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25/10/2020 DNVGL-RP-F116 Gerenciamento de integridade de sistemas de dutos submarinos

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PRÁTICA RECOMENDADA

DNVGL-RP-F116 Edição de maio de 2017

Gestão de integridade do submarino


sistemas de dutos

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de http://www.dnvgl.com, é a versão oficialmente vinculativa.

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PREFÁCIO

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25/10/2020 DNVGL-RP-F116 Gerenciamento de integridade de sistemas de dutos submarinos
As práticas recomendadas da DNV GL contêm boas práticas e orientações de engenharia.

© DNV GL AS maio de 2017

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Este documento de serviço foi preparado com base no conhecimento, tecnologia e / ou informações disponíveis no momento da emissão deste
documento. O uso deste documento por terceiros que não a DNV GL é de risco exclusivo do usuário. DNV GL não aceita qualquer responsabilidade ou responsabilidade

por perdas ou danos resultantes de qualquer uso deste documento.

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ALTERAÇÕES - CORRENTE

Geral
Este documento substitui a edição de fevereiro de 2015 da DNV-RP-F116.
O objetivo da revisão deste documento de serviço é cumprir com a nova referência de documento DNV GL
sistema de código e requisitos de perfil após a fusão entre DNV e GL em 2013. Mudanças principalmente
consistem em nomes atualizados da empresa e referências a outros documentos dentro do portfólio DNV GL.

Algumas referências neste documento de serviço podem se referir a documentos no portfólio DNV GL ainda não publicado
(previsto publicado em 2017). Nesses casos, consulte o documento legado DNV ou GL relevante.
Referências a documentos externos (não DNV GL) não foram atualizadas.
Mudanças - atuais
Correções editoriais
Além das mudanças mencionadas acima, correções editoriais podem ter sido feitas.

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CONTEÚDO

Mudanças - atual ............................................... .................................................. . 3

Seção 1 Geral ............................................... .................................................. ... 7 Conteúdo


1.1 Objetivo ................................................ ........................................... 7
1.2 Escopo e aplicação .............................................. ......................... 7
1.3 Estrutura do documento ............................................. ................... 9
1.4 Referências ................................................ ...................................... 10
1.5 Definições ................................................ ....................................... 12
1.6 Formas verbais ............................................... .................................... 14
1.7 Abreviações ................................................ .................................. 14

Seção 2 Sistema de gestão de integridade ............................................. ................. 16


2.1 Geral ................................................ ........................................... 16
2.2 Processo de gestão de integridade .............................................. ......... 16
2.3 Elementos de suporte ............................................... ............................. 17

Seção 3 Processo de gerenciamento de integridade em uma perspectiva de ciclo de vida ..................... 21


3.1 Geral ................................................ ........................................... 21
3.2 Estabelecer integridade ............................................... ............................ 24
3.3 Integridade da transferência - do projeto às operações ................................ 25
3.4 Manter a integridade ............................................... ............................ 27

Seção 4 Avaliação de riscos e planejamento de gestão de integridade ........................... 30


4.1 Geral ................................................ ........................................... 30
4.2 Ameaças do sistema de pipeline .............................................. .................... 31
4.3 Documentação vigente ............................................... ................ 33
4.4 Processo geral ............................................... ................................ 34

Seção 5 Inspeção, monitoramento e teste ........................................... ............ 39


5.1 Geral ................................................ ........................................... 39
5.2 Inspeção ................................................ ....................................... 40
5.3 Monitoramento ................................................ ....................................... 47

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5.4 Teste ................................................ ............................................ 50
Seção 6 Avaliação de integridade .............................................. ............................... 52
6.1 Geral ................................................ ........................................... 52
6.2 Tubulações não pigmentáveis ............................................. ........................ 53

Seção 7 Mitigação, intervenção e reparo ........................................... ............. 55

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7.1 Geral ................................................ ........................................... 55


7.2 Planejamento detalhado ............................................... ............................. 57

Apêndice A Estatísticas de pipeline .............................................. ............................... 59


A.1 Objetivo .............................................. ......................................... 59
A.2 Introdução .............................................. .................................... 59
Conteúdo
A.3 Resultados e discussões ............................................ .................... 59
A.4 Conclusões .............................................. ....................................... 61
A.5 Referências .............................................. ........................................ 62

Apêndice B Recomendações com relação à flambagem global .............................. 63


B.1 Introdução .............................................. ...................................... 63
B.2 Avaliação de risco e planejamento de gestão de integridade .................... 63
B.3 Inspeção, monitoramento e teste .......................................... ...... 67
B.4 Avaliação de integridade ............................................. ......................... 69
B.5 Mitigação, intervenção e reparo .......................................... ....... 71
B.6 Referências .............................................. ........................................ 72

Apêndice C Recomendações com relação à corrosão ....................................... 73


C.1 Objetivos .............................................. ......................................... 73
C.2 Introdução .............................................. ...................................... 73
C.3 Avaliação de risco e planejamento de gestão de integridade .................... 73
C.4 Inspeção, monitoramento e teste .......................................... ....... 76
C.5 Avaliação de integridade ............................................. ......................... 80
C.6 Mitigação, intervenção e reparo .......................................... ....... 80

Apêndice D Sistemas de detecção de vazamento ............................................. ......................... 85


D.1 Introdução .............................................. ..................................... 85
D.2 Tecnologias de detecção de vazamento submarino ........................................... ..... 85
D.3 Monitoramento contínuo de dutos submarinos por sistemas internos ..... 86
D.4 Monitoramento contínuo de dutos submarinos por sistemas externos .... 86
D.5 Detecção de vazamento submarino por inspeção / levantamento .............................. 88
D.6 Critérios de seleção para sistemas de detecção de vazamento submarino ...................... 88
D.7 Requisitos de autoridade ............................................. ..................... 88

Apêndice E Técnicas de inspeção e monitoramento ............................................ ... 89


E.1 Métodos de inspeção de dutos ............................................ ............... 89

Apêndice F Orientação adicional - avaliação de risco e gerenciamento de integridade


planejamento................................................. .................................................. ............. 94
F.1 Introdução .............................................. ...................................... 94

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F.2 Matriz de risco ............................................. ........................................ 94


F.3 Probabilidade de modelagem de falha ........................................... ............ 97
F.4 Consequência da modelagem de falha ........................................... ...... 101
F.5 Planejamento de gerenciamento de integridade ............................................ ....... 110

Apêndice G Exemplo - avaliação de risco e planejamento de gestão de integridade ...... 116


Conteúdo
G.1 Descrição e histórico do sistema ........................................... ..116
G.2 Avaliação de risco ............................................. .............................. 116
G.3 Intervalo de inspeção ............................................. .......................... 119

Apêndice H Fluxogramas de probabilidade de falha de nível 1 ........................................ ..121


H.1 Introdução .............................................. ................................... 121
H.2 Avaliações de nível 1 - ameaças de terceiros .................................... 121
H.3 Avaliações de nível 1 - ameaças de corrosão ...................................... 132
H.4 Avaliações de nível 1 - ameaças estruturais ...................................... 144

Apêndice I Estrutura de barreira .............................................. .............................. 150


I.1 Introdução .............................................. .................................... 150
I.2 Indicadores-chave de desempenho em potencial ........................................... 0,151
I.3 Avaliações de probabilidade de falha com base na barreira
estrutura................................................. ......................................... 161
I.4 Combinando abordagens qualitativas e quantitativas ...................... 177

Apêndice J Revisão da gestão de integridade ............................................. ............. 182


J.1 Geral .............................................. ............................................ 182
J.2 Rever níveis ............................................. ................................... 182
J.3 Tópicos de revisão ............................................. ................................... 183
J.4 Abordagem alternativa de revisão baseada em barreiras .............................. 186

Mudanças - histórico ............................................... ............................................... 188

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SEÇÃO 1 GERAL

1.1 Objetivo
Esta prática recomendada fornece recomendações para gerenciar a integridade do gasoduto submarino
sistemas durante toda a vida útil. As recomendações são baseadas nos requisitos fornecidos na DNVGL-
ST-F101.
Os objetivos são:

- fornecer diretrizes para garantir que a operação dos sistemas de dutos seja segura e conduzida com a devida
em relação à segurança pública, meio ambiente e propriedades
- fornecer orientações sobre como cumprir os requisitos dados no padrão DNV GL DNVGL-ST-F101
- servir de orientação para operadores e fornecedores.

1.2 Escopo e aplicação


Esta prática recomendada fornece orientações que podem ser aplicadas para estabelecer, implementar e manter o
Sistema de gerenciamento de integridade - consulte a Figura 1-1 .

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Figura 1-1 Sistema de gerenciamento de integridade

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Esta prática recomendada é aplicável a sistemas de dutos de aço rígido e seus dutos associados
componentes, conforme definido em DNVGL-ST - F101 (Seção 1 C343 e C292 e App.F). Abrange estrutural e
falhas de contenção e ameaças que podem levar a tais falhas.
O foco principal está no processo de gerenciamento de integridade; ou seja, o processo combinado de identificação de ameaças,
avaliação de risco, planejamento, inspeção, monitoramento, teste, avaliação de integridade, mitigação, intervenção,
e reparar. Atividades de manutenção para, por exemplo, controles de topsides, sistemas químicos e válvulas que podem afetar
A integridade do sistema de dutos não é explicitamente coberta por este PR.
O sistema de gerenciamento de integridade aqui descrito também pode ser aplicável a risers rígidos, no entanto, para
detalhes; referência é fornecida para DNVGL-RP-F206 Riser Integrity Management , que também cobre risers flexíveis.
Este documento cobre linhas de transporte (principal / tronco) e linhas em campo, que consistem em:

- linhas de exportação (óleo e gás, multifásica),


- linhas de produção (óleo e gás, multifásica) ou
- linhas de utilidades / serviços (injeção de gás, gas lift, injeção de água, água produzida, produtos químicos).

1.2.1 Sistema de dutos submarinos


É responsabilidade do operador de duto definir claramente os limites / interfaces do sistema de duto (bateria
limites - consulte também a Seção 3 [3.1.3] ), no entanto, um sistema de tubulação submarino normalmente se estende até a primeira solda
além:

- a primeira válvula, flange ou conexão acima da água na plataforma ou flutuador


- o ponto de conexão para a instalação submarina (ou seja, coletores de tubulação não estão incluídos)
- a primeira válvula, flange, conexão ou junta de isolamento em terra, a menos que especificado de outra forma pela legislação.

Os componentes mencionados acima (válvula, flange, conexão, junta de isolamento) também podem incluir qualquer filhote
peças, ou seja, o sistema de tubulação submarino pode se estender para a solda além da peça pup. Em caso de filial-
desligar conexões com outros sistemas de dutos, o que pode introduzir uma mudança na responsabilidade do Operador, o
sistema de tubulação pode se estender para a primeira válvula além da conexão de ramificação.
Os componentes do duto dentro dos limites acima são normalmente incluídos como partes integradas do sistema de duto,
por exemplo, pig traps, conectores mecânicos, flanges, tês, curvas, redutores, carretéis e válvulas (ver também DNVGL-
ST-F101 Sec.1 C343 e C292 e App.F). Deve-se notar que equipamentos ou componentes que afetam ou
A integridade da tubulação de influência pode estar localizada fora dos limites mencionados anteriormente, por exemplo, HIPPS. Intervenção e
componentes de reparo como, por exemplo, grampos de reparo normalmente também estão incluídos.
Os meios de proteção implementados como parte do projeto, a fim de mitigar ameaças, são normalmente incluídos como um
parte do sistema. Os meios de proteção típicos são:

- meios de proteção internos - revestimento, revestimento interno, revestimento interno, revestimento interno de HDPE, produto químico
tratamento, aquecimento elétrico direto (DEH)
- meios de proteção externa - revestimento / concreto, ânodos galvânicos, restritores de curvatura, estruturas de suporte
(naturais e / ou artificiais), estruturas de proteção, trincheiras (cobertas / não cobertas), coberturas de GRP, rocha
despejos, colchões

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- despejo de rochas, estruturas de suporte ou colchões em conexão com travessias
- juntas de isolamento.

1.2.2 Parte terrestre do sistema de dutos submarinos


Um sistema de tubulação submarino é normalmente definido para terminar na soldagem além do primeiro flange / válvula em terra. Dentro
alguns casos podem ser definidos para o terminal de pigging. Isso implica que uma parte do sistema de dutos
pode estar localizado em terra. Esta parte do sistema de dutos pode ter diferentes legislações, modos de falha e
consequências da falha em comparação com a parte do submarino. O escopo normalmente coberto é ilustrado na Figura 1-2 .
A aterrissagem é considerada parte do escopo submarino, a menos que especificado de outra forma.
O limite exato do sistema de oleoduto submarino na extremidade em terra pode diferir da definição aqui
com base em diferentes regulamentos legais que podem reger.

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Os códigos onshore também podem ter precedência nesta parte devido a aspectos da legislação, ref DNVGL-ST-F101, App.F
Requisitos para abordagem da costa e seções onshore .

Figura 1-2 Escopo onshore / offshore

1.2.3 Integridade do sistema de tubulação


A função dos sistemas de dutos submarinos é transportar fluidos com eficiência e segurança. Isso está relacionado ao
função de garantia de fluxo e função estrutural / contenção.
Uma falha é o término da capacidade de um item de funcionar de acordo com sua função exigida. É um
evento que afeta um componente ou sistema e causa um ou ambos os seguintes efeitos, consulte DNVGL-ST-
F101:

- perda de componente ou função do sistema; ou


- deterioração da capacidade funcional a tal ponto que a segurança da instalação, pessoal ou
ambiente é significativamente reduzido.

Nesta prática recomendada, a integridade do sistema de dutos está principalmente associada ao sistema de dutos
função estrutural / de contenção (outras funções, como a função de garantia de fluxo também podem fazer parte do
escopo de gerenciamento de integridade - consulte a Seção 3 [3.1.3] ). Esta é a capacidade do sistema de dutos submarinos de operar
com segurança e suportar as cargas impostas durante o ciclo de vida do duto. Se um sistema perder essa habilidade, uma falha
ocorreu.
Existem dois modos de falha principais relacionados à função estrutural / de contenção do duto:

1) Perda de contenção - vazamento ou ruptura total.


2) Deformação bruta da seção transversal do tubo, resultando em resistência estática reduzida ou fadiga
força.

1.3 Estrutura do documento


Esta prática recomendada é estruturada da seguinte maneira:

- Sec.1 cobre objetivo, escopo e aplicação, descrição de um sistema de duto, descrição do duto
integridade do sistema, relação com outras regras e padrões, referências e definições.
- A Seção 2 descreve os principais elementos de um sistema de gerenciamento de integridade, incluindo a integridade do núcleo
processo de gestão e elementos de suporte.

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- A Seção 3 cobre o processo de gerenciamento de integridade em uma perspectiva de ciclo de vida.


- Sec.4 a Sec.7 cobrem o processo de gerenciamento de integridade em mais detalhes.

Os apêndices incluem:

- Estatísticas de pipeline App.A


- Recomendações do App.B com relação à flambagem global
- Recomendações do App.C em relação à corrosão
- Sistemas de detecção de vazamento App.D
- Técnicas de inspeção e monitoramento App.E
- Orientação adicional do App.F - avaliação de risco e planejamento de gestão de integridade
- Exemplo de App.G - avaliação de risco e planejamento de gerenciamento de integridade .
- Fluxogramas App.H para avaliações de probabilidade de falha de Nível 1
- Estrutura de barreira App.I
- App.J Integridade revisão da gestão .

1.4 Referências

1.4.1 Relação com outras regras e padrões


Esta prática recomendada visa apoiar e cumprir formalmente a DNVGL-ST-F101. o
as recomendações também refletem as práticas gerais da indústria e, portanto, as recomendações também são
considerados relevantes para dutos em geral.
A prática recomendada visa ser um suplemento às regras e regulamentos nacionais relevantes, e
requisitos da empresa.

1.4.2 Seções terrestres


Para as seções terrestres, as referências são dadas aos seguintes documentos:

Tabela 1-1 Referências das seções terrestres

Código do documento Título

ASME B31.8S Gerenciando a integridade do sistema de gasodutos

API RP 1160 Gerenciando a integridade do sistema para tubulações de líquidos perigosos

DNVGL-ST-F101, Requisitos para abordagem da costa e seções terrestres


App.F

1.4.3 Sistemas riser


Para sistemas riser, o processo de gerenciamento de integridade é coberto por:

Tabela 1-2 Sistemas de riser

Código do documento Título

DNVGL-RP-F206 Gerenciamento de integridade do riser

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1.4.4 Padrões de referência


Tabela 1-3 Padrões e práticas recomendadas de DNV GL

Código do documento Título

DNVGL-ST-F101 Sistemas de dutos submarinos

DNVGL-RP-A203 Qualificação de tecnologia

DNVGL-RP-F101 Pipelines corroídos

DNVGL-RP-F102 Revestimento de junta de campo de duto e reparo de campo de revestimento de tubo de linha

DNVGL-RP-F103 Proteção catódica de dutos submarinos por ânodos galvânicos

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DNVGL-RP-F105 Pipelines de abrangência livre

DNVGL-RP-F107 Avaliação de risco de proteção de dutos

DNVGL-RP-F109 Projeto de estabilidade no fundo de dutos submarinos

DNVGL-RP-F110 Flambagem global do projeto estrutural dos dutos submarinos devido à alta temperatura / alta
pressão

DNVGL-RP-F113 Reparo submarino de dutos

DNVGL-RP-F206 Gerenciamento de integridade do riser

DNVGL-RP-F302 Seleção e uso de sistemas de detecção de vazamento submarino

DNVGL-RP-H101 Gestão de risco em operações marítimas e submarinas

DNVGL-RP-J202 Projeto e operação de dutos de CO2

DNVGL-RP-O501 Desgaste erosivo em sistemas de tubulação

DNVGL-RP-0002 Gestão de integridade de sistemas de produção submarinos

DNVGL-RP-C203 DNVGL-RP-C203: Projeto de fadiga de estruturas de aço offshore

Tabela 1-4 Padrões internacionais e práticas recomendadas

Código do documento Título

ISO / TS 12747: 2011 Indústrias de petróleo e gás natural - Sistemas de transporte por dutos - Recomendado
prática para extensão da vida útil do duto

ISO 13623 Indústrias de petróleo e gás natural - Sistemas de transporte de dutos

ISO 14224 Indústrias de petróleo, petroquímica e gás natural - Coleta e troca de


dados de confiabilidade e manutenção para equipamentos

ISO 16708 Indústrias de petróleo e gás natural - Sistemas de transporte por dutos - Confiabilidade-
métodos de estado limite baseados

ISO 17776 Indústrias de petróleo e gás natural - Instalações de produção offshore - Diretrizes sobre
ferramentas e técnicas para identificação de perigos e avaliação de riscos

ISO 55000 Gestão de ativos - Visão geral, princípios e terminologia

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Tabela 1-5 Outras referências

Código do documento Título

API RP 1110 Ensaios de pressão de dutos de aço para o transporte de gás, gás de petróleo,
Líquidos perigosos, líquidos altamente voláteis ou dióxido de carbono

API RP 1160 Gerenciando a integridade do sistema para tubulações de líquidos perigosos

API RP 1111 Projeto, construção, operação e manutenção de dutos de hidrocarbonetos offshore


(Design de estado limite)

API Std 1163 Padrão de qualificação do sistema de inspeção em linha

ASME B31.4 Sistemas de transporte por dutos para líquidos e polpas

ASME B31.8 Sistemas de tubulação de transmissão e distribuição de gás

ASME B31.8S Gerenciando a integridade do sistema de gasodutos

ASME B31G Manual para determinar a resistência remanescente de dutos corroídos: suplemento para
Código B31 para tubulação de pressão

ANSI / ASNT ILI-PQ Qualificação e certificação de pessoal de inspeção em linha '

BS 7910 Guia para métodos de avaliação da aceitabilidade de falhas em estruturas metálicas

EN 13509 Técnicas de medição de proteção catódica

Publicações Técnicas EI Diretriz para gerenciamento de integridade de instalações submarinas

Publicação EPRG Métodos EPRG para avaliar a tolerância e resistência do tubo a danos externos

Germanischer Lloyd Regras para Classificação e Construção-IV Serviços Industriais - Parte 6 - Offshore
Tecnologia

NACE SP0102 Inspeção em linha de dutos

NACE 35100 Inspeção não destrutiva em linha de dutos

NACE TM0212-2012 Detecção, Teste e Avaliação de Corrosão Influenciada Microbiologicamente no Interno


Superfícies de dutos

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NORSOK Y-002 Extensão de Vida para Sistemas de Transporte

NORSOK Z-001 Documentação para operação (DFO)

PDAM 9909A-RPT-001 O manual de Avaliação de Defeitos de Tubulação (PDAM) / Indústria Conjunta PDAM
Projeto

1.4.5 Bibliografias
/ 1 / Especificações e requisitos do Fórum de Operadores de Dutos (POF) para inspeção inteligente de pig de
pipelines , versão 2009

1.5 Definições
Prazo Definição

abandono atividades associadas à retirada do sistema permanentemente de serviço

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Prazo Definição

critérios de aceitação (ou seja indicadores ou medidas especificados que fornecem um nível de segurança aceitável e que são usados
limites de design) na avaliação da capacidade de um componente, estrutura ou sistema de realizar o que pretende
função Os critérios de aceitação devem ser quantificáveis.

comissionamento atividades associadas ao enchimento inicial do sistema de tubulação com o fluido a ser
transportado, e faz parte da fase operacional

comissionamento, de- atividades associadas à retirada do gasoduto temporariamente de serviço

comissionamento, re- atividades associadas ao retorno de um gasoduto desativado ao serviço

rachadura um recurso plano bidimensional com deslocamento das superfícies de fratura

vida de design A vida do projeto é o período para o qual a integridade do sistema é documentada em
o design original. É o período para o qual uma estrutura deve ser usada para o seu objetivo
finalidade com manutenção antecipada, mas sem exigir reparos substanciais.

falha um evento que afeta um componente ou sistema e causa um ou ambos os seguintes


efeitos:

- perda de componente ou função do sistema; ou


- deterioração da capacidade funcional a tal ponto que a segurança do
instalação, pessoal ou ambiente é significativamente reduzido.

em serviço o período em que o sistema de dutos está em operação

arquivo em serviço um sistema de coleta de dados históricos para toda a vida útil

controle de integridade atividades para verificar a integridade de uma tubulação com relação à contenção de pressão

Abrange atividades internas e externas.

óleo e gás conteúdo na tubulação pode ser óleo ou gás

Operação a operação do dia a dia, conforme definido na Seção 3 [3.4]

operador a parte responsável pela operação e integridade do sistema de dutos

porco dispositivo que é conduzido através de um pipeline para realizar várias atividades internas
(dependendo do tipo de porco), como para separar fluidos, limpar ou inspecionar a tubulação

porco inteligente porco que pode realizar exames não destrutivos

integridade do pipeline a capacidade do sistema de operar com segurança e de suportar as cargas impostas durante o
ciclo de vida do sistema

requalificação reavaliação do projeto devido a modificações nas premissas do projeto e / ou danos sustentados

Por exemplo, a extensão da vida útil é uma modificação das premissas do projeto.

risco a probabilidade qualitativa ou quantitativa de um evento acidental ou não planejado ocorrer


considerado em conjunto com a consequência potencial de tal falha

Em termos quantitativos, o risco é a probabilidade quantificada de um modo de falha definido vezes seu
conseqüência quantificada.

gerenciamento de riscos todo o processo que abrange a identificação de riscos, análise e avaliação de riscos,
desenvolvimento de planos para controlar riscos, e implementação e monitoramento para avaliar
eficácia dos controles em vigor

vida de serviço o tempo que o sistema deve operar


A vida útil é uma parte do aplicativo para as autoridades.

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Prazo Definição

fornecedor uma organização que entrega materiais, componentes, bens ou serviços para outro
organização

assumir o controle é definido como o processo de transferência da responsabilidade operacional da fase do projeto
(até um incluindo pré-comissionamento) para as operações

ameaça uma indicação de um perigo iminente ou dano ao sistema, que pode ter um efeito adverso
influência na integridade do sistema.

1.6 Formas verbais


Prazo Definição

deve forma verbal usada para indicar requisitos a serem seguidos estritamente a fim de estar em conformidade com o
documento.

devemos forma verbal usada para indicar que entre várias possibilidades, uma é recomendada como particularmente
adequado, sem mencionar ou excluir outros, ou que um determinado curso de ação é preferido
mas não necessariamente obrigatório.

maio forma verbal usada para indicar um curso de ação permitido dentro dos limites do documento.

1.7 Abreviações
Abreviação Descrição

CoF conseqüência do fracasso

PC proteção catódica

CVI inspeção visual de perto

DEH aquecimento elétrico direto

DFI instalação de fabricação de design

DFO documentos para operação

DTM modelos digitais de terreno

EPRG Grupo europeu de pesquisa de dutos

ER resistência elétrica

FIV vibrações induzidas por fluxo

FMEA modos de falha e análise de efeitos

FSM método de assinatura de campo

GVI inspeção visual geral

GRP plástico reforçado com vidro

HAZOP análise de perigo e operabilidade

HDPE polietileno de alta densidade

HIPPS sistema de proteção de pressão de alta integridade

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Abreviação Descrição

HSE segurança da saúde e meio ambiente

IA avaliação de integridade

ILI inspeção em linha

EU ESTOU gestão de integridade

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criança levada processo de gestão de integridade

IMR inspeção, manutenção e reparo

IMMR inspeção, manutenção, monitoramento e reparo

IMS sistema de gestão de integridade

KP ponto quilométrico

LPR resistência de polarização linear

microfone corrosão microbiologicamente influenciada

MIR mitigação, intervenção e reparo *)

MFL vazamento de fluxo magnético

NCR relatório de não conformidades

NDT teste não destrutivo

OLF A Associação Norueguesa da Indústria de Petróleo (Oljeindustriens Landsforening)

PDAM manual de avaliação de defeitos de tubulação

PIMS sistema de gerenciamento de integridade de dutos

PoF probabilidade de falha

RBI inspeção baseada em risco

ROV veículo operado remotamente

ROTV veículo rebocado operado remotamente

RP prática recomendada

TPD danos de terceiros

TQ qualificação de tecnologia

UT teste ultrassônico

UTM Mercador Transversal Universal

VIV vibrações induzidas por vórtice

QRA análise quantitativa de risco

vs versus

*) Outras abreviações semelhantes usadas na indústria são IMR e IMMR. Estes não são os mesmos. Consulte a Seção 7 para
mais em MIR.

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SEÇÃO 2 SISTEMA DE GESTÃO DE INTEGRIDADE

2.1 Geral

2.1.1 Autoridade e requisitos da empresa


Os requisitos nacionais relevantes devem ser identificados e cumpridos.
Os requisitos relevantes da empresa devem ser cumpridos durante o desenvolvimento, implementação e
manter o sistema de gerenciamento de integridade.

2.1.2 Responsabilidade do operador


Garantir a integridade do sistema de dutos é a responsabilidade final do operador. Dentro do
Organização do operador, as responsabilidades devem ser claramente definidas e alocadas durante todo o serviço
vida útil do sistema de dutos.

2.1.3 Elementos do sistema de gestão de integridade


O operador deve estabelecer, implementar e manter um sistema de gestão de integridade (IMS) que
inclui, no mínimo (consulte DNVGL-ST-F101), os seguintes elementos, conforme ilustrado na Figura 1-1 :

- política da empresa
- organização e pessoal
- relatórios e comunicação
- controles e procedimentos de operação
- gerenciamento de mudança
- planos de contingência
- auditorias e revisão

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- gestão de informação
- e o processo de gerenciamento de integridade.

O IMS deve, além disso, satisfazer os requisitos de:

- documentação de projeto de sistemas de dutos específicos e filosofia de segurança


- as autoridades competentes e a própria empresa operadora
- outras partes interessadas externas relevantes.

Outros elementos de gerenciamento de integridade não especificados nos requisitos mínimos de DNVGL-ST-F101
pode, por exemplo, incluir: gerenciamento de requisitos, gerenciamento de ferramentas e peças de reposição, gerenciamento de interface,
gestão de seguros, gestão de contratos, gestão de outsourcing, gestão financeira. ISO 55000
e seus documentos associados podem ser uma boa base para orientações mais detalhadas.
Muitos desses elementos podem ser comuns em nível corporativo ou empresarial (entre ativos). No entanto, o
necessidades específicas de pipeline podem ter que ser tratadas separadamente (elementos personalizados).

2.2 Processo de gestão de integridade


O processo de gerenciamento de integridade é o núcleo do sistema de gerenciamento de integridade. As etapas que constituem
o processo de gerenciamento de integridade é ilustrado na Figura 1-1 e deve compreender o controle de integridade e
atividades de melhoria de integridade conforme discutido na Seção 3 .

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2.3 Elementos de suporte

2.3.1 Política da empresa


A política da empresa para a gestão da integridade do duto deve definir os valores e crenças que a empresa
segura e orienta as pessoas em como isso deve ser realizado.

2.3.2 Organização e pessoal - funções e responsabilidades


As funções e responsabilidades do pessoal envolvido com a gestão de integridade do sistema de dutos devem
ser claramente definido.
Exemplos típicos de funções e responsabilidades relacionadas à proteção da integridade do sistema de dutos,
que devem ser abordados, são:

- transferência do sistema de dutos para as operações


- estabelecimento de sistema de gerenciamento de integridade de dutos
- execução de atividades de proteção da integridade técnica
- execução e documentação de avaliações de integridade e conclusões associadas
- garantir a melhoria do sistema de gestão de integridade.

2.3.3 Organização e pessoal - necessidades de treinamento


A gestão da integridade da tubulação deve ser desenvolvida, implementada e mantida por pessoas competentes e
pessoal experiente. Os padrões de competência devem ser estabelecidos para as várias funções envolvidas no pipeline
gestão de integridade e indivíduos avaliados de acordo com esses padrões. As necessidades de treinamento devem ser identificadas
e o treinamento deve ser fornecido para o pessoal relevante em relação ao gerenciamento da integridade do duto.

2.3.4 Gestão da mudança


As modificações do sistema de dutos devem estar sujeitas a um procedimento de gerenciamento de mudanças que deve
abordar a operação segura contínua do sistema de dutos. Documentação de mudanças e comunicação
para quem precisa ser informado é essencial.

2.3.5 Controles e procedimentos operacionais


Convém que controles e procedimentos operacionais relevantes sejam estabelecidos, implementados e mantidos.
O seguinte é normalmente coberto:

- procedimentos de inicialização, operações e desligamento


- procedimentos para tratamento de não conformidades
- instruções para limpeza e / ou outras atividades de manutenção
- atividades de controle de corrosão
- atividades de inspeção e monitoramento
- procedimentos para operação de equipamentos de segurança e sistemas de controle de pressão.
- medidas de controle de operação para garantir que os parâmetros críticos do fluido sejam mantidos dentro do projeto especificado
limites. No mínimo, os seguintes parâmetros devem ser controlados ou monitorados: pressão e
temperatura de entrada e saída do gasoduto, ponto de orvalho para linhas de gás, composição do fluido, teor de água,
taxa de fluxo, densidade e viscosidade.
- testes periódicos e inspeção de todos os equipamentos de segurança no sistema de dutos, incluindo controle de pressão

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e dispositivos de proteção de sobrepressão, sistemas de desligamento de emergência e válvulas de desligamento automático. o
objetivo é verificar a integridade do equipamento de segurança e se o equipamento pode realizar a segurança
função conforme especificado.

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2.3.6 Planos de contingência


Planos e procedimentos para situações de emergência devem ser estabelecidos e mantidos com base em uma sistemática
avaliação de cenários possíveis. Depende da criticidade comercial do sistema de dutos, planos e
procedimentos para reparos de contingência da tubulação também devem ser estabelecidos.
Uma emergência de duto é definida como qualquer situação ou ocorrência que coloque em risco a segurança de pessoas,
instalações, meio ambiente ou operação segura do oleoduto. Possíveis consequências de falhas de pipeline (por exemplo
ruptura) é, portanto, importante estabelecer. Para reduzir as consequências de um cenário de emergência potencial,
planos e procedimentos de preparação são normalmente desenvolvidos e implementados. Os procedimentos de emergência
normalmente incluem o seguinte:

- organização, funções e responsabilidades das partes envolvidas no caso de uma situação de emergência
- linhas de comunicação, que devem ser informadas nas diferentes fases da situação de emergência
- identificação de potenciais cenários de emergência específicos do duto
- fontes e sistemas para identificar e relatar uma situação de emergência
- procedimentos para resposta inicial a um alarme e / ou situação de emergência, por exemplo: isolamento da parte danificada de
o sistema de dutos; procedimentos de desligamento controlado e procedimentos de desligamento de emergência; procedimentos
para despressurização do sistema
- planos, organização, equipes de suporte e recursos responsáveis por avaliar e iniciar o processo apropriado
ações para uma situação de emergência
- planos / procedimentos de mitigação para limitar os danos ambientais potenciais de um cenário de emergência.

Ao avaliar a extensão dos planos e procedimentos de contingência necessários, e a necessidade correspondente de


pré-investimentos em equipamentos de reparo de contingência e / ou sobressalentes, o seguinte é normalmente considerado:

- consequências econômicas quando o duto está fora de serviço


- disponibilidade de métodos de reparo reconhecidos
- disponibilidade / tempo de entrega para equipamentos e peças sobressalentes necessários
- tempo estimado para reparo.

2.3.7 Relatórios e comunicação


Um plano de relatório e comunicação para funcionários, gestão, autoridades, clientes, público
e outros devem ser estabelecidos, implementados e mantidos. Isso abrange relatórios regulares e
comunicação e relatórios em conexão com mudanças, descobertas especiais, emergências, etc.

2.3.8 Auditoria e revisão


Convém que auditorias e análises críticas do sistema de gerenciamento da integridade da tubulação sejam realizadas regularmente. o
a frequência deve ser definida e documentada pelo responsável pela operação do sistema de dutos e
deve estar de acordo com os requisitos da empresa.
As revisões geralmente se concentram na eficácia e adequação do sistema e nas melhorias a serem
implementado - consulte App.J para orientação sobre revisão com respeito às recomendações DNVGL-RP-F116. Também um
conjunto de indicadores-chave de desempenho em potencial são apresentados no App.I [I.2] .
As auditorias geralmente se concentram na conformidade com os requisitos regulamentares e da empresa e retificações para ser
implementado.

2.3.9 Gestão da informação


Um sistema de coleta de dados históricos deve ser estabelecido e mantido por toda a vida útil. Esta
sistema (arquivo em serviço) normalmente consiste em documentos, arquivos de dados e bancos de dados. O arquivo em serviço deve
conter, no mínimo, documentação sobre:

- resultados e conclusões das inspeções em serviço

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- eventos acidentais e danos ao sistema de dutos


- intervenção, reparo e modificações e
- dados operacionais (composição do fluido, taxa de fluxo, pressão, temperatura etc.), incluindo avaliação de incidentes

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promover corrosão e outros mecanismos de deterioração.

O arquivo em serviço, juntamente com o currículo de projeto, fabricação e instalação (DFI) (ver [2.3.9.1] ), deve
ser a base para o futuro planejamento de gerenciamento de integridade.

2.3.9.1 Currículo de instalação de fabricação de projeto


Um currículo de instalação de fabricação de projeto (DFI), ou similar, deve ser estabelecido com o objetivo principal
fornecer à organização de operações um resumo conciso dos dados mais relevantes (ou seja, aceitação
critérios, eventos, etc.) desde a fase de projeto, fabricação e instalação (incluindo pré-comissionamento). isto
devemos:

- mostrar claramente os limites do sistema de dutos


- refletir o status as-built do sistema de dutos e fornecer informações para a preparação de planos para
inspeção e manutenção
- especificar as instalações e requisitos de projeto e operação
- conter ou fornecer referência a toda a documentação necessária para a operação normal, inspeções e
manutenção
- fornecer referências à documentação necessária para qualquer reparo, modificação ou requalificação do
sistema de tubulação
- pretende ser preparado em paralelo, e como parte integrante, da fase DFI do projeto.

Os requisitos mínimos para o conteúdo de um currículo DFI são fornecidos em DNVGL-ST-F101, Seção 12 H200.

2.3.9.2 Documentação durante a fase operacional


A fim de manter a integridade do sistema de dutos, a documentação disponibilizada durante o
fase operacional deve incluir, mas não se limitar a:

- organograma mostrando as funções responsáveis pela operação do sistema de dutos


- registros de treinamento e qualificação de pessoal
- histórico de operação do sistema de dutos com referência a eventos que podem ter importância para o projeto e
segurança
- histórico de dados ambientais (por exemplo, ondas, correnteza, mar, temperatura, eventos extremos)
- dados de condição de instalação conforme necessário para a compreensão do projeto e configuração do sistema de dutos, por exemplo
relatórios de pesquisa anteriores, desenhos de instalação conforme definido / construído e relatórios de teste
- características físicas e químicas da mídia transportada, incluindo dados de areia
- cronogramas de inspeção e manutenção e seus registros
- procedimento e resultados da inspeção, incluindo registros de suporte.

2.3.9.3 Documentação relacionada a danos ou outras anormalidades


Em caso de danos ou outras anormalidades que possam prejudicar a segurança, confiabilidade, resistência e / ou estabilidade
do sistema de tubulação, a seguinte documentação mínima deve ser preparada antes do start-up /
restabelecimento do pipeline:

- descrição do dano à tubulação, seus sistemas ou componentes com referência à localização, tipo,
extensão dos danos e medidas temporárias, se houver;
- planos e detalhes completos de reparos, modificações e substituições, incluindo medidas de contingência;
- documentação adicional com relação a determinado reparo, modificação e substituição, conforme acordado em
em linha com aqueles para a fase de construção ou instalação.

2.3.9.4 Documentação relacionada à requalificação / extensão de vida


Em caso de requalificação ou extensão da vida útil do sistema de tubulação (ver Seção 3 [3.4.4] ), todas as informações relacionadas
ao processo de reavaliação do projeto original deve ser documentado. Isso inclui, por exemplo, interno e
dados de inspeção externa, dados de monitoramento e avaliações de integridade.

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2.3.9.5 Facilidade de acesso em caso de emergência


O arquivo em serviço e o currículo DFI devem ser facilmente recuperáveis, especialmente em caso de emergência
situação.

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SEÇÃO 3 PROCESSO DE GERENCIAMENTO DE INTEGRIDADE EM UM CICLO DE VIDA


PERSPECTIVA

3.1 Geral
Esta seção apresenta o processo de gerenciamento de integridade ( Figura 3-1 ) e o apresenta em um ciclo de vida
perspectiva. Cada um dos quatro grupos principais de atividades é coberto com mais detalhes nas Seções 4 a 7 .

Figura 3-1 Processo de gerenciamento de integridade

ESTABELEÇA A INTEGRIDADE MANTENHA A INTEGRIDADE

PROCESSO DE GESTÃO DE INTEGRIDADE

Avaliação de risco e planejamento de gestão de integridade (IM)

Inspeção, monitoramento e teste

Avaliação de integridade

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Mitigação, intervenção e reparo

Figura 3-2 Processo de gerenciamento de integridade em uma perspectiva de ciclo de vida

Dois estágios de integridade são definidos em DNVGL-ST-F101:

- o estágio de integridade estabelecido, compreendendo as fases de desenvolvimento de conceito, projeto e construção; e

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- o estágio de integridade de manutenção que compreende a fase de operação desde o comissionamento até e incluindo
abandono.

A integridade é transferida do estágio Estabelecer integridade para o estágio Manter integridade. Esta interface
envolve a transferência de dados e informações relevantes, por exemplo, documentos para operação (DFO), necessários para
operação do sistema de dutos.
DNVGL-ST-F101 fornece critérios e orientações com relação a ambos os estágios de integridade com seu foco principal no
primeiro. Esta prática recomendada também dá recomendações para ambas as fases, mas aborda principalmente o
Manter o estágio de Integridade com foco no Processo de Gestão de Integridade; veja a Figura 3-2 .
As escolhas feitas no design inicial *) serão decisivas para os programas de gerenciamento de integridade
desenvolvido para a fase de operação. Se um pipeline foi projetado inadequadamente para o uso pretendido e
vida, então um esforço extra será necessário durante as operações para garantir esse desempenho (em relação à segurança,
ambiente, capacidade de fluxo, etc.) é aceitável. Da mesma forma, um pipeline adequadamente projetado que é mal
construído pode enfrentar desafios semelhantes.
*) Como seleção de materiais de tubos (aço carbono, aços inoxidáveis, tubos revestidos, etc.), sistemas de monitoramento,

sistemas inibidores, capacidade de pigmentação, dutos enterrados ou não enterrados, novidade ou robustez de design, qualidade do
fases de projeto / construção / instalação.
Além disso, se o projeto e a construção forem aceitáveis, mas a gestão da integridade em serviço for inadequada, o
a integridade pode diminuir com o tempo.
Um sistema de dutos adequadamente projetado e construído é um sistema que realiza sua função pretendida, e
pode ser mantido de maneira econômica.

3.1.1 Processo de gestão de integridade


O processo de gerenciamento de integridade é um processo iterativo e de longo prazo ( Figura 3-1 ) que envolve planejamento,
execução, avaliação e documentação de:

- atividades de controle de integridade que cobrem inspeção, monitoramento, teste e avaliações de integridade *)
- atividades de melhoria de integridade que cobrem mitigação interna, intervenção externa e reparo
Atividades.
*) A diferença entre uma avaliação de risco e uma avaliação de integridade (ver Figura 3-1 ) é que um
a avaliação de integridade é basicamente um tipo de atividade de verificação de critérios de aceitação / conformidade do código. A integridade
avaliação não fornece diretamente uma estimativa da probabilidade de falha, e não fornece uma
avaliação das consequências do fracasso. Isso é feito na avaliação de risco e entrada de tal código
verificações de conformidade de qualquer documentação de design ou avaliações de integridade na fase operacional podem
ser muito valioso ao avaliar a probabilidade de falha.
O objetivo é manter continuamente a integridade do sistema de dutos.
O processo de gerenciamento de integridade é o núcleo do sistema de gerenciamento de integridade e consiste nas etapas:

- Avaliação de risco e planejamento de gerenciamento de integridade (IM), que inclui identificação de ameaças, risco
avaliações, planejamento de longo e curto prazo (anual).
Antes de ser colocado em serviço, uma filosofia de gestão de integridade deve ser desenvolvida levando em
considerar o projeto da tubulação e como a integridade do sistema deve ser gerenciada e
relatado.
- Planejamento detalhado e execução de atividades de inspeção (externa e interna), monitoramento e testes.
- Planejamento detalhado e desempenho de avaliações de integridade com base em resultados de inspeção e monitoramento
e outras informações históricas relevantes.
- Planejamento detalhado e execução das atividades de mitigação, intervenção e reparos necessários.

O processo de gerenciamento de integridade começa durante o estágio de integridade estabelecida e é realizado


contínua e iterativamente em todo o estágio de manutenção da integridade; veja a Figura 3-2 .
A avaliação de risco e a atividade de planejamento de IM devem começar no estágio de integridade de estabelecimento, consulte a Figura 3-2 . isto
deve fornecer programas de gestão de integridade (planos e estratégias de alto nível / longo prazo) e deve ser
normativo para o controle de integridade e atividades de melhoria de integridade.

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Cada uma das atividades (incluindo a avaliação de risco e atividade de planejamento de IM) na gestão de integridade
processo deve ser planejado em detalhes (ou seja, descrições de trabalho) antes de serem executados, avaliados e
relatado / documentado.

3.1.2 Filosofia de segurança


A filosofia de segurança adotada no projeto deve ser aplicada.
A filosofia de segurança original pode ser modificada como resultado da empresa / operador, indústria e sociedade
desenvolvimentos, melhorias e melhor conhecimento do sistema de dutos. Por exemplo, o freespan
o critério de aceitação pode ser modificado com base em um melhor entendimento e conhecimento aprimorado do pipeline
sistema e cálculos mais precisos, resultando em um critério de aceitação revisado para uma operação segura.
Um sistema de tubulação deve ser operado de acordo com um conjunto de critérios de aceitação estabelecidos no projeto e
revisado durante as fases do projeto e vida útil conforme necessário. A revisão dos critérios de aceitação pode levar
lugar como resultado de, por exemplo;

- melhor conhecimento com relação a ameaças conhecidas ao sistema


- identificação de novas ameaças ou
- requalificações.

Uma mudança na base do design requer uma requalificação e / ou um programa de gerenciamento de mudança.
Deve-se verificar se as premissas e requisitos de projeto e operação são atendidos. Se este não for o caso,
ações apropriadas devem ser tomadas para trazer o sistema de dutos de volta a uma condição segura.

3.1.3 Estabelecimento de limites de bateria e escopo de trabalho


Os limites da bateria e o escopo do equipamento do sistema de dutos submarinos devem ser claramente definidos, consulte
Sec.1 [1.2.1] e Sec.1 [1.2.2] .
Conforme declarado na Seção 1 [1.2.3] , esta prática recomendada concentra-se principalmente na estrutura / sistema de tubulação
função de contenção. Se outras funções devem ser gerenciadas pelo processo de gerenciamento de integridade, isso deve
ser claramente definido.

3.1.4 Gerenciamento de riscos relacionados a ameaças ao sistema de dutos / abordagem baseada em riscos
Convém que uma abordagem de gerenciamento de integridade baseada em risco seja aplicada (consulte também a Seção 4 ).
Gerenciar o risco relacionado às ameaças do sistema de dutos é essencial para manter a integridade do
sistema de dutos. As ameaças de oleoduto submarino mais comuns estão neste documento organizadas em seis (6)
grupos de ameaça *) :

- Ameaças DFI
- ameaças de corrosão / erosão
- ameaças de terceiros
- ameaças estruturais
- ameaças de riscos naturais
- ameaças de operação incorreta.
*) As listas neste PR refletem uma prática relativamente comum da indústria. As ameaças podem ser definidas, organizadas e
dividido de outras maneiras. Por exemplo, as ameaças de operação DFI e incorreta podem não ser consideradas como
ser ameaças de alguns. Essas ameaças podem ser vistas como fraquezas que contribuem para a corrosão, terceiros e
ameaças estruturais.
Dependendo do escopo de gerenciamento de integridade estabelecido (ver [3.1.3] ), outros grupos podem ser definidos (por exemplo
bloqueio devido a hidratos, detritos, sólidos, etc.). Veja também a Seção 4 [4.2] para a divisão em subameaças - observe que
os mesmos 6 grupos podem ser usados para organizar ameaças de componentes, mas os grupos não são divididos em sub
ameaças para diferentes tipos de componentes. ISO 14224 pode ser usado como uma entrada para expandir a lista de ameaças.

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A intenção de usar uma abordagem baseada em risco é que as atividades de gerenciamento de integridade (como inspeção,
monitoramento, intervenção e reparo) são selecionados e programados com base em sua capacidade de explicitamente
medir e gerenciar ameaças ao sistema de dutos e garantir que os riscos associados sejam gerenciados para serem
dentro de limites aceitáveis. O gerenciamento de integridade de dutos baseado em risco leva em consideração:

- identificação de ameaças e modos de falha


- estimativa de probabilidades de falha (PoF)
- estimativa das consequências da falha (CoF)
- estimativa do nível de risco (CoF × PoF).

Falhas no sistema de dutos submarinos podem ter graves consequências ambientais, econômicas e de segurança em
nível corporativo e nacional. Os sistemas de dutos submarinos podem compreender muitos subsistemas, cada um com vários
ameaças que podem levar ao fracasso. As avaliações de risco são usadas para focar nas questões certas no momento certo. Isto é
usado para priorizar e programar atividades de gerenciamento de integridade.

3.2 Estabelecer integridade

3.2.1 Envolvimento do operador no estágio de integridade estabelecida

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O Operador deve alocar recursos durante a fase de concepção, projeto e construção. O propósito é
garantir que os aspectos operacionais sejam levados em consideração e planejados em um estágio inicial. Direto
envolvimento no projeto de desenvolvimento oferece uma oportunidade de maximizar o valor ao longo da vida do ativo,
garantindo a entrada de operações relevantes para o projeto e construção do sistema de dutos. Tal envolvimento
também dá um conhecimento íntimo do ativo, o que facilitará operações seguras e integridade sólida
gestão. A Tabela 3-1 fornece uma visão geral do estágio de integridade estabelecido.
Decisões estratégicas inadequadas no front end (fase de negócios) podem levar a um desempenho ruim no
fase de operação e manutenção. As questões de integridade já são relevantes para serem consideradas tão cedo
fase. Isso é particularmente importante se o desenvolvimento considerado representar riscos potenciais de novas tecnologias
porque está ultrapassando os limites do que foi desenvolvido antes.
O desenvolvimento do conceito inclui qualificação adicional de qualquer nova tecnologia, seleção de engenharia
padrões, abordando os riscos de SMS durante as operações e estabelecendo requisitos de pré-qualificação, com
critérios de integridade, para garantir a competência de empreiteiros e fornecedores. Desenvolvimento preliminar de estratégias para
inspeção, monitoramento, teste e reparo devem começar durante a fase de desenvolvimento do conceito (ref. DNVGL-
ST-F101 Sec.3 B).
Nas fases do projeto básico, as principais decisões foram tomadas. Os principais riscos são identificados e a qualidade
as atividades de garantia são definidas para o projeto de desenvolvimento. Estratégias de inspeção, monitoramento, teste
e o reparo deve ser desenvolvido por representantes de operações / gestão de integridade em estreita colaboração
operação com a equipe de design. Padrões de desempenho detalhados para componentes e sistemas críticos devem
ser especificado como a base para garantir a conformidade com a intenção do projeto e as metas de integridade. O desvio
O procedimento de controle deve permitir a revisão operacional dos desvios.
Durante e após a construção, as estratégias de inspeção, monitoramento, teste e reparo devem ser finalizadas por
representantes de operações / gestão de integridade.

Prática recomendada - DNVGL-RP-F116. Edição de maio de 2017 Página 24

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Tabela 3-1 Visão geral do estágio de integridade estabelecido

Fases Negócios e conceito Design básico Projeto de Detalhe Construção

Típica Viabilidade Seleção de materiais / Projeto de instalação Linepipe, componentes


Atividades Base do projeto e design de espessura de parede (roteamento e levantamento; e montagens

instalações: (segurança (seleção de materiais; flambagem local; combinado Proteção contra corrosão e
filosofia; acidental corrosão; material Carregando; ligação) revestimento de peso
cargas; garantia de fluxo; e links para design; Projeto para operação Soldagem; NDT
layout do sistema) efeitos de carga; pressão (análises de instalação;
contenção; local Pré-intervenção;
Material preliminar alta pressão / alta
flambagem; Projeto de CP) Instalação; postar-
seleção e parede temperatura; em-
intervenção; pré-
design de espessura Instalação preliminar estabilidade do fundo; livre
comissionamento
design (ver detalhe amplitude / fadiga; pesca de arrasto;
Cálculos hidráulicos
Projeto) proteção)

Projeto preliminar para


operação (ver detalhe
Projeto)

3.2.2 Revisão sistemática de risco


Em todas as fases, revisões sistemáticas de riscos são normalmente realizadas como parte dos processos de tomada de decisão
durante o desenvolvimento do projeto (ref. DNVGl-ST-F101 Sec.2 B300). Diferentes tipos de métodos são usados, por exemplo
análise quantitativa de risco (QRA), modo de falha e análise de efeito (FMEA), estudos de perigo e operabilidade
(HAZOP), qualificação de tecnologia (TQ) (ref. DNVGL-RP-A203). Representantes de operações / integridade
a administração deve participar de tais análises. A participação deve começar durante as fases iniciais,
particularmente ao qualificar novas tecnologias. A primeira atividade principal no Processo de Gestão de Integridade
deve começar em paralelo, consulte a Figura 3-2 .

3.2.3 Envolvimento no desenvolvimento da fabricação do projeto e


a instalação continua
Os representantes das operações / gestão de integridade devem estar envolvidos no desenvolvimento do projeto
a fabricação e instalação (DFI) é retomada, especialmente no que diz respeito às recomendações para as operações,
premissas para operação, critérios de aceitação e projeto.

3.3 Integridade da transferência - do design às operações


O nível de esforço necessário para garantir uma transferência bem-sucedida de integridade depende dos riscos para o oleoduto
sistema, a complexidade do sistema e a experiência da organização do Operador. Os principais processos

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estamos:

- transferência de documentos e bancos de dados relevantes para a fase operacional


- identificação e cooperação com a organização do projeto para resolver qualquer engenharia e / ou técnica
problemas de informação que são críticos para a aquisição
- treinamento da equipe de operações.

Embora as atividades de transferência de integridade atinjam seu pico durante o pré-comissionamento e comissionamento, alguns
as atividades precisam começar mais cedo. Isso inclui identificação, especificação e verificação de documentos para
operação (DFO), peças de reposição e gerenciamento de ferramentas, e identificação de necessidades de treinamento.

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3.3.1 Planejamento de transferência de integridade


A transferência da integridade do projeto para as operações deve ser planejada e, no mínimo, o seguinte deve ser
estabelecido:

- filosofia e estratégia para transferência de integridade no início da fase de desenvolvimento do conceito


- planos detalhados para entrega e
- planos para DFO.

Os planos são estabelecidos para garantir que as informações sobre os aspectos operacionais relacionados ao pessoal,
procedimentos e sistemas técnicos estão prontos para transferência e início de operação, e que seja aceitável
o desempenho de integridade pode ser alcançado ao longo da vida operacional.

3.3.2 Estabelecimento de organização de longo prazo


A estrutura da organização (do grupo de operações) pode variar com o tempo nos diferentes desenvolvimentos
fases com diferentes enfoques e requisitos para diferentes habilidades / competências. Durante a integridade da transferência
estágio, uma estrutura organizacional de longo prazo deve ser estabelecida com funções e responsabilidades bem definidas -
consulte a Seção 2 [2.3.2] .

3.3.3 Identificação de informações relacionadas a ameaças desde o projeto e


construção
Durante a transferência de integridade do projeto para as operações, cada ameaça e risco associado deve ser
considerados individualmente e as informações necessárias de projeto e construção identificadas.
Consulte o App.B para obter um exemplo de informação que pode ser útil para transferir do projeto para operações com
em relação à flambagem global. Listas genéricas semelhantes podem ser estabelecidas para todas as ameaças de pipeline.

3.3.4 Documentos para operação


Requisitos de documentos para operação (DFO) devem ser estabelecidos definindo requisitos formais (linguagem,
formatos, convenções de nome de arquivo, etc.) e requisitos para o conteúdo do documento.
DNVGL-ST-F101, Sec.12 apresenta os requisitos mínimos de documentação para todo o ciclo de vida de um
sistema de dutos submarinos, incluindo requisitos para documentação a ser estabelecida para a operação de
o sistema.
A Documentação Z-001 do padrão NORSOK para Operação também fornece requisitos gerais
base e especificamente para sistemas de dutos.
O plano de DFO deve ser estabelecido e deve incluir como os requisitos de DFO devem ser atendidos

- lista de documentos identificando DFO


- responsabilidades
- relatório de progresso
- Plano de qualidade
- procedimentos e listas de verificação para garantir a qualidade e integridade da entrega do DFO.

