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ELIAS, Norbert. A solidão dos moribundos, seguido de, Envelhecer e morrer.

Tradução, Plínio Dentzien.- Rio de Janeiro: Zahar, 2001.

“O fim da vida humana que chamamos de morte, pode ser mitologizado pela ideia de
uma outra vida no Hades ou no Velhella, no inferno ou no Paraízo”.(ELIAS, 2001,
P.07)

“[...] As últimas horas são importantes, é claro. Mas muitas vezes a partida começa
muito antes”.(ELIAS, 2001, P.08)

“A morte é um problema dos vivos. Os mortos não têm problemas. Entre as muitas
criaturas que morrem na terra, a morte constitui um problema só para os seres humanos.
Embora compartilhem o nascimento, a doença, a juventude, a maturidade, a velhice e a
morte com os animais, apenas eles podem prever seu próprio fim, estando cientes de
que pode ocorrer a qualquer momento e tomando precauções especiais- como
indivíduos e como grupos- para proteger-se contra a ameaça da aniquilação”.(ELIAS,
2001, P.10)

“Na verdade não é a morte, mas o conhecimento da morte que cria problemas para os
seres humanos”.(ELIAS, 2001, P.11)

“A atitude em relação à morte e a imagem da morte em nossas sociedades não podem


ser completamente entendidas sem referencia e essa segurança relativa e à
previsibilidade da vida individual- e à expectativa de vida correspondentemente maior.
A vida é mais longa, a morte é adiada. O espetáculo da morte não é mais corriqueiro”.
(ELIAS, 2001, P.15)

“Experiências e fantasias de primeira infância também desempenham papel


considerável na maneira como as pessoas enfrentam o conhecimento de sua morte
próxima”.(ELIAS, 2001, P.16)

“A associação do medo da morte a sentimentos de culpa pode ser encontrada em mitos


antigos”.(ELIAS, 2001, P.17)

“[...] O sentimento de que a morte é uma punição imposta a mulheres e homens pela
figura do pai ou da mãe, ou de que depois da morte serão punidos pelo grande pai por
seus pecados, também desempenhou papel considerável no medo humano da morte por
um longo tempo”.(ELIAS, 2001, P.17)

“[...] A morte é um dos grandes perigos biossociais na vida humana. Como outros
aspectos animais, a morte, tanto como processo quanto como imagem mnemônica, é
empurrada mais e mais para os bastidores da vida social durante o impulso civilizador”.
(ELIAS, 2001, P.19)

“Philippe Ariés, em seu instigante e bem-documentado história da morte no ocidente,


tentou apresentar a seus leitores um retrato vívido das mudanças no comportamento e
atitudes dos povos ocidentais diante da morte. Mas Ariés entende a história puramente
como descrição. Acumula imagens e mais imagens e assim, em amplas pinceladas,
mostra a mudança total. Isso é bom e estimulante, mas não explica nada. A seleção de
fatos de Ariés se baseia numa opinião preconcebida. Ele tenta transmitir sua suposição
de que antigamente as pessoas morriam serenas e calmas[...]”.(ELIAS, 2001, P.19)

“Embora seu livro seja rico em evidências históricas, sua seleção e interpretação dessas
evidências deve ser examinadas com muito cuidado”(ELIAS, 2001, P.19)

“Se comparada à vida nos estados-nação atualmente industrializados, a vida nos estados
feudais medievais era- e é, onde tais estados ainda existem no presente- apaixonada,
violenta e , portanto, incerta, breve e selvagem. Morrer pode significar tormento e dor”.
(ELIAS, 2001, P.20)

“Em comparação com o presente, a morte naquela época era, para jovens e velhos,
menos oculta, mais presente, mais familiar. Isso não quer dizer que fosse mais
pacífica”(ELIAS, 2001, P.21)

“Que perspectiva histórica mais unilateral”.(ELIAS, 2001, P.21)

“O medo da punição depois da morte e a angustia em relação à salvação da alma se


apossavam igualmente de ricos e de pobres, sem aviso prévio”(ELIAS, 2001, P.23)

