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MANEJO CORONAVÍRUS (COVID-19)

27/11/2020

Diretoria Técnica
Medicina Diagnóstica
Responsabilidade Social
Índice
1. Como Ocorre a Transmissão do SARS-CoV-2?
2. O que considerar contato próximo de CASOS CONFIRMADOS DE COVID-19?
3. Condições e fatores de risco a serem considerados para possíveis complicações da síndrome gripal
4. Síndromes clínicas associadas ao COVID-19
5. Sequelas tardias COVID-19
6. Recontaminação COVID-19
7. Risco de doença grave
• Condições que podem levar ao risco de doença grave
8. Critérios de imunossupressão
9. Síndrome Multi-inflamatória Sistêmica em Adultos – Critério CDC
10. Paciente Adulto (> 12 ANOS)
• Fluxo de pacientes em geral e critérios para coleta de COVID-19
• Fluxograma Paciente >12 anos suspeito para COVID-19 nas UPAS
• Critérios de internação hospitalar
• Critérios de alta hospitalar
• Parada Cardiorrespiratória em paciente com COVID-19
• Suporte Intensivo para pacientes com infecção suspeita ou confirmada pelo COVID-19
• Protocolo de Higiene Oral (Adulto)
• Alocação de pacientes UTI, Semi, CMC
• Teste rápido antígeno COVID-19
• Fluxo Clínico para Alocação de Paciente
Índice
11. Paciente Pediátrico (<12 anos)
• Critérios para coleta de COVID-19 pediatria
• Fluxograma Pacientes até 12 anos suspeito para COVID-19 nas UPAS
• Protocolo de Higiene Oral (Pediatria >2 meses)
• Oxigenioterapia em Pediatria
• Comorbidades relacionadas ao pior prognóstico em pediatria
• Síndrome multissistêmica inflamatória em crianças
➢ Definição do Caso
➢ Notificação Compulsória na Intranet
12. Gestantes, Puérperas e RN
• Situações especiais gestantes e puérperas e Apresentação Clínica Neonatologia
• Fluxograma Gestantes com Suspeita de COVID-19
• Fluxograma Pacientes Gestantes Internadas com Suspeita ou Confirmação para COVID-19
• Pós Parto de RN de mãe com suspeita ou confirmação para COVID-19
• Alocação de pacientes (RN e puérpera) em investigação ou confirmação para COVID-19
• Fluxo de pacientes transferidos externos – UTI Neo
• Vacinação do RN no contexto da pandemia
13. Oncologia e Hematologia
• Entrada – Centro Oncologia e Hematolgia – 3SS
• Ambulatórios Adulto e Pediátrico
• Fluxo Entrada e Saída Ambulatório – Casos Suspeitos, Confirmados e Contactantes
• Consultórios, CITOH, Radioterapia– Casos Suspeitos
Índice
13. Oncologia e Hematologia
• Radioterapia: Casos Suspeitos, Confirmados e Contactantes
• Suspenção das Precauções Específicas para Pacientes dos Ambulatórios ou Radioterapia
• Pacientes Oncológicos com Indicação de Internação por suspeita de COVID
• Pacientes Oncológicos CONTACTANTES com necessidade de internação
• Pacientes ASSINTOMÁTICOS internados no 6°A ou 11D
• Pacientes internados no 6°A ou 11D com desenvolvimento de sintomas durante a internação
• Fluxo TMO – Pacientes Contactantes
• Fluxo TMO – Pacientes Não Contactantes
• Fluxo TMO – Pacientes que Desenvolvem os sintomas durante a internação
• TMO – Adendo ao termo de consentimento
• Pacientes Oncológicos Submetidos à procedimentos cirúrgicos
• Fluxo de internação de pacientes com Histórico de COVID +
• Flexibilização de internação de pacientes com Histórico de COVID +
14. Transplante de Células Hematopoiéticas
• Doador
• Segurança da Doação
• Segurança do receptor
15. Transplante de Órgãos Sólidos
• Doador falecido – órgãos, tecidos oculares e pele
• Doador vivo – órgãos
• Receptor aguardando transplante – doador vivo ou doador falecido
Índice
16. Procedimentos cirúrgicos
• Fluxo eletivo pré-operatório (CC, CO, Centro de Parto) externo ou internado ou COVID-19 prévio
• Fluxo urgências e emergências (CC, CO, Centro de Parto) interno e externo
• Fluxo cirúrgico urgência paciente internado COVID-19 prévio (CC, CO, Centro de Parto)
• Fluxo Cirúrgico pré operatório - Recém nascido
• Recomendações gerais centro cirúrgico
17. Hemodiálise
• Fluxograma de atendimento para pacientes suspeitos ou confirmados
18. Centro de Reabilitação
• Ações de segurança para triagem de pacientes na recepção
• Recomendações para Atendimentos Presenciais
19. Atendimento Fonoaudiológico
• Fluxograma de avaliação e seguimento fonoaudiológico
20. Atendimento Fisioterapia
• Fluxograma de avaliação e seguimento fisioterapia
21. Medicina Diagnóstica e Consultórios
• Fluxograma para Coleta de PCR ou sorologia para COVID-19 em pacientes suspeitos
• Paramentação – Equipe Coleta Domiciliar
• Fluxograma Paciente Suspeito para COVID-19 - MDA e Consultórios - Identificação dos Sintomas no
Totem de Senhas
• Fluxo pequenos procedimentos – cirurgias ambulatoriais
• Fluxograma de atendimentos de casos suspeitos e confirmados de COVID – 19
Índice
21. Medicina Diagnóstica e Consultórios
• Ambulatório CPAP, BIPAP e Polissonografia ambulatorial
• Fluxo para polissonografia paciente internado
• Fluxo para polissonografia no Domicílio
22. Residencial Israelita Albert Einstein
• Fluxograma de atendimentos de casos suspeitos e confirmados de COVID – 19
23. Exames
• PCR em tempo real para COVID-19
• Técnica de Coleta PCR em tempo real COVID-19 – Swab Nasofaringe + orofaringe
• Técnica de Coleta Painel Molecular de Patógenos Respiratórios
• Interpretação dos exames e resultados
• Exames Complementares
24. Tratamento Medicamentoso
• Tratamentos usuais
• Remdesivir – dose e efeitos colaterais
• Tratamentos em estudos
25. Protocolo de Prevenção de Tromboembolismo Venoso Suporte a Decisão
26. Suspensão das Precauções Específicas
27. Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s)
• Precauções Específicas
• EPI´s por local de atendimento, categoria profissional e atividades
• Máscara N95
• Óculos de Proteção ou Protetor Facial
Índice
27. Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s)
• Máscara Cirúrgica
• Óculos de sobrepor
• Avental de Isolamento
• Luvas de Procedimento
• Gorro descartável
• Procedimentos que são necessários o uso da paramentação completa
• Procedimentos que geram aerossolização em pacientes assintomáticos em áreas não COVID-19
• Sequência de Colocação e Retirada conforme a estrutura de seu local de trabalho
28. Higiene das mãos
• Produto de escolha
• 5 momentos de Higienização das Mãos
29. Equipe do Transporte de Pacientes
• EPI’s necessários transporte
• Rotinas de Colocação de EPI’s Imediatamente antes do transporte
30. Equipe do Transporte de Pacientes
• Rotinas de Colocação de EPI’s após transporte
• Transporte de pacientes na VM Suspeita ou Confirmação de COVID-19
• Uso de máscara pelo paciente no transporte com dispositivos ventilatórios
31. Alocação de Pacientes
• Orientações para alocação adequada
• Cuidados com ambiente – pressão negativa ou positiva
Índice
32. Rotina de Limpeza e Desinfecção
• Superfícies, materiais e equipamentos
• Processamento de roupas e resíduos
33. Encaminhamento de pertences
34. Visitas e Acompanhantes
• CMC e DPG não COVID-19
• Pediatria não COVID-19
• Visita UTI 5ºA não COVID-19
• Maternidade
• 3° UTI COVID-19, UTI Neonatal, Oncologia e Hematologia - 6ºA e 11°D
• Áreas COVID-19
• Visitas e acompanhantes áreas COVID-19 e não COVID-19 – Orientações Gerais
• Acompanhantes de pacientes internados em áreas COVID e não COVID-19
35. Orientações pós alta
36. Orientações para comunicantes e viajantes
37. Situações especiais
• Doação de Sangue e Plasma convalescente
38. Óbito
• Como realizar notificação
• Orientações
• Manejo
• Fluxo de direcionamento do corpo ao Morgue em caso de pacientes suspeitos ou confirmados
COVID-19
• Fluxo de visitas pré-óbito
Índice
39. Colaboradores
• Orientação colaboradores
• Fluxo Retorno ao Trabalho
• Definição de Imunossuprimido
• Fluxograma Colaborador Imunocompetentes com PCR COVID-19 positivo
• Fluxograma Colaborador com PCR COVID-19 Imunossuprimido ou Internação no período
40. Ensino
• Orientações e Recomendações para Alunos das Unidades de Ensino e Pesquisa
• Retorno de alunos com Síndrome Gripal ou Suspeita de COVID-19.
• Orientações e Recomendações para Profissionais das Unidades de Ensino e Pesquisa
41. Diretrizes gerais de ambientes para controle e prevenção da COVID-19
42. Aonde encontro atualização sobre o tema?
Como Ocorre a Transmissão do SARS-CoV-2?
Transmissão por Transmissão por
gotícula aerossol
(partículas (partículas
>5µm) <5µm)
Transmissão por contato direto

