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Manual de Serviço

MT700B / MT800B

100

Peças / Serviços
95
Rua Capitão Francisco de Almeida, 695
08740-300 - Mogi das Cruzes - SP
75
Telefone (PABX) (55xx11) - 4795-2000
Fax: (55xx11) - 4727-4643 - Peças
Fax: (55xx11) - 4727-2049 - Serviços
25
85503400
Rev. 1 - Fevereiro / 2008 5

Challenger é uma marca mundial da AGCO Corporation 0

capa-Challenger-ManSer-85503400-SeriesMT700B-MT800B-Rev1-02-2008
quinta-feira, 3 de abril de 2008 16:07:57
85503400 - Rev 1
02/2008

ÍNDICE GERAL
Seção 1A – Introdução
Seção 2A – Motor Caterpillar ®
Seção 2B – Motor
Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem
de Força
Seção 3B – Desmontagem e Montagem do Trem de Força
Seção 4A – Sistema de Direção e Freio
Seção 5A – Sistema de Trem de Rolamento
Seção 6A – Sistema Hidráulico e Engate de Três Pontos
Seção 6B – Sistema Hidráulico
Seção 7A – Diagrama Elétrico
Seção 8A – Central de Gerenciamento do Trator (TMC)
Seção 8B – Sistema Auto-Guide TM
Seção 9A – Especificações do A/C e Aquecimento da Cabine,
Operação dos Sistemas,Verificações e Ajustes
Seção 10A – Especificação dos Componentes
Seção 10B – Desmontagem e Montagem dos Componentes
Seção 11A – Resolução de Problemas

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85503400 - Rev 1
02/2008

Manual de Serviço
Séries MT700 e MT700B

Introdução

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Seção 1A – Introdução
ÍNDICE

INTRODUÇÃO...................................................................................................................................................1
Manual de Serviço..........................................................................................................................................1
Seções e Números de Página.....................................................................................................................1
Unidades de Medida.......................................................................................................................................1
Peças de Reposição.......................................................................................................................................1
Informações Importantes sobre Segurança ...................................................................................................2
Símbolo de Alerta de Segurança....................................................................................................................3
Palavras de Aviso ...........................................................................................................................................3
Mensagens Informativas ................................................................................................................................3
Informações Gerais sobre Perigos .................................................................................................................4
Ar Comprimido.............................................................................................................................................4
Informação sobre Amianto ..........................................................................................................................4
Prevenção de Ferimentos por Tempestades com Descargas Elétricas .....................................................4
Montagem e Desmontagem ........................................................................................................................4
Antes de Dar Partida no Motor....................................................................................................................5
Acionamento do Motor ................................................................................................................................5
Antes da Operação......................................................................................................................................5
Funcionamento............................................................................................................................................5
Estacionamento...........................................................................................................................................6
Posto do Operador ......................................................................................................................................6
Prevenção contra Esmagamento e Cortes .................................................................................................6
Estrutura de Proteção contra Capotagem (ROPS) .....................................................................................6
Identificação da Máquina................................................................................................................................7
Informação sobre Identificação do Produto.................................................................................................7
Especificações de Torque ..............................................................................................................................9
Abraçadeiras para Mangueiras de Torque Constante ................................................................................9
Informações Sobre as Fixações ...................................................................................................................10
Fixações Métricas......................................................................................................................................10
Fixações em Polegadas ............................................................................................................................11
Aperto de Fixações com Rosca Reta...........................................................................................................12
Informações Métricas ...................................................................................................................................13

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Seção 1A – INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO
MANUAL DE SERVIÇO
Este Manual de Serviço se destina a todos os tratores
Challenger® Série MT700 e Série MT700B com
rodado de borracha. Inclui versões CE e Não-CE.
Este manual de serviço foi elaborado com as
informações de serviço mais recentes disponíveis na
ocasião de sua publicação. Leia atentamente o
manual antes de fazer qualquer manutenção no
trator.
Lado direito e lado esquerdo, da forma como usados
neste manual são determinados olhando-se para a
direção que será percorrida pela máquina quando em
uso.
As fotos, ilustrações e dados utilizados neste manual
estavam atualizados na ocasião da impressão,
porém, devido a possíveis alterações na produção, o
seu trator pode variar ligeiramente. O Fabricante
reserva-se o direito de redesenhar e alterar o trator
conforme necessário sem notificação prévia.

ADVERTÊNCIA:
Algumas ilustrações contidas neste manual
mostram o trator com as proteções removidas
para facilitar a visualização do objeto na
ilustração. Nunca opere o trator com as proteções
removidas.
Seções e Números de Página
O manual de serviço está dividido em Seções.
Consulte o Índice Principal.
Cada Seção possui um número de identificação da
parte com um indicador de nível de revisão alfabético.
Cada Seção possui um Índice, uma seção de
Segurança e um Índice Geral.
Cada página é identificada com o número da parte da
Seção e o nível de revisão. Dentro de cada Seção, as
páginas são apresentadas em ordem numérica.
UNIDADES DE MEDIDA
As medidas são fornecidas em unidades do sistema
métrico seguidas por unidades de medida inglesa. As
dimensões das ferragens são fornecidas em
milímetros para ferragens métricas e polegadas para
ferragens inglesas.
PEÇAS DE REPOSIÇÃO
Para receber um serviço imediato e eficiente, lembre-
se sempre de ter à mão as seguintes informações:
• Descrição correta da peça e número da peça.
• Número do modelo da sua máquina.
• Número de série da sua máquina.

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Seção 1A – INTRODUÇÃO

INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE


SEGURANÇA
ADVERTÊNCIA:
Muitos dos ferimentos que ocorrem durante a Quando forem necessárias peças de reposição
operação, manutenção ou reparo do produto são para este produto, a AGCO recomenda o uso de
causados por falta de observação das regras básicas peças de reposição originais AGCO ou peças
e precauções de segurança. Na maioria dos casos, é com especificações equivalentes, incluindo,
possível evitar um ferimento reconhecendo as porém sem limitação, as dimensões físicas, o
situações de risco antes que um ferimento ocorra. tipo, a resistência e o material. A não
A pessoa deve estar alerta quanto a potenciais observação desta advertência pode levar a
perigos. Essa pessoa também deve ter o treinamento, falhas prematuras, danos ao produto,
as habilidades e as ferramentas necessárias para ferimentos ou morte.
executar corretamente essas funções.
A operação, lubrificação, manutenção ou reparo
inadequado deste produto pode ser perigoso,
podendo resultar em ferimentos graves ou morte.
Não opere nem faça qualquer lubrificação,
manutenção ou reparo neste produto antes que tenha
lido e entendido as informações de operação,
lubrificação, manutenção e reparo.
Precauções sobre segurança e advertências são
fornecidas neste manual e no produto. A não
observação das advertências sobre perigos podem
resultar em ferimentos ou morte, tanto a você como a
outras pessoas.
Nem sempre é possível prever todas as
circunstâncias possíveis que possam envolver um
potencial perigo. As advertências contidas nesta
publicação e no produto, portanto, não incluem todas
as possibilidades. Se uma ferramenta, procedimento,
método de trabalho ou técnica operacional que não
seja especificamente recomendada pela AGCO for
utilizada, você deve constatar que o mesmo é seguro
para você e para outras pessoas.
Além disso, é necessário certificar-se também de que
o produto não sofrerá danos e nem apresentará
riscos à segurança pelos procedimentos de operação,
lubrificação, manutenção escolhidos. As informações,
especificações e ilustrações contidas nesta
publicação baseiam-se em informações que estavam
disponíveis na ocasião da redação da publicação.
As especificações, torques, pressões, medidas,
ajustes, ilustrações e outros itens podem ser
alterados em qualquer momento. Essas alterações
podem afetar o serviço fornecido ao produto. Obtenha
informações completas e atualizadas antes de iniciar
qualquer trabalho. Os distribuidores Challenger
dispõem das informações mais atualizadas.

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Seção 1A – INTRODUÇÃO

SÍMBOLO DE ALERTA DE SEGURANÇA


FIG. 1: Este é o símbolo de alerta de segurança. Este
símbolo significa ATENÇÃO! ESTEJA ALERTA!
ENVOLVE SUA SEGURANÇA!
Procure por ele, neste manual e nos adesivos de
segurança existentes no trator e implemento. Ele
chamará sua atenção para informações que
envolvem sua segurança e a segurança de terceiros.

FIG. 1
PALAVRAS DE AVISO
As palavras PERIGO, ADVERTÊNCIA ou
PRECAUÇAO são utilizadas com o símbolo de alerta
de segurança. Aprenda a reconhecer esses alertas de
segurança e siga as precauções e as práticas de
segurança recomendadas.

PERIGO:
Indica uma situação de perigo iminente que, se não
for evitada, resultará em MORTE OU FERIMENTOS
MUITO GRAVES.

ADVERTÊNCIA:
Indica uma potencial situação de perigo que, se não
for evitada, pode resultar em MORTE OU
FERIMENTOS GRAVES.

ATENÇÃO:
Indica uma potencial situação de perigo que, se não
for evitada, poderá resultar em FERIMENTOS
MENORES.
MENSAGENS INFORMATIVAS
As palavras IMPORTANTE e NOTA não estão
relacionadas à segurança individual, porem elas são
utilizadas para fornecer informações adicionais e
dicas para manutenção ou operação do equipamento.
IMPORTANTE: Identifica instruções especiais ou
procedimentos que, se não forem
rigorosamente observados, podem resultar
em danos ou na destruição do trator, de seus
acessórios ou do ambiente.
NOTA: Identifica pontos de interesse específico para
a operação ou reparo mais eficiente e
conveniente.

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Seção 1A – INTRODUÇÃO

INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE Ar Comprimido


PERIGOS O ar sob pressão pode causar ferimento. Ao usar ar
Quando o motor está em funcionamento e o volante de comprimido para limpeza, use uma máscara de
direção for esterçado, o trator não vira se a alavanca de proteção para a face, vestuário de proteção e
controle de transmissão (1) estiver na posição PARK sapatos de proteção.
(P). O trator irá virar com a alavanca de controle de A pressão máxima de ar para limpeza deve estar
transmissão colocada na posição NEUTRO (N). abaixo de 205 kPa (30 psi).
Não coloque o motor em funcionamento até que
nenhuma pessoa esteja presente na área. Isso ajuda Informação sobre Amianto
a evitar ferimentos pessoais devido ao movimento Os equipamentos AGCO e peças de reposição que
inesperado do trator. são fornecidos pela AGCO não contêm amianto. A
Conheça a largura do seu equipamento a fim de AGCO recomenda que sejam utilizadas somente
manter a distância correta ao operar o trator nas peças de reposição originais AGCO.
proximidades de cercas ou obstáculos. Prevenção de Ferimentos por
Use um capacete, luvas de proteção, e outros Tempestades com Descargas Elétricas
equipamentos de segurança, conforme necessário.
O operador não deve tentar desmontar ou montar a
Não use roupas soltas ou jóias que possam ser máquina, quando a área nas proximidades do trator
puxadas pelas peças ou controles do trator. estiver sendo atingida por raios.
Certifique-se de que todas as proteções de Se você estiver no posto do operador durante uma
segurança e todas as coberturas estejam instaladas e tempestade com descargas elétricas, permaneça
seguras no trator. no posto do operador. Se você estiver no solo
Mantenha o trator livre de impurezas. Remova durante uma tempestade com descargas elétricas,
impurezas, óleo, ferramentas e outros itens das afaste-se das proximidades da máquina.
passagens e das escadas.
Proteja as caixas de alimentos, ferramentas e outros Montagem e Desmontagem
itens avulsos que não fazem parte do trator. Monte e desmonte o trator somente em locais que
Conheça os sinais de mão apropriados do local de possuam escadas e/ou corrimãos. Antes de montar
trabalho e o pessoal que está autorizado a dar estes o trator, limpe as escadas e os corrimãos.
sinais. Aceite sinais de mãos somente de uma pessoa. Inspecione as escadas e os corrimãos. Faça todos
Nunca coloque fluidos de manutenção em recipientes os reparos necessários.
de vidro. Drene todos os fluidos em um recipiente Fique voltado para a traseira do trator sempre que
adequado. subir ou descer do trator.
Use todas as soluções de limpeza com cuidado. Mantenha o contato em três pontos com as
Informe todos os reparos necessários. escadas e os corrimãos. O contato em três pontos
Não permita a presença de pessoas não-autorizadas é dois pés e uma das mãos, e um pé e as duas
no trator. mãos.
Não fume ao fazer manutenção no ar condicionado. Nunca suba em um trator em movimento. Nunca
Além disso, não fume na possível presença de gás desça de um trator em movimento. Nunca pule fora
refrigerante. A inalação dos vapores liberados por do trator, exceto em uma emergência.
uma chama em contato com o refrigerante do ar Não carregue ferramentas ou suprimentos ao tentar
condicionado pode causar lesões no corpo ou morte. subir ou descer do trator. Use uma alça para puxar
A inalação de gás do refrigerante do ar condicionado o equipamento sobre a plataforma.
através de um cigarro aceso pode causar lesões no Não use nenhum dos controles como um corrimão
corpo ou morte. ao entrar no compartimento do operador ou ai sair
A menos que você seja instruído em contrário, do compartimento do operador.
execute a manutenção sob as seguintes condições: IMPORTANTE: Assegure-se de que as escadas
• Trator estacionado em solo nivelado. não estejam ajustados muito próximas ao
• Implementos abaixados para o solo. capô no trator.
• Alavanca de controle de transmissão colocada na Deve-se deixar uma distância mínima de 75 mm
posição PARK. entre o apoio para a mão e o capô para que haja
• Motor parado. espaço suficiente para a mão do operador.
• Interruptor de partida do motor desligado e chave
de ignição removida.
• O trator esteja frio.

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Seção 1A – INTRODUÇÃO

Antes de Dar Partida no Motor Verifique quanto ao funcionamento correto de todos


Acione o motor apenas no compartimento do os controles e dispositivos de proteção enquanto
operador. Nunca ligue em curto os terminais do motor opera o trator lentamente em uma área aberta.
de partida ou das baterias. Ligações em curto podem Certifique-se de que ninguém será colocado em
danificar o sistema elétrico ou causar o movimento risco antes de mover o trator.
inesperado do trator. Informe qualquer dano que seja observado durante
Ajuste o assento de maneira que seja possível obter o a operação do trator. Faça todos os reparos
curso completo do pedal com o operador sentado e necessários.
as costas apoiadas no encosto do assento. Ao dirigir o trator, mantenha os acessórios
Certifique-se de que o trator esteja equipado com um aproximadamente a 40 cm (15 polegadas) acima do
sistema de iluminação adequado para as condições nível do solo. Não dirija o trator nas proximidades
de trabalho. Certifique-se de que todas as luzes do de um precipício, da borda de um recife, ou nas
trator estejam funcionando corretamente. proximidades da borda de uma escavação.
Antes de dar partida no motor e antes de movimentar Se o trator começar a patinar para o lado em uma
o trator, certifique-se de que não haja ninguém inclinação, descarte imediatamente a carga e vire o
embaixo do trator, ao redor do trator ou no trator. trator no sentido do declive.
Certifique-se de que não haja ninguém na área ao redor. Certifique-se de evitar qualquer condição de solo
Acionamento do Motor que possa causar a inclinação do trator.
Mova todos os controles hidráulicos para a posição O trator poderá capotar quando se está trabalhando
HOLD antes de dar partida no motor. em terrenos inclinados, montanhosos ou rampas. O
Certifique-se de que a alavanca de controle da trator também poderá capotar ao passar sobre
transmissão esteja na posição PARK (estacionamento). valas, sulcos ou outros obstáculos inesperados.
Os gases do escapamento do motor diesel contêm Quando possível, opere o trator em subidas e
produtos de combustão que podem ser prejudiciais à descidas. Evite operar o trator através de rampas,
sua saúde. Sempre funcione o motor em uma área quando possível.
bem ventilada. Caso você esteja em uma área Mantenha o trator sob controle. Não sobrecarregue
fechada, ventile a exaustão para a atmosfera. o trator além da capacidade.
Quando o motor está em funcionamento e o volante Certifique-se de que os dispositivos de reboque
de direção for esterçado, o trator não vira se a sejam adequados para a aplicação.
alavanca de controle de transmissão (1) estiver na Certifique-se de que os componentes no engate de
posição PARK (P). três pontos sejam adequados para a aplicação.
Conecte o equipamento de reboque somente a uma
barra de tração ou a um engate.
Nunca passe sobre cabos elétricos. Nunca permita
ADVERTÊNCIA: que outras pessoas passem sobre um cabo elétrico.
O trator VIRA se o volante de direção for movido com Ao fazer manobras para conectar o equipamento,
a alavanca de controle na posição NEUTRO e o certifique-se de que não haja ninguém entre o trator
motor em funcionamento. e o equipamento de reboque. Bloqueie o engate do
Não coloque o motor em funcionamento até que equipamento de reboque para alinhar o
nenhuma pessoa esteja presente na área. Isso ajuda equipamento com a barra de tração.
a evitar ferimentos pessoais devido ao movimento Conheça as dimensões máximas do seu trator. Ao
inesperado do trator. operar o trator em estradas cobertas de gelo,
Antes da Operação reduza a velocidade de percurso.
Retire todas as pessoas do trator e da área. Após operar o trator em condições lamacentas,
Retire todos os obstáculos no caminho do trator. aguarde o tempo suficiente para que as correias
Esteja ciente dos perigos (fios, valas etc). possam rejeitar as impurezas e a umidade antes de
Certifique-se de que todas as janelas estejam limpas. fazer manobras em alta velocidade. Correias
Trave as portas e as janelas na posição aberta ou na úmidas e lamacentas podem impedir o
posição fechada. esterçamento do trator.
Ajuste os espelhos retrovisores para melhor Se a estabilidade do trator for notavelmente reduzida,
visibilidade nas proximidades do trator. Certifique-se reduza a velocidade de percurso.
de que a buzina, o alarme de ré (se equipado), e Selecione uma marcha capaz de controlar a
todos os outros dispositivos de alerta estejam velocidade do trator em descidas íngremes.
funcionando corretamente. Reduza a marcha se os freios forem necessários para
Coloque o cinto de segurança adequadamente, ao controlar a velocidade do trator. Nunca encoste em
redor dos quadris. uma inclinação com a transmissão em NEUTRO.
Funcionamento Não manobre o trator ao passar sobre valas. Valas
Somente opere o trator quando estiver sentado no largas e/ou profundas podem causar a oscilação
assento do operador. Ao operar o trator, coloque dos blocos guia abaixo do meio das rodas. Isso
sempre o cinto de segurança. Somente opere os pode fazer com que a correia se solte.
controles com o motor em funcionamento.

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Seção 1A – INTRODUÇÃO

Estacionamento Ao bater num pino de trava, o mesmo poderá soltar-


Estacione em uma superfície plana. Caso seja se. O pino de trava solto pode causar ferimento.
necessário estacionar em uma inclinação, bloqueie as Certifique-se de que nenhuma pessoa esteja na
correias do trator. área ao bater num pino de trava. Para evitar
ferimentos aos olhos, use óculos de segurança ao
Mova a alavanca de transmissão para a posição
bater num pino de trava.
PARK. Abaixe todos os implementos para o chão.
Mova os controles do implemento para a posição Lascas e outras impurezas podem soltar-se ao
HOLD. bater nos objetos. Certifique-se de que ninguém
será ferido por partículas soltas, antes de bater em
Antes de desligar o motor, mova a alavanca de
qualquer objeto.
controle do acelerador para a posição LOW IDLE
(marcha lenta baixa). Funcione o motor em marcha
lenta baixa durante cinco minutos. Isso permitirá o Estrutura de Proteção contra
resfriamento do turbo compressor. Capotagem (ROPS)
Desligue o motor.
Não faça quaisquer modificações à estrutura de
Gire o interruptor de partida do motor para a posição segurança (ROPS), pois isso afetará a proteção
DESLIGADO e remova a chave. fornecida. Não altere a estrutura ao soldar, recortar,
Gire o interruptor de desconexão da bateria para a adicionar peso ou fazer furos na estrutura.
posição OFF (desligado). Qualquer alteração que não seja especificamente
Posto do Operador autorizada pela AGCO invalida a certificação AGCO
Quaisquer modificações ao interior do posto de para o ROPS. A proteção oferecida pelo ROPS será
operação não devem projetar-se para dentro do prejudicada no caso de danos estruturais ao ROPS.
espaço do operador. A inclusão de um rádio, extintor Danos à estrutura podem ser causado por
de incêndio e outros equipamentos deve ser feita de emborcamento ou por queda de objetos.
maneira que o espaço reservado para o operador Não instale itens (extintores de incêndio, kits de
seja mantido. primeiros-socorros, lanternas etc.) soldando
Todos os itens que sejam trazidos para a cabine não qualquer suporte ao ROPS ou fazendo furos no
devem projetar-se para dentro do espaço reservado ROPS. Consulte o seu distribuidor quanto às
para o operador. É necessário prender a caixa de diretrizes de instalação.
alimentos ou outros itens. Os objetos não devem
representar riscos de impacto em terrenos irregulares
ou no caso de uma capotagem.
Prevenção contra Esmagamento e Cortes
Ao trabalhar embaixo do equipamento, apóie-o
adequadamente. Não dependa dos cilindros
hidráulicos para segurar o equipamento. Um
implemento pode cair se uma alavanca de controle for
movida ou se uma linha hidráulica se quebrar.
Nunca ligue em ponte os terminais do solenóide de
partida para dar partida no motor. Essa ação pode
resultar no movimento inesperado do trator.
Nunca faça ajustes com o trator em movimento ou
com o motor em funcionamento.
Sempre que existirem articulações de controle de
acessório, a distância na área da articulação se altera
com o movimento do acessório.
Afaste-se de todas as peças rotativas e de todas as
peças móveis.
Mantenha objetos afastados das lâminas do
ventilador em movimento. Os objetos serão
arremessados e podem ser cortados pelas lâminas do
ventilador.
Não use cabos elétricos que estejam dobrados ou
esgarçados. Use luvas ao manusear cabos elétricos.

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Seção 1A – INTRODUÇÃO

IDENTIFICAÇÃO DA MÁQUINA
Informação sobre Identificação do
Produto
Localizações das Plaquetas
O número de identificação do produto (PIN) será
utilizado para identificar um trator projetado para ser
acionado por um operador.
Componentes como motores, transmissões e
acessórios principais que não sejam projetados para
acionamento pelo operador são identificados pelos
números de série.
Para referência rápida, registre os números de
identificação nos espaços fornecidos abaixo da
ilustração.
FIG. 2: PIN do Trator. A plaqueta está localizada do
lado direito do trilho do chassi
PIN do Trator:
________________________________

FIG. 2
FIG. 3: Número de Série do Motor. A plaqueta está
situada no motor.
Número de Série do Motor:
________________________

FIG. 3
FIG. 4: Número de Série da Transmissão. A plaqueta
está situada na parte dianteira esquerda da
transmissão, acima da esfera rígida.
Número de Série da Transmissão:
___________________

FIG. 4

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Seção 1A – INTRODUÇÃO

FIG. 5: Número de Série da Cabine. A plaqueta está


situada no interior da cabine e abaixo do controle de
modulação da embreagem.
Número de Série da Cabine:
___________________________

FIG. 5
FIG. 6: Número de Série do Assento do Operador. A
etiqueta (1) está situada na parte posterior do assento
do operador.
Número de Série do Assento:
__________________________

FIG. 6
FIG. 7: Número da Correia de Tração. O número de
série está situado na borda de cada correia.
Número de Série da Correia Esquerda:
_______________________
Número de Série da Correia
Direita:_______________________

FIG. 7
FIG. 8: Número de Série do Diferencial e dos Eixos. A
plaqueta está situada próximo à base do tubo de
abastecimento do sistema hidráulico.
Número de Série do Diferencial e Eixos:
_____________

FIG. 8

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Seção 1A – INTRODUÇÃO

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE

ADVERTÊNCIA:
Fixações incorretas ou discrepantes podem
resultar em dano ou funcionamento irregular, ou
ferimento. Tenha cuidado para não misturar as
dimensões métricas e as dimensões em
polegadas das fixações.
Exceções a esses torques são fornecidas no Manual
de Serviço, se necessário.
Antes da instalação de qualquer ferragem, assegure-
se que os componentes estejam em boas condições
de uso. Parafusos e roscas não devem apresentar
desgaste ou dano. As roscas não devem ter rebarbas
ou sulcos. As ferragens devem estar livres de
ferrugem e corrosão. Limpe as ferragens com um
produto de limpeza não corrosivo.
Não lubrifique as roscas das fixações, exceto para
prevenção de ferrugem. A prevenção de ferrugem
deve ser aplicada pelo fornecedor do componente
para fins de envio e armazenamento. Outras
aplicações para lubrificação dos componentes
também podem ser especificadas no Manual de
Serviço.
Abraçadeiras para Mangueiras de Torque
Constante
Devido a mudanças extremas de temperatura, a
mangueira se ajustarão ao calor. O ajuste ao calor
pode fazer com que as abraçadeiras se soltem.
Abraçadeiras soltas podem resultar em vazamentos.
Casos foram relatados sobre falhas de componentes
que foram causadas por abraçadeiras que se
soltaram. A abraçadeira para mangueira de torque
constante ajudará a evitar essas falhas.
FIG. 9: A abraçadeira para mangueira de torque
constante é instalada corretamente sob as seguintes
condições:
• A ponta do parafuso (1) projeta-se 6,35 mm (0,25
pol.) (A) além da carcaça.
• Após apertar o parafuso (2) com um torque de
11Nm (8,1 Ib/pé), as arruelas belleville são
retraídas aproximadamente no mesmo nível.

FIG. 9

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Seção 1A – INTRODUÇÃO

INFORMAÇÕES SOBRE AS
FIXAÇÕES
Fixações Métricas
Torque de Montagem para Fixações Métricas

Padrão Alto Baixo


Dimensão da Torque Torque Torque Torque Torque Torque
Rosca Libra Pé Newton Libra Pé Newton Libra Pé Newton
Lb. Pé Metros Lb. Pé Metros Lb. Pé Metros
Nm Nm Nm
M6 x 1 9±1 12 ± 3 10 ± 1 13 ± 3 4 ± 0,5 6±1
M8 x 1,25 21 ±2 28 ± 7 22 ± 2 30 ± 7 11 ± 1 15 ± 3
M10 x 1,5 41 ± 4 55 ± 10 44 ± 4 60 ± 12 22 ± 2 30 ± 7
M12 x 1,75 75 ± 8 100 ± 20 80 ± 8 105 ± 20 35 ± 4 50 ± 10
M14 x 2 120 ± 12 160 ± 30 130 ± 10 175 ± 30 60 ± 5 80 ± 15
M16 x 2 175 ± 15 240 ± 40 200 ± 20 270 ± 40 90 ± 10 125 ± 20
M20 x 2,5 340 ± 35 460 ± 60 390 ± 40 530 ± 70 185 ± 20 250 ± 40
M24 x 3 590 ± 60 800 ± 100 665 ± 65 900 ± 100 315 ± 30 425 ± 50
M30 x 3,5 1180 ± 120 1600 ± 200 1330 ± 130 1800 ± 200 625 ± 60 850 ± 100
M36 x 4 2000 ± 200 2700 ± 300 2285 ± 230 3100 ± 350 1100 ± 110 1500 ± 200

Prisioneiros de Travamento Cônico Padrão


Dimensão da Torque Libra Torque
Rosca Pé Lb. Pé. Newton
Metros N.m
M6 6 8
M8 13 17
M10 26 35
M12 48 65
M16 80 110
M20 125 170
M24 300 400
M30 550 750
M36 880 1200

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Seção 1A – INTRODUÇÃO

Fixações em Polegadas
Torque de Montagem para Fixações Métricas
Padrão Alto Baixo
Dimensão da Torque Torque Dimensão da Torque Torque Dimensão da
Rosca Libra Pé Newton Rosca Libra Pé Newton Rosca
Lb. Pé Metros Lb. Pé Metros
Nm Nm
1/4 - 20 9±1 12 ± 3 10 ± 1 13 ± 3 4 ± 0,5 6±1
5/16 - 18 18 ± 2 25 ± 6 20 ± 2 28 ± 7 10 ± 1 13 ± 3
3/8 - 16 35 ± 4 47 ± 9 40 ± 4 50 ± 10 18 ± 2 25 ± 6
7/16 - 14 50 ± 5 70 ±15 60 ± 6 80 ± 15 30 ±3 40 ± 8
1/2 - 13 75 ± 8 105 ± 20 90 ± 9 120 ± 20 45 ± 5 60 ± 12
9/16 - 12 120± 10 160 ± 30 130± 13 175± 30 60 ± 5 85 ± 15
5/8 - 11 160 ± 15 215 ± 40 175 ± 15 240 ± 40 85 ± 10 115 ± 20
3/4 - 10 275 ± 30 370 ± 50 320 ± 30 430 ± 60 150 ± 15 200 ± 40
7/8 - 9 460 ± 50 620 ± 80 520 ± 50 700 ± 90 240 ± 25 325 ± 40
1-8 660 ± 70 900 ± 100 775 ± 75 1050 ± 150 370 ± 35 500 ± 65
1 1/8 - 7 960 ± 100 1300 ± 150 1070 ± 105 1450 ± 150 515 ± 50 700 ± 90
1 1/4 - 7 1320 ± 130 1800 ± 200 1550 ± 155 2100 ± 250 975 ± 95 1000 ± 125
1 3/8 - 6 1780 ± 180 2400 ± 300 1990 ± 200 2700 ± 300 1315 ± 130 1000 ± 150
1 1/2 - 5 2280 ± 230 3100 ± 350 2650 ± 265 3600 ± 400 1680 ± 165 1700 ± 200

Prisioneiros de Travamento Cônico Padrão


Dimensão da Torque Torque
Rosca Libra Pé Newton
Lb. Pé. Metros
Nm
1/4 6 8
5/16 13 17
3/8 26 35
7/16 33 45
1/2 48 65
5/8 80 110
3/4 125 170
7/8 190 260
1 300 400
1 1/8 390 525
1 1/4 550 750
1 3/8 700 950
1 1/2 880 1200

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Seção 1A – INTRODUÇÃO

APERTO DE FIXAÇÕES COM ROSCA


RETA
As fixações hidráulicas de rosca reta requerem um DASH D.E. DO TORQUE MÁX
aperto preciso. O aperto excessivo das fixações SIZE TUBO.
hidráulicas arruinará as superfícies de vedação, (REF.) N-m lb-pol. lb-pé
exigindo a substituição das peças danificadas. -4 1/4 12 110 9
O aperto inicial correto depende das partes de -5 5/16 20 180 15
contato a serem conectadas. Proceda da seguintes
-6 3/8 27 240 20
maneira:
-8 1/2 40 360 30
Uma conexão adaptadora (37° duplo alargamento)
conectado a um conjunto de tubo com duplo -10 5/8 54 480 40
alargamento. A conexão deve ser apertada -12 3/4 95 840 70
manualmente e girada meia volta com uma chave -14 7/8 110 980 80
(para alargamento simples, 1/4 de volta). -16 1 120 1080 90
Uma conexão adaptadora (37° duplo alargamento) -20 1 1/4 160 1440 120
conectado a uma mangueira. A conexão deve ser
-24 1 1/2 180 1575 130
apertada manualmente e girada ¼ de volta com uma
chave. -32 2 400 3600 300
Uma conexão adaptadora do anel de vedação -40 2 1/2 540 4800 400
conectada a um orifício sólido. A conexão deve ser -48 3 680 6000 500
apertada de maneira que a arruela de apoio encoste
na face do entalhe após a conexão ter sido
adequadamente posicionada.
Para reapertar após o aperto inicial, como no serviço
de manutenção, as conexões do tubo e da mangueira
devem ser apertados manualmente e girados ¼ de
volta com uma chave. As conexões dos anéis de
vedação devem ser apertadas de maneira
semelhante à montagem inicial.
PORCAS GIRATÓRIAS JIC (ASSENTO 37°). Os
valores a seguir são os valores de torque máximo
recomendados para porcas giratórias JIC (assento
37°) do tipo permanente ou soldado com latão. As
porcas giratórias normalmente suportarão esse torque
no mínimo para 15 montagens repetidas.
O torque requerido para vedar as conexões fêmeas
giratórias ou os acoplamentos das mangueiras a um
conector macho depende de muitas variáveis, tais
como fluido médio, pressão, acabamento superficial
etc. Os seguintes valores servem apenas para
orientação sobre os valores máximos aos quais as
conexões estão sujeitas.

12
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Seção 1A – INTRODUÇÃO

Informações métricas
Para Obter:
MULTIPLICAR: POR POR Para Obter:
MULTIPLICAR
LINEAR polegadas X 25.4 = milímetros (mm) X 0.03937 = polegadas
pés X 0.3048 = metros (m) X 3.281 = pés
jardas X 0.9144 = metros (m) X 1.0936 = jardas
milhas X 1.6093 = quilômetros (km) X 0.6214 = milhas
polegadas X 2.54 = centímetros (cm) X 0.3937 = polegadas
micropolegadas X 0.0254 = micrometros (µm) X 39.37 = micropolegadas
ÁREA polegadas 2 X 645.16 = milímetros 2 (mm2 ) X 0.00155 = polegadas 2
polegadas 2 X 6.4516 = centímetros 2 (cm2 ) X 0.155 = polegadas 2
2 2 2
pés X 0.0929 = metros (m ) X 10.764 = pés 2
2 2 2
jardas X 0.8361 = metros (m ) X 1.196 = jardas 2
acres X 0.4047 = hectômetros 2 (hm2 ) X 2.471 = acres
= hectares (ha) X =
VOLUME polegadas 3 X -{}-16387 = milímetros 3 (mm3 ) X 0.000061 = polegadas 3
3 3 3
polegadas X 16.387 = centímetros (cm ) X 0.06102 = polegadas 3
3
polegadas X 0.01639 = litros X 61.024 = polegadas 3
quartos X 0.94635 = litros X 1.0567 = quartos
galões X 3.7854 = litros X 0.2642 = galões
pés 3 X 28.317 = litros X 0.03531 = pés 3
3 3 3
pés X 0.02832 = metros (m ) X 35.315 = pés 3
fluido onças X 29.57 = mililitros (ml) X 0.03381 = fluido onças
jardas 3 X 0.7646 = metros 3 (m 3 ) X 1.3080 = jardas 3
colheres de chá X 4.929 = mililitros (ml) X 0.2029 = colheres de chá
- copos X 0.2366 = litros X 4.227 = copos
bushel X 35.239 = litros X 0.02838 = bushels
bushel X 0.03524 = metros 3 (m 3 ) X 28.378 = bushels
MASSA onças (av) X 28.35 = gramas (g) X 0.03527 = onças (av)
libras (av) X 0.4536 = quilogramas (kg) X 2.2046 = libras (av)
toneladas (2000
X 907.18 = quilogramas (kg) X 0.001102 = toneladas (2000 Ibs)
Ibs)
toneladas (2000
X 90718 = toneladas métricas (t) X 1.1023 = toneladas (2000 Ibs)
Ibs)
toneladas (long) X 1016.05 = quilogramas (kg) X 000984 = toneladas (long)
(2240 Ibs) X = X = (2240 Ibs)
FORÇA onças - f (av) X 0.278 = newtons (N) X 3.597 = onças - f (av)
libras - f (av) X 4.488 = newtons (N) X 0.2248 = libras - f (av)
quilogramas - f X 9.807 = newtons (N) X 0.10197 = quilogramas - f
PRESSÃO
libras/pol 2 X 6.895 = quilopascals (kPa) X 0.145 = libras/pol 2
OU ESFORÇO
libras/pol 2 X 0.0689 = bar X 14.503 = libras/pol 2
POTÊNCIA cavalo-vapor X 0.746 = kilowatts (kW) X 1.34 = cavalo-vapor
pé-lbf/min. X 0.0226 = watts (W) X 44.25 = pé-lbf/min.
libra -
TORQUE X 0.11298 = newton-metros (N.m) X 8.851 = libra - polegadas
polegadas
libra - pés X 1.3558 = newton-metros (N.m) X 0.7376 = libra - pés
quilômetros/hora
VELOCIDADE milhas/hora X 1.6093 = X 0.6214 = milhas/hora
(km/h)
pés/s X 0.3048 = metros/s (m/s) X 3.281 = pés/s
quilômetros/h X 0.27778 = metros/s (m/s) X 3.600 = quilômetros/h
milhas/horas X 0.4470 = metros/s (m/s) X 2.237 = milhas/hora

TEMPERATURA

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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As informações referentes aos motores Caterpillar ®
utilizadas nesses tratores devem ser solicitadas
através de um distribuidor autorizado de motores
Caterpillar ®.

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85503400 - Rev 1
02/2008

Manual de Serviço
Séries MT700 e MT700B

Componentes Auxiliares do Motor

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Seção 2B – Motor
ÍNDICE

SEGURANÇA ....................................................................................................................................................1
Informações Gerais ........................................................................................................................................1
Informações Importantes sobre Segurança ................................................................................................1
Símbolo de Alerta de Segurança ................................................................................................................1
Palavras de Sinalização ..............................................................................................................................2
Mensagens Informativas .............................................................................................................................3
Informações Gerais sobre Perigos..............................................................................................................4

DESMONTAGEM E MONTAGEM ..................................................................................................................13


Manutenção e Reparo do Motor...................................................................................................................13
Alternador – Remoção e Instalação .............................................................................................................13
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................13
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................14
Motor Elétrico de Partida – Remoção e Instalação ......................................................................................16
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................16
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................16
Filtro de Combustível e Base do Filtro – Remoção (Filtros de Combustível Primário e Secundário) .........17
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................17
Filtro de Combustível e Base do Filtro – Instalação (Filtros de Combustível Primário e Secundário) ........21
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................21
Conjunto de Arrefecimento – Remoção .......................................................................................................24
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................24
Conjunto de Arrefecimento – Instalação ......................................................................................................30
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................30
Radiador de Óleo Hidráulico – Remoção e Instalação ................................................................................37
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................37
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................39
Filtro de Ar – Remoção e Instalação ............................................................................................................41
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................41
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................43
Radiador de Ar – Remoção e Instalação .....................................................................................................47
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................47
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................48
Silencioso – Remoção e Instalação .............................................................................................................49
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................49
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................49
Regulador de Temperatura da Água – Remoção e Instalação....................................................................51
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................51
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................51
Radiador – Remoção....................................................................................................................................54
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................54

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Motor
ÍNDICE

Radiador – Instalação...................................................................................................................................58
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................51
Ventilador - Remoção e Instalação ..............................................................................................................63
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................63
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................65
Acionador do Ventilador – Remoção............................................................................................................66
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................66
Acionador do Ventilador – Instalação...........................................................................................................68
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................68
Bomba d’água – Remoção e Instalação ......................................................................................................70
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................70
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................71
Compressor de Ar – Remoção e Instalação ................................................................................................72
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................72
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................73
Compressor de Refrigerante – Remoção e Instalação ................................................................................74
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................74
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................75
Acumulador de Refrigerante (com Dessecante) – Remoção e Instalação ..................................................76
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................76
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................77
Condensador de Refrigerante – Remoção e Instalação ..............................................................................78
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................78
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................80
Capô – Remoção..........................................................................................................................................81
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................81
Capô – Instalação.........................................................................................................................................85
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................85
Eixo de Transmissão – Remoção e Instalação ............................................................................................88
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................88
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................89
Motor – Remoção .........................................................................................................................................90
Remoção ...................................................................................................................................................90
Motor – Instalação ........................................................................................................................................97
Instalação ..................................................................................................................................................97

ÍNDICE ALFABÉTICO .................................................................................................................................. 103

ii
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
SEGURANÇA

SEGURANÇA
INFORMAÇÕES GERAIS
Informações Importantes sobre
Segurança
FIG. 1: A operação, lubrificação, manutenção ou
reparo inadequado deste produto pode ser perigoso,
podendo resultar em ferimentos graves ou morte.
Muitos dos ferimentos que envolvem a operação,
manutenção e reparo do produto são causados por
falta de observação das regras básicas de segurança
ou precauções. Geralmente, a ocorrência de
ferimentos pode ser evitada mediante o
reconhecimento de potenciais situações de perigo. A
pessoa deve estar alerta quanto a potenciais perigos.
Essa pessoa também deve ter o treinamento, as
habilidades e as ferramentas necessárias para
executar corretamente essas funções.

FIG. 1
Símbolo de alerta de segurança
FIG. 2: Este é o símbolo de alerta de segurança. Este
símbolo significa ATENÇÃO! ESTEJA ALERTA! SUA
SEGURANÇA ESTÁ ENVOLVIDA! Procure por ele,
neste manual e nos adesivos de segurança existentes
no trator. Ele chamará sua atenção para informações
que envolvem sua segurança e a segurança de
terceiros.

FIG. 2

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
SEGURANÇA

Palavras de sinalização
FIG. 3: As palavras PERIGO, ADVERTÊNCIA ou
PRECAUÇAO são utilizadas com o símbolo de alerta
de segurança. Aprenda a reconhecer estes alertas de
segurança e siga as precauções e as práticas de
segurança recomendadas.

PERIGO:
Indica uma situação de perigo iminente que, se
não for evitada, resultará em morte ou ferimentos
muito graves.

FIG. 3
ADVERTÊNCIA:
Indica uma potencial situação de perigo que, se
não for evitada, pode resultar em morte ou
ferimentos graves.

CUIDADO:
Indica uma potencial situação de perigo que, se
não for evitada, poderá resultar em ferimentos
menores.
As palavras IMPORTANTE e NOTA não estão
relacionadas à segurança individual, porem são
utilizadas para fornecer informações adicionais e
dicas para manutenção ou operação do equipamento.
IMPORTANTE: A palavra IMPORTANTE é usada
para identificar instruções ou procedimentos
especiais que, se não forem rigorosamente
observados, podem resultar em danos ou
destruição da máquina, processo ou da área
circundante.
NOTA: A palavra NOTA é usada para identificar
pontos de particular interesse para uma
operação ou reparo mais eficiente e
conveniente.
Substitua qualquer adesivo de PERIGO,
ADVERTÊNCIA, CUIDADO ou instrucional que esteja
ilegível ou ausente. A localização e número de peça
desses adesivos é identificada no manual do
operador desta máquina.

2
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
SEGURANÇA

Mensagens informativas
FIG. 4: Não opere nem faça qualquer lubrificação,
manutenção ou reparo neste produto antes que tenha
lido e entendido as informações de operação,
lubrificação, manutenção e reparo.
Antes de iniciar a operação, manutenção ou reparo
do trator, assegure-se de ler e entender este manual,
o manual do operador e o manual para todos os
implementos.
Aprenda como operar, fazer manutenção e reparar o
trator e como usar os controles corretamente.
Não deixe ninguém operar, dar manutenção ou
reparar o trator sem que tenha instrução e
treinamento.
Para sua segurança e de outras pessoas, obedeça
todas as precauções e instruções de segurança
encontradas nos manuais e nos adesivos fixados no
trator e nos implementos do trator.
A não observação dessas precauções poderá resultar
em ferimentos e morte.
Lado direito e lado esquerdo, da forma como usados
FIG. 4
neste manual são determinados olhando-se para a
direção que será percorrida pela máquina quando em
uso.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
SEGURANÇA

Informações gerais sobre perigos


FIG. 5: Quando o motor está em funcionamento e o
volante de direção for esterçado, o trator não vira se a
alavanca de controle de transmissão (1) estiver na
posição PARK (P). O trator irá virar com a alavanca
de controle de transmissão colocada na posição
NEUTRA (N).
Não coloque o motor em funcionamento até que
nenhuma pessoa esteja presente na área. Isso ajuda
a evitar ferimentos pessoais devido ao movimento
inesperado do trator.
A menos que você seja instruído em contrário,
execute a manutenção sob as seguintes condições:
• Trator estacionado em solo nivelado. FIG. 5
• Implementos abaixados para o solo.
• Alavanca de controle de transmissão colocada na
posição PARK.
• Motor parado.
• Interruptor de partida do motor desligado e chave
de ignição removida.
• O trator esteja frio.
Conheça a largura do seu equipamento para manter a
distância adequada ao operar o trator nas
proximidades de obstáculos.

FIG. 6: Esteja preparado para emergências. Sempre


carregue um ou mais extintores de incêndio
adequados - classificação ABC, pó químico seco.
Mantenha sempre à mão um kit de primeiros socorros
para pequenos cortes e esfoladuras.

FIG. 6

4
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
SEGURANÇA

FIG. 7: Use um capacete, luvas de proteção, e outros


equipamentos de proteção, conforme necessário.
Não use roupas soltas ou jóias que possam ser
puxadas pelas peças ou controles do trator.

FIG. 7

FIG. 8: Fique voltado para a traseira do trator sempre


que subir ou descer do trator.
Mantenha contato em três pontos com os degraus e
os corrimãos. O contato em três pontos é dois pés e
uma das mãos, e um pé e as duas mãos.
Não tente subir ou descer quando trator está em
movimento.
IMPORTANTE: Assegure-se de que os degraus não
estejam ajustados muito próximos do capô no
trator.
Deve-se deixar uma distância mínima de 75 mm entre
o apoio para a mão e o capô para que haja espaço
suficiente para a mão do operador. FIG. 8

FIG. 9: Os gases do escapamento do motor diesel


contém produtos de combustão que podem ser
prejudiciais à sua saúde. Sempre funcione o motor
em uma área bem ventilada. Nunca opere o motor e
um edifício fechado, a menos que os gases do
escapamento sejam ventilados para fora.

FIG. 9

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
SEGURANÇA

FIG. 10: Dê partida ao motor apenas quando estiver


sentado no banco do operador. Nunca ligue em curto
os terminais do motor de partida ou das baterias.

FIG. 10

FIG. 11: Somente opere o trator quando estiver


sentado no assento do operador. Ao operar o trator,
coloque sempre o cinto de segurança. Somente opere
os controles com o motor em funcionamento.
Se outra pessoa estiver viajando no assento do
instrutor, assegure-se que a pessoa esteja usando o
cinto de segurança. Nunca permita ninguém em
qualquer parte do trator ou seu implemento, exceto no
assento do operador e no assento do instrutor quando
o motor estiver funcionando.

FIG. 11

FIG. 12: Algumas fotos neste manual podem ter sido


tiradas com as proteções removidas para facilidade
de visualização.

ADVERTÊNCIA:
Para melhor qualidade de visualização, algumas
fotos e ilustração neste manual podem mostrar
um conjunto com a proteção removida. Não opere
o trator, a menos que as proteções estejam em
boas condições e instaladas no lugar. Substitua
imediatamente as proteções após o término da
inspeção, reparos, limpeza ou ajustes e antes de FIG. 12
começar/retomar a operação.

6
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
SEGURANÇA

FIG. 13: Nunca coloque fluido de manutenção em


recipientes de vidro. Drene todos os fluidos em um
recipiente adequado.
Descarte todos os fluidos drenados e descarte
também todos os materiais saturados com fluido de
acordo com os regulamentos locais.
Use todas as soluções de limpeza com cuidado.

FIG. 13

FIG. 14: Não fume ao fazer manutenção no ar


condicionado. A inalação de gás do refrigerante do ar
condicionado através de um cigarro aceso pode
causar prejuízos ao corpo ou morte.
Mantenha o trator livre de impurezas (combustível,
óleo, líquidos de arrefecimento, panos oleosos e
detritos).
Não aplique solda nas linhas ou nos tanques que
contenham fluidos ou gases inflamáveis
Tenha cuidado quando estiver reabastecendo um
trator. Não fume durante o reabastecimento do trator.
Sempre desligue o motor antes de reabastecer. FIG. 14
Abasteça o tanque de combustível em local externo.

FIG. 15: Sempre desligue o motor, mude a


transmissão para Park, remova a chave de ignição, e
coloque o interruptor de desconexão da bateria na
posição DESLIGADO antes de deixar que qualquer
pessoa inspecione, limpe, lubrifique, ajuste ou repare
qualquer parte do trator ou de seus implementos.

FIG. 15

85503400 - Rev 1 - 02/2008


Menu Ê N Z [ 7
Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
SEGURANÇA

FIG. 16: Quaisquer modificações ao interior do posto


de operação não devem projetar-se para dentro do
espaço do operador.
Ao trabalhar embaixo do equipamento, apóie-o
adequadamente.
Não faça quaisquer modificações à estrutura de
segurança (ROPS), pois isso afetará a proteção
fornecida. Não altere a estrutura ao soldar, recortar,
adicionar peso ou fazer furos no

FIG. 16

FIG. 17: Mantenha objetos afastados das lâminas do


ventilador em movimento. Os objetos serão
arremessados e podem ser cortados pelas lâminas do
ventilador.
Você pode ser apanhado por peças móveis mais
rapidamente do que sua capacidade de afastar-se da
estrutura.

FIG. 17

8
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
SEGURANÇA

FIG. 18: Não toque em qualquer parte do motor em


operação. Deixe o motor esfriar antes de fazer
qualquer manutenção no motor. Antes de
desconectar qualquer linha, conexões ou itens
relacionados, alivie toda a pressão no sistema de ar,
no sistema de óleo, no sistema de lubrificação, no
sistema de combustível, ou no sistema de
arrefecimento.

FIG. 18

FIG. 19: Não remova a tampa do radiador com o


motor quente. Somente remova a tampa quando
estiver suficiente fria ao tocá-la com as mãos. Solte
lentamente a tampa até o primeiro entalhe para aliviar
a pressão e, em seguida, remova-a.

FIG. 19

FIG. 20: Vazamentos de fluído em alta pressão


podem ser quase invisíveis, porém penetram na pele
causando ferimentos graves.
Consulte um médico imediatamente caso tenha
sofrido um ferimento por vazamento de fluidos. O
fluido injetado na pela deve ser removido
cirurgicamente em poucas horas ou poderá resultar
em gangrena.
O óleo quente e os componentes quentes podem
causar ferimentos.

FIG. 20

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
SEGURANÇA

FIG. 21: Utilize um pedaço de papelão ou madeira


para procurar possíveis vazamentos; nunca faça isso
com as mãos.
Não dobre as linhas de alta pressão. Não bata nas
linhas de alta pressão. Não instale quaisquer linhas
que estejam dobradas ou danificadas.
Verifique cuidadosamente as linhas, tubos e
mangueiras. Repare todas as linhas soltas ou
danificadas. Aperte todas as conexões ao torque
recomendado.
Substitua as peças na presença de qualquer das
condições a seguir:
• Conexões terminais danificadas ou vazando. FIG. 21
• Revestimentos externos danificados por fricção
ou cortes.
• Fios expostos.
• Revestimento externo abaulado.
• Peças flexíveis das mangueiras dobradas.
• Tampas externas com armação afundada.
• Conexões finais deslocadas.

FIG. 22: O eletrólito nas baterias do trator é um ácido


e pode causar ferimentos. Não deixe que o eletrólito
entre em contato com a pele ou os olhos. Sempre use
óculos de proteção ao trabalhar nas baterias. Lave as
mãos depois de ter estado em contato com as
baterias e os conectores.

FIG. 22

FIG. 23: Os gases da bateria podem explodir.


Mantenha chamas abertas ou faíscas afastadas da
parte superior da bateria. Não fume em áreas de
recarga de baterias.
Nunca verifique a carga da bateria colocando um
objeto metálico entre os terminais. Não coloque
ferramentas sobre materiais condutivos na bateria.
Tenha cuidado ao conectar cabos auxiliares às
baterias. A instalação incorreta dos cabos auxiliares
pode resultar em danos aos componentes elétricos ou
explosão da bateria.
Não aplique carga a uma bateria congelada, pois ela
pode explodir. Aqueça a bateria até 16°C (60°F). FIG. 23

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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
SEGURANÇA

FIG. 24: Certifique-se de que todas as luzes,


refletores e SMV do trator estejam instaladas, em
boas condições, e limpas.
Consulte o órgão de serviço autorizado quanto aos
regulamentos locais relativos à movimentação de
equipamentos agrícolas em estradas públicas.

FIG. 24

FIG. 25: O aplicativo Auto-Guide (direcionamento


automático) pode ser desativado temporariamente no
caso de perda do sinal de satélite. É imprescindível
que o operador esteja sempre alerta à sua posição e
condições no campo.
O Sistema Auto-Guide tem como objetivo ajudar o
operador no direcionamento do trator. A atenção do
operador é exigida todo o tempo.

FIG. 25

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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SEGURANÇA

12
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

DESMONTAGEM E MONTAGEM
MANUTENÇÃO E REPARO DO
MOTOR
Este manual não inclui procedimentos detalhados
de manutenção e reparo do motor. Para obter
informações detalhadas, consulte as publicações
de serviço e reparo do fabricante.

ALTERNADOR – REMOÇÃO E
INSTALAÇÃO
Procedimento de Remoção
1. Gire o interruptor de desconexão para a posição .
DESLIGADO.
2. Remova o conjunto de proteção do lado direito do
radiador. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Proteções – Remoção e Instalação.
3. Remova a correia. Consulte o Manual de
Operação e Manutenção, Correia (Alternador e
Bomba D’Água) – Substituição.
FIG. 26: Remoção da fiação.
4. Remova o parafuso (5) que fixa a abraçadeira do
fio.
5. Remova os fios (1), (3) e (4) do alternador (2).

FIG. 26

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 27: Remoção do alternador.


6. Remova os parafusos (5), (6), (7) e (8).
7. Remova a blindagem (9) e o suporte (10) do
alternador.
8. Remova o alternador (2) do suporte.

FIG. 27
Procedimento de Instalação
FIG. 28: Instalação do alternador
1. Posicione o alternador (2) no suporte.
2. Posicione a blindagem (9) no alternador.
3. Instale os parafusos (8), (6) e (5) a fim de fixar o
alternador na posição.
4. Coloque o suporte (10) no alternador e instale o
parafuso (7).

FIG. 28

14
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 29: Instalação da fiação.


5. Instale os fios (4), (3) e (1) no alternador (2).
6. Instale o parafuso (5) de fixação da abraçadeira
do fio.
7. Instale a correia. Consulte o Manual de Operação
e Manutenção, Correia (Alternador e Bomba
D’Água) - Substituição.
8. Instale o conjunto de proteção no lado direito do
radiador. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Proteções - Remoção e Instalação.
9. Gire o interruptor de desconexão para a posição
LIGADO.

FIG. 29

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

MOTOR ELÉTRICO DE PARTIDA –


REMOÇÃO E INSTALAÇÃO
Procedimento de Remoção
1. Gire o interruptor de desconexão da bateria para
a posição OFF (desligado).
2. Levante o capô. Consulte o Manual de Operação
e Manutenção, Capô (Compartimento do Motor) -
Levantar/Abaixar.
FIG. 30: Remoção do motor de partida.
3. Desconecte os fios (1), (2), (5) e (6).
4. Remova os três parafusos (3) e o motor elétrico
de partida (4) do trator.

FIG. 30

Procedimento de Instalação
NOTA: Antes do procedimento de instalação, remova
a tinta dos furos e das roscas dos parafusos
(3).
FIG. 31: Instalação do motor de partida.
1. Instale o motor elétrico (4) ao trator com os três
parafusos (3).
2. Conecte os fios (6), (5), (2) e (1) ao motor elétrico
de partida.
3. Abaixe o capô. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Capô (Compartimento do Motor) -
Levantar/Abaixar.
4. Gire o interruptor de desconexão da bateria para
a posição LIGADO.

FIG. 31

16
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FILTRO DE COMBUSTÍVEL E BASE


DO FILTRO – REMOÇÃO (FILTROS
DE COMBUSTÍVEL PRIMÁRIO E
SECUNDÁRIO)
Procedimento de Remoção
Ferramentas necessárias
Peça
Ferramenta Descrição Qtd
Número
9U-7070 Capa 4
A
9U-7072 Capa 4

NOTA: Antes de remover quaisquer componentes,


marque a localização e a orientação de todos
os conjuntos para que a instalação seja feita
na mesma posição. Tampe todos os conjuntos
e mangueiras e cubra todas as conexões. Os
bujões e as capas ajudam a evitar respingos
de fluido. Os bujões e as capas ajudam a
impedir o ingresso de sujeira e impurezas no
sistema de combustível.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.

ADVERTÊNCIA:
Os componentes quentes do motor podem causar
ferimentos por queimaduras. Deixe o motor e os
componentes esfriarem antes de fazer qualquer
manutenção no motor.

ADVERTÊNCIA:
Vazamento ou respingo de combustível em
superfícies quentes ou componentes elétricos
pode causar um incêndio. Para ajudar na
prevenção de possível ferimento, desligue o
interruptor de partida quando for trocar os filtros
de combustível ou os elementos do separador de
água. Limpe imediatamente os respingos de
combustível.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 32: Filtro de combustível secundário e base do


filtro (1), e filtro de combustível primário e base do
filtro (2).
1. Estacione o trator em uma superfície plana e
levante o capô.
2. Gire a válvula de combustível (5) para a posição
DESLIGADA.

FIG. 32

18
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

Filtro de Combustível Primário e Base do


Filtro
FIGS. 33-34: Remoção do filtro de combustível
primário e base do filtro.
1. Desconecte os dois conjuntos de chicotes (6) e
(7) da base do filtro (8). Cubra os conjuntos de
mangueira e tampe a base do filtro com a
Ferramenta (A).
2. Desconecte a mangueira (14) do depósito do
separador de água (13).
3. Remova o depósito do separador de água (13) do
elemento do filtro de combustível (12).
4. Remova o elemento do filtro (12) da base do filtro
de combustível (8).
5. Remova os quatro parafusos (9) que fixam a base
do filtro (8) ao trator. Remova a base do filtro.
6. Se necessário, remova os cinco bujões (10) e
remova os anéis de vedação (11) dos bujões.
7. Remova o prisioneiro (8A) da base do filtro (8). FIG. 33

FIG. 34

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

Filtro de Combustível Secundário e Base do


Filtro
FIGS. 35-36: Remoção do filtro de combustível
secundário e base do filtro.
1. Desconecte os conjuntos de mangueiras (2), (3) e
(4) dos conectores do orifício de acesso (18).
Cubra os conjuntos de mangueiras com a
Ferramenta (A).
2. Remova os dois conectores do orifício de acesso
(18) e a conexão de 90° (1) da base do filtro (15).
Remova os anéis de vedação (17) dos conectores
do orifício de acesso.
3. Se necessário, remova os quatro bujões (21) da
base do filtro (15). Remova o anel de vedação
(20) dos bujões.
4. Remova o elemento do filtro (19) da base do filtro
(15).
5. Remova os quatro parafusos (16) que fixam a
base do filtro (15) ao trator.
6. Remova o prisioneiro (15A) da base do filtro (15). FIG. 35

FIG. 36

20
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FILTRO DE COMBUSTÍVEL E BASE


DO FILTRO – INSTALAÇÃO
(FILTROS DE COMBUSTÍVEL
PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO)
Procedimento de Instalação
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.

ADVERTÊNCIA:
Os componentes quentes do motor podem causar
ferimentos por queimaduras. Deixe o motor e os
componentes esfriarem antes de fazer qualquer
manutenção no motor.
Vazamento ou respingo de combustível em
superfícies quentes ou componentes elétricos
pode causar um incêndio. Para ajudar na
prevenção de possível ferimento, desligue o
interruptor de partida quando for trocar os filtros
de combustível ou os elementos do separador de
água. Limpe imediatamente os respingos de
combustível.
Filtro de Combustível Primário e Base do Filtro
FIG. 37: Instalação do filtro de combustível primário e
base do filtro.
1. Inspecione todos os anéis de vedação quanto a
desgaste ou dano. Se necessário, instale peças
novas.
2. Instale os anéis de vedação (11) nos bujões (10).
Instale os bujões (10) na base do filtro (8).
3. Instale o prisioneiro (8A) na base do filtro de
combustível (8). Aperte o prisioneiro com um
torque de 70 ± 15 Nm (52 ± 11 lb pé).
4. Instale as quatro arruelas e os parafusos (9) que
fixam a base do filtro (8) ao trator.
5. Instale o elemento do filtro (12) na base do filtro
de combustível (8). Instale o depósito do
separador de água (13) no elemento do filtro de
combustível (12).
6. Conecte a mangueira (14) ao depósito do
separador de água (13).

FIG. 37

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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 38: Conexão dos conjuntos de mangueiras.


7. Conecte os conjuntos de mangueiras (6) e (7) à
base do filtro (8).

FIG. 38
Filtro de Combustível Secundário e Base do
Filtro
FIG. 39: Instalação do filtro de combustível
secundário e base do filtro.
1. Inspecione todos os anéis de vedação quanto a
desgaste ou dano.
2. Instale os anéis de vedação (20) nos bujões (21).
Instale os bujões (20) na base do filtro (15).
3. Instale o prisioneiro (15A) na base do filtro de
combustível (15). Aperte o prisioneiro com um
torque de 70± 15 Nm (52 ± 11 lb pé).
4. Instale a base do filtro (15) e fixe-a com as quatro
arruelas e parafusos (16).
5. Instale os anéis de vedação (17) nos conectores
do orifício de acesso (18). Instale os conectores
do orifício de acesso na base do filtro (15).
6. Instale o elemento do filtro (19) na base do filtro
(15).

FIG. 39

22
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 40-41: Conexão dos conjuntos de mangueiras.


7. Instale um anel de vedação na conexão de 90°
(1). Instale a conexão de 90° (1) nos conectores
do orifício de acesso (18).
8. Conecte os conjuntos de mangueiras (2), (3) e (4)
à base do filtro (15).
9. Gire a válvula de combustível (5) para a posição
LIGADA.
10. Escorve o sistema de combustível e acione o
motor. É necessário escorvar os dois filtros.
Consulte o Manual de Operação e Manutenção,
Filtro de Combustível (Secundário) - Substituição.
Consulte o Manual de Operação e Manutenção,
Filtro de Combustível (Primário) -
Limpeza/Substituição.
11. Inspecione os dois filtros de combustível e as
bases dos filtros quanto a vazamentos.
12. Feche o capô. FIG. 40

FIG. 41

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

CONJUNTO DE ARREFECIMENTO –
REMOÇÃO
Procedimento de Remoção
Ferramentas necessárias
Peça
Ferramenta Descrição Qtd
Número
Bujão do vedador da
6V-9512 2
face

A 6V-9833 Conjunto da capa 2


6V-9513 Bujão 2
6V-9834 Conjunto da capa 2
B 138-7573 Suporte do engate 2

Início do procedimento:
a. Remova o capô. Consulte a seção Desmontagem
e Montagem, Capô - Remoção.
b. Remova as baterias. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Baterias - Remoção
e Instalação.
c. Remova o filtro de ar. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Filtro de Ar -
Remoção.
NOTA: Faça marcas de identificação em todas as
mangueiras, conjuntos de mangueiras, fios e
todos os conjuntos de tubos para que a
instalação seja feita na posição correta.
Tampe todos os conjuntos de mangueira e
todos os conjuntos de tubos. Fazer isso ajuda
a evitar perda de fluido e impedir a entrada de
contaminantes no sistema.

24
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para .


assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.

