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A Santa Igreja

Sabemos que a segunda Pessoa da Santíssima Trindade, Verbo e Filho único de Deus,
unido desde toda a Eternidade ao Pai e ao Espírito Santo na indivisão de Deus, criador e
governador soberano do universo, se encarnou e nasceu da Santíssima Virgem Maria,
viveu a nossa vida mortal, evangelizou o povo judeu da Palestina ao qual havia sido
pessoalmente enviado por seu Pai; foi desprezado, vendido e entregue ao governador
romano Pôncio Pilatos, condenado à morte, crucificado e sepultado; desceu aos
infernos, e ao terceiro dia ressuscitou dentre os mortos; subiu aos céus quarenta dias
depois, e está assentado à direita de Deus Padre, donde governa a Igreja por Ele
fundada, à qual enviou o seu Espírito, que é também o do Pai, santificando-a com os
sacramentos da graça e dispondo-a para a segunda vinda no fim dos tempos; então
julgará os vivos e os mortos, depois de os ressuscitar; e estabelecerá a separação
definitiva entre os bons, que com Ele gozarão eternamente as delícias de seu Pai, e os
maus, que feridos com a sua maldição, receberão digno castigo nos suplícios do fogo
eterno.
A Igreja como Corpo de Cristo é um organismo divino-humano que faz parte do plano
de Salvação dos Homens. A Igreja é o corpo místico de Cristo. Em outras palavras,
Cristo é a cabeça e os membros do corpo são aqueles que foram batizados de acordo
com o modelo em nome da Santíssima Trindade. "Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele
próprio o salvador do corpo." (Efésios, 5,23), diz São Paulo. São Paulo também diz que
"Ora, vós sois o corpo de Cristo, e seus membros em particular"(1 Coríntios 12,27) e
que "Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente
somos membros uns dos outros." (Romanos, 12,5).
A queda do homem interrompeu sua comunhão com a Igreja celestial. Deus, entretanto,
não abandonou Sua criatura, mas já havia planejado a salvação do homem. Para
preparar o retorno do homem à comunhão com Deus, Ele escolheu "o povo eleito de
Israel" que era a prefiguração do novo Israel, ou seja, a Igreja (Romanos 9,7-8. Gálatas
3,29: “E, se vós sois de Cristo, logo sois a descendência de Abraão, os herdeiros
segundo a promessa.”.
No entanto, a Igreja não é composta unicamente de Cristo e daqueles que vivem na
terra. Os membros da Igreja encontram-se parte no Céu, e formam a Igreja triunfante;
parte no Purgatório, e formam a Igreja padecente; parte na terra, e formam a Igreja
militante. Estas diversas partes da Igreja constituem uma só Igreja e um só corpo,
porque têm a mesma cabeça que é Jesus Cristo, o mesmo espírito que as anima e as une,
e o mesmo fim que é a felicidade eterna, que uns já estão gozando e que outros esperam.
A Igreja é o tesouro da verdade e da graça divina. É a arca da salvação do homem. É o
reino de Deus na Terra.
O apóstolo São Paulo fala do mistério de Deus que foi revelado ao homem e aos anjos
com a encarnação do Filho e do Verbo de Deus. Foi o mistério que foi escondido por
séculos por Deus (mas já com diversas pistas no Antigo Testamento) de acordo com o
propósito eterno que foi revelado por Nosso Senhor Jesus Cristo para ser reconhecido
por meio da Igreja (Ef. 3, 8-11: “8 A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada
esta graça de anunciar entre os Gentios as riquezas incompreensíveis de Cristo, 9 e de
manifestar a todos qual seja a comunicação do mistério escondido, desde o princípio dos
séculos, em Deus, que tudo criou; 10 para que a multiforme sabedoria de Deus seja
manifestada por meio da Igreja aos principados e potestades nos céus, 11 conforme a
determinação eterna que ele realizou em Jesus Cristo Nosso Senhor.”
