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Fatores Determinantes do Desemprego

Crescente

Em Teoria Econômica, mais especificamente no campo da análise macroeconômica, ao fazer das


flutuações da produção objeto de estudo, adota-se como variável determinante a demanda total (ou
procura total), ou seja, é efetivamente o gasto nas economias que faz com que exista produção, e a
esta fica associado o emprego do capital e do trabalho. Neste sentido a redução da demanda implica
a redução do capital e do trabalho, ocasionando simultaneamente capacidade ociosa indesejada e
desemprego do fator trabalho. Por seu lado, a demanda é fomentada pela renda da economia, onde
os agentes econômicos podem usar apenas aquela que é sua, mas também recuar terceiros, ou seja,
se utilizar do crédito para assim efetivar seu gasto. Neste sentido, alterações na renda ou no crédito
produzem alterações na demanda.
No que tange a percepção de renda própria, esta remunera o capital e o trabalho. Assim, temos
remunerando o primeiro: a taxa de lucro, a taxa de juros e os alugueis, enquanto no segundo, os
salários e os pró-labores. O esfriamento da demanda implica a queda da produção que desemprega
parte dos fatores capital e trabalho, que por conta disto tem sua renda total reduzida, levando em
momento seguinte à redução da demanda global. O desemprego, por seu lado, reduz as expectativas
de renda futura atuando sobre a redução da oferta de crédito, novamente afetando a demanda em
sentido negativo. Por vezes árida, a teoria se faz necessária para explicar o fenômeno em questão. E
o que aqui está exposto mostra, de modo ideal, o que ocorreu a partir da crise das hipotecas norte-
americanas, que como rastilho de pólvora alterou as condições do crédito no mundo globalizado.
Isso além de implicar a redução do emprego no seguimento imobiliário dos EUA que atuará como
indutor de demanda daquele país, que contaminou com sua crise a economia como um todo,
levando a locomotiva mundial a adotar um ritmo mais lento que afetou o mundo globalizado.

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A redução da demanda mundial não justifica a produção que assim desemprega tanto o fator capital
e como o trabalho, sendo que deste último a mídia é abastecida com más notícias que deixam as
expectativas ainda mais negativas, o que acaba por contribuir para um aprofundamento da crise. São
vários os setores que anunciam demissões, em quantidades que causam arrepios, mas apenas para
ficar nos setores automobilístico e eletrônico das duas principais economias mundiais, para sentir a
intensidade do drama, nos EUA a General Motors busca já com certo desespero crédito público, e
mesmo assim planeja demitir 47000 colaboradores em torno do mundo; a Ford pensa em relação a
8000, e Chrysler em torno de 30000. Já no Japão, segunda maior economia do mundo, empresas
como Honda, maior produtora de carros japoneses, Toyota,Yamara, Nissan, NEC, Hitachi,
Panasonic e Pionner, pretendem demitir em torno do globo respectivamente: 3100 funcionários,
23500, acima de 1000, 20000, 20000, 7000, 25000 fechando 27 unidades pelo mundo, e por fim
fechará 10 fábricas dispensando 10000 dos seus quadros.

Sem dúvida, são duros ajustes que


demonstram que as empresas não passam por
mera bolha de recessão, mas sim um período
recessivo que talvez leve alguns meses para
se reposicionar a partir dos vários programas
de recuperação econômica para o mundo. Há
que se esperar para ver.

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Quais as principais causas do desemprego e


como contorná-las?

• Entre os meses de julho a setembro de 2017, a taxa de desemprego no Brasil ficou em


12,4% 
• Por mais que existam indicadores de que essa fase caminha para o seu final, ainda não
sentimos nada no dia a dia. 
• Neste artigo listamos as principais causas do desemprego e o que pode ser feito para
contorná-las.
Embora tenha perdido força no último ano, o desemprego no Brasil continua assustando. Sabemos
que você já deve ter visto ou ouvido essa frase por diversas vezes nos últimos meses, em noticiários
de TV, no rádio e em sites de notícias. As causas do desemprego são várias e é preciso entendê-las
para agir de maneira correta e conseguir contornar a situação.
O nosso país vive uma crise econômica já faz algum tempo. Para se ter uma ideia, segundo o
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre os meses de julho a setembro de 2017,
a taxa de desemprego no Brasil ficou em 12,4% — o que corresponde a 13 milhões de brasileiros
desempregados.
Por mais que existam indicadores de que essa fase caminha para o seu final, ainda não sentimos
nada no dia a dia. Pelo contrário, é cada vez mais comum encontrarmos conhecidos que perderam o
emprego recentemente; isso quando não somos nós mesmos os próprios atingidos pela situação.
Somados a isso, existem outros fatores que contribuem para que a conquista de um novo (ou
primeiro) emprego não seja uma tarefa fácil no atual momento. Por isso, neste artigo listamos as
principais causas do desemprego e o que pode ser feito para contorná-las.
Acompanhe!

