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PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO MARANHÃO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃO


Consulta realizada em: 29/09/2020 19:15:21
Primeiro Grau
Consulta Processual

Dados Gerais do Processo

Juiz: DANILO BERTTOVE HERCULANO DIAS


Nº Único: 1367-52.2014.8.10.0022
Número (Status): 13672014 (TRAMITANDO)
Competência: Juizado da Fazenda Pública
Classe CNJ: PROCESSO CÍVEL E DO TRABALHO|
Processo de Conhecimento|
Procedimento de Conhecimento|
Procedimento do Juizado Especial Cível
Assunto(s): Pagamento Indevido ; Direito de Imagem
Data de Abertura: 04/04/2014 09:57:38
Comarca: ACAILANDIA
Volumes: 1 Qtd de Documentos: 10 Valor da Ação: 6 555,14
Observação: AÇAO DE RESTITUIÇAO DE DESCONTOS PREVIDENCIARIOS
INDEVIDOS C/C REPETIÇAO DE INDEBITO E INDENIZAÇAO POR
DANOS
Plantão: Não
Assistência Jurídica: Sim
Parte Isenta Custas: Não

Partes

AUTOR: JAIME VIEIRA DOS SANTOS


advogado(a): THIAGO SEBASTIAO CAMPELO DANTAS OAB: 9487 UF: MA

REU: MUNICIPIO DE AÇAILANDIA - IPSEMA INSTITUTO DE PREVIDENCIA


SOCIAL DOS SERVIDORES
REU: MUNICIPIO DE AÇAILANDIA/MA

Distribuição
Data: 29/08/2020 16:55:50
Vara: VARA DA FAZENDA PÚBLICA
Cartório: VARA DA FAZENDA PÚBLICA
Oficial de Justiça: MARCOS ANDRE VIEIRA DUARTE
Tipo: Criação de Nova Unidade Judiciária (Migração por Direcionamento)
Processo referência: 1367-52.2014.8.10.0022
Motivo: LCE 158/2013

Movimentações

Todas as Movimentações

Sábado, 29 de Agosto de 2020.


ÀS 16:57:23 - Redistribuição
LCE 158/2013
2 dia(s) após a movimentação anterior

Quinta-Feira, 27 de Agosto de 2020.


ÀS 10:28:41 - Remetidos os Autos para DISTRIBUIÇÃO.
MIGRAÇÃO PARA FAZENDA Resp: 175539
0 dia(s) após a movimentação anterior

Quinta-Feira, 27 de Agosto de 2020.


ÀS 09:20:25 - Juntada de TERMO
Processo: 1367-52.2014.8.10.0022 TERMO DE REMESSA Aos 27 de agosto de 2020, nesta Secretaria
Judicial da 1ª Vara Cível, através deste, faço a remessa dos presentes autos à Secretaria da Distribuição
da Comarca de Açailândia/MA, conforme Decisão às fls. 264. O processo contém 01 volume e 265 folhas
devidamente numeradas e rubricadas. O referido é verdade. Açailândia/MA, 27 de agosto de 2020. Natália
Regina Machado Canamaro Técnica Judiciária Mat. 156414 Resp: 175539
1 dia(s) após a movimentação anterior

Quarta-Feira, 26 de Agosto de 2020.


ÀS 15:24:55 - Declarada incompetência
DECISÃO Cuida-se de ação em que ente/entidade público(a) figura como parte, de modo que o processo
deve tramitar perante a unidade judicial que detém competência para o processamento e julgamento dos
feitos da Fazenda Pública. Note-se que houve, na data de 19/08/2020, a instalação da Vara da Fazenda
Pública desta Comarca. Desse modo, as competências das unidades judiciais de Açailândia ficaram
distribuídas consoante o que estabelece a atual redação do art. 12-A, incisos I a VIII, da Lei Complementar
Estadual nº 14/1991, in verbis: Art. 12-A. Na Comarca de Açailândia, os serviços judiciários serão
distribuídos da seguinte forma: I - 1ª Vara Cível: Cível e Comércio. Recuperação de Empresas; II - 2ª Vara
Cível: Cível e Comércio. Registros Públicos; III - 1ª Vara de Família: Família e Sucessões. Casamento.
Inventários, Partilhas e Arrolamentos. Alvarás. Atos infracionais; IV - 2ª Vara de Família: Família e
Sucessões. Casamento. Inventários, Partilhas e Arrolamentos. Tutela, Curatela e Ausência. Alvarás.
Infância e Juventude; V - Vara da Fazenda Pública: Fazenda Estadual, Fazenda Municipal e Saúde Pública.
Interesses Difusos e Coletivos. Improbidade Administrativa. Meio Ambiente. Ações do art. 129, inciso II, da
Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991. Fundações; VI - 1ª Vara Criminal: Crime. Processamento e
Julgamento dos Crimes de Competência do Juiz Singular. Processamento dos Crimes de Competência do
Tribunal do Júri. Entorpecentes. Execução Penal, inclusive oriundas do Juizado Especial. Correição de
presídios. Presidência do Tribunal do Júri. Habeas Corpus; VII - 2ª Vara Criminal: Crime. Processamento e
julgamento dos crimes de competência do juiz singular. Processamento dos crimes de competência do
Tribunal do Júri. Entorpecentes. Presidência do Tribunal do Júri. Juizado Especial de Violência Doméstica e
Familiar contra a Mulher com a competência prevista no art. 14 da Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006.
Habeas corpus; VIII - Juizado Especial Cível e Criminal, com a competência prevista na legislação
específica. Portanto, atualmente, a competência desta Vara Cível limita-se às matérias cíveis e comerciais,
excluídas as lides em que a Fazenda Pública seja parte, pois, neste caso, os feitos serão processados e
julgados perante a Vara da Fazenda Pública, que dispõe de competência exclusiva para tanto. Assim, ainda
que a presente ação tenha iniciado a sua tramitação nesta Vara, obedecendo ao que então determinava o
Código de Organização Judiciária do Estado do Maranhão, a partir da criação e superveniente instalação
da vara especializada da Fazenda, tem-se um quadro de alteração de competência absoluta, que se
amolda à exceção prevista na parte final do art. 43 do CPC: Art. 43. Determina-se a competência no
momento do registro ou da distribuição da petição inicial, sendo irrelevantes as modificações do estado de
fato ou de direito ocorridas posteriormente, salvo quando suprimirem órgão judiciário ou alterarem a
competência absoluta. Assim, em face da incompetência absoluta deste Juízo, devem os autos ser
remetidos à vara competente. Frise-se que o entendimento ora esposado não viola os princípios da
perpetuação da jurisdição e do juiz natural, haja vista: a) que ocorrera verdadeira alteração da competência
em razão da pessoa (ratione personae), exceção à regra do art. 43 do CPC; b) que o STF já se manifestou
no sentido da inexistência de violação ao princípio do juiz natural pela redistribuição do feito em virtude de
mudança na organização judiciária, uma vez que o art. 96, ´a´, da Constituição Federal, assegura aos
Tribunais o direito de dispor sobre a competência e o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionais.
Ante o exposto, reconheço a incompetência absoluta desta Vara Cível, e determino a remessa dos autos à
Vara da Fazenda Pública desta Comarca. Providencie a Secretaria Judicial as cautelas de praxe. Intimem-
se. Cumpra-se. Açailândia-MA, 25 de agosto de 2020. DANILO BERTTÔVE HERCULADO DIAS Juiz
substituto 5ª Zona Judiciária - Sede da Comarca de Açailândia-MA Matrícula 193383 Resp: 155481
0 dia(s) após a movimentação anterior

Quarta-Feira, 26 de Agosto de 2020.


ÀS 15:22:35 - Conclusos para Decisão.
conclusão Resp: 155481
279 dia(s) após a movimentação anterior

Quinta-Feira, 21 de Novembro de 2019.


ÀS 15:32:21 - Recebidos os autos
Recebidos os autos Resp: 762657
1 dia(s) após a movimentação anterior
Quarta-Feira, 20 de Novembro de 2019.
ÀS 18:29:25 - Remetidos os autos da Contadoria ao 1ª SECRETARIA CIVEL.
Remetidos os autos da Contadoria ao 1ª SECRETARIA CIVEL. Usuario: 173047 Id:5115
1 dia(s) após a movimentação anterior

Terça-Feira, 19 de Novembro de 2019.


ÀS 11:48:58 - Conta Atualizada
Importa o presente cálculo em R$ 2.386,38 (dois mil e trezentos e oitenta e seis reais e trinta e oito
centavos). Resp: 162867
0 dia(s) após a movimentação anterior

Terça-Feira, 19 de Novembro de 2019.


ÀS 10:57:43 - Recebidos os Autos pela Contadoria
Recebidos os Autos pela Contadoria Usuario: 162867 Id:5075
1 dia(s) após a movimentação anterior

Segunda-Feira, 18 de Novembro de 2019.


ÀS 16:45:01 - Remetidos os Autos para CONTADORIA.
autos à contadoria Resp: 175539
0 dia(s) após a movimentação anterior

Segunda-Feira, 18 de Novembro de 2019.


ÀS 16:25:14 - Outras decisões
DECISÃO Trata-se de impugnação ao cumprimento de sentença apresentado pelo Município de Açailândia.
Em síntese, alega-se na impugnação: a) que o IPSEMA deve ser intimado para compor o polo passivo da
fase de cumprimento de sentença; b) que a restituição deverá obedecer ao disposto no Relatório de
Auditoria elaborado pelo representante do Ministério da Previdência Social; c) que há excesso de
execução, pois a exequente utilizou o INPC para a atualização monetária, em vez do IPCA-E, e quanto aos
juros, deveria ter aplicado o índice de remuneração da caderneta de poupança; d) que o valor devido,
incluída a atualização e os juros moratórios é consideravelmente menor do que aquele informado no
requerimento de cumprimento de sentença; e) que a exequente incluiu nos cálculos a multa de 10%,
previstas no art. 523, § 1º, do CPC; f) que a restituição pretendida pelo impugnado deverá guardar relação
com o comando sentencial. Assim, requer o recebimento da impugnação ao cumprimento de sentença,
"atribuindo-lhe efeito suspensivo e, ao final, excluir dos cálculos apresentados o montante que excede ao
valor efetivamente de devido, conforme planilha em anexo e, também, em relação à multa de 10% (dez por
cento), em razão de não aplicar-se contra o Poder Público". A exequente apresentou manifestação sobre a
impugnação nos autos. É o relatório. Decido. Recebo a impugnação apresentada pelo executado para
discussão, sem a atribuição de efeito suspensivo, haja vista que a Fazenda Pública, em regra, não está
sujeita à penhora e outras atos executivos, senão na forma prevista no rito próprio de cumprimento de
sentença contra a Fazenda. Primeiramente, o pedido de intimação do IPSEMA para integrar o polo passivo
deste módulo processual desconsidera o fato de que ambos os executados foram devidamente intimados
para, querendo, apresentarem impugnação. Outrossim, não tem cabimento a alegação de que a restituição
dos valores devidos precisa observar as prescrições do Relatório de Auditoria do Ministério da Previdência
Social. Ora, uma vez submetida ao Judiciário a questão, e sobrevindo decisão de mérito, a execução do
crédito deve seguir o preceito estabelecido na sentença, segundo o rito previsto no CPC. A decisão judicial
transitada em julgado não se subordina a limitações estipuladas em âmbito administrativo ou à legislação
municipal superveniente, sob pena de se violar a coisa julgada material. Ademais, ao sustentar que houve
excesso de execução, o executado fez referência ao INPC e à taxa de juros que remunera a caderneta de
poupança como aplicáveis a este caso. Este argumento subsiste apenas parcialmente, pois a exequente se
utilizou dos critérios estipulados no comando sentencial para aplicar juros de 1% ao mês, agindo
corretamente neste ponto; por outro lado, diante da omissão da sentença, utilizou o INPC para a correção
monetária, em vez do IPCA. Embora a jurisprudência do STJ tenha assentado que aplica-se o IPCA para
atualização da dívida passiva da Fazenda Pública em muitos casos, esta regra não se adequa às
obrigações de restituição de indébito tributário, que devem obedecer, neste aspecto, a um critério de
isonomia, de forma que o credor da Fazenda pode atualizar os seus créditos conforme os critérios adotados
na legislação local do ente tributante para a cobrança de tributo pago em atraso. Como o Município de
Açailândia não dispõe sobre esse tema em legislação específica, o mais adequado seria aplicar o índice
que melhor reflete a desvalorização da moeda ao longo do tempo, que é o IPCA, consoante a
jurisprudência do STJ. Ocorre que o INPC, utilizado nos cálculos da exequente, apresentou uma variação
de aproximadamente 64,36% entre abril de 2010 e dezembro de 2018, ao passo que o IPCA variou,
aproximadamente, 65,36% no mesmo período. Portanto, a utilização do índice financeiro INPC não implicou
em qualquer prejuízo para a Fazenda Pública, mas, pelo contrário, lhe foi favorável, devendo ser afastada a
alegação de excesso de execução. Destaque-se que a quantia que o executado assume como devido não
tem embasamento em elementos dos autos, já que esta quantia é bastante inferior ao valor primitivo do
débito, constante do Relatório expedido pelo Departamento de Recursos Humanos. O executado não
logrou êxito em demonstrar de forma clara o eventual erro nos cálculos que instruem a inicial. Por fim,
diferentemente do que se afirma na impugnação, não consta dos cálculos da exequente a multa de 10% do
art. 523, § 1º, do CPC, inaplicável à espécie. Além de juros e atualização monetária, a planilha contempla
apenas os honorários advocatícios de 15% estipulados no acórdão da Turma Recursal. Ante o exposto,
REJEITO a impugnação ao cumprimento de sentença. Fixo para esta fase processual honorários
advocatícios no percentual de 10% (dez por cento) do valor da execução. Remetam-se os autos à
Contadoria Judicial para atualização do crédito exequendo (correção monetária e juros), acrescentando-se
os honorários ora fixados. Com a juntada do cálculo, expeça-se ofício requisitório à Procuradoria-Geral do
Município para que se proceda ao pagamento da obrigação de pequeno valor, no prazo máximo de 60
(sessenta) dias, contado da entrega da requisição, sob pena de sequestro (art. 13, § 1º, da Lei nº
12.153/09). Publique-se. Intimem-se. Açailândia-MA, 14 de novembro de 2019. Danilo Berttôve Herculano
Dias Juiz de Direito Substituto, respondendo 1ª Vara Cível da Comarca Açailândia Resp: 175539
60 dia(s) após a movimentação anterior

Quinta-Feira, 19 de Setembro de 2019.


