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PLANO DE TRABALHO DO ESTÁGIO

SUPERVISIONADO II DO CURSO DE

ENFERMAGEM – 1ª ATIVIDADE

TEMA: TERRITORIALIZAÇÃO

Reformulação devido à Pandemia COVID-19


Sumário

1. INTRODUÇÃO - TERRITORIALIZAÇÃO...................................................................................................... 3
1.1 Apresentação da Unidade Saúde da Família- Cambé II..........................................................................5

2. MAPA DO TERRITÓRIO E TERRITORIALIZAÇÃO.......................................................................................7


2.1 Atividades................................................................................................................................................7

3. REFERÊNCIAS......................................................................................................................................... 9

4. INTRODUÇÃO...................................................................................................................................... 12
4.1 Educação continuada e permanente....................................................................................................12
4.2 Plano de ensino.....................................................................................................................................13

5. SITUAÇÃO PROBLEMA......................................................................................................................... 15
5.1 Apresentação da situação problema....................................................................................................15
5.2 Atividades..............................................................................................................................................16
1. INTRODUÇÃO - TERRITORIALIZAÇÃO

Para entendermos o que é a territorialização, é importante que primeiramente seja

compreendido o conceito de território e das áreas de risco.

A concepção mais comum de território é a de um espaço geográfico delimitado por divisões

administrativas, que hoje dão origem a bairros, cidades, estados e países. A palavra território vem do

latim territorium, que significa terra que pertence a alguém. Qualquer espaço definido e delimitado

por e a partir de relações de poder se caracteriza como território (COLUSSI; PEREIRA, 2016).

Cada território tem as suas particularidades, que configuram diferentes perfis demográficos,

epidemiológicos, econômicos, sociais, culturais e políticos, os quais se encontram em constante

transformação. Assim, a atuação das equipes de saúde sobre esse território tem de considerar esses

perfis. Os profissionais de saúde que atuam na Atenção Básica devem se apropriar dessas

características, precisam dialogar com os atores, para que tenham poder de atuação sobre a

realidade onde atuam e à qual também pertencem (COLUSSI; PEREIRA, 2016).

Já os riscos são inerentes à condição humana, ou seja, fazem parte da nossa vida. Estão por toda

parte, em todo lugar, porém distribuídos de maneira heterogênea no território. As áreas que

concentram determinados riscos são denominadas áreas de risco (COLUSSI; PEREIRA, 2016).

As áreas de risco, portanto, são partes de um determinado território que, por suas

características, apresentam mais chances de que algo indesejado aconteça.

A definição da área de risco pode variar conforme o que seja esse algo indesejado. Para a Defesa

Civil, por exemplo, tratam-se de locais com maior risco de enchentes ou desmoronamentos. Na

Estratégia de Saúde da Família (ESF), consideramos como de risco as áreas em que os moradores, de

maneira geral, têm seus níveis de saúde inferiores aos do restante da população do território,
apresentam mais chances de adoecer ou, ainda, quando têm a mesma doença que pessoas de outro

local, desenvolvem-na em maior gravidade ou com maiores complicações. Alguns exemplos de

condições que definem uma área como sendo de risco são:

 Acesso precário a bens e serviços (tratamento da água, tratamento de esgoto, coleta de lixo

etc.).

 Poluição.

 Violência.

 Consumo de drogas.

 Desemprego.

 Analfabetismo.

A presença de um maior número dessas características corresponde a maior risco para a

população.

A territorialização em saúde é denominada como o processo de reconhecimento do território.

Pode ser visto como uma prática, um modo de fazer, uma técnica que possibilita o reconhecimento

do ambiente, das condições de vida e da situação de saúde da população de determinado território,

assim como o acesso dessa população a ações e serviços de saúde, viabilizando o desenvolvimento

de práticas de saúde voltadas à realidade cotidiana das pessoas (COLUSSI; PEREIRA, 2016).

O processo de territorialização será capaz de induzir as transformações desejadas quando

concebido e praticado de maneira ampla:

 Um processo de habitar e vivenciar um território.


 Uma técnica e um método de obtenção e análise de informações sobre as condições de

vida e saúde de populações.

 Um instrumento para se entender os contextos de uso do território em todos os níveis

das atividades humanas (econômicos, sociais, culturais, políticos etc.)

 “Um caminho metodológico de aproximação e análise sucessivas da realidade para a

produção social da saúde” (GODIM, 2011, p.199)

Cabe destacar que o processo de territorialização ocorre simultaneamente as demais

atividades das equipes, ou seja, deve ser incorporado na sua rotina. Pense que, ao sair no território

para realizar uma visita domiciliar, por exemplo, você já pode coletar e registrar informações a partir

da sua observação durante o trajeto.