ADVERTÊNCIA:
O contato com o refrigerante pode resultar em
ferimentos.
O contato com o refrigerante pode causar
ulceração produzida pelo frio. Mantenha a face e
as mãos afastadas para evitar ferimentos.
Use sempre óculos de proteção tipo pára-quedista
ao abrir as linhas de refrigerante, mesmo se os
medidores indicarem que o sistema está vazio e
sem refrigerante.
Sempre tenha cuidado ao remover uma conexão.
Afrouxe a conexão lentamente. Se o sistema ainda
estiver sob pressão, libere lentamente a pressão
em uma área bem ventilada.
A inalação do refrigerante através de um cigarro
aceso pode resultar em ferimento ou morte.
A inalação do gás refrigerante do ar condicionado
através de um cigarro aceso ou de outros métodos
de fumo ou a inalação de fumaças liberadas por
uma chama em contato com o gás refrigerante pode
causar danos ao corpo ou morte.
Não fume ao trabalhar nos equipamentos de ar
condicionado ou em presença de gás refrigerante.
Use um carrinho de recuperação e reciclagem
certificado para remover adequadamente o
refrigerante do sistema de ar condicionado.
1. Remova as proteções do motor. Consulte o Manual
de Operação e Manutenção, Proteções - Remoção e
Instalação.
2. Drene o líquido de arrefecimento do sistema de
arrefecimento em um recipiente adequado para
armazenamento ou descarte. O sistema de
arrefecimento tem capacidade para
aproximadamente 40 litros (10.6 US gal). Consulte o
Manual de Operação e Manutenção, Líquido do
Sistema de Arrefecimento (DEAC) - Manual de
Operação e Manutenção ou Troca, Sistema de
Arrefecimento, Líquido de Arrefecimento de Longa
Vida - Troca, relativo à máquina que está recebendo
manutenção.
3. Recupere o refrigerante do ar condicionado do
sistema de ar condicionado. A carga correta é de 2,1
kg (4.65 lb). Consulte o Manual de Serviço, Ar
Condicionado e Aquecimento da Cabine, Sistemas
de Ar Condicionado e Aquecimento com
Refrigerante R-134a, quanto ao procedimento.
Consulte a Publicação Especial, NEDG5065,
Ferramentas para o Ar Condicionado, quanto às
ferramentas.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 42: Desconexão dos conjuntos de mangueiras.


4. Remova os conjuntos de mangueiras (1).
5. Tampe os conjuntos de mangueira com a
Ferramenta (A) e cubra todas as conexões com a
Ferramenta (A).
6. Desconecte os conjuntos de mangueiras (2) e
cubra os conjuntos de mangueiras com a
Ferramenta (A).

FIG. 42
FIGS. 43-44: Remoção do acumulador e do conjunto
do suporte.
7. Remova o parafuso (2) da abraçadeira (1) de
fixação do tubo (11) ao conjunto do suporte.
Remova o parafuso (8) e o suporte.
8. Remova o parafuso (7) do outro lado do suporte.
Remova a abraçadeira (6) e o acumulador de
refrigerante (5) do suporte.
9. Remova os parafusos (3) do conjunto do suporte.
Remova os parafusos (9) do radiador. Remova o
conjunto do suporte (4). Remova os parafusos (9)
do outro lado do radiador.

FIG. 43

FIG. 44

26
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 46: Desconexão das mangueiras e dos tubos.


10. Remova o parafuso (9) das abraçadeiras (8) e (7).
Solte as abraçadeiras nas mangueiras (10), (12),
(15) e (14).
11. Desconecte as mangueiras (10), (12), (15) e (14).
12. Desconecte os tubos (11) e (13).

FIG. 45

FIG. 46

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 47-48: Remoção das mangueiras.


13. Remova o parafuso (15) que fixa a abraçadeira
(14) ao anteparo (13). Solte as abraçadeiras nas
mangueiras (16) e (17). Remova as mangueiras
(16) e (17).

FIG. 47

FIG. 48
FIG. 49: Remoção das mangueiras.
14. Solte a abraçadeira na mangueira (18) e na
mangueira (19) que está conectada ao radiador.
Remova as mangueiras (18) e (19) do radiador.

FIG. 49

28
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 50: Remoção do conjunto de arrefecimento.


15. Fixe a Ferramenta (B) ao conjunto de
arrefecimento (20). Use correntes e um
dispositivo de elevação adequado para apoiar o
conjunto de arrefecimento.

FIG. 50
FIG. 51: Remoção do conjunto de arrefecimento.
16. Remova os quatro parafusos (21).
17. Remova o conjunto de arrefecimento (20). O
conjunto de arrefecimento pesa aproximadamente
127kg (280 lb).

FIG. 51

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

CONJUNTO DE ARREFECIMENTO -
INSTALAÇÃO
Procedimento de Instalação
Ferramentas necessárias
Peça
Ferramenta Descrição Qtd
Número
6V-9512 Vedador da Face Bujão 2
6V-9833 Conjunto da Capa 2
A
6V-9513 Bujão 2
6V-9834 Conjunto da Capa 2
B 138-7573 Suporte do Engate 2
NOTA: Verifique os anéis de vedação quanto a
desgaste ou dano.
Substitua os anéis de vedação, se necessário.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.

ADVERTÊNCIA:
O contato com o refrigerante pode resultar em
ferimentos. O contato com o refrigerante pode
causar ulceração produzida pelo frio. Mantenha a
face e as mãos afastadas para evitar ferimentos.
Use sempre óculos de proteção tipo pára-quedista
ao abrir as linhas de refrigerante, mesmo se os
medidores indicarem que o sistema está vazio e
sem refrigerante.
Sempre tenha cuidado ao remover uma conexão.
Afrouxe a conexão lentamente. Se o sistema ainda
estiver sob pressão, libere lentamente a pressão em
uma área bem ventilada.
A inalação do refrigerante através de um cigarro
aceso pode resultar em ferimento ou morte.
A inalação do gás refrigerante do ar condicionado
através de um cigarro aceso ou de outros métodos
de fumo ou a inalação de fumaças liberadas por
uma chama em contato com o gás refrigerante pode
causar danos ao corpo ou morte.
Não fume ao trabalhar nos equipamentos de ar
condicionado ou em presença de gás refrigerante.
Use um carrinho de recuperação e reciclagem
certificado para remover adequadamente o
refrigerante do sistema de ar condicionado.

30
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 52: Elevação do conjunto de arrefecimento.


1. Fixe a Ferramenta (B) ao conjunto de
arrefecimento (20). Use correntes, um dispositivo
de elevação adequado e a Ferramenta (B) para
colocar o conjunto de arrefecimento na posição
original. O conjunto de arrefecimento pesa
aproximadamente 127 kg (280 lb).

FIG. 52
FIG. 53: Instalação dos parafusos.
2. Instale os quatro parafusos (21).

FIG. 53

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 54: Conexão das mangueiras.


3. Conecte os conjuntos de mangueiras (1).
4. Conecte os conjuntos de mangueiras.

FIG. 54

32
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 55-56: Conexão das mangueiras e tubos.


5. Conecte as mangueiras (10), (12), (15) e (14).
6. Conecte os tubos (11) e (13).
7. Aperte as abraçadeiras nas mangueiras (10),
(12), (15) e (14) com um torque de 6,7 Nm (59.30
lb pol.).
Instale o parafuso (9) de fixação das abraçadeiras
(8) e (7).

FIG. 55

FIG. 56

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 57-58: Instalação dos conjuntos dos suportes.


8. Instale o conjunto do suporte (4). Instale os
parafusos (3) no conjunto do suporte. Instale os
parafusos (9) no conjunto do suporte para o
radiador.
9. Instale o parafuso (7) do outro lado do suporte.
Instale a abraçadeira (6) e o acumulador de
refrigerante (5) no suporte.
10. Instale o parafuso (8) e o suporte. Instale o
parafuso (2) na abraçadeira (1) de fixação do tubo
(11) ao conjunto do suporte (4).
11. Instale os parafusos (9) no conjunto do suporte do
outro lado do motor.
Instale o parafuso (2) na abraçadeira (1) de
fixação do tubo (11) ao conjunto do suporte (4).

FIG. 57

FIG.58

34
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 59-60: Instalação das mangueiras.


12. Instale as mangueiras (16) e (17). Aperte as
abraçadeiras nas mangueiras (16) e (17). Instale
o parafuso (15) que fixa a abraçadeira (14) ao
anteparo (13).

FIG. 59

FIG. 60
FIG. 61: Instalação das mangueiras.
13. Instale as mangueiras (18) e (19) ao radiador.
Aperte a abraçadeira na mangueira (18) e na
mangueira (19) que está conectada ao radiador.

FIG. 61

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 62: Substitua o refrigerante e o líquido de


arrefecimento.
14. Remova a Ferramenta (B) do conjunto de
arrefecimento (20).
15. Carregue o sistema de refrigerante. A carga
correta é de 2,1 kg (4.65 lb). Consulte o Manual
de Serviço, Ar Condicionado e Aquecimento da
Cabine, Sistema de Refrigerante - Carga, quanto
ao procedimento. Consulte a Publicação Especial,
NEDG5065, Ferramentas para o Ar
Condicionado, quanto às ferramentas
16. Reabasteça o sistema de arrefecimento. O
sistema de arrefecimento tem capacidade para
aproximadamente 40 litros (10.6 US gal).
Consulte o Manual de Operação e Manutenção,
Líquido do Sistema de Arrefecimento (DEAC) -
Manual de Operação e Manutenção ou Troca,
Sistema de Arrefecimento, Líquido de
Arrefecimento de Longa Vida - Troca, relativo à
máquina que está recebendo manutenção.
17. Instale as proteções do motor. Consulte o Manual
de Operação e Manutenção, Proteções -
Remoção e Instalação.
Término do procedimento:
FIG. 62
a. Instale o filtro de ar. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Filtro de Ar -
Remoção.
b. Instale as baterias. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Baterias - Remoção
e Instalação.
c. Instale o capô. Consulte a seção Desmontagem e
Montagem, Capô - Remoção.

36
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

RADIADOR DE ÓLEO HIDRÁULICO


- REMOÇÃO E INSTALAÇÃO
Procedimento de Remoção
Início do procedimento:
Remova o capô. Consulte a seção Desmontagem
e Montagem, Capô - Remoção e Instalação.
Remova o radiador de ar (aftercooler). Consulte a
seção Desmontagem e Montagem, Radiador de
Ar - Remoção e Instalação.
Remova o condensador de refrigerante. Consulte
a seção Desmontagem e Montagem,
Condensador de Refrigerante - Remoção e
Instalação.
Remova as baterias. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Baterias - Remoção
e Instalação.
NOTA: Faça marcas de identificação em todos os
conjuntos de mangueiras para que a
instalação seja feita na mesma posição.
Tampe todos os conjuntos de mangueiras.
Fazer isso ajuda a evitar perda de fluido e
impedir a entrada de contaminantes no
sistema.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.
FIG. 63: Desconexão das mangueiras.
1. Desconecte os conjuntos de mangueiras (1), (2),
(3) e (4) sob o radiador de óleo hidráulico. Tampe
os conjuntos de mangueiras e cubra todas as
conexões.

FIG. 63

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 64-65: Remoção dos parafusos e do radiador


de óleo hidráulico.
2. Remova os parafusos (9), os espaçadores, e os
parafusos (7) em cada lado do radiador de óleo
hidráulico (8).
3. Fixe um dispositivo de elevação adequado ao
radiador de óleo hidráulico. O radiador de óleo
hidráulico pesa aproximadamente 38 kg (83 lb).
4. Remova os parafusos (6) em cada lado do
radiador de óleo hidráulico. Remova a placa (5) e
o radiador de óleo hidráulico (8) do suporte.

FIG. 64

FIG. 65

38
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

Procedimento de Instalação
NOTA: Verifique os anéis de vedação quanto a
desgaste ou dano. Substitua os anéis de
vedação, se necessário.
1. Fixe um dispositivo de elevação adequado ao
radiador de óleo hidráulico. O radiador de óleo
hidráulico pesa aproximadamente 38 kg (83 lb).
FIGS. 66-67: Instalação do radiador de óleo e
parafusos
3. Posicione o radiador de óleo hidráulico (8) no
suporte. Instale a placa (5) com os parafusos (6)
em cada lado do radiador de óleo hidráulico.
4. Instale os parafusos (7), os parafusos (9), e os
espaçadores em cada lado do radiador de óleo
hidráulico.

FIG. 66

FIG. 67

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 68: Conexão das mangueiras.


Conecte os conjuntos de mangueiras (4), (3), (2) e
(1).
Término do procedimento:
a. Instale o condensador de refrigerante. Consulte a
seção Desmontagem e Montagem, Condensador
de Refrigerante - Remoção e Instalação.
b. Instalação do radiador de ar. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Radiador de Ar -
Remoção e Instalação.
c. Instale as baterias. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Baterias - Remoção FIG. 68
e Instalação.
d. Instale o capô. Consulte a seção Desmontagem e
Montagem, Capô - Remoção e Instalação.

40
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FILTRO DE AR - REMOÇÃO E
INSTALAÇÃO
Procedimento de Remoção

ADVERTÊNCIA:
Os componentes quentes do motor podem causar
ferimentos por queimaduras. Deixe o motor e os
componentes esfriarem antes de fazer qualquer
manutenção no motor.
1. Abra o capô. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Capô (Compartimento do Motor) -
Levantar/Abaixar.
FIG. 69: Remoção da abraçadeira.
2. Solte a abraçadeira (1) e remova-a (1) da entrada
do turbo compressor (turbocharger) e do filtro de
ar.
3. Solte a abraçadeira (2) e empurre-a para baixo na
mangueira.
A mangueira será removida do ejetor de pó
quando o filtro de ar for removido do trator.

FIG. 69
FIG. 70: Remoção do conjunto do braço transversal e
do conjunto do suporte.
4. Remova os parafusos (5) em cada lado da placa
(6). Remova a placa (6).
5. Remova os parafusos (4) em cada lado e remova
o conjunto do braço transversal (3).
6. Remova os parafusos (8) e o conjunto do suporte
(7).

FIG. 70

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 71-72: Remoção do conjunto da mangueira do


suporte.
NOTA: O turbo compressor foi removido para
facilidade de visualização.
7. Remova o parafuso (9), o suporte e o conjunto da
mangueira (10), do suporte.
NOTA: Os tratores mais recentes não terão o suporte
e o parafuso.

FIG. 71

FIG. 72
FIGS. 73-74: Remoção dos parafusos e abraçadeiras.
8. Remova o parafuso (10) que fixa a abraçadeira ao
conjunto do suporte.
9. Solte as abraçadeiras (9) e (8). Remova a
mangueira (7).
10. Remova os dois parafusos (13) que fixam as
abraçadeiras da mangueira e o suporte (11).

FIG. 73

FIG. 74

42
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 75: Remoção do filtro de ar.


11. Remova os dois parafusos (13) restante, o
suporte (11) e o filtro de ar (12), do trator.

FIG. 75
FIG. 76: Remoção do suporte.
12. Remova os parafusos (15), as arruelas (14) e o
suporte (11), do filtro de ar (12).

FIG. 76

Procedimento de Instalação
FIG. 77: Instalação do suporte.
1. Instale o suporte (11) no filtro de ar (12) com as
arruelas (14) e os parafusos (15).

FIG. 77
FIG. 78: Instalação do filtro de ar.
2. Posicione o filtro de ar (12) e o suporte (11) no
trator. Posicione a mangueira do ejetor. Instale os
dois parafusos (13) no lado esquerdo do suporte.

FIG. 78

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 79-80: Instalação dos parafusos, abraçadeiras e


mangueiras.
3. Coloque as mangueiras e abraçadeiras em suas
posições. Fixe as abraçadeiras da mangueira e o
suporte (11) com os dois parafusos restantes
(13). Aperte firmemente todos os parafusos (13).
4. Conecte a mangueira (7). Aperte as abraçadeiras
na mangueira (7) com um torque de 6,7 Nm
(59.30 lb pol.).
5. Instale o parafuso (10) que fixa a abraçadeira do
tubo ao conjunto do suporte.

FIG.79

FIG. 80
FIG. 81: Instalação da abraçadeira.
6. Coloque a abraçadeira na posição (2) e aperte.
7. Instale a abraçadeira (1) na entrada do turbo
compressor e do filtro de ar. Aperte a abraçadeira.

FIG. 81

44
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 82-83: Instalação do conjunto da mangueira no


suporte.
8. Posicione o conjunto da mangueira (10) e o
suporte, e instale o parafuso (9) no suporte.
NOTA: As máquinas mais recentes não terão o
suporte.

FIG. 82

FIG. 83

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 84: Instalação do conjunto do suporte e do


conjunto do braço transversal.
9. Instale o conjunto do suporte (7) com os
parafusos (8).
10. Posicione o conjunto do braço transversal (3) e
instale os parafusos (4).
11. Posicione a placa (6) e instale os parafusos (5)
em cada lado da placa.
12. Feche o capô. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Capô (Compartimento do Motor) -
Levantar/Abaixar.

FIG. 84

46
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

RADIADOR DE AR - REMOÇÃO E
INSTALAÇÃO
Procedimento de Remoção
1. Levante o capô. Consulte o Manual de Operação
e Manutenção, Capô (Compartimento do Motor) -
Levantar/Abaixar.
FIG. 85: Remoção do radiador de ar.
2. Solte a abraçadeira na mangueira (3). Remova a
mangueira do cotovelo do radiador de ar (4).
Repita este Passo para a mangueira e a
abraçadeira no outro lado do radiador de ar.
3. Solte o conjunto de trava (5) nos dois lados do
radiador de ar.
4. Remova as presilhas (1) e os pinos (2) dos
conjuntos dos braços.
5. Remova o radiador de ar (4). O radiador de ar
pesa aproximadamente 11 kg (25 lb).

FIG. 85

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

Procedimento de Instalação
FIGS. 86-87: Instalação do radiador de ar.
1. Posicione o radiador de óleo (4) e instale os pinos
(2) e as presilhas (1). O radiador de ar pesa
aproximadamente 11 kg (25 lb).
2. Feche os conjuntos de travas (5).
3. Empurre as mangueiras (3) nos cotovelos do
radiador de ar (4). Aperte as abraçadeiras nas
mangueiras com um torque de 6,7 Nm (59.30 lb
pol.).
4. Abaixe o capô. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Capô (Compartimento do Motor) -
Levantar/Abaixar.

FIG. 86

FIG. 87

48
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

SILENCIOSO - REMOÇÃO E
INSTALAÇÃO
Procedimento de Remoção
FIG. 88: Remoção do silencioso.
1. Solte a abraçadeira (2).
2. Remova os parafusos (4) e o conjunto do
silencioso (1) do conjunto do suporte inferior, e o
conjunto do tubo de escapamento (3).
3. Remova a vedação do silencioso e o conjunto do
suporte.

FIG. 88
Procedimento de Instalação
FIG. 89: Aplicação de composto de vedação.
1. Aplique uma camada de Composto de Vedação
211-8713 na superfície (A) do conjunto do suporte
inferior.

FIG. 89

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 90: Instalação do conjunto do silencioso.


2. Posicione o conjunto do silencioso (1) no conjunto
do suporte inferior e o conjunto do tubo de
escapamento (3). Instale os parafusos (4).
3. Aperte a abraçadeira (2) com um torque de 70 ±
10 Nm (52 ± 7 lb pé).

FIG. 90

50
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

REGULADOR DE TEMPERATURA DA
ÁGUA - REMOÇÃO E INSTALAÇÃO
NOTA: Este manual não inclui procedimentos
detalhados de manutenção e reparo do motor.
Para obter informações detalhadas, consulte
as publicações de serviço e reparo do
fabricante.
Procedimento de Remoção
Ferramentas necessárias
Peça
Ferramenta Descrição Qtd
Número
A 1P-0510 Gp de Chaves 1
Início do procedimento:
a. Remova o alternador. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Alternador -
Remoção e Instalação.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.

ADVERTÊNCIA:
Na temperatura de operação, o líquido de
arrefecimento do motor está quente e sob
pressão.
O vapor pode causar ferimento.
Verifique o nível de líquido de arrefecimento
somente após desligar o motor e a tampa estiver
fria o suficiente para que possa ser tocada com a
mão descoberta.
Remova lentamente a tampa de abastecimento
para aliviar a pressão.
O condicionador do sistema de arrefecimento
contém substâncias alcalinas. Evite o contato
com a pele e os olhos para evitar ferimentos.
1. Drene o líquido de arrefecimento do sistema de
arrefecimento em um recipiente adequado para
armazenamento ou descarte. O sistema de
arrefecimento tem capacidade para
aproximadamente 40 litros (10.6 US gal).
Consulte o Manual de Operação e Manutenção,
Líquido do Sistema de Arrefecimento (DEAC) -
Troca ou o Manual de Operação e Manutenção,
Sistema de Arrefecimento, Líquido de
Arrefecimento de Longa Vida - Troca, relativo à
máquina que está recebendo manutenção.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 91: Remoção do conjunto da carcaça do


regulador.
Solte a abraçadeira da mangueira (3) e a
abraçadeira (6). Empurre as alavancas para
afastá-las da posição original.
Desconecte o conjunto do tubo (1).
Remova a mangueira do radiador (2) do conjunto
da carcaça do regulador (5).
Remova os parafusos (4).
Remova o conjunto da carcaça do regulador, da
mangueira (7).

FIG. 91
FIG. 92: Remoção do regulador de água.
Remova a Junta (8), o regulador de temperatura
da água (9) e o vedador (10), do conjunto da
carcaça do regulador (5).

FIG. 92

52
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

Procedimento de Instalação
FIG. 93: Instalação do vedador.
1. Use a Ferramenta (A) a fim de instalar o vedador
(10) no conjunto da carcaça do regulador (5),
como mostrado.

FIG. 93
FIGS. 94-95: Instalação do regulador de água.
2. Posicione o regulador de temperatura da água (9)
no conjunto da carcaça do regulador (5).
Posicione os parafusos (4) no conjunto da
carcaça do regulador e instale a junta (8).
3. Empurre o conjunto da carcaça do regulador
sobre a mangueira (7) e coloque-o na posição
original.
NOTA: Antes de apertar os parafusos (4), o regulador
de temperatura da água deve estar
corretamente posicionado no conjunto da
carcaça do regulador.
4. Aperte os parafusos (4). FIG. 94
5. Deslize a mangueira do radiador (2) sobre o
conjunto da carcaça do regulador.
6. Instale a abraçadeira (6) e a abraçadeira da
mangueira (3).
7. Conecte o conjunto do tubo (1).
8. Abasteça o sistema de arrefecimento. O sistema
de arrefecimento tem capacidade para
aproximadamente 40 litros (10.6 US gal).
Consulte o Manual de Operação e Manutenção,
Líquido do Sistema de Arrefecimento (DEAC) -
Troca ou o Manual de Operação e Manutenção,
Sistema de Arrefecimento, Líquido de
Arrefecimento de Longa Vida - Troca, relativo à
máquina que está recebendo manutenção.
Término do procedimento:
a. Instalação do alternador. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Alternador -
Remoção e Instalação.
FIG. 95

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

RADIADOR - REMOÇÃO
Procedimento de Remoção
Ferramentas necessárias
Peça
Ferramenta Descrição Qtd
Número
A 138-7573 Suporte do engate 2
Início do procedimento:
a. Remova o capô. Consulte a seção Desmontagem
e Montagem, Capô - Remoção.
b. Remova o filtro de ar. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Filtro de Ar -
Remoção.
c. Remova o ventilador. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Ventilador -
Remoção.
NOTA: Faça marcas de identificação em todas as
mangueiras e em todos os conjuntos de
mangueira para que a instalação seja feita na
posição correta. Tampe todos os conjuntos de
mangueiras. Fazer isso ajuda a evitar perda
de fluido e impedir a entrada de
contaminantes no sistema.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações, ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.
1. Drene o líquido de arrefecimento do sistema de
arrefecimento em um recipiente adequado para
armazenamento ou descarte. O sistema de
arrefecimento tem capacidade para
aproximadamente 40 litros (10.6 US gal).
Consulte o Manual de Operação e Manutenção,
Líquido do Sistema de Arrefecimento (DEAC) -
Troca ou o Manual de Operação e Manutenção,
Sistema de Arrefecimento, Líquido de
Arrefecimento de Longa Vida - Troca.
2. Remova o conjunto de proteção do lado direito do
trator. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Proteções - Remoção e Instalação.
3. Remova o anteparo do lado direito do trator.

54
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 96: Remoção dos conjuntos de suporte.


4. Remova o parafuso (6) e o suporte. Remova o
parafuso (8) da abraçadeira que fixa o tubo de ar.
5. Remova o parafuso (5) do outro lado do suporte.
Remova a abraçadeira (4) e o acumulador de
refrigerante (3) do suporte.
6. Remova os parafusos (1) do conjunto do suporte.
Remova os parafusos (7) do radiador. Remova o
conjunto do suporte (2). Remova o conjunto do
suporte do outro lado do motor.

FIG. 96
FIGS. 97-98: Desconexão das mangueiras e dos
tubos.
7. Remova o parafuso (7) que fixa as abraçadeiras
(6) e (5). Solte as abraçadeiras nas mangueiras
(8), (10), (13) e (12).
8. Desconecte as mangueiras (8), (10), (13), (12), o
tubo (9) e o tubo (11).

FIG. 97

FIG. 98

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 99: Remoção das mangueiras.


9. Solte as abraçadeiras nas mangueiras (14) e (15).
Remova as mangueiras (14) e (15).

FIG. 99
FIG. 100: Remoção das mangueiras.
10. Solte a abraçadeira na mangueira (16) e na
mangueira (17) que está conectada ao radiador.
Remova as mangueiras (16) e (17) do radiador.

FIG. 100
FIG. 101: Apoio do radiador.
11. Instale a Ferramenta (A) no radiador (18). Use
correntes e um dispositivo de elevação adequado
para apoiar o radiador. O radiador pesa
aproximadamente 45 kg (100 lb).

FIG. 101

56
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 102-103: Remoção do radiador.


12. Remova as porcas (20) dos dois lados do
radiador.
13. Solte as lingüetas de trava (19) no radiador de ar
(21). Abra o radiador de ar.
14. Remova a porca (22) dos dois lados do radiador.
15. Remova o radiador do trator.

FIG. 102

FIG. 103

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

RADIADOR - INSTALAÇÃO
Procedimento de Instalação
Ferramentas necessárias
Peça
Ferramenta Descrição Qtd
Número
A 138-7573 Suporte do engate 2
NOTA: Verifique os anéis de vedação quanto a
desgaste ou dano. Substitua os anéis de
vedação, se necessário.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.
FIG. 104: Instalação do radiador.
1. Instale a Ferramenta (A) no radiador (18). Use um
dispositivo de elevação adequado e a Ferramenta
(A) para colocar o radiador na posição original. O
radiador pesa aproximadamente 45 kg (100 lb).

FIG. 104

58
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 105: Instalação das porcas.


2. Abra o radiador de ar. Instale a porca (22) dos
dois lados do radiador.

FIG. 105
FIG. 106: Instalação das porcas.
3. Feche o radiador de ar. Prenda as lingüetas de
trava (19) no radiador de ar (21).
4. Instale as porcas (20) dos dois lados do radiador.

FIG. 106

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 107: Conexão das mangueiras.


5. Conecte as mangueiras (16) e (17) ao radiador.
Aperte as abraçadeiras nas mangueiras.

FIG. 107
FIGS. 108-109: Conexão das mangueiras.
6. Conecte as mangueiras (15) e (14) ao radiador.
Aperte as abraçadeiras nas mangueiras.
NOTA: A abraçadeira (13) será posicionada no
anteparo direito quando o mesmo estiver
instalado.

FIG. 108

FIG. 109

60
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 110-111: Conexão das mangueiras.


7. Conecte as mangueiras (12), (13), (10), (8), o
tubo (11) e o tubo (9). Aperte as abraçadeiras nas
mangueiras com um torque de 5 N.m (44 lb pol.).
Instale o parafuso (7) que fixam as abraçadeiras
(6) e (5) uma à outra.

FIG. 110

FIG. 111

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 112: Instalação dos conjuntos de apoio e


abastecimento do sistema de arrefecimento.
8. Instale o conjunto do suporte (2). Instale os
parafusos (1) no conjunto do suporte. Instale os
parafusos (7) no radiador. Instale o conjunto do
suporte no outro lado do motor.
9. Coloque o acumulador de refrigerante (3) em sua
posição original no suporte. Instale a abraçadeira
(4) com o parafuso (5) no outro lado do suporte.
10. Instale o suporte e o parafuso (6). Instale a
abraçadeira com o parafuso (8) no outro lado do
suporte.
11. Instale o anteparo no lado direito do trator.
12. Instale o conjunto de proteção no lado direito do
trator. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Proteções - Remoção e Instalação.
13. Abasteça o sistema com líquido de
arrefecimento. O sistema de arrefecimento tem FIG. 112
capacidade para aproximadamente 37 litros (9.8
US gal). Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Líquido do Sistema de
Arrefecimento (DEAC) - Troca ou o Manual de
Operação e Manutenção, Sistema de
Arrefecimento, Líquido de Arrefecimento de
Longa Vida - Troca, relativo à máquina que está
recebendo manutenção.
Término do procedimento:
a. Instale o ventilador. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Ventilador -
Instalação.
b. Instale o filtro de ar. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Filtro de Ar -
Instalação.
c. Instale o capô. Consulte a seção Desmontagem e
Montagem, Capô - Instalação.

62
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

VENTILADOR - REMOÇÃO E
INSTALAÇÃO
Procedimento de Remoção
1. Remova o conjunto de proteção do lado
esquerdo. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Proteções - Remoção e Instalação.
FIGS. 96-97: Remoção do anteparo.
2. Remova os parafusos (1) da parte superior do
anteparo (3).
NOTA: O parafuso inferior (1) na parte superior do
anteparo fixa a abraçadeira posicionadora
(13) para a mangueira superior do radiador.
3. Remova os parafusos (4) da parte inferior do
anteparo (3).
4. Remova as duas porcas (2) e remova o anteparo
do lado esquerdo (3).

FIG. 113

FIG. 114

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 115: Exemplo típico do ventilador.


NOTA: Um ventilador à embreagem é utilizado nos
modelos MT755 e 765. O ventilador à
embreagem não possui espaçador separado.
5. Remova os parafusos (7), o ventilador (5) e o
espaçador do ventilador (6).

FIG. 115

64
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

Procedimento de Instalação
FIG. 116: Exemplo típico do ventilador.
1. Instale o espaçador de ventilador (6) e o
ventilador (5) com os parafusos (7).
NOTA: Um ventilador à embreagem é utilizado nos
modelos MT755 e MT765. O ventilador à
embreagem não possui espaçador separado.

FIG. 116
FIGS. 117-118: Exemplo típico do anteparo.
2. Instale o anteparo esquerdo (3) com dois parafusos
(2).
3. Instale os parafusos (4) na parte inferior do
anteparo (3).
4. Instale os parafusos (1) na parte superior do
anteparo (3).
NOTA: Utilizando o parafuso inferior (1), fixe a
abraçadeira posicionadora (13) para a
mangueira superior do radiador, ao anteparo.
5. Instale o conjunto de proteção do lado esquerdo.
Consulte o Manual de Operação e Manutenção,
Proteções - Remoção e Instalação.

FIG. 117

FIG. 118

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

ACIONADOR DO VENTILADOR –
REMOÇÃO
NOTA: Este manual não inclui procedimentos
detalhados de manutenção e reparo do motor.
Para obter informações detalhadas, consulte
as publicações de serviço e reparo do
fabricante.
Procedimento de Remoção
Início do procedimento:
a. Remova o ventilador. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Ventilador -
Remoção e Instalação.
1. Remova o conjunto da proteção do lado direito.
Consulte o Manual de Operação e Manutenção,
Proteções - Remoção e Instalação.
FIG. 119: Remoção do anteparo.
2. Remova as porcas (2) e o anteparo (1).

FIG. 119

66
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 120-121: Remoção da correia e do acionador do


ventilador.
3. Remova a correia (3). Consulte o Manual de
Operação e Manutenção, Correia (Ar
Condicionado e Ventilador) - Substituição.
4. Remova a correia (6). Consulte o Manual de
Operação e Manutenção, Correia (Alternador e
Bomba D’Água) - Substituição.
5. Remova os parafusos (4) e a polia do ventilador
(5).
6. Remova os parafusos (7) e o acionador do
ventilador (8), do motor.

FIG. 120

FIG. 121

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

ACIONADOR DO VENTILADOR -
INSTALAÇÃO
NOTA: Este manual não inclui procedimentos
detalhados de manutenção e reparo do motor.
Para obter informações detalhadas, consulte
as publicações de serviço e reparo do
fabricante.
Procedimento de Instalação
FIGS. 122-123: Instalação do acionador do ventilador
e das correias.
1. Posicione o acionador do ventilador (8) no motor
e instale os parafusos (7).
2. Instale a polia do ventilador (5) com os parafusos
(4).
3. Instale a correia (6). Consulte o Manual de
Operação e Manutenção, Correia (Alternador e
Bomba D’Água) - Substituição.
4. Instale a correia (3). Consulte o Manual de
Operação e Manutenção, Correia (Ar
Condicionado e Ventilador) - Substituição.

FIG. 122

FIG. 123

68
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 124: Instalação do anteparo.


5. Posicione o anteparo (1) no radiador e instale as
porcas (2).
6. Instale o conjunto da proteção do lado direito.
Consulte o Manual de Operação e Manutenção,
Proteções - Remoção e Instalação.
Término do procedimento:
a. Instale o ventilador. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Ventilador -
Remoção e Instalação.

FIG. 124

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

BOMBA D’ÁGUA - REMOÇÃO E


INSTALAÇÃO
NOTA: Este manual não inclui procedimentos
detalhados de manutenção e reparo do motor.
Consulte as publicações de serviço e reparo
do fabricante.
Procedimento de Remoção
Início do procedimento:
a. Remova o alternador. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Alternador -
Remoção e Instalação.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.
1. Drene o líquido de arrefecimento. Consulte o
Manual de Operação e Manutenção, Líquido do
Sistema de Arrefecimento (DEAC) - Troca ou
consulte o Manual de Operação e Manutenção,
Sistema de Arrefecimento, Líquido de
Arrefecimento de Longa Vida - Troca relativo ao
seu sistema.
FIG. 125: Remoção do bloco de montagem.
2. Desconecte o conjunto do tubo (2), se equipado.
Desconecte o conjunto do tubo (3).
3. Solte as abraçadeiras nas mangueiras (1) e (6).
4. Remova a mangueira (6) da bomba d’água.
NOTA: A mangueira (1) não pode ser removida da
bomba d’água antes de se remover a bomba
d’água.
5. Remova os parafusos (5) e o bloco de montagem
(4).

FIG. 125

70
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 126: Remoção da bomba d’água


6. Remova os parafusos (7) e a bomba d’água (8),
do motor.

FIG. 126
Procedimento de Instalação
NOTA: Verifique os anéis de vedação quanto a
desgaste ou dano.
Substitua os componentes, se necessário.
FIGS. 128-129: Instalação da bomba d’água.
1. Instale a mangueira (1) na bomba d’água (8) à
medida que coloca a bomba d’água na posição.
Instale os parafusos (7).
2. Coloque as mangueiras (6) e (1) na posição e
aperte as abraçadeiras.
3. Conecte o conjunto do tubo (3). Conecte o
conjunto do tubo (2), se equipado.
4. Instale o bloco de montagem (4) com os
parafusos (5).
5. Abasteça com líquido de arrefecimento. Consulte
o Manual de Operação e Manutenção, Líquido do FIG. 128
Sistema de Arrefecimento (DEAC) - Troca ou
consulte o Manual de Operação e Manutenção,
Sistema de Arrefecimento, Líquido de
Arrefecimento de Longa Vida - Troca relativo ao
seu sistema.
Término do procedimento:
a. Instalação do alternador. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Alternador -
Remoção e Instalação.

FIG. 129

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

COMPRESSOR DE AR - REMOÇÃO
E INSTALAÇÃO
Procedimento de Remoção
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.
1. Levante o capô. Consulte o Manual de Operação
e Manutenção, Capô (Compartimento do Motor) -
Levantar/Abaixar.
2. Remova o conjunto da proteção do lado
esquerdo. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Proteções -Remoção e Instalação.
3. Drene o líquido de arrefecimento do sistema de
arrefecimento em um recipiente adequado para
armazenamento ou descarte. O sistema de
arrefecimento tem capacidade para
aproximadamente 40 litros (10.6 US gal).
Consulte o Manual de Operação e Manutenção,
Líquido do Sistema de Arrefecimento (DEAC) -
Troca ou consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Sistema de Arrefecimento, Líquido
de Arrefecimento de Longa Vida - Troca, relativo
ao seu sistema.
FIG. 129: Remoção do compressor de ar.
4. Desconecte os conjuntos de tubos (1), (3) e (4).
5. Remova o parafuso (8). Afaste o suporte e o
conjunto do tubo (4).
6. Solte a abraçadeira na mangueira (2), e remova a
mangueira do compressor de ar.
7. Desconecte o conjunto da mangueira (6).
8. Remova os parafusos (5). Remova o compressor
de ar (7). O compressor de ar pesa
aproximadamente 11 kg (25 lb).

FIG. 129

72
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

Procedimento de Instalação
NOTA: Verifique os anéis de vedação quanto a
desgaste ou dano.
Substitua os anéis de vedação, se necessário.
FIG. 130: Instalação do compressor de ar.
1. Posicione o compressor de ar (7) e instale os
parafusos (5). O compressor de ar pesa
aproximadamente 11 kg (25 lb).
2. Conecte o conjunto da mangueira (6).
3. Conecte os conjuntos de tubos (3) e (1) no
compressor de ar.
4. Mova o conjunto do tubo (4) e o suporte para a
posição e instale o parafuso (8).
5. Conecte o conjunto do tubo (4).
6. Instale a mangueira (2) e aperte a abraçadeira.
7. Abasteça o sistema de arrefecimento. O sistema
de arrefecimento tem capacidade para
aproximadamente 40 litros (10.6 US gal).
Consulte o Manual de Operação e Manutenção,
Líquido do Sistema de Arrefecimento (DEAC) -
Troca ou consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Sistema de Arrefecimento, Líquido
de Arrefecimento de Longa Vida - Troca, relativo
ao seu sistema.
8. Instale o conjunto da proteção do lado esquerdo.
Consulte o Manual de Operação e Manutenção,
Proteções -Remoção e Instalação.
FIG. 130
9. Abaixe o capô. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Capô (Compartimento do Motor) -
Levantar/Abaixar.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

COMPRESSOR DE REFRIGERANTE
- REMOÇÃO E INSTALAÇÃO
Procedimento de Remoção

ADVERTÊNCIA:
O contato com o refrigerante pode resultar em
ferimentos.
O contato com o refrigerante pode causar
ulceração produzida pelo frio. Mantenha a face e
as mãos afastadas para evitar ferimentos.
Use sempre óculos de proteção tipo pára-quedista
ao abrir as linhas de refrigerante, mesmo se os
medidores indicarem que o sistema está vazio e
sem refrigerante.
Sempre tenha cuidado ao remover uma conexão.
Afrouxe a conexão lentamente. Se o sistema ainda
estiver sob pressão, libere lentamente a pressão
em uma área bem ventilada.
A inalação do refrigerante através de um cigarro
aceso pode resultar em ferimento ou morte.
A inalação do gás refrigerante do ar condicionado
através de um cigarro aceso ou de outros
métodos de fumo ou a inalação de fumaças
liberadas por uma chama em contato com o gás
refrigerante pode causar danos ao corpo ou
morte.
Não fume ao trabalhar nos equipamentos de ar
condicionado ou em presença de gás refrigerante.
Use um carrinho de recuperação e reciclagem
certificado para remover adequadamente o
refrigerante do sistema de ar condicionado.
1. Levante o capô. Consulte o Manual de Operação
e Manutenção, Capô (Compartimento do Motor) -
Levantar/Abaixar.
2. Remova o conjunto de proteção do lado esquerdo
do radiador. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Proteções - Remoção e Instalação.
3. Remova a correia do ar condicionado. Consulte o
Manual de Operação e Manutenção, Correia (Ar
Condicionado e Ventilador) - Substituição.
4. Recupere o refrigerante do ar condicionado do
sistema de ar condicionado. A capacidade é de
2,1 kg (4.65 lb). Consulte o Manual de Serviço, Ar
Condicionado e Aquecimento da Cabine,
Sistemas de Ar Condicionado e Aquecimento com
Refrigerante R-134a. Consulte a Publicação
Especial, NEDG5065, Ferramentas para o Ar
Condicionado.

74
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 131: Remoção do compressor de refrigerante.


5. Desconecte os conjuntos das mangueiras (4) e
(5).
6. Remova a amarração do cabo e desconecte a
fiação (1).
7. Remova os parafusos (2) e o compressor de
refrigerante (3).

FIG. 131
Procedimento de Instalação
NOTA: Verifique os anéis de vedação quanto a
desgaste ou dano.
Substitua os anéis de vedação, se necessário.
FIG. 132: Instalação do compressor de refrigerante.
1. Instale o compressor de refrigerante (3) com os
parafusos (2).
2. Conecte os conjuntos das mangueiras (5) e (4).
3. Conecte a fiação (1) e instale a amarração do
cabo.
4. Carregue o sistema de ar condicionado. A carga
correta é de 2,1 kg (4.65 lb). Consulte o Manual
de Serviço, Ar Condicionado e Aquecimento da
Cabine, quanto ao procedimento. Consulte a
Publicação Especial, NEDG5065, Ferramentas
para o Ar Condicionado, quanto às ferramentas
5. Instale a correia do ar condicionado. Consulte o
Manual de Operação e Manutenção, Correia (Ar
Condicionado e Ventilador) - Substituição.
6. Instale o conjunto de proteção no lado esquerdo
do radiador. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Proteções - Remoção e Instalação. FIG. 132
7. Abaixe o capô. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Capô (Compartimento do Motor) -
Levantar/Abaixar.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

ACUMULADOR DE REFRIGERANTE
(COM DESSECANTE) - REMOÇÃO E
INSTALAÇÃO
Procedimento de Remoção

ADVERTÊNCIA:
O contato com o refrigerante pode resultar em
ferimentos.
O contato com o refrigerante pode causar
ulceração produzida pelo frio. Mantenha a face e
as mãos afastadas para evitar ferimentos.
Use sempre óculos de proteção tipo pára-quedista
ao abrir as linhas de refrigerante, mesmo se os
medidores indicarem que o sistema está vazio e
sem refrigerante.
Sempre tenha cuidado ao remover uma conexão.
Afrouxe a conexão lentamente. Se o sistema ainda
estiver sob pressão, libere lentamente a pressão
em uma área bem ventilada.
A inalação do refrigerante através de um cigarro
aceso pode resultar em ferimento ou morte.
A inalação do gás refrigerante do ar condicionado
através de um cigarro aceso ou de outros
métodos de fumo ou a inalação de fumaças
liberadas por uma chama em contato com o gás
refrigerante pode causar danos ao corpo ou
morte.
Não fume ao trabalhar nos equipamentos de ar
condicionado ou em presença de gás refrigerante.
Use um carrinho de recuperação e reciclagem
certificado para remover adequadamente o
refrigerante do sistema de ar condicionado.
1. Abra o capô. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Capô (Compartimento do Motor) -
Levantar/Abaixar.
2. Recupere o refrigerante do ar condicionado do
sistema de ar condicionado. A carga correta é de
2,1 kg (4.65 lb). Consulte o Manual de Serviço, Ar
Condicionado e Aquecimento da Cabine, quanto
ao procedimento. Consulte a Publicação Especial,
NEDG5065, Ferramentas para o Ar
Condicionado, quanto às ferramentas.
FIG. 133: Remoção do acumulador de refrigerante.
3. Desconecte os conjuntos das mangueiras (2) e
(4).
4. Remova o parafuso (3) na parte posterior do
suporte, da porca soldada.
5. Remova a abraçadeira (5) e o acumulador de
refrigerante (1) do suporte.

FIG. 133

76
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

Procedimento de Instalação
NOTA: Verifique os anéis de vedação quanto a
desgaste ou dano.
Substitua os componentes, se necessário.
FIG. 134: Instalação do acumulador de refrigerante.
1. Coloque o acumulador de refrigerante (1) e a
abraçadeira (5) em posição, sobre o suporte.
2. Instale o parafuso (3) na porca soldada pelo lado
interno do suporte.
3. Conecte os conjuntos das mangueiras (4) e (2).
4. Carregue o sistema de ar condicionado. A carga
correta é de 2,1 kg (4.65 lb). Consulte o Manual
de Serviço, Ar Condicionado e Aquecimento da
Cabine, quanto ao procedimento. Consulte a
Publicação Especial, NEDG5065, Ferramentas
para o Ar Condicionado, quanto às ferramentas
FIG. 134
5. Feche o capô. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Capô (Compartimento do Motor) -
Levantar/Abaixar.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

CONDENSADOR DE
REFRIGERANTE - REMOÇÃO E
INSTALAÇÃO
Procedimento de Remoção

ADVERTÊNCIA:
O contato com o refrigerante pode resultar em
ferimentos.
O contato com o refrigerante pode causar
ulceração produzida pelo frio. Mantenha a face e
as mãos afastadas para evitar ferimentos.
Use sempre óculos de proteção tipo pára-quedista
ao abrir as linhas de refrigerante, mesmo se os
medidores indicarem que o sistema está vazio e
sem refrigerante.
Sempre tenha cuidado ao remover uma conexão.
Afrouxe a conexão lentamente. Se o sistema ainda
estiver sob pressão, libere lentamente a pressão
em uma área bem ventilada.
A inalação do refrigerante através de um cigarro
aceso pode resultar em ferimento ou morte.
A inalação do gás refrigerante do ar condicionado
através de um cigarro aceso ou de outros
métodos de fumo ou a inalação de fumaças
liberadas por uma chama em contato com o gás
refrigerante pode causar danos ao corpo ou
morte.
Não fume ao trabalhar nos equipamentos de ar
condicionado ou em presença de gás refrigerante.
Use um carrinho de recuperação e reciclagem
certificado para remover adequadamente o
refrigerante do sistema de ar condicionado.
1. Abra o capô. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Capô (Compartimento do Motor) -
Levantar/Abaixar.
2. Recupere o refrigerante do ar condicionado, do
sistema de ar condicionado. A carga correta é de
2,1 kg (4.65 lb). Consulte o Manual de Serviço, Ar
Condicionado e Aquecimento da Cabine, quanto
ao procedimento. Consulte a Publicação Especial,
NEDG5065, Ferramentas para o Ar
Condicionado, quanto às ferramentas.

78
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 135: Remoção do condensador de refrigerante.


3. Desconecte os conjuntos das mangueiras (3) e
(5). Empurre o conjunto da mangueira (3) para
fora do condensador de refrigerante (1).
4. Remova os parafusos (4) de cada lado do
condensador de refrigerante.
5. Solte o conjunto da trava (2) de cada lado do
condensador de refrigerante. Remova o
condensador de refrigerante. O condensador de
refrigerante pesa aproximadamente 14 kg (30 lb).

FIG. 135

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

Procedimento de Instalação
NOTA: Verifique os anéis de vedação quanto a
desgaste ou dano.
Substitua os anéis de vedação, se necessário.
FIGS. 136-137: Instalação do condensador de
refrigerante.
1. Posicione o condensador de refrigerante (1) e
instale os parafusos (4) em cada lado do
condensador de refrigerante. O condensador de
refrigerante pesa aproximadamente 14 kg (30 lb).
NOTA: Mova o conjunto da mangueira (3) para sua
posição, antes de instalar o condensador de
refrigerante.
2. Conecte os conjuntos das mangueiras (3) e (5).
3. Feche o conjunto da trava (2) em cada lado do
condensador de refrigerante.
4. Carregue o sistema de ar condicionado. A carga
correta é de 2,1 kg (4.65 lb). Consulte o Manual
de Serviço, Ar Condicionado e Aquecimento da
Cabine, quanto ao procedimento. Consulte a
Publicação Especial, NEDG5065, Ferramentas
para o Ar Condicionado, quanto às ferramentas FIG. 136
5. Feche o capô. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Capô (Compartimento do Motor) -
Levantar/Abaixar.

FIG. 137

80
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

CAPÔ - REMOÇÃO
Procedimento de Remoção
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
A 1U-8224 Alça de elevação 2
B 1U-8223 Alça de elevação 1
C 138-7575 Suporte do engate 2

FIG. 138: Remoção da carcaça.


1. Remova os parafusos (1) da carcaça (2). Repita
para o outro lado. É necessário remover dois
parafusos na parte posterior da carcaça (2).
2. Remova a carcaça (2).

FIG. 138
FIG. 139: Desconexão do chicote elétrico.
3. Desconecte o chicote elétrico (3).

FIG. 139

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 140-141: Apoio do capô.


4. Instale a Ferramenta (A) sobre a barra (4). Use
um dispositivo de elevação adequado e a
Ferramenta (A) para apoiar a frente do capô.

FIG. 140

FIG. 141

82
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 142: Remoção do choque.


5. Remova o choque (5) do suporte e o capô. Repita
para o outro lado.
6. Abaixe o capô.

FIG. 142
FIG. 143: Remoção das ferragens de montagem.
7. Remova as porcas, as arruelas, a bucha e os
parafusos (6).
8. Levante a parte de trás do capô e use um bloco
de madeira de 152 mm (6 pol.) (7) para apoiar a
parte de trás do capô.

FIG. 143

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 144: Remoção do capô.


9. Instale a Ferramenta (C).
10. Instale a Ferramenta (B) na Ferramenta (C) e no
dispositivo de elevação.
11. Remova o capô (7).

FIG. 144

84
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

CAPÔ - INSTALAÇÃO
Procedimento de Instalação
Ferramentas necessárias
Número de Peça
Ferramenta Qtd
Peça Descrição
A 1 U-8224 Alça de elevação 2
B 1 U-8223 Alça de elevação 1
C 138-7575 Suporte do engate 2

FIG. 145: Instalação do capô.


1. Coloque o capô (7) em sua posição original no
trator.

FIG. 145

FIG. 146: Instalação das ferragens de montagem.


2. Levante a parte de trás do capô e use um bloco
de madeira de 152 mm (6 pol.) (7) para apoiar a
parte de trás do capô.
3. Remova as Ferramentas (B) e (C) do dispositivo
de elevação.
4. Instale os parafusos (6), as buchas, as arruelas e
as porcas.
5. Remova o bloco de madeira.
6. Levante a frente do capô.

FIG. 146

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 147: Instalação do choque.


7. Instale o choque (5) no suporte com as presilhas.
Repita para o outro lado.

FIG. 147
FIG. 148: Remoção da ferramenta.
8. Abaixe o capô.
9. Remova a Ferramenta (A).

FIG. 148

86
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 149: Conexão do chicote elétrico.


10. Conecte o chicote elétrico (3).

FIG. 149
FIG. 150: Instalação da carcaça.
11. Instale a carcaça (2).
12. Instale os parafusos (1). Repita para o outro lado.
Instale os parafusos na parte posterior da carcaça
(2).

FIG. 150

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

EIXO DE TRANSMISSÃO -
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO
Procedimento de Remoção
FIG. 151: Vista inferior do eixo de transmissão sob o
trator.
1. Remova os parafusos (1) do eixo de transmissão
(2) no acoplamento flexível (3).

FIG. 151
FIG. 152: Remoção do eixo de transmissão.
2. Remova os parafusos (3) e a amarração de
segurança (4).
3. Remova os parafusos (5) da junta universal.
Separe o eixo de transmissão (2) do acoplamento
flexível e remova o eixo de transmissão.

FIG. 152

88
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

Procedimento de Instalação
FIGS. 153-154: Vista do eixo de transmissão sob o
trator, instale o eixo de transmissão.
1. Posicione o eixo de transmissão (2) no
acoplamento flexível (3) e instale os parafusos
(1).
2. Posicione o eixo de transmissão na junta
universal e instale os parafusos (5). Aperte os
parafusos (5) com um torque de 105 ± 20 N.m (77
± 15 lb pé).
3. Instale a amarração de segurança (4) com os
parafusos (3).

FIG. 153

FIG. 154

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

MOTOR - REMOÇÃO
Remoção
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
A 1U-8223 Alça de elevação 2
Elevador de
B 1U-9200 1
Alavanca
Travessa de
C 6V-3145 Nivelamento de 1
Carga

Início do procedimento:
a. Remova o conjunto de arrefecimento. Consulte a
seção Desmontagem e Montagem, Conjunto de
Arrefecimento - Remoção, relativa à máquina que
está sendo reparada.
b. Remova a fiação do motor elétrico de partida.
Consulte a seção Desmontagem e Montagem,
Motor Elétrico de Partida - Remoção, relativa à
máquina que está sendo reparada.
c. Remova o eixo de transmissão. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Árvore de
Transmissão - Remoção e Instalação, relativa à
máquina que está sendo reparada.
d. Remova o compressor de refrigerante. Consulte a
seção Desmontagem e Montagem, Compressor
de Refrigerante - Remoção e Instalação, relativa à
máquina que está sendo reparada.
e. Remova o silencioso. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Silencioso -
Remoção e Instalação, relativa à máquina que
está sendo reparada.
f. Remova o compressor de ar. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Compressor de Ar -
Remoção e Instalação, relativa à máquina que
está sendo reparada.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.

90
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

IMPORTANTE: Mantenha todas as peças limpas e


sem contaminantes.
A contaminação do sistema hidráulico por
impurezas reduzirá a vida útil dos
componentes do sistema hidráulico.
Para evitar o ingresso de contaminantes no
sistema hidráulico, sempre tampe ou cubra as
linhas, conexões ou mangueiras quando
forem desconectadas. Cubra todos os
componentes desmontados e limpe-os
adequadamente antes da montagem.
Limpe adequadamente o sistema hidráulico
após a troca de qualquer componente
importante ou especialmente após a falha de
um componente, a fim de remover qualquer
contaminação.

ADVERTÊNCIA:
A pressão do óleo hidráulico e o óleo quente
podem resultar em ferimentos. A pressão do óleo
hidráulico pode permanecer no sistema após a
parada do motor. A não liberação dessa pressão
antes de realizar qualquer serviço no sistema
hidráulico pode resultar em ferimento sério.
Certifique-se de que todas as ferramentas de
trabalho tenham sido colocadas no chão, e que o
óleo esteja frio antes de remover qualquer dos
componentes ou linhas. Remova a tampa de
abastecimento de óleo com o motor desligado e a
tampa fria o suficiente para que possa ser tocada
com a mão descoberta.
FIG. 155: Remova o parafuso.
1. Remova o parafuso (1) e as arruelas do motor.

FIG. 155

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 156: Remova a fiação do alternador.


2. Remova os fios (3), (4) e (5) do alternador (2).
Remova o parafuso (6) e a presilha.

FIG. 156
FIG. 157: Remoção das luzes, dos tubos e do tubo
de escapamento.
3. Remova os dois conjuntos de tubos (10) e (11) do
motor. Remova as duas abraçadeiras (7) e (9) no
tubo de escapamento (8). Remova o tubo de
escapamento (8) do motor.
4. Remova o parafuso (12) da luz (13). Remova a
luz (13) do motor. Repita a remoção da luz para o
lado oposto do motor.

FIG. 157
FIG. 158: Remoção da amarração do fio.
5. Remova a porca (14) e a amarração do fio, do
motor.

FIG. 158

92
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 159: Remoção do indicador do filtro de ar.


6. Remova o indicador do filtro de ar.

FIG. 159
FIG. 160: Desconexão da fiação.
7. Corte a amarração do cabo (16). Remova a
mangueira (17).
8. Corte as amarrações do cabo ao longo do chicote
(19). Desconecte o fio na entrada do relé do
aquecedor de ar (18).
9. Corte as amarrações do cabo no chicote (19).
Remova o parafuso (20) no motor.

FIG. 160

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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 161: Desconexão do conector do ECM e


remoção dos conjuntos de mangueiras.
10 Remova o parafuso no conector do ECM (23).
Remova o conector (23). Remova os dois
conjuntos de mangueiras (21) e (22) do motor.
11 Remova o conjunto da mangueira (24) do filtro de
combustível (25).

FIG. 161
FIG. 162: Remoção do tubo ejetor de pó.
12. Remova as duas abraçadeiras da mangueira (26)
do tubo do ejetor de pó (27). Remova o tubo do
ejetor de pó (27) do motor.

FIG. 162

94
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 163: Remoção da linha de combustível.


13. Remova o parafuso (28) e as arruelas. Remova o
tubo (29) do motor.
14. Remova a linha de combustível (30) do motor.

FIG. 163
FIG. 164: Remoção do interruptor de desconexão.
15. Remova os parafusos (31) do interruptor de
desconexão (32). Mova o interruptor de
desconexão (32).

FIG. 164

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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 165: Remoção dos parafusos dos coxins do


motor.
16. Desconecte o conjunto do tubo (33). Remova a
porca (34) e a abraçadeira do conjunto do tubo
(33). Remova o conjunto do tubo (33) do motor.
17. Desconecte o conjunto do tubo (36). Remova o
parafuso (37) do conjunto do tubo (36). Remova o
conjunto do tubo (36) do motor. Remova o
parafuso (38) da bomba de escorvamento (39).
Remova a bomba de escorvamento (39) do
motor.
18. Remova os dois parafusos (35) do coxim traseiro
do motor e os dois parafusos (40) do coxim FIG. 165
dianteiro do motor.
FIG. 166: Remoção do motor.
19. Instale um dispositivo de elevação adequado na
Ferramenta (C). Instale a Ferramenta (A) entre a
carcaça do volante e a parte traseira do cárter na
Ferramenta (C). Instale a Ferramenta (B) na parte
dianteira do motor. Use a Ferramenta (B) para
ajustar o motor. Remova o motor do trator. O
motor pesa aproximadamente 839 kg (1850 lb).

FIG. 166

96
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

MOTOR – INSTALAÇÃO
Instalação
Ferramentas necessárias
Número
Ferramenta Descrição Qtd
de Peça
A 1U-8223 Alça de elevação 2
B 1U-9200 Elevador de Alavanca 1
Travessa de
C 6V-3145 1
Nivelamento de Carga
IMPORTANTE: Mantenha todas as peças limpas e
sem contaminantes.
A contaminação do sistema hidráulico por
impurezas reduzirá a vida útil dos
componentes do sistema hidráulico.
Para evitar o ingresso de contaminantes no
sistema hidráulico, sempre tampe ou cubra as
linhas, conexões ou mangueiras quando
forem desconectadas. Cubra todos os
componentes desmontados e limpe-os
adequadamente antes da montagem.
Limpe adequadamente o sistema hidráulico
após a troca de qualquer componente
importante ou especialmente após a falha de
um componente, a fim de remover qualquer
contaminação.
FIG. 167: Instalação do motor.
1. Instale um dispositivo de elevação adequado na
Ferramenta (C). Instale a Ferramenta (A) entre a
carcaça do volante e a parte traseira do cárter na
Ferramenta (C). Instale a Ferramenta (B) na parte
dianteira do motor. Use a Ferramenta (B) para
ajustar o motor. Instale o motor no trator. O motor
pesa aproximadamente 839 kg (1850 lb).

FIG. 167

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 168: Instalação dos parafusos de fixação do


motor.
2. Instale os dois parafusos (40) no coxim traseiro
do motor e os dois parafusos (35) no coxim
dianteiro do motor.
3. Instale a bomba de escorvamento (39) no motor.
Instale o parafuso (38) na bomba de
escorvamento (39). Instale o conjunto do tubo
(36) no motor. Conecte o conjunto do tubo (36).
Instale o parafuso (37) no conjunto do tubo (36).
4. Instale o conjunto do tubo (33) no motor. Conecte
o conjunto do tubo (33). Instale a porca (34) e a
abraçadeira no conjunto do tubo (33). FIG. 168

FIG. 169: Instalação do interruptor de desconexão.


5. Posicione o interruptor de desconexão (32).
Instale os parafusos (31) no interruptor de
desconexão (32).

FIG. 169

98
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 170: Instalação da linha de combustível.


6. Instale a linha de combustível (30) no motor.
7. Instale o tubo (29) no motor. Instale o parafuso
(28) e as arruelas.

FIG. 170
FIG. 171: Instalação do ejetor de pó.
8. Instale o tubo do ejetor de pó (27) no motor.
Instale as duas abraçadeiras (26) no tubo do
ejetor de pó (27).

FIG. 171

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 172: Instalação das mangueiras e conexão do


ECM.
9. Instale o conjunto da mangueira (24) do filtro de
combustível (25).
10. Instale o conector (23). Instale o parafuso no
conector do ECM (23). Instale os dois conjuntos
de mangueiras (21) e (22) no motor.

FIG. 172
FIG. 173: Instalação do chicote elétrico.
11. Instale o parafuso (20) no motor. Instale as
amarrações do cabo no chicote (19).
12. Conecte o fio na entrada do relé do aquecedor de
ar (18). Instale as amarrações do cabo ao longo
do chicote (19).
13. Instale a mangueira (17). Instale a amarração do
cabo (16).

FIG. 173

100
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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 174: Instalação do indicador do filtro de ar.


14. Instale o indicador do filtro de ar.

FIG. 174
FIG. 175: Instalação da cinta de aterramento.
15. Instale a cinta de aterramento no motor. Instale a
porca (14).

FIG. 175
FIG. 176: Instalação das luzes e do tubo de
escapamento.
16. Instale a luz (13) no motor. Instale o parafuso (12)
na luz (13). Repita a instalação da luz para o lado
oposto do motor.
17. Instale o tubo de escapamento (8) no motor.
Instale as duas abraçadeiras (7) e (9) no tubo de
escapamento (8). Instale os dois conjuntos de
tubo (10) e (11) no motor.

FIG. 176

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 2B – Componentes Auxiliares do Motor
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 177: Instalação da fiação do alternador.


18. Instale os fios (3), (4) e (5) no alternador (2).
Instale a presilha e o parafuso (6).

FIG. 177
FIG. 178: Instalação da abraçadeira.
19. Instale o parafuso (1) e as arruelas no motor.
Término do procedimento:
a. Instale o silencioso. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Silencioso -
Remoção e Instalação, relativa à máquina que
está sendo reparada.
b. Instale o compressor de refrigerante. Consulte a
seção Desmontagem e Montagem, Compressor
de Refrigerante - Remoção e Instalação, relativa à
máquina que está sendo reparada.
c. Instale o compressor de ar. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Compressor de Ar -
Remoção e Instalação, relativa à máquina que
está sendo reparada.
d. Instale o eixo de transmissão. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Árvore de
Transmissão - Remoção e Instalação, relativa à FIG. 178
máquina que está sendo reparada.
e. Instale a fiação no motor elétrico de partida.
Consulte a seção Desmontagem e Montagem,
Motor Elétrico de Partida - Instalação, relativa à
máquina que está sendo reparada.
f. Instale o conjunto de arrefecimento. Consulte a
seção Desmontagem e Montagem, Conjunto de
Arrefecimento - Instalação, relativa à máquina que
está sendo reparada.

