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- 0 8

A importância 38 .8 da
9 4 9
1 3 .
Educação
r i 2 Inclusiva
a i n
ol
a M
s t
o Profa. Dra. Karina Soledad
a C
d
chele Maldonado Molina
M i
- 0 8
38 .8
9 4 9
Aula 1: Bases Históricas 1 3 . e
r i 2
a
Legais da M ol i nEducação
t a
Co Inclusiva
s
d a
e l e
ich
M
Ementa
- 0 8
38
9.8 inclusiva e da
• Apresentar a discussão a respeito da educação
9 4
13
educação especial, contextualizando seus2fundamentos
. e políticas.
a r i
li n
• Discutir o paradigma da educaçãooinclusiva.
a M
s t
o Educacional Especializado como proposta
• Apresentar o Atendimento C
d a
e l
da Educação Especial; e
ich
M
• Analisar os impactos da inclusão escolar para a unidade escolar.
Ao discutir a inclusão e a educação inclusiva,
Bueno(2006, p. 49) afirma: 08
3 8 -
9 .8
Não são sinônimos, na medida em que inclusão .9 4 escolar refere-
se a uma proposição política em iação, 2 1 3 de incorporação de
a r sido excluídos da escola,
alunos que tradicionalmente ltêm i n
enquanto que educação inclusiva M o refere-se a um objetivo
s t a
político a ser alcançado. Co
d a
e l e
ich
M
Para Mitler(2003, p. 16):
- 0 8
A inclusão não diz respeito a colocar as crianças
.8 38
nas escolas regulares, mas a mudar as escolas para
9 4 9
torná-las mais responsivas às necessidades de
13 .
todas as crianças; ri 2
i n a
Diz respeito a ajudar todos os professoresM a ol
s t
aceitarem a responsabilidade à aprendizagema de
todas as crianças que estão atualC eocorrentemente
d a razão...
e l e
excluídas das escolas por qualquer
ic h
E não apenas comM necessidades educacionais
especiais.
Ideário da Educação Inclusiva
- 0 8
.8 38
Direito à educação;
9 4 9
13 .
i 2
Direito à igualdade de oportunidades, o que não significa um “modo igual” de educar a todos e,
nar
sim, dar a cada um o que necessita, em função de suas características e necessidades individuais;
i
ol
a M
Escolas responsivas e de boa qualidade;
os t
a C
e d
Direito à aprendizagem;
ch el
M i
Direito à participação
ENSINO INCLUSIVO:
• Grupos de apoio: serviços baseados na - 0 8
8 3 8
escola, no distrito, parceria com a
4 9 .
comunidade;
3 .9
• Consulta cooperativa e trabalho em ri 2
1
n a
equipe: indivíduos de diferentes oli
especialidades trabalhando juntos a Mpara
o
planejar e implementar programas; s t
a C
• Aprendizagem cooperativa:
l e d espaço em
c h e
que alunos com
M i diferentes interesses
possam aprender.
- 0 8
.8 38
EDUCAÇÃO ESPECIAL: 9 4 9
13 .
r i 2
CONCEITOS E DEFINIÇÕES
ol i n a
a M
os t
a C
e d
chel
M i
Educação Especial
- 0 8
Tem-se previsto o ‘especial’ na educação .838
referindo-se a condições que possam3ser 9 4 9
.
1 se
necessárias a alguns alunos para r i 2
que
n a
viabilize o cumprimento do oli direito a
a M
todos à educação . os t
C
a(Sousa e Prieto, 2002, p. 123)
l e d
ch e
M i
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
chel
M i
Termos x Conceitos
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
chel
M i
“No decorrer da história da educação dessas crianças, a substituição por
-08
outro termo só amorteceu temporariamente a sua pejoratividade. Logo
3 8
depois a nova palavra já passava a incorporar o conjunto 9 .8 de normas e
.9 4
valores que a sociedade, naquele momento13 histórico, atribuía a essas
i 2
rsempre a “falta”, a “exclusão”, o
n
crianças. Qualquer que ela fosse, significava
i a
o l
M
“atraso” em alguns atributos a humanos considerados importantes na
os t
C
sociedade historicamente situado”.
a
l e d
ch e
M i (Gilberta Jannuzzi)
Concepções filosóficas
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
chel
M i
- 0 8
.8 38
4 9
EDUCAÇÃO ESPECIAL: i 2 13 .9
a r
Histórico M ol i n
s t a
Co
d a
el e
ich
M
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
chel • 1854 Imperial Instituto de Meninos Cegos, atual,