Transmissão por contato indireto


O que considerar contato próximo de CASOS
CONFIRMADOS DE COVID-19?
• Uma pessoa que teve contato físico direto (por exemplo, apertando as mãos,
abraço);
• Uma pessoa que tenha contato direto desprotegido com secreções
infecciosas (por exemplo, tosse, espirro, etc.);
• Uma pessoa que teve contato frente a frente por 15 minutos ou mais e a uma
distância inferior a 2 metros sem uso de máscara ou alguma barreira
protetora; segundo o CDC* também vários períodos que num período de 24
horas somem 15 minutos.
• Uma pessoa que esteve em um ambiente fechado (por exemplo, sala de aula,
sala de reunião, sala de espera do hospital etc.) por 15 minutos ou mais e a
uma distância inferior a 2 metros sem uso de máscara ou barreira protetora;
• Um passageiro de uma aeronave sentado no raio de dois assentos (em
qualquer direção) de um caso confirmado de COVID-19, seus acompanhantes
ou cuidadores e os tripulantes que trabalharam na seção da aeronave em
que o caso estava sentado.
• Uma pessoa que reside na mesma casa/ambiente. Devem ser considerados
os residentes da mesma casa, colegas de dormitório, creche, alojamento, etc.

ATUALIZADO https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/coronavirus/sobre-a-doenca#transmissao
*https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/php/contact-tracing/contact-tracing-
plan/appendix.html
Condições e fatores de risco a serem considerados para possíveis
complicações da síndrome gripal
• Grávidas em qualquer idade gestacional, • Cardiovasculopatias (incluindo hipertensão
puérperas até duas semanas após o arterial sistêmica – à luz dos atuais
parto (incluindo as que tiveram aborto conhecimentos existentes sobre Covid-19)
ou perda fetal).
• Nefropatias.
• Adultos ≥ 60 anos.
• Hepatopatias.
• Crianças < 5 anos (sendo que o maior
risco de hospitalização é em menores de • Doenças hematológicas (incluindo anemia
falciforme).
2 anos, especialmente as menores de 6
meses com maior taxa de mortalidade). • Distúrbios metabólicos (incluindo diabetes
mellitus).
• População indígena aldeada ou com
dificuldade de acesso. • Transtornos neurológicos e do
desenvolvimento que podem comprometer a
• Indivíduos menores de 19 anos de idade função respiratória ou aumentar o risco de
em uso prolongado de ácido aspiração (disfunção cognitiva, lesão medular,
acetilsalicílico (risco de síndrome de epilepsia, paralisia cerebral, síndrome de
Reye). Down, acidente vascular encefálico – AVE ou
• Indivíduos que apresentem: doenças neuromusculares).
pneumopatias (incluindo asma). • Imunossupressão associada a medicamentos
• Pacientes com tuberculose de todas as (corticoide, quimioterápicos, inibidores de
formas (há evidências de maior TNF-alfa), neoplasias, HIV/aids ou outros.
complicação e possibilidade de • Obesidade (especialmente aqueles com índice
reativação). de massa corporal (IMC) ≥ 40 em adultos).
Atenção: estes pacientes caso recebam alta das UPAs devem ser monitorados pelo médico titular ou retaguarda
frequentemente quanto aos desenvolvimento de Síndrome Respiratória Aguda ou Deterioração Clínica.

https://www.saude.gov.br/images/pdf/2020/marco/20/20200318-ProtocoloManejo-ver002.pdf
Síndromes clínicas associadas ao COVID-19
• Sintomas leves:
– Sintomas não respiratórios como gastrointestinais (náusea e diarreia) ou
neurológicos (anosmia, ageusia, cefaleia) podem surgir antes da febre e sintomas
respiratórios.
– Febre >37,8ºC (pode estar ausente), fadiga, tosse (seca ou produtiva), anorexia,
mialgia, astenia, dor de garganta, congestão nasal ou cefaleia sem sinais de
desidratação dispneia, sepse ou disfunção de órgãos.
– Possível – diarreia, náusea e vômitos. Idosos e imunodeprimidos podem apresentar
sintomas atípicos pois não apresentam sinais de desidratação, febre ou dificuldade
para respirar.
• Pneumonia sem complicações:
– infecção do trato respiratório inferior sem sinais de gravidade. Criança sem
pneumonias grave tem tosse ou dificuldade de respirar + respiração rápida: <2
meses: ≥ 60 irpm; 2 a 11 meses: ≥ 50 irpm; 1 a 5 anos: ≥ 40 irpm.
• Pneumonia grave:
– Adolescente ou adulto com febre, sintomas respiratórios + FR >30, Síndrome da
Angústia Respiratória Aguda (SARA), Saturação ≤93%, cianose, disfunção orgânica.
– Criança com tosse, dispneia + cianose central <90%, síndrome da angústia
respiratória, sinais de pneumonia com sinais de alerta – letargia, convulsões, recusa
alimentar ou de ingestão de líquidos.
https://www.who.int/publications-detail/clinical-management-of-severe-acute-respiratory-infection-when-novel-coronavirus-(ncov)-
infection-is-suspected
https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/hcp/clinical-tips-for-healthcare-providers.html
Síndromes clínicas associadas ao COVID-19
• Síndrome respiratória aguda grave (SRAG)
– Início ou agravamento dos sintomas respiratórios, até uma semana do
aparecimento da doença. Pode ainda apresentar: alterações
radiológicas (infiltrados, opacidades bilaterais, atelectasia
lobar/pulmonar ou nódulos); edema pulmonar não explicado por
insuficiência cardíaca ou hiper-hidratação.
– Tempo médio para desenvolvimento de SRAG: D8 a D12.
• Sepse
– Síndrome da resposta inflamatória sistêmica com disfunção orgânica
na presença de infecção presumida ou confirmada. São sinais
frequentes de disfunção orgânica: alteração do nível de consciência,
oligúria, taqui e/ou dispneia, baixa saturação de oxigênio, taquicardia,
pulso débil, extremidades frias, coagulopatia, trombocitopenia,
acidose, elevação do lactato sérico ou da bilirrubina.
• Choque séptico
– Sepse acompanhada de hipotensão (pressão arterial média (PAM) < 65
mmHg) a despeito de ressuscitação volêmica adequada e requerendo
o uso de vasopressores para manter PAM>=65 mmHg.
https://www.who.int/publications-detail/clinical-management-of-severe-acute-respiratory-infection-when-novel-coronavirus-(ncov)-
infection-is-suspected
https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/hcp/clinical-tips-for-healthcare-providers.html
NOVO Sequelas tardias COVID-19