Para a realização dessa atividade, considere a situação hipotética a seguir:

1.1 Apresentação da Unidade Saúde da Família- Cambé II

A Unidade Saúde da Família (USF) Cambé II está localizada no município de Cambé-RS. Sua

população adscrita é de 3.800 habitantes. A estimativa de renda familiar da comunidade corresponde

a aproximadamente 2 salários mínimos. Dos aspectos sociais relevantes, não há área de invasão na

região; 502 famílias são cadastradas nos programas sociais. Todas as moradias são de tijolos e

possuem energia elétrica nos domicílios, com coleta urbana para o lixo, abastecimento de água feito

pela rede pública e possui rede de esgoto. Dentre as condições crônicas de saúde mais frequentes da

população de abrangência da USF, destacam-se: 391 pessoas (10,3%) hipertensas, 91 pessoas (2,7%)

diabéticos,

64 pessoas (1,7%) com sofrimento mental, 34 pessoas (0,9%) asmáticas, 34 pessoas (0,9%) envolvidas

com problemas de alcoolismo e 26 pessoas (0,7%) acamados ou classificados como idosos frágeis. No
entanto, apenas uma pequena parte da agenda da equipe é destinada a consultas referentes às

ações planejadas de uma demanda estruturada e baseada nos programas de puericultura, pré-natal,

saúde mental, hipertensos e diabéticos, e as visitas domiciliares. As condições agudas são o foco das

atividades da Unidade, e a agenda é reservada, na sua grande maioria, ao atendimento de demanda

espontânea que visa a “medicalização dos problemas” e a solicitação de exames. A equipe

trabalha, portanto, com uma demanda espontânea sobrecarregada que visa atender a uma

população ainda fortemente influenciada pela cultura curativa em saúde.

Você, foi nomeado para assumir as atividades como enfermeiro(a) coordenador(a) nessa

Unidade Saúde da Família e tem um grande desafio pela frente. Vamos lá?! Agora é com você!
2. MAPA DO TERRITÓRIO E TERRITORIALIZAÇÃO

2.1 Atividades

A partir dos dados apresentados na situação hipotética, realize as atividades a seguir:

1. Qual a importância da territorialização para o trabalho das equipes da APS? Justifique.

2. Diante da situação hipotética, com relação a Unidade Saúde da Família- Cambé II, elabore no

mapa abaixo a distribuição das microáreas e identifique a área de abrangência e área de

influência dessa unidade. Identifique quantos Agentes Comunitários de Saúde serão

necessários para atender essa população. (Relembrando que a área de abrangência da USF é

de 3.800 habitantes, cada microárea é composta por 750 habitantes e cada quadra contém

20 casas, com 5 habitantes em cada uma).


3. Agora, você, enfermeiro (a) da USF, após elaborar o mapeamento das microáreas e da área

de abrangência, deverá organizar como será realizado o processo de territorialização

baseado nas 3 fases: preparatória ou de planejamento, coleta de dados/informações e de

análise dos dados.

4. De acordo com o mapa abaixo, quais locais estratégicos poderiam ser realizados ações em

saúde para a comunidade? Descreva essas ações em saúde.


3. REFERÊNCIAS

COLUSSI, C. F.; PEREIRA, K. G. Territorialização como instrumento do planejamento local na Atenção

Básica [Recurso eletrônico]. - Florianópolis: UFSC, 2016. Disponível em:

https://ares.unasus.gov.br/acervo/html/ARES/13957/1/TERRITORIALIZACAO_LIVRO.pdf Acesso em:

12/08/20.

GONDIM, Grácia Maria de Miranda. Territórios da Atenção Básica: múltiplos, singulares ou

inexistentes? 2011. 256 f. Tese (Doutorado em Saúde Pública). Escola Nacional de Saúde Pública

Sérgio Arouca, Fiocruz. Rio de Janeiro, 2011. Disponível em: bvssp.

icict.fiocruz.br/lildbi/docsonline/get.php?id=2371. Acesso em: 12/08/20.


PLANO DE TRABALHO DO ESTÁGIO

SUPERVISIONADO II DO CURSO DE

ENFERMAGEM – 2ª ATIVIDADE

TEMA: EDUCAÇÃO CONTINUADA E PERMANENTE

Reformulação devido à Pandemia COVID-19


Sumário

1. INTRODUÇÃO - TERRITORIALIZAÇÃO...................................................................................................... 3
1.1 Apresentação da Unidade Saúde da Família- Cambé II..........................................................................5

2. MAPA DO TERRITÓRIO E TERRITORIALIZAÇÃO.......................................................................................7


2.1 Atividades................................................................................................................................................7

3. REFERÊNCIAS......................................................................................................................................... 9

4. INTRODUÇÃO...................................................................................................................................... 12
4.1 Educação continuada e permanente....................................................................................................12
4.2 Plano de ensino.....................................................................................................................................13

5. SITUAÇÃO PROBLEMA......................................................................................................................... 15
5.1 Apresentação da situação problema....................................................................................................15
5.2 Atividades..............................................................................................................................................16
4. INTRODUÇÃO

4.1 Educação continuada e permanente

A educação em saúde está presente nos diversos locais e áreas de atuação do enfermeiro,

desde a Atenção Primária em Saúde, até os setores especializados, tendo como foco a educação em

saúde da população. Compreende ainda, os processos de formação profissional, que envolve a

formação inicial, acadêmica, a formação continuada e/ou permanente e a formação em serviço. No

que tange à educação em saúde para a população, esta é entendida como um processo que auxilia os

indivíduos a adquirir e compreender atitudes e comportamentos relacionados ao cuidado em saúde,

que devem ser incluídos no cotidiano de vida e que tenham objetivo de melhorar a qualidade de vida

e saúde do paciente.