ÀS 17:29:31 - Conclusos para Decisão.
CONCLUSO PARA DECISÃO EM 19/09/2019 Resp: 162362
0 dia(s) após a movimentação anterior

Quinta-Feira, 19 de Setembro de 2019.


ÀS 15:05:42 - Juntada de Petição de MANIFESTAR-SE
Petição intermediária: 289658061 NESTA DATA, FAÇO JUNTADA DE MANIFESTAÇÃO. Resp: 162362
13 dia(s) após a movimentação anterior
Sexta-Feira, 6 de Setembro de 2019.
ÀS 16:03:49 - Protocolizada Petição de DIVERSOS
JAIME VIEIRA DOS SANTOS VEM APRESENTAR MANIFESTAÇÃO Resp: 762657
0 dia(s) após a movimentação anterior

Sexta-Feira, 6 de Setembro de 2019.


ÀS 14:57:30 - Recebidos os autos de Advogado. 'THIAGO SEBASTIAO CAMPELO DANTAS / OAB:
9487'
Recebidos os autos Resp: 762657
14 dia(s) após a movimentação anterior

Sexta-Feira, 23 de Agosto de 2019.


ÀS 15:00:07 - Autos entregues em carga ao Advogado. 'THIAGO SEBASTIAO CAMPELO DANTAS /
OAB: 9487'
autos em carga com advogado THIAGO SEBASTIAO CAMPELO DANTAS Resp: 156380
0 dia(s) após a movimentação anterior

Sexta-Feira, 23 de Agosto de 2019.


ÀS 14:22:18 - Ato ordinatório praticado
Ação de Restituição de Descontos Previdenciários ATO ORDINATÓRIO Usando da faculdade que me
confere a Constituição Federal em seu art. 93, inciso XIV; assim como o art. 152, VI e § 1º, e art. 203, § 4º,
do CPC, e, ainda, o art. 1º, XIV do Provimento n° 22/2018 da Corregedoria Geral de Justiça do Maranhão.
INTIME-SE o autor para manifestar-se acerca da Impugnação ao Cumprimento de Sentença, no prazo de
15 (quinze) dias. Açailândia/MA, 23 de agosto de 2019 Rafael Leite de Souza Secretário Judicial mat.
175539 Resp: 156380
0 dia(s) após a movimentação anterior

Sexta-Feira, 23 de Agosto de 2019.


ÀS 14:20:34 - Certidão
Ação de Restituição de Desconto Previdenciário. CERTIDÃO Compulsando os autos, verificou-se que o
Autor requereu Cumprimento de Sentença e, tempestivamente, o Município de Açailândia-MA apresentou a
Impugnação ao Cumprimento de Sentença. Ocorre que, os autos foram encaminhados ao IPSEMA e
permaneceram na entidade autárquica por um período de 1 ano, conforme consulta realizada no
ThemisPG. Tendo em vista tal fato, procedeu-se com pedido de devolução de todos os processos
remetidos. Adiante, os autos foram devolvidos, após a carga com prazo excessivo. Informo ainda que o
IPSEMA não apresentou Impugnação ao Cumprimento de Sentença. O referido é verdade e dou fé.
Açailândia-MA, 23 de agosto de 2019. Rafael Leite de Souza Secretário Judicial mat. 175539 Resp: 156380
0 dia(s) após a movimentação anterior

Sexta-Feira, 23 de Agosto de 2019.


ÀS 13:26:39 - Recebidos os autos de AVALIADOR JUDICIAL.
Recebidos os autos Resp: 175539
590 dia(s) após a movimentação anterior

Quarta-Feira, 10 de Janeiro de 2018.


ÀS 13:05:03 - Mandado devolvido CUMPRIDO COM FINALIDADE ATINGIDA
Mandado devolvido por JOSE VALBER AGUIAR Observação: autos entregue. Resp: 1793
0 dia(s) após a movimentação anterior

Quarta-Feira, 10 de Janeiro de 2018.


ÀS 13:03:05 - Recebido o Ofício para Entrega
Recebido o Ofício para Entrega Resp 1793
27 dia(s) após a movimentação anterior

Quinta-Feira, 14 de Dezembro de 2017.


ÀS 16:24:14 - Remetidos os Autos para AVALIADOR JUDICIAL.
AUTOS REMETIDOS AO IPSEMA Resp: 162362
0 dia(s) após a movimentação anterior

Quinta-Feira, 14 de Dezembro de 2017.


ÀS 16:14:18 - Juntada de Petição de IMPUGNAÇÃO AO CUMPRIMENTO DE SENTENÇA
Petição intermediária: 288507839 MUNICIPIO DE AÇAILANDIA/MA Resp: 165134 Resp: 162362
0 dia(s) após a movimentação anterior

Quinta-Feira, 14 de Dezembro de 2017.


ÀS 15:27:10 - Recebidos os autos de Procuradoria.
RECEBIDOS Resp: 162362
7 dia(s) após a movimentação anterior

Quinta-Feira, 7 de Dezembro de 2017.


ÀS 15:41:38 - Protocolizada Petição de IMPUGNAÇÃO AO CUMPRIMENTO DE SENTENÇA
MUNICIPIO DE AÇAILANDIA/MA Resp: 165134
7 dia(s) após a movimentação anterior

Quinta-Feira, 30 de Novembro de 2017.


ÀS 13:07:50 - Expedição de OFÍCIO
Usuario: 165084 Id:5110 Resp: 165084
31 dia(s) após a movimentação anterior

Segunda-Feira, 30 de Outubro de 2017.


ÀS 15:21:10 - Autos entregues em carga ao Procuradoria.
AUTOS REMETIDOS A PROCURADORIA DO MUNICÍPIO Resp: 162362
0 dia(s) após a movimentação anterior

Segunda-Feira, 30 de Outubro de 2017.


ÀS 14:52:19 - Recebidos os autos de TURMA RECURSAL.
recebidos Resp: 162362
679 dia(s) após a movimentação anterior

Segunda-Feira, 21 de Dezembro de 2015.


ÀS 16:29:50 - Mandado devolvido CUMPRIDO COM FINALIDADE ATINGIDA
Mandado devolvido por JOSE VALBER AGUIAR Resp: 1793
0 dia(s) após a movimentação anterior

Segunda-Feira, 21 de Dezembro de 2015.


ÀS 16:29:25 - Recebido o Ofício para Entrega
Recebido o Ofício para Entrega Resp 1793
0 dia(s) após a movimentação anterior

Segunda-Feira, 21 de Dezembro de 2015.


ÀS 16:24:06 - Expedição de OFÍCIO
Usuario: 762657 Id:5034 Resp: 762657
116 dia(s) após a movimentação anterior

Quinta-Feira, 27 de Agosto de 2015.


ÀS 17:39:21 - Remetidos os Autos para TURMA RECURSAL.
REMETIDO A TURMA RECURSA, CONFORME MOVIMENTAÇÃO ANTERIOR Resp: 120048
0 dia(s) após a movimentação anterior

Quinta-Feira, 27 de Agosto de 2015.


ÀS 16:28:01 - Recebidos os autos de OUTROS TRIBUNAIS.
RECEBIDOS NO THEMIS PARA FAZER A MOVIMENTAÇÃO CORRETA Resp: 120048
143 dia(s) após a movimentação anterior

Segunda-Feira, 6 de Abril de 2015.


ÀS 15:25:58 - Remetidos os Autos para OUTROS TRIBUNAIS.
AUTOS REMETIDOS A TURMA RECURSAL CÍVEL E CRIMINAL DE IMPERATRIZ/MA ATRAVÉS DO
OFÍCIO N° 140/2015. Resp: 162362
0 dia(s) após a movimentação anterior

Segunda-Feira, 6 de Abril de 2015.


ÀS 14:09:37 - Certidão
TERMO DE REMESSA Aos 06 (seis) de abril de 2015, faço remessa dos presentes autos a Turma
Recursal de Imperatriz/MA, conforme decisão às fls. ______. O processo contém ______ folhas
devidamente numeradas e rubricadas. O referido é verdade e dou fé. Açailândia/MA, 06 de abril de 2015.
Rafael Leite de Souza Secretário Judicial Mat. 175539 Resp: 162362
12 dia(s) após a movimentação anterior

Quarta-Feira, 25 de Março de 2015.


ÀS 17:57:32 - Proferido despacho de mero expediente
DESPACHO RECEBIDOS HOJE. Do cotejo dos autos, vislumbra(m)-se recurso(s) interposto(s)
tempestivamente e a dispensa do devido preparo diante da natureza jurídica da(s) parte(s) recorrente(s).
Nesta esteira, na forma do artigo 42 §2º da Lei dos Juizados Especiais, intime-se a parte recorrida para
oferecer resposta escrita no prazo de 10 (dez) dias. Com a resposta ou transcorrido in albis o prazo supra,
autos à Turma Recursal Cível e Criminal de Imperatriz. Procedente: PROCESSUAL CIVIL. RECURSO
INOMINADO RECEBIDO COMO APELAÇÃO. RITO DO JUIZADO ESPECIAL DA FAZENDA PÚBLICA.
COMPETÊNCIA PARA O SEU PROCESSAMENTO E JULGAMENTO DA TURMA RECURSAL. I -
Considerando que a ação foi processada e julgada conforme o rito dos Juizados Especiais da Fazenda
Pública (Lei nº 12.153/2009), a competência para processar e jugar o recurso interposto contra a sentença
é de uma das Turmas Recursais e não deste Tribunal de Justiça. II - Declinada a competência, contra o
parecer ministerial (Processo nº 0000817-49.2013.8.10.0036 (144397/2014), 2ª Comarca Cível do TJMA,
Rel. Marcelo Carvalho Silva. j 25.03.2014, unânime, DJe 01.04.2014) Cumpra-se Açailândia/MA,
11/03/2015 Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Resp: 175539
0 dia(s) após a movimentação anterior

Quarta-Feira, 25 de Março de 2015.


ÀS 17:27:11 - Conclusos para Decisão.
decisao Resp: 175539
0 dia(s) após a movimentação anterior

Quarta-Feira, 25 de Março de 2015.


ÀS 15:45:55 - Juntada de Petição de CONTRARRAZÕES
Petição intermediária: 286475436 juntada de contrarrazões ás fls. 194/205. Resp: 175539
0 dia(s) após a movimentação anterior

Quarta-Feira, 25 de Março de 2015.


ÀS 15:44:57 - Proferido despacho de mero expediente
DESPACHO RECEBIDOS HOJE. Do cotejo dos autos, vislumbra(m)-se recurso(s) interposto(s)
tempestivamente e a dispensa do devido preparo diante da natureza jurídica da(s) parte(s) recorrente(s).
Nesta esteira, na forma do artigo 42 §2º da Lei dos Juizados Especiais, intime-se a parte recorrida para
oferecer resposta escrita no prazo de 10 (dez) dias. Com a resposta ou transcorrido in albis o prazo supra,
autos à Turma Recursal Cível e Criminal de Imperatriz. Procedente: PROCESSUAL CIVIL. RECURSO
INOMINADO RECEBIDO COMO APELAÇÃO. RITO DO JUIZADO ESPECIAL DA FAZENDA PÚBLICA.
COMPETÊNCIA PARA O SEU PROCESSAMENTO E JULGAMENTO DA TURMA RECURSAL. I -
Considerando que a ação foi processada e julgada conforme o rito dos Juizados Especiais da Fazenda
Pública (Lei nº 12.153/2009), a competência para processar e jugar o recurso interposto contra a sentença
é de uma das Turmas Recursais e não deste Tribunal de Justiça. II - Declinada a competência, contra o
parecer ministerial (Processo nº 0000817-49.2013.8.10.0036 (144397/2014), 2ª Comarca Cível do TJMA,
Rel. Marcelo Carvalho Silva. j 25.03.2014, unânime, DJe 01.04.2014) Cumpra-se Açailândia/MA,
11/03/2015 Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Resp: 175539
0 dia(s) após a movimentação anterior

Quarta-Feira, 25 de Março de 2015.


ÀS 15:44:20 - Conclusos para Despacho / Decisão.
autos conclusos Resp: 175539
0 dia(s) após a movimentação anterior

Quarta-Feira, 25 de Março de 2015.


ÀS 15:43:55 - Juntada de Petição de RECURSO INOMINADO
Petição intermediária: 286405675 juntada de recurso às fls. 152/156 Resp: 175539
0 dia(s) após a movimentação anterior

Quarta-Feira, 25 de Março de 2015.


