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COT - Caderno de Orientações Técnicas

#PÚBLICO CRÉDITO IMOBILIÁRIO PESSOA FÍSICA


ANÁLISE DE PROJETOS E ACOMPANHAMENTO DE OBRAS

C a d e rn o d e
O r i e n ta ç õ e s
Té cn i ca s
EMPRESAS CREDENCIADAS

COT
ANÁLISE DE PROJETO E
ACOMPANHAMENTO DE OBRA
CRÉDITO IMOBILIÁRIO PESSOA
FÍSICA

Vigência: 23/07/2020 v021 1 de 34


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#PÚBLICO CRÉDITO IMOBILIÁRIO PESSOA FÍSICA
ANÁLISE DE PROJETOS E ACOMPANHAMENTO DE OBRAS

SUMÁRIO DA NORMA

1. FINALIDADE 4
2. ORIENTAÇÕES GERAIS 4
2.14. ANÁLISE DA VIABILIDADE DO PROJETO 5
2.15. ACOMPANHAMENTO DA EVOLUÇÃO DA OBRA 6
3. CONDIÇÕES MÍNIMAS PARA ACEITAÇÃO DOS IMÓVEIS COMO GARANTIA 6
3.4. ABASTECIMENTO DE ÁGUA 6
3.5. IMÓVEIS CONTAMINADOS 7
3.6. SISTEMAS CONSTRUTIVOS SEM PRESCRIÇÃO NORMATIVA 7
3.7. ABERTURAS E AFASTAMENTOS 7
3.8. RESPONSABILIDADE SOCIO-AMBIENTAL EM IMÓVEIS FINANCIADOS NA CAIXA 7
4. DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELAS EMPRESAS CREDENCIADAS 8
4.1. ANÁLISE DOCUMENTAL 8
4.2. ANÁLISE E ACOMPANHAMENTO PARA AQUISIÇÃO DE TERRENO E CONSTRUÇÃO, CONSTRUÇÃO EM
TERRENO PRÓPRIO, MELHORIA/REFORMA, AMPLIAÇÃO E CONCLUSÃO 8
4.2.9. VISTORIA DA ÁREA DO ENTORNO DO IMÓVEL 9
4.2.10. ANÁLISE DA PROPOSTA E DOS PROJETOS 9
4.2.11. ANÁLISE DO ORÇAMENTO 9
4.2.12. ANÁLISE DO CRONOGRAMA 10
4.2.13. ANÁLISE DE MERCADO 10
4.2.14. VERIFICAÇÃO DA VIABILIDADE TÉCNICA 10
4.2.15. VERIFICAÇÃO DA VIABILIDADE ECONÔMICA-FINANCEIRA DA PROPOSTA E CONCLUSÃO DA ANÁLISE 11
4.3. ANÁLISE DE ALTERAÇÃO DO PROJETO – NA CONCESSÃO 11
4.4. ANÁLISE DE AMPLIAÇÃO E/OU REFORMA PARA IMÓVEIS ALIENADOS COM A CAIXA – NA AMORTIZAÇÃO 11
4.5. ACOMPANHAMENTO DE OBRA 12
5. CONTROLE DE QUALIDADE DOS TRABALHOS DAS EMPRESAS CREDENCIADAS 13
5.1. MONITORAMENTO 13
5.2. REVISIONAMENTO 13
6. ANEXOS 14
6.1. ANEXO I – DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA ANÁLISE TÉCNICA 14
6.2. ANEXO II – CONDIÇÕES MÍNIMAS OBRIGATÓRIAS PARA ACEITE DO IMÓVEL COMO GARANTIA DE
FINANCIAMENTO 16
6.3. ANEXO III - ESPECIFICAÇÕES DE ACABAMENTOS DE OBRA, CONFORME NBR 12.721:2006 19
6.4. ANEXO IV - INTERVALO DE VALOR DA INCIDÊNCIA DOS SERVIÇOS NO ORÇAMENTO – RECOMENDAÇÃO 22
6.5. ANEXO V – PARÂMETROS RECOMENDADOS PARA MENSURAÇÃO DE OBRA 23
6.6. ANEXO VI – SIGLAS E CONCEITOS 24
6.7. ANEXO VIII – FLUXOGRAMAS 27
6.7.1. ANÁLISE DA VIABILIDADE DO PROJETO 27
6.7.2. ACOMPANHAMENTO DE OBRA 28

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PREFÁCIO

TÍTULO
ENGENHARIA - ANÁLISE E ACOMPANHAMENTO DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO - PESSOA FÍSICA

PÚBLICO ALVO
Empresas credenciadas de Engenharia e Arquitetura

ALTERAÇÕES EM RELAÇÃO À VERSÃO ANTERIOR


INCLUSÓES:
• Item 3.8 – RESPONSABILIDADE SOCIO-AMBIENTAL EM IMÓVEIS FINANCIADOS NA CAIXA

REGULAMENTAÇÃO UTILIZADA
Lei nº 10.406, de 10/01/2002
NBR ABNT 15.575, de 19.FEV.2013
Resolução CCFGTS nº 761, de 09.DEZ.2014
Instrução Normativa MCIDADES nº 11, de 09.JUN.2015
Circular CAIXA nº 681, de 10.JUN.2015
NBR ABNT 16.280, de 19.SET.2015
NBR ABNT 16.636, de 15.DEZ.2017

ATENDIMENTO DE DÚVIDAS
GIHAB DE VINCULAÇÃO

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1. FINALIDADE

1.1. Este caderno descreve as atividades desenvolvidas pelas empresas credenciadas no processo de análise técnica
das propostas de financiamento imobiliário para pessoas físicas.

1.2. A análise de viabilidade técnica das propostas de financiamento de pessoas físicas engloba o conjunto de
atividades realizadas por profissional habilitado para verificar o atendimento às exigências normativas e legais,
caracterizar as unidades imobiliárias quanto às condições de estabilidade, habitabilidade e salubridade, bem como
estabelecer a definição de valor de mercado com a finalidade de constituir garantia para a operação financeira.
1.3. A análise técnica das propostas de financiamento de pessoas físicas está orientada a partir de dois grupo s de
ações:
a) Análise da viabilidade do projeto;
b) Acompanhamento de obras.
1.4. As propostas de financiamento de imóveis urbanos residenciais e comerciais para pessoa física envolvem as
seguintes modalidades:
a) Aquisição de terreno e construção;
b) Construção em terreno próprio;
c) Ampliação;
d) Conclusão;
e) Melhoria/reforma.

2. ORIENTAÇÕES GERAIS

2.1. A realização das atividades de análise de viabilidade técnica de financiamento de imóveis urbanos com uso
residencial e/ou comercial para pessoas físicas, objeto deste COT, constitui atribuição legal exclusiva dos profissionais
graduados em engenharia ou arquitetura.
2.2. Tais análises serão realizadas por profissionais do quadro de empregados da CAIXA ou por profissional da
empresa credenciada, para subsidiar as operações de crédito, renegociação de contratos e afins.
2.3. A análise de viabilidade técnica, no âmbito do financiamento imobiliário destinado à pessoa física, está sempre
relacionada a uma proposta de intervenção para a constr ução, ampliação, conclusão de obra, reforma com ou sem
melhoria, que envolve a análise da proposta, a vistoria técnica, e o acompanhamento da evolução da obra.
2.4. Não cabe aos profissionais do corpo técnico da CAIXA ou das empresas credenciadas sobreposição o u assunção
das competências legais de análise e licenciamentos pertencentes aos órgãos públicos.
2.5. As Vistorias Técnicas são realizadas para caracterizar o imóvel, o local da obra e ao longo da atividade de
acompanhamento do contrato, sendo produzidas, a partir delas, as informações necessárias e pertinentes à elaboração
das seguintes peças técnicas:
a) Laudo de Análise – peça técnica gerada no aplicativo SIMIL (https://simil.caixa/);
b) RAE – peça técnica gerada a partir de planilha eletrônica.
2.6. A atividade Acompanhamento de Obra está vinculada às fases de:
a) Verificação da Documentação (Documentação pertinente/Projeto Legal/PFUI /Laudo de Análise/RAE anteriores) no SIOPI;
b) Vistoria Técnica de Obra;
c) Emissão de peça técnica (RAE).
2.7. As fotografias da vistoria constarão no Relatório Fotográfico que integra as peças técnicas Laudo de Análise e
RAE, conforme a etapa da obra, contemplando pelo menos o logradouro e o terreno.
2.8. O Relatório fotográfico, assinado pelo RT que realizou a vistoria, apresentará fotografias coloridas,
georreferenciadas e não devem aparecer pessoas para que não seja contestado o uso da imagem pessoal.
2.9. Em vistorias realizadas para análise da proposta o Relatório Fotográfico deverá conter no mínimo:
a) Imagem pública de satélite, identificando a localização do terreno e as poligonais confrontantes;
b) A vista frontal do terreno ou imóvel objeto da proposta, que permita a identificação dos imóveis confrontantes;
c) Vista do logradouro, registrando os trechos antes e depois do objeto;
d) As fachadas e características topográficas do lote/terreno;
e) Os serviços executados.

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2.10. Em vistorias realizadas para acompanhamento da obra, conforme a etapa correspondente, o Relatório
Fotográfico deverá conter no mínimo os serviços realizados e que estejam sendo aferidos, e os serviços ou as pectos
visualmente não conformes com as orientações e normas, de forma a garantir a constituição do histórico da evolução
do acompanhamento da obra até sua conclusão.
2.11. Durante a realização das atividades de Análise ou de Acompanhamento de Obra, a ocorrência de
inconformidades que impossibilitem a conclusão do serviço iniciado é considerada como pendência, que pode possuir
natureza documental, técnica ou operacional e deverão ser apontadas na peça técnica e registradas no SIOPI na aba
PEPT.
2.11.1. As pendências de natureza documental são as relacionadas à incoerência entre informações apresentadas no sistema
e documentos entregues pelo Proponente; normalmente referem-se a problemas na matrícula do imóvel e devem
obrigatoriamente ser informadas em até dois dias após a emissão da O.S.
2.11.1.1. Sempre que a documentação for suficiente para localizar o imóvel deve ser procedida a vistoria.
2.11.1.2. As pendências de natureza técnica ocorrem no processo de análise ou de Acompanhamento de Obra, e podem ser
referentes à insuficiência de projetos, incompatibilidade entre as peças técnicas apresentadas e a área indicada para vistoria
e/ou orçamento e/ou cronograma, bem como pelo não atendimento aos requisitos técnicos presentes nesse normativo .
2.11.1.3. As pendências de natureza operacional estão associadas a qualquer falha no processo, como no caso da vistoria
infrutífera.
2.11.1.3.1. Vistoria infrutífera é caracterizada quando profissional responsável pela demanda, após agendar e confirmar data e
horário com o contato informado na O.S., não consegue acesso ao imóvel, sendo imprescindível aguardar no local por, no
mínimo, 30 minutos.
2.11.1.3.2. A vistoria só é caracterizada como infrutífera quando for atestada que a impossibilidade de acesso ao imóvel foi
causada exclusivamente pelo Proponente, sendo necessário que o profissional responsável comprove o agendamento com o
Proponente e que esteve presente no local na data e hora acordada e atenda a regra relativa ao tempo mínimo de espera de
30 minutos.
2.11.1.3.3. A ocorrência de vistoria infrutífera implica na necessidade de registrar PEPT no SIOPI informando como motivo da
pendência "vistoria infrutífera".
2.11.1.3.4. A impossibilidade do profissional responsável em comparecer à vistoria agendada não é considerada vistoria
infrutífera e caberá a este o ônus de realizar novo agendamento para examinar o local.
2.11.1.3.5. Deve ser realizada a verificação da proposta da forma mais completa possível, conforme a documentação permitir,
de modo a cadastrar a PEPT no SIOPI com todas as inconsistências e incompatibilidades documentais, técnicas e operacionais
que possam ser identificadas.
2.12. Os formulários de engenharia/arquitetura, necessários para análise e acompanhamento de obra, são:
a) PFUI - Proponente;
b) Laudo de Análise;
c) RAE;
d) Proposta de Reprogramação de Cronograma.
2.13. Toda e qualquer solicitação de correção de trabalho de ordem técnica deve ser feita única e exclusivamente
pela GIHAB de vinculação.