M i Instituto Benjamin Constant


Ações Pontuais • 1857 Imperial Instituto de Meninos Surdos-Mudos,
atual, Instituto Nacional de Educação de Surdos
Modelos educacionais para a população com
deficiência 8 - 0
.8 38
9 4 9
13 .
• Segregação r i 2
i n a
• Integração ol
a M
os t
• Inclusão Escolar C
d a
e l e
ich
M
- 0 8
.8 38
EDUCAÇÃO ESPECIAL: .9 4 9
2 13
LEGISLAÇÃO olinar i

a M
os t
a C
e d
chel
M i
Constituição 1988
- 0 8
38
.8
Art. 205. A educação, direito de todos e dever do
9 4 9Estado e da família,
3 .
será promovida e incentivada com ari colaboração21 da sociedade,
n a
visando ao pleno desenvolvimento oli da pessoa, seu preparo para o
a M
st
exercício da cidadania e suaoqualificação para o trabalho.
a C
l e d
ch e
M i
Constituição 1988
08
• Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado
8 -
.8 3
mediante a garantia de:
49.9
I - educação básica obrigatória e gratuita dos 2 143(quatro) aos 17 (dezessete)
r i
a oferta gratuita para todos os que a
anos de idade, assegurada inclusive isua
l n
o
Mprópria;
ela não tiveram acesso na idade
s t a
C o do ensino médio gratuito;
a
II - progressiva universalização
d
e l e
III - atendimento
ic h educacional especializado aos portadores de deficiência,
M
preferencialmente na rede regular de ensino;
Lei de Diretrizes e Bases da Educação
- 0 8
38
9.8efeitos desta Lei, a
Art. 58. Entende-se por educação especial, para4os
9
13 .
i 2 preferencialmente na rede
modalidade de educação escolar, oferecida
a r
in
ol com deficiência, transtornos
regular de ensino, para educandos
a M
os t
globais do
a C
desenvolvimento e altas habilidades ou
l d
e dada pela Lei nº 12.796, de 2013).
e
superdotação. (Redação
ch
M i
Lei de Diretrizes e Bases da Educação
-
1º. Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado,8na escola regular,0 8
.8 3
para atender às peculiaridades da clientela de educação especial.
9 4 9
1 3 .
r i 2
2º. O atendimento educacional será feito em a classes, escolas ou serviços
l i n
especializados, sempre que, em função das o condições
M regular.
específicas, não for possível a
sua integração nas classes comuns de
s t a ensino
C o
d a
3º. A oferta de educação e l eespecial, dever constitucional do Estado, tem início na
faixa etária de zeroiach
seis anos, durante a educação infantil
M
Lei de Diretrizes e Bases da Educação
- 0 8
38
.8educandos com
Art. 59. Os sistemas de ensino assegurarão aos
9 4 9
1 3 .
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas
i 2
habilidades ou superdotação: ] nar
oli
M a
os t
I - currículos, métodos, a Ctécnicas, recursos educativos e
l e
organização específicos, d para atender às suas necessidades;
ch e
M i
Lei de Diretrizes e Bases da Educação
II - terminalidade específica para aqueles que não8puderem - 08
.8 3 fundamental,
atingir o nível exigido para a conclusão do ensino
9 4 9
em virtude de suas deficiências, e aceleração
1 3 . para concluir em
i 2
menor tempo o programa escolar para ar os superdotados;
i n
ol
M a
os t
III - professores com especialização adequada em nível médio
a C
l e d
ou superior, para atendimento especializado, bem como
h e
professores doicensino regular capacitados para a integração
M
desses educandos nas classes comuns;
Lei de Diretrizes e Bases da Educação
- 0 8
IV - educação especial para o trabalho, visando a sua efetiva integração3 8
8 revelaremna vida