Col. 1,26: “26 (anunciando-vos) o mistério que foi escondido aos séculos e às gerações
(passadas), e que agora foi descoberto aos seus santos”.)
Em Cristo Jesus a Igreja foi reconstituída, anjos e homens unidos para se ordenar
perfeitamente a Deus através da Igreja. Como já deixamos implícito anteriormente, a
Igreja Militante é a sociedade ou reunião de todas as pessoas batizadas que, vivendo na
terra, professam a mesma fé e a mesma lei de Cristo, participam dos mesmos
Sacramentos, e obedecem aos legítimos Pastores, principalmente ao Romano Pontífice,
Vigário de Cristo. Ora, para sermos membros da Igreja, é necessário estar batizado, crer
e professar a doutrina de Jesus Cristo, participar dos mesmos Sacramentos, e reconhecer
o Papa e os Bispos.
Após a queda, o homem, segundo as Sagradas Escrituras, foi expulso do paraíso (Gn
3,24: “24 E expulsou Adão, e pôs diante do paraíso de delicias Querubins brandindo
uma espada de fogo, para guardar o caminho da árvore da vida”.). Deus, porém, por
meio dessa expulsão, não levou o homem ao desespero, pois ao mesmo tempo semeou
nele a esperança da salvação. O desfecho desta problemática se daria com a vinda da
descendência da mulher, que esmagaria a cabeça da serpente (Gn 3,15: “Ela te pisará a
cabeça, e tu armarás traições ao seu calcanhar.”). Da Virgem Imaculada o vencedor da
Morte e do Sofrimento, Seu Filho Jesus.
A Igreja Católica acredita e sempre ensinou que Deus queria preparar a humanidade
para Sua intervenção salvadora por meio, primeiro, da eleição do povo de Israel e da
pregação dos Profetas do Antigo Testamento, e depois, de forma própria e perfeita, com
a esperada descendência da mulher, o nascimento do Deus-homem.
Jesus Cristo, em quem Deus se uniu ao homem, onde a união da natureza divina e
humana no Único Cristo aconteceu “sem confusão, sem separação, sem mudança, sem
divisão”: "semelhante a nós em tudo com exceção do pecado"(Hb 4,15); gerado do Pai
antes de todos os séculos segundo a divindade, e nesses últimos dias, para nós e para
nossa salvação, nascido da Virgem Maria, mãe de Deus, segundo a humanidade. Um
só e mesmo Cristo, Senhor, Filho Único que devemos reconhecer em duas naturezas,
sem confusão, sem mudanças, sem divisão, sem separação. A diferença das naturezas
não é de modo algum suprimida pela sua união, mas antes as propriedades de cada
uma são salvaguardadas e reunidas em uma só pessoa e uma só hipóstase (Cf. Concílio
da Calcedônia). As duas naturezas não se confundem numa mistura, nem uma se separa
da outra. Além disso, a natureza humana não muda para a natureza divina nem a divina
muda para a humana. Desta forma, o Filho e a Palavra de Deus assumiram a natureza
humana e em Sua única pessoa o conduziu à comunhão com Deus.
Deus então primeiro orientou os homens através do judaísmo. Quando a plenitude dos
tempos veio, então, Ele enviou Seu Filho Unigênito, Jesus Cristo, que, tornando-Se
Homem, ensinou a humanidade a Verdade Plena. O Judaísmo, ainda que tenha sido
ofertado por Deus, não era, nem é, uma religião perfeita, é então um esboço daquilo que
viria. Para que este se torne uma bela pintura findada, deve aceitar Cristo.
A salvação por meio de Cristo, então, não deve ser encontrada em mostrar algum
“caminho” fora de sua pessoa. Nenhum esforço, por maior que seja, por nossa parte,
para levar à salvação, fora da Igreja, será exitoso. Encontraremos a escravidão, a
corrupção e a morte. A fé no Deus-homem de Cristo constitui a única esperança do
cristão, porque ele encontra nesta fé o sentido mais profundo da vida, muito além da
morte, das desconfianças na vida futura. São Paulo chama a salvação em Cristo de um
grande mistério de piedade; “Verdadeiramente grande é o mistério da nossa piedade:
Deus foi revelado na carne, vindicado pelo Espírito, apareceu aos anjos, anunciado às
nações, acreditado em todo o mundo, ascendeu na glória” (I Timóteo 3,16).