ÀS 15:43:05 - Juntada de Petição de RECURSO INOMINADO
Petição intermediária: 286410570 juntada de recurso às fls. 135/151 Resp: 175539
2 dia(s) após a movimentação anterior

Segunda-Feira, 23 de Março de 2015.


ÀS 13:55:56 - Protocolizada Petição de CONTRARRAZÕES
ESTER AMARO Resp: 165050
32 dia(s) após a movimentação anterior

Quinta-Feira, 19 de Fevereiro de 2015.


ÀS 14:26:49 - Protocolizada Petição de RECURSO INOMINADO
PREFEITURA MUNICIPAL DE AÇAILANDIA/MA - RECEBIDO EM 11/02/2015 Resp: 149641
6 dia(s) após a movimentação anterior

Sexta-Feira, 13 de Fevereiro de 2015.


ÀS 15:00:09 - Protocolizada Petição de RECURSO INOMINADO
MUNICIPIO DE AÇAILANDIA - IPSEMA INSTITUTO DE PREVIDENCIA SOCIAL DOS SERVIDORES.
RECEBIDO NESTA SECRETARIA DE DISTRIBUIÇÃO EM 10.02.2015. Resp: 165050
1 dia(s) após a movimentação anterior

Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2015.


ÀS 09:11:22 - Protocolizada Petição de DIVERSOS
MUNICIPIO DE AÇAILANDIA - IPSEMA INSTITUTO DE PREVIDENCIA SOCIAL DOS SERVIDORES
Resp: 165134
2 dia(s) após a movimentação anterior

Terça-Feira, 10 de Fevereiro de 2015.


ÀS 13:47:01 - Protocolizada Petição de RECURSO INOMINADO
PREFEITURA MUNICIPAL DE AÇAILANDIA/MA. RECEBIDO NESTA SECRETARIA DE DISTRIBUIÇÃO
EM 09.02.2015 ÀS 16H30MIN. Resp: 165050
67 dia(s) após a movimentação anterior

Sexta-Feira, 5 de Dezembro de 2014.


ÀS 17:29:41 - Outras decisões
DECISÃO RECEBIDOS HOJE. Tratam-se os presentes de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. Vieram os
autos conclusos. Eis o relatório. Decido. Os embargos de declaração visam ao saneamento da decisão ou
sentença, corrigindo obscuridade, contradição ou omissão existentes. Assim, se é a reforma do julgado que
busca o embargante, para isto não se prestam os embargos, pena de se aviltar a sua "ratio essendi". Neste
sentido: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO COM PEDIDO DE EFEITOS INFRINGENTES EM AGRAVO
REGIMENTAL. INEXISTÊNCIA DE VÍCIOS A SEREM SANADOS. PRETENSÃO DE REDISCUTIR A
MATÉRIA. REJEIÇÃO. 1. O acórdão guerreado não apresenta nenhum vício a ser sanado, o que
demonstra que a pretensão do Embargante é, na realidade, a rediscussão da matéria, situação esta
repudiada pela legislação e jurisprudência pátrias. 2. Embargos de declaração rejeitados. (Processo nº
0710176-89.2012.8.04.0001/50001, Câmaras Reunidas do TJAM, Rel. Sabino da Silva Marques. unânime,
DJe 29.07.2013). EMBARGOS DECLARATÓRIOS. OMISSÃO. INOCORRÊNCIA. REDISCUSSÃO.
IMPOSSIBILIDADE. OS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NÃO SERVEM PARA REDISCUTIR O MÉRITO
DA CAUSA, NEM PARA RENOVAR OU REFORÇAR OS FUNDAMENTOS DA DECISÃO E NEM PARA
EXPLICITAR DISPOSITIVOS DE LEI. REJEIÇÃO. Não padecendo o julgado do vício apontados pelo
embargante e restando evidenciados que o intuito deste na utilização dos embargos declaratórios é
rediscutir matéria já apreciada, rejeita-se o citado recurso que não pode ser utilizado para a concretização
da finalidade perseguida pelo recorrente. (Embargos de Declaração nº 0003883-80.1976.8.05.0001, 2ª
Câmara Cível do TJBA, Rel. Emílio Salomão Pinto Resedá. j. 22.05.2012). EMBARGOS DE DECLARAÇÃO
EM AGRAVO REGIMENTAL EM APELAÇÃO CÍVEL. CONTRADIÇÃO. VÍCIO NÃO CONFIGURADO.
REDISCUSSÃO DE MATÉRIA. INADMISSÍVEL. FINALIDADE DE PREQUESTIONAMENTO.
IMPOSSIBILIDADE. 1. Os Embargos de Declaração têm seus contornos definidos no artigo 535 do CPC,
prestando-se para afastar do julgamento recorrido omissão, obscuridade ou contradição. Ausentes esses
vícios, a rejeição dos embargos é medida que se impõe. 2. É pacífica a jurisprudência desta egrégia Corte
no sentido de não se admitir a rediscussão de matéria oportunamente decidida nos embargos de
declaração. 3. Mesmo para fins de prequestionamento, os embargos de declaração devem amparar-se nas
hipóteses de cabimento previstas no artigo 535, do Código de Processo Civil. Além do mais, para
prequestionar a matéria, basta que a decisão recorrida exponha a fundamentação suficiente para dirimir a
controvérsia, sendo desnecessária a manifestação expressa sobre todos os argumentos apresentados
pelas partes. 4. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO CONHECIDOS, MAS REJEITADOS. (Apelação Cível nº
147451-64.2011.8.09.0051 (201191474518), 4ª Câmara Cível do TJGO, Rel. Elizabeth Maria da Silva. j.
06.06.2013, unânime, DJe 14.06.2013). EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO.
INOCORRÊNCIA DOS REQUISITOS PREVISTOS NO ART. 535, DO CPC. EFEITO MODIFICATIVO.
INEXISTE ERRO MATERIAL. REDISCUSSÃO. INADMISSIBILIDADE. Rejeitam-se os embargos de
declaração quando a finalidade nele estampada for rediscussão da matéria, pois inexistindo omissão,
obscuridade ou contradição e muito menos erro material não há como aplicar o efeito modificativo, impondo-
se a rejeição dos embargos. II - NOVO JULGADO - IMPOSSIBILIDADE. Os embargos de declaração não
ensejam a ampliação e nem a rediscussão da matéria de mérito, pois não têm a função de alterar o
julgamento da causa. III - PREQUESTIONAMENTO. O manejo do prequestionamento, legitimador dos
recursos excepcionais, exige do embargante a contextualização das normas ao caso concreto, enfrentando
e elucidando com clareza e objetividade em que aspecto considera presente o conflito legal e não
simplesmente a enumeração de uma série de dispositivos os quais reputa violados. EMBARGOS DE
DECLARAÇÃO REJEITADOS. (Apelação Cível nº 246876-39.2010.8.09.0006 (201092468765), 2ª Câmara
Cível do TJGO, Rel. João Waldeck Félix de Sousa. j. 14.05.2013, unânime, DJe 12.06.2013). PROCESSO
CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO, OBSCURIDADE OU CONTRADIÇÃO.
INEXISTÊNCIA. 1. Ausente contradição, obscuridade ou omissão, são rejeitados os embargos
declaratórios, que não servem à rediscussão do julgado. 2. Não está o magistrado obrigado a enfrentar
todos os argumentos ou dispositivos legais suscitados pelas partes, bastando o exame daquilo que se
mostre indispensável para o deslinde do feito. 3. A mera desconformidade do embargante com a rejeição
da tese que entende cabível não caracteriza omissão, devendo ser atacada pelo meio processual idôneo, e
não pela via estreita dos embargos de declaração. 4. Mesmo para fins de prequestionamento, os embargos
de declaração têm suas hipóteses de cabimento traçadas no art. 535 do CPC. 5. Para fins de recurso
extraordinário, resta perfectibilizado o acesso à via excepcional por meio da oposição de embargos de
declaração pleiteando o prequestionamento dos dispositivos constitucionais, ainda que os aclaratórios
sejam desacolhidos. (Apelação/Reexame Necessário nº 0018718-86.2011.404.9999/PR, 6ª Turma do TRF
da 4ª Região, Rel. Néfi Cordeiro. j. 26.09.2012, unânime, DE 11.10.2012) Portanto, in casu, observa-se que
o(s) embargante(s) almeja(m) rediscutir a matéria já apreciada na sentença, razão pela qual, entendo pela
rejeição dos presentes embargos. Ante o exposto, REJEITO os presentes EMBARGOS DE DECLARAÇÃO.
Intimem-se. Açailândia, 21/10/2014. ANGELO ANTONIO ALENCAR DOS SANTOS Juiz de Direito Resp:
120048
0 dia(s) após a movimentação anterior

Sexta-Feira, 5 de Dezembro de 2014.


ÀS 16:55:25 - Juntada de Petição de EMBARGOS DE DECLARACAO
Petição intermediária: 286118093 JUNTADA DE EMBARGOS DE DECLARAÇÃO FLS 122 A 142 Resp:
120048
0 dia(s) após a movimentação anterior
Sexta-Feira, 5 de Dezembro de 2014.
ÀS 16:54:59 - Juntada de Petição de EMBARGOS DE DECLARACAO
Petição intermediária: 286117486 JUNTADA DE EMBARGOS DE DECLARAÇÃO FLS 113 A 121 Resp:
120048
101 dia(s) após a movimentação anterior

Terça-Feira, 26 de Agosto de 2014.


ÀS 15:24:09 - Protocolizada Petição de EMBARGOS DE DECLARACAO
PREFEITURA MUNICIPAL DE AÇAILANDIA/MA Resp: 149641
0 dia(s) após a movimentação anterior

Terça-Feira, 26 de Agosto de 2014.


ÀS 13:26:01 - Protocolizada Petição de EMBARGOS DE DECLARACAO
MUNICIPIO DE AÇAILANDIA - IPSEMA INSTITUTO DE PREVIDENCIA SOCIAL DOS SERVIDORES
Resp: 149641
8 dia(s) após a movimentação anterior

Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014.


ÀS 14:26:25 - Conclusos para Despacho / Decisão.
CONCLUSO NO GABINETE Resp: 120048
12 dia(s) após a movimentação anterior

Quarta-Feira, 6 de Agosto de 2014.


ÀS 09:59:41 - Juntada de Petição de CONTESTACAO
Petição intermediária: 285735844 CONTESTACAO DO MUNICIPIO AS FLS 58/106 Resp: 165134
0 dia(s) após a movimentação anterior

Quarta-Feira, 6 de Agosto de 2014.


ÀS 09:59:18 - Juntada de Petição de CONTESTACAO
Petição intermediária: 285735847 CONTESTACAO DO IPSEMA AS FLS 48/58 Resp: 165134
0 dia(s) após a movimentação anterior

Quarta-Feira, 6 de Agosto de 2014.