A organização de operações deve aprovar o DFO.

3.3.5 Plano de aquisição, verificação e listas de verificação


Um plano para assumir o controle do sistema de dutos e uma lista de verificação para as entregas do projeto que são consideradas
essencial para a aquisição deve ser preparado. A aquisição é definida como o processo de transferência operacional
responsabilidade desde a fase do projeto (até um incluindo pré-comissionamento) para as operações.

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Existem três categorias principais de informações que devem ser verificadas antes da aquisição:

- engenharia, ou seja, verificar se as atividades do projeto foram concluídas e se a organização de operações


incluiu todas as informações de engenharia necessárias nos procedimentos e planos operacionais. Por exemplo, corrosão
estratégia de gestão concluída e incluída no programa de inspeção inicial.
- documentos para operação (DFO), ou seja, verificar se todos os documentos do usuário necessários para a operação estão completos,
de acordo com as especificações e disponíveis para a organização de operações, por exemplo, manuais do usuário, porco temporário
procedimento de instalação do lançador, layout do campo e rota do duto, etc.
- Dossiê de aquisição, ou seja, a instalação e o pré-comissionamento estão completos e documentados pelo projeto, por exemplo
certificados relevantes, lista de NCRs, currículo de DFI, planos de inspeção iniciais, acordos de cruzamento de dutos, etc.

Listas de verificação devem ser preparadas, incluindo pessoas responsáveis, para verificar e documentar que o acima
as informações solicitadas são recebidas antes da aquisição.

3.4 Manter a integridade


O estágio de manutenção da integridade cobre a fase operacional do sistema de dutos desde o comissionamento até o início
para e incluindo o abandono. Isso inclui as atividades do dia a dia basicamente correspondentes à integridade
escopo de gerenciamento apresentado na Figura 1-1 e na Seção 2 .
Uma breve descrição (com recomendações associadas) de outras questões / atividades operacionais importantes não cotidianas
considerados importantes para o processo de gestão de integridade, e que influenciam a integridade do
sistema, são abordadas abaixo.

3.4.1 Comissionamento
O comissionamento deve fazer parte da fase operacional. O comissionamento compreende atividades associadas
com o enchimento inicial do sistema de dutos com o fluido a ser transportado. Requisitos relativos a
a documentação e os procedimentos para comissionamento são especificados em DNVGL-ST-F101.
Após o comissionamento do sistema, deve ser verificado se os limites operacionais estão dentro do projeto
condições. Problemas importantes que podem precisar de verificação podem ser:

- parâmetros de fluxo (pressão, temperatura, condições de ponto de orvalho, sensibilidade de formação de hidrato, areia
produção, injeção química, etc.)
- sistema CP
- expansão, movimento, encurvadura / encurvadura lateral, encurvadura turbulenta, vão livre e exposição.

Os eventos que ocorrem durante o comissionamento devem ser considerados e isso pode levar a uma integridade revisada
programa de gestão.
Um programa de gerenciamento de integridade (estratégia em serviço / programa de longo prazo para inspeção, monitoramento e
teste) é normalmente estabelecido antes do comissionamento como parte da avaliação de risco e planejamento de IM
atividade - ver [3.1] e [3.1.1] . Quaisquer planos detalhados também estão normalmente prontos antes do comissionamento.

3.4.2 Descomissionamento
O descomissionamento do duto deve ser planejado, preparado, conduzido e documentado de tal forma que
o pipeline pode ser comissionado novamente e colocado em serviço novamente. O descomissionamento é o conjunto de atividades
associado a tirar o pipeline temporariamente fora de serviço. Inclui aspectos como nacionais relevantes
regulamentos, meio ambiente, obstrução para o tráfego de navios e atividades de pesca e impacto da corrosão em outros
estruturas, ref. DNVGL-ST-F101.
Dutos descomissionados devem ser preservados para reduzir o efeito dos mecanismos de degradação, ref. DNVGL-
ST-F101. Inspeção e avaliação de integridade da tubulação antes do descomissionamento e / ou antes do futuro
o start-up deve ser considerado. Isso ajudará ao especificar as ações de preservação e / ou garantir
verificação do status de integridade antes de qualquer operação futura.
Os pipelines desativados devem continuar sendo gerenciados de forma adequada pelo Gerenciamento de Integridade
Sistema, ou seja, eles devem, por exemplo, ainda estar cobertos pelo programa de gerenciamento de integridade, conforme necessário.

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3.4.3 Re-comissionamento
Quanto ao comissionamento da fase de construção para a fase operacional, as medidas de preservação devem
ser devidamente terminado, o enchimento de fluido correto deve ser assegurado e a integridade deve ser verificada (através
por exemplo, pesquisas externas e / ou inspeção em linha).
O objetivo do recomissionamento é restaurar o desempenho operacional pretendido original. O principal
diferença do comissionamento comum é que um sistema desativado pode ficar fora de serviço por um
longo período e a verificação da integridade pode ser mais desafiadora. Além disso, depois que um sistema foi removido
comissionados, estratégias de controle não operacionais, equipamentos defeituosos e manutenção adiada podem resultar em
ineficiências do sistema que não são prontamente perceptíveis.

3.4.4 Requalificação / extensão de vida


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Requalificação é uma reavaliação do projeto sob condições de projeto alteradas. É basicamente mais
avaliação de integridade abrangente (ver [3.1] e Figura 3-1 ) comparável a um redesenho e pode resultar em
mudanças no sistema de dutos.
Uma requalificação pode ser desencadeada por uma mudança na base do projeto original, por não cumprir a base do projeto
ou por erros ou deficiências descobertos durante a operação normal ou anormal. As possíveis causas podem ser:

- preferência para usar um padrão mais recente, por exemplo, devido aos requisitos de maior utilização para os existentes
dutos
- mudanças de instalações, como cargas ambientais, deformações, limpeza etc.
- mudanças nos parâmetros operacionais, como pressão, temperatura, composição do meio, água
conteúdo, conteúdo de H2S, ciclos operacionais, etc.
- mudança de direção de fluxo ou mudança de fluido
- os mecanismos de deterioração excederam a suposição original, como a taxa de corrosão (interna ou
externo), respostas dinâmicas que causam fadiga (por exemplo, VIV ou períodos de início / parada)
- danos descobertos, como amassados, proteção de tubos danificados, defeitos de corrosão, rachaduras, danos ou
anodos consumidos
- vida útil prolongada.

Reavaliação do projeto sob as condições de projeto alteradas e qualquer construção subsequente e


a instalação deve ser baseada na última edição do código de design original ou outros códigos de design relevantes / reconhecidos.
Para extensões de vida útil, consulte também NORSOK Y-002 e ISO 12747.

3.4.5 Abandono
O abandono de um sistema de dutos compreende as atividades associadas à tomada do sistema / ou parte do
sistema permanentemente fora de operação. Um pipeline abandonado não deve ser retornado à operação.
O abandono deve ser realizado de acordo com a legislação local e dependente desta legislação vários
cenários podem ser necessários, ou seja, remoção, deixado no local, etc. As principais preocupações são:

- tratamento de questões ambientais relacionadas a dutos abandonados.


- assegurando que não haja restrições a terceiros devido ao abandono. Para dutos submarinos, isso é principalmente
pescarias com arrastões.

O abandono do oleoduto deve ser planejado e preparado. A avaliação de abandono de pipeline deve incluir o
seguintes aspectos:

- regulamentos nacionais relevantes


- saúde e segurança do pessoal (se o duto for removido)
- meio ambiente (especialmente poluição)
- obstrução para o tráfego de navios
- obstrução para atividades de pesca, e
- impacto da corrosão em outras estruturas.

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Durante o processo de abandono, o sistema de dutos pode continuar sendo gerenciado pelo Integrity
Sistema de gestão, ou seja, eles podem, por exemplo, ainda estar cobertos por planos de inspeção, conforme necessário. Peças abandonadas
de um sistema de tubulação que não foi removido também pode precisar de acompanhamento se, por exemplo, representar um
ameaça a outros sistemas ou a terceiros.

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SEÇÃO 4 AVALIAÇÃO DE RISCO E GESTÃO DE INTEGRIDADE


PLANEJAMENTO

4.1 Geral

4.1.1 Objetivos da avaliação de risco


A avaliação de risco é fundamental para compreender as ameaças e o risco que representam para o sistema de dutos
ao longo de seu ciclo de vida, permitindo que o Operador concentre a atenção nas atividades de gestão de integridade
para prevenir e mitigar falhas. A avaliação de risco contribui para garantir que o nível de segurança previsto
na fase de projeto é mantida durante toda a vida do projeto original do sistema de tubulação (ver também a Seção 3
[3.1.2] ).

Tabela 4-1 Ameaças do sistema de pipeline

Grupo de ameaça Ameaça

Ameaças DFI Erros de design

Relacionado à fabricação

Relacionado à instalação

Ameaças de corrosão / erosão Corrosão interna

Corrosão externa

Erosão

Ameaças de terceiros Interferência de arrasto

Ancoragem

Impacto do navio

Objetos caídos

Vandalismo / terrorismo

Tráfego (impacto do veículo, vibrações)

Outro impacto mecânico

Ameaças estruturais Flambagem global (exposta)

Flambagem global (enterrado)

Terminar expansão

Estabilidade no fundo

Sobrecarga estática

Fadiga (VIV, FIV, ondas ou variações de processo)

Ameaças de perigo natural Clima extremo

Terremotos

Deslizamentos de terra

Cargas de gelo

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Grupo de ameaça Ameaça

Variações significativas de temperatura

Inundações

Relâmpago

Ameaças de operação incorreta Procedimentos incorretos

Procedimentos não implementados

Erros humanos

Sistema de proteção interna relacionado

Componente de interface relacionado

Nova tecnologia (por exemplo, métodos de análise aprimorados) que documenta que o projeto original não foi
conservador deve ser levado em consideração.
Para aplicação em sistemas de dutos, a avaliação de risco deve:

- identificar todos os equipamentos onde a falha compromete a integridade estrutural do sistema de tubulação (ver também
Seção 3 [3.1.3] )
- para todos esses equipamentos e dutos, identificar as ameaças potenciais e estimar o risco associado
estes. As ameaças que podem comprometer direta ou indiretamente a integridade do sistema de dutos devem ser
avaliado. O efeito combinado das ameaças também deve ser considerado.
- identificar ações de redução de risco em caso de risco inaceitável
- identificar ações de gerenciamento de risco em caso de risco aceitável
- fornecer a base para o planejamento de gerenciamento de integridade de longo prazo.

4.1.2 Abordagens de avaliação de risco


Diferentes abordagens de avaliação de risco podem ser usadas. O risco pode ser avaliado qualitativa e / ou quantitativamente
tão viável. Comum para todos os modelos é uma avaliação da probabilidade de um evento e o
consequências que este evento irá impor.

4.1.3 Resultados da avaliação de risco


A saída deve ser uma classificação de risco entre ameaças e / ou classificação de risco entre pipelines. Uma classificação de
o risco ao longo da tubulação também pode ser a saída se o seccionamento tiver sido executado.

4.1.4 Programas de gestão de integridade baseados em risco


Os programas de gestão de integridade de longo prazo devem ser estabelecidos com base nos resultados do risco
avaliação.

4.2 Ameaças do sistema de dutos


Gerenciar o risco relacionado às ameaças do sistema de dutos é essencial para manter a integridade do
sistema de dutos. A Tabela 4-1 apresenta uma visão geral das ameaças de oleoduto submarino mais comuns organizadas
em seis (6) grupos de ameaças, conforme apresentado na Seção 3 [3.1.4] . As vantagens de agrupar as ameaças são:

- pode ser possível avaliar todas as ameaças dentro de um grupo como uma ameaça (dependendo da variabilidade e
complexidade no nível de sub-ameaça)
- as falhas observadas no nível do grupo de ameaça podem ser comparadas às estatísticas de falha (ou podem ser usadas como estatística de falha
a nível da empresa)

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- pode ser possível planejar e executar uma inspeção (pelo uso de um tipo de inspeção) e cobrir todas as
ameaças dentro do grupo (por exemplo, ILI para corrosão interna e externa, bem como erosão, ou GVI por ROV para
freespans e fivelas laterais - consulte a Seção.5 [5.2.5] ).

Ameaças relacionadas à seção em terra do sistema de oleoduto submarino também podem ser baseadas no ASME B31.8S
e API 1160.
Algumas ameaças podem resultar em um dano / anomalia antes de evoluir para uma falha, enquanto outras podem levar
a falha imediata (perda de contenção ou outro - consulte a Seção 1 [1.2.3] e a Seção 3 [3.1.3] ). Tabela 4-2 listas

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danos / anomaliasPor
dano secundário. típicas relacionadas
exemplo, a diferentes
danos de ameaças.
terceiros podem Observe
causar que um danodoprimário
uma degradação pode se
revestimento quetransformar
pode levarem um
à corrosão externa (ou seja, perda de metal).

Tabela 4-2 Danos / anomalias típicas relacionadas às diferentes ameaças

Grupo de ameaça

Dano / anomalia DFI Corrosão / erosão Terceiro Estrutural Perigo natural Incorreta
ameaças ameaças ameaças ameaças ameaças ameaças de operação

Perda de metal X X X (1) X (1) X (1) X

Dente X X X (1) X

Crack X X X X X (X)

Goiva X X X

Vão livre X X (1) X X

Fivela local X X X X X

Fivela global X X X X X

Deslocamento X X X X

Exposição X X (1) X X

Danos no revestimento X X X X

Dano no ânodo X X X X

(1) Secundário

O desenvolvimento de uma ameaça em uma falha e as medidas implementadas para reduzir a probabilidade e / ou
conseqüência de tal desenvolvimento é ilustrada na Figura 4-1 .
A Figura 4-1 também ilustra como diferentes medidas são normalmente aplicadas a fim de gerenciar este desenvolvimento
(consulte também gravata borboleta em / App.I [I.1] ). Cada uma dessas medidas tem pontos fracos (daí as linhas pontilhadas), mas
juntos, eles normalmente interrompem o desenvolvimento até as consequências finais.
Para reduzir o risco de ameaças, diferentes meios de proteção são normalmente introduzidos na fase DFI.
Isso pode ser, por exemplo, verificação DFI de terceiros, sistemas de injeção de produtos químicos que evitam corrosão interna ou rocha
lixões evitando o risco de empenamento ou danos por terceiros.
Os meios para reduzir a probabilidade de falha por ameaças na fase operacional incluem inspeção, monitoramento
e atividades de teste para revelar danos / anomalias em um estágio inicial e o desenvolvimento destes. Além disso,
avaliações de integridade juntamente com modelos de previsão (por exemplo, taxa de corrosão, taxa de erosão, crescimento de rachaduras,
frequências de arrasto, etc.) são importantes para avaliar os danos / anomalias identificados e seu potencial
desenvolvimento. Além disso, diferentes tipos de atividades de mitigação, intervenção e reparo são tipicamente
realizada a fim de evitar falhas, reduzindo a possibilidade de desenvolvimento de um dano / anomalia (em um
explosão, vazamento ou colapso).

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Os conceitos acima podem fornecer uma estrutura valiosa e informações para avaliações de risco. Informações sobre quão bem
a função de medidas preventivas / barreiras pode fornecer dados para as avaliações de PoF. Da mesma forma, informações sobre
quão bem as medidas reativas / função de barreiras podem fornecer dados para as avaliações de CoF.

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Figura 4-1 Das ameaças às consequências finais

4.3 Documentação vigente

4.3.1 Diretriz do operador


Para garantir que a avaliação de risco seja feita de forma consistente, a abordagem de risco deve ser documentada.
Isso poderia ser na forma de um documento de filosofia de risco da empresa de alto nível que, de preferência, poderia ser aplicado
em diferentes sistemas de dutos (e, se possível, em diferentes ativos, por exemplo, sistemas de dutos, offshore
estruturas e plantas).

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Isso é muito importante quando se trata de comunicação de risco. Este documento normalmente também define o risco
matrizes a serem aplicadas e incluem

- categorias de risco e interpretação das mesmas, incluindo requisitos para relatórios de risco, responsabilidade e
diretrizes de tempo de resposta
- nível de risco aceitável
- categorias de probabilidade de falha e interpretação destas
- consequência das categorias de falha e sua interpretação.

4.3.2 Diretriz do sistema de dutos


Documentos específicos do sistema de dutos alinhados com a filosofia da empresa e requisitos regulamentares devem
ser estabelecido. Este documento pode incluir, mas não está limitado a:

- referência aos requisitos regulamentares


- referência aos requisitos específicos do operador e procedimentos vigentes
- lista de ameaças a serem consideradas para os tipos de equipamentos mais comuns com referência às melhores práticas
- lista de tipos de conseqüências a serem considerados com referência às melhores práticas
- lista de tipos de atividades e suas frequências pertinentes (inspeção, monitoramento, teste, etc. a serem
incluídos no programa de gerenciamento de integridade. Orientação sobre a seleção entre tipos de atividades comparáveis
Deveria ser dado
- filosofia relacionada à requalificação / extensão de vida
- estatísticas de falha relevantes (operador e indústria).

4.3.3 Melhores práticas


Convém que documentos de melhores práticas para avaliação de ameaças ou componentes individuais sejam estabelecidos.
Esse documento pode ser estabelecido no nível de grupo de ameaça ou tipo de componente. O documento deve pelo menos
contém o seguinte:

- descrição da ameaça e a experiência do operador associada a isso


- dados de entrada necessários para enfrentar as ameaças com referência às fontes de dados disponíveis
- descrição detalhada do modelo de avaliação. Recomenda-se estabelecer uma abordagem nivelada; Onde
o conservadorismo diminui com o aumento do nível. O primeiro nível pode ser, por exemplo, um nível de triagem que
requer quantidade limitada de informações para chegar a uma conclusão
- qualquer limitação ao modelo de avaliação com orientação sobre exceções
- exemplo de cálculo para cada nível definido.

4.4 Processo geral


O processo geral para o desenvolvimento de um programa de gerenciamento de integridade baseado em risco de longo prazo é ilustrado em
Figura 4-2 e descrito nas subseções a seguir. Compreende os seguintes elementos principais:

a) estabelecer o escopo do equipamento


b) coletar dados e informações e identificar ameaças
c) realizar avaliações de risco
d) desenvolver programas de gerenciamento de integridade.

Mais orientação é fornecida no App.F para App.I .

4.4.1 Estabelecer o escopo do equipamento

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A avaliação de risco deve ser conduzida para todo o sistema de dutos. Os limites de cada sistema estudado
devem ser claramente identificados e documentados. A tubulação, bem como todos os componentes e meios de proteção

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onde uma falha colocar em risco a integridade estrutural do sistema de tubulação deve ser incluída - ver também a Seção 1
[1.2.1] à Seção 1 [1.2.3] e Seção 3 [3.1.3] .

Figura 4-2 Processo geral para desenvolvimento de programa de integridade baseado em risco

4.4.2 Coletar dados e informações e identificar ameaças


Dados e informações devem ser coletados e analisados, a fim de identificar ameaças e se preparar para
realizar a avaliação de risco:

- Revisar e resumir dados e informações de DFI e comissionamento; ou seja, dados e informações


estabelecido antes do início da fase operacional.

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- Revisar e resumir dados e informações das atividades de controle de integridade (inspeção, monitoramento,
testes e avaliações de integridade) e atividades de melhoria de integridade (mitigação, intervenções e

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reparos). Também
gestão (não apenaspode serderelevante
gestão revisar e resumir outros dados operacionais relacionados à produção
integridade).
- Revisar e resumir as avaliações de risco anteriores (relevantes). Isso pode incluir avaliações de risco
realizada antes do início da fase operacional. Por relevante, entende-se avaliações de risco onde o
o objetivo é claramente avaliar o risco associado às ameaças a serem gerenciadas pela gestão de integridade
processos.
- Estabeleça uma lista preliminar de ameaças (ou atualização) e avalie a qualidade dos dados / informações do ciclo de vida. Uma visão geral
de ameaças de dutos submarinos é apresentado nas Seções.3 [3.1.4] e [4.2] . Experiência do operador e da indústria
(por exemplo, estatísticas de falha) também devem ser consideradas. A identificação de ameaças deve envolver todos os elementos relevantes
disciplinas, tanto do projeto à operação; pessoas com conhecimento profundo do sistema em questão.
- A qualidade dos dados deve ser revista e, em caso de falta ou incertezas significativas nos dados,
devem ser feitas suposições conservadoras. As incertezas nos dados devem ser documentadas, pois isso é
informações importantes para selecionar as ações corretas ou mais econômicas.
- As fontes de dados e informações devem ser documentadas.
- O resultado das atividades de identificação de ameaças é uma lista de ameaças relevantes e notas relacionadas, por exemplo,
modos de falha, cargas e causas, localização, bem como questões relacionadas de incerteza.
- Recomenda-se o desenvolvimento de formulários adequados e reutilizáveis para a realização e registro de resultados e
notas das revisões e quaisquer processos de pesquisa.

4.4.3 Realizar avaliações de risco de acordo com o procedimento


A avaliação de risco deve seguir um procedimento documentado - ver [4.3] . Desvio do procedimento
deve ser documentado e justificado.
A orientação geral para um procedimento de avaliação de risco é apresentada a seguir (mais orientações são fornecidas em
App.F para App.I ):

- O risco é produto de PoF e CoF. Caso o risco não seja aceitável, as medidas de redução de risco precisam
ser avaliada.
- As matrizes de risco devem ser usadas para apresentar / comunicar o risco.
- Consequência da falha - A consequência da falha pode ser modelada em:

- nível de grupo de ameaças, neste caso, a pior consequência relacionada às ameaças agrupadas se aplica
- nível de ameaça individual, neste caso, aplicam-se os modos de falha possíveis relacionados à pior consequência
- modo de falha, neste caso, o perfil de consequência pode ser usado para todas as ameaças que podem produzir tal
Modo de falha.

- Probabilidade de falha:

- Todas as ameaças devem ser consideradas ameaças individuais ou em nível de grupo.


- Componentes de tipo igual podem ser avaliados juntos.
- Dependendo da metodologia adotada, o duto pode ser dividido em seções. A seleção de
os dados de entrada devem refletir uma abordagem conservadora para toda a seção. Uma alternativa ao pipeline
o seccionamento é descrever os parâmetros de entrada como perfis ao longo da rota e estimar um perfil PoF.
- Se a modelagem de consequência for feita em um nível de modo de falha, por exemplo, vazamento, explosão; as necessidades de modelagem PoF
para considerar todos os modos de falha relevantes.

- Identificação de medidas de redução de risco - Para ser capaz de selecionar medidas econômicas, é importante
identificar os fatores de condução de risco. Além disso, a seleção da medida mais econômica só pode ser feita
depois de todas as ameaças terem sido consideradas. A redução de risco pode ser alcançada reduzindo a probabilidade
ou a consequência (ou ambas) de um evento.

- As medidas típicas para reduzir o lado da probabilidade são: analíticas (ou seja, cálculos mais refinados),
inspeção adicional, monitoramento e teste, intervenção ou reparo, redução, por exemplo, redução de carga, carga
medidas de controle, substituição de seções ou partes do sistema.

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- Entre as medidas para reduzir o lado das consequências estão: analíticas (ou seja, cálculos mais refinados),
melhorar os procedimentos de resposta a emergências e equipamentos associados (especialmente relacionados à segurança e
consequências ambientais), melhorar as estratégias de reparo de dutos e equipamentos para reduzir
tempo (consequências econômicas), estabelecer soluções opcionais para assumir a funcionalidade do
equipamento.

- Risco agregado - Um perfil de risco total pode ser gerado ao longo do sistema de dutos, resumindo o
contribuição de todas as ameaças. O perfil de risco deve ser avaliado em relação aos perfis de risco para semelhantes /
sistemas de dutos comparáveis. Isso é feito para garantir a consistência na avaliação de risco e para detectar
erros grosseiros.

- Uma avaliação geral do sistema de dutos deve ser feita. Todas as medidas de redução de risco identificadas devem
ser destacados e registrados em sistema administrativo apropriado.

- Uma abordagem nivelada pode ser usada para avaliar o risco *) :

- As avaliações de nível 1 são baseadas na aplicação de avaliações qualitativas simples. O objetivo principal é
determinar os níveis de risco com esforços mínimos por meio de um ou vários workshops. Certas partes do
a avaliação de nível 1 será considerada suficiente para fins de gerenciamento de integridade de longo prazo
planejamento. O restante deverá ser avaliado em um nível mais detalhado (nível 2). Por exemplo,
ameaças onde o risco é baixo o suficiente podem ser concluídas para não exigir mais (mais) detalhes
avaliação. Outro exemplo é quando a avaliação de CoF nível 1 é considerada suficiente, enquanto
uma avaliação PoF de nível 2 é considerada necessária. Priorizações e planejamento em relação a
a avaliação de nível 2 pode ser baseada nos resultados / classificação gerais da avaliação de nível 1.
- As avaliações de nível 2 requerem mais esforço do que uma avaliação de nível 1 e podem ser mais adequadas para serem
feito como uma combinação de workshops e esforços individuais. As avaliações de nível 2 são baseadas na aplicação
avaliações qualitativas e / ou semiquantitativas. Documentos e dados relevantes são normalmente revisados

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mais minuciosamente. A documentação de uma avaliação de nível 2 pode, portanto, ser mais abrangente do que
uma avaliação de nível 1.
- As avaliações de nível 3 envolvem cálculos probabilísticos quantitativos (wrt to PoF e possivelmente também wrt
CoF também). Tal avaliação deve ser considerada se, por exemplo, danos graves foram positivamente
identificados, e uma estratégia de como lidar com esses danos pode se beneficiar da contribuição dada por tal
exercício quantitativo.
*) Para um determinado sistema de dutos, toda a gama de abordagens pode estar em uso a qualquer momento (ou seja, um
aplicação equilibrada dos diferentes níveis). Sempre que possível, os cálculos quantitativos devem
ser realizada e utilizada para apoiar avaliações qualitativas. Mas da mesma forma, mesmo que seja totalmente quantitativo
abordagem é aplicada, ainda é recomendado fazer uma revisão qualitativa para verificar os resultados quantitativos.

4.4.4 Documentação de avaliação de risco


Um relatório das avaliações de risco deve ser preparado. Os riscos que requerem qualquer ação devem ser destacados
junto com atividades de controle de integridade e melhoria identificadas.

4.4.5 Desenvolver programas de gestão de integridade


Os programas de gestão de integridade (de longo prazo) são desenvolvidos com base nos resultados do risco
avaliação - ver [4.1.4] .
Com base em uma avaliação de risco, o programa justifica quais atividades, por que, como e quando as atividades devem ser
realizada. O programa de gerenciamento de integridade fornece atividades de controle de integridade mínimas exigidas (incluindo
máx. intervalos *) ) para diferentes seções de pipeline. Também pode fornecer estratégias para melhoria da integridade
atividades para diferentes seções do gasoduto. É baseado no design e construção fornecidos e modificações
e ações de mitigação tomadas durante a operação. Os objetivos do programa de gestão de integridade são
providenciar

- um plano de longo prazo para verificar (por meio de atividades de inspeção, monitoramento, teste e avaliação de integridade)
que o comportamento do pipeline está de acordo com o desenvolvimento esperado conforme previsto durante o
fase de design e / ou avaliações anteriores durante a fase operacional, e

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- uma estratégia para estar preparado para lidar com quaisquer problemas de integridade que possam exigir melhorias
(por meio de atividades de mitigação, intervenção e reparo).
*) Intervalos mais frequentes de uma atividade planejada podem ser realizados se for considerada mais prática e / ou
econômico.
Os seguintes grupos de ameaças (e ameaças subjacentes) devem normalmente ser considerados a longo prazo
programas:

- ameaças de corrosão / erosão


- ameaças de terceiros
- e ameaças estruturais.

Com referência à Seção 3 [3.1.4] e [4.2] , a falha relacionada a ameaças DFI normalmente ocorre durante a instalação
e operação inicial. As inspeções relacionadas ao perigo natural são geralmente feitas após um evento, por exemplo, após
Clima extremo. Para partes do mundo onde, por exemplo, furacões ocorrem regularmente, tais ameaças seriam mais
natural incluir no programa de longo prazo. A operação incorreta pode ser detectada por inspeções programadas,
mas normalmente é coberto por revisões / auditorias e treinamento de pessoal.
Observe que as ameaças DFI e as ameaças de operação incorreta podem ser tratadas por meio do gerenciamento de
ameaças de corrosão / erosão, ameaças de terceiros, ameaças estruturais (com referência ao conceito de barreira
introduzido em [4.2] , e para as diretrizes fornecidas no App.I ).
O sistema de dutos pode ser dividido em seções dependendo dos tipos de atividade *) (dependendo dos tipos de
ameaças). Este seccionamento pode, por exemplo, refletir:

- as capacidades do tipo de inspeção


- duração gerenciável dentro de um ano
- prática histórica
- nível de risco (para focar a inspeção em seções de alto risco). Observe que locais com alto risco inaceitável
podem precisar de inspeções ad hoc que não fazem parte do plano de longo prazo.

Mais orientações são fornecidas no aplicativo. F .


*) O seccionamento também pode ter sido realizado de um ponto de vista PoF e / ou CoF - ver App.F [F.3.5] e
App.F [F.4.3] .

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SEÇÃO 5 INSPEÇÃO, MONITORAMENTO E TESTE

5.1 Geral
A inspeção e o monitoramento são atividades de monitoramento de condições realizadas para coletar dados operacionais e outros
tipo de informação que indica a condição de um componente. Os dados operacionais podem ser dados físicos, como
temperatura, pressão, fluxo, volume de injeção de produtos químicos, número de ciclos operacionais.
Para dutos submarinos, as atividades de manutenção são normalmente cobertas pela inspeção e monitoramento
programa. As atividades de manutenção são normalmente limpeza de pigging (raspador ou tratamento químico) ou remoção de
detritos de ânodos antes das medições de CP, se necessário (isso pode reduzir a vida útil dos ânodos).
Geralmente, uma inspeção monitora fisicamente o estado de um componente diretamente (por exemplo, espessura da parede, danos
à tubulação, defeito de revestimento, deslocamento da tubulação), enquanto o monitoramento é a coleta de processos relevantes
parâmetros que indiretamente podem fornecer informações sobre a condição de um componente.
No contexto de gerenciamento de integridade de sistemas de dutos submarinos, o teste pode incluir o seguinte:
teste de pressão do sistema, teste de equipamento de segurança, equipamento de controle de pressão, proteção contra sobrepressão
equipamentos, sistemas de desligamento de emergência, válvulas de showdown automáticas e equipamentos de segurança na conexão
sistemas de tubulação.
O teste de pressão do sistema normalmente não é aplicado como uma atividade regular de controle de integridade. No entanto, existem
casos em que isso pode ser considerado, por exemplo, se um sistema não foi projetado para operações de pigging e o
as condições operacionais mudaram de tal forma que existem incertezas significativas com relação ao
integridade estrutural do sistema. O teste de pressão do sistema em serviço também pode ser realizado em conexão com
reparos ou modificações do sistema.

5.1.1 Planejamento detalhado com base no programa de gerenciamento de integridade


Os programas de gestão de integridade desenvolvidos pela avaliação de risco e atividade de planejamento de IM devem formar
a base para o planejamento detalhado para as atividades de controle de integridade (ou seja, inspeção, monitoramento e teste
Atividades). Consulte também a Seção 3 [3.1.1] e a Seção 4 [4.1] .

5.1.2 Desvios nos planos


Quaisquer desvios dos programas de gestão de integridade originais devem ser relatados e a razão para o
desvio estabelecido.

5.1.3 Tratamento de eventos inesperados


Eventos inesperados podem iniciar a necessidade de atividades de controle não planejadas. Até que ponto, como e quando
realizar esta atividade de controle, deve ser realizada por meio da avaliação de risco e da atividade de planejamento de IM. Esta
é garantir a coordenação com outras atividades de controle em potencial e avaliar a necessidade de modificação de
as estratégias originais.

5.1.4 Atualização de planos detalhados


Os planos detalhados devem ser atualizados regularmente e ser baseados nos planos anteriores e nos resultados
obtidos a partir das atividades de controle de integridade.

5.1.5 Tratamento de descobertas significativas identificadas durante as atividades de controle


Qualquer situação (claramente) inaceitável, dano mecânico ou outras anormalidades detectadas (descobertas) durante
as atividades de controle planejadas, devem ser imediatamente relatadas e submetidas a revisão e as devidas
ações definidas e iniciadas.

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5.2 Inspeção
As principais atividades associadas à inspeção são:

- planejamento detalhado:

- descrição detalhada do escopo do trabalho


- especificação dos critérios de relatório
- desenvolvimento de pacotes de trabalho
- preparação de instruções de trabalho e procedimentos
- estabelecimento de responsabilidades e linhas de comunicação entre a Contratada de inspeção e a Operadora
- aquisição de equipamentos
- estabelecimento de planos para a mobilização de equipamentos e pessoal
- realizar atividades de gestão de risco para a atividade de inspeção.

- execução:

- mobilização de pessoal e equipamentos e transporte para o local


- realizando atividades de segurança
- completar a inspeção
- desmobilização
- relatórios preliminares de acordo com os critérios de relatórios especificados.

- avaliação da qualidade dos dados coletados durante a inspeção, relatórios e documentação:

- controle de qualidade dos resultados da inspeção


- emissão do relatório final de inspeção.

5.2.1 Objetivo da inspeção


O objetivo de uma inspeção deve ser revisitado e claramente definido durante o planejamento detalhado.

5.2.2 Manual de operação / inspeção


Todas as instruções de trabalho, procedimentos, linhas de comunicação e responsabilidades, que são obrigatórias para um cofre
e um processo de inspeção de baixo custo, e que constitui o manual de operação, deve ser estabelecido e
implementado. Veja também a Seção 2 .

5.2.3 Gestão de risco sobre a operação de inspeção


O risco associado à própria operação de inspeção deve ser gerenciado explicitamente. Recomendações com
em relação à gestão de risco em operações marítimas e submarinas, pode ser encontrada em DNVGL-RP-H101. Diretrizes
relativos à identificação de perigos e avaliação de risco para operações marítimas e submarinas podem ser encontradas em
ISO-17776.
O padrão API 1163 fornece orientação para provedores de serviços de inspeção em linha (ILI) e operadores de dutos
empregando tecnologia ILI ou porcos inteligentes. O padrão também fornece requisitos para qualificação de
sistemas de inspeção usados em linhas de gás e líquidos perigosos, bem como interpretação dos resultados. Padrão API
1163 é um documento abrangente que, por referência, incorpora NACE RP 0102 e ANSI / ASNT ILI-PQ.

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5.2.4 Preparação para inspeção


A descrição detalhada do trabalho deve ser preparada antes da inspeção. Isso deve incluir a preparação do
seguindo, no mínimo:

- descrição do sistema de dutos, incluindo qualquer informação especial importante para a inspeção / vistoria
(por exemplo, localização de redutores de dutos, ramos, mudanças na espessura da parede)
- objetivo da inspeção, incluindo a descrição de ameaças relevantes e tipos de danos, bem como critérios
- especificação do equipamento necessário
- descrição detalhada dos equipamentos e ferramentas de inspeção
- requisitos para calibração do equipamento
- qualificação de pessoal
- instruções detalhadas para a inspeção, incluindo procedimentos operacionais
- requisitos para documentação de resultados de inspeção e / ou descobertas
- preparação de um esboço do relatório de inspeção.

5.2.4.1 Especificação do equipamento


O programa de inspeção de longo prazo especifica o propósito da inspeção, o tipo de inspeção a ser realizada

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para fora e onde ser realizado. Pode, por exemplo, especificar pigging inteligente usando MFL ou ROV externo. Mais longe
a especificação do equipamento necessário deve ser abordada ao planejar uma inspeção específica em detalhes.
Isso deve ser feito como parte do planejamento detalhado. A precisão da metodologia selecionada deve ser
considerado.
Inspeções em linha - As informações a seguir normalmente serão necessárias durante a preparação para um pigging
Operação:

- o que inspecionar (perda de espessura da parede, rachaduras, amassados)


- ataques de corrosão interna ou externa
- dimensões do lançador e receptor
- diâmetro interno para todo o sistema
- comprimento do oleoduto, espessura da parede do oleoduto
- material do tubo de linha, revestimento interno ou revestimento, se aplicável
- perfil de elevação
- dados (como localização, dimensões) em curvas, tês, estrela, válvulas, etc.
- conteúdo da tubulação, pressão, temperatura, velocidade do fluido.

Pesquisas externas - As seguintes informações normalmente serão necessárias durante a preparação para uma pesquisa externa:

- o que inspecionar:

- o sistema CP - procurando por consumo anormal da massa anódica.


- indicação de cobertura inadequada ou potencial do sistema CP levando a corrosão excessiva
- danos ou rachaduras no revestimento ou concreto, danos gerais às estruturas e tubulações devido ao impacto
(objeto caído, manuseio de equipamento, impacto ou arrasto da âncora, pesca, etc.)
- profundidade de sepultamento, períodos livres
- flanges e cubos - procurando por vazamentos
- oleodutos - procurando flambagem turbulenta, flambagem lateral, expansão, deslocamentos, estrutura
movimentos (deslocamentos e rotações)
- comportamento anormal / inesperado do sistema de tubulação como oscilação / vibração (incluindo jumpers e carretéis)
- assentamento ou escavação de modelos ou manifolds, resultando em um aumento do nível de tensão para a tubulação
- suporte de oleoduto e cruzamentos - garantindo que os despejos de rocha estão intactos e que o oleoduto permanece
posicionado dentro da área de suporte pretendida, lacuna entre os tubos cruzados.

- configuração de pipeline

- profundidade da água

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- componentes do pipeline.

5.2.5 Identificação e monitoramento da tecnologia disponível


Como base para o plano de inspeção detalhado, a tecnologia disponível, relevante para a (s) ameaça (s) específica (s)
inspecionados, devem ser identificados e monitorados pelo operador do duto. As inspeções do sistema de dutos podem ser
realizadas internamente ou externamente como inspeções contínuas ao longo de todo o comprimento do oleoduto ou como local
inspeções para seções específicas ou áreas locais.
As inspeções em linha (ILI) de dutos são normalmente realizadas com um pig. O porco viaja pelo oleoduto
conduzido pelo fluxo ou fluido ou pode ser rebocado por um veículo ou cabo. Ele coleta dados à medida que percorre o
pipeline. As ferramentas podem ser automáticas ou autônomas ou podem ser operadas de fora da tubulação via
um link de dados e energia. Diferentes ferramentas podem ser combinadas em um trem de suínos. Consulte App.E para diferentes inspeções
métodos.
As inspeções externas são normalmente realizadas usando uma transportadora operada remotamente equipada com diferentes
ferramentas de inspeção. Isso pode ser, por exemplo, ferramentas para inspeções visuais (gravação de vídeo) e físicas
medições (medições do potencial eletroquímico do aço). A inspeção externa também pode ser realizada por
mergulhadores até uma certa profundidade, dependendo da legislação e / ou práticas locais (por exemplo, no norte da Europa, o
os limites típicos variam em torno de ± 200 metros). Consulte App.E para diferentes métodos de inspeção.
Uma descrição das categorias de inspeção típicas frequentemente usadas em conexão com o planejamento de inspeção é fornecida em
Tabela 5-1 . A inspeção de sistemas de dutos pode ser realizada com uma ampla gama de ferramentas de inspeção tendo
diferentes capacidades e áreas de aplicações. A Tabela 5-2 mostra uma visão geral das ferramentas mais comuns e
porta-ferramentas que podem ser utilizados para inspecionar as várias ameaças ao sistema de dutos. A mesa não
dar uma visão completa de todas as ferramentas disponíveis e suas áreas de aplicação, pois isso pode variar dependendo
vários contratantes, propagação da configuração e devido ao desenvolvimento de tecnologia. Mais informações podem ser encontradas em
App.E .

Tabela 5-1 Categorias de inspeção

Método Descrição

GVI Inspeção visual geral - inspeção visual realizada por ROV ou mergulhadores. GVI não incluirá nenhum
limpeza, mas revelará a maioria das ameaças de condições externas para a tubulação, incluindo revestimento / isolamento
danos, condição do ânodo, vazamentos, etc. A intenção é revelar danos graves aos sistemas.
As anomalias encontradas podem estar sujeitas a uma inspeção mais detalhada - veja abaixo.

GVI XTD Levantamento visual estendido do duto - inspeção usando um ROV de classe de trabalho do duto que normalmente inclui:
Vídeo digital de 3 visualizações (esquerda / centro / direita), câmera digital, perfis transversais do fundo do mar (como varredura lateral
ou sonar multi-feixe), CP (gradiente e punhalada) e Pipe Tracker (profundidade de sepultamento). GVI XTD revelará
o mesmo tipo de anomalias que GVI, mas com a adição de dar perfis detalhados de amplitude e profundidade de
enterro. Ele também tem um maior grau de precisão com relação ao posicionamento pertencente ao pipeline KP
sistema.

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CVI Inspeção visual de perto - um alto padrão de limpeza é necessário para este tipo de inspeção, tudo difícil
e o crescimento marinho suave deve ser removido. O objetivo da inspeção é estabelecer um detalhado
fiscalização de uma área de interesse específico. Requer um mergulhador ou ROV de classe de trabalho.

HPS Levantamento de alta precisão - levantamento posicional de alta precisão para determinar a posição absoluta e relativa
movimento lateral anual do oleoduto no fundo do mar. Isso é conseguido usando um pipeline de classe de trabalho
ROV (como usado para GVI), em conjunto com equipamento posicional calibrado de alta precisão (por exemplo, alto
desempenho corrigido DGPS, transponders (sistemas USBL / LBL), giroscópio de qualidade de pesquisa montado em ROV e
sensor de movimento, registro de velocidade doppler de alta frequência, etc.). A taxa de inspeção pode ser mais lenta
e exigirá mais tempo de calibração do que o GVI padrão.

ILI Inspeção em linha - pigging inteligente da tubulação. Utilizando vários testes não destrutivos (NDT)
métodos para medir a perda contínua de espessura de parede de oleoduto de ponta a ponta ou anomalias / defeitos de oleoduto.

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Método Descrição

Monitoramento Acompanhamento de, por exemplo, sondas de corrosão, sistema de corrente impressa, parâmetros de processo, composição de fluido,
injeção de produtos químicos e monitoramento de cargas / tensões / deformações / deslocamentos ou vibrações.

Testando Teste de sistema ou função do equipamento ou sistema de controle.

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e Tabela 5-2 Recursos de inspeção (dutos offshore) para as ferramentas e transportadores mais comuns
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e Grupo de Ameaça Incorreta Terceiro Natural Estrutural Corrosão / erosão DFI
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P
uma
g
e
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As inspeções externas e os relatórios de inspeções associados são frequentemente denotados por pesquisas e relatórios de pesquisas
respectivamente. As inspeções internas (ou inspeções em linha (ILI)) estão associadas a porcos inteligentes ou inteligentes
que usam técnicas de teste não destrutivas para inspecionar o pipeline. Nesta prática recomendada, o
a inspeção de terminologia é usada em conexão com a inspeção interna e externa.

5.2.6 Formato de relatório


Os relatórios de resultados de inspeção devem ter como objetivo estar em um formato padronizado para facilitar o trabalho de avaliação
e para melhor permitir a tendência de dados de inspeção como medições de vão livre, taxas de corrosão, alturas de cobertura
etc.

5.2.7 Relatórios de inspeção externa


Após uma inspeção, um relatório incluindo uma impressão das listagens (relatório de primeira mão, relatório final) deve sempre
ser emitido.

5.2.7.1 Conteúdo típico do relatório


O relatório de pesquisa externa normalmente deve conter informações sobre o seguinte:

- escopo da inspeção
- navio de pesquisa
- descrição das ferramentas e equipamentos de inspeção e certificados de calibração
- critérios de aceitação
- nível de precisão e confiança para o método de inspeção selecionado
- referência aos procedimentos relevantes para a inspeção
- informações do duto, dados geométricos como diâmetro, espessura da parede, revestimento etc.
- Definições de KP, data e hora, KP
- cobertura da pesquisa
- Coordenadas UTM e algoritmo de conversão aplicado
- condições operacionais na tubulação, como temperatura medida, pressão e taxas de fluxo e fluxo
direção incluindo localização do equipamento de medição
- configuração do fundo do mar
- explicação da expressão e termos, símbolos usados em relatórios e listagens
- estado do mar (corrente, ondas, etc.) durante a pesquisa
- modelos digitais de terreno (DTM), banco de dados KP ou planilhas de alinhamento usadas para planejar o levantamento e usadas durante
a pesquisa
- dados registrados on-line e off-line, pós-processamento, manipulação e suavização de dados
- níveis de limite ou corte para relatórios (como limitar o comprimento do vão livre, lacuna)
- listas de descobertas
- descobertas que excedem os critérios de aceitação
- listagem de desvios dos planos.

Em vez de imprimir todas as listagens no relatório da pesquisa, o relatório deve resumir as informações semelhantes a
o que está listado nos pontos acima.
O relatório também deve incluir:

- definições e uma explicação sobre como os dados devem ser lidos e interpretados
- referência cruzada para relatórios digitais (nome do arquivo), gráficos, desenhos, fotos e vídeos entregues devem ser
dado.

5.2.7.2 Listagens
A quantidade de dados coletados em uma única pesquisa, tanto externa quanto internamente, pode ser significativa. A maioria
os dados são relatados nas chamadas listagens.

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As listagens podem conter informações como (medido em função de KP ou leste / norte):

- hora e data
- KP (distância)
- Posições leste e norte
- espessura da parede (apenas para ILI)
- configuração do fundo do mar, perfil médio do fundo do mar, trincheiras, despejos de rocha
- limpeza
- localização e estado dos colchões, travessas, estruturas de proteção
- localização de componentes como válvulas e flanges
- comprimento do vão livre, lacuna, ombros
- detritos, minas, destroços de navios, equipamentos de pesca, etc.
- danos no revestimento
- eventos como amassados, vazamento, exposição não intencional, flambagem por convulsão
- gravações de CP
- marcas de deslocamento ou deslizantes no fundo do mar causadas pelo oleoduto.

As listagens devem estar em formato digital. Para obter boa qualidade nos relatórios de pesquisa, é importante que as listagens
estão em um formato consistente. O formato deve ser selecionado com base na quantidade de dados registrados,
especificação para formatação de dados e software disponível.
Os relatórios de inspeção são normalmente emitidos como relatórios de primeira mão logo após a inspeção e como final
relatórios de inspeção mais tarde. Na maioria dos casos, esses relatórios contêm o mesmo tipo de informação (e
conclusões), mas são emitidas em momentos diferentes. No entanto, alguns ajustes dos resultados da inspeção podem
aparecem após uma avaliação mais detalhada dos resultados.

5.2.8 Relatórios de inspeção interna


Os resultados das inspeções internas são fortemente recomendados para serem relatados de uma maneira que permita
para comparação entre diferentes campanhas e daí a possibilidade de revelar qualquer desenvolvimento de ie
perda de metal ao longo do tempo (ou seja, tendência).
O documento Especificações e requisitos para inspeção inteligente de pigs em dutos / 1 / desenvolvido pela
O Pipeline Operator Forum (POF) fornece especificações operacionais e de relatórios e requisitos para ferramentas para
ser usado para medições geométricas, roteamento de tubulação, perda de metal, trinca ou outras detecções de defeito relatadas
durante a campanha de fiscalização.

5.2.9 Revisão dos resultados da inspeção


Além do relatório dos contratados de inspeção, que pode incluir uma avaliação dos resultados,
o operador deve realizar e documentar uma avaliação de alto nível da inspeção e dos resultados. Esta
a avaliação deve abordar:

- se a inspeção foi realizada de acordo com o plano que descreve o que, como e quando inspecionar.
- a qualidade da inspeção (ou seja, confiança nos resultados)
- uma avaliação de alto nível dos resultados da inspeção no que diz respeito à integridade (por exemplo, classificado como
resultados insignificantes, moderados, significativos, graves)
- recomendações para uma avaliação mais aprofundada dos resultados (por exemplo, cálculos de vida restante de acordo com
DNVGL-RP-F101, consulte a Seção 6 ).

5.3 Monitoramento
Monitoramento é a medição e coleta de dados que indiretamente podem fornecer informações sobre a condição de
um componente ou sistema.

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Os dados de monitoramento são normalmente medições on-line ou medições off-line (programadas).


Os planos e cronogramas de monitoramento devem ser baseados em avaliações de risco com base no fluxo atual e esperado
flutuações em diferentes cenários de produção.

5.3.1 Principais atividades de monitoramento


O monitoramento deve incluir as seguintes atividades principais:

- descrição da finalidade do monitoramento


- aquisição e armazenamento de dados
- recuperação e análise de dados
- documentação e relatórios, incluindo comparação com os critérios de aceitação.

Convém que as atividades de monitoramento sejam regidas pelo programa de gerenciamento de integridade - consulte a Seção 3 [3.1.1] .

5.3.2 Identificação e acompanhamento da tecnologia disponível


A tecnologia de monitoramento disponível e relevante deve ser identificada e acompanhada pelo gasoduto

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operador.
As técnicas de monitoramento de condição podem ser on-line ou off-line. O monitoramento on-line representa
medições contínuas e / ou em tempo real de parâmetros de interesse. O monitoramento off-line normalmente seria
amostragem programada com análise subsequente, por exemplo, em um laboratório.
O monitoramento pode ser realizado por técnicas diretas e indiretas (localmente). Com relação à corrosão, direta
técnicas normalmente medem o ataque de corrosão ou perda de metal em um determinado local no sistema de tubulação
utilizando sondas de corrosão, enquanto as técnicas indiretas medem os parâmetros que afetam a corrosão (por exemplo, O2
conteúdo).
O monitoramento é ainda classificado como intrusivo ou não intrusivo. Um método intrusivo exigirá acesso por meio de
a parede do tubo para medições a serem feitas, enquanto uma técnica não intrusiva é realizada externamente (não
requerem acesso através da espessura da parede) ou análise de dados de amostra retirados do fluxo de processo.
As técnicas de monitoramento estão relacionadas ao monitoramento de, por exemplo:

- composição química (por exemplo, CO 2 , H 2 S, água)


- parâmetros de processo (por exemplo, P, T, fluxo)
- corrosão externa ou interna
- erosão interna (ou seja, areia)
- correntes
- ondas
- vibrações
- oscilações (devido a, por exemplo, slugging)
- Deformação
- deslocamentos de tubos
- tráfego de navios e atividades de pesca
- movimento de terra
- detecção de vazamento.

Monitoramento de corrosão - A taxa de corrosão dita por quanto tempo qualquer equipamento de processo pode durar com segurança
operado. As técnicas de monitoramento de corrosão podem ajudar de várias maneiras, como:

- fornecendo um aviso prévio de possíveis mudanças na taxa de corrosão


- tendência de mudanças nos parâmetros do processo e o efeito correspondente na corrosividade
- monitorar a eficácia dos meios de prevenção de corrosão implementados, como, por exemplo, a inibição química.

Monitoramento da corrosão externa - Os dutos são protegidos da corrosão externa por revestimentos (primário
meios de proteção) e proteção catódica (meios de proteção secundários). A proteção catódica é tipicamente
feito usando ânodos de sacrifício para dutos submarinos e corrente impressa para dutos terrestres. Visual

Prática recomendada - DNVGL-RP-F116. Edição de maio de 2017 Página 48

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a inspeção é realizada regularmente para detectar danos no revestimento. O monitoramento de ânodos galvânicos é feito
por exemplo, medição do potencial anódico e saída de corrente ou medição do campo elétrico, consulte o App.C
[C.4.1] .
Monitoramento de corrosão e erosão interna - Técnicas de monitoramento para monitoramento de corrosão e areia
gestão são normalmente:

- sondas de monitoramento:

- sondas de resistência elétrica (ER)


- cupons de perda de peso
- sondas de resistência de polarização linear (LPR)
- sondas de hidrogênio.

Nota:

Como as sondas ER, LPR e cupons de perda de peso normalmente estão localizados na parte superior, o valor das gravações é discutido.
No entanto, as gravações de tais sondas permitirão ao Operador a tendência de quaisquer mudanças importantes na corrosividade do meio e

portanto, a probabilidade de ocorrer uma taxa de corrosão uniforme aumentada. Não será capaz de divulgar ataques de corrosão locais.

- spools do método de assinatura de campo (FSM) localizados em pontos baixos para medir a corrosão local

- amostragem

- amostras de detritos coletados por limpeza em execução ou porcos raspadores

- amostras do fluido.

- dispositivos de monitoramento de areia (por exemplo, sondas de detecção e monitoramento de areia, detectores acústicos não intrusivos).

--- fim --- de --- nota ---

O monitoramento da corrosão interna é descrito em mais detalhes no App.C [C.4.4]


Monitoramento de corrente e vibração - As correntes perto do fundo do mar podem ser monitoradas para controlar a probabilidade de
limpeza ou movimento do duto, enquanto os sistemas de monitoramento de vibração podem ser instalados em conexão com
freespans para monitorar vibrações induzidas por vórtice (VIV) ou vibrações causadas por correntes.
Os sistemas de monitoramento de vibração são tipicamente pacotes de sensores de braçadeira que são fixados à tubulação regularmente
intervalos para registrar vibrações, por exemplo, nas três direções axiais.
Monitoramento do tráfego de navios e atividades de pesca - Dados de rastreamento das localizações e movimentos dos navios e
navios de pesca devem ser solicitados para partes vulneráveis do oleoduto (por exemplo, não projetados para capacidade de transbordo,
áreas de alto risco).
Detecção de vazamento - A detecção de vazamento na forma de monitoramento de fluxo ou sistemas externos de detecção de vazamento é essencial em
a fim de detectar qualquer vazamento em um estágio inicial.
A prática da indústria mostra que o monitoramento de massa / fluxo e o monitoramento de queda de pressão são os mais comumente usados
método para detectar vazamentos (ou ruptura) de uma tubulação, enquanto os dispositivos externos como sensores pontuais são mais
comumente usado para equipamentos submarinos como modelos e manifolds para medir vazamentos, por exemplo, de válvulas.
App.D fornece uma breve visão geral de diferentes tecnologias adequadas como sistemas de detecção de vazamento para submarinos

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pipelines. Comentários curtos sobre se os sistemas de detecção de vazamento são adequados para dutos terrestres também são
dado.