A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), instituída no ano de 2004,

representa um marco para a formação e trabalho em saúde no País. Ela conceitua a Educação

Continuada e Educação Permanente em Saúde (EPS).

A educação continuada contempla as atividades que possui período definido para execução

e utiliza, em sua maior parte, os pressupostos da metodologia de ensino tradicional, como exemplo

as ofertas formais nos níveis de pós-graduação. Relaciona-se ainda às atividades educacionais que

visam promover a aquisição sequencial e acumulativa de informações técnico-científicas pelo

trabalhador, por meio de práticas de escolarização de caráter mais formal, bem como de

experiências no campo da atuação profissional, no âmbito institucional ou até mesmo externo a ele.

A EPS é definida pelo Ministério da Saúde como aprendizagem no trabalho, onde o

aprender e o ensinar se incorporam ao cotidiano das organizações e ao trabalho. A EPS se baseia na

aprendizagem significativa e na possibilidade de transformar as práticas profissionais e acontece no

cotidiano do trabalho.
A educação permanente consiste em ações educativas embasadas na problematização do

processo de trabalho em saúde e que tenham como objetivo a transformação das práticas

profissionais e da própria organização do trabalho, tomando como referência as necessidades de

saúde das pessoas e das populações, a reorganização da gestão setorial e a ampliação dos laços da

formação com o exercício do controle social em saúde.

4.2 Plano de ensino

O planejamento de ensino significa dar uma visão global e detalhada do ensino a ser levado

a ser oferecido, possibilita racionalizar as atividades docentes e discentes, tornar o ensino mais

eficiente e controlado, condução segura aos objetivos desejados e um acompanhamento mais

eficiente dos estudos dos educandos; evitar improvisações; entre outros.

O plano de ensino deve conter os dados de identificação, ementa, objetivos, conteúdo

programático, metodologia, avaliação e bibliografia básica e complementar da disciplina.

Dessa forma, o plano de ensino inicia com um cabeçalho para identificar a instituição, dia e

horário e responsável por ministrar a educação em saúde. Deve conter também:

a) Ementa – A ementa deve ser composta por um parágrafo que declare quais os tópicos

que farão parte do conteúdo, limitando sua abrangência dentro da carga horária ministrada. Deve ser

escrita de forma sucinta e objetiva.

b) Objetivos – representam o elemento central do plano e de onde derivam os demais

elementos. Deve ser redigido em forma de tópicos devem ser escolhidos entre dois e cinco objetivos

para se atingir a ementa. Podem ser divididos em objetivo geral e específico. Iniciam com verbos

escritos na voz ativa e são parágrafos curtos apenas indicando a ação (não colocar a metodologia).

Exemplos de verbos usados nos objetivos: Conhecer, apontar, criar, identificar, descrever, classificar,

definir, reconhecer, compreender, concluir, demonstrar, determinar, diferenciar, discutir, deduzir,


localizar, aplicar, desenvolver, empregar, estruturar, operar, organizar, praticar, selecionar, traçar,

analisar, comparar, criticar, debater, diferenciar, discriminar, investigar, provar, sintetizar, compor,

construir, documentar, especificar, esquematizar, formular, propor, reunir, voltar, avaliar,

argumentar, contratar, decidir, escolher, estimar, julgar, medir, selecionar.

c) Conteúdo programático – o conteúdo programático deve ser a descrição dos conteúdos

elencados na ementa. É importante esclarecer que o conteúdo programático difere do eixo temático

pois o conteúdo programático cobre a totalidade da disciplina e o eixo temático se aplica a uma parte

ou capítulo do conteúdo. Deve estar estruturado em seções (ou módulos) detalhando os assuntos

gerais e específicos que serão abordados contemplados dentro da ementa.

d) Metodologia - A metodologia ou estratégias de aprendizagem para facilitar o processo de

aprendizagem. É importante destacar quais os recursos, meios, materiais e procedimentos que serão

adotados ao longo da disciplina para desenvolvimento das aulas e escolha das estratégias de ensino e

de aprendizagem, forma de aula, dinâmicas, etc. Na metodologia deve estar explícito quais as

estratégias metodológicas e didáticas serão usadas para atingir os objetivos propostos. Existem várias

estratégias e metodologias tais como aula expositiva-dialogada, mapas conceituais, portfólio, estudo

de texto, dramatização, tempestade cerebral, soluções de problemas, pesquisa de campo, estudo de

caso, seminário, fórum, oficinas, estudos com pesquisa, estudos dirigidos, visitas orientadas,

palestras, seminários, discussão de filmes e de livros, encenação, júri simulado, etc.

