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Lei das Personalidades Múltiplas Sucessivas e

subpersonalidades
 Primeira Lei
 - Lei da Formação e Dissociação das Personalidades Múltiplas e
Subpersonalidades

Essa Lei é dividida em duas partes:

 Item a) Lei da Formação e Dissociação das Personalidades Múltiplas


Sucessivas vividas em outras existências.

 Item b) Lei da Dissociação da Personalidade (atual) Física (ego ou


consciência) em Subpersonalidades.

 Item a) Enunciado: Ao reencarnar para nova experiência evolutiva, o


espírito necessita formar, além de um novo corpo físico, uma nova
personalidade. Essa nova personalidade sobreviverá à morte do corpo
físico e, pela sua consistência e hábitos adquiridos durante a existência
carnal, desenvolverá um certo grau de individualismo e poderá demorar-se
nesta condição por tempo indeterminado após a morte física,
influenciando futuras personalidades até que compreenda sua situação
diante do seu próprio agregado espiritual com o qual deve cooperar.
Depois de tomar consciência total de si mesma, “despersonalizando-se”
totalmente, é que aceitará integrar-se à Individualidade Eterna e acoplar-
se por completo.
 As personalidades sucessivas, por constituírem-se ou possuírem uma
espécie de “ego”, também podem se desdobrar em subpersonalidades com
conteúdos e comportamentos específicos e distintos.
 Primeira Lei - Lei da Formação e Dissociação das
Personalidades Múltiplas e Subpersonalidades

 Item b) Lei da Dissociação da Personalidade (atual) Física


(ego ou consciência) em Subpersonalidades.

 b) Enunciado: Toda a vez que a Personalidade Física


conflitar-se, frustrar-se, viciar-se ou entrar em desarmonia,
reprimir o conflito, a frustração, o vício ou a desarmonia
sem solucioná-los adequadamente, poderá reagir
negativamente causando o desdobramento de si mesma,
em forma de subpersonalidades, de periculosidade e
sofisticação variada, podendo causar a desestabilização da
saúde por gerar distúrbios e reações patológicas altamente
lesivas e prejudiciais ao campo psíquico, psicológico,
comportamental e físico.
 Segunda Lei

 Lei da reintegração das Personalidades Múltiplas Sucessivas


e Subpersonalidades.

 Enunciado: As Personalidades Múltiplas Sucessivas e


Subpersonalidades dissociadas ou associadas desarmonicamente
devem, após conscientizadas e tratadas, ser reintegradas ou
acopladas ao seu próprio agregado, com o qual devem cooperar,
despersonalizando-se totalmente e integrando-se à Individualidade
Eterna.

 Terceira Lei

 Lei das Propriedades do Elementos do “Agregado Humano”.



(Esta Lei deve ser a última deste ciclo de conhecimento, é
extremamente complexa e ampla. Traz grandes revelações. E vai
transcorrer muito tempo até que ela seja totalmente compreendida
e aproveitada em toda a sua potencialidade.)
Terceira Lei

Lei das Propriedades do Elementos do “Agregado Humano”.

 Enunciado: O espírito enquanto na carne, manifestando uma nova


personalidade, pode arrojar de si mesmo não só personalidades antigas
reativadas, como também subpersonalidades desdobradas da atual
consciência ou personalidade física (ego).

 Estes elementos, “personalidades múltiplas” e “subpersonalidades”, têm


um grau elevado de livre-arbítrio, capacidade de ação e interação com o
meio físico, anímico, psicológico e espiritual onde atuem, com
possibilidade de interagir com os habitantes de qualquer um desses meios,
podendo causar-lhes dificuldades ou auxiliar, conforme a intenção que
tenham ou a natureza da força mental que as arrojou.

 Da mesma forma, em sentido inverso, Personalidades Múltiplas Sucessivas


ou Subpersonalidades desequilibradas, próprias ou de outros indivíduos,
podem estabelecer sintonias ou simbioses e permanecer conectadas a nós,
gerando desarmonias e perturbações de diversas ordens (inconsciente
coletivo).

 Utilidade: O conhecimento dessa Lei faculta-nos a possibilidade de


descoberta, despertar e desenvolvimento de inúmeras potencialidades
ainda adormecidas no homem atual e a identificação e tratamento
terapêutico de, praticamente, todas as desarmonias e distúrbios
relacionados com a reencarnação, formação dos corpos, comportamento
humano e doenças de origem anímica.
SUBPERSONALIDADES

 São os desdobramentos da própria personalidades atual


ou consciência (Ego ou eu pessoal). É um fenômeno
personímico, conforme ensina Aksacof, porque é
referente à consciência, à personalidade e aos fatos
atuais, que apresentam aparência e características da
personalidade atual.
 Esses elementos anômalos são alimentados por
descontentamentos, contrariedades, frustrações,
recalques, desejos inconfessáveis e reprimidos nesta
existência, mas que podem ter como “pano de fundo”
impulsionador, velhos recalques provindos de outras
existências.
COMO DIFERENCIAR PERSONALIDADES MÚLTIPLAS DE
SUBPERSONALIDADES

 As subpersonalidades, devido a serem desdobramentos do “eu pessoal”,


personalidade ou consciência física, apresentam propriedade de, quando
colocadas em regressão, podem transitar por várias encarnações passadas.
Porém, apesar dessa propriedade, seu apego e indignação se referem
somente a uma situação da vida atual, mas para que possam compreender
o erro em que laboram e que não existe colheita sem semeadura, é preciso
regredi-las até o pretérito remoto, para que percebam as causas que geram
a dificuldade atual.