Crise econômica
Conforme citamos na introdução deste texto, ainda não nos livramos da grave crise econômica que
se instaurou no Brasil há algum tempo.
Um país que passa por uma situação dessa vê o consumo de bens e serviços diminuir
consideravelmente. Como consequência, diversas corporações optam pelo desligamento dos
funcionários como uma possível solução para diminuir despesas e manter-se competitivas no
mercado.
Para conseguir contornar essa delicada situação, é necessário compreender a gravidade do momento
e não desanimar. Sabemos que, em casos de desemprego, é bastante comum a pessoa se sentir mal,
com autoestima baixa e, em alguns casos, até próximas de entrarem em depressão. Mas nada disso,
ok?
Se por um lado a crise nos afeta tanto, por outro ela nos mostra diversas possibilidades que até
então não enxergávamos. Por exemplo, você já pensou em empreender? Já imaginou que aquele seu
talento, que não praticava mais por falta de tempo ou disponibilidade, pode se tornar uma boa forma
de renda?
Portanto, comece a pensar nisso! Estude meios de tornar o projeto viável, procure parcerias para
ajudá-lo e invista nessa ideia. Afinal, o que você tem a perder, não é mesmo?

Redução de custos
Outra grande causa do desemprego é a redução de custos pela qual as empresas passam em nos
momentos de crise. Muitos cargos são cortados, há diminuição de colaboradores e a corporação,
consequentemente, passa a produzir menos.
Entrar no mercado de trabalho ou obter uma recolocação num cenário desse torna-se, portanto, uma
missão bastante complicada. E o que fazer para driblar esse problema?
A dica aqui é encarar a situação e se empenhar ainda mais em suas tarefas diárias. Se antes você
saía de casa duas vezes por semana para procurar emprego, passe a fazer isso quatro vezes; se
consultava sites de emprego apenas no início da manhã, passe a fazer isso no começo da tarde e
também à noite.
As empresas estão reduzindo custos e diminuindo seus quadros de funcionários, mas isso não quer
dizer que você não atenda ao perfil que ela procura. Para isso, seja mais flexível nesse momento,
reveja suas qualificações, funções e remunerações. Talvez,  você possa considerar uma mudança de
área profissional.
Contudo, muito cuidado, ok? Você precisa saber até onde pode e quer ir, levando em consideração
suas necessidades profissionais e financeiras.

Necessidade de profissionais mais capacitados


Outra importante causa do desemprego e que atinge grande parcela da população, sem dúvida
alguma, é a necessidade de profissionais mais capacitados nas empresas. Existem, inclusive, muitas
corporações com vagas em aberto para determinados cargos, mas que não são ocupados por falta de
qualificação.
Investir em capacitação acadêmica é, certamente, uma das principais atitudes que os candidatos a
uma vaga de emprego devem ter. Se ainda não possui um curso superior na área de atuação, já está
mais do que na hora de fazê-lo. Se já tem uma graduação, nada de ficar parado; especializar-se em
uma pós-graduação é fundamental para que uma empresa veja em você um potencial colaborador.
Portanto, em vez de ficar lamentando a falta de emprego, utilize esse tempo para investir em você
mesmo. Mantenha-se informado e atualizado sobre a sua área de atuação e seja um profissional
antenado a tudo o que acontece no meio. Sem dúvida, você estará à frente de seus concorrentes e se
mostrará um forte candidato ao emprego que tanto almeja.
Programas de intercâmbio em outros países também são ótimas opções para enriquecer o seu
currículo e fazer de você um profissional mais completo. Existem programas acessíveis e de
qualidade, proporcionando a você todo o aprendizado de que necessita para sua trajetória
profissional. Depois, ao buscar a sua vaga naquela empresa dos seus sonhos, você contará com um
diferencial bem atrativo.

