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Definições

(Artigo 3 do Decreto Nº23/2007)

 Tombo: registo de todos os bens imóveis do domínio


privado do Estado;

 Abate: Acto administrativo que consiste em retirar do


inventário de um Órgão ou instiruição do Esrado um
determinado bem;

 Amortização de Base Dupla: Combina os cretérios de


quotas constantes e desgastes funcional, devendo registar-
se o valor que mais sobrecarregue o bem durante o
exercicio ecónómico;

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Definições
 Bens de uso especial ou indisponiveis: Conjunto de bens
afectos ou sob tutela de um órgão ou instituição do Estado,
indispensáveis para a realização e prossecução das suas
actividades específicas, sendo, por isso , inalienáveis e
impenhoráveis;

 Bens da donlinio privado do Estado: Conjunto de bens e


direitos sobre móveis e imóveis que se encontram sob
administração ou tutela de órgãoe e instituições do Estado;

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Definições

Bens de domínio público: conjunto de bens de


propriedade do Estado, impenhoráveis e
imprescritiveis, nomeadamente: (Zona marítima,
espaço aéreo, património arqueolíogico, zonas de
protecção da natureza, potencial energético,
estradas, linhas férreas incluindo os bens imóveis
inerentes a actividade, nomeadamente: estação,
pontes,...)

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Definições

 Bens ociosos: Todos aqueles que não são


utilizados durante um período de três meses
conssecutivos e relativamente aos quais não
esteja prevista a sua utilização nos três meses
seguintes;

 Cadastro: instrumento utilizado para a


especificação e classificação de bens que
compõem o domínio púlico do Estado

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Classificação das viaturas do Estado:
(Artigo 18 do Decreto Nº23/2007)

Protocolar: aquela que se destinam ao transporte dos


titulares dos órgãos de suberania do Estado, de
individualidades nomeadas pelo presidente da república
e dos demais regulamentados por lei, quando se
desloquem em serviço;

De afectação individual: a que se destina ao uso


permanente das individualidades e titulares dos dos
órgãos referidos na alínea anterior e dos demais cargos
de direcção e chefia abrangidos por legislação
específica;

De serviço: a que se destina ao transporte dos


funcionários do Estado em servigo ou a executar tarefas
especificas do sector em que estão afectas.
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Responsabilidade pelos bens do Estado
(Artigo 20 do Decreto Nº23/2007)

 A responsabilidade pelos bens do Estado é do respectivo


dirigente. Podendo este delegar tal atribuição;

 Ável pela correcta utilização e conservação dos bens a sua


guarda;

 Nas residencias oficiais ou de funções dos direrigentes e


titulares dos cargos governativos e outros legalmente
estipulados, no parâgrafo anterior, cabe aos funcuionários
designados para o efeito;

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Responsabilidade pelos bens em falta
(Artigo 21 do Decreto Nº23/2007)

 Verificando-se a falta de um bem, o dever de repor ou


indeminizar ao Estado, recai sobre o funcionário
responsabilizado, após apuramento da culpabilidade;

 Se o funcionário referido no parágrafo anterior faltar ao


pagamento ou indeminização ao Estado pelo período de 30
dias, deve-se proceder o desconto no respectivo salário nos
termos da legislação aplicável;

 A reposição ou indeminização do bem em falta não isenta o


funcionário de procedimento disciplinar, sem prejuizo do
respectivo processo criminal.