e) Avaliação – A avaliação pode ser entendida como um juízo de qualidade sobre dados

relevantes, tendo em vista uma tomada de decisão o que implica três possibilidades: continuar na

situação, introduzir modificações ou suprimir a situação ou o objeto. Nessa concepção, a avaliação é

um processo dinâmico e reencaminha a ação para a transformação. Na Educação Continuada, o

processo avaliativo supõe o diálogo entre todos os envolvidos (enfermeiros, equipe de enfermagem,

chefias e direção), como aliados e parceiros, com a clareza da função de cada um, do que é comum a
todos no processo. A avaliação compreende todos os instrumentos e mecanismos que o professor

verificará se os objetivos estão sendo atingidos ao longo da disciplina.

f) Referências – Cabe ao educador indicar fontes de pesquisa e leitura sobre os conteúdos

programáticos que serão abordados, sejam trabalhos publicados em anais de eventos, e-books, livros

impressos, artigos de revistas, entre outros que subsidiarão teoricamente o conteúdo programático a

ser abordado. É importante selecionar de três a cinco bibliografias que são básicas para trabalhar ao

longo da disciplina e também escolha outras bibliografias complementares para aprofundar os temas

propostos.

5. SITUAÇÃO PROBLEMA

5.1 Apresentação da situação problema

João é um enfermeiro muito comprometido e preocupado com a educação continuada e

permanente no serviço em que está inserido, atualmente ele é coordenador da Unidade de Saúde da

Família (USF) Santa Amélia. Ele conhece a realidade da população adscrita, porém desconhece as

fragilidades da sua equipe de saúde, pois houve alterações no quadro de funcionários.

Para compreender melhor esses aspectos, ele decide construir um questionário em que os

profissionais possam relatar sobre os conhecimentos de interesse ou mesmo de necessidade em

aprofundar. E com base nessas informações pretende desenvolver um plano de ensino para aplicar

uma educação continuada ou permanente.

O enfermeiro João elencou os assuntos mais frequentes e os que coincidiam com as

demandas vulneráveis da população adscrita à UBS, mas está com dúvidas na estruturação desse

questionário.
5.2 Atividades

Agora é com você!

Considerando a situação enfrentada pelo enfermeiro João e com intuito de ampliar sua

experiência com educação na atenção básica. Realize as seguintes atividades:

 Elabore um questionário em que é possível identificar as necessidades de

capacitação da equipe de uma UBS.

 Realize uma visita técnica em um serviço de atenção primária à saúde, próximo à

sua residência, solicitando permissão ao responsável para aplicação do

questionário.

 Identifique as necessidades de capacitação da equipe da UBS ao qual você realizou

a visita conforme os dados do questionário. Priorizando, portanto, o assunto a ser

abordado em educação continuada/ permanente junto à equipe.

 Elabore um plano de ensino para a aplicação da educação continuada/permanente

junto à equipe da UBS visitada. No plano de ensino deve conter o conteúdo,

objetivo, metodologia, recursos, avaliação, duração. A seguir, uma sugestão de

modelo de plano de ensino.


 Desenvolver a educação continuada/ permanente junto à equipe da UBS, conforme

seu planejamento, se possível. Pode ser via virtual, ou presencial desde que

respeite a distância entre as pessoas e o uso de máscaras. Insira as fotos dessa ação

para compartilhar essa experiência.

 Identifique se a ação desenvolvida foi uma educação continuada ou permanente.

Justifique.
PLANO DE TRABALHO DO ESTÁGIO

SUPERVISIONADO II DO CURSO DE

ENFERMAGEM – 3ª ATIVIDADE

TEMA: REDE DE FRIOS E IMUNOBIOLÓGICOS

Reformulação devido à Pandemia COVID-19


Sumário

1. INTRODUÇÃO...................................................................................................................................... 20
1.1 Rede de Frios.........................................................................................................................................20
1.2 Imunobiológicos....................................................................................................................................21
1.3 Atribuições da enfermagem na rede de frios........................................................................................23

2. SITUAÇÃO PROBLEMA: REDE DE FRIOS E IMUNOBIOLÓGICOS..............................................................23


2.1 Apresentação da situação problema: Rede de frios.............................................................................23
2.2 Rede de frios: Atividades.......................................................................................................................24
2.3 Apresentação da situação problema: Imunobiológicos........................................................................24
2.4 Imunização: Atividades.........................................................................................................................25
6. INTRODUÇÃO

6.1 Rede de Frios

O Programa Nacional de Imunizações (PNI) atua com importante papel no SUS, sua política

impacta diretamente na redução, eliminação e erradicação de doenças por meio das vacinas e da

vigilância. O PNI é o norteador do processo, define as políticas de imunizações que avançam nas

esferas estadual e municipal. Independe de qual seja a política de imunização adotada pelo PNI, a

concretização da ação de imunização deve acontecer de forma segura na atenção básica/assistência,

salas de vacina e Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie).

