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1 Pedro 3

1 Do mesmo modo, mulheres, sujeite-se cada uma a seu marido, a fim de que,
se ele não obedece à palavra, seja ganho sem palavras, pelo procedimento de
sua mulher,
2 observando a conduta honesta e respeitosa de vocês.
3 A beleza de vocês não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos
trançados e jóias de ouro ou roupas finas.
4 Ao contrário, esteja no ser interior, que não perece, beleza demonstrada num
espírito dócil e tranqüilo, o que é de grande valor para Deus.
5 Pois era assim que também costumavam adornar-se as santas mulheres do
passado, que colocavam sua esperança em Deus. Elas se sujeitavam cada uma a
seu marido,
6 como Sara, que obedecia a Abraão e o chamava senhor. Dela vocês serão
filhas, se praticarem o bem e não derem lugar ao medo.
7 Do mesmo modo vocês, maridos, sejam sábios no convívio com suas mulheres
e tratem-nas com honra, como parte mais frágil e co-herdeiras do dom da graça
da vida, de forma que não sejam interrompidas as suas orações.

Na mensagem da live passada em 1 Pedro, vimos que somos seres regenerados e em


peregrinação nesta terra, uma vez que somos cidadãos dos céus. Assim, essa nossa nova
vida deve se refletir no relacionamento com as autoridades e com outros contratos sociais
aos quais nos submetemos. No texto, esta última parte foi exemplificada no
relacionamento da classe de servos (ou escravos) para com seus senhores.
(Quanto aos detalhes disso, você vai precisar assistir à última mensagem).
Como um resumo do que vimos, a Grande Ideia semana passada foi “O VIVER
EXEMPLAR DA NOSSA NOVA IDENTIDADE SERVE PARA GLORIFICAR A DEUS”
Hoje, nosso texto é, na verdade, uma continuação. E vamos para o lugar onde é
geralmente mais difícil viver nossa santidade: dentro de nossos lares. E, veremos o
relacionamento onde isso é mais testado: o casamento. Ele pode ser um matrimônio ou um
verdadeiro manicômio.

Mas, antes, preciso explicar que em uma exposição bíblica, nos atemos ao que o
texto diz. Ou seja, é claro que em sete versículos, Pedro não conseguiria dar um extensivo
manual sobre relacionamento matrimonial. Portanto, não é esse o nosso objetivo hoje. O
que queremos é olhar para o texto apenas e extrair as aplicações possíveis diante do que
ele coloca.
Interessantemente, nunca houve tanta informação sobre casamento e sexo
disponível como temos em nossos dias. Contudo, nunca o casamento foi tão descartável
como em nossos dias. Inclusive, no meio cristão. Realmente, o fato de dois cristãos casarem
não garante absolutamente nada quanto ao sucesso desse casamento. Na verdade, em
muitos casos, enquanto muitos casamentos entre cristão falharão, dois incrédulos, sem
nenhuma influência da Palavra, permanecerão casados a vida toda.
Casamento é uma construção; nunca um produto pronto. Requer manutenção como
um castelo de areia perto o suficiente das ondas da praia para precisar de cuidado e longe o
suficiente para não ser totalmente levado. Mas, muitos acham que é um prédio de aço,
titânio e vidro a prova de bala para com o qual não precisamos fazer nada.
E, finalmente, uma mensagem apenas ou até um simpósio podem ajudar, mas não
substituirão o impacto que o relacionamento vertical com o Senhor terá nos seus
relacionamentos horizontais, entre eles, o seu casamento.
A verdade é que nos enlouquecemos uns aos outros. Às vezes, mais, às vezes, menos.
E o casamento não é exceção.
Então, se queremos ter um matrimônio mais do que um manicômio, vamos lá ver
alguns conselhos de 1 Pedro.