5.3.3 Revisão dos dados de monitoramento


Os resultados das atividades de monitoramento devem ser avaliados pelo menos anualmente. Revisão mais frequente
pode ser apropriado na fase operacional inicial. A revisão deve considerar pelo menos:

- que todas as atividades de monitoramento planejadas foram realizadas e de acordo com as especificações
- que os dados de monitoramento estão dentro do envelope do projeto, e se não, certifique-se de que os desvios foram
tratado de acordo com os procedimentos relevantes
- uma avaliação de alto nível dos resultados do monitoramento com possível impacto na avaliação de integridade
- recomendações para avaliação adicional, conforme necessário.

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5.4 Teste

5.4.1 Teste de pressão


Teste de pressão do sistema - o teste de pressão pode ser usado para demonstrar a resistência de uma tubulação. Esta
O método de avaliação de integridade pode ser um teste de resistência e um teste de vazamento.
O teste de pressão do sistema pode ser necessário quando:

- o teste de pressão do moinho original ou teste de pressão do sistema não satisfaz os requisitos de acordo com o
padrão de design no caso de, por exemplo, uma nova pressão de design (ou seja, requalificação)
- uma parte significativa da tubulação não foi testada quanto à pressão do sistema, por exemplo, novas seções da tubulação como parte do
uma campanha de modificação ou reparo
- como uma alternativa para documentar a condição atual do sistema de dutos em caso de inspeções gerais
técnicas não podem ser utilizadas para inspecionar a condição interna ou externa da tubulação.

Existem limitações associadas ao teste de pressão quando aplicado após a tubulação estar em serviço por
vários anos. Normalmente, são:

- o método não fornece nenhuma informação sobre a profundidade ou localização de falhas subcríticas
- o método não verifica se os critérios de aceitação são atendidos (por exemplo, espessura da parede)
- normalmente exige que o pipeline seja retirado de serviço para o teste
- pode ser um desafio remover a água da tubulação após um teste de pressão hidrostática. Tal
a água residual teria o potencial de iniciar a corrosão interna.

ASME B31.8 e DNVGL-ST-F101 fornecem requisitos para a execução de um teste de pressão.


Teste hidrostático - O teste hidrostático requer que a água dentro da tubulação seja pressurizada além do
pressão máxima de operação e mantida para determinar se há vazamentos. Muito além do
pressão máxima de operação e por quanto tempo depende do código de tubulação governante (consulte ASME B31.8 e
DNVGL-ST-F101). A integridade operacional das soldas e do tubo é demonstrada se o teste hidrostático for
passou com sucesso (no momento do teste).
O teste de pressão hidrostática requer procedimentos detalhados para o tratamento da água a ser usada no
teste de pressão e secagem do sistema de tubulação subsequente ao teste são desenvolvidos e aprovados antes
para o início do teste de pressão.
Teste de gás ou mídia
Gás: O teste de pressão com um gás inerte ou com o meio de fluxo produzido ou processado também é possível.
O teste com gás pode aumentar a probabilidade de uma ruptura em vez de um vazamento, caso ocorra uma falha durante o
teste. Por esse motivo, o teste de gás costuma ser limitado a pequenos comprimentos de tubo.
Mídia: teste de pressão para demonstrar a integridade de uma linha com a mídia fluida produzida ou processada
pode ser atraente se a probabilidade de falha do teste for pequena. Ao testar com o meio de fluxo, algum gás
pode ser usado para aumentar a pressão. Há um risco aumentado de ruptura quando volumes significativos de gás
é requerido.
Teste de fechamento - além do teste de pressão elevada, às vezes são usados testes de vazamento de fechamento. Durante tal
um teste, a pressão é fechada pelo tempo necessário para detectar um vazamento de um determinado tamanho (taxa de vazamento). Testes de fechamento
são mais comuns em linhas de líquido, onde os vazamentos são geralmente mais fáceis de registrar, desde que a mídia seja (quase)
incompressível. Longos tempos de espera são necessários para testes de fechamento para pequenos vazamentos.
Limitações do teste de pressão - Há preocupações de que qualquer teste de pressão elevada pode permitir subcrítico
imperfeições e rachaduras na tubulação para aumentar de tamanho; e, consequentemente, falhará subsequentemente sob uma pressão abaixo
a pressão de teste. Nestes casos, a linha é exposta por um curto período de tempo a um pico de pressão acima do usado
durante o resto do teste. O pico de pressão tem como objetivo remover quaisquer falhas quase críticas que possam crescer
durante o período de espera subsequente a uma pressão mais baixa.
Uma limitação do teste de pressão é que ele não fornece informações sobre a localização ou mesmo a existência de sub
falhas críticas. O tempo necessário para uma falha sub-crítica crescer até dimensões críticas aumenta conforme a proporção de

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teste de pressão para aumentar a pressão de operação. Em baixas pressões de teste (ou seja, perto da pressão de operação), pouco
ou nenhuma margem de segurança é fornecida.

5.4.2 Teste de equipamentos de segurança


Para o teste de equipamentos de segurança, os padrões e códigos apropriados (usados como base para o projeto) devem ser
utilizado. Muitos projetos são baseados, por exemplo, no IEC 61508 / IEC 61511 (sistemas instrumentados de segurança).

5.4.3 Equipamento de segurança - intervalo de teste de acordo com os requisitos da autoridade


Os requisitos para os intervalos de teste fornecidos pelas respectivas autoridades também devem ser cumpridos.

5.4.4 Revisão dos resultados do teste


Uma revisão do plano de teste deve ser feita anualmente para garantir que o teste planejado foi
conduzidas e que os resultados delas sejam levados em consideração.

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SEÇÃO 6 AVALIAÇÃO DE INTEGRIDADE

6.1 Geral
As avaliações de integridade podem ser divididas em:

- avaliações de corrosão cobrindo corrosão interna e externa


- avaliações mecânicas cobrindo, por exemplo, fadiga em vãos livres, fadiga em fivelas, causando deslocamento
danos, deslocamento causando sobrecarga, danos de terceiros causando tensões extremas.

6.1.1 Avaliação de integridade devido a eventos não planejados

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Quando um dano ou anormalidade potencialmente inaceitável é observado ou detectado, uma avaliação de integridade
deve ser realizado e deve incluir uma avaliação completa do dano / anormalidade e a possível
impacto na segurança para operação futura do oleoduto.
Os detalhes do dano / anomalia devem ser quantificados tomando a precisão e as incertezas das medições
consideração, e a (s) causa (s) devem ser identificadas. Inspeção, monitoramento e testes adicionais podem
ser necessário.
As informações necessárias devem ser relatadas como entrada para a avaliação de risco atualizada, onde os planos gerais com
em relação a qualquer mitigação, intervenção e reparos são desenvolvidos.

6.1.2 Operação temporária de sistemas de tubulação danificados


Sistemas de dutos com danos / anomalias inaceitáveis podem ser operados temporariamente sob o projeto
condições ou condições operacionais reduzidas até que o defeito seja removido ou o reparo seja executado.
Deve, no entanto, ser documentado que a integridade da tubulação e o nível de segurança específico são mantidos, o que
pode incluir condições operacionais reduzidas e / ou precauções temporárias. Se o pipeline não puder ser reparado,
ele deve ser formalmente reduzido antes da operação contínua.

6.1.3 Avaliações de integridade planejadas


Os programas de gestão de integridade desenvolvidos pela avaliação de risco e planejamento de IM devem determinar
a necessidade de avaliações de integridade planejadas (não necessariamente iniciadas pela descoberta imprevista de um
defeito potencialmente inaceitável).

6.1.4 Visão geral dos códigos de avaliação disponíveis


Uma visão geral dos códigos disponíveis relevantes deve ser fornecida pelo programa de gerenciamento de integridade.
Uma visão geral dos códigos de avaliação disponíveis para os danos / anomalias mais comuns é fornecida na Tabela 6-1 .
Para avaliação da flambagem global, referência também é dado a App.B . Para corrosão interna e externa,
referência é também dada a App.C .

6.1.5 Base para avaliação de integridade


O processo de avaliação de integridade deve ser baseado em dados históricos.
A Figura 6-1 dá um exemplo das diferentes atividades que produzem os dados necessários para a avaliação de integridade.
Os dados obtidos a partir de tais atividades devem ser devidamente documentados para garantir a rastreabilidade e permitir
tendendo.

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6.2 Tubulações não pigmentáveis


Tubulações não pigmentáveis são aquelas que não permitem a passagem de uma ferramenta de inspeção padrão. A razão para
não ser pigável pode ser: variações no diâmetro do tubo, válvulas sobredimensionadas ou sobredimensionadas, raio curto ou mitrado
curvas, seções de reparo em um tamanho diferente, sem lançador / receptor permanente de pig ou possibilidades de conexão
de lançador / receptor temporário. Tubulações não pigmentáveis estão sujeitas a avaliações separadas e alternativas
métodos e não são cobertos aqui.

Tabela 6-1 Visão geral de danos / anomalias vs. códigos de avaliação

Código / diretriz de dano / anomalia Comente

Perda de metal DNVGL-ST-F101 Pipelines corroídos

ASME B31.G Incluindo a edição modificada

PDAM Resume os métodos mais comuns

Dente DNVGL-ST-F101 Critérios de aceitação e profundidade de dente permitida

DNVGL-RP-F113 Reparo de tubulação

DNVGL-RP-C203 Fadiga

EPRG / PDAM *)

Crack DNV-ST-F101 São necessárias análises ECA detalhadas

DNVGL-RP-F113 Reparo de tubulação

BS-7910 Guia sobre métodos para avaliar a aceitabilidade de falhas em metal


estruturas

PDAM

Goiva PDAM

Vão livre DNVGL-RP-F105 Pipelines de abrangência livre

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DNVGL-RP-C203 Fadiga

Fivela local DNVGL-ST-F101 Critérios de aceitação

DNVGL-RP-F113 Reparo de tubulação

Fivela global DNVGL-RP-F110 Flambagem global de oleodutos submarinos

Germanischer Regras para Classificação e Construção - III Tecnologia Offshore - Parte 4 -


Lloyd Dutos e risers submarinos, edição de 1995

Exposição DNVGL-RP-F107 Proteção de tubulação

Deslocamento DNVGL-ST-F101 Expansão

DNVGL-RP-F109 Estabilidade no fundo


DNVGL-RP-F110 Flambagem global de oleodutos submarinos

Danos no revestimento DNVGL-RP-F102 Reparo de revestimento

Dano no ânodo DNVGL-RP-F103 Proteção catódica

*) consulte a Seção 1 [1.4.4] .

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Figura 6-1 Exemplo ilustrando as diferentes atividades em que consiste a avaliação de integridade

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SEÇÃO 7 MITIGAÇÃO, INTERVENÇÃO E REPARO

7.1 Geral
Os requisitos gerais relacionados à mitigação, intervenção e reparo são fornecidos na Seção 11 da DNVGL-ST-F101.
Geralmente, as atividades principais são:

- planejamento detalhado da operação


- qualificação de tecnologia se necessário. Em alguns casos, pode haver necessidade de qualificação de tecnologia de
tais atividades antes da execução. Isso pode ser, por exemplo, a qualificação de ferramentas de intervenção, a qualificação de um
grampo de reparo ou de novo produto químico.
- mobilização
- execução da operação que incluirá transporte para o local, atividades de segurança, coordenação
atividades, reuniões, testes, exercícios, conclusão, END e testes, desmobilização e atividades de encerramento,
etc.
- documentação.

Mitigação
As atividades de mitigação são principalmente medidas relacionadas às condições internas do duto. Meios típicos de
as atividades mitigadoras são:

- restrição em parâmetros operacionais, como MAOP, temperatura de entrada, taxa de fluxo e número de dados
amplitudes destes (por exemplo, desligamentos). Tais restrições podem ter impacto sobre o valor do ponto de ajuste para o
sistema de proteção de pressão ou o sistema de regulagem de pressão.
- uso de produtos químicos a fim de mitigar a taxa de corrosão, melhorar o fluxo, reduzir a incrustação, evitar hidratar
formação.
- pigging de manutenção com o objetivo de remover incrustações, depósitos, líquido acumulado nas curvas de curvatura. Maio
também inclui aumento temporário da taxa de fluxo para liberar líquido ou partículas locais acumuladas.

Intervenção
As atividades de intervenção em dutos são principalmente ações relacionadas à interação do leito marinho com dutos externos e
condições de suporte. A intervenção do pipeline é normalmente usada para controlar:

- expansão axial térmica causando flambagem lateral ou turbulenta,


- na estabilidade do fundo,
- proteção contra danos de terceiros
- para fornecer isolamento térmico
- para reduzir o comprimento do vão livre e intervalos.
- Os meios típicos de intervenção são:

- despejo de rochas
- proteções de dutos contra terceiros (colchões, bolsas de argamassa, estruturas de proteção, cobertura de cascalho)
- abertura de valas.

Reparar
Reparo de dutos são principalmente ações com o objetivo de restaurar a conformidade com os requisitos relacionados a
funcionalidade, integridade estrutural e / ou contenção de pressão do sistema de tubulação. O mais adequado
método para reparo de oleoduto depende da extensão e mecanismo do dano, material do tubo, tubo
dimensão, localização do dano, condição de carga, pressão e temperatura.
O objetivo de um reparo é restaurar o nível de segurança da tubulação, reforçando a seção danificada ou para substituir
a seção danificada. Um reparo pode ser temporário ou permanente; dependendo da extensão do dano.
Um reparo temporário pode ser aceitável até que o reparo permanente possa ser realizado.
Os seguintes métodos de reparo podem ser usados:

- a parte danificada do tubo é cortada e um novo carretel de tubo é instalado por soldagem ou por um
conector mecânico.

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- reparo local pela instalação de grampos de reparo externamente na tubulação. O tipo e funcional
a exigência da braçadeira de reparo depende do mecanismo de dano a ser reparado. Abraçadeiras estruturais são
qualificado para acomodar a carga axial e radial da parede do tubo especificada, enquanto as braçadeiras de vazamento fornecem vedação
em caso de vazamento dentro da pinça.

Flanges com vazamento e acoplamentos podem ser vedados instalando:

- uma braçadeira de vedação cobrindo o flange com vazamento

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- instalar um novo acoplamento
- aumentando a pré-carga do parafuso
- substituição de juntas e vedações.

7.1.1 Reparo temporário


Em caso de reparo temporário, deve ser documentado que a integridade da tubulação e o nível de segurança são
mantido pelo próprio reparo temporário e / ou em combinação com outras precauções (por exemplo, reduzido
pressão ou vazão).

7.1.2 Pré-carregamento de parafusos


Antes de aumentar a pré-carga nos parafusos, deve ser documentado por cálculo que nenhum excesso de tensão ocorre
em parafusos, flange ou gaxeta e vedações. No caso de a pré-carga nos parafusos ser removida, por exemplo, devido à mudança de
junta, novos parafusos devem ser usados para a conexão do flange.

7.1.3 Qualificação de grampos de reparo, luvas, carretéis de tubos e mecânicos


conectores
Todos os grampos de reparo, luvas, carretéis de tubos e conectores mecânicos devem ser qualificados para governar o projeto
instalações e códigos antes da instalação e teste de vazamento após a instalação.
Para obter orientação sobre reparo submarino de dutos, é feita referência ao DNVGL-RP-F113 Reparo Submarino de Dutos , que
fornece a descrição de diferentes equipamentos e ferramentas de reparo de dutos, sua aplicação, princípios de qualificação
a ser usado, forças de interação de pipeline a serem projetadas, princípios e diretrizes de design, requisitos
relacionados à vedação mecânica, soldagem hiperbárica, filosofia de teste relevante para as diferentes fases de reparo
requisitos de qualificação e documentação do equipamento. Diretrizes de design e qualificação para hot tap
acessórios e aplicações de plugue também são fornecidos em DNVGL-RP-F113.

7.1.4 Efeito das atividades de mitigação, intervenção e reparo no nível de segurança


Atividades de mitigação, intervenção e reparo não devem prejudicar o nível de segurança do sistema de dutos abaixo
o nível de segurança especificado, conforme definido no projeto. Veja também a Seção 3 [3.1.2] .

7.1.5 Execução de acordo com os procedimentos


Todas as mitigações, intervenções e reparos devem ser realizados por pessoal experiente e qualificado em
de acordo com os procedimentos acordados.
A intervenção pode introduzir nova restrição ao sistema, que deve ser avaliada e aprovada pelos responsáveis
disciplinas antes da iniciação. Aspectos típicos a serem avaliados são 3 rd protecção partido, a integridade dos dutos com o
novas restrições e cenários de carga e proteção contra corrosão.

7.1.6 Teste de acordo com o procedimento


Todas as intervenções e reparos devem ser verificados / testados e inspecionados por pessoal experiente e qualificado
de acordo com os procedimentos acordados. Pessoal NDT, equipamentos, métodos e critérios de aceitação devem
ser acordado de acordo com padrões e códigos apropriados.

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DNVGL-RP-F113 descreve tal procedimento para qualificar a integridade e funcionalidade de uma seção reparada -
incluindo, por exemplo, procedimentos de END, testes de vazamento locais através de portas de teste, registro de parâmetros governantes (parafuso
nível de pré-tensão, parâmetros de soldagem).
A necessidade de teste de pressão do sistema após a conclusão de uma operação de reparo depende do código de projeto governante,
requisitos da empresa e a qualificação do método de reparo.

7.2 Planejamento detalhado


O planejamento detalhado normalmente inclui:

- uma definição detalhada do escopo do trabalho


- se necessário, a especificação detalhada das ações / métodos selecionados deve ser concluída. Isso vai depender
sobre a mitigação, intervenção e estratégia de reparo fornecida pela avaliação de risco e o planejamento de IM
atividade
- preparação de procedimentos detalhados para a operação
- estabelecimento de responsabilidades e linhas de comunicação entre as partes envolvidas
- realizar atividades de gestão de risco
- estabelecimento de planos de mobilização da atividade de intervenção e reparação
- logística e coordenação
- realizar a reparação ou intervenção
- Teste de NDT e vazamento, se aplicável
- documentação da operação
- comunicar o status da operação à revisão de riscos e à atividade de desenvolvimento de estratégia.

7.2.1 Regulamentos de autoridade


O planejamento detalhado deve levar em consideração os regulamentos das autoridades relevantes e as condições de licença do duto
especificamente relacionado com notificações de atividades de mitigação, intervenção e reparação.

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7.2.2 Objetivo claro de uma ação específica


O propósito de uma ação ou operação específica deve ser claramente estabelecido antes de qualquer planejamento detalhado. Esta
normalmente é realizada como parte do desenvolvimento de estratégias de mitigação, intervenção e reparo.

7.2.3 Gestão de risco com relação à mitigação, intervenção e reparo


As recomendações com relação à gestão de risco podem ser encontradas em:

- DNVGL-RP-F107 Avaliação de risco de proteção de dutos


- DNVGL-RP-H101 Gestão de risco em operações marítimas e submarinas
- Diretrizes sobre ferramentas e técnicas para identificação de perigos e avaliação de risco podem ser encontradas em
ISO-17776.

Aspectos típicos a serem considerados em relação à gestão de risco:

- envelopes de operação durante a operação (por exemplo, para executar durante a condição de calor ou frio)
- risco de 3 rd danos partido da própria operação
- HAZOP para as diferentes partes da ação / operação
- consequências potenciais da ação / operação para o sistema geral de dutos.

DNVGL-RP-F107 A avaliação de risco da proteção do duto fornece uma abordagem baseada em risco para avaliar o duto
proteção contra cargas externas acidentais. São fornecidas recomendações para a capacidade de danos dos dutos
e medidas alternativas de proteção e avaliação da frequência e conseqüência dos danos.

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7.2.4 Procedimentos detalhados


A execução de atividades de mitigação, intervenções e operações de reparo podem ser complexas. Procedimentos detalhados
deve, portanto, ser preparado.
Isso é ilustrado pela sequência típica de atividades envolvidas em um reparo de substituição de seção de oleoduto
Operação:

- esvaziar ou isolar o local com plugues de isolamento


- intervenção no fundo do mar (por exemplo, escavação, enchimento de cascalho), para acesso e para fornecer condição de suporte estável para
suporte de dutos e ferramentas de alinhamento
- corte e remoção de peso e revestimento de corrosão
- limpeza, inspeção visual próxima e NDT de dano, conforme necessário
- restringir e apoiar a tubulação antes do corte (por exemplo, por quadros H)
- corte e remoção da seção danificada
- inspeção detalhada em terra da seção danificada
- preparação e inspeção das extremidades do tubo no fundo do mar, para cumprir as especificações da ferramenta de reparo
- instalação de nova seção de tubulação e conexão das extremidades após o alinhamento necessário pelo uso do reparo
ferramenta. (Procedimento de operação marítima necessário, por exemplo, elementos de flutuação, levantamento do fundo do mar ou levantamento
assistência da embarcação de apoio, ferramentas de amarração e alinhamento, estrutura de montagem e se houver habitats de soldagem)
- recuperação de ferramentas e equipamentos de instalação
- comissionamento da operação de reparo (por exemplo, NDT, teste de vazamento)
- protecção de secção ao longo reparado (por exemplo, sacos de cobertura, cascalho ou colchões) contra 3 rd interferência partido
- teste de pressão.

Para operações de reparo, os procedimentos detalhados devem incluir normalmente:

- procedimentos de projeto que definem a organização do projeto de reparo, as funções, responsabilidades e linhas de comunicação
entre todas as partes envolvidas
- procedimentos para esvaziar e limpar a tubulação antes do corte da seção do tubo
- planos de preparação para emergências para a operação
- procedimentos para intervenções no fundo do mar
- procedimento para operação marítima necessária, incluindo restrições relacionadas à janela de tempo
- procedimentos de reparo de dutos
- Procedimentos de teste de END e vazamento
- procedimentos para a protecção do local de reparação contra 3 rd cargas do partido.

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APÊNDICE A ESTATÍSTICAS DO PIPELINE

A.1 Objetivo
Os dados estatísticos sobre os incidentes relatados no Mar do Norte e no Golfo do México foram analisados e
comparados a fim de descobrir as principais causas das falhas. As estatísticas incluem apenas dutos de aço relacionados a
linhas de aço rígidas, isto é, dutos flexíveis não estão incluídos.

A.2 Introdução
Os gráficos estatísticos apresentados para os incidentes no Mar do Norte são baseados em PARLOC 2001/1 / , que é um
relatório abrangente feito pelo The Institute of Petroleum, UKOOA e HSE, UK. Um total de 1.069 linhas de aço
operam no Mar do Norte. Os dados sobre falhas em oleodutos no Golfo do México são baseados em um técnico DNV GL
relatório sobre avaliação de risco / 2 / . Os comprimentos dos oleodutos no Golfo do México são 32 447 km e 50% de
os dutos são pigáveis, enquanto apenas 5% são pigmentáveis inteligentes.
Os dados estatísticos são agrupados em incidentes com e sem vazamento. A falha mais relatada é causada por
corrosão com 27% de incidentes relatados no Mar do Norte e 40% no Golfo do México. 85% e 45% do
Os problemas de corrosão no Golfo do México e no Mar do Norte, respectivamente, estão relacionados à corrosão interna. Dentro
acessórios de adição, falhas de flanges e válvulas são um grande problema.

A.3 Resultados e discussões


É relatado 1.069 linhas de aço operando no Mar do Norte e um total de 65 incidentes que resultaram em um
vazamentos foram relatados entre os anos de 1971 a 2001. As causas dos incidentes podem ser vistas em
um diagrama de setor na Figura A-1 . Como pode ser deduzido da figura, 40% dos acidentes foram relacionados a
corrosão que novamente pode ser dividida em corrosão externa e interna, com 7 e 14 incidentes respectivamente.
Cinco incidentes não foram especificados e, portanto, foram relatados como desconhecidos. 17 incidentes foram relacionados a
âncora (12%) e danos por impacto (14%). A pesca de arrasto é a principal causa dos impactos e estava principalmente localizada em
área da linha média, enquanto os danos de ancoragem causados por navios e barcos de abastecimento foram localizados na área de segurança
zona. Os danos materiais foram relacionados a defeitos de solda e aço. Sem dados sobre incidentes relacionados a vazamentos
no Golfo do México foram relatados.

Figura A-1 Incidentes operacionais em dutos de aço resultando em vazamentos no Mar do Norte / 1 /. *)

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*) Incidentes relacionados a ferragens não estão incluídos. Incidentes comparados com incidentes de pipelines resultando em

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o vazamento é de apenas 7% e, portanto, não é a falha dominante do duto.
Incidentes de corrosão são a principal causa de falhas em dutos de aço e a Figura A-2 fornece uma visão geral do
oleodutos onde se localizavam os diferentes tipos de incidentes de corrosão. A maior frequência de externo
incidentes de corrosão ocorreram nos risers na zona de respingo, enquanto a maioria das falhas de corrosão interna
estavam localizados na linha média dos dutos de aço. Os incidentes de corrosão desconhecidos são distribuídos aleatoriamente
ao longo dos oleodutos.

Figura A-2 Localização de falhas de corrosão em dutos de aço / 1 /

As distribuições de porcentagem de falhas em dutos com e sem vazamento são mostradas na Figura A-3 a.
A corrosão é de grande importância quando se trata de incidentes no Mar do Norte, no entanto, é claro que o impacto
e os danos à âncora estão dominando as estatísticas. Para os incidentes do Golfo do México relacionados à corrosão,
riscos naturais e outros são as principais falhas, consulte a Figura A-3 b. Outro são as típicas falhas desconhecidas e
falhas relacionadas a conexões e flanges.

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a) Mar do Norte b) O Golfo do México

Figura A-3 Todos os incidentes relatados em porcentagem para a) Mar do Norte *) eb) Golfo do México
/1/-/2/

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*) Incidentes ligados a conexões e válvulas no Mar do Norte não estão incluídos nesta estatística, que foi
aproximadamente 30% do total de incidentes relatados.
Com base em relatórios do Mar do Norte / 1 / e do Golfo do México / 2 / alguns dos incidentes mais dominantes
estão listados abaixo:

- corrosão (interna e externa)


- impacto (pesca de arrasto, atividades de pesca)
- âncora
- outros (conexões, válvulas e causas desconhecidas)
- perigo natural (deslizamentos de terra, furacões, erosão etc.).

Para o Golfo do México, as falhas causadas por desastres naturais são as segundas mais dominantes, com 17% do total
falhas registradas. O valor dos danos relacionados à ancoragem é de apenas 6%. A razão para isso é provavelmente
porque todos os dutos no Golfo do México serão enterrados, portanto, os danos causados pelo impacto e
âncora são inferiores às do Mar do Norte.
Conforme mencionado anteriormente, a principal falha que causa danos às tubulações é a corrosão. Em um relatório técnico
produzido pela DNV GL / 2/ 40% das falhas que causaram vazamento no Golfo do México foram devido à corrosão,
onde a corrosão interna foi representada com 81%. A Figura A-4 mostra uma comparação percentual de falhas
devido à corrosão no Mar do Norte e no Golfo do México. A corrosão interna é o tipo dominante de
danos relacionados à corrosão.

A.4 Conclusões
A principal falha nos oleodutos do Mar do Norte e do Golfo do México é causada por corrosão interna. Ancoragem
e danos relacionados ao impacto não são tão dominantes no Golfo do México, provavelmente porque os oleodutos são
enterrado. Uma grande fonte de falhas são aquelas relacionadas a conexões e flanges, e até 30% dos
os incidentes no Mar do Norte estão relacionados a acessórios e flanges. No entanto, apenas 7% apresentaram vazamento. Para o Golfo de
México 10% das falhas relatadas são causadas por conexões, flanges e válvulas.

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Figura A-4 Distribuição dos diferentes tipos de danos por corrosão sem vazamentos / 1 / - / 2 /

A.5 Referências
/ 1 / PARLOC 2001: A atualização dos dados de perda de contenção para dutos offshore , 5ª edição, Mott
MacDonald Ltd (2003)

/ 2 / Relatório Técnico DNV GL: Uma Estrutura de Orientação para a Avaliação de Integridade de Offshore
Pipelines . Relatório nº 448811520, Revisão No. 2, datada de 20 de dezembro de 2006. DNV GL.

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APÊNDICE B RECOMENDAÇÕES COM RELAÇÃO A GLOBAL


BUCKLING

B.1 Introdução
Dutos, como outras construções delgadas com forças compressivas, podem se dobrar globalmente, desde que
condições. A força de compressão axial é normalmente causada pela temperatura e pressão interna (expansão
efeitos).
A flambagem global é provável quando a chamada força axial efetiva da pressão e temperatura atinge um
certo nível. Para um duto enterrado, este nível também é influenciado pela cobertura que deve ser suficientemente
forte para resistir à elevação gerada pelas forças axiais.
A flambagem global é uma ameaça que precisa ser gerenciada pelo processo de gerenciamento de integridade. Conforme descrito
no corpo principal desta prática recomendada, o processo de gestão de integridade compreende o seguinte
atividades principais:

- avaliação de risco e planejamento de IM


- Inspeção, monitoramento e teste
- avaliação de requalificação / integridade
- mitigação, intervenção e reparação.

O seguinte fornece recomendações para as diferentes partes do processo de gerenciamento de integridade com
considerar a flambagem global como uma ameaça. É aplicável principalmente para dutos rígidos.

B.2 Avaliação de risco e planejamento de gestão de integridade

B.2.1 Estabelecendo e transferindo integridade


A atividade de desenvolvimento de estratégias para as outras atividades do processo de gestão de integridade deve começar
coleta de informações relevantes o mais cedo possível na fase de conceito.
Na maioria dos casos, as avaliações relevantes para a ameaça global de flambagem já começarão a ocorrer, por exemplo
estudos de viabilidade realizados durante a fase de concepção. Com relação à flambagem global, a avaliação de risco
e a atividade de planejamento de MI deve ser iniciada pela participação em tais estudos iniciais.
Revisões de risco do sistema realizadas ao longo das fases de conceito, design e construção como parte do
o projeto de desenvolvimento também deve ser acompanhado pelo responsável pela avaliação de risco e planejamento de IM
atividade.
A avaliação de risco e a atividade de planejamento de IM devem:

- dar feedback sobre quaisquer atividades de design que afetem a flambagem global como uma ameaça
- dar feedback ao desenvolvimento de DFI resume a flambagem global como uma ameaça. Informação de
a importância particular para a transferência do projeto para a operação é apresentada na Tabela B-1 .

Tabela B-1 Registro de transferência de integridade delineado - flambagem global

INFORMAÇÕES - GERAIS

Por que o oleoduto está enterrado ou exposto.

Pesquisas realizadas

Estratégia para inspeção e monitoramento

Áreas de alto foco

Valores de referência (como temperatura de instalação, pressão, conteúdo)

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INFORMAÇÕES - GERAIS

Perfis de temperatura e pressão que refletem as condições operacionais esperadas e os valores do projeto

Limitações do projeto (como temperatura, pressão do projeto)

Suposições feitas em um projeto que precisam ser verificadas ou acompanhadas durante a operação

Parâmetros a serem seguidos e monitorados durante a operação

Códigos e regulamentos de design aplicados

Desvios do código

INFORMAÇÕES - TUBOS EXPOSTOS

Número mínimo de fivelas a serem desenvolvidas em diferentes seções do duto

Espaçamento máximo entre fivelas adjacentes

Locais, formas e tamanhos de flambagem previstos

Quando a flambagem pode ocorrer nas diferentes seções ao longo da tubulação

Áreas onde fivelas globais são aceitáveis

Áreas onde fivelas globais podem ser inaceitáveis

Modo (s) de falha de governança

Outros modos de falha potencial

Taxa de caminhada considerada no projeto, nível de alerta de caminhada, número de desligamentos completos e desligamentos curtos na base do projeto

Critérios de aceitação relacionados a diferentes modos de falha (diferentes formatos para diferentes modos de falha - como deformação,
curvatura ou flexão, tensões ou momento de flexão, deslocamento, rotações)

Meios usados para controlar o início da flambagem e o comportamento pós-flambagem (deve descrever o propósito e cronograma)

INFORMAÇÕES - TUBOS enterrados

Cobertura necessária em função do KP

Tipos de material de aterro usados e onde

Altura de preenchimento alcançada

Avaliação do potencial de flutuação do gasoduto. A flutuação pode ser iniciada por terremotos, vibrações no
pipeline ou para uma condição de conteúdo leve

Avaliação da potencial erosão do fundo do mar. As áreas reais são áreas afetadas por ondas rasas, travessias de rios, quedas de terra, etc.

B.2.2 A ameaça global de flambagem


B.2.2.1 Dutos expostos
A flambagem global (lateral) para uma tubulação exposta não é necessariamente uma falha. Seja ou não um fracasso
precisa ser estabelecido por meio de uma avaliação de condição com foco principalmente na utilização do oleoduto, mas também em
deslocamento do oleoduto (por exemplo, deslocamento do oleoduto).
O carregamento / utilização do pipeline está intimamente ligado à curvatura do pipeline. Uma curvatura acentuada
normalmente implica alta utilização. O carregamento pode ser expresso como um momento fletor [kNm], deformações no

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lado de compressão ou tração [%] ou tensões [MPa]. Os modos de falha mais relevantes que estão diretamente relacionados com
utilização / curvatura são (para mais detalhes consulte DNVGL-ST-F101 Sec.5D):

- Flambagem local; que normalmente é o modo de falha governante resultante da utilização excessiva. Local
a flambagem aparece como enrugamento ou como uma fivela local no lado compressivo da seção transversal. Local
a flambagem pode levar a ovalização excessiva e área de seção transversal reduzida. Isso significa produção reduzida,
ou até mesmo parada total da produção se, por exemplo, um porco ficar preso. Um pipeline deformado localmente não pode suportar um
aumento do momento de flexão na tubulação. Isso pode levar ao colapso do oleoduto e à parada total da produção.
- Perda de contenção; como resultado de:

- Fratura é a falha no lado tensor da seção transversal também resultante do uso excessivo.
A fratura leva a vazamento ou ruptura total, o que significa produção reduzida ou mesmo produção total
Pare.
- A fadiga de baixo ciclo pode ocorrer para ciclos de carga limitados caso cada ciclo dê deformações na região plástica;
ou seja, a utilização é excessiva em períodos. A fadiga de baixo ciclo pode levar a vazamento ou ruptura, o que significa
produção reduzida ou parada total da produção.
- O cracking por estresse induzido por hidrogênio (HISC) pode ocorrer em aços martensíticos ("13% Cr) e ferríticos-
aços austeníticos (duplex e super-duplex). Bolhas de hidrogênio livre podem criar rachaduras no aço ou
soldar em um local CP / ânodo quando o aço for exposto à água do mar e tensões da fivela.

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A utilização do pipeline não precisa ser necessariamente excessiva. HISC leva a vazamento ou furo completo
ruptura, o que significa produção reduzida ou parada total da produção. Para obter mais informações sobre HISC, consulte DNVGL-RP-F112
/3/.

Exemplos de deslocamento inaceitável são:

- deslocamento de tees em linha


- deslocamento de válvulas
- interferência com outros dutos
- interferência com outras estruturas
- derrapando nos suportes de vão livre
- elevação indesejada nas cristas
- deslocamento inaceitável do oleoduto.

B.2.2.2 Dutos enterrados


Para oleodutos enterrados, a flambagem ocorre como flambagem turbulenta que pode ou não se projetar para fora do fundo do mar
como um arco. A flambagem de oleodutos enterrados é normalmente uma condição inaceitável e é considerada
um fracasso por conta própria. Caso contrário, os mesmos modos de falha relacionados à utilização / curvatura excessiva, como para
tubulações expostas, solicite uma flambagem turbulenta. Ameaças adicionais para qualquer parte exposta podem ser:

- danos por fadiga (na tubulação de extensão livre ascendente causada por vibrações de derramamento de vórtice)
- enganchar equipamentos de pesca ou interferência com outras cargas de terceiros
- esforços excessivos e fadiga de baixo ciclo.

Sem a documentação da integridade da perturbação do oleoduto, a perturbação deve ser imediatamente


considerado um fracasso.
Para obter mais detalhes, consulte DNVGL-ST-F101 Sec.5D.
A razão para normalmente considerar a flambagem turbulenta como inaceitável é simplesmente que a maioria dos dutos enterrados
são projetados para permanecer no lugar. Isso pode ser devido a leis e regulamentos, para proteger o gasoduto contra terceiros
atividades partidárias, como interferência de redes de arrasto ou queda de objetos, para garantir a estabilidade, para evitar vãos livres, para
fins de isolamento, devido a um fundo do mar instável, para limitar a expansão do próprio oleoduto ou basicamente para evitar
o oleoduto a dobrar para cima. A experiência tem mostrado que o carregamento no oleoduto durante convulsões
pode ser criticamente alto. A avaliação das fivelas de transtorno observadas mostra tensões longitudinais na mesma ordem
quanto aos dutos durante o enrolamento, até 3-4%. Isso pode ser crítico para a própria contenção da pressão.
Assim que for tomada a decisão de enterrar uma tubulação, a cobertura / restrição lateral deve ser projetada para evitar
flambagem do oleoduto. Isso pode ser feito abrindo valas ou deixando-o no fundo do mar e, em seguida, cobrindo-o com
preenchimento natural ou artificial, consulte a Figura B-1 .

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O potencial para falha de flambagem por transtorno é normalmente mais alto quando exposto à temperatura máxima e
pressão (valores de projeto). A temperatura e a pressão criarão uma força axial efetiva de compressão no
pipeline. Qualquer desalinhamento resultará em forças no solo, perpendiculares à tubulação. Uma revolta
a fivela aparecerá no local onde as forças de elevação excedem a resistência. Portanto, as ameaças de integridade
são causados por resistência insuficiente do solo e / ou forças de expansão excessivas.

UMA B C

Pipeline aberto e naturalmente Pipeline escavado e coberto com Pipeline coberto com cascalho
preenchido cascalho (ou uma mistura de natural e despejar
cascalho)

As características do solo, as propriedades do tubo e a tecnologia de abertura de valas influenciam a uniformidade do fundo da vala, e
uma rugosidade do fundo de referência para requisitos de altura de aterro deve ser estabelecida por um levantamento. Uma trincheira
oleoduto pode ser restringido em sua configuração, por exemplo, cobrindo com despejo contínuo de cascalho (c). Isso pode ser um
escolha preferida em alguns casos. A natureza do solo, as propriedades do tubo e a tecnologia de despejo influenciam a forma e a altura
da tampa do tubo

Figura B-1 Possíveis cenários para tubulação coberta / restrita

B.2.2.3 Principais parâmetros e fatores


Os principais parâmetros e fatores estão listados abaixo:

- Força axial efetiva potencial máxima - Para tubulações submersas, o termo força axial efetiva é
normalmente aplicado. A força axial efetiva depende de: propriedades da seção transversal, propriedades do material, pressão,
temperatura, diferença de temperatura em relação à configuração e diferença de pressão interna em relação à configuração.
Os parâmetros da seção transversal (especialmente a rigidez à flexão, EI) influenciam a forma e o comprimento do
o modo de flambagem. Diâmetro aumentado e, portanto, EI aumentado, levarão a um comprimento de flambagem maior.
- Imperfeições - Os pipelines normalmente incluirão imperfeições tanto no plano vertical quanto no horizontal.
Eles são importantes ao avaliar a flambagem global, principalmente pelos dois motivos a seguir:

- O grau de imperfeição influenciará significativamente a carga de flambagem e o processo de flambagem. Com


sem ou com pequenas imperfeições, a flambagem ocorre repentinamente e com um estalo distinto por meio do comportamento. E se
imperfeições relativamente grandes são incluídas, os deslocamentos se desenvolvem mais gradualmente.

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- A forma e o tipo de imperfeição influenciarão o padrão de deslocamento da coluna de flambagem.
- Alimentação axial nas áreas empenadas - Na condição pós-flambagem, qualquer expansão adicional da tubulação irá
ser alimentado axialmente em direção ao local de flambagem e a fivela se ajustará de acordo. A alimentação axial é
portanto, um parâmetro crucial para o comportamento pós-flambagem como momento de flexão / deformação e lateral
o deslocamento aumentará com o aumento da alimentação axial. Os parâmetros governantes em relação à alimentação axial
são a temperatura e a pressão interna e o padrão de flambagem (distância entre as fivelas).

- Resistência lateral - A resistência lateral é o produto do peso submerso e da fricção lateral. Para um dado
alimentação axial, alta resistência lateral tende a dar modo de flambagem de formato estreito com alta correspondente
momento fletor no ápice. A baixa resistência lateral dá uma forma de modo de flambagem mais ampla e menor flexão
momento.

- Resistência axial - O produto do peso submerso e do atrito axial. A resistência axial não influencia
a resposta na fivela diretamente. Mas, uma vez que a resposta axial afeta o feed-in axial e o global
padrão de flambagem (distância entre cada fivela), o parâmetro pode ser importante. Grande resistência axial

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irá desencadear relativamente muitos locais de flambagem. Muitos locais de flambagem são normalmente benéficos (o total
a expansão axial pode ser compartilhada por muitas fivelas).

- Resistência vertical (flambagem sob tensão) - a resistência fornecida pela tampa.

- Interação tubo-solo - Os parâmetros de interação tubo-solo são em geral muito importantes na avaliação
flambagem global de dutos. Aqui, a interação tubo-solo é indiretamente incluída via axial e lateral
resistência.

- Utilização do arco - alta utilização na direção do arco (devido à alta pressão interna ou alta relação D / t) tende a
diminua o momento de flexão permitido.

- Corrosão - Qualquer corrosão significativa diminuirá o momento de flexão permitido.

- Efeito de condições operacionais variáveis - Carregamento cíclico, por exemplo, devido a repetidas partidas e paradas.
Normalmente, as condições operacionais variáveis têm um efeito limitado nas linhas não suscetíveis à flambagem. Para linhas
que são suscetíveis a flambagem, o carregamento cíclico pode influenciar o comportamento do duto significativamente:

- O carregamento cíclico pode levar à fadiga / fadiga de ciclo baixo ou catraca.


- Vãos livres longos em condição de desligamento - Linhas de diâmetro menor são mais sensíveis a este efeito do que
linhas com diâmetros maiores. Vãos livres longos podem ser expostos a VIV / fadiga. Além disso, a probabilidade
para cargas de terceiros pode aumentar (por exemplo, da interferência da rede de arrasto).
- Grande deslocamento indesejado ou empenamento em locais indesejados - Ciclos de carga repetidos normalmente
causar uma mudança na configuração de flambagem. Em comparação com a 1ª vez de flambagem, a flambagem lateral
a forma modal tende a ser mais larga após alguns ciclos. Embora isso leve a um momento de flexão reduzido /
tensão axial no ápice, uma forma modal mais ampla também levará a um aumento e possivelmente indesejáveis
deslocamentos. Também pode haver casos em que mudanças mais significativas ocorrem após alguns ciclos, por exemplo
ocorrem novos locais de flambagem possivelmente indesejados.

- Fim da expansão. Uma tubulação tende a se expandir em direção às suas extremidades devido ao aumento da pressão e da temperatura.
A expansão excessiva da extremidade pode causar alta deformação indesejada das terminações das extremidades, em bobinas rígidas,
caudas flexíveis, bases riser etc.

- A movimentação do oleoduto é uma denotação para uma situação em que o oleoduto muda globalmente de posição no eixo
direção. A movimentação do oleoduto está relacionada à temperatura transitória durante o início do oleoduto e:

- limitou a ancoragem na direção axial, ou


- fica em uma encosta, ou
- é puxado em uma extremidade, como a tensão de um riser catenário de aço.

A movimentação do oleoduto também pode ser um problema para um oleoduto com fivelas globais com ancoragem axial limitada em
entre duas fivelas adjacentes.

B.3 Inspeção, monitoramento e teste

B.3.1 Inspeção
A configuração de um duto de flambagem global normalmente mudará com as condições operacionais e mais
Tempo. A condição de flambagem global deve ser avaliada com foco principalmente na utilização do duto, mas também em
deslocamento da tubulação - ver [B.2.2] . A inspeção é a principal ferramenta para estabelecer as informações necessárias
necessário.

B.3.1.1 Recomendações gerais

- O objetivo principal do levantamento deve ser identificar fivelas globais e definir sua curvatura.
- Realizar uma pesquisa antes que a tubulação seja testada sob pressão, e outra pesquisa antes que a tubulação seja colocada
operação (consulte DNVGL-ST-F101 com relação ao levantamento executado e construído).
- Faça inspeções regulares em relação à flambagem global. Observe que as inspeções são frequentemente mais
frequente nos primeiros anos de operação.

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- Monitorar e relatar as condições operacionais antes e durante essas pesquisas. O período de monitoramento
deve começar 48 horas antes da pesquisa. Para obter mais informações sobre os parâmetros de monitoramento, consulte [B.3.2] .
- Documentar se a configuração relatada está relacionada à posição da embarcação de pesquisa ou do
pipeline.
- A precisão inerente e alcançada do levantamento deve ser registrada.
- A calibração do equipamento de pesquisa é importante em todos os casos e deve ser documentada.

B.3.1.2 Recomendações específicas para tubulações expostas

- Pesquisas de um gasoduto exposto com potencial de flambagem global devem se concentrar em abordar o
configuração do duto tanto no plano horizontal quanto no plano vertical.
- A configuração do gasoduto deve ser dada preferencialmente em conjunto com o fundo do mar.
- A posição de quaisquer bermas também deve ser identificada ao longo da rota do oleoduto em relação ao oleoduto
posição.

B.3.1.3 Recomendações específicas para dutos enterrados

- A (s) pesquisa (ões) realizada (s) na tubulação instalada e / ou como valada e usada como base para
projetar a cobertura necessária deve ser considerado como a (s) pesquisa (ões) de referência.
- Ser capaz de documentar totalmente a integridade de um oleoduto enterrado, tanto a configuração do oleoduto quanto o
altura da tampa deve ser medida.

B.3.1.4 Recomendações com relação ao desenvolvimento de estratégias e planos para inspeção

- O planejamento da inspeção deve refletir o desenvolvimento de longo prazo da temperatura e pressão na tubulação.
- Uma tubulação com condições operacionais crescentes pode exigir inspeção frequente, enquanto uma tubulação com
condições operacionais decrescentes, o primeiro ano de operação é o mais crítico, exigindo a maior parte do
atenção.
- Embora os dutos enterrados sejam projetados para permanecer no lugar, diferentes processos podem afetar a estabilidade:

- fluência nos solos devido a variações nas condições operacionais


- processo de erosão reduzindo a cobertura.

- Eventos / fatores que podem afetar a inspeção planejada e não planejada podem ser:

- grandes variações nas condições operacionais


- excedendo as condições de projeto
- enganchar por meio de rede de arrasto ou interferência de âncora / ancoragem de emergência
- tempestade, furacões, ondas de tempestade ou inundações da foz do rio que podem causar erosão
- terremotos
- subsidência.

B.3.1.5 Ferramentas de inspeção


Uma inspeção é normalmente realizada por meio de pesquisas de ROV externas (por exemplo, perfilador cruzado, feixe múltiplo e
rastreador de tubos). Outras soluções de pesquisa externas também podem ser aplicadas (consulte o Apêndice E [E.1.1] ). Algum externo
ferramentas de pesquisa têm limitações de alcance. Dutos enterrados profundamente no solo podem, por exemplo, não ser capazes de ser inspecionados
usando técnicas de levantamento da superfície do fundo do mar. Pesquisas de alta precisão geralmente são recomendadas quando globais
a flambagem pode ser inaceitável.
Ferramentas de alta qualidade como geo-pigs podem fornecer medições precisas da configuração, mas a pesquisa pode
têm valor limitado, a menos que possa ser vinculado à topologia do fundo do mar e / ou à cobertura do solo.
O levantamento de um duto enterrado pode ser realizado aplicando-se diferentes técnicas, dependendo da inspeção
filosofia. Para tubulações com alta temperatura e pressão, uma falha de flambagem de turbulência provavelmente
resultar em um arco subindo do fundo do mar. Para este caso, inspeções visuais, sonar de varredura lateral e semelhantes
métodos podem revelar uma falha de flambagem turbulenta. Em alguns solos, podem ocorrer efeitos de fluência, ou seja, o gasoduto pode
mudar sua posição devido a carregamentos cíclicos. Este pode ser o caso de tubulações de baixa temperatura e pressão. Tal
casos exigiriam técnicas de pesquisa mais abrangentes.

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O deslocamento da tubulação pode ser medido através de marcas (referência) no fundo do mar, como estacas ou
rochas. Tais métodos podem ser cruciais para medir o deslocamento axial, como deslocamentos finais, alimentação
em fivelas globais ou em oleodutos. Para alguns dutos expostos, marcas de derrapagem podem ser visíveis no
solo oceânico. Essas marcas podem fornecer uma medida das mudanças nas condições operacionais. Processos de erosão ou solo
assentamentos podem apagar marcas no solo ao longo do tempo.

B.3.2 Monitoramento
Durante a operação, os seguintes parâmetros-chave devem ser monitorados:

- temperatura e pressão de entrada


- temperatura e pressão de saída (opcional)

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- quociente de vazão.
Registro de valores históricos máximo / mínimo, variações de temperatura e pressão (por exemplo, desligamentos)
e os valores reais durante o levantamento devem ser feitos.
A flambagem global em um pipeline é um comportamento local e é governada pelas cargas funcionais dentro da âncora
zona para cada fivela. Essas cargas funcionais são temperatura, pressão e peso do conteúdo interno.
A temperatura e a pressão locais ao longo da tubulação são frequentemente descritas em perfis. A temperatura
e os perfis de pressão são normalmente relacionados a um conjunto de valores de entrada ou saída. Esses valores de referência estão em
muitos casos medidos e registrados. A localização física dos sensores de temperatura e medidores de pressão são
frequentemente dentro do sistema de dutos, mas raramente no próprio duto. Portanto, o ponto de referência para um sensor
deve ser descrito e a relação entre os valores no ponto de referência e os valores correspondentes
no pipeline fornecido. Perfis de temperatura e pressão são frequentemente fornecidos para todo o sistema de tubulação,
incluindo tubulação do lado superior, riser, etc., enquanto que a tubulação geralmente é uma parte do sistema com sua própria definição de KP.
Um perfil de temperatura e pressão pode ser descrito com base na (mínima) temperatura de entrada, a entrada
pressão e vazão.
O perfil de pressão muda de acordo com o peso da coluna e o atrito. O perfil de temperatura está relacionado
ao isolamento, a temperatura externa e a vazão. O comportamento de iniciação e pós-flambagem é
governada pelas cargas localmente na tubulação, ou seja, a temperatura e a pressão com a zona de ancoragem para cada
fivela.

B.4 Avaliação de integridade

B.4.1 Critérios de aceitação


A flambagem global em um oleoduto não é uma falha em si, exceto na flambagem de turbulência. Possível falha está relacionada
à curvatura excessiva em uma fivela global. Portanto, os critérios de aceitação para uma fivela global são normalmente
relacionadas à utilização da seção transversal (outros critérios de aceitação também podem ser estabelecidos em relação a
por exemplo, deslocamento conectado à caminhada do oleoduto). Os modos de falha em potencial são flambagem local e perda
de contenção como resultado de fratura, fadiga de baixo ciclo ou HISC, consulte [B.2.2] . Dependendo do
governando o modo de falha, os critérios de aceitação serão dados em formatos diferentes; seja como deformação, curvatura ou
flexão, tensões ou um momento de flexão.
As cargas de flexão, curvatura, deformação ou tensões na tubulação podem ser estimadas em um modelo FE e então ser
avaliados em relação aos critérios de aceitação. Usar modelos FE para avaliar a integridade pode ser demorado
e em muitos casos não é necessário executar. Um critério de triagem que pode estar relacionado aos resultados da pesquisa
deve ser desenvolvido para avaliar a maioria das fivelas globais observadas. Fivelas globais que não passam
o critério de triagem, ou devido a outros motivos não pode ser avaliado com um critério de triagem, deve ser
dirigida a uma análise FE.
Caso o critério de aceitação seja momento ou estresse máximo permitido, a transformação pode ser encontrada em
Simulação FE da seção transversal real.
Essa relação é a base para todas as análises globais de flambagem usando modelos FE, consulte a Figura B-2 . É importante que
a relação é estabelecida para as pressões internas aplicáveis, temperatura e propriedades do material (Δ p i1 > Δ p i2
> Δ p i3 ).

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Figura B-2 Relação entre deformação aceitável e momento fletor

B.4.2 Pipeline exposto


A avaliação das condições de tubulações expostas é recomendada dividida em quatro etapas e algumas etapas são
recomendado nivelado indo de uma avaliação simples para uma análise aprofundada mais complexa.

- Etapa 1: identificar fivelas globais

- Etapa 2: avaliação da condição de cada fivela conforme observado (nivelado)

- Etapa 3: condição das medidas / critérios de compartilhamento

- Etapa 4: condição do duto para alteração das condições operacionais (nivelado).

As três primeiras etapas (1), (2) e (3) são baseadas em medições de levantamento da tubulação e da instalação

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medidas do fundo do mar. Juntamente com o conhecimento da condição operacional durante uma pesquisa, essas etapas podem ser
seguido para documentar a integridade do duto conforme observado pela pesquisa.
A etapa (4) é uma previsão de integridade com base em outras condições operacionais, incluindo, por exemplo, projeto futuro
doença.
O ponto de partida do procedimento é baseado em observações feitas a partir de dados de levantamento, por meio de dados numéricos
processamento de dados de levantamento e finalmente apoiado por simulações de elementos finitos.
A avaliação da condição pode parar no primeiro nível se houver acesso a dados detalhados e extensos
conhecimento e experiência. Este é o caso se, por exemplo, uma equipe qualificada e experiente tiver acesso a:

- análises e critérios de aceitação da fase de projeto que são devidamente documentados de forma compreensível
maneira
- cargas de pressão e temperatura operacionais bem definidas e documentadas
- dados históricos de pesquisa bem definidos e documentados.

A avaliação da condição também pode parar no primeiro nível se, por exemplo, a tubulação for uma tubulação estacionária que
não muda a configuração com o tempo.
Uma avaliação aprofundada pode ser necessária nos casos em que, por exemplo, houver falta de critérios de aceitação,
incertezas significativas nos dados de projeto, mudanças frequentes nas condições operacionais ou se a flambagem global não é
abordado por design.

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B.4.3 Dutos enterrados


B.4.3.1 Avaliação da tubulação enterrada
A deformação em um oleoduto enterrado está relacionada a falhas no solo. Portanto, a avaliação da condição de um
oleoduto enterrado está relacionado principalmente à medição da cobertura. A altura de cobertura necessária deve ser dada a partir de
projeto como uma função de KP - consulte a Tabela B-1 .
A altura real da cobertura é melhor avaliada como a distância medida do oleoduto ao fundo do mar.
De preferência, essa medida é feita na mesma pesquisa. Pode ser difícil realizar pesquisas de boa qualidade
para pipeline enterrado. Portanto, qualquer comparação entre o gasoduto como colocado ou como valado fornecerá
em formação.
O potencial para experimentar flambagem turbulenta está em seu pico para as cargas do projeto. A falha ocorrerá no
ponto mais fraco (a combinação de imperfeição da tubulação, resistência do solo e cargas funcionais). Um pipeline pode
ser considerado comprovado em campo para as mais altas cargas operacionais históricas.

