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Arcenio Artur Munguambe

Trabalho de: : INTRODUÇÃO À TEORIA DE ADMINISTRAÇÃO

PÚBLICA

Xai-Xai, Outubro de 2020


Índice
1. Introdução................................................................................................................................. 1

1.1. Objectivos ......................................................................................................................... 1

1.1.1. Geral ......................................................................................................................................1

1.1.2. Especificos ............................................................................................................................1

2. Quadro teórico .......................................................................................................................... 2

2.1. Administração Pública .......................................................................................................... 2

2.2. Politica .............................................................................................................................. 3

2.3. Governo ............................................................................................................................ 4

2.4. Estado................................................................................................................................ 5

3. desenvolvimento....................................................................................................................... 9

3.1. Relação entre administração publica com estado ................................................................. 9

3.2. Relação entre administração publica com politica.......................................................... 10

3.3. Relação entre administração publica com governo ........................................................ 11

4. considerações finais................................................................................................................ 12

Referencia Bibliografica. ............................................................................................................... 13


1. Introdução

O presente trabalho tem como tema em foco Administração Publica na Governação, analisando-se
este tema numa perspectiva de relação entre a Administração Publica com o Governo, com o Estado
e com a Politica.

Antes de falar da administração publica se torna importante concetualizar antes administração.

Administração pode ser definida como uma actividade que se concretiza na combinação de meios
humanos, materiais e financeiro levada acabo no seio duma organização; administração é uma
acção humana que consiste em prosseguir certos objectivos através dofuncionamento da
organização.
As primeiras manifestações da administração pública começam a ser produzidas no âmbito local e
não do Estado, daí que se considera que a administração pública não é uma actividade exclusiva
do Estado. A administração pública era predominantemente municipal, reservando se actividades
de justiça, fiscalização e política aos monarcas. No século XIX, a administração pública continuava
restrito a um âmbito bastante limitado e a actividade administrativa estava integrada na esfera do
poder local, sobretudo dos municípios. Graças ao progresso da técnica, a preocupação económica
na vida das nações e a difusão das ideias socialistas é que o Estado começa a intervir na vida social
e alarga desse modo a sua administração.

1.1.Objectivos
1.1.1. Geral
 falar da Administração Publica na Governação, analisando-se este tema numa perspectiva de
relação entre a Administração Publica com o Governo, com o Estado e com a Politica.
1.1.2. Especificos

 Definir Administração Publica, governo, politica e estado;


 Relacionar Administracao publica com governo, politica e estado;
 A Administração pública frente à perspectiva para económica de desenvolvimento.

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2. Quadro teórico
2.1.Administração Pública

Antes de iniciar o estudo de administração pública é necessário antes distinguir esta da


administração.

De acordo com manual do ISCED, Introdução à administração publica, A administração, também


chamada gerenciamento ou gestão de empresas, é uma ciência humana fundamentada em um
conjunto de normas e funções elaboradas para disciplinar elementos de produção.

A administração estuda os empreendimentos humanos com o objectivo de alcançar um resultado


eficaz e retorno (com ou sem fins lucrativos) de forma sustentável e com responsabilidade social.
A administração compreende um conjunto de decisões e operações, mediante as quais alguém
procura prover a satisfação regular de necessidades humanas, obtendo e empregando racionalmente
os recursos adequados. ISCED, Introdução a teoria da administração publica

Portanto, administração é uma actividade que se concretiza na combinação de meios humanos,


materiais e financeiro levada a cabo no seio duma organização; administração é uma acção humana
que consiste em prosseguir certos objectivos através do funcionamento da organização.

Portanto, podemos dizer que administração pública é uma actividade desenvolvida não só pelo
Estado como também por outras entidades públicas. O facto de se dar mais relevo a administração
pública do Estado não significa que outras não existem mas sim pelo facto do Estado ter uma
dimensão maior e pelas actividades que ela desenvolve.

Assim, quando falamos das actividades do Estado, temos aquelas que são formadas por actos
materialmente jurídicos e outros que consistem na prática de actos que não o são.

As funções jurídicas têm a ver com a criação e aplicação do Direito. Podemos subdividir esta
função em duas, a saber, a A função não jurídica do Estado que constitui outra actividade do

Estado, não se resume na tradução, criação ou aplicação da lei. Ela também subdivide-se em duas,
a saber, a política e a técnica. A função política é virada para o interesse geral, desenvolve-se para
definir os ideais colectivos e escolher os objectivos concretos a prosseguir em cada época e os
meios necessários para alcançar. A função política traduz-se na governação, ou melhor, escolher
os rumos ou soluções possíveis consideradas preferíveis para a conservação da sociedade política.
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A política traduz-se em decisões destinadas a eleger os meios adequados à prossecução dos fins do
Estado. egislativa e a executiva.

