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- 0 8

38 .8
Importância 9 4 9 da
1 3 .
i 2
Educação li n a r Inclusiva
M o
s t a
Prof.a Dra. Juliana Barretto de
Co
d a Toledo
e le
ich
M
- 0 8
.8 38
9 4 9
Educação para 13 .
i 2
todos: A escola i nar
ol
inclusiva t a M
os
a C
e d
chel
M i
Ementa:
• Problematizar a educação e a educação inclusiva. - 0 8
.8 38
9 4 9
• Deficiências: foco nas potencialidades. 13 .
i 2
i n ar
• Alfabeto Braille e Libras. ol
a M
s t
• Apresentar ações paraaoCogestor propiciar a inclusão da pessoa com
l e d
e
ch de maneira efetiva.
i
deficiência na escola,
M
Para que serve a Educação?
Enquete 1
• Para o pleno desenvolvimento das pessoas 8
- 0
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
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a M
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ch el
M i
• Para ajudar os países a se desenvolverem

- 0 8
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9 4 9
13 .
i 2
i nar
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a C
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ch el
M i
• Para a qualificação profissional

Instituições de ensino preparam mão


de obra especializada para a - 0 8
indústria. O Brasil ainda sofre com a
.8 38
desqualificação. 9 4 9
13 .
i 2
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ch el
M i
Fonte: Disponível em: <http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/6988-a-educacao-no-
desenvolvimento-industrial>. Acesso em: 21/02/2020.
• Para que as pessoas possam mudar o mundo

- 0 8
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9 4 9
13 .
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M i
• Para que as pessoas possam conviver em sociedade

Os seres humanos são incapazes de viver isoladamente. No decorrer de


suas vidas, desenvolvem uma série de habilidades para se relacionarem
- 0 8
com o mundo que os cerca. Assim, constitui-se a personalidade
8 8 (jeito de
3viver com outras
ser), o desenvolvimento intelectual e o aprendizado em
4 9 .
pessoas, das quais necessitamos para concretizar 3 .9 projetos.
nossos
2 1
-família;
a r i
li n
-amigos;
M o
-escola; s t a
Co
-trabalho; d a
e l e
ch
-clubes, igrejas, etc.
Mi
Georges Duhamel (Paris, 1884 — 1966) foi um escritor francês.
- 0 8
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9 4 9
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i 2
Enfim... i nar
ol
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M i
Adorno (1903-1969) nunca foi tão atual...
• O mundo contemporâneo, agora “globalizado”,
onde predomina a ideologia capitalista está
- 0 8
correndo sérios riscos: 8 3 8
4 9 .
-imediatismo 3 .9
2 1
-consumismo
a r i
l i n
-individualismo desenfreado.
M o
• O que a educação pode fazer s t a
Co pela pessoa?
-cultivar valores. d a
e l e
Que sementes devemich ser plantadas para que a
pessoa seja maisM humana e não desumana? Theodor Ludwig Wiesengrund-Adorno
Filósofo, sociólogo, musicólogo e compositor alemão.

ADORNO, T. W. Educação após Auschwitz. In: Educação e emancipação. Tradução de Wolfgang Leo Maar. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. p.119-138.
Para que não serve a Educação?

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ADORNO, T. W. Educação após Auschwitz. In: Educação e emancipação. Tradução de Wolfgang Leo Maar. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. p.119-138.
Adorno (1903-1969) nunca foi tão atual...
A contemporaneidade trouxe novos paradigmas educacionais.
- 0 8 A
escola se atrelou a um tecnicismo para atender.8a38um sistema de
9 4 9
formação para o trabalho e para a preparação
1 3 . para um sistema
i2
produtivo carente de mão-de-obra eficiente.
a r
Seres “coisificados”, desprovidos ol de sua humanidade vêm sein
a M
reproduzindo e repassando os t esse mesmo tratamento ao seu
semelhante. Isso também a C é violência, pois a violência não está
l e d
apenas na agressão
c h e física (essa é uma das suas manifestações), mas
i
M indiferente de perceber o outro e a si próprio.
também na forma