B.4.3.2 Avaliação da tubulação com fivela de convulsão


Um oleoduto que falha devido à flambagem de turbulência, em muitos casos, ficará como um arco saindo do fundo do mar.
A altura e o comprimento desse arco podem ser significativos; comprimentos de até 50 metros e alturas de até 5 metros
foram gravados. As falhas também podem ocorrer dentro do solo e não serem visíveis na superfície. Uma revolta
é provável que a fivela tenha altos valores de deformação.
Uma convulsão deve ser verificada quanto ao potencial para novos modos de falha, como fadiga no vão livre, enganchamento de
equipamento de pesca, ovalização excessiva, fractura e deformação local. Em muitos casos, a integridade de um
a agitação não pode ser documentada e a intervenção é freqüentemente necessária.

B.5 Mitigação, intervenção e reparo

B.5.1 Mitigação
Ações de mitigação são ações que reduzem a probabilidade ou consequência de falha.
Exemplos de possíveis ações de mitigação são:

- diminuindo a temperatura ou pressão


- realização de pigging de manutenção a fim de melhorar as condições de fluxo
- limitações em relação a futuras partidas e paradas em caso de valores de alta tensão e / ou em caso de
deslocamento inaceitável.

Quaisquer dessas ações devem ser projetadas para se adequar ao propósito, e quaisquer novas ameaças resultantes devem ser avaliadas.

B.5.2 Intervenção
As ações de intervenção do gasoduto são principalmente ações de retificação relacionadas às restrições externas do gasoduto.
Uma condição de flambagem global inaceitável (utilização excessiva ou deslocamento inaceitável) é normalmente
compra reparada usando diferentes técnicas de intervenção.
Diferentes meios de intervenção no fundo do mar podem ser usados durante a fase operacional para corrigir e limitar certos
comportamento / expansão em relação à flambagem global. Abertura de valas, despejo de rochas, colchões e flutuabilidade
elementos são algumas opções com relação a pipelines expostos - consulte a Tabela B-2 . Para dutos enterrados, adicional
a abertura de valas ou aterro podem ser as soluções possíveis. Uma cobertura de solo em cima de uma fivela de convulsão pode ser projetada
para restringir / bloquear o pipeline em sua nova posição. Em muitos casos, o pipeline terá liberado sua compressão
força axial na área próxima ao transtorno. Isso deve ser levado em consideração ao projetar o novo
cobrir.
Qualquer um desses meios deve ser projetado para se adequar ao propósito, e quaisquer novas ameaças resultantes devem ser avaliadas.

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Tabela B-2 Medidas do fundo do mar para controlar o comportamento de flambagem global

A medida Objetivo

Curva horizontal Inicie a fivela global em uma curva horizontal

Cobra deitada O assentamento sistemático da tubulação em curvas com um intervalo especificado, cada curva se destina a
iniciar uma fivela global

Bermas de gatilho Bermas de rocha pré-instaladas que iniciarão a flambagem global em determinado local

Tapetes de rocha deslizantes Tapetes de rocha pré-instalados. Instalado em áreas onde é prevista a ocorrência de flambagem. o
objetivo é limitar as incertezas com relação à interação tubo-solo ou reduzir o
resistência absoluta do solo.

Travessas Barras pré-instaladas para iniciar a flambagem global no local real. Travessas
pode ser feita de juntas de tubo sobressalentes e instalada perpendicularmente à tubulação
(travessas especificamente projetadas também são uma opção). Para evitar afundar no solo, alguns
estão equipados com uma fundação. O oleoduto pode derrapar no dormente ou equilibrar no
dormente como um ponto de viragem para a deflexão lateral.

Abertura de valas Limitando ou evitando flambagem lateral.

Restrições axiais / despejo de rocha Bermas de rocha instaladas no topo do duto para conter um deslocamento axial global no
localização real. Eles podem ser usados para limitar a expansão final, evitar alimentação excessiva em
uma fivela. Certifique-se de que as duas fivelas adjacentes sejam iniciadas.

Resistência de elevação Despejo de rocha ou colchões instalados para evitar que o oleoduto se levante e dobre em
Localizações.

Flutuabilidade adicional Elemento de flutuação ou revestimento instalado na tubulação para reduzir o peso e o atrito
contra o solo. O objetivo pode ser facilitar o início das fivelas e fazer
curvatura mais suave na condição pós-flambagem.

B.5.3 Reparação
Reparo de dutos são principalmente ações de retificação para manter a conformidade com os requisitos relacionados à estrutura
integridade e / ou contenção de pressão da tubulação.
Se uma fivela global levar à perda de contenção, métodos de reparo mais abrangentes devem ser usados.
Qualquer reparo deve ser projetado para se adequar ao propósito e quaisquer novas ameaças resultantes devem ser avaliadas.

B.6 Referências
/ 1 / DNVGL-RP-F110 Flambagem global de oleodutos submarinos

/ 2 / DNVGL-ST-F101 Sistemas de dutos submarinos

/ 3 / DNVGL-RP-F112 Projeto de equipamento submarino duplex de aço inoxidável exposto à proteção catódica

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APÊNDICE C RECOMENDAÇÕES COM RELAÇÃO À CORROSÃO

C.1 Objetivos
Os objetivos do App.C é dar uma visão geral das diferentes ameaças de corrosão comumente associadas com
dutos submarinos para produção de petróleo e gás e técnicas aplicáveis para inspeção de controle de corrosão

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sistemas e recomendações sobre monitoramento de corrosão.

C.2 Introdução
As ameaças de corrosão a um sistema de dutos devem ser gerenciadas pelo processo de gerenciamento de integridade.
O processo de gerenciamento de integridade (ver Seção 3 ) compreende as seguintes atividades principais:

- Avaliação de risco e planejamento de IM ( Seção 4 )


- Inspeção, monitoramento e teste ( Seção 5 )
- Avaliação de integridade ( Seção 6 )
- Mitigação, intervenção e reparação ( Sec.7 ).

Ameaças de corrosão relevantes dependerão dos materiais do tubo e dos componentes do tubo, corrosividade do fluido
e eficiência das opções para mitigação de corrosão. Materiais em ligas resistentes à corrosão e aço carbono
revestidos internamente ou revestidos com uma liga resistente à corrosão (CRA) são considerados totalmente resistentes à corrosão de CO 2 em
um sistema de produção de petróleo e gás.
Tubulação de aço inoxidável duplex e martensítico e componentes de tubulação exigem considerações especiais do
suscetibilidade ao craqueamento ambientalmente assistido, principalmente relacionado a (HISC).
Ligas resistentes à corrosão por CO 2 : materiais martensíticos Tipo 13Cr, aço inoxidável duplex 22Cr e 25Cr e
Liga austenítica à base de Ni.
A Tabela C-1 oferece uma visão geral das ameaças de corrosão mais comuns.

C.3 Avaliação de risco e planejamento de gestão de integridade

C.3.1 Estabelecendo e transferindo integridade


As análises de risco do sistema (DNVGL-ST-F101 Sec.2 B300) devem ser realizadas ao longo do conceito, design e
fases de construção. Pessoal responsável pela revisão de risco do sistema e atividade de desenvolvimento de estratégia
deve comparecer a essas revisões.
A identificação de ameaças de corrosão relevantes já ocorrerá durante a fase de projeto conceitual como parte
da seleção preliminar de materiais e determinação da espessura da parede do tubo. A necessidade de interno
controle de corrosão e disposições para inspeção e monitoramento a esse respeito também serão avaliados. O risco
A atividade de avaliação e planejamento de IM deve, portanto, ser iniciada durante o projeto conceitual e seguida
nas fases de design subsequentes.
A avaliação de risco e a atividade de planejamento de IM devem fornecer dados para os currículos DFI com relação a
ameaças de corrosão e disposições para mitigação e monitoramento de corrosão.

C.3.1.1 Projeto de sistemas de monitoramento de corrosão


Técnicas e equipamentos para monitoramento de corrosão devem ser selecionados com base em (ver DNVGL-ST-F101,
Seção 11 D327):

- objetivos de monitoramento, incluindo requisitos de precisão e sensibilidade


- corrosividade do fluido e a medida preventiva de corrosão a ser aplicada
- potencial mecanismo de corrosão.

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Uma análise de avaliação de risco pode ser usada para: identificar os mecanismos de corrosão relevantes, seus associados
formas de corrosão (por exemplo, corrosão, ataque uniforme), áreas de alto risco e ser a base para o projeto da corrosão
programa de monitoramento.
Se estiver prevista a injeção de produtos químicos para mitigar a corrosão, a criticidade em termos de regularidade do
injeções, qualquer necessidade de sistemas de injeção de reserva ou equipamento sobressalente, também devem ser avaliados.
Os métodos de monitoramento de corrosão e análises de fluidos que são mais adequados para monitorar a corrosão ou
a corrosividade dos fluidos deve ser estabelecida, considerando sua precisão e sensibilidade.
A localização mais adequada de qualquer dispositivo de monitoramento deve ser estabelecida durante o projeto, de modo que o
dispositivos de monitoramento são capazes de detectar quaisquer mudanças na corrosividade do fluido (por exemplo, localizado nas áreas com retenção
e queda de água). No entanto, para dutos submarinos, isso normalmente é considerado um desafio.
Uma vez que um duto é inacessível em todo o seu comprimento, o monitoramento da condição interna do duto pode
ser restrito ao monitoramento dos parâmetros do processo, taxa de injeção de produto químico para mitigação de corrosão e por
métodos intrusivos e não intrusivos localizados em áreas acessíveis, normalmente na saída do duto (lado superior) ou no
o múltiplo. No entanto, também é possível monitorar uma seção submersa do duto pela instalação
de spools instrumentados instalados em linha nos pipelines (o método de assinatura de campo / FSM é um método não intrusivo
método de monitoramento que torna possível monitorar mudanças na parede do tubo em tempo real em pré-definidos
locais ao longo de um duto submarino). Uma vez que este sistema só pode monitorar locais específicos ao longo do gasoduto,
a localização da bobina instrumentada deve ser cuidadosamente selecionada, de modo que a área mais suscetível a
a corrosão é selecionada (por exemplo, áreas de ponto baixo, áreas onde a queda de água é esperada).

C.3.1.2 Inspeção
O monitoramento de corrosão não dá informações sobre a perda real de espessura da parede na tubulação e pode
portanto, não substitua a inspeção em linha do sistema de tubulação. Portanto, é importante que a inspeção
as opções são consideradas no início da fase de design e, de preferência, durante a fase de conceito. Para mínimo
requisitos com relação a pigging, consulte DNVGL-ST-F101.

C.3.2 Avaliação de risco e planejamento de gestão de integridade

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A corrosão externa e interna pode levar à perda de contenção por vazamento de orifício até a ruptura total. o
o processo que leva à perda de contenção irá variar dependendo do mecanismo de corrosão. Os vários
as tabelas fornecidas neste apêndice contêm informações que podem ser usadas em conexão com avaliações de risco como
descrito na Seção 4 .

Tabela C-1 Ameaças de corrosão comuns

Ameaça de corrosão Iniciador Externo interno Nota de dependência de tempo

veja nota 1 veja nota 3

O 2 -corrosão O 2 + água o x Dependente do tempo 1, 3

CO 2 - corrosão CO 2 + água N/D x Dependente do tempo 1, 3,7

Corrosão de topo de linha CO 2 + água N/D x Dependente do tempo 1, 3, 7

Corrosão de solda preferencial CO 2 + água N/D x Dependente do tempo 1, 3, 7

Corrosão geral H 2 S H 2 S + água N/D x Dependente do tempo 1, 2, 3

Sulfuretos stress cracking H 2 S + água Abrupta 1, 2, 3


(x) (x)
(SSC)

Fissuração por corrosão sob tensão H 2 S + cloreto / oxidante + Abrupta 1, 2, 3


(x) (x)
(SCC) água

Rachadura induzida por hidrogênio H 2 S + água Abrupta 1, 2, 3


(x) (x)
(por exemplo, HIC)

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Ameaça de corrosão Iniciador Externo interno Nota de dependência de tempo

veja nota 1 veja nota 3

Influenciado microbiologicamente Microorganismo + água Dependente do tempo 1, 3, 4


corrosão (MIC) + matéria orgânica frequentemente em o x
combinação com depósito

Corrosão-erosão Areia produzida + O 2 / CO 2 + Dependente do tempo 1, 3


N/D x
água

Sob corrosão de depósito O 2 / CO 2 + água + detritos / Dependente do tempo 1, 3


N/D x
escala

Corrosão galvânica O 2 / CO 2 + água o x Dependente do tempo 1, 3

Enxofre elementar (H 2 S + O 2 + água) / Dependente do tempo 1, 3


N/D x
(S + água)

Transporte de glicol (H 2 S + O 2 + água) / Dependente do tempo 1, 3


N/D x
(CO 2 + água)

Estresse induzido por hidrogênio Proteção catódica + carga / Abrupta 1, 3, 5


x N/D
craqueamento (HSIC) estresse + material suscetível

Corrosão ácida Ácido N/D x Dependente do tempo 1, 3, 6

1) A corrosão externa da tubulação submarina deve ser controlada pela aplicação de revestimento de corrosão externa em
combinação com proteção catódica (CP). A corrosão galvânica será eliminada pela proteção catódica.
2) Controle de corrosão por meio de seleção e qualificação de materiais de acordo com a ISO-15156. Aplicável tanto para
interno e externo.
3) Os fatores agravantes em relação à corrosão interna podem ser:

Falta de controle com injeções químicas para controle de corrosão

Presença de ácidos orgânicos

Escala e depósitos no pipeline.


4) Dependendo das condições operacionais, a estratégia de prevenção de corrosão e as condições do reservatório MIC podem ser causadas
por vários tipos de consórcios microbianos nas superfícies internas dos dutos. MIC raramente é causado por um único tipo
de microrganismos - mas em consórcios complexos de vários tipos de microrganismos chamados biofilmes. Além disso, MIC
é freqüentemente vista em combinação com outras ameaças de corrosão, como corrosão sob depósito e erosão. Do
A principal preocupação são as bactérias com redução de sulfato (SRB), arquéias redutoras de sulfato (SRA) e metanógenos. SRB /
O SRA produz H2S por meio de seu metabolismo. Consulte a Nota 2. Metanogênios podem conduzir o processo de corrosão diretamente
na superfície do metal e produzir metano.
5) Os materiais de tubo de linha suscetíveis são: 13Cr, 22Cr, 25Cr e aços de alta resistência.
6) Produtos químicos para limpeza interna da tubulação.
7) Ligas resistentes à corrosão são consideradas totalmente resistentes à corrosão de CO2 em um sistema de produção de petróleo e gás.

NA não aplicável

x provável ameaça

(x) Interno : probabilidade muito baixa devido ao requisito geral de resistência de materiais ao serviço corrosivo sob tal
condições (ver também nota 2)

Externo : Nos sedimentos do fundo do mar, sempre haverá alguma produção de H 2 S devido à atividade microbiológica. Parece que
não há indicação de que isso causou rachaduras devido ao H 2 S.

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o probabilidade muito baixa, devido à aplicação de um sistema externo de proteção contra corrosão (revestimento e CP).

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C.4 Inspeção, monitoramento e teste

C.4.1 Inspeção de corrosão externa


A inspeção externa inclui, em grande parte, a inspeção do sistema de proteção contra corrosão externo. A maioria
frequentemente, a inspeção é limitada para verificar a deficiência de revestimento e a condição dos ânodos galvânicos.
A inspeção de qualquer suspeita de corrosão externa deve ser realizada por meio de medições da espessura da parede.
A inspeção de corrosão externa pode ser acionada se houver incertezas significativas em relação ao
sistema de proteção contra corrosão externo ou se o sistema de proteção contra corrosão externo tiver falhado. espessura da parede
a medição pode ser realizada por:

- pigging inteligente
- medições de espessura de parede por equipamento NDT portátil ou equipamento NDT instalado permanentemente.
As medições são feitas na superfície externa em um local específico.

O sistema de proteção externa contra corrosão de dutos submarinos inclui a aplicação de um duto de linha e campo
revestimento de corrosão das juntas e proteção catódica (CP). A proteção catódica pode ser obtida pelo uso de
ânodos galvânicos ou por um sistema de corrente impressa (ou seja, zona submersa e zona enterrada). Para submerso
tubulações, a proteção catódica por ânodos galvânicos é quase sempre o sistema preferido, embora impressionado
a corrente é normalmente usada em dutos terrestres. Em áreas onde a proteção catódica não é viável (ou seja, respingos
zona e zona atmosférica), uma permissão de corrosão é normalmente aplicada para compensar a corrosão externa.
O objetivo de monitorar e inspecionar o sistema de proteção contra corrosão externa é confirmar que o
sistema funciona corretamente e para procurar quaisquer deficiências causadas pela instalação ou durante a operação (ver
DNVGL-ST F101).
Inspeção do sistema de proteção contra corrosão externa de dutos com sistema de proteção catódica galvânica
pode incluir:

- inspeção visual da condição do revestimento externo


- inspeção visual da condição e consumo dos ânodos galvânicos
- medições de potencial de ânodos galvânicos
- medições de potencial de aço para eletrólito ao longo da tubulação
- medições potenciais em qualquer dano do revestimento expondo o metal do tubo nu
- medições de gradiente de campo elétrico e densidades de corrente nas proximidades do tubo
- saída de corrente do ânodo.

Dutos enterrados / descarregados em rocha são, em princípio, inacessíveis para inspeção visual e potencial direto
Medidas. A inspeção desses dutos pode ser limitada à inspeção de seções expostas do duto
nas extremidades da tubulação e quaisquer ânodos galvânicos possíveis instalados nessas seções.
Várias técnicas de pesquisa estão disponíveis para avaliação da condição do sistema de proteção catódica. A maioria
sistema aplicável dependerá da disponibilidade do gasoduto em termos de profundidade de água e da disponibilidade
equipamento (por exemplo, ROV, navio de pesquisa).
O monitoramento do sistema CP pode ser realizado por equipamento portátil ou por sensores instalados permanentemente.
O equipamento portátil pode ser gerenciado por um mergulhador ou por um veículo operacional remoto (ROV).
A maior parte da instrumentação usada para levantamentos portáteis são eletrodos de referência para potencial, gradiente de campo
medições, uma ponta de prova de metal para contato metálico direto e câmera.
Um sistema de monitoramento instalado permanentemente pode incluir a instalação de eletrodos de referência para potencial
medições, cupons de densidade de corrente e shunts de monitoramento de corrente do ânodo para determinar o ânodo
saída atual. Tais sistemas podem ser instalados em seções da tubulação inacessíveis para inspeção ou em
locais considerados críticos.

C.4.1.1 Zonas de corrosão


As superfícies externas dos sistemas de dutos podem ser divididas em zonas de corrosão, com base no ambiente
parâmetros que determinam a corrosividade real. As características físicas das zonas de corrosão ainda

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determinar as técnicas aplicáveis para proteção contra corrosão e para inspeção e monitoramento de corrosão

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ao controle.
As seguintes zonas principais podem ser aplicadas:

- zona atmosférica (marinha, rural / industrial, seca)


- zona de respingo marinho
- zona submersa offshore
- zona offshore enterrada
- zona terrestre enterrada.

Zona atmosférica marinha ; componentes do oleoduto podem ficar diretamente expostos à maresia, chuva e
condensação. Para seções terrestres, a corrosividade atmosférica irá variar muito dependendo da exposição
condições; por exemplo, exposição direta à precipitação atmosférica ou exposição à atmosfera úmida em abrigo
condições (por exemplo, exposição em túneis e quaisquer outros compartimentos subterrâneos sem controle de umidade).
Zona atmosférica rural / industrial ; em locais mais distantes da costa, as zonas atmosféricas onshore são
classificados como rurais ou industriais, dependendo da quantidade de poluentes atmosféricos que afetam a corrosão.
Zona atmosférica seca ; compartimentos fechados com controle de umidade são frequentemente referidos como uma atmosfera seca
zona independente da localização.
Zona de respingo marinho ; pode ser definida como a área de, por exemplo, um riser que está periodicamente dentro e fora da água por
a influência das ondas e marés.
Com exceção das duas zonas enterradas, as zonas de corrosão podem ainda ser definidas como externas ou
interno. As zonas atmosféricas internas, respingos e submersas podem ser aplicadas, por exemplo, em poços de plataforma e em queda de terra
túneis. Dutos em túneis e entradas às vezes são rejuntados, mas as zonas de corrosão definidas acima são
ainda aplicável.

C.4.1.2 Inspeção visual


A inspeção visual da seção não enterrada de um oleoduto pode ser realizada por um mergulhador ou com um ROV equipado com
uma câmera. O exame visual pode incluir a inspeção de:

- danos aos cabos de fixação do ânodo


- consumos do ânodo (avaliação das dimensões do ânodo)
- medições das dimensões do ânodo
- identificação de ânodos ausentes ou danificados
- danos no revestimento
- danos por corrosão (ferrugem).

O consumo excessivo de ânodo é indicativo de deficiências de revestimento, exceto perto de plataformas, modelos e
outras estruturas onde a corrente drenada pode levar ao consumo prematuro de ânodos de dutos adjacentes. Baixo
O consumo do ânodo pode indicar passivação do ânodo galvânico.
Ferrugem ou descoloração aparente do aço são indicativos de subproteção do tubo.

C.4.1.3 Pesquisa de potencial


A eficácia do sistema CP só pode ser avaliada medindo o potencial real de água do mar.
Os métodos de pesquisa comumente usados para obter o potencial de água do mar de tubulação ao longo da tubulação são:

- Medições de contato direto - Medição da diferença de potencial de água do mar com um voltímetro
por contato direto com o aço por meio de uma sonda de ponta de metal e um eletrodo de referência localizado adjacente ao
superfície de aço.
- Pesquisa de célula drop - Uma conexão elétrica para o riser acima da linha de água é estabelecida e uma referência
eletrodo deve ser abaixado na água e posicionado ao longo da lateral de uma estrutura por um cabo em
elevação diferente, por um mergulhador ou por um ROV (aplicável para risers).
- Levantamento de fio final / levantamento de eletrodo ponderado - Uma conexão elétrica com um fio para a tubulação no
riser acima da linha de água é estabelecido. Um peixe rebocado com um eletrodo de referência conectado a um levantamento
navio por meio de um fio é posicionado sobre o oleoduto e movido ao longo da rota do oleoduto (por um navio, ROV ou
mergulhador) onde o potencial versus distância é medido.

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- Levantamento de eletrodo remoto - Um eletrodo de referência remoto (terra remota) é usado para medir o potencial
entre o tubo e um eletrodo remoto (um eletrodo é remoto quando a distância entre o
eletrodo e a tubulação são tais que a mudança de posição do eletrodo não altera o potencial medido
entre o eletrodo e a tubulação). O eletrodo remoto pode ser localizado no umbilical do ROV ou
abaixo do casco do navio de pesquisa. O deslocamento de tensão fixa entre a tubulação e o eletrodo remoto deve
ser estabelecido antes da pesquisa por uma medição de contato de calibração para a tubulação.
- Levantamento de gradiente de campo elétrico - Os mesmos eletrodos usados para medir gradientes de campo elétrico (EFG em
µ V / cm) ao longo da tubulação também pode ser usado para obter o potencial da água do mar.

C.4.1.4 Levantamento de gradiente de campo elétrico


O método do gradiente de campo elétrico (EFG em µ V / cm) mede a diferença de tensão entre duas referências
eletrodos separados a uma distância constante. O campo elétrico perto da tubulação e do ânodo irá variar devido
às correntes CP na água do mar.
As medições podem ser usadas para avaliar os níveis de densidade atuais em ânodos (para semiquantitativos
avaliações de saídas de corrente anódica), localizar defeitos de revestimento e converter as medições em tubo para
potenciais da água do mar.

C.4.1.5 Monitoramento e inspeção de ânodos galvânicos


Ânodos galvânicos podem ser monitorados por técnicas diretas e indiretas. Técnicas diretas incluem direto
medição do potencial anódico e saída de corrente. A medição indireta inclui a medição do
campo elétrico, a fim de avaliar a saída de corrente do ânodo e o nível potencial na vizinhança (perto de) do
ânodo.
As técnicas de monitoramento para a condição e desempenho de ânodos galvânicos podem incluir:

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- medição de ânodo para medição de potencial anódico


- medições de gradiente de campo elétrico - pode ser usado para medição semiquantitativa do ânodo
saída atual
- instalação de shunt de monitoramento de corrente anódica para quantificação da saída de corrente anódica
- medidores de bobina de indução para determinação da saída de corrente do ânodo.

C.4.1.6 Pesquisa inicial


Uma pesquisa visual pós-assentamento deve ser realizada preferencialmente para procurar qualquer dano ao revestimento e ao CP-
sistema causado pela instalação. A pesquisa também pode incluir a determinação do potencial ao longo do
oleoduto e saída de corrente de ânodos galvânicos da medição de gradiente de campo que pode ser usado como um
linha de base para pesquisas posteriores. Se uma pesquisa pós-assentamento não for viável, uma pesquisa da proteção contra corrosão externa
o sistema deve ser executado no mínimo um ano após a instalação (DNVGl-ST-F101 Sec. 11 D302).

C.4.1.7 Sistemas CP atuais impressos


Para oleodutos ou seções de oleodutos (por exemplo, aterrissagens) com um sistema de proteção catódica de corrente impressa,
referência é feita às seções aplicáveis em ISO-15589-1 e NACE SP0207 para monitoramento e inspeção de
tais sistemas.

C.4.1.8 Requisitos para calibração de equipamentos


Todos os equipamentos usados para medições de potencial devem ser calibrados. Para a calibração de eletrodos de referência
é feita referência ao padrão NACE TM 0497 ou um padrão equivalente.

C.4.2 Inspeção de corrosão interna


A inspeção interna dos sistemas de dutos para monitorar um mecanismo de corrosão interna dependente do tempo exigirá
medição da espessura da parede. A medição da espessura da parede pode ser realizada por:

- pigging inteligente equipado com UT e MFL


- medições de espessura de parede por equipamento NDT portátil ou equipamento NDT instalado permanentemente.
As medições são feitas na superfície externa em um local específico.

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C.4.3 Inspeção de ameaças de corrosão abrupta


Ameaças de corrosão abrupta são tipicamente mecanismos de corrosão sob tensão e rachaduras induzidas por hidrogênio.
A inspeção de ROV e o pigging inteligente podem ser usados para identificar essas rachaduras. No entanto, devido ao abrupto
natureza de tais danos, a inspeção regular de tais falhas normalmente não é realizada. Veja a Seção 5 para mais
detalhes relativos aos métodos de inspeção.

C.4.4 Monitoramento
O objetivo do monitoramento da corrosão interna é confirmar se um fluido permanece não corrosivo ou avaliar
a eficiência das medidas preventivas de corrosão.
O monitoramento de corrosão também pode ser usado para diagnosticar qualquer problema de corrosão potencial no sistema (por exemplo
MIC), para determinação de cronogramas de inspeção e avaliações de vida útil estendida.
Dutos em ligas resistentes à corrosão são considerados resistentes à corrosão por CO 2 . Para tais sistemas, monitoramento
pode ser restrito ao monitoramento da condição dos parâmetros do processo e ao monitoramento programado do fluido
composição. CMn- e material de tubo de aço de baixa liga, que não são resistentes à corrosão de CO 2 , irão em
além disso, requerem monitoramento da corrosão interna e da corrosividade do fluido.
O monitoramento da corrosão de dutos que transportam fluido não corrosivo (por exemplo, gás seco) pode ser restrito ao monitoramento
do ponto de orvalho da água (ver DNVGL-ST F101).
O monitoramento de corrosão não dá informações sobre a perda real de espessura da parede na tubulação e pode
portanto, não substitua a inspeção em linha do sistema de tubulação.

C.4.4.1 Vigilância de corrosão


A vigilância de corrosão inclui atividades relacionadas ao monitoramento de condições e monitoramento de corrosão e
compreende:

- monitorar os parâmetros do processo (por exemplo, pressão)


- análise de fluido (por exemplo, de espécies corrosivas)
- monitoramento com o objetivo de controlar a corrosão (por exemplo, inibidor de corrosão, ponto de orvalho)
- uso de sondas de corrosão ou outras técnicas de monitoramento mais sofisticadas
- análise química do produto de corrosão (por exemplo, em sondas de corrosão, detritos coletados após a limpeza)
- monitoramento de integridade (medições de espessura de parede por equipamento instalado permanentemente ou usado em um
localização específica).

O objetivo da vigilância da corrosão é detectar quaisquer mudanças operacionais, mudanças no fluido


corrosividade e corrosão incipiente que pode levar a uma ameaça potencial à tubulação.

C.4.4.2 Técnicas de monitoramento de corrosão


As técnicas de monitoramento de corrosão podem ser on-line ou off-line. O monitoramento on-line representa
medições contínuas e / ou em tempo real do parâmetro de interesse, enquanto o monitoramento off-line
normalmente é uma amostragem programada com análise subsequente, por exemplo, em um laboratório.
O monitoramento da corrosão pode ser realizado por técnicas diretas e indiretas. Técnicas diretas medem o
perda de metal ou corrosão em um determinado local no sistema de tubulação (por exemplo, sondas de corrosão), enquanto indireta
técnicas medem parâmetros que afetam a corrosão (por exemplo, teor de O 2 ) ou o resultado da corrosão

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(espessura de parede restante por métodos NDT).
O monitoramento da corrosão é ainda classificado como intrusivo ou não intrusivo. Um método intrusivo exigirá
acesso através da parede do tubo para medições a serem feitas (por exemplo, sondas de corrosão), embora não intrusiva
técnica é realizada externamente (não requer acesso através da espessura da parede) ou análise de amostras
retirado do fluxo do processo.
As técnicas intrusivas usadas para monitorar a corrosão no sistema estão relacionadas a um local específico e são
mais adequado para monitorar mudanças gerais no fluido e corrosividade.
Métodos não intrusivos em termos de amostragem programada são adequados para monitorar quaisquer mudanças possíveis em
a corrosividade do fluido ao longo do tempo.

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Técnicas indiretas não intrusivas para medições de espessura de parede devem ser realizadas no mesmo local
ao usar equipamento portátil, a fim de monitorar qualquer desenvolvimento prospectivo na corrosão.
A Tabela C-2 mostra exemplos de diferentes técnicas de monitoramento de corrosão.

C.4.4.3 Parâmetros de monitoramento típicos


A extensão da análise de fluido dependerá da composição do fluido e do uso de tratamento químico para
limitar a corrosão na tubulação. A Tabela C-3 oferece uma visão geral dos parâmetros de monitoramento típicos a serem
considerado em conexão com o planejamento e implementação de um programa de monitoramento de corrosão para um oleoduto.
O uso de produtos químicos para controle de corrosão deve sempre incluir o monitoramento da eficiência do produto químico
injeção. Não vale a pena que as listas acima possam ser estendidas para incluir outros parâmetros. Isso vai
dependem da necessidade particular de um sistema de tubulação específico.

C.5 Avaliação de integridade

C.5.1 Dutos corroídos


Para avaliações de integridade de dutos corroídos, ref. DNVGl-ST-F101.

C.5.2 Avaliação da integridade do sistema de proteção catódica


Os critérios de potencial de proteção catódica conforme fornecidos pelo código de projeto (ou o código de projeto CP aplicado) devem ser
mantida durante toda a vida do projeto.

C.6 Mitigação, intervenção e reparo

C.6.1 Mitigação
A principal ação de mitigação são as melhorias no controle da corrosão. O controle de corrosão inclui medidas tomadas para
limitar a corrosão na tubulação. Isso pode incluir o uso de injeções químicas (por exemplo, inibição) ou a necessidade
para limpeza programada da tubulação (consulte a Tabela C-4 ).

C.6.2 Intervenção
A intervenção geralmente não é aplicada como medida contra a corrosão. Casos potenciais em que pode ser
considerados como uma opção são:

- remoção de detritos que podem danificar o sistema de proteção contra corrosão externa
- realização de intervenções para limitar ou reduzir tensões na tubulação.

C.6.3 Reparação
A corrosão pode levar a uma perda de contenção que requer reparos. Uma avaliação de integridade de uma tubulação corroída
pode concluir que os reparos são necessários a fim de evitar uma perda de contenção - consulte a Seção 7 para obter mais informações sobre
reparos de dutos.
Se o sistema de proteção catódica (CP) revelar não atender ao critério de proteção ou
capacidade do sistema CP são inadequadas e incapazes de atender à vida útil do projeto da tubulação (anodos têm, para alguns
motivo mostrado esgotamento excessivo), é possível retrofit anodos pela instalação de bancos de anodos. Isto é
necessário fazer uma reavaliação do sistema de proteção catódica e qualificar o método de instalação.

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Tabela C-2 Técnicas de monitoramento de corrosão

Técnicas de monitoramento Classificação Comente

Sondas de corrosão Cupons de perda de peso Direto Intrusivo Requer acesso pela parede.
(Montagem embutida ou
Dá informações relacionadas à média
sondas estendidas taxa de corrosão durante um certo período de tempo.
no fluido)

Polarização Linear Direto Intrusivo Requer acesso pela parede. Dá real


Resistência (LPR) 1) taxa de corrosão do tempo em um local específico

Resistência elétrica Direto Intrusivo Requer acesso pela parede.


(ER) 1)
Fornece taxa de corrosão em tempo real em um determinado
localização

Sondas de hidrogênio 2) Intrusivo indireto Monitoramento on-line de hidrogênio

Sondas galvânicas 1) Direto Intrusivo Requer acesso através da parede:

Fornece informações sobre monitoramento em tempo real.


Meça as correntes galvânicas.

Bioprobes Direto Intrusivo Requer acesso pela parede.

Medição em tempo real.

Avançar Impedância Direto Intrusivo Requer acesso pela parede.


eletroquímico espectroscopia Fornece medições em tempo real.
técnicas Eletroquímica
ruído

Análise de fluido Para obter detalhes, consulte a Tabela


Direto Não intrusivo Medições off-line.
C-3 Amostragem para exame laboratorial

Direto Intrusivo Medição on-line / em tempo real de, por exemplo


oxigênio, pH, potencial de redução oxidante.

Método de assinatura de campo Espessura da parede Direto Não intrusivo On-line, ou programado (ou seja, por ROV),
Medidas medição de corrosão interna
registrado da superfície externa do tubo.

NDT espessura da parede Direto Não intrusivo Medições de espessura de parede por portátil

(Teste ultrassônico UT) Medidas equipamento ou permanentemente instalado


equipamento. Medições tiradas do
superfície externa em um local específico em
tubulação do lado superior

Radiografia espessura da parede Direto Não intrusivo Medições tiradas do exterior


Medidas superfície em um local específico no lado superior
encanamento

Câmera de vídeo/ Identificação de - Intrusivo Inspeção visual que pode ser usada para localizar
boroscópio dano de corrosão corrosão interna

Longo alcance Técnica de triagem Direto Não intrusivo Método para triagem de defeitos ao longo
ultrassom / guiado para identificação um tubo / pipeline. O método não
onda de perda de metal / quantificar o defeito, mas pode detectar se
corrosão defeitos estão localizados ao longo da tubulação para um
determinado comprimento. Requer acesso ao tubo de aço.

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Técnicas de monitoramento Classificação Comente

1) As técnicas exigirão uma fase de água condutiva. As sondas podem ser afetadas por incrustações, formação de um
biofilme, hidrocarboneto e outros depósitos
2) Extensão da difusão de hidrogênio para sistemas contendo H 2 S

Tabela C-3 Exemplos de parâmetros de monitoramento para controle de produto e controle de corrosão interna

Monitoramento Parâmetro Gás seco


Multifásico Óleo cru
(exportar/ Gás úmido Água de injeção
(Produção) (exportar)
elevador de gás)

Fluido Conteúdo de CO 2 x x x (x) (x)


composição
x se PW 6)
H 2 S-teor x x x (x)
NA se SW

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Online se SW 6) 7)
O 2 - conteúdo (x)
(x) se PW

Ponto de orvalho da água conectados

H 2 O-teor (x) (x) (x)

Ponto de orvalho HC (x) (x)

Temperatura da cera (x) (x)

Formação de hidrato
(x) (x)
temperatura

Outro 1) (x) (x) (x) (x) (x)

Amostragem: Contendo enxofre


(x) (x) (x)
líquido / água / óleo / compostos 2)
sólidos
Condutividade (x) (x)

Conteúdo de cátion / ânion 3) (x) (x)

pH
(x) (x) (x)
(produtos químicos para tamponamento de pH)

Microorganismo 4) (x) (x) (x)

Inibidor de repouso

(por exemplo, escala / cera / (x) (x) (x)


corrosão)

Glicol - metanol
(x) (x)
conteúdo

Necrófagos (x)

Dispersantes

Ácidos orgânicos (x) (x)

Outros 5) (x) (x) (x) (x) (x)

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Monitoramento Parâmetro Gás seco


Multifásico Óleo cru
(exportar/ Gás úmido Água de injeção
(Produção) (exportar)
elevador de gás)

1) Por exemplo, nitrogênio, hidrocarbonetos, sólidos suspensos


2) Por exemplo, mercaptanos, dissulfeto, sulfeto, enxofre elementar
2- , Cl - , HCO 3 -
3) Por exemplo: Fe 2+ , Ca 2+ , Mg 2+ , Na + , K + , Ba 2+ , Sr 2+ , SO 4
4) Um estudo de revisão da diversidade microbiana deverá ser realizado antes de qualquer monitoramento ou teste de MIC
é realizada. No entanto, microrganismos típicos a serem analisados são: SRB, SRA, metanógenos, redução de ferro
bactérias, bactérias que utilizam nitrato (NUB), etc. Consulte também o App.E [E.1.3] .
5) Por exemplo, sólidos suspensos, viscosidade, análise de amostras de detritos após a limpeza de pigmentação, mercúrio, radioatividade
(acúmulo de material radioativo de ocorrência natural na deposição de incrustações no oleoduto)
6) PW - Água Produzida / SW - Água do Mar NA - não aplicável
7) O produto químico para controle de corrosão pode conter algum oxigênio, a menos que seja removido da solução antes de
injeção

monitoramento online online - Obrigatório

x Amostragem programada - necessária


(x) Amostragem programada - recomendada

Deve-se notar que o local de amostragem é muito importante e deve ser escolhido corretamente. É aconselhável consultar
especialistas.

Tabela C-4 Monitoramento de processo e controle de corrosão interna

Processo Parâmetro Gás seco


Multifásico Óleo cru Injeção
parâmetro (exportar/ Gás úmido
(Produção) (exportar) Água
elevador de gás)

Operacional Pressão conectados conectados conectados conectados conectados


parametros
Temperatura conectados conectados conectados conectados conectados

Taxas de fluxo (óleo / gás) conectados conectados conectados conectados conectados

Corte de água conectados conectados

Químico Biocidas (x) (x) (x)


injeção
Inibidores

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(por exemplo, escama / cera / corrosão) (x) (x) (x) (x) (x)

Glicol - metanol (x) (x) (x)

Produtos químicos para tamponamento de pH (x)

Necrófagos (x) (x)

Dispersantes (x)

Outros 1) (x) (x) (x) (x) (x)

1) Por exemplo, produtos químicos usados para períodos de inatividade ou limpeza

Monitoramento online online - Obrigatório

(x) Injeção contínua ou em lote (taxa / volume de injeção)

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Tabela C-5 Definições

Prazo Definição

gás seco gás natural que não contenha um teor significativo de umidade (água) e com
uma temperatura acima do ponto de orvalho da água do gás a uma determinada pressão. (Gás enxuto também é
às vezes chamado de gás seco - veja abaixo)
O requisito de ponto de orvalho da água real para uma linha de gás seco deve ser especificado pelo
designer / operador.

gás úmido gás natural que contém água ou provavelmente contém água líquida durante a operação normal
(às vezes também referido como contendo água livre)

gás pobre gás natural que contém poucos ou nenhum hidrocarboneto líquido liquefeito. (Gás enxuto também é
às vezes chamado de gás seco)

gás rico gás natural contendo hidrocarbonetos mais pesados do que um gás pobre como hidrocarbonetos líquidos

ponto de condensação da água a temperatura a qualquer pressão na qual o líquido começa a condensar de um gás ou
fase de vapor
Ponto de orvalho da água - a temperatura na qual o vapor de água começa a condensar.

Ponto de orvalho de hidrocarbonetos - a temperatura na qual os hidrocarbonetos começam a condensar.

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APÊNDICE D SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTO

D.1 Introdução
Este apêndice fornece uma breve visão geral de diferentes tecnologias adequadas como sistemas de detecção de vazamentos para
dutos submarinos. Breves comentários sobre se os sistemas de detecção de vazamento são adequados para dutos terrestres
são fornecidos também.

D.2 Tecnologias de detecção de vazamento submarino


A Figura D-1 abaixo mostra uma visão geral esquemática de diferentes tipos de tecnologias de detecção de vazamentos submarinos e
formulários.

Figura D-1 Visão geral esquemática de diferentes abordagens de detecção de vazamento submarino e correspondentes
tecnologias

Existem duas abordagens principais diferentes para a detecção de vazamentos submarinos em geral; monitoramento contínuo e
inspeção / levantamento:

- Por monitoramento contínuo, os sistemas / sensores de detecção de vazamento são instalados permanentemente no submarino
estruturas e funcionam como uma espécie de detector de fumaça que dá um alarme se ocorrer um vazamento. o
confiabilidade e vida útil de tais sistemas são, portanto, importantes.

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- Por inspeção / levantamento, os sensores de detecção de vazamento são anexados a unidades móveis, como ROVs, AUVs ou
porcos, e as estruturas submarinas são inspecionadas por essas unidades móveis. Essa inspeção (por ROV) é geralmente
muito importante durante o comissionamento.

Para sistemas de monitoramento contínuo, o tipo de aplicação é muito decisivo; como há uma grande diferença
nas funcionalidades requeridas de sistemas adequados para monitoramento de templates e pipelines, respectivamente.
Sistemas de detecção de vazamento, como sensores pontuais e sistemas de alcance limitado, são adequados para o monitoramento de
modelos, mas estes não são adequados para monitoramento de dutos, devido às longas distâncias envolvidas.
Existem dois tipos principais de sistemas de detecção de vazamento usados para monitoramento de dutos submarinos:

- sistemas internos, ou seja, monitoramento e modelagem de parâmetros de fluxo, como balanço de massa e pressão
- sistemas externos, ou seja, instalação de diferentes tipos de cabos sensores ao longo da tubulação.

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D.3 Monitoramento contínuo de dutos submarinos por sistemas internos


Sistemas baseados em software que monitoram e modelam parâmetros internos, como balanço de massa, fluxo de volume e
as diferenças de pressão têm sido usadas para detecção de vazamentos em dutos há vários anos. Esses sistemas ainda são os
única opção prática para monitoramento de dutos de longa distância, e pode ser usada tanto para onshore quanto offshore
pipelines.
Existem vários sistemas comerciais baseados em software disponíveis, e eles são baseados principalmente em um dos
princípios discutidos abaixo ou uma combinação deles.

D.3.1 Monitoramento de massa / fluxo


Ao monitorar os parâmetros de fluxo de uma tubulação ou seção de tubulação, um vazamento pode ser detectado se houver um
discrepância entre a entrada e a saída. A taxa de vazamento pode ser estimada a partir da diferença entre as
entrada e saída, e a localização do vazamento pode ser modelada.
Medidores de fluxo externos (clamp-on's), como medidores de fluxo ultrassônicos, podem ser conectados ao longo da tubulação para
medição de fluxo precisa. No entanto, talvez seja mais adequado para oleodutos terrestres.

D.3.2 Queda de pressão


Um vazamento na tubulação gera uma queda de pressão na tubulação a jusante do local do vazamento. Por
monitorando e modelando as condições de pressão na tubulação, os vazamentos podem ser detectados e localizados.
Além disso, um vazamento ou ruptura repentino de tubulação gera uma onda de pressão acústica dentro do
fluido de oleoduto. Ao detectar essa onda de pressão, o vazamento pode ser detectado e localizado.

D.3.3 Modelagem transitória em tempo real


A detecção de vazamento por modelagem transitória em tempo real é baseada em algoritmos complexos e modelos de software usando
mecânica de fluidos avançada e modelagem hidráulica. A modelagem é baseada em vários parâmetros de fluxo
medido em condições transitórias e dinâmicas. Os cálculos do tamanho e localização do vazamento são possíveis.
Esses sistemas podem ser muito sensíveis em relação ao tamanho do vazamento e também muito precisos na determinação da localização do vazamento.

D.4 Monitoramento contínuo de dutos submarinos por sistemas externos


Os sistemas de detecção de vazamentos externos são sensores que são instalados ao longo da tubulação. A principal limitação atual
de tais sistemas é cobrir longas distâncias. Atualmente, existem dois tipos de tecnologias adequadas para
monitoramento de dutos submarinos; monitoramento de vapor e cabos de fibra óptica.

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D.4.1 Monitoramento de vapor


Este sistema é um tubo sensor que é colocado paralelo à tubulação, conforme mostrado esquematicamente na Figura D-2
abaixo. Quando ocorre um vazamento, o vapor do fluido vazando se difunde no tubo sensor e é então
transportado para uma estação de medição. Ao analisar o perfil de concentração do vapor, o local do vazamento
e o tamanho do vazamento pode ser estimado.
Devido à necessidade necessária de contato físico direto entre o tubo e o fluido, a tubulação é frequentemente
enterrado. O sistema pode ser usado em dutos onshore e offshore.

D.4.2 Cabos de fibra ótica


Embora a fibra óptica em si não seja uma tecnologia nova, o uso de cabos de fibra óptica como sistemas de detecção de vazamento
ao longo de pipelines é atualmente uma aplicação emergente e promissora desta tecnologia. Figura D-3 abaixo
mostra uma ilustração esquemática do princípio de funcionamento dos cabos de fibra óptica.
Pulsos de luz laser são enviados para o cabo e são parcialmente retroespalhados pelo material do cabo em todo
o cabo. Este processo de retroespalhamento é influenciado pelas propriedades físicas do material do cabo, que é
por sua vez, depende das condições ambientais do cabo, como temperatura, pressão, tensão e vibrações.
Portanto, ao analisar as características da luz retroespalhada, informações sobre o ambiente
condições ao longo do cabo podem ser obtidas. Essas informações podem ser usadas para detectar vazamentos no duto:

- Sensor de temperatura : Um vazamento geralmente gera uma grande diferença de temperatura no imediato
próximo ao local do vazamento, e essa diferença de temperatura pode ser detectada por um cabo de fibra óptica.
Normalmente, os cabos de fibra óptica podem medir diferenças de temperatura de cerca de 1 ° C em seções de 1-2 m de
o cabo, dependendo da distância total percorrida.
- Sensor acústico : As vibrações criadas por um vazamento geram ruído acústico que pode ser registrado pelo
cabo de fibra ótica. Normalmente, a resolução é de 10 m de cabo, onde cada seção de 10 m em princípio funciona
como um microfone avançado.

Os cabos de fibra ótica podem ser usados em dutos onshore e offshore.

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Figura D-2 Ilustração esquemática de vapor Figura D-3 Ilustração esquemática da fibra
monitoramento do princípio de detecção de vazamento (ver LEOS princípio de funcionamento óptico (ver Sensa)
sistema de detecção de vazamento)

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D.5 Detecção de vazamento submarino por inspeção / levantamento


Ao anexar sensores adequados em veículos submarinos móveis, como ROVs e AUVs, modelos submarinos e
oleodutos podem ser inspecionados para possíveis vazamentos. Os objetivos de tais inspeções podem ser:

- detecção de possíveis vazamentos durante o comissionamento


- levantamento periódico de estruturas submarinas
- localização exata de vazamentos conhecidos, que foram previamente detectados por outros meios.

Existem vários tipos diferentes de sensores que podem ser anexados a ROVs ou AUVs e usados para vazamentos submarinos
detecção:

- métodos químicos, como espectrometria de massa e farejadores de metano


- métodos acústicos, como hidrofones (acústica passiva) e sonar (acústica ativa)
- métodos ópticos, como câmeras de vídeo e fluorescência; o último detecta corante fluorescente pré-injetado.

Levantamento periódico de dutos por ROVs ou AUVs pode realmente beirar o monitoramento contínuo, dependendo
com base na freqüência de levantamento. As limitações para tal aplicação podem ser a velocidade do veículo e o
distância máxima. Apenas veículos seguros e confiáveis devem ser usados - consulte, por exemplo, a Parte das Regras e Diretrizes GL
5 Capítulo 3 - Submersíveis não tripulados (ROV, AUV) e máquinas de trabalho subaquáticas.
Outra abordagem possível para detecção de vazamento por inspeção de duto é anexar um sensor de detecção de vazamento
uma ferramenta de pigging. Os dutos são frequentemente inspecionados rotineiramente por pigs, a fim de avaliar a integridade do duto e
detectar possível corrosão. Vazamentos também podem ser detectados desta maneira anexando sensores adequados, como
como um dispositivo acústico, para o porco.
Uma vantagem da abordagem pig é que longas distâncias de oleoduto podem ser cobertas, e tanto em terra quanto
partes offshore do oleoduto podem ser inspecionadas. No entanto, quanto ao levantamento de ROV e AUV, a frequência do
pigging é crucial.

D.6 Critérios de seleção para sistemas de detecção de vazamento submarino


Além do custo, existem vários critérios importantes a serem considerados ao selecionar um sistema de detecção de vazamento para um
determinado duto submarino:

- distância, ou seja, comprimento do duto


- sensibilidade (detecção de pequenos vazamentos)
- tempo de resposta ou frequência de inspeção
- confiabilidade (sem alarmes falsos)
- localização precisa de vazamento
- necessidades de vida e manutenção (para sistemas externos)
- tipo de tubulação e questões de produção / garantia de fluxo.

D.7 Requisitos de autoridade


No setor norueguês, todas as instalações submarinas (incluindo dutos) devem ser equipadas com sistemas que
monitorar sua integridade, o que significa que sistemas adequados de detecção de vazamentos precisam ser instalados. O atual
requisito é que a melhor tecnologia disponível (BAT) deve ser usada, um requisito que se baseia em
Diretiva IPPC da UE.
Uma exigência semelhante também está presente nos Estados Unidos.

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APÊNDICE E TÉCNICAS DE INSPEÇÃO E MONITORAMENTO

E.1 Métodos de inspeção de dutos


Os vários métodos de inspeção (pesquisa) para inspeção externa ou inspeção em linha são brevemente
Descrito abaixo. Os métodos descritos são a prática normal da indústria atual, no entanto, novas técnicas
estão sendo continuamente desenvolvidos e podem ser usados conforme apropriado. Apenas veículos seguros e confiáveis
deve ser usado - ver, por exemplo, Regras e Diretrizes GL Parte 5 Capítulo 3 - Submersíveis Não Tripulados (ROV, AUV) e
Máquinas de trabalho subaquáticas.

E.1.1 Inspeções externas (submarinas)


E.1.1.1 Operadoras externas
Existem diferentes opções para transportadores externos de equipamentos de pesquisa. A escolha do veículo de inspeção pode ser
sujeito às ameaças relacionadas ao oleoduto individual. Os diferentes veículos terão diferentes capacidades com
no que diz respeito à velocidade, capacidade de parar e realizar levantamentos detalhados, capacidade de transportar sensores e precisão de dados e
portanto, têm diferentes vantagens para consideração.
Veículos operados remotamente (ROV) são usados para inspeção do sistema de dutos submarinos e partes inferiores de
a zona de respingo. O ROV é executado em rodas de suporte no topo de uma tubulação ou se move acima da tubulação
sistema. O ROV pode ser equipado com vários equipamentos, dependendo da inspeção e monitoramento
requisitos, como normalmente:

- controle visual (vídeo ou câmera fotográfica)


- sistemas de sonar (sonar multifeixe (MB) ou sonar de varredura lateral)
- sistemas de posicionamento e mapeamento da posição do duto em relação ao fundo do mar (transponders, digiquarts
medições, fotogrametria etc.)
- mapeamento do fundo do mar
- localização de oleoduto e medição de profundidade de soterramento (rastreador de tubo incluindo perfilador cruzado, vídeo e inclinômetro)
- medição do sistema de proteção contra corrosão (medições de gradiente de campo e / ou estabilização)
- sensores ambientais (parâmetros de medição que influenciam a velocidade do som na água)
- braços do manipulador.

O ROV é normalmente considerado uma plataforma de pesquisa relativamente lenta, mas confiável. A velocidade da pesquisa
é um compromisso entre a capacidade do ROV, densidade de dados, profundidade da água e condições ambientais. Bom
condições, uma velocidade de pesquisa entre 1,0 e 1,5 m / s pode ser alcançada. Em outras áreas, uma velocidade de pesquisa de menos
de 0,5 m / s pode ser esperado.
O uso de ROV pode, em qualquer caso, fornecer bons dados de posicionamento, combinação de todas as ferramentas de levantamento disponíveis
e a possibilidade de parar e fornecer detalhes extras quando necessário. O posicionamento da subsuperfície pode
normalmente é fornecido com uma precisão absoluta de 0,5 metros, dependendo da profundidade da água. O favorável
a capacidade de manobra de um ROV proporcionará a possibilidade de utilização simultânea de câmeras de boom, rastreadores de tubos
e sirenes de eco multifeixe.
A partir de hoje, o ROV é a única alternativa para transportar a ampla gama de ferramentas de pesquisa simultaneamente e para
inspeção visual de perto dos dutos. O ROV será, portanto, o melhor método para detectar a maioria dos
ameaças individuais.
A qualidade alcançada pelo sistema de ROV é em alto grau degradada pela má visibilidade causada por lama
água, cardumes de peixes etc. e a qualidade da pesquisa de ROV também podem ser afetados por fortes correntes.
Veículo rebocado operado remotamente (ROTV) é usado para inspeção externa do sistema de dutos. O sistema
não tem progresso interno motorizado em qualquer direção, mas pode ser dirigido para os lados e para cima / baixo por lemes
para fornecer a melhor posição e altitude possíveis em relação ao gasoduto. O ROTV é rebocado por uma pesquisa
embarcação a velocidades relativamente altas, normalmente 4 nós (igual a 2 m / s). A operação normal será posicionar
o ROTV além do gasoduto (normalmente 20 metros), a uma altitude de 10-20 metros.

