre a licença-paternidade, tem-se que
tal benefício (diferentemente da licença-maternidade) não pode ser abatido
pela empresa na GPS, quando da obrigação do recolhimento dos encargos à
Previdência Social.

Em suma, a licença-paternidade não é um benefício previdenciário, porquanto


deverá ser suportada exclusivamente pelo empregador que tem o dever de
remunerar o empregado durante estes 5 dias, consoante entendimento
extraído do item 5 das disposições específicas da Instrução Normativa MTE
1/1988.

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CUIDADOS COM O BEBÊ

Além do famoso teste do pezinho, o bebê faz também os testes do olhinho,


coraçãozinho e linguinha para checar se há doenças congênitas, síndromes ou
alguma outra ameaça à saúde. Eles também são vacinados ainda no hospital
contra a hepatite B e tomam a BCG, que protege da tuberculose.

A primeira visita ao seio materno deve ocorrer de preferência na sala de parto.


Mesmo que o bebê não sugue nesse momento, o importante é estimular o
contato pele a pele, pois ele torna mais fácil a amamentação. Depois o filho sai
da sala para tomar as vacinas e fazer os testes iniciais. Embora algumas
maternidades ofereçam fórmulas lácteas durante esse período, o bebê
geralmente tem uma reserva de nutrientes que suporta algumas horas até a
próxima mamada.

Os médicos desencorajam visitas no primeiro mês de vida, mas caso queira


receber alguém, certifique-se de que a pessoa esteja saudável e de que as
visitas sejam curtas, em torno de 15 minutos. Todos tem que lavar as mãos
imediatamente antes de tocar no bebê. A mesma regra vale para os pais.

O filho acaba de sair de um ambiente de pura paz, o útero materno. Por isso, a
casa deve ser igualmente tranquila e silenciosa nos primeiros dias de vida.
Especialmente durante a amamentação e na hora de dormir.

Ainda na maternidade, a enfermeira fará um banho demonstrativo no quarto.


Depois, é só reproduzir em casa, seguindo alguns passos. Primeiro, deixe tudo
que precisará por perto – a saber, sabonete líquido de glicerina hipoalergênico,
que servirá para corpo e cabeça, toalha, algodão, fralda e roupa. A água da
banheira deve estar em 36 graus, quentinha mas confortável. Os especialistas
recomendam que bem nesse início da vida, o corpo do bebê seja enrolado
numa toalha para a cabeça ser lavada primeiro. Depois, seque a cabeça e aí
lave o corpo, gentilmente.

Na hora de fazer a troca, evite lenços umedecidos, que contém químicos que
podem irritar a pele do bebê. Prefira algodão e água morna. Meninos e
meninas devem ser sempre limpos da frente para trás, e no caso deles o
prepúcio não deve ser forçado para baixo. A limpeza é sempre suave.

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CUIDADOS COM A CRIANÇA

4 a 6 meses

Ao oferecer algo para o bebê (comida, brinquedo etc.), espere um pouco para
ver sua reação. Com isso, ele aprenderá a expressar aceitação, prazer e
desconforto.

Acostume o bebê a dormir mais à noite.

Ofereça brinquedos a pequenas distâncias, dando a ele a chance de alcançá-


los.

Proporcione estímulos sonoros ao bebê, fora do seu alcance visual, para que
ele tente localizar de onde vem o som, virando a cabeça.

Estimule-o a rolar, mudando de posição (de barriga para baixo para barriga
para cima). Use objetos e outros recursos (brinquedos, palmas etc.).

9 meses a 1 ano

Brinque com a criança com músicas, fazendo gestos (bater palmas, dar tchau
etc.), solicitando sua resposta.

Coloque ao alcance da criança, sempre na presença de um adulto, objetos


pequenos como tampinhas ou bolinha de papel pequena, para que ela possa
apanhá-los, usando o movimento de pinça (dois dedinhos). Muito cuidado para
que ela não coloque esses objetos na boca, no nariz ou nos ouvidos.

Converse com a criança e use livros com figuras. Ela pode falar algumas
palavras como (mamã, papá, dá) e entende ordens simples como “dar tchau”.

Deixe a criança no chão para que ela possa levantar-se e andar se apoiando.

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1 ano a 1 ano e 3 meses

Seja firme e claro com a criança, mostrando-lhe o que pode e o que não pode
fazer.

Afaste-se da criança por períodos curtos, para que ela não tenha medo da sua
ausência.

Estimule o uso das palavras em vez de gestos, usando rimas, músicas e sons
comumente falados.

Ofereça à criança objetos de diversos tamanhos, para que ela aprenda a


encaixar e retirar um objeto do outro.

Crie oportunidades para ela se locomover com segurança, para aprender a


andar sozinha.