Administração pública em sentido orgânico é constituída pelo conjunto de órgãos, serviços e


agentes do Estado e demais organizações públicas que asseguram em nome da colectividade a
satisfação disciplinada, regular e contínua das necessidades colectivas de segurança, cultura e bem-
estar

2.2.Politica

A análise de políticas públicas intensifica-se no Brasil a partir de 1980, proveniente da dinâmica


política e das transformações que o país enfrentava, com reformas econômicas e políticas nas áreas
de saúde, educação, previdência, saneamento, dentre outras. Buscava-se, portanto, entender quais
eram as possibilidades e os óbices para a implantação de mudanças, constitucionalmente inscritas
e dependentes de decisões governamentais.

O termo Políticas Públicas pode ser expresso a partir da caracterização dada por Rodrigues (2010),
ao afirmar é o processo em que diversos grupos, cujos interesses divergem, tomam decisões
coletivas que direcionam a sociedade. Sobre isso, Souza (2006, p. 25) expressa que “as políticas
públicas repercutem na economia e nas sociedades, daí por que qualquer teoria da política pública
precisa também explicar as inter-relações entre Estado, política, economia e sociedade”.

O processo de redemocratização pautada numa transição de Estado burocrático para uma reforma
gerencial do Estado, que se iniciou em 1970 e que foi acentuada em 1980, impulsionou a
necessidade de democratização do acesso a serviços e à participação política, estimulando a
geração de muitos trabalhos científicos que passaram a analisar as políticas setoriais com o intuito
de interpretá-las e de propor mudanças no desenho institucional vigente (PEREIRA, 1996).

A descentralização das atribuições do Estado se acentuou a partir da metade dos anos da década de
1990, período em que o país passava por uma crise de governabilidade, sendo esta ainda, incitada
pelos processos de globalização, os quais passaram a exigir do Estado novos comportamentos para
satisfazer as demandas sociais por meio da busca pela viabilização de bem-estar, seg, segurança e
justiça, fatores que compreendem o tripé para a promoção do bem-comum. Vale destacar que, no
regime democrático, as descentral

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2.3.Governo

RODRIGUES M. M. A. – (2010) “Por Governo entendemos o conjunto de indivíduos que orientam


os rumos da sociedade, pois ocupam posições na cúpula do Estado”.

O Governo, por sua vez, é o núcleo decisório do Estado, formado por membros da elite política, os
quais estão encarregados da gestão pública. Possui caráter transitório nas democracias, isto é, os
que ocupam os cargos governamentais devem, por princípio, ser substituídos periodicamente de
acordo com as preferências da sociedade.

O Governo é o conjunto de órgãos e atividades exercidas no sentido de conduzir politicamente o


Estado, definindo suas diretrizes supremas. É diferente da Administração Pública em sentido
estrito, que tem a função de realizar concretamente as diretrizes traçadas pelo Governo. Portanto,
enquanto o Governo age com ampla discricionariedade, a Administração Pública atua de modo
subordinado.

Governar é "controlar, comandar, dirigir, conduzir". Quem está no Governo sempre exerce o poder
político. O poder de um chefe de Governo (presidente eleito) é legítimo e institucionalizado.

O Governo de Moçambique é o Conselho de Ministros (art. 200º da Constituição da República).


Esse é composto pelo Presidente da República, Primeiro/a Ministro/a e pelos Ministros (art. 201º
da Constituição da República de Moçambique). Certamente já ouvimos falar do Primeiro/a
Ministro/a, do Ministro/a da Educação, da Agricultura, das Obras Públicas e Habitação, do
Trabalho, do Interior, da Justiça, e outros. Estes compõem o governo de Moçambique chefiados
pelo Presidente da República. A função principal do Conselho de Ministros é assegurar a
administração do país (veja art. 203º da Constituição da República de Moçambique para mais
funções). O Conselho de Ministros observa as decisões do Presidente da República e as
deliberações da Assembleia da República (art. 202º da Constituição da República de Moçambique).
Compete ainda ao Governo (art. 204º da Constituição da República de

Moçambique):

 Garantir o gozo dos direitos e liberdades dos cidadãos;


 Dirigir a política laboral e a segurança social;
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 Estimular a apoiar o exercício da actividade empresarial e da iniciativa privada e proteger os
interesses do consumidor e do público em geral, etc.
2.4.Estado

Ao buscarmos o conceito de Estado percebemos que existem divergências entre as correntes


teóricas. Assim optamos pelas definições se seguem para fins do nosso estudo, o que não impede
que você pesquise outras formulações nas indicações bibliográficas.