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Tradicionalmente, o ROTV só era capaz de transportar um sonar de varredura lateral, mas a nova tecnologia também
permitiu a inclusão de um ecobatímetro multifeixe. O desenvolvimento de tecnologia futura pode incluir tubos
rastreadores para uso em ROTV sob certas condições.
Comparado a um ROV, o ROTV é mais rápido e tem um alcance maior, mas só pode carregar sensores limitados e
com certeza tem menor potencial para observar certas ameaças. O ROTV, no entanto, fornecerá resultados suficientes
no que diz respeito à detecção da maioria das ameaças de terceiros e também pode fornecer uma representação justa do pipeline

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condições de colocação, incluindo detecção de freespan. O recuo entre o navio e o ROTV é relativo a
a profundidade da água e, portanto, a qualidade do posicionamento do ROTV em função da profundidade da água. o
ROTV não pode parar e realizar o levantamento detalhado de uma área particular.
O ROTV pode ser avaliado como uma ferramenta primária para inspeção de dutos em certas áreas, mas também pode ser
avaliada como uma ferramenta para fornecer uma visão geral antes de uma pesquisa mais detalhada realizada por um ROV em
áreas de interesse limitadas.
O método é, no entanto, restrito pela profundidade da água e não é recomendado para profundidades maiores que
aproximadamente 300 m.
Rebocador - O rebocador é como o ROTV rebocado após o navio de pesquisa, mas sem meios de direção ativa de
o veículo. A posição do reboque é controlada pelo cabo de reboque e pela velocidade da embarcação. Em termos práticos, o tow-fish
tem apenas a capacidade de transportar sonares de varredura lateral.
Veículo subaquático não amarrado - o veículo subaquático não amarrado é um veículo de natação livre que pode ser
programado para funcionar por um programa pré-definido, mas também pode receber comandos por links acústicos. Um típico
o veículo opera a uma velocidade de cerca de 4 nós. O veículo é lançado e retirado de um navio e precisa
o navio a seguir em uma missão. Os dados de amostra podem ser transmitidos para a embarcação por link acústico durante
a missão de verificações de qualidade. As ferramentas de levantamento podem ser batimetria multifeixe, sonar de varredura lateral e subfundo
analisador.
O veículo subaquático autônomo (AUV) é um robô sem um cabo fixo para uma embarcação de pesquisa e não tem
quaisquer recursos de controle remoto. É lançado e recuperado de uma embarcação e segue uma rota pré-definida.
As ferramentas de levantamento podem ser batimetria multifeixe, sonar de varredura lateral e perfilador de fundo inferior.
Divers - Divers podem ser necessários se a operação não puder ser realizada por ROV e se a profundidade não for maior
de aproximadamente 150 m.

E.1.1.2 Ferramentas de inspeção externa


Visual / vídeo / foto - Um ROV é geralmente equipado com várias câmeras, que são usadas para inspeções visuais de
o sistema de dutos.
Normalmente, três câmeras serão utilizadas para a inspeção visual do duto, ou seja, uma câmera superior e uma haste
câmeras de cada lado. É importante manter as câmeras na mesma posição relativa e manter
as câmeras de lança em uma posição em relação ao duto para fornecer a melhor cobertura possível do duto e
o fundo do mar circundante. Além disso, é importante otimizar a iluminação do ROV para fornecer o melhor
possível qualidade de imagem durante a inspeção.
Tanto a inspeção visual geral (GVI) quanto a inspeção visual fechada (CVI) podem ser realizadas.
As inspeções visuais são registradas digitalmente para fins de documentação. As inspeções visuais oferecem fácil identificação de
observações visíveis do sistema e do fundo do mar para interpretação manual pelos operadores.
A inspeção visual próxima é o melhor método disponível para detectar todas as ameaças e fornecer o melhor
compreensão das condições de colocação do duto, incluindo a configuração do freespan. No entanto, é importante
esteja ciente da redução da qualidade dos dados registrados em áreas com pouca visibilidade.
Sidescan SONAR - O sonar sidescan (escala de navegação sonora) é capaz de olhar para os lados.
O sonar de varredura lateral cria uma imagem do fundo do mar e do oleoduto, transmitindo ondas sonoras para o
fundo do mar e analisando o eco. Cria imagens do fundo do mar mesmo na água com visibilidade reduzida. isto
pode fornecer imagens de alta resolução e pode detectar objetos de distâncias significativas. As imagens da pesquisa são
interpretado manualmente.
Para pesquisas visuais, o sonar de varredura lateral muitas vezes fornece informações complementares, pois tem o
potencial para uma ampla detecção de grandes observações, como grandes danos de terceiros, intervenção, deslocamento
condições do fundo do mar, etc.

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Usado como uma ferramenta de inspeção primária, o Side Scan Sonar também será capaz de identificar grandes danos de terceiros
como o status de enterramento do oleoduto e também a atividade de expansão livre, embora com uma precisão menor do que durante o visual
pesquisas.
Multibeam echosounder (MBE) - Esta tecnologia baseada em sonar é usada para mapear a topografia do fundo do mar no
vizinhança do oleoduto, incluindo a posição do oleoduto em relação ao fundo do mar. A ferramenta transmite ondas sonoras
em direção ao fundo do mar e faz um perfil do fundo do mar e do oleoduto. Ele permite a triagem de alta resolução e
detecta objetos e instalações nas proximidades do pipeline, e é muito útil para a geração de imagens do pipeline e
fundo do mar ao redor para detecção de largura livre. Uma densidade de dados muito alta pode ser alcançada a partir de sistemas MBE,
limitado apenas pelo alcance detectado do sistema. Portanto, a densidade de dados não tem impacto prático sobre o
velocidade das pesquisas. O sistema opera em alta frequência sem meios de detecção de objetos enterrados.
Cross profiler - Em princípio, este é o mesmo conceito do sonar Multibeam, mas a tecnologia é mais antiga, é
um método mais demorado e comporta apenas um sonar. Consiste em mover as cabeças de digitalização, proporcionando um
perfil cruzado durante alguns segundos, introduzindo erros enquanto o veículo se move para a frente.
Um perfilador cruzado registra o fundo do mar em uma seção transversal (2D) na posição real. Um perfilador cruzado oferece
normalmente listagens de topografia do fundo do mar e o topo da tubulação para oleodutos não enterrados. Para dutos enterrados, o
a profundidade de enterramento pode ser encontrada se combinada com um pipetracker.
Pipetracker - O pipetracker é usado para detectar e pesquisar dutos enterrados até aproximadamente dois
metros abaixo do fundo do mar. Existem diferentes tecnologias no mercado, ambas acústicas de baixa frequência
sensores e sistemas eletromagnéticos. A última tecnologia é usada principalmente na indústria atualmente. o
ferramenta usa um campo magnético para medir uma distância relativa entre a ferramenta e o pipeline. A ferramenta deve ser
calibrado para a tubulação específica e sua profundidade alvo de soterramento. Os erros de pesquisa dependem da própria ferramenta
e a operação do transportador (ROV), no entanto, dutos de pequeno diâmetro com grande profundidade de soterramento são difíceis
detectar. O pipetracker só pode detectar a distância lateral e vertical do sensor até o topo do
pipeline e os dados precisam ser combinados com dados complementares medindo a distância entre os
sensor e o fundo do mar para fornecer profundidade de sepultamento.
O pipetracker não pode medir o perfil do fundo do mar.
Perfilador de fundo inferior - Esta é uma ferramenta de base acústica operando em baixa frequência, penetrando no fundo do mar para

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fornecer profundidade de sepultamento. É também uma ferramenta de criação de perfil para geofísica rasa. A ferramenta tem limitações em relação a
medir a configuração do gasoduto e só pode ser usado para rastrear o gasoduto se usado em grandes altitudes
de um veículo cruzando o oleoduto para verificar a profundidade do sepultamento em certos pontos (em oposição a correr ao longo
pipeline). Existem projetos de desenvolvimento de tecnologia em andamento que podem fornecer grandes melhorias e
possibilidades para o futuro.
Stabbing - 1) Stabbing consiste em penetrar fisicamente em um poste através do solo para medir a tubulação
altura de cobertura. Geralmente é usado para calibrar outras ferramentas.
Stabbing é normalmente usado para seções curtas.
Stabbing - 2) Registros de potenciais anódicos e potenciais de proteção de tubos às vezes são realizados por
contatar o ânodo ou a superfície do tubo por algum arranjo de espigão conectado a um eletrodo de referência via
um voltímetro. Essas gravações em potencial são freqüentemente chamadas de punhaladas. As gravações são aplicáveis a
demonstrar que os ânodos estão ativos; ou seja, que o potencial do ânodo não é menos negativo do que o valor do projeto,
e que o potencial de proteção é mais negativo do que o potencial de proteção do projeto.
Corrente parasita - Este é um método NDT elétrico que pode ser utilizado para detectar e quantificar a quebra de superfície
ou perto de defeitos superficiais no material do tubo. É um método sem contato e pode testar por meio de revestimentos de tinta.
Ele não pode dimensionar fissuras maiores que aproximadamente 2 mm.
UT Externo - Ferramentas UT Externas (teste ultrassônico) estão disponíveis para ambas as condições em terra (na atmosfera)
e para aplicações offshore (ROV ou mergulhadores). As ferramentas UT vão desde uma única sonda de mão até totalmente
ferramentas automatizadas de UT (AUT) que examinam uma seção do tubo e armazenam as medições em um registrador de dados.

E.1.1.3 Ferramentas de inspeção terrestre


Medições de CP - Em dutos terrestres, são realizados registros periódicos do potencial de tubulação para solo
em postos de teste localizados ao longo da linha, principalmente com um eletrodo de referência instalado permanentemente perto do
superfície do tubo. As gravações potenciais podem ser realizadas manualmente nos postos de teste, ou as gravações podem ser
realizado automaticamente para transferência eletrônica para um local remoto. Como uma alternativa para um fechamento fixo
eletrodo de referência, um eletrodo de referência portátil pode ser posicionado na superfície perto do posto de teste.

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A gravação potencial incluirá uma queda de infravermelho, que em alguns casos representa uma medição significativa
erro. A queda de IR pode, no entanto, ser eliminada pelas chamadas medições on / off para as quais a fonte DC para
CP é interrompido por um curto período de tempo e a queda de potencial instantânea (ou seja, a queda de IR real) é
gravado. As pesquisas periódicas de CP também devem incluir o teste da eficiência das juntas de isolamento elétrico.
Pesquisas especiais de CP onshore são realizadas com a finalidade de, por exemplo, detectar e localizar defeitos de revestimento
(CIPS ou levantamentos de potencial de intervalo próximo) ou para detectar a interação entre o sistema CP de tubulação e outro
estruturas enterradas, com e sem sistema de CP próprio. O objetivo pode ainda ser detectar correntes parasitas
no solo proveniente de outras fontes DC remotas. Como essas fontes normalmente não são permanentes,
registros de interferência DC devem ser realizados por monitoramento contínuo de tubo para solo ao longo de um
período de tempo prolongado.
Pesquisas onshore especiais de CP terão que ser realizadas por pessoal com treinamento documentado e prático
experiência de tais pesquisas. EN 13509 descreve várias técnicas para monitorar CP enterrado e imerso
sistemas, incluindo o teste de juntas de isolamento de dutos.
Além disso, a descrição de ferramentas e métodos de inspeção em terra, referência é dada a ASME B31.8S e
API1160.

E.1.2 Inspeção em linha com pig inteligente


Vazamento de fluxo magnético - Um pig MFL mede mudanças na espessura da parede de dentro de uma tubulação feita de um
material ferromagnético. Ele pode operar em gases e fluidos líquidos. O método detecta perdas de metal causadas
por exemplo, corrosão ou corrosão generalizada. Um pig MFL detecta a mudança na resposta magnética do tubo
em conexão com a perda de metal A tecnologia MFL é um método indireto para dimensionar defeitos, uma vez que os sinais são
uma função do volume do defeito de corrosão. Os sinais devem ser analisados posteriormente para
determinar as dimensões do defeito.
O pig de inspeção MFL pode detectar defeitos de perda de metal externa e interna. Porcos MFL estão disponíveis em HR
(alta resolução) e versões XHR (extra alta resolução). A precisão do dimensionamento da profundidade do defeito para o
A versão XHR é da ordem de 5% -8% da espessura da parede para uma espessura de parede de cerca de 1 "(25,4 mm) e
defeitos internos. Isso corresponde a uma precisão de 1,3 mm a 2,0 mm. Para defeitos externos ou parede mais espessa
espessura, a precisão reduz.
Tecnologia de ultrassom - a tecnologia de ultrassom (UT) é usada como uma ferramenta de pigging para medir o absoluto
espessura da parede. A técnica pode diferenciar entre perda de metal externa e interna. Pode
opera apenas com um filme líquido entre os sensores e a parede e, portanto, é mais usado em dutos
transporte de fluidos. No caso de gasodutos, o pig deve ser transportado em um tampão de líquido. O UT-pig requer
se a superfície do aço foi devidamente limpa para obter medições confiáveis. O método é
também restringido pela espessura da parede e pela velocidade. Um pig UT pode ser executado para todos os tipos de materiais de dutos
(ou seja, ferrosos e não ferrosos). O método também detecta rachaduras.
Ferramenta de inspeção óptica a laser - O instrumento óptico a laser registra uma imagem visual da parede interna do
oleodutos transportando fluidos transparentes. Os recursos são visualizados dando informações valiosas para avaliação e
interpretações dos recursos. A imagem pode ser processada e animada adicionando uma grade 3D e o recurso
pode ser posicionado e dimensionado, para defeitos o relógio e a posição KP, largura, comprimento e profundidade podem ser fornecidos.
A ferramenta de inspeção óptica é, portanto, considerada uma nova e valiosa ferramenta de inspeção para inspeção
de recursos internos em dutos que transportam fluidos transparentes, por exemplo, dutos de gás. A precisão do dimensionamento seria
da ordem de 0,5 mm para a profundidade e fornece o perfil dos defeitos. Quedas de óleo e detritos podem
preencher poços potenciais reduzindo o valor da imagem visual e a precisão da apreensão dos defeitos.
Geopig - Geopig é um porco que mede a curvatura global com base na giro-tecnologia. Um geopig pode
meça a curvatura global com alta precisão. A distância é medida por um odômetro de rastreamento. o
ferramenta não pode medir um raio acima de seu valor limite. Uma medição de alta precisão de um geopig tem um
valor limitado se os dados não puderem ser vinculados à topografia do fundo do mar, profundidade de soterramento, etc.
Compasso de calibre - um pig de compasso de calibre mede a redondeza do tubo. Ferramentas de pinça simples indicam danos à tubulação

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(por exemplo, um amassado, uma fivela) sem fornecer informações sobre sua localização. Calibres mais avançados podem escanear o
seção transversal ao longo da rota e relatar a forma do tubo.

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E.1.3 Sistemas de monitoramento


Cupons de corrosão (perda de peso) - O método envolve a exposição de uma amostra de material (o cupom) ao
ambiente de processo por um determinado período e, em seguida, removendo a amostra para análise. A medição básica
o que é determinado a partir de cupons de corrosão é a perda de peso; a perda de peso ocorrendo durante o período de
exposição sendo expressa como taxa de corrosão.
Monitoramento de resistência elétrica (ER) - as sondas ER fornecem uma medição básica de perda de metal. A perda de metal
é medido on-line enquanto a sonda está no local e permanentemente exposta ao fluxo do processo.
Sondas de resistência de polarização linear (LPR) - A técnica LRP é baseada na teoria eletroquímica. isto
mede a corrente DC através da interface metal / fluido quando os eletrodos são polarizados por um pequeno
potencial elétrico. A vantagem é que como esta corrente está relacionada à corrente de corrosão que por sua vez
é diretamente proporcional à taxa de corrosão, o método fornece uma medição instantânea do
taxa de corrosão.
A desvantagem é que requer ambientes aquosos relativamente limpos (ou seja, o fluido tem que ser
condutivo) Não funcionará em gases ou emulsões de água / óleo, onde os eletrodos podem ficar revestidos de óleo ou
coberto com escama.
Medições de assinatura de campo (FSM) - O método FSM é um método de monitoramento não intrusivo que torna
é possível monitorar mudanças na parede do tubo em tempo real em locais específicos ao longo de uma tubulação submarina. Desde a
este sistema só pode monitorar locais específicos ao longo do duto, a localização do FSM deve ser cuidadosamente
selecionados e localizados em pontos críticos.
Monitoramento de areia / erosão - São dispositivos projetados para medir a erosão causada pela areia em um
sistema de fluxo (sondas de detecção e monitoramento de areia, detectores acústicos não intrusivos).
Avaliação e monitoramento da corrosão influenciada microbiologicamente (MIC) - Uma maneira comum de avaliar a MIC
é analisar a composição microbiana e química de detritos de pigging e / ou superfícies de cupons de corrosão.
O padrão NACE TM0212-2012 contém a atualização mais recente sobre como realizar a detecção, teste e
avaliação em superfícies internas de dutos.
Monitoramento de corrente e vibração - As correntes perto do fundo do mar podem ser monitoradas para controlar a probabilidade de
limpeza ou movimento do duto, enquanto os sistemas de monitoramento de vibração podem ser instalados em conexão com
freespans para monitorar vibrações induzidas por vórtice (VIV), vibrações causadas por correntes, ou para monitorar outras
questões como slugging.
Os sistemas de monitoramento de vibração são tipicamente pacotes de sensores de braçadeira que são fixados à tubulação regularmente
intervalos para registrar vibrações, por exemplo, nas três direções axiais.

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ANEXO F OUTRASDE
PLANEJAMENTO ORIENTAÇÕES - AVALIAÇÃO DE RISCO E
GESTÃO DE INTEGRIDADE

F.1 Introdução
O processo geral para o desenvolvimento de um programa de gerenciamento de integridade baseado em risco de longo prazo é apresentado em
Seção 4 [4,4] . Este apêndice fornece mais orientações para esse processo.

F.2 Matriz de risco


A matriz de risco deve ser definida incluindo PoF (anual), CoF e categorias de risco. A matriz deve
de preferência, definido pelo operador e usado em diferentes sistemas de dutos (e, se possível, em
ativos), consulte a Seção 4 [4.3.1] .
Matrizes de seleção de trabalho também devem ser definidas, por exemplo, intervalos de inspeção recomendados dependendo da localização
na matriz de risco.
As matrizes de risco podem variar de empresa para empresa. Alguns exemplos são apresentados a seguir.
O primeiro exemplo de uma matriz de risco é mostrado na Tabela F-1 , com as categorias de risco definidas na Tabela F-2 , e um
matriz de seleção de trabalho associada na Tabela F-3 .

Tabela F-1 Exemplo de uma matriz de risco

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Tabela F-2 Exemplo de categorias de risco

Tabela F-3 Exemplo de matriz de seleção de trabalho - frequência de inspeção externa (anos)

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A Tabela F-4 apresenta outro exemplo de uma matriz com categorias de risco associadas e matrizes de seleção de trabalho
na Tabela F-5 e Tabela F-6 . Não é necessário visualizar todos os tipos de risco em uma matriz. Matrizes diferentes
pode ser feito para diferentes tipos de modelos de consequência. Por exemplo, é possível estabelecer e usar
4 matrizes diferentes com base em: classe de segurança de acordo com o projeto, consequência do pessoal, meio ambiente
conseqüência e conseqüência econômica. Uma sequência de priorização também precisa ser estabelecida, ou seja, uma decisão
lógica em relação à ordem de importância dessas matrizes no desenvolvimento de planos de longo prazo. Esta
a ordem de importância deve ser registrada.
Na matriz da classe de segurança, as categorias de consequência AD estão associadas às quatro classes de segurança como
definido em DNVGL-ST-F101. A categoria de conseqüência E não é aplicada em DNVGL-ST-F101, mas é definida aqui para
para fins de planejamento de integridade *) . As categorias de probabilidade são classificadas de 1 a 5, onde 1 se relaciona com a mais baixa
probabilidade de falha. As categorias de consequência são classificadas de A a E, onde A se relaciona com o mais baixo
conseqüência do fracasso.
*) Em vez de adicionar uma categoria de consequência superior, uma inferior também poderia ter sido uma opção.

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Tabela F-4 Matriz de risco, exemplo 2

Tabela F-5 Categorias de risco - interpretação

Categoria de risco Interpretação

I-III Acompanhamento das atividades de controle de integridade; inspeção, monitoramento e teste.

IV-V Acompanhamento das atividades de controle de integridade; inspeção, monitoramento, teste e avaliações de integridade

Considere as atividades de melhoria da integridade; mitigação e intervenção.

VI-IX Acompanhamento *) com atividades de controle de integridade; inspeção, monitoramento, teste e integridade
Assessments
Considere fortemente as atividades de melhoria de integridade; mitigação, intervenção e reparação. Envolva superior
gestão.

*) As atividades de controle de integridade devem, em tais situações, ser planejadas com alta precisão externa e / ou interna
ferramentas de inspeção e avaliações de integridade detalhadas, ou seja, atividades de adequação ao propósito / redesenho, devem ser planejadas
realizadas e acompanhadas por atividades de melhoria de integridade, se necessário.

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Tabela F-6 Matriz de seleção de trabalho - inspeção externa

Nota sobre o intervalo máximo de inspeção

De acordo com DNVGL-ST-F101, seção 11 D308:

- Seções críticas do sistema de dutos vulneráveis a danos ou sujeitas a grandes mudanças no fundo do mar
condições, ou seja, suporte e / ou enterramento do oleoduto, devem ser inspecionadas em intervalos curtos, normalmente anualmente
base.
- Os trechos restantes também devem ser inspecionados, garantindo uma cobertura total de todo o sistema de dutos dentro de um
período adequado, normalmente não superior a 5 anos.

Com base no acima exposto, o intervalo máximo de inspeção para uma inspeção externa deve normalmente ser de 5 anos. Esta
é refletido na matriz de seleção de trabalho. Intervalos mais longos podem ser considerados para certas seções se suficientes e
dados de inspeção relevantes com a qualidade certa foram avaliados, o comportamento da tubulação é o esperado e estável, cargas
são bem compreendidos e nenhuma mudança é esperada. No entanto, não é recomendado aplicar um intervalo máximo
superior a 10 anos.

A inspeção em linha, usando pigs ou rastreadores como porta-ferramentas de inspeção, cobre a corrosão interna e externa
mapeamento. Não há intervalo de inspeção máximo recomendado especificado para inspeção interna em linha. Isto é
normalmente definido como parte das filosofias específicas da empresa e pode variar dependendo do fluido e material
combinação. Normalmente, os intervalos máximos aplicados pelas operadoras variam entre 5 e 10 anos. Escolhido
intervalo deve ser baseado na classificação de risco e julgamento de engenharia, conforme ilustrado na matriz de seleção de trabalho para
inspeção externa

Para recomendações de monitoramento e intervalo de teste, consulte a Seção.5 [5.3] e a Seção.5 [5.4] .

F.3 Modelagem de probabilidade de falha


Esta prática recomendada é focada principalmente na integridade estrutural - consulte a Seção 1 [1.2.3] . Falhas ocorrem
quando o efeito da carga aplicada (L) é maior que a resistência (R) do componente ou material (L> R).
A resistência está principalmente relacionada aos materiais, ao design e às condições em serviço da estrutura
(por exemplo, pipeline ou componente). A carga pode ser qualquer tipo de carga; funcional, ambiental ou acidental. o
razões pelas quais L> R ocorre são muitas, variando de, por exemplo, especificações de projeto pobres, erros de projeto e material
defeitos, por exemplo, erros de fabricação, degradação na operação, mudanças nas premissas do projeto e outros
eventos e acidentes desconhecidos. A probabilidade total de tal falha é uma função das probabilidades de todos
eventos que contribuem. A probabilidade total de falha (PoF total ) pode ser basicamente resumida da seguinte forma:
PoF total = ƒ (PoF técnico , PoF acidental , PoF erro bruto , PoF desconhecido ), onde:

- PoF técnico - Incertezas naturais nas cargas de projeto e capacidades de suporte de carga. É devido ao fundamental,
variabilidade natural aleatória e incertezas normais feitas pelo homem.

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- PoF acidental - Eventos acidentais. Além das cargas funcionais e ambientais, haverá
eventos acidentais que podem afetar os componentes, por exemplo, objetos caídos. Esses eventos de carregamento acidental podem
ser previsto de forma probabilística com base em dados históricos.
- Erro bruto PoF - Erros graves durante o projeto, fabricação, instalação e operação. Erros grosseiros são
entendidos como erros humanos. Sistemas de gestão abordando, por exemplo, treinamento, documentação,
comunicação, especificações e procedimentos do projeto, vigilância da qualidade, etc. contribuem para evitar
erro humano. Erros grosseiros ocorrem onde esses sistemas são inadequados ou não funcionam. É difícil
para prever a probabilidade de um erro grave. No entanto, a história mostra que erros graves não são tão raros.
Desenvolver, aplicar e acompanhar o sistema de gestão, além de verificações de terceiros pode ajudar
evitando erros graves que levam ao fracasso.
- PoF desconhecido - Fenômenos desconhecidos e / ou altamente inesperados. Eventos verdadeiramente inimagináveis são muito raros,
difícil de prever e deve, portanto, ser uma contribuição baixa para o fracasso. Portanto, há pouco valor em
tentando estimar essas probabilidades. É importante notar que, embora eventos incríveis tenham baixo
probabilidade, eles podem ter consequências muito altas, aumentando assim o risco. No entanto, as partes interessadas
são, em geral, mais propensos a aceitar as consequências de eventos verdadeiramente incríveis quando eles ocorrem.

O acima indica que o uso de modelos totalmente probabilísticos para estimar o PoF pode se tornar complexo e demorado
consumindo. Avaliações qualitativas mais simples podem ser usadas e geralmente são consideradas suficientes
no contexto da gestão da integridade do oleoduto submarino. O nível de detalhamento necessário depende do
objetivo da avaliação de risco real, por exemplo, base para planejamento de longo prazo ou avaliação de uma descoberta crítica.
Uma abordagem nivelada é, portanto, recomendada. Orientação e ideias para diferentes níveis são fornecidas no
restante do documento. Eles podem ser usados como entrada (também combinados) para desenvolver avaliação de risco
métodos a serem incluídos na documentação que rege a empresa - consulte a Seção 4 [4.3] .

F.3.1 Apresentação da probabilidade de falha


Uma escala de classificação deve ser estabelecida. O resultado da avaliação da probabilidade de falha é um numérico
valor ou uma probabilidade de categoria de falha. A Tabela F-7 apresenta um exemplo onde 5 categorias PoF são aplicadas
e mostra como termos quantitativos e qualitativos podem ser vinculados a eles. Veja também exemplos de matriz de risco em
[F.2] .

Tabela F-7 Exemplo de probabilidade de descrição de falha

Probabilidade de falha 1)
Classificação ou categoria
Quantitativo Termo qualitativo

Muito alto

Significativo

5 > 10 -2 Falha esperada

Freqüente

A falha ocorreu várias vezes ao ano no local

Alto
4 10 -3 a 10 -2 O fracasso é provável

A falha ocorreu várias vezes ao ano na empresa operacional

Médio
Normal
3 10 -4 a 10 -3
Raro

A falha ocorreu na empresa operacional

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Probabilidade de falha 1)
Classificação ou categoria
Quantitativo Termo qualitativo

Baixo

2 10 -5 a 10 -4 Controlo remoto

Falha ocorreu na indústria

Muito baixo
Insignificante

1 <10 -5 Insignificante

Irrealista
A falha não ocorreu na indústria

1) Os valores quantitativos são normalmente relacionados ao PoF técnico, enquanto os valores qualitativos representam
julgamento de engenharia que representará mais ou menos o PoF total

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F.3.2 Avaliação da probabilidade de falha de nível 1


As avaliações de nível 1 aplicam regras / métodos simples para avaliar a probabilidade de falha com o mínimo
esforços através de um tipo de contexto de oficina. A probabilidade de falha é normalmente estimada avaliando
fatores-chave que podem contribuir para uma falha. As regras / método podem, por exemplo, abordar o seguinte: carregamento,
capacidade, possibilidades de degradação, qualidade de gestão de integridade, experiência do operador / indústria (por exemplo, falha
Estatisticas). Os principais objetivos de uma avaliação de nível 1 devem ser:

- Determine as categorias de PoF para cada pipeline e combinação de ameaça.


- Determinar as categorias de PoF representativas para o período do programa a ser coberto.
- Claramente, isto é, com alta confiança, identifique quaisquer extremidades de PoF (categorias de PoF mais baixas e mais altas).

Duas opções de nível 1 são sugeridas a seguir.

F.3.2.1 Avaliação da probabilidade de falha de nível 1 / opção de fluxograma


Fluxogramas simples com perguntas simples adicionais são sugeridos aplicados como uma ferramenta que apóia o nível 1
oficina de avaliação.
Orientação para o nível-1 avaliações POF de 3 rd ameaças partido, ameaças de corrosão e ameaças estruturais são
apresentado em App.H [H.2] a App.H [H.2.3] (na forma de fluxogramas com julgamento de engenharia adicional
questões).
Os resultados das avaliações devem ser registrados em formulários apropriados. A Tabela F-8 apresenta as sugestões
conteúdo mínimo de tal formulário.

Tabela F-8 Detalhes e explicações do formulário de avaliação de ameaças

Item Descrição

Pipeline Nome / ID do pipeline

Seção (opcional) Nome / ID da seção

Início da seção KP Início da seção (Ponto Km)

Fim da seção KP Fim da seção (Ponto Km)

Grupo de ameaça Nome / ID do grupo de ameaça

Ameaça Nome / ID da ameaça

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Item Descrição

Período do programa sendo coberto Período para o qual um programa de controle de integridade de longo prazo está sendo desenvolvido

Data de avaliação Ano mês dia

Assessores Nomes e cargos do pessoal envolvido na avaliação

PoF acc. para fluxograma PoF derivado do fluxograma correspondente

Ajuste PoF Ajuste PoF derivado do ajuste / engenharia do fluxograma correspondente


mesa de julgamento

Resultado PoF Resultado final do PoF com base no fluxograma PoF e quaisquer ajustes

Notas Notas para justificativa, raciocínio, etc.

Ações Outras ações, por exemplo, realizar avaliação de nível 2, plano de inspeção.

Referências Referências a fluxogramas aplicados e tabelas de ajuste, outra documentação e


informações usadas para apoiar a avaliação

F.3.2.2 Avaliação de probabilidade de falha de nível 1 / opção de estrutura de barreira


O método de estrutura de barreira descrito no App.I também pode dar suporte a uma oficina de avaliação de Nível 1.

F.3.3 Avaliação da probabilidade de falha de nível 2


Uma abordagem de nível 2 requer mais esforço do que uma abordagem de nível 1 e deve ser feita como uma combinação de
workshops e esforços individuais para a revisão completa de documentos e dados relevantes. Veja App.I para mais
diretrizes que podem ser aplicadas.
Os modelos de avaliação de nível 2 são mais detalhados e podem envolver cálculos e previsões com base em
práticas recomendadas para lidar com uma ameaça específica. Em tais casos, os modelos podem ser caracterizados por um
formulação do projeto que fornece uma quantidade permitida (conformidade do código). O resultado pode ser expresso como um
utilização relativa. A utilização relativa pode ser mapeada para categorias de probabilidade (a formulação deve ser
aplicável para uma ampla gama, ou seja, não apenas um local específico na tubulação e, portanto, deve ser configurado para
fornecer previsões conservadoras razoáveis da utilização real).
Se a formulação for baseada em uma prática recomendada que foi calibrada para
níveis de probabilidade, o mapeamento para a categoria de probabilidade é direto (por exemplo, DNVGL-RP-F105 - Gratuito
pipelines de abrangência Pipelines de abrangência livre).

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F.3.4 Avaliação da probabilidade de falha de nível 3
Este nível deve refletir a tecnologia de ponta. É normalmente aplicado em locais identificados com potencial
alto risco em um dos níveis anteriores.
A estimativa da probabilidade de falha neste nível pode ser caracterizada por:

- análises detalhadas em um local específico ou para um componente específico, utilizando o mesmo modelo de cálculo que
no nível 2, mas com entrada específica / mais precisa
- modelo de avaliação mais avançado / preciso (por exemplo, modelos de degradação avançados, elemento finito avançado
modelos, resultados de inspeções locais / detalhadas)
- estimativa da probabilidade de falha usando modelos probabilísticos.

Consulte também o App.I para obter as diretrizes gerais que podem ser aplicadas.

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F.3.5 Probabilidade de corte de falha


O sistema de tubulação deve ser dividido em seções conforme apropriado a partir de um ponto de probabilidade de falha
de vista (dependendo da ameaça que está sendo avaliada). Esse seccionamento pode ser um processo iterativo e pode ser
afetado por ameaças variadas, especificações, espessuras de parede, condições de sepultamento, etc. O seccionamento deve normalmente
ser feito em avaliações de nível 2 e 3.

F.4 Consequência da modelagem de falha


As consequências de uma falha dependem, por exemplo, do conteúdo, das condições internas, do modo de falha (vazamento,
explosão) e localização física. Este último está associado a fatores como população, profundidade da água, ambiente
área sensível etc.
Se as consequências são modeladas sem consideração do modo de falha, por exemplo, vazamento ou estouro, o mais grave
modo (ruptura / ruptura total na maioria dos casos) deve ser assumido.

F.4.1 Tipos de consequências


A avaliação das consequências da falha deve levar em consideração o seguinte: segurança (pessoal),
meio ambiente e economia. Outros tipos de consequências também podem ser considerados, por exemplo, a reputação da empresa.
Pode-se distinguir entre agregados (um tipo de consequência agregado / classe de segurança é usado para representar
os diferentes tipos de consequências) e segregadas (diferentes tipos de consequências são tratados separadamente)
modelos de conseqüências. Cada uma dessas duas abordagens simples tem vantagens e desvantagens, consulte a Tabela
F-9 .

Tabela F-9 modelo agregado versus modelo segregado

Modelo agregado Modelo segregado

(classe de segurança) (modelo do produto)

Vantagens Consistente com a filosofia de segurança adotada em Modelagem flexível para obter a consequência certa
Projeto imagem - muito importante para classificação de risco e

Padronizado - ou seja, pode ser usado como está priorização de Inspeção, Monitoramento e Teste
entre sistemas de dutos

Fácil de modelar as consequências Possível mitigar / reduzir as consequências

Níveis de destino para PoF definidos A ação de mitigação pode depender do


governando os tipos de consequência

Desvantagens Menos flexível com relação a obter uma imagem correta Pode não ser consistente com a filosofia de design
das consequências

Normalmente não é possível reduzir o risco em Difícil de padronizar - precisa ser personalizado
reduzindo as consequências (risco = PoF × CoF) por empresa

F.4.2 Consequência da apresentação da falha


Uma escala de classificação deve ser estabelecida. Exemplos de escalas de classificação qualitativa que podem ser usadas para o
consequência da falha são mostradas em (com base na ISO 17776), onde a reputação também é considerada, ver também
exemplos de matrizes de risco em [F.2] .

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Tabela F-10 Consequência das escalas de classificação qualitativa de falha

Classificação Segurança Ativos Meio Ambiente Reputação

1/A/L Insignificante Insignificante Insignificante Insignificante

2/B/M Lesão leve / leve Danos leves / menores Efeito ligeiro / menor Impacto leve / menor

3/C/H Lesão grave Dano local Efeito local Efeito considerável

4 / D / VH Única fatalidade Danos graves Efeito principal Grande impacto nacional

5 / E / EH Múltiplas fatalidades Dano extensivo Efeito massivo Grande impacto internacional

F.4.3 Consequência do corte de falha


O sistema de dutos deve ser dividido em seções, conforme apropriado, do ponto de vista das consequências.
Esse seccionamento pode ser um processo iterativo e pode ser afetado por diferentes populações, profundidades de água,
recursos ambientais, etc.

F.4.4 Consequência da abordagem nivelada por falha


Uma abordagem nivelada é recomendada. Avaliações qualitativas mais simples podem ser usadas e geralmente são
considerado suficiente no contexto da gestão da integridade do oleoduto submarino. Orientação e ideias para
diferentes níveis são fornecidos no restante do documento. Eles podem ser usados como entrada (também combinados) para
desenvolver métodos de avaliação de risco a serem incluídos na documentação que rege a empresa - consulte a Seção.4 [4.3] .
As consequências para a segurança são baseadas no número médio de pessoas presentes na área de preocupação. Para
as partes de um sistema de dutos perto de uma plataforma (dentro de sua zona de segurança), a consequência final é potencialmente
toda a população da plataforma. Para as partes do sistema de tubulação fora da zona de segurança, a média
o número de funcionários pode ser baseado no nível de navegação e na atividade do navio.
Liberações de sistemas de dutos submarinos têm maior probabilidade de ter um impacto prejudicial significativo sobre
o ambiente. As consequências do ponto de vista ambiental são complexas e não devem ser
subestimado. Os custos diretos relacionados às liberações estão relacionados principalmente aos custos de limpeza e multas aplicadas
pelas autoridades. Além dessas consequências ambientais diretas reais, os seguintes elementos podem ser
considerados relacionados a danos ao meio ambiente: consequências políticas, consequências em relação a
reputação, perda de valor das ações.
As consequências econômicas estão principalmente relacionadas ao adiamento ou redução da produção. Custos relacionados a
intervenções imprevistas, mitigações e reparos também podem contribuir para as consequências econômicas.
Parâmetros importantes que influenciam nas consequências finais são: composição do fluido liberado, localização do
falha ao longo do oleoduto, configuração da população em torno do local da falha, preços do petróleo, quando a falha ocorre
em relação ao perfil de produção, condições climáticas, extensão da falha (pode crescer ou tornar-se mais
graves até que a falha seja detectada), barreiras de recuperação e escalonamento, detecção da falha em ordem
para iniciar ações mitigadoras, isolamento da falha, ignição e possível explosão, resposta a emergências.
A avaliação das consequências pode ser realizada através da descrição e modelagem de cenários / árvores de eventos (dados
uma perda de contenção) e estimar quantitativamente as probabilidades associadas de escalar até
os eventos finais (por exemplo, perda de vidas). Uma boa compreensão das possíveis consequências associadas a um
evento (perda de contenção) é alcançado ao configurar tal modelo (nível 3). No entanto, aplicando tal
metodologia pode exigir esforços significativos. As avaliações de nível 3, conforme brevemente introduzidas acima, não são
coberto nesta prática recomendada.
Para avaliações de nível 1, duas opções diferentes são recomendadas abaixo. Para avaliações de nível 2, uma opção
foi apresentado.

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F.4.5 Consequência da abordagem de nível de falha 1


Se um pipeline for projetado de acordo com DNVGL-ST-F101, a primeira opção (modelo agregado) pode ser escolhida e
aplicado como está (a menos que o projeto da tubulação tenha aplicado e documentado outro modelo de classificação de segurança).
A primeira opção também pode ser considerada aplicada para dutos não projetados de acordo com DNVGL-ST-F101. Se o
a segunda opção (modelo segregado) é aplicada, a customização deve ser considerada.

F.4.5.1 Consequência do nível de falha 1 - opção de modelo agregado


Para modelagem de acordo com a filosofia de segurança DNVGL-ST-F101, aplique a Tabela F-11 à Tabela F-14 . Modelagem
Uma das consequências está diretamente ligada às considerações de projeto por meio de classes de segurança ou classes de localização.
O modelo de classe de segurança DNVGL-ST-F101 é um exemplo de tal, onde uma categoria de consequência é usada

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para representar as consequências de segurança, ambientais e econômicas. DNVGL-ST-F101 tem 4 classes de segurança,
Baixo, médio, alto e muito alto. Este último está relacionado à parte onshore de dutos offshore. Outro design
os códigos têm localizações de classes semelhantes, por exemplo, ASME B31.8 com classes de localização 1 a 4.
Ao aplicar a filosofia de classe de segurança aplicada durante o projeto, é importante estar ciente do fato de que
o setor tende a ser impulsionado pelos aspectos ambientais e de segurança dessa filosofia. Além disso, tal
os modelos costumam ser bastante grosseiros, tornando difícil obter uma boa distribuição dos resultados dentro da matriz. UMA
uma boa classificação com base no risco pode ser difícil de alcançar, a menos que o portfólio de sistemas de dutos seja
avaliado é de um determinado tamanho e complexidade.

Tabela F-11 Classes de localização offshore

Classe de localização offshore Descrição

1 A área onde nenhuma atividade humana frequente é prevista ao longo da rota do oleoduto.

A parte do duto / riser na área próxima à plataforma (tripulada) ou em áreas com


atividade humana. A extensão da classe de localização 2 deve ser baseada no risco apropriado
2
análises. Se nenhuma dessas análises for realizada, uma distância mínima de 500 m deve ser
adotado.

Tabela F-12 Tipos / categorias de fluidos

Tipo de fluido Descrição

UMA Fluidos à base de água não inflamáveis típicos.

Fluidos inflamáveis e / ou tóxicos que são líquidos à temperatura ambiente e pressão atmosférica
B condições. Exemplos típicos são petróleo e produtos petrolíferos. O metanol é um exemplo de um produto inflamável
e fluido tóxico.

Fluidos não inflamáveis que são gases não tóxicos à temperatura ambiente e pressão atmosférica
C
condições. Exemplos típicos são nitrogênio, dióxido de carbono, argônio e ar.

D Gás natural monofásico, atóxico.

Fluidos inflamáveis e / ou tóxicos que são gases à temperatura ambiente e pressão atmosférica
condições e que são transportados como gases e / ou líquidos. Exemplos típicos seriam hidrogênio,
E
gás natural (não abrangido de outra forma pela categoria D), etano, etileno, gás de petróleo liquefeito (como
como propano e butano), líquidos de gás natural, amônia e cloro.

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Tabela F-13 Classes de localização em terra

Classe de localização onshore Descrição

Locais sujeitos a atividade humana infrequente sem habitação humana permanente.


1* A classe de localização 1 se destina a refletir áreas inacessíveis, como desertos e tundra
regiões

Locais com densidade populacional inferior a 50 pessoas por quilômetro quadrado. Localização
2 A Classe 2 se destina a refletir áreas como terras devastadas, pastagens, terras agrícolas e outras
áreas escassamente povoadas

Locais com densidade populacional de 50 pessoas ou mais, mas menos de 250 pessoas
por quilômetro quadrado, com várias unidades habitacionais, com hotéis ou edifícios de escritórios onde
não mais do que 50 pessoas podem se reunir regularmente e com edifícios industriais ocasionais.
3 **
A Classe 3 de locais se destina a refletir áreas onde a densidade populacional é intermediária
entre localização de Classe 2 e Localização de Classe 4, como áreas periféricas em torno de cidades e
cidades, ranchos e propriedades rurais.

Locais com densidade populacional de 250 pessoas ou mais por quilômetro quadrado, exceto
onde prevalece uma Classe de localização 5. Uma Classe 4 de Locais destina-se a refletir áreas como
4
empreendimentos habitacionais suburbanos, áreas residenciais, áreas industriais e outras áreas povoadas
áreas que não atendem à Classe de Localização 5.

Localização com áreas onde edifícios de vários andares (quatro ou mais andares acima do solo)
5 são predominantes e onde o tráfego é pesado ou denso e onde pode haver vários outros
utilitários subterrâneos.

* Equivalente à classe de localização 1, conforme definido em ** Equivalente à classe de localização 2, conforme definido na Tabela F-11

Tabela F-14 Consequência da modelagem de falha com base na filosofia de segurança DNVGL-ST-F101

Tipo de fluido

Classe de localização Petróleo e Gás (B, D, E) Outro (A, C)

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Pipeline Pipeline Riser

Offshore1 MÉDIO BAIXO

Offshore2 ALTO MÉDIO ALTO

Onshore1
MÉDIO BAIXO
Onshore2

Onshore 3 ALTO

Onshore4 MUITO ALTO MÉDIO

Onshore 5 EXTREMAMENTE ALTO

As categorias de CoF aplicadas são da Tabela F-4

F.4.5.2 Consequência do nível de falha 1 - opção de modelo segregado


Os diferentes tipos de consequências devem ser tratados separadamente, ou seja, segurança, meio ambiente e economia.
Os parâmetros típicos em tais modelos são: composição do fluido (ou categoria de produto) transportado, nível de tripulação
afetado por uma falha, por meio de put (taxa de fluxo), dependências no pipeline.
Um exemplo (pode precisar ser personalizado pelo usuário) é apresentado na Tabela F-15 . Os modelos podem ser desenvolvidos
para vários modos de falha. Observe que as consequências ambientais e econômicas são modeladas com base em

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categoria de produto e passagem, em que a passagem está diretamente ligada ao diâmetro do duto. Nisso
modelo, o nível de processamento é usado para diferenciar os diferentes produtos. O termo fluido de poço é aplicado se
os fluidos não foram processados. O termo seco é usado para fluidos que foram totalmente processados e são
de qualidade de exportação. Os níveis de tripulação devem ser definidos / personalizados. A Tabela F-11 , Tabela F-13 e Tabela F-17 podem
ser usado como base para personalização. Ocasionalmente tripulado pode, por exemplo, ser usado para partes de uma tubulação dentro do
zona de segurança de uma plataforma ocasionalmente tripulada, ou para peças cruzadas por rotas de navegação. A consequência
a escala vai de A a E, onde E é o mais alto.

Tabela F-15 Modelo de produto (exemplo)

Segurança Meio Ambiente Economia

produtos Occ. Un- D≤ D≤


Tripulado D> 8 ” D> 16 ” D> 32 ” D> 8 ”D> 16” D> 32 ”
homem homem 8" 8"

Gás, fluido de poço E D B B B B C B C D E

Gás,
E C UMA UMA UMA UMA B B C D E
semi-processado

Gás, seco E C UMA UMA UMA UMA B B C D E

Óleo, fluido de poço D| C B B C D E B C D E

Óleo,
C B UMA B C D E B C D E
semi-processado

Óleo, seco C B UMA B C D E B C D E

Condensado,
E D B B B C D C D E E
bem fluido

Condensado,
E C UMA B B C D C D E E
semi-processado

Condensado,
E C UMA B B C D C D E E
seco

Tratado
B UMA UMA UMA UMA UMA UMA UMA B C D
água do mar

Água do mar crua B UMA UMA UMA UMA UMA UMA UMA B C D

Água produzida B UMA UMA B B B C UMA B C D

Os resultados das avaliações devem ser registrados em formulários apropriados. A Tabela F-16 apresenta uma sugestão
conteúdo mínimo de tal formulário.

Tabela F-16 Consequência do formulário de registro de avaliação de falha (nível 1)

Item Descrição

Data de avaliação Ano mês dia

Assessores Nomes e funções / posições do pessoal envolvido na avaliação

Pipeline Nome / ID do pipeline

Seção Nome / ID da seção (muitas seções podem ser definidas - deve ser baseado em classes de localização como um
mínimo)

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Item Descrição

Início da seção KP Início da seção

Fim da seção KP Fim da seção

Diâmetro Diâmetro externo

Pressão Pressão máxima de operação

Nível de tripulação Para o modelo do produto - consulte a Tabela F-15

Modo de falha Opcional (não relevante para modelagem agregada de nível 1)

Tipo / produto de fluido Consulte a Tabela F-12 para os tipos de fluidos ou a Tabela F-15 para os tipos de produtos

Classe de localização offshore Consulte a Tabela F-11

Classe de localização onshore Consulte a Tabela F-13

CoF CoF derivado da Tabela F-14 ou Tabela F-15

Notas Notas de justificação, raciocínio, etc.

Referências Referências a outras documentações e informações usadas para apoiar a avaliação

F.4.6 Consequência da abordagem de nível de falha 2


Recomenda-se combinar modelos de conseqüências segregadas agregadas e mais abrangentes (ver
[F.4.5] ). Isso pode ser feito avaliando os seguintes quatro tipos de consequência:

- classe de segurança de acordo com o projeto (pessoal agregado, ambiental e econômico)


- consequência pessoal
- conseqüência ambiental, e
- conseqüência econômica.

Incluindo o modelo de Classe de Segurança de acordo com o projeto, os programas de integridade baseados em risco contribuirão
para garantir a conformidade com o código de design durante todo o ciclo de vida. Ao avaliar o pessoal,
consequências ambientais e econômicas separadamente, conforme recomendado a seguir, uma melhor classificação pode
ser alcançado - ver [F.4.5.1] .
Um modelo sugerido é apresentado na Tabela F-20, incluindo cada um dos tipos de consequência:

- Classe de segurança de acordo com o projeto - com base em DNVGL-ST-F101 (explosão assumida) - consulte [F.4.5.1] agregado
modelo.
- Consequência de pessoal - para explosão e vazamento - para modelagem de consequências de pessoal, consulte a Tabela F-12 e
Tabela F-17 .
- Consequência ambiental - para explosão e vazamento - Para modelagem de consequências ambientais, consulte a Tabela
F-12 e Tabela F-18 .
- Consequência econômica - para estouro e vazamento - consulte a Tabela F-19 .

Tabela F-17 Classe de localização de pessoal (PLC)

PLC Descrição

Áreas sujeitas a atividades humanas extremamente raras, sem habitação humana permanente. PLC 1 é destinado
refletir
1
- áreas offshore com atividade insignificante de navio / embarcação (os gráficos não mostram faixas de atividade de navio / embarcação)
- áreas inacessíveis, como desertos e regiões de tundra.

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PLC Descrição

Áreas com densidade populacional inferior a 50 pessoas por quilômetro quadrado. PLC 2 se destina a refletir tal
áreas como

2 - áreas offshore com rotas de atividade de navio / embarcação mostradas em gráficos

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- instalação offshore com uma tripulação inferior a 40 *
- terrenos baldios, pastagens, campos agrícolas e outras áreas escassamente povoadas.

Áreas com densidade populacional de 50 pessoas ou mais, mas menos de 250 pessoas por quilômetro quadrado, com
múltiplas unidades habitacionais, com hotéis ou edifícios de escritórios onde mais de 50 pessoas podem se reunir regularmente
e com edifícios industriais ocasionais. PLC 3 se destina a refletir áreas onde a densidade populacional é
intermediário entre PLC 2 e PLC 4, como
3
- áreas offshore onde as rotas do navio / embarcação mostradas nos gráficos indicam atividade extremamente alta do navio / embarcação **
- instalações offshore com uma tripulação entre (e incluindo) * 40 e 196
- Áreas marginais em torno de cidades e vilas, e ranchos e propriedades rurais.

Áreas com densidade populacional de 250 pessoas ou mais por quilômetro quadrado, exceto onde prevalece um PLC 5.
Um PLC 4 destina-se a refletir áreas como

- áreas offshore onde as rotas do navio / embarcação mostradas nas cartas indicam navios de passageiros extremamente grandes
4 atividade**
- instalações offshore com uma equipe acima de 196 *
- Urbanizações habitacionais suburbanas, áreas residenciais, áreas industriais e outras áreas povoadas não
reunião PLC 5.

Áreas em terra ou perto da costa onde edifícios de vários andares (quatro ou mais andares acima do nível do solo) estão
5
predominante e onde o tráfego é pesado ou denso e onde pode haver várias outras concessionárias subterrâneas

* com base na área de uma zona circular de 500 metros (raio) em torno da plataforma

** por exemplo, um fiorde ou uma baía onde navios de passageiros e embarcações industriais navegam várias vezes ao dia

Tabela F-18 Classe de localização ambiental (ELC)

ELC Descrição

1 O potencial de atingir recursos é insignificante.

2 O potencial de acesso aos recursos é baixo.

3 Existe um potencial de alcance de recursos.

4 O potencial de alcançar recursos é significativo.

5 Prevê-se contaminação de recursos.

Os recursos podem estar relacionados a ambientes biológicos (plâncton, estoques de peixes, pássaros, etc.), ambientes costeiros
(litorais, parques de conservação, etc.), ambientes socioeconômicos (áreas de pesca, áreas turísticas, áreas importantes
às forças armadas, etc.). O potencial de alcançar tais recursos (dada uma perda de contenção) dependerá de
distâncias e ambiente físico, como topografia, correntes, ondas, ventos, temperaturas, profundidade da água, etc.
A decisão com relação à determinação das Classes de Localização Ambiental pode ser baseada no julgamento da engenharia. Tudo
recursos devem ser identificados e descritos. A entrada de especialistas e / ou relatórios de análise de impacto ambiental é
altamente recomendado.

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Tabela F-19 Classe econômica (CE)

CE Descrição

1 Perdas potenciais ≤ 0,1% da produção anual relevante

2 Perdas potenciais ≤ 1% da produção anual relevante

3 Perdas potenciais ≤ 10% da produção anual relevante

4 Perdas potenciais ≤ 100% da produção anual relevante

5 Perdas potenciais> 100% da produção anual relevante

Definir a consequência da categoria de falha é recomendado com base em uma comparação de perdas potenciais contra o
produção anual relevante (ou seja, dentro do contexto de gerenciamento de integridade que está sendo avaliado). Consequências econômicas
vai depender de quão bem preparada a organização está para situações de emergência e pode variar ao longo do gasoduto
sistema, por exemplo, devido à profundidade da água. A modelagem das consequências econômicas pode ser realizada tanto para vazamento quanto para explosão
cenários. O seguinte deve ser considerado devido a uma perda de contenção:

- Perdas associadas à entrega da produção - estimar o tempo de parada e considerar toda a produção durante esta parada
tempo como uma perda. Isso não é necessariamente correto e pode ser conservador, mas é suficiente para o propósito de
ranking para planejamento de longo prazo. Modelos mais avançados (documentados), considerando, por exemplo, potenciais de catching-up
produção, pode ser aplicado se desejado.
- Custo de reparo - calcule o custo de reparo em si. Considere se o escopo do reparo pode ou não abranger mais do que o
localização da perda de contenção. Por exemplo, corrosão geral severa pode exigir reparos extensos ao longo
partes significativas de um sistema de dutos.
- Dependendo dos regulamentos locais, as multas também podem ser relevantes. Isso varia muito dependendo
país e localização geográfica.
- Custo associado a danos materiais associados a equipamentos próprios e vizinhos

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equipamento e equipamento de outras partes. Isso é particularmente relevante para considerar se houver potenciais significativos
de ignição.
- O custo associado ao dano ambiental pode ser significativo dependendo do tipo de fluido, volumes, país e
localização geográfica.

Os limites de 0,1%, 1%, 10% e 100% aplicados na figura são apenas sugestões. Estes devem ser definidos pelo
operar a empresa de uma maneira que se adapte ao seu contexto de negócios.