A criança é um ser humano em pleno desenvolvimento. As experiências vividas


nos primeiros anos de vida são fundamentais para a formação do adulto que
ela será no futuro. Por isso, é muito importante que a criança cresça em um
ambiente saudável, cercada de afeto e com liberdade para brincar.

Para cuidar da criança, educar e promover sua saúde e seu desenvolvimento


integral, é importante a parceria entre os pais, a comunidade e os profissionais
de saúde, de assistência social e de educação.

É importante estimular desde cedo o desenvolvimento da criança para que ela


adquira autoconfiança, autoestima e desenvolva capacidade de relacionar-se
bem com outras crianças, com a família e com a comunidade. Desse modo,
terá maior possibilidade de tornar-se um adulto bem adaptado socialmente.

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O PLANEJAMENTO FAMILIAR

O planejamento familiar pode envolver a consideração do número de filhos que


uma mulher deseja ter, incluindo a opção de não ter filhos, bem como a idade
em que ela deseja tê-los e o espaçamento entre o nascimento dos filhos. Esses
assuntos são influenciados por fatores externos, como a situação conjugal,
considerações de carreira, posição financeira e quaisquer deficiências que
possam afetar sua capacidade de ter filhos e criá-los.

Sustentar uma criança requer quantidades significativas de recursos, como


tempo, social, financeiro e ambiental. O planejamento pode ajudar a garantir
que os recursos estejam disponíveis. O objetivo do planejamento familiar é
garantir que qualquer casal, homem ou mulher que tenha um filho tenha os
recursos necessários para cumprir esse objetivo. Com esses recursos, um
casal, homem ou mulher, pode explorar as opções de nascimento natural,
barriga de aluguel, inseminação artificial ou adoção. No outro caso, se a
pessoa não desejar ter um filho no momento específico, poderá investigar os
recursos necessários para evitar a gravidez, como controle de natalidade,
contraceptivos ou proteção e prevenção física.

Não há um caso claro de impacto social a favor ou contra a concepção de um


filho. Individualmente, para a maioria das pessoas, ter ou não um filho não tem
impacto mensurável no bem-estar da pessoa. Uma revisão de algumas
publicações econômicas sobre a satisfação com a vida mostra que certos
grupos de pessoas são muito mais felizes sem filhos, entre eles:

 Pais solteiros
 Pais que trabalham e criam os filhos igualmente.
 Solteiros
 Os divorciados
 Os pobres
 Aqueles cujos filhos têm mais de 3 anos
 Aqueles cujos filhos estão doentes

No entanto, os adotados e os adotantes relatam que são mais felizes após a


adoção. A adoção também pode garantir custos de incapacidade pré-natal ou
infantil, que podem ser antecipados com a triagem pré-natal ou com referência
aos fatores de risco dos pais.
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Sobre o planejamento familiar, a Constituição brasileira de 1988 estabelece:

“ Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da


paternidade responsável, o planejamento familiar é livre decisão
do casal, competindo ao Estado propiciar recursos para o exercício ”
desse direito, vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituições
oficiais ou privadas.

A Lei 9 263, sancionada em 12 de Janeiro de 1996, regulamenta o


planejamento familiar no Brasil e estabelece, em seu artigo 2º:

“ Para fins desta Lei, entende-se planejamento familiar como o conjunto


de ações de regulação da fecundidade que garanta direito igual de
constituição, limitação ou aumento da prole pela mulher, pelo homem ou
pelo casal. ”

A mesma lei só permite a esterilização voluntária "em homens e mulheres


com capacidade civil plena e maiores de vinte e cinco anos de idade ou, pelo
menos, com dois filhos vivos".

A lei 11 935, de 2009, estabelece, por outro lado, que é obrigatória a cobertura
de planos de saúde para o planejamento familiar.

Conforme a lei federal 9.263/96, o planejamento familiar é direito de todo o


cidadão e se caracteriza pelo conjunto de ações de regulação da fecundidade
que garanta direitos iguais de constituição, limitação ou aumento da prole pela
mulher, pelo homem ou pelo casal. Em outras palavras, planejamento familiar é
dar à família o direito de ter quantos filhos quiser, no momento que lhe for mais
conveniente, com toda a assistência necessária para garantir isso
integralmente. Para o exercício do direito ao planejamento familiar, devem ser
oferecidos todos os métodos e técnicas de concepção e contracepção
cientificamente aceitos e que não coloquem em risco a vida e a saúde das
pessoas, garantindo a liberdade de opção.

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A NOVA FAMÍLIA: BEBÊ, CASAMENTO E VIDA PESSOAL

A tranquila vida a dois é substituída pela dinâmica de família, com novos


papeis e atribuições. Agora, além de esposa e marido, é preciso aprender a ser
mãe e pai. Lidar com toda a carga de responsabilidade que esses títulos
representam não é nada fácil, mas com muita disposição e diálogo é possível
alcançar o equilíbrio necessário.

