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Tecnologia da - 0 8

38 .8
Informação e 3.94 9
Tecnologia 2 1da informação e
Comunicação a r i
comunicação li n (TICs) na educação
M o
(TIC)
s t a na
o
Prof.CPaloma Machado de Campos Chaves
d aEducação
e le
ich
M
Paloma Chaves
- 0 8
Doutoranda em Educação (FE-USP) 38 .8
9 4 9
Mestre em Educação: Currículo (PUC-SP)
1 3 .
Professora da área de Educação: Disciplinas i 2
r Pedagógicas (IFSP Capivari)
i n a
Pedagoga, consultora na área deM ol
educação, inovação e tecnologia
s t a
Co
d a
el e
ich
M

https://www.linkedin.com/in/professorapaloma/
- 0 8
38
.8
9 4 9
Discutir o impacto 1das3 .
r i 2 tecnologias na educação e

i a
o desenvolvimento de competências para a
nde projetos de utilização das
Ementa elaboração ol
a M
tecnologias na educação, a partir do projeto
os t
político-pedagógico das escolas.
a C
l e d
ch e
M i
I – Por que usar Tecnologia
na Educação?
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
r2i
Pauta do a
II – Tecnologia: Instrumento
n ou Ferramenta de
deliEnsino
M o
Encontro s t a Aprendizagem?
Co
d a
el e
ich III – Como usar a tecnologia
M na educação? Cinco eixos.
1.1 Tecnologia

- 0 8
1.2 Educação .8 38
9 4 9
13 .
I – Por que usar i 2
ar
Tecnologia na o lin
1.3 Tecnologia na Educação
Ma
Educação? os t
a C
e d 1.3 O Mundo Mudou
chel
M i
1.4 Os Estudantes Mudaram
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
ar n
1.1 Tecnologia
M ol i
s t a
Co
l e da
ch e
M i
Tecnologia é...
8
“tudo aquilo que, não sendo-0natural, o ser
3 8
8 os seus poderes;
9
humano cria para: expandir .
4mais fácil; fazer a sua vida
3
tornar o seu trabalho.9
2 1
i
r mais agradável”
a
li n
M o
s t a Eduardo Chaves, 2019
Co
d a
el e
ich
M
Tecnologia é...
“tudo o que aumenta as capacidades - 0 8 humanas.
8 3 8
[...] Tecnologia tem a mesma
4 9 . raiz etimológica de
técnica, e é junção.dos 9 termos techné e logos.
Diferencia um 2 13 saber fazer do fazer com
simples
raciocínio,a r i
com ciência. A tecnologia discute
li n
M o
criticamente a técnica, e preocupa-se em
s t a melhorá-la, aperfeiçoá-la e compreendê-la.”
o
d aC
el e
ich
M Renato Soffner, 2013
Tecnologia como...
- 0 8
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9 4 9
13 .
r i 2
i a
nBrinquedo
ol
Ma
os t
a C
d
chee
lFerramenta
M i

(Rubem Alves, 2004)


- 0 8
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9 4 9
13 .
i 2
ar n
1.2 Educação M ol i
s t a
Co
l e da
ch e
M i
“A educação pode ser concebida tanto
retrospectiva como prospectivamente
- 0 8 – quer
8
dizer, ela pode ser considerada3 8 ou como um
4 9 .
processo de acomodar
3 .9 o futuro ao passado ou
como uma forma2 1 de usar o passado como
r i
lina na construção do futuro”
recurso
M o
s t a
Co John Dewey, 1961
d a
el e
ich
M
Educação como...
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
Processo de transmissão ol
da herança cultural das a M Processo de
gerações passadas paraos
t desenvolvimento
as gerações mais d aC
novas
humano
e l e
ich
M
Educação como...
- 0 8
Educare – levar pela .8 38
9
mão, conduzir, 3.94
liderar ri 21
n a
oli dentro)
(de fora para
a M
os t
C
a Educere – extrair,
e d
el trazer para fora,
M ich fazer nascer
(de dentro para fora)
Concepções de Desenvolvimento
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
Inatismo Ambientalismo
r i 2
n a
oli
a M
os t
a C
e d
ch el
M i Interacionismo