 Em sentido inverso, uma “personalidade múltipla” tem seu apego focado


em memórias e eventos de existências passadas. E da mesma forma que as
subpersonalidades, podem ser colocadas em regressão ou progressão sem
nenhuma dificuldade.

 Joanna de Ângelis em seu livro “O despertar do espírito” nos esclarece : “...


Nesse imenso oceano – o inconsciente – movem-se os “eus” que emergem
ou submergem, necessitando de anulação e desaparecimento através das
luzes do discernimento da consciência do Si”.
 Ernesto Bozzano, descreve o diálogo de um "defunto", ao ser
entrevistado no mundo espiritual:

 "Como sucede a um grande número de humanos, meu espírito não


chegou muito facilmente a se libertar do corpo. Eu sentia que me
desprendia gradualmente dos laços orgânicos, mas me encontrava
em condições pouco lúcidas de existência, afigurando-se-me que
sonhava.

 Sentia a minha personalidade como que dividida em muitas


partes, que, todavia, permaneciam ligadas por um laço
indissolúvel. Quando o organismo corpóreo deixou de
funcionar, pôde o espírito despojar-se dele inteiramente.
Pareceu-me então que as partes destacadas da minha
personalidade se reuniam numa só".

 (“A Crise da Morte", de Ernesto Bozzano, 9ª Edição- FEB)


As manifestações e o processo de Incorporação

 Embora sejam muito tênues as fronteiras entre as manifestações


extracerebrais de natureza fisiopsicológica e os de natureza espiritual, as
diferenças podem ser percebidas no comportamento através da
observação das manifestações de diferentes personalidades nos mesmos
indivíduos.
 As manifestações de um espírito, de uma personalidade múltipla
dissociada, de uma personalidade múltipla associada ou de uma
subpersonalidade, são diferentes. Cada um desses elementos pode ser
observado, verificado, questionado e identificado, por apresentarem
características, propriedades e preocupações diferentes.

 A importância da identificação desses elementos reside no fato de que


cada um necessita de tratamento e orientação específica. E mais, é
necessário esse estudo e pesquisa por causa das dificuldades que existem
no tratamento, quando se desconhece o elemento que está causando o
distúrbio. Além do mais, devido ao processo de juízo que ocorre no Planeta
no atual momento evolutivo, está havendo uma intensificação da
dissociação de consciência. Assim sendo, a maioria das manifestações que
ocorrem nas mesas mediúnicas,
 nos atendimentos desobsessivos, são de personalidades dissociadas.
 Um espírito, quando incorpora, traz um maior contexto de
informações. A vibração é mais leve que a vibração das
personalidades.
 Geralmente emite queixas do tipo “você me prejudicou!” ou “você
me deve!”, “vou acabar com você!”; ou manifesta apegos sobre a
pessoa afetada do tipo “não deixo você!” ou “você me
pertencence!”, “você está invadindo minha casa “, sai daqui!”, “você
não foi convidado!”.

 Uma personalidade múltipla dissociada (histórica) traz um bom


contexto de informações, pelo menos de boa parte de uma
existência passada. A vibração é mais pesada do que a de um
espírito e as queixas residem no inconformismo com a condução
que a pessoa está dando à existência, ou sobre as pessoas que
foram colocadas ao seu redor, ou, ainda, com a configuração do
corpo ou com a aparência que possui. Seus apegos são com
situações agradáveis ou desagradáveis de passado.
 Uma personalidade múltipla associada (histórica) ao ego tem o
mesmo conteúdo da anterior, porém, sua condição é completamente
diferente, por fazer parte das manifestações cotidianas do ego, e não ter
consciência dessa associação.
 São personalidades que permanecem encarceradas nos cenários mentais
onde habitaram e tiveram suas existências, revivendo constantemente as
cenas pretéritas com tal vivacidade que, para elas, tudo continua como
antes.
 Não se deram conta ou preferiram ignorar a desencarnação sofrida, e
pensam ou imaginam estar vivendo ainda no mesmo corpo que lhes animou
a pretérita existência. Por isso, influenciam diretamente a vida da pessoa e
alternam com outras a possibilidade de ocupar o comando do corpo,
sempre que possível, manifestando suas angústias, dores, dificulldades,
apegos e inquietações.

 Uma subpersonalidade apresenta vibração densa, pesada, e


normalmente reclama de alguma dificuldade da vida atual, algum evento
mal resolvido, ou não resolvido. Um desejo não satisfeito, uma frustração
ou uma falta de atitude.

 Então, cada uma deve ser observada, estudada e identificada, só assim


poderá ser tratada devidamente.
Conclusão

 Em qualquer caso devemos envidar nossos melhores


esforços no sentido de auxiliar as criaturas sofredoras,
até porque, essa atitude fraterna está expressa no
Evangelho de Jesus.
 Porém, devemos ter em mente que a cura não depende
de nosso esforço e colaboração. Assim sendo, é
importante esclarecer isso aos atendidos, e conscientizá-
los de que a cura real vem de dentro deles, da sua
transformação moral, da sua mudança de atitude diante
da vida.
 Do perdão incondicional a si mesmo e aos outros e da
prática do bem coletivo. Sem isso, não haverá cura
definitiva.

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