Os imunobiológicos compreendem soros, vacinas e imunoglobulinas, capazes de proteger,

reduzir a severidade ou combater doenças específicas e agravos. Atuam no sistema imunológico, que

se caracteriza biologicamente pela capacidade de reconhecer determinadas estruturas moleculares

específicas, os antígenos, e desenvolver resposta efetora diante destes estímulos, provocando a sua

destruição ou inativação. Os imunobiológicos são produtos termolábeis (sensíveis ao calor e ao frio) e

fotossensíveis (sensíveis à luz). Assim, devem ser armazenados, transportados, organizados,

monitorados, distribuídos e administrados adequadamente, de forma a manter sua eficácia e

potência, ou seja, sua capacidade de resposta.

Os termômetros são os instrumentos de medição mais frequentemente utilizados pela

Rede de Frio para controle de temperatura dos imunobiológicos. Termômetro de momento, máxima

e mínima digital com cabo extensor é um dos modelos disponíveis no mercado, é um equipamento

eletrônico de precisão com visor de cristal líquido (Figura 1). Possui dois sensores: um na unidade, ou

seja, no corpo do termômetro “IN” que registra a temperatura do local onde está instalado o

termômetro e outro na extremidade do cabo extensor “OUT”, que registra a temperatura em

que está
posicionado o sensor encapsulado. Encontram-se disponíveis no mercado modelos com dispositivo

de alarme, requisito desejável, uma vez que são acionados, alertando sobre a ocorrência de variação

de temperatura, quando ultrapassados os limites configurados programáveis: limite mínimo de +3°C

e limite máximo de +7°C.

Figura 1. Termômetro de momento, máxima e mínima digital com cabo extensor.


Fonte: PNI.

6.2 Imunobiológicos

O Calendário Nacional de Vacinação da rede pública contempla as crianças, os adolescentes,

adultos, idosos, gestantes e povos indígenas. Ao todo, são disponibilizadas 19 vacinas para mais de

20 doenças, cuja proteção inicia ainda nos recém-nascidos, podendo se estender por toda a vida. Na

figura 1 consta o calendário de vacinação da criança, segundo Ministério da saúde (2020).


Figura 1. Calendário vacinal 2020, segundo Ministério da Saúde (2020).
Fonte: PNI
6.3 Atribuições da enfermagem na rede de frios

O enfermeiro desempenha importante papel no controle e qualidade da rede de frios,

podendo atuar em todas as instâncias. Pois, para realização da atividade de imunizar é necessário um

adequado armazenamento dos imunobiológicos, realizar o dimensionamento dos equipamentos de

refrigeração em condições ideais, bem como outros elementos como a previsão de quantitativo

populacional, abrangência, cobertura, conhecimentos dos fatores do território e compreensão de

todos esses elementos para programação e abastecimento.

O enfermeiro é o responsável técnico por ações realizadas nas instâncias dentro das

estruturas físicas do serviço. E também para dar a devida finalidade de toda essa complexa rede de

frios, tendo a responsabilidade de garantir a imunização à população, mesmo em atividades

extramuros.

7. SITUAÇÃO PROBLEMA: REDE DE FRIOS E IMUNOBIOLÓGICOS

7.1 Apresentação da situação problema: Rede de frios

Ana é uma enfermeira recém-formada, em seu primeiro dia de trabalho na Unidade Básica de

Saúde (UBS) Campo Feliz, após um período de treinamento junto à Secretária Municipal de Saúde de

Campo/SC, uma pequena cidade do interior. Ela será responsável por todas as atividades inerentes à

profissão na unidade de saúde, entre elas, a responsabilidade pela rede de frios e vacinação na

unidade de saúde.

Durante o treinamento ela pôde sanar muitas dúvidas sobre a rede de frios e os

imunobiológicos. Porém, logo no inicio das suas atividades, na segunda-feira (17/08/2020), 07:00 hs,
a companhia elétrica suspendeu o fornecimento de energia para a UBS. Ao conferir os termômetros

do refrigerador que acondiciona os imunobiológicos, Ana se deparou com as seguintes temperaturas:

Máxima Mínima Momento


27°C 10°C 22°C

7.2 Rede de frios: Atividades

Considerando essas temperaturas e a temperatura adequada para conservação dos

imunobiológicos. Realize as seguintes atividades:

 Determine a conduta que a enfermeira Ana deve adotar frente a essa situação.

 Elabore um plano de contingência e procedimento de emergência a serem adotados pela

UBS Campo Feliz nas intercorrências ocasionadas aos equipamentos por falhas no

fornecimento de energia elétrica, desastres naturais ou outras emergências que possam

submeter os produtos a condições de riscos e eventuais perdas.