(Claudia Davis e Zilma de Oliveira, 1994)


- 0 8
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ar n
1.3 Tecnologia
M ol i na Educação
s t a
Co
l e da
ch e
M i
Histórico
- 0 8
.8 38
Até 1980 Instrução Programada
9 4 9
13 .
i 2
ar
1980 a 2000 lin
Aprendizagem de Programação
o
a M
os t
a C
2000 a 2010 Uso d
de Aplicativos a Serviço do Currículo
e l e
ich
M
A partir de 2010 Movimento Maker

(Paloma Chaves, 2015a)


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9 4 9
13 .
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ar n
1.4 O Mundo M ol i Mudou
s t a
Co
l e da
ch e
M i
Três Revoluções nas Tecnologias de
Informação e Comunicação 8
- 0
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9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
l e d
h e
c(~2500
i
SÓCRATES E A LINGUAGEM GUTENBERG E A PRENSA MÓVEL – COMPUTADOR, INTERNET E
M
ESCRITA – 469 AC - 399 AC
ANOS ATRÁS)
1445 (˜500 ANOS ATRÁS) MOBILIDADE – 1945, 1969, 2007
“Você sabe, Fedro, esta é a coisa estranha sobre a
escrita, que ela se parece com a8pintura. Os
8 - 0
83 os questiona, eles
produtos do pintor ficam diante de nós como se
estivessem vivos, mas se9você.
4majestático. O mesmo
mantêm um silêncio
3 .9
acontece com 2 as1palavras escritas: elas parecem
a
falar comnvocê r i como se fossem inteligentes, mas se
você, o li
desejando ser instruído, lhes pergunta alguma
M sobre o que dizem, elas continuam a lhe dizer
1 - Sócrates

s t a
coisa

a Co a mesma coisa, para sempre”

le d
h e
M ic Sócrates
(Eduardo Chaves, 1998)
2 - Platão

Imagem 1 – Cabeça de Sócrates no Palazzo Massimo alle Terme (Roma) – Fonte: https://commons.wikimedia.org/
Imagem 2 – Cabeça de Platão, cópia romana – Fonte: https://commons.wikimedia.org/
Prensa de Tipos Móveis
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
ch el
M i

Fonte: http://www.cutedrop.com.br/
ENIAC
Electronic Numerical Integrator and Calculator
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
ch el
M i

Fonte: https://static.scientificamerican.com/
Internet
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
ch el
M i

Fonte: https://ourworldindata.org/
Mobilidade
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i n ar
ol
a M
os t
1956 - Ericsson MTA
a C
e d
ch el
M i iPhone 2G
1973 - Motorola Dynatac 8000X
Martin Cooper

Fontes: https://www.techtudo.com.br e https://www.whathifi.com/


- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
2
1.5
Os Estudantes
l i n a r i
M o
Mudaram
os t a
C
l e da
ch e
M i
Três Indícios de Mudança Geracional
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
el
M ich
ERA DA CRIATIVIDADE GERAÇÃO C GERAÇÃO ON DEMAND
As Quatro Eras e seus Modelos Mentais
- 0 8
.8 38
9 4 9
Era da Era 1
Era 3
da. Era da
r i 2
Agricultura Industrial
in aInformação Criatividade
ol
a M
os t
a C
Commodities e d
Produto Serviço Experiência
chel
M i

(Franz Figueroa, 2017)


- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
ch el
M i
Commodities

Fonte: https://commons.wikimedia.org/
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
ch el
M i
Produto

Fonte: http://emocionantesjuandemena.blogspot.com/
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
ch el
M i
Serviço

Fonte: https://pt.wikipedia.org/
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
ch el
M i
Experiência

Fonte: https://designyoutrust.com/
User Experience - UX
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
Apple Uber
os t Airbnb Escola?
a C
e d
chel
M i
Geração C
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
Criação Curadoria
r i 2
n a
oli
a M
os t
a C
e d
el
h
cConexão
M i Comunidade

(Think With Google, 2013)