102
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Seção 2B – Motor
ÍNDICE ALFABÉTICO

A Filtro de Combustível e Base do Filtro – Instalação


Acionador do Ventilador – Instalação..................... 68 (Filtros de Combustível Primário e Secundário) . 21
Procedimento de Instalação ................................ 68 Procedimento de Instalação............................. 21
Acionador do Ventilador – Remoção...................... 66 Filtro de Combustível e Base do Filtro – Remoção
(Filtros de Combustível Primário e Secundário) . 17
Procedimento de Remoção ................................. 66
Procedimento de Remoção.............................. 17
Acumulador de Refrigerante (com Dessecante) –
Remoção e Instalação ............................................ 76 M
Procedimento de Remoção ................................. 76 Manutenção e Reparo do Motor ......................... 13
Procedimento de Instalação ................................ 77 Motor – Instalação............................................... 97
Alternador – Remoção e Instalação ....................... 13 Instalação ......................................................... 97
Procedimento de Remoção ................................. 13 Motor – Remoção................................................ 90
Procedimento de Instalação ................................ 14 Remoção .......................................................... 90
Motor Elétrico de Partida – Remoção e
Instalação ............................................................ 16
B
Procedimento de Remoção.............................. 16
Bomba d’água – Remoção e Instalação................. 70
Procedimento de Instalação............................. 16
Procedimento de Remoção ................................. 70
Procedimento de Instalação ................................ 71 R
Radiador – Instalação ......................................... 58
C
Procedimento de Instalação............................. 51
Capô – Instalação................................................... 85
Radiador – Remoção .......................................... 54
Procedimento de Remoção ................................. 85
Procedimento de Remoção.............................. 54
Capô – Remoção.................................................... 81
Radiador de Ar – Remoção e Instalação ............ 47
Procedimento de Remoção ................................. 81
Procedimento de Remoção.............................. 47
Compressor de Ar – Remoção e Instalação .......... 72
Procedimento de Instalação............................. 48
Procedimento de Remoção ................................. 72
Radiador de Óleo Hidráulico – Remoção e
Procedimento de Instalação ................................ 73 Instalação ............................................................ 37
Compressor de Refrigerante – Remoção e Procedimento de Remoção.............................. 37
Instalação ............................................................... 74
Procedimento de Instalação............................. 39
Procedimento de Remoção ................................. 74
Regulador de Temperatura da Água –
Procedimento de Instalação ................................ 75 Remoção e Instalação......................................... 51
Condensador de Refrigerante – Remoção e Procedimento de Remoção.............................. 51
Instalação ............................................................... 78
Procedimento de Instalação............................. 51
Procedimento de Remoção ................................. 78
Procedimento de Instalação ................................ 80 S
Conjunto de Arrefecimento – Instalação ................ 30 Segurança .............................................................1
Procedimento de Instalação ................................ 30 Informações Gerais .............................................1
Conjunto de Arrefecimento – Remoção ................. 24 Informações Importantes sobre Segurança......1
Procedimento de Remoção ................................. 24 Símbolo de Alerta de Segurança ......................1
Palavras de Sinalização....................................2
E Mensagens Informativas ...................................3
Eixo de Transmissão – Remoção e Instalação ...... 88 Informações Gerais sobre Perigos ...................4
Procedimento de Remoção ................................. 88 Silencioso – Remoção e Instalação .................... 49
Procedimento de Instalação ................................ 89 Procedimento de Remoção.............................. 49
F Procedimento de Instalação............................. 49
Filtro de Ar – Remoção e Instalação ...................... 41 V
Procedimento de Remoção ................................. 41 Ventilador – Remoção e Instalação .................... 63
Procedimento de Instalação ................................ 43 Procedimento de Remoção.............................. 63
Procedimento de Instalação............................. 65

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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85503400 - Rev 1
02/2008

Manual de Serviço
Séries MT700 e MT700B

Trem de Força
Operação dos Sistemas, Testes e Ajustes

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
ÍNDICE

SEGURANÇA ....................................................................................................................................................1
Informações Gerais ........................................................................................................................................1
Informações Importantes sobre Segurança ................................................................................................1
Símbolo de Alerta de Segurança ................................................................................................................1
Palavras de Sinalização ..............................................................................................................................2
Mensagens Informativas .............................................................................................................................3
Informações Gerais sobre Perigos..............................................................................................................4

OPERAÇÃO .....................................................................................................................................................13
Informações Gerais ......................................................................................................................................13
Introdução..................................................................................................................................................13
Sistema de Transmissão ..............................................................................................................................15
Introdução (Transmissão)..........................................................................................................................15
Sistema de Transmissão ...........................................................................................................................16
Localização dos Componentes Eletrônicos do Sistema de Transmissão ................................................22
Localização dos Componentes Hidráulicos do Sistema de Transmissão ................................................31
Características do Sistema de Transmissão.............................................................................................40
Componentes de Entrada do Sistema de Transmissão............................................................................44
Ajustes dos Controles do Sistema de Transmissão..................................................................................51
Módulo de Controle Eletrônico do Sistema de Transmissão ....................................................................51
Componentes de Saída do Sistema de Transmissão...............................................................................55
Conector de Dados do Sistema de Transmissão......................................................................................57
Diagrama Elétrico do Sistema de Transmissão ........................................................................................58
Coletor de Óleo Comum............................................................................................................................60
Filtro de Óleo Hidráulico (Transmissão / Direção) ....................................................................................64
Bomba de Carga Seqüencial ....................................................................................................................66
Válvulas Moduladoras (Transmissão) .......................................................................................................68
Válvula de Alívio (Pressão de Carga) .......................................................................................................76
Válvula do Super Redutor (Transmissão) (Se equipado) .........................................................................80
Radiador de Óleo Hidráulico .....................................................................................................................86
Diagrama do Sistema Hidráulico (Transmissão).......................................................................................88
Embreagens da Transmissão....................................................................................................................89
Embreagem do Super Redutor (Transmissão) (Se equipado)..................................................................97
Fluxo de Potência da Transmissão ........................................................................................................ 107
Sistema de Tomada de Potência (TDP).................................................................................................... 117
Introdução (Sistema de Tomada de Potência)....................................................................................... 117
Sistema de Tomada de Potência (TDP)................................................................................................. 118
Localização dos Componentes Eletrônicos do Sistema de Tomada de Potência................................. 122
Localização dos Componentes Hidráulicos do Sistema de Tomada de Potência................................. 125
Características do Sistema de Tomada de Potência ............................................................................. 128

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
ÍNDICE

Componentes de Entrada do Sistema de Tomada de Potência ............................................................ 130


Configurações dos Controles do Sistema de Tomada de Potência ...................................................... 131
Módulo de Controle Eletrônico do Sistema de Tomada de Potência .................................................... 131
Componentes de Saída do Sistema de Tomada de Potência ............................................................... 133
Conector de Dados do Sistema de Tomada de Potência ...................................................................... 134
Diagrama Elétrico do Sistema de Tomada de Potência ........................................................................ 135
Válvula Moduladora (Tomada de Potência) ........................................................................................... 135
Diagrama do Sistema Hidráulico (Tomada de Potência) ....................................................................... 143
Embreagem do Sistema de Tomada de Potência (TDP)....................................................................... 144

VERIFICAÇÕES E AJUSTES ...................................................................................................................... 149


Informações sobre Verificações e Ajustes ................................................................................................ 149
Preparação do Trator ............................................................................................................................. 149
Procedimento de Resolução de Problemas ........................................................................................... 151
Inspeção Visual ......................................................................................................................................... 152
Válvula de Alívio (carga) - Verificação e Ajuste ........................................................................................ 153
Teste de Pressão da Válvula de Alívio (Pressão de Carga) .................................................................. 153
Ajuste da Configuração de Pressão da Válvula de Alívio (Pressão de Carga) ..................................... 155
Calibração da Embreagem de Transmissão ............................................................................................. 158
Acesso às Calibrações das Válvulas Solenóides da Transmissão........................................................ 158
Pressão da Embreagem de Transmissão – Verificação ........................................................................... 161
Verificação da Pressão da Embreagem................................................................................................. 161
Teste de Pressão do Óleo Lubrificante .................................................................................................. 165
Pressão da Embreagem do Super Redutor – Verificação ........................................................................ 168
Teste de Pressão da Embreagem de Acionamento Direto.................................................................... 168
Teste de Pressão da Embreagem de Acionamento do Super Redutor................................................. 171
Pressão da Embreagem da Tomada de Potência (TDP) - Verificação e Ajuste ...................................... 174
Teste de Pressão da Embreagem da Tomada de Potência .................................................................. 174
Teste de Pressão do Óleo Lubrificante para a Embreagem da Tomada de Potência........................... 176
Radiador de Óleo Hidráulico – Verificação ............................................................................................... 179
Teste de Pressão do Radiador de Óleo Hidráulico................................................................................ 179

ÍNDICE ALFABÉTICO .................................................................................................................................. 181

ii
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
SEGURANÇA

SEGURANÇA
INFORMAÇÕES GERAIS
Informações Importantes sobre
Segurança
FIG. 1: A operação, lubrificação, manutenção ou
reparo inadequado deste produto pode ser perigoso,
podendo resultar em ferimentos graves ou morte.
Muitos dos ferimentos que envolvem a operação,
manutenção e reparo do produto são causados por
falta de observação das regras básicas de segurança
ou precauções. Geralmente, a ocorrência de
ferimentos pode ser evitada mediante o
reconhecimento de potenciais situações de perigo. A
pessoa deve estar alerta quanto a potenciais perigos.
Essa pessoa também deve ter o treinamento, as
habilidades e as ferramentas necessárias para
executar corretamente essas funções.

FIG. 1
Símbolo de alerta de segurança
FIG. 2: Este é o símbolo de alerta de segurança. Este
símbolo significa ATENÇÃO! ESTEJA ALERTA! SUA
SEGURANÇA ESTÁ ENVOLVIDA! Procure por ele,
neste manual e nos adesivos de segurança existentes
no trator. Ele chamará sua atenção para informações
que envolvem sua segurança e a segurança de
terceiros.

FIG. 2

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
SEGURANÇA

Palavras de sinalização
FIG. 3: As palavras PERIGO, ADVERTÊNCIA ou
PRECAUÇAO são utilizadas com o símbolo de alerta
de segurança. Aprenda a reconhecer estes alertas de
segurança e siga as precauções e as práticas de
segurança recomendadas.

PERIGO:
Indica uma situação de perigo iminente que, se
não for evitada, resultará em morte ou ferimentos
muito graves.

FIG. 3
ADVERTÊNCIA:
Indica uma potencial situação de perigo que, se
não for evitada, pode resultar em morte ou
ferimentos graves.

CUIDADO:
Indica uma potencial situação de perigo que, se
não for evitada, poderá resultar em ferimentos
menores.
As palavras IMPORTANTE e NOTA não estão
relacionadas à segurança individual, porem são
utilizadas para fornecer informações adicionais e
dicas para manutenção ou operação do equipamento.
IMPORTANTE: A palavra IMPORTANTE é usada
para identificar instruções ou procedimentos
especiais que, se não forem rigorosamente
observados, podem resultar em danos ou
destruição da máquina, processo ou da área
circundante.
NOTA: A palavra NOTA é usada para identificar
pontos de particular interesse para uma
operação ou reparo mais eficiente e
conveniente.
Substitua qualquer adesivo de PERIGO,
ADVERTÊNCIA, CUIDADO ou instrucional que esteja
ilegível ou ausente. A localização e número de peça
desses adesivos é identificada no manual do
operador desta máquina.

2
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
SEGURANÇA

Mensagens informativas
FIG. 4: Não opere nem faça qualquer lubrificação,
manutenção ou reparo neste produto antes que tenha
lido e entendido as informações de operação,
lubrificação, manutenção e reparo.
Antes de iniciar a operação, manutenção ou reparo
do trator, assegure-se de ler e entender este manual,
o manual do operador e o manual para todos os
implementos.
Aprenda como operar, fazer manutenção e reparar o
trator e como usar os controles corretamente.
Não deixe ninguém operar, dar manutenção ou
reparar o trator sem que tenha instrução e
treinamento.
Para sua segurança e de outras pessoas, obedeça
todas as precauções e instruções de segurança
encontradas nos manuais e nos adesivos fixados no
trator e nos implementos do trator.
A não observação dessas precauções poderá resultar
em ferimentos e morte.
Lado direito e lado esquerdo, da forma como usados
FIG. 4
neste manual são determinados olhando-se para a
direção que será percorrida pela máquina quando em
uso.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
SEGURANÇA

Informações gerais sobre perigos


FIG. 5: Quando o motor está em funcionamento e o
volante de direção for esterçado, o trator não vira se a
alavanca de controle de transmissão (1) estiver na
posição PARK (P). O trator irá virar com a alavanca
de controle de transmissão colocada na posição
NEUTRA (N).
Não coloque o motor em funcionamento até que
nenhuma pessoa esteja presente na área. Isso ajuda
a evitar ferimentos pessoais devido ao movimento
inesperado do trator.
A menos que você seja instruído em contrário,
execute a manutenção sob as seguintes condições:
• Trator estacionado em solo nivelado. FIG. 5
• Implementos abaixados para o solo.
• Alavanca de controle de transmissão colocada na
posição PARK.
• Motor parado.
• Interruptor de partida do motor desligado e chave
de ignição removida.
• O trator esteja frio.
Conheça a largura do seu equipamento para manter a
distância adequada ao operar o trator nas
proximidades de obstáculos.

FIG. 6: Esteja preparado para emergências. Sempre


carregue um ou mais extintores de incêndio
adequados - classificação ABC, pó químico seco.
Mantenha sempre à mão um kit de primeiros socorros
para pequenos cortes e esfoladuras.

FIG. 6

4
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SEGURANÇA

FIG. 7: Use um capacete, luvas de proteção, e outros


equipamentos de proteção, conforme necessário.
Não use roupas soltas ou jóias que possam ser
puxadas pelas peças ou controles do trator.

FIG. 7

FIG. 8: Fique voltado para a traseira do trator sempre


que subir ou descer do trator.
Mantenha contato em três pontos com os degraus e
os corrimãos. O contato em três pontos é dois pés e
uma das mãos, e um pé e as duas mãos.
Não tente subir ou descer quando trator está em
movimento.
IMPORTANTE: Assegure-se de que os degraus não
estejam ajustados muito próximos do capô no
trator.
Deve-se deixar uma distância mínima de 75 mm entre
o apoio para a mão e o capô para que haja espaço
suficiente para a mão do operador. FIG. 8

FIG. 9: Os gases do escapamento do motor diesel


contém produtos de combustão que podem ser
prejudiciais à sua saúde. Sempre funcione o motor
em uma área bem ventilada. Nunca opere o motor e
um edifício fechado, a menos que os gases do
escapamento sejam ventilados para fora.

FIG. 9

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SEGURANÇA

FIG. 10: Dê partida ao motor apenas quando estiver


sentado no banco do operador. Nunca ligue em curto
os terminais do motor de partida ou das baterias.

FIG. 10

FIG. 11: Somente opere o trator quando estiver


sentado no assento do operador. Ao operar o trator,
coloque sempre o cinto de segurança. Somente opere
os controles com o motor em funcionamento.
Se outra pessoa estiver viajando no assento do
instrutor, assegure-se que a pessoa esteja usando o
cinto de segurança. Nunca permita ninguém em
qualquer parte do trator ou seu implemento, exceto no
assento do operador e no assento do instrutor quando
o motor estiver funcionando.

FIG. 11

FIG. 12: Algumas fotos neste manual podem ter sido


tiradas com as proteções removidas para facilidade
de visualização.

ADVERTÊNCIA:
Para melhor qualidade de visualização, algumas
fotos e ilustração neste manual podem mostrar
um conjunto com a proteção removida. Não opere
o trator, a menos que as proteções estejam em
boas condições e instaladas no lugar. Substitua
imediatamente as proteções após o término da
inspeção, reparos, limpeza ou ajustes e antes de FIG. 12
começar/retomar a operação.

6
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
SEGURANÇA

FIG. 13: Nunca coloque fluido de manutenção em


recipientes de vidro. Drene todos os fluidos em um
recipiente adequado.
Descarte todos os fluidos drenados e descarte
também todos os materiais saturados com fluido de
acordo com os regulamentos locais.
Use todas as soluções de limpeza com cuidado.

FIG. 13

FIG. 14: Não fume ao fazer manutenção no ar


condicionado. A inalação de gás do refrigerante do ar
condicionado através de um cigarro aceso pode
causar prejuízos ao corpo ou morte.
Mantenha o trator livre de impurezas (combustível,
óleo, líquidos de arrefecimento, panos oleosos e
detritos).
Não aplique solda nas linhas ou nos tanques que
contenham fluidos ou gases inflamáveis
Tenha cuidado quando estiver reabastecendo um
trator. Não fume durante o reabastecimento do trator.
Sempre desligue o motor antes de reabastecer. FIG. 14
Abasteça o tanque de combustível em local externo.

FIG. 15: Sempre desligue o motor, mude a


transmissão para Park, remova a chave de ignição, e
coloque o interruptor de desconexão da bateria na
posição DESLIGADO antes de deixar que qualquer
pessoa inspecione, limpe, lubrifique, ajuste ou repare
qualquer parte do trator ou de seus implementos.

FIG. 15

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SEGURANÇA

FIG. 16: Quaisquer modificações ao interior do posto


de operação não devem projetar-se para dentro do
espaço do operador.
Ao trabalhar embaixo do equipamento, apóie-o
adequadamente.
Não faça quaisquer modificações à estrutura de
segurança (ROPS), pois isso afetará a proteção
fornecida. Não altere a estrutura ao soldar, recortar,
adicionar peso ou fazer furos no

FIG. 16

FIG. 17: Mantenha objetos afastados das lâminas do


ventilador em movimento. Os objetos serão
arremessados e podem ser cortados pelas lâminas do
ventilador.
Você pode ser apanhado por peças móveis mais
rapidamente do que sua capacidade de afastar-se da
estrutura.

FIG. 17

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SEGURANÇA

FIG. 18: Não toque em qualquer parte do motor em


operação. Deixe o motor esfriar antes de fazer
qualquer manutenção no motor. Antes de
desconectar qualquer linha, conexões ou itens
relacionados, alivie toda a pressão no sistema de ar,
no sistema de óleo, no sistema de lubrificação, no
sistema de combustível, ou no sistema de
arrefecimento.

FIG. 18

FIG. 19: Não remova a tampa do radiador com o


motor quente. Somente remova a tampa quando
estiver suficiente fria ao tocá-la com as mãos. Solte
lentamente a tampa até o primeiro entalhe para aliviar
a pressão e, em seguida, remova-a.

FIG. 19

FIG. 20: Vazamentos de fluído em alta pressão


podem ser quase invisíveis, porém penetram na pele
causando ferimentos graves.
Consulte um médico imediatamente caso tenha
sofrido um ferimento por vazamento de fluidos. O
fluido injetado na pela deve ser removido
cirurgicamente em poucas horas ou poderá resultar
em gangrena.
O óleo quente e os componentes quentes podem
causar ferimentos.

FIG. 20

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SEGURANÇA

FIG. 21: Utilize um pedaço de papelão ou madeira


para procurar possíveis vazamentos; nunca faça isso
com as mãos.
Não dobre as linhas de alta pressão. Não bata nas
linhas de alta pressão. Não instale quaisquer linhas
que estejam dobradas ou danificadas.
Verifique cuidadosamente as linhas, tubos e
mangueiras. Repare todas as linhas soltas ou
danificadas. Aperte todas as conexões ao torque
recomendado.
Substitua as peças na presença de qualquer das
condições a seguir:
• Conexões terminais danificadas ou vazando. FIG. 21
• Revestimentos externos danificados por fricção
ou cortes.
• Fios expostos.
• Revestimento externo abaulado.
• Peças flexíveis das mangueiras dobradas.
• Tampas externas com armação afundada.
• Conexões finais deslocadas.

FIG. 22: O eletrólito nas baterias do trator é um ácido


e pode causar ferimentos. Não deixe que o eletrólito
entre em contato com a pele ou os olhos. Sempre use
óculos de proteção ao trabalhar nas baterias. Lave as
mãos depois de ter estado em contato com as
baterias e os conectores.

FIG. 22

FIG. 23: Os gases da bateria podem explodir.


Mantenha chamas abertas ou faíscas afastadas da
parte superior da bateria. Não fume em áreas de
recarga de baterias.
Nunca verifique a carga da bateria colocando um
objeto metálico entre os terminais. Não coloque
ferramentas sobre materiais condutivos na bateria.
Tenha cuidado ao conectar cabos auxiliares às
baterias. A instalação incorreta dos cabos auxiliares
pode resultar em danos aos componentes elétricos ou
explosão da bateria.
Não aplique carga a uma bateria congelada, pois ela
pode explodir. Aqueça a bateria até 16°C (60°F). FIG. 23

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SEGURANÇA

FIG. 24: Certifique-se de que todas as luzes,


refletores e SMV do trator estejam instaladas, em
boas condições, e limpas.
Consulte o órgão de serviço autorizado quanto aos
regulamentos locais relativos à movimentação de
equipamentos agrícolas em estradas públicas.

FIG. 24

FIG. 25: O aplicativo Auto-Guide (direcionamento


automático) pode ser desativado temporariamente no
caso de perda do sinal de satélite. É imprescindível
que o operador esteja sempre alerta à sua posição e
condições no campo.
O Sistema Auto-Guide tem como objetivo ajudar o
operador no direcionamento do trator. A atenção do
operador é exigida todo o tempo.

FIG. 25

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SEGURANÇA

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OPERAÇÃO

OPERAÇÃO
INFORMAÇÕES GERAIS
Introdução

FIG. 26
FIG. 26: Vista do Trator.
Este seção de operação dos sistemas descreve as
características e o funcionamento dos seguintes
sistemas:
• Sistema elétrico da transmissão
• Sistema hidráulico da transmissão
• Sistema elétrico da TDP
• Sistema hidráulico da TDP
São descritos os principais componentes elétricos e
hidráulicos.
Esta seção abrange os seguintes Tratores
Agrícolas Challenger da Série MT700:
• Challenger MT735
• Challenger MT745
• Challenger MT755
• Challenger MT765

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Sistema de Transmissão • ECM do Trator


O sistema elétrico da transmissão fornece controles • Central de Gerenciamento do Trator (TMC)
para o sistema hidráulico da transmissão. O sistema • Grupo de instrumentos do painel
elétrico da transmissão inclui interruptores, sensores
• Entradas de controle
e alavancas de controle. Os sinais de entrada são
processados pelo módulo de controle eletrônico • Solenóides
(ECM) do trator, o qual, por sua vez, energiza o O sistema hidráulico da TDP fornece um fluxo
solenóide apropriado. modulado de óleo pressurizado para a transmissão.
O sistema elétrico da transmissão contém os O sistema hidráulico da TDP inclui uma válvula
seguintes componentes: moduladora (tomada de potência) e uma
• ECM do Trator embreagem TDP.
• Central de Gerenciamento do Trator (TMC) A válvula moduladora (tomada de potência)
• Grupo de instrumentos do painel fornece as seguintes funções de controle:
• Entradas de controle • Controle proporcional do fluxo de óleo
• Solenóides • Compensação da pressão
O sistema hidráulico da transmissão fornece um fluxo • Controle de modulação
modulado de óleo pressurizado para a transmissão. A
transmissão contém nove embreagens de
transmissão. As nove embreagens são controladas
pelas nove válvulas moduladoras correspondentes
(transmissão). A transmissão proporciona ao
operador 16 marchas diretas e 4 à ré, abaixo de 36,2
km/h (22.5 mph) na rotação nominal do motor e
abaixo de 39,7 km/h (24.7 mph) a 2300 RPM.
As válvulas moduladoras (fornecem) as seguintes
funções de controle:
• Controle proporcional do fluxo de óleo
• Compensação da pressão
• Controle de modulação
O sistema hidráulico da transmissão também fornece
óleo pressurizado para o acionador do super redutor
(creeper) (se equipado). O acionador do super redutor
possibilita ao operador reduzir a RPM de saída da
transmissão para uma relação de redução de marcha
de 4:1. Conseqüentemente, as engrenagens do super
redutor proporcionam, adicionalmente, 14 marchas
diretas e 4 à ré. Todas as engrenagens do super
redutor estão abaixo de 5,6 km/h (3.48 mph).
A válvula do super redutor possui dois modos
básicos de operação:
• Acionamento direto
• Acionamento do super redutor
A operação da válvula do super redutor trata-se de
um ciclo simples ligada/desligada. O fluxo de óleo na
válvula do super redutor não é modulado.
A válvula de alívio (pressão de carga) regula a
pressão do óleo a 2100 kPa (305 psi) para a
transmissão e o acionamento do super redutor.
Sistema TDP
O sistema elétrico da TDP fornece controles para o
sistema hidráulico da TDP. O sistema hidráulico da
TDP inclui interruptores e sensores. Esses sinais
elétricos são processados pelo módulo de controle
eletrônico (ECM) do trator, o qual, por sua vez,
energiza o solenóide.
O sistema elétrico da TDP contém os seguintes
componentes:

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

SISTEMA DE TRANSMISSÃO Válvulas moduladoras (Transmissão)


Os Tratores Agrícolas Challenger da Série MT700
Introdução (Transmissão) são equipados com nove válvulas moduladoras. As
Os tratores Agrícolas Challenger da Série MT700 são válvulas moduladoras são controladas pelo uso de
equipados com uma Transmissão de Mudança dispositivos eletrônicos. Nove válvulas moduladoras
Eletrônica da Lagarta. Essa transmissão proporciona fornecem óleo para as embreagens da transmissão.
16 marchas diretas e 4 à ré. Há nove embreagens da transmissão
Há nove placas de embreagem individuais em quatro correspondentes.
árvores de transmissão. Cada placa de embreagem é Válvula do Super Redutor
controlada por uma válvula moduladora A válvula do super redutor (se equipada) controla o
correspondente (transmissão). O módulo de controle acionamento do super redutor. A válvula do super
eletrônico do motor (ECM) controla a válvula redutor possui dois modos básicos de operação. Os
moduladora. A válvula moduladora modula a pressão dois modos de operação são o acionamento direto
e o fluxo do óleo a fim de proporcionar uma mudança e o acionamento do super redutor.
suave entre as engrenagens.
Controles Eletrônicos
O sistema hidráulico da transmissão possui os
seguintes componentes principais: O ECM do trator controla os solenóides nas
válvulas moduladoras (transmissão) e a válvula do
• Coletor de óleo comum super redutor. A central de gerenciamento do trator
• Reservatório de óleo elevado (EOR) (TMC) é utilizada para visualizar a marcha atual e a
• Filtro de óleo hidráulico marcha selecionada.
• Bomba de carga seqüencial (tandem)
• Válvula de alívio (pressão de carga)
• Válvulas moduladoras (transmissão)
• Válvulas do super redutor (se equipado)
• Controles eletrônicos
Coletor de Óleo Comum
Um coletor de óleo comum fornece óleo para o
sistema hidráulico da transmissão e para todos os
demais sistemas hidráulicos no trator.
Reservatório de Óleo Elevado (EOR)
O reservatório de óleo elevado (EOR) fornece óleo
lubrificante para as embreagens do super redutor,
reduções finais, e para o diferencial.
Filtro de Óleo Hidráulico
Um filtro de óleo hidráulico protege o sistema
hidráulico da transmissão contra danos por
contaminação. O filtro hidráulico filtra as partículas
maiores que 5 mícron no óleo de carga e no retorno
de óleo.
Bomba de Carga Seqüencial
A seção grande da bomba de carga seqüencial
fornece óleo pressurizado para o sistema hidráulico
da transmissão. A bomba de carga seqüencial é uma
bomba de engrenagem simples.
Válvula de Alívio (Pressão de Carga)
A válvula de alívio (pressão de carga) controla a
pressão do óleo a 2100 kPa (305 psi).

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Sistema de Transmissão
NOTA: A figura a seguir mostra os componentes
eletrônicos e os componentes hidráulicos do
sistema de transmissão nos Tratores
Agrícolas Challenger Série MT700.

FIG. 27
FIG. 27: Diagrama em Blocos do Sistema da
Transmissão
(1) Pedal modulador da embreagem
(2) Alavanca de Mudanças
(3) Interruptor do Super Redutor
(4) Interruptor de Um Toque
(5) Coletor de Óleo Comum
(6) TMC
(7) ECM do Trator
(8) Filtro de Óleo Hidráulico
(9) Bomba de Carga Seqüencial
(10) Válvula de alívio
(11) Radiador de Óleo
(12) Válvulas moduladoras (Transmissão)
(13) Transmissão
(14) Válvula do Super Redutor
(15) ECM do Engate

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

O operador pode iniciar uma função hidráulica


usando um dos seguintes controles:
• Pedal modulador da embreagem
• Alavanca de mudanças
• Interruptor do super redutor
• Interruptor de um toque
Os controles enviam um sinal ao módulo de controle
eletrônico do trator (ECM) (7). O ECM do trator
processa esses sinais com quaisquer parâmetros que
tenham sido definidos na central de gerenciamento do
trator (TMC) (6).
O ECM do trator e o ECM do engate energizarão as
válvulas moduladoras (12) (transmissão) e a válvula
do super redutor (14) na transmissão (13).
O coletor de óleo comum (5) fornece óleo para a
bomba de carga seqüencial (9). O óleo passa através
do filtro de óleo hidráulico (8). A seguir, o óleo é
fornecido para a válvula de alívio (10) (pressão de
carga). A válvula de alívio controla a pressão do óleo
a 2100 kPa (305 psi). Todo o excesso de óleo é
roteado através do radiador de óleo hidráulico (11). A
seguir, o óleo vai para a transmissão (13) a fim de
lubrificar as embreagens.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Sistema de Controle Eletrônico da


Transmissão

FIG. 28
FIG. 28: Diagrama Elétrico em Blocos do Sistema da
Transmissão
O sistema elétrico da transmissão consiste dos
seguintes componentes:
(1) Interruptor (pedal modulador da embreagem)
(2) Sensores de posição (alavanca de mudanças) –
dois
(3) Interruptor (super redutor)
(4) Interruptor (um toque)

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

(7) Módulo de controle eletrônico (ECM) do trator


(15) ECM do Engate
(16) Sensor de posição (pedal modulador da
embreagem)
(17) Sensor de velocidade (entrada da transmissão)
(18) Sensores de velocidade (saída da transmissão) -
dois
(19) Sensor de temperatura (óleo hidráulico)
(20) Sensor de pressão (carga)
(21) Ao Conector de Serviço e ECMs opcionais
(22) Conector de dados CAT
(23) Visor da TMC (Central de Gerenciamento do
Trator)
(24) Válvula moduladora (embreagem C No.1 da
transmissão)
(25) Válvula moduladora (embreagem D No. 2 da
transmissão)
(26) Válvula moduladora (embreagem E No. 3 da
transmissão)
(27) Válvula moduladora (embreagem F No. 4 da
transmissão)
(28) Válvula moduladora (embreagem G No. 5 da
transmissão)
(29) Válvula moduladora (embreagem B No. 6 da
transmissão)
(30) Válvula moduladora (embreagem H No. 7 da
transmissão)
(31) Válvula moduladora (embreagem J No. 8 da
transmissão)
(32) Válvula moduladora (embreagem A No. 9 da
transmissão)
(33) Válvula solenóide (engrenagem do super redutor
(creeper))
(34) Conector de dados CAN
(35) Ao Conector de Serviço e ECMs opcionais
(36) Grupo de instrumentos do painel
O ECM do trator (7) controla as válvulas solenóide
(24) até (32) para a transmissão. O ECM do engate
(15) controla a válvula solenóide (33) para a
engrenagem do super redutor.
O conector de dados CAT (22) é um barramento
de conexão serial que é utilizado para
comunicação com os seguintes componentes:
• ECM do Motor
• ECM do Trator
• ECM do Engate
• ECM do Implemento (se Equipado)
• Módulo do visor para a TMC
• Aplicativo “Caterpillar electronic technician” (ET)
• Outros módulos de controle eletrônico opcionais

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

O conector de dados CAT (34) é um barramento


de conexão serial que é utilizado para
comunicação com os seguintes componentes:
• ECM do Motor
• ECM do Trator
• Módulo do visor para a TMC
• Grupo de instrumentos do painel
• Outros módulos de controle eletrônico opcionais
A alavanca de mudanças (2) envia um sinal PWM ao
ECM do Trator (7). O ECM do trator (7) processa o
sinal a fim de determinar a posição da alavanca (2).
A alavanca possui quatro posições:
• PARK
• NEUTRAL
• FORWARD
• REVERSE
Quando a alavanca está colocada na posição PARK
(estacionamento), um interruptor de posição do freio
de estacionamento (as máquinas mais novas agora
utilizam um sensor) envia sinais ao ECM do trator.
A alavanca de mudanças (2) possui três interruptores
de pressão. Os interruptores controlam as mudanças
ascendente e descendente, e o gerenciamento de
potência. O ECM do trator (7) recebe sinais dos
interruptores. O ECM do trator, por sua vez, muda a
transmissão de acordo com a solicitação.
Os sensores de velocidade (17) e (18), o sensor de
temperatura (19), e o sensor de pressão (20) enviam
sinais para o ECM do trator. O ECM do trator utiliza
os sinais a fim de monitorar as condições da
transmissão.
O sistema de transmissão pode ser equipado com
uma engrenagem do super redutor opcional. A
engrenagem do super redutor reduz as mudanças de
marcha da transmissão numa relação de 4:1. O
interruptor do super redutor (3) informa ao ECM do
trator que o operador deseja operar a transmissão na
engrenagem do super redutor. O ECM do trator,
então, sinaliza o ECM do engate para energizar o
solenóide para a engrenagem do super redutor.
O visor da TMC (23) é utilizado para visualizar a
marcha atual e também é utilizado para visualizar a
marcha selecionada.

20
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Sistema Hidráulico da Transmissão

FIG. 29
FIG. 29: Diagrama em Blocos do Sistema Hidráulico
da Transmissão
(5) Coletor de Óleo Comum
(8) Filtro de Óleo Hidráulico
(9) Bomba de Carga Seqüencial
(10) Válvula de alívio
(11) Radiador de Óleo
(12) Válvulas moduladoras (Transmissão)
(13) Transmissão
(14) Válvula do Super Redutor
(37) Válvula de Passagem do Radiador de Óleo
(38) Filtro de Sucção
(39) Válvula de Alívio do Lubrificante
O óleo do coletor comum (5) é extraído através do
filtro de sucção (38) pela seção grande da bomba de
carga seqüencial (9). O filtro de sucção (38) é
classificado em 200 mícron. O filtro de óleo hidráulico
(8) filtra o óleo da seção grande da bomba de carga
seqüencial (9).

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

O óleo filtrado é fornecido para as seguintes


válvulas:
• Válvula de alívio (pressão de carga)
• Válvulas moduladoras (transmissão)
• Válvula do super redutor (transmissão)
Quando as válvulas moduladoras são energizadas, o
óleo flui para as embreagens da transmissão. Quando
as válvulas moduladoras são desenergizadas, o óleo
flui da embreagem para o coletor de óleo comum.
A válvula de alívio (pressão de carga) regula a
pressão no sistema hidráulico da transmissão a uma
pressão máxima de 2100 ± 35 kPa (305 ± 5 psi).
O excesso de óleo flui da válvula de alívio (10)
(pressão de carga) para o radiador de óleo hidráulico
(11). A válvula de passagem do radiador de óleo (37)
se abrirá se uma pressão de 520 kPa (75 psi) for
detectada no lado de entrada do radiador de óleo
hidráulico. Normalmente, a válvula de passagem do
radiador de óleo permanecerá fechada, a menos que
haja uma restrição no radiador de óleo hidráulico ou
se o óleo estiver muito frio.
O óleo do radiador de óleo hidráulico (11) flui para a
transmissão, para lubrificação das embreagens. A
válvula de alívio de lubrificação da transmissão (39)
regula a pressão do óleo de lubrificação a um valor
máximo de 275 kPa (40 psi).
Localização dos Componentes
Eletrônicos do Sistema de Transmissão
O sistema eletrônico da transmissão consiste dos
seguintes componentes:
• Sensores de posição (alavanca de mudanças) –
dois.
• Interruptor de mudança ascendente (transmissão)
• Interruptor de mudança descendente
(transmissão).
• Interruptor de gerenciamento de potência
(transmissão).
• Interruptor (pedal modulador da embreagem).
• Sensor de posição (pedal modulador da
embreagem).
• Sensor de velocidade (entrada da transmissão).
• Sensores de velocidade (saída da transmissão) –
dois.
• Sensor de temperatura (óleo hidráulico).
• Sensor de pressão (carga).
• Interruptor (engrenagem do super redutor
(creeper).
• Interruptor (um toque).
• Conector de dados CAT.
• Conector de dados CAN.
• Módulo de controle eletrônico (ECM) do trator.
• Visor da TMC (Central de Gerenciamento do
Trator).
• Válvulas moduladoras (embreagem da
transmissão) (No. 1 até No. 9).
• Válvula solenóide (engrenagem do super redutor
(creeper)).

22
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Sensores de Posição (Alavanca de


Mudanças)
FIG. 30: Alavanca de Controle de Transmissão
(1) Alavanca de controle da transmissão
(2) Interruptor de mudança ascendente
(3) Interruptor de mudança descendente
(4) Interruptor de gerenciamento de potência
A alavanca de controle da transmissão (1) está
situada na TMC, no lado esquerdo do apoio de mão.
A alavanca de controle da transmissão sinaliza o
ECM do trator sobre a posição da alavanca.
A alavanca possui quatro posições:
• PARK
FIG. 30
• NEUTRAL
• FORWARD
• REVERSE
Referência: Consulte Operação, Verificações e
Ajustes dos Sistemas, Componentes de Entrada do
Sistema de Transmissão, para obter mais
informações.

Interruptor (Mudança Ascendente)


FIG. 31: Interruptores na Alavanca de Controle da
Transmissão
(1) Alavanca de controle da transmissão
(2) Interruptor de mudança ascendente
(3) Interruptor de mudança descendente
(4) Interruptor de gerenciamento de potência
O interruptor de mudança ascendente (2) é um botão
de pressão momentâneo que está situado no lado
esquerdo da alavanca de controle da transmissão (1).
O interruptor é um o botão de pressão superior na
alavanca.
O interruptor de mudança ascendente sinaliza o ECM FIG. 31
do trator que o operador deseja mudar a transmissão
para uma marcha mais alta.
Referência: Consulte Operação, Verificações e
Ajustes dos Sistemas, Componentes de Entrada do
Sistema de Transmissão, para obter mais
informações.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Interruptor (Mudança Descendente)


FIG. 32: Interruptores na Alavanca de Controle da
Transmissão
(1) Alavanca de controle da transmissão
(2) Interruptor de mudança ascendente
(3) Interruptor de mudança descendente
(4) Interruptor de gerenciamento de potência
O interruptor de mudança descendente (3) é um
botão de pressão momentâneo que está situado no
lado esquerdo da alavanca de controle da
transmissão (1). O interruptor é o botão de pressão
do meio na alavanca.
O interruptor de mudança descendente sinaliza o
ECM do trator que o operador deseja mudar a FIG. 32
transmissão para uma marcha mais baixa.
Referência: Consulte Operação, Verificações e
Ajustes dos Sistemas, Componentes de Entrada do
Sistema de Transmissão, para obter mais
informações.
Interruptor (Gerenciamento de Potência)
FIG. 33: Interruptores na Alavanca de Controle da
Transmissão
(1) Alavanca de controle da transmissão
(2) Interruptor de mudança ascendente
(3) Interruptor de mudança descendente
(4) Interruptor de gerenciamento de potência
O interruptor de gerenciamento de potência (4) é um
botão de pressão momentâneo que está situado no
lado esquerdo da alavanca de controle da
transmissão (1). O interruptor é o botão de pressão
na parte inferior da alavanca.
O interruptor de gerenciamento de potência sinaliza o
ECM do trator que o operador deseja operar no modo FIG. 33
de gerenciamento de potência.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Central de Gerenciamento do Trator
(TMC), para obter mais informações.
Interruptor (Pedal Modulador da Embreagem)
FIG. 34: Tratores Produzidos Antes de 2004
NOTA: O interruptor do pedal modulador da
embreagem (5) é um interruptor limitador que
é atuado quando o pedal de modulação da
embreagem é totalmente pressionado. O
pedal modulador da embreagem é o pedal do
pé esquerdo que está situado na frente do
operador. O interruptor está situado no lado
esquerdo do pedal modulador da embreagem,
atrás da cobertura.
Ilustração com a cobertura removida.
O interruptor sinaliza o ECM do trator que o operador
pressionou totalmente o pedal modulador da
embreagem. FIG. 34
Consulte Operação dos Sistemas,
Verificações/Testes e Ajustes, Componentes de
Entrada do Sistema de Transmissão, para obter mais
informações.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

FIG. 35: Tratores Produzidos a partir de 2004


NOTA: O interruptor do pedal modulador da
embreagem (5) é um interruptor limitador que
é atuado quando o pedal de modulação da
embreagem é totalmente pressionado. O
pedal modulador da embreagem é o pedal do
pé esquerdo que está situado na frente do
operador. O interruptor está situado no lado
esquerdo do pedal modulador da embreagem,
atrás da cobertura.
Ilustração com a cobertura removida.
O interruptor sinaliza o ECM do trator que o operador
pressionou totalmente o pedal modulador da FIG. 35
embreagem.
Consulte Operação dos Sistemas,
Verificações/Testes e Ajustes, Componentes de
Entrada do Sistema de Transmissão, para obter mais
informações.

Sensor de Posição (Pedal Modulador da


Embreagem)
FIG. 36: Tratores Produzidos Antes de 2004
NOTA: Ilustração com a cobertura removida.
O sensor do pedal modulador da embreagem (6) é
um sensor de posição que detecta a posição do pedal
modulador da embreagem. O pedal modulador da
embreagem é o pedal do pé esquerdo que está
situado na frente do operador. O sensor está situado
na parte superior do lado esquerdo do pedal
modulador da embreagem, atrás da cobertura.
O sensor de posição sinaliza o ECM do trator sobre a
posição do pedal modulador da embreagem.
Consulte Operação dos Sistemas,
Verificações/Testes e Ajustes, Componentes de FIG. 36
Entrada do Sistema de Transmissão, para obter mais
informações.

FIG. 37: Tratores Produzidos a Partir de 2004


NOTA: Ilustração com a cobertura removida.
O sensor do pedal modulador da embreagem (6) é
um sensor de posição que detecta a posição do pedal
modulador da embreagem. O pedal modulador da
embreagem é o pedal do pé esquerdo que está
situado na frente do operador. O sensor está situado
na parte superior do lado esquerdo do pedal
modulador da embreagem, atrás da cobertura.
O sensor de posição sinaliza o ECM do trator sobre a
posição do pedal modulador da embreagem.
Consulte Operação dos Sistemas,
Verificações/Testes e Ajustes, Componentes de FIG. 37
Entrada do Sistema de Transmissão, para obter mais
informações.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Sensor de Velocidade (Entrada da


Transmissão)
FIG. 38: Sensor de Velocidade para a Entrada da
Transmissão.
O sensor de velocidade (7) é um sensor que detecta
a velocidade de entrada da transmissão. O sensor
está situado no lado esquerdo da transmissão em
direção à parte superior.
O sensor de velocidade sinaliza o ECM do trator
sobre a velocidade da árvore de entrada da
transmissão.
Consulte Operação dos Sistemas,
Verificações/Testes e Ajustes, Componentes de
Entrada do Sistema de Transmissão, para obter mais
informações. FIG. 38

Sensor de Velocidade (Saída da


Transmissão)
FIG. 39: Sensor de Velocidade para a Saída da
Transmissão.
Os sensores de velocidade (7) são sensores que
detectam a velocidade de saída da transmissão. Os
sensores estão situados na parte frontal da
transmissão em direção à parte inferior.
Os sensores de velocidade sinalizam o ECM do trator
sobre a velocidade da árvore de saída da
transmissão.
Referência: Consulte Operação, Verificações e
Ajustes dos Sistemas, Componentes de Entrada do
Sistema de Transmissão, para obter mais
informações. FIG. 39

Sensor de Temperatura (Óleo Hidráulico)


FIG. 40: Sensor de Temperatura do Óleo Hidráulico
O sensor de temperatura (8) está situado no lado
esquerdo do trator, na parte superior da transmissão.
O sensor de temperatura sinaliza o ECM do trator
sobre a temperatura do óleo hidráulico.
Referência: Consulte Operação, Verificações e
Ajustes dos Sistemas, Componentes de Entrada do
Sistema de Transmissão, para obter mais
informações.

FIG. 40

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Sensor de pressão (Carga)


FIG. 41: Sensor de Pressão para a Transmissão
O sensor de pressão (9) está situado no lado
esquerdo do trator, na parte superior da transmissão.
O sensor de pressão sinaliza o ECM do trator sobre a
pressão do óleo hidráulico da transmissão.
Referência: Consulte Operação, Verificações e
Ajustes dos Sistemas, Componentes de Entrada do
Sistema de Transmissão, para obter mais
informações.

FIG. 41

Interruptor (Engrenagem do Super Redutor)


FIG. 42: Interruptor da Engrenagem do Super
Redutor
O interruptor da engrenagem do super redutor (10)
está situado na TMC, do lado direito da alavanca de
controle da transmissão.
O interruptor da engrenagem do super redutor
sinaliza o ECM do trator que o operador deseja
acoplar a engrenagem do super redutor.
Referência: Consulte Operação, Verificações e
Ajustes dos Sistemas, Componentes de Entrada do
Sistema de Transmissão, para obter mais
FIG. 42
informações.

Interruptor (Um Toque)


FIG. 43: Interruptor de Um Toque
O interruptor de um toque (11) está situado na TMC,
na frente da alavanca de controle da transmissão.
O interruptor sinaliza o ECM do trator que o operador
deseja executar várias operações com um único
comando.
Referência: Consulte Operação, Verificações e
Ajustes dos Sistemas, Componentes de Entrada do
Sistema de Transmissão, para obter mais
informações.

FIG. 43

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OPERAÇÃO

Conector de Dados CAT


FIG. 44: Conector para a Conexão de Dados CAT e a
Conexão de Dados CAN
O conector de dados CAT está situado no chicote
elétrico. O conector (12) para a conexão de dados
CAT está situado sob o assento do aprendiz. O
conector está voltado para a frente do trator.
O conector de dados CAT é um barramento de
comunicação serial que é utilizado para
comunicação com os seguintes componentes:
• ECM do Motor
• ECM do Trator
• ECM do Engate (se equipado) FIG. 44
• ECM do Implemento (se Equipado)
• Módulo do visor para a TMC
• Aplicativo “Caterpillar electronic technician” (ET)
• Outros módulos de controle eletrônico opcionais
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Conector de
Dados do Sistema de Transmissão, para obter mais
informações.

Conector de Dados CAN


FIG. 45: Conector para a Conexão de Dados CAT e a
Conexão de Dados CAN
O conector de dados CAN está situado no chicote
elétrico. O conector (13) para a conexão de dados
CAN está situado sob o assento do aprendiz. O
conector está voltado para a frente do trator.
O conector de dados CAN é um barramento de
comunicação serial que é utilizado para
comunicação com os seguintes componentes:
• ECM do Motor
• ECM do Trator
• Módulo do visor para a TMC FIG. 45
• Grupo de instrumentos do painel
• Outros módulos de controle eletrônico opcionais
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Conector de
Dados do Sistema de Transmissão, para obter mais
informações.

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ECM do Trator
FIG. 46: ECM do Trator
O ECM do trator (14) está situado no lado esquerdo
do trator, sob o painel do assoalho da cabine, na
frente do assento do aprendiz.
O ECM do trator controla os seguintes
componentes:
• Válvulas de controle hidráulico (No. 1 até No. 4)
• Transmissão
• Direção
• Freio de Estacionamento
• TDP
FIG. 46
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Módulo de
Controle Eletrônico do Sistema de Transmissão, para
obter mais informações.

Visor da TMC (Central de Gerenciamento do


Trator)
FIG. 47: Visor da TMC (Central de Gerenciamento do
Trator)
O visor da TMC (15) está situado na TMC, na frente
das alavancas de controle hidráulico.
O visor da TMC permite ao operador visualizar os
seguintes itens:
• Marcha atual da transmissão
• Marcha pretendida da transmissão
• Funções hidráulicas
• Status da TDP
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Central de Gerenciamento do Trator FIG. 47
(TMC), para obter mais informações.

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OPERAÇÃO

Válvulas moduladoras (Embreagem da


Transmissão)
FIG. 48: Válvulas Moduladoras para as Embreagens
da Transmissão
(A) Válvula moduladora (embreagem da transmissão)
(No. 9)
(B) Válvula moduladora (embreagem da transmissão)
(No. 6)
(C) Válvula moduladora (embreagem da transmissão)
(No. 1)
(D) Válvula moduladora (embreagem da transmissão)
(No. 2)
(E) Válvula moduladora (embreagem da transmissão)
(No. 3)
(F) Válvula moduladora (embreagem da transmissão)
(No. 4)
(G) Válvula moduladora (embreagem da transmissão)
(No. 5)
(H) Válvula moduladora (embreagem da transmissão)
(No. 7) FIG. 48
(J) Válvula moduladora (embreagem da transmissão)
(No. 8)
As nove válvulas moduladoras (16) para as
embreagens da transmissão estão situadas no lado
esquerdo da transmissão. Uma letra é designada a
cada válvula, como mostrado. As letras foram
fundidas na carcaça da transmissão. As letras
designadas são utilizadas para correlacionar a válvula
de controle da transmissão à embreagem
correspondente.
As válvulas moduladoras controlam o fluxo hidráulico
do óleo para as embreagens na transmissão, a fim de
acoplar as diferentes relações de marcha.
Referência: Consulte Operação, Verificações e
Ajustes dos Sistemas, Componentes de Saída do
Sistema de Transmissão, para obter mais
informações.

Válvula Solenóide (Engrenagem do Super


Redutor)
FIG. 49: Válvula Solenóide da Engrenagem do Super
Redutor
A válvula solenóide (17) está situada no lado
esquerdo da transmissão.
A válvula solenóide controle o fluxo hidráulico do óleo,
a fim de acoplar a engrenagem do super redutor.
Referência: Consulte Operação, Verificações e
Ajustes dos Sistemas, Componentes de Saída do
Sistema de Transmissão, para obter mais
informações.

FIG. 49

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OPERAÇÃO

Localização dos Componentes Hidráulicos do


Sistema de Transmissão
Coletor de Óleo Comum

FIG. 50
FIG. 50: Coletor de Óleo Comum (1) e Reservatório Referência: Consulte Operação, Verificações e
de Óleo Elevado (2) Ajustes dos Sistemas, Implemento e Engate de
O coletor de óleo comum (1) fornece óleo para todos Três Pontos, para obter informações sobre o EOR
os sistemas hidráulicos do trator. Referência: Consulte Operação, Verificações e
O coletor de óleo comum está situado nas partes Ajustes dos Sistemas, Coletor de Óleo Comum,
inferiores das seguintes caixas: para obter informações adicionais.
• Transmissão
• Diferencial da direção
• Redução final
O coletor de óleo comum normalmente fornece
óleo aos seguintes componentes:
• Transmissão
• TDP
• Super redutor (se equipado)
• Direção
• Reservatório de óleo elevado (EOR)
• Freio de estacionamento
O reservatório de óleo elevado (2) fornece óleo
lubrificante para as engrenagens do super redutor (se
equipado), para o diferencial e as reduções finais.

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OPERAÇÃO

Filtro de Sucção
FIG. 51: Filtro de Sucção
O filtro de sucção (3) do coletor de óleo comum está
situado diretamente atrás da bomba hidráulica dos
implementos.
O filtro de sucção filtra todo o óleo do coletor antes de
ser enviado para o lado de entrada da bomba de
carga seqüencial. O filtro de sucção filtrará partículas
que sejam maiores que 200 mícron.
Referência: Consulte Operação, Verificações e
Ajustes dos Sistemas, Coletor de Óleo Comum, para
obter informações adicionais.
FIG. 51

Bomba de Carga Seqüencial


FIG. 52: Bomba de Carga Seqüencial
A bomba de carga seqüencial (4) está situada no lado
esquerdo do trator, na frente da bomba da direção.
A bomba de carga seqüencial é uma bomba de
engrenagem de dois setores.
O setor grande da bomba de carga seqüencial
fornece óleo a todos os sistemas hidráulicos a
seguir:
• Transmissão
• TDP
• Super redutor (se equipado)
• Direção FIG. 52
• Freio de estacionamento
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Sistema de
Direção e Freio, para obter informações adicionais
sobre o sistema hidráulico da direção.
O setor pequeno da bomba de carga seqüencial
fornece óleo para todos os sistemas hidráulicos a
seguir, que não fazem parte do sistema hidráulico
da transmissão:
• Implemento
• Engate de três pontos
• Freios de serviço
• Lubrificação do diferencial da direção
• EOR
NOTA: O EOR fornece óleo lubrificante para as duas
embreagens do super redutor, a embreagem
da TDP, o diferencial e as reduções finais.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Testes dos Sistemas, Engate
Hidráulico e de Três Pontos, para obter mais
informações sobre o setor pequeno da bomba de
carga seqüencial.

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Filtro de Óleo Hidráulico (Transmissão/


Direção)
FIG. 53: Filtro de Óleo Hidráulico (Transmissão/
Direção)
O filtro de óleo hidráulico (5) está situado no lado
esquerdo do trator, na frente do suporte dianteiro
esquerdo da cabine.
O filtro de óleo hidráulico remove os contaminantes
do óleo que é fornecido pelo setor grande da bomba
de carga seqüencial. O filtro de óleo hidráulico é um
filtro de 5 mícron.
O filtro de óleo hidráulico recebe óleo do setor grande
da bomba de carga seqüencial. A seguir, o óleo
filtrado flui para o sistema de transmissão.
FIG. 53
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Filtro de Óleo
Hidráulico, para obter informações adicionais.
Válvula de Alívio (Pressão de Carga)
FIG. 54: Válvula de Alívio (Pressão de Carga)
A válvula de alívio (6) (pressão de carga) está situada
no lado esquerdo do trator, nas proximidades da parte
superior das válvulas moduladoras (transmissão).
A válvula de alívio recebe o fluxo de óleo diretamente
do filtro de óleo hidráulico. A válvula de alívio regula a
pressão do óleo no sistema hidráulico da transmissão
a uma pressão máxima de 2100 ± 35 kPa (305 ± 5
psi).
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Testes dos Sistemas, Válvula de Alívio
(Pressão de Carga), para obter informações
adicionais. FIG. 54

Válvula de Alívio (Lubrificante da


Transmissão)
FIG. 55: Válvula de Alívio (Lubrificante da
Transmissão)
A válvula de alívio (7) está situada na caixa de
transmissão dianteira, acima da árvore de ré
destinada à transmissão.
A válvula de alívio regula a pressão do óleo hidráulico
para as embreagens da transmissão a 275 kPa (40
psi). O fluxo de óleo para a válvula de alívio vem do
radiador de óleo hidráulico.

FIG. 55

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OPERAÇÃO

Válvulas moduladoras (Transmissão)


FIG. 56: Válvulas moduladoras (Transmissão)
As válvulas moduladoras (8) estão situadas no lado
esquerdo do trator, atrás da barra de base.
Há nove válvulas moduladoras individuais. Cada
válvula moduladora modula o fluxo de óleo para uma
embreagem específica na transmissão.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Válvula
Moduladora (Transmissão), para obter informações
adicionais.

FIG. 56

Embreagens da Transmissão
FIG. 57: Caixas de Transmissão
Nove embreagens de transmissão estão situadas na
caixa de transmissão traseira (10) e na caixa de
transmissão dianteira (9).
Cada placa de embreagem e placa de embreagem
planetária é controlada por uma válvula moduladora
correspondente (transmissão). Há nove válvulas
moduladoras para os nove conjuntos de embreagens.

FIG. 57

34
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OPERAÇÃO

FIGS. 58-59-60: Quatro Árvores de Transmissão,


Caixa de Transmissão Dianteira (9) e Caixa de
Transmissão Traseira (10)
Há sete placas de embreagem similares (11) que
estão situadas nas quatro árvores. As sete placas de
embreagem estão situados nas caixas de
transmissão.
Há duas placas de embreagem planetárias idênticas
que se encaixam nos suportes das satélites (12) e
(13). Uma placa de embreagem planetária está
situada na caixa de transmissão dianteira e a outra
está situada na caixa de transmissão traseira.
Uma placa de embreagem planetária (14) está
situada na caixa de transmissão dianteira (9). A placa
de embreagem (14) encaixa-se no suporte das
satélites (12).
Uma placa de embreagem planetária (15) está
situada na caixa de transmissão traseira (10), a placa FIG. 58
de embreagem (15) se encaixa no suporte das
satélites (13).
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Embreagens da
Transmissão, para obter informações adicionais.

FIG. 59

FIG. 60

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Válvula do Super Redutor (Se equipado)


FIG. 61: Válvula do Super Redutor
A válvula do super redutor (16) está situada no lado
esquerdo da caixa de transmissão traseira.
A válvula do super redutor controla o fluxo de óleo
para as embreagens na redução final.
Consulte a seção Operação, Verificações e Ajustes
dos Sistemas, Válvula do Super Redutor
(Transmissão), para obter informações adicionais.

FIG. 61

Embreagens do Super Redutor da


Transmissão (Se equipado)
FIG. 62: Comando do Super Redutor
O comando do super redutor (17) está situado na
caixa de transmissão traseira.

FIG. 62

36
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

FIG. 63: Caixa de Transmissão Traseira


O comando do super redutor (17) consiste dos
dois conjuntos de embreagem a seguir:
• Embreagem de comando do super redutor
• Embreagem de comando direto
A árvore da saída da transmissão aciona o comando
do super redutor. Se a embreagem de comando do
super redutor for acoplada, a velocidade de saída do
comando do super redutor é reduzida em 4:1. Se a
embreagem de comando direto for acoplada, a
velocidade de saída do comando do super redutor é
idêntica à velocidade de saída da transmissão.
FIG. 63
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Testes dos Sistemas, Embreagem do
Super Redutor (Transmissão), para obter informações
adicionais.

Radiador de Óleo Hidráulico


FIG. 64: Radiador de Óleo Hidráulico
O radiador de óleo hidráulico (18) está localizado na
frente do trator. O radiador de óleo hidráulico se
encontra atrás do radiador de ar (19).
O radiador de óleo hidráulico circula o óleo hidráulico
na frente do ventilador do motor, a fim de manter o
óleo na temperatura correta de operação.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Radiador de
Óleo Hidráulico, para obter informações adicionais.

FIG. 64

Portas de Teste
Orifício de teste da Válvula de Alívio (Pressão de
Carga)
FIG. 65: Orifício de teste da Válvula de Alívio
(Pressão de Carga)
O orifício de teste (20) está situada acima da válvula
de alívio (pressão de carga).
Esse orifício de teste serve como um meio para
verificar a pressão de carga do óleo.

FIG. 65

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Portas de Teste das Válvulas Moduladoras


(Transmissão)
FIG. 66: Portas de Teste das Válvulas Moduladoras
(Transmissão)
As portas de teste (21) estão situadas nas válvulas
moduladoras. Há um orifício de teste para cada
válvula moduladora individual.
Esse orifício de teste serve como um meio para
verificar a pressão do óleo que está sendo entregue a
cada uma das nove embreagens de transmissão
individuais.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Válvula
Moduladora (Transmissão), para obter informações
adicionais.

FIG. 66

Portas de Teste da Válvula do Super Redutor


FIG. 67: Portas de Teste da Válvula do Super
Redutor
(22) Orifício de teste (embreagem de comando do
super redutor)
(23) Orifício de teste (embreagem de comando
direto)
As portas de teste (22) e (23) estão situadas na
válvula do super redutor.
O orifício de teste (22) serve como um meio para
verificar a pressão de saída que está sendo entregue
pela válvula do super redutor à embreagem de
comando do super redutor.
O orifício de teste (23) serve como um meio para
verificar a pressão de saída que está sendo entregue
pela válvula do super redutor à embreagem de
comando direto.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Válvula do FIG. 67
Super Redutor (Transmissão), para obter informações
adicionais.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Orifício de teste da Pressão do Lubrificante


(Transmissão)
FIG. 68: Orifício de teste de Pressão do Lubrificante
O orifício de teste (24) para verificação da pressão do
lubrificante da transmissão está situada no lado
esquerdo do trator, ao lado das válvulas moduladoras
(transmissão).
Essa porta pode ser utilizada para verificar a pressão
do óleo hidráulico que está lubrificando as
embreagens de transmissão.

FIG. 68

Orifício de Teste do Radiador de Óleo


Hidráulico
FIG. 69: Orifício de teste do Radiador de Óleo
Hidráulico
O orifício de teste (25) do radiador de óleo hidráulico
está situado no lado esquerdo do trator, acima da
válvula de alívio (pressão de carga).
Esse orifício de teste é utilizada para verificar a
pressão do óleo hidráulico antes de ingressar no
radiador de óleo hidráulico.

FIG. 69

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Características do Sistema de
Transmissão
A transmissão é uma transmissão eletrônica de
comando direto, a qual é controlada por um módulo
de controle eletrônico (ECM). A transmissão possui
as seguintes marchas: 16 marchas diretas e 4
marchas à ré.
A transmissão utiliza os seguintes recursos:
• Mudanças seqüenciais
• Mudança de efeito duplo
• Correlação de velocidade
• Gerenciamento de potência
• Modo de um toque

Mudança seqüencial
FIG. 70: Controles da Transmissão.
(1) Alavanca de controle da transmissão
(2) Interruptor de mudança ascendente
(3) Interruptor de mudança descendente
(4) Interruptor de gerenciamento de potência
Use a alavanca de controle da transmissão (1) a fim
de mudar a transmissão seqüencialmente. A alavanca
é utilizada para selecionar movimento para frente ou
movimento para trás. Além disso, use a alavanca
para acoplar o freio de estacionamento.
A alavanca de controle da transmissão também é
utilizada para fazer mudanças de marcha. Pressione FIG. 70
o interruptor de mudança ascendente (2) a fim de
selecionar uma marcha mais alta. Pressione o
interruptor de mudança descendente (3) a fim de
selecionar uma marcha mais baixa. Pressionar e
segurar os interruptores permitem avançar através
das marchas.
É possível mudar seqüencialmente a transmissão
usando os dois métodos a seguir:
• Pré-selecionar uma marcha antes de colocar o
trator em movimento.
• Usar a mudança eletrônica para mudar as
marchas com o trator em movimento.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Controle da Transmissão, para obter
mais detalhes.

40
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Mudança de Efeito Duplo O gerenciamento de potência contém os três


A mudança de efeito duplo é utilizada para mudar a modos a seguir:
direção do percurso sem usar o controle de • Velocidade constante do motor
modulação da embreagem. • Velocidade constante de solo
IMPORTANTE: Para evitar desgaste excessivo da • Saída máxima
embreagem de transmissão, o uso da
mudança de efeito duplo não é recomendável Velocidade Constante do Motor
ao rebocar uma carga pesada em altas A velocidade constante do motor permite ao
velocidades. Nesse caso, pare o trator antes operador selecionar uma velocidade do motor que
de mudar de direção usando o pedal permanecerá constante.
modulador da embreagem e os freios de NOTA: Não mudará a fim de impedir que o motor
serviço. morra.