ÀS 09:06:22 - Juntada de TERMO
TERMO de audiencia as fls 40/47 Resp: 165134
34 dia(s) após a movimentação anterior
Quinta-Feira, 3 de Julho de 2014.
ÀS 10:59:36 - Audiência UNA REALIZADA em 02/07/2014 08:00, no local SALA DE AUDIENCIA 1
VARA CÍVEL
O MM. Juiz de Direito determinou a realização do pregão para a abertura dos trabalhos da audiência
marcada nos autos do processo em epígrafe: PRESENTES: 1. Juiz de Direito: Dr. Angelo Antonio Alencar
dos Santos 2. Parte Autora: Antonia as Conceição Lima Sousa 3. Advogado do Autor: Dr.Thiago Sebastião
Campelo Dantas - OAB/MA 9487 e Dra. Jamila Fecury Cerqueira- OAB/MA 12.243. 4. Parte Ré: Instituto de
Previdência Social dos Trabalhadores do Município de Açailândia - MA - IPSEMA - Ismênia Maria Duarte de
Morais. 5. Advogado do réu: Dr. José Sales Alencar da Silva OAB/MA 8610 6. Parte Ré: Município de
Açailândia - MA - Cleones Guedes da Silva 7. Advogado: Antonio Malaquias Chaves Junior OAB/MA 8290;
Silvinha da Silva Leão Moreira OAB/MA 11059 e Saulo Roberto Oliveira Vieira OAB/MA 12030. 8.
Acadêmicos: 1. Sabrynna Brito Alves 2. Emerson Arley Rodrigues dos Santos 3. Eliane Mesquita Sousa 4.
Lana Letícia Souza Noleto ORDEM DOS TRABALHOS: Iniciada a audiência, foi proposta a conciliação
entre as partes, no entanto, não se obteve êxito. Em seguida foram apresentadas contestações pelo
requeridos, existindo 3 (três) teses de preliminares argüidas, foi concedida a palavra ao advogado da parte
autora, que assim se manifestou: " M.M Juiz com relação as preliminares argüidas pelo IPSEMA, refuta-se
inicialmente a preliminar de Inépcia da Inicial, uma vez que o Instituto réu alega ausência de documentos
que comprovem a responsabilidade do IPSEMA, todavia em analise dos autos constata-se que junto a
inicial juntou-se a lei municipal nº 324 de 18/12/2009 que instituiu o regime próprio de previdência social do
Município de Açailândia e em seu artigo 21 estabeleceu expressamente que salvo na hipótese de
recolhimento indevido (como é o caso dos autos), não haverá restituição de contribuições pagas para o
RPPS (Leia-se IPSEMA). Portanto, tratando-se o presente feito justamente de pedido de restituição de
recolhimento indevido, a própria lei que institui o instituto prevê a responsabilidade do mesmo na restituição
ora pretendida. Quanto a preliminar de carência de ação por legitimidade passiva, pelos mesmos
argumentos deve a mesma ser rejeitada, uma vez que o dispositivo da lei municipal acima mencionada
demonstra a regularidade do instituo réu em figurar no pólo passivo da presente ação. Quanto a preliminar
de sobrestamento do processo prevista no artigo 265, inciso IV do CPC revela-se igualmente infundada
uma vez que baseia-se em suas alegações além de não estarem acompanhadas por qualquer prova
documental também não se adequa ao caso em apreço uma vez que o Código de Processo Civil autoriza a
suspensão do processo na hipótese ora ventilada em três hipóteses: 1. Quando depender do julgamento de
outra causa; 2. Quando a decisão não puder ser proferida até que a prova de determinado fato não seja
verificada perante outro juízo e 3. Quando para julgamento da causa tiver sido pleiteada alguma declaração
incidental, portanto Excelência o Município apenas alega sem trazer qualquer comprovação de que esta
apurando administrativamente tais descontos indevidos, remetendo-se ao Procurador do Município da
gestão anterior em 31/12/2012. Portanto Excelência não há qualquer outro processo judicial em tramitação
que traga uma prejudicialidade ao julgamento da presente ação, tampouco qualquer requisição de
declaração ou de prova emprestada requerido a outro juízo. Diante do exposto, deve ser também rejeitada
a preliminar do município de Açailândia e quanto ao mérito ficam ratificados os argumentos e pedidos da
inicial requerendo a procedência total da presente ação." Consultadas as partes, por seus advogados,
acerca da produção de provas, a parte autora e o requerido município de Açailândia ratificaram a
necessidade da oitiva de testemunhas. Após a oitiva das 3 (três) testemunhas, findou-se a instrução
processual. Em seguida a parte autora e o requerido IPSEMA se manifestaram de forma remissiva à inicial
e à contestação. Enquanto que o demandado Município de Açailândia requereu prazo para manifestação,
que fora concedido o prazo de cinco dias, a contar desta audiência. Por fim o M.M. Juiz determinou que
com ou sem apresentação de manifestação que os autos sejam concluídos para a Sentença. Açailândia, 02
de julho de 2014. Angelo Antonio Alencar dos Santos. Juiz de Direito da 1ª Vara. ENCERRAMENTO: Do
que para constar, foi lido e achado conforme e vai devidamente assinado. Eu, Nathália Silva, Técnica
Judiciária, digitei e vai subscrito pelo Secretario Judicial __________, Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo
Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Titular da 1ª Vara da Comarca de Açailândia Parte autora
Advogado parte autora Representante da parte ré (IPSEMA) Advogado da parte requerida Representante
da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da parte requerida DEPOIMENTO DA 1ªTESTEMUNHA DO AUTOR:
QUALIFICAÇÃO: MARIA DA PAZ VIANA SOARES REINA, casada, Servidora Pública Municipal, residente
e domiciliado na Rua Uruguai nº 195, Jacú, Açailândia/MA. COMPROMISSO: Depois de devidamente
qualificada, compromissada na forma da lei. ÀS PERGUNTAS, DO MM. JUIZ, RESPONDEU QUE é
Presidente do Sindicato de Servidores Públicos Municipais de Açailândia desde 10/06/2009; QUE no ano
de 2011 para solucionar problema de uma servidora publica a respeito de sua licença maternidade foi
constatado pelo Sindicato descontos a mais de contribuição Previdenciária dos servidores Públicos
Municipais de Açailândia; QUE ainda no ano de 2011 a Sra. Maria Cléia Batista dos Santos, então diretora
do IPSEMA, depois de avaliação dos descontos nas contribuições previdenciárias, falou ao Sr. Josivam
Campos, diretor financeiro do SINTRASSEMA, que estavam fazendo descontos de contribuição
previdenciária a maior, e que tais descontos seriam devolvidos aos servidores; QUE os descontos acima
ocorreram no período de 04/2010 à 09/2012; QUE a partir de 10/2012 os descontos das contribuições
previdenciárias voltaram aos valores legais; QUE os valores recolhidos nunca foram devolvidos aos
servidores; QUE após a informação da Sra. Maria Cléia, o SINTRASSEMA convocou uma Assembléia
Geral e comunicou os fatos a todos os presentes. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE
AUTORA, NADA PERGUNTOU, DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (IPSEMA)
RESPONDEU QUE, não tem conhecimento se foi aberto no ano de 2011, procedimento administrativo no
âmbito da Prefeitura Municipal para investigar a respeito dos descontos das contribuições previdenciárias;
QUE em janeiro/fevereiro de 2013 foram repassados ao SINTRASSEMA pelo RH da Prefeitura de
Açailândia os relatórios com os valores descontados acima da lei, de cada um dos servidores; QUE ratifica
que não tem conhecimento de abertura e conclusão de procedimento administrativo para apuração de tais
fatos. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA)
RESPONDEU QUE, não sabe informar a pessoa do RH da prefeitura que comandava os descontos desta
época. Nada mais disse nem lhe foi perguntado. Do que para constar, foi lido e achado conforme e vai
devidamente assinado. Eu, Sabrina Mary Albuquerque de Andrade, Auxiliar Judiciária digitei e vai subscrito
pelo Secretario Judicial __________, Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de
Direito Titular da 1ª Vara da Comarca de Açailândia Parte autora Advogado parte autora Representante da
parte ré (IPSEMA) Advogado da parte requerida Representante da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da
parte requerida Testemunha DEPOIMENTO DA 2ªTESTEMUNHA DO AUTOR: QUALIFICAÇÃO: ILCKA
LEAL RAMOS, solteira, Servidora Pública Municipal, residente e domiciliado na Av. José Reinaldo Tavares,
Quadra 11, Lote 02, Parque Planalto, Açailândia/MA. COMPROMISSO: Depois de devidamente qualificada,
compromissada na forma da lei. ÀS PERGUNTAS, DO MM. JUIZ, RESPONDEU QUE foi diretora do RH da
Prefeitura Municipal de Açailândia no período de final do ano de 2010 até 12/2012. QUE foi constatado no
período em que esteve no RH do Município de Açailândia descontos Previdenciários dos servidores
Públicos Municipais de Açailândia, acima do limite legal; QUE sob a coordenação da depoente tais valores
foram levantados, já que foi solicitado pela procuradoria do Município uma avaliação da situação, pois o
IPSEMA tinha apresentado junto ao Procurador Geral do Município pedido sobre o caso; QUE o período
apurado de descontos a maior, foi de 04/2010 a 09/2012; QUE o RH repassou todo o relatório para a
procuradoria Geral do Município, inclusive individualizando a situação de cada servidor; QUE a depoente
confirma de sua assinatura no relatório de recolhimento nos autos. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA
(A) DA PARTE AUTORA, NADA PERGUNTOU, DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ
(IPSEMA) RESPONDEU QUE, não lembra precisamente a data em que lhe foi solicitado o relatório pela
procuradoria do município, mas acha que foi no ano de 2012; QUE não tem conhecimento da abertura de
procedimento administrativo; QUE a equipe que trabalhou no levantamento de tais relatórios foi a depoente,
Lúcia Aquino, Magalhães, Julimar Ramos, Marialva e Mauro; QUE não sabe motivo de fechamento de
processo administrativo no dia 31/12/2012. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ
(MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA) RESPONDEU QUE, alguns servidores procuraram o RH, após este órgão
ter recebido solicitação da procuradoria para levantamento dos valores; QUE a procura dos servidores era
sempre de forma verbal; QUE ratifica que os servidores procuraram o RH somente após provocação da
Procuradoria; QUE o pedido da procuradoria junto ao RH foi formalizado por documento. Nada mais disse
nem lhe foi perguntado. Do que para constar, foi lido e achado conforme e vai devidamente assinado. Eu,
Sabrina Mary Albuquerque de Andrade, Auxiliar Judiciária digitei e vai subscrito pelo Secretario Judicial
__________, Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Titular da 1ª
Vara da Comarca de Açailândia Parte autora Advogado parte autora Representante da parte ré (IPSEMA)
Advogado da parte requerida Representante da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da parte requerida
Testemunha DEPOIMENTO DA TESTEMUNHA DA PARTE RÉ (MUNICÍPIO): QUALIFICAÇÃO:
RAIMUNDO MAGALHÃES COSTA, solteiro, Servidor Público Municipal, residente e domiciliado na Rua
Tiradentes, nº 714, centro, Açailândia/MA. COMPROMISSO: Depois de devidamente qualificada,
compromissada na forma da lei. ÀS PERGUNTAS, DO MM. JUIZ, RESPONDEU QUE, é servidor do
município desde ano de 01/2008, QUE é agente administrativo; QUE desde 02/2008 está lotado no RH da
Prefeitura de Açailândia; QUE a chefia dos recursos humanos foi exercida por Josane Sousa até 10/2010 e
de 11/2010 até 12/2012 a chefia foi da senhora Ilcka Ramos; QUE no ano de 2012 não trabalhou, nem
tomou conhecimento de levantamento de valores maiores a título de contribuição previdenciária dos
servidores, pelo RH da prefeitura. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (MUNICÍPIO
DE AÇAILÂNDIA) RESPONDEU QUE, no ano de 2013 iniciou-se no âmbito do RH o levantamento de
pretensos valores maiores a título de contribuição previdenciária dos servidores; QUE está participando da
comissão de trabalho para levantamento de tais valores; QUE o depoente está cuidando pessoalmente do
levantamento de tais valores; QUE o levantamento tem que ser individualizado; QUE o trabalho demanda
muito tempo. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (IPSEMA) NADA PERGUNTOU.
DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE AUTORA, NADA PERGUNTOU. Nada mais disse
nem lhe foi perguntado. Do que para constar, foi lido e achado conforme e vai devidamente assinado. Eu,
Sabrina Mary Albuquerque de Andrade, Auxiliar Judiciária digitei e vai subscrito pelo Secretario Judicial
__________, Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Titular da 1ª
Vara da Comarca de Açailândia Parte autora Advogado parte autora Representante da parte ré (IPSEMA)
Advogado da parte requerida Representante da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da parte requerida
Testemunha O MM. Juiz de Direito determinou a realização do pregão para a abertura dos trabalhos da
audiência marcada nos autos do processo em epígrafe: PRESENTES: 1. Juiz de Direito: Dr. Angelo Antonio
Alencar dos Santos 2. Parte Autora: Antonia as Conceição Lima Sousa 3. Advogado do Autor: Dr.Thiago
Sebastião Campelo Dantas - OAB/MA 9487 e Dra. Jamila Fecury Cerqueira- OAB/MA 12.243. 4. Parte Ré:
Instituto de Previdência Social dos Trabalhadores do Município de Açailândia - MA - IPSEMA - Ismênia
Maria Duarte de Morais. 5. Advogado do réu: Dr. José Sales Alencar da Silva OAB/MA 8610 6. Parte Ré:
Município de Açailândia - MA - Cleones Guedes da Silva 7. Advogado: Antonio Malaquias Chaves Junior
OAB/MA 8290; Silvinha da Silva Leão Moreira OAB/MA 11059 e Saulo Roberto Oliveira Vieira OAB/MA
12030. 8. Acadêmicos: 1. Sabrynna Brito Alves 2. Emerson Arley Rodrigues dos Santos 3. Eliane Mesquita
Sousa 4. Lana Letícia Souza Noleto ORDEM DOS TRABALHOS: Iniciada a audiência, foi proposta a
conciliação entre as partes, no entanto, não se obteve êxito. Em seguida foram apresentadas contestações
pelo requeridos, existindo 3 (três) teses de preliminares argüidas, foi concedida a palavra ao advogado da
parte autora, que assim se manifestou: " M.M Juiz com relação as preliminares argüidas pelo IPSEMA,
refuta-se inicialmente a preliminar de Inépcia da Inicial, uma vez que o Instituto réu alega ausência de
documentos que comprovem a responsabilidade do IPSEMA, todavia em analise dos autos constata-se que
junto a inicial juntou-se a lei municipal nº 324 de 18/12/2009 que instituiu o regime próprio de previdência
social do Município de Açailândia e em seu artigo 21 estabeleceu expressamente que salvo na hipótese de
recolhimento indevido (como é o caso dos autos), não haverá restituição de contribuições pagas para o
RPPS (Leia-se IPSEMA). Portanto, tratando-se o presente feito justamente de pedido de restituição de
recolhimento indevido, a própria lei que institui o instituto prevê a responsabilidade do mesmo na restituição
ora pretendida. Quanto a preliminar de carência de ação por legitimidade passiva, pelos mesmos
argumentos deve a mesma ser rejeitada, uma vez que o dispositivo da lei municipal acima mencionada
demonstra a regularidade do instituo réu em figurar no pólo passivo da presente ação. Quanto a preliminar
de sobrestamento do processo prevista no artigo 265, inciso IV do CPC revela-se igualmente infundada
uma vez que baseia-se em suas alegações além de não estarem acompanhadas por qualquer prova
documental também não se adequa ao caso em apreço uma vez que o Código de Processo Civil autoriza a
suspensão do processo na hipótese ora ventilada em três hipóteses: 1. Quando depender do julgamento de
outra causa; 2. Quando a decisão não puder ser proferida até que a prova de determinado fato não seja