Geração C
- 0 8
.38
8
9 4 9
Computadores Celulares Consoles
1 3 .
Conexão Comunicação
i 2
i nar
ol
a M
Comunidades Colaboração
o t Classificação
s de Conteúdo
Cultura da
Convergência
Coleção

d aC
el e
ichCurtida Consideração
Comentário M Customização
do Caminho
Criação

(Franz Figueroa, 2018)


Geração On Demand
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
Entretenimento On Demand
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
EducaçãoelOn Demand?
ich
M

(Paloma Chaves, 2019)


2.1 Filosofia da Educação: um encontro
possível entre o professor e 8a tecnologia
- 0
.8 38
II - Tecnologia: 9 4 9
3 .
2.2 Didática e1Matética
Instrumento de r i 2
i n a
Ensino ou o l
a M
Ferramenta de os t 2.3 Construcionismo
Aprendizagem? aC
eed
l
ich
M 2.4 Multiletramentos
- 0 8
38 .8
Filosofia da3.Educação: 94 9
2 1
2.1
um encontrol i n a r i possível
o
M o professor e a
entre
os t a
a C
el e d tecnologia
ich
M
Filosofia da Educação: um encontro possível
entre o professor e a tecnologia8
- 0
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
Máquina de ar
i n
ol
Ensinar ost a M
C
Ferramenta de
d a Aprender
l e e
ic h
M

(Eduardo Chaves, 2000)


Transmissão de Informações
x
- 0 8
Desenvolvimento Humano
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
• Ensino: entrega organizada de
i ar
• Ensino: criação de situações de
n
conteúdos
ol aprendizagem
• Aprendizagem: assimilação de
a M • Aprendizagem: construção de
conteúdos (memorização)
o s t conhecimentos e competências
• a C
Professor: protagonista, detentor do • Professor: parceiro mais experiente
saber
l e d
c e
h passivo da ação
• Estudante: protagonista, arquiteto da

M
do professor
i
Estudante: receptor aprendizagem
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
ar
n
2.2 Didática M ol i e Matética
s t a
Co
l e da
ch e
M i

(Paloma Chaves, 2018a, 2018b)


Didática Magna - 0 8
.8 38
1649 / 1657
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
ch el
M i
"Nós ousamos prometer uma Didática Magna, isto é,

- 0 8
um método universal de ensinar tudo a todos. E de
ensinar com tal certeza, que seja
8 3 8 impossível não

4 9 .
conseguir bons resultados. E de ensinar
rapidamente, ou seja, sem
3 .9 nenhum enfado e sem
2 1
nenhum aborrecimento para os alunos e para os
professores, mas
r i antes com sumo prazer para uns e
a E de ensinar solidamente, não
parain
outros.
o l
superficialmente e apenas com palavras, mas
a M
o t encaminhando os alunos para uma verdadeira
s instrução, para os bons costumes e para a piedade
a C
le d sincera. [...]; assim estabelecemos um método
h e universal de fundar escolas universais.”

M ic
Jan Amos Comenius, 1657
A Centralidade do Ensino na Educação
- 0 8
38 .8
9 4 9
1 3 .
Instituições Níveis de 2
Sistemas
r i Métodos
de Ensino a
Ensino olinde Ensino de Ensino
a M
os t
a C
Plano de l e d Recursos Aula de
c h e
M i
Ensino Didáticos Didática
- 0 8
Blended Learning .8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
M
a Híbrido
Ensino
s t
Co
a
le d
h e
M ic
- 0 8
.8 38
Se a razão de ser da Educação é a
.9 4 9
13 2
APRENDIZAGEM, apor
r i que só se
li n
M o
falaCem
os t a ENSINO?
d a
h ele
M ic
- 0 8
Ensino e Aprendizagem 38.8
9 4 9
3 .
ou ari 2 1
l i n
Ensino-Aprendizagem?
t a M o
os
d aC
el e
ich
M
Filosofia da Educação e a Análise de
Conceitos Educacionais 8
- 0
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
chel
M i

(Eduardo Chaves, 1979)


- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
Pode haver ensino i 2 Pode haver
i nar
sem que haja ol aprendizagem sem
aprendizagem? a M que haja ensino?
os t
a C
e d
chel
M i
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
O professor ensinalindígrafo ar ao aluno.
M o
s t a
Co
d a
e l e
ich
M
Sujeito
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
O professor ensinalindígrafo ar ao aluno.
M o
s t a
Co
d a
e l e
ich
M
Sujeito Objeto
- 0 8
direto .8 38
9 4 9
13 .
i 2
O professor ensinalindígrafo ar ao aluno.
M o
s t a
Co
d a
e l e
ich
M
Sujeito Objeto Objeto
- 0 8
direto 8 3 8indireto
4 9 .
.9
13 2
O professor ensinalindígrafo ar i ao aluno.
M o
s t a Sofre a
Co
d a
e l e ação do
ich
M professor
Ensino
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
M
Bemosta Mal
a C
sucedido
l e d sucedido
h e
M ic
Formas de Aprendizagem
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
EXPLORAÇÃOar EXPERIMENTAÇÃO
OBSERVAÇÃO EXPERIÊNCIA
l i n DESCOBERTA

M o
s t a
C o
d a
e l e
ich
M ENSAIO E ERRO COLABORAÇÃO
"… o trabalho do professor não é ensinar, é fazer

- 0 8
fazer o aluno aprender. [...] Ensinar não é a

8 8
mesma coisa que fazer aprender, ainda que,
3aluno aprender, o
9
muitas vezes, para fazer
4 . o
.9 que ensinar”
professor tenha
1 3
r i 2
i na
ol Bernard Charlot, 2002
a M
os t
a C
e d
chel
M i
“No contexto de uma sociedade dominada pela
0
Escola, o princípio mais importante8 da Matética
- contra a
8
pode ser o incitamento à3revolta
9
sabedoria aceita que4vem.8 de saber que você
pode aprender3sem.9 ser ensinado e, com
2 1 melhor quando é menos
frequência, iaprende
a r
oin
l ensinado”

a M
os t
a C Seymour Papert, 1994
e d
chel
M i
"A proa e a popa da nossa Didática será́
investigar e descobrir o método0segundo
- 8 o qual
os professores ensinem menos
8 3 8 e os estudantes
aprendam mais; nas 4 9 .
escolas, haja menos
3 .9
2 1
barulho, menos enfado, menos trabalho inútil,
r i
e, ao contrário,
a
haja mais recolhimento, mais
li n
atrativo e mais sólido progresso..”
M o
s t a
Co Jan Amos Comenius, 1657
d a
el e
ich
M
Spicilegium Didacticum
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
os t
a C
e d
chel
M i
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
ar n
2.3 Construcionismo
M ol i
s t a
Co
l e da
ch e
M i
"Em muitas escolas, atualmente, a frase
'instrução ajudada por computador' (computer-
- 08 com que o
aided-instruction) significa8fazer
.8 3 Pode-se dizer que
9 4 9
computador ensine a criança.
o computador
1 3 .está sendo usado para
2
'programar' raicriança. Na minha perspectiva, é a
n a
oli que deve programar o computador...”
criança
M
s t a
Co
d a Seymour Papert, 1985
el e
ic h
M
“A Pedagogia, a arte de ensinar,0sob
- 8 seus vários
8 3 8
nomes, foi adotada pelo
4 9 . mundo acadêmico
.9
como uma área respeitável
3
e importante. A arte
1
2 é um órfão acadêmico.”
de aprender
a r i
l i n
M o
s t a Seymour Papert, 1994
Co
d a
el e
ich
M
- 0 8
“Matética é o conjunto 8 3 8
de princípios
norteadores que 9 9 .
4 a aprendizagem”
regem
1 3 .
r i 2
i a
n Seymour Papert, 1985
ol
a M
os t
a C
e d
chel
M i
Princípios Matéticos
- 0 8
.8 38
Interação 94
9
Significado Pessoal Diversão e Utilidade
1 3 . Prioridade