1.) A HARMONIA NO CASAMENTO VEM DA IMITAÇÃO DO EXEMPLO DE CRISTO, v.1a-7a

►V.1a, 7a: “Do mesmo modo” ou “igualmente”, ocorre tanto antes do conselho às
mulheres, quanto ao conselhos aos homens. Mas, do mesmo modo do quê? Dos versos 21
a 25 do capítulo anterior, Pedro havia dado o exemplo de todos os exemplos, isto é, o
exemplo de Jesus como razão, base e motivação para a submissão a qualquer outra pessoa.
Tal como Jesus é submisso funcionalmente ao Pai, maridos e esposas devem se sujeitar uns
aos outros.
Vale destacar que vamos sempre imitar algo ou alguém. E, em termos de origem, ou
imitaremos o que vem dos céus, do alto, de Cristo. Ou imitaremos o que vem debaixo, do
mundo e, em última análise, do diabo. Literatura, cinema e similares estão inundados disso.

Há dois erros comuns no entendimento de sujeição ou submissão.


Primeiro, submissão ou sujeição significa ter menor valor do que o outro. Certo?
Errado. A ideia sempre é funcional. Tenho o mesmo valor que uma autoridade policial como
ser humano. Mas, no desempenho da função dele, ele está acima de mim. Certa feita,
estávamos jogando bola com irmãos de várias igrejas e uma questão de desentendimento
aconteceu. E uma das pessoas envolvidas era um juiz. Contudo, quem teve a palavra final
ali foi o pastor da igreja. E todos, inclusive o juiz, atenderam ao que ele determinou naquele
desentendimento. Ou seja, a função ali era do responsável pela igreja; e não de uma
autoridade como um juiz.
Segundo, só mulheres aos maridos, filhos aos pais e empregados aos empregadores
devem submissão ou sujeição. Certo? Errado. A ideia de servir ao outro, honrar ao outro,
priorizar o outro acima de si mesmo. Adivinhe só!!! TAL COM JESUS FEZ!!! Ou seja, um líder
funcional está se sujeitando ou se submetendo ao seu liderado funcional quando age e faz
o que deve fazer e como deve agir.
Assim, Cristo ao mesmo tempo de sujeitou ao Pai em obedecê-lo e, ao mesmo
tempo, àqueles que iria salvar morrendo por eles.

2.) A SUJEIÇÃO É EXCLUSIVIDADE CONJUGAL, v.1


Apesar da modéstia e da humildade ser algo elogiável na conduta feminina, a
sujeição colocada aqui por Pedro para as mulheres é algo exclusivo para o seu próprio
marido. Parece óbvio, mas não é algo bom deixar de apontar mesmo as coisas óbvias.
E, novamente, essa postura não desculpa as mulheres para uma atitude de afronta
para com todos os demais homens, desde que ela não a tenha para com o seu marido. O
que está sendo colocado aqui é a necessidade de intencionalidade dela para com o seu
esposa; obviamente, algo que também vale para ele em relação a ela no cuidado que
veremos mais adiante.

Já para a esposa, cabe biblicamente a voluntária colocação como auxiliar que investe
tudo o que pode para a missão dada ao seu esposa seja bem-sucedida. Inclusive, porque ela
é a maior beneficiada nisso.

3.) A HARMONIA NO CASAMENTO PASSA PELA COMUNICAÇÃO, v.1-2

►V.1: existem inúmeros texto que falam sobre poder das palavras, sobre comunicação,
sobre o uso da língua e etc. Provérbios, por exemplo, possui 18 menções à língua e 27
menções aos lábios, ao nos aconselhar sobre comunicação.
Tiago no capítulo 3 também traz preciosos conselhos sobre o uso da língua, por exemplo, o
verso 2, “Todos tropeçamos de muitas maneiras. Se alguém não tropeça no falar, tal
homem é perfeito, sendo também capaz de dominar todo o seu corpo.”
Ou seja, falamos o que não deveríamos porque ignoramos ou desprezamos tantos e
tantos conselhos da Palavra de Deus.