Tabela F-20 Consequência da abordagem de modelagem de falha de nível 2

Tipo de fluido

Classe de localização Óleo (B) Gás (D, E) Outro (A, C)

Estouro Vazamento Estouro Vazamento Estouro Vazamento

Classe 1 de localização offshore M eu

Classe 2 de localização offshore H M/H*

Classe 1 de localização em terra


M eu
Classe 2 de localização em terra

Classe 3 de localização em terra H

Classe 4 de localização em terra VH M

Classe 5 de localização em terra EH

Classe 1 de localização de pessoal eu eu M eu eu eu

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Tipo de fluido

Classe de localização Óleo (B) Gás (D, E) Outro (A, C)

Estouro Vazamento Estouro Vazamento Estouro Vazamento

Classe 2 de localização de pessoal M M H


H
Classe 3 de localização de pessoal H VH
H M
Classe 4 de localização de pessoal VH VH
EH M
Classe 5 de localização de pessoal EH VH EH H

Classe de localização ambiental 1


H eu eu eu eu
Classe de localização ambiental 2 eu

Classe de localização ambiental 3 VH M M

Classe 4 de localização ambiental H M M


EH H M
Classe 5 de localização ambiental VH

Classe econômica 1 eu

Classe econômica 2 M

Classe econômica 3 H

Classe econômica 4 VH

Classe econômica 5 EH

As categorias de CoF são da Tabela F-4

* Alta consequência para riser

Os resultados das avaliações devem ser registrados em formulários apropriados. A Tabela F-21 apresenta uma sugestão
conteúdo mínimo de tal formulário aplicável ao modelo sugerido em [F.4.6] .

F.4.7 Ajustes finais de consequência da categoria de falha


O julgamento da engenharia (documentado) deve ser aplicado para os ajustes finais do CoF avaliado (independentemente
nível / abordagem aplicada). Isso deve, por exemplo, ser baseado em

- Parâmetros chave no que diz respeito ao desenvolvimento de conseqüências (pressão, volumes, composição do fluido, água
profundidade, ambiente, etc.).
- Confiança nas barreiras reativas no local para minimizar as consequências, dada uma perda de contenção (ver Seção 4
[4.2] ).
- O conjunto / portfólio de dutos / seções sendo avaliados (considere o CoF de maneira relativa com base no
contexto total).

Tabela F-21 Consequência do formulário de registro de avaliação de falha (nível 2)

Item Descrição

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Data de avaliação Ano mês dia

Assessores Nomes e funções / posições do pessoal envolvido na avaliação

Pipeline Nome / ID do pipeline

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Item Descrição

Seção Nome / ID da seção (muitas seções podem ser definidas - deve ser baseado na localização
Aulas)

Início da seção KP Início da seção

Fim da seção KP Fim da seção

Diâmetro Diâmetro externo

Pressão Pressão máxima de operação

Modo de falha Opcional

Tipo de fluido Consulte a Tabela F-12

Classe de localização offshore Consulte a Tabela F-11

Classe de localização onshore Consulte a Tabela F-13

Classe de localização de pessoal Consulte a Tabela F-17

Classe de localização ambiental Consulte a Tabela F-18

Classe econômica Consulte a Tabela F-19

CoF / classe de segurança CoF / Classe de segurança derivada da Tabela F-14 (classe de localização offshore / onshore)

CoF / Classe de localização de pessoal CoF / classe de localização de pessoal derivada da Tabela F-20

Classe de localização CoF / Ambiental CoF / classe de localização ambiental derivada da Tabela F-20

CoF / classe econômica CoF / classe econômica derivada da Tabela F-20

CoF / Final Mais conservador dos acima com julgamento de engenharia.

As outras categorias de CoF são usadas para classificar entre pipelines / seções onde o
CoF / Final são iguais.

Notas Notas de justificação, raciocínio, etc.

Referências Referências a outras documentações e informações usadas para apoiar o


avaliação

Pode ser prático trabalhar em um tipo de consequência por vez, antes que todos os resultados sejam reunidos em um
mesa.

F.5 Planejamento de gestão de integridade


Um programa de gerenciamento de integridade é normalmente estabelecido na fase de design e implementado na
organização antes do início da produção. O programa é normalmente verificado e, se necessário, atualizado como parte
da transferência do projeto para a operação. Durante a operação, as atualizações ocorrem regularmente e podem ser iniciadas
baseado em:

- os resultados das atividades de inspeção, monitoramento e teste (também de outros ativos associados *)
- os resultados de qualquer avaliação de integridade
- alterações nos parâmetros operacionais ou quaisquer outras alterações que possam afetar a imagem total da ameaça, ou
- se ocorrerem alterações nos requisitos de autoridade ou em quaisquer outras premissas e premissas para o
período em questão.

O processo iterativo para avaliação de risco e planejamento de gerenciamento de integridade iniciado na fase de design
e atualizado ao longo de toda a vida útil é ilustrado na Figura F-1 . Planejamento detalhado da integridade

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atividades de melhoria de controle e integridade envolvem programação detalhada, as atividades logísticas necessárias
tais como, por exemplo, fornecimento e alocação de peças sobressalentes, disponibilidade de equipamentos de inspeção / pesquisa, tripulação e
procedimentos relevantes. Um programa anual de gerenciamento de integridade também pode ser estabelecido.
*) Por exemplo, algumas instalações submarinas têm vários sensores e dispositivos de monitoramento (por exemplo, controle de areia,
controle do ponto de orvalho, cupons de corrosão) instalados para monitorar o desempenho ou integridade do sistema. o
Convém que as informações coletadas de tais sistemas sejam incorporadas ao programa de gerenciamento de integridade.

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Figura F-1 Avaliação de riscos e processos de planejamento de gerenciamento de integridade

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F.5.1 Período do programa de gestão de integridade


O programa de gerenciamento de integridade deve abranger um determinado período de tempo. Normalmente, este período cobre pelo menos
8 anos. Pode ser definido nos requisitos da autoridade e / ou da empresa - consulte a Seção 2 [2.1] e a Seção 4 [4.3] .

F.5.2 Avaliação de risco inicial e programa de gestão de integridade


Uma avaliação de risco inicial deve ser realizada na fase de projeto e verificada ou atualizada como parte do
transferência do projeto para a operação. Com base nesta avaliação de risco inicial, um programa de gerenciamento de integridade
deve ser estabelecido e implementado na organização antes do início da produção ( integridade inicial
programa de gestão ).
As ameaças ao sistema devem ser identificadas e as medidas de prevenção ou mitigação implementadas em
a fase DFI deve ser listada. A fim de documentar a aplicabilidade das várias ameaças, o Risco Inicial
A avaliação inclui uma análise qualitativa de todos os grupos de ameaças potenciais para um pipeline, incluindo possíveis sub
ameaças.
A saída da avaliação de risco pode ser resumida em uma avaliação de risco e gerenciamento de integridade
esquema de planejamento que inclui, no mínimo:

- mapeamento de ameaças ao sistema


- meios de proteção e atividades de controle de integridade
- critérios de aceitação / critérios de design. (as indicações visuais ou parâmetros que devem ser monitorados precisam
a ser identificado e um critério para tomar outras ações corretivas ou inspeção precisa ser definido)
- riscos associados.

Um exemplo de tal esquema é dado abaixo.

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Figura F-2 Exemplo de avaliação de risco e esquema de planejamento de gestão de integridade

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O programa inicial deve ser baseado em avaliações de risco, documentação de design, currículos DFI, HAZOP
estudos, discussões e análises da fase do projeto, experiência operacional anterior e melhores práticas
além de bom senso de engenharia. Problemas com certos sistemas ou componentes que surgem
durante a fabricação ou instalação pode exigir inspeção mais frequente ou acompanhamento mais próximo.
As seguintes suposições devem ser confirmadas antes do desenvolvimento da gestão de integridade inicial
programa:

- sem não-conformidades pendentes do projeto, fabricação e instalação do duto


- uma pesquisa inicial bem-sucedida, com relação a danos ao revestimento externo e ao sistema CP, realizada antes
para preenchimento de todas as seções de linha enterradas. (ref. DNVGL-ST-F101 Sec.10 G)
- levantamento de construção externo da tubulação antes da partida, ou seja, condição fria (ref. DNVGL-ST-F101 Sec.10 G).

F.5.3 Atualização da avaliação de risco inicial e programa de gestão de integridade


Uma atualização da avaliação de risco inicial deve ser realizada pelo operador quando a tubulação é assumida
para operação. Isso é para garantir que nenhuma nova ameaça tenha sido introduzida no pipeline durante o período pré-
fase de comissionamento ou comissionamento.
Quando o sistema de tubulação é assumido pelo operador, o programa de gerenciamento de integridade inicial deve ser
Atualizada. A atualização da avaliação de risco inicial e do programa de gestão de integridade inicial deve ser
a base para a atualização do programa inicial de gerenciamento de integridade.

F.5.4 Atualização anual do programa de gestão de integridade


O programa de gestão de integridade deve ser atualizado anualmente com base nas informações obtidas no mesmo
período e no conhecimento sobre a aplicação de novas técnicas / métodos de análise dentro da condição
monitoramento e fiscalização.
Se, por exemplo, certas inspeções anteriores mostram degradação excessiva (além do esperado) um mais rigoroso
o regime de inspeção deve ser aplicado além da investigação da causa da degradação. Equivalentemente, se
degradação ao longo do tempo é menor do que o esperado, a possibilidade de estender os intervalos de inspeção deve ser
considerado.
A confiança nos resultados da inspeção e nos dados de monitoramento deve ser levada em consideração.

F.5.5 Atualização periódica da avaliação de risco e gestão de integridade


programa
Uma atualização periódica de toda a avaliação de risco e programa de gestão de integridade deve ser realizada
quando necessário ou pelo menos a cada 5 a 7 anos.
A necessidade de tais atualizações pode estar relacionada a mudanças em: atividades de arrasto (offshore), o projeto da pesca de arrasto
e equipamentos de pesca, população (em terra), rotas de navegação, métodos de inspeção e monitoramento, etc.
Modificações, requalificações, extensões de vida, mudanças de operadora também podem ser motivos para tais atualizações.

F.5.6 Inspeções baseadas em eventos


Se um determinado evento ocorrer, como um objeto caído ou um parâmetro monitorado que excedeu seu
critérios de aceitação, isso deve desencadear uma investigação separada ou inspeções mais frequentes. A integridade
programa de gestão deve ser atualizado em conformidade.
Outros tipos de eventos também podem fornecer oportunidades (por exemplo, paradas planejadas) para realizar a inspeção
Atividades. As inspeções planejadas já incluídas no programa de gestão de integridade devem ser re-
avaliada com base nos resultados de tal inspeção oportunística (outros tipos de inspeção podem ser escolhidos;
a próxima inspeção planejada pode ser adiada ou pode precisar ser realizada mais cedo, etc.).

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F.5.7 Frequência
A frequência das atividades de IM deve depender do nível de risco, da confiança nos dados de entrada para a avaliação de risco,
confiança no estado de integridade, avaliação de possível desenvolvimento do risco.

F.5.7.1 Uso de matrizes de seleção de trabalho


Matrizes de seleção de trabalho podem ser usadas para garantir que ações consistentes sejam tomadas, dependendo dos resultados
da avaliação de risco. Veja também [F.2] .

F.5.7.2 Tempo para atingir um limite de risco definido


Quando relevante e viável (ou seja, onde a probabilidade de falha deve mudar com o tempo), o tempo
quando um certo limite de risco é atingido pode ser estimado e pode ser usado para decidir sobre o próximo ano de inspeção.
Recomenda-se basear o tempo de inspeção no tempo para atingir o limite de risco menos o tempo
considerado necessário para:

- realizar a inspeção
- avaliar os resultados
- realizar quaisquer avaliações de integridade e
- planejar e implementar quaisquer atividades de melhoria necessárias.

Este tempo de inspeção deve ser comparado ao próximo ano de inspeção devido à legislação e / ou empresa
requisitos. A solução mais conservadora deve ser implementada.
Normalmente, as consequências de uma falha são consideradas independentes do tempo e fixas (constantes). O prefeito
tarefas na avaliação de risco são, portanto, a avaliação da probabilidade de falha no ano de avaliação
(este será normalmente, mas não necessariamente o ano da última inspeção) e seu possível desenvolvimento (Este é
feito considerando fatores que podem resultar em uma probabilidade diferente de falha com o passar do tempo).

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APÊNDICE G EXEMPLO - AVALIAÇÃO DE RISCO E INTEGRIDADE


PLANEJAMENTO DE GESTÃO

G.1 Descrição do sistema e histórico


A descrição do sistema é a seguinte - consulte a Figura G-1

- Temperatura de projeto da linha de fluxo de óleo de 10 ": 140 ° C


- pressão de projeto: 200 bar
- início da produção: 2004 (de 2 de 4 poços)
- 4 poços de 2006. Platô em 2009
- a tubulação é projetada para dobrar em dois locais (A na inicialização; e B após a produção total) fora do
Zona de Segurança.

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Figura G-1 linha de fluxo de flambagem global de 10 "

A partir da documentação do projeto, a utilização relativa das duas fivelas na condição do projeto é de 0,93 e
0,87 para os locais A e B, respectivamente.

G.2 Avaliação de risco


Modelagem PoF
A tubulação foi projetada de acordo com DNVGL-ST-F101 e o projeto de expansão foi feito
de acordo com DNVGL-RP-F110 Flambagem global .
Uma regra simples que descreve a relação entre a utilização de acordo com DNVGl-ST-F101 e a categoria de probabilidade
foi estabelecido (apenas para ilustração). Essa regra está descrita na Tabela G-1 . Aplicando a regra junto com
a utilização relatada da documentação de projeto resulta em uma categoria 3 de PoF.

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Tabela G-1 PoF-regra

Modelagem CoF
A consequência da falha é determinada usando o modelo do produto conforme descrito no App.F [F.4.5.2] . o
produto junto com o diâmetro produz uma categoria de consequência C, consulte a Tabela G-2 .

Tabela G-2 Modelo de produto (exemplo)

Segurança Meio Ambiente Economia

produtos Occ. Un- D≤


Tripulado D ≤ 8 "D> 8" D> 16 "D> 32" D> 8 ”D> 16” D> 32 ”
Homem. homem 8"

Gás, fluido de poço E D B B B B C B C D E

Gás, semi-
E C UMA UMA UMA UMA B B C D E
processado

Gás, seco E C UMA UMA UMA UMA B B C D E

Óleo, fluido de poço D| C B D E B D E

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Óleo, semi-
C B UMA B C D E B C D E
processado

Óleo, seco C B UMA B C D E B C D E

Condensado,
E D B B B C D C D E E
bem fluido

Condensado,

semi- E C UMA B B C D C D E E
processado

Condensado,
E C UMA B B C D C D E E
seco

Tratado
B UMA UMA UMA UMA UMA UMA UMA B C D
água do mar

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Segurança Meio Ambiente Economia

produtos Occ. Un- D≤


Tripulado D ≤ 8 "D> 8" D> 16 "D> 32" D> 8 ”D> 16” D> 32 ”
Homem. homem 8"

Água do mar crua B UMA UMA UMA UMA UMA UMA UMA B C D

Produzido
B UMA UMA B B B C UMA B C D
água

Nível de risco
Combinar o PoF (3) e o CoF (C) na matriz de risco produz um nível de risco médio.

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G.3 Intervalo de inspeção


Uma matriz de seleção de trabalho é usada para determinar o intervalo de inspeção de base (I R ).

O intervalo de inspeção final é determinado como:


I=IR·C·D
onde C e D são fatores de ajuste para confiança e possível desenvolvimento de PoF.
O fator de confiança reflete as incertezas na categoria PoF. Neste caso, o PoF é determinado apenas
com base no cálculo do projeto e a confiança é baixa até que o projeto de expansão tenha sido verificado através
inspeção externa. Uma regra simples é descrita na Tabela G-3 .
Da mesma forma, a Tabela G-4 fornece uma regra para determinar o fator de desenvolvimento (D).

Tabela G-3 Fator de confiança

Doença Fator de confiança (C)

Início da produção 0,5

Boa concordância entre o projeto e as observações 1.0

Tabela G-4 Fator de desenvolvimento

Doença Fator de desenvolvimento (D)

Mais fivelas são esperadas 0,5

Uma configuração totalmente expandida é alcançada 1.0

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Inspeção inicial
A inspeção inicial é derivada da matriz de seleção de trabalho e quantificação de C e D, consulte a Tabela G-5 .
De acordo com o procedimento, a primeira inspeção deve ser feita durante o primeiro ano de operação. Isto é também
em conformidade com os requisitos para inspeção de inicialização em DNVGl-ST-F101.

Tabela G-5

Doença Valor

Intervalo de inspeção com base no risco (IR). 3 anos

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Fator de confiança (início da produção) (C) 0,5
Fator de desenvolvimento (mais fivelas são esperadas) (D) 0,5

Primeira inspeção I = IR × C × D ~ 1 ano

Uma ilustração de como a abordagem pode ser usada para documentar a inspeção futura é ilustrada na Tabela G-6 .
Consulte também o App.I [I.4] .

Tabela G-6 Exemplo simples que ilustra uma avaliação de risco para determinar o tempo de inspeção

Insp # IR C D Eu EU* I-Year Comentário I-Type

Inspeção de inicialização, consulte DNVGL-ST-F101 Sec.11


1r 3 0,5 0,5 0,75 1 2005 ROV
D302

Uma fivela (local A) foi desenvolvida e o


resultado em termos de utilização é consistente com
previsões feitas no design, daí a confiança
fator foi aumentado para 1,0. A fivela em
2 nd 3 1.0 0,5 1,5 2 2007 ROV
o local B deverá se desenvolver quando a produção
do poço 3 e 4 é iniciada em 2006. A inspeção
deve ser feito após a produção de todos os poços
começou. ou seja, 2007.

Todas as fivelas foram desenvolvidas e a inspeção


os resultados se comparam muito bem com o design
3 rd 3 1.0 1.0 3,0 3 2010 ROV
previsões. Tanto o fator de confiança quanto o
fator de desenvolvimento são definidos como 1,0.

A produção máxima foi alcançada em 2009 e a


4 th 5 1.0 1.0 5.0 5 2015 Sonar a produção está diminuindo. A utilização de
as fivelas estão abaixo de 0,75 (a categoria PoF é 2).

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APÊNDICE H PROBABILIDADE DE GRÁFICOS DE FLUXO DE NÍVEL-1 DE FALHA

H.1 Introdução
Este apêndice apresenta fluxogramas que podem ser aplicados como uma ferramenta que apóia workshops de avaliação como
descrito em Sec.4 [4.4.3] e App.F [F.3.2.1] .

H.2 Avaliações de nível 1 - ameaças de terceiros

H.2.1 Geral
Antes de uma avaliação de risco no que diz respeito a ameaças de terceiros, uma descrição de sistema apropriada deve
esteja preparado. A descrição deve cobrir todo o pipeline e deve considerar o seguinte ciclo de vida
em formação:

- Visão geral das atividades que potencialmente afetam a integridade do duto

- manuseio do guindaste na plataforma ou equipamento


- pesca (arrasto de fundo)
- navios de abastecimento e tráfego geral de navios na área ao redor do oleoduto
- operações submarinas (por exemplo, operações simultâneas como perfuração, completação e intervenção)
- outros (construção planejada, etc.).

- Características físicas do duto

- diâmetro, espessura da parede, espessura do revestimento


- material (aço e revestimento)
- detalhes de construção (conectores, pescoços de cisne, etc.)
- proteção (sepultamento, despejo de rocha, estruturas de proteção, etc.)
- rota e profundidade da água.

- Resumo de qualquer inspeção relevante e dados de monitoramento de inspeções de ROV externas, internas
inspeções, sistemas de monitoramento de navios.

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No que diz respeito a fornecer dados para as avaliações das consequências de uma falha, uma avaliação quanto a
o modo de falha mais provável (vazamento até a ruptura) deve ser feito caso a caso. Na sequência,
são fornecidas orientações sobre como avaliar a probabilidade de falha.

H.2.2 Descrição de ameaças de terceiros


Ameaças de terceiros estão associadas a atividades humanas e / ou hardware que podem causar carregamento externo para
pipelines. Os seguintes tipos de cargas podem ser relevantes:

- cargas de impacto
- cargas pull-over
- cargas de engate
- ou uma combinação das opções acima.

A Tabela H-1 mostra exemplos de ameaças de terceiros e as cargas típicas às quais o sistema pode estar sujeito.
Para dutos de pequeno diâmetro e / ou dutos que não foram projetados para suportar tais cargas causadas
por ameaças de terceiros, a falha por perda de contenção (vazamento até a ruptura) pode ocorrer diretamente
efeito. A probabilidade de tal falha é igual à probabilidade de experimentar tal evento e é
normalmente independente do tempo dentro dos prazos relevantes em um contexto de gestão de integridade (longo prazo
programas de gerenciamento de integridade normalmente cobrem até 8 anos).
Normalmente, as ameaças de terceiros relevantes são levadas em consideração durante o design. Relacionado a ameaças de terceiros
eventos provavelmente levarão a danos na tubulação, como amassados, abrasão, rachaduras, goivas, fivelas locais, revestimento

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danos, danos no ânodo e deslocamentos. Esses tipos de dano podem com o tempo evoluir para uma perda de
falha de contenção. A probabilidade de falha associada é mais complexa e pode ser dependente do tempo em
estes casos.

Tabela H-1 Exemplos de ameaças de terceiros

Exemplos de atividades Ameaças típicas Carregar para pipeline

Atividades de instalação: Objetos caídos Impacto

- Instalação de dutos, risers, subsea Âncora arrastada, corrente de âncora Impacto / pull-over / enganchamento
módulos, tampas de proteção, etc.
- Abertura de valas, cascalho / despejo de rochas Impacto / colisão da embarcação (motorizada ou Impacto
à deriva)
- Construção de cruzamento
Puxar acidentalmente o arado na tubulação

Manuseio de âncora (plataforma e navio de assentamento Objetos caídos Impacto


operações)
Âncora arrastada Impacto / pull-over / enganchamento

Corrente de âncora arrastada Estacionar

Atividades de elevação (sonda ou plataforma Objetos caídos Impacto


operações)

Operações submarinas (simultâneas Impacto de ROV Impacto


operações)
Falha de manobra durante o equipamento Impacto
instalação / remoção / reparo
Impacto / pull-over

Atividades de pesca Interferência de arrasto Impacto / pull-over / enganchamento

Tráfego - petroleiros, navios de abastecimento, Impacto / colisão da embarcação (motorizada ou Impacto


navios comerciais, submarinos à deriva)

Ancoragem * Impacto / (pull-over) / enganchamento

Objetos caídos Impacto

* não intencional / não controlado enquanto ainda navega

Entre as ameaças de terceiros típicas apresentadas na Tabela H-1 , as seguintes são normalmente cobertas por longo prazo
planos de gestão de integridade com base no risco: interferência de arrasto, queda de objetos, ancoragem, impacto da embarcação
no riser.
Essas são ameaças relevantes durante as operações normais. Eles são abordados com mais detalhes no
seções abaixo. Outras ameaças na Tabela H-1 que normalmente ocorrem durante as fases temporárias não são abordadas em
mais detalhes abaixo. Esses eventos são considerados conhecidos quando ocorrem, registrados e acompanhados por
planos para cada situação específica. Normalmente, uma avaliação de integridade (avaliação adequada para a finalidade) de acordo com
aos códigos relevantes serão realizados e definirão qualquer plano de gestão de integridade de longo prazo necessário
Atividades. Uma atividade de terceiros que pode ser relevante para muitos dutos são as operações da plataforma. Isso não é coberto
no modelo de avaliação de risco neste relatório, pois é considerado uma ameaça que só é aplicável em certos
períodos de vida de um oleoduto. Dependerá da atividade na área e geralmente é relevante por períodos limitados
de tempo. Presume-se que o gerenciamento de risco em tais contextos faça parte de tais projetos bem definidos. Orientação para
a avaliação de risco para operações de plataforma é fornecida em DNVGL-RP-F107.
Se os planos para tais fases / atividades temporárias são bem conhecidos ao realizar a avaliação de risco para o
propósito do planejamento de gestão de integridade de longo prazo, atividades de controle de integridade apropriadas podem ser planejadas
realizadas imediatamente após essas fases temporárias. Isso também pode ser levado em consideração ao planejar
(curto prazo) atividades de controle de integridade em detalhes.

https://translate.googleusercontent.com/translate_f#7 93/145
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H.2.3 Interferência de arrasto


Dependendo dos critérios de projeto aplicados, os dutos localizados em áreas onde a atividade de arrasto ocorre podem sofrer
falha imediata ou deterioração a longo prazo. Em geral, os dutos são projetados para suportar cargas de redes de arrasto
artes em áreas onde atividades de arrasto são previstas. Os cenários típicos em que as artes de arrasto podem causar
os danos à tubulação são impacto, tração e engate:

- Impacto, ou seja, a fase de impacto inicial quando uma placa de arrasto, sapata de viga ou peso do aglomerado atinge uma tubulação. Esta
fase normalmente dura alguns centésimos de segundo. É principalmente a resistência local da casca do tubo,
incluindo revestimento protetor que é mobilizado para resistir à força de impacto.
- Encosta, ou seja, a segunda fase em que a tábua da rede de arrasto, a rede de arrasto de vara ou o peso do maciço são puxados sobre o
pipeline. Esta fase pode durar de cerca de 1 segundo a cerca de 10 segundos, dependendo da profundidade da água, extensão
altura e outros fatores. Isso geralmente causará uma resposta mais global do pipeline.
- Hooking, ou seja, uma situação em que o equipamento da rede de arrasto fica preso sob o oleoduto. Esta é uma situação rara
onde forças iguais ou maiores que a carga de ruptura da linha de urdidura são aplicadas à tubulação.

Tanto o encosto quanto o enganchamento podem causar empenamento local e global no oleoduto. Impactos causados pela rede de arrasto
prancha ou outro equipamento relacionado (por exemplo, pesos maciços) combinados com vãos livres podem ter um impacto negativo sobre
o cano. Arrasto com pesos maciços é uma prática relativamente nova e, consequentemente, muitos oleodutos não são
projetado para suportar cargas de tais equipamentos.
A engrenagem de arrasto também pode interagir com equipamentos de tubos relacionados, como flanges e parafusos expostos, e para pequenos
tubulações de diâmetro, enganchar pode resultar em ruptura.
Nos últimos anos, um cenário que tem recebido atenção extra é quando as modernas tábuas de arrasto com
arestas vivas atingem e arranham juntas de campo que não são protegidas por revestimento de concreto, mas um material bastante macio.
Ter esses tipos de pranchas de arrasto frequentemente raspando as juntas do campo pode resultar em juntas do campo desprotegidas
com subsequente corrosão e iniciação de fissuras, bem como perda de resistência mecânica. Sendo este um relativamente
novo fenômeno (tanto as placas de arrasto afiadas e o novo revestimento de junta de campo) e o fato de que possível
impactos negativos provavelmente levarão tempo para se transformar em um vazamento, fazendo a estimativa da frequência de falha para este
cenário sozinho uma questão complexa. Com programas de inspeção bem adaptados, danos potenciais iniciados devem
ser descoberto antes de evoluir para um vazamento e os reparos podem ser agendados para um intervalo de tempo adequado.
A avaliação PoF de nível 1 para interferência de arrasto consiste em 2 etapas, um fluxograma que fornece uma
valor PoF inicial seguido por um julgamento de engenharia na Tabela H-2, onde um ajuste do PoF pode ser
realizada. Cada pergunta tem um número que se refere a uma nota de orientação fornecida na Tabela H-3 .

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Figura H-1 Fluxograma de interferência de arrasto

Tabela H-2 Ajustes de probabilidade de falha com base no julgamento de engenharia

Problema / condição / critério / pergunta Ajustamento

5 Comprimento / altura significativos do vão? +1

6 Susceptível à flambagem global / turbulenta? +1

7 D / t> 40? +1

8 Componentes desprotegidos ao longo do pipeline? +1

9 Condição adequada recentemente confirmada -1

10 Julgamento de engenharia de outras questões não cobertas acima ±x

PoF ajustado PoF + soma dos ajustes

* Pontuação máxima de PoF = 5

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Tabela H-3 Orientação para interferência de arrasto

Fluxograma

Atividade de pesca de arrasto? Existe alguma atividade de arrasto na área que possa interferir com o oleoduto ou existe
1
esperava alguma atividade de arrasto no futuro próximo?

Pipeline confirmado Oleoduto confirmado como protegido (isto é, enterrado ou despejado na rocha) contra a interferência da rede de arrasto
2 protegido? por inspeção e não se espera que tenha havido qualquer mudança significativa no
profundidade de enterramento desde a última inspeção.

Design adequado Oleoduto projetado contra a pesca de arrasto e as cargas do equipamento real usado no
base? área. Observe que, especialmente para tubulações mais antigas, a arte da rede de arrasto pode ter aumentado de tamanho /
3
peso desde o projeto e se o peso maciço for usado, o duto é capaz de suportar
essas cargas?

4 Spans grátis? Existem vãos livres ao longo do pipeline?

Julgamento de engenharia

Extensão significativa Vãos livres com comprimento e altura significativos que podem atuar como potenciais pontos de engate.
5
comprimento / altura Relevante apenas para oleodutos em áreas com atividades de arrasto.

Susceptível a Dutos enterrados que podem ter experimentado flambagem global / turbulência desde a última
6 global / turbulência inspeção que leve à exposição do oleoduto e risco de interferência do arrasto.
empenamento

D / t> 40 Relação diâmetro / espessura acima de 40 e, portanto, considerada uma tubulação menos robusta
7
sistema que é mais suscetível à interferência do arrasto do que oleodutos mais robustos.

Desprotegido Existem componentes desprotegidos, ou seja, flanges, válvulas, acessórios, que podem ser enganchados

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8 componentes ao longo por arrasto e / ou rede?
o pipeline

Condição adequada Inspeção e monitoramento realizados mostrando nenhum dano devido à pesca de arrasto e / ou não
recentemente confirmado atividade de arrasto na área ao redor do oleoduto. Para dutos enterrados / despejados na rocha
9 tipos de inspeção relevantes podem ser inspeções internas que podem detectar amassados ou
inspeções externas que podem revelar flambagem global devido à pesca de arrasto. Para desprotegido
tubulações podem ser inspeções de ROV.

Engenharia “X” é selecionado com base no conhecimento de


julgamento de outro
- o próprio sistema
10 problemas
- como foi operado e
- mantida (ou seja, funções de controle de qualidade e melhoria de integridade no
sistema de gestão de integridade)

H.2.4 Ancoragem
A ancoragem é aqui aplicada em conexão com a ancoragem não controlada / não intencional durante a navegação.
As quedas de âncora controladas são normalmente feitas quando a embarcação tem velocidade / parada muito baixa e deve
portanto, deve ser considerado um objeto caído. O enganchamento não é uma ameaça nessas situações devido à embarcação baixa
Rapidez.
A ancoragem como uma ameaça depende de um grande número de fatores, como localização do oleoduto, tamanho, proteção
filosofia, número de travessias de navios por unidade de tempo e distribuição do tamanho do navio.
O gancho de âncora é mais relevante para dutos expostos, mas dutos enterrados também podem sofrer de ancoragem se
a profundidade do enterro é insuficiente. Dependendo da profundidade da água, uma âncora arrastada pode atingir o fundo do mar e
representando assim uma ameaça para o gasoduto submarino.

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Existem áreas onde a probabilidade de queda não intencional da âncora é maior do que outras:

- Quando o navio se aproxima de um porto ou navega por passagens estreitas, a âncora está preparada para
queda, o que significa que tanto o batente da âncora quanto a trava da corrente são removidos. Isso é feito para minimizar
o tempo desde uma possível falha de maquinário ou direção até o início da ancoragem de emergência. Desde a âncora
então, apenas repousa sobre a quebra da banda, há uma probabilidade aumentada de queda descontrolada da âncora.
- Em caso de distâncias de navegação livres significativas em águas mais profundas antes de chegar a águas rasas (se houver dutos
estão presentes na área de interface entre águas mais profundas e águas mais rasas), a probabilidade de um
O incidente de ancoragem pode ser maior do que quando navegando apenas em áreas dentro dessas águas rasas (onde
a âncora lançada não intencional provavelmente será descoberta rapidamente devido a vibrações, ruído, velocidade,
manobra).
- Além de âncoras arrastadas de navios tripulados, também há navios e barcaças sendo rebocados. Lá
é uma preocupação que a probabilidade de quedas não intencionais de âncoras de tais navios / barcaças seja maior do que para
navios tripulados em andamento. Um motivo para a preocupação é que o navio ou barcaça rebocado pode não ser tripulado,
aumentando a probabilidade de a queda permanecer desconhecida. Outra razão é que alguns dos navios são
sendo rebocado para pátios distantes para demolição. A condição e integridade técnica de tais navios, incluindo
pode-se esperar que o equipamento de fundeio seja significativamente menor do que para os navios registrados para o tráfego.

A avaliação PoF de nível 1 para ancoragem consiste em 2 etapas, um fluxograma que fornece um valor PoF inicial
seguido por um julgamento de engenharia na Tabela H-4, onde um ajuste do PoF pode ser executado. Cada
pergunta tem um número de acompanhamento que se refere a uma nota de orientação fornecida na Tabela H-5 .

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Figura H-2 Fluxograma de ancoragem

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Tabela H-4 Ajustes de probabilidade de falha com base no julgamento de engenharia

Critério Ajustamento

4 Pipeline exposto a carregamento cíclico (operacional / corrente / ondas)? +1

5 D / t> 40? +1

6 Localização de águas profundas a rasas? +1

7 Proteção (enterrado / despejado na rocha)? -1

8 Condição adequada recentemente confirmada -1

9 Julgamento de engenharia de outras questões não cobertas acima ±x

PoF ajustado PoF + soma dos ajustes

* Pontuação máxima de PoF = 5

Tabela H-5 Orientação para ancoragem

Fluxograma

1 Profundidade da água <300 m * Âncoras arrastadas geralmente não são consideradas capazes de alcançar o
oleoduto se estiver localizado em profundidades de água superiores a 300 metros.

2 Baixa densidade de tráfego de navios Áreas com baixo tráfego de navios.

3 Alta densidade de tráfego de navios Alta densidade de navios com âncoras que constituem uma ameaça para o
pipeline. As áreas típicas com alta densidade de tráfego de navios são as rotas de navegação,
perto de portos, área com operações de perfuração etc.

Julgamento de engenharia

4 Pipeline exposto a carregamento cíclico Um dano potencial aos dutos expostos ao carregamento cíclico de
operação (pressão, temperatura, desligamentos), corrente, ondas etc.
pode evoluir mais rapidamente para a falha do que um pipeline com baixa exposição a
carregamento cíclico. Relevante apenas para áreas com lâmina d'água <300 m.

5 D / t> 40? Razão diâmetro / espessura acima de 40 e, portanto, é considerada como um


sistema de tubulação menos robusto. Relevante apenas para áreas com profundidade de água
<300 m.

6 Localização de águas profundas a rasas O duto cruzando (transversalmente) uma zona de transição de profundidade de raso
para águas profundas. A distância de navegação livre em águas profundas aumentará o
probabilidade de não descobrir uma âncora lançada involuntariamente.
Quando o navio se aproxima de águas rasas, a âncora será capaz de
enganchar o oleoduto, pois aqui chegará ao fundo do mar e ao oleoduto.
Relevante apenas para áreas com lâmina d'água <300 m.

7 Proteção (enterrado / despejado na rocha) Danos à âncora podem ocorrer até mesmo para dutos enterrados ou despejados na rocha
já que as âncoras podem penetrar vários metros no solo, porém o
os danos serão menos graves para uma rocha enterrada / despejada do que para uma
pipeline exposto.

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Fluxograma

8 Condição adequada recentemente confirmada Inspeção / monitoramento realizado mostrando nenhum dano devido a
ancoragem e / ou atividade de navio muito baixa na área ao redor do oleoduto.
Para tubulações enterradas / despejadas em rocha, os tipos de inspeção relevantes podem
ser inspeções internas que podem detectar amassados ou externo avançado
inspeções que podem revelar flambagem global devido à ancoragem. Para
tubulações desprotegidas podem ser inspeções de ROV.

9 Julgamento de engenharia de outras questões “X” é selecionado com base no conhecimento de

- o próprio sistema
- como foi operado e
- mantido (ou seja, qualidade de controle de integridade e integridade
funções de melhoria no sistema de gestão de integridade)

* Foi sugerido o uso de um limite de até 400 metros também.

H.2.5 Objetos caídos


Danos causados por objetos caídos podem ocorrer ao passar por navios e perto de plataformas / campos. O risco é tipicamente
maior durante os trabalhos de perfuração e construção. A queda de objetos pode ser resultado de falhas nas operações de içamento:

- entre o navio de abastecimento e a plataforma / equipamento.


- entre a plataforma / sonda e a instalação submarina
- internamente na plataforma onde os objetos caem no mar.

A avaliação PoF de nível 1 para objetos caídos consiste em 2 etapas, um fluxograma que fornece um PoF inicial
valor seguido por um julgamento de engenharia na Tabela H-6, onde um ajuste do PoF pode ser executado.
Cada pergunta tem um número que se refere a uma nota de orientação fornecida na Tabela H-7 .

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Figura H-3 Fluxograma de queda de objetos

Tabela H-6 Ajustes de probabilidade de falha com base no julgamento de engenharia

Critério Ajustamento

5 Pipeline exposto a carregamento cíclico (operacional, corrente, ondas)? +1

6 D / t> 40? +1

7 Condição adequada recentemente confirmada -1

8 Julgamento de engenharia de outras questões não cobertas acima ±x

PoF ajustado PoF + soma dos ajustes

* Pontuação máxima de PoF = 5

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Tabela H-7 Orientação para objetos caídos

Fluxograma

1 Perto da plataforma? Danos por queda de objetos ocorrem com mais frequência na zona da plataforma.

2 Protegido adequadamente? Oleoduto confirmado como protegido (enterrado ou despejado na rocha) contra objetos caídos por
inspeção e não se espera que tenha havido qualquer mudança significativa na
profundidade de enterramento desde a última inspeção.

3 Baixo nível de atividade Baixo nível de atividade acima do pipeline

4 Alto nível de atividade Alto nível de atividade acima do gasoduto, ou seja, em trabalhos de perfuração e construção

Julgamento de engenharia

5 Pipeline exposto a Um dano potencial aos dutos expostos ao carregamento cíclico da operação (pressão,
carregamento cíclico temperatura, desligamentos), corrente, ondas etc. podem evoluir mais rapidamente para a falha do que um
oleoduto com baixa exposição ao carregamento cíclico.

6 D / t> 40 Razão diâmetro / espessura acima de 40 e, portanto, é considerada uma tubulação menos robusta
sistema.

7 Condição adequada Inspeção e monitoramento realizados mostrando nenhum dano devido à queda de objetos e /
recentemente confirmado ou atividade muito baixa na área ao redor do oleoduto. As inspeções relevantes podem ser ROV
inspeções e / ou inspeções internas que podem detectar amassados.

8 Engenharia “X” é selecionado com base no conhecimento de


julgamento de outro
- o próprio sistema
problemas
- como foi operado e
- mantida (ou seja, funções de controle de qualidade e melhoria de integridade no
sistema de gestão de integridade)

H.2.6 Impacto do navio no riser


Os risers podem estar sujeitos a interferências com os navios. O impacto da embarcação nos risers deve ser avaliado para garantir
que o riser é adequado para o propósito e ainda adequadamente protegido. Danos de colisão de navio em risers podem ser devido a
colisão entre risers e:

- navios de passagem; navios mercantes ou navios de abastecimento para outros campos


- navios-tanque aliviadores se aproximando do campo da plataforma
- embarcações de pesca
- embarcações de reserva
- navios de abastecimento para o campo atual (enquanto espera para carregar / descarregar, ou durante o carregamento / descarregamento
operações).

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A avaliação PoF de nível 1 para o impacto da embarcação no riser consiste em 2 etapas, um fluxograma que fornece uma avaliação inicial
Valor de PoF seguido por um julgamento de engenharia em que um ajuste de PoF pode ser executado. Cada
pergunta tem um número que se refere a uma nota de orientação fornecida na Tabela H-9 .

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Figura H-4 Fluxograma de impacto da embarcação

Tabela H-8 Ajustes de probabilidade de falha com base no julgamento de engenharia

Critério Ajustamento

4 Área com condições climáticas desafiadoras? +1

5 Medidas de redução de risco implementadas? -1

6 Julgamento de engenharia de outras questões não cobertas acima ±x

PoF ajustado PoF + soma dos ajustes

Tabela H-9 Orientação para o impacto da embarcação no riser

Fluxograma

1 Riser adequadamente protegido? Localizado dentro da estrutura da plataforma e / ou protegido com tubo J
ou caixão.

2 Baixo nível de atividade Baixa atividade ao redor do riser; longe da área de carregamento

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Fluxograma

3 Alto nível de atividade Alta atividade ao redor do riser; perto da área de carregamento para abastecimento
embarcações. Atividade de alto tráfego na área em geral; navios-tanque de transporte,
aguardar navios etc.

Julgamento de engenharia

4 Área com condições climáticas desafiadoras Aumenta o risco de colisões para o navio à deriva

5 Medidas de redução de risco implementadas Medidas são implementadas a fim de diminuir o risco de embarcação
impacto, ou seja, radares, embarcações de prontidão, comunicações, físicas
proteção.

6 Julgamento de engenharia de outras questões “X” é selecionado com base no conhecimento de

- o próprio sistema
- como foi operado e
- mantido (ou seja, qualidade de controle de integridade e integridade
funções de melhoria no sistema de gestão de integridade)

H.3 Avaliações de nível 1 - ameaças de corrosão

H.3.1 Geral
As ameaças de corrosão interna e externa podem ser divididas em ameaças causadas por corrosão diferente
mecanismos, como indicado em App.C Tabela C-1 . Mecanismo de corrosão relevante em um sistema de tubulação dependerá
sobre o tipo de fluido. Os planos de inspeção e monitoramento, portanto, também serão específicos para cada tipo de fluido e
mecanismo de corrosão previsto e como a ameaça de corrosão é controlada e atenuada.
No que diz respeito às avaliações das ameaças de corrosão, o seguinte deve ser considerado em particular:

1) Documentação relevante a respeito do projeto, fabricação e instalação do sistema de tubulação que pode
têm impacto na vida útil do sistema.
As seguintes informações de design devem ser consideradas:

- material (CMn, CRA, tubulação revestida e revestida) e tolerância à corrosão


- composição do fluido (CO 2 , H 2 S, O 2 , etc.),
- parâmetros de projeto e operacionais (pressão, temperatura, taxas de fluxo, conteúdo de água) especificados,
- injeção de produtos químicos ou outras medidas para o controle da corrosão (por exemplo, biocidas, inibidores, limpeza, etc.).

Incidentes de fabricação e instalação que podem ter impacto na vida útil da tubulação.
sistema como:

- danos no revestimento e no ânodo


- dentes.

2) O sistema de gestão de integridade (IM) e implementação do sistema IM cobrindo o seguinte:

- programa de controle de corrosão implementado e implementado


- implementou monitoramento de produto relevante para o fluido em questão
- programa de inspeção implementado e implementado.

3) Considere a verificação da operação de acordo com a cobertura do projeto:

- dados monitorados dentro do envelope operacional e explicitamente documentados e avaliados em uma base regular
base
- rotinas de relatório / avaliação adequadas, abrangendo incidentes fora das especificações implementadas
- mudança na corrosividade do fluido

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- verificação da condição interna da tubulação (perda de metal)


- avaliação de corrosão realizada regularmente com base nos dados monitorados por meio do IM
sistema.

As informações utilizadas como base na determinação do PoF podem ser de qualidade e detalhamento diferentes
nível. O nível de confiança nas informações usadas ao determinar o PoF deve, portanto, também
ser considerado como parte da avaliação. Se os dados de monitoramento forem inconsistentes, insuficientes ou ausentes, o
a confiança nos dados disponíveis será baixa e, com base nisso, a categoria PoF pode ser aumentada. No entanto, se
os dados de monitoramento são inconsistentes ou ausentes, mas um ILI foi realizado mostrando que a condição de
se o pipeline for melhor do que o previsto no projeto, o PoF para o próximo período pode ser reduzido.
Quatro categorias de fluidos foram definidas e serão tratadas separadamente a seguir:

- Exportação de gás seco - gás hidrocarboneto seco (também gás dry lift).
- Petróleo - petróleo bruto separado para exportação (normalmente, conteúdo de água inferior a 0,5 vol% de H 2 O).
- Produtores - fluido de poço (gás úmido, gás não processado, condensado, fluxo multifásico contendo água livre
fase).
- Água de injeção - Água produzida ou água do mar para injeção de água.

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A mesma metodologia descrita nas seções a seguir pode, no entanto, ser aplicada para outras categorias de fluidos
embora não seja abordado especificamente neste documento.

H.3.2 Corrosão interna


A ameaça de corrosão interna deve ser avaliada considerando todos os mecanismos de corrosão potenciais. o
probabilidade de falha devido à corrosão interna depende da combinação do material do tubo e do tipo de
fluido transportado. Cada categoria de fluido foi, portanto, tratada separadamente e é descrita a seguir
Seções:

- Gás de hidrocarboneto seco - [H.3.2.1]


- Exportação de petróleo - Sec. [H.3.2.2]
- Produtores - Sec. [H.3.2.3]
- Água de injeção - [H.3.2.4] .

Essas seções ilustram esquematicamente, na forma de fluxogramas, como o PoF é determinado. Associado
as tabelas também são fornecidas com uma visão geral das informações relevantes a serem avaliadas durante a avaliação PoF.
Os aços inoxidáveis martensíticos tipo 13Cr (ou seja, ligas patenteadas desenvolvidas para oleodutos / gasodutos) são geralmente
considerado totalmente resistente à corrosão de CO2, desde que as soldas tenham PWHT adequado. 22Cr e 25Cr duplex
CRAs de aço inoxidável e austeníticos são considerados totalmente resistentes à corrosão de CO2. Consulte DNVGL-ST-F101
Seção 6 B300. Para esses materiais de tubulação, o PoF para corrosão de CO2 é insignificante. A corrosão de CO2 é, portanto,
relevante apenas para aço carbono.
A resistência ao SSC (e SCC para aço de liga superior) deve ser considerada para todos os tipos de materiais de tubo de linha.

H.3.2.1 Corrosão interna na exportação de gás


Esta seção cobre apenas o material do tubo de linha em aço de baixa liga (aço carbono). Corrosão interna em dutos
transportar gás seco não é esperado. No entanto, no caso de falta de controle do ponto de orvalho ou qualquer fora das especificações
condição, corrosão pode ser esperada. Mecanismos de corrosão relevantes para gasodutos secos que precisam ser
considerado para tais condições são dadas em App.C Tabela C-1 .
A Tabela H-10 fornece uma visão geral das informações relevantes que precisam ser consideradas ao determinar o PoF.
A Figura H-5 mostra como o PoF é determinado com base na avaliação das informações descritas na Tabela
H-10 .

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Gestão de integridade de sistemas de dutos submarinos

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Página 134

Figura H-5 Fluxograma de exportação de gás de corrosão interna

Ajustes de PoF com base em informações específicas e julgamento de engenharia

Critério Ajustamento

https://translate.googleusercontent.com/translate_f#7 102/145
25/10/2020 DNVGL-RP-F116 Gerenciamento de integridade de sistemas de dutos submarinos
(5) Condição ácida - o material não está em conformidade com a ISO-15156 +5
(6) ILI - condição interna melhor do que o pressuposto no projeto -1

(7) ILI - condição interna conforme pressuposto no projeto 0

(8) ILI - condição interna pior do que o pressuposto no projeto +1

Julgamento de engenharia ou outras questões não cobertas acima ±x

“X” é selecionado com base no conhecimento do sistema e como ele foi operado
e na confiança no programa de controle de corrosão, incluindo dados monitorados
e resultados de ILI

PoF ajustado PoF + soma dos ajustes

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Gestão de integridade de sistemas de dutos submarinos

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Tabela H-10 Corrosão interna do duto de exportação de gás de aço de baixa liga (aço carbono)

EU IRIAQuestão Informações relevantes para a avaliação PoF

1 Propriedades do material e do fluido especificadas? Aço carbono

Tolerância à corrosão
Conteúdo máximo de água (ponto de orvalho da água alternativo), conteúdo de CO 2 e H 2 S,
P, T

2 Programa de controle de corrosão implementado? Monitoramento do produto (por exemplo, teor de água, H 2 S)

Monitoramento de corrosão (sondas de corrosão)

Monitoramento de parâmetros operacionais (P, T)

3 Tempo desde a instalação ou último ILI 1) Confirmação do controle de corrosão adequado:

Se o tempo desde a instalação ou último ILI for superior a 10 anos, condição


avaliação deve ser realizada

4 Dados monitorados dentro do envelope e Os dados monitorados mostram que o pipeline é operado de acordo com
explicitamente avaliado e documentado em Projeto.
a base regular? Avaliação de corrosão realizada regularmente com base no
dados monitorados.

1) Apenas fornecido como orientação, uma vez que dependerá da filosofia da empresa para inspeção interna

H.3.2.2 Corrosão interna na exportação de petróleo


Esta seção cobre apenas aço de baixa liga (aço carbono). Ameaças de corrosão relevantes a serem consideradas para o óleo
oleodutos de exportação são dadas em App.C Tabela C-1 . A Tabela H-11 dá uma visão geral das informações relevantes que
precisam ser considerados ao determinar o PoF. A Figura H-6 mostra como o PoF é determinado com base em
avaliação das informações descritas na Tabela H-11 .

Tabela H-11 Corrosão interna no oleoduto de exportação de petróleo de aço carbono

EU IRIAQuestão Informações relevantes para a avaliação PoF

1 Propriedades do material e do fluido especificadas? Aço carbono

Corte de água, corrosividade da água, T, P

2 Tolerância de corrosão interna incluída?

3 Programa de controle de corrosão implementado? Controle de corrosão: adições químicas, limpeza interna, ILI

Monitoramento do produto (teor de água, CO 2 , H 2 S, amostragem)


Monitoramento de corrosão (por exemplo, sondas de corrosão)

Monitoramento de parâmetros operacionais (P, T, fluxo)

4 Tempo desde a instalação ou último ILI 1) Confirmação do controle de corrosão adequado:


Se o tempo desde a instalação ou último ILI for superior a 10 anos, condição
avaliação deve ser realizada

5 Controle de corrosão adequado Dados monitorados mostrando que o pipeline é operado de acordo com
projeto (incluindo programa de controle de corrosão interna) e que o
corrosividade do fluido não mudou. Implementação de medidas
para controlar a corrosão, por exemplo, limpeza de pigging com ou biocida whiteout
tratamento. Avaliação de corrosão realizada em uma base regular
nos dados monitorados.

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EU IRIAQuestão Informações relevantes para a avaliação PoF

1) Apenas fornecido como orientação, uma vez que dependerá da filosofia da empresa para a inspeção interna se o ILI identificar

descobertas de perda de metal interna, uma pigging ILI mais regular pode ser realizada

Figura H-6 Fluxograma de corrosão interna no oleoduto de exportação de petróleo de aço carbono

Ajustes de PoF com base em informações específicas

Critério Ajustamento

(6) Condição ácida - o material não está em conformidade com a ISO-15156 +5

(8) ILI - condição interna melhor do que o pressuposto no projeto -1

(9) ILI - condição interna conforme pressuposto no projeto 0

(10) ILI - condição interna pior do que o pressuposto no projeto +1

Julgamento de engenharia ou outras questões não cobertas acima ±x

“X” é selecionado com base no conhecimento do sistema e como ele foi operado
e na confiança no programa de controle de corrosão, incluindo dados monitorados
e resultados de ILI

PoF ajustado PoF + soma dos ajustes

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Gestão de integridade de sistemas de dutos submarinos

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H.3.2.3 Corrosão interna em produtores


Ameaças corrosão relevantes a serem considerados para as condutas de produção são dadas em App.C Tabela C-1 .
Material do tubo em aço de baixa liga:
A Tabela H-12 fornece uma visão geral das informações relevantes que precisam ser consideradas ao determinar o PoF.
A Figura H-7 mostra como o PoF é determinado com base na avaliação das informações descritas na Tabela
H-12 . Para tubulações que não são pigmentáveis, a verificação do controle de corrosão interna adequado não é possível.
Para tais dutos, o PoF aumentará com a vida útil do sistema de dutos.

Tabela H-12 Corrosão interna em produtores de dutos de aço carbono

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EU IRIAQuestão Informações relevantes para a avaliação PoF

1 Propriedades do fluido composição da água, CO 2 , H 2 S, T, P


e operacional
parametros
Especificadas?

2 Seleção de material Relatório de seleção de materiais


relatório no local Documentação de permissão de corrosão, disponibilidade de inibidor

3 Controle de corrosão Controle de corrosão: adições químicas (tipo de, dosagem, regularidade), limpeza, ILI
programa em vigor? Monitoramento do produto (CO 2 , H 2 S, amostras de água)

Monitoramento de corrosão (sondas de corrosão)

Monitoramento de parâmetros operacionais (fluxo P, T)

4 Tempo desde Confirmação do controle de corrosão adequado:


instalação ou último ILI
- Pipeline: descobertas durante a inspeção de acordo com os parâmetros monitorados
para controle de corrosão
- Gasoduto não pigmentável: Avaliação dos dados monitorados a serem usados como base para o
avaliação

5 Corrosão adequada Dados monitorados mostrando que o pipeline é operado de acordo com o projeto (incluindo
ao controle programa de controle de corrosão interna) e que a corrosividade do fluido não mudou.
Implementação de medidas para controlar a corrosão, por exemplo, limpeza com pigging ou whiteout
tratamento biocida. Avaliação de corrosão realizada regularmente com base no
dados monitorados.

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Figura H-7 Fluxograma de corrosão interna para produtores de dutos de aço carbono

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Ajustes de PoF com base em informações específicas

Critério Ajustamento

(6) Condição ácida - o material não está em conformidade com a ISO-15156 +5

(7) ILI - condição interna melhor como pressuposto no projeto -1

(8) ILI - condição interna conforme pressuposto no projeto 0

(9) ILI - condição interna pior do que o pressuposto no projeto +1

(10) Julgamento de engenharia ou outras questões não cobertas acima ±x

“X” é selecionado com base no conhecimento do sistema e como ele foi operado e
sobre a confiança no programa de controle de corrosão, incluindo dados monitorados e ILI
resultados

PoF ajustado PoF + soma dos ajustes

Material de tubulação diferente de aço de baixa liga


O material do tubo em 13Cr, 22Cr, 25Cr e CRA (sólido ou revestido internamente ou revestido) é considerado totalmente resistente
à corrosão do CO 2 ; portanto, o PoF é definido como 1.
Resistência desses materiais a danos que podem ser causados por rachadura por estresse de sulfeto (SSC), estresse-
rachadura por corrosão (SCC) e rachadura por estresse de hidrogênio induzida galvanicamente (GHSC) devem, no entanto, ser

Prática recomendada - DNVGL-RP-F116. Edição de maio de 2017 Página 138


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Página 139

avaliado. Se os limites ambientais para a pressão parcial de H 2 S, temperatura, concentração de cloreto e


enxofre elementar dado na ISO-15156 são excedidos, o PoF para craqueamento ambiental é definido igual a 5, caso contrário
PoF = 1.
Se um programa de controle de corrosão não for estabelecido ou os dados monitorados não forem avaliados regularmente, o
PoF é definido igual a 5, caso contrário, PoF é definido igual a 1.
A Tabela H-13 fornece uma visão geral das informações relevantes que precisam ser consideradas ao determinar o PoF.