2.14. ANÁLISE DA VIABILIDADE DO PROJETO

2.14.1. O procedimento de análise da proposta de intervenção construtiva está vinculado às modalidades de financiamento
imobiliário, associadas à realização de obras, ou seja, nos casos de aquisição de terreno e construção, construção em terreno
próprio, obras de ampliação, conclusão e melhoria/reforma.
A análise da proposta de intervenção construtiva do projeto compreende as seguintes atividades:
a) Recebimento da proposta (PFUI-Proponente) e verificação dos documentos pertinentes;
b) Vistoria do terreno e entorno e, no caso de conclusão/melhoria/reforma, do imóvel que será objeto de intervenção;
c) Análise da proposta, projetos e especificações técnicas;
d) Verificação do atendimento às condições mínimas para aceitação do imóvel como garantia do financiamento;
e) Análise do orçamento;
f) Análise do cronograma físico-financeiro;
g) Análise mercadológica;
h) Análise de viabilidade técnica;
i) Análise de viabilidade econômico-financeira;

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j) Avaliação do terreno;
k) Avaliação do imóvel como se pronto estivesse;
l) Elaboração de Laudo de Análise utilizando o SIMIL.
2.14.2. A ação de Análise da Proposta de Intervenção Construtiva tem manifestação única pelo Laudo de Análise, que inclui
todo o conjunto de atividades antes citadas, inexistindo Laudo de Avaliação em separado.

2.15. ACOMPANHAMENTO DA EVOLUÇÃO DA OBRA

2.15.1. O acompanhamento da evolução da obra está vinculado às modalidades de financiamento imobiliário, associadas à
realização de intervenções construtivas, ou seja, nos casos de aquisição de terreno e construção, construção em terreno próprio,
obras de ampliação, conclusão e melhoria/reforma.
2.15.2. O PFUI-RAE é a peça técnica que conclui o serviço de acompanhamento de obras no âmbito da engenharia.
2.15.3. O acompanhamento da evolução da obra consiste no monitoramento técnico da operação, iniciado após a contratação
e estende-se até a conclusão, mediante visitas pontuais ao local, para verificar visualmente se a execução da obra está de
acordo com as condições e especificações analisadas.
2.15.4. O acompanhamento de obras em programas de crédito imobiliário realizado pela CAIXA é feito por vistorias pontuais e
de forma visual, sem auxílio de instrumentos de precisão, com o intuito de verificar o desenvolvimento, sendo esta atividade não
caracterizada como fiscalização de obras.
2.15.5. Este acompanhamento visa verificar se o objeto em execução obedece às condições contratadas, pela mensuração da
evolução mensal de obra, para que as liberações de recursos ocorram de acordo com o cronograma físico-financeiro proposto.
2.15.6. O acompanhamento da evolução da obra está relacionado às seguintes atividades:
a) Vistoria nas obras, visando à mensuração para liberação de parcelas;
b) Verificação de compatibilidade entre os itens executados com o objeto contratado, conforme PFUI-Proponente;
c) Elaboração do relatório PFUI-RAE.

3. CONDIÇÕES MÍNIMAS PARA ACEITAÇÃO DOS IMÓVEIS COMO GARANTIA

3.1. Nas análises técnicas de engenharia orientadas por este documento, verificará o atendimento às condições
mínimas visíveis para aceitação dos imóveis como garantia – descritas no Anexo II – Condições Mínimas Obrigatórias
para Aceite do Imóvel como Garantia de Financiamento e fichas de checklist, com os destaques a seguir.
3.2. Caso o profissional responsável pela análise técnica verifique que algum dos itens constantes das Condições
Mínimas para Aceitação do Imóvel como Garantia relacionadas no Anexo II – Condições Mínimas Obrigatórias para
Aceite do Imóvel como Garantia de Financiamento não foi atendido, ele preenche o PFUI-Análise, conforme o caso,
com definição dos valores, negando a aceitação do imóvel como garantia e, no campo apropriado, registra “IMÓVEL
NÃO ACEITO COMO GARANTIA POR SE VERIFICAR O NÃO ATENDI MENTO DAS CONDIÇÕES MÍNIMAS” e
identifica a condição não atendida.
3.3. Imóvel com característica multifamiliar, ou seja, unidade habitacional em um mesmo lote, com única matrícula,
entradas distintas e medidores de água e energia elétrica separados, não pode s er aceito como garantia.

3.4. ABASTECIMENTO DE ÁGUA

3.4.1. É imprescindível a existência de solução de abastecimento de água potável em todo imóvel ofertado como garantia.
Para emissão de RAE 100% não é necessária a ligação definitiva de água, bastando a existência de preparação para ligação
e instalação futura do medidor.
3.4.2. É obrigatório a apresentação da outorga do órgão competente sempre que o abastecimento for feito por:
a) Derivação ou captação de parcela da água existente em um corpo d’água para consumo final — captação direta de córregos,
rios, lagos e lagoas;
b) Extração de água de aquífero subterrâneo para consumo final— cisternas, mini poço, poço, poço artesiano etc.;
c) Outros usos que alterem o regime, a quantidade ou a qualidade da água existente em um corpo d’água.
3.4.2.1. Independem de outorga as derivações, captações e extrações de água de aquífero subterrâneo, considerados
insignificantes pelo órgão competente, sendo obrigatório a apresentação do registro no órgão competente.
3.4.2.2. Em caso de abastecimento por solução alternativa não mantida por concessionária pública de abastecimento, o
documento comprobatório expedido pelo órgão competente na localidade onde se insere a unidade habitacional, atestando a
potabilidade da água para abastecimento, deve compor os autos do dossiê técnico da operação.
3.4.2.2.1. Caberá à GIHAB verificar a pertinência de acatar outras alternativas para comprovação de potabilidade.

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3.5. IMÓVEIS CONTAMINADOS

3.5.1. A verificação dos indícios de contaminação obedecerá ao disposto no COT- Avalia Bens.

3.6. SISTEMAS CONSTRUTIVOS SEM PRESCRIÇÃO NORMATIVA

3.6.1. A empresa credenciada só será demanda para realização do Laudo de Análise após manifestação da GIHAB/REHAB
sobre a possibilidade de uso da inovação proposta.
3.6.2. A empresa credenciada salientará, no campo observações do Laudo de Análise o seguinte texto: “este Laudo somente
é válido e apresenta viabilidade se o Proponente atender às eventuais exigências ou condicionantes relacionadas no Parecer
técnico de análise da inovação, emitido pela GIHAB/REHAB”.
3.6.3. Nas operações de crédito imobiliário, para a utilização de componentes, elementos ou sistemas construtivos inovadores,
aqueles executados com aperfeiçoamento tecnológico e ainda sem normalização prescritiva, é necessária a comprovação de
desempenho conforme PBQP-H - SiNAT, pela apresentação de DATec válido.

3.7. ABERTURAS E AFASTAMENTOS

3.7.1. Os projetos de intervenções construtivas que pleiteiam financiamento para sua execução não podem ter ou prever
abertura de janelas, eirados, terraços ou varandas em paredes paralelas à divisa do terreno, a menos de 1,50 m da linha divisória
que delimita as propriedades contíguas, tanto em loteamentos quanto em condomínios.
3.7.2. Em condomínios, quando não existir divisa física ou demarcada, a regra se aplica à divisa correspondente as dimensões
constantes no memorial descritivo ou registro do imóvel, a ser verificada no local.
3.7.3. As janelas cuja visão não incida diretamente sobre a linha divisória, como as perpendiculares, não serão abertas a menos
de 0,75 m desta divisa.
3.7.4. O afastamento perpendicular à divisa poderá ser inferior a 0,75 m quando houver abertura para varanda, garagem ou
ambiente aberto, desde que protegido por elemento antidevassa, com altura igual ou superior ao pé-direito da unidade e
profundidade mínima de 0,75 m.
3.7.5. Ambientes de permanência prolongada – salas e dormitórios – apresentarão janelas ou vãos de iluminação e ventilação
nas fachadas das edificações, podendo ser voltadas também para varandas, garagens e áreas livres (sem cobertura) abertas
ou fechadas (jardim de inverno, pergolado etc.)
3.7.6. Quando o vão de iluminação e ventilação dos ambientes de permanência prolongada (salas e dormitórios) for voltado
para áreas fechadas e descobertas, tais como jardins de inverno, pergolado, poço ou prisma de iluminação, a área livre permitirá
a inscrição de um círculo com diâmetro mínimo de 1,50m ou maior, conforme legislação local.

3.8. RESPONSABILIDADE SOCIO-AMBIENTAL EM IMÓVEIS FINANCIADOS NA CAIXA

3.8.1. No âmbito dos programas de financiamento habitacional com recursos FGTS, recomenda-se, sempre que comprovada
a viabilidade técnica e econômica, que sejam previstas em projeto, medidas para a promoção da Eficiência Energética, sendo
itens financiáveis:
a) Sistemas de aquecimento solar de água;
b) Sistemas de micro e minigeração distribuídas de energia elétrica (solares fotovoltaicos, eólicos e biomassa);
c) Lâmpadas eficientes;
d) Medição individualizada de gás;
e) Custos, projetos e consultoria referentes ao processo de certificação e rotulagem ambiental dos edifícios reconhecidas no
mercado nacional.
3.8.1.1. Para promoção do uso eficiente dos recursos hídricos em área urbana ou de expansão urbana os projetos devem
incluir obrigatoriamente os seguintes dispositivos e sistemas economizadores:
a) Arejador;
b) Bacia sanitária com dispositivo de duplo acionamento;
c) Redutores de vazão;
3.8.2. No âmbito de financiamento habitacional com as demais origens de recursos, os itens acima também são financiáveis.
3.8.3. A ausência de soluções consideradas como de responsabilidade ambiental será indicada no campo de observações do
Laudo de Análise e não impede a aceitação do mesmo como garantia.
3.8.4. A ausência das soluções apontadas no item 3.8.1.1 não impede a aceitação de garantia e deverá constar no campo de
observações do Laudo de Análise a seguinte observação “este imóvel não pode ser contratado utilizando recursos do FGTS”.