Estado é o espaço maior de ordenamento político, onde se busca a racionalidade (sempre


inatingível) do sistema capitalista, por meio de um conjunto, relativamente diversificado, de
instituições (Engels, 1966; Burdeau, 1970; Carnoy, 1990).

De acordo com Artigo 1 (República de Moçambique)A República de Moçambique é um Estado


independente, soberano, democráticoe de justiça social.

Acepção filosófica

De acordo com Hegel apud manual da ISCED, definiu o Estado como a “realidade da ideia moral”,
a “substância ética consciente de si mesma”, a “manifestação visível da divindade”, colocando-o
na rotação de seu princípio dialéctico da Ideia como a síntese do espírito objectivo, o valor social
mais alto, que concilia a contradição Família e Sociedade, como instituição acima da qual sobre
paira meramente o absoluto, em exteriorizações dialécticas, que abrangem a arte, a religião e a
filosofia
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Acepção jurídica

Para Kant apud Manual da ISCED colhe-se acerca do Estado conceito muito vazio, inferior à
definição clássica que nos deu do Direito. Com seu formalismo invariável, viu Kant no Estado
apenas o ângulo jurídico, ao concebê-lo como “a reunião de uma multidão de homens vivendo sob
as leis do Direito”.

Concepção Sociológica

O notável pensador confessa que o pessimismo sociológico domina os espíritos. O conceito de


Estado que elabora está esgotado nas influências marxistas de seu pensamento. O Estado, pela
origem e pela essência, não passa daquela “instituição social, que um grupo vitorioso impôs a um
grupo vencido, com o único fim de organizar o domínio do primeiro sobre o segundo e resguardar-
se contra rebeliões intestinas e agressões estrangeiras”.

O Estado constitucional moderno não se desvinculou na teoria de Oppenheimer de sua índole de


organização da violência e do jugo económico a que uma classe submete outra. Célebre é a
passagem em que ele sustenta que, pela forma, esse Estado é coação e pelo conteúdo exploração
económica.

Elementos constitutivos do Estado

São três os elementos constitutivos do estado: Território, Povo e Poder Politico. São esses
elementos de ordem formal e de ordem material. De ordem formal, há o poder político na
Sociedade, que, segundo Duguit, surge do domínio dos mais fortes sobre os mais fracos. E de
ordem material, o elemento humano, que se qualifica em graus distintos, como população, povo e
nação, isto é, em termos demográficos, jurídicos e culturais, bem como o elemento território,
compreendidos estes, como “grupo humano fixado num determinado território”.

Território

Artigo 6 (Território) 1. O território da República de Moçambique é uno, indivisível e inalienável,


abrangendo toda a superfície terrestre, a zona marítima e o espaço aéreo delimitados pelas
fronteiras nacionais.

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Funções do Estado

O problema da finalidade do Estado é de grande importância prática, sendo impossível chegar-se


a uma ideia completa de Estado sem ter consciência de seus fins. A finalidade tem sido reconhecida
como de grande importância, havendo uma série de teorias em torno dela, devendo-se ressaltar,
também em relação a este assunto, a notável contribuição de Jellinek. Como é evidente, após a
publicação de sua obra o mundo sofreu profundas transformações, inclusive as consequências de
duas guerras mundiais, com reflexos na concepção da finalidade e das funções do Estado. Mas a
partir de seus estudos, com o complemento de tudo quanto se escreveu sobre o assunto
posteriormente, é possível uma sistematização doutrinária do estudo da finalidade do Estado, como
ilustra a imagem abaixo.

Objectivo do estafo

De acordo comArtigo 11 da constituição da republica Estado moçambicano tem como objectivos


fundamentais:

a) a defesa da independência e da soberania;

b) a consolidação da unidade nacional;

c) a edificação de uma sociedade de justiça social e a criação do bem-estar material, espiritual e de


qualidade de vida dos cidadãos;

d) a promoção do desenvolvimento equilibrado, económico, social e regional do país;

e) a defesa e a promoção dos direitos humanos e da igualdade dos cidadãos perante a lei;

f) o reforço da democracia, da liberdade, da estabilidade social e da harmonia social e individual;

g) a promoção de uma sociedade de pluralismo, tolerância e cultura de paz;

h) o desenvolvimento da economia e o progresso da ciência e da técnica;

i) a afirmação da identidade moçambicana, das suas tradições e demais valores sócio- culturais;

j) o estabelecimento e desenvolvimento de relações de amizade e cooperação com outros povos e


Estados.