“Tanto quanto posso ver, Ariés diz pouco sobre o medo do inferno espelhado pela
igreja. Mas há quadros medievais que mostram o que, de acordo com as ideias da época,
esperava pelas pessoas depois da morte”.(ELIAS, 2001, P.23)

“Em resumo, a vida na sociedade medieval era mais curta; os perigos, menos
controláveis; a morte, muitas vezes mais dolorosa; o sentido da culpa e o medo da
punição depois da morte, a doutrina oficial. Porém, em todos os casos, a participação
dos outros na morte de um indivíduo era muito mais comum[...]”(ELIAS, 2001, P.23)

“No curso de um processo civilizador, mudam os problemas enfrentados pela pessoa.


Mas não mudam de uma maneira desestruturada, caótica”.(ELIAS, 2001, P.24)

“No curso do nítido surto civilizador que teve início há quatrocentos ou quinhentos
anos, as atitudes das pessoas em relação à morte e a própria maneira de morrer sofreram
mudanças, junto com muitas outras coisas”.(ELIAS, 2001, P.25)

“Em épocas mais antigas, morrer era uma questão muito mais pública do que hoje”.
(ELIAS, 2001, P.25)

“Nascimento e morte- como outros aspectos animais da vida humana- eram eventos
mais públicos, e portanto mais sociáveis, que hoje; eram menos privatizados”.(ELIAS,
2001, P.25)
“Rituais religiosos de morte podem provocar nos crentes sentimentos de que as pessoas
estão pessoalmente preocupadas com eles, o que é sem dúvida a função real desses
rituais”.(ELIAS, 2001, P.36)

“[...] O medo de morrer é sem dúvida também um medo de perda e destruição daquilo
que os próprios moribundos consideram significativo”.(ELIAS, 2001, P.41)

“[...] Mesmo as lápides, em sua simplicidade, dirigem-se a esse tribunal – talvez um


passante venha a ler na pedra, julgada imperecível, que ali estão enterrados tais pais, tais
avós, tais filhos. O que está escrito na pedra é uma mensagem muda dos mortos para
quem quer que esteja vivo – um símbolo de sentimento talvez ainda não articulado de
que a única maneira pela qual uma pessoa morta vive é na memória dos vivos”.(ELIAS,
2001, P.41)

“Entretanto, fantasias coletivas de imortalidade altamente institucionalizadas continuam


a existir com vigor apenas ligeiramente menor em nossas sociedades”.(ELIAS, 2001,
P.48)

“A morte é o fim absoluto da pessoa”.(ELIAS, 2001, P.53)

“[...] O terror e o temor são despertados somente pela imagem da morte na consciência
dos vivos. Para os mortos não há temor nem alegria”.(ELIAS, 2001, P.53)

“Tanto a sexualidade como a morte são fatos biológicos moldados pela experiência e
pelo comportamento de maneira socialmente específica, isto é, de acordo com o estágio
alcançado pelo desenvolvimento da humanidade, e da civilização como um aspecto
desse desenvolvimento. Cada indivíduo assume os padrões sociais comuns à sua própria
maneira”.(ELIAS, 2001, P.53-54)

“A segunda característica específica das sociedades contemporâneas aqui relevante é a


experiência da morte como estágio final de um processo natural, experiência que
ganhou significado pelo progresso na ciência médica e em medidas práticas para elevar
o padrão de higiene”.(ELIAS, 2001, P.55)

“Até aqui, o problema da solidão dos moribundos foi considerado acima de tudo em
relação às atitudes dos vivos. Mas isso precisa ser complementado. Nessas sociedades,
compreensivelmente, tendências a sentimentos de solidão e isolamento muitas vezes
fazem parte da estrutura da personalidade dos próprios moribundos”.(ELIAS, 2001,
P.67)

“Tenta, portanto, deixar bem-explicitada a conexão entre a maneira como uma pessoa
vive e a maneira como morre”.(ELIAS, 2001, P.71)