em sociedade, inclusive condições adequadas para os que 4 9 .
não
capacidade de inserção no trabalho competitivo, mediante 3 .9 articulação com os
2 1
órgãos oficiais afins, bem como para aqueles que
a r i apresentam uma habilidade
li n
superior nas áreas artística, intelectual ou psicomotora;
M o
s t a
C o
d a
V - acesso igualitário aos
e l e benefícios dos programas sociais suplementares
c h
disponíveis para o respectivo nível do ensino regular.
Mi
Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Atualizada em 2017
- 0 8
38
8
Art. 59-A. O poder público deverá instituir cadastro nacional .de alunos com altas
9
habilidades ou superdotação matriculados na educação.básica4 9 e na educação
13 destinadas ao
superior, a fim de fomentar a execução de políticas2públicas
desenvolvimento pleno das potencialidades desse r i
a alunado.
l i n
M o
s t a
o
Parágrafo único. A identificaçãoCprecoce de alunos com altas habilidades ou
a
superdotação, os critérios edprocedimentos para inclusão no cadastro referido no
caput deste artigo, as h e le
entidades responsáveis pelo cadastramento, os mecanismos de
acesso aos dadosM doiccadastro e as políticas de desenvolvimento das potencialidades
do alunado de que trata o caput serão definidos em regulamento.
Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Atualizada em 2017
- 0 8
.38
8
4 9
Art. 60. Os órgãos normativos dos sistemas de ensino estabelecerão
9
critérios de
3 .
caracterização das instituições privadas sem fins lucrativos, especializadas e com
1 apoio técnico e financeiro
atuação exclusiva em educação especial, para fins
r i 2de
pelo Poder Público. i n a
ol
M
a
s t
o adotará, como alternativa preferencial, a
C
Parágrafo único. O poder público
aaos educandos com deficiência, transtornos globais
ampliação do atendimento
l e d
do desenvolvimento
c h e
e altas habilidades ou superdotação na própria rede pública
Mi independentemente do apoio às instituições previstas neste
regular de ensino,
artigo.
- 0 8
8 3
O movimento8 mundial pela
4 9 .
inclusão é uma ação política,
.
39
2 1 cultural, social e pedagógica,
a r i desencadeada em defesa do
l i n direito de todos os alunos de
M o estarem juntos, aprendendo
s t a
Co e participando, sem nenhum
d a tipo de discriminação.
el e
ich
Política Nacional de Educação
M
Especial na perspectiva da
Educação Inclusiva
A Educação Inclusiva constitui
um paradigma - 0 8 educacional
8 3 8
4 9 .
fundamentado na concepção de
3 .9
direitos humanos, que conjuga
1
2 igualdade e diferença como
a r i valores indissociáveis, e que
l i n
M o avança em relação à ideia de
s t a equidade formal ao
Co contextualizar as circunstâncias
d a históricas da produção da
el e exclusão dentro e fora da
ich
Política Nacional de Educação escola.
M
Especial na perspectiva da
Educação Inclusiva
Política Nacional de Educação Especial na
perspectiva da Educação Inclusiva
- 0 8
. 8 38
4 9
Tem como objetivo o acesso, a participação e a aprendizagem dos alunos com
9
13 .
i 2e altas habilidades/superdotação
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento
a r
in
ol de ensino para promover respostas às
nas escolas regulares, orientando os sistemas
a M
necessidades educacionais especiais,o s t garantindo:
a C
e d
• Transversalidade da educação
l especial desde a educação infantil até a educação superior;
ch e
M i
• Atendimento educacional especializado;