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4. DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELAS EMPRESAS CREDENCIADAS

4.1. ANÁLISE DOCUMENTAL

4.1.1. A documentação necessária para análise para cada tipo de Análise e por linha de financiamento está descrita no Anexo
I.
4.1.2. A documentação fornecida pelo Proponente deve estar completa e a informações prestadas nos documentos devem ser
coerentes entre si.
4.1.3. A documentação deve ser anexada ao SIOPI, salvo exceções referentes a eventual incapacidade do sistema de anexar
determinado documento, a qual poderá ser enviada via mensagem eletrônica, cabendo à agência a responsabilidade por manter
a documentação completa no dossiê do contrato.
4.1.4. Para todos documentos é aceita assinatura através de certificado digital emitido por certificadora credenciada pelo ITI
(lista em https://www.iti.gov.br/icp-brasil/estrutura).
4.1.5. O Técnico em Edificações pode elaborar projetos e executar obra com área de até 80,00 m² (oitenta metros quadrados)
com a estrutura necessária, que não constituam conjuntos residenciais, bem como poderá realizar reformas em edificações
desde que não faça intervenção na estrutura da edificação nas reformas
4.1.6. No caso de alteração do Profissional Responsável Técnico pela execução da obra, durante qualquer das suas fases,
deverá ser realizado o distrato contendo minimamente a caracterização das partes, do objeto contratual e a data do distrato.
Caso o Responsável Técnico se recuse a assinar o distrato, o Proponente deve entregar declaração formal que corrobore o
fato. A documentação necessária para alteração de Responsável Técnico está descrita no Anexo I.

4.2. ANÁLISE E ACOMPANHAMENTO PARA AQUISIÇÃO DE TERRENO E CONSTRUÇÃO, CONSTRUÇÃO EM


TERRENO PRÓPRIO, MELHORIA/REFORMA, AMPLIAÇÃO E CONCLUSÃO

4.2.1. Os serviços de análise de viabilidade técnica de projeto provenientes do grupo de atividades terceirizáveis são relativos
às tipologias de atividade B-401 (códigos de sistema B-437 a B-440).
4.2.2. Na proposta de construção, melhoria/reforma, ampliação e conclusão, se constar o uso de sistema ou material construtivo
inovador, o processo será encaminhado à GIHAB de vinculação, que faz a análise destes casos.
4.2.3. O profissional responsável pela análise não proporá ou sugerirá soluções de projetos, especificações ou métodos
construtivos a serem empregados, de forma a não caracterizar corresponsabilidade técnica.
a) As intervenções passíveis de enquadramento nas linhas de financiamento, construção, melhoria/reforma, ampliação e
conclusão, de forma geral, são as seguintes:
b) Aquisição de Terreno e Construção;
c) Construção em Terreno Próprio;
d) Melhoria/reforma, ampliação e/ou conclusão.
4.2.4. O Proponente encaminhará o formulário PFUI em meio eletrônico, devidamente preenchido (deve ser enviada via
assinada pelo RT da obra em formato PDF e via em formato de planilha eletrônica).
4.2.4.1. Encaminhará, também, todas as peças técnicas, objeto de análise, datadas e assinadas pelo Responsável Técnico do
Proponente, contendo a adequada identificação do signatário.
4.2.5. O Profissional responsável pela análise das propostas de intervenções construtivas manifestará conclusivamente, no
documento Laudo de Análise, sobre a viabilidade ou não das mesmas, inclusive quanto à possibilidade de aceitação da proposta
como garantia de operações de crédito imobiliário – Pessoa Física, sob os aspectos físicos e de mercado.
4.2.6. A ausência ou inconsistência da documentação apresentada deve ser registrada de forma centralizada na opção PEPT
no SIOPI, sendo prevista a inserção de apenas uma PEPT.
4.2.7. Atendidas as pendências relacionadas na PEPT em até 10 dias úteis, a análise é concluída, e caso permaneçam
incoerências ou inconsistências, a proposta será considerada inviável.
4.2.7.1. Demandas posteriores a emissão do Laudo de Análise deverão ser solicitadas ao mesmo credenciados através de
atividade do tipo G e remuneradas por horas técnicas, cabendo à GIHAB a definição do valor a ser pago com base na
complexidade da reanálise necessária.
4.2.8. Os procedimentos de análise das propostas de intervenções construtivas contemplam a verificação dos seguintes itens:
a) As condições do entorno do imóvel;
b) Os projetos;
c) O orçamento;

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d) O cronograma;
e) A análise mercadológica;
f) A viabilidade econômico-financeira da proposta.

4.2.9. VISTORIA DA ÁREA DO ENTORNO DO IMÓVEL

4.2.9.1. Existindo dúvidas quanto à localização do imóvel deverão ser solicitadas informações complementares.
4.2.9.2. Trata-se de vistoria técnica para verificar a inserção topográfica do projeto proposto à região lindeira ao imóvel, além
da compatibilidade entre terreno e configuração constante no documento de propriedade apresentado.
4.2.9.3. Serão verificadas as condições mínimas obrigatórias para o aceite do imóvel como garantia do financiamento,
relacionadas no Anexo II.
4.2.9.4. Se na vistoria da área forem constatados indícios de contaminação no imóvel, estes deverão ser relatados no Laudo
de Análise e observar os procedimentos estabelecidos no COT Avalia Bens sobre o tema.
4.2.9.5. Verificar se a área e o entorno não estão em área de risco de alagamento ou deslizamento de encostas.
4.2.9.6. Propostas localizadas em área de risco de alagamento ou deslizamento de encostas não serão consideradas viáveis.
4.2.9.7. As fotos realizadas na vistoria, referentes ao imóvel, constarão do item Relatório fotográfico do Laudo de Análise,
contemplando, pelo menos, o logradouro e o terreno.
4.2.9.7.1. Se houver benfeitorias no terreno, estas serão obrigatoriamente registradas no relatório fotográfico.

4.2.10. ANÁLISE DA PROPOSTA E DOS PROJETOS

4.2.10.1. Esta atividade contempla a verificação dos aspectos relativos à caracterização dos materiais/equipamentos a serem
utilizados na execução do objeto proposto, à tipologia, as dimensões, à capacidade e ao padrão de acabamento, em
conformidade com os projetos e orçamentos apresentados.
4.2.10.1.1. A análise da proposta é realizada somente após o recebimento de toda a documentação exigível conforme Anexo I.
4.2.10.2. As informações prestadas nos diversos documentos deverão ser compatíveis e coerentes entre si.
4.2.10.3. No caso de constar, na proposta de construção, melhoria/reforma, ampliação e conclusão, a utilização de sistema ou
material construtivo inovador, o processo será encaminhado à GIHAB/REHAB de vinculação, a quem compete a análise destes
casos.
4.2.10.4. Não cabe ao Profissional responsável pela análise sugerir soluções de projetos, especificações ou métodos
construtivos a serem empregados, de forma a não caracterizar corresponsabilidade técnica.
4.2.10.4.1. No caso de encontrar qualquer incoerência ou inconsistência na análise, estas serão apenas informadas na PEPT,
sem a indicação ou sugestão de solução.
4.2.10.5. Os projetos apresentados devem conter as informações necessárias para a caracterização do objeto a ser contratado,
os atributos funcionais, formais e técnicos considerados, contendo as devidas exigências prescritivas.
4.2.10.5.1. Não é necessário, na fase de análise, que o projeto apresentado pelo Proponente esteja aprovado pelos órgãos
competentes, sendo, no entanto, exigível quando da contratação.
4.2.10.5.2. No caso de proposta na modalidade melhoria sem ampliação e sem alteração de estrutura, é exigível a apresentação
de estudo preliminar de arquitetura, com informações sucintas e suficientes para a caracterização geral da concepção adotada,
incluindo as dimensões, as localizações dos ambientes da edificação; da caracterização específica dos elementos construtivos
e dos seus componentes principais.
4.2.10.6. O projeto conterá a descrição dos elementos da edificação, dos componentes construtivos e dos materiais de
construção, informações estas que serão preenchidas no item “VALORES/CUSTOS” no formulário PFUI.
4.2.10.7. Poderão ser solicitados projetos complementares para esclarecimento de dúvidas quanto a quantitativos de serviços
ou soluções técnicas necessárias, não identificáveis somente pelo projeto arquitetônico.
4.2.10.8. Em relação aos aspectos físicos, o Profissional responsável pela análise deve verificar se são atendidas as condições
mínimas que constam no Anexo II, e preceitos desse normativo.

4.2.11. ANÁLISE DO ORÇAMENTO

4.2.11.1. O orçamento previsto para a análise técnica nas modalidades construção, ampliação, conclusão ou melhoria/reforma,
deve contemplar todos os serviços necessários, inclusive os já executados, conforme itens do formulário da proposta de
financiamento à construção de unidade isolada (PFUI).
4.2.11.2. Verificar se há, na descrição das características dos materiais e serviços, os padrões de acabamento/linha dos produtos
e os locais onde estes serão empregados.

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4.2.11.3. Verificar se há compatibilidade dos custos previstos com as especificações que constam nos projetos, bem como a
adequada incidência do percentual dos serviços em relação ao custo total da intervenção.
4.2.11.4. Os custos são analisados tomando-se como referência o SINAPI e, quando não houver referência nesse sistema,
admite-se a utilização de outra fonte, publicada por entidade oficial, ou preços praticados na região.
4.2.11.5. A análise tem início com a definição do padrão de acabamento do imóvel, classificado a partir das especificações
técnicas e escolha do projeto-padrão SINAPI que mais se assemelha ao projeto objeto da análise.
4.2.11.6. Para escolha do projeto-padrão SINAPI mais adequado, será utilizada como base o Anexo III – Especificações de
acabamentos de obra.
4.2.11.7. A comparação entre o custo do m² de construção do projeto-padrão SINAPI escolhido para a região e o custo do m²
do projeto em análise observará os custos de serviços não-contemplados no referido sistema, que serão considerados à parte
e devidamente justificados.
4.2.11.7.1. Os itens a serem considerados à parte, conforme definido na seção 8.3.5 da NBR 12.721, são: fundações especiais,
elevador(es), equipamentos e instalações, obras e serviços complementares e itens de acabamento eventualmente não
previstos no projeto padrão.
4.2.11.7.2. Para efeito de balizamento das incidências dos serviços, serão verificados os parâmetros gerais constantes do Anexo
IV, que tem caráter de orientação.
4.2.11.7.3. As informações do SINAPI serão obtidas no site: http://www.caixa.gov.br/sinapi.
4.2.11.7.4. Caso seja mantida divergência entre os custos orçados e os custos de referência do SINAPI ou outra fonte publicada
por entidade oficial, esses procedimentos são considerados suficientes para conclusão da análise do orçamento, sendo a
proposta considerada inviável.
4.2.11.7.4.1. Em se tratando da análise inicial deve ser emitida PEPT apontando a pendência.
4.2.11.8. É acatável a adoção de taxa de Bonificação e Despesas Indiretas (BDI) de até 18,00%.