Sintomas mais comuns Complicações


• Fadiga • Cardiovascular: inflamação
• Dispneia miocárdica, disfunção ventricular.
• Tosse • Respiratória: anormalidades de
• Artralgia função pulmonar.
• Dor no peito • Renal: insuficiência renal aguda
• Dermatológicas: rash, alopecia.
Outros sintomas relatados • Neurológica: disfunção de olfato
e paladar, desregulação do sono,
• Disfunção cognitiva alteração cognitiva, problemas de
• Depressão memória.
• Mialgia • Psiquiátricas: depressão,
• Cefaleia ansiedade, alterações de humor.
• Febre
• Palpitações

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/hcp/clinical-care/late-sequelae.html
NOVO Recontaminação COVID-19

• Até o momento, os relatos de recontaminação são


infrequentes.
• Levando em consideração estudos de outros
coronavirus, a possibilidade de reinfecção aumenta
com o passar do tempo após a primeira infecção,
dependendo da imunidade individual ou do tipo de
cepa e da nova exposição ao virus.

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/hcp/duration-isolation.html
Risco de doença grave
1. Câncer,
2. Doença renal crônica,
3. Doença pulmonar obstrutiva crônica,
4. Doença cardíaca como insuficiência cardíaca, doença arterial coronariana
ou cardiomiopatias,
5. Imunodepressão pós transplante de órgãos sólidos,
6. Obesidade (IMC entre 30 kg/m² ou mais mas < 40 kg/m²),
7. Obesidade severa (IMC ≥40 kg/m²),
8. Tabagismo,
9. Diabetes mellitus tipo 2,
10. Anemia falciforme.

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/need-extra-precautions/people-with-medical-
conditions.html?CDC_AA_refVal=https%3A%2F%2Fwww.cdc.gov%2Fcoronavirus%2F2019-ncov%2Fneed-extra-
precautions%2Fgroups-at-higher-risk.html
Condições que podem levar ao risco de doença grave

1. Asma moderada a severa;


2. Doença cerebrovascular;
3. Fibrose cística;
4. Hipertensão arterial;
5. Imunodepressão (transplante de medula, imunodeficiência, HIV, uso de
corticoides, uso de medicação imunossupressora;
6. Condições neurológicas, como demência;
7. Doença hepática;
8. Sobrepeso (IMC > 25 kg/m² ou mais mas < 30 kg/m²);
9. Gestação;
10.Fibrose pulmonar;
11.Talassemia;
12.Diabetes mellitus tipo 1.

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/need-extra-precautions/people-with-medical-
conditions.html?CDC_AA_refVal=https%3A%2F%2Fwww.cdc.gov%2Fcoronavirus%2F2019-ncov%2Fneed-extra-
precautions%2Fgroups-at-higher-risk.html
Critérios de imunossupressão
1. Quimioterapia;
2. Transplante de órgãos sólidos ou de medula óssea no último
ano;
3. Doença causada pelo HIV não tratada com CD4 < 200;
4. Imunodeficiência primária combinada;
5. Uso de corticosteroides ≥ 15 dias (prednisona >20 mg/dia ou
hidrocortisona >80 mg/dia, metilprednisolona >16 mg/dia ou
dexametasona >3 mg/dia); (após 30 dias da suspensão,
considerar imunocompetente).
6. Idade > 65 anos*;
7. Diabetes mellitus;
8. Doença renal terminal.

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/hcp/disposition-hospitalized-patients.html
*https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/need-extra-precautions/older-adults.html
Síndrome Multi-inflamatória Sistêmica em Adultos
Critério CDC (Multisystem Inflammatory Syndrome in Adults MIS-A)

1 - Doença severa que requer internação em indivíduo ≥21 anos.

2 - COVID-19 prévio nos últimos 3 meses.

3 - Disfunção severa de um ou mais sistemas extrapulmonares: Ex: hipotensão ou


choque, disfunção cardíaca, trombose arterial ou venosa ou tromboembolismo, ou
injúria hepática).

4 – Inflamação severa: Proteína C reativa, ferritina, D-dímero ou interleucina 6 elevados.

5 – Ausência de doença respiratória severa (a fim de excluir pacientes com inflamação e


disfunção orgânica atribuível a hipóxia).

Obs: Excluir pacientes em sepse bacteriana.

TRATAMENTO – Suporte clínico e corticoterapia.

https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/69/wr/pdfs/mm6940e1-H.pdf
PACIENTE ADULTO
(> 12 ANOS)
Fluxo de pacientes em geral e critérios
para coleta de RT-PCR para SARS-CoV-2
• Pacientes sintomáticos respiratórios orienta-se a solicitação de PCR para SARS-CoV-2 e
serão alocados em coortes para COVID-19.

• Diarreia presente em 2 a 50%, com abertura de quadro em 10,4%, realizar a coleta. *

• Colher PCR COVID-19 e Painel Molecular de patógenos respiratórios.

• Em pacientes com forte suspeita de COVID-19, independentemente da tomografia do


tórax, cujo PCR SARS-CoV-2 foi negativo, não retirar o paciente da coorte e recoletar nova
amostra com intervalo mínimo de 24 horas.

• Caso paciente esteja em ventilação mecânica ou traqueostomia, coletar preferencialmente


em secreção traqueal para RT-PCR SARS-CoV-2.

*D'Amico F, Baumgart DC, Danese S, Peyrin-Biroulet L. Diarrhea During COVID-19 Infection: Pathogenesis, Epidemiology,
Prevention, and Management. Clin Gastroenterol Hepatol. 2020 Jul;18(8):1663-1672.
Fluxo de pacientes em geral e critérios
para coleta de RT-PCR para SARS-CoV-2
• Pacientes sintomáticos respiratórios orienta-se a solicitação de PCR para SARS-CoV-2 e
serão alocados em coortes para COVID-19.

• Diarreia presente em 2 a 50%, com abertura de quadro em 10,4%, realizar a coleta. *

• Colher PCR COVID-19 e Painel Molecular de patógenos respiratórios.

• Em pacientes com forte suspeita de COVID-19, independentemente da tomografia do


tórax, cujo PCR SARS-CoV-2 foi negativo, não retirar o paciente da coorte e recoletar nova
amostra com intervalo mínimo de 24 horas.

• Caso paciente esteja em ventilação mecânica ou traqueostomia, coletar preferencialmente


em secreção traqueal para RT-PCR SARS-CoV-2.

*D'Amico F, Baumgart DC, Danese S, Peyrin-Biroulet L. Diarrhea During COVID-19 Infection: Pathogenesis, Epidemiology,
Prevention, and Management. Clin Gastroenterol Hepatol. 2020 Jul;18(8):1663-1672.
Fluxograma Paciente >12 anos suspeito para COVID-19 nas UPAS
*Atenção aos pacientes com
SINTOMAS RESPIRATÓRIOS INFECCIOSOS AGUDOS comorbidades e idade > 65 anos para
COM OU SEM FEBRE orientações detalhadas na alta ou
internação.