• Continuidade da escolarização nos níveis mais elevados do ensino;


Política Nacional de Educação Especial na
perspectiva da Educação Inclusiva
- 0 8
38
9.8
• Formação de professores para o atendimento educacional
9 4 especializado e
13 .
r2
demais profissionais da educação para a inclusão
i escolar;
i a
n
ol
• Participação da família e da comunidade;
a M
t
• Acessibilidade urbanística,osarquitetônica, nos mobiliários e equipamentos,
a C
l
nos transportes, na e d
comunicação e informação; e
ch e
i
Mintersetorial na implementação das políticas públicas.
• Articulação
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
chel
M i
• Fonte: MEC
- 0 8
ATENDIMENTO 4 9 .8 38
.9
EDUCACIONAL ari 213
l i n
ESPECIALIZADO
st a M o
Co
d a
el e
ich
M
Retomando
- 0 8
38.8
9 9
4 1988
•Constituição 3 de
.
Este ar i 2 1
•Lei delinDiretrizes e Bases da
o
conceito os t a M
Educação de 1996
C
a •Política Nacional de
aparece:
ch e l e d
Educação Especial de 2008
Mi
Diretrizes Nacionais para a Educação Especial
na Educação Básica - Resolução n° 2/2001
- 0 8
38.8
9 4 9
1 3
Art. 1º A presente Resolução institui as Diretrizes Nacionais . para a educação de
i 2
r especiais, na Educação
alunos que apresentem necessidades educacionais
i n a
o l
Básica, em todas as suas etapas e modalidades.
a M
os t
Parágrafo único. O atendimento a C escolar desses alunos terá início na educação
l e d
infantil, nas creches e pré-escolas, assegurando-lhes os serviços de educação
e
chse evidencie, mediante avaliação e interação com a família
especial sempre quei
Ma necessidade de atendimento educacional especializado.
e a comunidade,
Diretrizes Nacionais para a Educação Especial
na Educação Básica - Resolução n° 2/2001
- 0 8
Art. 3º Por educação especial, modalidade da educação escolar,
8 3 8 entende-se
4 9 .
um processo educacional definido por uma proposta
3 .9 pedagógica que
2 1
assegure recursos e serviços educacionais
a r i especiais, organizados
li n
M o
institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns
st a
casos, substituir os serviços oeducacionais comuns, de modo a garantir a
a C
l e d
educação escolar e promover o desenvolvimento das potencialidades dos
ch e
educandos que iapresentam necessidades educacionais especiais, em todas
M
as etapas e modalidades da educação básica.
Diretrizes Nacionais para a Educação Especial
na Educação Básica - Resolução n° 2/2001
8 - 0
38
.8
9 4 9
Parágrafo único. Os sistemas de ensino21devem 3 . constituir e fazer
a r i
n
li educação especial, dotado de
funcionar um setor responsável pela
M o
s t a
recursos humanos, materiais
C o e financeiros que viabilizem e deem
d a
l e
sustentação ao processo
e de construção da educação inclusiva
ich
M
Diretrizes Nacionais para a Educação Especial
na Educação Básica - Resolução n° 2/2001
- 0 8
• Art. 7º O atendimento aos alunos com necessidades educacionais 8 3 8 especiais
4 9 .
deve ser realizado em classes comuns do ensino .regular,
3 9 em qualquer etapa
2 1
ou modalidade da Educação Básica.
a r i
l i n
• Art. 8o As escolas da rede regular M o de ensino devem prever e prover na
s t a
o
organização de suas classesCcomuns:
d a
l e
V – serviços de apoio pedagógico
e especializado em salas de recursos, nas quais o professor
especializado em i h
c educação especial realize a complementação ou suplementação
M
curricular, utilizando procedimentos, equipamentos e materiais específicos;
Política Nacional de Educação Especial na
Perspectiva da Educação Inclusiva
- 0 8
38
.8 e organiza recursos
O atendimento educacional especializado identifica, elabora
4 9
pedagógicos e de acessibilidade que eliminem3 .as9 barreiras
1 para a plena
participação dos alunos, considerando asasuas
2
ri necessidades específicas. As
l i n
atividades desenvolvidas no atendimento M o educacional especializado
s t a
Co
diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, não sendo
d a
e l e
substitutivas à escolarização. Esse atendimento complementa e/ou suplementa
i h
c com vistas à autonomia e independência na escola e fora
a formação dos alunos
M
dela.
Política Nacional de Educação Especial na
Perspectiva da Educação Inclusiva
8 - 0
38 .8
O atendimento educacional especializado disponibiliza 9 4 9 programas de
1 3 .
enriquecimento curricular, o ensino i 2
r de linguagens e códigos
i n a
ol
a M
específicos de comunicação e sinalização, ajudas técnicas e tecnologia
s t
assistiva, dentre outros.a CAoo longo de todo processo de escolarização,
l e d
esse atendimentoc h e
deve estar articulado com a proposta pedagógica do
Mi
ensino comum
Política Nacional de Educação Especial na
Perspectiva da Educação Inclusiva
- 0 8
.8 38
A inclusão escolar tem início na
9 4 9
educação infantil, onde se
13 .
desenvolvem as bases i 2
necessárias para a construção do
i nar
conhecimento e seu ol
M Do nascimento aos três anos, o
desenvolvimento global.
os ta atendimento educacional