“O modo como uma pessoa morre depende em boa medida de que ela tenha sido capaz
de formular objetivos e alcançá-los, de imaginar tarefas e realiza-las. Depende do
quanto a pessoa sente que sua vida foi realizada e significativa- ou frustrada e sem
sentido”.(ELIAS, 2001, P.72)
“[...] Hoje as pessoas tentam ajudar os moribundos acima de tudo aliviando sua dor e
cuidando na medida do possível de seu conforto físico. Com esses esforços, mostram
que não deixaram de respeitá-los enquanto seres humanos[...]”.(ELIAS, 2001, P.74)

“[...] O conceito de solidão tem um amplo espectro. Pode referir-se a pessoa cujo desejo
de amor em relação aos outros foi muito cedo tão ferido e perturbado que mais tarde
dificilmente podem reviver a experiência sem sentir os golpes anteriores recebidos, sem
sentir a dor a que esse desejo as expôs em outros tempos”.(ELIAS, 2001, P.75)

“[...] Outra forma de solidão, que é social no sentido mais estrito, ocorre quando as
pessoas vivem num lugar ou têm uma posição que não lhes permite encontrar outras
pessoas da espécie que sentem precisar. Neste, e em muitos casos afins, o conceito de
solidão refere-se a uma pessoa que por essa ou aquela razão é deixada só. Tais pessoas
podem viver entre as outras, mas não têm significado afetivo para elas”.(ELIAS, 2001,
P.75)

“[...] O conceito de solidão inclui também uma pessoa em meio a muitas outras para as
quais não tem significado, para as quais não faz diferença sua existência, e que
romperam qualquer laço de sentimentos com ela..[...]”( ELIAS, 2001, p.75)

“ A morte não é terrível. Passa-se ao sono e o mundo desaparece – se tudo correr bem.
Terrível pode ser a dor dos moribundos, terrível também a perda sofrido pelos vivos
quando morre uma pessoa amada.[...]”( ELIAS, 2001, p.76)

“[...] Fantasias individuais e coletivas em torno da morte são frequentemente


assustadoras.[...]”( ELIAS, 2001, p.76)

“[...] A morte não tem segredos. Não abre portas. É o fim de uma pessoa. O que
sobrevive é o que ela ou ele deram às outras pessoas, o que permanece nas memórias
alheias.[...]”( ELIAS, 2001, p.77)

“ Hoje, nas sociedades industrializadas o Estado protege o idoso ou moribundo, como


qualquer outro cidadão, da violência física óbvia. Mas ao mesmo tempo as pessoas,
quando envelhecem ficam mais fracas, são mais e mais isoladas da sociedade e,
portanto, do círculo da família e dos conhecidos.[...]”( ELIAS, 2001, p.86)

“[...] Mas ao mesmo tempo a separação dos idosos da vida normal e sua reunião com
estranhos significa solidão para o indivíduo.[...]”( ELIAS, 2001, p. 86)

“[...]Pode-se dizer que antes do século XX, ou talvez do XIX, a maioria das pessoas
morriam na presença de outras apenas porque estavam menos acostumadas a viver e
está sós. Não havia muitos cômodos onde uma pessoa pudesse ficar só. Os moribundos
e mortos não eram tão flagrantemente isolados da vida comunitária como é geralmente
o caso nas sociedades avançadas.[...]”( ELIAS, 2001, p.87)

“[...] Os pais nessas sociedades são frequentemente mais reticentes em falar com seus
filhos sobre a morte e morrer. As crianças podem crescer sem nunca terem visto um
cadáver. Em estágios anteriores de desenvolvimento o espetáculo de cadáveres era
muito mais comum.[...]”( ELIAS, 2001, p.97)

“[...]Assume, como vimos, uma forma especial nas sociedades mas desenvolvidas,
porque nelas o processo de morrer está isolado da vida social normal numa medida
maior que antigamente.[...]”( ELIAS, 2001, p.103)

A solidão dos moribundos, trata sobre a questão de como as pessoas lidam com a
morte. o autor destaca as atitudes em relação a morte e como a imagem dela tem se
tornado um problema para os vivos. O autor apresenta que o processo de
envelhecimento e a solidão dos moribundos tem sido um processo de não aceitação por
parte de algumas pessoas. “E isso não é só uma questão de do fim efetivo da vida, do
atestado de óbito e do caixão” (p. 8). A ideia da morte e uma questão gradual, pois não é
necessariamente morrer literalmente, a partida para alguns começam antes.