No caso do nosso texto em especial, Pedro adverte às irmãs (isto é, as que conhecem
a Cristo) a que moderem a quantidade do que falam. Os estudiosos afirmam que as
mulheres precisam falar por dia 20 mil palavras enquanto que os homens apenas 7 mil. Se é
verdade ou não, não sei. Mas, se for, o desafio dado por Pedro é que aquelas mulheres que
possuírem homens que não obedecem à Palavra, sejam ganhos “sem palavra”. Pedro faz
mais um jogo de palavras aqui; inclusive, no texto original.
A ideia aqui é que, uma vez que ele já sabe da conversão de sua esposa, ele deve ser
ganho pela conduta dela. A palavra usada aqui, além de “ganhar”, significa “adquirir pelo
esforço” – em outras palavras, é algo muito mais difícil transformar nossas ações e atitudes
do que fechar nossa boca; mesmo que não vejamos assim.
Ou seja, o poder da comunicação aqui na instrução de Pedro é, de fato, o poder da
não-comunicação. Mas, isso é apenas o outro lado da mesma moeda. Não somente as
mulheres, mas também os homens, precisam aprender o que falar e o que não falar,
sempre buscando promover a paz e o crescimento dentro do relacionamento.
Se esta é uma área de luta para você em particular, recomendo uma dieta de livros
sobre o assunto, mas principalmente, de um exame dos muitos textos bíblicos sobre o uso
da língua.
4.) A HARMONIA NO CASAMENTO VEM DA PRIORIDADE NO INVESTIMENTO INTERIOR,
v.3-4
Ainda falando sobre a questão da comunicação, Pedro defende que a comunicação
sem palavras, vinda da transformação interior, é superior à um monte de palavras.
Mas, antes, vamos falar do que Pedro não está falando nos versos 3 e 4.
Ele NÃO está falando que você não deve se cuidar. Quero deixar isso claro, apesar de
achar óbvio, porque realmente há dois extremos, principalmente, no meio evangélico. De
um lado, um legalismo que leva irmãs a parecerem recém emergidas da idade das cavernas.
Descuidadas, desfeminalizadas, destruindo até mesmo a beleza natural que Deus as deu.
No outro lado, um liberalismo comportamental que ilude algumas irmãs em buscar
atenção, admiração e elogios, até mesmo quando dizem que não querem.
O equilíbrio aqui vem de uma palavra esquecida: modéstia. Palavra comumente
confundida com “humildade”, modéstia significa:
1. ausência de vaidade em relação ao próprio valor, às próprias realizações, êxitos
etc.; despretensão.
2. comedimento determinado pelas exigências das circunstâncias, dos deveres, dos
usos; sobriedade.

Tal como colocou Paul Washer de forma brilhante, “Irmãs, olhem, se a sua roupa é
uma moldura para seu rosto, certo? O rosto resplandece a glória de Deus; mas se a
sua roupa é uma moldura para o seu corpo, você é sensual e Deus odeia o que você
está fazendo, você é um tropeço aos demais, e a Bíblia diz que seria melhor que você
nunca houvesse nascido.”
Ele NÃO está falando que embelezar-se é pecado. Continuando a lógica do primeiro
ponto, aqui estão de novo os extremos. De um lado, zero investimento. Do outro, se
possível, até endividamento. Cabe o equilíbrio. Cabe o julgamento se você não está sendo
dominada pela indústria da beleza.

Novamente, por que tais conselhos não seriam úteis aos homens? Entre o troglodita
das cavernas e o “metrossexual” que gasta mais tempo e dinheiro com sua “beleza pessoal”
do que muitas mulheres, o homem também deve buscar a modéstia e um procedimento
que reflita a pessoa de Cristo.

Para terminar, no verso 4, Pedro diz que essa atitude interior deve ser a beleza de um
espírito dócil (ou manso) e tranquilo. Novamente, características do Senhor Jesus.
Algo interessante é que muitas das “mulheres modernas” chamariam isso com algum
adjetivo depreciativo. Mas, não o Senhor. Cabe uma escolha. Quero ser opiniosa, iracunda
e beligerante como o mundo gostaria que eu fosse. Ou as opções do texto acima? Só essas
vem com a observação como sendo algo “de grande valor para Deus”.
5.) A HARMONIA NO CASAMENTO VEM DE NOS ESPELHARMOS EM BONS E PIEDOSOS
EXEMPLOS, v.5-6

5 Pois era assim que também costumavam adornar-se as santas mulheres do


passado, que colocavam sua esperança em Deus. Elas se sujeitavam cada uma a
seu marido,
6 como Sara, que obedecia a Abraão e o chamava senhor. Dela vocês serão
filhas, se praticarem o bem e não derem lugar ao medo.