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Funções da administração publica

A função administrativa é estudada pelo Direito Administrativo, como um conceito de fronteira


entre o direito administrativo e o Direito Constitucional.

É o dever de um Estado atender ao interesse público, satisfazendo o comando decorrente dos actos
normativos. O cumprimento do comando legal, deverá decorrer da função exercida por pessoa
jurídica de Direito Público. A função administrativa é o modo ordinário de realização dos fins
públicos do Estado, em termos concretos, mais próximo ao cidadão.

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3. desenvolvimento
(Administração Publica na Governação em Moçambique)
3.1.Relação entre administração publica com estado

Estado pode ser entendido como uma entidade jurídica, ou seja, é uma pessoa colectiva e
administração pública no sentido material é a actividade que o Estado desenvolve.

Do ponto de vista funcional a Administração Pública é considerada como um conjunto de


actividades, cuja variedade aparece, por exemplo, quando lê-se o Orçamento do Estado:

_ defesa; _ administração central; _ local, municipal;

_ política externa; _ educação e ensino; _ cultura;

_ investigação científica; _ intervenção nos domínios sociais;

_ nos sectores comercial e industrial ou no sector agrícola;

_ nas obras públicas e habitação.

Se compararmos ou se confrontarmos a administração pública em sentido material e as outras


funções do Estado, em particular as funções política, legislativa e jurisdicional, estabeleceremos o
seguinte três de situações:

a) Função Política e administração pública

A política, enquanto actividade pública do Estado, tem um fim específico: definir o interesse geral
da colectividade. A administração pública existe para prosseguir outro objectivo: realizar o
interesse geral definido pela política.

b) Função legislativa e administração pública

Situação da função legislativa e administração publica é mesma que a da política e administração


pública. a legislação define opções, objectivos, normas abstractas, enquanto a administração
executa, aplica e põe em prática o que lhe é superiormente determinado.

A diferença principal entre a legislação e administração pública está em que, nos dias de hoje, a
administração pública é uma actividade subordinada à lei: a lei é o fundamento, o critério e o limite
de toda a actividade administrativa.
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c) Função jurídica e administração pública

Esta duas actividades têm importantes traços comuns: ambas são actividades secundárias,
executivas, subordinadas à lei.

Todavia, têm traços relevantes que as distinguem: a justiça consiste em julgar e a administração
pública consiste em gerir ou administrar.

A justiça visa aplicar o direito aos casos concretos, a administração pública visa prosseguir
interesses gerais da colectividade. A justiça aguarda passivamente que lhe tragam os conflitos sobre
os quais deve se pronunciar, a administração toma a iniciativa de satisfazer as necessidades
colectivas que lhes são confiadas. A justiça está acima dos interesses, é desinteressada, não é parte
nos conflitos que decide, a administração pública defende e prossegue os interesses colectivos a
seu cargo, é parte interessada.

3.2.Relação entre administração publica com politica

As Entidades Políticas são aquelas que auferem suas competências da própria Constituição,
exercendo-as com plena autonomia. São pessoas jurídicas de direito público interno, possuidoras
de poderes políticos e administrativos . São elas: a União, os Estados e os Municípios.

Administração Pública, esta cuida, concretamente, dos órgãos e serviços públicos, no sentido de
realizar com o mínimo possível de recursos e um máximo de resultados, os benefícios
contemplados na legislação.

Em outras palavras, poder-se-ia dizer que a Administração Pública é um conjunto de órgãos do


Estado a serviço do bem comum. Nessa ordem de ideias, a Administração Pública não é somente
a máquina administrativa, mas também a actividade desenvolvida pelo aparelhamento
governamental.

como já foi referido que a administração pública pode ser vista no sentido material e pode ser vista
no sentido orgânico. Administração pública no sentido material é o conjunto de decisões e
operações mediante as quais o Estado e outras entidades públicas procuram, dentro das orientações
gerais traçadas pela política e directamente ou mediante estímulo, coordenação e orientação das
actividades privadas assegurar a satisfação regular das necessidades colectivas de segurança e bem
estar dos indivíduos, obtendo e empregando racionalmente para este efeito os recursos adequados.
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3.3.Relação entre administração publica com governo

Governo é o conjunto de órgãos e as atividades que eles exercem na sentido de conduzir


politicamente o Estado, definindo suas diretrizes supremas. Não se confunde com a Administração
Pública em sentido estrito, que tem a função de realizar concretamente as diretrizes traçadas pelo
Governo. Portanto, enquanto o Governo age com ampla discricionariedade, a Administração
Pública atua de modo subordinado.