Referência: Consulte o Manual de Operação e


ADVERTÊNCIA:
Manutenção, Tela de Gerenciamento de Potência
Não mude a alavanca de controle para neutro ao da TMC, para obter mais detalhes.
trafegar em velocidades altas. Mudar a alavanca
de controle para neutro pode permitir que a Velocidade Constante de Deslocamento
transmissão faça a correspondência de marcha, A velocidade constante de deslocamento permite ao
tornando impossível selecionar novamente a operador selecionar uma velocidade de
marcha original, especialmente em declives deslocamento que permanecerá constante.
acentuados. Esta ação pode causar perda de NOTA: O sistema de controle reduzirá a marcha
controle e resultar num acidente e ferimentos. para impedir que o motor morra, a seguir
fará uma mudança ascendente quando
Mova totalmente a alavanca de controle da apropriado.
transmissão no sentido oposto, a fim de mudar a Referência: Consulte o Manual de Operação e
direção de percurso. A mudança de efeito duplo pode Manutenção, Tela de Gerenciamento de Potência
ser feita em qualquer rotação do motor. Além disso, da TMC, para obter mais detalhes.
qualquer marcha pode ser selecionada. Saída Máxima
Ao realizar uma mudança de efeito duplo (vaivém) de A saída máxima possibilita o desempenho máximo
uma marcha direta para marcha à ré ou de marcha à do trator mediante mudanças automáticas da
ré para uma marcha direta, os controles eletrônicos, transmissão de acordo com as variadas condições
modularão as embreagens de transmissão, a fim de do campo.
desacelerar o trator. A seguir, o ECM modulará o
Referência: Consulte o Manual de Operação e
acoplamento da marcha correspondente para a
Manutenção, Tela de Gerenciamento de Potência
direção oposta de percurso.
da TMC, para obter mais detalhes.
NOTA: As mudanças de marchas serão mostradas na
tela da TMC na marcha real.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Controle da Transmissão, para obter
mais detalhes.
Correspondência de Velocidade
Quando se está rodando a uma velocidade de
deslocamento de, pelo menos, 16 km/h (10 mph), a
transmissão pode selecionar uma relação de marcha
automaticamente a fim de corresponder a velocidade
do motor com a velocidade de rodagem. A
correspondência de velocidade pode ser útil quando
se está puxando um reboque pesado.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Controle da Transmissão, para obter
mais detalhes.
Gerenciamento de Potência
O gerenciamento de potência é utilizado para
maximizar o desempenho do trator.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Um Toque
FIG. 71: Interruptor de um toque
Posição WORK (trabalho) ou posição
DOWNSHIFT (mudança descendente)

Posição RAISE (elevação) ou posição


UPSHIFT (mudança ascendente)

A função de um toque permite realizar várias


operações com um único comando.
A função de um toque possui dois modos de
operação:
• Modo de mudança FIG. 71
• Modo de um toque
Modo de Mudança
O modo de mudança permite a mudança automática
da transmissão pelo número programado de
marchas, apenas em marcha direta.
O modo de mudança será desativado quando o modo
um toque estiver ativo.
As seguintes funções podem ser executadas no
modo de mudança:
Mudança ascendente — Pressionar o interruptor na
posição para trás por menos que 3 segundos, fará
com que a transmissão mude para uma marcha
ascendente pelo número de marchas definido na
Configuração de Mudança Ascendente. A
Configuração de Mudança Ascendente é definida no
visor da TMC. A Configuração de Mudança
Ascendente pode ser definida de 0 a 4 marchas.
Mudança descendente — Pressionar o interruptor
para a posição para trás por menos que 3 segundos,
fará com que a transmissão mude para uma marcha
descendente pelo número de marchas definido na
Configuração de Mudança Descendente. A
Configuração de Mudança Descendente é definida no
visor da TMC. A Configuração de Mudança
Descendente pode ser definida de 0 a 4 marchas.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Modo de Um Toque
O modo de um toque registra uma seqüência de
operações para fim da linha de plantio (seqüência de
elevação) ou começo da linha de plantio (seqüência
de trabalho), apenas em marcha direta.
No final da primeira passada pelo campo, o operador
ativa o modo de gravação pressionando a posição de
elevação do interruptor de um toque por mais que 3
segundos. O modo de um toque memoriza as
operações que foram executadas pelo operador. O
modo de um toque também memoriza o tempo de
cada operação. Para parar a gravação, pressione
novamente a posição de elevação do interruptor ou
deixe-o desligar automaticamente ao término do
tempo de espera de 120 segundos.
No começo da segunda passada pelo campo, o
operador ativa o modo de gravação pressionando a
posição de trabalho do interruptor de um toque por
mais que 3 segundos. O modo de um toque
memoriza as operações que foram executadas pelo
operador. O modo de um toque também memoriza o
tempo de cada operação. Para parar a gravação,
pressione novamente a posição de trabalho do
interruptor ou deixe-o desligar automaticamente ao
término do tempo de espera de 120 segundos.
A seqüência de operações gravada pode ser, então,
executada pressionando-se o interruptor de um toque
(posição de elevação ou posição de trabalho).
As seguintes funções podem ser gravadas e
executadas no modo de um toque:
• Transmissão (mudança ascendente)
• Transmissão (mudança descendente)
• Velocidade do motor (RPM)
• Engate de três pontos (elevar)
• Engate de três pontos (abaixar)
• Controle hidráulico (estendido)
• Controle hidráulico (retraído)
• Controle hidráulico (flutuação)
• Ativação do Auto-Guide
• Tomada de potência (controle liga/desliga)
• Gerenciamento de potência (controle liga/desliga)
• Acúmulo da área no monitor de desempenho
(controle liga/desliga)
NOTA: O controle hidráulico (posição estendida e
posição retraída) não pode ser ajustado para
contínuo.

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OPERAÇÃO

As seguintes seqüências podem ser executadas


utilizando-se o interruptor de um toque no modo
de um toque:
Gravar a seqüência de trabalho – Pressionar
o interruptor na posição para frente por mais
que 3 segundos ativará a gravação da
seqüência de trabalho.
Executar a seqüência de trabalho –
Pressionar o interruptor na posição para
frente por menos que 3 segundos executará
a seqüência de trabalho gravada.
Gravar a seqüência de trabalho – Pressionar
o interruptor na posição para trás por mais
que 3 segundos ativará a gravação da
seqüência de trabalho.
Executar a seqüência de elevação –
Pressionar o interruptor na posição para trás
por menos que 3 segundos executará a
seqüência de elevação gravada.
Componentes de Entrada do Sistema de
Transmissão
Interruptores
Interruptor (Mudança Ascendente)
FIG. 72: Interruptor de Mudança Ascendente na
Alavanca de Controle da Transmissão
(1) Mudança Ascendente
(2) Mudança Descendente
(3) Gerenciamento de Potência
(4) Interruptor de Mudança Ascendente
(5) Interruptor de Mudança Descendente
(6) Interruptor de Gerenciamento de Potência
(7) Alavanca de Mudanças
O interruptor de mudança ascendente sinaliza o ECM
do trator que o operador deseja mudar a transmissão
para uma marcha mais alta. FIG. 72
O interruptor faz parte da alavanca de mudanças do
controle da transmissão. O interruptor é um botão de
pressão momentâneo. Os contatos do interruptor são
unipolares de duas direções.
Ao atuar o interruptor, o contato normalmente fechado
é conectado ao circuito de aterramento através do
contato comum. O contato normalmente aberto é
conectado à tensão de bateria através do ECM.
Ao atuar o interruptor, o contato normalmente aberto
é conectado ao circuito de aterramento através do
contato comum. O contato normalmente fechado é
conectado à tensão de bateria através do ECM.
O ECM monitora o circuito do interruptor quanto a
sinais incorretos. Um código de falha será ativado
pelo ECM e o interruptor poderá não funcionar.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Controle da Transmissão, para obter
mais informações.

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OPERAÇÃO

Interruptor (Mudança Descendente)


FIG. 73: Interruptor de Mudança Descendente na
Alavanca de Controle da Transmissão
(1) Mudança Ascendente
(2) Mudança Descendente
(3) Gerenciamento de Potência
(4) Interruptor de Mudança Ascendente
(5) Interruptor de Mudança Descendente
(6) Interruptor de Gerenciamento de Potência
(7) Alavanca de Mudanças
O interruptor de mudança descendente sinaliza o
ECM do trator que o operador deseja mudar a
transmissão para uma marcha mais baixa. FIG. 73
O interruptor faz parte da alavanca de mudanças do
controle da transmissão. O interruptor é um botão de
pressão momentâneo. Os contatos do interruptor são
unipolares de duas direções.
Ao atuar o interruptor, o contato normalmente fechado
é conectado ao circuito de aterramento através do
contato comum. O contato normalmente aberto é
conectado à tensão de bateria através do ECM.
Ao atuar o interruptor, o contato normalmente aberto
é conectado ao circuito de aterramento através do
contato comum. O contato normalmente fechado é
conectado à tensão de bateria através do ECM.
O ECM monitora o circuito do interruptor quanto a
sinais incorretos. Um código de falha será ativado
pelo ECM e o interruptor poderá não funcionar.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Controle da Transmissão, para obter
mais informações.
Interruptor (Gerenciamento de Potência)
FIG. 74: Interruptor de Gerenciamento de Potência na
Alavanca de Controle da Transmissão
(1) Mudança Ascendente
(2) Mudança Descendente
(3) Gerenciamento de Potência
(4) Interruptor de Mudança Ascendente
(5) Interruptor de Mudança Descendente
(6) Interruptor de Gerenciamento de Potência
(7) Alavanca de Mudanças
O interruptor de gerenciamento de potência sinaliza o
ECM do trator que o operador deseja selecionar um
modo no gerenciamento de potência. FIG. 74
O interruptor faz parte da alavanca de mudanças do
controle da transmissão. O interruptor é um botão de
pressão momentâneo. Os contatos do interruptor são
unipolares de duas direções.
Ao atuar o interruptor, o contato normalmente fechado
é conectado ao circuito de aterramento através do
contato comum. O contato normalmente aberto é
conectado à tensão de bateria através do ECM.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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OPERAÇÃO

Ao atuar o interruptor, o contato normalmente aberto


é conectado ao circuito de aterramento através do
contato comum. O contato normalmente fechado é
conectado à tensão de bateria através do ECM.
O ECM monitora o circuito do interruptor quanto a
sinais incorretos. Um código de falha será ativado
pelo ECM e o gerenciamento de potência será
desativado.
Referência: O modo de gerenciamento de potência
deve ser definido na tela de gerenciamento de
potência da TMC. Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Controle da Transmissão, para obter
mais informações.

Interruptor (Pedal Modulador da Embreagem)


FIG. 75: Pedal Modulador da Embreagem dos
Tratores Produzidos Antes de 2004
O pedal modulador da embreagem sinaliza o ECM do
trator que o operador pressionou totalmente o pedal
modulador da embreagem. Trata-se de um interruptor
limitador. Os contatos do interruptor são unipolares de
duas direções.
Ao atuar o interruptor, o contato normalmente fechado
é conectado ao circuito de aterramento através do
contato comum. O contato normalmente aberto é
conectado à tensão de bateria através do ECM.
Ao atuar o interruptor, o contato normalmente aberto
é conectado ao circuito de aterramento através do FIG. 75
contato comum. O contato normalmente fechado é
conectado à tensão de bateria através do ECM.
O ECM monitora o circuito do interruptor quanto a
sinais incorretos. Um código de falha será ativado
pelo ECM.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Controle do Pedal (Modulador) da
Embreagem, para obter mais informações.

FIG. 76: Interruptor do Pedal Modulador da


Embreagem dos Tratores Produzidos a partir de 2004

FIG. 76

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OPERAÇÃO

Interruptor (Engrenagem do Super Redutor)


FIG. 77: Interruptor da Engrenagem do Super Redutor
O interruptor da engrenagem do super redutor
sinaliza o ECM do trator que o operador deseja
acoplar a engrenagem do super redutor.
Trata-se de um interruptor basculante de duas
posições. Os contatos do interruptor são unipolares
de duas direções.
Quando o interruptor está na posição DESLIGADO, o
contato normalmente fechado é conectado ao circuito
de aterramento através do contato comum. O contato
normalmente aberto é conectado à tensão de bateria
através do ECM.
FIG. 77
Quando o interruptor está na posição SUPER
REDUTOR (creeper), o contato normalmente aberto é
conectado ao circuito de aterramento através do
contato comum. O contato normalmente fechado é
conectado à tensão de bateria através do ECM.
Se os sinais de entrada da engrenagem do super
redutor estiverem incorretos, o ECM desativará a
engrenagem do super redutor. Um código de falha
também será ativado pelo ECM.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Interruptor da Engrenagem do Super
Redutor, para obter mais informações.
Interruptor (Um Toque)
FIG. 78: Interruptor (um toque)
O interruptor de um toque sinaliza o ECM do trator
que o operador deseja executar várias operações
com um único comando, ou o modo de mudança.
Trata-se de um interruptor basculante de três
posições. A posição para frente e a posição para trás
são posições momentâneas. O interruptor possui dois
conjuntos de contatos normalmente abertos e um
conjunto de contatos normalmente fechados.
Ao atuar o interruptor, o contato normalmente fechado
é conectado ao circuito de aterramento através do
contato comum. Os contatos normalmente abertos
são conectados à tensão de bateria através do ECM. FIG. 78
Ao pressionar o interruptor para frente, os terminais
(2) e (4), e os terminais (7) e (8) são conectados ao
circuito de aterramento através do contato comum.
Os outros terminais são conectados à tensão de
bateria através do ECM.
Ao pressionar o interruptor para trás, os terminais (2)
e (1), e os terminais (7) e (5) são conectados ao
circuito de aterramento através do contato comum.
Os outros terminais são conectados à tensão de
bateria através do ECM.
Se os sinais de entrada do interruptor estiverem
incorretos, o ECM desativará a função de um toque.
Um código de falha também será ativado pelo ECM.
Referência: Consulte a seção Operação, Verificações e
Ajustes dos Sistemas, Características do Sistema de
Transmissão, para obter mais detalhes.

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OPERAÇÃO

Sensores
Sensor de Posição (Alavanca de Mudanças)
FIG. 79: Sensor de Posição da Alavanca de
Mudanças da Transmissão
O sensor sinaliza o ECM do trator sobre a posição da
alavanca.
A alavanca tem quatro posições:
• PARK
• NEUTRAL
• FORWARD
• REVERSE
O sensor envia um sinal proporcional ao ECM. Trata-
se de um sinal modulado por duração do pulso
(PWM) que é gerado a uma freqüência de 500 Hz. O FIG. 79
sinal tem um ciclo de trabalho de 5% a 95%.
O ciclo de trabalho de 5% a 35% indica uma posição
Á FRENTE. O ciclo de trabalho de 40% a 60% indica
uma posição NEUTRA. O ciclo de trabalho de 65% a
95% indica uma posição À RÉ.
O ECM monitora o sensor quanto a freqüências
anormais ou sinais anormais de duração de pulso.
Um código de falha será ativado. A alavanca de
controle da transmissão não funcionará e a
transmissão será colocada em neutro.
Referência: Consulte a seção Operação, Verificações e
Ajustes dos Sistemas, Características do Sistema de
Transmissão, para obter mais informações.

Sensor de Posição (Pedal Modulador da


Embreagem)
FIG. 80: Sensor de Posição do Pedal Modulador da
Embreagem (Tratores Produzidos Antes de 2004)
O pedal modulador da embreagem sinaliza o ECM que
o operador deseja modular manualmente as
embreagens de transmissão. O pedal modulador da
embreagem é utilizado para auxiliar na fixação de
implementos ou manobrar o trator em locais apertados.
O pedal modulador da embreagem envia um sinal
PWM para o ECM. Trata-se de um sinal modulado
por duração do pulso (PWM) que é gerado a uma
freqüência de 500 Hz. O sinal tem um ciclo de
trabalho de 8% a 92%.
Quando o pedal modulador da embreagem está FIG. 80
totalmente liberado, um ciclo de trabalho máximo de
92% é observado pelo ECM.
Quando o pedal modulador da embreagem está
totalmente pressionado, um ciclo de trabalho mínimo
de 8% é observado pelo ECM.
Se os dados estiverem fora desses limites, será
gerado um código de falha.
O ECM recebe o sinal PWM e o software processa o
sinal a fim de determinar a posição do pedal
modulador da embreagem.

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OPERAÇÃO

O ECM monitora o pedal modulador da embreagem


quanto a freqüências anormais ou sinais anormais de
duração de pulso. Um código de falha será ativado e
o pedal modulador da embreagem não funcionará. Se
o pedal modulador da embreagem for totalmente
pressionado (disparando o interruptor do pedal
modulador da embreagem), a transmissão mudará
para neutro. O operador pode continuar operando o
trator mudando para neutro e novamente acoplar a
marcha usando o pedal modulador da embreagem.
NOTA: No caso de falha tanto do sensor quanto do
interruptor do pedal modulador da
embreagem, o trator entrará no Modo Padrão
(Modo Degradado de Emergência-Posição
Inicial) em que a operação do trator é limitada.
Os tratores sem Modo Degradado de
Emergência-Posição Original (versões de
software mais antigas) mudarão para neutro e
uma advertência relativa às falhas será gerada.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Controle do Pedal (Modulador) da
Embreagem, para obter mais informações.
Sensor de Velocidade (Entrada da
Transmissão)
FIG. 81: Sensor de Velocidade da Árvore de Saída da
Transmissão
O sensor de velocidade sinaliza o ECM do trator
sobre a velocidade de entrada da transmissão.
O sensor de velocidade envia um sinal analógico ao
ECM. O sinal gera uma freqüência que é proporcional
à velocidade de entrada da transmissão.
O ECM recebe o sinal analógico e o software processa
o sinal a fim de calcular a velocidade do trator.
O ECM monitora o sensor de velocidade quanto a
freqüências anormais ou sinais anormais de duração
de pulso.
FIG. 81
Um código de falha será ativado e as seguintes
funções serão desativadas:
• Gerenciamento de potência
• Proteção contra velocidade excessiva
• Correlação de velocidade
Sensor de Velocidade (Saída da
Transmissão)
FIG. 82: Sensor de Velocidade da Árvore de Saída da
Transmissão
O sensor de velocidade sinaliza o ECM do trator
sobre a velocidade de saída da transmissão.
O sensor de velocidade envia um sinal analógico ao
ECM. O sinal gera uma freqüência que é proporcional
à velocidade de saída da transmissão.
O ECM recebe o sinal analógico e o software processa
o sinal a fim de calcular a velocidade do trator.
O ECM monitora o sensor de velocidade quanto a
freqüências anormais ou sinais anormais de duração
de pulso.
FIG. 82

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Um código de falha será ativado e as seguintes


funções serão desativadas:
• Gerenciamento de potência
• Proteção contra velocidade excessiva
• Correlação de velocidade

Sensor de Temperatura (Óleo Hidráulico)


FIG. 83: Sensor de Temperatura da Transmissão
O sensor de temperatura sinaliza o ECM do trator
sobre a temperatura do óleo hidráulico na
transmissão.
O sensor de temperatura envia um sinal proporcional
ao ECM. Trata-se de um sinal analógico que altera a
tensão percebida pelo ECM. À medida que a
temperatura do óleo hidráulico aumenta, a tensão
diminui.
O ECM recebe o sinal e o software processa o sinal a
fim de calcular a temperatura do óleo.
O ECM monitora o sensor de temperatura quanto a
curto à massa. Um código de falha será ativado e FIG. 83
uma advertência será mostrada na TMC.

Sensor de pressão (Carga)


FIG. 84: Sensor de Pressão para a Transmissão
O sensor de pressão sinaliza o ECM sobre a pressão
do óleo hidráulico na transmissão.
O sensor de pressão envia um sinal proporcional ao
ECM. Trata-se de um sinal modulado por duração do
pulso (PWM) que é gerado a uma freqüência de 500
Hz. O ciclo de trabalho é proporcional à pressão do
óleo hidráulico.
O ECM recebe o sinal e o software processa o sinal a
fim de calcular a pressão de óleo no sistema.
O ECM monitora o sensor de pressão quanto a
freqüências anormais ou sinais anormais de duração
de pulso. Um código de falha será ativado e uma FIG. 84
advertência será mostrada na TMC.

50
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Ajustes dos Controles do Sistema de


Transmissão
A tela da central de gerenciamento do trator (TMC)
permite ao operador alterar os seguintes ajustes:
• A Velocidade Desejada do Motor para o
gerenciamento de potência (velocidade constante
do motor).
• A Velocidade de Deslocamento Desejada para o
gerenciamento de potência (velocidade de
deslocamento constante).
• A Configuração de Mudança Ascendente para o
modo de mudança de um toque.
• A Configuração de Mudança Descendente para o
modo de mudança de um toque.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Central de Gerenciamento do Trator
(TMC), para obter mais informações.

Módulo de Controle Eletrônico do


Sistema de Transmissão
Módulo de Controle Eletrônico (ECM) do
Trator para o Sistema de Transmissão
FIG. 85: ECM do Trator
(1) J1 (conector).
(2) J2 (conector).
O ECM do trator controla vários sistemas do trator.
Para o sistema de transmissão, o ECM do trator
controla as válvulas solenóides da transmissão (No. 1
até No. 9). As válvulas solenóides da transmissão
controlam as mudanças da transmissão.
O ECM do trator também controle a válvula solenóide
da engrenagem do super redutor. A engrenagem do
super redutor é um equipamento opcional. O ECM do
trato envia um sinal ao ECM do engate. O ECM do
engate energiza, então, o solenóide da engrenagem
do super redutor.
Os seguintes componentes são entradas ao ECM
do trator para o sistema de transmissão:
• Sensores de posição (alavanca de controle da
transmissão).
• Interruptor de mudança ascendente (alavanca de FIG. 85
controle da transmissão).
• Interruptor de mudança descendente (alavanca
de controle da transmissão).
• Interruptor de gerenciamento de potência
(alavanca de controle da transmissão).
• Interruptor (pedal modulador da embreagem).
• Sensor de posição (pedal modulador da
embreagem).
• Sensor de velocidade (entrada da transmissão).
• Sensores de velocidade (saída da transmissão).
• Sensor de temperatura (óleo hidráulico).
• Sensor de pressão (carga).
• Interruptor (engrenagem do super redutor
(creeper)).
• Interruptor (um toque).

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Os seguintes componentes são saídas do ECM do


trator para o sistema de transmissão:
• Válvulas moduladoras (embreagem da
transmissão) (No. 1 até No. 9)
Os seguintes componentes são saídas do ECM do
engate para o sistema de transmissão:
• Válvula solenóide (engrenagem do super redutor
(creeper))
O conector de dados CAT e o conector de dados
CAN são utilizados para a comunicação entre outros
módulos de controle eletrônico e o aplicativo
Caterpillar ET.
Consulte o quadro para obter uma descrição dos
contatos do conector J1 (1) do ECM do trator.
Consulte o quadro para obter uma descrição dos
contatos do conector J2 (2) do ECM do trator.
Consulte o quadro para obter uma descrição dos
contatos do conector J1 do ECM do engate.

52
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Descrição dos Contatos do ECM do Trator para o Sistema de Transmissão (Conector J1)*
No. do
Função Tipo
Contato
3 Sensor de posição (pedal modulador da embreagem) Sinal PWM
6 Conector de Dados CAN - Entrada/Saída
7 Conector de Dados CAT - Entrada/Saída
8 Conector de Dados CAT + Entrada/Saída
9 Retorno do sensor (10 V) Massa
10 Alimentação de 5 Volts Alimentação
12 Retorno do sensor Massa
13 Alimentação de 10 Volts Alimentação
18 Conector de Dados CAN + Entrada/Saída
22 Interruptor (engrenagem do super redutor) (NC) Entrada
23 Interruptor (engrenagem do super redutor) (NO) Entrada
26 Sensor de posição (alavanca de controle da transmissão) Sinal PWM
30 Interruptor (pedal modulador da embreagem) (NC) Entrada
31 Interruptor (pedal modulador da embreagem) (NO) Entrada
32 Sensor de velocidade (saída da transmissão) Freqüência
33 Sensor de velocidade (saída da transmissão) Freqüência
36 Interruptor (um toque) (No. 1) Entrada
37 Interruptor (um toque) (No. 2) Entrada
38 Interruptor (um toque) (No. 3) Entrada
44 Interruptor (gerenciamento de potência) (NC) Entrada
45 Interruptor (gerenciamento de potência) (NO) Entrada
51 Sensor de pressão (carga) Entrada
54 Interruptor (mudança ascendente) (NC) Entrada
55 Interruptor (mudança ascendente) (NO) Entrada
56 Interruptor (mudança descendente) (NC) Entrada
57 Interruptor (mudança descendente) (NO) Entrada
62 Sensor de temperatura (óleo hidráulico) Analógico
67 Sensor de velocidade (entrada da transmissão) Freqüência
68 Sensor de velocidade (entrada da transmissão) Freqüência

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Descrição dos Contatos do ECM do Trator para o Sistema de Transmissão (Conector J2)*
No. do
Função Tipo
Contato
1 Bateria + Alimentação
2 Massa Massa
4 Válvula moduladora (Transmissão) (No. 1)
Saída do Acionador
Embreagem C
14 Válvula moduladora (Transmissão) (No. 4)
Saída do Acionador
Embreagem F
15 Válvula moduladora (Transmissão) (No. 5)
Saída do Acionador
Embreagem G
17 Válvula moduladora (Transmissão) (No. 8)
Saída do Acionador
Embreagem J
36 Retorno do solenóide Massa
48 Válvula moduladora (Transmissão) (No. 6)
Saída do Acionador
Embreagem B
49 Retorno do solenóide Massa
51 Válvula moduladora (Transmissão) (No. 2)
Saída do Acionador
Embreagem D
52 Retorno do solenóide Massa
58 Válvula moduladora (Transmissão) (No. 3)
Saída do Acionador
Embreagem E
59 Retorno do solenóide Massa
61 Válvula moduladora (Transmissão) (No. 7)
Saída do Acionador
Embreagem H
63 Válvula moduladora (Transmissão) (No. 9)
Saída do Acionador
Embreagem A
* J2 é um conector de 70 pinos. Os contatos não relacionados não são utilizados ou podem ser utilizados em outros sistemas.

Descrição dos Contatos do ECM do Trator para o Sistema de Transmissão (Conector J1)
No. do
Função Tipo
Contato
1 Bateria Alimentação
3 Massa Massa
18 Válvula solenóide (engrenagem do super redutor) Saída do Acionador

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Componentes de Saída do Sistema de


Transmissão
Solenóides
Válvulas moduladoras (Embreagem da
transmissão)
FIG. 86: Válvulas Solenóides da Transmissão
O ECM do trator ativa as válvulas solenóide da
transmissão a fim de controlar as mudanças.
Há nove válvulas solenóide que controlam as
relações de marcha da transmissão.
As válvulas solenóides são válvulas proporcionais. As
válvulas controlam o volume de óleo hidráulico que é
enviado para as embreagens da transmissão.
As válvulas recebem uma corrente proporcional do
ECM. A quantidade de corrente é determinada pelo
software a fim de manter a mudança suave. A
corrente também pode ser reduzida utilizando-se o
pedal modulador da embreagem. FIG. 86
Consulte o quadro a seguir quanto à válvula
energizada para uma determinada engrenagem.
Válvula energizada para a engrenagem de
transmissão
Engrenagem Válvula Válvula
Quarta marcha (ré) No. 9 No. 8
Terceira marcha (ré) No. 9 No. 7
Segunda marcha (ré) No. 9 No. 6
Primeira marcha (ré) No. 9 No. 5
Neutro No. 8 -
Primeira marcha No. 1 No. 5
Segunda marcha No. 2 No. 5
Terceira marcha No. 3 No. 5
Quarta marcha No. 4 No. 5
Quinta marcha No. 1 No. 6
Sexta marcha No. 1 No. 7
Sétima marcha No. 2 No. 6
Oitava marcha No. 2 No. 7
Nona marcha No. 3 No. 6
Décima marcha No. 3 No. 7
Décima primeira
No. 4 No. 6
marcha
Décima segunda
No. 4 No. 7
marcha
Décima terceira marcha No. 1 No. 8
Décima quarta marcha No. 2 No. 8
Décima quinta marcha No. 3 No. 8
Décima sexta marcha No. 4 No. 8

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

O ECM monitora as válvulas solenóides para


detecção de falhas. Se uma falha for detectada, o
ECM registrará o código de falha correspondente.

Válvulas Solenóides (Engrenagem do Super


Redutor)
FIG. 87: Válvula Solenóide da Engrenagem do Super
Redutor
O ECM do engate ativa a válvula solenóide da
engrenagem do super redutor. O ECM do trator
sinaliza o ECM do engate para ativar a engrenagem
do super redutor. O sinal é transmitido pela conexão
de dados CAT.
A válvula solenóide é uma válvula liga/desliga. A
válvula direciona o fluxo de óleo para as embreagens
do super redutor a fim de acoplar a engrenagem.
O ECM do engate monitora as válvulas solenóides
para detecção de falhas. Se uma falha for detectada,
o ECM registrará o código de falha.
FIG. 87

56
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Conector de Dados do Sistema de


Transmissão
FIG. 88: Diagrama em Blocos das Conexões dos
Conectores de Dados
(1) Conector de dados CAT.
(2) Conector de dados CAN.
(3) ECM do Motor.
(4) ECM do Trator.
(5) ECM do Tradutor.
(6) ECM do Engate.
(7) ECM do Implemento.
(8) Visor da TMC (Central de Gerenciamento do
Trator).
(9) Grupo de Instrumentos do Painel
(10) Para outros ECMs e Conector de Manutenção
O conector de dados CAT é um barramento de
comunicação serial que é utilizado para
comunicação com os seguintes componentes:
• ECM do Motor
• ECM do Trator
• ECM do Tradutor (se equipado)
• ECM do Engate (se equipado)
• ECM do Implemento (se Equipado)
• Módulo do visor para a TMC
• Aplicativo Caterpillar Electronic Technician (ET)
• Outros módulos de controle eletrônico opcionais
O conector de dados CAN é um barramento de
comunicação serial que é utilizado para
comunicação com os seguintes componentes:
• ECM do Motor.
• ECM do Trator.
• ECM do Tradutor (se equipado).
• Módulo do visor para a TMC.
• Grupo de instrumentos do painel.
• Receptor de Auto-Guide (se equipado).
• Outros módulos de controle eletrônico opcionais.
FIG. 88

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Diagrama Elétrico do Sistema de


Transmissão

FIG. 89
FIG. 89: Diagrama Elétrico do Sistema de
Transmissão
(1) Interruptor (engrenagem do super redutor).
(2) Alavanca de controle da transmissão.

58
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OPERAÇÃO

(3) ECM do Trator.


(4) Interruptor (um toque).
(5) Sensor de velocidade (entrada da transmissão).
(6) Sensor de velocidade (saída da transmissão).
(7) Sensor de pressão (carga).
(8) Sensor de temperatura (óleo hidráulico).
(9) Sensor de posição (pedal modulador da
embreagem).
(10) Interruptor (pedal modulador da embreagem).
(11) Válvula moduladora - transmissão No. 1
(embreagem C).
(12) Válvula moduladora - transmissão No. 2
(embreagem D).
(13) Válvula moduladora - transmissão No. 3
(embreagem E).
(14) Válvula moduladora - transmissão No. 4
(embreagem F).
(15) Válvula moduladora - transmissão No. 5
(embreagem G).
(16) Válvula moduladora - transmissão No. 6
(embreagem B).
(17) Válvula moduladora - transmissão No. 7
(embreagem H).
(18) Válvula moduladora - transmissão No. 8
(embreagem J).
(19) Válvula moduladora - transmissão No. 9
(embreagem A).
(20) Válvula solenóide (engrenagem do super
redutor).

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Coletor de Óleo Comum


Coletor de Óleo Comum

FIG. 90
FIG. 90: Coletor de Óleo Comum (1) e Reservatório
de Óleo Elevado (EOR) (2)
O coletor de óleo comum (1) fornece óleo para o
sistema hidráulico da transmissão.
O coletor de óleo comum (1) e o reservatório de óleo
elevado (2) tem uma capacidade de reabastecimento
de 182 litros (48 US gal).
O coletor comum (1) está situado nas partes
inferiores das seguintes carcaças:
• Transmissão.
• Diferencial da direção.
• Reduções finais.
O coletor comum (1) normalmente fornece óleo
hidráulico para os seguintes sistemas:
• Transmissão.
• Direção.
• TDP.
• Super redutor (se equipado).
• Reservatório de óleo elevado (EOR).
• Freio de estacionamento.
O reservatório de óleo elevado (EOR) fornece óleo
lubrificante aos seguintes conjuntos de
embreagens:
• Embreagens do super redutor.
• Embreagens da tomada de potência.

60
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Referência: Consulte a seção Operação,


Verificações e Testes dos Sistemas, Engate
Hidráulico e Engate Hidráulico de Três Pontos, para
obter informações adicionais sobre o reservatório de
óleo elevado (EOR).
FIG. 91: Imãs na Caixa do Diferencial
Dois imãs estão situados na parte inferior do coletor
comum, a fim de atrair contaminantes metálicos. Um
imã está situado na parte inferior da caixa do
diferencial. Um imã está situado na caixa de
transmissão (não mostrado).

FIG. 91

Filtro de Sucção
FIG. 92: Filtro de Sucção
O filtro de sucção (3) está situado diretamente atrás
da bomba hidráulica do implemento.
A bomba de carga seqüencial extrairá o óleo do
coletor comum através do filtro de sucção (3) sempre
que o motor estiver em funcionamento.
O filtro de sucção tem uma capacidade nominal de
200 mícron. O óleo é extraído da parte externa do
filtro de sucção. A seguir, o óleo passa pelo filtro de
sucção antes de ir para o lado de entrada da bomba
de carga seqüencial.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Testes dos Sistemas, Bomba de Carga FIG. 92
Seqüencial, para obter informações adicionais sobre
o circuito de óleo de carga.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Respiro
FIGS. 93-94: Respiro
O respiro (4) está situado na parte traseira do trator.
O respiro serve como um respirador para o coletor de
óleo comum. O respiro filtrará as partículas maiores
que 7 mícron.
São mostradas as localizações do respirador antigo e
do mais recente.

FIG. 93

FIG. 94

Tampa de Abastecimento de Óleo Hidráulico


FIG. 95: Tampa de Abastecimento de Óleo Hidráulico
A tampa de abastecimento (5) está situada na parte
traseira do trator, do lado direito da pilha de válvulas
do implemento.
A tampa de abastecimento permite adicionar óleo
hidráulico ao coletor comum.

FIG. 95

62
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OPERAÇÃO

Indicador de Nível
FIGS. 96-97: Indicador de Nível para Inspeção do
Nível de Óleo Hidráulico
O indicador de nível (6) está situado na parte traseira
do trator, ao lado da TDP.
O nível de óleo no coletor comum pode ser
inspecionado visualmente no indicador de nível.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Nível de Óleo do Sistema Hidráulico -
Verificação, quanto ao procedimento utilizado para
verificação do nível do óleo hidráulico.

FIG. 96

FIG. 97

Bujão de Drenagem do Óleo


FIG. 98: Bujão de Drenagem do Óleo do Coletor
Comum
O bujão de drenagem (7) está situado embaixo do
trator em direção à frente da carcaça da transmissão.
O óleo hidráulico pode ser drenado do coletor
removendo-se o bujão de drenagem. O coletor de
óleo comum também pode estar equipado com um
dreno ecológico.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Óleo do Sistema Hidráulico - Troca,
para obter informações adicionais sobre a troce do
óleo hidráulico.
FIG. 98

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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OPERAÇÃO

Filtro de Óleo Hidráulico


(Transmissão/Direção)
FIG. 99: Filtro de Óleo Hidráulico (Transmissão/
Direção)
O filtro de óleo hidráulico (1) está situado no lado
esquerdo do trator, na frente do suporte de fixação
dianteiro esquerdo da cabine. O filtro de óleo
hidráulico recebe óleo do setor grande da bomba de
carga seqüencial. A seguir, o óleo filtrado flui para a
válvula de alívio (pressão de carga).
O filtro de óleo hidráulico remove os contaminantes
do óleo que é fornecido pelo setor grande da bomba
de carga seqüencial. O filtro de óleo hidráulico é um
filtro de 5 mícron.
FIG. 99

FIG. 100
FIG. 100: Diagrama do Filtro de Óleo Hidráulico
(1) Filtro de óleo hidráulico
(2) Linha do coletor de óleo comum
(3) Bomba de carga seqüencial (tandem)
(4) Válvula de passagem
(6) Válvula de amostragem de óleo
(7) Linha para a válvula de alívio (pressão de carga)
(8) Linha para o radiador de óleo hidráulico para o
sistema do implemento
(9) Linha para a bomba da direção
O óleo hidráulico é extraído do coletor comum através
da linha (2) pelo setor grande da bomba de carga
seqüencial (3). O óleo flui para o filtro de óleo
hidráulico (1).

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

A seguir, o óleo filtrado pode fluir para os


seguintes componentes:
• Válvula de alívio (pressão de carga)
• Válvulas moduladoras (transmissão)
• Válvula moduladora (tomada de potência)
• Válvula do super redutor (se equipado)
• Bomba da direção
Se a válvula de passagem (4) estiver fechada, o óleo
fluirá através do filtro de óleo hidráulico (1). Quando a
válvula de passagem está aberta, o óleo hidráulico
desviará o filtro, fluindo diretamente para o restante
do sistema hidráulico. Consulte Válvula de
Passagem, para obter informações sobre o fluxo de
óleo com a válvula de passagem aberta.
Válvula de Passagem
FIG. 101: Conjunto do Filtro de Óleo Hidráulico
A base do filtro contém uma válvula de passagem (4)
e um interruptor de passagem (5). O interruptor de
passagem é um interruptor de 12 volts normalmente
fechado.
A válvula de passagem (4) se abrirá quando um
diferencial de pressão de 483 kPa (70 psi) for
detectado entre a pressão de entrada e a pressão de
saída do filtro de óleo hidráulico. Se a válvula de
passagem se abrir, o óleo não filtrado fluirá através
do circuito de carga de óleo.
IMPORTANTE: Não opere o trator quando o filtro de
óleo hidráulico estiver no modo de passagem.
FIG. 101
A operação do trator no modo de passagem
poderá causar dano aos componentes
internos do trator.
Quando o interruptor de passagem (5) detecta um
diferencial de pressão de 276 ± 28 kPa (40 ± 4 psi)
entre a pressão de entrada e a pressão de saída do
filtro de óleo hidráulico, o interruptor de passagem
sinaliza o módulo de controle eletrônico (ECM) do
trator. Esse Evento será mostrado a seguir na central
de gerenciamento do trator (TMC). Esse evento tem
um nível de advertência Especial de Nível 2.
NOTA: O interruptor de passagem (5) enviará um
sinal ao ECM do trator antes que um
diferencial de pressão de 483 kPa (70 psi)
seja detectado pela válvula de passagem (4).
Válvula de Amostragem de Óleo
FIG. 102: Válvula de Amostragem de Óleo
A válvula de amostragem de óleo (6) está situada no
filtro de óleo hidráulico (1), como mostrado.
Use a válvula de amostragem de óleo para obter uma
amostra do óleo hidráulico para análise.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Amostra de Óleo do Sistema Hidráulico
- Obtenção, para obter informações adicionais sobre
a válvula de amostragem.

FIG. 102

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Bomba de Carga Seqüencial


FIG. 103: Bomba de Carga Seqüencial
A bomba de carga seqüencial (1) está situada no lado
esquerdo do trator, atrás da barra de base.
O setor grande da bomba de carga seqüencial
fornece óleo para os seguintes sistemas
hidráulicos:
• Transmissão
• TDP
• Direção
• Freio de estacionamento
• Super redutor (se equipado)
O setor pequeno da bomba de carga seqüencial FIG. 103
fornece óleo para todos os sistemas hidráulicos a
seguir, que não fazem parte do sistema hidráulico
da transmissão:
• Implemento
• Engate de três pontos
• Freio de serviço
• Lubrificação do diferencial da direção
• EOR
NOTA: As embreagens da TDP e as embreagens do
super redutor (se equipado) são lubrificadas
pelo óleo fornecido pelo EOR.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Sistema de
Direção e Freio, para obter informações adicionais
sobre o sistema hidráulico da direção.

Fluxo de Óleo
FIG. 104: Diagrama da Bomba de Carga Seqüencial
(2) Setor Grande
(3) Eixo Motriz
(4) Linha de Entrada
(5) Setor Pequeno
A bomba de carga seqüencial é acionada pelo eixo
motriz (3), o qual é acoplado às estrias da bomba da
direção.
O óleo proveniente do coletor comum é extraído pela
bomba de carga seqüencial através da linha de
entrada (4). A linha de entrada (4) fornece óleo para
os dois setores da bomba de carga seqüencial.

FIG. 104

66
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Setores da Bomba de Carga Seqüencial


A bomba de carga seqüencial é composta por uma
bomba de engrenagem grande e uma bomba de
engrenagem pequena.

Setor Grande
FIG. 105: Setor Grande da Bomba de Carga
Seqüencial
O setor grande (2) está situado ao lado da
extremidade movida da bomba de carga seqüencial.
O setor grande (2) da bomba de carga seqüencial
fornece óleo para os seguintes sistemas hidráulicos:
• Transmissão
• TDP
• Direção
• Freio de estacionamento
• Super redutor (se equipado)
FIG. 105

Setor Pequeno
FIG. 106: Setor Pequeno da Bomba de Carga
Seqüencial
O setor pequeno (5) da bomba de carga seqüencial
está situado na extremidade oposta do eixo motriz
(3).
O setor pequeno (5) da bomba de carga seqüencial
fornece óleo para os seguintes sistemas hidráulicos:
• Implemento
• Engate de três pontos
• Lubrificação do diferencial da direção
• Freio de serviço
• EOR FIG. 106
NOTA: O reservatório de óleo elevado (EOR) fornece
óleo para as engrenagens do super redutor
(se equipado) e para a engrenagem da TDP.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Válvulas moduladoras (Transmissão)


FIG. 107: Válvulas moduladoras (Transmissão)
Nove válvulas moduladoras (1) estão situadas no lado
esquerdo do trator, atrás da barra de base.

FIG. 107

FIG. 108: Válvulas moduladoras (Transmissão)


Uma letra é designada a cada válvula moduladora,
como mostrado. As letras foram fundidas na carcaça
da transmissão. As letras designadas são utilizadas
para correlacionar a válvula moduladora com a
embreagem correspondente da transmissão.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Fluxo de
Potência da Transmissão, para obter informações
adicionais.
A válvula moduladora proporciona as seguintes
funções de controle:
• Controle proporcional do fluxo de óleo
• Compensação da pressão
• Controle de modulação
• Controle de alívio de pressão

FIG. 108

68
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

FIG. 109
FIG. 109: Diagrama da Válvula Moduladora
(Transmissão)
(1) Válvula moduladora (transmissão)
(2) Orifício de teste
(3) Embreagem da transmissão
(4) Mola
(5) Linha ao coletor de óleo comum
(6) Orifício do carretel
(7) Carga de óleo sob pressão
(8) Solenóide
A válvula moduladora (1) é controlada pelo módulo de
controle eletrônico (ECM) do trator. A válvula
moduladora é utilizada pelo ECM do trator para
modular diretamente a pressão do óleo que é enviado
para cada uma das nove embreagens individuais da
transmissão.
Quando o operador seleciona uma direção ou
seleciona uma velocidade, o ECM do trator envia uma
corrente modulada por duração de pulso ao solenóide
(8).
A distância percorrida pelo êmbolo mergulhador do
solenóide é proporcional à corrente elétrica que é
enviada ao solenóide. A posição do êmbolo
mergulhador do solenóide controla a pressão que é
enviada para a embreagem de transmissão (3).
Quando o ECM do trator envia a corrente máxima
programada para a válvula moduladora, a pressão do
óleo na embreagem de transmissão estará na
pressão máxima desejada. Quando nenhuma
corrente é enviada para a válvula moduladora, a
pressão do óleo na embreagem de transmissão será
zero.

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OPERAÇÃO

Orifícios da Válvula
FIG. 110: Vista Inferior da Válvula Moduladora
(Transmissão)
(3) Para a embreagem de transmissão
(5) Para o coletor de óleo comum
(7) Carga de óleo sob pressão
A vista inferior mostra a parte do fluxo de entrada e
de saída do óleo hidráulico.

Funcionamento da Válvula
Há três estágios básicos da operação controlada
da válvula moduladora:
• Sem corrente de sinal
• Menos que a corrente máxima de sinal
• Corrente máxima de sinal
A operação da válvula moduladora não é um ciclo
simples ligado/desligado. O ECM do trator varia a
intensidade da corrente de sinal através do ciclo
programado, a fim de controlar o movimento do FIG. 110
carretel da válvula solenóide proporcional.

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OPERAÇÃO

Sem Corrente de Sinal

FIG. 111
FIG. 111: Válvulas moduladoras (Transmissão)
(1) Válvula moduladora (transmissão)
(2) Orifício de teste
(3) Para a embreagem de transmissão
(4) Mola
(5) Para o coletor de óleo comum
(6) Orifício do carretel
(7) Carga de óleo sob pressão
(8) Solenóide
(9) Esfera
(10) Pino
(11) Orifício de Drenagem
(12) Carretel da Válvula
(13) Pressão de Carga
(14) Coletor de Óleo
O ECM do trator controla a taxa de fluxo de óleo
através da válvula moduladora (1) ao alterar a
intensidade da corrente de sinal para o solenóide (8).
Quando a corrente de sinal não está sendo enviada
ao solenóide, o mesmo será desenergizado.

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OPERAÇÃO

Fluxo de Óleo em uma Válvula Desenergizada


A mola (4) retém o carretel da válvula do lado
esquerdo no corpo da válvula.
O carretel da válvula abre a passagem entre a
embreagem de transmissão (3) e o coletor de óleo
comum.
O carretel da válvula bloqueia a passagem entre a
embreagem de transmissão e a carga de óleo sob
pressão. Conseqüentemente, o fluxo de óleo
pressurizado é bloqueado para a embreagem de
transmissão.
A carga de óleo sob pressão (7) flui da bomba de
carga seqüencial para dentro do corpo da válvula e
ao redor do carretel da válvula (12).
O fluxo de óleo passa pela passagem perfurada no
carretel da válvula e entra no orifício do carretel (6). O
orifício do Carretel se encontra no lado esquerdo do
carretel da válvula. A seguir, o óleo passa através do
orifício de drenagem (11).
Como nenhuma força é exercida sobre o pino (10),
para reter a esfera (9) contra o orifício de drenagem,
o óleo flui através do carretel da válvula. O óleo passa
através do orifício de drenagem, ao redor da esfera e
para o coletor de óleo comum (5).
O óleo da embreagem de transmissão será drenado
para dentro do coletor de óleo comum. Em
conseqüência, a embreagem de transmissão não é
acoplada.

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OPERAÇÃO

Menos que a Corrente Máxima de Sinal

FIG. 112
FIG. 112: Válvulas moduladoras (Transmissão)
(1) Válvula moduladora (transmissão)
(2) Orifício de teste
(3) Para a embreagem de transmissão
(4) Mola
(5) Para o coletor de óleo comum
(6) Orifício do carretel
(7) Carga de pressão do óleo
(8) Solenóide
(9) Esfera
(10) Pino
(11) Orifício de Drenagem
(12) Carretel da Válvula
(13) Pressão de Carga
(14) Coletor de Óleo
(15) 1a. Redução da Pressão de Carga
O ECM do trator controla a corrente de sinal, a fim de
modular o fluxo de óleo através da válvula
moduladora (1). Quando o solenóide (8) recebe
menos que a corrente máxima de sinal programada, o
fluxo de óleo é modulado.

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OPERAÇÃO

Fluxo de Óleo em uma Válvula com Menos


que a Corrente Máxima de Sinal
O acoplamento da embreagem de transmissão (3)
começa quando o ECM do trator envia inicialmente a
corrente de sinal a fim de energizar o solenóide.
A corrente de sinal gera um campo magnético ao
redor do pino (10), fazendo com que o pino se mova
para a direita contra a esfera (9).
A força exercida contra a esfera será proporcional à
intensidade da corrente de sinal enviada pelo ECM do
trator.
A posição da esfera contra o orifício de drenagem (11)
restringe o fluxo de óleo para o coletor de óleo comum
(5). Essa restrição parcial faz com que a pressão na
extremidade direita do carretel da válvula (12) aumente.
A pressão do óleo move o carretel da válvula para a
direita contra a mola (4). O carretel da válvula começa
a se movimentar para abrir uma passagem na
extremidade direita do carretel da válvula. Em
conseqüência, o óleo sob pressão (7) começará a
abastecer a embreagem de transmissão.
O óleo também começa a abastecer a câmara da
mola na extremidade direita do carretel da válvula.
No estágio inicial do abastecimento de óleo da
embreagem de transmissão, o ECM do trator envia
um pulso alto de corrente, a fim de mover
rapidamente o carretel da válvula.
Durante esse período curto de tempo, o êmbolo da
embreagem se moverá, a fim de remover as folgas
existentes entre os discos de embreagem e as
placas. Esta ação minimizará o tempo necessário
para abastecer a embreagem.
A seguir, o ECM do trator reduzirá a corrente de sinal,
o que reduzirá também o ajuste de pressão da válvula
moduladora. A alteração na corrente de sinal reduz o
fluxo de óleo para a embreagem de transmissão.
Quando as placas e os discos começam a se encostar
um no outro, esta ação é chamada de ponto de toque.
Uma vez que um ponto de toque seja obtido, o ECM do
trator dá início a um aumento controlado da corrente de
sinal, a fim de iniciar o ciclo de modulação.
O aumento na corrente de sinal faz com que a esfera
e o pino restrinjam ainda o fluxo de óleo através do
orifício de drenagem e para o coletor de óleo comum.
Esta ação causa um movimento controlado do
carretel da bomba para a direita.
Esse movimento do carretel da válvula permite que a
pressão para a embreagem de transmissão (3)
aumente.
A válvula moduladora utiliza a corrente de sinal
variável do ECM do trator para variar a saída de
pressão da válvula.
A seqüência de acoplamento parcial é chamada de
patinação desejada. As embreagens precisam ter
uma quantidade específica de patinação, a fim de
proporcionar mudanças suaves. A patinação
desejada é controlada pelo aplicativo que está
armazenado no ECM do trator.

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OPERAÇÃO

Corrente Máxima de Sinal Programada

FIG. 113
FIG. 113: Válvulas moduladoras (Transmissão)
(1) Válvula moduladora (transmissão)
(2) Orifício de teste
(3) Para a embreagem de transmissão
(4) Mola
(5) Para o coletor de óleo comum
(6) Orifício do carretel
(7) Carga de pressão do óleo
(8) Solenóide
(9) Esfera
(10) Pino
(11) Orifício de Drenagem
(12) Carretel da Válvula
(13) Pressão de Carga
(14) Coletor de Óleo
Quando o ciclo de modulação for interrompido, o
ECM do trator enviará a corrente máxima de sinal
especificada, a fim de acoplar completamente a
embreagem de transmissão (3).

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OPERAÇÃO

Fluxo de Óleo em uma Válvula com Corrente


Máxima de Sinal Programada
A corrente constante de sinal empurra o pino (10)
firmemente contra a esfera (9) na válvula moduladora
(1).
A força exercida contra a esfera reduz o volume do
fluxo de óleo através do orifício de drenagem (11).
Essa restrição causa um aumento na pressão do lado
esquerdo do carretel da válvula (12).
O carretel da válvula move-se para a direita, a fim de
permitir que o óleo de carga envolva totalmente a
embreagem de transmissão.
Em um curto espaço de tempo, a pressão máxima é
detectada nas duas extremidades do carretel da
válvula. Essa pressão e a força adicional exercida
pela mola (4) fazem o carretel da válvula se mover
para a esquerda até que as forças exercidas nas
extremidades direita e esquerda do carretel da válvula
sejam equilibradas.
O movimento do carretel da válvula para a posição
esquerda equilibrada reduz o fluxo de óleo para a
embreagem de transmissão acoplada. O ECM do
trator envia uma corrente máxima de sinal constante
especificada para o solenóide (8), a fim de manter a
pressão desejada da embreagem.
Portas de Teste
FIG. 114: Portas de Teste
O orifício de teste (2) está situado na parte superior
de cada válvula moduladora.
O orifício de teste serve como um meio para verificar
a pressão do óleo que está sendo fornecido a cada
embreagem de transmissão.

FIG. 114

Válvula de Alívio (Pressão de Carga)


FIG. 115: Válvula de Alívio (Pressão de Carga)
A válvula de alívio (1) (pressão de carga) está situada
no lado esquerdo do trator, nas proximidades da parte
superior das válvulas moduladoras (transmissão) (2).
A válvula de alívio limita a pressão máxima de carga
ao valor ajustado.
A válvula de alívio regula a pressão do óleo
hidráulico nos seguintes sistemas:
• Transmissão
• Tomada de potência (TDP) para que seja igual ao
restante
• Direção
• Freio de estacionamento FIG. 115

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OPERAÇÃO

FIG. 116
FIG. 116: Diagrama da Válvula de Alívio (Pressão de
Carga)
(1) Válvula de alívio (pressão de carga)
(2) Linha para as válvulas de modulação
(transmissão)
(3) Válvula de passagem do radiador de óleo
(4) Válvula de alívio do lubrificante da transmissão
(5) Linha do filtro de óleo hidráulico
(6) Radiador de óleo hidráulico
(7) Linha para as embreagens de transmissão (óleo
lubrificante)
Quando o motor está funcionando, a bomba de carga
seqüencial está bombeando óleo.
O setor grande da bomba de carga seqüencial
fornece óleo filtrado para a válvula de alívio (pressão
de carga). O óleo hidráulico é regulado pela válvula
de alívio a uma pressão nominal de 2100 kPa (305
psi).
O óleo de carga é utilizado nos seguintes
componentes:
• Válvulas moduladoras (transmissão)
• Válvula moduladora (tomada de potência)
• Válvula do super redutor (se equipado)
• Bomba da direção
• Válvula do freio de estacionamento
O fluxo excessivo da válvula de alívio será
desviado para os seguintes componentes:
• Radiador de óleo hidráulico
• Válvula de passagem do radiador de óleo
• Válvula de alívio (lubrificante da transmissão)
• Embreagens de transmissão (óleo lubrificante)
• Coletor de óleo comum
Funcionamento da Válvula
A válvula de alívio (pressão de carga) funciona como
uma válvula de retorno acionada por piloto/por mola.
Essa válvula funciona independentemente de todos
os sistemas de controle elétrico.

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OPERAÇÃO

FIG. 117
FIG. 117: Válvula de Alívio (Pressão de Carga)
(8) Câmara
(9) Orifício
(10) Esfera
(11) Mola
(12) Câmara
(13) Carretel
(14) Mola
(15) Parafuso
(16) Câmara
(17) Orifício
O óleo hidráulico da bomba de carga seqüencial flui
para dentro da válvula de alívio (1) (pressão de carga)
na câmara (8). O óleo de carga entra pelo orifício (9)
e faz pressão contra a esfera (10).
A esfera empurra a mola (11) à medida que a pressão
aumenta. A esfera supera a pressão de mola. Esta
ação permite que o óleo vá para a câmara (12).
A pressão de óleo na câmara (12) empurra o carretel
(13) para a direita contra a mola (14).
O carretel abre uma passagem para o fluxo de óleo
de câmara (8) para câmara (16). O óleo flui através
da câmara (16) para o radiador de óleo hidráulico. À
medida que o carretel avança para a direita, o volume
de óleo que é desviado para o radiador de óleo
hidráulico aumenta.

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OPERAÇÃO

Quando a pressão na câmara (12) equaliza a pressão


exercida pela mola (14), o movimento do carretel para
a direita é interrompido.
A pressão na câmara (8) deve ser de 2100 kPa (305
psi).
Quando a bomba de carga seqüencial é interrompida,
ou o fluxo de óleo da bomba é insuficiente, o carretel
moverá para a esquerda. Esse movimento continuará
se o fluxo e a pressão não forem suficientes para
manter uma pressão de 2100 kPa (305 psi) na
câmara (8).
Quando todo o fluxo e pressão são interrompidos, a
mola (14) empurra o carretel totalmente para o lado
esquerdo da válvula de alívio. A mola (11) empurra a
esfera (10) para a direita. Essa ação impede a
entrada do óleo piloto na câmara (12).
O orifício (17) permite que o óleo preso na câmara
(12) seja liberado. Essa ação permite que a mola
empurre o carretel totalmente para a esquerda.
NOTA: Parafuso de ajuste (15) a fim de se obter o
ajuste de pressão de 2100 ± 35 kPa (305 ± 5
psi).

Orifício de Teste
FIG. 118: Orifício de Teste da Válvula de Alívio
(Pressão de Carga)
O orifício de teste (18) está situado acima da válvula
de alívio (pressão de carga), como mostrado.
O orifício de teste serve como um meio para verificar
a pressão do óleo de carga.

FIG. 118

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OPERAÇÃO

Válvula do Super Redutor (Transmissão)


(Se equipado)
FIG. 119: Válvula do Super Redutor (Transmissão)
A válvula do super redutor (1) está situada no lado
esquerdo do trator, acima do comando da bomba na
caixa de transmissão, como mostrado.
A válvula do super redutor controla o fluxo de óleo
para as embreagens do super redutor.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Embreagem do
Super Redutor (Transmissão), para obter informações
adicionais.

FIG. 119

FIG. 120
FIG. 120: Diagrama da Válvula do Super Redutor
(Transmissão)
(1) Válvula do super redutor (transmissão).
(2) Orifício de teste.
(3) Embreagem de comando do super redutor.
(4) Embreagem de comando direto.
(5) Orifício de teste.
(6) Linha do reservatório de óleo elevado (óleo
lubrificante).
(7) Carga de pressão do óleo.
A válvula do super redutor recebe a pressão de carga
do óleo (7) na pressão nominal de 2100 kPa (305
psi). Essa pressão é regulada pela válvula de alívio
(pressão de carga).

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OPERAÇÃO

Quando a válvula do super redutor está no estado


desenergizado, o comando do super redutor será no
modo direto. Quando a válvula do super redutor está
energizada, o comando do super redutor mudará para
o modo super redutor.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Embreagem do
Super Redutor (Transmissão), para obter informações
adicionais.

Válvula Solenóide
FIG. 121: Solenóide e Carretel.
A válvula do super redutor contém um carretel (8) e
um solenóide (10). O solenóide contém um cartucho
(9). O cartucho funciona como um carretel da válvula.
A válvula solenóide gera um sinal piloto que é
utilizado para controlar o movimento do carretel (8).

FIG. 121

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OPERAÇÃO

O Solenóide está Desenergizado

FIG. 122
FIG. 122: Orifícios da Válvula
(8) Carretel
(9) Cartucho
(11) Orifício
(12) Orifício
(13) Passagem
(14) Orifício
(15) Orifício
(16) Passagem
A carga de óleo fluirá para dentro do orifício (15) e
para o cartucho (9). Quando o solenóide está
desenergizado, o orifício (11) não se alinhará com a
passagem (13). Portanto, a carga de óleo será
bloqueada e não fluirá através da passagem (13).
O orifício (12) se alinhará com a passagem (13). Essa
ação permite o fluxo da carga de óleo de trás do
carretel através do orifício (12). O óleo fluirá através
do orifício (14) para o coletor de óleo comum.
NOTA: A pressão de carga do óleo sempre estará
presente na passagem (16). O que permite
que o fluxo de óleo seja direcionado para a
embreagem. Conseqüentemente, o comando
do super redutor está sempre em modo direto
quando o solenóide está desenergizado.
O Solenóide está Energizado
Quando o solenóide está energizado, o óleo fluirá
através do orifício (11) para a passagem (13). O óleo
de carga fluirá para dentro da câmara que se
encontra na frente do carretel (8).
Consulte Funcionamento da Válvula, para obter
informações adicionais sobre o fluxo de óleo.

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OPERAÇÃO

Funcionamento da Válvula
A válvula do super redutor possui dois modos
básicos de operação:
• Comando Direto
• Comando do Super Redutor
A operação da válvula do super redutor trata-se de
um ciclo simples ligada/desligada.
O fluxo de óleo na válvula do super redutor não é
modulado.
Fluxo de Óleo no Modo de Comando Direto

FIG. 123

FIG. 124
FIGS. 123-124: Válvula do Super Redutor
(Transmissão)
(8) Carretel
(16) Passagem
(17) Câmara
(18) Mola

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OPERAÇÃO

(19) Câmara
(20) Câmara
(21) Pino
(22) Pressão de Carga
(23) Coletor de Óleo
O óleo de carga flui, através da passagem (16) no
corpo da válvula, para a câmara (17). A passagem
(16) está sempre aberta para a câmara (17).
A mola (18) empurra o carretel (8) para o lado direito
da válvula do super redutor. A mola assentará contra
o pino (21). Em conseqüência, o óleo de carga fluirá
ao redor do carretel e para dentro da câmara (19). O
óleo fluirá para a embreagem de comando direto.
Conseqüentemente, a transmissão estará em modo
de comando direto.
O óleo atrás do êmbolo na embreagem do super
redutor é drenado através da câmara (20) para o
coletor de óleo comum.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Embreagem do
Super Redutor (Transmissão), para obter informações
adicionais.

Fluxo de Óleo no Modo de Comando do


Super Redutor

FIG. 125
FIG. 125: Válvula do Super Redutor (Transmissão)
(17) Passagem
(19) Câmara
(20) Câmara
(22) Bujão
(23) Câmara

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OPERAÇÃO

(24) Câmara
(25) Pressão de Carga
(26) Coletor de Óleo
Quando a válvula solenóide está energizada, o óleo
de carga da válvula solenóide fluirá para a câmara
(24). Neste ponto, o óleo de carga atuará como óleo
piloto no carretel.
O carretel se deslocará totalmente para a direita na
válvula do super redutor. O carretel assentará contra
o bujão (22). O óleo de carga fluirá da passagem (17)
ao redor do carretel e para dentro da câmara (20).
O óleo fluirá para a embreagem do modo super
redutor. Conseqüentemente, a transmissão estará no
modo super redutor.
O óleo fluirá de trás do êmbolo na embreagem de
comando direto e através das câmaras (19) e (23)
para o coletor de óleo comum.

Orifícios de Teste
FIG. 126: Orifícios de Teste da Válvula do Super
Redutor
Os orifícios de teste (2) e (5) estão situados na
válvula do super redutor.
O orifício de teste (2) serve como um meio para
verificar a pressão de saída que está sendo entregue
pela válvula do super redutor à embreagem do modo
super redutor.
O orifício de teste (5) serve como um meio para
verificar a pressão de saída que está sendo entregue
pela válvula do super redutor à embreagem de
comando direto.

FIG. 126

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Radiador de Óleo Hidráulico


FIG. 127: Radiador de Óleo Hidráulico
O radiador de óleo hidráulico (1) está localizado na
frente do trator. O radiador de óleo hidráulico se
encontra atrás do radiador de ar (2).
O radiador de óleo hidráulico está dividido em dois
setores. Cada setor da bomba de carga seqüencial
envia óleo para um setor dedicado do radiador de
óleo hidráulico.
O radiador de óleo mantém o óleo hidráulico na
tempera correta de operação.

FIG. 127

FIG. 128
FIG. 128: Diagrama do Radiador de Óleo Hidráulico
(1) Radiador de óleo hidráulico
(3) Válvula de alívio (pressão de carga)
(4) Válvula de passagem do radiador de óleo
(5) Válvula de retenção (lubrificante da transmissão)
(6) Carga de pressão do óleo
(7) Linha da válvula de alívio (pressão de carga)
(8) Linha para as embreagens de transmissão (óleo
lubrificante)
O óleo sob pressão de carga flui da linha (6) para a
válvula de alívio (3) (pressão de carga). O óleo flui
através da linha (7) para o radiador de óleo hidráulico
(1).

86
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OPERAÇÃO

FIGS. 129-130: Válvula de Alívio (Pressão de Carga)


(4) e Válvula de Passagem do Radiador de Óleo (3)
Se a pressão do óleo no radiador de óleo hidráulico
se acumular até 275 kPa (40 psi), a válvula de
passagem do radiador de óleo (4) desviará o óleo ao
redor do radiador de óleo hidráulico.
Conseqüentemente, a pressão máxima que pode se
acumular no radiador de óleo hidráulico será de 275
kPa (40 psi).
As seguintes condições podem causar o desvio
do óleo pela válvula de passagem ao redor do
radiador de óleo hidráulico:
• Óleo hidráulico frio FIG. 129
• Restrição em uma linha de óleo hidráulico para ou
proveniente do resfriador de óleo hidráulico
• Restrição no resfriador de óleo hidráulico
A válvula de passagem do radiador de óleo (4) está
situada atrás da válvula de alívio (pressão de carga)
(3), como mostrado.

FIG. 130

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Diagrama do Sistema Hidráulico


(Transmissão)

FIG. 131

88
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FIG. 131: Diagrama do Sistema Hidráulico para o


Sistema de Transmissão
(1) Válvula do super redutor
(2) Orifício de teste (válvula da transmissão)
(3) Válvula moduladora (transmissão)
(4) Válvula de alívio (pressão de carga)
(5) Radiador de óleo hidráulico
(6) Válvula de passagem do radiador de óleo
(7) Válvula de alívio (óleo lubrificante)
(8) Embreagem de comando do super redutor
(9) Embreagem de comando direto
(10) Orifício de teste (embreagem de comando do
super redutor)
(11) Orifício de teste (embreagem de comando direto)
(12) Linha do reservatório de óleo elevado (óleo
lubrificante)
(13) Embreagem da transmissão
(14) Linha para o radiador de óleo hidráulico para o
sistema do implemento
(15) Filtro de óleo hidráulico
(16) Setor grande da bomba de carga seqüencial
(17) Linhas para a bomba da direção
(18) Filtro de sucção
(19) Coletor de óleo comum
(20) Transdutor de pressão

Embreagens da Transmissão
FIG. 132: Caixas de Transmissão Dianteira e Traseira
Nove embreagens de transmissão estão situadas na
caixa de transmissão traseira (1) e na caixa de
transmissão dianteira (2).