Substituição de mão de obra por máquinas


Essa realidade é cada vez mais observável. Nos terminais de autoatendimento em bancos, nos
shoppings, nos supermercados e em vários outros estabelecimentos, há cada vez mais máquinas
fazendo o trabalho repetitivo que os humanos costumavam fazer. Em indústrias, boa parte dos
processos de trabalho é automatizada. Essa é uma tendência para o futuro, estima-se que o número
de profissões cujas funções podem ser robotizadas aumentará consideravelmente neste século.
Daí você pensa: “Poxa, não tenho nada o que fazer. É a tecnologia, e não posso competir com uma
máquina”. Pode até ser que não, mas você pode aprender a trabalhar nesse novo cenário e fazer dela
uma grande aliada.
Por mais que diversas máquinas estejam fazendo as tarefas que antes o ser humano fazia, é bom
lembrar que por trás de toda essa tecnologia existem pessoas trabalhando em sua programação e
operação. Então, por que você não se prepara para fazer parte desse time?
Existem diversos cursos voltados para a área de tecnologia, em que é possível um aprendizado de
qualidade e que o deixará apto para trabalhar com diferentes tipos de máquinas (e não ser
substituído por elas). Portanto, procure sempre ver a metade do copo cheio e não desperdice as
oportunidades que batem à sua porta.
E então, gostou do nosso artigo? Viu só como as principais causas do desemprego podem ser
contornadas e, até mesmo, lhe render ótimas oportunidades? Baixe nosso e-book e descubra qual é a
profissão ideal para o seu futuro! 

O que é desemprego?
Parece até uma pergunta boba, todo mundo, em tese, sabe o que é desemprego. Mas o conceito
econômico de desemprego é um pouco diferente do que as pessoas em geral entendem pelo termo.
E essa diferença tem implicações importantes na medição da taxa de desemprego.

Vamos entender o motivo?

Primeiramente, só entram nas estatísticas de emprego ou desemprego as pessoas que fazem parte da
chamada População em Idade Ativa (PIA). A PIA é formada por todos os indivíduos que estão na
faixa etária considerada apta a exercer algum trabalho. A ideia por trás disso é: indivíduos muito
jovens, em geral, não são capazes de exercer atividades econômicas. A depender da pesquisa,
consideram-se como parte da PIA todas as pessoas a partir de 10, 14 ou 15 anos de idade.

(As pesquisas feitas com PIA a partir de 10 anos de idade justificam-se pois a prática do trabalho
infantil persiste, em detrimento do fato de ela ser proibida.)

A PIA divide-se em dois grupos: a População Não Economicamente Ativa (PNEA) e a


População Economicamente Ativa (PEA). A PNEA é composta por pessoas que não trabalham
por possuírem alguma deficiência (física ou mental), pelos desalentados (pessoas que desistiram de
procurar emprego por não terem obtido sucesso em procuras passadas) e pelas pessoas que
simplesmente não querem trabalhar, seja lá qual for a razão (por exemplo, porque são estudantes).

Mas quem é contabilizado empregado ou desempregado?


Aquelas pessoas que fazem parte da PEA, ou seja, a parcela da PIA subtraída da PNEA. A PEA
divide-se entre a População Ocupada (PO) e a População Desocupada (PD).

A PO inclui todos os empregados com carteira assinada, trabalhadores autônomos, empregadores e


aqueles que exercem atividades não remuneradas por pelo menos 15 horas semanais (por exemplo,
fazem trabalho voluntário, estágio ou ajudam nos negócios da família).

Já a PD é composta por indivíduos que não possuem trabalho, mas que estariam dispostos a
trabalhar e que recentemente tomaram medidas para procurar emprego (como pesquisar em jornais
e outros veículos de anúncios de vagas, sondar conhecidos que possam saber de alguma
oportunidade etc.).

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – órgão governamental responsável por


computar as principais estatísticas de emprego e desemprego no Brasil – considera como
desempregados apenas quem procurou trabalho um mês antes da realização da pesquisa. Aqueles
que procuraram emprego pela última vez há mais de um mês são considerados desalentados e
são contabilizados não como desempregados, mas como parte da PNEA.

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