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1)

O capítulo se inicia com uma mensagem de Bakhtin e propõe falar sobre as diferenças entre gêneros
discursivos e tipologias textuais, e o resultado destas para o ensino. É visto no capítulo discussões
ocorridas dessas diferenças, que no decorrer do texto as envolvem com questões de Bakhtin e
coloca em si suas bases teóricas, sendo essas dialogadas com outros estudos que envolve o ensino
de língua em textos. Percebe se no texto as concepções de linguagem e ensino, como estes se
envolvem e ajudam a língua e a literatura. A base teórica Bakhtiniana é dada ao exemplo de um
texto, que vira um gênero discursivo diferente por ter mudado seus meios de produção. A tratar dos
assuntos de Bakhtin sobre gênero e suas aplicações e contribuições na linguística e, como suas
teorias se fixam nesse meio, o foco e o lado positivo de seus estudos é mostrar ao leitor questões
sobre a língua e suas formas. A autora levanta os termos de língua e linguagem e com estes traz as
questões de gênero discurso e texto e menciona a importância destes no ensino. O capítulo retorna
com as bases de Bakhtin e com as contradições de gêneros discursivo e tipologias textuais, visto
também em seu estudo “A questão dos gêneros discursivos” de 1953 e, fala sobre sua obra
Marxismo e filosofia da linguagem. A seguir é visto exaltações sobre o envolvimento da literatura e,
continuamente da enunciação e suas definições. Ao se aprofundar no assunto de gênero é
mencionado o livro Problemas da poética de Dostoievski, as discussões destes e, sobre Saussure em
um diálogo dele com Volochínov sobre estruturalismo. O capítulo se fecha ainda nos conceitos de
Bakhtin e com as últimas falas de Beth Brait.

2)

No âmbito do ensino, a prática de leitura de textos e suas produções e gêneros são importantes,
entendendo o texto como unidade básica de ensino. Na produção de linguagem produz se também o
discurso, pois, ao dizer algo a pessoa já está automaticamente inserida em um lugar social ou
histórico e, o seu dizer/discurso entra em um gênero inconscientemente. Quando se tem interação de
conversa ou mesmo a escrita, se faz ali mesmo um gênero que se revela por meio da fala, e
intenções do enunciador.

3)
A se tratar do tema o título colabora, como sendo um resumo do que vai ser dito a seguir. Se usa o
conceito de PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais), e faz com que este chame a atenção de
professores e educadores, em seguida: gêneros e ensino de língua a palavra gênero pode dar mais de
um sentido, que não seja apenas de gêneros discursivos, mesmo a palavra discursivos estando a
seguir. O texto também apresenta o conceito de língua e sobre seu ensino e bases e como esses
privilegiam o texto. Faces discursivas da textualidade já é uma parte do título que remete as
tipologias textuais. O título está adequado ao texto, pois, apresentou tudo o que foi mencionado
nele, não é um título generalizado, e muito curto, e consegue chamar a atenção de um certo público.
4)
O texto tem como objetivo: diferenciar/exaltar os conceitos de gêneros discursivos e tipologias
textuais, articular sobre essas singularidades, comentar sobre as influencias dessas discussões para o
ensino da língua portuguesa e analises de textos, e suas formas de aplicação nesse ensino. A autora
traz as bases teóricas de Bakhtin, colocando as em discussões e esclarecimentos com menções de
suas obras e livros. Tratando também dos conceitos de língua e linguagem, e mais para frente a
enunciação advinda de Bakhtin.

5)
Isso acontece, pois, em um momento o texto é relacionado a um certo gênero específico, com tudo
que o rodeia naquela hora, então passado esse momento, seus aspectos históricos sócias e
ideológicos mudam, e com isso muda se também seu gênero. O texto dá o exemplo da placa de
trânsito que é visto como um gênero de “placa de trânsito”, com seus objetivos e tudo conforme tem
que ser. Essa placa é colocada em um poema, e isso faz com que o gênero mude completamente
pois, ela não está mais em seu lugar e em sua posição ideológica, que a caracterizava como uma
placa de trânsito, ela agora está inserida em outro contexto completamente diferente, e isso faz com
que ela mude o sentido e efeito.

REFERÊNCIAS

BRAIT, B. PCNs, gêneros e ensino de língua: faces discursivas da textualidade. In: ROJO, R.
(Org.) A prática de linguagem em sala de aula: praticando os PCNs. São Paulo: EDUC;
Campinas: Mercado de Letras, 2000.

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