FIG. 132

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OPERAÇÃO

FIGS. 133-134-135: Quatro Árvores de Transmissão,


Caixa de Transmissão Dianteira e Caixa de
Transmissão Traseira.
Há sete placas de embreagem similares (3) que estão
situadas nas quatro árvores. Há duas placas de
embreagens planetárias idênticas que se encaixam
nos suportes dos satélites (4) e (5). As placas de
embreagem satélites são fixadas às caixas de
transmissão dianteira e traseira.
Uma placa de embreagem satélite (6) está situada na
caixa de transmissão dianteira (2). Essa placa de
embreagem satélite se encaixa no suporte dos
satélites (4).
Uma placa de embreagem satélite (7) está situada na
caixa de transmissão traseira (1). Essa placa de
embreagem satélite se encaixa no suporte das
satélites (5).
Cada placa de embreagem e placa de embreagem
satélite é controlada por uma válvula moduladora
correspondente (transmissão). Há nove válvulas
moduladoras para os nove conjuntos de embreagem. FIG. 133
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Fluxo de
Potência da Transmissão, para obter informações
adicionais.

FIG. 134

FIG. 135

90
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OPERAÇÃO

FIG. 136: Árvores de Transmissão


As seguintes árvores contêm placas de
embreagem e placas de embreagem satélites que
controlam as velocidades DIRETAS:
• Árvore de entrada (8).
• Árvore intermediária (9).
• Árvore de saída (10).

FIG. 136

FIG. 137: Árvores de Transmissão


As seguintes árvores contêm placas de
embreagem e placas de embreagem satélites que
controlam as velocidades REVERSAS:
• Árvore de entrada (8).
• Árvore intermediária (9).
• Árvore de saída (10).
• Árvore de Ré (11).
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Fluxo de
Potência da Transmissão, para obter informações
adicionais.

FIG. 137

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OPERAÇÃO

Fluxo de Óleo e Fluxo de Potência Rotacional


Placa de Embreagem Regular

FIG. 138
FIG. 138: Placa de embreagem na posição
desacoplada.
(12) Passagem de óleo.
(13) Êmbolo.
(14) Discos de embreagem.
(15) Discos de fricção.
(16) Passagem de lubrificação da embreagem.
(17) Mola.
(18) Passagem de óleo.
(19) Cilindro.
(20) Engrenagem.
(21) Componentes de entrada.
(22) Componentes de saída.

92
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OPERAÇÃO

(23) Componentes da Embreagem Os discos de embreagem são acoplados ao cilindro


O óleo flui da válvula moduladora através da (19) por meio dos dentes das estrias. Como o
passagem de óleo (12) na árvore de transmissão. O cilindro gira junto com a árvore de transmissão, os
óleo abastece a câmara atrás do êmbolo (13). discos de embreagem farão com que os discos de
fricção girem.
O êmbolo (13) é utilizado para as seguintes
funções: Como os discos de fricção são acoplados à
engrenagem (20) pelos dentes das estrias, a
• O êmbolo comprimirá os discos de embreagem
engrenagem irá girar. Conseqüentemente, o fluxo
(14) contra os discos de fricção (15).
de potência rotacional será transferido através da
• O êmbolo bloqueará o fluxo de lubrificante para árvore de transmissão para a engrenagem.
os discos de fricção e os discos de embreagem.
Referência: Consulte a seção Operação,
• O êmbolo direcionará o fluxo de lubrificante para Verificações e Ajustes dos Sistemas, Fluxo de
os discos de fricção e os discos de embreagem. Potência da Transmissão, para obter informações
• O êmbolo direcionará o fluxo de lubrificante para adicionais.
o outro lado do êmbolo.
O êmbolo bloqueará a passagem de lubrificação da
embreagem (16) quando a embreagem for
desacoplada. O óleo lubrificante é sempre bloqueado
quando a embreagem está desacoplada. Essa ação
impede o atrito viscoso entre o óleo lubrificante e os
discos de fricção rotativos e os discos de embreagem.
Esse atrito pode causar aumento de carga para o
motor.
Pressão centrífuga se acumulará na frente do êmbolo
quando a árvore de transmissão estiver girando e a
embreagem estiver desacoplada. Esse acúmulo de
pressão fará com que o êmbolo se mova em direção
aos discos de fricção e aos discos de embreagem.
Esse movimento é suficiente para acoplar
ligeiramente a embreagem. Conseqüentemente, a
assistência de mola (17) é necessária utilizando-se
óleo lubrificante para mover o êmbolo afastando-o
dos discos de fricção e dos discos de embreagem.
O êmbolo contém furos para óleo a fim de permitir o
fluxo de óleo lubrificante atrás do êmbolo. O óleo
lubrificante flui da passagem de óleo (18) através dos
furos no êmbolo. A pressão do óleo lubrificante auxilia
a mola na retração do êmbolo afastando-o dos discos
de fricção e dos discos de embreagem. Essa
passagem está sempre aberta.
Se o êmbolo não se retrair afastando-se
adequadamente dos discos de fricção e dos discos de
embreagem, calor excessivo poderá acumular-se no
sistema de óleo hidráulico. Além disso, poderá
ocorrer desgaste excessivo dos discos de fricção e
dos discos de embreagem.
À medida que a pressão se acumula na frente do
êmbolo, o êmbolo começará a mover-se em direção
aos discos de fricção e discos de embreagem. Essa
ação eventualmente superará a força de mola e a
pressão do óleo lubrificante atrás do êmbolo. Com
pressão máxima, o êmbolo comprimirá
completamente os discos de fricção e os discos de
embreagem.

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OPERAÇÃO

Placa de embreagem satélite


FIG. 139: Carcaça da Embreagem da Placa de
embreagem satélite
Há duas passagens de óleo (21) em cada carcaça de
embreagem (22), de maneira que a carcaça de
embreagem possa ser utilizada na caixa de
transmissão dianteira ou na caixa de transmissão
traseira. Apenas uma passagem de óleo é utilizada
para cada aplicação.

FIG. 139

FIG. 140: Árvore Intermediária e Árvore de Saída


Há duas placas de embreagem satélites que
controlam os suportes das satélites (4) e (5).
A engrenagem (23) aciona a engrenagem (24) na
explicação do funcionamento da placa de embreagem
satélite. O funcionamento das outras placas de
embreagem satélites é idêntico.
O texto a seguir utiliza como exemplo, a placa de
embreagem satélite que controla o suporte das
satélites (4).

FIG. 140

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OPERAÇÃO

FIG. 141
FIG. 141: Placa de embreagem satélite (39) Componentes da Embreagem
(25) Discos de fricção De maneira diferente da placa de embreagem
(26) Discos de embreagem regular, o óleo lubrificante flui continuamente
através da placa de embreagem satélite. O óleo
(27) Furos para óleo
lubrificante flui através de uma passagem de óleo
(28) Êmbolo na árvore e através do suporte das satélites. O óleo
(29) Mola flui do suporte das satélites para as engrenagens
(30) Coroa satélites e, através destas, para os rolamentos da
engrenagem satélite. A seguir, o óleo passa através
(31) Engrenagem
dos furos (27) na coroa. O óleo é distribuído aos
(32) Tubo de comando discos de fricção (25) e discos de embreagem (26)
(33) Engrenagem solar através do furos para óleo (27).
(34) Engrenagens satélites Como os discos de fricção e os discos de embreagem
(35) Componentes de entrada não giram junto com a árvore de transmissão, o
arrasto viscoso dentro do conjunto de embreagem não
(36) Coroa é significativo. Além disso, o óleo lubrificante é melhor
(37) Engrenagens satélites distribuído pela placa de embreagem satélite.
(38) Componentes de saída O óleo flui da válvula moduladora (transmissão),
através da caixa de transmissão, e para uma das
passagens de óleo na carcaça da embreagem. O
óleo flui através da carcaça da embreagem para o
êmbolo dianteiro (28).

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OPERAÇÃO

À medida que a pressão se acumula na frente do


êmbolo, o êmbolo começará a mover-se em direção
aos discos de fricção e discos de embreagem. Essa
ação eventualmente superará a força de seis molas
(29). Com pressão máxima, o êmbolo comprimirá
completamente os discos de fricção e os discos de
embreagem. Neste ponto, a embreagem será
completamente acoplada.
Quando a embreagem está acoplada, os discos de
fricção não giram. Como a coroa (30) está acoplada
aos discos de fricção pelos dentes das estrias, a
coroa não irá girar.
A engrenagem (31) gira o tubo de comando (32). O
tubo de comando gira a engrenagem solar (33). A
engrenagem solar gira as engrenagens satélites (34).
Como a coroa é mantida estacionária pelos discos de
fricção, as engrenagens satélites são forçadas a
percorrer ao redor da corroa. As engrenagens
satélites são pinadas ao suporte das satélites. Em
conseqüência, o suporte das satélites irá girar.
O suporte das satélites é estriado à árvore de saída.
Conseqüentemente, o suporte das satélites causará a
rotação da árvore de saída.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Fluxo de
Potência da Transmissão, para obter informações
adicionais.
Referência: Consulte a Publicação Especial,
SEBV0533, Manual das Engrenagens, para obter
informações adicionais sobre o funcionamento básico
das engrenagens.

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OPERAÇÃO

Embreagem do Super Redutor


(Transmissão) (Se equipado)
FIG. 142: Comando do Super Redutor
O comando do super redutor (1) está situado na caixa
de transmissão traseira.
A embreagem de comando do super redutor permite
ao operador reduzir a RPM de saída da transmissão
para uma redução de marcha de 4:1.
Adicionalmente, as engrenagens do super redutor
fornecem 14 engrenagens de marcha à frente e 4 de
marcha à ré. Todas as engrenagens do super redutor
estão abaixo de 5,6 km/h (3.48 mph). As
engrenagens (15) e (16) direta sobrepõe as faixas de
velocidade normais e não são utilizadas.
Quando a embreagem de comando direto é acoplada, FIG. 142
a RPM de saída do comando do super redutor é
idêntica à RPM de saída da transmissão.

FIG. 143
FIG. 143: Diagrama do Comando do Super Redutor
(2) Embreagem de comando direto
(3) Embreagem de comando do super redutor
(4) Orifício de teste
(5) Carga de pressão do óleo
(6) Válvula do super redutor
(7) Orifício de teste
(8) Linha do reservatório de óleo elevado (óleo
lubrificante)
O grupo de comando do super redutor consiste
dos dois conjuntos de embreagens a seguir:
• Embreagem de comando direto (2)
• Embreagem de comando do super redutor (3)

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OPERAÇÃO

Componentes da Embreagem

FIG. 144
FIG. 144: Componentes da Embreagem
O grupo de comando do super redutor contém os
seguintes componentes:
(9) Suporte das satélites
(10) Coroa
(11) Engrenagem solar
(12) Cubo da embreagem
(13) Disco de fricção (modo de comando direto)
(14) Disco de embreagem (modo de comando direto)
(15) Êmbolo (modo de comando direto)
(16) Disco de fricção (modo de comando do super
redutor)
(17) Disco de embreagem (modo de comando do
super redutor)
(18) Êmbolo (modo de comando do super redutor)

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OPERAÇÃO

Fornecimento de Óleo de Carga


FIG. 145: Fornecimento de Óleo de Carga
O óleo de carga é fornecido para a embreagem de
comando direto através do tubo (20). O óleo de carga
é fornecido para a embreagem de comando do super
redutor através do tubo (21). O óleo lubrificante para
as duas embreagens é fornecido através do tubo (22).
O óleo lubrificante é espalhado sobre o eixo do
pinhão pelo tubo (19).
Funcionamento do Modo de Comando Direto
Quando a embreagem de comando direto é acoplada,
os discos de embreagem (14) serão travados no
interior da coroa (10). Em conseqüência, a coroa irá
girar. A coroa irá girar o suporte das satélites (9). Em FIG. 145
conseqüência, a RPM de saída do comando do super
redutor será idêntica à RPM de saída da transmissão.
O comando do super redutor funcionará no modo de
comando direto, quando a válvula do super redutor for
desenergizada. Em conseqüência, o modo de
comando direto está sempre acoplado quando a
válvula do super redutor está desenergizada.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Válvula do
Super Redutor (Transmissão), para obter informações
adicionais.

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OPERAÇÃO

Fluxo de Óleo da Embreagem de Comando


Direto

FIG. 146
FIGS. 146-147: Embreagem de Comando Direto e
Fornecimento de Óleo de Carga
(13) Disco de fricção
(14) Disco de embreagem
(15) Êmbolo
(23) Passagem de óleo
(24) Câmara
(25) Mola
(26) Componentes de entrada
(27) Coroa
(28) Engrenagens satélites
(29) Componentes de saída
(30) Componentes da embreagem

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OPERAÇÃO

Acoplado
Quando a válvula do super redutor é desenergizada,
a embreagem de comando direto será acoplada.
O óleo lubrificante é fornecido para a embreagem de
comando direto através do tubo (22).
O óleo lubrificante é distribuído para a embreagem de
comando direto através das passagens de óleo (23),
como mostrado. Esse óleo é drenado do comando
direto e de volta para o coletor comum.
O óleo de carga é fornecido para a câmara (24)
através do tubo (20).
O êmbolo (15) moverá os discos de fricção (13) e os
discos de embreagem (14). O êmbolo pressiona FIG. 147
completamente os discos de fricção contra os discos
de embreagem. A embreagem é acoplada.

Desacoplado
Quando a válvula do super redutor é energizada, a
embreagem de comando direto será desacoplada.
O êmbolo será afastado dos discos de fricção e dos
discos de embreagem pela mola (25). O óleo de
carga atrás do êmbolo será drenado através da
válvula do super redutor retornando para o coletor de
óleo comum. Neste ponto, a embreagem de comando
direto está completamente desacoplada.

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OPERAÇÃO

Fluxo de Potência Rotacional do Modo de


Comando Direto

FIG. 148
FIG. 148 Modo de Comando Direto (31) Componentes da Embreagem
(9) Suporte das satélites A árvore de saída da transmissão gira a
(10) Coroa engrenagem solar (11). A engrenagem solar gira o
cubo da embreagem (12). O cubo da embreagem
(11) Engrenagem solar
acopla os dentes da engrenagem no interior dos
(12) Cubo da embreagem discos de fricção (13).
(13) Disco de fricção Como a embreagem de comando direto está
(14) Disco de embreagem acoplada, os discos de embreagem (14) giram. Os
(25) Suporte das satélites discos de embreagem acoplam os dentes da
engrenagem no interior da coroa (10). Em
(26) Engrenagem conseqüência, a coroa irá girar.
(27) Componentes de entrada
A coroa é acoplada às engrenagens satélites (25).
(28) Coroa As engrenagens satélites são fixadas ao suporte
(29) Engrenagens satélites das satélites (9). A engrenagem satélite irá girar.
(30) Componentes de saída Em conseqüência, a RPM de saída do comando do
super redutor será idêntica à RPM de saída da
transmissão.

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OPERAÇÃO

Funcionamento do Modo de Comando do


Super Redutor
Quando a embreagem de comando do super redutor
é acoplada, os discos de fricção (16) serão travados
no interior da coroa (10). Essa ação manterá a coroa
estacionária. Em conseqüência, o suporte das
satélites irá girar quatro voltas para cada volta da
árvore de saída da transmissão. Conseqüentemente,
a velocidade das engrenagens de transmissão será
reduzida na relação de 4:1.
O comando do super redutor acionará o modo de
comando do super redutor sempre que a válvula do
super redutor for energizada. O interruptor do super
redutor na cabine deve ser ativado a fim de energizar
a válvula do super redutor.
Quando o motor é desligado, o comando do super
redutor voltará para o modo de comando direto. O
operador precisará reativar o interruptor do super
redutor a fim de ativar o modo de comando do super
redutor.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Controle da Transmissão, para obter
informações adicionais.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Válvula do
Super Redutor (Transmissão), para obter informações
adicionais.

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OPERAÇÃO

Fluxo de Óleo da Embreagem de Comando do


Super Redutor

FIG. 149
FIGS. 149-150: Embreagem de Comando do Super
Redutor
(16) Disco de fricção
(17) Disco de embreagem
(18) Êmbolo
(27) Passagem de óleo
(28) Câmara
(29) Mola
(30) Componentes de entrada
(31) Coroa
(32) Engrenagens satélites
(33) Componentes de saída
(34) Componentes da Embreagem

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OPERAÇÃO

Acoplado
Quando a válvula do super redutor é energizada, a
embreagem de comando do super redutor será
acoplada.
O óleo lubrificante é fornecido para a embreagem de
comando do super redutor através do tubo (22).
O óleo lubrificante é distribuído para a embreagem de
comando do super redutor através das passagens
(22), como mostrado. Esse óleo é drenado do
comando do super redutor de volta para o coletor
comum.
O óleo de carga é fornecido para a câmara (28)
através do tubo (21). FIG. 150
O êmbolo (18) moverá os discos de fricção (16) e os
platôs da embreagem (17).
Com pressão máxima do óleo de carga, o êmbolo
comprime completamente os discos de fricção contra
os discos de embreagem. Neste ponto, a embreagem
será completamente acoplada.
Como os discos de embreagem estão travados no
comando do super redutor, os discos de embreagem
não giram. Portanto, os discos de fricção não irão
girar. Os discos de fricção são acoplados aos dentes
da engrenagem na coroa. Essa ação impede a
rotação da coroa.

Desacoplado
Quando a válvula do super redutor é desenergizada,
a embreagem de comando do super redutor será
desacoplada.
O êmbolo será afastado dos discos de fricção e dos
discos de embreagem pelas seis molas. O óleo de
carga atrás do êmbolo será drenado através da
válvula do super redutor de volta para o coletor de
óleo comum. Neste ponto, a embreagem de comando
do super redutor está completamente desacoplada.

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OPERAÇÃO

Fluxo de Potência Rotacional do Modo de


Comando do Super Redutor

FIG. 151
FIG. 151: Modo de Comando do Super Redutor A árvore de saída da transmissão gira a
(9) Suporte das satélites engrenagem solar (11). A engrenagem solar gira a
engrenagem satélite (25). As engrenagens satélites
(10) Coroa
são fixadas ao suporte das satélites (9).
(11) Engrenagem solar
Os discos de embreagem (17) são acoplados aos
(17) Disco de embreagem dentes da engrenagem no exterior da coroa (10).
(25) Engrenagem satélite Como a embreagem de comando do super redutor
(26) Engrenagem está acoplada, os discos de embreagem (17) não
giram. Em conseqüência, a coroa não irá girar. No
(27) Componentes de entrada modo de comando do super redutor, o fluxo de
(28) Coroa potência rotacional será transferido para as
(29) Engrenagens satélites engrenagens satélites.
(30) Componentes de saída Como a coroa está estacionária, as engrenagens
(31) Componentes da Embreagem satélites irão girar ao redor do interior da coroa.
Portanto, o fluxo de potência rotacional percorrerá
através do pino que está situado no meio das
engrenagens satélites ao suporte das satélites.
Conseqüentemente, a RPM de saída do comando
do super redutor será reduzida numa relação de 4:1
em relação à RPM de saída da transmissão.

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OPERAÇÃO

Fluxo de Potência da Transmissão


Embreagens e Árvores de Transmissão
FIG. 152: Quatro Árvores de Transmissão na Caixa
As quatro árvores de transmissão são mostradas
apenas para ilustração. As árvores de transmissão,
na realidade, estão instaladas na caixa de
transmissão, como mostrado.

FIG. 152

FIG. 153: Quatro Árvores de Transmissão


A transmissão contém as seguintes árvores de
transmissão:
(1) Árvore de entrada.
(2) Árvore de ré.
(3) Árvore intermediária.
(4) Árvore de saída.

FIG. 153
Árvore de entrada
FIG. 154: Árvore de entrada
Quando a placa de embreagem (C) é acoplada, a
engrenagem (5) será travada à árvore de entrada (1).
Caso contrário, a engrenagem pode girar livremente.
Quando a placa de embreagem (D) é acoplada, a
engrenagem (6) será travada à árvore de entrada (1).
Caso contrário, a engrenagem pode girar livremente.
As engrenagens (7), (8) e (9) são permanentemente
acopladas às estrias da árvore de entrada. Essas
engrenagens sempre giram junto com a árvore de
entrada.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Embreagens de FIG. 154
Transmissão, para obter informações adicionais.

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OPERAÇÃO

Árvore de ré
FIG. 155: Árvore de ré
Quando a placa de embreagem (A) é acoplada, a
engrenagem (10) será travada à árvore de ré (2).
Caso contrário, a engrenagem pode girar livremente.
A engrenagem (11) é permanentemente acoplada às
estrias da árvore de ré (2).
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Embreagens de
Transmissão, para obter informações adicionais.

FIG. 155

108
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OPERAÇÃO

Árvore intermediária
FIG. 156: Árvore intermediária
Quando a placa de embreagem (E) é acoplada, a
engrenagem (12) será travada à árvore intermediária
(3). Caso contrário, a engrenagem pode girar
livremente.
Quando a placa de embreagem (F) é acoplada, a
engrenagem (13) será travada à arvore intermediária.
Caso contrário, a engrenagem pode girar livremente.
As engrenagens (14), (15) e (16) são
permanentemente acopladas às estrias da árvore
intermediária. As engrenagens sempre giram junto
com a árvore intermediária.
FIG. 156
Referência: Consulte a seção Operação, Verificações
e Ajustes dos Sistemas, Embreagens de
Transmissão, para obter informações adicionais.

Árvore de saída
FIG. 157: Árvore de saída
NOTA: As embreagens planetárias não são
mostradas na Figura. Essas embreagens
estão situadas nas caixas de transmissão
dianteira e traseira.
Quando a placa de embreagem satélite (G) é
acoplada, o suporte das satélites (17) irá girar a
árvore de saída (4). A engrenagem (18) gira a
engrenagem solar no suporte das satélites.
Quando a placa de embreagem satélite (B) é
acoplada, o suporte das satélites (19) irá girar a
árvore de saída (4). A engrenagem (20) gira a
engrenagem solar no suporte das satélites. FIG. 157
Quando a placa de embreagem (H) é acoplada, a
engrenagem (18) será travada à arvore de saída.
Caso contrário, a engrenagem pode girar livremente.
Quando a placa de embreagem (J) é acoplada, a
engrenagem (20) será travada à arvore de saída.
Caso contrário, a engrenagem pode girar livremente.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Embreagens de
Transmissão, para obter informações adicionais.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Acoplamento da embreagem da transmissão


FIG. 158: Válvulas moduladoras (Transmissão)
Uma letra é designada a cada válvula moduladora,
como mostrado. As letras foram fundidas na carcaça
da transmissão.
Cada válvula moduladora controla uma embreagem
individual. Cada letra é atribuída a uma válvula
moduladora correspondente.
Essas letras são utilizadas no Quadro a seguir, a fim
de mostrar as embreagens que são acopladas para
cada engrenagem.
Nunca mais que duas engrenagens são acopladas ao
mesmo tempo. Além disso, somente um disco de
embreagem é acoplado a um eixo.
NOTA: As velocidades do trator na Tabela são com o
motor a 2100 rpm.

FIG. 158

110
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OPERAÇÃO

Acoplamento da Embreagem de Transmissão


Motor a 2100 RPM
Engrenagem Árvore Árvore de Árvore Árvore Velocidade
de ré entrada Intermediária de Saída do Trator
Quarta marcha A – J 14,19 km/h
(ré) (8.82 mph)
Terceira marcha A – H 5,84 km/h
(ré) (3.63 mph)
Segunda A – B 5,18 km/h
marcha (3.22 mph)
(ré)
Primeira marcha A – G 5,84 km/h
(ré) (3.63 mph)
Neutro – – J -
Primeira marcha – C G 2,67 km/h
(1.66 mph)
Segunda – D G 3,40 km/h
marcha (2.11 mph)
Terceira marcha – – E G 4,28 km/h
(2.66 mph)
Quarta marcha – - F G 5,44 km/h
(3.38 mph)
Quinta marcha – C B 6,49 km/h
(4.03 mph)
Sexta marcha – C H 7,31 km/h
(4.54 mph)
Sétima marcha – D B 8,24 km/h
(5.12 mph)
Oitava marcha – D H 9,27 km/h
(5.76 mph)
Nona marcha – – E B 10,43 km/h
(6.48 mph)
Décima marcha – – E H 11,73 km/h
(7.29 mph)
Décima primeira – – F B 13,23 km/h
marcha (8.22 mph)
Décima – – F H 14,90 km/h
segunda (9.26 mph)
marcha
Décima terceira – C J 17,73 km/h
marcha (11.02 mph)
Décima quarta – D J 22,53 km/h
marcha (14 mph)
Décima quinta – – E J 28,52 km/h
marcha (17.72 mph)
Décima sexta – – F J 36,21 km/h
marcha (22.50 mph)

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Fluxo de Potência das Engrenagens de Ré


Consulte a seção Embreagens e Árvores de
Transmissão, para obter informações adicionais
sobre as engrenagens e embreagens nas árvores de
transmissão.
Consulte o Quadro relativo às embreagens que são
acopladas para cada uma das engrenagens de
transmissão.

FIG. 159: Árvores de Transmissão das Engrenagens


de Ré
O fluxo de potência para as engrenagens de ré
envolve somente as embreagens nas seguintes
árvores:
• Árvore de Ré (2)
• Árvore de saída (4)
Nunca mais que duas engrenagens são acopladas ao
mesmo tempo. Além disso, somente um disco de
embreagem é acoplado a um eixo.
Para as engrenagens de ré, a árvore de saída (1) é
utilizada apenas para transferir o fluxo de potência
através da engrenagem (9). Para as engrenagens de
ré, a árvore intermediária (3) é utilizada apenas para
transferir o fluxo de potência através das
engrenagens (14), (15) e (16). Essas engrenagens
são permanentemente acopladas às estrias das
árvores de transmissão. As engrenagens sempre FIG. 159
giram junto com a árvore.

Árvore de entrada
FIG. 160: Árvores de Transmissão das Engrenagens
de Ré
O motor gira a árvore de entrada (1) no sentido
horário. Em conseqüência, a engrenagem (9) irá
girar. Essa engrenagem é permanentemente
acoplada às estrias da árvore, de maneira que ela
sempre irá girar junto com a árvore de entrada.
A engrenagem (9) aciona a engrenagem (11) que se
encontra na árvore de ré (2).
A placa de embreagem (C) e a placa de embreagem
(D) não são utilizadas para a obtenção de qualquer
engrenagem de ré. As engrenagens (5) e (6) são
acopladas pelas placas de embreagem (C) e (D). Em
conseqüência, essas engrenagens não são utilizadas
para obter qualquer das engrenagens de ré.
As engrenagens (7) e (8) são permanentemente
acopladas às estrias da árvore. Essas engrenagens
não acionam qualquer das engrenagens relativas às
engrenagens de ré. FIG. 160

112
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Árvore de ré
FIG. 161: Árvores de Transmissão das Engrenagens
de Ré
A engrenagem (11) é acionada pela engrenagem (9)
que se encontra na árvore de entrada (1).
Conseqüentemente, a árvore de ré (2) irá girar no
sentido anti-horário.
Quando a placa de embreagem (A) é acoplada, a
engrenagem (10) será travada à árvore de ré. A
engrenagem irá girar. Conseqüentemente, a
engrenagem (10) acionará a engrenagem (15) que se
encontra na árvore intermediária (3).
NOTA: Cada engrenagem de ré utiliza uma placa de
embreagem (A) mais outra placa de
embreagem na árvore de saída (4).

FIG. 161

Árvore intermediária
FIG. 162: Árvores de Transmissão das Engrenagens
de Ré
As engrenagens (14), (15) e (16) são
permanentemente acopladas às estrias da árvore
intermediária (3). As engrenagens sempre giram junto
com a árvore intermediária.
A engrenagem (15) é acionada pela engrenagem (10)
que se encontra na árvore de ré (2).
Conseqüentemente, a árvore intermediária (3) irá
girar no sentido horário.
A engrenagem (14) aciona a engrenagem (18) que se
encontra na árvore de saída (4).
A engrenagem (16) aciona a engrenagem (20) que se
encontra na árvore de saída.
A placa de embreagem (E) e a placa de embreagem
(F) não são utilizadas para a obtenção de qualquer
engrenagem de ré. As engrenagens (12) e (13) não
são utilizadas para a obtenção de quaisquer das
engrenagens de ré.
FIG. 162

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Árvore de saída
FIG. 163: Árvores de Transmissão das Engrenagens
de Ré
NOTA: As embreagens planetárias não são mostradas
na Figura. Essas embreagens estão situadas
nas caixas de transmissão dianteira e traseira.
NOTA: Para todos os acoplamentos das embreagens
na árvore de saída, as engrenagens (18) e (20)
são acionadas pelas engrenagens (14) e (16)
que se encontram na árvore intermediária (3).
A engrenagem (18) gira a engrenagem solar no
suporte das satélites. Quando a placa de embreagem
satélite (G) é acoplada, o suporte das satélites (17) irá
girar a árvore de saída (4).
A engrenagem (20) gira a engrenagem solar no
suporte das satélites. Quando a placa de embreagem
satélite (B) é acoplada, o suporte das satélites (19) irá
girar a árvore de saída no sentido anti-horário.
Quando a placa de embreagem (H) é acoplada, a
engrenagem (18) será travada à arvore de saída. A
engrenagem (18) é acionada pela engrenagem (14) FIG. 163
que se encontra na árvore intermediária.
Conseqüentemente, a árvore de saída irá girar no
sentido anti-horário.
Quando a placa de embreagem (J) é acoplada, a
engrenagem (20) será travada à arvore de saída. A
engrenagem (20) é acionada pela engrenagem (16)
que se encontra na árvore intermediária.
Conseqüentemente, a árvore de saída irá girar no
sentido anti-horário.
O fluxo de potência da transmissão é transferido
através da árvore de saída para o diferencial.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Embreagens de
Transmissão, para obter informações adicionais.
Fluxo de Potência das Engrenagens Diretas
Consulte a seção Embreagens e Árvores de
Transmissão, para obter informações adicionais sobre
as engrenagens e embreagens nas árvores de
transmissão.
Consulte o Quadro relativo às embreagens que são
acopladas para casa engrenagem de transmissão.
FIG. 164: Árvores de Transmissão das Engrenagens
Diretas
O fluxo de potência para as engrenagens diretas
envolve somente as embreagens nas seguintes
árvores:
• Árvore de entrada (1)
• Árvore intermediária (3)
• Árvore de saída (4)
Nunca mais que duas engrenagens são acopladas ao
mesmo tempo. Além disso, somente um disco de
embreagem é acoplado a um eixo.
A engrenagem (9) não é utilizada para a obtenção de
qualquer das engrenagens diretas.

FIG. 164

114
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OPERAÇÃO

Árvore de entrada
FIG. 165: Árvores de Transmissão das Engrenagens
Diretas
O motor gira a árvore de entrada (1) no sentido horário.
Quando a placa de embreagem (C) é acoplada, a
engrenagem (5) será travada à árvore de entrada (1).
A engrenagem irá girar no sentido horário.
Conseqüentemente, a engrenagem (5) acionará a
engrenagem (15). A árvore intermediária (3) irá girar
no sentido anti-horário.
Quando a placa de embreagem (D) é acoplada, a
engrenagem (6) será travada à árvore de entrada. A
engrenagem irá girar no sentido horário.
Conseqüentemente, a engrenagem (6) acionará a
engrenagem (16). A árvore intermediária (3) irá girar
no sentido anti-horário.
A engrenagem (9) é permanentemente acoplada às
estrias da árvore de entrada. Essa engrenagem
sempre gira junto com a árvore de entrada. Essa
engrenagem não é utilizada para quaisquer das FIG. 165
engrenagens diretas.
As engrenagens (7) e (8) são permanentemente
acopladas às estrias da árvore de entrada. Em
conseqüência, essas engrenagens sempre giram
junto com a árvore de entrada no sentido horário. A
engrenagem (7) gira a engrenagem (12). A árvore
intermediária (3) irá girar no sentido anti-horário. A
engrenagem (8) gira a engrenagem (16). A árvore
intermediária (3) irá girar no sentido anti-horário.
NOTA: O lado de saída da árvore de entrada (1) é
conectado à árvore de entrada para a TDP.

Árvore intermediária
FIG. 166: Árvores de Transmissão das Engrenagens
Diretas
A engrenagem (15) é permanentemente acoplada às
estrias da árvore intermediária (3). Essa engrenagem
sempre irá girar. Essa engrenagem é acionada pela
engrenagem (5) que se encontra na árvore de
entrada (1). Conseqüentemente, a árvore
intermediária irá girar no sentido anti-horário.
Quando a placa de embreagem (E) é acoplada, a
engrenagem (12) será travada à árvore intermediária.
Essa engrenagem é acionada pela engrenagem (7) que
se encontra na árvore de entrada. Em conseqüência,
essa engrenagem irá girar. Conseqüentemente, a
árvore intermediária irá girar no sentido anti-horário.
Quando a placa de embreagem (F) é acoplada, a
engrenagem (13) será travada à árvore intermediária.
Essa engrenagem é acionada pela engrenagem (8) que
se encontra na árvore de entrada. Em conseqüência,
essa engrenagem irá girar. Conseqüentemente, a FIG. 166
árvore intermediária irá girar no sentido anti-horário.
As engrenagens (14) e (16) são permanentemente
acopladas às estrias da árvore intermediária. Essas
engrenagens sempre giram junto com a árvore
intermediária.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Árvore de saída
FIG. 167: Árvores de Transmissão das Engrenagens
Diretas
A engrenagem (18) é acionada pela engrenagem (14)
que se encontra na árvore intermediária (3). A
engrenagem (18) gira a engrenagem solar no suporte
das satélites. Quando a placa de embreagem satélite
(G) é acoplada, o suporte das satélites (17) irá girar a
árvore de saída (4) no sentido horário.
A engrenagem (20) é acionada pela engrenagem (16)
que se encontra na árvore intermediária. A
engrenagem (20) gira a engrenagem solar no suporte
das satélites. Quando a placa de embreagem satélite
(B) é acoplada, o suporte das satélites (19) irá girar a
árvore de saída no sentido horário. Quando a placa
de embreagem (H) é acoplada, a engrenagem (18)
será travada à árvore de saída. A engrenagem (14)
irá girar a engrenagem (18). Em conseqüência, a
engrenagem (18) irá girar. Conseqüentemente, a
árvore de saída irá girar no sentido horário. FIG. 167
Quando a placa de embreagem (J) é acoplada, a
engrenagem (20) é travada à arvore de saída. A
engrenagem (16) irá girar a engrenagem (20). Em
conseqüência, a engrenagem (20) irá girar.
Conseqüentemente, a árvore de saída irá girar no
sentido horário.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Embreagens de
Transmissão, para obter informações adicionais.
O fluxo de potência da transmissão é transferido
através da árvore de saída para o diferencial.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

SISTEMA DE TOMADA DE
POTÊNCIA (TDP)
Introdução (Sistema de Tomada de
Potência)
FIG. 168: Tomada de Potência
Os Tratores Agrícolas Challenger da Série MT700
são equipados com uma tomada de potência (TDP)
de 1000 RPM. A tomada de potência é acionada pela
árvore de entrada da transmissão. O óleo hidráulico
para a embreagem TDP é fornecido pela bomba de
carga seqüencial.
A válvula moduladora (tomada de potência) é
modulada eletronicamente a fim de proporcionar o
acoplamento suave da embreagem. A modulação da
válvula moduladora é programada de forma
permanente no módulo de controle eletrônico (ECM)
do trator. FIG. 168
Para segurança, a embreagem TDP será
desacoplada automaticamente ao desligar o motor ou
se o motor morrer.
Há um freio na linha de comando para a TDP. O freio
se desacopla quando a TDP é acoplada. O freio é
aplicado automaticamente quando a TDP não está
acoplada e o motor está em funcionamento. Ao
desligar o motor, os freios são acoplados.
NOTA: A TDP não pode ser utilizada quando se
utiliza o engate dirigível, num modo não-
centrado.
O trator está equipado com um eixo TDP de 44,5 mm
(1.75 pol.).

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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OPERAÇÃO

Sistema de Tomada de Potência (TDP)

FIG. 169
FIG. 169: O Diagrama em Blocos do Sistema TDP • Interruptor TDP
mostra os componentes elétricos e os componentes • Interruptor de um toque
hidráulicos.
Os controles enviam um sinal ao módulo de
(1) Interruptor TDP controle eletrônico do trator (ECM) (9). A seguir, o
(2) Interruptor de Um Toque ECM do trator processará esses sinais com
(3) Coletor de Óleo Comum qualquer dos parâmetros que foram definidos no
visor TMC (8).
(4) Bomba de Carga Seqüencial
O ECM energizará a válvula moduladora (10), a
(5) Filtro de Óleo Hidráulico
qual, por sua vez, enviará óleo para a embreagem
(6) Válvula de Alívio (Pressão de Carga) TDP (11).
(7) Radiador de Óleo O coletor de óleo comum (3) fornece óleo para a
(8) TMC bomba de carga seqüencial (4). O óleo passa
(9) ECM do Trator através do filtro de óleo hidráulico (5). A seguir, o
óleo é entregue para a válvula de alívio (6) (pressão
(10) Válvula Moduladora (Tomada de Potência) de carga). A válvula de alívio controla a pressão do
(11) Embreagem TDP óleo a 2100 ± 35 kPa (305 ± 5 psi). Todo o excesso
O operador pode iniciar uma função hidráulica de óleo é encaminhado através do radiador de óleo
usando um dos seguintes controles: (7).

118
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Sistema de Controle Elétrico da Tomada de


Potência (TDP)

FIG. 170
FIG. 170: Diagrama Elétrico em Blocos do Sistema Referência: Consulte a seção Operação,
TDP Verificações e Ajustes dos Sistemas,
O sistema elétrico da TDP consiste dos seguintes Características do Sistema de Tomada de Potência,
componentes: para obter mais informações sobre a função de um
toque.
(1) Interruptor (tomada de potência)
A TDP pode ser desativada empurrando o
(2) Interruptor (um toque)
interruptor TDP para baixo. A TDP também pode
(8) Visor da Central de Gerenciamento do Trator ser desativada pela função de um toque, e a TDP
(TMC) também pode ser desativada pelo engate de três
(9) Módulo de controle eletrônico (ECM) do trator pontos.
(10) Válvula moduladora (tomada de potência) O visor da TMC (8) é utilizado para visualizar a RPN
(12) Conector de dados CAN da TDP.
(13) Conector de dados CAT
(14) Para os ECMs e conector de serviço
(15) Grupo de instrumentos do painel
O ECM do trator (9) controla o solenóide para a
válvula moduladora (10).
A TDP pode ser ativada puxando para cima o
interruptor TDP. A TDP também pode ser ativada pela
função de um toque.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

O conector de dados CAT (13) é um barramento


de conexão serial que é utilizado para
comunicação com os seguintes componentes:
• ECM do Motor
• ECM do Trator
• ECM do Engate
• ECM do Implemento (se Equipado)
• Módulo do visor para a TMC
• Aplicativo “Caterpillar electronic technician” (ET)
• Outros módulos de controle eletrônico (se
equipado)
O conector de dados CAN (12) é um barramento
de conexão serial que é utilizado para
comunicação com os seguintes componentes:
• ECM do Motor
• ECM do Trator
• ECM do Tradutor (se equipado)
• Módulo do visor para a TMC
• Grupo de instrumentos do painel
• Receptor de Auto-Guide (se equipado)
• Outros módulos de controle eletrônico (se
equipado)
• ECM do Tradutor (se equipado)

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Sistema Hidráulico da Tomada de Potência


(TDP)

FIG. 171
FIG. 171: Diagrama Hidráulico em Blocos do Sistema Quando a válvula moduladora (10) é energizada, o
TDP óleo flui para a embreagem TDP (11). Quando a
(3) Coletor de Óleo Comum válvula moduladora é desenergizada, o óleo flui da
embreagem para o coletor de óleo comum (3).
(4) Bomba de Carga Seqüencial
A válvula de alívio (6) (pressão de carga) regula a
(5) Filtro de Óleo Hidráulico pressão no sistema hidráulico da TDP a uma
(6) Válvula de Alívio (Pressão de Carga) pressão nominal de 2100 ± 35 kPa (305 ± 5 psi).
(10) Válvula Moduladora (tomada de potência) O óleo flui da válvula de alívio (6) (pressão de carga)
(11) Embreagem TDP para o radiador de óleo hidráulico. A válvula de
passagem do radiador se abrirá se um diferencial de
(12) Conjunto TDP pressão de 275 kPa (40 psi) for detectado no radiador
(17) Reservatório de Óleo Elevado de óleo hidráulico. Normalmente, a válvula de
(19) Filtro de Sucção passagem do radiador de óleo permanecerá fechada,
O óleo do coletor comum (3) é extraído através do a menos que haja uma restrição no radiador de óleo
filtro de sucção (19) pelo setor grande da bomba de hidráulico ou se o óleo estiver muito frio.
carga seqüencial (4). O filtro de óleo hidráulico (5) NOTA: O óleo lubrificante para as embreagens TDP
filtra o óleo da seção grande da bomba de carga não é fornecido pelo sistema hidráulico nem
seqüencial (4). pelo sistema hidráulico da transmissão para
a Tomada de Potência (TDP).
O óleo filtrado é fornecido para as seguintes
válvulas: O óleo lubrificante para as embreagens TDP é
fornecido pelo reservatório de óleo elevado (17).
• Válvula moduladora (tomada de potência)
Referência: Consulte a seção Operação,
• Válvula do super redutor Verificações e Ajustes dos Sistemas, Implemento e
• Válvulas moduladoras (transmissão) Engate de Três Pontos, para obter informações
adicionais sobre o EOR.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Localização dos Componentes


Eletrônicos do Sistema de Tomada de
Potência
O sistema eletrônico para a tomada de potência
(TDP) consiste dos seguintes componentes:
• Interruptor (TDP)
• Interruptor (um toque)
• Conector de dados CAT
• Conector de dados CAN
• Módulo de controle eletrônico (ECM) do trator
• Visor da TMC (Central de Gerenciamento do
Trator)
• Válvula moduladora (tomada de potência)

Interruptor (TDP)
FIG. 172: Interruptor TDP
O interruptor (1) da TDP está situado no lado direito
da TMC, atrás da alavanca de controle do engate de
três pontos.
O interruptor sinaliza o ECM do trator que o operador
deseja ativar a TDP ou que o operador deseja
desativar a TDP.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Componentes
de Entrada do Sistema de Tomada de Potência, para
obter mais informações.

FIG. 172

Interruptor (Um Toque)


FIG. 173: Interruptor de Um Toque
O interruptor de um toque (2) está situado na TMC,
na frente da alavanca de controle da transmissão.
O interruptor sinaliza o ECM do trator que o operador
deseja executar várias operações com um único
comando.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Componentes
de Entrada do Sistema de Tomada de Potência, para
obter mais informações.

FIG. 173

122
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Conector de Dados CAT


FIG. 174: Conector para a Conexão de Dados CAT e
a Conexão de Dados CAN
O conector de dados CAT está situado no chicote
elétrico. O conector (3) para a conexão de dados CAT
está situado sob o assento do aprendiz. O conector
está voltado para a frente do trator.
O conector de dados CAT é um barramento de
comunicação serial que é utilizado para
comunicação com os seguintes componentes:
• ECM do Motor
• ECM do Trator
• ECM do Tradutor (se equipado) FIG. 174
• ECM do Engate (se equipado)
• ECM do Implemento (se Equipado)
• Módulo do visor para a TMC
• Aplicativo “Caterpillar electronic technician” (ET)
• Outros módulos de controle eletrônico opcionais
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Conector de
Dados do Sistema de Tomada de Potência, para
obter mais informações.

Conector de Dados CAN


FIG. 175: Conector para a Conexão de Dados CAT e
a Conexão de Dados CAN
O conector de dados CAN está situado no chicote
elétrico. O conector (4) para a conexão de dados
CAN está situado sob o assento do aprendiz. O
conector está voltado para a frente do trator.
O conector de dados CAN é um barramento de
comunicação serial que é utilizado para
comunicação com os seguintes componentes:
• ECM do Motor
• ECM do Trator
• ECM do Tradutor (se equipado) FIG. 175
• Módulo do visor para a TMC
• Grupo de instrumentos do painel
• Receptor de Auto-Guide (se equipado)
• Outros módulos de controle eletrônico opcionais
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Conector de
Dados do Sistema de Tomada de Potência, para
obter mais informações.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

ECM do Trator
FIG. 176: ECM do Trator
O ECM do trator (5) está situado no lado esquerdo do
trator, sob o painel do assoalho da cabine, na frente
do assento do aprendiz.
O ECM do trator controla os seguintes componentes:
• Válvulas de controle hidráulico (1) até (4)
• Transmissão
• Direção
• Freio de Estacionamento
• TDP
Referência: Consulte a seção Operação,
FIG. 176
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Módulo de
Controle Eletrônico do Sistema de Tomada de
Potência, para obter mais informações.

Visor da TMC (Central de Gerenciamento do


Trator)
FIG. 177: Visor da TMC (Central de Gerenciamento
do Trator)
O visor TMC (6) está situado na TMC, na frente das
alavancas de controle hidráulico.
O visor da TMC permite que o operador possa
visualizar o status da TDP.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Central de Gerenciamento do Trator
(TMC), para obter mais informações.

FIG. 177

Válvula Moduladora (Tomada de Potência)


FIG. 178: Válvula Moduladora (Tomada de Potência)
A válvula moduladora (7) da TDP está situada na
parte traseira do trator, na parte superior da carcaça
do diferencial.
A válvula moduladora controla o fluxo de óleo
hidráulico para a tomada de potência, a fim de
acoplar ou desacoplar a placa de embreagem.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Componentes
de Saída do Sistema de Tomada de Potência, para
obter mais informações.

FIG. 178

124
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Localização dos Componentes


Hidráulicos do Sistema de Tomada de
Potência
Coletor de Óleo Comum

FIG. 179
FIG. 179: Coletor de Óleo Comum Referência: Consulte a seção Operação,
O coletor de óleo comum (1) fornece óleo para todos Verificações e Ajustes dos Sistemas, Implemento e
os sistemas hidráulicos do trator. Engate de Três Pontos, para obter informações
sobre o EOR
O coletor comum (1) está situado nas partes
inferiores das seguintes carcaças: Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Coletor de
• Transmissão
Óleo Comum, nesta publicação, para obter mais
• Diferencial da direção informações.
• Redução final
O coletor de óleo comum (1) normalmente fornece
óleo apenas para os seguintes sistemas:
• Transmissão
• Direção
• Reservatório de óleo elevado (EOR)
• TDP
• Freio de Estacionamento
O reservatório de óleo elevado (2) fornece óleo
lubrificante para os seguintes conjuntos de
embreagens:
• Embreagens do super redutor
• Embreagens da tomada de potência

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Filtro de Sucção
FIG. 180: Filtro de Sucção
O filtro de sucção (3) do coletor de óleo comum está
situado diretamente atrás da bomba hidráulica dos
implementos.
O filtro de sucção filtra todo o óleo do coletor antes de
ser enviado para o lado de entrada da bomba de
carga seqüencial. O filtro de sucção filtrará partículas
que sejam maiores que 200 mícron.
Referência: Consulte Operação, Verificações e
Ajustes dos Sistemas, Coletor de Óleo Comum, para
obter informações adicionais.
FIG. 180

Bomba de Carga Seqüencial


FIG. 181: Bomba de Carga Seqüencial
A bomba de carga seqüencial (4) está situada no lado
esquerdo do trator, na frente da bomba da direção.
A bomba de carga seqüencial é uma bomba de
engrenagem de dois setores.
O setor grande da bomba de carga seqüencial
fornece óleo a todos os sistemas hidráulicos a
seguir:
• Transmissão
• TDP
• Direção
• Freio de Estacionamento FIG. 181
• Super redutor (se equipado)
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Sistema de
Direção e Freio, para obter informações adicionais
sobre o sistema hidráulico da direção.
NOTA: O setor pequeno da bomba de carga
seqüencial fornece óleo lubrificante para as
duas embreagens do super redutor e para a
embreagem TDP.
O setor pequeno da bomba de carga seqüencial
fornece óleo para todos os sistemas hidráulicos a
seguir, que não fazem parte do sistema hidráulico
da transmissão:
• Implemento
• Engate de três pontos
• Freio de Serviço
• Lubrificação do diferencial da direção
• EOR
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Engate
Hidráulico e de Três Pontos, para obter mais
informações sobre o setor pequeno da bomba de
carga seqüencial.

126
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Filtro de Óleo Hidráulico (Transmissão/


Direção)
FIG. 182: Filtro de Óleo Hidráulico (Transmissão/
Direção)
O filtro de óleo hidráulico (5) está situado no lado
esquerdo do trator, na frente do suporte dianteiro
esquerdo da cabine. O filtro de óleo hidráulico recebe
óleo do setor grande da bomba de carga seqüencial.
A seguir, o óleo filtrado flui para a válvula de alívio
(pressão de carga).
O filtro de óleo hidráulico remove os contaminantes
do óleo que é fornecido pelo setor grande da bomba
de carga seqüencial.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Filtro de Óleo FIG. 182
Hidráulico, nesta publicação, para obter mais
informações sobre o orifício de amostragem de óleo e
a válvula de passagem. Esses componentes estão
situados na base do filtro de óleo hidráulico.

Válvula de Alívio (Pressão de Carga)


FIG. 183: Válvula de Alívio (Pressão de Carga)
A válvula de alívio (6) (pressão de carga) está situada
no lado esquerdo do trator, nas proximidades da parte
superior das válvulas moduladoras (transmissão).
A válvula de alívio recebe o fluxo de óleo diretamente do
filtro de óleo hidráulico. A válvula de alívio regula a
pressão do óleo no sistema hidráulico da transmissão a
uma pressão nominal de 2100 ± 35 kPa (305 ± 5 psi).
Referência: Consulte a seção Operação, Verificações e
Ajustes dos Sistemas, Válvula de Alívio (Pressão de
Carga), nesta publicação, para obter mais informações
sobre a válvula de alívio (pressão de carga) e a válvula
de passagem do radiador de óleo. FIG. 183

Válvula Moduladora (Tomada de Potência)


FIG. 184: Válvula Moduladora (Tomada de Potência)
A válvula moduladora (7) está situada na parte
traseira do trator e na parte superior da tampa da
TDP.
A válvula moduladora controla o óleo fornecido para a
embreagem TDP.
A válvula modulador proporciona as seguintes
funções de controle:
• Controle proporcional do fluxo de óleo
• Compensação da pressão
• Controle de modulação
• Controle de alívio de pressão FIG. 184
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Válvula
Moduladora (Tomada de Potência), para obter mais
informações.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Embreagem de Tomada de Potência


FIG. 185: Embreagem de Tomada de Potência
A embreagem de tomada de potência (8) está situada
na caixa do diferencial (9), na parte traseira do trator.
A embreagem de tomada de potência transfere o
fluxo de potência rotacional da árvore de entrada da
transmissão para o eixo da tomada de potência. A
embreagem TDP é controlada pela válvula
moduladora (tomada de potência).
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Embreagem de
Tomada de Potência, para obter informações mais
detalhadas.
FIG. 185

Orifício de Teste
FIG. 186: Orifício de Teste
O orifício de teste (10) está situado na parte superior
da válvula moduladora, como mostrado.
O orifício de teste serve como um meio para verificar
a pressão do óleo que está sendo fornecido à
embreagem TDP.

FIG. 186

Características do Sistema de Tomada de


Potência
Um Toque
FIG. 187: Interruptor de um toque
Posição de TRABALHO posição de
MUDANÇA DESCENDENTE

Posição de ELEVAÇÃO ou posição de


MUDANÇA ASCENDENTE

A função de um toque permite realizar várias


operações com um único comando.
A função de um toque possui dois modos de
operação:
• Modo de mudança
• Modo de um toque FIG. 187
Modo de Mudança
O modo de mudança permite a mudança automática
da transmissão pelo número programado de
marchas, apenas em marcha à frente.
O modo de mudança será desativado quando o modo
um toque estiver ativo.

128
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

As seguintes funções podem ser executadas no • Controle hidráulico (posição retraída) (não pode
modo de mudança: ser ajustada para contínua).
Mudança ascendente – Pressionar o interruptor para • Controle hidráulico (flutuação)
a posição para trás por menos que 3 segundos, fará • Tomada de potência (controle liga/desliga)
com que a transmissão mude para uma marcha
• Gerenciamento de potência (controle
ascendente pelo número de marchas definido na
liga/desliga)
Configuração de Mudança Ascendente. A
Configuração de Mudança Ascendente é definida no • Acúmulo da área no monitor de desempenho
visor da TMC. A Configuração de Mudança (controle liga/desliga)
Ascendente pode ser definida de 0 a 4 marchas. • Ativação do Auto-Guide
Mudança descendente – Pressionar o interruptor para
a posição para frente por menos que 3 segundos, fará
com que a transmissão mude para uma marcha
descendente pelo número de marchas definido na
Configuração de Mudança Descendente. A
Configuração de Mudança Descendente é definida no
visor da TMC. A Configuração de Mudança
Descendente pode ser definida de 0 a 4 marchas.
Modo Um Toque
O modo de um toque registra uma seqüência de
operações para fim da linha de plantio (seqüência de
elevação) ou começo da linha de plantio (seqüência
de trabalho), apenas em marcha à frente.
No final da primeira passada pelo campo, o operador
ativa o modo de registro pressionando a posição de
elevação do interruptor de um toque por mais que 3
segundos. O modo de um toque memoriza as
operações que foram executadas pelo operador. O
modo de um toque também memoriza o tempo de
cada operação. Para parar a gravação, pressione
novamente a posição de elevação do interruptor ou
deixe-o desligar automaticamente ao término do
tempo de espera de 120 segundos.
No começo da segunda passada pelo campo, o
operador ativa o modo de gravação pressionando a
posição de trabalho do interruptor de um toque por
mais que 3 segundos. O modo de um toque
memoriza as operações que foram executadas pelo
operador. O modo de um toque também memoriza o
tempo de cada operação. Para parar a gravação,
pressione novamente a posição de trabalho do
interruptor ou deixe-o desligar automaticamente ao
término do tempo de espera de 120 segundos.
A seqüência de operações gravada pode ser, então,
executada pressionando-se o interruptor de um toque
(posição de elevação ou posição de trabalho).
As seguintes funções podem ser gravadas e
executadas no modo de um toque:
• Transmissão (mudança ascendente).
• Transmissão (mudança descendente).
• Velocidade do motor (RPM).
• Engate de três pontos (elevar).
• Engate de três pontos (abaixar).
• Controle hidráulico (posição estendida) (não pode
ser ajustada para contínua).

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

As seguintes seqüências podem ser executadas


utilizando-se o interruptor de um toque no modo
de um toque:
Gravar a seqüência de trabalho – Pressionar o
interruptor na posição para frente por mais que 3
segundos ativará a gravação da seqüência de
trabalho.
Executar a seqüência de trabalho – Pressionar o
interruptor na posição para frente por menos que 3
segundos executará a seqüência de trabalho
gravada.
Gravar a seqüência de elevação – Pressionar o
interruptor na posição para trás por mais que 3
segundos ativará a gravação da seqüência de
elevação.
Executar a seqüência de elevação – Pressionar o
interruptor na posição para trás por menos que 3
segundos executará a seqüência de elevação
gravada.

Componentes de Entrada do Sistema de


Tomada de Potência
Interruptor (Tomada de Potência) (TDP)
FIG. 188: Interruptor (TDP)
O interruptor TDP sinaliza o ECM do trator que o
motorista deseja acoplar a tomada de potência ou
que o operador deseja desacoplar a tomada de
potência.
Trata-se de um interruptor de pressão com três
posições. A posição do interruptor abaixado e
levantado são posições momentâneas. O interruptor
retornará para a posição intermediária.
Quando o interruptor está na posição intermediária,
os contatos 2 e 1 são conectados ao circuito de
aterramento através do contato comum. Os contatos
normalmente abertos são conectados à tensão de
bateria através do ECM. FIG. 188
Quando o interruptor está na posição ABAIXADO, os
contatos 2 e 4 são conectados ao circuito de
aterramento através do contato comum. Os outros
contatos são conectados à tensão de bateria através
do ECM.
Quando o interruptor está na posição LEVANTADO,
os contatos 2 e 3 são conectados ao circuito de
aterramento através do contato comum. Os outros
contatos são conectados à tensão de bateria através
do ECM.
Se os sinais de entrada do interruptor estiverem
incorretos, o ECM desativará a TDP. Um código de
falha também será ativado pelo ECM.

130
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Interruptor (Um Toque)


FIG. 189: Interruptor (um toque)
O interruptor de um toque sinaliza o ECM do trator
que o operador deseja executar várias operações
com um único comando, ou o modo de mudança.
Trata-se de um interruptor basculante de três
posições. A posição para frente e a posição para trás
são posições momentâneas. O interruptor possui dois
conjuntos de contatos normalmente abertos e um
conjunto de contatos normalmente fechados.
Ao atuar o interruptor, o contato normalmente
fechado é conectado ao circuito de aterramento
através do contato comum. Os contatos normalmente
abertos são conectados à tensão de bateria através FIG. 189
do ECM.
Ao pressionar o interruptor para frente, os terminais 2
e 4, e os terminais 7 e 8 são conectados ao circuito
de aterramento através do contato comum. O outro
terminal é conectado à tensão de bateria através do
ECM.
Ao pressionar o interruptor para trás, os terminais 2 e
1, e os terminais 7 e 5 são conectados ao circuito de
aterramento através do contato comum. O outro
terminal é conectado à tensão de bateria através do
ECM.
Se os sinais de entrada do interruptor estiverem
incorretos, o ECM desativará a função de um toque.
Um código de falha também será ativado pelo ECM.
Configurações dos Controles do Sistema
de Tomada de Potência
O visor TMC permite ao operador ativar a função de
desligamento automático na tela da TDP.
A tomada de potência (TDP) pode ser programada
para desligar automaticamente na elevação do
engate de três pontos.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Central de Gerenciamento do Trator
(TMC), para obter mais informações.
Módulo de Controle Eletrônico do
Sistema de Tomada de Potência
ECM do Trator para o Sistema TDP
FIG. 190: ECM do Trator
O módulo de controle eletrônico (ECM) do trator
controla vários sistemas do trator. Para o sistema TDP,
o ECM do trator controla a válvula moduladora da TDP.
A válvula controla o acoplamento da embreagem TDP e
o desacoplamento da embreagem TDP.
Os seguintes componentes são entradas ao ECM
do trator para o sistema TDP:
• Interruptor (TDP)
• Interruptor (um toque)
Os seguintes componentes são saídas do ECM do
trator para o sistema TDP:
• Válvula moduladora (TDP) FIG. 190

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

O conector de dados CAT e o conector de dados


CAN são utilizados para a comunicação entre outros
módulos de controle eletrônico e o aplicativo
Caterpillar ET.
Consulte o quadro para obter uma descrição dos
contatos do conector J1 do ECM do trator.
Consulte o quadro para obter uma descrição dos
contatos do conector J2 do ECM do trator.
Descrição dos Contatos do ECM do Trator para o
Sistema de TDP (Conector J1)*
No. do Função Tipo
Contato
6 Conector de Dados CAN - Entrada/
Saída
7 Conector de Dados CAN - Entrada/
Saída
8 Conector de Dados CAT + Entrada/
Saída
9 Retorno do sensor (10 V) Massa
12 Retorno do sensor Massa
18 Conector de Dados CAN + Entrada/
Saída
28 Interruptor (TDP) (“Neutro”) Entrada
29 Interruptor (TDP) Entrada
(“Desacoplar”)
36 Interruptor (um toque) (No. Entrada
1)
37 Interruptor (um toque) (No. Entrada
2)
38 Interruptor (um toque) (No. Entrada
3)
39 Interruptor (TDP) (“Acoplar”) Entrada
* J1 é um conector de 70 pinos. Os contatos não relacionados não
são utilizados ou podem ser utilizados em outros sistemas.

Descrição dos Contatos do ECM do Trator para o


Sistema de TDP (Conector J1)*
No. do Função Tipo
Contato
1 Bateria + Alimentação
2 Massa Massa
13 Retorno do solenóide Massa
62 Válvula solenóide (TDP) Saída de
Comando
* J2 é um conector de 70 pinos. Os contatos não relacionados não
são utilizados ou podem ser utilizados em outros sistemas.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Componentes de Saída do Sistema de


Tomada de Potência
Solenóides
Válvula Moduladora (Tomada de Potência)
FIG. 191: Válvula Moduladora (Tomada de Potência)
O ECM do trator ativa a válvula moduladora da TDP.
A válvula moduladora é uma válvula proporcional. A
válvula controla o acoplamento da placa de
embreagem da TDP. A válvula também controla o
desacoplamento da placa de embreagem da TDP.
A válvula recebe uma corrente proporcional do ECM.
Uma válvula proporcional é utilizada a fim de
controlar a velocidade de acoplamento da
embreagem TDP.
O ECM monitora a válvula solenóide para detecção
de falhas. Se uma falha for detectada, o ECM
registrará um código de falha na memória e FIG. 191
desativará a TDP.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Conector de Dados do Sistema de


Tomada de Potência
FIG. 192: Diagrama em Blocos das Conexões dos
Conectores de Dados
(1) Conector de dados CAT.
(2) Conector de dados CAN.
(3) ECM do Motor.
(4) ECM do Trator.
(5) ECM do Tradutor.
(6) ECM do Engate.
(7) ECM do Implemento.
(8) Visor da TMC (Central de Gerenciamento do
Trator).
(9) Grupo de Instrumentos do Painel.
(10) Para outros ECMs e Conector de Manutenção.
O conector de dados CAT é um barramento de
comunicação serial que é utilizado para comunicação
com os seguintes componentes:
• ECM do Motor.
• ECM do Trator.
• ECM do Tradutor (se equipado).
• ECM do Engate (se equipado).
• ECM do Implemento (se Equipado).
• Módulo do visor para a TMC.
• Aplicativo Caterpillar Electronic Technician (ET).
• Outros módulos de controle eletrônico opcionais.
O conector de dados CAN é um barramento de
comunicação serial que é utilizado para comunicação
com os seguintes componentes:
• ECM do Motor.
• ECM do Trator.
• ECM do Tradutor (se equipado).
• Módulo do visor para a TMC.
• Grupo de instrumentos do painel.
• Receptor de Auto-Guide (se equipado). FIG. 192
• Outros módulos de controle eletrônico opcionais.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Diagrama Elétrico do Sistema de Tomada


de Potência

FIG. 193
FIG. 193: Diagrama elétrico do sistema de TDP
(1) ECM do trator.
(2) Interruptor (um toque).
(3) Interruptor (tomada de potência).
(4) Válvula moduladora (tomada de potência).

Válvula Moduladora (Tomada de


Potência)
FIG. 194: Válvula Moduladora (Tomada de Potência)
A válvula moduladora (1) está situada na parte
traseira do trator e na parte superior da tampa da
TDP.
A válvula moduladora fornece óleo para a
embreagem TDP.
A válvula modulador proporciona as seguintes
funções de controle:
• Controle proporcional do fluxo de óleo.
• Compensação da pressão.
• Controle de modulação.
• Controle de alívio de pressão. FIG. 194

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

FIG. 195
FIG. 195: Diagrama da Válvula Moduladora (Tomada
de Potência)
(1) Válvula moduladora (tomada de potência).
(2) Orifício de teste.
(3) Embreagem TDP.
(4) Mola.
(5) Orifício do carretel.
(6) Linha ao coletor de óleo comum.
(7) Carga de pressão do óleo.
(8) Solenóide.
A válvula moduladora (1) é controlada pelo módulo de
controle eletrônico (ECM) do trator. A válvula
moduladora é utilizada pelo ECM do trator para
modular diretamente a pressão do óleo enviado para
a embreagem TDP (3).
Quando a válvula moduladora é energizada, o ECM
do trator envia uma corrente modulada por duração
de pulso ao solenóide (8).
NOTA: Ao contrário da válvula moduladora
(transmissão, o ciclo de modulação da válvula
moduladora (tomada de potência) é
programado no ECM do trator. Essa
programação não pode ser calibrada ou
ajustada.
A distância percorrida pelo êmbolo mergulhador do
solenóide é proporcional à corrente elétrica que é
enviada ao solenóide. A posição do êmbolo
mergulhador do solenóide controla a pressão do óleo
que é enviado para a embreagem TDP.
Quando o ECM do trator envia a corrente máxima
programada para a válvula moduladora, a pressão do
óleo na embreagem TDP estará na pressão máxima
desejada. Quando nenhuma corrente é enviada para
a válvula moduladora, a pressão do óleo na
embreagem TDP será zero.

