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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

DA BAHIA
LICENCIATURA EM MATEMÁTICA

DISCIPLINA: Interface entre Gênero e Raça: Educação e Interculturalidade


PROFESSORA: Delliana
ALUNO: Wesdron Santos Silva

“O mundo além da ‘Terra à vista’ o lado de cá do oceano


Atlântico é outra história”
• Desenvolva uma análise crítica sobre a questão indígena na atualidade e
discorra sobre a função da escola nesse processo.

Quando se fala em Índio não tem como em não pensar em suas aparecias com
seus corpos pintados e outrora nus dentre outros aspectos, mas no decorrer da
história os valores e costumes e sua cultura foi e está de certa forma; se
apagando a medida que a população não índio cresce o território da mesma vai
sendo invadido e vão ocupando espaço que é de direito dos índios.
É lindo quando dizemos que vivemos em um país democrático livre com direito
de ir e vim dentre ostras leis constituídas no Brasil, mas que na pratica a própria
sociedade constituinte esquece desse povo. Esse povo que outrora o livro de
Hofmann diz.
Esses povos nomeados indígenas, possuem línguas costumes universo
mitológico e espiritual distintos entre si. Povos distintos mais também
semelhantes na construção de seus conhecimentos como qualquer outra cultura
da terra o fez por meio de uma própria sistematização de conhecimento da sua
forma de fazer ciência, por meio da construção e do cultivo do saber oral
ancestral a cerca da medicina da classificação da fauna e flora, tecnologias de
solo e plástico, culinárias entre outros, o que singulariza seu lugar no mundo.
Vivemos em um país multiculturalista onde temos essa junção de povos e de
raças, mas desde a chegada dos portugueses que toda a história que já se fazia
aqui foi se omitindo firmando assim uma só pátria de um só povo de uma só
língua. O texto a borda um fato de suma importância em relação ao pluralismo
de tribos dentre essas tribos a mais mencionada e a tribo dos Guarani onde o
texto a ponto que os Guarani têm aceitado a inserções de brancos por meios de
sistema escolar em suas aldeias. Trazendo para a década de 90 onde se deu o
processo mais firmado em relação a educação escolar indígena, a LDB faz
menção a ela em dois momentos. No Artigo 32, reproduz o direito estabelecido
no Capítulo 210, da Constituição Federal e assim se refere: “O ensino
fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, assegurada às
comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e processos
próprios de aprendizagem”.
Mas será que de fato esses educadores tem um total amparo para lecionar esse
publico até mesmo dentro das aldeias, afinal e de uso obrigatório a mesma usar
a língua materna ou seja, mais uma vez se deparando com o despreparo do
educador e isso se dar pela forma que está posta pelos governantes e
infelizmente se traz a contradição com a lei da constituição, e é de fato o quanto
a escola precisa melhorar as metodologias aplicada em sala, fazer uso das
diretrizes curricular mais afundo apesar que a LDB não detalha de que forma
pode se trabalhar o aspecto de valores sociais e de que forma pode ser
trabalhada a tolerância e respeito a diferença e principalmente aceitação dos
povos a que aqui já viviam.