7.3 Apresentação da situação problema: Imunobiológicos


A enfermeira Ana ficou satisfeita por ter solucionado os problemas enfrentados no período

da manhã com a rede de frios. No período da tarde, com o retorno da energia elétrica, optou por

acompanhar a técnica de enfermagem na sala de vacina durante o atendimento à imunização de uma

criança de 12 meses e 5 dias, acompanhada pela sua avó materna. Ana percebeu que o cartão de

vacina da criança encontrava-se com vacinas atrasadas, como se observa na imagem a seguir:
Hepatite B

Febre amarela
Rotavírus

Meningocócica C

Sarampo, Caxumba, Rubéola


BCG

Poliomielite (VIP)

Penta

Pneumocócica 10
valente
1 12/08/1 12/10/ 12/10/1 12/10/1 12/10/1 15/11/1
2/ 9 19 9 9 9 9

1ª dose 0
8/
1
9
12/12/ 12/12/1 12/12/1 12/12/1 15/01/2
2ª dose 19 9 9 9 0
Apraz Apraz

3ª dose ada ada

para para

12/02 12/02

/20 /20

Reforço

7.4 Imunização: Atividades

Considerando o calendário vacinal do Ministério da Saúde (2020), a data do dia do

atendimento (17/08/2020) e a idade da criança, realize as seguintes atividades:

 Determine quais vacinas estão faltando no cartão da criança para completar o

esquema vacinal e explique sobre elas quanto à prevenção de doenças,

composição, esquema vacinal, doses, via de administração e local para aplicação.

 Complete esse cartão vacinal da criança, realizando as anotações de doses que

foram administradas no dia 17/08/20 e o aprazamento.

 Determine se é possível a administração da vacina febre amarela e tríplice viral no

mesmo dia. Justifique.


 Esquematize o calendário vacinal da maneira como deveria ser, caso a criança

tivesse comparecido para vacinação nas datas corretas.


PLANO DE TRABALHO DO ESTÁGIO

SUPERVISIONADO II DO CURSO DE

ENFERMAGEM – 4ª ATIVIDADE

TEMA: EDUCAÇÃO EM SAÚDE

Reformulação devido à Pandemia COVID-19


Sumário

1. INTRODUÇÃO...................................................................................................................................... 29
1.1 Educação em Saúde..............................................................................................................................29
1.2 Acidentes na infância............................................................................................................................29

2. SITUAÇÃO PROBLEMA: EDUCAÇÃO EM SAÚDE.....................................................................................30


2.1 Apresentação da situação problema: Educação em Saúde..................................................................30
2.2 Educação em Saúde: Atividades...........................................................................................................31
8. INTRODUÇÃO

8.1 Educação em Saúde

O Ministério da Saúde define educação em saúde como:

Processo educativo de construção de conhecimentos em saúde que visa à apropriação

temática pela população [...]. Conjunto de práticas do setor que contribui para aumentar a

autonomia das pessoas no seu cuidado e no debate com os profissionais e os gestores a fim de

alcançar uma atenção de saúde de acordo com suas necessidades.

As práticas de educação em saúde envolvem três segmentos de atores prioritários: os

profissionais de saúde que valorizem a prevenção e a promoção tanto quanto as práticas curativas;

os gestores que apoiem esses profissionais; e a população que necessita construir seus

conhecimentos e aumentar sua autonomia nos cuidados, individual e coletivamente.

8.2 Acidentes na infância

Os acidentes, classificados atualmente como causas externas são definidos, culturalmente,

como situações inevitáveis. No entanto, um novo conceito tem considerado o acidente como um

evento previsível, resultando em uma transmissão rápida de um tipo de energia dinâmica, térmica ou

química de um corpo a outro ocasionando danos e até a morte.

Portanto, é um evento evitável conforme os pesquisadores têm apontado, sendo os

acidentes como passíveis de serem controlados e evitados através de cuidados físicos, materiais,
emocionais e sociais, colocando em discussão a "acidentalidade" dessas ocorrências e destacando a

necessidade de prevenção.

Define-se acidente como uma série de eventos não intencionais em um tempo curto, no

qual um agente externo causa um desequilíbrio, ocasionando a transferência de energia do ambiente

para o indivíduo, causando-lhe danos físicos, materiais e/ ou psicológicos. Essa energia pode ser

mecânica (quedas, colisões); térmica (queimaduras), elétrica (choques) ou química

(envenenamentos).

Vários autores apontam o trauma resultante das causas externas como o principal mal dos

últimos 60 anos, em todas as partes do mundo, ocorrendo tanto em países desenvolvidos, devido à

industrialização, urbanização e motorização, como também em países subdesenvolvidos, onde o

ambiente hostil, a explosão urbana, a superpopulação, a miséria e a educação e vigilância

insuficientes contribuem para a incidência das causas externas. Mundialmente, os acidentes estão

entre as cinco principais causas de mortalidade, ocupando em quase todos os países a segunda ou

terceira colocação.

9. SITUAÇÃO PROBLEMA: EDUCAÇÃO EM SAÚDE

9.1 Apresentação da situação problema: Educação em Saúde

Amália é uma enfermeira que atua no momento na atenção básica, como residente, sua

especialização é voltada para a saúde da família. Como ela é comprometida e tem paixão pelo que

faz, pretende inserir-se na realidade e contexto do serviço para conhecer suas particularidades.