ADORNO, T. W. Educação após Auschwitz. In: Educação e emancipação. Tradução de Wolfgang Leo Maar. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. p.119-138.
Para que não serve a
Educação?
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Para que não serve a De acordo com o Mapa da Violência 2015, o Brasil ocupa
a 5ª posição no ranking de feminicídio, com uma taxa de

Educação? 4,8 assassinatos por cada 100 mil mulheres. 55,3%


desses crimes foram cometidos no ambiente doméstico e

0 8
33,2% dos assassinos eram parceiros ou ex-parceiros
-
das vítimas
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Adorno (1903-1969) nunca foi tão atual...
• Quanto ao ambiente físico escolar:
- 0 8
.8 danificados, grades
- Escolas se assemelham a prisões. Prédios mal planejados, 38
9 4 9
por toda parte, frieza de concreto, salas abafadas
1 3 . e cheias de “coisas” (ou
r i 2
“alunos”?).
n a
oli
a M
- Será que esse ambiente permite o despertar da sensibilidade e da criatividade
s t
o aprendizagem
para uma
a C transformadora?
l e d
ch e
i
M é urgente!
• Repensar a escola
ADORNO, T. W. Educação após Auschwitz. In: Educação e emancipação. rTadução de Wolfgang Leo Maar. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. p.119-138.

ADORNO, T. W. Educação após Auschwitz. In: Educação e emancipação. Tradução de Wolfgang Leo Maar. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. p.119-138.
Adorno (1903-1969) nunca foi tão atual...
• Como propiciar?
- 0 8
- Esportes, jogos lúdicos, sem o propósito competitivo, mas do convívio
8 3 8 solidário e de equipe,
onde as forças são somadas para o cumprimento de uma meta comum.
4 9 .
3 .9
- Despertar a sensibilidade e inibir a brutalidade: ambiente 2 1 das artes (música, pintura, poesia,
a r i
i
teatro, artesanato…), expressões culturais que elevam
l n e sintonizam ao humano à sua essência
interior. M o
s t a
- Humanizar! C o
d a
- Caminho da cooperação, le
e do diálogo, do entendimento, do apoio a posturas sensatas e
ch relações interpessoais, que mexem com a emoção e geram laços
conciliatórias. Através idas
M
afetivos se consegue uma ação transformadora e humanizadora.

ADORNO, T. W. Educação após Auschwitz. In: Educação e emancipação. Tradução de Wolfgang Leo Maar. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. p.119-138.
Adorno (1903-1969) nunca foi tão atual...
08 de ocupar-se
• Se for necessário, que se ensine a “ser” e a se “conhecer” , ao invés
8 -
.8 3
unicamente com pacotes de conteúdos e conhecimentos, em
9 4 9 programas fechados.
1 3 .
• Uma sociedade educacional é aquela que cria vínculos,
r i 2 que valoriza as diferenças e
i n a
resgata as identidades perdidas. ol
a M
• A escola humanizada é solidária, s t
o é espaço de socialização, de convivência
a C
harmônica e de preservaçãol e d da vida plena para que Auschwitz nunca mais se
c h e
repita. M i
ADORNO, T. W. Educação após Auschwitz. In: Educação e emancipação. Tradução de Wolfgang Leo Maar. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. p.119-138.
Adorno (1903-1969) nunca foi tão atual...
• Para Adorno, a educação deve, simultaneamente, evitar a barbárie e
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buscar a emancipação humana. 38 .8
• Questiona: a educação autoritária. 9 4 9
13 .
• Pensa: a educação emancipatória. i 2
i n ar
l
• Papel transformador do processo oeducacional, que dificilmente pode
a M
realizar isoladamente.
os t
C
a escola e sociedade trabalhem juntos na
• É necessário que família,
l e d
h
transmissão de valores
c e (ética, compreensão, compaixão, amor, respeito
M i
e dialogo): humanização e formação do caráter.
ADORNO, T. W. Educação após Auschwitz. In: Educação e emancipação. Tradução de Wolfgang Leo Maar. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. p.119-138.
Adorno (1903-1969) nunca foi tão atual...
- 0 8
.8educacional de 38
Como educadores, devemos pensar a realidade
9 4 9
.
13educação.
nossos alunos e questionar as políticas de
i 2
i n ar
l
o o que os meios ideológicos
Não podemos nos acomodar M com
s t a
nos impõem, precisamos Co buscar formas de transformar e
a
impedir que pessoasd repitam os atos de atrocidades ocorridas
e l e
no passado. ch
Mi
ADORNO, T. W. Educação após Auschwitz. In: Educação e emancipação. Tradução de Wolfgang Leo Maar. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. p.119-138.
Educação pode ser isto também!