4.2.12. ANÁLISE DO CRONOGRAMA

4.2.12.1. Tem como objetivo verificar a compatibilidade do planejamento de execução da obra, serviços com os projetos e prazos
propostos.
4.2.12.2. Será informado o percentual de obra já executada, se for o caso.
4.2.12.3. Será verificado o percentual mínimo de 5% exigível para a última parcela.
4.2.12.4. O prazo de construção será de 2 a 24 meses.
4.2.12.5. Caso solicitado pelo Proponente ou pelo profissional responsável pelo acompanhamento, o cronograma será revisto,
utilizando os mesmos critérios supracitados.
4.2.12.6. No caso de revisão do cronograma, será apresentada Proposta de Reprogramação de Cronograma pelo Proponente.

4.2.13. ANÁLISE DE MERCADO

4.2.13.1. Para a modalidade aquisição de terreno e construção, serão feitas duas avaliações separadamente, uma para o terreno
e outra considerando o imóvel como se pronto estivesse.
4.2.13.1.1. Para as modalidades construção em terreno próprio, será feita a avaliação do imóvel como se pronto estivesse.
4.2.13.1.1.1. Para a atribuição de valor ao terreno, como alternativa à realização de avaliação, é permitido a atribuição de até
30% do valor de avaliação do imóvel como se pronto estivesse.
4.2.13.1.1.2. Quando a atribuição do valor do terreno acima resultar em dificuldade de enquadramento e a GIHAB entender
que há distorção significativa em relação à realidade local, fará a devida orientação para o credenciado avaliar o terreno e
substituir o Laudo de Análise no SIMIL e no SIOPI.
4.2.13.2. Os dados referentes à avaliação do terreno e do imóvel como se pronto estivesse serão preenchidos no item
“Manifestação sobre a Viabilidade e Garantia” do Laudo de Análise no SIMIL.
4.2.13.2.1. O campo “Avaliação do terreno” será necessariamente preenchido para as modalidades Aquisição de Terreno e
Construção e Construção em Terreno Próprio.
4.2.13.2.1.1. Para Construção em Terreno Próprio, quando o valor do terreno for atribuído sem avaliação o profissional deverá
incluir nos comentários do Laudo: “O valor informado no campo Avaliação do Terreno foi atribuído”.

4.2.14. VERIFICAÇÃO DA VIABILIDADE TÉCNICA

4.2.14.1. Deve ser verificado nesta etapa se todas as obras de engenharia para implementação da unidade habitacional estão
contempladas, com especial atenção para obras de terraplenagem e contenção.

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4.2.14.1.1. Para a identificação de eventuais obras de contenção necessárias deve-se verificar in loco a compatibilidade entre a
patamarização do projeto legal apresentado com a topografia do lote.
4.2.14.2. Devem ser atendidas todas as condições mínimas obrigatórias para o aceite do imóvel como garantia do financiamento,
relacionadas no Anexo II.
4.2.14.3. Em reformas com ou sem melhoria e ampliação de edificações, serão observadas também as reais condições físicas
do imóvel, verificando a compatibilidade entre os sistemas construtivos (original e novo) com os materiais a serem empregados.
4.2.14.3.1. Nestes casos, os afastamentos somente serão objeto de verificação se fizerem parte da proposta, caso contrário não
são condição para aceite do imóvel como garantia.
4.2.14.4. Propostas que utilizem sistemas ou materiais inovadores, caracterizados por não disporem de norma brasileira
prescritiva, ou sistemas não-convencionais, caracterizados por já terem norma prescritiva, mas seu uso ainda não é consagrado,
deverão ser encaminhados para a GIHAB/REHAB.
4.2.14.5. Nas modalidades aquisição de terreno e construção e construção em terreno próprio, serão atendidas as condições
estabelecidas pelo Lei nº 10.406/2002 – Seção VII – Do direito de construir, com ênfase ao prescrito nos artigos 1.299 à 1.302,
que tratam dos afastamentos das divisas, aberturas de vãos e despejo de águas pluviais.

4.2.15. VERIFICAÇÃO DA VIABILIDADE ECONÔMICA-FINANCEIRA DA PROPOSTA E CONCLUSÃO DA ANÁLISE

4.2.15.1. A proposta terá viabilidade econômico-financeira quando:


4.2.15.1.1. Para aquisição de terreno e construção, o orçamento apresentado for suficiente para a conclusão da obra e, quando
somado ao custo do terreno, for igual ou inferior ao valor de mercado do imóvel, como se pronto estivesse;
4.2.15.1.2. Para construção em terreno próprio, o orçamento apresentado for suficiente para a conclusão da obra e de até 70%
do valor de mercado do imóvel como se pronto estivesse, uma vez que será atribuído o valor de 30% para o terreno. Caso o
valor do terreno seja conhecido proceder conforme o item 4.2.13.1.1.2;
4.2.15.1.3. Para melhoria/reforma, ampliação ou conclusão de construção, o orçamento proposto for suficiente para a conclusão
da obra e for inferior ao valor de mercado do imóvel, como se pronto estivesse.
4.2.15.2. Se considerada viável, a análise da proposta é concluída com manifestação favorável quanto à sua viabilidade,
utilizando-se o item “Manifestação sobre a viabilidade e Garantia”, do Laudo de Análise.
4.2.15.3. A conclusão da atividade de análise ocorre após o desenvolvimento de todos os procedimentos normalizados e demais
aspectos de engenharia julgados pertinentes, preenchimento e conclusão do Laudo de Análise no SIMIL e no SIOPI.

4.3. ANÁLISE DE ALTERAÇÃO DO PROJETO – NA CONCESSÃO

4.3.1. É permitida a alteração de projeto ou especificação de material, mediante requerimento do Proponente.


4.3.1.1. O Proponente apresenta o projeto modificado e novo PFUI.
4.3.1.2. Estes documentos serão encaminhados à GIHAB/REHAB via Portal Integra (integra.mz.caixa) ou mensagem
eletrônica, para verificar a pertinência e abrir demanda complementar para empresa credenciada, se for o caso.
4.3.2. O novo valor de avaliação do imóvel deve se enquadrar nos valores definidos no programa, na data da contratação, não
sendo permitida a modificação do Valor de Financiamento concedido.
4.3.3. As alterações de especificação de acabamento, que resultem em modificação no orçamento e/ou o padrão de
acabamento do imóvel, serão objeto de reavaliação do imóvel, tais como:
a) Inserção de laje de concreto, em especificações originais sem uso de laje;
b) Alteração de especificação de telhado, de telhas de fibrocimento para telhas cerâmicas;
c) Acréscimo de área construída.
4.3.4. Para execução da reavaliação, serão consideradas a data e as condições da avaliação que deu origem à análise, e os
valores da avaliação intervalar, conforme COT Avaliações.

4.4. ANÁLISE DE AMPLIAÇÃO E/OU REFORMA PARA IMÓVEIS ALIENADOS COM A CAIXA – NA AMORTIZAÇÃO

4.4.1. Conforme estabelecido nos contratos de financiamento, a execução de intervenções visando a reforma e/ou ampliação
em imóveis alienados, excluídas aqui as obras necessárias a manutenção e preservação, demandam o expresso consentimento
da CAIXA.
4.4.2. A proposta para ampliação e/ou reforma no imóvel alienado deverá ser apresentada pelo PFUI-PROPONENTE e
submetida a análise da GIHAB/REHAB de vinculação, que verificará se o proposto assegura a:
a) Integridade estrutural;
b) Atende as normas técnicas e legislação vigente;

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c) Mantém ou eleva as condições de habitabilidade, salubridade, segurança e solidez do imóvel;


d) Mantenha o valor da garantia, pois, caso a proposta reduza o valor da garantia esta deverá ser negada.

4.5. ACOMPANHAMENTO DE OBRA

4.5.1. Para a realização do serviço de acompanhamento de obra, o Profissional busca os documentos relacionados a seguir e
que estão disponibilizados no SIOPI.
a) Laudo de Análise do SIMIL;
b) PFUI;
c) PEPT, preenchido no SIOPI;
d) Projeto legal, dispensado no caso de melhoria e/ou reforma sem ampliação;
e) Alvará de Construção;
f) Matrícula da Obra no CNO;
g) RAE anteriores, após a primeira medição.
4.5.2. De posse dos documentos supracitados, o Profissional realiza a vistoria da obra e produz o RAE a partir dos seguintes
documentos:
a) RAE anteriores;
b) PFUI aprovado;
c) Projeto lega aprovado.
4.5.3. As fotos realizadas na vistoria de obra constarão no item “Relatório fotográfico” do formulário RAE.
4.5.3.1. Cabe ressaltar que o relatório fotográfico não deverá conter fotografias onde apareçam pessoas, ainda que de forma
parcial, como forma de resguardar o direito de uso de imagens.
4.5.4. Toda a documentação deverá estar na obra e sempre à disposição para consulta, caso seja solicitado.
4.5.5. A atividade de acompanhamento de obra compreende o conhecimento da documentação que subsidiou a análise da
proposta técnica para contratação do financiamento, verificação de eventuais pendências decorrentes da análise e/ou vistoria
anterior, vistoria da obra e emissão do RAE.
4.5.6. Somente são considerados, no acompanhamento, os serviços realizados e os materiais aplicados.
4.5.7. Não serão considerados no acompanhamento: materiais, equipamentos, elementos pré-fabricados ou pré-moldados
estocados em canteiro.
4.5.8. O Profissional examina, previamente, a documentação, para o perfeito entendimento da proposta objeto do contrato de
financiamento, visando o acompanhamento de sua consecução.
4.5.9. Na ausência de documentos ou documentação incompleta que inviabilize a realização da tarefa, o Profissional preenche
a PEPT no SIOPI em até 2 dias úteis com prazo de 5 dias úteis para atendimento.
4.5.9.1. Caso a pendência não seja atendida no prazo de 5 dias finaliza o RAE apontando as pendências.
4.5.10. A aferição dos serviços executados será realizada mediante confrontação entre o orçamento, projetos e especificações
aprovados na proposta e os constatados quando da vistoria.
4.5.11. Para aferição de serviços parcialmente executados, será utilizado o Anexo V – Parâmetros recomendados de
mensuração de obra como base.
4.5.12. O cumprimento do cronograma é verificado mediante vistorias realizadas pelo Profissional, exclusivamente para efeito
de acompanhamento do andamento da obra e verificação da aplicação dos recursos, sem qualquer responsabili dade técnica
pela edificação.
4.5.12.1. Caso seja verificado que a obra apresenta atraso superior ao somatório do percentual de obras previsto para às 3
últimas etapas decorridas do cronograma, emitirá o RAE atestando a evolução física e apontando no campo observações “OBRA
EM ATRASO - O CRONOGRAMA NECESSITA DE REPROGRAMAÇÃO”.
4.5.12.2. Caso o proponente não apresente o novo cronograma a obra será considerada paralisada.
4.5.13. Para a primeira vistoria devem estar disponíveis para consulta na obra ou já terem sido apresentados:
a) Projeto Legal, aprovado pelos órgãos competentes e de acordo com o proposto inicialmente;
b) Alvará de construção;
c) Matrícula da obra no CNO.
4.5.13.1. A fixação do adesivo de obra será verificada pelo Profissional na vistoria.