Após identificar o território e realizar a territorialização da área de abrangência da Unidade

de Saúde de Família (USF), ela percebe as vulnerabilidades inerentes àquela região, portanto, chama

sua atenção o alto índice de mortalidade infantil nos últimos 12 meses.


Nesse sentido, ela pretende aprofundar sua investigação das causas relacionadas aos óbitos

na infância, detectando os acidentes recorrentes, para planejar e realizar ações adequadas junto à

essa população, afim de reverter essa situação.

9.2 Educação em Saúde: Atividades

Agora é com você!

Considerando a situação enfrentada pela residente de enfermagem Amália e com o intuito

de ampliar sua experiência com Educação em Saúde. Realize as seguintes atividades:

 Identifique os serviços/ ambientes que realizam ações de atenção à criança na sua

comunidade. Pode ser escolas, projetos, serviços de saúde, clube de mães, etc.

 Realize visita técnica a esses serviços/ ambientes que realizam ações à criança.

Identifique nessa visita, através de um levantamento, os principais acidentes que

envolvem a população infantil destas localidades.

 Elabore um programa de educação em saúde com foco na prevenção de acidentes

na infância, de acordo com a necessidade identificada, ou seja, de acordo com o

levantamento realizado. Para a educação em saúde é preciso identificar o público

alvo, o local, o conteúdo a ser abordado, os recursos, a metodologia a ser utilizada

e a avaliação.

 Construa um folder sobre a prevenção de acidentes na infância, com foco na causa

identificada. Distribua esse folder nos serviços/ambientes visitados.

Obs. Os materiais elaborados devem ser inseridos junto às atividades solicitadas.


PLANO DE TRABALHO DO ESTÁGIO

SUPERVISIONADO II DO CURSO DE

ENFERMAGEM – 5ª ATIVIDADE

TEMA: INDICADORES DE SAÚDE NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

Reformulação devido à Pandemia COVID-19


Sumário

1. INTRODUÇÃO – INDICADORES DE SAÚDE............................................................................................ 34


1.1 Dados do Município de Santa Maria/PE...............................................................................................35

2. CÁLCULO DE INDICADORES DE DESEMPENHO......................................................................................37


2.1 Atividades..............................................................................................................................................37

3. REFERÊNCIAS....................................................................................................................................... 39
10. INTRODUÇÃO – INDICADORES DE SAÚDE

Podemos definir Indicadores de Saúde como instrumentos utilizados para medir uma realidade,

como parâmetro norteador, instrumento de gerenciamento, avaliação e planejamento das ações na

saúde, de modo a permitir mudanças nos processos e resultados. O indicador é importante para nos

conduzir ao resultado das ações propostas em um planejamento estratégico.

Os indicadores de saúde são usados como ferramenta para identificar, monitorar, avaliar ações e

subsidiar as decisões do gestor. Através deles é possível identificar áreas de risco e evidenciar

tendências. Além destes aspectos, é importante salientar que o acompanhamento dos resultados

obtidos fortalece a equipe e auxilia no direcionamento das atividades, evitando assim o desperdício

de tempo e esforços em ações não efetivas. A informação é o subsidio para o planejamento de uma

equipe de trabalho.

Sendo assim, trabalhar com indicadores de saúde garante ao usuário informações sobre saúde,

assegurando a todos o direito e acesso às informações de qualquer espécie, reconhecido pela

Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, em seu art. 5° do capítulo I, inciso XIV

(BRASIL, 1988).

Os indicadores de saúde, quando gerados de forma regular em um sistema dinâmico, podem ser

instrumentos valiosos para a gestão e avaliação da situação da saúde e das ações.

Em 2020, iniciamos um novo modelo de financiamento que considera o desempenho das

equipes e serviços de Atenção Primária à Saúde (APS) para o alcance de resultados em saúde

chamado de Previne Brasil. Um dos componentes que fazem parte do repasse mensal aos municípios

é o Pagamento por Desempenho. Esse incentivo financeiro é calculado com base nos resultados de

sete indicadores que foram escolhidos para esse ano: proporção de gestantes com pelo menos seis
consultas pré-natal realizadas; proporção de gestantes com realização de exames para sífilis e HIV;

proporção de gestantes com atendimento odontológico realizado; cobertura de exame

citopatológico; cobertura vacinal de Poliomielite inativada e de Pentavalente; percentual de pessoas

hipertensas com Pressão Arterial aferida em cada semestre; e percentual de diabéticos com

solicitação de hemoglobina glicada (BRASIL, 2020).

Os resultados dos indicadores alcançados por equipes credenciadas e cadastradas no Sistema de

Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde (SCNES) serão aglutinados em um indicador sintético

final, que definirá o incentivo financeiro do pagamento por desempenho por município e pelo

Distrito Federal (BRASIL, 2020).