N SpO2 ≥ 93%

S • Alta com orientações


• Coletar PCR COVID/ Painel
Resp.
Internação FR ≥ 24 IRPM • NÃO usar CE
TC Tórax OU N • Atestado 14 dias (CID-10 J06.9)
PCR COVID + Painel Dispneia + Alteração • Isolamento domiciliar
Respiratório Ausculta Pulmonar? • Oseltamivir: Grupo de Risco
Exames Lab. * com Sd. Gripal e considerar
Oxigenioterapia S antibióticos

Deterioração Clínica
S OU
Definir leito Disfunção Orgânica ? • Se Imagem compatível
(CMC/SEMI/UTI) com pneumonia
introduzir ATB **
N

PCR COVID + Painel


Respiratório
Internação
TC Tórax *Exames laboratoriais para disfunção
Exames Lab. * orgânica: hemograma, gasometria
arterial, coagulograma, função renal e
eletrólitos, perfil hepático, CPK, DHL e
Melhora clínica D-Dímero
E **Amoxicilina-clavulanato; se alergia,
N TC Tórax ≤ 50%
S
Levofloxacina ou Moxifloxacina
opacidade?*
Critérios de internação hospitalar

• Saturação ≤ 94%
• FR ≥24 ipm
• Dispneia
• Instabilidade hemodinâmica
• Hipotensão (PA sistólica <90 mmHg e diastólica <60
mmHg)
• TC de tórax ≥ 50% de comprometimento
• Disfunção orgânica
• Evidência de sepse

Comitê de especialistas Einstein. NOVO


Critérios de alta hospitalar

• Estabilidade hemodinâmica.
• Boa aceitação de dieta via oral ou enteral.
• Paciente afebril há 24 horas.
• Ausência de uso de oxigênio suplementar por
tempo mínimo de 24 horas com saturação ≥ 92%
após criteriosa avaliação médica.
• Frequência respiratória ≤ 24 ipm.
• Em situações específicas (dependência de
oxigenioterapia) considerar oxigênio domiciliar
após criteriosa avaliação.
NOVO
Adaptado
https://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2020/April/14/Protocolo-de-Manejo-Cl--nico-para-o-Covid-19.pdf
Comitê de Especialistas Einstein
SUPORTE INTENSIVO PARA PACIENTES COM INFECÇÃO SUSPEITA OU CONFIRMADA PELO COVID-19

INDICAÇÕES DE ADMISSÃO NA UTI DEPENDÊNCIA DA VNI AJUSTES INICIAIS DO VENTILADOR MECÂNICO


É necessário apresentar pelo menos um dos critérios abaixo: • Definição de dependência da VNI: necessidade de permanência em VNI ≥4 horas em • Modo pressão controlada (PCV)
• Insuficiência respiratória aguda com necessidade de ventilação mecânica invasiva ou um período de 6 horas para manutenção da FR <24 rpm e da SpO2 ≥94%. • Volume corrente de 6 ml/kg de peso predito
• Insuficiência respiratória aguda com necessidade de ventilação não invasiva quando • Pacientes dependentes da VNI devem ser transferidos para UTI precocemente para • PEEP inicial de 12 - 15 cmH20
houver: realização de IOT imediata. • FR 20-24 rpm para manter volume minuto (VM) entre 7 – 10 l/min
• Necessidade de FiO2 >50% ou PP com delta de >10 cmH2O ou EPAP >10 • A decisão de realização de IOT na Semi-UTI ou em qualquer outro setor do hospital • Driving pressure (= Pressão de platô̂ menos PEEP) ≤ 15 cmH20
cmH2O para manter SpO2 >94% ou FR ≤24 rpm. deve ser considerada nos casos de maior gravidade e/ou instabilidade respiratória, • Alvo inicial de SpO2 entre 93 – 96%
• PaCO2 ≥ 50 mmHg e pH ≤7,35 quando o risco do transporte é considerado elevado e/ou acarrete atraso • Alvo inicial de ETCO2 entre 30 e 45
• Pacientes com instabilidade hemodinâmica ou choque, definidos como hipotensão inaceitável na realização da IOT. • Gasometria arterial após IOT para eventuais ajustes nos parâmetros iniciais.
arterial (PAS <90 mmHg ou PAM <65 mmHg) ou sinais de má perfusão orgânica ou
periférica (alteração da consciência, oligúria, lactato ≥36mg/dl, entre outros), com
ou sem utilização de vasopressor. CRITÉRIOS PARA IOT ESTRATÉGIA DE VENTILAÇÃO MECÂNICA: SEM AVALIAÇÃO DE IMAGEM
• Sepse com hipotensão arterial, necessidade de vasopressor ou lactato ≥36 mg/dl. • Pacientes que apresentam necessidade de O2 suplementar com Venturi 50% ou PULMONAR
• Choque séptico CNO2 >5l/min ou VNI com FiO2 >50% ou PP com delta de >10 cmH2O ou EPAP >10
cmH2O para manter SpO2 >94% ou FR ≤24 rpm. Suspeita ou Confirmação de COVID-19
• Pacientes que não adaptaram ou toleraram a interface de VNI
INDICAÇÕES DE ADMISSÃO NA SEMI-UTI • Pacientes dependentes de VNI IOT

É necessário apresentar pelo menos um dos critérios abaixo:

tomada de decisão
Estratégia Protetora VM
• Pacientes com necessidade de oxigênio suplementar (cateter nasal O2 >3,0 l/min)

Até 6 horas para


para manter SpO2 >94% ou FR ≤24 rpm MANUSEIO DA VIA AÉREA - IOT 2 horas à gaso arterial
• Pacientes que necessitam de suporte ventilatório não invasivo para manter SpO2
>94% ou FR ≤24 rpm. Os pacientes poderão permanecer na Semi-UTI desde que Recomendações gerais PaO2/FiO2 < 200 com PEEP
utilizem FiO2 ≤50% e PP com delta ≤10 cmH2O e o EPAP ≤10 cmH2O ou PaCO2 <50 • Todas intubações deverão ser realizadas com videolaringoscopia direta (McGrath). 15 cmH2O e FiO2 > 50%