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OPERAÇÃO

Orifícios da Válvula
FIG. 196: Vista Inferior da Válvula Moduladora
(Tomada de Potência)
(3) Para a embreagem TDP
(6) Para o coletor de óleo comum
(7) Óleo de pressão de carga
A vista inferior mostra a parte do fluxo de entrada e
de saída do óleo hidráulico.

FIG. 196

Funcionamento da Válvula
Uma válvula solenóide proporcional tem três
estágios básicos de operação controlada:
• Sem corrente de sinal.
• Menos que a corrente máxima de sinal.
• Corrente máxima de sinal.
A operação da válvula moduladora não é um ciclo
simples ligado/desligado. O ECM do trator varia a
intensidade da corrente de sinal através do ciclo
programado, a fim de controlar o movimento do
carretel da válvula.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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OPERAÇÃO

Sem Corrente de Sinal

FIG. 197
FIG. 197: Válvula Moduladora (Tomada de Potência) O carretel da válvula abre a passagem entre a
(1) Válvula moduladora (tomada de potência) embreagem TDP (3) e o coletor de óleo comum (6).
(2) Orifício de teste O carretel da válvula bloqueia a passagem entre a
embreagem TDP e a carga de óleo sob pressão.
(3) Para a embreagem TDP
Conseqüentemente, o fluxo de óleo pressurizado é
(4) Mola bloqueado para a embreagem TDP.
(5) Orifício do carretel A carga de óleo sob pressão (7) flui da bomba de
(6) Para o coletor de óleo comum carga seqüencial para dentro do corpo da válvula e
(7) Carga de pressão do óleo ao redor do carretel da válvula (9).
(8) Solenóide O fluxo de óleo passa pela passagem perfurada no
carretel da válvula e entra no orifício do carretel (5).
(9) Carretel da Válvula O orifício do Carretel se encontra no lado esquerdo
(10) Orifício de Drenagem do carretel da válvula. A seguir, o óleo passa
(11) Pino através do orifício de drenagem (10).
(12) Esfera Como nenhuma força é exercida sobre o pino (11),
(13) Pressão de Carga para reter a esfera (12) contra o orifício de
drenagem, o óleo flui através do carretel da válvula.
(14) Coletor de Óleo O óleo passa através do orifício de drenagem, ao
O ECM do trator controle a taxa de fluxo de óleo redor da esfera e para o coletor de óleo comum (6).
através da válvula moduladora (1) ao alterar a O óleo da embreagem TDP será drenado para
intensidade da corrente de sinal para o solenóide (8). dentro do coletor de óleo comum. Em
Quando a corrente de sinal não está sendo enviada conseqüência, a embreagem TDP não é acoplada.
ao solenóide, o mesmo será desenergizado.

Fluxo de Óleo sem Corrente de Sinal


A mola (4) move o carretel da válvula para o lado
esquerdo no corpo da válvula.

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OPERAÇÃO

Menos que a Corrente Máxima de Sinal

FIG. 198
FIG. 198: Válvula Moduladora (Tomada de Potência)
(1) Válvula moduladora (tomada de potência)
(2) Orifício de teste
(3) Para a embreagem TDP
(4) Mola
(5) Orifício do carretel
(6) Para o coletor de óleo comum
(7) Carga de pressão do óleo
(8) Solenóide
(9) Carretel da Válvula
(10) Orifício de Drenagem
(11) Pino
(12) Esfera
(13) Pressão de Carga
(14) Coletor de Óleo
(15) 1a. Redução da Pressão de Carga
O ECM do trator controla a corrente de sinal, a fim de
modular o fluxo de óleo através da válvula
moduladora. Quando o solenóide (8) recebe menos
que a corrente máxima de sinal programada, o fluxo
de óleo é modulado.
Fluxo de Óleo em uma Válvula com Menos que a
Corrente Máxima de Sinal

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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OPERAÇÃO

O acoplamento da embreagem TDP (3) começa


quando o ECM do trator envia inicialmente a corrente
de sinal a fim de energizar o solenóide.
A corrente de sinal gera um campo magnético ao
redor do pino (11), fazendo com que o pino se mova
para a direita contra a esfera (12).
A força exercida contra a esfera será proporcional à
intensidade da corrente de sinal enviada pelo ECM do
trator.
A posição da esfera contra o orifício de drenagem
(10) restringe o fluxo de óleo para o coletor de óleo
comum (6). Essa restrição parcial faz com que a
pressão na extremidade direita do carretel da válvula
(9) aumente.
A pressão do óleo move o carretel da válvula para a
direita contra a mola (4). O carretel da válvula começa
a se movimentar para abrir uma passagem na
extremidade direita do carretel da válvula. Em
conseqüência, o óleo sob pressão de carga (7)
começará a abastecer a embreagem TDP.
O óleo também começa a abastecer a câmara da
mola na extremidade direita do carretel da válvula.
No estágio inicial do abastecimento de óleo da
embreagem TDP, o ECM do trator envia um pulso
alto de corrente, a fim de mover rapidamente o
carretel da válvula.
Durante esse período curto de tempo, o êmbolo da
embreagem se moverá, a fim de remover as folgas
existentes entre os discos e as placas de
embreagem. Esta ação minimizará o tempo
necessário para abastecer a engrenagem.
A seguir, o ECM do trator reduzirá a corrente de sinal,
o que reduzirá também o ajuste de pressão da válvula
moduladora. A alteração na corrente de sinal reduz o
fluxo de óleo para a embreagem TDP.
Quando os platôs e os discos começam a encostar um
no outro, esta ação é chamada de ponto de toque. Uma
vez que um ponto de toque seja obtido, o ECM do trator
dá início a um aumento controlado da corrente de sinal,
a fim de iniciar o ciclo de modulação.
O aumento na corrente de sinal faz com que a esfera
e o pino restrinjam ainda a passagem de óleo através
do orifício de drenagem para o coletor de óleo
comum. Esta ação causa um movimento controlado
do carretel da bomba para a direita.
O movimento do carretel permite o aumento da
pressão para e embreagem TDP.
A válvula moduladora utiliza a corrente de sinal
variável do ECM do trator para variar a saída de
pressão da válvula.
A seqüência de acoplamento parcial é chamada de
patinação desejada. As embreagens precisam ter
uma quantidade específica de patinação, a fim de
proporcionar um acoplamento suave. A patinação
desejada é controlada pelo aplicativo que está
armazenado no ECM do trator.

140
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OPERAÇÃO

Corrente Máxima de Sinal Programada

FIG. 199
FIG. 199: Válvula Moduladora (Tomada de Potência) A força exercida sobre a esfera restringe o volume
(1) Válvula moduladora (tomada de potência) de óleo que pode passar através do orifício de
drenagem (10). Essa restrição causa um aumento
(2) Orifício de teste
na pressão do lado esquerdo do carretel da válvula
(3) Para a embreagem TDP (9).
(4) Mola O carretel da válvula move-se para a direita, a fim
(5) Orifício do carretel de permitir que o óleo de carga envolva totalmente
(6) Para o coletor de óleo comum a embreagem TDP.
(7) Carga de pressão do óleo Em um curto espaço de tempo, a pressão máxima é
detectada nas duas extremidades do carretel da
(8) Solenóide válvula. Essa pressão e a força adicional exercida
(9) Carretel da Válvula pela mola (4) fazem o carretel da válvula se mover
(10) Orifício de Drenagem para a esquerda até que as forças exercidas nas
(11) Pino extremidades direita e esquerda do carretel da
válvula sejam equilibradas.
(12) Esfera
O movimento do carretel da válvula para a posição
(13) Pressão de Carga esquerda equilibrada reduz o fluxo de óleo para a
(14) Coletor de Óleo embreagem TDP acoplada. O ECM do trator envia
Quando o ciclo de modulação for interrompido, o uma corrente máxima de sinal constante
ECM do trator enviará a corrente máxima de sinal especificada para o solenóide (8), a fim de manter a
especificada, a fim de acoplar completamente a pressão desejada da embreagem.
embreagem TDP (3).
Fluxo de Óleo em uma Válvula com Corrente
Máxima de Sinal Programada
A corrente constante de sinal empurra o pino (11)
firmemente contra a esfera (12) na válvula
moduladora (1).

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Orifício de Teste
FIG. 200: Orifício de Teste
O orifício de teste (2) está situado na parte superior
da válvula moduladora, como mostrado.
O orifício de teste serve como um meio para verificar
a pressão do óleo que está sendo fornecido à
embreagem TDP.

FIG. 200

142
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OPERAÇÃO

Diagrama do Sistema Hidráulico (Tomada


de Potência)

FIG. 201
FIG. 201: Os seguintes componentes são mostrados
no diagrama hidráulico para o Sistema de TDP:
(1) Embreagem TDP.
(2) Orifício de teste da válvula moduladora (tomada
de potência).
(3) Válvula moduladora (tomada de potência).
(4) Válvula de alívio (pressão de carga).

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

(5) Válvula de passagem do radiador de óleo.


(6) Válvula de alívio (óleo lubrificante).
(7) Radiador de óleo hidráulico.
(8) Linha do reservatório de óleo elevado (óleo
lubrificante).
(9) Filtro de óleo hidráulico.
(10) Linha para o radiador de óleo hidráulico para o
sistema do implemento.
(11) Coletor de óleo comum.
(12) Bomba de carga seqüencial (tandem).
(13) Linhas para a bomba da direção.
(14) Filtro de sucção.
Embreagem do Sistema de Tomada de
Potência (TDP)
FIG. 202: Embreagem de Tomada de Potência
A embreagem de tomada de potência (1) está situada
na caixa do diferencial (2), na parte traseira do trator.
A embreagem de tomada de potência transfere o
fluxo de potência rotacional da árvore de entrada da
transmissão para o eixo da TDP. A embreagem TDP
é controlada pela válvula moduladora (tomada de
potência).
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Válvula
Moduladora (Tomada de Potência), para obter
informações adicionais.
FIG. 202
O óleo hidráulico para a embreagem TDP é modulado
pela válvula moduladora (tomada de potência). Essa
modulação ajuda a proporcionar um acoplamento
suave da embreagem. Além disso, a modulação do
fluxo de óleo ajuda a proteger todo o conjunto da
tomada de potência contra dano. A modulação da
válvula moduladora (tomada de potência) é
programada de forma permanente no módulo de
controle eletrônico (ECM) do trator.

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OPERAÇÃO

Fluxo de Óleo e Fluxo de Potência Rotacional

FIG. 203
FIG. 203: É mostrado o Grupo da Tomada de (14) Cilindro.
Potência com a embreagem TDP desacoplada. (15) Embreagem.
(3) Acoplador. (16) Discos de fricção.
(4) Conjunto do eixo. (17) Mola.
(5) Válvula moduladora (tomada de potência). (18) Passagem de óleo.
(6) Câmara. (20) Engrenagem.
(7) Êmbolo. (24) Engrenagem.
(8) Câmara.
(9) Câmara.
(10) Tubo.
(11) Câmara.
(12) Câmara.
(13) Êmbolo.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Funcionamento do Freio de TDP


FIG. 204: Vista da Área do Freio
(19) Placa do freio.
(20) Engrenagem.
(21) Disco de fricção.
(22) Mola.
(23) Placa.
(24) Engrenagem.

Acoplado
A placa do freio (19) é acoplada às estrias da placa
(23). A placa (19) é parafusada na carcaça. Portanto,
a placa (23) e a placa do freio (19) nunca giram.
As três molas (22) empurrarão a placa (23) contra a
placa do freio (19). A placa do freio fará pressão
contra o disco de fricção (21). Portanto, o disco de
fricção irá parar de girar.
O disco de fricção é acoplado às estrias da
engrenagem (20). Portanto, quando o disco de fricção
pára de girar, a engrenagem (20) também pára de
girar. Como a engrenagem (20) está acoplada na
engrenagem (24), e a engrenagem (24) é
permanentemente acoplada às estrias do eixo da FIG. 204
TDP, o eixo da TDP interromperá o movimento
rotacional.

Desacoplado
Quando a válvula moduladora (5) é energizada, o
óleo fluirá para a câmara (6) atrás do êmbolo (7). A
pressão do óleo superará a força exercida pelas três
molas (22). A pressão entre a placa do freio e o disco
de fricção será liberada. Em conseqüência, o freio
será desacoplado e o eixo da TDP poderá girar.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Funcionamento da Embreagem TDP


FIG. 205: Vista da Área da Embreagem (A)
(12) Câmara.
(13) Êmbolo.
(14) Cilindro.
(15) Discos de embreagem.
(16) Discos de fricção.
(17) Mola.
(18) Passagem de óleo.

Acoplado
O conjunto do eixo (4) é acionado pela árvore de
entrada da transmissão. O acoplador (3) conecta os
dois eixos. O conjunto do eixo gira continuamente
quando o motor está em funcionamento. O cilindro
(14) gira continuamente quando o motor está em
funcionamento.
Quando a válvula moduladora (5) é energizada, o
óleo flui através da passagem de óleo (18) existente
no conjunto do eixo (4). O óleo abastece a câmara
(12) atrás do êmbolo (13).
À medida que a pressão se acumula na frente do
êmbolo, o êmbolo começará a mover-se em direção
às placas de embreagem (15) e aos discos de fricção. FIG. 205
As placas de embreagem possuem dentes que
acoplam o cilindro (14). O cilindro gira continuamente
quando o motor está em funcionamento. Em
conseqüência, as placas de embreagem sempre
giram junto com o cilindro.
O êmbolo superará a pressão exercida pela mola
(17). Conseqüentemente, o êmbolo comprimirá
totalmente as placas de embreagem contra os discos
de fricção. Quando estiverem comprimidos contra as
placas de embreagem, os discos de fricção irão girar.
Os discos de fricção possuem dentes que acoplam a
engrenagem (20). Em conseqüência, a engrenagem
(20) irá girar.
A engrenagem (20) é acoplada na engrenagem (24).
Como a engrenagem (24) é permanentemente
acoplada às estrias do eixo da TDP, o eixo da TDP irá
girar.

Desacoplado
A válvula moduladora será desenergizada e o óleo de
carga na passagem de óleo (18) poderá fluir
livremente para o coletor de óleo comum.
A mola (17) empurrará o êmbolo (13) afastando-o dos
discos de fricção e das placas de embreagem. O freio
da TDP será acoplado.
Neste ponto, a embreagem TDP será completamente
desacoplada.

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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
OPERAÇÃO

Fluxo de Óleo Lubrificante


Quando o motor está em funcionamento, o óleo
lubrificante flui continuamente. O óleo é fornecido
pelo reservatório de óleo elevado (EOR).
O óleo lubrificante flui através do conjunto do eixo (4)
e para dentro da câmara (11). Em conseqüência, a
embreagem TDP é banhada em óleo.
A seguir, o óleo lubrificante também pode fluir através
do tubo (10) e para dentro das câmaras (9) e (8).
Conseqüentemente, a engrenagem (24), o eixo da
TDP e os rolamentos são lubrificados. O óleo
lubrificante na câmara (8) pode, então, transbordar e
fluir para o coletor de óleo comum.

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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

VERIFICAÇÕES E AJUSTES
INFORMAÇÕES SOBRE VERIFICAÇÕES E
AJUSTES
Preparação do trator

ADVERTÊNCIA:
O movimento repentino da máquina ou a liberação
de óleo sob pressão podem causar ferimentos às
pessoas que estejam na máquina ou nas
proximidades da mesma.
Para evitar possível ferimento, execute o
procedimento a seguir antes de testar e ajustar o
sistema hidráulico.
1. Mova o trator para uma área horizontal e plana.
2. Abaixe todos os implementos para o chão, bem
como o engate de três pontos.
3. Certifique-se de que a alavanca de controle da
transmissão esteja na posição PARK
(estacionamento).
4. Aqueça o óleo na temperatura mínima de 60
graus C (140 graus F), se necessário. Consulte a
seção Aquecimento do Óleo Hidráulico, quanto ao
procedimento utilizado para aquecer o óleo
hidráulico.
5. Mova todas as válvulas de controle hidráulico
através da posição FLOAT (flutuação) a fim de
aliviar a pressão hidráulica.
6. Pare o motor e remova a chave.
7. Remova as proteções apropriadas.
Referência: Consulte o Manual de Operações e
Manutenção, Proteções - Remoção e Instalação,
para obter mais informações.
Procedimento
Ao definir um problema em qualquer dos sistemas
hidráulicos, execute o seguinte procedimento:
Execute as verificações visuais indicadas em
Verificações e Ajustes, Inspeção Visual. Se, após a
conclusão da inspeção visual, o problema não for
identificado, execute os testes do sistema mecânico.
Se, após concluir os testes do sistema mecânico, o
problema não for identificado, execute os testes do
sistema elétrico.
Para obter mais ajuda na resolução de um problema,
consulte o Manual de Resolução de Problemas,
Sistemas Elétrico e Hidráulico. O manual de
resolução de problemas relaciona as causas
prováveis de um problema conhecido.
Como um problema pode ter mais que uma causa, a
seção de resolução de problemas poderá sugerir
inspeções ou testes de instrumentos específicos.
Essas inspeções e testes ajudarão a identificar a
causa mais provável.

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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

Equipamento de teste
Os procedimentos de teste hidráulico podem ser
executados utilizando-se um dos seguintes
equipamentos de teste:
• Grupo de ferramentas de visualização de dados
• Medidores de pressão apropriados
Aquecimento do óleo hidráulico
FIGS. 206-207: Instalação do Conjunto da Mangueira
Se necessário, instale o Conjunto da Mangueira
FT2220 no engate rápido (+) e no engate rápido (-) de
qualquer válvula de controle hidráulico. Coloque a
alavanca de controle hidráulico na posição EXTEND
DETENT (Retenção estendida). Ajuste a válvula de
agulha de conformidade, a fim de aquecer o óleo
hidráulico.
NOTA: Ajuste o Detent Time (Tempo de retenção) na
Central de Gerenciamento do Trator (TMC)
para que seja um fluxo 100% contínuo.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Funcionamento da Válvula de Controle FIG. 206
Hidráulico, para obter mais informações.
NOTA: Durante o diagnóstico em qualquer dos
sistemas hidráulicos, lembre-se de que, para
o funcionamento correto, a circulação e a
pressão do óleo devem estar corretas. A
pressão do óleo é causada pela resistência ao
fluxo de óleo. A temperatura do óleo deve ser,
no mínimo, 60 graus C (140 graus F). A
temperatura do óleo hidráulico pode ser
visualizada na tela Information (informações)
da Central de Gerenciamento do Trator
(TMC).
Referência: Consulte a seção Operação dos FIG. 207
Sistemas/Verificações e Ajustes, Central de
Gerenciamento do Trator (TMC), para obter mais
informações.

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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

Procedimento de Resolução de
Problemas
Execute os seis passos a seguir para começar a Reduza a Lista de Causas Prováveis
resolução de problemas no trator: Liste as causas prováveis em ordem de
• Conheça o trator. probabilidade. Identifique as causas prováveis de
• Entenda o sintoma. fácil verificação. Quando possível, elimine as
causas prováveis de fácil verificação.
• Verifique o sintoma.
Verifique o Sistema
• Determine as causas prováveis.
Execute testes operacionais para verificar a causa
• Reduza a lista de causas prováveis.
do sintoma. Após identificar a causa, repare o
• Verifique o sistema. componente suspeito. A seguir, teste novamente o
Execute os passos anteriores a fim de diagnosticar sistema.
este trator.
Conheça o Trator
Entenda o funcionamento do trator. Saiba se o
sintoma é característico da operação normal ou se o
sintoma é uma indicação de falha do componente.
Leia as informações de operação dos sistemas a fim
de entender os sistemas do trator. É necessário
entender a interação dos sistemas no trator.
Entenda o Sintoma
Pergunte ao operador sobre o problema.
• Pergunte sobre o desempenho do trator antes do
sintoma.
• Determine o momento da primeira ocorrência dos
sintomas.
• Determine as condições de operação no
momento do sintoma.
• Pergunte ao operador sobre a seqüência de
eventos antes do sintoma. Determine a ordem
das ocorrências.
• Pergunte ao operador sobre os passos que foram
executados para diagnosticar o trator.
• Solicite o histórico de reparos do trator.
• Pergunte sobre a manutenção preventiva do
trator. Muitas falhas se devem à manutenção
deficiente.
Inspecione o trator. Procure por problemas. Observe
quanto a odores incomuns no ar. Ouça quanto a
ruídos incomuns.
Verifique o Sintoma
Opere o trator. Quando possível, repita as condições
que causaram o sintoma. Verifique os medidores no
interior da cabine. Observe quanto a odores incomuns
no ar. Ouça quanto a ruídos incomuns.
Determine as Causas Prováveis
Após reunir todas as informações, crie uma lista de
causas prováveis. Determine o subsistema que está
causando o problema. Use a lista de causas
prováveis em Resolução de Problemas, Sistemas
Elétrico e Hidráulico, como um guia.

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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

INSPEÇÃO VISUAL 3. Remova os elementos filtrantes. Verifique por


partículas que sejam removidas do óleo pelo
elemento filtrante. Use um imã para separar
ADVERTÊNCIA: partículas metálicas de partículas não-
metálicas. Partículas da cor do bronze fornecem
Não use as mãos para verificar por vazamentos. uma indicação de falha da embreagem.
Vazamentos muito pequenos podem resultar em Partículas da cor do latão ou partículas de aço
fluxo de óleo em alta velocidade que não será brilhantes fornecem uma indicação de falha da
visível nas proximidades da mangueira. Esse óleo bomba. Partículas de borracha fornecem uma
pode penetrar na pele e causar ferimento. Use indicação de falha do vedador ou da mangueira.
papelão ou papel para localizar vazamentos muito
pequenos. 4. Inspecione todas as linhas de óleo e conexões
quanto a danos ou vazamentos.
5. Inspecione as conexões de controle quanto a
ADVERTÊNCIA: componentes quebrados ou danificados.
O movimento repentino da máquina ou a liberação
de óleo sob pressão pode causar ferimentos
sérios às pessoas que estejam na máquina ou nas
proximidades da mesma.
Para evitar possível ferimento, execute o
procedimento a seguir antes de testar e ajustar o
sistema hidráulico.
Execute o procedimento a seguir a fim de realizar
uma inspeção visual.
1. Mova o trator para uma área horizontal e plana.
2. Abaixe todos os implementos para o chão, bem
como o engate de três pontos.
3. Certifique-se de que a alavanca de controle da
transmissão esteja na posição PARK
(estacionamento).
4. Aqueça o óleo na temperatura mínima de 60
graus C (140 graus F), se necessário.
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Testes dos Sistemas, Informações
Gerais sobre Verificações e Ajustes, para obter
mais informações sobre o aquecimento do óleo
hidráulico.
5. Mova todas as válvulas de controle hidráulico
através da posição FLOAT (flutuação) a fim de
aliviar a pressão hidráulica.
6. Pare o motor e remova a chave.
7. Remova as proteções apropriadas.
Referência: Consulte o Manual de Operações e
Manutenção, Proteções - Remoção e Instalação,
para obter mais informações.
Faça as seguintes inspeções visuais.
1. Meça o nível do óleo.
2. Verifique quanto a ar presente no óleo que se
encontra no coletor. Verifique imediatamente após
parar o trator. Verifique o indicador de nível
situado na parte traseira do trator ao lado do eixo
da TDP. Verifique por bolhas de ar no visor de
nível.

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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

VÁLVULA DE ALÍVIO (CARGA) -


VERIFICAÇÃO E AJUSTE
Teste de Pressão da Válvula de Alívio
(Pressão de Carga)
Introdução
O teste a seguir verificará se a pressão do óleo que é
controlada pela válvula de alívio (pressão de carga)
está dentro do limite especificado. A válvula de alívio
limita a pressão máxima de carga no sistema
hidráulico ao valor ajustado.
No procedimento a seguir, o trem do chassi foi
removido para melhor visualização.
Ferramentas necessárias
Os procedimentos de teste hidráulico podem ser
executados utilizando-se um dos seguintes
equipamentos de teste:
• Grupo de ferramentas de visualização de dados.
• Medidores de pressão apropriados.
FIG. 208: Grupo de Ferramentas de Visualização de
Dados
Uma lista das ferramentas necessárias é fornecida no
quadro abaixo, se um grupo de ferramentas de
visualização de dados for utilizado no procedimento
de teste. O grupo de ferramentas de visualização de
dados não é mostrado no procedimento de teste a
seguir.
Ferramentas necessárias
Grupo de Ferramentas de Visualização de Dados
Número de
Descrição Qtd
Peça
FIG. 208
Grupo de Ferramentas de
131-5051 1
Visualização de Dados
Sensor de Pressão
213-3275 1
0 a 6895 kPa (0 a 1000 psi)*
* Este sensor não faz parte do grupo de ferramentas de
visualização de dados.
Referência: Consulte o Manual de Operação da
Ferramenta, NEHS0662, Grupo de Ferramentas de
Visualização de Dados, para obter informações
adicionais sobre o grupo de ferramentas de
visualização de dados.
FIG. 209: Ferramenta (A)
Use as ferramentas mostradas no Quadro para
executar o procedimento de teste a seguir.
Ferramentas Necessárias (Manômetro)
Peça
Ferramenta Item Descrição Qtd
Número
A1 6V-3989 Conexão (Teste) 1
A2 8T-0855 Manômetro 1
A A3 177-7861 Conj. Mangueira 1
A4 6V-4143 Acoplador 2
FIG. 209

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

Procedimento de Teste

ADVERTÊNCIA:
O movimento repentino da máquina ou a liberação
de óleo sob pressão podem causar ferimentos às
pessoas que estejam na máquina ou nas
proximidades da mesma.
Para evitar possível ferimento, execute o
procedimento a seguir antes de testar e ajustar o
sistema hidráulico.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para assegurar
a contenção dos fluidos durante a realização de
inspeção, manutenção, verificações e ajustes e
reparo do produto Esteja preparado para
recolher o fluido em recipientes adequados
antes de abrir qualquer compartimento ou
desmontar qualquer componente que contenha
fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.
Um manômetro é utilizado nos seguintes
procedimentos de teste:
1. Abaixe todos os implementos para o chão, bem
como o engate de três pontos.
2. Certifique-se de que a alavanca de controle da
transmissão esteja na posição PARK
(estacionamento).
3. Aqueça o óleo na temperatura mínima de 60
graus C (140 graus F).
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Informações
Gerais sobre Verificações e Ajustes, para obter
informações sobre o aquecimento do óleo.
4. Mova todas as válvulas de controle hidráulico
através da posição FLOAT (flutuação) a fim de
aliviar a pressão hidráulica.
5. Pare o motor e remova a chave.
6. Remova as proteções apropriadas.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Proteções - Remoção e Instalação.
FIG. 210: Conexão da Ferramenta
7. Conecte a Ferramenta (A) no orifício de teste (1).
8. Ligue o motor. Funcione o motor na velocidade
nominal (2100 rpm).
9. Certifique-se de que a temperatura do óleo
hidráulico seja, pelo menos, de 60 graus C (140
graus F). Coloque a transmissão em neutro, a
seguir registre o ajuste de pressão da válvula de
alívio (pressão de carga). O ajuste de pressão
deve ser de 2100 ± 35 kPa (305 ± 5 psi).
10. Se o ajuste de pressão não estiver dentro do
limite especificado, execute o procedimento em,
Ajuste da Configuração de Pressão da Válvula de FIG. 210
Alívio (Pressão de Carga).

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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

Ajuste da Configuração de Pressão


da Válvula de Alívio (Pressão de
Carga)
Introdução
O ajuste a seguir verificará se a pressão do óleo que
é controlada pela válvula de alívio (pressão de carga)
está dentro do limite especificado. A válvula de alívio
limita a pressão máxima de carga no sistema
hidráulico ao valor ajustado.
No procedimento a seguir, o trem do chassi foi
removido para melhor visualização.
Ferramentas necessárias
Os procedimentos de teste hidráulico podem ser
executados utilizando-se um dos seguintes
equipamentos de teste:
• Grupo de ferramentas de visualização de dados
• Medidores de pressão apropriados
FIG. 211: Grupo de Ferramentas de Visualização de
Dados
Uma lista das ferramentas necessárias é fornecida no
quadro abaixo, se um grupo de ferramentas de
visualização de dados for utilizado no procedimento
de ajuste. O grupo de ferramentas de visualização de
dados não é mostrado no procedimento de ajuste a
seguir.
Ferramentas necessárias
Grupo de Ferramentas de Visualização de Dados
Número de Descrição Qtd
Peça FIG. 211
131-5051 Grupo de Ferramentas de 1
Visualização de Dados
Sensor de Pressão 1
213-3275
0 a 6895 kPa (0 a 1000 psi)*
* Este sensor não faz parte do grupo de ferramentas de
visualização de dados.
Referência: Consulte o Manual de Operação da
Ferramenta, NEHS0662, Grupo de Ferramentas de
Visualização de Dados, para obter informações
adicionais sobre o grupo de ferramentas de
visualização de dados.
FIG. 212: Ferramenta (A)
Use as ferramentas mostradas no Quadro para
executar o procedimento de ajuste a seguir.
Ferramentas Necessárias (Manômetro)
Peça
Ferramenta Item Descrição Qtd
Número
A1 6V-3989 Conexão (Teste) 1
A2 8T-0855 Manômetro 1
A A3 177-7861 Conj. Mangueira 1
A4 6V-4143 Acoplador 2
FIG. 212

85503400 - Rev 1 - 02/2008


Menu Ê N Z [ 155
Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

Procedimento de Ajuste

ADVERTÊNCIA:
O movimento repentino da máquina ou a
liberação de óleo sob pressão podem causar
ferimentos graves às pessoas que estejam na
máquina ou nas proximidades da mesma.
Para evitar possível ferimento, execute o
procedimento a seguir antes de testar e ajustar o
sistema hidráulico.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.
Um manômetro é utilizado nos seguintes
procedimentos de teste:
1. Abaixe todos os implementos para o chão, bem
como o engate de três pontos.
2. Certifique-se de que a alavanca de controle da
transmissão esteja na posição PARK
(estacionamento).
3. Aqueça o óleo na temperatura mínima de 60
graus C (140 graus F).
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Informações
Gerais sobre Verificações e Ajustes, para obter
informações sobre o aquecimento do óleo.
4. Mova todas as válvulas de controle hidráulico
através da posição FLOAT (flutuação) a fim de
aliviar a pressão hidráulica.
5. Pare o motor e remova a chave.
6. Remova as proteções apropriadas.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Proteções - Remoção e Instalação.
FIG. 213: Remoção da Tampa
7. Remova os dois parafusos (2) da tampa (3).

FIG. 213

156
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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

FIG. 214: Instalação da ferramenta.


8. Instale a Ferramenta (A) no orifício de teste (1).
9. Ligue o motor. Funcione o motor na velocidade
nominal (2100 rpm).
10. Certifique-se de que a temperatura do óleo
hidráulico seja, pelo menos, de 60 graus C (140
graus F).
11. Gire o parafuso de ajuste (4) a fim de ajustar a
configuração de pressão. Gire o parafuso de
ajuste no sentido horário para aumentar a
pressão ou no sentido anti-horário para diminuir a
pressão.
FIG. 214
12. Se o espaço existente permitir a movimentação
do trator, engate a marcha e, a seguir, volte para
a posição park. Se não existir espaço, pressione e
segure o pedal modulador da embreagem e
engate a marcha. Sem liberar o pedal modulador
da embreagem, volte para a posição park. Essa
ação permitirá que a válvula de alívio adapte-se à
configuração de pressão apropriada.
13. Ajuste a configuração de pressão até que a
pressão na Ferramenta (A) seja de 2100 ± 35 kPa
(305 ± 5 psi).
NOTA: Para este especificação, o trator deve estar
em neutro. Ajuste a pressão em PARK, a
seguir verifique a pressão em neutro.
FIG. 215: Remoção da Ferramenta.
14. Após obter a configuração de pressão correta,
remova a Ferramenta (A).

FIG. 215
FIG. 216: Instalação da Tampa.
15. Instale a tampa (3) com os dois parafusos (2).
16. Desligue o motor.

FIG. 216

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

CALIBRAÇÃO DA EMBREAGEM DE
TRANSMISSÃO
Acesso às Calibrações das Válvulas
Solenóides da Transmissão
Introdução
A calibração é necessária na ocorrência de uma
das seguintes condições:
• Um componente foi substituído.
• O ECM foi substituído.
• Desgaste normal de um componente
• Alteração física do componente ou da articulação.
Ferramentas necessárias
Ferramentas de serviço
Aplicativo “Caterpillar electronic technician” (ET)
A ferramenta de serviço Caterpillar Electronic
Technician (ET) é utilizada para acessar os
procedimentos de calibração. Uma mensagem na tela
do ET fornecerá instruções que orientam o usuário
através do procedimento de calibração. Consulte o
Manual que acompanha o aplicativo ET, para obter
mais informações.
Procedimento de Calibração
1. Conecte o ET ao trator.
Após o estabelecimento da comunicação, o ET listará
os módulos de controle eletrônico instalados no trator.

158
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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

FIG. 217
FIG. 217: Tela do ET relativa aos Módulos de
Controle Eletrônico (ECM) disponíveis
2. No menu, escolha o item “Machine Control”
(controle da máquina).
3. Na barra de menus, selecione Service
(manutenção).

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

FIG. 218
FIG. 218: Tela do ET relativa ao Menu de Calibração Quando a temperatura do óleo da transmissão
do ECM do Trator tiver alcançado cerca de 90 graus F (32 graus
4. No menu suspenso (Service), selecione C), opere a máquina em marchas de rodagem
“Calibrations” (calibrações). (13F a 16F) com a linha de carga ativada para
aquecer o óleo hidráulico próximo da
Aparecerá outro menu suspenso. O menu listará temperatura de calibração. A seguir, opere a
cada calibração disponível. máquina nas marchas 2R a 16F várias vezes,
5. Selecione Transmission Fill Calibration para aquecer e embeber adequadamente os
(Calibração de abastecimento da transmissão). componentes da transmissão. Continue
6. Siga todas as instruções na tela do ET para mudando as marchas até que o óleo
realizar os procedimentos de calibração. hidráulico tenha alcançado a temperatura de
NOTA: A calibração exigirá o estabelecimento de calibração. Quando operar o trator em clima
certas condições antes de iniciar a calibração. frio, restrinja o fluxo de ar para o radiador do
Por exemplo, colocar a alavanca de óleo hidráulico a fim de facilitar o aquecimento
mudanças em PARK. O usuário deve do óleo (ou seja, colocando papelão sobre o
assegurar que toda a preparação para as radiador).
condições de calibração sejam satisfeitas. Ajuste a calibração da transmissão o mais
próximo possível da temperatura mínima
NOTA: Observe que, a fim de assegurar que os
necessária (como indicado pelo aplicativo
componentes da transmissão sejam
Caterpillar Electronic Technician). Para evitar
adequadamente aquecidos-embebidos antes
a queda excessiva de temperatura durante a
da calibração, aqueça o óleo hidráulico
calibração num clima frio, pode-se deixar a
usando uma linha de carga (Referência:
linha de carga LIGADA para aquecer
Consulte a seção Operação, Verificações e
continuamente o óleo hidráulico. Se, durante a
Ajustes dos Sistemas, Informações Gerais
calibração, a temperatura ficar muito alta
sobre Verificações e Ajustes, para obter
(quente) ou muito baixa (fria), pode-se ajustar
informações sobre o aquecimento do óleo).
a linha de carga ou o fluxo de ar para o
radiador de óleo, a fim de manter a
temperatura de calibração apropriada.

160
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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

PRESSÃO DA EMBREAGEM DE
TRANSMISSÃO - VERIFICAÇÃO
Verificação da Pressão da Embreagem
Introdução
O procedimento de teste a seguir verificará a pressão
do óleo de carga que é fornecido por uma válvula
moduladora (transmissão) para uma embreagem de
transmissão. Há nove válvulas moduladoras
individuais que controlam as nove embreagens de
transmissão. As válvulas moduladoras (transmissão)
são moduladas. A modulação dessas válvulas é
ajustada pela calibração de abastecimento da
transmissão.
No procedimento a seguir, o trem do chassi foi
removido para melhor visualização.
Ferramentas necessárias
Os procedimentos de teste hidráulico podem ser
executados utilizando-se um dos seguintes
equipamentos de teste:
• Grupo de ferramentas de visualização de dados
• Medidores de pressão apropriados
FIG. 219: Grupo de Ferramentas de Visualização de
Dados
Uma lista das ferramentas necessárias é fornecida no
quadro abaixo, se um grupo de ferramentas de
visualização de dados for utilizado no procedimento de
teste. O grupo de ferramentas de visualização de dados
não é mostrado no procedimento de teste a seguir.
Ferramentas necessárias
Grupo de Ferramentas de Visualização de Dados
Número de
Descrição Qtd
Peça
131-5051 Grupo de Ferramentas de
1 FIG. 219
Visualização de Dados
Sensor de Pressão*
213-3275 1
0 a 6895 kPa (0 a 1000 psi)
* Este sensor não faz parte do grupo de ferramentas de
visualização de dados.
Referência: Consulte o Manual de Operação da
Ferramenta, NEHS0662, Grupo de Ferramentas de
Visualização de Dados, para obter informações
adicionais sobre o grupo de ferramentas de
visualização de dados.
FIG. 220: Ferramenta (K)
Use as ferramentas mostradas no Quadro para
executar o procedimento de teste a seguir.
Ferramentas Necessárias (Manômetros)
Ferramenta Item Peça Descrição Qtd
Número
K1 6V-3989 Conexão (Teste) 2
K2 8T-0855 Manômetro 2
K K3 177-7861 Conj. Mangueira 2
K4 6V-4143 Acoplador 4
FIG. 220

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

Procedimento de Teste

ADVERTÊNCIA:
O movimento repentino da máquina ou a liberação
de óleo sob pressão podem causar ferimentos
graves às pessoas que estejam na máquina ou
nas proximidades da mesma.
Para evitar possível ferimento, execute o
procedimento a seguir antes de testar e ajustar o
sistema hidráulico.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.
O procedimento de teste a seguir utiliza
manômetros.
FIG. 221: Embreagens da Transmissão
As letras designadas são utilizadas para correlacionar
uma válvula moduladora à embreagem de
transmissão correspondente, como mostrado.

FIG. 221

162
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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

FIG. 222: Válvulas moduladoras (Transmissão)


Uma letra é designada a cada válvula moduladora,
como mostrado. As letras foram fundidas na carcaça
da transmissão.
Registra as pressões da embreagem no Quadro. Há
sempre duas embreagens que são acopladas para
cada seleção de marcha. A posição NEUTRO utiliza
apenas uma embreagem. Consulte o Quadro a fim de
determinar as embreagens que são acopladas para
cada seleção de marcha.

FIG. 222
Lista de Verificação das Pressões da Embreagem de Transmissão
Marcha Embreagem ou Leitura de Embreagem ou Leitura de
Válvula Pressão Válvula Pressão
Quarta marcha (ré) A J
Terceira marcha (ré) A H
Segunda marcha (ré) A B
Primeira marcha (ré) A G
Neutro J - -
Primeira marcha C G
Segunda marcha D G
Terceira marcha E G
Quarta marcha F G
Quinta marcha C B
Sexta marcha C H
Sétima marcha D B
Oitava marcha D H
Nona marcha E B
Décima marcha E H
Décima primeira
F B
marcha
Décima segunda
F H
marcha
Décima terceira
C J
marcha
Décima quarta
D J
marcha
Décima quinta marcha E J
Décima sexta marcha F J

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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

1. Mova o trator para uma área horizontal e plana.


2. Abaixe todos os implementos para o chão, bem
como o engate de três pontos.
3. Certifique-se de que a alavanca de controle da
transmissão esteja na posição PARK
(estacionamento).
4. Aqueça o óleo na temperatura mínima de 60
graus C (140 graus F).
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Informações
Gerais sobre Verificações e Ajustes, para obter
informações sobre o aquecimento do óleo.
5. Mova todas as válvulas de controle hidráulico
através da posição FLOAT (flutuação) a fim de
aliviar a pressão hidráulica.
6. Pare o motor e remova a chave.
7. Remova as proteções apropriadas.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Proteções - Remoção e Instalação.
No teste a seguir é mostrada a terceira marcha
que utiliza as embreagens (E) e (G):
FIG. 223: Válvulas moduladoras (Transmissão)
8. Conecte uma extremidade da Ferramenta (K) no
orifício de teste (1) da válvula (E). Conecte uma
extremidade da Ferramenta (K) no orifício de
teste (2) da válvula (G).
NOTA: As mangueiras são suficientemente longas
para acessar dentro da cabine. Certifique-se
de que as mangueiras estejam firmemente
seguras afastadas das correias.
9. Acione o trator em terceira marcha.

FIG. 223
FIG. 224: Leitura da Pressão
10. Observe a pressão que está sendo fornecida às
embreagens de transmissão (E) e (G). Você pode
usar o Quadro para anotar a medição.
11. Desligue o motor.
12. Repita esses mesmos Passos para as demais
engrenagens diretas e engrenagens de ré. Use o
Quadro a fim de determinar a combinação de
válvulas moduladoras que são acopladas para
cada engrenagem.
13. Compare as medições de pressão de todas as
embreagens da transmissão. A leitura da pressão
deve ser de 2100 ± 35 kPa (305 ± 5 psi). FIG. 224
14. Remova a Ferramenta (K).
15. Desligue o motor.
16. Se a pressão não estiver dentro dos limites
especificados, verifique a pressão que está sendo
fornecida pela válvula de alívio (pressão de
carga).

164
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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

Referência: Se a pressão não for de 2105 ± 35


kPa (305 ± 5 psi), vá para a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Válvula de
Alívio (Carga) - Verificação e Ajuste.
Teste de Pressão do Óleo Lubrificante
Introdução
O procedimento de teste a seguir verificará a pressão
do óleo lubrificante que é fornecido para as
embreagens de transmissão.
No procedimento a seguir, o trem do chassi foi
removido para melhor visualização.
Peças Necessárias
Os procedimentos de teste hidráulico podem ser
executados utilizando-se um dos seguintes
equipamentos de teste:
• Grupo de ferramentas de visualização de dados
• Medidores de pressão apropriados
FIG. 225: Grupo de Ferramentas de Visualização de
Dados
Uma lista das ferramentas necessárias é fornecida no
quadro abaixo, se um grupo de ferramentas de
visualização de dados for utilizado no procedimento
de teste. O grupo de ferramentas de visualização de
dados não é mostrado no procedimento de teste a
seguir.
Ferramentas necessárias
Grupo de Ferramentas de Visualização de Dados
Número de
Descrição Qtd
Peça
131-5051 Grupo de Ferramentas de 1
Visualização de Dados FIG. 225
213-3274 Sensor de Pressão* 1
0 a 689,5 kPa (0 a 100 psi)
* Este sensor não faz parte do grupo de ferramentas de
visualização de dados.
Referência: Consulte o Manual de Operação da
Ferramenta, NEHS0662, Grupo de Ferramentas de
Visualização de Dados, para obter informações
adicionais sobre o grupo de ferramentas de
visualização de dados.
FIG. 226: Ferramenta (K)
Use as ferramentas mostradas no Quadro para
executar o procedimento de teste a seguir.
Ferramentas Necessárias (Manômetros)
Ferramenta Item Peça Descrição Qtd
Número
K1 6V-3989 Conexão (Teste) 1
K2 8T-0853 Manômetro 1
K K3 177-7861 Conj. Mangueira 1
K4 6V-4143
Acoplador 2
FIG. 226

85503400 - Rev 1 - 02/2008


Menu Ê N Z [ 165
Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

Procedimento de Teste

ADVERTÊNCIA:
O movimento repentino da máquina ou a liberação
de óleo sob pressão podem causar ferimentos às
pessoas que estejam na máquina ou nas
proximidades da mesma.
Para evitar possível ferimento, execute o
procedimento a seguir antes de testar e ajustar o
sistema hidráulico.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.
O procedimento de teste a seguir utiliza
manômetros.
1. Mova o trator para uma área horizontal e plana.
2. Abaixe todos os implementos para o chão, bem
como o engate de três pontos.
3. Certifique-se de que a alavanca de controle da
transmissão esteja na posição PARK
(estacionamento).
4. Aqueça o óleo na temperatura mínima de 60
graus C (140 graus F).
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Informações
Gerais sobre Verificações e Ajustes, para obter
informações sobre o aquecimento do óleo.
5. Mova todas as válvulas de controle hidráulico
através da posição FLOAT (flutuação) a fim de
aliviar a pressão hidráulica.
6. Pare o motor e remova a chave.
7. Remova todas as proteções apropriadas.
Referência: Consulte o Manual de Operações e
Manutenção, Proteções - Remoção e Instalação,
para obter informações adicionais.

166
Menu Ê N Z [ 85503400 - Rev 1 - 02/2008
Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

FIG. 227: Instalação da ferramenta.


8. Conecte a Ferramenta (K) no orifício de teste (3),
como mostrado.
9. Ligue o motor. Com a máquina em Park,
Funcione o motor em marcha lenta alta.
Certifique-se de que a temperatura do óleo
hidráulico seja, pelo menos, de 60 graus C (140
graus F).
10. A leitura da pressão deve ser de 193 ± 35 kPa (28
± 6 psi).
11. Remova a Ferramenta (K) do orifício de teste (3).
12. Desligue o motor. FIG. 227
13. Se a pressão não estiver dentro dos limites
especificados, verifique a pressão que está sendo
fornecida pela válvula de alívio (pressão de
carga).
Referência: Se a pressão não for de 2105 ± 35
kPa (305 ± 5 psi), vá para a seção Operação,
Verificações e Ajustes, Válvula de Alívio (Carga) -
Verificação e Ajuste.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

PRESSÃO DA EMBREAGEM DO
SUPER REDUTOR - VERIFICAÇÃO
Teste de Pressão da Embreagem de
Acionamento Direto
Introdução
O procedimento de teste a seguir verificará se a
pressão do óleo que é fornecido pela válvula do super
redutor para a embreagem de acionamento direto
está dentro do limite especificado. A operação da
válvula do super redutor trata-se de um ciclo simples
ligada/desligada. O fluxo de óleo na válvula do
super redutor não é modulado.
No procedimento a seguir, o trem do chassi foi
removido para melhor visualização.
Ferramentas necessárias
Os procedimentos de teste hidráulico podem ser
executados utilizando-se um dos seguintes
equipamentos de teste:
• Grupo de ferramentas de visualização de dados
• Medidores de pressão apropriados
FIG. 228: Grupo de Ferramentas de Visualização de
Dados
Uma lista das ferramentas necessárias é fornecida no
quadro abaixo, se um grupo de ferramentas de
visualização de dados for utilizado no procedimento de
teste. O grupo de ferramentas de visualização de dados
não é mostrado no procedimento de teste a seguir.
Ferramentas necessárias
Grupo de Ferramentas de Visualização de Dados
Número de
Descrição Qtd
Peça
131-5051 Grupo de Ferramentas de 1
Visualização de Dados FIG. 228
213-3275 Sensor de Pressão 1
0 a 6895 kPa (0 a 1000 psi)*
* Este sensor de pressão não faz parte de um grupo de
ferramentas de visualização de dados.
Referência: Consulte o Manual de Operação da
Ferramenta, NEHS0662, Grupo de Ferramentas de
Visualização de Dados, para obter informações
adicionais sobre o grupo de ferramentas de
visualização de dados.
FIG. 229: Ferramenta (A)
Use as ferramentas mostradas no Quadro para
executar o procedimento de teste a seguir.
Ferramentas Necessárias (Manômetros)
Ferramenta Item Peça Descrição Qtd
Número
A A1 6V-3989 Conexão (Teste) 1
A2 8T-0855 Manômetro 1
A3 177-7861 Conj. Mangueira 1
A4 6V-4143 2
Acoplador
FIG. 229

168
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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

Procedimento

ADVERTÊNCIA:
O movimento repentino da máquina ou a liberação
de óleo sob pressão podem causar ferimentos às
pessoas que estejam na máquina ou nas
proximidades da mesma.
Para evitar possível ferimento, execute o
procedimento a seguir antes de testar e ajustar o
sistema hidráulico.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.
O procedimento de teste a seguir utiliza
manômetros.
1. Mova o trator para uma área horizontal e plana.
2. Abaixe todos os implementos para o chão, bem
como o engate de três pontos.
3. Certifique-se de que a alavanca de controle da
transmissão esteja na posição PARK
(estacionamento).
4. Aqueça o óleo na temperatura mínima de 60
graus C (140 graus F).
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Informações
Gerais sobre Verificações e Ajustes, para obter
informações sobre o aquecimento do óleo.
5. Mova todas as válvulas de controle hidráulico
através da posição FLOAT (flutuação) a fim de
aliviar a pressão hidráulica.
6. Pare o motor e remova a chave.
7. Remova as proteções apropriadas.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Proteções - Remoção e Instalação.
FIG. 230: Orifício de Teste da Embreagem de
Acionamento Direto
8. Conecte uma extremidade da Ferramenta (A) no
orifício de teste (1) situado na válvula do super
redutor.

FIG. 230

85503400 - Rev 1 - 02/2008


Menu Ê N Z [ 169
Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

FIG. 231: Leitura da Pressão


9. Estenda a extremidade da mangueira que contém
o manômetro através do vidro traseiro da cabine.
10. Ligue o motor. Funcione o motor em marcha lenta
alta. Certifique-se de que a temperatura do óleo
hidráulico seja, pelo menos, de 60 graus C (140
graus F).
11. Certifique-se de que o super redutor esteja
DESLIGADO (a embreagem de acionamento
direto está sendo verificada).
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, SEBU7341, para obter informações
adicionais. FIG. 231
12. Opere o trator em qualquer marcha e observe a
leitura da pressão na Ferramenta (A).
13. A leitura da pressão deve ser de 2105 ± 35 kPa
(305 ± 5 psi) com a velocidade do motor a 2100
rpm.
14. Remova a Ferramenta (A).
15. Desligue o motor.
16. Se a pressão não estiver dentro dos limites
especificados, verifique a pressão que está sendo
fornecida pela válvula de alívio (pressão de
carga).
Referência: Se a pressão não for de 2105 ± 35
kPa (305 ± 5 psi), vá para a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Válvula de
Alívio (Carga) - Verificação e Ajuste.

170
Menu Ê N Z [ 85503400 - Rev 1 - 02/2008
Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

Teste de Pressão da Embreagem de


Acionamento do Super Redutor
Introdução
O procedimento de teste a seguir verificará se a
pressão do óleo que é fornecido pela válvula do super
redutor para a embreagem de acionamento direto
está dentro do limite especificado. A operação da
válvula do super redutor trata-se de um ciclo simples
ligada/desligada. O fluxo de óleo na válvula do
super redutor não é modulado.
No procedimento a seguir, o trem do chassi foi
removido para melhor visualização.
Ferramentas necessárias
Os procedimentos de teste hidráulico podem ser
executados utilizando-se um dos seguintes
equipamentos de teste:
• Grupo de ferramentas de visualização de dados
• Medidores de pressão apropriados
FIG. 232: Grupo de Ferramentas de Visualização de
Dados
Uma lista das ferramentas necessárias é fornecida no
quadro abaixo, se um grupo de ferramentas de
visualização de dados for utilizado no procedimento de
teste. O grupo de ferramentas de visualização de dados
não é mostrado no procedimento de teste a seguir.
Ferramentas necessárias
Grupo de Ferramentas de Visualização de Dados
Número de
Descrição Qtd
Peça
131-5051 Grupo de Ferramentas de 1
Visualização de Dados
213-3275 Sensor de Pressão 1 FIG. 232
0 a 6895 kPa (0 a 1000 psi)*
* Este sensor de pressão não faz parte de um grupo de
ferramentas de visualização de dados.
Referência: Consulte o Manual de Operação da
Ferramenta, NEHS0662, Grupo de Ferramentas de
Visualização de Dados, para obter informações
adicionais sobre o grupo de ferramentas de
visualização de dados.
FIG. 233: Ferramenta (A)
Use as ferramentas mostradas no Quadro para
executar o procedimento de teste a seguir.
Ferramentas Necessárias (Manômetro)
Ferramenta Item Peça Descrição Qtd
Número
A A1 6V-3989 Conexão 1
(Teste)
A2 8T-0855 Manômetro 1
A3 177-7861 Conj. 1
Mangueira
FIG. 233
A4 6V-4143 Acoplador 2

85503400 - Rev 1 - 02/2008


Menu Ê N Z [ 171
Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

Procedimento de Teste

ADVERTÊNCIA:
O movimento repentino da máquina ou a liberação
de óleo sob pressão podem causar ferimentos às
pessoas que estejam na máquina ou nas
proximidades da mesma.
Para evitar possível ferimento, execute o
procedimento a seguir antes de testar e ajustar o
sistema hidráulico.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.
Um manômetro é utilizado no seguinte
procedimento de teste:
1. Mova o trator para uma área horizontal e plana.
2. Abaixe todos os implementos para o chão, bem
como o engate de três pontos.
3. Certifique-se de que a alavanca de controle da
transmissão esteja na posição PARK
(estacionamento).
4. Aqueça o óleo na temperatura mínima de 60
graus C (140 graus F).
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Informações
Gerais sobre Verificações e Ajustes, para obter
informações sobre o aquecimento do óleo.
5. Mova todas as válvulas de controle hidráulico
através da posição FLOAT (flutuação) a fim de
aliviar a pressão hidráulica.
6. Pare o motor e remova a chave.
7. Remova as proteções apropriadas.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Proteções - Remoção e Instalação.
FIG. 234: Orifício de Teste da Embreagem de
Acionamento Direto
Conecte uma extremidade da Ferramenta (A) no
orifício de teste (2).

FIG. 234

172
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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

FIG. 235: Leitura da Pressão


9. Estenda a extremidade da mangueira que contém
o manômetro através do vidro traseiro da cabine.
10. Ligue o motor. Funcione o motor em marcha lenta
alta. Certifique-se de que a temperatura do óleo
hidráulico seja, pelo menos, de 60 graus C (140
graus F).
11. Na posição Park ou Neutro (sem movimentação),
reduza a RPM do motor e acople a engrenagem
do super redutor no console do lado direito.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, para obter informações adicionais.
FIG. 235
12. Opere o trator em qualquer marcha e observe a
leitura da pressão na Ferramenta (A).
13. A leitura da pressão deve ser de 2105 ± 35 kPa
(305 ± 5 psi) com a velocidade do motor a 2100
rpm.
14. Remova a Ferramenta (A).
15. Desligue o motor.
16. Se a pressão não estiver dentro dos limites
especificados, verifique a pressão que está sendo
fornecida pela válvula de alívio (pressão de
carga).
Referência: Se a pressão não for de 2105 ± 35
kPa (305 ± 5 psi), vá para a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Válvula de
Alívio (Carga) - Verificação e Ajuste.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

PRESSÃO DA EMBREAGEM DA
TOMADA DE POTÊNCIA (TDP) -
VERIFICAÇÃO E AJUSTE
Teste de Pressão da Embreagem da
Tomada de Potência
Introdução
O procedimento de teste a seguir verificará se a pressão
do óleo que é fornecido pela válvula moduladora
(tomada de potência) à embreagem da tomada de
potência está dentro do limite especificado. A válvula
moduladora possui apenas um orifício de teste. O fluxo
de óleo para embreagem da tomada de potência é
modulado. A modulação não é ajustável.
Ferramentas necessárias
Os procedimentos de teste hidráulico podem ser
executados utilizando-se um dos seguintes
equipamentos de teste:
• Grupo de ferramentas de visualização de dados
• Medidores de pressão apropriados
FIG. 236: Grupo de Ferramentas de Visualização de
Dados
Uma lista das ferramentas necessárias é fornecida no
quadro abaixo, se um grupo de ferramentas de
visualização de dados for utilizado no procedimento de
teste. O grupo de ferramentas de visualização de dados
não é mostrado no procedimento de teste a seguir.
Ferramentas necessárias
Grupo de Ferramentas de Visualização de Dados
Número de
Descrição Qtd
Peça
131-5051 Grupo de Ferramentas de 1
Visualização de Dados FIG. 236
Sensor de Pressão 1
213-3275
0 a 6895 kPa (0 a 1000 psi)*
* Este sensor de pressão não faz parte de um grupo de
ferramentas de visualização de dados.
Referência: Consulte o Manual de Operação da
Ferramenta, NEHS0662, Grupo de Ferramentas de
Visualização de Dados, para obter informações
adicionais sobre o grupo de ferramentas de
visualização de dados.
FIG. 237: Ferramenta (A)
Use as ferramentas mostradas no Quadro para
executar o procedimento de teste a seguir.
Ferramentas Necessárias (Manômetros)
Ferramenta Item Peça Descrição Qtd
Número
A1 6V-3989 Conexão 1
(Teste)
A2 8T-0855 Manômetro 1
A
A3 177-7861 Conj. 1
Mangueira
A4 6V-4143 Acoplador 2 FIG. 237

174
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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

Procedimento de Teste

ADVERTÊNCIA:
O movimento repentino da máquina ou a liberação
de óleo sob pressão podem causar ferimentos às
pessoas que estejam na máquina ou nas
proximidades da mesma.
Para evitar possível ferimento, execute o
procedimento a seguir antes de testar e ajustar o
sistema hidráulico.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.
O procedimento de teste a seguir utiliza
manômetros.
1. Abaixe todos os implementos para o chão, bem
como o engate de três pontos.
2. Certifique-se de que a alavanca de controle da
transmissão esteja na posição PARK
(estacionamento).
3. Aqueça o óleo na temperatura mínima de 60
graus C (140 graus F).
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Informações
Gerais sobre Verificações e Ajustes, para obter
informações sobre o aquecimento do óleo.
4. Mova todas as válvulas de controle hidráulico
através da posição FLOAT (flutuação) a fim de
aliviar a pressão hidráulica.
5. Pare o motor e remova a chave.
6. Remova todas as proteções apropriadas.
Referência: Consulte o Manual de Operações e
Manutenção, Proteções - Remoção e Instalação, para
obter informações adicionais.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

FIG. 238: Conexão da Ferramenta


7. Conecte a Ferramenta (A) no orifício de teste (1),
como mostrado.
8. Ligue o motor. Funcione o motor na velocidade
nominal (2100 rpm). Certifique-se de que a
temperatura do óleo hidráulico seja, pelo menos,
de 60 graus C (140 graus F).
9. Acople a TDP.
10. A leitura da pressão deve ser de 2105 ± 35 kPa
(305 ± 5 psi).
11. Remova a Ferramenta (A) do orifício de teste.
12. Desligue o motor.
13. Se a pressão não estiver dentro dos limites
especificados, verifique a pressão que está sendo
fornecida pela válvula de alívio (pressão de
carga).
Referência: Se a pressão não for de 2105 ± 35 kPa
(305 ± 5 psi), vá para a seção Operação, Verificações
e Ajustes dos Sistemas, Válvula de Alívio (Carga) -
Verificação e Ajuste.
Teste de Pressão do Óleo Lubrificante para
a Embreagem da Tomada de Potência
Introdução
O procedimento de teste a seguir verificará se a
pressão do óleo lubrificante que é fornecido para a
embreagem de tomada de potência está dentro do
limite especificado.
Ferramentas necessárias
Os procedimentos de teste hidráulico podem ser
executados utilizando-se um dos seguintes
equipamentos de teste:
• Grupo de ferramentas de visualização de dados.
• Medidores de pressão apropriados.
FIG. 239: Grupo de Ferramentas de Visualização de
Dados
Uma lista das ferramentas necessárias é fornecida no
quadro abaixo, se um grupo de ferramentas de
visualização de dados for utilizado no procedimento de
teste. O grupo de ferramentas de visualização de dados
não é mostrado no procedimento de teste a seguir.
Ferramentas necessárias
Grupo de Ferramentas de Visualização de Dados
Número de
Descrição Qtd
Peça
131-5051 Grupo de Ferramentas de 1
Visualização de Dados
213-3274 Sensor de Pressão 1 FIG. 239
0 a 689,5 kPa (0 a 100 psi)*
*Este sensor de pressão não faz parte de um grupo de ferramentas
de visualização de dados.
Referência: Consulte o Manual de Operação da
Ferramenta, NEHS0662, Grupo de Ferramentas de
Visualização de Dados, para obter informações
adicionais sobre o grupo de ferramentas de
visualização de dados.

176
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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

FIG. 240: Ferramenta (A)

FIG. 240
FIG. 241: Ferramenta (B)
Use as ferramentas mostradas no Quadro para
executar o procedimento de teste a seguir.
Ferramentas Necessárias (Manômetros)
Ferramenta Item Peça Descrição Qtd
Número
A1 6V-3989 Conexão (Teste) 1
A2 8T-0853 Manômetro 1
A
A3 177-7861 Conj. Mangueira 1
A4 6V-4143 Acoplador 2
B1 6V-3965 Conj. Conexão 1 FIG. 241

B2 3J-1907 Anel de Vedação 2


B3 6V-0484 Adaptador do 1
B Anel de Vedação
B4 5P-6944 Adaptador de 1
Rosca Direto
B5 3K-0360 Anel de Vedação 1
Procedimento de Teste

ADVERTÊNCIA:
O movimento repentino da máquina ou a liberação
de óleo sob pressão podem causar ferimentos às
pessoas que estejam na máquina ou nas
proximidades da mesma.
Para evitar possível ferimento, execute o
procedimento a seguir antes de testar e ajustar o
sistema hidráulico.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para assegurar
a contenção dos fluidos durante a realização de
inspeção, manutenção, verificações e ajustes e
reparo do produto Esteja preparado para
recolher o fluido em recipientes adequados
antes de abrir qualquer compartimento ou
desmontar qualquer componente que contenha
fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.
O procedimento de teste a seguir utiliza
manômetros.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

1. Mova o trator para uma área horizontal e plana.


2. Abaixe todos os implementos para o chão, bem
como o engate de três pontos.
3. Certifique-se de que a alavanca de controle da
transmissão esteja na posição PARK
(estacionamento).
4. Aqueça o óleo na temperatura mínima de 60
graus C (140 graus F).
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Informações
Gerais sobre Verificações e Ajustes, para obter
informações sobre o aquecimento do óleo.
5. Mova todas as válvulas de controle hidráulico
através da posição FLOAT (flutuação) a fim de
aliviar a pressão hidráulica.
6. Pare o motor e remova a chave.
7. Remova todas as proteções apropriadas.
Referência: Consulte o Manual de Operações e
Manutenção, Proteções - Remoção e Instalação,
para obter informações adicionais.
FIG. 242: Conexão da Ferramenta
8. Remova o tubo e a conexão do orifício de teste
(2).
9. Conecte a Ferramenta (B) no orifício de teste (2),
como mostrado.
10. Conecte a Ferramenta (A) na Ferramenta (B),
como mostrado.
11. Ligue o motor. Funcione o motor na velocidade
nominal (2100 rpm). Certifique-se de que a
temperatura do óleo hidráulico seja, pelo menos,
de 60 graus C (140 graus F).
12. A leitura da pressão deve ser de 34 ± 13,8 kPa (5 FIG. 242
± 2 psi).
NOTA: Não opere o engate de três pontos durante a
leitura da pressão.
13. Remova a Ferramenta (A) da Ferramenta (B).
14. Remova a Ferramenta (B) do orifício de teste (2).
15. Instale o tubo e a conexão no orifício de teste (2).
16. Desligue o motor.

