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CLASSIFICAÇÃO DOS METÓDOS DE ENSINO

Júlio Fausto José¹


Universidade Católica de Moçambique-Extenção de Gurué
Juliofausto49@gmail.com

845444136/867550263

RESUMO: No processo de ensino e aprendizagem, o professor selecciona e organiza vários métodos de ensino e
vários procedimentos didácticos em função das características de cada matéria. O presente artigo objetiva-se fazer a
classificação dos métodos de ensino no processo de ensino e aprendizagem dando mais enfase aos métodos usados
no ensino superior. Neste nível de ensino é mais frequente a utilização das metodologias activas, assim como as
colaborativas, uma vez que os estudantes trazem consigo algumas informações, deixando assim o professor como
facilitador O professor deve buscar atividades que ajudem os alunos a descobrirem e utilizarem a heterogeneidade do
grupo para aumentar o potencial de aprendizagem de cada membro. A aprendizagem colaborativa pode reunir
pessoas em grupos de forma presencial ou virtual. Faz-se uma pesquisa de aporte teórico de paradigma qualitativa e
descritiva, e tem como técnicas de recolha de dados a consulta bibliográfica de livros e artigos de alguns autores.
Não há método único de ensino, mas uma variedade de métodos cuja escolha depende dos conteúdos da disciplina,
das situações didáticas específicas e das características socioculturais e de desenvolvimento mental dos alunos. A
aprendizagem colaborativa pressupõe um ambiente de aprendizagem aberto em que o aluno se envolve a “fazer
coisas e a refletir sobre o que faz”, sendo-lhe dada a oportunidade de pensar por si mesmo e de comparar o seu
processo de pensamento com o dos outros, estimulando, assim, o pensamento crítico.

Palavras-Chaves: Métodos, ensino, classificação

¹Bacharel em ensino de Química (UP-Quelimane), Licenciado em ensino de Química (UCM-Nampula), Mestrando


em Psicopedagogia (UCM-Gurué)

Introdução
O presente trabalho aborda sobre os métodos de ensino, visto que são a partir destes métodos que
o processo de ensino se torna uma realidade. Apesar de alguns usarem métodos e não produzirem
frutos esperados pela sociedade, ela regula a maneira de como ensinar e colher resultados
positivos tendo em conta que cada estudante enfrenta dificuldades, morais, psicológicas e sociais
diferentes do outro.  
O professor ao dirigir e estimular o processo de ensino em função da aprendizagem dos alunos,
utiliza intencionalmente um conjunto de acções, passos, condições externas e procedimentos,
chamados de método de ensino.  Neste sentido, a classificação dos métodos de ensino resulta da

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relação existente entre ensino e aprendizagem, concretizada pelas actividades do professor e
alunos no processo de ensino.

As mudanças que ocorreram na forma de ensino com o uso das tecnologias, os desafios impostos
aos professores e as oportunidades com a inserção de novas formas e meios, exige dos
professores novos métodos de ensino. Volta-se a atenção para as transformações da sociedade e a
necessidade de modificar as tradicionais formas de ensinar, de aprimorar constantemente as
práticas e os saberes docentes

De salientar que para a elaboração do presente trabalho de pesquisa foi utilizada a consulta
bibliográfica de vários autores que tratam do tema em análise.

2. Métodos de ensino

O professor, ao dirigir um processo de ensino em função da aprendizagem do aluno, utiliza


intencionalmente um conjunto de acções, passos, condições externas e procedimentos a que
chamamos de método ou metodologia de ensino, ou ainda de estratégia metodológica. O aluno,
por sua vez, sujeito de sua própria aprendizagem, utiliza-se de métodos para se apropriar do
conhecimento.

Os métodos de ensino são as acções do professor pelas quais se organizam as atividades de


ensino e dos alunos para atingir objetivos do trabalho docente em relação a um conteúdo
específico (Libanêo, 2013, p. 167).