aC
especializado se expressa por meio
e d de serviços de intervenção precoce

ch el que objetivam otimizar o processo de

M i desenvolvimento e aprendizagem em
interface com os serviços de saúde e
assistência social.
Política Nacional de Educação Especial na
Perspectiva da Educação Inclusiva
8 - 0
38 .8
9 9
4básica, o atendimento
Em todas as etapas e modalidades da educação
1 3 .
i 2
r apoiar o desenvolvimento
educacional especializado é organizado
i n apara
ol
dos alunos, constituindo oferta a M
obrigatória dos sistemas de ensino e
os t
a C inverso ao da classe comum, na própria
deve ser realizado nodturno
e l e
i
escola ou centrochespecializado que realize esse serviço educacional.
M
RESOLUÇÃO Nº 4, DE 2 DE OUTUBRO DE 2009
- 0 8
• Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional
8 3 8 Especializado na
4 9 .
Educação Básica, modalidade Educação Especial.
3 .9
2 1
r
• Art. 1º Para a implementação do Decreto nº 6.571/2008,
a i os sistemas de ensino devem
li n
M o
matricular os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas
s t a
C o
habilidades/superdotação nas classes comuns do ensino regular e no Atendimento
Educacional Especializado d a
(AEE), ofertado em salas de recursos multifuncionais ou em
e l e
ich Educacional Especializado da rede pública ou de instituições
centros de Atendimento
M
comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos.
RESOLUÇÃO Nº 4, DE 2 DE OUTUBRO DE 2009
- 0 8
8 3 8
• Art. 3º A Educação Especial se realiza em todos os níveis, etapas e modalidades de ensino,
tendo o AEE como parte integrante do processo educacional. 4 9 .
3 .9
• Art. 5º O AEE é realizado, prioritariamente, na salaide 2 1
a r recursos multifuncionais da própria
escola ou em outra escola de ensino regular, lno i n turno inverso da escolarização, não sendo
M o
substitutivo às classes comuns, podendo
s t a ser realizado, também, em centro de Atendimento
o
C pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou
a
Educacional Especializado da rede
d
l e
filantrópicas sem fins elucrativos, conveniadas com a Secretaria de Educação ou órgão
ic h
equivalente dos MEstados, Distrito Federal ou dos Municípios.
RESOLUÇÃO Nº 4, DE 2 DE OUTUBRO DE 2009
- 0 8
• Art. 6º Em casos de Atendimento Educacional Especializado 8 3 8 em ambiente
4 9 .
hospitalar ou domiciliar, será ofertada aos alunos, 3 .9 pelo respectivo sistema
2 1
a i
rcomplementar ou suplementar.
de ensino, a Educação Especial de forma
l i n
M o
• Art. 12. Para atuação no AEE, s t a
o professor deve ter formação inicial que o
Co
d a
l
habilite para o exercício
e e da docência e formação específica para a
ic h
M
Educação Especial.
Decreto 7611/2011
08educação especial
• Art. 1o O dever do Estado com a educação das pessoas público-alvo -da
8
.8 3
será efetivado de acordo com as seguintes diretrizes:
4 9
• I - garantia de um sistema educacional inclusivo em 1
.9
3 os níveis, sem discriminação e
i 2
todos
com base na igualdade de oportunidades; ar
i n
o l
• II - aprendizado ao longo de toda a vida;M
s t a
C o geral sob alegação de deficiência;
• III - não exclusão do sistema educacional
d a
e l e fundamental gratuito e compulsório, asseguradas
ic h
• IV - garantia de ensino adaptações
M com as necessidades individuais;
razoáveis de acordo
Decreto 7611/2011
8 com vistas
-0geral,
• V - oferta de apoio necessário, no âmbito do sistema educacional
3 8
a facilitar sua efetiva educação;
4 9 .8
1 3 .9
2 e efetivas, em ambientes que
• VI - adoção de medidas de apoio individualizadas
r i
maximizem o desenvolvimento acadêmico i n ae social, de acordo com a meta de
ol
inclusão plena;
a M
s t
o preferencialmente na rede regular de ensino; e
C
• VII - oferta de educação especial
a
l e d
e
• VIII - apoio técnicoh e financeiro pelo Poder Público às instituições privadas sem
c
i
fins lucrativos,Mespecializadas e com atuação exclusiva em educação especial.
Decreto 7611/2011
- 0 8
38
• § 1o Para fins deste Decreto, considera-se público-alvo da educação especial as pessoas com
9 .8
deficiência, com transtornos globais do desenvolvimento e com altas habilidades ou
.9 4
superdotação.
13
2
• Art.2o A educação especial deve garantir os serviços a i
rde apoio especializado voltado a eliminar
l i n
as barreiras que possam obstruir o processoode escolarização de estudantes com deficiência,
transtornos globais do desenvolvimentota
M
o s e altas habilidades ou superdotação.