r i 2
i na
ol
a M
Aprender a
Aprender os t
Heurística Comunicação Conexionismo

a C
e d
ch el
M i
CONSTRUCIONISMO
- 0 8
38
.8
9 4 9
1 3 .
A aprendizagem é grandemente favorecida
pela articulação das
(que ocorre a
2 dimensões abstrata
narimente) e concreta (que
Construcionismo l i nmundo real). Diferentemente do
que M
o
ocorre no
se convencionou pensar na educação,
s t a última dimensão é mais importante do
Co que a primeira.
esta
d a
e l e
ich
M
"Um dos meus princípios matéticos centrais é que a
construção que ocorre 'na cabeça' com frequência
ocorre de modo especialmente venturoso quando é
apoiada pela construção de um tipo - 0 8mais público 'no
8 3 8
mundo' -- um castelo de areia,
4 9 . uma torta, uma casa
.9
Lego ou uma empresa,
3
um programa de
computador, 2 1
uma poema ou uma teoria do
ri do que tenciono dizer com 'no
universo.aParte
l i n
o
mundo' é que o produto pode ser mostrado,
M examinado, sondado, admirado. Ele está
s t a
discutido,

a Co lá fora."
le d
h e
M ic Seymour Papert, 1994
“Um tema central da minha mensagem é que a
tendência dominante a supervalorizar o abstrato é
um importante obstáculo ao progresso
- 0 8 da Educação.
3 8
Uma das várias formulações possíveis
8
pelas quais
minha concepção de como9.aprender
se muito diferente3é.9
4 poderia tornar-

2 1 que isso sucederá através de


uma inversão
a r i epistemológica para formas mais
l i
concretasn de conhecer -- uma inversão da ideia
M o
tradicional de que o progresso intelectual consiste
s t a em passar do concreto para o abstrato”
o
C
d a
e l e
ich Seymour Papert, 1994
M
“Em 1970, quando vi o computador pela primeira vez nas
escolas ele era sempre usado por professores visionários
e rebeldes que não gostavam do que faziam e então o
computador era o único modo de fazer algo diferente [...]
- 0 8
Era um instrumento de mudança radical. [...] Depois, por

.8 38
volta da metade dos anos 80, o computador chegou às

9 4 9
mãos das administrações escolares, do Ministério e de
.
tudo o que chamamos de agentes de educação. O que
13
2
aconteceu foi que o computador não estava mais nas
i
i nar
mãos do professor visionário. Agora todos os
l
computadores estão nas salas de aula. Já existe a sala do
o
M
computador, um currículo e um professor específico para
a
os tcomputação. Enfim, foi integrado inteiramente na ideia e

a C no modo de fazer as coisas na escola”

e d
chel Seymour Papert, 1995

M i
“Aquilo que colocamos na Web
- 0 8é muito mais
8 3 8
importante do que o que
4 9 .
retiramos de lá”
.9
13
2
a r i Tim Berners Lee
l i n
M o (Marc Prensky, 2010)

s t a
Co
d a
el e
ich
M
- 0 8
“Se a nossa educação fosse direcionada para os

8 8
alunos eles viriam à3escola e nós
9 .
perguntaríamos 'quais4 são os seus sonhos?' Eu
.9
(professor) sou1o3seu orientador e vou ajudar
i 2
arvocê a concretizá-los”
i n
ol
a M
os t Mark Prensky, 2018
a C
e d
chel
M i
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
ar n
2.4 Multiletramentos
M ol i
s t a
Co
l e da
ch e
M i
New London Group (1996)
- 0 8
.8 38
9 4 9
ALFABETIZAÇÃO
13 .
LETRAMENTO
i 2
Decodificação / ar
Codificação lin
Uso social daoleitura
MULTILETRAMENTOS

a
/ escrita M
Textos simples
s t
o mais
Diversas mídias
C
Textos
a complexos
e linguagens de
e d comunicação

ch el (semiótica)

M i TIC

(Paloma Chaves, 2015b)