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4.5.13.2. Após a assinatura do contrato, a agência entrega ao mutuário o modelo de adesivo que substitui a placa de obra e que
será afixado na obra em local de grande visibilidade.
4.5.14. Quando o Profissional detectar que a obra está em desacordo com o projeto analisado, emitirá o RAE sem evolução
física, mantendo o percentual do RAE anterior, apontando no campo observações “OBRA EXECUTADA EM DESACORDO
COM O PROJETO ANALISADO. SOLICITAR A REANÁLISE DA PROPOSTA.”.
4.5.15. A realização da vistoria e entrega/upload do RAE no prazo estipulado é de extrema importância, de forma a não atrasar
a liberação da parcela, gerando desgastes desnecessários para a CAIXA com os seus Proponentes, em função dos
compromissos financeiros por estes assumidos.
4.5.15.1. O prazo para entrega/conclusão do RAE é de 7 dias a partir da emissão da respectiva OS.
4.5.16. No caso de reanálise da proposta por alteração de projeto, orçamento e/ou cronograma, deverá constar no campo
“OBSERVAÇÕES” do RAE: “A obra foi objeto de reanalise e o Parecer técnico correspondente está anexo ao RAE dd/mm/aaaa”
no SIOPI.
4.5.17. Para aferição de serviços parcialmente executados, utiliza-se como base o Anexo IV - Parâmetros Recomendados de
Mensuração de Obra.
4.5.18. Finalizado o trabalho, o profissional acessa o SIOPI na aba “Documentos”, seleciona “Relatório de Acompanhamento De
Evolução da Obra – RAE” e anexa o RAE.
4.5.19. Acessa a aba “Dados de Engenharia” preenche os dados, inclui o percentual de obra Indicado no campo “Variação no
período” e conclui a demanda.

5. CONTROLE DE QUALIDADE DOS TRABALHOS DAS EMPRESAS CREDENCIADAS

5.1. MONITORAMENTO

5.1.1. O monitoramento consiste na orientação, acompanhamento e controle da atuação das empresas credenciadas, durante
a elaboração dos serviços, por reunião, comunicação telefônica, correspondência ou mensagem eletrônica.
5.1.2. Este processo compreende a distribuição dos serviços às empresas credenciadas, a orientação técnica/normativa ao
credenciado, o esclarecimento de dúvidas, o acompanhamento do desenvolvimento do trabalho, a gestão do prazo de entrega
das atividades e o atendimento dos procedimentos normativos aplicáveis à demanda.
5.1.3. No monitoramento, cabe avaliar se o profissional credenciado detém o conhecimento técnico e experiência profissional
necessários à execução da atividade objeto da demandada.
5.1.4. Este procedimento é feito exclusivamente nas atividades demandadas pelas GIHAB.
5.1.5. A atuação do monitor tem foco no atendimento às normas da CAIXA e no repasse das solicitações do Gestor ou da
5.1.6. Área interessada no trabalho e não implica em corresponsabilidade pelo trabalho executado.
5.1.7. Ele é responsável por verificar se o serviço concluído contém faltas e/ou erros de preenchimento ou não observância do
COT ou Normativos e pode decidir pela visita ao local, para apurar as informações prestadas que apresentaram incoerên cias.
5.1.8. Caso identifique erros e/ou faltas no trabalho técnico elaborado:
a) O monitor comunicará à empresa credenciada responsável pela execução do serviço tais erros e/ou faltas e solicitará
esclarecimentos, complementações ou correções;
b) Persistindo os mesmos, total ou parcialmente, o monitor preencherá Relatório de Revisão e o encaminhará ao coordenador
de revisionamento da GIHAB, que deliberará sobre o repasse à GILOG de vinculação (Coordenação de Gestão Formal), para
abertura de processo administrativo de aplicação de penalidade, conforme contrato.

5.2. REVISIONAMENTO

5.2.1. Todas as atividades executadas pelas empresas credenciadas estão sujeitas à revisão.
5.2.2. A revisão, que é obrigatória, visa realizar a gestão da qualidade dos serviços prestados pelas empresas credenciadas
de arquitetura, engenharia e trabalho social, pela aferição de possíveis erros e/ou faltas existentes nas peças técnicas
elaboradas pelas empresas credenciadas, passíveis de aplicação de penalidades previstas no contrato.

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6. ANEXOS

6.1. ANEXO I – DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA ANÁLISE TÉCNICA

Documentos necessários para Análise Técnica


Tipo de Análise Documentos
▪ Proposta de Financiamento de Unidade Isolada – PFUI, devidamente preenchida e
datada. Deve ser enviada via assinada pelo RT da obra em formato PDF e via em
formato de planilha eletrônica;
▪ Projeto Legal;
Aquisição de
Terreno e Construção, ▪ Certidão de inteiro teor da matrícula do imóvel objeto do financiamento,
Construção em Terreno individualizada e atual;
Próprio, Ampliação, ▪ ART/RRT/TRT do projeto legal (documentação dispensada para melhoria/reforma sem
Conclusão ou ampliação e sem alteração da estrutura);
Melhoria/Reforma com
Alteração de Estrutura ▪ ART/RRT/TRT de execução de obra (documentação dispensada para
melhoria/reforma sem ampliação e sem alteração da estrutura);
▪ ART/RRT/TRT dos projetos estrutural, elétrico, hidrossanitário e imper meabilização;
▪ Projeto de Prevenção e Combate a Incêndio e Pânico, quando exigível pelo órgão
responsável pela aprovação (para imóvel comercial).
▪ Estudo preliminar de arquitetura, com informações sucintas e suficientes para a
caracterização geral da concepção adotada conforme NBR nº 16.636/2017;
Melhoria e/ou Reforma, sem ▪ Proposta de Financiamento de Unidade Isolada - PFUI, devidamente preenchida e
alteração de estrutura datada (deve ser enviada via assinada pelo RT da obra em formato PDF e via em
formato de planilha eletrônica), com a descrição dos elementos da edificação, dos
componentes construtivos e dos materiais de construção, informações estas que são
preenchidas no item “VALORES/CUSTOS”.
▪ Certidão de inteiro teor da matrícula do imóvel objeto do financiamento ,
individualizada e válida;
▪ Projeto legal, mostrando claramente as alterações, aprovado pelos órgãos
competentes, sendo que, no caso de melhoria/reforma sem ampliação e sem alteração
de estrutura, é exigível apenas um estudo preliminar de arquitetura;
▪ Proposta de Financiamento de Unidade Isolada - PFUI, devidamente preenchida e
Imóveis Alienados ou datada (deve ser enviada via assinada pelo RT da obra em formato PDF e via em
Hipotecados com a CAIXA - formato de planilha eletrônica );
Ampliação ou ▪ ART/RRT/TRT de autoria do projeto legal (documentação dispensada para
Reforma/Melhoria de melhoria/reforma sem ampliação e sem alteração da estrutura);
imóveis
▪ ART/RRT/TRT de execução de obra (documentação dispensada para
melhoria/reforma sem ampliação e sem alteração da estrutura);
▪ ART/RRT/TRT dos projetos estrutural, elétrico e hidrossanitário, quando aplicáveis
(documentação dispensada para melhoria/reforma sem ampliação e sem alteração da
estrutura);
▪ Para imóvel comercial: Projeto de Prevenção e Combate a Incêndio e Pânico, quando
exigível pelo órgão responsável pela aprovação.
▪ Projeto Legal mostrando claramente as alterações ou acompanhamento de projeto
arquitetônico mostrando claramente as alterações;
▪ Proposta de Financiamento de Unidade Isolada – PFUI, identificando as alterações,
Alteração de Projetos devidamente preenchida e datada (deve ser enviada via assinada pelo RT da obra em
formato PDF e via em formato de planilha eletrônica). A apresentação de PFUI só é
necessária se a alteração do projeto implicar em alteração da PFUI;
▪ ART/RRT/TRT do projeto legal alterado.
▪ Relatório de vistoria relatando a condição atual do imóvel, assinado pelo novo
Alteração de Responsável Responsável Técnico;
Técnico
▪ Cópia do distrato do contrato de execução de obra (dispensado em caso de
falecimento);

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▪ Novo formulário PFUI, devidamente preenchido e assinado pelo novo Responsável


Técnico (deve ser enviada via assinada em formato PDF e via em formato de planilha
eletrônica);
▪ ART/RRT/TRT de execução da obra, em nome do novo Responsável Técnico.
Reprogramação de
Cronograma ▪ Proposta de Reprogramação de Cronograma

Vigência: 23/07/2020 v021 15 de 28


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6.2. ANEXO II – CONDIÇÕES MÍNIMAS OBRIGATÓRIAS PARA ACEITE DO IMÓVEL COMO GARANTIA DE
FINANCIAMENTO

CONDIÇÕES MÍNIMAS PARA ACEITAÇÃO DO IMÓVEL COMO GARANTIA


MELHORIA/REFORMA,
CONSTRUÇÃO
DESCRIÇÃO AMPLIAÇÃO E CONCLUSÃO
COMERCIAIS HABITACIONAIS COMERCIAIS HABITACIONAIS

6.2.1. INFRAESTRUTUTRA BÁSICA


6.2.1.1 Abastecimento de água potável. X X X X

6.2.1.2 Esgotamento Sanitário. Vide OBS 1 X X X X

6.2.1.3 Equipamentos urbanos de escoamento de águas


X X X X
pluviais. Vide OBS 2

6.2.1.4 Energia elétrica fornecida pela Concessionária Local. X X X X

6.2.1.5 Iluminação na via do lote. X X X X

6.2.1.6 Via de acesso ao lote (Pavimentada ou não). X X X X

6.2.2. ASPECTOS CONSTRUTIVOS


6.2.2.1 Solução de drenagem no lote. X X X X

6.2.2.2 Cota de soleira das portas externas em nível que


X X X X
impeça a entrada de água por escoamento superficial.