178
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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

RADIADOR DE ÓLEO HIDRÁULICO -


VERIFICAÇÃO
Teste de Pressão do Radiador de Óleo
Hidráulico
Introdução
O teste de pressão a seguir verificará a pressão do
óleo que retorna do radiador de óleo hidráulico.
No procedimento a seguir, o trem do chassi foi
removido para melhor visualização.
Ferramentas necessárias
Os procedimentos de teste hidráulico podem ser
executados utilizando-se um dos seguintes
equipamentos de teste:
• Grupo de ferramentas de visualização de dados
• Medidores de pressão apropriados
FIG. 243: Grupo de Ferramentas de Visualização de
Dados
Uma lista das ferramentas necessárias é fornecida no
quadro abaixo, se um grupo de ferramentas de
visualização de dados for utilizado no procedimento
de teste. O grupo de ferramentas de visualização de
dados não é mostrado no procedimento de teste a
seguir.
Ferramentas necessárias
Grupo de Ferramentas de Visualização de Dados
Número de
Descrição Qtd
Peça
131-5051 Grupo de Ferramentas de 1
Visualização de Dados FIG. 243
Sensor de Pressão*
213-3274 1
0 a 689,5 kPa (0 a 100 psi)
* Este sensor não faz parte do grupo de ferramentas de
visualização de dados.
Referência: Consulte o Manual de Operação da
Ferramenta, NEHS0662, Grupo de Ferramentas de
Visualização de Dados, para obter informações
adicionais sobre o grupo de ferramentas de
visualização de dados.
FIG. 244: Ferramenta (A)
Use as ferramentas mostradas no Quadro para
executar o procedimento de teste a seguir.
Ferramentas Necessárias (Manômetro)
Ferramenta Item Peça Descrição Qtd
Número
A1 6V-3989 Conexão (Teste) 2
A2 8T-0853 Manômetro 2
A A3 177-7861 Conj. Mangueira 2
A4 6V-4143 4
Acoplador
FIG. 244

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Seção 3A – VERIFICAÇÕES E AJUSTES
VERIFICAÇÕES E AJUSTES

Procedimento de Teste

ADVERTÊNCIA:
O movimento repentino da máquina ou a liberação
de óleo sob pressão podem causar ferimentos às
pessoas que estejam na máquina ou nas
proximidades da mesma.
Para evitar possível ferimento, execute o
procedimento a seguir antes de testar e ajustar o
sistema hidráulico.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.
Um manômetro é utilizado nos seguintes
procedimentos de teste:
1. Mova o trator para uma área horizontal e plana.
2. Abaixe todos os implementos para o chão, bem
como o engate de três pontos.
3. Certifique-se de que a alavanca de controle da
transmissão esteja na posição PARK
(estacionamento).
4. Aqueça o óleo na temperatura mínima de 60
graus C (140 graus F).
Referência: Consulte a seção Operação,
Verificações e Ajustes dos Sistemas, Informações
Gerais sobre Verificações e Ajustes, para obter
informações sobre o aquecimento do óleo.
5. Mova todas as válvulas de controle hidráulico
através da posição FLOAT (flutuação) a fim de
aliviar a pressão hidráulica.
6. Pare o motor e remova a chave.
7. Remova as proteções apropriadas.
Referência: Consulte o Manual de Operação e
Manutenção, Proteções - Remoção e Instalação.
FIG. 245: Conexão da Ferramenta
8. Instale a Ferramenta (A) no orifício de teste (1).
9. Ligue o motor. Funcione o motor na velocidade
nominal (2100 rpm).
10. Certifique-se de que a temperatura do óleo
hidráulico seja, pelo menos, de 60 graus C (140
graus F). Registre a pressão do óleo hidráulico
que vem do radiador de óleo hidráulico. A pressão
do óleo retornado do radiador de óleo hidráulico
deve ser de 275 kPa (40 psi).
11. Remova a Ferramenta (A) do orifício de teste (1).
12. Desligue o motor.
FIG. 245

180
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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
ÍNDICE ALFABÉTICO

C Características do Sistema de Tomada de


Calibração da Embreagem de Transmissão ........ 158 Potência ......................................................... 128
Acesso às Calibrações das Válvulas Componentes de Entrada do Sistema de
Solenóides da Transmissão .............................. 158 Tomada de Potência ...................................... 130
Configurações dos Controles do Sistema de
I Tomada de Potência ...................................... 131
Inspeção Visual .................................................... 152 Módulo de Controle Eletrônico do Sistema
de Tomada de Potência ................................. 131
O Componentes de Saída do Sistema de
Operação ................................................................ 13 Tomada de Potência ...................................... 133
Informações Gerais ............................................. 13 Conector de Dados do Sistema de Tomada
de Potência .................................................... 134
Introdução............................................................ 13
Diagrama Elétrico do Sistema de Tomada
de Potência .................................................... 135
P
Válvula Moduladora (Tomada de Potência)... 135
Pressão da Embreagem da Tomada de Potência
(TDP) - Verificação e Ajuste ................................. 174 Diagrama do Sistema Hidráulico (Tomada
de Potência) ................................................... 143
Teste de Pressão da Embreagem da Tomada
de Potência........................................................ 174 Embreagem do Sistema de Tomada de
Potência (TDP)............................................... 144
Teste de Pressão do Óleo Lubrificante para a
Embreagem da Tomada de Potência................ 176
S
Pressão da Embreagem de Transmissão –
Verificação ............................................................ 161 Sistema de Transmissão..................................... 15
Verificação da Pressão da Embreagem............ 161 Introdução (Transmissão) ................................ 15
Teste de Pressão do Óleo Lubrificante ............. 165 Sistema de Transmissão.................................. 16
Pressão da Embreagem do Super Redutor – Localização dos Componentes Eletrônicos
Verificação ............................................................ 168 do Sistema de Transmissão............................. 22
Teste de Pressão da Embreagem de Localização dos Componentes Hidráulicos
Acionamento Direto ........................................... 168 do Sistema de Transmissão............................. 31
Teste de Pressão da Embreagem de Características do Sistema de Transmissão ... 40
Acionamento do Super Redutor ........................ 171 Componentes de Entrada do Sistema de
Transmissão..................................................... 44
R Ajustes dos Controles do Sistema de
Radiador de Óleo Hidráulico – Verificação........... 179 Transmissão..................................................... 51
Teste de Pressão do Radiador de Óleo Módulo de Controle Eletrônico do Sistema
Hidráulico........................................................... 179 de Transmissão................................................ 51
Componentes de Saída do Sistema de
S Transmissão..................................................... 55
Segurança ................................................................ 1 Conector de Dados do Sistema de
Informações Gerais ............................................... 1 Transmissão..................................................... 57
Informações Importantes sobre Segurança .......... 1 Diagrama Elétrico do Sistema de
Transmissão..................................................... 58
Símbolo de Alerta de Segurança........................... 1
Coletor de Óleo Comum .................................. 60
Palavras de Sinalização ........................................ 2
Filtro de Óleo Hidráulico (Transmissão /
Mensagens Informativas ....................................... 3 Direção)............................................................ 64
Informações Gerais sobre Perigos ........................ 4 Bomba de Carga Seqüencial ........................... 66
Sistema de Tomada de Potência (TDP)............... 117 Válvulas Moduladoras (Transmissão).............. 68
Introdução (Sistema de Tomada de Potência).. 117 Válvula de Alívio (Pressão de Carga) .............. 76
Sistema de Tomada de Potência (TDP)............ 118 Válvula do Super Redutor (Transmissão)
Localização dos Componentes Eletrônicos do (se equipado) ................................................... 80
Sistema de Tomada de Potência ...................... 122 Radiador de Óleo Hidráulico ............................ 86
Localização dos Componentes Hidráulicos do Diagrama do Sistema Hidráulico
Sistema de Tomada de Potência ...................... 125 (Transmissão) .................................................. 88

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3A – Operação, Verificações e Ajustes dos Sistemas do Trem de Força
ÍNDICE ALFABÉTICO

Embreagens da Transmissão................................. 89
Embreagem do Super Redutor (Transmissão) (se
equipado)................................................................ 97
Fluxo de Potência da Transmissão ...................... 107

V
Válvula de Alívio (carga) - Verificação e Ajuste ... 153
Teste de Pressão da Válvula de Alívio (Pressão
de Carga)........................................................... 153
Ajuste da Configuração de Pressão da Válvula
de Alívio (Pressão de Carga) ............................ 155
Verificações e Ajustes .......................................... 149
Informações sobre Verificações e Ajustes ........ 149
Preparação do Trator ........................................ 149
Procedimento de Resolução de Problemas ...... 151

182
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02/2008

Manual de Serviço
Séries MT700 e MT700B

Desmontagem e Montagem do Trem de Força

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Seção 3B – Desmontagem e Montagem do Trem de Força
ÍNDICE

SEGURANÇA ....................................................................................................................................................1
Informações Gerais ........................................................................................................................................1
Informações Importantes sobre Segurança ................................................................................................1
Símbolo de Alerta de Segurança ................................................................................................................1
Palavras de Sinalização ..............................................................................................................................2
Mensagens Informativas .............................................................................................................................3
Informações Gerais sobre Perigos..............................................................................................................4

DESMONTAGEM E MONTAGEM ..................................................................................................................13


Vedadores HDDF – Instalação.....................................................................................................................13
Ferramentas Necessárias .........................................................................................................................13
Terminologia para o Vedador HDDF.........................................................................................................13
Procedimento de Montagem e Instalação.................................................................................................15
Resultado da Montagem Incorreta ............................................................................................................18
Válvula de Alívio (Lubrificação da Transmissão) - Remoção e Instalação ..................................................19
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................19
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................20
Válvula de Alívio (Pressão de Carga) - Remoção e Instalação ...................................................................21
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................21
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................21
Comando da Bomba Hidráulica – Remoção ................................................................................................22
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................22
Comando da Bomba Hidráulica – Desmontagem ........................................................................................24
Procedimento de Desmontagem...............................................................................................................24
Comando da Bomba Hidráulica – Montagem ..............................................................................................27
Procedimento de montagem .....................................................................................................................27
Comando da Bomba Hidráulica – Instalação ...............................................................................................29
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................29
Chassi do Motor e Trem de Força – Separação ..........................................................................................31
Procedimento de Separação .....................................................................................................................31
Chassi do Motor e Trem de Força – Conexão .............................................................................................37
Procedimento de Conexão ........................................................................................................................37
Transmissão – Remoção..............................................................................................................................44
Procedimento de Remoção .......................................................................................................................44
Transmissão – Desmontagem......................................................................................................................51
Procedimento de Desmontagem...............................................................................................................51
Transmissão – Montagem ............................................................................................................................77
Procedimento de Montagem .....................................................................................................................77
Transmissão – Instalação.............................................................................................................................98
Procedimento de Instalação ......................................................................................................................98
Válvula do Super Redutor - Remoção e Instalação ................................................................................. 106
Procedimento de Remoção ................................................................................................................... 106
Procedimento de Instalação .................................................................................................................. 106
Comando do Super Redutor – Remoção ................................................................................................. 108
Procedimento de Remoção ................................................................................................................... 108
Comando do Super Redutor – Desmontagem ......................................................................................... 110

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3B – Desmontagem e Montagem do Trem de Força
ÍNDICE

Procedimento de Desmontagem........................................................................................................... 110


Comando do Super Redutor – Montagem ............................................................................................... 117
Procedimento de Montagem ................................................................................................................. 117
Comando do Super Redutor – Instalação ................................................................................................ 124
Procedimento de Instalação .................................................................................................................. 124
Válvula Moduladora (Tomada de Potência) – Remoção ......................................................................... 126
Procedimento de Remoção ................................................................................................................... 126
Válvula Moduladora (Tomada de Potência) – Instalação ........................................................................ 127
Procedimento de Instalação .................................................................................................................. 127
Tomada de Potência – Remoção ............................................................................................................. 128
Procedimento de Remoção ................................................................................................................... 128
Tomada de Potência – Desmontagem..................................................................................................... 132
Tomada de Potência – Montagem ........................................................................................................... 143
Tomada de Potência – Instalação ............................................................................................................ 153
Procedimento de Instalação .................................................................................................................. 153
Freio de Serviço – Remoção .................................................................................................................... 157
Procedimento de Remoção ................................................................................................................... 157
Freio de Serviço – Instalação ................................................................................................................... 160
Procedimento de Instalação .................................................................................................................. 160
Redução Final – Remoção ....................................................................................................................... 162
Procedimento de Remoção ................................................................................................................... 162
Redução Final – Desmontagem ............................................................................................................... 164
Procedimento de Desmontagem........................................................................................................... 164
Redução Final – Montagem ..................................................................................................................... 172
Procedimento de Montagem ................................................................................................................. 172
Redução Final – Instalação ...................................................................................................................... 181
Procedimento de Instalação .................................................................................................................. 181
Diferencial da Direção – Remoção........................................................................................................... 183
Procedimento de Remoção ................................................................................................................... 183
Diferencial da Direção –Desmontagem.................................................................................................... 187
Procedimento de Desmontagem........................................................................................................... 187
Diferencial da Direção – Montagem ......................................................................................................... 206
Procedimento de Montagem ................................................................................................................. 206
Diferencial da Direção – Instalação.......................................................................................................... 223
Procedimento de Instalação .................................................................................................................. 223
Carcaça do Diferencial – Remoção.......................................................................................................... 227
Procedimento de Remoção ................................................................................................................... 227
Carcaça do Diferencial –Desmontagem................................................................................................... 232
Procedimento de Desmontagem........................................................................................................... 232
Carcaça do Diferencial – Montagem ........................................................................................................ 235
Procedimento de Montagem ................................................................................................................. 235
Carcaça do Diferencial – Instalação......................................................................................................... 237
Procedimento de Instalação .................................................................................................................. 237

ÍNDICE ALFABÉTICO .............................................................................................................................. 241

ii
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Seção 3B – Desmontagem e Montagem do Trem de Força
SEGURANÇA

SEGURANÇA
INFORMAÇÕES GERAIS
Informações Importantes sobre
Segurança
FIG. 1: A operação, lubrificação, manutenção ou
reparo inadequado deste produto pode ser perigoso,
podendo resultar em ferimentos graves ou morte.
Muitos dos ferimentos que envolvem a operação,
manutenção e reparo do produto são causados por
falta de observação das regras básicas de segurança
ou precauções. Geralmente, a ocorrência de
ferimentos pode ser evitada mediante o
reconhecimento de potenciais situações de perigo. A
pessoa deve estar alerta quanto a potenciais perigos.
Essa pessoa também deve ter o treinamento, as
habilidades e as ferramentas necessárias para
executar corretamente essas funções.

FIG. 1
Símbolo de alerta de segurança
FIG. 2: Este é o símbolo de alerta de segurança. Este
símbolo significa ATENÇÃO! ESTEJA ALERTA! SUA
SEGURANÇA ESTÁ ENVOLVIDA! Procure por ele,
neste manual e nos adesivos de segurança existentes
no trator. Ele chamará sua atenção para informações
que envolvem sua segurança e a segurança de
terceiros.

FIG. 2

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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SEGURANÇA

Palavras de sinalização
FIG. 3: As palavras PERIGO, ADVERTÊNCIA ou
PRECAUÇAO são utilizadas com o símbolo de alerta
de segurança. Aprenda a reconhecer estes alertas de
segurança e siga as precauções e as práticas de
segurança recomendadas.

PERIGO:
Indica uma situação de perigo iminente que, se
não for evitada, resultará em morte ou ferimentos
muito graves.

FIG. 3
ADVERTÊNCIA:
Indica uma potencial situação de perigo que, se
não for evitada, pode resultar em morte ou
ferimentos graves.

CUIDADO:
Indica uma potencial situação de perigo que, se
não for evitada, poderá resultar em ferimentos
menores.
As palavras IMPORTANTE e NOTA não estão
relacionadas à segurança individual, porem são
utilizadas para fornecer informações adicionais e
dicas para manutenção ou operação do equipamento.
IMPORTANTE: A palavra IMPORTANTE é usada
para identificar instruções ou procedimentos
especiais que, se não forem rigorosamente
observados, podem resultar em danos ou
destruição da máquina, processo ou da área
circundante.
NOTA: A palavra NOTA é usada para identificar
pontos de particular interesse para uma
operação ou reparo mais eficiente e
conveniente.
Substitua qualquer adesivo de PERIGO,
ADVERTÊNCIA, CUIDADO ou instrucional que esteja
ilegível ou ausente. A localização e número de peça
desses adesivos é identificada no manual do
operador desta máquina.

2
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SEGURANÇA

Mensagens informativas
FIG. 4: Não opere nem faça qualquer lubrificação,
manutenção ou reparo neste produto antes que tenha
lido e entendido as informações de operação,
lubrificação, manutenção e reparo.
Antes de iniciar a operação, manutenção ou reparo
do trator, assegure-se de ler e entender este manual,
o manual do operador e o manual para todos os
implementos.
Aprenda como operar, fazer manutenção e reparar o
trator e como usar os controles corretamente.
Não deixe ninguém operar, dar manutenção ou
reparar o trator sem que tenha instrução e
treinamento.
Para sua segurança e de outras pessoas, obedeça
todas as precauções e instruções de segurança
encontradas nos manuais e nos adesivos fixados no
trator e nos implementos do trator.
A não observação dessas precauções poderá resultar
em ferimentos e morte.
Lado direito e lado esquerdo, da forma como usados
FIG. 4
neste manual são determinados olhando-se para a
direção que será percorrida pela máquina quando em
uso.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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SEGURANÇA

Informações gerais sobre perigos


FIG. 5: Quando o motor está em funcionamento e o
volante de direção for esterçado, o trator não vira se a
alavanca de controle de transmissão (1) estiver na
posição PARK (P). O trator irá virar com a alavanca
de controle de transmissão colocada na posição
NEUTRA (N).
Não coloque o motor em funcionamento até que
nenhuma pessoa esteja presente na área. Isso ajuda
a evitar ferimentos pessoais devido ao movimento
inesperado do trator.
A menos que você seja instruído em contrário,
execute a manutenção sob as seguintes condições:
• Trator estacionado em solo nivelado. FIG. 5
• Implementos abaixados para o solo.
• Alavanca de controle de transmissão colocada na
posição PARK.
• Motor parado.
• Interruptor de partida do motor desligado e chave
de ignição removida.
• O trator esteja frio.
Conheça a largura do seu equipamento para manter a
distância adequada ao operar o trator nas
proximidades de obstáculos.

FIG. 6: Esteja preparado para emergências. Sempre


carregue um ou mais extintores de incêndio
adequados - classificação ABC, pó químico seco.
Mantenha sempre à mão um kit de primeiros socorros
para pequenos cortes e esfoladuras.

FIG. 6

4
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SEGURANÇA

FIG. 7: Use um capacete, luvas de proteção, e outros


equipamentos de proteção, conforme necessário.
Não use roupas soltas ou jóias que possam ser
puxadas pelas peças ou controles do trator.

FIG. 7

FIG. 8: Fique voltado para a traseira do trator sempre


que subir ou descer do trator.
Mantenha contato em três pontos com os degraus e
os corrimãos. O contato em três pontos é dois pés e
uma das mãos, e um pé e as duas mãos.
Não tente subir ou descer quando trator está em
movimento.
IMPORTANTE: Assegure-se de que os degraus não
estejam ajustados muito próximos do capô no
trator.
Deve-se deixar uma distância mínima de 75 mm entre
o apoio para a mão e o capô para que haja espaço
suficiente para a mão do operador. FIG. 8

FIG. 9: Os gases do escapamento do motor diesel


contém produtos de combustão que podem ser
prejudiciais à sua saúde. Sempre funcione o motor
em uma área bem ventilada. Nunca opere o motor e
um edifício fechado, a menos que os gases do
escapamento sejam ventilados para fora.

FIG. 9

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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SEGURANÇA

FIG. 10: Dê partida ao motor apenas quando estiver


sentado no banco do operador. Nunca ligue em curto
os terminais do motor de partida ou das baterias.

FIG. 10

FIG. 11: Somente opere o trator quando estiver


sentado no assento do operador. Ao operar o trator,
coloque sempre o cinto de segurança. Somente opere
os controles com o motor em funcionamento.
Se outra pessoa estiver viajando no assento do
instrutor, assegure-se que a pessoa esteja usando o
cinto de segurança. Nunca permita ninguém em
qualquer parte do trator ou seu implemento, exceto no
assento do operador e no assento do instrutor quando
o motor estiver funcionando.

FIG. 11

FIG. 12: Algumas fotos neste manual podem ter sido


tiradas com as proteções removidas para facilidade
de visualização.

ADVERTÊNCIA:
Para melhor qualidade de visualização, algumas
fotos e ilustração neste manual podem mostrar
um conjunto com a proteção removida. Não opere
o trator, a menos que as proteções estejam em
boas condições e instaladas no lugar. Substitua
imediatamente as proteções após o término da
inspeção, reparos, limpeza ou ajustes e antes de FIG. 12
começar/retomar a operação.

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SEGURANÇA

FIG. 13: Nunca coloque fluido de manutenção em


recipientes de vidro. Drene todos os fluidos em um
recipiente adequado.
Descarte todos os fluidos drenados e descarte
também todos os materiais saturados com fluido de
acordo com os regulamentos locais.
Use todas as soluções de limpeza com cuidado.

FIG. 13

FIG. 14: Não fume ao fazer manutenção no ar


condicionado. A inalação de gás do refrigerante do ar
condicionado através de um cigarro aceso pode
causar prejuízos ao corpo ou morte.
Mantenha o trator livre de impurezas (combustível,
óleo, líquidos de arrefecimento, panos oleosos e
detritos).
Não aplique solda nas linhas ou nos tanques que
contenham fluidos ou gases inflamáveis
Tenha cuidado quando estiver reabastecendo um
trator. Não fume durante o reabastecimento do trator.
Sempre desligue o motor antes de reabastecer. FIG. 14
Abasteça o tanque de combustível em local externo.

FIG. 15: Sempre desligue o motor, mude a


transmissão para Park, remova a chave de ignição, e
coloque o interruptor de desconexão da bateria na
posição DESLIGADO antes de deixar que qualquer
pessoa inspecione, limpe, lubrifique, ajuste ou repare
qualquer parte do trator ou de seus implementos.

FIG. 15

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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SEGURANÇA

FIG. 16: Quaisquer modificações ao interior do posto


de operação não devem projetar-se para dentro do
espaço do operador.
Ao trabalhar embaixo do equipamento, apóie-o
adequadamente.
Não faça quaisquer modificações à estrutura de
segurança (ROPS), pois isso afetará a proteção
fornecida. Não altere a estrutura ao soldar, recortar,
adicionar peso ou fazer furos no

FIG. 16

FIG. 17: Mantenha objetos afastados das lâminas do


ventilador em movimento. Os objetos serão
arremessados e podem ser cortados pelas lâminas do
ventilador.
Você pode ser apanhado por peças móveis mais
rapidamente do que sua capacidade de afastar-se da
estrutura.

FIG. 17

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SEGURANÇA

FIG. 18: Não toque em qualquer parte do motor em


operação. Deixe o motor esfriar antes de fazer
qualquer manutenção no motor. Antes de
desconectar qualquer linha, conexões ou itens
relacionados, alivie toda a pressão no sistema de ar,
no sistema de óleo, no sistema de lubrificação, no
sistema de combustível, ou no sistema de
arrefecimento.

FIG. 18

FIG. 19: Não remova a tampa do radiador com o


motor quente. Somente remova a tampa quando
estiver suficiente fria ao tocá-la com as mãos. Solte
lentamente a tampa até o primeiro entalhe para aliviar
a pressão e, em seguida, remova-a.

FIG. 19

FIG. 20: Vazamentos de fluído em alta pressão


podem ser quase invisíveis, porém penetram na pele
causando ferimentos graves.
Consulte um médico imediatamente caso tenha
sofrido um ferimento por vazamento de fluidos. O
fluido injetado na pela deve ser removido
cirurgicamente em poucas horas ou poderá resultar
em gangrena.
O óleo quente e os componentes quentes podem
causar ferimentos.

FIG. 20

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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SEGURANÇA

FIG. 21: Utilize um pedaço de papelão ou madeira


para procurar possíveis vazamentos; nunca faça isso
com as mãos.
Não dobre as linhas de alta pressão. Não bata nas
linhas de alta pressão. Não instale quaisquer linhas
que estejam dobradas ou danificadas.
Verifique cuidadosamente as linhas, tubos e
mangueiras. Repare todas as linhas soltas ou
danificadas. Aperte todas as conexões ao torque
recomendado.
Substitua as peças na presença de qualquer das
condições a seguir:
• Conexões terminais danificadas ou vazando. FIG. 21
• Revestimentos externos danificados por fricção
ou cortes.
• Fios expostos.
• Revestimento externo abaulado.
• Peças flexíveis das mangueiras dobradas.
• Tampas externas com armação afundada.
• Conexões finais deslocadas.

FIG. 22: O eletrólito nas baterias do trator é um ácido


e pode causar ferimentos. Não deixe que o eletrólito
entre em contato com a pele ou os olhos. Sempre use
óculos de proteção ao trabalhar nas baterias. Lave as
mãos depois de ter estado em contato com as
baterias e os conectores.

FIG. 22

FIG. 23: Os gases da bateria podem explodir.


Mantenha chamas abertas ou faíscas afastadas da
parte superior da bateria. Não fume em áreas de
recarga de baterias.
Nunca verifique a carga da bateria colocando um
objeto metálico entre os terminais. Não coloque
ferramentas sobre materiais condutivos na bateria.
Tenha cuidado ao conectar cabos auxiliares às
baterias. A instalação incorreta dos cabos auxiliares
pode resultar em danos aos componentes elétricos ou
explosão da bateria.
Não aplique carga a uma bateria congelada, pois ela
pode explodir. Aqueça a bateria até 16°C (60°F). FIG. 23

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SEGURANÇA

FIG. 24: Certifique-se de que todas as luzes,


refletores e SMV do trator estejam instaladas, em
boas condições, e limpas.
Consulte o órgão de serviço autorizado quanto aos
regulamentos locais relativos à movimentação de
equipamentos agrícolas em estradas públicas.

FIG. 24

FIG. 25: O aplicativo Auto-Guide (direcionamento


automático) pode ser desativado temporariamente no
caso de perda do sinal de satélite. É imprescindível
que o operador esteja sempre alerta à sua posição e
condições no campo.
O Sistema Auto-Guide tem como objetivo ajudar o
operador no direcionamento do trator. A atenção do
operador é exigida todo o tempo.

FIG. 25

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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SEGURANÇA

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

DESMONTAGEM E MONTAGEM
VEDADORES HDDF - INSTALAÇÃO
FIG. 26: São mostrados um vedador HDDF (1) e um
Vedador de Cone Duplo (2). Esta instrução apresenta
o procedimento para montagem e instalação de
vedadores HDDF.

FIG. 26

Ferramentas Necessárias
FIG. 27: A instalação do Vedador HDDF não requer
ferramentas especiais.

FIG. 27

Terminologia para o Vedador HDDF


FIG. 28: Terminologia para o Vedador HDDF
(1) Anel de Vedação.
(2) Raio do Friso ao Flange do Vedador.
(3) Arruela Belleville.
(4) Borda de Retenção.
(5) Parede do Diâmetro Interno do Alojamento.
(6) Raio do Alojamento.

FIG. 28

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 29: O vedador HDDF cria três áreas de vedação


diferentes.
(1) Face metal-metal
(2) Raio do Friso ao Flange do Vedador Metálico à
Arruela Belleville
(3) Raio da Arruela Belleville ao Alojamento

FIG. 29

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

Procedimento de Montagem e Instalação

ADVERTÊNCIA:
Evite o contato prolongado da pele com o álcool
isopropílico. Evite a inalação de vapores em áreas
fechadas sem ventilação adequada e não fume.
O álcool isopropílico é inflamável. Não use nas
proximidades de chama exposta, operações de
soldagem ou ao redor de superfícies aquecidas a
mais de 482°C (900°F).
FIG. 30: A observação procedimentos de instalação
corretos é essencial. O vedador HDDF poderá falhar
devido a um ou mais erros durante a montagem ou
instalação dos componentes do vedador.
Qualquer parte do alojamento em contato com a
superfície de vedação deve estar livre de impurezas
(óleo, graxa, sujeira, partículas metálicas, poeira e
fiapos). Essas superfícies devem ser limpas com um
pano que não solte fiapos e um solvente que não seja
à base de petróleo.
Seque as superfícies com um pano que não solte
fiapos ou com ar comprimido.
FIG. 30

FIG. 31: Remova todas as impurezas das Arruelas


Belleville e do diâmetro externo pequeno dos anéis de
vedação. Limpe as Arruelas Belleville com um pano
que não solte fiapos e solvente que não seja à base
de petróleo. Seque as Arruelas Belleville com um
pano que não solte fiapos ou com ar comprimido.

FIG. 31

FIG. 32: Não tente remover e limpar as Arruelas


Belleville (1) caso tenham sido coladas no anel de
vedação (2).
Uma Arruela Belleville colada pode ser facilmente
identificada por uma linha cinza visível no ponto de
união do anel de vedação no flange de vedação.
NOTA: Os Vedadores HDDF utilizados nas Carcaças
dos Eixos NÃO possuem Arruelas Belleville
coladas ao anel de vedação.

FIG. 32

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 33: Se a Arruela Belleville (1) for removida,


substitua-a no diâmetro externo pequeno do anel de
vedação (2).
IMPORTANTE: Certifique-se de que a Arruela
Belleville esteja em nível contra o raio do anel
de vedação.

FIG. 33

FIG. 34: Instale cada metade do vedador no


alojamento, empurrando cuidadosamente a metade
do vedador até que esteja completamente assentada.
IMPORTANTE: Verifique para comprovar que o
vedador não está preso e que a arruela está
assentada uniformemente no fundo do furo.

FIG. 34

FIG. 35: Após instalar as duas metades na unidade,


limpe as superfícies metálicas com um pano que não
solte fiapos.

FIG. 35

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 36-37: Aplique uma camada fina de óleo limpo


nas faces metálicas de vedação com um aplicador
que não solte fiapos (1).
IMPORTANTE: O óleo não deve entrar em contato
com outras superfícies que não sejam as
faces metálicas de vedação
NOTA: O óleo e o aplicador devem ser guardados em
um recipiente fechado para evitar
contaminação.

FIG. 36

FIG. 37

FIG. 38: Se a Arruela Belleville não tiver sido colada


ao anel de vedação, quando a montagem usando os
vedadores HDDF estiver concluída, as faces de
vedação são unidas e, a seguir, separadas. É
importante verificar e certificar-se de que as Arruelas
Belleville ainda estejam corretamente assentadas nos
anéis de vedação e no alojamento do vedador.
NOTA: Os Vedadores HDDF utilizados nas Carcaças
dos Eixos NÃO possuem Arruelas Belleville
coladas ao anel de vedação.

FIG. 38

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

Resultado da Montagem Incorreta


FIG. 39: Se a Arruela Belleville (1) não estiver
assentada no anel de vedação ou no alojamento, ela
pode ser pinçada quando as duas metades forem
unidas no final da montagem. O pinçamento resultará
em falha da vedação.

FIG. 39

FIG. 40: Certifique-se de que os dois alojamentos


estejam alinhados corretamente e concêntricos.
Um impacto forte pode arranhar ou quebrar os
componentes do vedador HDDF.

FIG. 40

FIG. 41: Com o vedador HDDF, o movimento


oscilatório excessivo dos vedadores indica que os
vedadores estão estragados. Esse movimento
oscilatório pode ocorrer se a Arruela Belleville
deslocar-se do alojamento durante a montagem final.
Essa ação oscilatória pode permitir a entrada de
impurezas e a falha é inevitável.

FIG. 41

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

VÁLVULA DE ALÍVIO
(LUBRIFICAÇÃO DA
TRANSMISSÃO) - REMOÇÃO E
INSTALAÇÃO
Procedimento de Remoção
NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de
executar o procedimento de desmontagem,
limpe completamente a parte externa do
componente. A limpeza ajuda a impedir a
entrada de sujeira no mecanismo interno.
FIG. 42: Remoção do bujão.
1. Remova o bujão (1).

FIG. 42

FIG. 43: Remoção da válvula de alívio.


2. Remova o anel de retenção (2) e remova a
válvula de alívio (3).

FIG. 43

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

Procedimento de Instalação
NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de
montar, limpe completamente todas as peças
em fluido de limpeza. Deixe as peças secarem
ao ar. Não use panos de limpeza para secar
as peças. Esses panos soltam fiapos que
podem ficar depositados nas peças, o que
poderá causar problema posterior. Inspecione
todas as peças. Substitua todas as peças com
desgaste ou dano por outras novas.
FIG. 44: Instalação da válvula de alívio.
1. Instale a válvula de alívio (3) e instale o anel de
retenção (2).

FIG. 44

FIG. 45: Instalação do bujão.


2. Instale o bujão (1).

FIG. 45

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

VÁLVULA DE ALÍVIO (PRESSÃO DE


CARGA) - REMOÇÃO E
INSTALAÇÃO
Procedimento de Remoção
NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de
executar o procedimento de desmontagem,
limpe completamente a parte externa do
componente. A limpeza ajuda a impedir a
entrada de sujeira no mecanismo interno.
FIG. 46: Remoção da válvula de alívio.
1. Remova os parafusos (1) e, a seguir, remova a
válvula de alívio (2).

FIG. 46
Procedimento de Instalação
NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de
montar, limpe completamente todas as peças
em fluido de limpeza. Deixe as peças secarem
ao ar. Não use panos de limpeza para secar
as peças. Esses panos soltam fiapos que
podem ficar depositados nas peças, o que
poderá causar problema posterior. Inspecione
todas as peças. Substitua todas as peças com
desgaste ou dano por outras novas.

FIG. 47: Instalação da válvula de alívio.


1. Instale a válvula de alívio (2). Instale os parafusos
(1) e aperte com um torque de 30 ± 4Nm (22 ± 3
lb pé).

FIG. 47

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

COMANDO DA BOMBA
HIDRÁULICA – REMOÇÃO
Procedimento de Remoção
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
A 1U-7505 Macaco hidráulico 1
Início do procedimento:
a. Remova a bomba da direção. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem do Componente,
Bomba da direção - Remoção.
b. Remova a bomba do implemento. Consulte a
seção Desmontagem e Montagem do
Componente, Bomba do Implemento - Remoção.
NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de
executar o procedimento de desmontagem,
limpe completamente a parte externa do
componente. A limpeza ajuda a impedir a
entrada de sujeira no mecanismo interno.
FIG. 48: Remoção da válvula de drenagem EOR.
1. Remova os parafusos (2) e remova a válvula de
drenagem EOR (1).
NOTA: A partir dos números de série a seguir, a
válvula de drenagem EOR (1) foi removida.
MT745 ALA40269
MT755 ALM40712
MT765 AMS41163
A alteração do procedimento de verificação do
nível de óleo do Trem de Força eliminou a
válvula de drenagem EOR.

FIG. 48

22
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 49: Remoção do comando da bomba hidráulica.


2. Posicione a Ferramenta (A) sob o comando da
bomba hidráulica (8).
3. Remova os parafusos (3), os parafusos (4) e o
parafuso (5). Remova os parafusos (6) e os
parafusos (7).
4. Use a Ferramenta (A) e remova o comando da
bomba hidráulica (8). O comando da bomba
hidráulica (8) pesa aproximadamente 50 kg (110
lb).

FIG. 49

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

COMANDO DA BOMBA
HIDRÁULICA - DESMONTAGEM
Procedimento de Desmontagem
Ferramentas necessárias
Número
Ferramenta Descrição Qtd
de Peça
Gp de Ferramentas de
A 1H-3107 1
Extração
Gp Extrator do
B 8B-7551 1
Rolamento
C 1P-0510 Gp de Chaves 1
Início do procedimento:
a. Remova o comando da bomba hidráulica.
Consulte a seção Desmontagem e Montagem,
Comando da Bomba Hidráulica - Remoção.
NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de
executar o procedimento de desmontagem,
limpe completamente a parte externa do
componente. A limpeza ajuda a impedir a
entrada de sujeira no mecanismo interno.
Sujeira e contaminantes podem danificar os
componentes. Todos os procedimentos de
desmontagem e montagem devem ser
executados em uma superfície de trabalho
limpa. Limpe todos os componentes internos
em solvente de limpeza. Seque todos os
componentes internos com ar comprimido.
FIG. 50: Remoção da engrenagem.
1. Usando um punção, insira o pino de trava (1) no
eixo (2). Remova o eixo (2).
2. Remova a arruela de encosto (3) de cada lado da
engrenagem (4). Remova a engrenagem (4) da
carcaça do comando da bomba (5).
3. Remova o rolamento (6) da engrenagem (4).
NOTA: Cuidado para não inserir o pino (1) muito
fundo; caso contrário o pino acoplará a
carcaça (5) do lado oposto, dificultando a
remoção do eixo (2).
IMPORTANTE: O pino de trava deve ter o centro
tampado para evitar a fuga de óleo
lubrificante. NÃO use o pino de trava antigo.

FIG. 50

24
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 51: Remoção do filtro.


4. Remova os parafusos (7). Remova a tampa final
(8). Remova o anel de vedação (9). Remova o
filtro (11). Remova o anel de vedação (12) da
carcaça do comando da bomba.
5. Remova o composto de vedação antigo (10) da
carcaça do comando da bomba.

FIG. 51

FIG. 52: Remoção da engrenagem.


NOTA: Ao remover a tampa (14), a engrenagem (15)
pode cair.
6. Remova os parafusos (13). Remova a tampa (14).
7. Remova o anel de vedação (16). Com um martelo
macio, bata na engrenagem (15) para removê-la
da tampa (14).

FIG. 52

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 53-54: Remoção dos rolamentos.


8. Remova os dois rolamentos (17) da engrenagem
(15). Use as Ferramentas (A), (B) e (C).

FIG. 53

FIG. 54

26
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

COMANDO DA BOMBA
HIDRÁULICA - MONTAGEM
Procedimento de montagem
NOTA: Verifique os anéis de vedação quanto a
desgaste ou dano. Substitua os anéis de
vedação, se necessário.
NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de
montar, limpe completamente todas as peças
em fluido de limpeza. Deixe as peças secarem
ao ar. Não use panos de limpeza para secar
as peças. Esses panos soltam fiapos que
podem ficar depositados nas peças, o que
poderá causar problema posterior. Inspecione
todas as peças. Substitua todas as peças com
desgaste ou dano por outras novas. Sujeira e
contaminantes podem danificar os
componentes. Todos os procedimentos de
desmontagem e montagem devem ser
executados em uma superfície de trabalho
limpa. Mantenha as peças cobertas e
protegidas todo o tempo.
FIG. 55: Instalação dos rolamentos.
1. Instale os dois rolamentos (17) na engrenagem
(15). Use uma prensa adequada a fim de instalar
os rolamentos.

FIG. 55
FIG. 56: Instalação da tampa.
2. Instale o anel de vedação (16). Usando um
martelo macio, bata para inserir a engrenagem
(15) e o rolamento na tampa (14).
NOTA: A Engrenagem (15) pode cair da tampa (14).
3. Instale a tampa (14). Instale os parafusos (13) e
aperte firmemente.

FIG. 56

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 57: Instalação do filtro.


4. Instale o filtro (11). Instale o anel de vedação (9).
IMPORTANTE: Certifique-se de que o filtro (11) seja
instalado no furo na frente da carcaça (10). O
filtro pode ser esmagado ao apertar os
parafusos.
5. Instale a tampa final (8). Instale os parafusos (7).
Instale o anel de vedação (12) na carcaça do
comando da bomba (10).

FIG. 57

FIG. 58: Instalação da engrenagem.


6. Instale o rolamento (6) na engrenagem (4).
7. Instale a engrenagem (4) na carcaça do comando
da bomba (5). Instale as duas arruelas (3) na
engrenagem (4).
NOTA: O pino de trava veda o óleo aos rolamentos.
Não use o pino de trava antigo (1). O pino de
trava possui borracha interna para evitar a
fuga do óleo lubrificante.
8. Instale o eixo (2). Usando um punção, insira o
pino de trava (1) na carcaça do comando (5).
Término do procedimento:
a. Instale o comando da bomba. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Comando da Bomba
Hidráulica - Instalação.

FIG. 58

28
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

COMANDO DA BOMBA
HIDRÁULICA - INSTALAÇÃO
Procedimento de Instalação
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
A 1U-7505 Macaco hidráulico 1

FIG. 59
FIG. 59: Aplique Composto de Vedação para Junta
IU-8846 à superfície de contato do comando da
bomba hidráulica.
1. Aplique uma camada contínua de 3,0 ± 0,5 mm
(0,125 ± 0,016 pol.).
2. Usando um rolete, espalhe a camada numa
largura mínima de 9,0 mm (0,3125 pol.).
3. Remova o excesso do composto de vedação (não
deixe o composto de vedação em contato com o
anel de vedação).
NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de
montar, limpe completamente todas as peças
em fluido de limpeza. Deixe as peças secarem
ao ar. Não use panos de limpeza para secar
as peças. Esses panos soltam fiapos que
podem ficar depositados nas peças, o que
poderá causar problema posterior. Inspecione
todas as peças. Substitua todas as peças com
desgaste ou dano por outras novas.

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 60: Instalação do comando da bomba hidráulica.


1. Certifique-se de que o Composto de Vedação
para Junta IU-8846 tenha sido aplicado à
superfície de contato do comando da bomba
hidráulica (8). Use a Ferramenta (A) para
posicionar o comando da bomba hidráulica (8).
Instale o comando da bomba hidráulica (8). O
comando da bomba hidráulica (8) pesa
aproximadamente 50 kg (110 lb).
2. Instale os parafusos (6) e os parafusos (7). Instale
o parafuso (5), os parafusos (4) e os parafusos
(3).
3. Remova a Ferramenta (A).

FIG. 60

FIG. 61: Instalação da válvula de drenagem EOR.


4. Instale a válvula de drenagem EOR (1) e instale
os parafusos (2).
NOTA: A partir dos números de série a seguir, a
válvula de drenagem EOR (1) foi removida:
MT745 ALA40269
MT755 ALM40712
MT765 AMS41163
A alteração do procedimento de verificação do
nível de óleo do trem de força eliminou a
válvula de drenagem EOR.
Término do procedimento:
a. Instale a bomba do implemento. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem do Componente,
Bomba do Implemento - Instalação.
b. Instale a bomba da direção. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem do Componente, FIG. 61
Bomba da Direção - Instalação.

30
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

CHASSI DO MOTOR E TREM DE


FORÇA - SEPARAÇÃO
Procedimento de Separação
Ferramentas necessárias
Número
Ferramenta Descrição Qtd
de Peça
Suporte de Apoio 1
A 203-5584 Parafuso (20 mm por
4
2,5 por 50 mm)
B Cavaletes 2
C Macaco 1
D 4C-8359 Olhal de Ievantamento 1
Conjunto do Suporte 2
Parafuso (20 mm por
4
F 1U-9073 2,5 por 50 mm)
Cavalete (12 ton.
2
baixo)
Bomba Hidráulica de
G 1U-5230 1
Mão
Início do procedimento:
a. Remova a cabine. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem do Componente,
Cabine - Remoção.
b. Remova os tanques de ar (se equipado). Consulte
a seção Desmontagem e Montagem do
Componente, Tanque de Ar - Remoção.
c. Remova o eixo de transmissão. Consulte a seção
Componentes Auxiliares do Motor, Desmontagem
e Montagem, Eixo de transmissão - Remoção e
instalação.

ADVERTÊNCIA:
Dirigir o trator em qualquer modo que não seja o
modo de tração nas duas rodas pode resultar em
ferimentos.
Sempre dirija o trator com as rodas traseiras
centradas e no modo de tração nas duas rodas.
FIG. 62: Desconexão dos conjuntos de mangueiras.
1. Desconecte os conjuntos de mangueiras (2).
Marque os conjuntos de mangueiras para
orientação. Remova os parafusos (1).

FIG. 62

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 63: Desconexão do conjunto do chicote elétrico.


2. Remova o parafuso (4) na tampa para o sensor
de tração da corrente.
3. Desconecte o conjunto do chicote (3), e corte as
amarrações do cabo. Repita no lado oposto do
chassi.

FIG. 63

FIG. 64: Remoção do conjunto do chicote.


4. Remova os parafusos (6) e a placa (5). Puxe o
conjunto do chicote elétrico (7) através da barra
rígida.

FIG. 64

FIG. 65: Remoção dos parafusos.


5. Remova os parafusos (8).

FIG. 65

32
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 66: Remoção dos conjuntos de tubos.


6. Remova os conjuntos de tubos do radiador de
óleo (9). Desconecte o conjunto da mangueira
(10).

FIG. 66

FIG. 67: Desconexão da linha de combustível.


7. Desconecte os conjuntos de tubos (15). Remova
os parafusos (14) e a placa (16).
8. Remova os parafusos (11) e as presilhas (12), a
fim de liberar a linha de combustível (13). Mova a
linha de combustível (13) para o chassi do motor.

FIG. 67

FIG. 68: Remoção dos bujões.


9. Remova os bujões (17).

FIG. 68

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 69: Elevação do trator.


10. Instale a Ferramenta (A) com os parafusos e
arruelas. Use a Ferramenta (C) para levantar a
frente do trator, a fim de remover a carga da
suspensão. Instale a Ferramenta (B).

FIG. 69

FIG. 70: Instalação da ferramenta.


11. Instale a Ferramenta (F). Ajuste a Ferramenta (F)
a fim de aplicar tensão ao suporte.

FIG. 70

34
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 71: Remoção dos parafusos.


12. Remova os parafusos (23) de cada lado do
chassi.
NOTA: Ao separar o chassi do motor e a transmissão,
o uso de uma alavanca poderá ser necessário
a fim de afastar os pinos guia (22).

FIG. 71

FIG. 72: Remoção dos parafusos.


13. Remova os parafusos (24) de cada lado do
chassi.

FIG. 72

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 73: Remoção dos parafusos.


14. Remova os parafusos (25) com os adaptadores
de cada lado do chassi.

FIG. 73

FIG. 74: Pressurização dos freios.


15. Conecte uma mangueira de teste no orifício do
freio (26). Use a Ferramenta (G) a fim de aplicar
uma pressão de 2070 kPa (300 psi).
IMPORTANTE: Não exceda a pressão de 2070 kPa
(300 psi); a não observação rigorosa desta
instrução pode resultar em dano.

FIG. 74

36
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 75: Separação do chassi do motor e da


transmissão.
16. Puxe o trator pela parte traseira.
NOTA: O uso de uma alavanca poderá ser
necessário para afastar os pinos guia.

FIG. 75

CHASSI DO MOTOR E TREM DE FORÇA -


CONEXÃO
Procedimento de Conexão
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
Suporte de Apoio 1
A 203-5584 Parafuso (20 mm por
4
2,5 por 50 mm)
B Cavaletes 2
C Macaco 1
Olhal de
D 4C-8359 1
elevamento
Conjunto do
2
Suporte
Parafuso (20 mm por
F IU-9073 4
2,5 por 50 mm)
Cavalete (12 ton.
2
baixo)
Bomba Hidráulica
G 1U-5230 1
de Mão

ADVERTÊNCIA:
Dirigir o trator em qualquer modo que não seja o
modo de tração nas duas rodas pode resultar em
ferimentos. Sempre dirija o trator com as rodas
traseiras centradas e no modo de tração nas duas
rodas.

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 76-77: Pressurização dos freios.


1. Conecte a Ferramenta (G) no orifício do freio (26).
Aplique uma pressão de 2070 kPa (300 psi), a fim
de liberar o freio de estacionamento. Movimente o
trator para colocá-lo em posição. Ajuste os
cavaletes, se necessário.
IMPORTANTE: Não exceda a pressão de 2070 kPa
(300 psi); a não observação rigorosa desta
instrução pode resultar em dano.
NOTA: Será necessário alinhar os pinos guia.
2. Remova a mangueira de teste do orifício do freio
(26).

FIG. 76

FIG. 77

38
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 78: Instalação dos parafusos.


3. Instale os parafusos (25) sem apertar, em cada
lado do chassi. Os parafusos serão apertados no
procedimento mais adiante.

FIG. 78

FIG. 79: Instalação dos parafusos.


4. Instale os parafusos (24) sem apertar, em cada
lado do chassi. Os parafusos serão apertados no
procedimento mais adiante.

FIG. 79

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 80: Instalação dos parafusos.


5. Instale os parafusos (23) sem apertar, em cada
lado do chassi.
Aperte todos os parafusos M24 X 3 com um
torque alto.
Aperte todos os parafusos M20 X 2,5 com um
torque alto.

FIG. 80

FIG. 81: Remoção da ferramenta.


6. Remova a tensão da Ferramenta (F). Remova a
Ferramenta (F).

FIG. 81

40
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 82: Abaixamento do trator.


7. Use a Ferramenta (C) e a Ferramenta (B) para
abaixar a frente do trator. Instale os bujões (17)
em cada lado da máquina. Remova a Ferramenta
(A) e a Ferramenta (B).

FIG. 82

FIG. 83: Instalação da linha de combustível e dos


conjuntos de tubos.
8. Instale a linha de combustível (13). Instale os
parafusos (11) e as presilhas (12).
9. Instale a placa (16) e os quatro parafusos (14)
com espaçadores. Instale os conjuntos de tubos
(15).

FIG. 83

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 84: Instalação dos conjuntos de tubos.


10. Conecte a mangueira (10). Instale os conjuntos
de tubos do radiador de óleo (9).

FIG. 84

FIG. 85: Instalação dos parafusos.


11. Instale os parafusos (8).

FIG. 85

FIG. 86: Instalação dos chicotes elétricos.


12. Empurre o chicote elétrico (7) através da barra
rígida. Conecte o chicote elétrico (7). Instale a
placa (5) e os parafusos (6). Repita no lado
oposto do chassi.

FIG. 86

42
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 87: Instalação dos chicotes elétricos.


13. Instale o chicote elétrico (3) e as novas
amarrações de cabo. Repita no lado oposto do
chassi.
14. Instale o parafuso (4) na tampa para o sensor de
tração da corrente.

FIG. 87

FIG. 88: Instalação dos conjuntos de tubos do


radiador.
15. Instale os conjuntos de tubos do radiador (2) e os
parafusos (1).
NOTA: Certifique-se de que os conjuntos de tubos
estejam orientados corretamente.
Término do procedimento:
a. Instale o eixo de transmissão. Consulte a seção
Componentes Auxiliares do Motor, Desmontagem
e Montagem, Eixo de transmissão - Remoção e
instalação.
b. Instale os tanques de ar (se equipado). Consulte FIG. 88
a seção Montagem e Desmontagem do
Componente, Tanque de Ar - Instalação, quanto
ao procedimento correto.
c. Instale a cabine. Consulte a seção Montagem e
Desmontagem do Componente, Cabine -
Instalação, quanto ao procedimento correto.

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

TRANSMISSÃO - REMOÇÃO
Procedimento de Remoção
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
A 138-7574 Suporte do engate 3
1U-7498 Cavalete de Apoio 1
B
1U-7500 Tubo 1
Travessa de
C 6V-6146 Nivelamento de 1
Carga

Início do procedimento:
a. Separe o chassi do motor e a transmissão.
Consulte a seção Desmontagem e Montagem,
Chassi do Motor e Transmissão - Separação.
b. Remova o tanque de combustível. Consulte a
seção Desmontagem e Montagem do
Componente, Tanque de Combustível - Remoção
e Instalação.
NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de
executar o procedimento de desmontagem,
limpe completamente a parte externa do
componente. A limpeza ajuda a impedir a
entrada de sujeira no mecanismo interno.
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.
1. Remova as proteções. Consulte o Manual de
Operação e Manutenção, Proteções - Remoção e
Instalação.
2. Ajuste o trem do chassi na largura máxima.
Consulte o Manual de Operação e Manutenção,
Trem do Chassi (Mobil-trac).
3. Drene o óleo do trem de força em um recipiente
adequado para armazenamento ou descarte.

44
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 89

FIG. 90
FIGS. 89-90: Remoção dos conjuntos de mangueiras
e dos conjuntos de tubos.
4. Remova os conjuntos de mangueiras (5) e (6).
5. Solte a abraçadeira da mangueira. Remova os
parafusos (8). Remova o conjunto do tubo (7).

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

6. Desconecte o conjunto da mangueira (3).


7. Remova os parafusos (1). Remova a mangueira
(3A) e o conjunto da placa (9).
8. Desconecte o conjunto da mangueira (10).
9. Desconecte o conjunto da mangueira (2) e o
conjunto do tubo (4).
10. Desconecte o conjunto do tubo (11).

FIG. 91: Remoção dos conjuntos de mangueiras e


dos conjuntos de tubos.
11. Desconecte o conjunto do tubo (12).
12. Desconecte os conjuntos das mangueiras (13) e
(14).
13. Desconecte o conjunto do chicote elétrico (15).
14. Solte o conjunto do tubo (16).

FIG. 91

FIG. 92: Desconexão do conjunto do chicote elétrico.


15. Desconecte o conjunto do chicote elétrico (17).

FIG. 92

46
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 93: Remoção dos coxins da cabine.


16. Remova os parafusos (18). Remova o coxim da
cabine (19). O coxim da cabine pesa
aproximadamente 86 kg (190 lb).

FIG. 93

FIG. 94: Remoção do montante.


17. Remova os parafusos (20). Remova o montante
(21).

FIG. 94

FIG. 95: Remoção dos coxins da cabine.


18. Instale a Ferramenta (D) no coxim da cabine (19).
Remova os parafusos (18). Remova o coxim da
cabine (19) de cada lado. O coxim da cabine pesa
aproximadamente 36 kg (80 lb)

FIG. 95

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 96: Remoção das molas.


19. Remova o parafuso e afaste a mola (22) para
trás. Remova o espaçador (21). A mola (20) pode
ser removida através da parte inferior.

FIG. 96

FIG. 97: Levantamento da transmissão.


20. Instale a Ferramenta (A) na transmissão (22).
Levante a frente da transmissão (22)
aproximadamente 20 graus.
NOTA: A transmissão se deslocará para trás.

FIG. 97

48
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 98: Instalação da ferramenta.


21. Coloque a Ferramenta (B) sob a carcaça do
diferencial. Remova os parafusos (23).

FIG. 98

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 99-100: Remoção da transmissão.


22. Instale a Ferramenta (C) e a Ferramenta (A) na
transmissão. Use correntes do mesmo tamanho.
Ajuste a Ferramenta (C) para a Dimensão (X). A
dimensão (X) é de 342,9 mm (13.50 pol.).
23. Remova os parafusos restantes (24). Remova a
transmissão. A transmissão pesa
aproximadamente 1270 kg (2800 Ib). A
transmissão com o super redutor pesa
aproximadamente 1406 kg (3100 Ib).
NOTA: Parafusos extratores podem ser necessários
nas proximidades dos furos dos pinos guia
para separar a transmissão do diferencial.

FIG. 99

FIG. 100

50
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

TRANSMISSÃO - DESMONTAGEM
Procedimento de desmontagem
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
A 138-7575 Suporte do engate 3
B 154-6183 Parafuso de Força 4
C 203-5581 Placa 1
D FT-2769 Mesa 1
1P-2322 Extrator Combinado 1
E
8B-7560 Placa de Passo 1
Alicate para anel de
F 5P-4758 1
retenção
G 207-8153 Retentor do Eixo 1
Martelo deslizante -
H 1P-0074 1
Extrator do grupo
J 1P-0520 Gp de Chaves 1
Início do procedimento:
a. Remova a transmissão. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem do Componente,
Transmissão - Remoção.
b. Remova a bomba da direção. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem do Componente,
Bomba da direção - Remoção.
c. Remova a bomba do implemento. Consulte a
seção Desmontagem e Montagem do
Componente, Bomba do Implemento - Remoção.
d. Remova o comando do super redutor. Consulte a
seção Desmontagem e Montagem, Comando do
Super Redutor - Remoção.
e. Remova o sensor de velocidade de deslocamento.
Consulte a seção Desmontagem e Montagem do
Componente, Sensor de Velocidade de
Deslocamento - Remoção e Instalação.
NOTA: Faça marcas de identificação em todas as
mangueiras, conjuntos de mangueiras, fios e
todos os conjuntos de tubos para que a
instalação seja feita na posição correta.
Tampe todos os conjuntos de mangueira e
todos os conjuntos de tubos. Fazer isso ajuda
a evitar perda de fluido e impedir a entrada de
contaminantes no sistema.
NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de
executar o procedimento de desmontagem,
limpe completamente a parte externa do
componente. A limpeza ajuda a impedir a
entrada de sujeira no mecanismo interno. Os
componentes de precisão podem ser
danificados por contaminantes ou sujeira.
Execute os procedimentos de desmontagem
em uma superfície de trabalho limpa.
Mantenha os componentes cobertos e
protegidos todo o tempo.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 101: Remoção da forquilha.


1. Remova a forquilha (37).

FIG. 101

FIG. 102: Desconexão do conjunto do chicote


elétrico.
2. Use um bloco que madeira (2) adequado para
nivelar a transmissão. Desconecte o conjunto do
chicote elétrico (1).

FIG. 102

FIG. 103: Remoção das válvulas de controle da


transmissão.
3. Remova os parafusos (3) e remova a válvula de
controle da transmissão (2). Repita este
procedimento para a remoção das demais
válvulas de controle.

FIG. 103

52
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 104: Remoção do comando da bomba.


4. Instale a Ferramenta (A) no comando da bomba
(4). Remova os parafusos (5) e remova o
comando da bomba (4). O comando da bomba
hidráulica (4) pesa aproximadamente 50 kg (110
lbs).

FIG. 104

FIG. 105: Remoção do tubo.


5. Remova o parafuso (6) e os parafusos (7).
Remova o tubo (8).

FIG. 105

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 106: Remova o acoplador.


6. Remova o acoplador (9). Instale a Ferramenta (A)
na caixa de transmissão traseira (10). Remova os
parafusos (11) da caixa de transmissão dianteira
(12).

FIG. 106

54
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 107-108: Remoção da caixa de transmissão


traseira.
7. Use a Ferramenta (B) para separar a caixa de
transmissão dianteira e a caixa de transmissão
traseira (10). Remova o vedador (13). A caixa de
transmissão traseira (10) pesa aproximadamente
236 kg (520 lb). Coloque a caixa de transmissão
traseira (10) sobre blocos de madeira.

FIG. 107

FIG. 108

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 109: Remoção das gaiolas dos rolamentos e dos


calços.
8. Remova as três conexões (15), se estiver
equipado com super redutor. Remova os
parafusos (16). Remova a gaiola do rolamento
(17) e os calços (18). Repita este procedimento
para as gaiolas dos rolamentos (19), (20) e (14).
Marque a posição da cada gaiola de rolamento
para facilitar a instalação.

FIG. 109

FIG. 110: Remoção da embreagem.


9. Gire a caixa de transmissão traseira (10) em 180
graus. Remova os parafusos (22). Não remova os
parafusos (23) neste momento. Remova a
embreagem (21). São necessárias duas pessoas
para remover a embreagem (21). A embreagem
(21) pesa aproximadamente 25 kg (55 lb).

FIG. 110

56
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 111: Remoção dos anéis de vedação.


10. Remova os anéis de vedação (24) da embreagem
(21).

FIG. 111

FIG. 112: Remoção da coroa.


11. Remova os parafusos (23). Remova a placa de
reação (26) e a coroa (27).

FIG. 112

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 113-114: Remoção dos discos e placas.

ADVERTÊNCIA:
Ser atingido por peças arremessadas pela
liberação da força de mola pode resultar em
ferimento. Use todos os equipamentos de
proteção necessários.
Observe o procedimento recomendado e use
todas as ferramentas recomendadas para liberar a
força de mola.
12. Remova o disco (28) e as placas (29). Remova os
pinos guia (31) e as molas (30). Remova os pinos
guia (35) da carcaça (36).
13. Remova o êmbolo (33) da carcaça (36). Remova
os vedadores (32) e (34) do êmbolo (33).

FIG. 113

FIG. 114

58
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 115: Remoção dos vedadores.


14. Remova os vedadores (43).
NOTA: Procedimento alternativo - Os Alojamentos
dos Vedadores 50, 75 e 102 podem ser
removidos neste momento.

FIG. 115

FIG. 116: Remoção dos eixos de transmissão.


15. Remova o tubo (42). Instale a Ferramenta (C) aos
eixos de transmissão. Remova os eixos de
transmissão (38), (39), (40) e (41). Os eixos de
transmissão pesam aproximadamente 340 kg
(750 lb).

FIG. 116

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 117: Posicione o eixo na ferramenta.


16. Coloque o eixo de transmissão na Ferramenta
(D). Remova a Ferramenta (C).
NOTA: Podem-se usar tubos para apoiar os eixos de
transmissão.

FIG. 117

FIG. 118: Remova o rolamento.


17. Instale a Ferramenta (E). Remova o rolamento
(44) do eixo (39).

FIG. 118

60
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FIG. 119: Remoção da engrenagem.


18. Remova o rolamento (44), espaçador (45),
espaçador (46), engrenagem (47), e o espaçador
(48), do eixo (39).

FIG. 119

FIG. 120: Remoção do alojamento do vedador.


19. Gire o eixo (39) em 180 graus. Remova os
parafusos (49) e remova o alojamento do vedador
(50).

FIG. 120

FIG. 121: Remoção dos rolamentos.


20. Use a Ferramenta (E) para remover o rolamento
(51).

FIG. 121

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FIG. 122: Remoção da engrenagem.


21. Remova o rolamento (51) e o espaçador (52).
Remova a arruela de encosto (53) e a
engrenagem (54).

FIG. 122

FIG. 123: Remoção dos discos de fricção e placas.


22. Remova os rolamentos (55) e a arruela de
encosto (56). Use a Ferramenta (F) para remover
os anéis de retenção (57). Remova a placa de
embreagem (58). Remova os discos de fricção e
placas (59), do eixo (39).
NOTA: Nas unidades mais recentes, o anel de
retenção (57) foi alterado e a Ferramenta (F)
não pode ser utilizada. Use duas chaves de
fenda de lâmina plana.

FIG. 123

62
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FIG. 124: Remoção da mola do eixo (39).

ADVERTÊNCIA:
Ser atingido por peças arremessadas pela
liberação da força de mola pode resultar em
ferimento. Use todos os equipamentos de
proteção necessários.
Observe o procedimento recomendado e use
todas as ferramentas recomendadas para liberar a
força de mola.
23. Use uma prensa adequada e a Ferramenta (G)
para comprimir a mola (61). Remova o anel de
retenção (60).

FIG. 124

FIG. 125: Remoção da mola.


24. Remova o espaçador (62), o conjunto do vedador
(63) e a mola (64), do eixo (39).

FIG. 125

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FIG. 126: Remoção do êmbolo.


25. Remova o êmbolo (66) do eixo (39). Remova os
anéis de vedação (65) do êmbolo (66). Remova o
vedador (67) do êmbolo (66).

FIG. 126

FIG. 127: Remoção do rolamento.


26. Use a Ferramenta (E) para remover o rolamento
(68) do eixo (38).

FIG. 127

64
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 128: Remoção da engrenagem.


27. Remova o rolamento (68), espaçador (69),
espaçador (70), arruela de encosto (71) e a
engrenagem (72), do eixo (38). Remova os dois
rolamentos (73) e a arruela de encosto (71).
NOTA: O procedimento para desmontagem das
placas de embreagem é idêntico.

FIG. 128

FIG. 129: Remoção do alojamento do vedador.


28. Gire o eixo (38) em 180 graus. Remova os
parafusos (74) e o alojamento do vedador (75).
Remova o pino de trava (76) do eixo (38).

FIG. 129

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FIG. 130: Remoção do rolamento.


29. Use a Ferramenta (E) para remover o rolamento
(77) do eixo (38).

FIG. 130

FIG. 131: Remoção da engrenagem.


30. Remova o rolamento (77), espaçador (78),
espaçador (79) e a engrenagem (80), do eixo
(38).

FIG. 131

66
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FIG. 132: Remoção das engrenagens.


31. Remova e engrenagem (81), espaçador (82),
arruela de encosto (83) e a engrenagem (84).
Remova os rolamentos (85) e a arruela de
encosto (83), do eixo (38).
NOTA: O procedimento para desmontagem das
placas de embreagem é idêntico.

FIG. 132

FIG. 133: Remoção do rolamento.


32. Use a Ferramenta (E) para remover o rolamento
(86) do eixo (41).

FIG. 133

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FIG. 134: Remoção do planetário.