verificada perante outro juízo e 3. Quando para julgamento da causa tiver sido pleiteada alguma declaração
incidental, portanto Excelência o Município apenas alega sem trazer qualquer comprovação de que esta
apurando administrativamente tais descontos indevidos, remetendo-se ao Procurador do Município da
gestão anterior em 31/12/2012. Portanto Excelência não há qualquer outro processo judicial em tramitação
que traga uma prejudicialidade ao julgamento da presente ação, tampouco qualquer requisição de
declaração ou de prova emprestada requerido a outro juízo. Diante do exposto, deve ser também rejeitada
a preliminar do município de Açailândia e quanto ao mérito ficam ratificados os argumentos e pedidos da
inicial requerendo a procedência total da presente ação." Consultadas as partes, por seus advogados,
acerca da produção de provas, a parte autora e o requerido município de Açailândia ratificaram a
necessidade da oitiva de testemunhas. Após a oitiva das 3 (três) testemunhas, findou-se a instrução
processual. Em seguida a parte autora e o requerido IPSEMA se manifestaram de forma remissiva à inicial
e à contestação. Enquanto que o demandado Município de Açailândia requereu prazo para manifestação,
que fora concedido o prazo de cinco dias, a contar desta audiência. Por fim o M.M. Juiz determinou que
com ou sem apresentação de manifestação que os autos sejam concluídos para a Sentença. Açailândia, 02
de julho de 2014. Angelo Antonio Alencar dos Santos. Juiz de Direito da 1ª Vara. ENCERRAMENTO: Do
que para constar, foi lido e achado conforme e vai devidamente assinado. Eu, Nathália Silva, Técnica
Judiciária, digitei e vai subscrito pelo Secretario Judicial __________, Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo
Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Titular da 1ª Vara da Comarca de Açailândia Parte autora
Advogado parte autora Representante da parte ré (IPSEMA) Advogado da parte requerida Representante
da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da parte requerida DEPOIMENTO DA 1ªTESTEMUNHA DO AUTOR:
QUALIFICAÇÃO: MARIA DA PAZ VIANA SOARES REINA, casada, Servidora Pública Municipal, residente
e domiciliado na Rua Uruguai nº 195, Jacú, Açailândia/MA. COMPROMISSO: Depois de devidamente
qualificada, compromissada na forma da lei. ÀS PERGUNTAS, DO MM. JUIZ, RESPONDEU QUE é
Presidente do Sindicato de Servidores Públicos Municipais de Açailândia desde 10/06/2009; QUE no ano
de 2011 para solucionar problema de uma servidora publica a respeito de sua licença maternidade foi
constatado pelo Sindicato descontos a mais de contribuição Previdenciária dos servidores Públicos
Municipais de Açailândia; QUE ainda no ano de 2011 a Sra. Maria Cléia Batista dos Santos, então diretora
do IPSEMA, depois de avaliação dos descontos nas contribuições previdenciárias, falou ao Sr. Josivam
Campos, diretor financeiro do SINTRASSEMA, que estavam fazendo descontos de contribuição
previdenciária a maior, e que tais descontos seriam devolvidos aos servidores; QUE os descontos acima
ocorreram no período de 04/2010 à 09/2012; QUE a partir de 10/2012 os descontos das contribuições
previdenciárias voltaram aos valores legais; QUE os valores recolhidos nunca foram devolvidos aos
servidores; QUE após a informação da Sra. Maria Cléia, o SINTRASSEMA convocou uma Assembléia
Geral e comunicou os fatos a todos os presentes. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE
AUTORA, NADA PERGUNTOU, DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (IPSEMA)
RESPONDEU QUE, não tem conhecimento se foi aberto no ano de 2011, procedimento administrativo no
âmbito da Prefeitura Municipal para investigar a respeito dos descontos das contribuições previdenciárias;
QUE em janeiro/fevereiro de 2013 foram repassados ao SINTRASSEMA pelo RH da Prefeitura de
Açailândia os relatórios com os valores descontados acima da lei, de cada um dos servidores; QUE ratifica
que não tem conhecimento de abertura e conclusão de procedimento administrativo para apuração de tais
fatos. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA)
RESPONDEU QUE, não sabe informar a pessoa do RH da prefeitura que comandava os descontos desta
época. Nada mais disse nem lhe foi perguntado. Do que para constar, foi lido e achado conforme e vai
devidamente assinado. Eu, Sabrina Mary Albuquerque de Andrade, Auxiliar Judiciária digitei e vai subscrito
pelo Secretario Judicial __________, Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de
Direito Titular da 1ª Vara da Comarca de Açailândia Parte autora Advogado parte autora Representante da
parte ré (IPSEMA) Advogado da parte requerida Representante da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da
parte requerida Testemunha DEPOIMENTO DA 2ªTESTEMUNHA DO AUTOR: QUALIFICAÇÃO: ILCKA
LEAL RAMOS, solteira, Servidora Pública Municipal, residente e domiciliado na Av. José Reinaldo Tavares,
Quadra 11, Lote 02, Parque Planalto, Açailândia/MA. COMPROMISSO: Depois de devidamente qualificada,
compromissada na forma da lei. ÀS PERGUNTAS, DO MM. JUIZ, RESPONDEU QUE foi diretora do RH da
Prefeitura Municipal de Açailândia no período de final do ano de 2010 até 12/2012. QUE foi constatado no
período em que esteve no RH do Município de Açailândia descontos Previdenciários dos servidores
Públicos Municipais de Açailândia, acima do limite legal; QUE sob a coordenação da depoente tais valores
foram levantados, já que foi solicitado pela procuradoria do Município uma avaliação da situação, pois o
IPSEMA tinha apresentado junto ao Procurador Geral do Município pedido sobre o caso; QUE o período
apurado de descontos a maior, foi de 04/2010 a 09/2012; QUE o RH repassou todo o relatório para a
procuradoria Geral do Município, inclusive individualizando a situação de cada servidor; QUE a depoente
confirma de sua assinatura no relatório de recolhimento nos autos. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA
(A) DA PARTE AUTORA, NADA PERGUNTOU, DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ
(IPSEMA) RESPONDEU QUE, não lembra precisamente a data em que lhe foi solicitado o relatório pela
procuradoria do município, mas acha que foi no ano de 2012; QUE não tem conhecimento da abertura de
procedimento administrativo; QUE a equipe que trabalhou no levantamento de tais relatórios foi a depoente,
Lúcia Aquino, Magalhães, Julimar Ramos, Marialva e Mauro; QUE não sabe motivo de fechamento de
processo administrativo no dia 31/12/2012. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ
(MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA) RESPONDEU QUE, alguns servidores procuraram o RH, após este órgão
ter recebido solicitação da procuradoria para levantamento dos valores; QUE a procura dos servidores era
sempre de forma verbal; QUE ratifica que os servidores procuraram o RH somente após provocação da
Procuradoria; QUE o pedido da procuradoria junto ao RH foi formalizado por documento. Nada mais disse
nem lhe foi perguntado. Do que para constar, foi lido e achado conforme e vai devidamente assinado. Eu,
Sabrina Mary Albuquerque de Andrade, Auxiliar Judiciária digitei e vai subscrito pelo Secretario Judicial
__________, Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Titular da 1ª
Vara da Comarca de Açailândia Parte autora Advogado parte autora Representante da parte ré (IPSEMA)
Advogado da parte requerida Representante da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da parte requerida
Testemunha DEPOIMENTO DA TESTEMUNHA DA PARTE RÉ (MUNICÍPIO): QUALIFICAÇÃO:
RAIMUNDO MAGALHÃES COSTA, solteiro, Servidor Público Municipal, residente e domiciliado na Rua
Tiradentes, nº 714, centro, Açailândia/MA. COMPROMISSO: Depois de devidamente qualificada,
compromissada na forma da lei. ÀS PERGUNTAS, DO MM. JUIZ, RESPONDEU QUE, é servidor do
município desde ano de 01/2008, QUE é agente administrativo; QUE desde 02/2008 está lotado no RH da
Prefeitura de Açailândia; QUE a chefia dos recursos humanos foi exercida por Josane Sousa até 10/2010 e
de 11/2010 até 12/2012 a chefia foi da senhora Ilcka Ramos; QUE no ano de 2012 não trabalhou, nem
tomou conhecimento de levantamento de valores maiores a título de contribuição previdenciária dos
servidores, pelo RH da prefeitura. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (MUNICÍPIO
DE AÇAILÂNDIA) RESPONDEU QUE, no ano de 2013 iniciou-se no âmbito do RH o levantamento de
pretensos valores maiores a título de contribuição previdenciária dos servidores; QUE está participando da
comissão de trabalho para levantamento de tais valores; QUE o depoente está cuidando pessoalmente do
levantamento de tais valores; QUE o levantamento tem que ser individualizado; QUE o trabalho demanda
muito tempo. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (IPSEMA) NADA PERGUNTOU.
DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE AUTORA, NADA PERGUNTOU. Nada mais disse
nem lhe foi perguntado. Do que para constar, foi lido e achado conforme e vai devidamente assinado. Eu,
Sabrina Mary Albuquerque de Andrade, Auxiliar Judiciária digitei e vai subscrito pelo Secretario Judicial
__________, Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Titular da 1ª
Vara da Comarca de Açailândia Parte autora Advogado parte autora Representante da parte ré (IPSEMA)
Advogado da parte requerida Representante da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da parte requerida
Testemunha O MM. Juiz de Direito determinou a realização do pregão para a abertura dos trabalhos da
audiência marcada nos autos do processo em epígrafe: PRESENTES: 1. Juiz de Direito: Dr. Angelo Antonio
Alencar dos Santos 2. Parte Autora: Antonia as Conceição Lima Sousa 3. Advogado do Autor: Dr.Thiago
Sebastião Campelo Dantas - OAB/MA 9487 e Dra. Jamila Fecury Cerqueira- OAB/MA 12.243. 4. Parte Ré:
Instituto de Previdência Social dos Trabalhadores do Município de Açailândia - MA - IPSEMA - Ismênia
Maria Duarte de Morais. 5. Advogado do réu: Dr. José Sales Alencar da Silva OAB/MA 8610 6. Parte Ré:
Município de Açailândia - MA - Cleones Guedes da Silva 7. Advogado: Antonio Malaquias Chaves Junior
OAB/MA 8290; Silvinha da Silva Leão Moreira OAB/MA 11059 e Saulo Roberto Oliveira Vieira OAB/MA
12030. 8. Acadêmicos: 1. Sabrynna Brito Alves 2. Emerson Arley Rodrigues dos Santos 3. Eliane Mesquita
Sousa 4. Lana Letícia Souza Noleto ORDEM DOS TRABALHOS: Iniciada a audiência, foi proposta a
conciliação entre as partes, no entanto, não se obteve êxito. Em seguida foram apresentadas contestações
pelo requeridos, existindo 3 (três) teses de preliminares argüidas, foi concedida a palavra ao advogado da
parte autora, que assim se manifestou: " M.M Juiz com relação as preliminares argüidas pelo IPSEMA,
refuta-se inicialmente a preliminar de Inépcia da Inicial, uma vez que o Instituto réu alega ausência de
documentos que comprovem a responsabilidade do IPSEMA, todavia em analise dos autos constata-se que
junto a inicial juntou-se a lei municipal nº 324 de 18/12/2009 que instituiu o regime próprio de previdência
social do Município de Açailândia e em seu artigo 21 estabeleceu expressamente que salvo na hipótese de
recolhimento indevido (como é o caso dos autos), não haverá restituição de contribuições pagas para o
RPPS (Leia-se IPSEMA). Portanto, tratando-se o presente feito justamente de pedido de restituição de
recolhimento indevido, a própria lei que institui o instituto prevê a responsabilidade do mesmo na restituição
ora pretendida. Quanto a preliminar de carência de ação por legitimidade passiva, pelos mesmos
argumentos deve a mesma ser rejeitada, uma vez que o dispositivo da lei municipal acima mencionada
demonstra a regularidade do instituo réu em figurar no pólo passivo da presente ação. Quanto a preliminar
de sobrestamento do processo prevista no artigo 265, inciso IV do CPC revela-se igualmente infundada
uma vez que baseia-se em suas alegações além de não estarem acompanhadas por qualquer prova
documental também não se adequa ao caso em apreço uma vez que o Código de Processo Civil autoriza a
suspensão do processo na hipótese ora ventilada em três hipóteses: 1. Quando depender do julgamento de
outra causa; 2. Quando a decisão não puder ser proferida até que a prova de determinado fato não seja
verificada perante outro juízo e 3. Quando para julgamento da causa tiver sido pleiteada alguma declaração
incidental, portanto Excelência o Município apenas alega sem trazer qualquer comprovação de que esta
apurando administrativamente tais descontos indevidos, remetendo-se ao Procurador do Município da
gestão anterior em 31/12/2012. Portanto Excelência não há qualquer outro processo judicial em tramitação
que traga uma prejudicialidade ao julgamento da presente ação, tampouco qualquer requisição de
declaração ou de prova emprestada requerido a outro juízo. Diante do exposto, deve ser também rejeitada
a preliminar do município de Açailândia e quanto ao mérito ficam ratificados os argumentos e pedidos da
inicial requerendo a procedência total da presente ação." Consultadas as partes, por seus advogados,
acerca da produção de provas, a parte autora e o requerido município de Açailândia ratificaram a
necessidade da oitiva de testemunhas. Após a oitiva das 3 (três) testemunhas, findou-se a instrução
processual. Em seguida a parte autora e o requerido IPSEMA se manifestaram de forma remissiva à inicial
e à contestação. Enquanto que o demandado Município de Açailândia requereu prazo para manifestação,
que fora concedido o prazo de cinco dias, a contar desta audiência. Por fim o M.M. Juiz determinou que
com ou sem apresentação de manifestação que os autos sejam concluídos para a Sentença. Açailândia, 02
de julho de 2014. Angelo Antonio Alencar dos Santos. Juiz de Direito da 1ª Vara. ENCERRAMENTO: Do
que para constar, foi lido e achado conforme e vai devidamente assinado. Eu, Nathália Silva, Técnica
Judiciária, digitei e vai subscrito pelo Secretario Judicial __________, Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo
Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Titular da 1ª Vara da Comarca de Açailândia Parte autora
Advogado parte autora Representante da parte ré (IPSEMA) Advogado da parte requerida Representante
da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da parte requerida DEPOIMENTO DA 1ªTESTEMUNHA DO AUTOR:
QUALIFICAÇÃO: MARIA DA PAZ VIANA SOARES REINA, casada, Servidora Pública Municipal, residente
e domiciliado na Rua Uruguai nº 195, Jacú, Açailândia/MA. COMPROMISSO: Depois de devidamente
qualificada, compromissada na forma da lei. ÀS PERGUNTAS, DO MM. JUIZ, RESPONDEU QUE é
Presidente do Sindicato de Servidores Públicos Municipais de Açailândia desde 10/06/2009; QUE no ano
de 2011 para solucionar problema de uma servidora publica a respeito de sua licença maternidade foi
constatado pelo Sindicato descontos a mais de contribuição Previdenciária dos servidores Públicos
Municipais de Açailândia; QUE ainda no ano de 2011 a Sra. Maria Cléia Batista dos Santos, então diretora
do IPSEMA, depois de avaliação dos descontos nas contribuições previdenciárias, falou ao Sr. Josivam
Campos, diretor financeiro do SINTRASSEMA, que estavam fazendo descontos de contribuição
previdenciária a maior, e que tais descontos seriam devolvidos aos servidores; QUE os descontos acima
ocorreram no período de 04/2010 à 09/2012; QUE a partir de 10/2012 os descontos das contribuições