6.2.2.3 É obrigatório forro em todos os cômodos internos,


sendo desejável a execução de laje. (A ausência de laje X
deverá impactar negativamente no valor de mercado).

6.2.2.4 Revestimento de paredes internas e externas. Vide


X X X X
OBS 3

6.2.2.5 Portas ou janelas em todas as aberturas de quartos,


banheiros e vãos externos. É vetado o uso de cobogó ou
X X
elementos vazados de concreto ou cerâmica, em substituição
as janelas.

6.2.2.6 Janelas que permitam a iluminação e ventilação dos


ambientes de permanência prolongada, admitindo-se o uso X X
de ventilação forçada nos banheiros.

6.2.2.7 Cobertura em telhas cerâmica, de concreto ou


X X
material com desempenho equivalente. Vide OBS 4

6.2.2.8 Medição individualizada de energia elétrica. X X X X

6.2.2.9 Medição individualizada de água. Vide OBS 5 X X X X

6.2.2.10 Medição individualizada de gás. Vide OBS 5 X X X X

6.2.2.11 Rede elétrica com no mínimo 04 (quatro) circuitos.


X X
Um circuito e disjuntor será exclusivo para o chuveiro.

6.2.2.12 Reservatório de água potável com capacidade


X X
mínima de 500 litros.

6.2.2.13 Proteção de talude ou muro de arrimo, para


X X X X
desníveis acentuados entre os lotes, em todas as divisas.

CONDIÇÕES MÍNIMAS PARA ACEITAÇÃO DO IMÓVEL COMO GARANTIA (Continuação)


MELHORIA/REFORMA,
CONSTRUÇÃO
DESCRIÇÃO AMPLIAÇÃO E CONCLUSÃO
COMERCIAIS HABITACIONAIS COMERCIAIS HABITACIONAIS

Vigência: 23/07/2020 v021 16 de 28


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6.2.3. ASPECTOS CONSTRUTIVOS EXIGIDOS PARA OS IMÓVEIS FINANCIADOS NOS PROGRAMAS CCFGTS e
PMCMV, CONFORME PARÂMETROS ESTABELECIDOS NO HH200.
6.2.3.1 Revestimento interno, externo e pintura, com barra
impermeável no box do banheiro, com altura mínima de 1,50
X X
m, e barra impermeável sobre o lavatório, a pia da cozinha e
o tanque.
6.2.3.2 Calçada de proteção no perímetro da edificação que
esteja dentro do lote, com inclinação em direção contrária às
X X
suas paredes e largura mínima de 50 cm, exclusivo para
CASAS.
6.2.3.3 Revestimento com piso impermeável nas áreas
X X X X
molhadas.
6.2.4. INEXISTÊNCIA DE VÍCIOS CONSTRUTIVOS APARENTES
6.2.4.1 Indícios de contaminação do terreno X X X X
6.2.4.2 Umidade nas paredes (observar principalmente
próximo ao piso, às esquadrias e ao teto), nas lajes, nos X X
forros e nos pisos.

6.2.4.3 Solapamento visível dos alicerces ou das fundações. X X

6.2.4.4 Trincas ou rachaduras que comprometam a


X X
estabilidade ou solidez do imóvel.
6.2.4.5 Abaulamento da cobertura e danos visíveis na sua
estrutura (madeira podre/trincada e aço enferrujado), no caso X X
de CASAS.

6.2.4.6 Indícios de cupim em todo tipo de madeira aplicada


na estrutura da cobertura e das esquadrias (folhas, caixilhos, X X
marcos, contramarcos e alizares).

6.2.5. EXIGÊNCIAS ADICIONAIS ESPECÍFICAS PARA IMÓVEIS LOCALIZADOS NA RIDE DO DISTRITO FEDERAL
6.2.5.1 Vias de Acesso Pavimentadas. X X X X
6.2.5.2. Solução de drenagem no lote com captação
X X X X
conforme perfil do terreno.

6.2.5.3 Reservatório de água potável, individualizado, com


X X X X
capacidade mínima de 1000 l. Vide OBS 6

6.2.5.4 Laje de forro em todos os cômodos internos. X X X X

6.2.5.5 Amarração das fiadas de telha de extremidade. X X X X

6.2.5.6 Fechamento dos beirais, para evitar a entrada de


X X X X
insetos e pequenos animais sob o telhado.

6.2.5.7 Solução que evite manchas de escorrimento abaixo


do vão das janelas (como, por exemplo, colocação de peitoril X X X X
com pingadeiras em janelas).

Além do atendimento das condições mínimas relacionadas no item 6.2.5 e seus subitens, na RIDE também devem ser
cumpridas as demais exigências contidas nos itens 6.2.1, 6.2.2, 6.2.3 e 6.2.4.

CONDIÇÕES MÍNIMAS PARA ACEITAÇÃO DO IMÓVEL COMO GARANTIA – OBSERVAÇÕES

1 Esgotamento sanitário
1.1 Quando a solução de esgotamento sanitário for realizada por meio de fossa, é necessária também a existência de
sumidouro.
2 Equipamentos urbanos de escoamento de águas pluviais
2.1 Constituídos por guias, sarjetas, caixa ralo, boca de lobo e rede de águas pluviais.

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2.2 Somente são exigíveis em vias pavimentadas, conforme a prática local. Existem locais que adotam o escoamento
superficial com áreas lindeiras às vias para escoamento das águas pluviais.
3 Revestimentos
3.1 Todas as paredes externas e internas têm que ser revestidas, inclusive a de geminação.
3.3 A ausência de revestimento nos muros não impede a aceitação do imóvel como garantia.
4 Cobertura
4.1 No âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida admite-se o tanque localizado em área externa desde que protegido por
calçada e telhado.
4.2 Nos imóveis financiados, com recursos do SBPE e FGTS/PRO-COTISTA, é admitido o uso de cobertura com laje
impermeabilizada, desde que garantidas as condições mínimas de salubridade, segurança e conforto e de estanqueidade
das partes construtivas da cobertura.
4.3 É admitido o uso de telha de fibrocimento com espessura igual ou superior a 6 mm, com laje. Caso não seja atendida,
que seja considerada na valoração do imóvel quando da sua avaliação.
4.4 Para os imóveis (casas) localizados no Distrito Federal e municípios da RIDE, somente são aceitas coberturas com telhas
cerâmicas ou telhas de concreto.
5 – Medição Individualizada de água e gás

5.1 Exigível sempre que assim constar da legislação local e das práticas da distribuidora local.

6 - Reservatório de Água Potável - Condições específicas para municípios da RIDE do Distrito Federal.
6.1 Apresentação da Declaração de Capacidade de Atendimento das Ligações Individuais emitida pela SANEAGO em
modelo próprio da concessionária.

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6.3. ANEXO III - ESPECIFICAÇÕES DE ACABAMENTOS DE OBRA, CONFORME NBR 12.721:2006

Especificações de acabamentos nos orçamentos dos projetos-padrão residenciais


Acabamento Padrão
Serviço/Local Alto Normal Baixo
Madeira compensada
Madeira, semi-oca, com
Madeira maciça lisa lisa, com 3,5 cm de
3,5 cm de espessura, sem
encerada espessura e pintura
pintura de acabamento
Externas e Internas esmalte acetinado fosco
Portas Batente e guarnição de
Batente e guarnição de Batente de ferro com
madeira para pintura
madeira para cera pintura esmalte
esmalte
Ferragens Ferro cromado pesado Ferro cromado médio Ferro cromado leve
Fechadura para tráfego
Fechadura para tráfego
moderado, tipo VI Fechadura para tráfego
Portas internas e de moderado, tipo IV
Fechaduras (70mm), em ferro com moderado, tipo II (40mm),
entrada (55mm), em ferro com
acabamento cromo- em zamak
acabamento cromado
acetinado
Esquadria de ferro de
Alumínio anodizado na Alumínio anodizado na
chapa dobrada nº 18,
cor bronze, perfis linha cor natural padronizado,
para pintura esmalte
30, vidro liso/fantasia 4 perfis linha 25, com vidro
Externas e Internas sintético, com vidro
Janelas e mm liso/fantasia 4 mm
liso/fantasia 4 mm
Basculantes Perfil de chapa dobrada n.º 20, com tratamento em fundo anticorrosivo e
acabamento em pintura esmalte brilhante
Granito cinza Mauá e =
Peitoris Concreto
2 cm, com pingadeira
Pisos de banheiros,
cozinhas, lajes e Argamassa cimento e areia e pintura com tinta de base betuminosa
áreas de serviço
Impermeabilização Lajes de cobertura,
cobertura da casa de Laje impermeabilizada
máquinas
Caixa d'água Argamassa rígida
Bacia sanitária com Bacia sanitária com
Bacia sanitária com caixa
caixa–acoplada e cuba caixa–acoplada e cuba
de descarga não-
em louça de cor - em louça de cor - modelo
acoplada
modelo especial simples
Metais de luxo (águas
Metais simples (águas
quente e fria); ducha Metais simples (água fria)
Banheiros quente e fria)
manual
Bancada de granito Bancada de granito
Lavatório de louça branca
cinza Mauá e=3 cm com branco e=2 cm com cuba
sem coluna
cuba de louça em cor de louça em cor
Acessórios de justapor Acessórios de justapor Acessórios de embutir de
de luxo simples louça branca
Bancada de mármore
branco, medida Bancada de mármore
Bancada de granito/cuba
Acessórios padronizada/cuba sintético com cuba de
Cozinha inox/metais de luxo
simples inox/metais mármore sintético metais
(água quente e fria)
cromados simples (água simples (água fria)
fria)
Tanque de louça de Tanque de louça simples
Tanque de mármore
Áreas de serviço luxo/metais cromados de sem coluna/metais
sintético/ metais simples
luxo cromados simples
Lavatório de louça Lavatório de louça Lavatório de louça branca
colorida com coluna colorida sem coluna sem coluna
Metais cromados simples (água fria) Metais simples (água fria)
Banheiro de Bacia sanitária branca
empregada Bacia sanitária colorida com caixa acoplada com caixa de descarga
não acoplada
Acessórios de embutir de
Acessórios de justapor simples
louça simples

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Especificações dos acabamentos nos orçamentos dos projetos-padrão residenciais (continuação)


