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1.

R: A princípio, ilustrar a minha concórdia relativamente `a semelhança entre os dois


instrumentos já citados, no entanto, como constitui praxe, impensável seria a composição de
instrumentos com mesmo conteúdo quando apenas um se fizesse necessário, e deste modo e
razões que aparecem os elementos distintivos entre os dois instrumentos. Indo de encontro `a
essência da questão em apreço, há que ressalvar que, os dois instrumentos, embora tenham
como bem jurídico protegido, a dignidade da pessoa humana, há uma ligeira diferença em
termos específicos dos bens protegidos, sendo o pacto internacional dos direitos civis e
políticos mais abrangente em termos de disposições e consequente bens específicos
protegidos, compondo, em sua parte constitutiva, disposições constitutiva do outro
instrumento, dai havendo espaço para afirmarmos que, em termos de defesa de direitos
humanos, atendendo que os mesmos são complexos, o pacto internacional de direitos civis e
políticos ganha maior rigor e eficácia na defesa dos direitos humanos.
Há que ressaltar, também que, cada um dos instrumentos em alusão incide sobre determinadas
áreas especificas oque eu os confere uma actuação fronteiriça, enquanto o pacto internacional
dos direitos económicos, sociais e culturais, incide sobre a economia e cultura, o pacto
internacional de direitos civis e políticos, incide sobre a área civil e políticas, que, nalgum
momento abrangem as áreas de intervenção do pacto internacional dos direitos sociais e
económicos, o que concorre para maior eficácia e eficiência na aplicação das normas e maior
satisfação dos direitos humanos.

2.R: A convenção da UA que regula aspectos específicos dos problemas de refugiados em


Africa e Carta Africana dos Direitos e bem-estar da Criança.

3R: revela-se importante que as pessoas, enquanto membros de um grupo social, intervenham
na busca de soluções aos problemas que a enfermem, Opela Estrela. embora em serviço
próprio e gozando dos recursos naturais que lhe são constitucionalmente previstos conforme
se aponta no artigo 117 da CRM, ao usar produtos químicos para a exploração referida, o faz
em dissonância com a lei, cometendo, dessa forma, um delito de natureza ambiental, daí que,
mesmo que os frutos da exploração referida se convertem, nalgum momento, em bem
comunitário, a mesma deve ser responsabilizada criminalmente pelas suas práticas e,
atendendo que a pratica em questão atenta `a saúde pública e a vida marinha, o mesmo se
reveste da forma pública e, assim sendo, toda e qualquer pessoa que presenciar o acto em
questão, pode intentar uma acção criminal por formas que o infractor seja responsabilizado,
neste caso, Porto Gama, pode e deve demandar Opela Estrela em tribunal, atendendo que os
mesmos são os órgãos instituídos para dirimir conflitos com a lei., ademais, há que ressaltar
que, independentemente do desconhecimento da lei, tendo cometido uma infracção previsto e
punível nos termos da lei, Opela Estrela deve se responsabilizada, pois o desconhecimento da
lei não isenta o infractor de responsabilização criminal.

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