Aquele dinheirinho que era reservado para uma viagem ou uma reforma no
apartamento agora tem como prioridade a mensalidade da escola e todos os
outros gastos que os filhos demandam. A reforma e a viagem ficam para
“quando der”.

Com o bebê em primeiro lugar, as necessidades do casal ficam sempre para


depois. Mas, pelo menos no início, o espaço para os papeis de marido e
esposa é praticamente nulo. Sobra pouco tempo para o casal, o que exige
muita paciência dos dois.

Todos os casais são enfáticos sobre a importância da justa divisão de


tarefas para o equilíbrio da nova família.

Por mais unido que seja o casal, é muito difícil que toda essa reviravolta
aconteça de maneira tranquila. Por isso, a disposição ao diálogo é
fundamental.

Como é difícil lidar bem com a chegada de um bebê, nem sempre as uniões
perduram.

A maior prova de amor é enxergar para além do momento e perceber o quanto


aquele ser pode unir o casal. Além da paixão, também é importante manter a
admiração e o respeito.

Seus planos para o futuro, seja próximo ou mais distante, passam a incluir uma
criança, você tem (bem) menos horas de sono e os brinquedos entram como
parte da decoração da sua sala.

Seu filho nem sempre tem o comportamento, os gostos ou as vontades que


você esperava e conviver com as diferenças não é tarefa das mais fáceis.

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A CAMPANHA PAI PRESENTE

O direito à paternidade é garantido pelo artigo 226, § 7º, da Constituição


Federal de 1988. O programa Pai Presente, coordenado pela Corregedoria
Nacional de Justiça, objetiva estimular o reconhecimento de paternidade de
pessoas sem esse registro.

A declaração de paternidade pode ser feita espontaneamente pelo pai ou


solicitada por mãe e filho. Em ambos os casos, é preciso comparecer
ao cartório de registro civil mais próximo do domicílio para dar início ao
processo.

A iniciativa busca aproveitar os 7.324 cartórios com competência para registro


civil do país, existente em muitas localidades onde não há unidade da Justiça
ou postos do Ministério Público (MP), para dar início ao reconhecimento de
paternidade tardia. A partir da indicação do suposto pai, feita pela mãe ou filho
maior de 18 anos, as informações são encaminhadas ao juiz responsável. Este,
por sua vez, vai localizar e intimar o suposto pai para que se manifeste quanto
a paternidade, ou tomar as providências necessárias para dar início à ação
investigatória.

O genitor que deseja reconhecer o (a) filho (a) deve se dirigir a esse tipo de
Cartório (que não precisa ser o que o bebê foi registrado), identificando-se e
preenchendo um termo de consentimento. A finalização do reconhecimento
depende da concordância da mãe ou do filho (se já tiver atingido a maioridade).

No segundo caso, em que não há concordância do genitor, este será


notificado, podendo concordar ou recusar a alegação de filiação. Caso o
suposto pai não responda à notificação, o Ministério Público ou a Defensoria
Pública será notificado (a) para dar entrada na ação de investigação de
paternidade, o que pode ser feito também por advogado particular.

Nesse tipo de processo será feito, quando necessário, o exame de DNA e,


recusando-se o suposto pai a realizá-lo, será reconhecido por presunção como
genitor.

16
ART.38 DA LEI 13.257/16

Art. 14. As políticas e programas governamentais de apoio às famílias,


incluindo as visitas domiciliares e os programas de promoção da paternidade e
maternidade responsáveis, buscarão a articulação das áreas de saúde,
nutrição, educação, assistência social, cultura, trabalho, habitação, meio
ambiente e direitos humanos, entre outras, com vistas ao desenvolvimento
integral da criança.

§ 1º Os programas que se destinam ao fortalecimento da família no exercício


de sua função de cuidado e educação de seus filhos na primeira infância
promoverão atividades centradas na criança, focadas na família e baseadas na
comunidade.

§ 2º As famílias identificadas nas redes de saúde, educação e assistência


social e nos órgãos do Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do
Adolescente que se encontrem em situação de vulnerabilidade e de risco ou
com direitos violados para exercer seu papel protetivo de cuidado e educação
da criança na primeira infância, bem como as que têm crianças com
indicadores de risco ou deficiência, terão prioridade nas políticas sociais
públicas.

§ 3º As gestantes e as famílias com crianças na primeira infância deverão


receber orientação e formação sobre maternidade e paternidade responsáveis,
aleitamento materno, alimentação complementar saudável, crescimento e
desenvolvimento infantil integral, prevenção de acidentes e educação sem uso
de castigos físicos, nos termos da Lei nº 13.010, de 26 de junho de 2014 , com
o intuito de favorecer a formação e a consolidação de vínculos afetivos e
estimular o desenvolvimento integral na primeira infância.