Acabamento Padrão
Serviço/Local Alto Normal Baixo
Frisos de madeira (tábua
Salas, quarto e Cerâmica esmaltada 40
corrida) raspados e
circulação cm x 40 cm
resinados
Cerâmica esmaltada 20
Banheiros
cm x 20 cm
Cozinha e área de Cerâmica esmaltada 30 Cerâmica esmaltada 20 cm
Pisos e rodapé
serviço cm x 30 cm x 20 cm
Cerâmica esmaltada 30
Banheiro de
cm x 30 cm
empregada
Cerâmica esmaltada 20
Quarto de
cm x 20 cm
empregada ou
depósito
Salas, quartos e
Chapisco e massa única
circulação
Cozinhas, área e
Placa cerâmica (azulejo) de dimensão 15 cm x 15 cm, PEI II, na cor branca
banheiros
Revestimento
Placa cerâmica,
interno: Paredes Placa cerâmica, dimensões 20 cm x 20 cm e 30 cm x
Piso cerâmico dimensões 40 cm x 40
30 cm, PEI III
cm, PEI II
Banheiro de
Azulejos brancos 15 cm x 15 cm
empregada
Salas, quartos e
circulação de
Chapisco e massa única
cozinha e área de
Revestimento serviço
interno: Teto Banheiros (inclusive
de empregada) e
Forro de placas de gesso
halls de entrada e de
pavimentos
Chapisco, massa única
pastilha vitrificada 5 cm x Chapisco, massa única,
Revestimento
5 cm ou chapisco, massa textura acrílica; cerâmica Chapisco, massa única e
externo Fachadas
única, textura acrílica; 10 cm x 10 cm em 35% tinta à base de PVA
pastilha vitrificada 5 cm x da fachada
5 cm em 35% da fachada
Telhado com
Cobertura Chapa ondulada de cimento amianto com estrutura de madeira
madeiramento
Salas, quartos,
Pintura: quarto de Tinta acrílica sobre Tinta à base de PVA
Tinta à base de PVA
Paredes empregada, massa corrida sobre massa corrida
circulação
Salas, quartos,
quarto de
empregada, Tinta acrílica sobre Tinta à base de PVA
Pintura: Teto Tinta à base de PVA
circulação, massa corrida sobre massa corrida
banheiros, cozinha,
área de serviço

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Especificações dos acabamentos nos orçamentos de projetos-padrão comerciais


Acabamento Padrão
Serviço/Local Alto Normal
Madeira compensada lisa, com 3,5
Madeira maciça lisa encerada cm de espessura, com pintura
Externas e internas esmalte acetinado fosco
Portas
Batente e guarnição de madeira Batente e guarnição de madeira
para cera para pintura esmalte
Ferragens Ferro cromado pesado Ferro cromado médio
Alumínio anodizado na cor Alumínio anodizado na cor natural
Externas e internas bronze, perfis linha 30, vidro padronizado, perfis linha 25, com
Janelas e liso/fantasia 4 mm vidro liso/fantasia 4 mm
Basculantes
Granito cinza Mauá e = 2 cm,
Peitoris Concreto
com pingadeira
Pisos de banheiros e
Argamassa cimento e areia e pintura com tinta de base betuminosa
cozinhas
Lajes de cobertura,
Impermeabilização cobertura da casa de Laje impermeabilizada
máquinas
Caixa d'água Argamassa rígida
Bacia sanitária com caixa– Bacia sanitária com caixa–acoplada
acoplada e cuba em louça de e cuba em louça de cor - modelo
cor - modelo especial simples
Metais de luxo (água fria) Metais simples (água fria)
Acessórios Banheiros
Bancada de granito cinza Mauá
Bancada de granito branco e=2 cm
e=3 cm com cuba de louça em
com cuba de louça em cor
cor
Acessórios de justapor de luxo Acessórios de justapor simples
Salas e lojas Contrapiso
Pisos e rodapé Banheiros Granito cinza Mauá e= 1,5 cm Cerâmica esmaltada 30 cm x 30 cm
Cerâmica esmaltada 30 cm x 30
Banheiros de serviço Cerâmica esmaltada 20 cm x 20 cm
cm
Cobertura Telhado com madeiramento Chapa ondulada de cimento amianto com estrutura de madeira
Salas e lojas Tinta à base de PVA
Tinta à base de PVA sobre
Escadas Pintura texturizada
Pintura: Paredes massa corrida
Portaria, hall dos pavimentos Tinta à base de PVA sobre massa
Tinta acrílica
e pilotis corrida
Salas, lojas e escadas Tinta à base de PVA
Pintura: Teto Banheiros Tinta à base de PVA sobre massa corrida
Garagem Tinta à base de PVA Caiação

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6.4. ANEXO IV - INTERVALO DE VALOR DA INCIDÊNCIA DOS SERVIÇOS NO ORÇAMENTO – RECOMENDAÇÃO

ITEM SERVIÇO INFERIOR SUPERIOR

1 SERVIÇOS PRELIMINARES E GERAIS 1,13% 3,97%


2 INFRAESTRUTURA 3,07% 7,43%
3 SUPRAESTRUTURA 12,17% 17,67%
4 PAREDES E PAINÉIS 4,80% 10,67%
5 ESQUADRIAS 4,16% 13,27%
6 VIDROS E PLÁSTICOS 0,58% 2,45%
7 COBERTURAS 0,00% 12,94%
8 IMPERMEABILIZAÇÕES 0,00% 10,10%
9 REVESTIMENTOS INTERNOS 6,81% 9,32%
10 FORROS 1,59% 2,18%
11 REVESTIMENTOS EXTERNOS 3,87% 5,30%
12 PISOS 8,41% 11,51%
13 PINTURA 3,63% 6,47%
14 ACABAMENTOS 1,01% 1,38%
15 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELEFÔNICAS 3,75% 4,85%
16 INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS 3,63% 4,27%
17 INSTALAÇÕES DE ESGOTO E ÁGUAS PLUVIAIS 3,65% 4,30%
18 LOUÇAS E METAIS 4,14% 4,87%
19 COMPLEMENTOS/OUTROS SERVIÇOS 0,24% 2,29%

* Valores calculados conforme tipologias construtivas da tabela do CUPE- Custo Unitário PINI de Edificações

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6.5. ANEXO V – PARÂMETROS RECOMENDADOS PARA MENSURAÇÃO DE OBRA

Parâmetros de mensuração
estaqueamento 60% paredes e tetos 75%
escavação 8% esquadrias 15%
Fundações e Pintura interna
sapatas, cintas, cortinas 20% áreas e poços 5%
embasamento
rebaixamento do lençol 8% rodapé, corrimão, quadros 5%
escoramento dos vizinhos 4% emassamento 60%
(medir proporcionalmente ao Pintura interna (látex) 1ª demão 20%
Supra estrutura 100%
nº de pavimentos) 2ª demão 20%
(medir proporcionalmente ao seladora 40%
Alvenaria 100%
nº de pavimentos) Pintura sobre madeira 1ª demão 30%
Esquadria de contramarco 30% 2ª demão 30%
Alumínio folha 70% seladora 20%
Pintura externa (látex
aduela 35% 1ª demão 40%
acrílico)
Esquadria de Madeira folha 60% 2ª demão 40%
alizar ou guarnição 5% 1ª demão 30%
Pintura externa (cal
dobradiça 20% 2ª demão 30%
com fixador)
Ferragem fechadura 70% 3ª demão 40%
maçanetas e espelhos 10% chapisco 5%
madeiramento 45% emboço 15%
Azulejos
telha 45% assentamento 75%
Cobertura
arremates (rufos, calhas e rejuntamento 5%
10%
tabeira) Piso cerâmico ou contrapiso 35%
madeira cerâmica ou madeira
(medir proporcionalmente à
Impermeabilização 100% (taco) 65%
área de aplicação)
Piso em carpete contrapiso 50%
chapisco 10% carpete 50%
Revestimento interno emboço 20% Louças e metais cozinha e área de serviço 45%
reboco (gesso) 70% (imóvel c/1 banheiro) banheiro 55%
chapisco 20% Louças e metais cozinha e área de serviço 35%
Revestimento externo
emboço alisado (reboco pta.) 80% (imóvel c/2 banheiros) banheiros 65%
Parâmetros de mensuração - Instalações
tubulação nas lajes 30% tubulação no piso 20%
Água fria e água
tubulação nas alvenarias e tubulação na alvenaria 70%
30% quente
caixas caixa d'água 10%
Instalações elétricas e enfiação 20% tubulação no piso 20%
Esgoto e águas
telefônicas disjuntores, tomadas e tubulação na alvenaria 70%
10% pluviais
interruptores caixa d'água 10%
entrada e quadros de energia tubulação no piso 70%
10% Instalação de gás
elétrica tubulação na alvenaria 30%

Vigência: 23/07/2020 v021 23 de 28


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6.6. ANEXO VI – SIGLAS E CONCEITOS

▪ A-401 – Grupo de atividades de engenharia que engloba: avaliação de imóvel urbano com apresentação em laudo
de avaliação simplificado; vistoria e caracterização de imóvel urbano com apresentação em laudo de vistoria
simplificado; pesquisa de mercado de imóvel urbano; estudo simplificado de velocidade de vendas para
empreendimento imobiliário urbano, incluídas neste grupo as atividades com código de s istema entre A-412 e A-
431;
▪ A-412 – Código de sistema utilizado no SIGDU/SIEGH e SIOPI para atividade de vistoria e caracterização de imóvel
urbano com apresentação em laudo de vistoria simplific ado;
▪ A-413 - Código de sistema utilizado no SIGDU/SIEGH e SIOPI para atividade de avaliação de imóvel urbano com
apresentação em laudo de avaliação simplificado;
▪ A-414 - Código de sistema utilizado no SIGDU/SIEGH e SIOPI para atividade de avaliação com subsídios fornecidos
pela CAIXA de imóvel urbano com apresentação em laudo de avaliação simplificado;
▪ Análise de Viabilidade Técnica de Propostas de Financiamento de Pessoas Físicas – conjunto de atividades
realizada por profissional habilitado para identificar o valor de um bem, seus custos, frutos e direitos, verific ação
das exigências normativas, da existência de vícios construtivos aparentes, condições de habitabilidade e
salubridade e a possibilidade de aceitação do mesmo como garantia;
▪ Área Contaminada – área onde há presença de substância(s) química(s) no ar, águ a ou solo, decorrentes de
atividades antrópicas, em concentrações tais que restrinjam a utilização desse recurso ambiental para os usos atual
ou pretendido, definidas com base em avaliação de risco à saúde humana, assim como aos bens a proteger, em
cenário de exposição padronizado ou específico;
▪ Área Suspeita de Contaminação – área, terreno, local, instalação, edificação ou benfeitoria com indícios de ser uma
área contaminada;
▪ ART – Anotação de Responsabilidade Técnica, é emitido pelo profissional de engenharia ou pela pessoa jurídica
responsável, na elaboração de projetos ou execuções de obras ou serviços ;
▪ AS – Autorização de Serviço;
▪ Avaliação – análise técnica, realizada por Profissional habilitado, para identificar o valor de um bem, seus custos,
frutos e direitos, bem como determinar indicadores da viabilidade de sua utilização econômica para determinada
finalidade, situação e data;
▪ B-401 – Grupo de atividades de engenharia que engloba: análise de Projeto Habitacional, Comercial, Institucional
ou Industrial de Imóvel urbano (construção, ampliação ou reforma) com avaliação, incluídas neste grupo as
atividades com código de sistema entre B-437 e B-440;
▪ B-437 – Código de sistema utilizado no SIGDU/SIEGH e SIOPI para atividade de análise de projeto habitacio nal
(construção, ampliação ou reforma) com avaliação, imóvel urbano construído em terreno próprio, apresentando
equação de regressão utilizada para cálculo do valor total do imóvel;
▪ B438 – Código de sistema utilizado no SIGDU/SIEGH e SIOPI para atividade de análise de projeto habitacional
(construção, ampliação ou reforma) com avaliação, imóvel urbano com aquisição de terreno, apresentando equação
de regressão utilizada para cálculo do valor total do imóvel e avaliação do terreno;
▪ BDI – Benefícios e Despesas Indiretas;
▪ CAU – Conselho de Arquitetura e Urbanismo;
▪ CFT – Conselho Federal dos Técnicos Industriais;
▪ CNO – Cadastro Nacional de Obras da RFB – Receita Federal do Brasil, é o banco de dados criado para substituir
a CEI – Cadastro Específico do INSS http://receita.economia.gov.br/interface/lista-de-servicos/cadastros/cno;
▪ Condomínio – área existente na malha urbana, com acesso por arruamento em área pública, onde os lotes ou as
unidades e seus acessos internos estão em área privada, estando sujeitos ao regulamento de normas firmadas na
instituição e convenção do próprio condomínio, aprovadas por meio de legislação pública;
▪ Concessionária – pessoa jurídica para a qual o Poder Público concede os direitos e deveres da prestação de
determinados serviços públicos, tais como, energia elétrica, água, coleta de esgoto;
▪ COT – Caderno de Orientação Técnica;
▪ CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia;
▪ CRT – Conselhos Regionais dos Técnicos Industriais;
▪ Custo de Produção – orçamento total da obra, representado pela soma de todos os gastos com insumos, inclusive
mão-de-obra, despesas administrativas e financeiras, benefícios e demais ônus e encargos necessários para a
produção, manutenção ou ampliação de um bem, numa determinada data e situação;
▪ Empreendimento – complexo de edificações, sob a forma de condomínio ou loteamento ou proposta/projeto
habitacional com intervenção concentrada ou pulverizada, na área urbana ou rura l;