mmHg e pH >7,35 • Permanecer dentro do leito apenas os profissionais que participarão ativamente do
ATENÇÃO: NÃO TRANSPORTAR PACIENTES COM INFECÇÃO SUSPEITA OU procedimento.
CONFIRMADA PELO COVID-19 COM MÁSCARA DE VENTURI. • Um profissional capacitado deverá permanecer na porta do quarto para eventual NÃO SIM
suporte durante a IOT.
• Paramentação da equipe durante IOT: avental impermeável, luva estéril, máscara N95, Ajustar PEEP Realizar Mini-recrutamento
VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA E CNAF gorro e óculos de proteção. conforme SpO2
• Preparar todo material para IOT incluindo capnógrafo, medicamentos, drogas, fluidos e Titular PEEP com impedância OU
• VNI em circuitos de BIPAP e CNAF poderão ser utilizados nos quartos com pressão vasopressores antes do início do procedimento e fora do leito. *Avaliar CO2 e
complacência estática
negativa. • Vasopressor (noradrenalina) e cristaloides devem ser preparados e mantidos prontos SpO2
Melhora da SpO2
• Um teste curto (30 min) de VNI pode ser realizado para pacientes com insuficiência para infusão antes do início do procedimento pelo potencial risco de hipotensão pós Redução DP com mesmo VC
respiratória hipoxêmica (IRpA). intubação. (6ml/kg)
• Teste VNI* com parâmetros máximos de: FiO2 ≤ 50% ou PP com delta de ≤10 • Utilizar sistema de aspiração fechado (Trach Care) em todos os casos. Estratégia Protetora
cmH2O e o EPAP ≤ 10 cmH2O. Modo: PCV 2 horas à gaso arterial
• Para permitir VNI com segurança devemos utilizar apenas máscara performax Sequência rápida de intubação (SRI): VC: 6ml/kg
Delta de pressão < 15 cmH2O PaO2/FiO2 < 200 ou ↓VC ou
acoplada a um circuito especifico de VM e conectado ao ventilador mecânico. Não • Todos pacientes deverão ser intubados com sequência rápida (SRI). PEEP: 12-15 cmH2O (até 6h)
↑CO2 ou ↑ FiO2
utilizar outras interfaces de VNI. • É comum queda da SpO2 <70% imediatamente após a IOT. FR: 20-24rpm
FiO2 < 50%
• Uso de filtro barreira (Bactogard) na saída exalatória dos ventiladores. • O preparo adequado dos materiais para IOT e do paciente são cruciais. Sedação
• Critério de sucesso na VNI: Tolerar interface e melhora do desconforto • Evitar ventilação com máscara e Ambu antes da intubação pelo aumento de produção de Iniciar BNM se P/F < 150 ou se NÃO SIM
respiratório (FR <24 rpm e SpO2 ≥94% com FiO2 ≤50%) assincronia grave
aerossóis.
Realizar
• Em pacientes sem VNI: Pré-oxigenação com máscara com reservatório com o menor Mini Recrutamento de PEEP Mantém PEEP Recrutamento
fluxo de ar possível para manter oxigenação efetiva. Evitar ventilação assistida com o Sedação e BNM (PEEP35 cmH2O)
dispositivo de Bolsa-Válvula-Máscara ou o uso de dispositivos supraglóticos, pelo PEEP: 25 cmH2O
Delta de pressão: 15 cmH2O *Avaliar CO2
potencial de aerossolização e contaminação dos profissionais. (manter por 5 min) e SpO2 Titular PEEP com
• Em pacientes em VNI: iniciar SRI com o paciente em VNI. Apenas retirar a VNI para Manter mesma FiO2 impedância OU
realizar a intubação. Ou seja, não retira a mascara antes da IOT. complacência estática
Recrutamento
• Sequência das medicações para SRI Sedação e BNM
• Fentanil 50-100 mcg EV PEEP: até 35 cmH2O PaO2/FiO2 < 150
• Etomidato 0,3 mg/kg ou propofol 2 mg/kg, 3 min após infusão do fentanil Delta de pressão: 15 cmH2O
(Iniciar PEEP 25 – aumentar 5
• Lidocaína 2% sem vasocosntritor 40 mg (2 ml) (ampola 5 ml com 20 mg/ml) cmH2O a cada 2 min)
NÃO SIM
• Bloqueio neuromuscular com succinilcolina 1,0 mg/kg ou rocurônio 1,2 mg/kg Manter mesma FiO2
caso exista contraindicação a succinilcolina, para facilitar a intubação e evitar
que o paciente tussa durante o procedimento. Mantém
Prona**
PEEP
• Após verificação do adequado posicionamento do tubo oro-traqueal com capnógrafo e
insuflação do balonete o paciente poderá ser conectado ao ventilador, com colocação de *Se aumento de CO2 e pH < 7,20 – avaliar possibilidade de reduzir a PEEP em 2 cmH2O e reavaliar.
filtro apropriado na saída do circuito expiratório do ventilador para o ambiente. **Seguir protocolo de PRONA – em alguns casos pode-se considerar o mini-recrutamento em posição prona.

V 1.8 de 22.07.2020
SUPORTE INTENSIVO PARA PACIENTES COM INFECÇÃO SUSPEITA OU CONFIRMADA PELO COVID-19

ESTRATÉGIA DE VENTILAÇÃO MECÂNICA: COM AVALIAÇÃO DE IMAGEM SEDAÇÃO E ANALGESIA VENTILAÇÃO EM POSIÇÃO PRONA
PULMONAR Fluxograma para posição prona
• A associação de propofol (máx 3,0 mg/kg/h) com fentanil [25-50 mcg/h (max 100
mcg/h em casos específicos)] é a primeira escolha para sedação / analgesia de Preparo
Manter Após 16hs
pacientes submetidos a VM por COVID-19. para Pós-prona
prona em prona
Pós-supino
pronar
Suspeita ou Confirmação de COVID-19 • Na presença propofol em dose >3mg/kg/h, recomenda-se a associação de
midazolam na dose de 0,02 a 0,2 mg/kg/h [concentração de 0,6 mg/mL – diluição • Monitorização • Gasometria 1h • Cuidados com • Gasometria 1h • Manter
• Seguir checklist pós-prona pontos de antes de retornar monitorização
IOT padrão de 150mg (90mL) em SG 5% 250mL qsp] (vide quadro • Se piora para supino • Gasometria 4hs
Estratégia Protetora pressão
abaixo) progressiva da pós-supino
Modo: PCV
• • Gasometria 1h
tomada de decisão

Alvo sedação durante as primeiras 48 horas de VM: RASS -5 oxigenação,


Até 6 horas para

VC: 6ml/kg
Estratégia Protetora VM antes de pronar interromper a
Delta de pressão < 15 cmH2O • Alvo sedação após as primeiras 48 horas de VM: posição prona
PEEP: 12-15 cmH2O (até 6h) Manter supino e reavaliar SIM
2 horas --< gaso arterial FR: 20-24rpm
• Relação PaO2/FiO2 >250 e PEEP ≤ 15 cmH2O e FiO2 ≤50%: RASS -3 a 0 PaO2/FiO2 >
FiO2 < 50% • Relação PaO2/FiO2 ≤250 e PEEP ≥15 cmH2O: RASS -4 a -5 150mmHg?
Relação PaO2/FiO2 < 200 Sedação Preparo para pronar NÃO
Iniciar BNM se P/F < 150 ou se
assincronia grave
• Controle de agitação:
SIM • Propofol: 10 a 40 mg (1 a 4 mL) em bolus
• Midazolam: 3 a 5 mg (5 a 8 mL) em bolus Check-list para o preparo para posição prona:
Avaliação com Imagem • Controle de dor (analgesia): • Proteger os olhos
• Fentanil em bolus: 50 mcg • Realizar higiene de vias aéreas
• Associação com analgésico comum com objetivo de poupar opióide • Assegurar posicionamento do tubo com dupla fixação
Padrão interstício alveolar Consolidação e/ou colapso
• Certificar posicionamento e fixação de cateteres e dispositivos
• Recomenda-se utilização de cisatracúrio 0,15 mg/kg em bolus seguido de infusão em • Interromper dieta e se indicado, esvaziar o estômago
Realizar Mini-recrutamento
BIC de 1-4 mcg/kg/min quando houver: • Preparo de apoios de cabeça, tórax, pelve e outros
Mantém PEEP conforme Titular PEEP com impedância OU • Assincronia grave persistente, caracterizada por piora da oxigenação e da • Proteger proeminências ósseas com uso de películas protetoras
SpO2 complacência estática ventilação após ajuste da VM e ajuste de sedação, em pacientes com relação
Checar possibilidade de LEMBRETE: Na ausência de gasometria arterial, considerar o uso da tabela SpO2/FiO2
análise de perfusão PO2/FiO2 entre 150 e 200 ou
Melhora da SpO2
• Relação PaO2/FiO2 < 150 com PEEP >15cmH2O Recomenda-se o tempo em posição prona entre 16-21hs, considerar como:
pulmonar*** Redução DP com mesmo VC
• Em pacientes recebendo boqueio neuromuscular, recomendamos: • Respondedor: aumento da PaO2/FiO2 ≥ 20% ou da PaO2 ≥ 20 mmHg, com aumento da
(6ml/kg)
• BIS alvo 40-60 com supression rate (SR) > zero (ativar no monitor de complacência pulmonar e redução da pressão de platô.
*Avaliar CO2 2 horas à gaso arterial BIS) • Não respondedor: piora na troca gasosa, na mecânica pulmonar ou no estado
e SpO2 cardiovascular.
• TOF: alvo 0 (avaliar um vez por dia, se possível)
PaO2/FiO2 < 200 ou ↓VC ou • Na impossibilidade de monitorização com BIS, deve-se garantir
NÃO
↑CO2 ou ↑ FiO2 sedação profunda (RASS -5) antes do início da infusão do BNM
Mini Recrutamento
Sedação e BNM • Se iniciou BNM, manter por 48hs.
PEEP: 25 cmH2O
SIM CRITÉRIOS PARA O INÍCIO DO DESMAME VENTILATÓRIO
Delta de pressão: 15 cmH2O
Mantém • Pacientes em uso de BNM (após 48h de uso): Se relação PO2/FiO2 >200, PEEP
PEEP Realizar <20 cmH2O, retirar bloqueador neuromuscular e reavaliar em 24 horas.
(manter por 5 min) • Após 24 horas estável com PEEP incialmente ajustada no fluxograma anterior, tentar
Manter mesma FiO2 Recrutamento
(PEEP 35) reduzir PEEP de 1 em 1 cmH2O a cada 8 horas para relação PO2/FiO2 >300.
• Rever diariamente a possibilidade de diminuição da sedação, se pH >7,30 e: • Se hipoxêmico crônico, utilizar PO2/FiO2 >250 para reduzir PEEP.
Recrutamento • Relação PO2/FiO2 >200, tentar trocar midazolam por propofol, caso esteja • Mudar modo ventilatório de controlado para espontâneo (apenas com PEEP ≤15
Sedação e BNM com midazolam.
PEEP: até 35 cmH2O
Titular PEEP com cmH2O, e FiO2 <50% e RASS > -5).
Delta de pressão: 15 cmH2O impedância OU • Relação PO2/FiO2 >300 tentar trocar propofol por precedex (0,3 a 1,3
(Iniciar PEEP 25 – aumentar complacência mcg/kg/h)
estática
5 cmH2O a cada 2 min)
Manter mesma FiO2 Mantém • Tentar reduzir progressivamente fentanil concomitantemente. CRITÉRIOS PARA O INÍCIO DO TRE
Supino NÃO
• Se durante tentativa de diminuição da sedação, paciente apresentar assincronia com • Permanecer por 24 horas em modo PSV com PEEP =10 cmH2O, FiO2 <40% e PS ≤10
PaO2/FiO2 < 150
queda da SpO2 e/ou instabilidade hemodinâmica: cmH2O e manter P0.1 ≤4 (colher gasometria arterial).
SIM
• Propofol: 10 a 40 mg (1 a 4 mL) em bolus • Nível de consciência adequado: RASS 0-2 ou próximo ao basal.
Prona**
• Fentanil: 25 a 50 mcg em bolus • Estabilidade hemodinâmica: sem ou com noradrenalina <0,2 mcg/kg/min); dobutamina
• Dar uma dose de neurolépitco (seroquel 25 a 50mg via SNE ou, e se não puder dose estável ou em desmame e marcadores de perfusão tecidual adequados.
*Se aumento de CO2 e pH < 7,20 – avaliar possibilidade de reduzir a PEEP em 2 cmH2O e reavaliar.
via SNE, utilizar haloperidol EV) • Após as 24 horas com parâmetros acima e adequada troca gasosa (pH: 7,3 com
**Seguir protocolo de PRONA - em alguns casos pode-se considerar o mini-recrutamento em posição prona.
• Se não melhorar após 20 minutos, aprofundar a sedação diminuindo em -2 na PaCO2<55 mmHg; PaO2 ≥60 mmHg com FiO2 ≤40%; PEEP ≤10 cmH2O; PO2/FiO2 ≥250;
*** Caso suspeitar de trombo pulmonar, possibilidade de análise de perfusão pela impedância.
escala de RASS ou até RASS -5, reavaliar em 24 horas SpO2 ≥90%, fazer TER.
• Se necessitar de mais de dois bolus em 6 horas, pensar em aprofundar • Cuffleak test nos pacientes com risco de edema de glote após extubação:
sedação, reavaliar em 24horas. • VAD difícil ou IOT traumática
• VM > 6 dias
• Após 48 horas de sedação, em pacientes com uso de medicações de uso crônico de • Cânula orotraqueal com diâmetro > 8,0 mm
drogas psicoativas, realizar reconciliação medicamentosa antes da pensar em reduzir • Gênero feminino
sedação contínua. • Reintubação