previdenciárias voltaram aos valores legais; QUE os valores recolhidos nunca foram devolvidos aos
servidores; QUE após a informação da Sra. Maria Cléia, o SINTRASSEMA convocou uma Assembléia
Geral e comunicou os fatos a todos os presentes. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE
AUTORA, NADA PERGUNTOU, DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (IPSEMA)
RESPONDEU QUE, não tem conhecimento se foi aberto no ano de 2011, procedimento administrativo no
âmbito da Prefeitura Municipal para investigar a respeito dos descontos das contribuições previdenciárias;
QUE em janeiro/fevereiro de 2013 foram repassados ao SINTRASSEMA pelo RH da Prefeitura de
Açailândia os relatórios com os valores descontados acima da lei, de cada um dos servidores; QUE ratifica
que não tem conhecimento de abertura e conclusão de procedimento administrativo para apuração de tais
fatos. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA)
RESPONDEU QUE, não sabe informar a pessoa do RH da prefeitura que comandava os descontos desta
época. Nada mais disse nem lhe foi perguntado. Do que para constar, foi lido e achado conforme e vai
devidamente assinado. Eu, Sabrina Mary Albuquerque de Andrade, Auxiliar Judiciária digitei e vai subscrito
pelo Secretario Judicial __________, Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de
Direito Titular da 1ª Vara da Comarca de Açailândia Parte autora Advogado parte autora Representante da
parte ré (IPSEMA) Advogado da parte requerida Representante da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da
parte requerida Testemunha DEPOIMENTO DA 2ªTESTEMUNHA DO AUTOR: QUALIFICAÇÃO: ILCKA
LEAL RAMOS, solteira, Servidora Pública Municipal, residente e domiciliado na Av. José Reinaldo Tavares,
Quadra 11, Lote 02, Parque Planalto, Açailândia/MA. COMPROMISSO: Depois de devidamente qualificada,
compromissada na forma da lei. ÀS PERGUNTAS, DO MM. JUIZ, RESPONDEU QUE foi diretora do RH da
Prefeitura Municipal de Açailândia no período de final do ano de 2010 até 12/2012. QUE foi constatado no
período em que esteve no RH do Município de Açailândia descontos Previdenciários dos servidores
Públicos Municipais de Açailândia, acima do limite legal; QUE sob a coordenação da depoente tais valores
foram levantados, já que foi solicitado pela procuradoria do Município uma avaliação da situação, pois o
IPSEMA tinha apresentado junto ao Procurador Geral do Município pedido sobre o caso; QUE o período
apurado de descontos a maior, foi de 04/2010 a 09/2012; QUE o RH repassou todo o relatório para a
procuradoria Geral do Município, inclusive individualizando a situação de cada servidor; QUE a depoente
confirma de sua assinatura no relatório de recolhimento nos autos. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA
(A) DA PARTE AUTORA, NADA PERGUNTOU, DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ
(IPSEMA) RESPONDEU QUE, não lembra precisamente a data em que lhe foi solicitado o relatório pela
procuradoria do município, mas acha que foi no ano de 2012; QUE não tem conhecimento da abertura de
procedimento administrativo; QUE a equipe que trabalhou no levantamento de tais relatórios foi a depoente,
Lúcia Aquino, Magalhães, Julimar Ramos, Marialva e Mauro; QUE não sabe motivo de fechamento de
processo administrativo no dia 31/12/2012. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ
(MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA) RESPONDEU QUE, alguns servidores procuraram o RH, após este órgão
ter recebido solicitação da procuradoria para levantamento dos valores; QUE a procura dos servidores era
sempre de forma verbal; QUE ratifica que os servidores procuraram o RH somente após provocação da
Procuradoria; QUE o pedido da procuradoria junto ao RH foi formalizado por documento. Nada mais disse
nem lhe foi perguntado. Do que para constar, foi lido e achado conforme e vai devidamente assinado. Eu,
Sabrina Mary Albuquerque de Andrade, Auxiliar Judiciária digitei e vai subscrito pelo Secretario Judicial
__________, Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Titular da 1ª
Vara da Comarca de Açailândia Parte autora Advogado parte autora Representante da parte ré (IPSEMA)
Advogado da parte requerida Representante da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da parte requerida
Testemunha DEPOIMENTO DA TESTEMUNHA DA PARTE RÉ (MUNICÍPIO): QUALIFICAÇÃO:
RAIMUNDO MAGALHÃES COSTA, solteiro, Servidor Público Municipal, residente e domiciliado na Rua
Tiradentes, nº 714, centro, Açailândia/MA. COMPROMISSO: Depois de devidamente qualificada,
compromissada na forma da lei. ÀS PERGUNTAS, DO MM. JUIZ, RESPONDEU QUE, é servidor do
município desde ano de 01/2008, QUE é agente administrativo; QUE desde 02/2008 está lotado no RH da
Prefeitura de Açailândia; QUE a chefia dos recursos humanos foi exercida por Josane Sousa até 10/2010 e
de 11/2010 até 12/2012 a chefia foi da senhora Ilcka Ramos; QUE no ano de 2012 não trabalhou, nem
tomou conhecimento de levantamento de valores maiores a título de contribuição previdenciária dos
servidores, pelo RH da prefeitura. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (MUNICÍPIO
DE AÇAILÂNDIA) RESPONDEU QUE, no ano de 2013 iniciou-se no âmbito do RH o levantamento de
pretensos valores maiores a título de contribuição previdenciária dos servidores; QUE está participando da
comissão de trabalho para levantamento de tais valores; QUE o depoente está cuidando pessoalmente do
levantamento de tais valores; QUE o levantamento tem que ser individualizado; QUE o trabalho demanda
muito tempo. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (IPSEMA) NADA PERGUNTOU.
DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE AUTORA, NADA PERGUNTOU. Nada mais disse
nem lhe foi perguntado. Do que para constar, foi lido e achado conforme e vai devidamente assinado. Eu,
Sabrina Mary Albuquerque de Andrade, Auxiliar Judiciária digitei e vai subscrito pelo Secretario Judicial
__________, Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Titular da 1ª
Vara da Comarca de Açailândia Parte autora Advogado parte autora Representante da parte ré (IPSEMA)
Advogado da parte requerida Representante da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da parte requerida
Testemunha O MM. Juiz de Direito determinou a realização do pregão para a abertura dos trabalhos da
audiência marcada nos autos do processo em epígrafe: PRESENTES: 1. Juiz de Direito: Dr. Angelo Antonio
Alencar dos Santos 2. Parte Autora: Antonia as Conceição Lima Sousa 3. Advogado do Autor: Dr.Thiago
Sebastião Campelo Dantas - OAB/MA 9487 e Dra. Jamila Fecury Cerqueira- OAB/MA 12.243. 4. Parte Ré:
Instituto de Previdência Social dos Trabalhadores do Município de Açailândia - MA - IPSEMA - Ismênia
Maria Duarte de Morais. 5. Advogado do réu: Dr. José Sales Alencar da Silva OAB/MA 8610 6. Parte Ré:
Município de Açailândia - MA - Cleones Guedes da Silva 7. Advogado: Antonio Malaquias Chaves Junior
OAB/MA 8290; Silvinha da Silva Leão Moreira OAB/MA 11059 e Saulo Roberto Oliveira Vieira OAB/MA
12030. 8. Acadêmicos: 1. Sabrynna Brito Alves 2. Emerson Arley Rodrigues dos Santos 3. Eliane Mesquita
Sousa 4. Lana Letícia Souza Noleto ORDEM DOS TRABALHOS: Iniciada a audiência, foi proposta a
conciliação entre as partes, no entanto, não se obteve êxito. Em seguida foram apresentadas contestações
pelo requeridos, existindo 3 (três) teses de preliminares argüidas, foi concedida a palavra ao advogado da
parte autora, que assim se manifestou: " M.M Juiz com relação as preliminares argüidas pelo IPSEMA,
refuta-se inicialmente a preliminar de Inépcia da Inicial, uma vez que o Instituto réu alega ausência de
documentos que comprovem a responsabilidade do IPSEMA, todavia em analise dos autos constata-se que
junto a inicial juntou-se a lei municipal nº 324 de 18/12/2009 que instituiu o regime próprio de previdência
social do Município de Açailândia e em seu artigo 21 estabeleceu expressamente que salvo na hipótese de
recolhimento indevido (como é o caso dos autos), não haverá restituição de contribuições pagas para o
RPPS (Leia-se IPSEMA). Portanto, tratando-se o presente feito justamente de pedido de restituição de
recolhimento indevido, a própria lei que institui o instituto prevê a responsabilidade do mesmo na restituição
ora pretendida. Quanto a preliminar de carência de ação por legitimidade passiva, pelos mesmos
argumentos deve a mesma ser rejeitada, uma vez que o dispositivo da lei municipal acima mencionada
demonstra a regularidade do instituo réu em figurar no pólo passivo da presente ação. Quanto a preliminar
de sobrestamento do processo prevista no artigo 265, inciso IV do CPC revela-se igualmente infundada
uma vez que baseia-se em suas alegações além de não estarem acompanhadas por qualquer prova
documental também não se adequa ao caso em apreço uma vez que o Código de Processo Civil autoriza a
suspensão do processo na hipótese ora ventilada em três hipóteses: 1. Quando depender do julgamento de
outra causa; 2. Quando a decisão não puder ser proferida até que a prova de determinado fato não seja
verificada perante outro juízo e 3. Quando para julgamento da causa tiver sido pleiteada alguma declaração
incidental, portanto Excelência o Município apenas alega sem trazer qualquer comprovação de que esta
apurando administrativamente tais descontos indevidos, remetendo-se ao Procurador do Município da
gestão anterior em 31/12/2012. Portanto Excelência não há qualquer outro processo judicial em tramitação
que traga uma prejudicialidade ao julgamento da presente ação, tampouco qualquer requisição de
declaração ou de prova emprestada requerido a outro juízo. Diante do exposto, deve ser também rejeitada
a preliminar do município de Açailândia e quanto ao mérito ficam ratificados os argumentos e pedidos da
inicial requerendo a procedência total da presente ação." Consultadas as partes, por seus advogados,
acerca da produção de provas, a parte autora e o requerido município de Açailândia ratificaram a
necessidade da oitiva de testemunhas. Após a oitiva das 3 (três) testemunhas, findou-se a instrução
processual. Em seguida a parte autora e o requerido IPSEMA se manifestaram de forma remissiva à inicial
e à contestação. Enquanto que o demandado Município de Açailândia requereu prazo para manifestação,
que fora concedido o prazo de cinco dias, a contar desta audiência. Por fim o M.M. Juiz determinou que
com ou sem apresentação de manifestação que os autos sejam concluídos para a Sentença. Açailândia, 02
de julho de 2014. Angelo Antonio Alencar dos Santos. Juiz de Direito da 1ª Vara. ENCERRAMENTO: Do
que para constar, foi lido e achado conforme e vai devidamente assinado. Eu, Nathália Silva, Técnica
Judiciária, digitei e vai subscrito pelo Secretario Judicial __________, Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo
Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Titular da 1ª Vara da Comarca de Açailândia Parte autora
Advogado parte autora Representante da parte ré (IPSEMA) Advogado da parte requerida Representante
da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da parte requerida DEPOIMENTO DA 1ªTESTEMUNHA DO AUTOR:
QUALIFICAÇÃO: MARIA DA PAZ VIANA SOARES REINA, casada, Servidora Pública Municipal, residente
e domiciliado na Rua Uruguai nº 195, Jacú, Açailândia/MA. COMPROMISSO: Depois de devidamente
qualificada, compromissada na forma da lei. ÀS PERGUNTAS, DO MM. JUIZ, RESPONDEU QUE é
Presidente do Sindicato de Servidores Públicos Municipais de Açailândia desde 10/06/2009; QUE no ano
de 2011 para solucionar problema de uma servidora publica a respeito de sua licença maternidade foi
constatado pelo Sindicato descontos a mais de contribuição Previdenciária dos servidores Públicos
Municipais de Açailândia; QUE ainda no ano de 2011 a Sra. Maria Cléia Batista dos Santos, então diretora
do IPSEMA, depois de avaliação dos descontos nas contribuições previdenciárias, falou ao Sr. Josivam
Campos, diretor financeiro do SINTRASSEMA, que estavam fazendo descontos de contribuição
previdenciária a maior, e que tais descontos seriam devolvidos aos servidores; QUE os descontos acima
ocorreram no período de 04/2010 à 09/2012; QUE a partir de 10/2012 os descontos das contribuições
previdenciárias voltaram aos valores legais; QUE os valores recolhidos nunca foram devolvidos aos
servidores; QUE após a informação da Sra. Maria Cléia, o SINTRASSEMA convocou uma Assembléia
Geral e comunicou os fatos a todos os presentes. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE
AUTORA, NADA PERGUNTOU, DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (IPSEMA)
RESPONDEU QUE, não tem conhecimento se foi aberto no ano de 2011, procedimento administrativo no
âmbito da Prefeitura Municipal para investigar a respeito dos descontos das contribuições previdenciárias;
QUE em janeiro/fevereiro de 2013 foram repassados ao SINTRASSEMA pelo RH da Prefeitura de
Açailândia os relatórios com os valores descontados acima da lei, de cada um dos servidores; QUE ratifica
que não tem conhecimento de abertura e conclusão de procedimento administrativo para apuração de tais
fatos. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA)
RESPONDEU QUE, não sabe informar a pessoa do RH da prefeitura que comandava os descontos desta
época. Nada mais disse nem lhe foi perguntado. Do que para constar, foi lido e achado conforme e vai
devidamente assinado. Eu, Sabrina Mary Albuquerque de Andrade, Auxiliar Judiciária digitei e vai subscrito
pelo Secretario Judicial __________, Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de
Direito Titular da 1ª Vara da Comarca de Açailândia Parte autora Advogado parte autora Representante da
parte ré (IPSEMA) Advogado da parte requerida Representante da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da
parte requerida Testemunha DEPOIMENTO DA 2ªTESTEMUNHA DO AUTOR: QUALIFICAÇÃO: ILCKA
LEAL RAMOS, solteira, Servidora Pública Municipal, residente e domiciliado na Av. José Reinaldo Tavares,
Quadra 11, Lote 02, Parque Planalto, Açailândia/MA. COMPROMISSO: Depois de devidamente qualificada,
compromissada na forma da lei. ÀS PERGUNTAS, DO MM. JUIZ, RESPONDEU QUE foi diretora do RH da
Prefeitura Municipal de Açailândia no período de final do ano de 2010 até 12/2012. QUE foi constatado no
período em que esteve no RH do Município de Açailândia descontos Previdenciários dos servidores
Públicos Municipais de Açailândia, acima do limite legal; QUE sob a coordenação da depoente tais valores
foram levantados, já que foi solicitado pela procuradoria do Município uma avaliação da situação, pois o
IPSEMA tinha apresentado junto ao Procurador Geral do Município pedido sobre o caso; QUE o período
apurado de descontos a maior, foi de 04/2010 a 09/2012; QUE o RH repassou todo o relatório para a
procuradoria Geral do Município, inclusive individualizando a situação de cada servidor; QUE a depoente
confirma de sua assinatura no relatório de recolhimento nos autos. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA
(A) DA PARTE AUTORA, NADA PERGUNTOU, DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ
(IPSEMA) RESPONDEU QUE, não lembra precisamente a data em que lhe foi solicitado o relatório pela
procuradoria do município, mas acha que foi no ano de 2012; QUE não tem conhecimento da abertura de
procedimento administrativo; QUE a equipe que trabalhou no levantamento de tais relatórios foi a depoente,