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M i

Sugestão de leitura: Por que 8 de março é o Dia Internacional da Mulher?


Disponível em: <https://novaescola.org.br/conteudo/301/por-que-8-de-marco-e-o-dia-internacional-da-mulher>. Acesso em 21/02/2020..
Se existe uma Educação, ela é para todos!
“Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho
ímpar.”(Carlos Drummond de Andrade)
- 0 8
8 3 8 Enquete 2
4 9 .
.9
2 13
ar i
l i n
M o
s t a
Co
d a
el e
ich
M
Relembrando...

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13 .
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M i
PAGNEZ, K. S. A importância da Educação Inclusiva I. ESALQ/PECEGE, 2020.
Não existe escola Inclusiva!
Fábio Adiron (2011)

• Escola inclusiva só vai existir quando a educação passar


- 0 8 por uma
3
transformação profunda, valorizando a individualidade
8 8 e as
9 .
potencialidades de cada aluno. .94 1 3
• Quando, ao invés de concessões, houver uma r i 2 ruptura no sistema atual que
n a
conduza a uma escola que não estabeleça
oli condições para matricular os
alunos (com e sem deficiência).ta M
os
• Quando o sistema representara C a existência de uma escola que seja
l e d
adequada para todos.
ch e
M i
• Quando as mudanças beneficiarem toda e qualquer pessoa.
Disponível em: <http://xiitadainclusao.blogspot.com.br/>. Acesso em: 22/02/2020.
Existe?

- 0 8
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9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
chel
M i
Retomando...
• Educação Especial não é sinônimo de Educação Inclusiva.

- 0 8
• Educação Inclusiva é um proposta para a Educação de um país.
.8 38
9 4 9
• Educação Inclusiva diz respeito a toda e qualquer diferença.
13 .
i 2
i n ar
• Educação Especial tem um público alvo específico.
ol
a M
os t
• Educação Especial tem uma política nacional.
a C
l e d
ch e
• Atendimento Educacional Especializado e a proposta da Educação Especial e não é sinônimo
desta.
M i
• A perspectiva da Educação Inclusiva é a chance que e o sistema educativo tem para mudar.
PAGNEZ, K. S. A importância da Educação Inclusiva I. ESALQ/PECEGE, 2020.
Retomando...
PÚBLICO ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL LBD E POLÍTICA NACIONAL DE EE

- 0 8
38
• Deficiências:
- Intelectual 9 .8
.9 4
13
- Visual
- Auditiva
r i 2
n a
- Física
oli
- Múltipla ou surdocegueira
a M
os t
• Transtornos Globais do Desenvolvimento:
a C
- Autismo d
- Síndrome de Asperger ele
ic h
- Síndrome de RettM
• Altas Habilidade/Superdotação
PAGNEZ, K. S. A importância da Educação Inclusiva I. ESALQ/PECEGE, 2020.
Como gestor, o que posso fazer para de fato incluir pessoas com
deficiência em minha escola?

- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
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i nar
ol Enquete 3
a M
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M i
Como gestor, o que posso fazer para de fato incluir pessoas com
deficiência em minha escola?

- 0 8
MINIMIZAR BARREIRAS! .8 38
9 4 9 Video 1
-Arquitetônicas
1 3 .
-Transporte r i 2
n a
INCLUSÃO
i
-Espaços ol
a M
-Informação ost
-Comunicação a C
l e d
ch e
-Serviços
Mi
Sociedade e governo devem fazer a sua parte!
Escola Inclusiva: minimizando barreiras arquitetônicas e
de serviços
- 0 8
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9 4 9
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M i
Como gestor, o que posso fazer para de fato incluir
pessoas com deficiência em minha escola?
• DEFICIÊNCIA INTELECTUAL:
- 0 8
MINIMIZANDO BARREIRAS ATITUDINAIS e DE CONHECIMENTO
.8 38 Video 2
Fatores que facilitam a 9 4 9
1 3 .
aprendizagem 2
Forte consciência visual e habilidades a
Fatores
i
r que inibem a aprendizagem
l i n
de aprendizagem visual, incluindo as o• Percepção do professor.
M Requerem o uso de estratégias que os
capacidades de: s t a
eo
• Aprender e usar sinais, gestos C apoio minimizem ou neutralizem, garantindo
visual; le d
a as condições para a aprendizagem do
h e
• Copiar o comportamento
c e as aluno. Também são facilitadoras da
M i
atitudes de colegas e adultos; aprendizagem também de crianças sem
• Aprender com atividades práticas. deficiência.

Fonte: Disponível em: <http://www.movimentodown.org.br/2013/05/um-perfil-de-aprendizagem-especifico/>. Acesso em: 22/02/2020.


Como gestor, o que posso fazer para de fato incluir
pessoas com deficiência em minha escola?
• DEFICIÊNCIA VISUAL: - 0 8
.8 38
9 4 9 Video 3

13 .
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ol
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M i
Como gestor, o que posso fazer para de fato incluir
pessoas com deficiência em minha escola?
• DEFICIÊNCIA VISUAL:
- 0 8
8 3 8
4 9 .
3 .9
2 1
a r i
l i n
M o
s t a
Co
d a
e l e
ich
M
A vida é bela. Amostra Grátis.

Disponível em: <http://www.braillevirtual.fe.usp.br/pt/>. Acesso em: 22/02/2020.


Como gestor, o que posso fazer para de fato incluir pessoas com
deficiência em minha escola? MINIMIZANDO BARREIRAS!
• DEFICIÊNCIA VISUAL: INSTRUMENTOS PARA A ESCRITA BRAILLE
8 - 0
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Como gestor, o que posso fazer para de fato incluir
pessoas com deficiência em minha escola?
- 0 8
Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de
.8 38
característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos,
9 4 9
metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam
1 3 .
promover a funcionalidade, relacionada à atividade
r i 2 e
i n a
participação, de pessoas com deficiência, lincapacidades ou
M
mobilidade reduzida, visando sua autonomia, o independência,
qualidade de vida e inclusão social. osta
a C
l e d
ch e
M i

Disponível em: <http://www.assistiva.com.br/tassistiva.html>. Acesso em 22/02/2020..