V 1.8 de 22.07.2020
SUPORTE INTENSIVO PARA PACIENTES COM INFECÇÃO SUSPEITA OU CONFIRMADA PELO COVID-19
FLUXOGRAMA PARA DESMAME VENTILATÓRIO SUPORTE CLÍNICO DROGAS PARA TRATAMENTO DO COVID-19
CUIDADOS GERAIS • Hidroxicloroquina, macrolídeos, tocilizumab, lopinavir/ritonavir, remdesivir, soro
• Higienização das mãos sempre! covalescente: NÃO recomendamos utilização rotineira. Apenas para pacientes
• Instituir precauções de contato e aerosol. selecionados e em protocolo de pesquisa após obtenção de TCLE.
• Utilizar máscara N95, óculos, luvas, avental e gorro.
• Não passar PICC na fase inicial da doença (10 dias). • ATENÇÃO: Paciente com piora clínica tardia e/ou DMOS persistente ou recorrente (> 2
• Atenção ao balanço hídrico: vide fluxo de hemodinâmica. DMOS) pensar em síndrome hemofagocítica: colher exames e aplicar HSescore: ver
• Evitar drogas que alargam o intervalo QT (Ex: zofran, bromoprida, fluconazol, plasil, citopenias + ferritina + triglicerídeos + TGO + hepatomegalia e/ou esplenomegalia +
antiarrítmicos), sobretudo se em uso de macrolídeo e cloroquina. estado febril. Tratamento: imunoglobulina 1mg/
• Não realizar inaloterapia objetivando evitar aerossolização.
• Utilizar broncodilatadores com espaçador em caso de broncoespasmo.
VM DURANTE PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
ANTIBIOTICOTERAPIA Durante atendimento de uma parada cardiorrespiratória, recomendamos:
• O tratamento específico para pacientes que evoluem para Síndrome Respiratória • Paciente com via aérea avançada (IOT): Manter conexão com respirador. Quando a PCR
Aguda ou choque associado ao COVID-19: de acordo com protocolos institucionais. ocorrer em pacientes sob ventilação mecânica, deve-se manter o paciente conectado ao
• Tratamento empírico inicial – casos sem hipoxemia documentada: ventilador em circuito de ventilação fechado e comprimir 100-120 bpm. Parâmetros de
• Oseltamivir 75mg VO/VS 12/12h por 5 dias – aguardar resultado do painel viral VM:
para suspensão da medicação antes do 5º dia • FiO2 100%
• Tratamento empírico inicial – casos com hipoxemia documentada: • Volume controlado 6ml/kg
• Oseltamivir – conforme orientação acima + • Ti 1s
• Ceftarolina 600mg 12/12hs por 07 dias ou outro ATB com cobertura mais • FR 10 rpm
ampla para Gram negativo em caso de bactérias multirresistente + • PEEP 0 cmH2O
• Azitromicina 500mg VO ou VS 1x/dia por 5 dias • Alarme pressão 60 cmH2O
• Lembrar de descalonar a ATBterapia • Sensibilidade: ajustar ao menos sensível (“mais difícil”)
• Alguns ventiladores apresentam a função “RCP/PCR”, que ajusta
automaticamente os limites de alarme e aciona os parâmetros acima.
CONTROLE GLICÊMICO
• Glicemia de 6/6 ou 4/4h, conforme valores de controle glicêmico e manter protocolo
de controle glicêmico institucional • Paciente sem via aérea avançada:
Sucesso no teste de respiração espontânea (TRE)
• Evitar bomba de infusão contínua de insulina e assim dar insulina longa duração • 1º tentativa: Realizar IOT com videolaringoscopia direta (McGrath)
precocemente conforme controles glicêmico do dia prévio • 2º tentativa: Acionar código VAD. Acionar segundo médico da UTI com
Deixar preparado máscara Bag 100% • Se paciente com noradrenalina > 0,2mcg/kg/min, evitar insulina SC experiência em VAD. Realizar IOT com videolaringoscopia direta (McGrath).
*Deixar material para Re-IOT disponível
• 3º tentativa: Se não houver tempo hábil para aguardar anestesista do cod
VAD, garantir via aérea com dispositivo supraglótico [Máscara laríngea (1
Administrar lidocaína 2% sem vasoconstritor 40mg EV • Se paciente PROFILAXIAS opção) ou tubo laríngeo].
apresentar • Profilaxia para úlcera de estresse: pantoprazol 40mg EV 1x/dia
Posicionar paciente em decúbito dorsal 45º contraindicação para • Profilaxia trombose venosa profunda:
uso de VNI, manter • Compressor pneumático (sem meias elásticas) e
Aspiração traqueal com sistema fechado em bag 100% e • Iniciar hemofol 5000 UI SC 8/8 horas para todos os pacientes, salvo
observar contraindicações (Ex; antecedente de HIT, plaquetopenia, eventos
Aspiração VAS, subglótica e cavidade oral
frequentemente. hemorrágicos recentes).
• O valor do D-Dímero não alterará a conduta em relação a dose de anticoagulação
Desligar aspiração subglótica profilática.
• Manter VNI por 18
Adaptar máscara Bag 100% na face do paciente horas seguidas pós-
extubação. Após
esse período, caso o ANTICOAGULAÇÃO
Orientar paciente a não tossir e respirar normalmente
paciente não consiga • Não instituir anticoagulação plena com base no valor isolado de D-Dímero.
permanecer 2 horas • Indicar anticoagulação plena apenas se evento tromboembólico confirmado.
Colocar ventilador mecânico em modo espera
fora da VNI, deve-se
Desconectar o ventilador e manter filtro adaptado no tubo realizar a Re-IOT.
traqueal
CORTÍCÓIDE
• Se choque séptico: hidrocortisona: 200mg/d em BIC (vide protocolo de
Desinsuflar o cuff e extubar o paciente com a Bag 100% hemodinâmica)
na face do paciente
• Se paciente evoluir para necessidade de VM e não estiver em uso de hidrocortisona
Retirar máscara Bag 100% devido choque séptico, iniciar metilprednisolona EV 0,5 mg/kg/dia