Lúcia Aquino, Magalhães, Julimar Ramos, Marialva e Mauro; QUE não sabe motivo de fechamento de
processo administrativo no dia 31/12/2012. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ
(MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA) RESPONDEU QUE, alguns servidores procuraram o RH, após este órgão
ter recebido solicitação da procuradoria para levantamento dos valores; QUE a procura dos servidores era
sempre de forma verbal; QUE ratifica que os servidores procuraram o RH somente após provocação da
Procuradoria; QUE o pedido da procuradoria junto ao RH foi formalizado por documento. Nada mais disse
nem lhe foi perguntado. Do que para constar, foi lido e achado conforme e vai devidamente assinado. Eu,
Sabrina Mary Albuquerque de Andrade, Auxiliar Judiciária digitei e vai subscrito pelo Secretario Judicial
__________, Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Titular da 1ª
Vara da Comarca de Açailândia Parte autora Advogado parte autora Representante da parte ré (IPSEMA)
Advogado da parte requerida Representante da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da parte requerida
Testemunha DEPOIMENTO DA TESTEMUNHA DA PARTE RÉ (MUNICÍPIO): QUALIFICAÇÃO:
RAIMUNDO MAGALHÃES COSTA, solteiro, Servidor Público Municipal, residente e domiciliado na Rua
Tiradentes, nº 714, centro, Açailândia/MA. COMPROMISSO: Depois de devidamente qualificada,
compromissada na forma da lei. ÀS PERGUNTAS, DO MM. JUIZ, RESPONDEU QUE, é servidor do
município desde ano de 01/2008, QUE é agente administrativo; QUE desde 02/2008 está lotado no RH da
Prefeitura de Açailândia; QUE a chefia dos recursos humanos foi exercida por Josane Sousa até 10/2010 e
de 11/2010 até 12/2012 a chefia foi da senhora Ilcka Ramos; QUE no ano de 2012 não trabalhou, nem
tomou conhecimento de levantamento de valores maiores a título de contribuição previdenciária dos
servidores, pelo RH da prefeitura. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (MUNICÍPIO
DE AÇAILÂNDIA) RESPONDEU QUE, no ano de 2013 iniciou-se no âmbito do RH o levantamento de
pretensos valores maiores a título de contribuição previdenciária dos servidores; QUE está participando da
comissão de trabalho para levantamento de tais valores; QUE o depoente está cuidando pessoalmente do
levantamento de tais valores; QUE o levantamento tem que ser individualizado; QUE o trabalho demanda
muito tempo. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (IPSEMA) NADA PERGUNTOU.
DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE AUTORA, NADA PERGUNTOU. Nada mais disse
nem lhe foi perguntado. Do que para constar, foi lido e achado conforme e vai devidamente assinado. Eu,
Sabrina Mary Albuquerque de Andrade, Auxiliar Judiciária digitei e vai subscrito pelo Secretario Judicial
__________, Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Titular da 1ª
Vara da Comarca de Açailândia Parte autora Advogado parte autora Representante da parte ré (IPSEMA)
Advogado da parte requerida Representante da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da parte requerida
Testemunha O MM. Juiz de Direito determinou a realização do pregão para a abertura dos trabalhos da
audiência marcada nos autos do processo em epígrafe: PRESENTES: 1. Juiz de Direito: Dr. Angelo Antonio
Alencar dos Santos 2. Parte Autora: 3. Advogado do Autor: Dr.Thiago Sebastião Campelo Dantas -
OAB/MA 9487 e Dra. Jamila Fecury Cerqueira- OAB/MA 12.243. 4. Parte Ré: Instituto de Previdência Social
dos Trabalhadores do Município de Açailândia - MA - IPSEMA - Ismênia Maria Duarte de Morais. 5.
Advogado do réu: Dr. José Sales Alencar da Silva OAB/MA 8610 6. Parte Ré: Município de Açailândia -
MA - Cleones Guedes da Silva 7. Advogado: Antonio Malaquias Chaves Junior OAB/MA 8290; Silvinha da
Silva Leão Moreira OAB/MA 11059 e Saulo Roberto Oliveira Vieira OAB/MA 12030. 8. Acadêmicos: 1.
Sabrynna Brito Alves 2. Emerson Arley Rodrigues dos Santos 3. Eliane Mesquita Sousa 4. Lana Letícia
Souza Noleto ORDEM DOS TRABALHOS: Iniciada a audiência, foi proposta a conciliação entre as partes,
no entanto, não se obteve êxito. Em seguida foram apresentadas contestações pelo requeridos, existindo 3
(três) teses de preliminares argüidas, foi concedida a palavra ao advogado da parte autora, que assim se
manifestou: " M.M Juiz com relação as preliminares argüidas pelo IPSEMA, refuta-se inicialmente a
preliminar de Inépcia da Inicial, uma vez que o Instituto réu alega ausência de documentos que comprovem
a responsabilidade do IPSEMA, todavia em analise dos autos constata-se que junto a inicial juntou-se a lei
municipal nº 324 de 18/12/2009 que instituiu o regime próprio de previdência social do Município de
Açailândia e em seu artigo 21 estabeleceu expressamente que salvo na hipótese de recolhimento indevido
(como é o caso dos autos), não haverá restituição de contribuições pagas para o RPPS (Leia-se IPSEMA).
Portanto, tratando-se o presente feito justamente de pedido de restituição de recolhimento indevido, a
própria lei que institui o instituto prevê a responsabilidade do mesmo na restituição ora pretendida. Quanto
a preliminar de carência de ação por legitimidade passiva, pelos mesmos argumentos deve a mesma ser
rejeitada, uma vez que o dispositivo da lei municipal acima mencionada demonstra a regularidade do
instituo réu em figurar no pólo passivo da presente ação. Quanto a preliminar de sobrestamento do
processo prevista no artigo 265, inciso IV do CPC revela-se igualmente infundada uma vez que baseia-se
em suas alegações além de não estarem acompanhadas por qualquer prova documental também não se
adequa ao caso em apreço uma vez que o Código de Processo Civil autoriza a suspensão do processo na
hipótese ora ventilada em três hipóteses: 1. Quando depender do julgamento de outra causa; 2. Quando a
decisão não puder ser proferida até que a prova de determinado fato não seja verificada perante outro juízo
e 3. Quando para julgamento da causa tiver sido pleiteada alguma declaração incidental, portanto
Excelência o Município apenas alega sem trazer qualquer comprovação de que esta apurando
administrativamente tais descontos indevidos, remetendo-se ao Procurador do Município da gestão anterior
em 31/12/2012. Portanto Excelência não há qualquer outro processo judicial em tramitação que traga uma
prejudicialidade ao julgamento da presente ação, tampouco qualquer requisição de declaração ou de prova
emprestada requerido a outro juízo. Diante do exposto, deve ser também rejeitada a preliminar do
município de Açailândia e quanto ao mérito ficam ratificados os argumentos e pedidos da inicial requerendo
a procedência total da presente ação." Consultadas as partes, por seus advogados, acerca da produção de
provas, a parte autora e o requerido município de Açailândia ratificaram a necessidade da oitiva de
testemunhas. Após a oitiva das 3 (três) testemunhas, findou-se a instrução processual. Em seguida a parte
autora e o requerido IPSEMA se manifestaram de forma remissiva à inicial e à contestação. Enquanto que
o demandado Município de Açailândia requereu prazo para manifestação, que fora concedido o prazo de
cinco dias, a contar desta audiência. Por fim o M.M. Juiz determinou que com ou sem apresentação de
manifestação que os autos sejam concluídos para a Sentença. Açailândia, 02 de julho de 2014. Angelo
Antonio Alencar dos Santos. Juiz de Direito da 1ª Vara. ENCERRAMENTO: Do que para constar, foi lido e
achado conforme e vai devidamente assinado. Eu, Nathália Silva, Técnica Judiciária, digitei e vai subscrito
pelo Secretario Judicial __________, Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de
Direito Titular da 1ª Vara da Comarca de Açailândia Parte autora Advogado parte autora Representante da
parte ré (IPSEMA) Advogado da parte requerida Representante da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da
parte requerida DEPOIMENTO DA 1ªTESTEMUNHA DO AUTOR: QUALIFICAÇÃO: MARIA DA PAZ VIANA
SOARES REINA, casada, Servidora Pública Municipal, residente e domiciliado na Rua Uruguai nº 195,
Jacú, Açailândia/MA. COMPROMISSO: Depois de devidamente qualificada, compromissada na forma da
lei. ÀS PERGUNTAS, DO MM. JUIZ, RESPONDEU QUE é Presidente do Sindicato de Servidores Públicos
Municipais de Açailândia desde 10/06/2009; QUE no ano de 2011 para solucionar problema de uma
servidora publica a respeito de sua licença maternidade foi constatado pelo Sindicato descontos a mais de
contribuição Previdenciária dos servidores Públicos Municipais de Açailândia; QUE ainda no ano de 2011 a
Sra. Maria Cléia Batista dos Santos, então diretora do IPSEMA, depois de avaliação dos descontos nas
contribuições previdenciárias, falou ao Sr. Josivam Campos, diretor financeiro do SINTRASSEMA, que
estavam fazendo descontos de contribuição previdenciária a maior, e que tais descontos seriam devolvidos
aos servidores; QUE os descontos acima ocorreram no período de 04/2010 à 09/2012; QUE a partir de
10/2012 os descontos das contribuições previdenciárias voltaram aos valores legais; QUE os valores
recolhidos nunca foram devolvidos aos servidores; QUE após a informação da Sra. Maria Cléia, o
SINTRASSEMA convocou uma Assembléia Geral e comunicou os fatos a todos os presentes. DADA A
PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE AUTORA, NADA PERGUNTOU, DADA A PALAVRA A (O)
ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (IPSEMA) RESPONDEU QUE, não tem conhecimento se foi aberto no ano
de 2011, procedimento administrativo no âmbito da Prefeitura Municipal para investigar a respeito dos
descontos das contribuições previdenciárias; QUE em janeiro/fevereiro de 2013 foram repassados ao
SINTRASSEMA pelo RH da Prefeitura de Açailândia os relatórios com os valores descontados acima da lei,
de cada um dos servidores; QUE ratifica que não tem conhecimento de abertura e conclusão de
procedimento administrativo para apuração de tais fatos. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA
PARTE RÉ (MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA) RESPONDEU QUE, não sabe informar a pessoa do RH da
prefeitura que comandava os descontos desta época. Nada mais disse nem lhe foi perguntado. Do que
para constar, foi lido e achado conforme e vai devidamente assinado. Eu, Sabrina Mary Albuquerque de
Andrade, Auxiliar Judiciária digitei e vai subscrito pelo Secretario Judicial __________, Rafael Leite de
Souza. Dr. Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Titular da 1ª Vara da Comarca de Açailândia
Parte autora Advogado parte autora Representante da parte ré (IPSEMA) Advogado da parte requerida
Representante da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da parte requerida Testemunha DEPOIMENTO DA
2ªTESTEMUNHA DO AUTOR: QUALIFICAÇÃO: ILCKA LEAL RAMOS, solteira, Servidora Pública
Municipal, residente e domiciliado na Av. José Reinaldo Tavares, Quadra 11, Lote 02, Parque Planalto,
Açailândia/MA. COMPROMISSO: Depois de devidamente qualificada, compromissada na forma da lei. ÀS
PERGUNTAS, DO MM. JUIZ, RESPONDEU QUE foi diretora do RH da Prefeitura Municipal de Açailândia
no período de final do ano de 2010 até 12/2012. QUE foi constatado no período em que esteve no RH do
Município de Açailândia descontos Previdenciários dos servidores Públicos Municipais de Açailândia, acima
do limite legal; QUE sob a coordenação da depoente tais valores foram levantados, já que foi solicitado pela
procuradoria do Município uma avaliação da situação, pois o IPSEMA tinha apresentado junto ao
Procurador Geral do Município pedido sobre o caso; QUE o período apurado de descontos a maior, foi de
04/2010 a 09/2012; QUE o RH repassou todo o relatório para a procuradoria Geral do Município, inclusive
individualizando a situação de cada servidor; QUE a depoente confirma de sua assinatura no relatório de
recolhimento nos autos. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE AUTORA, NADA
PERGUNTOU, DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (IPSEMA) RESPONDEU QUE,
não lembra precisamente a data em que lhe foi solicitado o relatório pela procuradoria do município, mas
acha que foi no ano de 2012; QUE não tem conhecimento da abertura de procedimento administrativo;
QUE a equipe que trabalhou no levantamento de tais relatórios foi a depoente, Lúcia Aquino, Magalhães,
Julimar Ramos, Marialva e Mauro; QUE não sabe motivo de fechamento de processo administrativo no dia
31/12/2012. DADA A PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA)
RESPONDEU QUE, alguns servidores procuraram o RH, após este órgão ter recebido solicitação da
procuradoria para levantamento dos valores; QUE a procura dos servidores era sempre de forma verbal;
QUE ratifica que os servidores procuraram o RH somente após provocação da Procuradoria; QUE o pedido
da procuradoria junto ao RH foi formalizado por documento. Nada mais disse nem lhe foi perguntado. Do
que para constar, foi lido e achado conforme e vai devidamente assinado. Eu, Sabrina Mary Albuquerque
de Andrade, Auxiliar Judiciária digitei e vai subscrito pelo Secretario Judicial __________, Rafael Leite de
Souza. Dr. Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Titular da 1ª Vara da Comarca de Açailândia
Parte autora Advogado parte autora Representante da parte ré (IPSEMA) Advogado da parte requerida
Representante da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da parte requerida Testemunha DEPOIMENTO DA
TESTEMUNHA DA PARTE RÉ (MUNICÍPIO): QUALIFICAÇÃO: RAIMUNDO MAGALHÃES COSTA,
solteiro, Servidor Público Municipal, residente e domiciliado na Rua Tiradentes, nº 714, centro,
Açailândia/MA. COMPROMISSO: Depois de devidamente qualificada, compromissada na forma da lei. ÀS
PERGUNTAS, DO MM. JUIZ, RESPONDEU QUE, é servidor do município desde ano de 01/2008, QUE é
agente administrativo; QUE desde 02/2008 está lotado no RH da Prefeitura de Açailândia; QUE a chefia
dos recursos humanos foi exercida por Josane Sousa até 10/2010 e de 11/2010 até 12/2012 a chefia foi da
senhora Ilcka Ramos; QUE no ano de 2012 não trabalhou, nem tomou conhecimento de levantamento de
valores maiores a título de contribuição previdenciária dos servidores, pelo RH da prefeitura. DADA A
PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA) RESPONDEU QUE, no
ano de 2013 iniciou-se no âmbito do RH o levantamento de pretensos valores maiores a título de
contribuição previdenciária dos servidores; QUE está participando da comissão de trabalho para
levantamento de tais valores; QUE o depoente está cuidando pessoalmente do levantamento de tais
valores; QUE o levantamento tem que ser individualizado; QUE o trabalho demanda muito tempo. DADA A
PALAVRA A (O) ADVOGADA (A) DA PARTE RÉ (IPSEMA) NADA PERGUNTOU. DADA A PALAVRA A
(O) ADVOGADA (A) DA PARTE AUTORA, NADA PERGUNTOU. Nada mais disse nem lhe foi perguntado.
Do que para constar, foi lido e achado conforme e vai devidamente assinado. Eu, Sabrina Mary
Albuquerque de Andrade, Auxiliar Judiciária digitei e vai subscrito pelo Secretario Judicial __________,
Rafael Leite de Souza. Dr. Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Titular da 1ª Vara da
Comarca de Açailândia Parte autora Advogado parte autora Representante da parte ré (IPSEMA)
Advogado da parte requerida Representante da parte ré (MUNICÍPIO) Advogado da parte requerida
Testemunha
0 dia(s) após a movimentação anterior