O isolamento para os moribundos tem se tornado difícil, o autor ilustra


experiências de identificação de outras épocas, apresentando que “O problema social da
morte é especialmente difícil de resolver porque os vivos acham difícil identificar-se
com os moribundos” (p. 9). Na antiguidade, a morte poderia ser compreendida como
algo natural, assistir leões famintos devorando pessoas vivas estraçalhando seus
pedaços, faziam parte da sua cultura a morte era naturalizada. As imagens é atitudes
diante da morte, colocadas por Elias, ilustra o processo de fragilidade humana, todos os
vivos sabem que irão morrer, e justamente por esse fato que os moribundos acabam
sendo isolados.

O autor chama a atenção e mostra como as sociedades avançadas vê a questão de


convivência entre jovens, adultos e velhos uma problemática. O isolamento dos
moribundos tem sido gradual, é nessa perspectiva que o estreitamento de laços, acontece
principalmente por aqueles que passam pelo processo de envelhecimento são
separadamente do convívio social. Outra questão mencionada é sobre a duração
limitada da vida humana, as atitudes em relação a morte nas nossas sociedades vem
cedendo espaços para um recalcamento de perda das crenças e ritos em relação a morte.
“[...] nas sociedades avançadas os grupos não insistem mais tão apaixonadamente em
que apenas sua crença sobrenatural e seus rituais podem garantir a seus membros uma
vida eterna depois da vida terrena” (p. 12).
O autor traça um paralelo das sociedades, na idade média os indivíduos com
crenças contrarias eram perseguidos a ferro e fogo, a morte era um sentimento de
identidade, a morte era um tema mais aberto, familiar e frequente nas conversas. Já nas
sociedades desenvolvidas a morte se tornou corriqueira, a ideia de ritos e crenças
envoltos sobre a morte passaram a ser domesticada. Na sociedade vigente a vida é
prolongada e a morte torna-se adiada, os recursos médicos a prevenção é o tratamento
hoje dão mais segurança ao indivíduo a morte é adiada. Elias analisa de como esse
processo civilizador reflete drasticamente para que ocorra o isolamento dos moribundos.

O recalcamento da morte para o psicanalista Freud, a memória estritamente


individual, presume a construção da mesma através da primeira infância, as recordações
da infância demonstram a importância da família para a constituição das primeiras
memórias na infância. Na sociedade atual a ocultação e o afastamento das crianças em
relação a morte e em poupa-los de imagens negativas que ela pode apresentar. Os mitos
antigos, como exemplo Adão e Eva remete a lembranças de como seres imortais antes
de pecarem, depois que pecam, a morte se torna uma punição isso tem causado um
medo e um estranhamento na sociedade secularizada. “No entanto, a peculiaridade do
comportamento em relação a morte que prevalece hoje a sociedade é percebida se
comparada á de épocas anteriores ou de outras sociedades” (p. 18).

As novas relações de poder na secularização tem trazido um esfriamento entre as


pessoas, uma separação total “A morte é um dos grandes perigos biossociais na vida
humana” (p. 19). A imagem antecipada da na memória dos vivos, causa temor nesse
sentido os moribundos se veem se veem empurrados para os bastidores da vida
tornando-os isolados. Juntamente com a interdição da morte íntima, percebe-se, na
contemporaneidade, um afastamento dos rituais fúnebres. Mesmo que muitos ritos
tenham perdurado no final do século passado e início do XXI, deve-se salientar que
muitos deles “foram esvaziados de sentimento e significado; as formas seculares
tradicionais de expressão são pouco convincentes”, como se percebe com o momento do
enterro. Anteriormente, tão importante para os familiares e amigos do falecido, visto ser
o momento mais extremo de separação entre os que ficavam e o falecido, como antes
descrito, o enterro cessou de ser um “espetáculo familiar” no transcorrer do século XX.