Como gestor, o que posso fazer para de fato incluir
pessoas com deficiência em minha escola?
- 0 8
• Fatores que facilitam 38
a aprendizagem 9 .8
.9 4
- Didática 2 1 3
Multissensorial. a r i
l i n
- Cores contrastantes M o
s t a
- Alto relevo Co
d a
- Texturas diferentes le
c h e
- Aprender com M i
atividades práticas.
Como gestor, o que posso fazer para de fato incluir
pessoas com deficiência em minha escola?
• DEFICIÊNCIA AUDITIVA E SURDEZ - 0 8
38
Video 4
9 .8
.9 4
- Surdos brasileiros têm como primeira língua2aquela 13 com a qual se sentem
mais à vontade e que os ajuda a expressar a r i
melhor ideias e sentimentos: a
li n
língua brasileira de sinais (Libras).
M o
s t a
- Em sua maioria, a comunidade o surda - representada, entre outros órgãos,
pela Federação Nacional dde a CEducação e Integração dos Surdos (Feneis) -
defende não a inclusão e l e em classes comuns, mas a existência de escolas
bilíngues, com M ich em que sejam ensinados a língua de sinais e o
salas
português escrito.
Fonte: Disponível em: <http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/inclusao-surdez-752480.shtml>. Acesso em: 21/02/2020.
Como gestor, o que posso fazer para de fato incluir
pessoas com deficiência em minha escola?
• AUDITIVA E SURDEZ - Toda escola com alunos 0com 8 DA nas classes
regulares tem o direito8a3um
-
8 intérprete de Libras.
4 9 .
- Instrutor surdo:9profissional com DA que atua na
1 3 .
i 2
escola e ensina a língua de sinais para os alunos
surdos ar(eventualmente, para os ouvintes
l i n
M o
também.)
s t a
Co O gestor que recebe uma matrícula de um aluno
d a
el e com deficiência auditiva deve imediatamente
ich procurar a Secretaria de Educação do Estado ou
M do Município, fazer um cadastro e comunicar as
necessidades específicas daquele aluno.

Sugestão de vídeo: ALFABETO EM LIBRAS: Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=fYaXJXf60gU>. Acesso em: 20/02/2020..
Como gestor, o que posso fazer para de fato incluir
pessoas com deficiência em minha escola?
• AUDITIVA E SURDEZ
- 0 8
- Adaptação ao meio:
.8 38
Aplicativo Hand talk (App Store) escrita e recursos visuais.
9 4 9
- Difusão da Libras para a 3
1 .
sociedade: formaçãori 2 de
i n a
professores l
surdos
o
e
M
ouvintes de Libras.
a
o s t
- Capacitação de tradutores
C
e aintérpretes de Libras,
l d
ealfabetização dos alunos
e
português
ich em Libras, etc.
Hugo traduz para Libras os conteúdos em
M
Sugestão de leitura: RAMOS, C. R. Tecnologias Assistivas para Surdos. O que é isso?
Disponível em: <https://pt.slideshare.net/EditoraAzul/ta-para-surdos>. Acesso em: 03/03//2017.
Como gestor, o que posso fazer para de fato incluir pessoas
com deficiência em minha escola?
• FÍSICA 8
- 0
.8 38
9 4 9 Video 5

13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
Adaptação de materiais
a C
escolares, livros, canetas, lápis, d
e l e
ic h
tesouras, para que a criança
com deficiência possaMrealizar
as atividades escolares
sozinha.
Como gestor, o que posso fazer para de fato incluir pessoas
com deficiência em minha escola?
CONTRATAR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
- 0 8
• Emprego das pessoas com deficiência no Brasil: Lei 8.213/91 (lei
8 8 de cotas): Empresas
3 com deficiência:
com 100 ou mais empregados devem reservar vagas para pessoas
4 9 .
3 .9
-de 100 a 200, a reserva legal é de 2%
2 1
Dificuldades de avaliação da qualificação
-de 201 a 500, de 3% a i
r pessoas para o trabalho:
das
l i n -parte da qualificação de um empregado
-de 501 a 1.000, de 4% M o ocorre ao longo do exercício das atividades
s t a
-acima de 1.001, de 5%.
C o que realiza dentro da empresa.
a Além do treinamento que o trabalhador
d25 anos, algumas recebe no próprio local de trabalho, pode-
e
Apesar da lei vigorar por maislde
e
empresas não a cumprem. ic h se avaliar sua qualificação considerando
Mmão de obra qualificada.
JUSTIFICATIVA: falta de seus anos de estudo ou o nível de
educação formal.
Disponível em: <http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/node/767>. Acesso em: 21/02/2020..
Como gestor, o que posso fazer para de fato incluir pessoas
com deficiência em minha escola?
• CONTRATAR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
- 0 8
Instrutor surdo
.8 38
Contabilidade
9 4 9
Secretaria
13 .
Biblioteca
r i 2
Psicologia n a
Diretoria oli
a M
o s t
Coordenação