33. Remova o rolamento (86), espaçador (87) e o
planetário (89), do eixo (41).

FIG. 134

FIG. 135: Desmontagem do planetário.


34. Insira o pino de trava (93) no eixo (94). Remova o
eixo (94), a arruela de encosto (90), a
engrenagem (92) e os rolamentos (91) do
planetário (89).
NOTA: Cuidado para não inserir o pino (94) muito
fundo; caso contrário o pino acoplará a
carcaça do planetário (89) do lado oposto,
dificultando a remoção do eixo (94).
IMPORTANTE: O pino de trava deve ter o centro
tampado para evitar a fuga de óleo
lubrificante. Não use os pinos de trava
antigos. FIG. 135

68
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 136: Remoção da engrenagem solar.


35. Remova a arruela de encosto (95), engrenagem
solar (96), o tubo de acionamento (97), as
arruelas de encosto (98) e a engrenagem (99).
Remova os rolamentos (100) e a arruela de
encosto (98), do eixo (41).
NOTA: O procedimento para desmontagem das
placas de embreagem é idêntico.

FIG. 136

FIG. 137: Remoção do rotor,


36. Gire o eixo (41). Remova os parafusos (101), o
alojamento do vedador (102), os parafusos (103)
e o rotor (104), do eixo (41).

FIG. 137

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FIG. 138: Remoção do rolamento.


37. Use a Ferramenta (E) para remover o rolamento
(105) do eixo (41).

FIG. 138

FIG. 139: Remoção do planetário.


38. Remova o rolamento (105), espaçador (106) e o
planetário (107), do eixo (41).
NOTA: O procedimento de desmontagem dos
planetários é idêntico.

FIG. 139

70
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 140: Remoção das engrenagens.


39. Remova a arruela de encosto (108), engrenagem
solar (109), o tubo de acionamento (110), as
arruelas de encosto (111) e a engrenagem (112).
Remova os rolamentos (113) e o espaçador (114)
do eixo (41).
NOTA: O procedimento para desmontagem das
placas de embreagem é idêntico.

FIG. 140

FIG. 141: Remoção do rolamento.


40. Use a Ferramenta (E) para remover o rolamento
(115) do eixo (40).

FIG. 141

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FIG. 142: Remoção das engrenagens.


41. Remova o rolamento (115), espaçador (116),
espaçador (117), engrenagem (118), e a
engrenagem (119), do eixo (40).

FIG. 142

FIG. 143: Remoção da engrenagem.


42. Remova o espaçador (120), a arruela de encosto
(121) e a engrenagem (122). Remova os
rolamentos (123) e a arruela de encosto (121), do
eixo (40).
NOTA: O procedimento para desmontagem das
placas de embreagem é idêntico.

FIG. 143

72
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 144: Remoção do rolamento.


43. Gire o eixo (40) em 180 graus. Use a Ferramenta
(E) para remover o rolamento (124) do eixo (40).

FIG. 144

FIG. 145: Remoção da engrenagem.


44. Remova a engrenagem (124), o espaçador (125),
a arruela de encosto (126) e a engrenagem (127).
Remova os rolamentos (128) e a arruela de
encosto (126), do eixo (40).
NOTA: O procedimento para desmontagem das
placas de embreagem é idêntico.

FIG. 145

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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FIG. 146: Remoção da embreagem.


45. Remova os parafusos (131) da embreagem (130).
Não remova os parafusos (129) neste momento.
Remova a embreagem (130).
NOTA: O procedimento para desmontagem das
placas de embreagem é idêntico.

FIG. 146

FIG. 147: Remoção das pistas dos rolamentos.


46. Use a Ferramenta (H) para remover as pistas dos
rolamentos (132), (133), (134) e (135) da frente
da caixa de transmissão dianteira.

FIG. 147

74
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 148: Remoção das tampas.


47. Remova os parafusos (136) do alojamento do
anel de vedação (137). Remova os parafusos
(139) e remova a tampa (138). Remova os
parafusos (141) e remova a tampa (140). Remova
os parafusos (143) e remova a tampa (142).

FIG. 148

FIG. 149: Remova o alojamento do vedador.


48. Use a Ferramenta (J) para remover o alojamento
do vedador (137).
NOTA: Procedimento Alternativo - Use parafusos
extratores pela parte externa.

FIG. 149

FIG. 150: Remoção dos anéis de vedação.


49. Remova os anéis de vedação (144) de seus
alojamentos (137).

FIG. 150

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 151: Remoção do vedador do lábio.


50. Remova o vedador do lábio (145) do alojamento
do vedador (137).

FIG. 151

76
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

TRANSMISSÃO - MONTAGEM
Procedimento de montagem
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
A 138-7575 Suporte do engate 3
C 203-5581 Placa 1
D FT-2769 Mesa 1
Alicate para anel
F 5P-4758 1
de retenção
G 207-8153 Retentor do Eixo 1
J 1P-0520 Gp de Chaves 1
Gp Relógio
K 8T-5096 1
Comparador
NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de
montar, limpe completamente todas as peças
em fluido de limpeza. Deixe as peças secarem
ao ar. Não use panos de limpeza para secar
as peças. Esses panos soltam fiapos que
podem ficar depositados nas peças, o que
poderá causar problema posterior. Inspecione
todas as peças. Substitua todas as peças com
desgaste ou dano por outras novas.
FIG. 152: Instalação das pistas dos rolamentos.
1. Abaixe a temperatura das pistas dos rolamentos.
Instale as pistas dos rolamentos (132), (133),
(134) e (135) na frente da caixa de transmissão.

FIG. 152

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 153: Instalação do êmbolo.


2. Instale os pinos guia (35) na carcaça (36). Instale
os vedadores (32) e (34) no êmbolo (33). Instale o
êmbolo (33) na carcaça (36).

FIG. 153

78
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 154-155: Instalação dos discos e placas e da


coroa.

ADVERTÊNCIA:
Ser atingido por peças arremessadas pela
liberação da força de mola pode resultar em
ferimento. Use todos os equipamentos de
proteção necessários.
Observe o procedimento recomendado e use
todas as ferramentas recomendadas para liberar a
força de mola.
3. Instale os pinos guia (31) e as molas (30). Instale
o disco (28) e as placas (29).
NOTA: Certifique-se de que os discos estejam
alinhados.
4. Instale a coroa (27) e a placa de reação (26).
Instale os parafusos (23). Aperte os parafusos
com um torque de 100 ± 20 Nm (74 ± 15 lb pé).
NOTA: Certifique-se de que os pinos (35) estejam
assentados dentro dos orifícios na placa de
reação (26) e na carcaça (36), para que não FIG. 154
sofram dano.

FIG. 155

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 156: Instalação dos anéis de vedação.


5. Instale os anéis de vedação (24) na embreagem
(21).

FIG. 156

FIG. 157: Instalação da embreagem.


6. Instale a embreagem (130). Instale os parafusos
(131) na embreagem (130). Instale os parafusos
(129).
NOTA: O procedimento para montagem das placas
de embreagem é idêntico.

FIG. 157

80
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 158: Instalação do êmbolo.


7. Instale os anéis de vedação (65) e o vedador (67).
Instale o êmbolo (66) no eixo (39). Instale os
anéis de vedação (65).

FIG. 158

FIG. 159: Instalação da mola.

ADVERTÊNCIA:
Ser atingido por peças arremessadas pela
liberação da força de mola pode resultar em
ferimento. Use todos os equipamentos de
proteção necessários.
Observe o procedimento recomendado e use
todas as ferramentas recomendadas para liberar a
força de mola.
8. Instale a mola (64), o conjunto do vedador (63) e
a anel de retenção (62) no eixo (39).

FIG. 159

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 160: Instalação do anel.


9. Use uma prensa adequada e a Ferramenta (G)
para comprimir a mola (61). Instale o anel (60) no
eixo (39).

FIG. 160

FIG. 161: Instalação dos discos e placas.


10. Instale os discos de fricção e placas (59), no eixo
(39). Instale a placa de embreagem (58). Use a
Ferramenta (F) para instalar o anel de retenção
(57). Instale a arruela de encosto (56) e os
rolamentos (55).
NOTA: Nos tratores mais recentes, o anel de
retenção foi alterado e a Ferramenta (F) não
pode ser utilizada para instalar o anel de
retenção (57).
NOTA: Certifique-se de que os discos de fricção se
alinhem usando a engrenagem antes de
instalar as peças.

FIG. 161

82
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 162: Instalação dos rolamentos e da


engrenagem.
11. Eleve a temperatura do rolamento (124). Instale a
arruela de encosto (126), os rolamentos (128), a
engrenagem (127), arruela de encosto (126), o
espaçador (125) e o rolamento (124) no eixo (40).
Gire o eixo (40).
NOTA: O procedimento para montagem das placas
de embreagem é idêntico.

FIG. 162

FIG. 163: Instalação dos rolamentos e da


engrenagem.
12. Instale a arruela de encosto (121), os rolamentos
(123), a engrenagem (122), a arruela de encosto
(121) e o espaçador (120) no eixo (40).
NOTA: O procedimento para montagem das placas
de embreagem é idêntico.

FIG. 163

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 164: Instalação dos rolamentos e da


engrenagem.
13. Eleve a temperatura do rolamento (115). Instale a
engrenagem (119), engrenagem (118), espaçador
(117), espaçador (116) e o rolamento (115) no
eixo (40).

FIG. 164

FIG. 165: Instalação dos rolamentos e da


engrenagem.
14. Instale a arruela de encosto (111), o rolamento
(113), espaçador (114), rolamento (113),
engrenagem (112), arruela de encosto (111), tubo
de acionamento (110), a engrenagem solar (109)
e a arruela de encosto (108) no eixo (41).
NOTA: O procedimento para montagem das placas
de embreagem é idêntico.

FIG. 165

84
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 166: Montagem do planetário.


15. Instale a arruela de encosto (90), os rolamentos
(91) e a engrenagem (92). Instale o eixo (94) na
carcaça do planetário (89). Insira o pino de trava
(93) na carcaça do planetário (89) e o eixo (94).
NOTA: O pino de trava (93) deve estar com o centro
tampado. Isso evitará a fuga do óleo de
lubrificação.
IMPORTANTE: Não use os pinos de trava antigos
(93).

FIG. 166

FIG. 167: Instalação dos rolamentos e do planetário.


16. Eleve a temperatura do rolamento (105). Instale o
planetário (107), espaçador (106) e o rolamento
(105) no eixo (41).
NOTA: O procedimento de montagem dos planetários
é idêntico.

FIG. 167

FIG. 168: Instalação do rotor.


17. Instale o rotor (104) e os parafusos (103) no eixo
(41). Gire o eixo (41).

FIG. 168

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FIG. 169: Instalação dos rolamentos e das


engrenagens.
18. Instale a arruela de encosto (98), os rolamentos
(100), a engrenagem (99), arruela de encosto
(98), o tubo de acionamento (97), a engrenagem
solar (96) e a arruela de encosto (95) no eixo (41).
NOTA: O procedimento para montagem das placas
de embreagem é idêntico.

FIG. 169

FIG. 170: Montagem do planetário.


19. Instale a arruela de encosto (90), os rolamentos
(91) e a engrenagem (92). Instale o eixo (94) na
carcaça do planetário (89). Insira o pino de trava
(93) na carcaça do planetário (89) e o eixo (94).
NOTA: O pino de trava (93) deve estar com o centro
tampado. Isso evitará a fuga do óleo de
lubrificação.
IMPORTANTE: Não use os pinos de trava antigos
(93).

FIG. 170

86
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FIG. 171: Instalação do planetário e dos rolamentos.


20. Eleve a temperatura do rolamento (86). Instale o
planetário (89), espaçador (88), espaçador (87) e
o rolamento (86) no eixo (41).

FIG. 171

FIG. 172: Instalação dos rolamentos e das


engrenagens.
21. Instale a arruela de encosto (83), os rolamentos
(85), a engrenagem (84), arruela de encosto (83),
o espaçador (82) e a engrenagem (81) no eixo
(38).
NOTA: O procedimento para montagem das placas
de embreagem é idêntico.

FIG. 172

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FIG. 173: Instalação dos rolamentos e da


engrenagem.
22. Eleve a temperatura do rolamento (77). Instale a
engrenagem (80), o espaçador (79), espaçador
(78) e o rolamento (77) no eixo (38).

FIG. 173

FIG. 174: Instalação do pino de trava.


23. Instalação do pino de trava (76). Gire o eixo (38)
em 180 graus.

FIG. 174

88
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FIG. 175: Instalação dos rolamentos e da


engrenagem.
24. Eleve a temperatura do rolamento (68). Instale a
arruela de encosto (71) e os dois rolamentos (73).
Instale a engrenagem (72), arruela de encosto
(71), o espaçador (70), espaçador (69) e o
rolamento (68) no eixo (38).
NOTA: O procedimento para montagem das placas
de embreagem é idêntico.

FIG. 175

FIG. 176: Instalação dos rolamentos e da


engrenagem.
25. Eleve a temperatura do rolamento (51). Instale a
engrenagem (54) e a arruela de encosto (53).
Instale o espaçador (52) e o rolamento (51).
NOTA: O procedimento para montagem das placas
de embreagem é idêntico.

FIG. 176

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FIG. 177: Posicionamento do eixo.


26. Gire o eixo (39) em 180 graus.

FIG. 177

FIG. 178: Instalação dos rolamentos e da


engrenagem.
27. Eleve a temperatura do rolamento (44). Instale o
espaçador (48), a engrenagem (47), o espaçador
(46), espaçador (45) e o rolamento (44) no eixo
(39).

FIG. 178

FIG. 179: Instalação da ferramenta.


28. Instale a Ferramenta (C). Remova o eixo de
transmissão da Ferramenta (D) ou dos tubos.

FIG. 179

90
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FIG. 180: Instalação dos eixos de transmissão.


29. Instale os eixos de transmissão (38), (39), (40) e
(41). Os eixos de transmissão pesam
aproximadamente 340 kg (750 lb). Instale o tubo
(42).

FIG. 180

FIG. 181: Instalação da embreagem.


30. São necessárias duas pessoas para instalar a
embreagem (21). A embreagem (21) pesa
aproximadamente 25 kg (55 Ib). Instale a
embreagem (21). Instale os parafusos (22). Gire a
caixa de transmissão traseira (10) em 180 graus.
NOTA: O procedimento para montagem das placas
de embreagem é idêntico.

FIG. 181

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FIGS. 182-183: Instalação do vedador e


posicionamento da caixa de transmissão.
31. Instale o vedador (13). A caixa de transmissão
traseira (10) pesa aproximadamente 236 kg (520
lb).

FIG. 182

FIG. 183

92
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 184: Instalação do acoplador.


NOTA: As superfícies de contato não devem conter
óleo. Aplique Composto de Vedação para
Junta 1U-8846 em uma superfície.
32. Instale a Ferramenta (A) na caixa de transmissão
traseira (10). Instale o acoplador (9). Instale os
parafusos (11) na caixa de transmissão dianteira
(12). Aperte os parafusos (11) com um torque
alto. Remova a Ferramenta (A).

FIG. 184

FIG. 185: Instalação dos calços e das gaiolas dos


rolamentos.
33. Instale as três conexões (15), caso esteja
equipado com super redutor. Instale os calços
(18), a gaiola do rolamento (17) e os parafusos
(16). Repita este procedimento para as gaiolas
dos rolamentos (19), (20) e (14).

FIG. 185

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FIG. 186: Ajuste da folga do rolamento.


34. Use os calços (18) com a Ferramenta (K) para
ajustar a folga do rolamento em 0,0508 a 0,1016
mm (0,00200 a 0,00400 pol.) para a árvore de
entrada. Repita este passo para as outras
árvores.

FIG. 186

FIG. 187: Instalação do tubo.


35. Instale o tubo (8). Instale o parafuso (6) e os
parafusos (7).

FIG. 187

94
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 188: Instale o comando da bomba.


NOTA: As superfícies de contato não devem conter
óleo. Aplique Composto de Vedação para
Junta 1U-8846 em uma superfície.
36. O comando da bomba hidráulica pesa
aproximadamente 50 kg (110 lb). Instale a
Ferramenta (A) no comando da bomba (4). Instale
o comando da bomba (4). Instale os parafusos
(5). Remova a Ferramenta (A).

FIG. 188

FIG. 189: Instalação das válvulas de controle da


transmissão.
37. Instale a válvula de controle da transmissão (2) e
instale os parafusos (3). Repita este procedimento
para a instalação das demais válvulas de
controle.
NOTA: Aperte os parafusos (3) aplicando o torque
padrão. O aperto excessivo causará
problemas no abastecimento, calibração,
modulação e mudança da embreagem.

FIG. 189

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FIG. 190: Conexão do chicote elétrico.


38. Conecte o conjunto do chicote elétrico (1).
39. Gire a transmissão para a posição horizontal.

FIG. 190

FIG. 191: Instale o vedador do lábio.


40. Use a Ferramenta (J) para instalar o vedador do
lábio (145) no alojamento do anel de vedação
(137).

FIG. 191

FIG. 192: Instalação do anel de vedação.


41. Instale o anel de vedação (144) no alojamento
(137).

FIG. 192

96
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 193
FIG. 193: Instalação dos alojamentos dos vedadores d. Instale a bomba da direção. Consulte a seção
e da forquilha. Desmontagem e Montagem do Componente,
42. Instale o alojamento do anel de vedação (137). Bomba da Direção - Instalação.
Instale os parafusos (136). e. Instale a transmissão. Consulte a seção
43. Instale os vedadores (43) nos alojamentos (50), Desmontagem e Montagem, Transmissão -
(75) e (102). Instalação.
44. Instale o alojamento do vedador (50). Instale os
parafusos (49). Instale o vedador (144), a tampa
(138) e os parafusos (139).
45. Instale o alojamento do vedador (102). Instale os
parafusos (101). Instale o vedador (144), a tampa
(140) e os parafusos (141).
46. Instale o alojamento do vedador (75). Instale os
parafusos (74). Instale o vedador (144), a tampa
(142) e os parafusos (143).
47. Instale a forquilha (37).
Término do procedimento:
a. Instale o sensor de velocidade de deslocamento.
Consulte a seção Desmontagem e Montagem do
Componente, Sensor de Velocidade de
Deslocamento - Remoção e Instalação.
b. Instale o comando do super redutor. Consulte a
seção Desmontagem e Montagem, Comando do
Super Redutor - Instalação.
c. Instale a bomba do implemento. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem do Componente,
Bomba do Implemento - Instalação.

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

TRANSMISSÃO - INSTALAÇÃO
Procedimento de Instalação
Ferramentas necessárias
Número
Ferramenta Descrição Qtd
de Peça
A 138-7574 Suporte do engate 3
1U-7498 Cavalete de Apoio 1
B
1U-7500 Tubo 1
Travessa de
C 6V-6146 1
Nivelamento de Carga
NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de
montar, limpe completamente todas as peças
em fluido de limpeza. Deixe as peças secarem
ao ar. Não use panos de limpeza para secar
as peças. Esses panos soltam fiapos que
podem ficar depositados nas peças, o que
poderá causar problema posterior. Inspecione
todas as peças. Substitua todas as peças com
desgaste ou dano por outras novas.
FIG. 194: Aplicação de composto de vedação.
1. Limpe todo o composto de vedação das
superfícies de contato. Aplique uma camada
contínua de Composto de Vedação para Junta IU-
8846 na superfície de contato. Espalhe com um
rolete. Remova o excesso do composto de
vedação da carcaça. Aplique composto de
vedação antes da montagem.
IMPORTANTE: Não deixe o composto de vedação
em contato com o anel de vedação (1).

FIG. 194

98
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 195-196: Instalação da transmissão.


2. Instale a Ferramenta (C) e a Ferramenta (A) na
transmissão. Use correntes do mesmo tamanho.
Ajuste a Ferramenta (C) para a Dimensão (X). A
dimensão (X) é de 342,9 mm (13.50 pol.).
3. Instale a transmissão. Instale os parafusos (24).
Aperte os parafusos (24) com um torque alto. A
transmissão pesa aproximadamente 1270 kg
(2800 Ib). A transmissão com o super redutor
pesa aproximadamente 1406 kg (3100 Ib).

FIG. 195

FIG. 196

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 197: Instalação da transmissão.


4. Instale os parafusos (23). Aperte os parafusos
com um torque alto.

FIG. 197

FIG. 198: Posicionamento da transmissão.


5. Instale a Ferramenta (A) na transmissão (22).
Levante a frente da transmissão (22)
NOTA: O trem do chassi se moverá para frente.

FIG. 198

100
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FIG. 199: Remoção da ferramenta.


6. Levante o conjunto da transmissão retirando-o da
Ferramenta (B). Coloque a Ferramenta (B) sob a
carcaça do diferencial.
7. Abaixe o conjunto de transmissão sobre a barra
rígida.

FIG. 199

FIG. 200: Instalação da mola.


8. Instale a mola (20), a arruela (21) e o espaçador
(22) em cada lado do chassi. Instale o parafuso
em cada lado do chassi.

FIG. 200

FIG. 201: Instalação dos coxins da cabine.


9. Use a Ferramenta (D) e um dispositivo de
elevação adequado a fim de instalar o coxim da
cabine (19). O coxim da cabine pesa
aproximadamente 36 kg (80 lb). Remova a
Ferramenta (D). Instale os parafusos (18) em
cada lado.

FIG. 201

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 202: Instalação do montante.


10. Instale o montante (21). Instale os parafusos (20).

FIG. 202

FIGS. 203-204: Instalação do coxim da cabine.


11. Conecte o conjunto do chicote elétrico (17).
12. Instale o coxim da cabine (19). Instale os
parafusos (18). O coxim da cabine pesa
aproximadamente 86 kg (190 lb).

FIG. 203

FIG. 204

102
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FIG. 205: Instalação dos tubos e mangueiras.


13. Aperte o conjunto do tubo (16).
14. Conecte o conjunto do chicote elétrico (15).
15. Conecte os conjuntos das mangueiras (13) e (14).
16. Conecte o conjunto do tubo (12).

FIG. 205

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FIG. 206

FIG. 207
FIGS. 206-207: Conclusão do procedimento.
17. Conecte o conjunto do tubo (11).
18. Conecte o conjunto da mangueira (2) e o conjunto
do tubo (4).

104
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

19. Conecte o conjunto da mangueira (10).


20. Instale a mangueira (3A) e o conjunto da placa
(9). Instale os parafusos (1).
21. Conecte o conjunto da mangueira (3).
22. Instale o conjunto de tubo (7). Instale os
parafusos (8). Aperte a abraçadeira da
mangueira.
23. Instale os conjuntos de mangueiras (5) e (6).
24. Abasteça o trem de força com óleo para trem de
força.
25. Instale as proteções. Consulte o Manual de
Operação e Manutenção, Proteções - Remoção e
Instalação.
26. Ajuste o trem do chassi na largura requerida.
Consulte o Manual de Operação e Manutenção,
Trem do Chassi (Mobil-trac).
Término do procedimento:
a. Conecte o chassi do motor e a transmissão.
Consulte a seção Desmontagem e Montagem,
Chassi do Motor e Transmissão - Conexão.
b. Instale o tanque de combustível. Consulte a
seção Desmontagem e Montagem do
Componente, Tanque de Combustível - Remoção
e Instalação.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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VÁLVULA DO SUPER REDUTOR -


REMOÇÃO E INSTALAÇÃO
Procedimento de Remoção
NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de
executar o procedimento de desmontagem,
limpe completamente a parte externa do
componente. A limpeza ajuda a impedir a
entrada de sujeira no mecanismo interno.
1. Remova as proteções. Consulte o Manual de
Operação e Manutenção, Proteções - Remoção e
Instalação.
FIG. 208: Remova a válvula do super redutor.
2. Desconecte o conjunto do chicote elétrico (1).
Remova os parafusos (2) e remova a válvula do
super redutor (3).

FIG. 208
Procedimento de Instalação
NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de
montar, limpe completamente todas as peças
em fluido de limpeza. Deixe as peças secarem
ao ar. Não use panos de limpeza para secar
as peças. Esses panos soltam fiapos que
podem ficar depositados nas peças, o que
poderá causar problema posterior. Inspecione
todas as peças. Substitua todas as peças com
desgaste ou dano por outras novas.

106
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 209: Instalação da válvula do super redutor.


1. Instale a válvula do super redutor (3) e instale os
parafusos (2). Aperte os parafusos somente com
o torque padrão; o aperto excessivo causará
problemas. Conecte o conjunto do chicote (1).
2. Instale as proteções. Consulte o Manual de
Operação e Manutenção, Proteções - Remoção e
Instalação.

FIG. 209

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

COMANDO DO SUPER REDUTOR -


REMOÇÃO
Procedimento de Remoção
Início do procedimento:
a. Remova a transmissão. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Transmissão -
Remoção.
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
A 138-7575 Suporte do engate 2
NOTA: Faça marcas de identificação em todos os
conjuntos de tubos para que a instalação seja
feita na mesma posição. Tampe todos os
conjuntos de tubos. Fazer isso ajuda a evitar
perda de fluido e impedir a entrada de
contaminantes no sistema.
FIG. 210: Remoção dos conjuntos de tubos.
1. Remova o conjunto do tubo (2), o conjunto do
tubo (3) e o conjunto do tubo (4).
2. Remova o parafuso (1) e o conjunto do tubo (5).

FIG. 210
FIG. 211: Remoção do comando do super redutor.
3. Instale a Ferramenta (A), como mostrado.
Conecte a Ferramenta (A) a um dispositivo de
elevação adequado.
4. Remova os parafusos de fixação (6). Não remova
os parafusos (6A) neste momento.
5. Remova o comando do super redutor (7), da
transmissão (8). O comando do super redutor
pesa aproximadamente 70 kg (155 lb).

FIG. 211

108
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 212: Remoção das conexões.


1. Remova a Ferramenta (A).
2. Remova as conexões (9), se necessário.

FIG. 212

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

COMANDO DO SUPER REDUTOR -


DESMONTAGEM
Procedimento de Desmontagem
Início do procedimento:
a. Remova o comando do super redutor. Consulte a
seção Desmontagem e Montagem, Comando do
Super Redutor - Remoção.
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
A 1P-0520 Gp de Chaves 1
Alicate para anel de
B 1P-1861 1
retenção
Alicate para anel de
C 2P-8312 1
retenção

NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de


executar o procedimento de desmontagem,
limpe completamente a parte externa do
componente. A limpeza ajuda a impedir a
entrada de sujeira no mecanismo interno.
FIG. 213: Remoção do planetário.
1. Remova o anel de retenção (1).
2. Remova o planetário (2) da carcaça de
embreagem (3).

FIG. 213

110
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 214: Remoção do borrifador de óleo.


3. Dobre as travas (5) afastadas dos parafusos (4).
4. Remova os parafusos (4) e o borrifador de óleo
(6).
5. Remova a junta (7) do planetário (2).

FIG. 214

FIG. 215: Desmontagem do planetário.


6. Use um pino extrator para remover o pino de
trava (8) do eixo (9). Remova o eixo (9) do
planetário (2).
NOTA: O pino de trava contém um bujão de borracha
que é utilizado para impedir o vazamento de
óleo lubrificante. Não use o pino de trava
antigo.
7. Remova as duas arruelas de encosto (10), a
engrenagem satélite (12) e o rolamento (11).
8. Repita os mesmos Passos para as outras
engrenagens satélites. FIG. 215
NOTA: Cuidado para não inserir o pino de trava (8)
muito fundo. Caso contrário, o pino acoplará a
carcaça do planetário (2) do lado oposto,
dificultando a remoção do eixo (9).

FIG. 216: Remoção do conjunto da engrenagem.


9. Remova a arruela de encosto (13).
10. Remova o conjunto da engrenagem (14).

FIG. 216

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 217: Remoção da engrenagem solar.


11. Use a Ferramenta (B) a fim de remover o anel de
retenção (15).
12. Comprima o anel de retenção (17), e separe a
engrenagem solar (16) do cubo da embreagem
(18).

FIG. 217

FIG. 218: Remoção da placa final.


13. Remova o anel (19) e a placa final (20).

FIG. 218

112
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 219: Remoção dos discos e placas.


14. Remova os discos de fricção (21) e as placas de
embreagem (22).
NOTA: A embreagem contém cinco conjuntos de
discos de fricção e cinco conjuntos de placas
de embreagem.

FIG. 219

FIG. 220: Remoção da placa final e do conjunto da


carcaça.
15. Use a Ferramenta (C) a fim de remover o anel de
retenção (23).
16. Separe a placa final (24) e o conjunto da carcaça
(25), da carcaça de embreagem (3).
NOTA: Os pinos guia (26) são utilizados para
posicionar o conjunto da carcaça (25) no
conjunto da carcaça (3). A separação do
conjunto da carcaça (25) da carcaça de
embreagem (3) poderá ser difícil.

FIG. 220

FIG. 221: Remoção dos anéis de vedação.


17. Remova os anéis de vedação (27) do conjunto da
carcaça (25).

FIG. 221

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 222: Remoção do êmbolo.


18. Remova o anel de vedação (28). Remova o
retentor da mola (29) e a mola espiralada (30).
19. Remova o êmbolo (31).

FIG. 222

FIG. 223: Remoção dos anéis de vedação.


20. Remova o anel de vedação (32) e o anel de
vedação (33), do êmbolo (31).

FIG. 223

FIG. 224: Remoção da carcaça do êmbolo.


21. Se necessário, use a Ferramenta (A) a fim de
pressionar o rolamento de esferas (34) e removê-
lo da carcaça do êmbolo (36). O rolamento (34)
pode ser removido da coroa (37) fazendo pressão
com a mão.
22. Remova o anel de retenção (35) da carcaça do
êmbolo (36).
23. Remova a carcaça do êmbolo (36) da coroa (37).
24. Remova o anel de retenção (38).

FIG. 224

114
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FIG. 225: Remoção dos discos de fricção e placas de


embreagem.
25. Remova os parafusos (39) e a placa final (40).
26. Remova a coroa (37).
27. Remova os discos de fricção (42) e as placas de
embreagem (41).
NOTA: A embreagem deve conter três discos de
fricção e duas placas de embreagem.

FIG. 225

FIG. 226: Remoção do êmbolo da embreagem.


28. Remova o êmbolo da embreagem (43).
29. Remova os anéis de vedação (47) e (48) do
êmbolo da embreagem (43).
30. Remova os seguintes componentes do conjunto
da carcaça (3): os pinos de reação (46), as hastes
(45) e as molas (44).

FIG. 226

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 227: Remoção dos anéis de vedação.


31. Remova os anéis de vedação (49) da carcaça de
embreagem (3).

FIG. 227

116
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

COMANDO DO SUPER REDUTOR -


MONTAGEM
Procedimento de Montagem
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
Alicate para anel de
A 1P-1861 1
retenção
Alicate para anel de
B 2P-8312 1
retenção

NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes da


montagem, limpe completamente todas as
peças. Deixe as peças secarem ao ar. Não
use panos de limpeza nem panos de oficina
para secar as peças. Esses panos soltam
fiapos que podem ficar depositados nas
peças, o que poderá causar problema
posterior. Inspecione todas as peças.
Substitua todas as peças com desgaste ou
dano por outras novas. Sujeira e outros
contaminantes podem danificar o componente
de precisão. Execute os procedimentos de
montagem em uma superfície de trabalho
limpa. Mantenha os componentes cobertos e
protegidos todo o tempo.
NOTA: Verifique os anéis de vedação, os vedadores
e os outros componentes quanto a desgaste
ou dano. Substitua os componentes, se
necessário.
FIG. 228: Instalação dos anéis de vedação.
1. Instale os anéis de vedação (49) na carcaça de
embreagem (3).

FIG. 228

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FIG. 229: Instalação dos componentes no conjunto da


carcaça.
2. Instale os seguintes componentes no conjunto da
carcaça (3): os pinos de reação (46), as hastes
(45) e as molas (44). Instale os vedadores (47) e
(48) no êmbolo (43). Instale o êmbolo (43) na
carcaça (3).

FIG. 229

FIG. 230: Instalação da placa final.


3. Instale os discos de fricção (42) e as placas de
embreagem (41).
NOTA: A embreagem deve conter três discos de
fricção e duas placas de embreagem.
4. Instale a coroa (37).
5. Instale a placa final (40) e os parafusos (39).

FIG. 230

118
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 231: Instalação da carcaça do êmbolo.


6. Instale o anel de retenção (38).
7. Instale a carcaça do êmbolo (36) na coroa (37).
8. Instale o anel de retenção (35) na carcaça do
êmbolo (36).
9. Pressione o rolamento de esferas (34) na carcaça
do êmbolo (36).

FIG. 231

FIG. 232: Instalação dos anéis de vedação.


10. Aplique Graxa Multiuso 129-1967 nos anéis de
vedação. Instale o anel de vedação (33) e o anel
de vedação (32) no êmbolo (31).

FIG. 232

FIG. 233: Instalação do êmbolo.


11. Instale o êmbolo (31).
12. Instale a mola espiralada (30), o retentor da mola
(29), e o anel de vedação (28).

FIG. 233

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 234: Instalação dos anéis de vedação.


13. Aplique Graxa Multiuso 129-1967 nos anéis de
vedação. Instale os anéis de vedação (27) no
conjunto da carcaça (25).

FIG. 234

FIG. 235: Instalação do conjunto da carcaça e da


placa final.
14. Instale o conjunto da carcaça (25) na carcaça de
embreagem (3).
NOTA: Os pinos guia (26) são utilizados para
posicionar o carcaça de embreagem (23) no
conjunto da carcaça (24).
15. Use a Ferramenta (B) a fim de instalar o anel de
retenção (23).

FIG. 235

FIG. 236: Instalação dos discos de fricção e das


placas de embreagem.
16. Instale os discos de fricção (21) e as placas de
embreagem (22).
NOTA: A embreagem contém cinco conjuntos de
discos de fricção e placas de embreagem.

FIG. 236

120
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FIG. 237: Instalação das molas.


17. Use uma prensa para comprimir as molas. Instale
a placa final (20) e o anel (19).

FIG. 237

FIG. 238: Instalação da engrenagem solar.


18. Instale o anel de retenção (17) na engrenagem
solar (16). Comprima o anel de retenção (17), e
instale a engrenagem solar (16) no cubo da
embreagem (18).
19. Use a Ferramenta (A) a fim de instalar o anel de
retenção (15).

FIG. 238

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FIG. 239: Instalação do conjunto da engrenagem.


20. Instale o conjunto da engrenagem (14).
21. Instale a arruela de encosto (13).

FIG. 239

FIG. 240: Montagem do planetário.


22. Instale o rolamento (11), a engrenagem planetária
(12) e as duas arruelas de encosto (10).
23. Instale o eixo (9) no planetário (2). Instale o pino
(8) no eixo (9).
NOTA: O pino de trava contém um bujão de borracha
que é utilizado para impedir o vazamento de
óleo lubrificante. Não use o pino de trava
antigo.
24. Repita os mesmos Passos para as outras
engrenagens satélites.
FIG. 240

FIG. 241: Instalação do borrifador de óleo.


25. Instale a junta (7) no planetário (2).
26. Instale o borrifador de óleo (6), os parafusos (5) e
as travas (4).
27. Dobre as travas (4) contra os parafusos (5).
NOTA: Use travas novas para evitar a quebra das
lingüetas dobradas.

FIG. 241

122
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FIG. 242: Instalação do planetário.


28. Instale o planetário (2) na carcaça de embreagem
(3).
29. Instale o anel de retenção (1).
Término do procedimento:
a. Instale o comando do super redutor. Consulte a
seção Desmontagem e Montagem, Comando do
Super Redutor – Instalação.

FIG. 242

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COMANDO DO SUPER REDUTOR -


INSTALAÇÃO
Procedimento de Instalação
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
A 138-7575 Suporte do engate 2

FIG. 243: Instalação da ferramenta.


1. Instale as conexões (9), se necessário.
2. Instale a Ferramenta (A).

FIG. 243

FIG. 244: Instalação do comando do super redutor.


3. Instale o comando do super redutor (7) na
transmissão (8). O comando do super redutor
pesa aproximadamente 70 kg (155 lb).
4. Instale os parafusos de fixação (6).
5. Remova a Ferramenta (A).

FIG. 244

124
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 245: Instalação dos conjuntos de tubos.


6. Sem apertar, instale o conjunto do tubo (2), o
conjunto do tubo (4) e o conjunto do tubo (5).
7. Instale o parafuso (1) e instale o conjunto do tubo
(3).
8. Aperte as conexões dos conjuntos de tubos com
um torque de 82 ± 8 N m (61 ± 6 lb pé).
Término do procedimento:
a. Instale a transmissão. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Transmissão -
Instalação.

FIG. 245

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

VÁLVULA MODULADORA
(TOMADA DE POTÊNCIA) -
REMOÇÃO
Procedimento de Remoção
NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de
executar o procedimento de desmontagem,
limpe completamente a parte externa do
componente. A limpeza ajuda a impedir a
entrada de sujeira no mecanismo interno.
FIG. 246: Remoção do suporte.
1. Remova as porcas (2) e remova o suporte (1).
NOTA: O suporte (1) está presente apenas nos
tratores equipados com engate dirigível.

FIG. 246

FIG. 247: Desconexão do conjunto do chicote


elétrico.
2. Desconecte o conjunto do chicote elétrico (3).

FIG. 247

FIG. 248: Remoção da válvula moduladora.


3. Remova os parafusos (4), a válvula moduladora
(5) e o vedador (6).

FIG. 248

126
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

VÁLVULA MODULADORA
(TOMADA DE POTÊNCIA) -
INSTALAÇÃO
Procedimento de Instalação
NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de
montar, limpe completamente todas as peças
em fluido de limpeza. Deixe as peças secarem
ao ar. Não use panos de limpeza para secar
as peças. Esses panos soltam fiapos que
podem ficar depositados nas peças, o que
poderá causar problema posterior. Inspecione
todas as peças. Substitua todas as peças com
desgaste ou dano por outras novas.
FIG. 249: Instalação da válvula moduladora.
1. Remova o vedador (6), a válvula moduladora (5) e
os parafusos (4).
IMPORTANTE: Aperte os parafusos somente com o
torque padrão; o aperto excessivo causará
problemas.

FIG. 249

FIG. 250: Conexão do conjunto do chicote elétrico.


2. Conecte o conjunto do chicote elétrico (3).

FIG. 250

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 251: Instalação do suporte.


3. Instale o suporte (1) e instale as porcas (2).
NOTA: O suporte (1) está presente apenas nos
tratores equipados com engate dirigível.

FIG. 251

TOMADA DE POTÊNCIA -
REMOÇÃO
Procedimento de Remoção
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
A 138-7573 Suporte do engate 2
Parafusos de força
B 2
M20 por 2,5 por 50mm
Início do procedimento:
a. Remova o engate de três pontos. Consulte a
seção Desmontagem e Montagem, "Engate de
Três Pontos - Remoção e Instalação".
IMPORTANTE: Deve-se tomar cuidado para
assegurar a contenção dos fluidos durante a
realização de inspeção, manutenção,
verificações e ajustes e reparo do produto
Esteja preparado para recolher o fluido em
recipientes adequados antes de abrir qualquer
compartimento ou desmontar qualquer
componente que contenha fluidos.
Descarte todos os fluidos de acordo com os
regulamentos e as exigências locais.
IMPORTANTE: Mantenha todas as peças limpas e
sem contaminantes.
A contaminação do sistema hidráulico por
impurezas reduzirá a vida útil dos
componentes do sistema hidráulico.
Para evitar o ingresso de contaminantes no
sistema hidráulico, sempre tampe ou cubra as
linhas, conexões ou mangueiras quando
forem desconectadas. Cubra todos os
componentes desmontados e limpe-os
adequadamente antes da montagem.
Limpe adequadamente o sistema hidráulico
após a troca de qualquer componente
importante ou especialmente após a falha de
um componente, a fim de remover qualquer
contaminação.

128
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

1. Drene o óleo da transmissão em um recipiente


adequado para armazenamento ou eliminação. A
capacidade de óleo da transmissão é de
aproximadamente 182 litros (48 US gal). Consulte
o Manual de Operação e Manutenção, Óleo do
Sistema Hidráulico - Troca, quanto ao
procedimento de drenagem correto.
FIG. 252: Remoção da proteção e das guias.
2. Remova os parafusos (1) da proteção (2).
3. Remova a proteção (2) do suporte (5).
4. Remova os parafusos (3) do suporte (5).
5. Remova as duas guias (4) do suporte (5).

FIG. 252

FIG. 253: Remoção do suporte.


6. O suporte pesa aproximadamente 79 kg (174 lb).
Instale a Ferramenta (A). Instale um dispositivo de
elevação adequado na Ferramenta (A).
7. Remova os parafusos (6) do suporte (5).
8. Insira a Ferramenta (B) nos furos dos parafusos
de força.
9. Remova o suporte (5).

FIG. 253

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 254: Remoção da placa.


10. Remova o parafuso (7) da abraçadeira.
11. Remova os parafusos (8) da placa (9). Recoloque
a placa (9).
NOTA: Os tratores equipados com freios de reboque
(EAME) terão uma mangueira na posição (C).

FIG. 254

FIG. 255: Remoção do conjunto do tubo e


mangueiras.
12. Desconecte o conjunto do tubo (10).
13. Apenas nos tratares equipados com engate
dirigível, remova o parafuso (11) do suporte.
14. Desconecte o conjunto do chicote elétrico (12).
15. Remova as mangueiras de drenagem (13) e (14).

FIG. 255

130
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 256: Instalação dos parafusos de força.


16. A tomada de potência pesa aproximadamente
191 kg (420 lb). Instale uma alça e um dispositivo
de elevação adequado na tomada de potência
(16).
17. Remova os parafusos (15) da tomada de potência
(16).
18. Insira a Ferramenta (B) nos furos dos parafusos
de força.

FIG. 256

FIG. 257: Remoção da tomada de potência.


19. Remova a tomada de potência (16). Use uma
barra (17) para nivelar a tomada de potência (16).

FIG. 257

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

TOMADA DE POTÊNCIA -
DESMONTAGEM
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
Gp de Ferramentas
A 8B-7548 1
de Extração
B 1P-0510 Gp de Chaves 1
Gp Extrator do
C 8B-7551 1
Rolamento
D 1P-2322 Extrator Combinado 1
Conjunto de
E 207-8153 1
Compressão
Martelo deslizante -
F 1P-0074 1
Extrator do grupo
Haste 12,7 mm (0.5
G 2
pol.)
H Parafuso de Força 2

Início do procedimento:
a. Remova a tomada de potência. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Tomada de Potência
- Remoção.
FIG. 258: Remoção dos vedadores.
1. Apóie a unidade numa posição adequada.
Remova os quatro vedadores (1).

FIG. 258

FIG. 259: Remoção do conjunto do tubo.


2. Remova o parafuso (2) do conjunto do tubo (3).
Se necessário, remova o anel (4).

FIG. 259

132
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 260: Remoção do suporte da engrenagem.


3. Remova os parafusos e as arruelas (6). Remova
as porcas de trava (7) e descarte-as.
4. Remova o suporte da engrenagem (8) da
carcaça.

FIG. 260

FIG. 261: Remoção das pistas dos rolamentos.


5. Remova as pistas de rolamento (9) do suporte do
rolamento (8).

FIG. 261

FIG. 262: Instalação das hastes.


6. Apóie a engrenagem (10) com duas hastes (G) de
12,7 mm (0.5 pol.).

FIG. 262

FIG. 263: Remoção do visor de nível e dos bujões.


7. Remova os parafusos (12). Remova o visor de
nível (13) da carcaça.
8. Remova os parafusos (14) que fixam a gaiola (16)
na carcaça.
9. Remova os bujões (15) da gaiola (16).

FIG. 263

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 264: Remoção da gaiola e dos calços.


10. Insira os Parafusos de Força (H) na gaiola.
11. Usando os Parafusos de Força, remova a gaiola e
os calços.

FIG. 264
FIG. 265: Remoção do protetor e dos calços.
12. Remova o protetor (20), a gaiola (16), o anel de
vedação (19) e o calço (18).

FIG. 265
FIG. 266: Remoção do vedador e da capa do
rolamento.
13. Remova o vedador (22) da gaiola (16). Remova a
capa do rolamento (21) da gaiola.

FIG. 266
FIG. 267: Remoção do conjunto do eixo e
engrenagem.
14. Remova o conjunto do eixo e a engrenagem (23)
da carcaça. Remova o conjunto do protetor (24)
do conjunto da engrenagem.

FIG. 267

134
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 268: Remoção do cone do rolamento.


15. Instale a ferramenta (C) no cone do rolamento
(25). Instale as ferramentas (A) e (B) na
ferramenta (C). Remova o cone do rolamento do
eixo.

FIG. 268

FIG. 269: Remoção do rolamento.


16. Instale a ferramenta (C) no cone do rolamento
(26). Instale a ferramenta (A) na ferramenta (C).
Remova o rolamento do eixo.

FIG. 269

FIG. 270: Remoção do conjunto do eixo.


17. Comprima o anel de retenção (27) para fora do
conjunto do eixo. Remova o conjunto do eixo (28)
da engrenagem (23).

FIG. 270

FIG. 271: Remoção do rolamento.


18. Instale a ferramenta (C) no cone do rolamento
(29). Instale a ferramenta (A) na ferramenta (C).
Remova o rolamento do eixo.

FIG. 271

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 272: Remoção do conjunto da embreagem.


19. Instale o olhal de levantamento (30) no eixo.
Remova o conjunto da embreagem (31) da
carcaça (32).

FIG. 272

FIG. 273: Remoção dos vedadores.


20. Vire o conjunto do eixo (34) de cabeça para baixo.
Apóie o conjunto do eixo em um dispositivo
adequado.
21. Remova os vedadores (33) do conjunto do eixo
(34).

FIG. 273

136
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 274: Instalação da ferramenta.


22. Instale a ferramenta (D) e a ferramenta (B) no
conjunto do eixo (34).

FIG. 274

FIG. 275: Remoção do conjunto da engrenagem.


23. Remova as seguintes peças do conjunto do eixo
(34): o rolamento (35), a arruela de encosto (36) e
o conjunto da engrenagem (37).

FIG. 275

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 276: Remoção dos rolamentos.


24. Remova os rolamentos (38) e a arruela de
encosto (39) do conjunto do eixo (34).

FIG. 276

FIG. 277: Remoção das placas e dos discos.


25. Remova as seguintes peças do conjunto do eixo
(34): o anel de retenção (40), a placa final (41), as
placas (42) e os discos (43).
NOTA: Há 6 conjuntos de discos e placas.

FIG. 277

138
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 278: Remoção do anel de retenção.

ADVERTÊNCIA:
Ser atingido por peças arremessadas pela
liberação da força de mola pode resultar em
ferimento.
Use todos os equipamentos de proteção
necessários.
Observe o procedimento recomendado e use
todas as ferramentas recomendadas para liberar a
força de mola.
26. Comprima a mola. Use a ferramenta (E).
27. Remova o anel de retenção (44) do conjunto do
eixo (34).

FIG. 278

FIG. 279: Remoção da mola.


28. Remova os retentores (45) e a mola (46) do
conjunto do eixo (34).

FIG. 279

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 280: Remoção do êmbolo.


29. Remova a luva (47) e o êmbolo (48) do eixo (34).

FIG. 280

FIG. 281: Remoção dos vedadores.


30. Remova os vedadores (49) do êmbolo (48).

FIG. 281

FIG. 282: Remoção da placa de reação.


31. Remova a placa de reação (54) da carcaça.
Remova os parafusos (50), as arruelas (51), as
molas (52) e os espaçadores (53).

FIG. 282

140
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 283: Remoção da placa e do disco.


32. Remova o anel de retenção (55), a placa (56) e o
disco (57).

FIG. 283

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 284-285: Remoção da pista do rolamento e dos


cartuchos.
33. Remova a pista (58) da carcaça. Use a
ferramenta (F).
34. Remova os três cartuchos (59) da carcaça.

FIG. 284

FIG. 285

142
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

TOMADA DE POTÊNCIA -
MONTAGEM
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
Conjunto de
A 207-8153 1
Compressão
Gp Relógio
B 8T-5096 1
Comparador

FIGS. 286-287: Instalação da gaiola.


1. Abaixe a temperatura da capa do rolamento (55).
Instale a capa na gaiola (5). Posicione os calços
(3) na carcaça. Instale a gaiola na carcaça (2).
NOTA: Não instale o anel de vedação ou o vedador
neste momento.

FIG. 286

FIG. 287

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 288: Instalação dos cartuchos e da pista.


2. Vire a carcaça de cabeça para baixo. Instale os
cartuchos (55) na carcaça (2).
NOTA: Os cartuchos devem deslizar facilmente para
dentro dos furos sem necessidade de aplicar
força.
3. Abaixe a temperatura da pista do rolamento (56).
Instale a pista (56) na carcaça (2).

FIG. 288

FIG. 289: Instalação da placa.


4. Fixe a placa (54) na carcaça com as seguintes
ferragens: os parafusos (50), as arruelas (51), as
molas (52) e os espaçadores (53).

FIG. 289

144
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 290: Instalação do disco e da placa.


5. Instale o disco (47), a placa (48) e o anel de
retenção (49) na carcaça (2).

FIG. 290

FIG. 291: Instalação da engrenagem e dos cones.


6. Se necessário, instale o anel (43) no eixo (44).
Instale a engrenagem (45) no eixo (44).
7. Eleve a temperatura dos cones (42) e (46). Instale
os cones no eixo (44).

FIG. 291

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 292: Instalação do eixo.


8. Instale o protetor (40) no conjunto da embreagem
(41). Instale o eixo na carcaça (2).

FIG. 292

FIG. 293: Instalação dos vedadores.


9. Instale os vedadores (39) no êmbolo (37).

FIG. 293

FIG. 294: Instalação do êmbolo.


10. Deslize o êmbolo (37) sobre o conjunto do eixo
(23). Instale a luva (38) no conjunto do eixo.
NOTA: Instale a luva com as lingüetas voltadas para
o êmbolo.

FIG. 294

146
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FIG. 295: Instalação da mola.


11. Posicione a mola de retenção (35) e o retentor
(36) ao redor do conjunto do eixo (23).

FIG. 295

FIG. 296: Instalação do anel de retenção.


12. Comprima a mola. Use a ferramenta (A). Instale o
anel de retenção (34) no conjunto do eixo (23).

FIG. 296

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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 297: Instalação das placas e dos discos.


13. Monte as seguintes peças ao redor do conjunto
do eixo (23): os discos (30), as placas (31), a
placa final (32) e o anel de retenção (33).
NOTA: Há 6 conjuntos de discos e placas. Use a
engrenagem para alinhar as placas de
embreagem antes de instalar o anel de
retenção (33).

FIG. 297

FIG. 298: Instalação dos rolamentos.


14. Instale a arruela de encosto (28) e os rolamentos
(29) no conjunto do eixo (23).

FIG. 298

148
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 299: Instalação da engrenagem e do rolamento.


15. Monte as seguintes peças ao redor do conjunto
do eixo (23): o conjunto da engrenagem (25) e a
arruela de encosto (26).
16. Eleve a temperatura do rolamento (27). Instale o
rolamento no conjunto do eixo (23).

FIG. 299

FIG. 300: Instalação dos vedadores.


17. Instale os vedadores (24) no conjunto do eixo
(23).

FIG. 300

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 301: Instalação do conjunto da embreagem.


18. Instale o conjunto da embreagem (22) no conjunto
da carcaça (2).

FIG. 301

FIG. 302: Instalação do rolamento.


19. Eleve a temperatura do rolamento (20). Instale o
rolamento no eixo (23).

FIG. 302

FIG. 303: Instale as pistas dos rolamentos.


20. Abaixe a temperatura das pistas dos rolamentos
(19). Instale as pistas dos rolamentos (19) no
suporte do rolamento (18).

FIG. 303

150
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 304: Instalação do suporte do rolamento.


21. Posicione o suporte do rolamento (18) na
carcaça, como mostrado.
22. Fixe o suporte do rolamento (18) na carcaça com
os parafusos e arruelas (17). Instale novas porcas
de trava (16).

FIG. 304

FIG. 305: Instalação do conjunto do tubo.


23. Se necessário, instale o anel (13) no conjunto do
tubo (14). Centralize o conjunto do tubo sobre o
furo no eixo (12). Fixe o conjunto do tubo com o
parafuso (15).

FIG. 305

FIG. 306: Instalação do visor de nível.


24. Vire a unidade de cabeça para baixo, como
mostrado.
25. Posicione o visor de nível (10) na carcaça (2).
Fixe o visor de nível com os dois parafusos (11).

FIG. 306

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 307: Meça a folga do rolamento.


26. Posicione a ferramenta (B) no eixo (9). Meça a
folga do rolamento. A folga do rolamento deve ser
de 0,01 ± 0,05 mm (0,0005 ± 0,002 pol.). Use
calços para ajustar a folga do rolamento.

FIG. 307

FIG. 308: Instalação dos vedadores, da gaiola e do


protetor.
27. Remova a gaiola (5) da carcaça (2). Instale o
vedador (4) e o vedador (7). Instale a gaiola na
carcaça. Fixe a gaiola na carcaça com os
parafusos e arruelas (6). Instale o protetor (8) na
gaiola.
NOTA: Não remova os calços (3) da carcaça.

FIG. 308

FIG. 309: Instalação dos vedadores.


28. Instale os quatro vedadores (1).
Término do procedimento:
a. Instale a tomada de potência. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Tomada de Potência
- Instalação.

FIG. 309

152
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

TOMADA DE POTÊNCIA -
INSTALAÇÃO
Procedimento de Instalação
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
A 138-7573 Suporte do engate 2

IMPORTANTE: Mantenha todas as peças limpas e


sem contaminantes.
A contaminação do sistema hidráulico por
impurezas reduzirá a vida útil dos
componentes do sistema hidráulico.
Para evitar o ingresso de contaminantes no
sistema hidráulico, sempre tampe ou cubra as
linhas, conexões ou mangueiras quando
forem desconectadas. Cubra todos os
componentes desmontados e limpe-os
adequadamente antes da montagem.
Limpe adequadamente o sistema hidráulico
após a troca de qualquer componente
importante ou especialmente após a falha de
um componente, a fim de remover qualquer
contaminação.
FIG. 310: Instalação da tomada de potência.
1. A tomada de potência pesa aproximadamente
191 kg (420 lb). Instale uma alça e um dispositivo
de elevação adequado na tomada de potência
(16).
2. Instalação da tomada de potência (16). Use uma
barra (17) para nivelar a tomada de potência (16).
Limpe as superfícies de contato. Distribua a
Ferramenta (B) uniformemente sobre uma
superfície de contato. Aplique uma camada de
composto de vedação aeróbico IU-8846 na
superfície de contato e espalhe uniformemente
com um rolete.

FIG. 310

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 311: Instalação dos parafusos.


3. Instale os parafusos (15) na tomada de potência
(16). Aperte os parafusos (15) com um torque
alto.

FIG. 311

FIG. 312: Instalação das mangueiras e do conjunto


do tubo.
4. Instale as mangueiras de drenagem (13) e (14).
5. Conecte o conjunto do chicote (12).
6. Se estiver equipado com engate dirigível, instale o
parafuso (11) no suporte.
7. Conecte o conjunto do tubo (10).

FIG. 312

154
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 313: Instalação da placa.


8. Posicione a placa (9). Instale os parafusos (8) na
placa (9).
9. Instale o parafuso (7) na abraçadeira.
NOTA: Os tratores equipados com freios de reboque
(EAME) terão uma mangueira na posição (C).

FIG. 313

FIG. 314: Instalação do suporte.


10. O suporte pesa aproximadamente 79 kg (174 lb).
11. Use a Ferramenta (A) para posicionar o suporte
(5).
12. Instale o suporte (5).
13. Instale os parafusos (6) no suporte (5).
14. Remova a Ferramenta (A).

FIG. 314

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 315: Instalação da proteção.


15. Instale os dois guias (4) no suporte (5).
16. Instale os parafusos (3) no suporte (5).
17. Instale a proteção (2) no suporte (5).
18. Instale os parafusos (1) na proteção (2).
19. Abasteça a transmissão. A capacidade de óleo da
transmissão (capacidade padrão) é de
aproximadamente 181 litros (48 US gal). Consulte
o Manual de Operação e Manutenção, Óleo do
Sistema Hidráulico - Troca, quanto ao
procedimento de abastecimento correto.
Término do procedimento:
a. Instale o engate de três pontos. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem do Componente,
Engate de Três Pontos - Remoção e Instalação.

FIG. 315

156
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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FREIO DE SERVIÇO - REMOÇÃO


Procedimento de Remoção
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
Parafusos de Força
A 3
(10 mm por 1,5 mm)

Início do procedimento:
a. Remova a redução final. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Redução Final -
Remoção, relativa à máquina que está sendo
reparada.
NOTA: A limpeza é um fator importante. Antes de
executar o procedimento de desmontagem,
limpe completamente a parte externa do
componente. A limpeza ajuda a impedir a
entrada de sujeira no mecanismo interno.
1. Abra a válvula de purga do freio a fim de remover
a pressão residual dos freios de serviço.
2. Desconecte os conjuntos de tubos do freio.
Tampe os conjuntos de tubos dos freios de
serviço.
FIG. 316: Remoção da placa de reação.
3. Remova os parafusos (1).
4. Use a Ferramenta (A) para forçar e extrair a placa
de reação (2).
NOTA: Instale prisioneiros guia em alguns destes
furos (3) para segurar a placa de reação (2)
enquanto utiliza os parafusos de força.

FIG. 316

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 317: Remoção dos discos e placas.


5. Remova os discos de fricção (5) e a placa (4).

FIG. 317

FIG. 318: Remoção do cubo do freio.


NOTA: O cubo do freio (6) deve ser removido a fim de
possibilitar a remoção da carcaça do freio de
serviço.
6. Comprima o anel de retenção (7). Remova o cubo
do freio (6).

FIG. 318

FIG. 319: Remoção da carcaça do freio de serviço.


7. Remova o parafuso de soquete (8). São
necessárias duas pessoas para remover a
carcaça do freio de serviço (9). Remova os pinos
guia, se necessário. A carcaça do freio de serviço
pesa aproximadamente 39 kg (85 lb). Remova o
êmbolo e os vedadores.

FIG. 319

158
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Seção 3B – Desmontagem e Montagem do Trem de Força
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIG. 320: Remoção dos anéis de vedação.


8. Remova os dois anéis de vedação (10) da
carcaça do freio de serviço (9). Os anéis de
vedação são para o lado direito do trator.
NOTA: Os anéis de vedação, as juntas e os
vedadores sempre devem ser substituídos.
Um anel usado poderá não ter as mesmas
propriedades de vedação que um anel de
vedação novo. Um procedimento de
recondicionamento não deve ser utilizado
devido em componentes de baixo custo, como
anel de vedação ou junta. Use Composto para
Anel de Vedação 1U-6396 durante o
procedimento de montagem.

FIG. 320

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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DESMONTAGEM E MONTAGEM

FREIO DE SERVIÇO - INSTALAÇÃO


Procedimento de Instalação
FIG. 321: Instalação dos anéis de vedação.
1. Use Composto 1U-6396 para Montagem de Anel
de Vedação para instalar os anéis de vedação
(10) na carcaça do freio de serviço (9). Os anéis
de vedação são para o lado direito do trator.
Instale o êmbolo e os vedadores. O êmbolo deve
ser instalado com encaixe justo.
NOTA: Os anéis de vedação, as juntas e os
vedadores sempre devem ser substituídos.
Um anel usado poderão não ter as mesmas
propriedades de vedação que um anel de
vedação novo. Um procedimento de
recondicionamento não deve ser utilizado
devido a um componente de baixo custo,
como um anel de vedação ou uma junta. Use
Composto para Anel de Vedação IU-6396
durante o procedimento de montagem.

FIG. 321

FIG. 322: Instalação da carcaça do freio de serviço.


NOTA: Certifique-se de que os anéis de vedação
estejam em posição para a instalação da
carcaça do freio de serviço.
2. São necessárias duas pessoas para instalar a
carcaça do freio de serviço (9). A carcaça do freio
de serviço pesa aproximadamente 39 kg (85 lb).
Instale os pinos guia.
3. Instale o parafuso de soquete (8). Aperte o
parafuso de soquete (8) com o toque padrão.

FIG. 322

160
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Seção 3B – Desmontagem e Montagem do Trem de Força
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 323-324: Instalação dos discos e placas.


4. Comprima o anel de trava (7). Instale o cubo do
freio (6).
NOTA: Inspecione o acoplamento do anel no anel de
trava e no planetário.
5. Instale um disco de fricção (5), placa (4) e um
disco de fricção (5).
NOTA: Preste atenção ao alinhar o cubo do freio (6)
com os discos de fricção (5).

FIG. 323

FIG. 324
FIG. 325: Instalação da placa de reação.
6. Instale a placa de reação (2). Os furos roscados
devem se alinhar com os pinos guia (não
mostrado).
NOTA: Os furos (3) possuem pinos espirais instalados.
Os pinos espirais ajudam na retração do freio.
Os pinos espirais precisam ser colocados antes
de instalar a placa de reação (2). Use um pino
extrator para inserir os pinos espirais na
distância de 10 ou 12 mm.
7. Instale os parafusos (1). A placa (2) deve encaixar-
se uniformemente nos pinos guia. Aperte os
parafusos (1) com um torque de 270 ± 40 N m (200
± 30 lb pé). Conecte os conjuntos de tubos do freio.
Término do procedimento:
a. Instale as reduções finais. Consulte a seção
Desmontagem e Montagem, Redução Final -
Instalação, relativa à máquina que está sendo
FIG. 325
reparada.
b. Teste os freios de serviço após concluir os
procedimentos de reparo. Consulte a seção
Operação, Verificações e Teste dos Sistemas,
Sistemas de Direção e Freio, relativa ao trator que
está sendo reparado.

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3B – Desmontagem e Montagem do Trem de Força
DESMONTAGEM E MONTAGEM

REDUÇÃO FINAL - REMOÇÃO


Procedimento de Remoção
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
Conjunto do Suporte
150-3978 1
A de Elevação
138-7574 Suporte do engate 2

Início do procedimento:
a. Remova o engate de três pontos. Consulte a
seção Desmontagem e Montagem do
Componente, Engate de Três Pontos - Remoção.
b. Remoção do trem do chassi. Consulte Sistema de
Trem do Chassi, seção Desmontagem e
Montagem, Conjunto do Trem do Chassi -
Remoção.
c. Remova os tanques de combustível auxiliares (se
equipado). Consulte a seção Desmontagem e
Montagem do Componente, Tanques de
Combustível Auxiliares - Remoção e Instalação.
FIG. 326: Remoção do suporte.
1. Remova os parafusos (1) e afaste o suporte (2).
NOTA: No engate dirigível estas linhas são de aço.
Poderá ser necessário remover as linhas para
afastar o suporte (2).

FIG. 326

162
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Seção 3B – Desmontagem e Montagem do Trem de Força
DESMONTAGEM E MONTAGEM

FIGS. 327-328: Remoção da redução final.


2. Instale a Ferramenta (A). Use uma corrente
adequada para levantar a redução final (4).
Remova os parafusos (3) e remova a redução
final (4). A redução final (4) pesa
aproximadamente 500 kg (1100 lb).
NOTA: Use alguns parafusos nos furos (3) para
ajudar na remoção. Não deixe o peso da
redução final apoiado na engrenagem solar,
para não causar danos à mesma. Há também
pinos guia (5) para os parafusos de força que
ajudarão na remoção.

FIG. 327

FIG. 328

85503400 - Rev 1 - 02/2008


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Seção 3B – Desmontagem e Montagem do Trem de Força
DESMONTAGEM E MONTAGEM

REDUÇÃO FINAL - DESMONTAGEM


Procedimento de Desmontagem
Ferramentas necessárias
Número de
Ferramenta Descrição Qtd
Peça
A 138-7574 Suporte do engate 3
B FT-2768 Cavalete 1
Parafuso de força
C - 2
M12 por 152,4 mm
D