Nos versos 5 e 6, para ilustrar o que acabara de ensinar nos versos 3 e 4, Pedro evoca
o exemplo de submissão de mulheres da história judaica, entre elas, Sara. Neste caso, duas
características sobre essas mulheres são destacas por Pedro.
Primeiro, ela eram bonitas, sem a necessidade de exageros. Sabendo como o homem
é muito mais visual do que a mulher, é apenas algo lógico que tais mulheres também
cuidavam de si mesmas.
Segundo, elas demonstravam sua piedade através das suas atitudes. Tal e qual Pedro
havia argumentado acima.

Dessa forma, mesmo que o Senhor Jesus seja nosso principal exemplo, não é errado
nem incomum a Palavra de Deus nos apontar exemplos dentre o povo de Deus e Sua igreja.

Quantas vezes, casamentos são perdidos por influências externas nocivas? Paulo
adverte, “Não se deixem enganar: ‘As más companhias corrompem os bons costumes’.” (1
Co 15.33) – neste contexto, alguns estavam mal informados sobre a ressurreição e sobre a
Esperança Eterna e começando a contemplar as ofertas deste mundo. Como isso é
semelhante às tentações das ofertas dos “amigos” que tentam influenciar nossos
casamentos.
Em lugar disso, se cerque de pessoas piedosas que investem e protegem seus
casamentos e aprenda com eles.
6.) A HARMONIA NO CASAMENTO VEM DE VÊ-LO COMO PRIORIDADE, v.7

7 Do mesmo modo vocês, maridos, sejam sábios no convívio com suas mulheres
e tratem-nas com honra, como parte mais frágil e co-herdeiras do dom da graça
da vida, de forma que não sejam interrompidas as suas orações.

Primeiro, no começo do verso 7, Pedro fala sobre o marido ser sábio no convívio com
a sua esposa. Ou SEJA, viver a submissão cristão em viver a vida comum do lar com
discernimento. Essas afirmações me lembra uma maravilhosa frase de Chesterton, “A coisa
mais extraordinária do mundo é um homem comum, uma mulher comum e seus filhos
comuns.” Em um mundo que fica o tempo todo falando para que você seja “espetacular”,
“único”, “extraordinário”... esse é um conselho difícil de engolir, não?
A ideia de Pedro neste verso com a palavra “sábio” ou “com entendimento” é que
cabe ao marido suprir as necessidades espirituais, físicas e emocionais de sua esposa. Uma
tarefa nada fácil e geralmente desconhecida, eu concordo. Mas, ainda assim, um alvo e
uma busca que não deve sair das prioridades do esposo. Ela é um curso no qual ele nunca
se formará realmente. Que maravilha se ela encarar isso da mesma maneira.

Algo prático para nossos dias quanto a isso é a prioridade em relação aos
relacionamentos exteriores. Por exemplo, segundo a Palavra de Deus, depois de casarmos,
até mesmo nossos pais se tornam relacionamentos exteriores e menos importantes do que
nosso cônjuge. Mas, parece que alguns não leem “e deixará o homem seu pai e sua mãe”,
pois eles mantém uma dependência e um envolvimento que, muitas vezes, atrapalha o
relacionamento conjugal. Sem falar naqueles que leem acrescentando, “e deixará o
homem seu pai e sua mãe e se unirá a sua mulher e aos seus amigos”. E as coisas ficam
complicadas.
7.) A HARMONIA NO CASAMENTO VEM DE SER SENSÍVEL ÀS NECESSIDADES DO OUTRO,
v.7

7 Do mesmo modo vocês, maridos, sejam sábios no convívio com suas mulheres
e tratem-nas com honra, como parte mais frágil e co-herdeiras do dom da graça
da vida, de forma que não sejam interrompidas as suas orações.