a C

l d
§ 1º Para fins deste Decreto, os serviços de que trata o caput serão denominados atendimento
e compreendido como o conjunto de atividades, recursos de
h e
educacional especializado,
c
M i
acessibilidade e pedagógicos organizados institucional e continuamente, prestado das seguintes
formas:
Decreto 7611/2011
- 0 8
I - complementar à formação dos estudantes com8deficiência, 3 8
transtornos globais do desenvolvimento, como 9 .
4apoio permanente
.9
13
e limitado no tempo e na frequência dos 2estudantes às salas de
recursos multifuncionais; ou a r i
li n
M o
s t a
Co
d a
II - suplementar à formação de estudantes com altas habilidades
e l e
ou superdotação
ich
M
Lei da Inclusão da Pessoa com Deficiência LEI
Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015. 8
- 0
38 .8
9 4 9
Art. 1o É instituída a Lei Brasileira de Inclusão
1 3 . da Pessoa com
r i 2
Deficiência (Estatuto da Pessoa n a
com Deficiência), destinada a
oli
a
assegurar e a promover, em tcondiçõesM de igualdade, o exercício dos
o s
direitos e das liberdades a Cfundamentais por pessoa com deficiência,
l e d
ch e
M i
visando à sua inclusão social e cidadania.
Lei da Inclusão da Pessoa com Deficiência LEI
Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015. 8
- 0
38 .8
9 9
4 aquela que tem
Art. 2o Considera-se pessoa com deficiência
1 3 .
i 2
r física, mental, intelectual ou
impedimento de longo prazo de natureza
i n a
l
o uma ou mais barreiras, pode
sensorial, o qual, em interaçãoMcom
s t a
obstruir sua participação C o e efetiva na sociedade em igualdade de
plena
d a
e l e
condições com ashdemais pessoas.
ic
M
Lei da Inclusão da Pessoa com Deficiência LEI
Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015.
- 0 8
§ 1o A avaliação da deficiência, quando necessária, será
8 3 8 biopsicossocial,
9 .
4 e considerará:
realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar
3 .9
2 1
I - os impedimentos nas funções e nas estruturas a i
r do corpo;
l i n
M o
II - os fatores socioambientais, psicológicos e pessoais;
s t a
Co
III - a limitação no desempenho
d a de atividades; e
e l e
IV - a restrição dei h
cparticipação.
M
§ 2o O Poder Executivo criará instrumentos para avaliação da deficiência.
Deficiências
• Intelectual
• Visual
- 0 8
• Auditiva
.8 38
• Física
9 4 9
Público alvo da • Múltipla 13 .
2 r i
Educação Especial a
• Surdocegueira
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LBD e Política t a M
Transtornos Globais do Desenvolvimento
o s
C
Nacional de EE da •• Autismo
e l e
Síndrome de Asperger
ich • Síndrome de Rett
M
Altas Habilidade/Superdotação
Síntese

- 0 8
38
Educação Especial não é sinônimo de Educação Inclusiva.
9 .8
Educação Inclusiva é uma proposta para a Educação de um país.
.9 4
2 1 3
r
Educação Inclusiva diz respeito a toda e qualquer diferença.
a i
Educação Especial tem um público alvo específico.oli
n
a M
os
Educação Especial tem uma política nacional.t
C
a e a proposta da Educação Especial e não é sinônimo desta.
l e d
Atendimento Educacional Especializado
e
chInclusiva é a chance que e o sistema educativo tem para mudar.
M i
A perspectiva da Educação
Indicações de Filmes
• Intocáveis (2012) 0 8
• Meu nome é Radio (2003) 3 8 -
9 .8
• Hoje eu quero voltar sozinho (2014) .9 4
2 1 3
• Uma lição de amor (2001) r i
• Meu Pé Esquerdo(1989) i n a
ol
M
• Mr. Holland - Adorável Professor(1995)
a
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• O Enigma de Kaspar Hausen(1974)
C
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• O Milagre de Anne
e l e Sullivan(1962)
c h
• Os Filhos do iSilêncio(1986)
M
• Rain Man (1988)
• Meu nome não é Jonas (1979)
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
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i nar
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M i
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níveis e modalidades
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