Tabela H-13 Corrosão interna em material de tubulação diferente de aço carbono - produtores

EU IRIAQuestão Informações relevantes para a avaliação PoF

1 Propriedades do material e do fluido Material, corrosividade da água, T, P


Especificadas?

2 Projetado para serviço ácido? Qualquer restrição no nível de H 2 S ou nenhuma condição ácida.

Verifique a conformidade com ISO-15156, se relevante

4 Programa de controle de corrosão implementado? Monitoramento de produto

Monitoramento de parâmetros operacionais

6 Controle de corrosão adequado? Dados monitorados mostrando que o pipeline é operado de acordo com o projeto
e que a corrosividade do fluido não mudou. Avaliação de corrosão
realizadas regularmente com base nos dados monitorados.

H.3.2.4 Dutos de injeção de água de corrosão interna


Ameaças corrosão relevantes a serem considerados para as condutas de produção são dadas em App.C Tabela C-1 .
Material do tubo de linha em aço de baixa liga
A Tabela H-14 fornece uma visão geral das informações relevantes que precisam ser consideradas ao determinar o PoF.
A Figura H-8 mostra como o PoF é determinado com base na avaliação das informações descritas na Tabela
H-14 . Para tubulações que não são pigmentáveis, a verificação do controle de corrosão interna adequado não é possível.
Para tais dutos, o PoF aumentará com a vida útil do sistema de dutos, embora seja adequado
controle de corrosão foi documentado.

Tabela H-14 Corrosão interna para tubulação de injeção de água de aço carbono

Pergunta de ID Informações relevantes para a avaliação PoF

1 Propriedades do fluido e parâmetros operacionais Tipo de água de injeção, T, P


Especificadas?

2 Relatório de seleção de materiais em vigor? Relatório de seleção de materiais

Documentação de tolerância de corrosão e medidas para


controle de corrosão

3 Programa de controle de corrosão implementado? Controle de corrosão: adições químicas (tipo de, dosagem,
regularidade), limpeza, ILI, programa de tratamento de água
Monitoramento do produto: (por exemplo, teor de oxigênio, etc.)

Parâmetros operacionais: (P, T, fluxo)

4 Tempo desde a instalação ou último ILI 1) ? Confirmação do controle de corrosão adequado:

- Resultados durante a última inspeção de acordo com o monitorado


parâmetros para controle de corrosão
- Não sujeito a ILI - Avaliação dos dados monitorados a serem
usado como base para a avaliação

https://translate.googleusercontent.com/translate_f#7 106/145
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Página 140

Pergunta de ID Informações relevantes para a avaliação PoF

5 Controle de corrosão adequado? Dados monitorados mostrando que o pipeline é operado de acordo
para projetar (incluindo programa de controle de corrosão interna) e que
a corrosividade do fluido não mudou. Implementação
de medidas para controlar a corrosão, por exemplo, limpeza de pigging com ou
tratamento biocida whiteout. Avaliação de corrosão realizada em
regularmente com base nos dados monitorados.

1) Dependendo da filosofia da empresa, com base na experiência da indústria, é recomendado ter um intervalo de 5 anos

Figura H-8 Fluxograma de tubulação de injeção de água de aço carbono de corrosão interna

Prática recomendada - DNVGL-RP-F116. Edição de maio de 2017 Página 140


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Página 141

Ajustes de PoF com base em informações específicas

Critério Ajustamento

(6) Condição ácida - o material não está em conformidade com a ISO-15156 +5

https://translate.googleusercontent.com/translate_f#7 107/145
25/10/2020 DNVGL-RP-F116 Gerenciamento de integridade de sistemas de dutos submarinos
(7) ILI - condição interna melhor ou como pressuposto no projeto -1

(8) ILI - condição interna conforme pressuposto no projeto 0

(9) ILI - condição interna pior que o pressuposto no projeto +1

(10) Julgamento de engenharia ou outras questões não cobertas acima ±x

“X” é selecionado com base no conhecimento do sistema e como ele foi operado
e na confiança no programa de controle de corrosão, incluindo dados monitorados
e resultados de ILI

PoF ajustado PoF + soma dos ajustes

Material de tubo de linha diferente de aço de baixa liga / interno revestido ou revestido
Os materiais relevantes para tubulações de injeção de água são material de tubulação CMn com revestimento de plástico, 25Cr e CRA
(sólido ou revestido internamente ou revestido).
Se os limites ambientais para a pressão parcial de H 2 S, temperatura, concentração de cloreto e elementar
enxofre dado na ISO-15156 são excedidos, o PoF para craqueamento ambiental (SSC, SCC, GHSC) é definido igual
a 5.
O PoF é definido igual a 1 se o sistema de injeção de água é operado de acordo com o projeto, caso contrário, o PoF é definido
igual a 5.
A Tabela H-15 fornece uma visão geral das informações relevantes que precisam ser consideradas ao determinar o PoF.

Tabela H-15 Corrosão interna em material de linha diferente de aço carbono

EU IRIAQuestão Definição

1 Material, parâmetros operacionais e Especificação da água de injeção, P, T


propriedades do fluido especificadas?

2 Projetado para serviço ácido? Qualquer restrição no nível de H 2 S ou nenhuma condição ácida.

Verifique a conformidade com ISO-15156, se relevante

3 Relatório de seleção de materiais em vigor? Relatório de seleção de materiais

Base para seleção de materiais e medidas para controle de corrosão

4 Programa de controle de corrosão implementado? Controle de corrosão: adições químicas (tipo de, dosagem, regularidade),
programa de tratamento de água

Monitoramento do produto: (por exemplo, teor de oxigênio, etc.)

Parâmetros operacionais: (T, P, fluxo)

6 Controle de corrosão adequado? Dados monitorados mostrando que o pipeline é operado de acordo com
design e que a corrosividade do fluido não mudou. Corrosão
avaliação realizada regularmente com base na
dados.

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Página 142

H.3.3 Corrosão externa


Ameaças externas relevantes de um sistema de tubagem submersa é dada em App.C Tabela C-1 .
App.F Tabela H-16 fornece uma visão geral das informações relevantes que precisam ser consideradas ao determinar o
PoF. A Figura H-9 mostra como o PoF é determinado com base na avaliação das informações descritas no App.F
Tabela H-16 .

Tabela H-16 Corrosão externa da tubulação submarina

EU IRIAQuestão Informações relevantes para a avaliação PoF

1 Tem a base para o design e o Tubo de linha e sistema de junta de campo especificado
sistema de proteção externa contra corrosão Sistema de proteção catódica (código reconhecido de relatório de projeto de CP para
foi especificado? Projeto?)

Condição de exposição especificada

Perfil de temperatura especificado

Documentação essencial para materiais de tubulação suscetíveis a HISC

2 Quaisquer incidentes ou deficiências durante Resumo da fabricação e instalação


fabricação e instalação Levantamento conforme estabelecido

3 Programa de inspeção implementado e Inspeção externa:


Acompanhado regularmente Inspeção visual do sistema de proteção contra corrosão externa, monitoramento de
Sistema CP, consumo de ânodo, observações de tubo descoberto, inspeção de
condição de exposição

https://translate.googleusercontent.com/translate_f#7 108/145
25/10/2020 DNVGL-RP-F116 Gerenciamento de integridade de sistemas de dutos submarinos
Parâmetros e condições relevantes para materiais suscetíveis a HISC
(Ref. DNVGL-RP-F112)

4 Temperatura operacional dentro Monitoramento de temperatura


envelope

5 Tempo desde a instalação ou último externo


inspeção> 5 anos

6 Resultados da inspeção avaliados e Relatórios de inspeção e relatórios de avaliação de condições.


documentado regularmente.

A condição é a esperada ou não?

Prática recomendada - DNVGL-RP-F116. Edição de maio de 2017 Página 142


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Figura H-9 Fluxograma para duto submarino de aço carbono de corrosão externa

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Página 144

Ajustes de PoF com base em informações específicas

Critério Ajustamento

Para dutos enterrados: Se ILI foi realizado sem perdas externas de metal e -1
há boa confiança nos resultados do ILI

As inspeções externas mostram que a condição é como pressuposto no projeto 0

As inspeções externas mostram que a condição é pior do que o pressuposto no projeto +1

O julgamento de engenharia ou outras questões não cobertas acima de "x" são selecionados com base no ±x
conhecimento do sistema e como ele foi operado e na confiança no
programa de controle de corrosão, incluindo dados monitorados e resultados de ILI

PoF ajustado PoF + Soma dos ajustes

H.4 Avaliações de nível 1 - ameaças estruturais

H.4.1 Geral
As seguintes ameaças estruturais são abordadas nas seções abaixo:

- flambagem global (exposta)


- flambagem global (enterrado) / flambagem transtorno (UHB)
- expansão final
- estabilidade no fundo
- vãos livres do gasoduto.

Outras ameaças estruturais que foram discutidas, mas não abordadas mais, estão listadas abaixo:

- Movimentação do duto - a ser considerado para dutos expostos e enterrados. A caminhada no oleoduto não é
deslocamento axial reversível de toda a tubulação em direção a uma extremidade. Relaciona-se a transientes de calor de inicialização
e seguintes ciclos de desligamentos. Dutos curtos com variações frequentes e grandes de temperatura são
mais suscetíveis à movimentação do oleoduto. Os declives podem melhorar a caminhada do oleoduto. Risers catenária de aço, diretamente
acoplado ao oleoduto, também pode melhorar a caminhada do oleoduto.
- Colapso - o bloqueio causado por sobrepressão externa é normalmente um problema durante a instalação. No entanto, um
oleoduto pode entrar em colapso devido à sobrepressão externa no caso de a seção transversal ter uma ovalização excessiva, dente
ou estando altamente corroído. Para deformar uma seção transversal de um estado oval inicial para um colapso, o pipeline é
provavelmente despressurizado e preenchido com gás.
- Flambagem de propagação - o bloqueio causado por sobrepressão externa é normalmente um problema durante a instalação.
A propagação da flambagem precisa ser iniciada por meio de um evento como um amassado ou colapso. A falha corre
ao longo da tubulação até que a pressão externa seja inferior à pressão de propagação. Supressores de fivela podem
ser projetado para impedir uma fivela de propagação e limitar o comprimento da seção danificada.

O fluxograma mostrado na Figura H-10 pode ser usado como orientação para a realização de uma avaliação PoF de nível 1 para o
diferentes ameaças estruturais. Questões importantes a serem consideradas são ou não:

- (1) As ameaças são aplicáveis / relevantes.


- (2) As atividades de design foram realizadas e são realizadas para atender aos códigos de design reconhecidos. Romance
design e design de última geração vão para uma avaliação de nível 2.
- (3) Um envelope operacional foi estabelecido (temperatura máxima, pressão, taxa de fluxo, rede de arrasto
cargas, frequências, carga ambiental, cargas de impacto, frequências, comprimentos de amplitude máximos permitidos,
altura mínima de cobertura, etc.) e um programa para verificar a conformidade está em vigor.

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- (4) O projeto está de acordo com os códigos DNV GL (tal projeto pode dar uma categoria PoF entre 2 e 4 como um
ponto de partida dependendo da classe de segurança e da revisão do código - para projeto de acordo com outros códigos,
uma categoria PoF de 3 é assumida como ponto de partida).
- (5) Problemas com PoF = 5 vão para uma avaliação de nível 2.

Ameaças que não são tratadas requerem um redesenho / requalificação e fornecem uma categoria 5 de PoF.
Os resultados do fluxograma são ajustados posteriormente com base em algumas perguntas simples. Esses ajustes
pode alterar a categoria PoF em 1 ou mais etapas.
O conjunto de questões a serem utilizadas para ajustes, bem como as condições não aplicáveis, são apresentadas no
as seguintes seções para as seguintes ameaças estruturais diferentes:

- Flambagem global (exposta) - [H.4.2]


- Flambagem global (enterrado) / flambagem transtorno (UHB) - [H.4.3]
- Expansão final (interface entre a tubulação e o componente conectado) - [H.4.4]
- Estabilidade na parte inferior - App.F [F.4.5]
- Vãos livres do pipeline - [H.4.6] .

Figura H-10 Fluxograma geral para avaliação PoF de nível 1 de ameaças estruturais

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Página 146

H.4.2 Flambagem global (tubulação de superfície)


Flambagem global (exposta) - deslocamento lateral da tubulação causado pela carga térmica e de pressão é
um fenômeno a ser considerado para todos os dutos expostos. A experiência mostra que todos os tipos de pipeline podem
fivela no fundo do mar. As fivelas globais afetam seções curtas ao longo do duto (100-500 metros). Um pipeline
que tem baixo peso submerso (pequeno diâmetro com espesso isolamento térmico) e baixa resistência lateral
é mais suscetível à flambagem global em comparação a um duto pesado (grande diâmetro e revestido com concreto).
A flambagem global deve ser considerada para tubulações aquecidas acima de 20-30 0 C de sua temperatura de instalação. Se um
oleoduto é aquecido 5-10 0 C ou menos em comparação com a temperatura de instalação, a flambagem global pode ser considerada
Não é relevante. No entanto, a flambagem e expansão globais não estão apenas ligadas à temperatura, a pressão sozinha pode
desenvolver flambagem global.
Os modos de falha relacionados à flambagem global são: flambagem local, fadiga e fratura .
Para obter descrições mais abrangentes no que diz respeito à Global Buckling (exposto), consulte App.B .
O conjunto de questões a serem utilizadas para ajustes, bem como as condições não aplicáveis, são apresentadas em
Tabela H-17 para a ameaça estrutural de flambagem global (exposta). Isso deve ser usado junto com o fluxograma
apresentado na Figura H-10 .

Tabela H-17 Condições não aplicáveis e questões de ajuste - flambagem global (exposta)

Condições não aplicáveis dando PoF = 1

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Se uma tubulação for aquecida 5 a 10 0 C ou menos em comparação com sua temperatura de instalação.

Se a flambagem global não levou a condições inaceitáveis historicamente e às condições de fluxo máximo
(temperatura / pressão) já ocorreram, ou seja, as condições de fluxo serão cada vez mais favoráveis no futuro.

Perguntas de ajuste

Curvatura da tubulação projetada para não dobrar +1

Distância entre fivelas observadas maior do que o aceitável +1

Flambagem global indesejada em locais não desejáveis (cruzamentos de oleodutos, suportes de vão livre, pré-fabricados +1
vala que visa proteger a tubulação de cargas de interferência.)

Colisões observadas com outras estruturas +1

Flambagem global nas terminações finais ou tees em linha, etc. +2

Julgamento adicional da Engenharia, por exemplo, no que diz respeito à confiança na documentação / informação da DFI e ±x
Operação

Ajuste PoF total SOMA

H.4.3 flambagem global (enterrado) / flambagem transtorno (UHB)


A falha de flambagem global (enterrada) / flambagem de choque (UHB) está ligada à falha na resistência do solo. o
potencial para UHB aumenta com temperaturas, pressões e taxas de fluxo mais altas. Outras questões a serem
consideradas são a redução (erosão) da camada superior do solo; risco de liquefação devido a ondas ou terremotos.
UHB pode ser considerado como um modo de falha de link mais fraco (são as cargas locais e a resistência ao longo da tubulação
que governa).
É apresentado o conjunto de questões a serem utilizadas para ajustes, bem como as condições não aplicáveis
na Tabela H-18 para a ameaça estrutural de flambagem Upheaval. Isso deve ser usado junto com o fluxograma
apresentado na Figura H-10 .

Prática recomendada - DNVGL-RP-F116. Edição de maio de 2017 Página 146


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Página 147

Tabela H-18 Condições não aplicáveis e questões de ajuste - flambagem turbulenta

Condições não aplicáveis dando PoF = 1

Pipeline exposto

Tubulação transportando fluido ambiente

Perguntas de ajuste

Aumento de temperatura do nível instalado acima do aceitável ou presença de subsidência imprevisível +1

Perigos naturais observados que podem afetar a camada de proteção no topo do oleoduto (por exemplo, terremotos, rio +1
inundações, furacões)

Perda significativa observada (gradual) de material preenchido (areia, argila, rocha) +1

A temperatura está caindo abaixo do máximo histórico e espera-se que fique abaixo de 1) -1

Julgamento adicional de engenharia, por exemplo, no que diz respeito à confiança na documentação / informação da DFI e ±x
Operação

Ajuste PoF total SOMA

1) A condição de operação máxima histórica registrada deve incluir temperatura, pressão e vazão.

H.4.4 Terminar a expansão


A expansão final (na interface entre o oleoduto e o componente conectado) deve ser considerada para todos os oleodutos
sistemas. A pressão e a temperatura internas tentarão alongar uma tubulação. A expansão final normalmente não é
uma preocupação para o próprio gasoduto. No entanto, em cada extremidade ou em pontos de conexão intermitentes, componentes
como carretéis, caudas flexíveis, risers, jumpers terão a capacidade de absorver uma certa quantidade de expansão.
Se a expansão for excessiva (ou o componente de interface relevante não for adequadamente projetado em relação a
expansão), as questões que podem se tornar relevantes são, por exemplo, deslocamento para fora da posição, interação com outros
instalações, curvatura excessiva, vazamentos em conectores e válvulas.
O conjunto de questões a serem utilizadas para ajustes, bem como as condições não aplicáveis, são apresentadas em
Tabela H-19 para a ameaça estrutural de expansão final. Isso deve ser usado junto com o fluxograma apresentado
na Figura H-10 .

Tabela H-19 Condições não aplicáveis e questões de ajuste - expansão final

Condições não aplicáveis dando PoF = 1

Nenhum

Perguntas de ajuste

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Temperatura acima do aceitável +1
Deslocamento anormal observado +1

Interferência / colisões observadas com outras instalações / peças +1

A limitação na expansão final aceitável é maior do que a expansão final estimada na tubulação -1

Julgamento adicional da Engenharia, por exemplo, no que diz respeito à confiança na documentação / informação da DFI e ±x
Operação

Ajuste PoF total SOMA

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H.4.5 Estabilidade no fundo


Estabilidade no fundo - o deslocamento lateral de seções longas causadas pela carga ambiental deve ser
considerado para todos os dutos expostos. Deslocamentos laterais limitados (na ordem de 5-20 metros) dos segmentos
pode ocorrer para eventos ambientais extremos (por exemplo, eventos com eventos de período de retorno de 10, 100). O potencial
para a experiência, o deslocamento lateral excessivo aumenta com o nível das correntes próximas ao fundo.
É apresentado o conjunto de questões a serem utilizadas para ajustes, bem como as condições não aplicáveis
na Tabela H-20 para a ameaça estrutural de estabilidade no fundo. Isso deve ser usado junto com o fluxograma
apresentado na Figura H-10 .

Tabela H-20 Condições não aplicáveis e questões de ajuste - estabilidade na parte inferior

Condições não aplicáveis dando PoF = 1

Pipeline enterrado.

Perguntas de ajuste

O deslocamento lateral observado de seções longas acima de 20m da rota original deve iniciar uma extensa +1
avaliação de muitos aspectos do pipeline

Deslocamento lateral observado nas terminações, tee's em linha, etc. +1

Furacões, inundações ou similares experimentados desde a última inspeção +1

Operação acima de 5 anos sem movimentos laterais observados -1

Julgamento adicional da Engenharia, por exemplo, no que diz respeito à confiança na documentação / informação da DFI e ±x
Operação

Ajuste PoF total SOMA

H.4.6 Vãos livres do duto - sobrecarga estática, arrasto e fadiga


Vãos livres do duto devem ser considerados para as partes expostas de um duto no que diz respeito à sobrecarga estática e
fadiga (ver também 3 rd ameaças do partido e vãos livres em [H.2] ). Mesmo se um pipeline estiver enterrado, spans livres podem muitas vezes
ocorrem no final do pipeline como resultado da geometria de conexão com spools, risers ou outras instalações. Vão livre
o comprimento e as lacunas são, em muitos casos, não estacionários. Eles podem mudar devido a mudanças na temperatura, pressão
e taxa de fluxo dentro do gasoduto ou devido a mudanças no fundo do mar devido a erosão, deslizamentos, etc.
O conjunto de questões a serem utilizadas para ajustes, bem como as condições não aplicáveis, são apresentadas em
Tabela H-21 para a ameaça estrutural de vão livre. Isso deve ser usado em conjunto com o fluxograma apresentado em
Figura H-10 .

Tabela H-21 Condições não aplicáveis e questões de ajuste - vãos livres / sobrecarga estática e
fadiga

Condições não aplicáveis dando PoF = 1

Pipeline enterrado (seções)

Perguntas de ajuste

Vãos observados acima dos critérios (comprimento e lacuna) +1

O pipeline não dobrou globalmente e os critérios de amplitude são desenvolvidos com a premissa de que a flambagem deve ocorrer +1

Furacões, inundações ou similares experimentados desde a última inspeção (para águas rasas) +1

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Julgamento adicional da Engenharia, por exemplo, no que diz respeito à confiança na documentação / informação da DFI e ±x
Operação

Ajuste PoF total SOMA

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APÊNDICE I ESTRUTURA DE BARREIRA

I.1 Introdução
Barreiras são qualquer tipo de medida posta em prática para prevenir um evento perigoso (barreiras preventivas) e
qualquer medida que quebra a cadeia de eventos para prevenir ou minimizar o agravamento das consequências caso o
evento perigoso ocorrer (barreiras reativas). Essas medidas podem ser físicas e / ou não físicas (humano /
operacional / organizacional). As barreiras podem ser ilustradas no chamado diagrama de gravata borboleta, conforme mostrado na Figura I-1 .
As barreiras preventivas são ilustradas no lado esquerdo da gravata borboleta, enquanto as barreiras reativas são ilustradas
no lado direito da gravata borboleta. As barreiras podem ser organizadas logicamente em grupos de barreiras. Cada grupo de barreira
compreende um ou mais sistemas de barreira e elementos que juntos ajudam a cumprir a função. Um elemento de barreira
pode ajudar a cumprir várias funções em ambos os lados do diagrama de gravata borboleta. Na gestão da integridade do pipeline
contexto, o evento principal é normalmente definido como perda de contenção. Outros eventos principais também podem ser definidos.
Conforme mostrado na Figura I-1 , quatro grupos de barreiras preventivas foram definidos:

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- Contenção de pressão e proteção primária - Este é considerado o principal grupo de barreira que compreende
o próprio sistema de contenção e seu sistema de proteção primário. Conceitualmente, um robusto e bem desenvolvido
e o sistema de dutos bem protegido é considerado a primeira linha de defesa posicionada na extremidade esquerda do
diagrama de gravata borboleta.
- Controle operacional / de processo - Conceitualmente, esta é a segunda linha de defesa. Deve garantir que o
sistema de dutos está sendo operado conforme pretendido e que os (relevantes) envelopes operacionais predefinidos
são mantidos e não violados.
- Controle de integridade do duto - A terceira linha de defesa consiste em processos e sistemas para detectar e
avaliar anomalias.
- Melhoria da integridade do duto - A última linha de defesa (conceitualmente posicionada direita à esquerda de
o evento principal) consiste em processos e sistemas que irão melhorar a integridade onde as anomalias
reduziu o sistema de dutos a uma condição inaceitável.

Os quatro grupos de barreiras preventivas compreendem vários elementos (veja a Figura I-1 ).
Barreiras reativas contribuem para minimizar as consequências de uma perda de contenção e podem normalmente
incluem detecção de vazamento e desligamento de emergência, controle operacional / de processo, resposta a emergências
(comunicação, combate, desvio e resgate) e sistemas de reparo de oleoduto (parte da integridade do oleoduto
melhoria). O foco a seguir está nas barreiras preventivas. As barreiras reativas, portanto, não são
detalhado ainda mais.
Um conjunto de KPIs potenciais é apresentado nesta seção com base no conceito acima. Consulte também a Seção 2 [2.3.8] .
Orientações adicionais sobre como avaliar o PoF com base na estrutura acima também são apresentadas nesta seção.
Veja também Seção 4 [4.2] , Seção 4 [4.4.3] e App.F [F.3] .

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Figura I-1 Diagrama de gravata borboleta (sistemas de dutos)

I.2 Potenciais indicadores-chave de desempenho


As barreiras podem degradar ao longo do tempo e os principais indicadores de desempenho (KPI's) são usados para monitorar a eficácia
e se as barreiras funcionam corretamente. Eles podem, portanto, fornecer informações valiosas na melhoria contínua
processos.
Não são fornecidas descrições matemáticas detalhadas e limites de tolerância. Isso vai depender de cada
capacidades do operador em relação ao acesso aos dados necessários de seus sistemas de informação escolhidos. Tolerância
os limites também podem ser dependentes do sistema de tubulação. O conjunto apresentado de KPIs potenciais pode ser usado como entrada quando
escolher indicadores a serem incluídos no sistema de KPI da empresa existente ou planejado.
Os indicadores potenciais listados nas seções a seguir são para barreiras preventivas - consulte a Tabela I-1 .

Tabela I-1 Funções de barreira preventiva

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Função de barreira Sistema / elemento de barreira Tipo

Contenção de pressão e Base do projeto O


proteção primária
QA e documentação de design, fabricação, instalação e modificações PARA
(Veja [I.2.1])
Tubulação / outros componentes contendo pressão T

Cobertura do duto T

Estruturas de proteção e suporte T

Sistema de informação para terceiros PARA

Sistemas de restrição e zona de segurança PARA

Sistema de proteção de pressão PARA

Sistema de proteção externa contra corrosão T

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Função de barreira Sistema / elemento de barreira Tipo

Sistema de proteção contra corrosão interna PARA

Controle operacional / de processo Sistema de controle de processo PARA

(Ver [I.2.2])
Procedimentos operacionais O

Controle de integridade de pipeline Estratégias e planos para controle de integridade de dutos O

(Veja [I.2.3])
Sistemas e processos para inspeção, monitoramento e teste PARA

Sistemas e processos para avaliação de integridade PARA

Integridade do pipeline Estratégias e planos para melhoria da integridade do duto O


melhoria

(Veja [I.2.4]) Sec Sistemas e processos para mitigação, intervenção e reparos PARA

Tipos: físico / técnico (T) e humano / operacional / organizacional (O).

I.2.1 Contenção de pressão e proteção primária


Os KPIs potenciais são apresentados na Tabela I-2 . A função de contenção de pressão e proteção primária
inclui:

- Processo de desenvolvimento e modificação bem documentado e com qualidade garantida. Isso inclui, por exemplo:

- Uma Base de Projeto bem documentada, de qualidade garantida e atualizada. Em outras palavras, uma base adequada para
compreender as premissas e o contexto em que o sistema de dutos estará / está operando conceitualmente
ele está localizado na extremidade esquerda da gravata borboleta e é considerado uma barreira importante. Incorreta
informações sobre as instalações e o contexto em que o sistema de dutos opera prejudicarão diretamente o
sistema de dutos em si e irá prejudicá-lo indiretamente porque os processos de tomada de decisão em todo
todo o ciclo de vida depende dessas informações.
- Projeto, fabricação e instalação bem documentados e com qualidade garantida (desenvolvimento ou modificação)
por exemplo, verificação ou certificação de terceiros.
- Implementação bem documentada e com garantia de qualidade dos processos de gerenciamento de mudanças.

- A própria tubulação e outros componentes contendo pressão. A capacidade de contenção é principalmente


relacionadas com os materiais, as dimensões, configuração e idade. Componentes contendo pressão podem, por exemplo
incluem curvas de indução, acessórios, flanges, conectores mecânicos, acoplamentos e grampos de reparo, torneiras quentes,
tees, juntas de isolamento CP, fivela e supressores de fratura, válvulas e armadilhas para pig.

- Sistemas de proteção contra cargas externas e internas e degradação. Isso inclui:

- Cobertura do duto - A cobertura do duto pode incluir cobertura do solo, suportes e coberturas de cascalho, depósitos de rochas,
colchões de concreto, sacos de areia etc. para proteção contra ameaças externas e para controle global
comportamento do pipeline. Essas soluções são aplicadas, por exemplo, como suportes de vão livre, para separação e tubulação
estabilização nos cruzamentos, para estabilização geral do duto, para suprimir a flambagem de choque, como axial
mecanismos de restrição e travamento, como gatilho / bermas de rocha (para iniciar a flambagem global em determinado local em
a fim de evitar proativamente problemas associados à flambagem global).
- Estruturas de proteção e suporte - Diferentes tipos de estruturas de proteção e suporte são aplicados
para proteção mecânica contra ameaças externas e para controlar o comportamento global da tubulação. Exemplos
incluem: concreto e / ou revestimento de juntas de campo, estruturas de proteção de aço e GRP, dormentes (pré-instalados
barras instaladas para iniciar a flambagem global no local real, a fim de evitar problemas proativamente
associado à flambagem global), elemento de flutuação ou revestimento (instalado na tubulação para reduzir o
peso e atrito contra o solo), suporte de tubos e estacas de estabilidade. Exemplos específicos para risers: J-
tubos e caixas.
- Sistema de informação para terceiros - isso pode incluir: informações para proprietários de terras ao longo das rotas do oleoduto
(onshore), sinais de informação ao longo das rotas do oleoduto (onshore), inclusão de informações do oleoduto em

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mapas públicos, informações para associações da indústria pesqueira, associações da indústria marítima e para
respondentes de emergência. Diferentes formatos podem ser aplicados, incluindo brochuras em papel, placas, informações
reuniões, bancos de dados, sites, etc. Procedimentos bem definidos, implementados por pessoal qualificado são
importante para garantir que as informações necessárias e corretas sejam comunicadas (especialmente em
conexão às mudanças).
- Sistemas de restrição e zona de segurança - Restrição permanente e temporária e zonas de segurança
podem ser definidos e marcados a fim de minimizar o risco em certas áreas. Além de definir e
a marcação de tais áreas, procedimentos e sistemas de comunicação precisam estar no local e aplicados
corretamente por pessoal qualificado. Em alguns casos, a proteção de embarcações também pode ser necessária.
- Sistema de proteção de pressão - O sistema de proteção de pressão compreende o sistema de controle de pressão
e o sistema de segurança de pressão. Cada um desses sistemas compreende sensores, solucionadores lógicos, válvulas, alarme
e sistemas de comunicação, procedimentos e pessoal qualificado. O sistema de proteção de pressão
pode ser considerado incluído como parte da função de controle operacional / de processo ( [I.2.2] ) em vez de
fazer parte da função de contenção de pressão e proteção primária (esta seção).
- Sistema de proteção externa contra corrosão (válido para todos os tipos de materiais) - normalmente compreende alguns
combinação de permissão de corrosão (para risers e landfall), revestimentos de proteção contra corrosão e catódico
proteção.
- Sistema de proteção contra corrosão interna (válido para todos os tipos de materiais) - normalmente compreende alguns
combinação de:

- uso de revestimento / forro / revestimento interno e permissão para corrosão


- sistemas de processamento para remoção de água líquida e / ou agentes corrosivos
- sistema de tratamento químico
- sistema de limpeza de suínos.

Os últimos três pontos podem, opcionalmente, ser considerados incluídos como partes do processo operacional /
função de controle - [I.2.2] .

Os KPIs potenciais são apresentados na Tabela I-2 . Na tabela, (M) é aplicado para sugerir indicadores que devem fazer parte
de um conjunto mínimo de KPIs.

Tabela I-2 Indicadores principais de desempenho em potencial para contenção de pressão e proteção primária

Sistema de barreira Indicadores de desempenho de barreira Notas

Base do projeto - Disponibilidade do documento (M) - Geralmente: verificações manuais anuais


- Aplicabilidade do documento (relevância) (M) - Deve ser verificado e, se necessário, atualizado em
- Número de desvios conexão com modificações
- Certas premissas não controláveis, como terceiros
dados de tráfego de terceiros e dados ambientais (por exemplo
dados metoceanos e topografia do fundo do mar): todos
5-10 anos
- Certas instalações não controláveis, como
composição química da produção do poço pode
precisa ser acompanhado mais de uma vez por ano
(consulte App.C Tabela C-3 )

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Sistema de barreira Indicadores de desempenho de barreira Notas

QA e - Disponibilidade de documentação chave As-built - Alguns indicadores são mais relevantes enquanto
documentação como descrição do sistema, material preparação para a operação e durante os primeiros
de design, relatório de seleção, currículo DFI e anos de operação. Em um determinado momento
fabricação, referências subjacentes (M) alguns desses indicadores se tornarão estáticos
instalação e - Extensão da verificação de terceiros ou - A certificação obtida normalmente incluirá um
modificações
certificação data de validade e precisará ser atualizado
- Resultados de teste e / ou pesquisa - A disponibilidade da documentação é relevante para
- Número de desvios registrados / não todo o ciclo de vida. Verificações manuais anuais

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conformações - O teste não se limita à pressão do sistema
- Número de desvios em aberto / não testando. Outros testes relevantes são, por exemplo, moinho
conformações testes de pressão, testes de materiais, revestimento de concreto
testes, testes de estrutura de proteção
- Desvios / não conformidades associadas a
armazenamento e preservação antes e depois
a instalação também pode ser um indicador chave

Pipeline - Número de perdas de contenção (M) - Verificações e atualizações anuais


- Últimos níveis de PoF para diferentes ameaças (ou - Certas frequências do indicador podem depender de
piores casos) (M) programa de inspeção de longo prazo
- Número de mitigações *, intervenções e - Pode ser manual e / ou automático dependendo de
reparos disponibilidade e configuração de sistemas de informação
- Danos / anomalias vs definido como aceitável - Número de mitigações, intervenções e
limites reparos também devem estar associados a situações
- Tendência de danos / anomalias onde a integridade de contenção de pressão

- Tendências de níveis anteriores de PoF para diferentes ameaças foi uma preocupação (sem uma perda real de
ocorrência de contenção)
(ou piores casos)
- Dados de danos / anomalias podem estar relacionados a
por exemplo, perda de metal, comprimento do vão livre, flexão
curvatura e distância entre planejado
fivelas

Cobertura do duto - Danos / anomalias vs definido como aceitável - Geralmente verificações anuais a quinquenais e
limites atualizações. Depende de inspeção de longo prazo
- Extensão do dano / anomalia programa.

- Tendência de danos / anomalias - Pode ser manual e / ou automático dependendo de


disponibilidade e configuração de sistemas de informação

Proteção - Extensão do dano / anomalia - Geralmente verificações anuais a quinquenais e


e suporte - Tendência de danos / anomalias atualizações. Depende de inspeção de longo prazo
estruturas programa
- Pode ser manual e / ou automático dependendo de
disponibilidade e configuração de sistemas de informação

Em formação - Iniciativas reais versus planejadas (M) - Verificações manuais anuais


sistema para o 3º - Manutenção de informações vs planejado
festa

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Sistema de barreira Indicadores de desempenho de barreira Notas

Restrição e - Número de desvios / violações (M) - Verificações manuais anuais


Zona de Segurança - Tendências de desvios / violações
sistemas
- Tempo para corrigir desvios / violações
- Resultados do teste de comunicação
- Acordo de contratação de navio de proteção
no lugar
- Manutenção real versus planejada de
navio de proteção
- Proteção financeira do contratante do navio
resultados
- Proteção da disponibilidade do navio
- Tempo de mobilização das embarcações de salvaguarda
- Número de anos desde a última formalidade relevante
Treinamento
- Número de anos de experiência relevante
(pessoal)
- Taxa de rotatividade de pessoal (histórico e
esperado)

Pressão - Disponibilidade (M) - Geralmente: verificações e atualizações anuais


proteção - Taxa de rotatividade de pessoal (histórico e - Os indicadores de teste da válvula de segurança podem ter maior
sistema esperado) (M) frequência dependendo dos requisitos
- Manutenção e testes reais versus planejados - Pode ser manual e / ou automático dependendo de
- Número de falhas para proteger ocorrências disponibilidade e configuração de sistemas de informação
(ou seja, em conexão com o envelope de pressão - Supõe-se que a manutenção da pressão
violações) o sistema de proteção também cobre o necessário
- Número de alarmes falsos atualizações contra limites de envelope definidos

- Resultados do teste de hardware

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- Teste de software e sistema de comunicação
resultados
- Número de anos desde a última formalidade relevante
Treinamento
- Número de anos de experiência relevante
(pessoal)
- Idade média (pessoal)

Externo - Disponibilidade de sistemas (M) - Verificações e atualizações anuais a quinquenais.


corrosão - Extensão do dano / anomalia externa Depende do programa de inspeção de longo prazo
proteção Revestimento - O indicador de taxa de corrosão externa dependerá
sistema na inspeção de espessura de parede de longo prazo e
- Danos / anomalias do sistema CP (potencial
leituras / estimativas de consumo) programa de avaliação

- Falhas na junta de isolamento - Pode ser manual e / ou automático dependendo de

- Número de falhas do retificador onshore CP disponibilidade e configuração de sistemas de informação

sistema
- Tendência de dano / anomalia
- Áreas que não atendem à espessura da parede
requisitos

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Sistema de barreira Indicadores de desempenho de barreira Notas

interno - Disponibilidade de sistemas (M) - Geralmente: verificações e atualizações anuais


corrosão - Taxa de rotatividade de pessoal (histórico e - Indicadores relacionados à composição do fluido e
proteção
esperado) (M) as injeções podem exigir maior frequência
sistema
- Número de violações de envelope para fluido - Pode ser manual e / ou automático dependendo de
parâmetros de composição (ver Tabela App.C disponibilidade e configuração de sistemas de informação
C-3 ) (M) - Presume-se que a manutenção do interno
- Tempo para normalizar o envelope após sistemas de proteção contra corrosão também cobrem
violações atualizações e instrumentação necessárias
- Número de alarmes falsos ajustes contra limites de envelope definidos.

- Disponibilidade de produtos químicos - O sistema de controle de processo pode dar entrada para
os sistemas internos de proteção contra corrosão.
- Capacidade sobressalente de tanques de armazenamento de produtos químicos
- Disponibilidade de peças sobressalentes de equipamentos importantes
- Manutenção real vs planejada
manutenção de sistemas
- Número de falhas / anomalias
- Qualificações necessárias em vigor para
por exemplo, ferramentas e produtos químicos (de acordo com
especificações)
- Limpeza real de suínos vs planejada
- Quantidade de detritos da limpeza de suínos
- Injeções reais vs planejadas
- Mudanças em produtos químicos
- inibidor de repouso
- Dano / anomalia do revestimento interno /
forro / revestimento e tolerância à corrosão
- Taxa de corrosão interna vs definida
limites aceitáveis
- Número de anos desde a última formalidade relevante
Treinamento
- Número de anos de experiência relevante
(pessoal)
- Idade média (pessoal)

* A mitigação cobre atividades relacionadas à melhoria da condição interna (por exemplo, redução da pressão ou mudança no produto químico
taxas de injeção)

I.2.2 Controle operacional / de processo


A função de controle operacional / de processo garante que o sistema de dutos esteja sendo operado conforme planejado. Com
em relação aos sistemas de dutos, é particularmente importante que as medidas de controle de operação estejam em vigor para garantir
que os parâmetros de fluido críticos são mantidos dentro dos limites de projeto especificados. Exemplos de parâmetros que devem
controlados são: pressão e temperatura na entrada e saída do gasoduto, ponto de orvalho para linhas de gás, fluido
composição, teor de água e taxa de fluxo, densidade e viscosidade. A função de controle operacional / processo
compreende:

- hardware e software de controle de processo, como sensores, solucionadores lógicos, atuadores, válvulas, salas de controle,
sistemas de alarme e comunicação e pessoal qualificado
- procedimentos como start-up, operações e procedimentos de desligamento, procedimentos para tratamento de não
conformidade, procedimentos para implementação de restrições operacionais, instruções para reenchimento de fluido,
etc.

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- pessoal qualificado.

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O sistema de proteção de pressão e partes do sistema de proteção contra corrosão interno descrito em [I.2.1]
poderia, opcionalmente, ser considerado incluído como parte da função de controle operacional / de processo. Potenciais KPIs
são apresentados na Tabela I-3 , (M) é aplicado para sugerir indicadores que devem fazer parte de um conjunto mínimo de KPIs.

Tabela I-3 Indicadores-chave de desempenho em potencial para controle operacional / de processo

Barreira Indicadores de desempenho de barreira Notas


sistema

Processo - Disponibilidade (M) - Geralmente: verificações e atualizações anuais


ao controle - Número de falhas de hardware e software - Indicadores relacionados a violações de envelope podem
sistema
- Manutenção real vs manutenção planejada de requer maior frequência
sistemas - Pode ser manual e / ou automático dependendo de
- Número de violações de envelope disponibilidade e configuração de sistemas de informação
- Número de alarmes falsos - Presume-se que a manutenção do processo
sistema de controle também cobre as atualizações necessárias
e ajustes de instrumentação contra
limites de envelope definidos

Operacional - Número de desvios / não conformidades em aberto - Verificações manuais anuais


procedimentos (M)
- Tempo para fechar desvios / não conformidades (M)
- Taxa de rotatividade de pessoal (histórica e esperada)
(M)
- Disponibilidade do procedimento
- Verificado e atualizado em relação ao formal
modificações
- Regularmente verificado e atualizado em conexão
para outras mudanças de instalações fora do operador
controle (por exemplo, regras e regulamentos)
- Número de desvios / não conformidades em aberto
- Número de anos desde a última formalidade relevante
Treinamento
- Número de anos de experiência relevante
(pessoal)
- Idade média (pessoal)

I.2.3 Controle de integridade do duto


A função de controle de integridade do pipeline normalmente inclui:

- Estratégias e planos - Estratégias e programas de longo prazo (para inspeção, monitoramento, teste e
atividades de avaliação de integridade) devem estar implementadas e devem ser baseadas no risco (ver Seção 4 ). Planos de curto prazo
também deve estar em vigor e deve ser baseado em programas de longo prazo.
- Sistemas e processos, incluindo procedimentos, ferramentas e recipientes (ou seja, hardware e software para tais
atividades), sistemas de relatórios e pessoal qualificado para (ver Seção 5 )

- Inspeção - inclui inspeção externa e interna


- Monitoramento - é a medição, coleta e revisão de dados que indiretamente podem fornecer informações
na condição de um componente ou sistema. Alguns dos dados podem ser registrados automaticamente pelo
proteção de pressão, a proteção contra corrosão interna e os sistemas de controle de processo descritos no
acima. No entanto, a revisão dos resultados do monitoramento deve ser realizada e documentada regularmente
base para garantir que todas as informações coletadas sejam sistematicamente encaminhadas para uso em avaliações de
integridade. O monitoramento no contexto do controle de integridade do pipeline também cobre outros dados não automaticamente

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coletados por esses sistemas de proteção e controle, por exemplo, monitoramento do tráfego de navios e monitoramento de
desenvolvimento das artes de arrasto.
- Teste - Essas atividades são realizadas para testar se o sistema ou partes do sistema têm os requisitos
integridade estrutural e / ou estão funcionando corretamente. O teste pode incluir teste de resistência e vazamento de

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tubulações e componentes por diferentes tipos de testes de pressão (teste de pressão do sistema, hidrostático
teste, teste de gás ou mídia, teste de fechamento) e teste funcional da proteção de pressão
sistema.
- Avaliações de integridade (consulte a Seção 6 ) - essas atividades envolvem uma revisão completa das informações e dados
recolhidos através das atividades de inspeção, monitoramento e teste (bem como qualquer outro
fontes), identificação de defeitos que requerem avaliações adicionais, avaliação de defeitos selecionados
aplicando métodos apropriados e níveis adequados de detalhes, e fornecendo recomendações
para mais ação. As avaliações de integridade podem ser realizadas utilizando uma ampla gama de ferramentas e
metodologias - desde avaliações visuais simples até análises aprofundadas de elementos finitos.

Potenciais KPIs são apresentados abaixo, (M) é aplicado para sugerir indicadores que devem fazer parte de um conjunto mínimo
de KPIs.

Tabela I-4 Indicadores-chave de desempenho em potencial para controle de integridade de dutos

Sistema de barreira Indicadores de desempenho de barreira Notas

Estratégias e - Disponibilidade (M) - Verificações manuais anuais


planos - Taxa de rotatividade de pessoal (histórica e esperada) (M) - Planos de estratégia para cobrir todos
- Tempo até a data de expiração especificada seções do pipeline,

- Progresso da atualização incluindo acima da água


offshore, landfall e
- Verificado e atualizado em relação às modificações formais
seção terrestre
- Verificado e atualizado em relação à avaliação de integridade
resultados
- Número de anos desde o último treinamento formal relevante
- Número de anos de experiência relevante (pessoal)
- Idade média (pessoal)

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Sistema de barreira Indicadores de desempenho de barreira Notas

Sistemas e - Programas reais versus programas de longo prazo (alto nível) (M) - Geralmente: verificações anuais
processos para - Disponibilidade de documentação (porcentagem de relatórios anteriores em vigor) e atualizações
inspeção, (M) - Certos indicadores irão
monitoramento e
- Dados transferidos para sistema de informação (M) depende de longo prazo
testando inspeção, monitoramento e
- Acordo de empreiteiro de inspeção em vigor (M)
programas de teste
- Contrato / contrato do empreiteiro da embarcação em vigor / tempo para
expiração (M) - Pode ser manual e / ou
automático dependendo
- Inspeção em carteira e tempo em carteira (detalhado)
em sistemas de informação
- Acompanhamento de revisão de backlog e tempo em backlog (detalhado)
disponibilidade e configuração
- Teste de backlog e tempo em backlog (detalhado)
- Extensão da garantia de qualidade independente
- Inspeção, monitoramento e teste de qualidade
- Porcentagem de inspeções e testes reprovados
- Número de alarmes falsos (monitoramento)
- Hora do relatório
- Manutenção real versus planejada de hardware de inspeção /
Programas
- Resultados financeiros da contratada de inspeção
- Disponibilidade da ferramenta de inspeção
- Manutenção real versus planejada da embarcação
- Resultados financeiros da contratada da embarcação
- Disponibilidade do navio

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- Tempo de mobilização do navio em situações de urgência
- Número de anos desde o último treinamento formal relevante
- Número de anos de experiência relevante (Pessoal)
- Idade média (pessoal)
- Taxa de rotatividade de pessoal (histórica e esperada)

Sistemas e - Avaliação de integridade percentual realizada e documentada - Verificações e atualizações anuais


processos separadamente dos relatórios de inspeção, monitoramento e teste (M)
para integridade - Disponibilidade de documentação (porcentagem de relatórios anteriores em vigor)
avaliação (M)
- Taxa de rotatividade de pessoal (histórica e esperada) (M)
- Extensão da garantia de qualidade independente
- Disponibilidade de ferramentas de software e metodologia
- Disponibilidade de dados históricos (inspeção, monitoramento, teste,
desvios, etc.)
- Disponibilidade de experiência
- Número de anos desde o último treinamento formal relevante
- Número de anos de experiência relevante (pessoal)
- Idade média (pessoal)

I.2.4 Melhoria da integridade do duto


A função de Melhoria da Integridade do Pipeline normalmente inclui:

- Estratégias e planos - Estratégias e planos de contingência para lidar com anomalias inaceitáveis e
danos devem ser feitos com bastante antecedência. Essas estratégias podem ser baseadas nas mesmas avaliações de risco

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quanto aos programas de longo prazo baseados em risco para inspeção, monitoramento e teste. Dada a necessidade de carregar
Para uma atividade de melhoria, é essencial um planejamento detalhado e completo.
- Sistemas e processos, incluindo procedimentos, ferramentas e recipientes (ou seja, hardware e software para tais
atividades), sistemas de relatórios e pessoal qualificado para (ver Seção 7 )

- mitigações em relação às condições internas


- intervenções em relação às condições externas, e
- reparos na função de contenção e no próprio sistema de proteção.

Potenciais KPIs são apresentados na Tabela I-5 , (M) é aplicado para sugerir indicadores que devem fazer parte de um
conjunto mínimo de KPIs.

Tabela I-5 Indicadores-chave de desempenho potenciais para sistema de melhoria de integridade

Sistema de barreira Indicadores de desempenho de barreira Notas

Estratégias e planos - Disponibilidade (M) - Verificações e atualizações anuais


- Estratégia de cobertura por sistema de dutos (M)
- Taxa de rotatividade de pessoal (histórica e esperada) (M)
- Tempo até a data de expiração especificada
- Progresso da atualização
- Verificado e atualizado em relação ao formal
modificações
- Verificado e atualizado em relação à integridade
resultados da avaliação
- Tempo desde a necessidade de atividade de melhoria identificada até
decidido / planejado
- Estratégia de cobertura de tipos de atividades de melhoria *
- Número de anos desde o último treinamento formal relevante
- Número de anos de experiência relevante (Pessoal)
- Idade média (Pessoal)

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Sistema de barreira Indicadores de desempenho de barreira Notas

Sistemas e - Atraso de mitigação e tempo em atraso (M) - Geralmente: verificações anuais e


processos para - Backlog de intervenção e tempo em backlog (M) atualizações
mitigação, - Certos indicadores irão
- Reparar backlog e tempo em backlog (M)
intervenção e depende de quantas vezes
- Real vs estratégias
reparos ações de melhoria são
- Disponibilidade de documentação (porcentagem de relatórios anteriores em
requeridos
Lugar, colocar)
- Pode ser manual e / ou
- Gestão dos procedimentos de mudança executados
automático dependendo
- Tempo desde a atividade de melhoria decidida / planejada até
em sistemas de informação
execução
disponibilidade e configuração
- Extensão da verificação ou certificação de terceiros
- Número de desvios / não conformidades registrados
-% desvios abertos / não conformidades
- Tempo para fechar desvios / não conformidades
- Resultados de teste e / ou pesquisa de reparos realizados e
intervenções
- Disponibilidade de quaisquer peças sobressalentes para o sistema de dutos
- Disponibilidade de ferramentas de reparo
- Contratos de contratação de intervenção e reparo em vigor
- Manutenção real versus planejada das principais contratadas
hardware e software
- Resultados financeiros dos contratantes
- Disponibilidade do navio
- Tempo de mobilização do navio
- Número de anos desde o último treinamento formal relevante
- Número de anos de experiência relevante (pessoal)
- Idade média (pessoal)
- Taxa de rotatividade de pessoal

I.3 Avaliações de probabilidade de falha com base na barreira


estrutura
Cada um dos 17 elementos (um elemento adicional cobrindo outro também deve ser incluído) apresentados no
O lado esquerdo da gravata borboleta na Figura I-1 deve ser avaliado, pontuado e usado para determinar uma categoria PoF:

- Um PoF / pontuação de confiança é dado diretamente por elemento de avaliação, indicando quão bem o preventivo
as barreiras estão funcionando. A pontuação é feita pelo uso de 5 categorias que podem ser usadas da mesma maneira que
as categorias PoF. Uma pontuação de categoria 1 é uma pontuação muito boa (alta confiança levando a baixo PoF), enquanto
uma pontuação de categoria 5 é uma pontuação muito baixa.
- Cada elemento também recebe uma pontuação de relevância para indicar sua importância ao gerenciar contra a ameaça
sendo avaliados. Pode haver variações de sistema de tubulação para sistema de tubulação. Relevância também pode
mudar com o tempo (um elemento pode ser muito importante nos primeiros anos de operação, mas menos relevante
conforme o sistema de dutos se torna mais maduro). Cinco categorias de relevância são usadas, cada uma com um certo
peso.

Uma média ponderada das avaliações acima para todos os elementos é usada como entrada para determinar uma categoria PoF.
O raciocínio deve ser documentado com referências a fontes de informação.
Os resultados das avaliações devem ser registrados em formulários apropriados. A Tabela I-6 apresenta as sugestões
conteúdo desse formulário. A avaliação deve ser documentada em um relatório incluindo todos os formulários preenchidos.

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Tabela I-6 Detalhes e explicações do formulário de avaliação de ameaças - estrutura de barreira

Item Descrição

Pipeline Nome / ID do pipeline

Seção Nome / ID da seção

Grupo de ameaça Nome / ID do grupo de ameaça

Ameaça Nome / ID da ameaça

Período do programa sendo coberto Período para o qual um programa de controle de integridade de longo prazo está sendo desenvolvido

Data de avaliação Ano mês dia

Assessores Nomes e cargos do pessoal envolvido na avaliação

Elementos de avaliação Elemento para avaliação de acordo com a Figura I-1

Relevância (r) Pontuação de relevância personalizada que indica a importância de cada um dos 18 elementos
está contribuindo para prevenir falha / perda de contenção

- Sem relevância (NR) = 0


- Baixa Relevância (LR) = 1
- Relevância Média / Normal (MR) = 6
- Alta Relevância (HR) = 12
- Relevância muito alta (VR) = 18

A Tabela I-7 fornece um ponto de partida no que diz respeito à relevância dependendo de
grupo de ameaça.

PoF / pontuação de confiança (c) Cinco categorias (1 a 5). Com base no julgamento de engenharia para cada um dos
elementos de avaliação. Uma pontuação de categoria 1 é uma pontuação muito boa, enquanto um
a pontuação da categoria 5 é uma pontuação muito ruim (quão bem estão as barreiras preventivas
funcionando?).

PoF A soma de todas as 'Relevância × Pontuação de confiança' dividida pela soma de todas
pontuações de elemento de 'Relevância'

Notas Notas para justificativa, raciocínio, etc.

Referências Referências à documentação e informações usadas para apoiar a avaliação

Tabela I-7 Relevância da barreira para os diferentes grupos de ameaças

Corrosão/
Sistema / elemento de barreira Terceiro Estrutural
erosão

Base do projeto

QA e documentação de design, fabricação, instalação e


MR-VR
modificações

Tubulação / outros componentes contendo pressão

Cobertura do duto NR
LR-VR
Estruturas de proteção e suporte NR
MR-VR
Sistema de informação para terceiros NR
NR-VR
Sistemas de restrição e zona de segurança NR

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Corrosão/
Sistema / elemento de barreira Terceiro Estrutural
erosão

Sistema de proteção de pressão

Sistema de proteção externa contra corrosão

Sistema de proteção contra corrosão interna NR-MR

Sistema de controle de processo

Procedimentos operacionais
MR-VR
Estratégias e planos para controle de integridade de dutos

Sistemas e processos para inspeção, monitoramento e teste

Sistemas e processos para avaliação de integridade MR-VR

Estratégias e planos para melhoria da integridade do duto

Sistemas e processos para mitigação, intervenção e reparos

Relevância Muito Alta (VR), Relevância Alta (HR), Relevância Média / Normal (MR), Relevância Baixa (LR), Não

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Relevância (NR)
Esta estrutura para apoiar a avaliação do PoF pode ser usada em todos os três níveis, conforme descrito na Seção 4
[4.4.3] :

- Nível 1: Em vez de aplicar fluxogramas conforme descrito em App.F [F.3.2.1] e App.H , avalie a confiança em
cada um dos elementos de avaliação e usar a média ponderada diretamente para determinar a categoria PoF, ou seja,
A categoria PoF é definida igual à média ponderada. Isso deve ser feito em formato de workshop, ou seja, detalhado
revisão da documentação não é necessária.
- Nível 2: Seção mais detalhada e revisão mais completa da documentação para avaliar a confiança em
os elementos de avaliação. O nível 2 requer mais tempo e esforço do que uma avaliação de nível 1 e deve
aplicar uma combinação de esforços individuais e workshops. Para ameaças onde não é possível ou viável
para realizar cálculos de conformidade de código (a fim de mapear para uma categoria PoF - ver App.F [F.3.3] e
[I.4] ), a avaliação é baseada apenas em avaliações qualitativas. Ou seja, a média ponderada é usada diretamente para
determinar a categoria PoF para a avaliação de nível 1. Onde o mapeamento é possível e viável, consulte
[I.4] .
- Nível 3: ver [I.4] .