Segundo Piletti (1987) Métodos de ensino são as acções desenvolvidas pelo professor,


apresentadas pelo educador pedagogo ou pedagogista, pelas quais se organizam as atividades
de ensino e dos alunos para atingir objetivos do trabalho docente em relação a um conteúdo
específico relacionado com a educação.

Mas, se o professor compreende o processo de ensino como mera reprodução dos conteúdos
propostos no currículo, sem a necessidade de contextualizar ou relacionar com os interesses de
seus alunos, certamente sua intencionalidade se revela em práticas pedagógicas desmotivadoras,
resumidas na reprodução do conhecimento a ser memorizado, sem sentido, portanto
descaracterizando-o.

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2.1. Critérios básicos para a escolha dos métodos

Não há método único de ensino, mas uma variedade de métodos cuja escolha depende dos
conteúdos da disciplina, das situações didáticas específicas e das características socioculturais e
de desenvolvimento mental dos alunos.

Segundo Libanêo (2013) existem critérios básicos para a escolha de métodos a destacar:

 Objetivos educacionais;

 Experiência didática do professor;

 Tipo e quantidade de alunos;

 Tempo disponível.

2.2. Classificação dos Métodos de ensino

 Há muitas classificações de métodos de ensino conforme os critérios de cada autor. Dentro da
concepção de processo de ensino que temos estudados, os métodos de ensino são considerados
em estreita relação com os métodos de aprendizagem (ou métodos de assimilação activa); ou seja
os métodos de ensino fazem parte de papel de direcção do processo de ensino por parte do
professor tendo em vista aprendizagem dos alunos.

Segundo Ferro (1999), dentre os métodos de ensino mais utlizados no processo de ensino e
aprendizagem, destacam o método expositivo, Elaboração Conjunta e Trabalho independente.
Para além destes métodos de ensino de ensino podem existem outros métodos de ensino que
complementam o ensino e aprendizagem tais como o método activo ou metodologias activas, o
método colaborativo/cooperativo a chamada metodologias activas

2.2.1. Método Expositivo

Método Expositivo é aquele em que o formador desenvolve oralmente um assunto, dando todo o
conteúdo, isto é, a informação de partida, a estruturação do raciocínio e o resultado. Os
conhecimentos, habilidades e tarefas são apresentadas, explicadas ou demonstradas pelo
professor, a actividade dos alunos é receptiva (Ferro, 1999, p.6).

Nesse método, os conhecimentos, habilidades e tarefas são apresentadas, explicadas ou


demonstradas pelo professor. A actividade dos alunos é receptiva, embora não necessariamente
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passiva. É bastante usado nas escolas, apesar das críticas que são feitas principalmente por não
levar em conta o princípio de actividade do aluno.

O método expositivo, no qual o professor usa a fala e o estudante usa a audição como principais
canais de transmissão/ recepção de informação, continua a ser, em plena era da tecnologia da
informação, o método mais usado pelos professores no ensino superior e para muitos, no início
do século XXI, ainda é impensável leccionar no ensino superior sem recorrer à apresentação
expositiva.

A exposição lógica da matéria continua sendo, pois, um procedimento necessário, desde que o
professor consiga mobilizar a actividade interna do aluno de concentrar-se e de pensar, e a
combine com outros procedimentos, como trabalho independente, a conversação e o trabalho em
grupo.

As aulas expositivas podem e devem ser associadas a outros métodos (e.g., questionamento
socrático, discussão, resolução de problemas, aprendizagem cooperativa), tornando-se mais
eficazes e contribuindo para tornar os estudantes mais activos e motivados.