*Instalar VNI APENAS no ventilador mecânico

V 1.8 de 22.07.2020
SUPORTE INTENSIVO PARA PACIENTES COM INFECÇÃO SUSPEITA OU CONFIRMADA PELO COVID-19
SUPORTE HEMODINÂMICO SUPORTE NUTRICIONAL EXAMES LABORATORIAIS E DE IMAGEM

HIPOTENSÃO ARTERIAL COLETA DIÁRIA


PAS <90 mmHg ou PAM <65 mmHg ou • Hemograma completo
RESGATE CORREÇÃOIMEDIATA DA

¯ 40mmHg PAS basal • Função renal (Cr e Ur)


• Eletrólitos incluindo Mg, Cai e Fósforo (manter Mg >2,0 mEq/l e K >4,0 mEq/L)
HIPOTENSÃO

• Gasometria arterial e lactato (se em VM hipoxêmico e/ou choque) e/ou gasometria


*NORADRENALINA → Alvo PAM 60-65 mmHg venosa central (se sem PAI ou se em desmame de VM ou fora da VM e sem hipoxemia
E e sem choque)
AVALIAÇÃO DA PERFUSÃO (Lactato / GapCO2 / TEC)
• PCR
• Suspeita de infecção secundária: colher culturas e seriar biomarcadores: PCR e pro-
calcitonina
PERFUSÃO: ≥ 2 dos marcadores abaixo presentes? NÃO PERFUSÃO
Lactato >18mg/dL ou GapCO2 >6mmHg ou TEC >3seg OK • D-Dimero a cada 48 horas (servirá como marcador de gravidade)
• Rx de tórax se piora clínica e após procedimentos (Ex: IOT, passagem de CVC)
SIM • Se em uso de macrolídeo e cloroquina, fazer ECG diário
ADEQUAÇÃO DA PERFUSÃO TECIDUAL

Monitorar DC**
ADMISSÃO NA UTI
OTIMIZAÇÃO (1as 6hs)

FLUIDORRESPONSIVIDADE
SIM NÃO • Exames descritos em coleta diária e
• Troponina
Fluido DOBUTAMINA • BNP
Ringer Lactato 500ml Iniciar 2,5mcg/Kg/min (Max 20 mcg/Kg/min) • Função hepática e DHL
• Ferritina
• D-dímero
REAVALIAR MARCADORES DE PERFUSÃO / FLUIDORRESPONSIVIDADE
Não exceder 1L de cristaloide. Após 1 L, dar preferência a albumina 20% 100ml
• TP, TPPA, fibrinogênio e tromboelastograma
• Pro-calcitonina e Culturas
• ECG E Rx de tórax
• Ecocardiografia nas primeiras 24 horas
ESTABILIZAÇÃO (1as 24hs)

PERFUSÃO NORMALIZADA COM OU SEM


EVITE SOBRECARGA HÍDRICA

VASOPRESSOR

BH ZERADO
FUROSEMIDA SE NECESSÁRIO ***
MONITORAR MARCADORES DE PERFUSÃO

PERFUSÃO NORMALIZADA COM OU SEM


DE-RESSUSCITAÇÃO (>48hs)
RETIRE O EXCESSO DE LIQUIDO

VASOPRESSOR (NORA <0,1 mcg/Kg/min)

BH NEGATIVO 500 a 1000ml/dia


FUROSEMIDA SE NECESSÁRIO***
MONITORAR MARCADORES DE PERFUSÃO / ACRÉSCIMO DE DVA

* Monitorização PAi + CVC se noradrenalia >0,1 mcg/kg/min e em ascensão


- Se nora >0,5 mcg/kg/min, iniciar adrenalina 0,01 mcg/kg/min
- Hidrocortisona 200mg BIC se noradrenalina >0,2 mcg/kg/min ao final de 6 horas • Infecção por COVID pode causar diarreia. Se diarreia: colher inicia/ PCR para Clostridium,
**Monitorar débito cardíaco se dois ou mais parâmetros de perfusão estiverem se negativo, iniciar loperamida (2mg de 2 a 4x/d) e/ou tiorfan (1cap – 2 a 4x/d)
alterados: • Se constipação: não evacua há > 48 h: gutalax ou muvinlax 1env – 3x/d
Ecografia: Na avaliação inicial inclusive pulmonar. Evitar reavaliações pelo risco de
contaminação.
Análise contorno de pulso: No choque séptico se não houver comprometimento
pulmonar grave
Termodiluição transpulmonar: Na SDRA grave + IRA em HD/CVVHDF (APEV/IPVP para o
manejo da UF)
Cateter de artéria pulmonar: Na suspeita de disfunção VD e/ou VE (preferência ao CEDV)
*** Checar BH a cada 6h, ajustar dose do diurético conforme a meta (BH zerado ou
negativo)
Considerar (BH zerado / positivo) em caso de aumento de vasopressor, alteração dos
marcadores de de perfusão, sinais laboratoriais de desidratação (hipernatremia/alcalose
metabólica), alteração das escórias renais, fontes de perdas não mensuráveis
(febre/diarreia).
V 1.8 de 22.07.2020
SUPORTE INTENSIVO PARA PACIENTES COM INFECÇÃO SUSPEITA OU CONFIRMADA PELO COVID-19
CUIDADOS COM PARAMENTAÇÃO CUIDADOS DE FISIOTERAPIA
EPI utilizado: Gorro, óculos de proteção, máscara N95, avental descartável E luva nitrílica • Paciente com 04 atendimentos de fisioterapia (em VM)
• Situações específicas (exposição a GRANDES volumes de fluidos durante : banho no leito, • Uso de filtro HME proximal ao paciente
diálise, troca de fralda em pacientes com diarreia, ressuscitação cardiopulmonar,
• Seguira guia de orientação de uso de filtro barreira conforme o informativo do resumo
intubação, manejo de ECMO):
• Avental Impermeável dos ventiladores
• Protetor facial (face shield) • Usar apenas sistema de aspiração fechado (Trach Care) para aspiração (existe Trach
• Luva de plástico azul Care específico para IOT e outro para TQT)
• Sequência de paramentação impressa e fixada nas portas de todos os leitos • Troca de filtro HME e Trach Care a cada 72h – com ventilador em espera (no Bennet
• Dentro do ala coorte utilizar gorro, óculos de proteção e máscara N95 o tempo todo, 980 ele precisa estar desligado para desconectar e conectar à ventilação)
sem necessidade de troca. O avental descartável e as luvas de procedimentos devem ser • Troca de filtro barreira (Bactogard) a cada 30 dias
substituídas ao término de cada atendimento. • Após as primeiras 48 horas de VM seguir fisioterapia motora conforme Diretrizes de
Mobilização Precoce (pacientes sem condições de exercícios assistidos, considerar
SEQUENCIA PARA COLOCAR PARAMENTAÇÃO início de eletroestimulação neuromuscular)
• Não tirar os pacientes do leito (risco de desconexão do ventilador)
ANTES de entrar na UNIDADE de COORTE:
• Higienizar as mãos
• Colocar a máscara N95
• Higienizar as mãos CUIDADOS DE ENFERMAGEM
• Colocar o óculos de proteção
• Higienizar as mãos A. Cuidados com higiene
• Colocar o gorro • Banho no leito com bag bath nas primeiras 96h pós intubação.
• Higienizar as mãos • Higiene oral: manter rotina institucional.