Para a realização dessa atividade, considere a situação hipotética a seguir:

10.1 Dados do Município de Santa Maria/PE

O município de Santa Maria está localizado no estado de Pernambuco e possui

aproximadamente 35 mil habitantes segundo dados do IBGE. Possui 4 Unidades de Saúde da Família

(USF) no perímetro urbano, contendo em cada unidade 2 equipes Saúde da Família (eSF). Na zona

rural, há 2 USF com a presença de 1 eSF em cada unidade. Dessa forma, o parâmetro de cadastro

para esse município é de

4.1 pessoas para a zona urbana e de 2.750 pessoas para a zona rural.

A USF Jardim Florido pertence ao perímetro urbano da cidade e tem em sua área de abrangência

3.900 usuários cadastrados. Devido ao novo modelo de financiamento, foi necessário realizar um

novo levantamento de dados para o cálculo dos indicadores de desempenho. Dessa forma, foram

evidenciados os seguintes dados:

 Das 35 gestantes identificadas na unidade, 20 realizaram pelo menos 6 consultas de pré-

natal realizadas, sendo a primeira até a 20ª semana.


 Das 35 gestantes, apenas 10 tiveram sorologia avaliada ou teste rápido para sífilis e HIV.

 Das 35 gestantes, apenas 8 realizaram o pré-natal com atendimento odontológico.

 Das 1.900 mulheres entre 24 a 64 anos, 1.200 realizaram o exame citopatológico nos últimos

3 anos.

 Das 987 crianças cadastradas na unidade, 900 foram imunizadas com as três doses da vacina

de Poliomielite inativada e da Pentavalente.

 Dos 657 pacientes hipertensos, apenas 346 tiveram sua pressão arterial aferida

semanalmente nos últimos 12 meses.

 Dos 583 pacientes diabéticos, apenas para 204 foram solicitados o exame de hemoglobina

glicada nos últimos 12 meses.

Você, foi nomeado como enfermeiro(a) coordenador(a) da USF Jardim Florido no município de

Santa Maria/PE e tem um grande desafio pela frente. Vamos lá?! Agora é com você!
11. CÁLCULO DE INDICADORES DE DESEMPENHO

11.1 Atividades

A partir dos dados apresentados na situação hipotética, realize as atividades a seguir:

1. Uma das formas de financiamento utilizado no programa Previne Brasil é o pagamento por

desempenho. Para que isso aconteça, é necessário realizar o cálculo de cada indicador de

desempenho e comparar se ele conseguiu atingir a meta estipulada para o ano de 2020.

Dessa forma, conforme os dados da nossa situação hipotética:

a) Calcule o valor dos indicadores abaixo: (As fórmulas para o cálculo dos indicadores estão no

“Guia para qualificação dos indicadores da APS”, ver nas referências)

 Proporção de gestantes com pelo menos 6 (seis) consultas pré-natal realizadas, sendo a 1ª

até a 20ª semana de gestação.

 Proporção de gestantes com realização de exames para sífilis e HIV.

 Proporção de gestantes que passaram por atendimento odontológico.

 Cobertura de exame citopatológico.

 Cobertura vacinal de poliomielite inativada e de pentavalente.

 Percentual de pessoas hipertensas com pressão arterial aferida em cada semestre.

 Percentual de diabéticos com solicitação de hemoglobina glicada.

b) Após estabelecido o valor do indicador, compare com o quadro abaixo se a meta foi

alcançada ou não: (O valor do indicador deverá ser multiplicado por 100 para que ele se

transforme em porcentagem e assim possa ser comparado)


INDICAD PARAMET META PE
OR RO SO

*roporgao de gestantes com pelo me nos 6 (seis) consu Atas pré-n


>=80% 60%
ata realizadas, sendo a primed ra até a 20a semana de gesta§ao.

Proporgao de gestantes com reaIiza§ao de exames para sffilis e >=9S% 60% 1


HIV.
*roporgao de gestantes com atendimento odonto!ogico 60% 2
realizado.
Cobertu° a de exame citopatologico. >=80% 40% 1

Cobertu ^a vacinal de Poliomielite inativada e de Pentavalente. >=95% >=95K 2

Percentual de pessoas hipertensas com Pressao Arterial aferida em


-90% 50% 2
cada
semestre.
*ercentual de diabéticos com soIicita§âo de hemoglobina >=90% 50% 1
glicada.

2. Com os dados obtidos no primeiro item, elabore um material para apresentação (powerpoint) em

uma reunião com a Regional de Saúde contendo estratégias de como a equipe de Saúde da Família

poderá melhorar os indicadores de desempenho.


12. REFERÊNCIAS

BRASIL. Ministério da Saúde. Programa Previne Brasil. Como a equipe de saúde da família pode

melhorar os indicadores de desempenho. Documento orientador. 2020. Disponível:

https://sisab.saude.gov.br/resource/file/documento_orientador_indicadores_de_desempenho_2002

10.pdf. Acesso: 12/08/20.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Novo financiamento:

documentos orientam como melhorar os indicadores. 2020. Disponível:

https://aps.saude.gov.br/noticia/7216. Acesso: 12/08/20.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Guia para qualificação dos

indicadores da APS. 2020. Disponível:

http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/documentos/esus/qualificadores_indicador_PEC.pdf.

Acesso: 12/08/20.