Processo de Multiletramentos
- 0 8
.38
8
Contato intenso Professor como
9 4 9 Práticas de leitura
com as linguagens leitor e escriba21 3 . interativa
e suas tecnologias digital ari (icônica)
li n
M o
s t a
Co
d a
Produção de hel e Produções mais
i
“garatujas” c Produções
complexas
M simples
digitais (programação)
3.1 Consumo
- 0 8
.8 38
3.2 Tratamento
9 4 9
III – Como usar 13 .
r i 2
tecnologia na i n a
l
3.3 Produção
o
educação? a M
os t
Cinco eixos. C
dal e 3.4 Compartilhamento
ch e
M i
3.5 Comunicação
Informação Digital
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
ol
a M
Texto o
Áudios t Imagem Multimídia
a C
l e d Estática

ch e Dinâmica

M i
• Um para um
0
• Um para -vários8
Destino 3 8
8 para um
9
• Vários
4 .
.9
2 1•3 Vários para vários
ar i
Comunicação l i n
M o
s t a
Co
d a • Síncrona
el e Temporalidade
ic h • Assíncrona
M
Consumo
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i n ar Youtube
l
Mapas

M o
s t a
Co
d a
el e
ch
Pesquisa

M i
Wikipedia Realidade Virtual
- 0 8
8
• Mapas: Google Earth, GPS, etc.
8 3
• Vídeos: Youtube, Netflix, 4 9 .
etc.
3 .9
• Jogos: Minecraft,1Robocode
i 2
r iBook, Kobo, etc.
i n a
• Livros: Kindle,
Consumo • Realidade o l
a M Virtual
os
• tRealidade Aumentada
a C • Sites em geral
l e d
ch e
M i
Tratamento
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i n ar
ol
Planilha Eletrônica
a M Editor de Áudio

os t
a C
e d
ch el Formulário

M i

Editor de Mapa Conceitual Editor de Vídeo


• Editor de Imagem: Photoshop, Paint,
- 0 8 Desenho
do Google, etc.
8 3 8
• Editor de Vídeo: Movie 4 9 .
3 .9 Maker, iMovie, etc.
• Editor de Áudio: 2 1
Audacity, Direct Cut, etc.
a r i
Tratamento l n
• PlanilhaiEletrônica: Excel, Planilha do Google,
o
M etc.
Numbers,
s ta
o• Editor de Apresentação: Power Point,
C Apresentação do Google, Keynote, etc.
d a
h ele • Editor de Texto: Word, Documento do Google,
M ic Pages, etc.
Produção
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i nar
Editor de Texto ol Editor de Desenho
a M
o s t
C
a Linguagem de Programação
e d
ch el
M i
Editor de Jogos
Editor de Apresentação
• Editor de Imagem
• Editor de Vídeo - 0 8
• Editor de Áudio 38
.8
9
• Planilha Eletrônica .94
2 1 3
r i
• Editor de Apresentação
a
Produção • EditorodelinTexto
a M de Mapas: Google Maps
• Editor
s t
o• Editor de Jogos: Tiny Tap, Kahoot, etc
C
a • Programação: Scratch, Arduino, Mindstorm, etc.
l e d
ch e
M i • Robótica: Arduino, Lego, sucata
• Outras Possibilidades: Espaço Maker
Compartilhamento
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i n ar
ol
a M
os t
Facebook
a C Blog

e d
ch el
M i

Youtube
- 0 8
38
.8
9 9
4etc.
1 3 .
• Site: Google Sites, Wix,
i
• Blog: WordPress,
r 2 Blogger, etc.
n a
Compartilhamento li de Vídeo: Youtube, Vimeo, etc.
• Repositório
o
a M Sociais: Facebook, Instagram, Twitter, etc.
• tRedes
os
a C
l e d
ch e
M i
Comunicação
- 0 8
.8 38
9 4 9
13 .
i 2
i n ar
ol
a M
os t
Zoom
a C WhatsApp

e d
ch el
M i

Skype
- 0 8
.8 38
• Telefonia 9 4 9
13 .
r i 2
• Mensagem instantânea: SMS, WhatsApp,
Messenger,aetc.
Comunicação l i n
M o
• Videoconferência: Skype, Zoom, Hangouts, etc.
s t a
o• Plataformas
C etc.
EAD: Moodle, Google Sala de Aula,
d a
h ele
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