§ 4º A oferta de programas e de ações de visita domiciliar e de outras


modalidades que estimulem o desenvolvimento integral na primeira infância
será considerada estratégia de atuação sempre que respaldada pelas políticas
públicas sociais e avaliada pela equipe profissional responsável.

§ 5º Os programas de visita domiciliar voltados ao cuidado e educação na


primeira infância deverão contar com profissionais qualificados, apoiados por
medidas que assegurem sua permanência e formação continuada.

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Art. 38. Os arts. 1º, 3º, 4º e 5º da Lei nº 11.770, de 9 de setembro de 2008 ,
passam a vigorar com as seguintes alterações: (Produção de efeito)

“ Art. 1º É instituído o Programa Empresa Cidadã, destinado a prorrogar:

I - por 60 (sessenta) dias a duração da licença-maternidade prevista no inciso


XVIII do caput do art. 7º da Constituição Federal ;

II - por 15 (quinze) dias a duração da licença-paternidade, nos termos desta


Lei, além dos 5 (cinco) dias estabelecidos no § 1º do art. 10 do Ato das
Disposições Constitucionais Transitórias .

§ 1º A prorrogação de que trata este artigo:

I - será garantida à empregada da pessoa jurídica que aderir ao Programa,


desde que a empregada a requeira até o final do primeiro mês após o parto, e
será concedida imediatamente após a fruição da licença-maternidade de que
trata o inciso XVIII do caput do art. 7º da Constituição Federal ;

II - será garantida ao empregado da pessoa jurídica que aderir ao Programa,


desde que o empregado a requeira no prazo de 2 (dois) dias úteis após o parto
e comprove participação em programa ou atividade de orientação sobre
paternidade responsável.

§ 2º A prorrogação será garantida, na mesma proporção, à empregada e ao


empregado que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de
criança.” (NR)

“ Art. 3º Durante o período de prorrogação da licença-maternidade e da licença-


paternidade:

I - a empregada terá direito à remuneração integral, nos mesmos moldes


devidos no período de percepção do salário-maternidade pago pelo Regime
Geral de Previdência Social (RGPS);

II - o empregado terá direito à remuneração integral.” (NR)

“ Art. 4º No período de prorrogação da licença-maternidade e da licença-


paternidade de que trata esta Lei, a empregada e o empregado não poderão
exercer nenhuma atividade remunerada, e a criança deverá ser mantida sob
seus cuidados.

Parágrafo único. Em caso de descumprimento do disposto no caput deste


artigo, a empregada e o empregado perderão o direito à prorrogação.” (NR)

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“ Art. 5º A pessoa jurídica tributada com base no lucro real poderá deduzir do
imposto devido, em cada período de apuração, o total da remuneração integral
da empregada e do empregado pago nos dias de prorrogação de sua licença-
maternidade e de sua licença-paternidade, vedada a dedução como despesa
operacional.

A Lei nº 13.257/16 dispõe sobre políticas públicas para a primeira infância,


tratando de diversos assuntos. Entre estes, em seu art. 38, altera a Lei nº
11.770/08, que instituiu o programa “empresa cidadã”, cujo objetivo inicial era
prorrogar a licença-maternidade em sessenta dias, para passar a abranger
também a prorrogação da licença-paternidade, em quinze dias além dos cinco
já previstos no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.

Assim, a licença-paternidade não foi ampliada para todos, mas apenas para os
empregados daquelas empresas que aderiram ao programa. Além disso, o
empregado deve comprovar participação em programa ou atividade de
orientação sobre paternidade responsável.

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Referências Bibliográficas

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obrigação alimentar.

Disponível em:

https://ambitojuridico.com.br/edicoes/revista-164/principio-da-paternidade-
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Danielli Xavier Freitas. JusBrasil.Princípio da Paternidade Responsável.

Disponível em:

https://daniellixavierfreitas.jusbrasil.com.br/noticias/144731896/principio-da-
paternidade-
responsavel#:~:text=O%20princ%C3%ADpio%20da%20paternidade%20respo
ns%C3%A1vel%20significa%20RESPONSABILIDADE%20e%20esta%20come
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Disponível em:

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no nascimento do bebê.

Disponível em:

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meninos.

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Núcleo de Telessaúde Rio Grande do Sul. O que é planejamento familiar?

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Lá vêm Bebê. A chegada de um bebê muda a vida do casal. Saiba como lidar!

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NAÍMA SALEH.A chegada dos filhos pode melhorar o relacionamento com seu
parceiro, sim!

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Disponível em:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13257.htm

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Disponível em:

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