O desafio no uso do método expositivo consiste em torná-lo um meio eficaz de aprendizagem


para a maioria dos alunos. Este desafio implica, em primeiro lugar, reconhecer que este método
se aplica a objectivos cognitivos como a aquisição de informação nova e a compreensão das suas
relações significativas, mas, pelo contrário, não é adequado quando:

 Queremos apresentar informação complexa ou demasiado abstracta,


 Pretendemos desenvolver valores, atitudes ou competências psicomotoras
 Aquilo que está em causa são aptidões cognitivas de nível superior (p. ex., aplicação,
análise, síntese e avaliação de dados), já que o desenvolvimento destas capacidades requer
actividade intelectual e o confronto com tarefas que não se resumem a obter e
compreender informação.

Entretanto, sendo a aula expositiva um método muito difundido em nossas escolas, torna se
necessário alertar sobre práticas didacticamente incorrectas tais como: conduzir os alunos a uma
aprendizagem mecânica, fazendo os apenas memorizar e decorar factos, regras, definições, sem
ter garantido uma sólida compreensão do assunto; usar linguagem e termos inadequados,
distantes da linguagem usual das crianças e dos seus interesses: usar que não tem

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correspondência com o vocabulário das crianças; apresentar noções, factos, assuntos sem ligação
com a meteria anterior, isto é, sem um plano sistemático de unidades de ensino com objectivos.

Este é um procedimento didático importantíssimo para canalizar o interesse quando o conteúdo


exposto é significativo e vinculado às experiências dos alunos. Neste caso a exposição deixa de
ser apenas um repasse de informações.

2.2.2. Metodologia Cooperativa ou colaborativa

Para Borges (1995, p. 53), a “aprendizagem colaborativa é uma técnica com a qual os estudantes
se ajudam no processo de aprendizagem, atuando como parceiros entre si e com o professor,
visando adquirir conhecimento sobre um dado objecto”.

Segundo Berbel (1999) salienta que as habilidades colaborativas são simples formas de
relacionamento com os outros, orientadas para executar uma atividade, podem ser observadas as
habilidades de comunicação e interação, a habilidade de saber ouvir, saber falar, compartilhar e
sintetizar ideias, opinar e expressar seu próprio pensamento e sentimentos.

É importante que o professor dê a seus alunos tempo e espaços de discussão, para que eles
possam analisar o funcionamento de seus grupos e possam perceber como as habilidades
pessoais e sociais são sendo desenvolvidas para o êxito e ajuda aos membros do grupo e
também que o professor permita a auto-avaliação de seus alunos, de modo que eles
possam se dar conta se estão atingindo os objetivos, tanto pessoais quanto de grupo, que
haviam sido propostos (Bruffee, 1999, p. 89).
Na Educação a Distância online, a prática da aprendizagem cooperativa se estrutura em ambiente
não presencial mediada por computador.

A aplicação da aprendizagem cooperativa em ambientes universitários pressupõe que os


membros do grupo não sejam muito heterogêneos, pois esses geralmente encontram-se nivelados
por disciplinas, currículos, atividades ou estudos experimentais realizados conjuntamente.

Nesse caso, a meta é a optimização da aprendizagem de cada um, por meio da partilha de
conhecimento e vivências (externalização). As atividades são orientadas na mesma direção e os
resultados são frutos das trocas e dos objetivos compartilhados.

Segundo (Baudrit, 2005) além disso, a solidariedade também é um dos requisitos básicos da
aprendizagem cooperativa, pois permite reagrupar conhe

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cimentos, partilhar, integrar e interagir e, ainda, que as pessoas se ajudem mutuamente nas
dificuldades, com responsabilidade, reciprocidade e consciência do seu papel na equipe, coerente
com os princípios da participação, da autonomia e da liberdade. Ou seja, o sucesso colectivo
parece depender da contribuição e eficácia de cada um para a realização de um projeto em
comum.