O homem foi posto por Deus no seu estado primitivo de modo que o corpo estivesse
totalmente submisso à alma. Por sua vez, havia subordinação entre as partes da alma, de
modo que as forças inferiores se submetessem, sem oposição, à razão, e que a própria
razão humana também fosse submissa a Deus. Porque o corpo era submisso à alma,
acontecia que nenhuma paixão poderia atingir o corpo que repugnasse ao domínio da
alma sobre ele; por isso, não havia, para o homem, possibilidade de morte, nem de
alguma enfermidade.
Devido à sujeição das forças inferiores à razão, o homem estava possuído de total
tranqüilidade espiritual, porque a razão humana não era perturbada por paixão alguma
desordenada. Devido a ser a vontade submissa a Deus, o homem dirigia tudo para Deus,
como a seu fim último, e nisso consistia a sua justiça e inocência. O diabo, que já havia
caído no pecado, vendo que o homem constituído naquele estado de justiça original
chegaria assim à felicidade perpétua, mas que, não obstante, poderia pecar, procurou
tirá-lo daquela retidão de justiça.
Para mais facilmente levá-la à transgressão do preceito divino, por meio de mentiras, o
diabo tirou do homem o medo da morte e prometeu-lhe, conforme se lê no Livro do
Gênesis (Gen 3,5), tudo aquilo que a criatura humana naturalmente deseja, isto é, que a
ignorância seria afastada, dizendo-lhe: "Abrir-se-ão os vossos olhos"; que a sua
dignidade seria elevada, dizendo-lhe: "Sereis como deuses"; que sua ciência seria
aperfeiçoada, dizendo-lhe: "Conhecereis do bem e do mal". O homem, pela sua
inteligência, naturalmente foge da ignorância e deseja a ciência. Pela sua vontade, que é
livre por natureza, deseja a própria elevação e perfeição, de modo a ficar a nada
submetido, ou, na medida do possível, só a um mínimo de coisas superiores a si.
A mulher desejou, então, a própria elevação e a perfeição da ciência, juntando-se a isso
a beleza e a doçura do fruto que a tentava para ser comido; desprezando, além disso, o
medo da morte, ela transgrediu o preceito de Deus, o de não comer do fruto proibido,
havendo, assim, no seu pecado, uma multiplicidade de pecados. Desta forma nós nos
condenamos a nós mesmos. Seguiu-se também ao pecado que o homem sentisse no
corpo o mal da corrupção, e, assim, ficasse incurso na necessidade de morrer, como se a
alma não mais fosse capaz de conter para sempre o corpo, dando-lhe a vida. Daí tornar-
se o homem passível e mortal, não apenas sendo capaz de sofrer e morrer como antes,
mas devendo sofrer e morrer por necessidade.
Muitos outros defeitos apareceram, no homem, como conseqüência do pecado.
Havendo no apetite inferior os desordenados movimentos das paixões, e também, na
inteligência, a carência da luz da sabedoria, que a iluminava antes, quando a vontade
estava submetida a Deus, conseqüentemente, o afeto do homem submeteu-se às coisas
sensíveis, pelas quais, afastando-se de Deus, começou a cometer muitos pecados.
Porém, mesmo os problemas na inteligência e na vontade, mesmo com os pecados,
Deus não nos abandonou, Deus deseja nossa Salvação “conforme a determinação eterna
que ele realizou em Jesus Cristo Nosso Senhor”.
A salvação do homem é, portanto, identificada com o evento da encarnação de Deus.