Contrapondo Ariés, autor francês que em seus trabalhos apresenta como a morte
e vista no ocidente uma vez que, ele apresenta o comportamento e as imagens do
homem ocidental diante da morte. Elias faz uma crítica, em que a morte era vista como
romântica o morrer era mais calmo e tranquilo, sendo a morte um tema mais calmo e
tranquilo aberto para conversa na idade média, porém nos dias atuais, não temos essa
tranquilidade de romantizar a morte, pois ela é vista como algo que causa dor e
sofrimento. Nem mesmo com todas as técnicas que temos da medicina, podemos dizer
ou assegurar a todos uma morte sem dor. A morte tão presente e próxima no passado se
torna vergonhosa e estranha nos dias atuais.

Em outras épocas, a morte era temida por toda a sociedade ricos e pobres, o
medo do inferno pós a morte se tornava angustiante. Os quadros medievais, as suas
gravuras eram uma representação, de como o morrer sem a salvação já lhes aguardavam
e sentenciavam ao inferno. Nessa perspectiva para Elias, a morte sempre teve seu
caráter de medo, de terror para qualquer sociedade em qualquer tempo.

Neste curso de civilização, existe um tabu em relação a morte assim também


como falar de sexualidade para crianças é algo que os adultos evitam falar. Na
antiguidade as crianças estavam sempre presentes contrariamente dos dias atuais. “A
dificuldade está em como se fala ás crianças sobre a morte, é não no que lhes é dito. Os
adultos que evitam falar a seus filhos sobre a morte sentem, talvez não sem razão que
podem transmitir as suas próprias angustias” (p. 26). Nesse sentido, na
contemporaneidade os meios de comunicação tem sido uma ferramenta no processo de
ensino aprendizagem, criando métodos é maneiras de quebrar tabus estigmatizados pela
própria sociedade.

Esse entrelaçamento dos indivíduos com a morte perpassa do processo biológico


revelando as mudanças envoltas a morte, apresentando também os aspectos sociológicos
na antiguidade como já fora mencionado, as imagens da morte e do morrer eram mais
pacificas na sociedade atual para o moribundo o imaginário da morte é sempre solitário
mesmo tendo recursos que lhe proporcionem um prolongamento de vida mas ainda
assim há um desconforto “Nunca antes na história da humanidade foram os moribundos
afastados de maneira tão asséptica para os bastidores da vida social[...]” (p. 31). Nesse
sentido, a morte parte de um coletivo atingindo apenas um pequeno grupo, os
moribundos.

O autor assinala que os rituais antigos, foram trocados pelos seculares, os tabus
proíbem aproximação a afetividade dando ao moribundo a sensação de proteção de
carinho, cuidado, a amizade e solidariedade porém os mais jovens tem dificuldade em
se colocar à disposição dos mais velhos. O autor aponta que até mesmo o afastamento
com o moribundo acontece depois da morte, o cuidado em que se tinha com a sepultura
do morto, o lugar da suas recordações, não são mais funções dos entes familiares mas,
sim das grandes empresas de marketing, as sociedades industriais revelam o poder que
elas tem em fantasiar a imagem da morte, tornando-a insociável ao moribundo que por
sua vez podia-se viver em alegria com os outros, mas na hora da sua morte solitário.

Como coloca o autor, a morte não é terrível, mas a solidão dos moribundos sim,
mediante a isso os mecanismo mudaram os avanços tecnológicos e científicos, a
presença do estado a proteção ao moribundo ainda não serão suficientes diante da
morte, acredita-se que o convivo familiar, os costumes envoltos os laços afetivos os
ritos de passagem em relação a morte e como o moribundo se comportava, são questões
que ainda podem serem observadas, a forma como o moribundo é tratado no final do
curso da vida diz muito sobre o desalento e como as sociedades industriais expõe os
moribundos a solidão e ao isolamento.

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