a CProfessor
le d
h e
M ic
Como gestor, o que posso fazer para de fato incluir
pessoas com deficiência em minha escola?
CONTRATAR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
- 0 8
PL que desobriga empresas de contratar deficientes afronta garantias38
9 .8
.9 4
O governo de Jair Bolsonaro enviou à Câmara dos Deputados o
Projeto de Lei 6.159/2019 que desobriga empresas de 1 3
Para Mariana
2
Machado Pedroso, especialista em
adotarem uma política de cotas para pessoas com deficiência
a r i
direito e processo do trabalho e sócia do Chenut
ou reabilitadas. n
li projeto desvirtua a norma vigente.
Oliveira Santiago Advogados, a própria concepção do

M o
s t a
o “As cotas servem para obrigar a inclusão dos
críticas de especialistas em Direitoa C
Projeto de Lei enviado pelo governo ao Congresso é alvo de
portadores de deficiência dentro o mercado de
e d do Trabalho e
trabalho. E isso ocorre porque as empresas não
l podem substituir a contratam as pessoas por vontade própria. O propósito
parlamentares
Conforme o texto do PL, as h
c e
contratação pelo pagamentoi de um valor correspondente a
empresas
do legislador era promover também a inclusão social
M
dois salários mínimos mensais.
do trabalhador PCD”, explica.

Disponível em: <https://www.conjur.com.br/2019-dez-03/pl-desobriga-empresas-contratar-deficientes-desvirtua-norma>. Acesso em:21 fev. 2020


EMPODERAMENTO
• O significado de empowerment ou empoderamento não tem um caráter universal.
• Refere-se ao processo de “mobilizações e práticas destinadas - 0 8 a promover e
8 3 8
9
impulsionar grupos e comunidades – em crescimento, autonomia,
4 . melhora gradual
3 .9
e progressiva de suas vidas (material e como seres1humanos dotados de uma visão
i 2
crítica da realidade social)”. ar
i n
• Refere-se a “ações destinadas a promover o l a integração dos excluídos ou carentes
a Mserviços públicos, atenção pessoal etc., em
s t
de bens elementares à sobrevivência,
o
C
sistemas precários, que não contribuem para organizá-los – porque os atendem
da
individualmente, numale ciranda interminável de projetos de ações sociais
assistenciais”. c h e
M i
GOHN, M. G. Empoderamento e participação da comunidade em políticas sociais . Saúde e Sociedade v.13, n.2, p.20-31, maio-ago 2004. Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/sausoc/v13n2/03>. Acesso em 04/03/2017.
EMPODERAMENTO: Famosos com deficiência intelectual
“Apesar de ser politicamente
- 0 8 acho que às
8
correta a inclusão,
3
vezes os9.8 pais focam tanto na
.9 4que esquecem o incluído.
2 1 3
inclusão

a i
Achei que era melhor ele estudar
rem uma escola que estivesse no
l i n
M o ritmo dele”. “O que o Ariel
s t a aprendeu, ele aprendeu na escola
Co
d a especial.”
el e (Corinne Goldenberg, mãe de Ariel, em

ch
preocupação com o possível sofrimento de ver o

M i filho ficar para trás em relação aos demais alunos.)