Ainda no verso 7, e ainda aos maridos, Pedro os instrui a tratar suas esposas com
honra, como parte mais frágil e como co-herdeiros do dom da graça.
Tratar com honra ou com consideração (ARA) é compreender como e o que ela é e
tratar de acordo. Ela é sua esposa, sua carne mais do que aqueles que carregam seu DNA.
E uma das compreensões sobre a sua esposa e vê-la como “vaso mais frágil” tal como
Pedro literalmente escreve aqui. Atenção: parte mais frágil, e não mais fraca. Claro que a
parte física vem imediatamente na nossa mente. Mas, apesar de ser verdade, Pedro se
refere a muito mais do que isso. A liderança masculina é algo apontado por Deus, mas não
sem que Ele estabeleça diferenças que colocam maior resistência normalmente na maioria
dos homens e uma menor resistência e dependência normalmente na maioria das
mulheres.
Como sempre é preciso salientar, isso nada tem a ver com fragilidade intelectual ou
algum descaso com o valor das mulheres. Antes de reconhecer as diferenças, neste caso,
ser sensível às necessidades da parte mais frágil.
Finalmente, “co-herdeiras da graça da vida” é uma expressão que muitos entendem
como serem irmãs em Cristo, isto é, salvas, tal como seus esposos. Mas, isso eliminaria os
esposos cujas mulheres ainda não se converteram.
Outro entendimento desta expressão (e que faz mais sentido) é se referir aos filhos.
Claro que há casais que não poderão ter filhos. Mas, mesmo que seja algo entristecedor
muitas vezes, não é a norma. Assim, o esposo deve ainda mais valorizar sua esposa por ser
ela o maravilhoso meio pelo qual ele pode também gerar vida.

Pedro termina com algo importante: a qualidade de como vemos nosso casamento e
cônjuge da maneira como vimos até agora tem um impacto na nossa vida espiritual. Pedro
termina, “de forma que não sejam interrompidas as suas orações”.

Pedro entende que maridos e esposas orariam juntos. Muitas vezes, infelizmente,
eles não agem assim. E esta é a razão de muito fracasso e infelicidade. Se pessoas não
convertidas podem ter lares felizes sem oração (e muitas vezes eles têm, quão mais felizes
serão os lares cristãos com a oração! Na verdade, a vida de oração de um casal aponta
como estão as coisas em casa! Especialmente, seguindo os princípios que vimos aqui no
capítulo 3 de 1 Pedro.
Se algo estiver errado, suas orações serão prejudicadas. O marido e a esposa
precisam ter seu próprio tempo de oração individual e privado todos os dias. Mas, eles
também precisam orar juntos e ter um tempo de "devoção em família". A forma como isso
é organizado mudará de casa em casa e até de tempos em tempos, à medida que as
crianças crescem e os horários mudam. A Palavra de Deus e a oração são básicas para um
lar feliz e santo e piedoso.

Como prometido, não temos como cobrir todas as áreas do matrimônio em apenas
um texto. Mas, creio que vimos o suficiente para que não tenhamos um manicômio em
nossas casas.
Tudo se resume ao que Paulo nos ensina em Efésios 5.21 logo antes de ensinar como
que pais, esposas, maridos, servos e senhores devem sujeitar-se, ele diz, “Sujeitem-se uns
aos outros, por temor a Cristo.”
No final, tal como acabou o capítulo anterior, nosso Senhor e Salvador Jesus de
Nazaré é a verdadeira razão. O amor ao nosso cônjuge pode nos motivar, mas ele é falho.
Contudo, mesmo que o nosso amor pelo nosso Senhor seja também falho, o amor dEle por
nós não é. De fato, “...o amor de Cristo nos constrange, porque estamos convencidos de
que um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu por todos para que
aqueles que vivem já não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles
morreu e ressuscitou.” (2 Co 5.14-15)

O VIVER EXEMPLAR DA
NOSSA NOVA IDENTIDADE
SERVE PARA GLORIFICAR A DEUS.

1.) A HARMONIA NO CASAMENTO VEM DA IMITAÇÃO DO EXEMPLO DE CRISTO, v.1a-7a


2.) A SUJEIÇÃO É EXCLUSIVIDADE CONJUGAL, v.1
3.) A HARMONIA NO CASAMENTO PASSA PELA COMUNICAÇÃO, v.1-2
4.) A HARMONIA NO CASAMENTO VEM DA PRIORIDADE NO INVESTIMENTO INTERIOR,
v.3-4
5.) A HARMONIA NO CASAMENTO VEM DE NOS ESPELHARMOS EM BONS E PIEDOSOS
EXEMPLOS, v.5-6
6.) A HARMONIA NO CASAMENTO VEM DE VÊ-LO COMO PRIORIDADE, v.7
7.) A HARMONIA NO CASAMENTO VEM DE SER SENSÍVEL ÀS NECESSIDADES DO OUTRO,
v.7

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