Deus, desta maneira, assume o homem e o salva. É este o grande mistério da piedade de
que fala São Paulo em I Timóteo 3,16. Para nos salvarmos não basta sermos de qualquer
maneira membros da Igreja Católica, mas é preciso que sejamos seus membros vivos,
participando da piedade divina.
Cristo é agora a nova cabeça da raça humana. A Sagrada Escritura sublinha o fato de
que Ele é o salvador do novo povo de Deus: a Igreja, que constitui o “Seu Corpo”,
tendo-O por cabeça (São Mateus. 1,21. Efésios. 5,23). O caminho que Deus escolheu
para salvar o homem é o caminho do amor e da honra para com a sua criatura. O próprio
Deus empreendeu a tarefa da salvação do homem. Aos olhos de Deus, o homem
apóstata não deixou de ser algo precioso. Por esta razão, Ele não o procurou e o chamou
de volta por meio de “um representante ou um mensageiro”, de um mero Profeta, Ele
mesmo saiu e "aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo". Filipenses 2,5-8:
“5 Tende entre vós os mesmos sentimentos que (houve) em Jesus Cristo, 6 o qual,
existindo na forma (ou natureza) de Deus, não julgou que fosse uma rapina o seu ser
igual a Deus; 7 mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se
semelhante aos homens, e sendo reconhecido por condição como homem. 8 Humilhou-
se a si mesmo, feito obediente até à morte.”
A unidade do Corpo da Igreja é realizada a partir de uma Cabeça, Cristo; “o homem é a
cabeça da mulher, assim como um Cristo é a cabeça da Igreja e Ele é o salvador do
Corpo” (Efésios 5,23), deste modo torna-se claro que uma mera noção de que Cristo
ensinou um mero “autodesenvolvimento” do homem é falsa, é incompatível com a fé
católica, pois a salvação do homem se encontra em seu consentimento livre e total
submissão para Deus na Pessoa de Jesus Cristo, na comunhão com o Senhor.
Esta comunhão entre Deus e o homem tem um caráter absoluto: por isso, no Antigo
Testamento, Deus é chamado de Deus zeloso (Ex. 1 20,5. Dt. 5,9), e aquele que adora
outro Deus senão Cristo pratica prostituição:” prostituindo-se a deuses estranhos, e
adorando-os. Abandonaram depressa o caminho, por onde seus pais tinham andado”
Juízes 2,17.
Na Igreja foi realizada a estruturação de um só corpo sob a cabeça: Cristo; Ele é o
salvador do corpo, Ele reconciliou todos com Deus (II Cor. 5,18. Col. 1, 18-20). A
Igreja, tendo uma dimensão visível e invisível, existe ao longo dos séculos e é
discernida por sinais ou marcas visíveis. Esses sinais externos determinam a identidade
da Igreja de Cristo e a distinguem das auto-intituladas "igrejas" e heresias.
No Credo dos Apóstolos, o símbolo de fé maior de todos os cristãos, professamos:
“Creio na Igreja, Una, Santa, Católica e Apostólica.”. Que significa? Tornou-se fácil
para nós.
Una, porque os seus filhos, de qualquer tempo ou lugar, estão unidos entre si na mesma
fé, no mesmo culto Ito, na mesma lei e na participação dos mesmos Sacramentos, sob o
mesmo chefe visível, o Romano Pontífice. A Igreja, sendo o Corpo de Cristo, é uma
(Efésios 4,4) e Cristo não está “dividido” (I Cor. 1, 13) e ninguém pode ser de Cristo se
não estiver ao mesmo tempo com os irmãos em Cristo. Católica, porque abrange os fiéis
de todos os tempos, de todos os lugares, de todas as idades e condições, e todos os
homens do mundo são chamados a fazer parte dEla. Apostólica, porque remonta sem
interrupção até aos Apóstolos, porque crê e tem como missão ensinar tudo o que creram
e ensinaram os Apóstolos, e porque é guiada e governada pelos sucessores dos
Apóstolos. Sem dúvidas podemos dizer Igreja Romana porque, sem medo de dúvida, os
quatro caracteres da unidade, santidade, catolicidade e apostolicidade só se encontram
na Igreja que tem por chefe o Bispo de Roma, sucessor de São Pedro. Estas marcas são
a continuidade da Igreja na fé, na organização e na vida segundo a vontade de Cristo e a
prática dos Apóstolos.