Os principais problemas e / ou questões foram listados a seguir como orientação ao definir uma pontuação para o
elementos de avaliação.

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Tabela I-8 Ameaças de terceiros

Elemento de avaliação Assuntos chave

Base do projeto Geral

Nível de atividade bem definido - Existe alguma atividade imprevista na área que pode interferir com
o gasoduto ou há expectativa de alguma atividade desse tipo no futuro próximo? Baixo, médio e alto
os níveis de atividade podem ser definidos de maneira diferente dependendo da área do mundo e também do campo para
campo. Para a pesca de arrasto: Baixa (nenhuma atividade), Média (atividade ocasional) e Alta (atividade frequente).
No que diz respeito à ameaça de fundeio, os limites podem ser definidos por número de travessias de navios se
que é conhecido ou por localização: Baixa atividade (por exemplo,> 30 km da rota de navegação, zona de pesca e
plataforma), Atividade média (por exemplo, 5-30 km da rota de navegação, zona de pesca e plataforma), Alta
atividade do navio (por exemplo, rota de navegação, pesca de arrasto, adjacente à plataforma).

A exposição a cargas cíclicas é bem definida - Um potencial (3 rd partido) danos para condutas expostos
ao carregamento cíclico da operação (pressão, temperatura, desligamentos), corrente, ondas etc. podem
evoluir mais rapidamente para a falha do que um pipeline com baixa exposição ao carregamento cíclico.

Interferência de arrasto

Tipo de equipamento - Pipeline projetado contra arrasto e / ou as cargas do equipamento real


usado na área. Observe que, especialmente para tubulações mais antigas, a arte da rede de arrasto pode ter aumentado em
tamanho / peso desde o projeto. Pipeline projetado contra pesca de arrasto com peso de touceira. Observe que
tubulações mais antigas geralmente não são projetadas contra o peso do aglomerado.

Suscetibilidade à flambagem global / flambagem turbulenta - oleodutos enterrados que podem ter sofrido
flambagem global / turbulência desde a última inspeção levando à exposição do oleoduto e risco de
interferência de arrasto.

Ancoragem

Tamanhos / tipos de navios bem definidos - Os tamanhos dos navios são divididos em três categorias; Pequeno (<9999 GRT),
Médio (10000-59999 GRT) e Grande (> 60000 GRT). Exemplos de tamanhos são dados em bruto
Toneladas, mas isso pode ser definido de outra forma, se preferir. Um limite de profundidade de água (Pequeno / 200 m,
Médio / 250 m e Grande / 300 m) relacionado aos tamanhos é dado, pois indica um limite de profundidade
onde é considerado improvável que uma âncora alcance o oleoduto.

Objetos caídos

As cargas potenciais são bem definidas - Danos devido à queda de objetos ocorrem com mais frequência no
zona da plataforma e depende do nível de atividade na área. Os níveis de atividade podem ser definidos
de forma diferente dependendo da área do mundo e também de campo para campo, plataforma para plataforma.

QA e Geral
documentação de Projetado de acordo com padrões e métodos reconhecidos
design, fabricação,
Projeto, fabricação e instalação foram verificados ou certificados
instalação e
modificações Resultados de teste aceitáveis para revestimento de concreto

Resultados de teste aceitáveis para revestimento de junta de campo

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Resultados aceitáveis de pesquisa conforme definidos
Interferência de arrasto

Critério de Freespan estabelecido para pesca de arrasto - Se critérios de vãos livres forem estabelecidos, é mais fácil
acompanhar as inspeções e revisar se os vãos livres são considerados aceitáveis ou não.

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Elemento de avaliação Assuntos chave

Pipeline / outro Geral


pressão contendo D / t <40? A relação diâmetro / espessura acima de 40 é considerada um sistema de tubulação menos robusto
componentes
Quaisquer danos relevantes detectados, avaliados, mitigados, testados

Confirmado recentemente como não danificado (número de anos desde a última inspeção?)

Interferência de arrasto

Freespans - aceitável e sem potencial para enganchar

Suscetibilidade à flambagem global / flambagem turbulenta - oleodutos enterrados que podem ter sofrido
flambagem global / turbulência desde a última inspeção levando à exposição do oleoduto e risco de
interferência de arrasto.

Componentes desprotegidos com potencial de engate (ou seja, flanges, válvulas, acessórios, que podem ser
fisgado por arrasto e / ou rede)?

Cobertura do duto Geral

Tipo de cobertura (enterrada ou despejada em rocha)

Profundidade de sepultamento (0,1-1,0 metros ou mais)

O duto foi confirmado como adequadamente protegido (ou seja, enterrado ou despejado na rocha) pela inspeção e está
não se esperava que houvesse qualquer mudança significativa na profundidade do sepultamento desde a última
inspeção

Número de anos desde a última inspeção?

Proteção e Geral
estruturas de suporte Estrutura de proteção e suporte no local (concreto / revestimento de peso, colchões, proteção
estruturas) e confirmadas como adequadas por inspeção (Número de anos desde a última inspeção?)

Sistema de informação Geral


para terceiros Compartilhamento de informações com autoridades e associações de pesca, mapas, cartas

Restrição e Interferência de arrasto


Zona de Segurança Se houver uma zona de restrição claramente definida para a pesca de arrasto ao redor do oleoduto, a probabilidade de
sistemas um dano relacionado à interferência do arrasto é significativamente reduzido. Observe que o pipeline não é
necessariamente seguro dentro da zona de segurança, pois as tábuas da rede de arrasto podem ir dentro da zona de segurança, mesmo que
a traineira está lá fora.

Localização da tubulação e componentes em relação a tais zonas

Nenhum componente desprotegido (não projetado para cargas de arrasto) dentro da zona de segurança.
Ancoragem

Elemento de avaliação não é relevante (na)

Objetos caídos
Localização da tubulação e componentes dentro da zona de restrição para atividades de embarcação / içamento

Proteção de pressão Não é relevante


sistema

Corrosão externa Não é relevante


sistema de proteção

Corrosão interna Não é relevante


sistema de proteção

Controle do processo Geral


sistema Facilidade de acesso aos dados do processo, caso os defeitos precisem ser avaliados com urgência

Sistemas implantados para manter os envelopes e acompanhar as restrições

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Elemento de avaliação Assuntos chave

Operacional Geral
procedimentos Procedimentos para registrar e acessar facilmente os dados do processo no local

Procedimentos para permanecer dentro do envelope (incluindo restrições) no lugar

Estratégias e Geral
planos para pipeline Programa de longo prazo em vigor (baseado em risco)
controle de integridade

Sistemas e Geral
processos para Implementação real do programa
inspeção,
Revisões regulares de dados operacionais
monitoramento e
testando Contrato da embarcação em vigor em caso de necessidade urgente de NDT de danos relevantes

Interferência de arrasto

Monitoramento e controle da atividade de arrasto na área (incl. Comunicação)

Ancoragem

Monitoramento e controle do tráfego de navios na área (incl. Comunicação)

Objetos caídos
Monitoramento e controle das atividades de içamento na área (incl. Comunicação)

Sistemas e Geral
processos Procedimentos de avaliação para avaliação de danos relacionados
para integridade
Ferramentas / software para avaliação de danos relacionados
avaliação
Verificação do sistema e avaliações de integridade (terceiros ou por recursos relevantes dentro
companhia)

Estratégias Geral
e planos para Estratégia de reparo em vigor para danos de terceiros relacionados
integridade do pipeline
melhoria

Sistemas e Geral
processos para Sistema de reparo disponível em caso de danos relacionados
mitigação,
Partes separadas
intervenção e
reparos Contrato da embarcação em vigor (para intervenção / reparos)

Contrato de salvaguarda da embarcação em vigor

Restrições operacionais (por exemplo, carregamento cíclico)


Planos e procedimentos de emergência

Procedimentos em vigor para auxiliar terceiros presos na tubulação ou equipamentos associados

Tabela I-9 Corrosão interna

Sistema / elemento de barreira Assuntos chave

Base do projeto Vida útil do projeto especificada, material selecionado, projeto e condição operacional definida
(por exemplo, P, T, composição do fluido)

Conformidade com ISO-15156, se relevante

Meios de controle de corrosão definidos

Relatório de seleção de materiais

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Sistema / elemento de barreira Assuntos chave

QA e documentação de Fabricação e soldagem de tubo de linha de acordo com o padrão de projeto


design, fabricação, instalação Armazenamento temporário antes da instalação para reduzir o risco de corrosão (por exemplo, aplicação
e modificações de tampas)

Procedimento de teste de pressão (por exemplo, tipo de fluido, limpeza e secagem)

Armazenamento úmido após a instalação

3 rd verificação partido ou certificação

Inspeção de linha de base pelo ILI

Pipeline / outra pressão Número de anos desde a instalação


contendo componentes Número de anos desde o último ILI? (em comparação com o intervalo máximo definido em qualquer
documentação que rege ou programa de inspeção de longo prazo)

Nenhuma perda de metal excedendo a tolerância de corrosão?

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Nenhuma perda de metal excedendo 85% da espessura nominal da parede?

Sem pontos baixos que podem levar a uma queda significativa de água, se relevante

ILI - condição interna melhor do que o pressuposto no design

Cobertura do duto Pode ser relevante se a tampa atuar como isolamento para evitar a condensação e o topo do
corrosão da linha (TOL). Caso contrário, geralmente não é relevante em relação à corrosão interna

Proteção e suporte Não é relevante


estruturas

Sistema de informação para terceiros Não relevante

Restrição e zona de segurança Não é relevante


sistemas

Sistema de proteção de pressão Sistema de proteção de pressão (PPS) instalado e os pontos de ajuste estão corretos de acordo com
projeto e / ou envelope operacional do duto

Limites de pressão definidos monitorados e dentro do envelope?

Manutenção de PPS e programa de teste em vigor e implementado

Os resultados do teste PPS são aceitáveis

Proteção externa contra corrosão Não é relevante


sistema

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Sistema / elemento de barreira Assuntos chave

Proteção contra corrosão interna É um sistema de controle de corrosão interno para proteger a tubulação contra
sistema corrosão interna? (Incluir equipamentos para monitoramento on-line, sondas de corrosão,
análises de fluido, disponibilidade de injeção de produto químico, produto químico residual etc.)

O programa de controle de corrosão é satisfatório para controle de corrosão?

Os produtos químicos usados para controle de corrosão são qualificados para o serviço pretendido?
A disponibilidade dos sistemas de controle / processamento do produto é aceitável?

Os parâmetros monitorados são mantidos wi1

envelope operacional fino?


A disponibilidade de injeção de produto químico está de acordo com o projeto (por exemplo, taxa de injeção, residual
inibidores no fluido na saída da tubulação)?

Redundância de equipamentos de injeção química

Disponibilidade de peças de reposição para equipamentos para injeção química

Os equipamentos para vigilância de corrosão são calibrados e mantidos de acordo com


plano?

Os equipamentos usados para injeções de produtos químicos são calibrados e mantidos de acordo com
plano?
Se a limpeza interna for definida como parte do controle de corrosão, a limpeza
programas implementados de acordo com o plano?

Existem planos para perturbações?

Sistema de controle de processo O sistema de controle de processo é confiável?

O sistema de controle de processo é mantido de acordo com o plano?

Os dados do processo são considerados confiáveis?

Os parâmetros operacionais são monitorados e dentro do envelope?

A produção é estável?

Procedimentos operacionais As recomendações são fornecidas no relatório de seleção de materiais para controle de corrosão
implementado? (por exemplo, procedimentos relativos a pigging de manutenção e produtos químicos
tratamento)

São procedimentos fora das especificações. Situações existentes e implementadas?


Os procedimentos para interrupções de produção estão em vigor e implementados

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Estratégias e planos para pipeline Existe uma estratégia de corrosão baseada em risco para controle de corrosão (ILI, revisão regular
controle de integridade de dados de monitoramento, sondas de corrosão, etc.)

Sistemas e processos para O ILI é realizado de acordo com o plano?


inspeção, monitoramento e
São procedimentos de preservação de lançadores e receptores de suínos no local e
testando implementado?

Os dados de monitoramento e inspeção são explicitamente avaliados e documentados em um


regularmente e de acordo com os planos?

A eficiência dos produtos químicos injetados é avaliada regularmente

Sistemas e processos para Os procedimentos para avaliação de defeitos de corrosão estão em vigor e implementados?
avaliação de integridade Existem procedimentos em vigor e implementados para avaliar o monitoramento e a inspeção
dados?

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Sistema / elemento de barreira Assuntos chave

Estratégias e planos para pipeline Estratégia e planos de contingência, incluindo especificação das necessidades de pré-investimentos
melhoria de integridade em equipamentos de reparo de contingência e sobressalentes (por exemplo, equipamentos de injeção de produtos químicos,
sistema de desidratação de gás)

Estratégia em vigor para mitigar a corrosão interna se ILI indicar maior perda de metal
do que o previsto?

Estratégia de reparo de dutos e estratégia de peças sobressalentes de dutos em vigor no caso de


corrosão inaceitável (pode afetar grandes partes de um sistema de tubulação)

Sistemas e processos para Sistema de reparo no local capaz de reparar danos antes que evoluam para falha.
mitigação, intervenção e Tubo de linha sobressalente e componentes do gasoduto no lugar de acordo com a estratégia
reparos
Acesso aos recursos da embarcação para poder agir de forma razoavelmente rápida

Teste e acompanhamento de reparos para garantir que o nível de segurança seja restabelecido
Planos e procedimentos de emergência para manuseio seguro e eficiente de reparos necessários

Procedimentos implementados para implementação? quaisquer restrições operacionais (por exemplo, pressão
redução definida pela avaliação de perda de metal com base em dados de ILI)

Tabela I-10 Corrosão externa

Sistema / elemento de barreira Assuntos chave

Base do projeto Tem a base para o projeto (T, P, grau de sepultamento, estruturas de proteção) e o
sistema externo de proteção contra corrosão foi especificado.

O projeto do sistema de proteção contra corrosão externo está de acordo com os padrões reconhecidos?

Os itens de drenagem atuais para o sistema CP de tubulação foram identificados e manipulados através
Projeto?

QA e documentação de Existem relatórios de pesquisa conforme definidos?


design, fabricação, instalação Quaisquer incidentes ou deficiências durante a fabricação e aplicação de revestimento e
e modificações revestimentos de juntas de campo? A crítica dessas lacunas foi avaliada?

Quaisquer incidências ou deficiências durante a fabricação e instalação de ânodos?

A fabricação está de acordo com os padrões reconhecidos? Tem a crítica de qualquer


deficiência foi avaliada?

Os ensaios de qualificação de fabricação são aceitáveis de acordo com o padrão?

O armazenamento antes da instalação foi adequado?

O projeto / fabricação / instalação é verificado ou certificado por terceiros?

Pipeline / outra pressão Nenhuma perda externa de metal excedendo a tolerância de corrosão?
contendo componentes Nenhuma perda externa de metal excedendo 85% da espessura nominal da parede?

Avaliação de ILI. ILI - condição externa melhor do que o pressuposto no design

Cobertura do duto Não relevante (observe que a cobertura do gasoduto pode ter um impacto negativo no externo
corrosão)

Proteção e suporte Não relevante (observe que estes podem ter um impacto negativo na corrosão externa)
estruturas

Sistema de informação para terceiros Não relevante

Restrição e zona de segurança Não é relevante


sistemas

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Sistema / elemento de barreira Assuntos chave

Sistema de proteção de pressão PPS no lugar e os pontos de ajuste estão corretos de acordo com o projeto e / ou pipeline
envelope operacional

Limites de pressão definidos monitorados e dentro do envelope?

Manutenção de PPS e programa de teste em vigor e implementado

Os resultados do teste PPS são aceitáveis

Proteção externa contra corrosão É possível monitorar o sistema CP e inspecionar o desempenho do revestimento?
sistema O sistema CP e a condição do revestimento são inspecionados regularmente?

Há algum dano no revestimento registrado? Algum ânodo está inativo ou danificado?

Foi registrado consumo excessivo de ânodo?

A perda de metal externa no riser e no landfall está dentro dos critérios de aceitação?

O potencial de proteção foi medido em metal puro dentro da aceitação


critério?

Proteção contra corrosão interna Não é relevante


sistema

Sistema de controle de processo Temperatura operacional monitorada e dentro do envelope

Procedimentos operacionais Os procedimentos para situações fora das especificações (por exemplo, temperatura) estão em vigor e
implementado?

Estratégias e planos para pipeline É um plano de inspeção e monitoramento baseado em risco implementado (ILI, inspeção de ROV, visual
controle de integridade inspeção, medições de CP)

Sistemas e processos para Inspeção e monitoramento realizados de acordo com os planos? (por exemplo, visual
inspeção, monitoramento e inspeção do sistema de proteção contra corrosão externa, monitoramento do sistema CP, ânodo
testando consumo, inspeção da condição de exposição, amostragem do fluido anular do tubo J,
vigilância de materiais suscetíveis a HISC)

Sistemas e processos para Procedimentos de avaliação para defeitos de corrosão no local e implementados
avaliação de integridade

Estratégias e planos para pipeline Planos de estratégia e contingência, incluindo especificações de equipamentos de reparo e
melhoria de integridade sobressalentes.

Estratégia em vigor para mitigar a corrosão externa se ILI indicar maior perda de metal
do que o previsto?

Estratégia de reparo de dutos e estratégia de peças sobressalentes de dutos em vigor no caso de


corrosão inaceitável (pode afetar grandes partes de um sistema de tubulação)

Sistemas e processos para Sistema de reparo no local capaz de reparar danos antes que evoluam para falha.
mitigação, intervenção e Tubulação sobressalente e componentes de oleoduto no lugar de acordo com a estratégia
reparos
Acesso aos recursos da embarcação para poder agir de forma razoavelmente rápida

Teste e acompanhamento da solução de melhoria para garantir que o nível de segurança seja
aceitável

Planos e procedimentos de emergência para tratamento seguro e eficiente das necessidades de reparo

Procedimentos em vigor para fazer cumprir quaisquer restrições operacionais (por exemplo, redução de pressão
definido pela avaliação de perda de metal com base em dados ILI)

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Tabela I-11 Ameaças estruturais

Elemento de avaliação Assuntos chave

Base do projeto Geral

Projetado de acordo com padrões e métodos reconhecidos


Abordagem de design conhecida / comprovada

Flambagem global (exposta)

Seleção de material conhecido / comprovado

https://translate.googleusercontent.com/translate_f#7 130/145
25/10/2020 DNVGL-RP-F116 Gerenciamento de integridade de sistemas de dutos submarinos
Cargas funcionais bem definidas (P, T)

Parâmetros de solo bem definidos (resistência axial e lateral, bem como rigidez vertical)

Topografia do fundo do mar bem definida

Flambagem global (enterrado)

Seleção de material conhecido / comprovado

Cargas funcionais bem definidas (P, T)

Parâmetros de solo bem definidos (resistência com base nas características do solo ao longo da rota)

Estabilidade no fundo

Dados metoceanos bem definidos

Cargas funcionais bem definidas (peso do conteúdo)

Parâmetros de solo bem definidos (resistência axial e lateral, bem como rigidez vertical)

Topografia do fundo do mar bem definida

Layout de campo bem definido e infraestrutura existente (confronto)

Freespan - VIV
Seleção de material conhecido / comprovado

Dados metoceanos bem definidos

Cargas funcionais bem definidas (P, T)

Sobrecarga estática

Seleção de material conhecido / comprovado

Topografia do fundo do mar bem definida

Cargas funcionais bem definidas (P, T, peso do conteúdo)

Prática recomendada - DNVGL-RP-F116. Edição de maio de 2017 Página 171


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Página 172

Elemento de avaliação Assuntos chave

QA e Geral
documentação de Designer experiente
design, fabricação,
Design verificado por terceiros
instalação e
modificações Flambagem global (exposta)

O design é baseado em métodos simplificados e grosseiros / abordagem conservadora

Medidas para controlar o comportamento de expansão do duto (ver Proteção e Cobertura do Duto e
estruturas de suporte) confirmadas por meio de pesquisa as-built e antes do start-up.

Flambagem global (enterrado)

O design é baseado em métodos simplificados e grosseiros / abordagem conservadora

Requisito de altura de cobertura confirmado por meio de pesquisa as-built


Estabilidade no fundo

O design é baseado em métodos simplificados e grosseiros / abordagem conservadora

Critérios de aceitação bem definidos


Medidas para mitigar / retificar problemas de estabilidade (consulte Cobertura e proteção do duto e suporte
estruturas) confirmadas por meio de pesquisa as-built

Requisitos de incorporação confirmados por meio de pesquisa as-built

Freespan - VIV

O design é baseado em métodos simplificados e grosseiros / abordagem conservadora

Critérios de aceitação bem definidos

Empreiteiro de instalação experiente

Procedimento de soldagem conhecido / comprovado adotado

Instalação / soldagem testemunhada por terceiros

Instalação / soldagem bem documentada

Medidas para mitigar / retificar a expansão livre (consulte Cobertura e proteção do duto e suporte
estruturas) confirmadas por meio de pesquisa as-built

https://translate.googleusercontent.com/translate_f#7 131/145
25/10/2020 DNVGL-RP-F116 Gerenciamento de integridade de sistemas de dutos submarinos

Sobrecarga estática
Critérios de aceitação bem definidos

Empreiteiro de instalação experiente

Procedimento de soldagem conhecido / comprovado adotado

Instalação / soldagem testemunhada por terceiros

Instalação / soldagem bem documentada

Medidas para mitigar / retificar a expansão livre (consulte Cobertura e proteção do duto e suporte
estruturas) confirmadas por meio de pesquisa as-built

Prática recomendada - DNVGL-RP-F116. Edição de maio de 2017 Página 172


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Elemento de avaliação Assuntos chave

Pipeline / outro Flambagem global (exposta)


pressão contendo Pipeline operado com cargas funcionais (P, T) significativamente abaixo dos limites do projeto
componentes
Flambagem global confirmada como aceitável após operação de pico

As observações / avaliações de integridade confirmam o design conservador (por exemplo, número de observados
fivelas mais altas do que as previsões do projeto, formato da fivela observado mais suave do que o projeto
previsões)

Em caso de alta utilização, PoF (perda de contenção) reduzido se:

a) Seção transversal do tubo não suscetível a flambagem local (D / t <30)


b) Atividades moderadas de terceiros com equipamento moderado na área
c) A produção é estável

Flambagem global (enterrado)

Pipeline operado com cargas funcionais (P, T) significativamente abaixo dos limites de projeto ou processo
parâmetros estão diminuindo após a produção máxima

Sem subsidência do fundo do mar ou outros fenômenos que causam movimento horizontal do solo

Mudanças não observadas

No caso de ocorrer uma convulsão, PoF (perda de contenção) reduzida se:

a) A produção é estável
b) Seção transversal do tubo não suscetível a flambagem local (D / t <30)
c) Atividades de terceiros não relevantes na área

Estabilidade no fundo

Requisitos de incorporação confirmados por meio de inspeção em serviço

Peso submerso não sensível ao modo operacional (por exemplo, para multifásico)

O revestimento de peso está intacto

A incorporação de pipeline não é sensível a variações sazonais

Atividades de terceiros não relevantes na área

Freespan - VIV

A configuração do pipeline (comprimento do freespan) foi confirmada como aceitável e estável durante o serviço
inspeção

A configuração do pipeline (comprimento do freespan) não é sensível ao modo operacional


A configuração do pipeline (comprimento do freespan) não é sensível às variações sazonais

Combinações com outros tipos de defeito (por exemplo, perda de metal, amassados) não foram observadas

Atividades de terceiros não relevantes na área

Sobrecarga estática

A configuração do duto foi confirmada como aceitável e estável por meio de inspeção em serviço

A configuração do pipeline não é sensível ao modo operacional

A configuração do pipeline não é sensível às variações sazonais

Combinações com outros tipos de defeito (por exemplo, perda de metal, amassados) não foram observadas

Atividades de terceiros não relevantes na área

https://translate.googleusercontent.com/translate_f#7 132/145
25/10/2020 DNVGL-RP-F116 Gerenciamento de integridade de sistemas de dutos submarinos

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Elemento de avaliação Assuntos chave

Cobertura do duto Flambagem global (exposta)


Alimentação para fivelas globais limitadas por coberturas de rocha

A cobertura do duto foi verificada por meio de inspeções em serviço

Nenhum mecanismo presente afetando a cobertura de rocha ao longo do tempo (por exemplo, terremoto, limpeza do fundo do mar,
arrasto)

Expansão do pipeline controlada por outros meios

Flambagem global (enterrado)

Pipeline continuamente coberto com aterro artificial (despejo de rocha)

Altura da cobertura do duto verificada por meio de inspeções em serviço

Nenhum mecanismo presente afetando a altura da cobertura ou a resistência ao levantamento ao longo do tempo (por exemplo, terremoto,
limpeza do fundo do mar, pesca de arrasto)
Estabilidade no fundo

Integridade das medidas de mitigação (por exemplo, cobertura de rocha) verificada por meio de inspeções em serviço

Nenhum mecanismo presente afetando a resistência ateral de incrustação ao longo do tempo (por exemplo, terremoto,
limpeza do fundo do mar)

Freespan - VIV

Integridade das medidas de mitigação de fadiga (por exemplo, suportes freespan, proteção ambiental
tampas, barras helicoidais) verificadas por meio de inspeções em serviço

Nenhum mecanismo presente afetando os suportes de intervalo livre ao longo do tempo (por exemplo, terremoto, fundo do mar
limpeza, arrasto)
Sobrecarga estática

Integridade das medidas de mitigação (por exemplo, coberturas de rochas) verificada por meio de inspeções em serviço

Nenhum mecanismo presente afetando as medidas de mitigação ao longo do tempo (por exemplo, terremoto,
limpeza do fundo do mar, pesca de arrasto)

Prática recomendada - DNVGL-RP-F116. Edição de maio de 2017 Página 174


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Elemento de avaliação Assuntos chave

Proteção e Flambagem global (exposta)


estruturas de suporte Nota! É importante considerar isso em conjunto com as informações relacionadas ao pipeline

https://translate.googleusercontent.com/translate_f#7 133/145
25/10/2020 DNVGL-RP-F116 Gerenciamento de integridade de sistemas de dutos submarinos
integridade da cobertura (especialmente ao aplicar os fatores de pesagem)

O fundo do mar está irregular (medida natural)

Conjunto robusto de medidas que causam imperfeições suficientes na tubulação instalada (configuração de cobra, artificial
gatilhos, tapetes de rocha, peso variável de tubos submersos, etc.)

Flambagem global (enterrado)

Não é relevante

Estabilidade no fundo

Integridade das medidas de mitigação (por exemplo, âncoras) verificada por meio de inspeções em serviço

Nenhum mecanismo presente afetando tais estruturas de suporte ao longo do tempo (por exemplo, terremoto,
limpeza do fundo do mar, atividades de terceiros)

Freespan - VIV

Integridade das medidas de mitigação de fadiga (por exemplo, suportes freespan, proteção ambiental
tampas, barras helicoidais) verificadas por meio de inspeções em serviço

Nenhum mecanismo presente afetando os suportes de intervalo livre ao longo do tempo (por exemplo, terremoto, fundo do mar
limpeza, arrasto)

Sobrecarga estática

Integridade das medidas de mitigação (por exemplo, suporte freespan) verificada por meio de serviço
inspeções

Nenhum mecanismo presente afetando as medidas de mitigação ao longo do tempo (por exemplo, terremoto,
limpeza do fundo do mar, pesca de arrasto)

Sistema de informação Geral


para terceiros Geralmente não é relevante

Restrição e segurança Geral


sistemas de zona Geralmente não é relevante

Proteção de pressão Não é relevante


sistema

Corrosão externa Não é relevante


sistema de proteção

Corrosão interna Não é relevante


sistema de proteção

Controle do processo Geral


sistema Sistema de controle confiável para medir / controlar pressão, temperatura e fluxo

Dados de processo facilmente acessíveis

Estabilidade no fundo

Não é relevante

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Elemento de avaliação Assuntos chave

Operacional Geral
procedimentos Procedimentos / rotinas em vigor para revisar regularmente os dados do processo

Procedimentos / rotinas em vigor para lidar com desvios

Dados do processo concluídos como confiáveis

Estabilidade no fundo

Não é relevante

Estratégias e planos Geral

para integridade de pipeline Existe um plano baseado em risco / condição para controle de integridade
ao controle Plano baseado em risco / baseado em condição para controle de integridade são atualizados.

Sistemas e Geral
processos para As atividades de inspeção planejadas são realizadas com a qualidade necessária
inspeção,
Flambagem global (exposta), flambagem global (enterrada), freespan - VIV, sobrecarga estática
monitoramento e
testando revisões planejadas de dados operacionais são realizadas e documentadas

Sistemas e Flambagem global (exposta)


processos para Procedimentos de avaliação, ferramentas correspondentes e experiência para Global Buckling estão em vigor
avaliação de integridade
Alto grau de correlação entre previsões teóricas e observações

Desvios observados relacionados aos dados operacionais avaliados / avaliados


Flambagem global (enterrado)

https://translate.googleusercontent.com/translate_f#7 134/145
25/10/2020 DNVGL-RP-F116 Gerenciamento de integridade de sistemas de dutos submarinos
Procedimentos de avaliação, ferramentas correspondentes e experiência para UHB estão em vigor
Estabilidade no fundo

Procedimentos de avaliação e ferramentas de visualização correspondentes em vigor para acompanhar o pipeline


configuração lateral

Freespan - VIV

Procedimentos de avaliação, ferramentas correspondentes e conhecimentos para Freespan Fatigue estão em vigor

Alto grau de correlação entre previsões teóricas e observações relacionadas a


configuração do freespan

Desvios observados relacionados aos dados operacionais avaliados / avaliados


Sobrecarga estática

Os procedimentos de avaliação e as ferramentas correspondentes estão em vigor

Alto grau de correlação entre previsões teóricas e observações relacionadas a


configuração de pipeline

Desvios observados relacionados aos dados operacionais avaliados / avaliados

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Elemento de avaliação Assuntos chave

Estratégias e planos Flambagem global (exposta)


para integridade de pipeline Estratégia de reparo para seção transversal (ovalização excessiva ou flambagem local) e fadiga / fratura
melhoria danos relacionados
Flambagem global (enterrado)

Estratégia de reparo para danos relacionados à convulsão

Estabilidade no fundo

Estratégia de reparo para melhorar as restrições externas existentes (intervenção, instalação de


estruturas de suporte, como âncoras, etc.)

Freespan - VIV

Estratégia de reparo para seção transversal (ovalização excessiva ou flambagem local) e fadiga / fratura
danos relacionados

Sobrecarga estática

Estratégia de reparo para seção transversal (ovalização excessiva ou flambagem local) e relacionada à fratura
danos

Sistemas e Geral
processos para Sistema de reparo no local
mitigação,
Contrato de navio de despejo de rocha em vigor
intervenção e
reparos Planos e procedimentos de emergência

Flambagem global (exposta), freespan - VIV, sobrecarga estática

contrato de navio em vigor em caso de necessidade urgente de NDT

Flambagem global (enterrado)

Contrato da embarcação em vigor em caso de necessidade de NDT urgente de danos relacionados à pesca de arrasto

I.4 Combinando abordagens qualitativas e quantitativas


Para ameaças onde há acesso a cálculos baseados em códigos / práticas recomendadas, é possível
para mapear para categorias PoF. Conforme mencionado no App.F [F.3.3] , se os cálculos são baseados em um código /
prática recomendada que foi calibrada para níveis de probabilidade específicos, o mapeamento para
categoria de probabilidade é direta.
Tais cálculos podem vir de documentação de projeto detalhada e / ou documentação de condições /
avaliações de integridade realizadas durante a fase operacional. A Tabela I-12 fornece um exemplo de diretrizes
para tal mapeamento para dutos projetados e / ou avaliados com base no padrão DNV GL e associados
práticas recomendadas.
Para algumas das ameaças onde tal mapeamento é possível, também pode ser possível realizar probabilísticas
cálculos (avaliações de nível 3) para determinar a categoria PoF. Esses cálculos podem fornecer menos
resultados conservadores do que o mapeamento.
Além disso, avaliações de confiança e desenvolvimento (qualitativas) devem ser realizadas a fim de garantir
consideração adequada de outros aspectos (não necessariamente cobertos pelos modelos de mapeamento / cálculo) que
pode afetar a probabilidade de falha. Três opções são apresentadas abaixo (ver também [I.3] ).

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Tabela I-12 Orientação para mapeamento de probabilidade de falha

Categoria PoF dependente de


Relativo ao código classe de segurança
Termos que classificam
requisitos
Baixo Médio Alto Muito alto

Limite de utilização do estado abaixo de 0,80

Significativamente melhor Vida de fadiga 4 x vida de projeto 2 1 1 1

Vãos menores que 50% do permitido

Limite de utilização do estado abaixo de 0,90

Melhor Vida de fadiga 2 x vida de projeto 3 2 1 1

Vãos menores que 80% do permitido

Limite de utilização do estado abaixo de 1,0

Apenas dentro de * Vida de fadiga igual à vida do projeto 4 3 2 1

Comprimento do vão no limite

Limite de utilização do estado abaixo de 1,1

Logo acima Vida de fadiga 0,50 x vida de projeto 5 4 3 2

Comprimento dos vãos dentro de 110% do permitido

Limite de utilização do estado abaixo de 1,2

Significativamente acima Vida de fadiga 0,25 x vida de projeto 5 5 4 3

O comprimento dos vãos excede 110% do permitido

* Este é o ponto de partida para a categorização apresentada nesta tabela. Um pipeline projetado apenas dentro do
requisitos em DNVGL-ST-F101 cairão dentro das células da matriz de risco logo abaixo do nível aceitável - ilustrado
pela categoria de risco Médio - consulte a Tabela I-13 . O restante da tabela é construído com base na relação entre o
valores de fator de segurança de projeto exigidos no código, dependendo da classe de segurança e julgamento de engenharia.

Tabela I-13 Matriz de risco com base em DNVGL-ST-F101

CoF (baseado em classe de segurança)

PoF A: Insignificante 1) Golpe C: Médio 2) D: Alto E: Muito alto 3)

5: 10 -3 - 10 -2 M H VH VH VH

4: 10 -4 - 10 -3 eu M H VH VH

3: 10 -5 - 10 -4 VL eu M H VH

2: 10 -6 - 10 -5 VL VL eu M H

1: 10 -7 - 10 -6 VL VL VL eu M

1) Nenhuma classe de segurança associada em DNVGL-ST-F101. Pode ser usado, por exemplo, para incluir dutos desativados

2) Também referido como classe de segurança «Normal»


3) Associado à parte terrestre do oleoduto com densidades populacionais muito altas

Opção 1
Qualquer mapeamento (nível 2) para uma categoria PoF ou cálculo PoF (nível 3), conforme descrito acima, pode ser usado
direta ou indiretamente (ou seja, por julgamento de engenharia) para determinar a pontuação para o elemento de avaliação

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número 3 “Tubulação propriamente dita / outros componentes contendo pressão”. O PoF é finalmente determinado como: máx.
[Média ponderada; Pontuação do elemento de avaliação número 3].
Se houver razão para acreditar que haverá um desenvolvimento de PoF e a avaliação de integridade permitindo o acima
mapeamento incluiu avaliações de desenvolvimento, a mesma avaliação PoF (avaliando a avaliação 18
elementos) deve ser feito para pontos relevantes no tempo no futuro do gasoduto. Deve ser baseado em

- as avaliações de desenvolvimento da avaliação de integridade (para avaliar o elemento número 3 "Pipeline


próprio / outros componentes contendo pressão ”)
- conhecimento sobre qualquer evolução negativa prevista para os outros elementos de avaliação.

PoF (futuro) é definido como max [média ponderada; pontuação do elemento de avaliação número 3]
Uma taxa de desenvolvimento PoF pode ser estabelecida com base nessas duas avaliações. O tempo para inspeção pode ser
estabelecido de acordo com o App.F [F.5.7] .
opção 2

- Determine a confiança pela avaliação dos elementos conforme descrito acima ( [I.3] ). Confiança final
fator é definido como a média ponderada. Isso será usado para ajustar o PoF mapeado / calculado com base em
algumas regras simples. Um exemplo dessas regras é mostrado na Tabela I-14 .
- Determine um fator de desenvolvimento, avaliando o desenvolvimento potencial de cada elemento. Final
fator de desenvolvimento é definido como a média ponderada. Isso será usado para determinar uma taxa de desenvolvimento PoF
de acordo com algumas regras simples. Um exemplo de tais regras é mostrado na Tabela I-15 .
- Mapear resultados de cálculos de avaliação de integridade (ou projeto) para uma categoria de PoF *) e aplicar a Tabela I-14
e Tabela I-15 .
- O tempo para inspeção pode ser estabelecido de acordo com o App.F [F.5.7] .
*) Isso deve ser feito preferencialmente após os fatores de confiança e desenvolvimento terem sido determinados em
a fim de garantir um julgamento de engenharia mais independente para o elemento de avaliação número 3 "Pipeline
próprio / outros componentes contendo pressão.

Tabela I-14 Ajuste de capacidade de falha com base no fator de confiança

Confiança final 1 2 3 4 5
categoria Alto Normal Moderado Muito baixo Sem confiança

Aumento PoF 0 0 ou 1 1 ou 2 2 ou 3 3 ou 4

Tabela I-15 Probabilidade de desenvolvimento de falha com base no fator de desenvolvimento

Desenvolvimento final 1 2 3 4 5
categoria Nenhum Insignificante Moderado Significativo Forte

PoF aumenta a cada 0 10 3 1 Ação imediata


n º ano

As regras escolhidas na Tabela I-14 e Tabela I-15 podem variar dependendo do tipo de pipeline (e possivelmente o
ameaça sendo considerada).
Opção 3

- Determine a confiança pela avaliação dos 18 elementos conforme descrito acima ( [I.3] ). Confiança
pontuações [1, 2, 3, 4, 5] correspondem aos fatores [1, 0,9, 0,75, 0,5, 0,25]. O fator de confiança final é definido como
a média ponderada.
- Determine um fator de desenvolvimento, avaliando o desenvolvimento potencial de cada elemento. Desenvolvimento
pontuações [1, 2, 3, 4, 5] correspondem aos fatores [1, 0,9, 0,75, 0,5, 0,25]. O fator de desenvolvimento final é definido como
a média ponderada.
- Mapear resultados de cálculos de avaliação de integridade (ou projeto) para uma categoria PoF.

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- Determinar frequência inspecção por utilização de uma matriz de selecção (personalizada) de trabalho tal como mostrado na App.G . Ajustar
a frequência multiplicando com o fator de confiança final e o fator de desenvolvimento final.
Veja o exemplo abaixo (para ser visto junto com o exemplo em App.G ).

Tabela I-16

https://translate.googleusercontent.com/translate_f#7 137/145
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r: relevância /// c: confiança /// d: desenvolvimento /// Veja [I.3] . Ver também App.G .
Em comparação com o exemplo apresentado no apêndice G, outras questões que impulsionam os fatores de confiança e desenvolvimento
pode, por exemplo, ser (1) incertezas relacionadas ao controle de qualidade durante a fase de DFI, (2) modificações futuras sendo consideradas e falta
de procedimentos para tais modificações, (3) falta de informações sobre os principais procedimentos e sistemas para operação e
manutenção. À medida que essas questões são esclarecidas / aprimoradas, os fatores de confiança e desenvolvimento melhoram.

https://translate.googleusercontent.com/translate_f#7 138/145
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ANEXO J ANÁLISE DA GESTÃO DE INTEGRIDADE

J.1 Geral
As revisões do sistema de gestão de integridade devem ser realizadas regularmente (ver Seção 2 [2.3.8] )

- como parte de qualquer sistema de melhoria contínua existente


- como autoverificações e / ou com o apoio de revisores / facilitadores independentes (não necessariamente de fora
a organização do operador)
- para todo ou partes do sistema de gerenciamento de integridade.

Essas revisões normalmente devem ser realizadas de forma que todo o sistema seja coberto em 5 anos no
a maioria.
Um conjunto padrão de tópicos com base nas recomendações incluídas no DNVGL-RP-F116 é apresentado em [J.3] e pode
ser usado como ponto de partida.
Muitos operadores podem achar benéfico personalizar o conjunto de tópicos / questões de revisão, a fim de incluir
recomendações e requisitos baseados em, por exemplo

- outras práticas recomendadas


- documentação prevalecente do operador
- regulamentos locais, etc.

J.2 Rever os níveis


Diferentes tipos / níveis de revisões podem ser definidos e realizados dependendo das necessidades. O escolhido
nível de revisão é baseado no risco associado ao conjunto de pipelines gerenciados pela gestão de integridade
sistema. Se o risco associado ao conjunto de pipelines estiver no lado superior, o nível de revisão será mais detalhado.
Por outro lado, se o risco associado ao conjunto de pipelines estiver no lado inferior, o nível de revisão é menor
detalhado. Também é possível ter uma combinação de níveis para as diferentes questões que estão sendo analisadas. Isso deve ser
especificado nos planos de revisão (por exemplo, planos de 5 anos).
Os seguintes níveis de revisão são sugeridos:

- Revisão geral - o foco está na revisão dos princípios gerais com verificação pontual em relação à implementação. Trabalhos
é realizada pela revisão de (1) documentação geral prevalecente / governante, (2) um conjunto representativo de
documentos para um pipeline representativo (ou conjunto menor de pipelines) e (3) reuniões / entrevistas. Tal
revisões são realizadas para pipelines:

- com projeto comprovado e / ou operação e manutenção bem-sucedidas ao longo de muitos anos (mín. 5 anos),
- localizado em condições ambientais benignas
- relaxado para regimes de produção normais (não
com baixas consequências de falha
- devido a problemas de integridade).

- Revisão abrangente - o foco está mais na implementação, bem como na revisão dos princípios gerais.
O trabalho é realizado por meio de uma revisão mais detalhada de (1) documentação geral vigente / governante, (2) a
conjunto representativo de documentos para um conjunto de pipelines e (3) reuniões / entrevistas. Além disso, atendimento
durante certas atividades-chave como observadores / testemunhas podem ser relevantes. Essas revisões são realizadas para
pipelines:

- com design moderadamente novo e / ou operação e manutenção menos comprovada / bem-sucedida


- localizado em condições ambientais moderadas
- com consequências médias de falha
- regimes de produção normais a mais restritivos.

- Revisão detalhada - o foco está muito na implementação, bem como na revisão dos princípios gerais. Trabalho é
realizada por uma revisão detalhada e aprofundada de (1) documentação geral vigente / governante, (2) uma

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parte dos documentos para a maior parte dos pipelines e (3) reuniões / entrevistas. Além disso, atendimento
durante muitas atividades importantes como observadores / testemunhas. Essas revisões são realizadas para pipelines

- com projeto novo e / ou registros de operação e manutenção deficientes


- localizado em condições ambientais adversas
- com grandes consequências de falha
- regimes de produção excessivamente rígidos.

J.3 Tópicos de revisão


Um conjunto padrão de tópicos com base nas recomendações incluídas no DNVGL-RP-F116 é apresentado na Tabela J-1 e
pode ser usado como ponto de partida.
O conteúdo sugerido dos formulários de revisão a serem usados é apresentado na Tabela J-2 .

Tabela J-1 Revisão dos tópicos com base nas recomendações DNVGL-RP-F116

Não. Tema Ref. RP-F116 Sub tópico

1 Integridade geral Seção 2 [2.1.1] Requisitos de autoridade e empresa


Sistema de gestão
2 Seção 2 [2.1.2] Responsabilidade do operador

3 Seção 2 [2.1.3] Elementos do sistema de gerenciamento de integridade

4 Seção 2 [2.3.1] Política da empresa

5 Seção 2 [2.3.2] Organização e pessoal - funções e responsabilidades

6 Seção 2 [2.3.3] Organização e pessoal - necessidades de treinamento

7 Seção 2 [2.3.4] Gerenciamento de mudança

8 Seção 2 [2.3.5] Controles e procedimentos operacionais

9 Seção 2 [2.3.6] Planos de contingência

10 Seção 2 [2.3.7] Relatórios e comunicação

11 Seção 2 [2.3.8] Auditoria e revisão

12 Seção 2 [2.3.9] Gestão da informação

13 Seção 2 [2.3.9.1] Resumo da instalação de fabricação de design (DFI)

14 Seção 2 [2.3.9.2] Documentação durante a fase operacional

15 Seção 2 [2.3.9.3] Documentação relacionada a danos ou outros


anormalidades

16 Seção 2 [2.3.9.4] Documentação relacionada à requalificação / vitalícia


extensão

17 Seção 2 [2.3.9.5] Facilidade de acesso em caso de emergência

18 Integridade geral Seção 3 [3.1.1] Processo de gestão de integridade


processo de gestão
19 Seção 3 [3.1.2] Filosofia de segurança

20 Seção 3 [3.1.3] Estabelecimento de limites de bateria e escopo de trabalho

21 Seção 3 [3.1.4] Gerenciamento de riscos relacionados a ameaças / riscos do sistema de dutos


abordagem baseada

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Não. Tema Ref. RP-F116 Sub tópico

22 Seção.3 [3.2.1] Envolvimento do operador no estágio de integridade estabelecida

23 Seção 3 [3.2.2] Revisão sistemática de risco

24 Seção 3 [3.2.3] Envolvimento no desenvolvimento dos currículos DFI

25 Seção 3 [3.3.1] Planejamento de transferência de integridade

26 Seção 3 [3.3.2] Estabelecimento de organização de longo prazo

27 Seção.3 [3.3.3] Identificação de informações relacionadas a ameaças desde o projeto


e construção

28 Seção 3 [3.3.4] Documentos para operação (DFO)

29 Seção 3 [3.3.5] Plano de aquisição, verificação e listas de verificação

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30 Seção 3 [3.4.1] Comissionamento

31 Seção 3 [3.4.2] Descomissionamento

32 Seção 3 [3.4.3] Re-Comissionamento

33 Seção 3 [3.4.4] Requalificação / extensão vitalícia

34 Seção 3 [3.4.5] Abandono

35 Avaliação de risco e Seção.4 [4.1.1] Objetivos da avaliação de risco


gestão de integridade
36 Seção.4 [4.1.2] Abordagens de avaliação de risco
planejamento

37 Seção.4 [4.1.3] Resultados da avaliação de risco

38 Seção 4 [4.1.4] Programas de gestão de integridade baseados em risco

39 Seção 4 [4.3.1] Diretriz do operador

40 Seção 4 [4.3.2] Diretriz do sistema de pipeline

41 Seção.4 [4.3.3] Melhor prática

42 Seção.4 [4.4.1] Estabelecer o escopo do equipamento

43 Seção.4 [4.4.2] Reúna dados e informações e identifique ameaças

44 Seção.4 [4.4.3] Realize avaliações de risco de acordo com o procedimento

45 Seção.4 [4.4.4] Documentação de avaliação de risco

46 Seção.4 [4.4.5] Desenvolver programas de gestão de integridade

47 App.F Recomendações adicionais / adicionais

- Matriz de risco
- avaliações PoF
- Avaliações de CoF
- Planejamento de gestão de integridade

48 Inspeção, monitoramento Seção.5 [5.1.1] Planejamento detalhado com base no gerenciamento de integridade
e testando Programa

49 Seção 5 [5.1.2] Desvios nos planos

50 Seção.5 [5.1.3] Tratamento de eventos inesperados

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Não. Tema Ref. RP-F116 Sub tópico

51 Seção 5 [5.1.4] Atualização de planos detalhados

52 Seção.5 [5.1.5] Tratamento de descobertas significativas identificadas durante


atividades de controle

53 Seção.5 [5.2.1] Objetivo da inspeção

54 Seção.5 [5.2.2] Manual de operação / inspeção

55 Seção.5 [5.2.3] Gestão de risco sobre a operação de inspeção

56 Seção.5 [5.2.4] Preparação para inspeção

57 Seção 5 [5.2.4.1] Especificação do equipamento

58 Seção 5 [5.2.5] Identificação e monitoramento da tecnologia disponível

59 Seção.5 [5.2.6] Formato de relatório

60 Seção.5 [5.2.7] Relatórios de inspeção externa

61 Seção 5 [5.2.7.1] Conteúdo de relatório típico

62 Seção.5 [5.2.7.2] Listagens

63 Seção.5 [5.2.8] Relatórios de inspeção interna

64 Seção.5 [5.2.9] Revisão dos resultados da inspeção

65 Seção 5 [5.3.1] Principais atividades de monitoramento

66 Seção 5 [5.3.2] Identificação e acompanhamento da tecnologia disponível

67 Seção 5 [5.3.3] Revisão dos dados de monitoramento

68 Seção 5 [5.4.1] Teste de pressão

69 Seção 5 [5.4.2] Teste de equipamentos de segurança

70 Seção 5 [5.4.3] Equipamento de segurança - intervalo de teste de acordo com


requisitos de autoridade

71 Seção.5 [5.4.4] Revisão dos resultados do teste

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72 Avaliação de integridade Seção.6 [6.1.1] Avaliação de integridade devido a eventos não planejados

73 Seção 6 [6.1.2] Operação temporária de sistemas de dutos danificados

74 Seção.6 [6.1.3] Avaliações de integridade planejadas

75 Seção.6 [6.1.4] Visão geral dos códigos de avaliação disponíveis

76 Seção 6 [6.1.5] Base para avaliação de integridade

77 Mitigação, intervenção Seção 7 [7.1.1] Conserto temporário


e reparar
78 Seção.7 [7.1.2] Pré-carregamento de parafusos

79 Seção.7 [7.1.3] Qualificação de grampos de reparo, luvas, carretéis de tubos e


conectores mecânicos

80 Seção.7 [7.1.4] Efeito das atividades de mitigação, intervenção e reparo


no nível de segurança

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Não. Tema Ref. RP-F116 Sub tópico

81 Seção 7 [7.1.5] Execução e teste de acordo com os procedimentos

82 Seção 7 [7.1.6] Teste de acordo com o procedimento

83 Seção 7 [7.2.1] Regulamentos de autoridade

84 Seção 7 [7.2.2] Objetivo claro de uma ação específica

85 Seção.7 [7.2.3] Gestão de risco de mitigação, intervenção e


reparar

86 Seção 7 [7.2.4] Procedimentos detalhados

Tabela J-2 Detalhes e explicações do formulário

Nome da célula / coluna Descrição

Data de revisão aaaa-mm-dd

Analise os participantes Nomes e funções

Portfólio de pipeline Sistemas de dutos gerenciados pelo sistema de gerenciamento de integridade sendo revisado

Tema Tópico relevante associado ao sistema de gerenciamento de integridade. Consulte a Tabela J-1 .

- Geral
- Sistema de gestão de integridade geral
- Processo geral de gestão de integridade
- Avaliação de risco e planejamento de IM
- Inspeção, monitoramento e teste
- Avaliação de integridade
- Mitigação, intervenção e reparação

Subtópico (s) Vários subtópicos podem ser cobertos por um formulário se necessário / mais prático. Consulte a Tabela J-1 .

Notas de avaliação Notas para documentar e justificar a avaliação. Notas sobre as ações de melhoria propostas.

Referências Referências à documentação prevalecente do operador, relatórios representativos, etc.

Avaliação Por exemplo, um sistema de pontuação é de A a E, onde:

R: O desafio é sustentar - usar como referência para a gestão e o resto do


organização.

B: Alguma melhoria desejável - considere usá-la como referência para o resto do


organização.

C: Melhorias necessárias

D: São necessárias ações corretivas significativas. O envolvimento da administração pode ser necessário.

E: É necessária atenção imediata da gestão

J.4 Abordagem alternativa de revisão baseada em barreiras


Uma abordagem alternativa é combinar acima com as diretrizes apresentadas no App.I . Isso resultaria em
uma série de folhas de revisão cobrindo os 17 elementos descritos no App.I (alguns deles coincidem com alguns dos
os tópicos na Tabela J-1 )

- Base do projeto
- Controle de qualidade e documentação de design, fabricação, instalação e modificações

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- Tubulação / outros componentes contendo pressão


- Cobertura do duto
- Estruturas de proteção e suporte
- Sistema de informação para terceiros
- Sistemas de restrição e zona de segurança
- Sistema de proteção de pressão
- Sistema de proteção externa contra corrosão
- Sistema de proteção contra corrosão interna
- Sistema de controle de processo
- Procedimentos operacionais
- Estratégias e planos para controle de integridade de dutos
- Sistemas e processos para inspeção, monitoramento e teste
- Sistemas e processos para avaliação de integridade
- Estratégias e planos para melhoria da integridade do duto
- Sistemas e processos de mitigação, intervenção e reparos
- os tópicos de processo do sistema de gerenciamento de integridade geral da Tabela J-1 e
- o tópico do processo de gerenciamento de integridade geral da Tabela J-1 .

Um exemplo dessa folha de revisão é apresentado a seguir.

Folha de Revisão 17 - Sistemas e processos para inspeção, monitoramento e teste Ponto:

Descrição

Sistemas e processos, incluindo procedimentos, ferramentas e recipientes (ou seja, hardware e software para tais atividades),
sistemas de relatórios e pessoal qualificado para:

- Inspeção - isso inclui ...


- Monitoramento - é a medição, coleta e revisão de dados que indiretamente ...
- Teste - Essas atividades são realizadas para testar se o sistema ou partes do sistema têm a estrutura necessária
integridade…

Sistema de dutos:

Data de revisão:

Participantes:

Principais questões para revisão *)

Descrição do problema Ref Notas

… … …

Desvio nos planos DNVGL-RP-F116 Sec. 5.1.2 …

… … …

Notas resumidas: ...

Ações sugeridas:…

*) Problemas com base na fusão:

- subtópicos listados em tópicos padrão para revisão IMS (Ver [J.3] )


- questões-chave usadas como orientação para avaliação de PoF e KPIs escolhidos (consulte App.I ).

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MUDANÇAS - HISTÓRICAS
Atualmente não há mudanças históricas para este documento.

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Mudanças - histórico

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