Vigência: 23/07/2020 v021 24 de 28


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▪ Empreendimento em Condomínio – o empreendimento objeto da incorporação ou da instituição do condomínio


efetuada para uma determinada área;
▪ Empreendimento em Loteamento – o empreendimento delimitado pela poligonal formada pelo conjunto das quadras
objeto de intervenção e vias de acesso imediato aos respectivos lotes, constituído por matrículas individuais;
▪ Empresa Credenciada – empresa de engenharia ou arquitetura, que presta ser viços à CAIXA;
▪ Especificação – descrição das características dos materiais e serviços, constando o padrão de acabamento, linha
de produto e local onde será empregado. É parte integrante da Proposta de Financiamento de Unidade Isolada;
▪ GIHAB – Gerência Executiva de Habitação;
▪ Habitabilidade – condições mínimas de segurança quanto à solidez, salubridade, funcionalidade e conforto das
construções, possibilitando a imediata ocupação e utilização do imóvel ;
▪ “Habite-se” – documento, expedido pela Prefeitura local ou órgão competente, que atesta a condição de regularidade
do imóvel, liberando a edificação recém construída ou reformada para uso. Pode ter outros nomes variando conforme
o município e órgão expedidor;
▪ Imóvel Multifamiliar - unidade habitacional em um mesmo lote com única matrícula e com entradas distintas e
medidores de água e energia elétrica separados;
▪ Imóvel Novo – caracterizado como novo conforme previsto no HH200;
▪ Infraestrutura Básica Urbana – equipamentos urbanos de escoamento de águas pluviais, iluminação pública,
abastecimento de água potável, de energia elétrica pública e domiciliar, vias de circulação, pavimentadas ou não,
e solução para esgoto sanitário;
▪ “MANIFESTAÇÃO SOBRE A VIABILIDADE E GARANTIA” – item do Laudo de Análise a ser preenchido pelo
Profissional responsável pela análise técnica de engenharia e/ou acompanhamento de obra;
▪ Loteamento – área existente na malha urbana, com arruamento em área pública, onde os lotes e stão em área
privada e estão sujeitos exclusivamente ao regulamento das normas públicas;
▪ Lote Urbanizado – área dotada de infraestrutura, ou seja, com vias de acesso, soluções para abastecimento de
água potável e de energia elétrica e soluções de esgotamen to sanitário e de águas pluviais;
▪ Pavimentação definitiva – tratamento permanente da superfície para regularização do piso e conservação da base,
feito com asfalto, concreto, paralelepípedo, peças intertravadas de concreto, e/ou outros elementos que config urem
uma solução adequada para tráfego e sejam as práticas adotadas pelo município em suas vias públicas;
▪ Pasta de Obra – conjunto de cópias dos documentos técnicos, componentes do processo de contratação do
financiamento, necessários para caracterizar o objeto contratado e possibilitar o acompanhamento de sua execução;
▪ Profissional – Arquiteto ou Engenheiro responsável pela análise técnica de engenharia e/ou acompanhament o de
obra, pertencente ao quadro próprio da carreira profissional da CAIXA ou profissional de empresa credenciada;
▪ Projeto Legal – Conjunto de peças técnicas de arquitetura e engenharia elaborados para a apresentação e
aprovação nos órgãos responsáveis de acordo com as exigências de cada munícipio;
▪ Proponente – pessoa física que solicita o financiamento junto à CAIXA;
▪ PFUI - Proposta de Financiamento de Unidade Isolada – conjunto de formulários contendo todas as informações
necessárias para a solicitação de financiamento de unidade isolada, separados em:
a) PFUI – entregue pelo Proponente e seu Responsável Técnico;
b) RAE – Relatório de Acompanhamento de Evolução de Obra – documento técnico que registra, a cada vistoria
realizada, a evolução física da obra do ponto de vista de engenharia, além de prestar informações
complementares, observações técnicas relevantes e relatório fotográfico que ilustra o estágio da obra;
▪ REHAB – Representação Executiva de Habitação;
▪ RGI – Registro Geral de Imóveis;
▪ RIDE – Região integrada de desenvolvimento econômico, criada pela Lei Complementar n.º 94, de 19 de fever eiro
de 1998, e regulamentada pelo Decreto n.º 7.469, de 04 de maio de 2011, para efeitos de articulação da ação
administrativa da União, dos Estados de Goiás, Minas Gera is e do Distrito Federal. Os municípios da RIDE podem
ser consultados em http://www.sudeco.gov.br/municipios-ride-df;
▪ RRT – Registro de Responsabilidade Técnica, é emitido pelo profissional de arquitetura ou pela pessoa jurídica
responsável, na elaboração de projetos ou execuções d e obras ou serviços;
▪ SIGDU – Sistema de Desenvolvimento Urbano (SIGDU – 4.48);
▪ SINAPI – Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil;
▪ SIOPI – Sistema de Operações Imobiliárias;
▪ SIPLD – Sistema de Prevenção à Lavagem de Dinheiro;

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▪ Sistema Construtivo Convencional – é aquele que emprega material, componente e/ou processo convencional ou
consagrado, já normalizado ou regulado em uma instância pública, s eja federal, estadual ou municipal, restrito à
sua jurisdição ou por órgão normativo oficial;
▪ Sistema Construtivo não Convencional – é aquele que emprega material, componente e/ou processo mas não é
convencional ou consagrado, já normalizado ou regulado em uma instância pública, seja federal, estadual ou
municipal, restrito à sua jurisdição ou por órgão normativo oficial;
▪ Sistema ou Material Construtivo Inovador – é aquele que incorpora uma nova concepção e representa uma
alternativa à tecnologia convencional e que não seja objeto de norma brasileira prescritiva e não tenha tradição de
uso no território nacional;
▪ Solicitação para Liberação de Parcela de Obra Executada – SLP – documento a ser preenchido pelo Responsável
Técnico da obra pera solicitar a liberação de parcela mensal de obra;
▪ TRT – Termo de Responsabilidade Técnica, é emitido pelo profissional técnico em edificações ou pela pessoa
jurídica responsável, na elaboração de projetos ou execuções de obras ou serviços;
▪ Unidade Autônoma – imóvel pertencente a um empreendimento, condomínio, ou prédio e que possui matrícula
individualizada;
▪ Unidade Habitacional – edificação com ambientes adequados para a realização de atividades essenciais, ou seja,
cocção, asseio (banheiro e área de serviço), descanso, alimentação e convivência e lazer, dispondo de mobiliário
correspondente e áreas de circulação suficientes paras as suas funções;
▪ Unidade Isolada – edificação de uso comercial ou residencial unifamiliar, não integrante de conjunto/agrupamento
de edificações, seja em loteamento ou condomínio;
▪ Unidade Não Isolada – unidade componente de agrupamento de edificação unifamiliar ou multifamiliar, em
loteamento ou condomínio;
▪ Valor de Mercado – é o valor de mercado para compra ou venda, que corresponde à quant ia mais provável pela
qual se compra ou se vende voluntariamente e conscientemente um bem, numa data de referência, dentro das
condições do mercado vigente;
▪ Via de Acesso Pavimentada – superfície por onde transitam veículos, pessoas e animais, compreendendo a pista,
a calçada, o acostamento, ilha e canteiro central que compreende todo o caminho da malha urbana pavimentada
até a testada do lote inclusive as vias de circulação internas em loteamentos;
▪ Vícios de Construção – defeitos oriundos da concepção e elaboração dos projetos e seus elementos técnicos, de
execução da construção e, ainda, da qualida de e escolha dos materiais, tornando-a, no todo ou em parte, imprópria
para o fim a que se destina ou reduzindo o seu valor patrimonial;
▪ Vistoria Técnica – visita ao imóvel, ao local de execução de obras para serem procedidas observações pertinentes
à elaboração de peça técnica.

Vigência: 23/07/2020 v021 26 de 28


COT - Caderno de Orientações Técnicas
#PÚBLICO CRÉDITO IMOBILIÁRIO PESSOA FÍSICA
ANÁLISE DE PROJETOS E ACOMPANHAMENTO DE OBRAS

6.7. ANEXO VIII – FLUXOGRAMAS

6.7.1. ANÁLISE DA VIABILIDADE DO PROJETO

Vigência: 23/07/2020 v021 27 de 28


COT - Caderno de Orientações Técnicas
#PÚBLICO CRÉDITO IMOBILIÁRIO PESSOA FÍSICA
ANÁLISE DE PROJETOS E ACOMPANHAMENTO DE OBRAS

6.7.2. ACOMPANHAMENTO DE OBRA

Vigência: 23/07/2020 v021 28 de 28