Do ponto de vista de algumas pesquisas, a aprendizagem colaborativa vai além da cooperação,


pois:
 Possibilita alcançar objectivos qualitativamente mais ricos em conteúdo, na medida em que
reúne propostas e soluções de vários alunos do grupo; os grupos estão baseados na
interdependência positiva entre os alunos, o que requer que cada um se responsabilize mais
pela sua própria aprendizagem e pela aprendizagem dos outros elementos do grupo (aprender
partilhando permite que os alunos se integrem na discussão e tomem consciência da sua
responsabilidade no processo de aprendizagem);

 Incentiva os alunos a aprender entre eles, a valorizar os conhecimentos dos outros e a tirar
partido das experiências de aprendizagem de cada um; maior aproximação entre os alunos e
uma maior troca activa de ideias no seio dos grupos, faz aumentar o interesse e o
compromisso entre eles; transforma a aprendizagem numa actividade eminentemente social;
aumenta a satisfação pelo próprio trabalho.

Na essência, a aprendizagem colaborativa, a partir da observação dos grupos de pares, do estudo


do processo de comunicação dentro do grupo e entre os grupos, dos fundamentos do ensino com
pesquisa, busca técnicas para inovar e melhor alcançar o objetivo maior da educação: a
aprendizagem

2.2.3. Metodologias Activas

Segundo Pinheiro (1998) as Metodologias activas ou Método Ativo é o processo de ensino em


que os estudantes ocupam o centro das ações educativas por meio da problematização da
realidade, como estratégia pedagógica, com o objectivo de alcançar e motivar os aprendizes à
construção de conhecimentos, competências e habilidades, sejam humanas ou profissionais,
considerando que, frente ao problema que eles se envolvem, examinam, refletem e estabelecem
relações, atribuindo novos significados para suas descobertas. 

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Método activo (Metodologias Activas) foi fundada nos princípios de John Dewey (1859-1952),
parte do entendimento de que a acção, própria da natureza humana, precede o conhecimento e o
pensamento. Desta forma, concebe que o conhecimento e o ensino devem estar relacionados a
acção, a vida pratica, a experiencia.

Neste sentido a escola, respeitando a natureza da criança, deve explicar o princípio desta
metodologia activa: Aprender Fazendo, agindo vivendo, ou seja o princípio da metodologia
activa é o ensino pela acção. Desta forma o papel do professor não é oferecer conhecimento
acabado aos alunos, mas sim ensinando os alunos a adquiri-los de acordo com as suas
necessidades, desenvolvendo neles as habilidades as suas habilidades.

Os princípios da aprendizagem activa resume-se em:

 Atenção e o pensamento reflexivo;

 A capacidade de estabelecer relações entre factos e objectos;

 A habilidade para diferenciar o essencial do acessório:

 Habilidade para remontar as causas e prever os efeitos.

As metodologias activas vêm como possível acção para o desenvolvimento dinâmico e


participativo do aluno de forma autônoma, integrada e colaborativa. Dessa forma, o educando
passa a representar papel importante na aprendizagem, de ordem intelectual, ética, metodológica
e comunicacional.

Especialmente no ensino superior, o educando deve ser competente quanto à auto-aprendizagem


e o auto-gerenciamento das suas necessidades de conhecimento de modo significativo e integrado
às estruturas cognitivas subjacentes, problematizando e ultrapassando saberes anteriores em
busca da construção de novos conhecimentos. Para isso, as metodologias ativas se utilizam da
resolução de problemas por parte dos estudantes, de modo que eles possam encontrar caminhos,
alternativas, possibilidades e escolhas adequadas à tomada de decisão em contextos complexos.

Nas universidades, a utilização de metodologias activas tem sido cada vez mais frequente,
especialmente pelo uso da Educação a Distância online (EaD) por meio de Ambientes Virtuais de

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Ensino-Aprendizagem (AVEA), onde a aprendizagem colaborativa é fundamental para o sucesso
do trabalho, do grupo e de cada um individualmente.

Além de maior apropriação da educação a distancia, o ensino superior, mesmo presencial, tem se
enriquecido de ações significativas para a aprendizagem, vivenciando com maior frequência as
metodologias ativas e colaborativas, como é o caso da Aprendizagem Baseada em Problema,
usualmente conhecida pelo termo em inglês (Problem Based Learning - PBL) e a Aprendizagem
Baseada em Projetos (Project Based Learning).