O ator Ariel Goldenberg e a atriz Rita
Pokk, protagonistas do filme Fonte: <http://g1.globo.com/educacao/noticia/2013/03/inclusao-de-alunos-com-deficiencia-intelectual-cresce-e-
'Colegas' (Foto: Raul Zito/G1) desafia-escolas.html>. Acesso em 21/02/2020.
EMPODERAMENTO: Famosos com deficiência visual

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Conheça mais exemplos de famosos com deficiências em: < http://www.crfaster.com.br/gfamosos.htm>. Acesso em: 21/02/2020 .
EMPODERAMENTO: deficiência auditiva e surdez

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Sugestão de Leitura: Por que os atletas surdos não participam das Paralimpíadas? Disponível em: <http://cbds.org.br/?page_id=3415>. Acesso em: 21/02/2020.
EMPODERAMENTO: Famosos com deficiência física

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SÍNTESE MUNDO MELHOR

• Educar para quê? Para quem? 8


8 - 0
• Escola Inclusiva: uma utopia?
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• O que devo fazer como gestor para propiciar a inclusão 9 9
4 da PcD?
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-Minimizar barreiras.
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-Contratar profissionais com deficiência.lin a
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M da escola.
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-Capacitar TODO o corpo de funcionários
→Cultivar valores Co
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→Empoderamento ele SOCIEDADE INCLUSIVA
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→Autonomia M
Referências Bibliográficas
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cologia%20SEGET07(2).pdf>. Acesso em 04/03/2017
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<http://www.aedb.br/seget/arquivos/artigos07/1308_Artigo%20gestao%20de%20pessoas%20com%20deficiencia%20um%20olhar%20da%20psi

Acesso em: 15 abr. 2014.


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• BRASIL. Relatório de atividades. Ano Internacional da Deficiência. 1981. <http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me002911.pdf>.

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• _______. Portaria no 69, de 28 de agosto de 1986. Regulamenta a Portaria Interministerial nº 186, de março de 1977. Expede normas para

13 .
fixação de critérios reguladores da prestação de apoio técnico e/ou financeiro à Educação Especial nos sistemas de ensino público e particular.

2
Brasília, DF. Brasília: MEC, 1986.

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• _______. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 5 out. 1988.

i n
• ______. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial [da] República
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Federativa do Brasil, Brasília, DF, 20 dez. 1996.
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• ______. Parecer CNE/CES 1.303/2001, de 7 de dezembro de 2001c. Regulamenta as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de

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Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,
Brasília, DF, 7 dez. 2001.
Co
d a
• ______. Lei nº. 10.436, de 24 de abril de 2002a. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências. Diário Oficial [da]
República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 24 abr. 2002.

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• ______. Decreto Federal nº 5.296 de 02 de dezembro de 2004. Normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas
ch
portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 2
dez. 2004.
M i
• ______. Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos. Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Presidência da República. Ministério da
Educação. Ministério da Justiça. UNESCO. 2007.
• ______. Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Comitê de Ajudas Técnicas Tecnologia Assistiva. Brasília:
CORDE, 2009. 138 p.
• ______. Decreto nº 7.611, de 17 de novembro de 2011. Dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional
especializado e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 17 nov. 2011.
• ______. Cartilha do censo 2010: pessoas com deficiência. Brasília: SDH-PR/SNPD, 2012a. 32 p.
- 0 8

8
______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais
3 8 Gerais da Educação
Básica. Brasil, 2013. 563 p.
9 .
4 de Educação (PNE) e dá outras
.9
253
• ______. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014, que aprova o Plano Nacional
providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 1
r i 2 jun. 2014.

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i para graduados e cursos de segunda licenciatura) e
______. Resolução nº 2, de 1º de julho de 2015a. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em

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nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica
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para a formação continuada. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 1 jul. 2015.
a

o s t
______. Lei n.º 13.146, de 6 de julho de 2015b. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da
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República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 6 jul. 2015.

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ol Profa. Dra. Juliana Barretto de Toledo
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