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Aquisição ou Construção
(Artigo 27 do Decreto Nº23/2007)

 A aquisição ou construção de um imóvel dos Estado, deve ser


comunicada a Unidade de Supervisão do Subsistema do
Património do Estado e enviando, no prazo de 30 (trinta) dias
seguintes a celebração da escritura ou a data de conclusão da
obra, os respectivos autos de vistoria e e ou outros documentos
comprovativos da titularidade do Estado;

 As construções, ampliações e grandes reparações, devem,


igualmente ser comunicadas a Unidade de Supervição do SPE. No
prazo de 30 dias seguintes a conclusão das obras;

 A Conservatária do registo predial e o Cartário Notarial Privativo


do MF, devem, no prazo de oito dias, comunicar a Unidade de
Supervisão do SPE das aquisições de imóveis registadas à favor do
Estado.
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Valorimetria
(Artigo 36 do Decreto Nº23/2007)

Para efeitos de inventariação e sem prejuizo de outros critérios de


valorimetria a definir pela Unidade de Supervisão do Subsistema de
Contabiliade Pública, os bens do património do Estado devem ser
valorizados nos seguintes termos:

 Pelo valor de aquisição;

 Pelo valor resultante de avaliação nos casos de: apreensão,


doação, herança, legado, transferência, troca ou permuta e outros
legalmente previstos;

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Valorimetria (Cont.)
(Artigo 36 do Decreto Nº23/2007)

 Quando não seja possível a aplicação de um dos critérios


definidos nos parágrafos anteriores, este resultará do
acordo firmado, entre, o Ministro que superentende o área
de Finanças e o doador ou o regime jurídico de
contratações em vigor;

 Nos casos de total impoisibilidade de atribuição do valor


dos bens de relevância histórico-cultural, dos mesmos deve
constar o valor do respectivo seguro ou valor zero.

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Periodicidade do inventário
(Artigo 39 do Decreto Nº23/2007)

 O Inventáirio Geral do património do Estado deve


ser feito em todos os anos que terminem em "0"
ou '5“;

 Excepcionalmente o Ministro que superentende a


área de Finanças, pode autorizar a realização do
inventário geral, fora do período previsto no
parágrafo anterior.

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Património

Objectivos

 Avaliar as actividades de gestão, manutenção,
inventariação e controlo físico do património do
Estado .
 Identificar os pontos fracos do controlo interno
implantado e avaliar os seus potenciais efeitos;

 Avaliar o cumprimento da legislação sobre gestão


e controlo do património do Estado
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Património

Critérios de Controlo
 Deve existir informação detalhada dos bens
duradouros com os respectivos custos unitários e
localização;
 Um relatório anual das verificações físicas
efectuadas deve ser aprovado pela gestão. (O
auditor também deve realizar verificações físicas
com base numa amostragem) Desvios, se existem,
devem ser investigados pela gestão da entidade;

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Património

Critérios de Controlo
 Deve existir um registo dos movimentos dos bens
duradouros;

 Se aplicável, devem existir relatórios sobre roubos


dos bens duradouros submetidos aos superiores
com um relatório de polícia anexado;

 Os custos totais dos bens duradouros adquiridos


devem estar de acordo com a respectiva rubrica
orçamental;

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Património

Critérios de Controlo

 O equipamento de consumo não deve ser incluído


na rubrica orçamental dos bens duradouros;

 Os bens duradouros não devem ser incluídos na


lista dos bens de consumo;

 Deve existir um departamento, repartição ou


secção responsável pela área do património;

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Património

Critérios de Controlo

 Deve existir segregação de funções entre


Património-Aquisiçãodos bens – Contabilidade – e
Tesouraria;

 Devem existir infra-estruturas, organização e


meios adequados dos armazéns para prevenir
vários tipos de perdas de stocks;
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Património
Caso Prático
1. Duma amostra de 8 direcções e 4 Institutos, auditados, em
6 direcções e 3 institutos, o inventário do património, não
foi elaborado. Apenas, existem relações de bens adquiridos,
mas as mesmas não foram assinadas e nem apresentam
evidência de terem sido validadas por pessoa responsável;
2. A direcção financeira, executou, em Maio, um contrato de
investimento (aquisição de viaturas) no valor de 10,8
Milhões de Meticais, tendo sido pago, de imediato, 10%,
contra uma garantia bancária definitiva de igual valor. O
referido contrato foi remetido ao tribunal administrativo em
Junho.
Pede-se, que diga qual ou quais as implicações de tal
procedimento e elabore a proposta de recomendação.

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