Quinta-Feira, 3 de Julho de 2014.


ÀS 10:19:52 - Protocolizada Petição de CONTESTACAO
MUNICIPIO DE AÇAILANDIA - IPSEMA INSTITUTO DE PREVIDENCIA SOCIAL DOS SERVIDORES
Resp: 149641
0 dia(s) após a movimentação anterior

Quinta-Feira, 3 de Julho de 2014.


ÀS 10:19:28 - Protocolizada Petição de CONTESTACAO
PREFEITURA MUNICIPAL DE AÇAILANDIA/MA Resp: 149641
20 dia(s) após a movimentação anterior
Sexta-Feira, 13 de Junho de 2014.
ÀS 16:38:57 - Audiência UNA DESIGNADA para 02/07/2014 08:00, no local
63 dia(s) após a movimentação anterior

Sexta-Feira, 11 de Abril de 2014.


ÀS 15:13:19 - Proferido despacho de mero expediente
DESPACHO RECEBIDOS HOJE. O processamento da ação sob o procedimento da Lei 12.153/90 torna
desnecessário o recolhimento das custas judiciais, em razão da sua gratuidade. Prejudicado assim o
requerimento de justiça gratuita, uma vez que o beneficio da gratuidade já decorre da legislação do Juizado
que rege o procedimento a ser adotado. Cite(m)-se ao(s) reclamado(s) para contestar(em), querendo, a
presente ação, sob as advertências legais, bem como intime(m)-se para comparecer(em) à audiência de
conciliação, instrução e julgamento que designo para o dia 02/07/2014, às 8:00 horas. Intime-se a parte
autora, via DJE, na pessoa do patrono. Cumpra-se. Açailândia/MA,11/04/2014 Angelo Antonio Alencar dos
Santos Juiz de Direito Resp: 120048
2 dia(s) após a movimentação anterior

Quarta-Feira, 9 de Abril de 2014.


ÀS 13:23:56 - Certidão
C E R T I D Ã O Certifico que nesta data autuei e registrei os presentes autos. Outrossim, faço-os
conclusos ao MM. Juiz de Direito para deliberações. Açailândia - MA, 08 de Abril de 2014.
__________________________ Kaline Lima Negreiros Auxiliar Judiciária Matrícula 165134 Resp: 165134
1 dia(s) após a movimentação anterior

Terça-Feira, 8 de Abril de 2014.


ÀS 12:43:23 - Recebidos os autos
Recebidos os autos Usuario: 165134 Id:5104 Resp: 5104
4 dia(s) após a movimentação anterior

Sexta-Feira, 4 de Abril de 2014.


ÀS 17:38:15 - Remetidos os Autos da Distribuição ao 1a SECRETARIA JUDICIAL
Remetidos os Autos da Distribuição ao 1a SECRETARIA JUDICIAL Usuario: 149641 Id:308
0 dia(s) após a movimentação anterior

Sexta-Feira, 4 de Abril de 2014.


ÀS 09:57:38 - Distribuído por Competência Exclusiva
Distribuição. Usuário: 149641 Id: 308
0 dia(s) após a movimentação anterior
Petições intermediárias

Data: 06/09/2019 16:03:49


Descrição: DIVERSOS
Observação: JAIME VIEIRA DOS SANTOS VEM APRESENTAR MANIFESTAÇÃO
Resp: 762657
Parte Autora: JAIME VIEIRA DOS SANTOS
Data: 07/12/2017 15:41:38
Descrição: IMPUGNAÇÃO AO CUMPRIMENTO DE SENTENÇA
Observação: MUNICIPIO DE AÇAILANDIA/MA Resp: 165134
Parte Autora: MUNICIPIO DE AÇAILANDIA/MA
Data: 23/03/2015 13:55:56
Descrição: CONTRARRAZÕES
Observação: RECORRIDO/REQUERENTE. CONTRARRAZÕES DE RECURSO
INOMINADO RECEBIDO NESTA SECRETARIA EM 19.03.2015. Resp:
165050
Parte Autora: JAIME VIEIRA DOS SANTOS
Data: 19/02/2015 14:26:49
Descrição: RECURSO INOMINADO
Observação: PREFEITURA MUNICIPAL DE AÇAILANDIA/MA - RECEBIDO EM
11/02/2015 Resp: 149641
Parte Autora: MUNICIPIO DE AÇAILANDIA/MA
Data: 13/02/2015 15:00:09
Descrição: RECURSO INOMINADO
Observação: MUNICIPIO DE AÇAILANDIA - IPSEMA INSTITUTO DE PREVIDENCIA
SOCIAL DOS SERVIDORES. RECEBIDO NESTA SECRETARIA DE
DISTRIBUIÇÃO EM 10.02.2015. Resp: 165050
Parte Autora: MUNICIPIO DE AÇAILANDIA - IPSEMA INSTITUTO DE PREVIDENCIA
SOCIAL DOS SERVIDORES
Data: 12/02/2015 09:11:22
Descrição: DIVERSOS
Observação: MUNICIPIO DE AÇAILANDIA - IPSEMA INSTITUTO DE PREVIDENCIA
SOCIAL DOS SERVIDORES Resp: 165134
Parte Autora: MUNICIPIO DE AÇAILANDIA - IPSEMA INSTITUTO DE PREVIDENCIA
SOCIAL DOS SERVIDORES
Data: 10/02/2015 13:47:01
Descrição: RECURSO INOMINADO
Observação: PREFEITURA MUNICIPAL DE AÇAILANDIA/MA. RECEBIDO NESTA
SECRETARIA DE DISTRIBUIÇÃO EM 09.02.2015 ÀS 16H30MIN. Resp:
165050
Parte Autora: MUNICIPIO DE AÇAILANDIA/MA
Data: 26/08/2014 15:24:09
Descrição: EMBARGOS DE DECLARACAO
Observação: PREFEITURA MUNICIPAL DE AÇAILANDIA/MA Resp: 149641
Parte Autora: MUNICIPIO DE AÇAILANDIA/MA
Data: 26/08/2014 13:26:01
Descrição: EMBARGOS DE DECLARACAO
Observação: MUNICIPIO DE AÇAILANDIA - IPSEMA INSTITUTO DE PREVIDENCIA
SOCIAL DOS SERVIDORES Resp: 149641
Parte Autora: MUNICIPIO DE AÇAILANDIA - IPSEMA INSTITUTO DE PREVIDENCIA
SOCIAL DOS SERVIDORES
Data: 03/07/2014 10:19:52
Descrição: CONTESTACAO
Observação: MUNICIPIO DE AÇAILANDIA - IPSEMA INSTITUTO DE PREVIDENCIA
SOCIAL DOS SERVIDORES Resp: 149641
Parte Autora: MUNICIPIO DE AÇAILANDIA - IPSEMA INSTITUTO DE PREVIDENCIA
SOCIAL DOS SERVIDORES
Data: 03/07/2014 10:19:28
Descrição: CONTESTACAO
Observação: PREFEITURA MUNICIPAL DE AÇAILANDIA/MA Resp: 149641
Parte Autora: MUNICIPIO DE AÇAILANDIA/MA