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Frei Luís de Sousa, Almeida Garrett

Ato II, Cenas XIV e XV


Assunto
• Desvendamento da identidade do Romeiro;
• Revelação de que D. João está vivo;
• Identificação do Romeiro.
Estado de espírito de D. Madalena e Frei
Jorge com a chegada do Romeiro
➢ Tranquilos, com boa vontade,
apesar de cuidadosos.
Momento em que se altera o estado de
espírito de D. Madalena

➢ Quando o Romeiro lhe diz que esteve


cativo durante vinte anos na Palestina
e que veio vê-la a mando de alguém.
Motivo da agressividade revelada no discurso do Romeiro

➢ Ninguém o reconhece passados vinte anos, D.


Madalena associa-o a um pedinte e a sua casa está
ocupada por outros.

Amigo a quem o Romeiro se refere

➢ O amigo referido é Telmo, o seu fiel escudeiro.


Ponto culminante do sofrimento de D.
Madalena

➢ Quando o Romeiro identifica, entre os


retratos, qual é o de D. João.
Momento em que a tensão atinge o seu
ponto máximo – clímax da ação

➢ Quando Frei Jorge faz a pergunta e em que o


Romeiro se revela e diz “Ninguém.”
Explicação sobre a autoapresentação do Romeiro

➢ Perdeu tudo nos últimos 20 anos de cativeiro:


a família, a identidade, o lugar num mundo
que era o seu.
Gramática no texto
1. Classifica as orações sublinhadas nas frases.
a. “Pois perdoai, se vos ofendi, amigo (l.32).
Oração subordinada adverbial condicional.
b. “…sofrei, que ele também sofreu muito.”(l.63)
Oração subordinada adverbial causal.
2. Identifica as funções sintáticas presentes na frase “Bom velho,
dissestes trazer um recado a esta dama; (l.37)”
➢ Bom velho - vocativo; sujeito subentendido (tu); dissestes trazer um
recado a esta dama – predicado verbal; um recado – complemento
direto; a esta dama – complemento indireto.
3. Classifica os deíticos sublinhados: “Deus tenha misericórdia de mim! –
E esse homem,…” (l. 67)”.
➢ mim – deítico pessoal; esse – deítico espacial.