Num regime presidencial Moçambicano, o governo é composto por chefe de Estado( o Presidente)
e os seus colaborares(Secretários e Sub-secretários).

Todavia, noutros regimes similares, o chefe de Estado preside o Conselho de Ministros, e neste
sentido estima-se que ele participa no governo.

Para além dessa abordagem global deve-se reter o seguinte:

 Que o governo é um órgão de condução da política geral do Estado e órgão superior da


Administração Pública.
 É uma instituição complexa, fazendo parte dela os seguintes órgãos singulares:

A. O chefe de Estado (o presidente);

B. Primeiro-Ministro (como chefe do governo) ;

C. Os Ministros, Secretários e Sub-secretários de Estado.

 É órgão encarregado da aplicação das leis e da direcção política do Estado. É braço executivo
do Estado. O governo possui as seguintes competências:
 Política, regulamentar e administrativa. O governo é, portanto, instância máxima de
administração executiva, geralmente reconhecida como a liderança de um.

Administração, no seu significado contemporâneo, abarca não só os serviços públicos, mas também
as empresas privadas, de qualquer tipo. Desse modo, todo o empreendimento de ordem

administrativa requer planeamento, organização, tomada de decisão, direcção e controle, além da


coordenação. No que se refere à acção administrativa, os princípios gerais são idênticos, tanto para
as instituições públicas, como para as empresas particulares. Em qualquer empreendimento, os
meios são: pessoal, orçamento, material, equipamento, instalação e documentação.
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4. considerações finais

Em suma, A administração pública (ou gestão pública) se define como o poder de gestão do Estado,
no qual inclui o poder de legislar e tributar, fiscalizar e regulamentar, através de seus órgãos e
outras instituições; visando sempre um serviço público efetivo.

Administração pública é, afinal, tarefa do Estado em que ele utiliza todos os seus órgãos com vista
a satisfação das necessidades das populações. Numa perspectiva global do conceito Estado, a
administração pública, enquanto actividade administrativa, corresponde a todas as actividades
desenvolvidas por entidades públicas a todos os níveis (Governo central, regional, Câmaras
municipais).

O Estado enquanto entidade constitucional, reestrutura-se em várias outras entidades, para melhor
cumprir a sua tarefa de bem estar e segurança para os cidadãos, repartindo-se em vários sectores
populacionais, procedendo aquilo a que se chama descentralização administrativa e
descentralização politica.

contudo A política tem natureza criadora, cabendo-lhe momento inovar em tanto quanto seja
fundamental para a conservação e o desenvolvimento da Comunidade estadual ou nacional. A
administração pública tem pelo contrário a natureza executiva, consistindo sobretudo em por em
prática as orientações tomadas e nível da governação.

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Referencia Bibliografica.
 RODRIGUES, M. A. Políticas Públicas São Paulo: PubliFolha, 201
 Alexandrino, M. & PAULO, V. (2005). Direito Administrativo. (8o edição). Rio de Janeiro:
Impetus.
 DINIZ, E. (2007). Globalização, Estado e Desenvolvimento: Dilemas do Brasil no novo
milênio. Rio de Janeiro: Editora FGV.
 Machanguana. Disponível em: http://machas2009.blogspot.com/2011/08/governacao-
administracao-publica-e.html. Consultado a 18 de Outubro de 2020 as 14h:30 min.
 Manual do (Instituto Superior de Ciências e Educação a Distância) ISCED. INTRODUÇÃO À
TEORIA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. 1 ano.
 Manual do (Instituto Superior de Ciências e Educação a Distância) ISCED. CIÊNCIA
POLÍTICA. 1 ano.
 Noé, F. G. (2014). Introdução À Teoria De Administração Pública. [Manual]. Instituto Superior
de Ciências e Educação a Distância (ISCED). Beira.
 PEREIRA, L. C. (2003). Gestão do setor público: estratégia e estrutura para um novo Estado.
In: LEAL, Rogério Gesta. A reforma do Estado e Administração Pública Gerencial. Rio de
Janeiro: FGV.
 Rodrigues, M. A. (2010). Políticas Públicas São Paulo: PubliFolha.

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