Segundo Johnson (1991) no ensino superior, a exposição interactiva deve ter em conta alguns
princípios de aprendizagem do adulto que foram extensamente estudados nas últimas décadas.
Um longo caminho foi percorrido na investigação sobre a forma como os jovens e adultos
aprendem, desde o pragmatismo de Dewey (1897), que salientava a necessidade da aprendizagem
pela experiência e acção, até ao processo Bolonha, cuja visão do ensino superior acentua a
necessidade de centrar o ensino no estudante, no trabalho autónomo e no desenvolvimento de
competências que vão muito além da mera memorização e da aplicação de operações intelectuais
de rotina .

Quando falamos em aprendizagem activa nos estudantes do ensino superior devemos ter em
conta que estes são jovens adultos e que por esse facto já têm um património de conhecimentos,
experiências e valores que não podem ser ignorados.

Na opinião de Knowles (1984) as experiências acumuladas deve ser valorizado no ensino, porque
é o principal recurso para novas aprendizagens;

 O adulto está motivado pela aprendizagem de materiais relevantes e úteis aos seus
objectivos de vida, pelo que a relevância e aplicabilidade do conhecimento deve ser
sempre esclarecida e posta ao serviço da resolução de problemas reais;

 Ao mesmo tempo, deve ter a oportunidade de aplicar o conhecimento e participar


activamente da resolução de problemas.

3. Considerações Finais
Fica claro que o método expositivo bem gerido possa cumprir objectivos de aprendizagem
cognitiva relevantes, como a aquisição de informação e a sua compreensão. É também um factor

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decisivo para interessar o estudante por temas que até aí ignorava, iniciando-o no prazer do
conhecimento e na exploração cada vez mais aprofundada nos conteúdos.

A aprendizagem colaborativa como uma metodologia construtivista apresenta características e


elementos para que o professor possa criar um ambiente que favoreça a colaboração entre os
participantes, a inovação, a pesquisa, a troca de informações e a negociação de conflitos,
oferecendo recursos para a aprendizagem individual e colectiva. É fundamental na aprendizagem
colaborativa envolver a pesquisa não somente como busca de conhecimento ou simples
descoberta, que termina na análise teórica, mas como forma natural de estabelecer o diálogo com
a realidade.

De salientar que as metodologias activas vêm como possível acção para o desenvolvimento
dinâmico e participativo do aluno de forma autônoma, integrada e colaborativa. Dessa forma, o
educando passa a representar papel importante na aprendizagem, de ordem intelectual, ética,
metodológica e comunicacional.

Portanto o ensino superior tem buscado inovação. Entretanto, esbarra em propostas


conservadoras de ensino e em políticas que demoram muito tempo a serem implementadas.
Assim como no caso da aprendizagem por competência, as metodologias ativas, o uso da
estratégia de Aprendizagem Baseada em Problema na formação sócio-profissional ainda encontra
obstáculos para ser implantada.

Bibliografia
1. Berbel, N. (1999) Metodologia da problematização: fundamentos e aplicações. Londrina:
E Bauru-SP: EDUSC,
2. Ferro, A. M. (1999) O Método Expositivo. Lisboa: Instituto do Emprego e Formação
Profissional. ISBN
3. Johnson, D. W., Johnson, R. T.; & Smith, K. A. (1991). Cooperative learning: increasing
college faculty instructional productivity. Washington, DC: ASHE/ERIC Higher
Education.
4. Knowles, M. S. et al (1984) Andragogy in Action. Applying modern principles of adult
education, San Francisco: Jossey Bass.
5. Libanêo, José Carlos (1994) Didáctica Geral . São Paulo, Cortes

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6. Pinheiro, João (1998) Métodos Pedagógicos. Lisboa, Instituto do Emprego e Formação
Profissional. ISBN.

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