Desta forma, entendemos que a Igreja como Corpo de Cristo é absolutamente necessária
à salvação. Nela a relação de Cristo com o Pai é transferida para cada um de nós: “Eu
(estou) neles, e tu (estás) em mim, para que se tornem completamente um, e para que o
mundo conheça que tu me enviaste, e que os amaste, como amaste também a mim”.
(São João 17, 23). A Igreja não é a oficina da salvação do homem, não é um mero local
onde o homem é ensinado a se salvar e depois vai embora, mas a própria salvação. Não
se pode ser cristão nem se denominar cristão à parte do Corpo de Cristo, que ao mesmo
tempo é também comunhão com os irmãos (I Cor 12). A salvação de cada homem não
pode constituir uma preocupação separada de cada indivíduo, como átomos soltos no
espaço, a salvação não se dá independentemente da sua vida na Igreja. Aquele que no
"amor próprio" se retira e mergulha em si mesmo, esperando assim encontrar a salvação
em si mesmo, sem referência à pessoa de Jesus Cristo e sem incorporação à Igreja
Mística, não pode ser considerado cristão.
A Igreja tem a sua dimensão visível. O próprio Deus Jesus Cristo escolheu Seus doze
discípulos e os chamou de Apóstolos. Antes de sua gloriosa ascensão aos céus, Ele
prometeu-lhes “poder do alto” (Lucas 24 49. Atos 1,8) e os enviou a proclamar o Reino
de Deus e a fazer discípulos daqueles que cressem, incorporando-os à Igreja por meio
Santo Batismo (Mat. 28,19). Essa promessa foi cumprida no dia de Pentecostes (Atos 2,
41).
A Visível Igreja criada por Cristo na Terra foi uma sociedade concreta, é a Igreja
Católica, onde se tinha e tem como centro a Sagrada Eucaristia, especialmente no dia do
Senhor, o Domingo, e incluía uma confissão ou ensino apostólico (Didaquê, a Instrução
dos Doze Apóstolos), quem participava disso foi incluído entre os cristãos. Quem não
participava não era considerado cristão. A Igreja de que fala a Sagrada Escritura era
visível e concreta, é a Igreja Católica, não é simplesmente uma Igreja Invisível,
Espiritual (mesmo que a Igreja tenha duas dimensões).
A Igreja do Novo Testamento, o novo povo de Deus, não é simplesmente um episódio
da história ocorrido no tempo dos Apóstolos, mas um acontecimento contínuo, que se
estende até o tempo da Segunda Vinda de Cristo, ou Parousia. O Espírito Santo
permanece eternamente na Igreja e conduz à verdade (São João 14, 16), desde que seu
auxílio seja conclamado. Cristo é o Cabeça da Igreja e, como Cabeça, Ele está e sempre
permanecerá unido ao corpo. Ele conduz o corpo e não é conduzido por ele. É também
por isso que a Igreja, o Corpo de Cristo, nunca pode cair em apostasia, a Igreja é Santa,
não pode errar gravemente, somente membros individuais podem se tornar
independentes e se separar do corpo, cair em apostasia e ser conduzidos à morte
espiritual. Mesmo os pastores da Igreja e as “estrelas do céu” podem cair em apostasia,
mas nunca a Igreja (Atos 20,30. II Tess. 2,3. 1 Tim. 3, 15). Ela (A Igreja) existe através
dos tempos e é o “pilar e fundamento da Verdade. A Igreja é a Verdade, porque sua
Cabeça é Cristo, ou seja, a Verdade (1Tm 3, 15, Jo 6). Sem Cristo não há Igreja (Mat.
16,18) e sem Igreja não há verdade (I Tim. 3,15).

Biggie, 10/2020

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