ANTES de entrar no quarto: B. Cuidados com aspiração traqueal


• Higienizar as mãos • Aspiração traqueal em sistema fechado
• Colocar avental descartável • Apenas o fisioterapeuta troca o filtro e Trach Care (ventilador em standby)
• Higienizar as mãos
• Face Shield s/n
C. Coleta e encaminhamento de exames laboratoriais: Os exames coletados devem ser
DENTRO do quarto: embalados em plástico duplo (sendo a segunda embalagem fora do leito/ limpa)
• Higienizar as mãos
• Calçar luvas de procedimento D. Programar e planejar os cuidados para reduzir a exposição dos profissionais: As
atividades devem ser agrupadas para execução em momento único. Programar SSVV,
SEQUENCIA PARA RETIRAR A PARAMENTAÇÃO medicação, mudança de decúbito, banho no leito e coleta de exames para realização
simultânea evitando exposições recorrentes.
DENTRO do quarto
• Retirar luvas de procedimento
• Higienizar as mãos
• Retirar avental descartável
• Higienizar as mãos

FORA do quarto
• Higienizar as mãos;
• Colocar a luva de procedimento;
• Retirar o face Shield realizar desinfecção rigorosa internamente e depois
externamente (Utilizar detergente desinfetante - Oxivir® ou Optigerm®) e
limpeza da superfície da a mesa de apoio se contato utilizando um novo pano
• Retirar as luvas
• Higienizar as mãos

FORA da unidade de Coorte:


• Higienizar as mãos
• Retirar o gorro
• Higienizar as mãos
• Colocar as luvas de procedimento
• Retirar óculos ou protetor facial, realizar desinfecção rigorosa internamente e
depois externamente (Utilizar detergente desinfetante - Oxivir® ou Optigerm®)
e limpeza da superfície da a mesa de apoio se contato utilizando um novo
pano
• Retirar as luvas
• Higienizar as mãos
• Retirar N95 e colocá-la em um saco plástico identificado V 1.8 de 22.07.2020
• Higienizar as mãos
Higiene Oral Adulto

Pacientes confirmados ou com suspeita de COVID-19 que estiverem submetidos a


traqueostomia ou intubação orotraqueal:
- Seguir rotina institucional padrão de higiene oral.
*As escovas dentárias com sucção devem ser trocadas diariamente.

Pacientes confirmados ou com suspeita de COVID-19 conscientes orientados:


- Seguir rotina padrão de escovação.

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/hcp/dental-settings.html
https://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/alertas/item/covid-19?category_id=244
Alocação de pacientes

Clínica médico-cirúrgica:
• Sem complicação clínica (ex: disfunções orgânicas agudas, sinais de Sepse ou
Choque Séptico).
• Aporte de O2 máximo de 3L/min em cateter nasal para SpO2 > 95% e FR < 24.

Semi e UTI:
• Pacientes com necessidade de oxigênio suplementar (cateter nasal O2 > 3,0 l/min)
para manter SpO2 >94% ou FR ≤24 rpm.
• Pacientes que necessitam de suporte ventilatório não invasivo para manter SpO2
>94% ou FR ≤24 rpm.
– Utilizar FiO2 ≤50% e PP com delta ≤10 cm H2O e o EPAP ≤10 cmH2O ou PaCO2
≥ 50 mmHg e pH≥ 7,35.
NOVO Teste rápido antígeno COVID-19
Na UPA, existe a possibilidade da realização do teste rápido de antígeno (código
711211) a fim de possibilitar agilidade no direcionamento do paciente.

Teste rápido
Manter precaução
antígeno
aérea e contato
positivo
Paciente sem
sintomas
respiratórios Teste rápido
Retirar precaução aérea
antígeno
e contato
negativo

Teste rápido
Manter precaução
antígeno
aérea e contato
positivo
Paciente com
sintomas
respiratórios Teste rápido Solicitar RT-PCR e
antígeno manter precaução
negativo aérea e contato
Alocação de pacientes - Fluxo clínico
PCR NEGATIVO
Paciente sem sintomas MANTER EM ÁREA
respiratórios, com outros não COVID-19
Alocação em área não
diagnóstico ou diarreia Caso solicitado RT-PCR
COVID-19 em precaução
ou fluxo cirúrgico ou para COVID-19 pela UPA
aérea e contato até
suspeita de AVC ou ou médico assistente
resultado PCR POSITIVO
Síndrome Coronariana
ENCAMINHAR
Aguda
para área COVID-
19

PCR NEGATIVO
MANTER EM ÁREA
Paciente internado por não COVID-19
Caso solicitado RT- Manter paciente no leito
outro motivo, evolui com
PCR para COVID-19 original até resultado do
sepse ou outro quadro
pelo médico PCR em precaução aérea
infeccioso durante a
assistente e contato PCR POSITIVO
internação
ENCAMINHAR
para área COVID-
19
PEDIATRIA
Atenção: Máscaras estão vetadas para menores de 2 anos de idade

Para maiores de 2 anos: máscara cirúrgica infantil código 216788


Critérios para coleta de COVID-19
Pediatria

• Colher PCR COVID-19 e Painel Molecular de patógenos respiratórios:

• Em pacientes com forte suspeita de COVID-19, independentemente da


tomografia do tórax, cujo PCR COVID-19 foi negativo, não retirar o paciente da
coorte e recoletar nova amostra com mais de 24 horas de intervalo.

• Caso paciente esteja em ventilação mecânica ou traqueostomia, coletar


preferencialmente em secreção traqueal o PCR COVID-19.
Higiene Oral Pediatria

Pacientes confirmados ou com suspeita de COVID-19 que estiverem submetidos a


traqueostomia ou intubação orotraqueal:
- Seguir rotina institucional padrão de higiene oral.
*As escovas dentárias com sucção devem ser trocadas diariamente.

Pacientes confirmados ou com suspeita de COVID-19 conscientes orientados:


- Seguir rotina padrão de escovação.

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/hcp/dental-settings.html
https://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/alertas/item/covid-19?category_id=244
Oxigenioterapia em Pediatria

• Máscara não reinalante ou cateter nasal.

• VNI – em ventilador com circuito fechado e filtros insp/exp


+ filtro umidificador.

• IOT – com videolaringoscópio; evitar uso BVM; aspiração


em sistema fechado.

• Pacientes em uso de cateter nasal de alto fluxo,


independentemente da suspeita ou confirmação do
diagnóstico de COVID-19, utilizar EPI´s para Precaução
aerossóis.
Comorbidades possivelmente relacionadas com prognóstico
em pediatria
• Obesidade;
• Complexidade médica;
• Doença genética severa;
• Doença neurológica severa;
• Doença metabólica herdada;
• Doença cardíaca congênita;
• Diabetes;
• Asma;
• Doenças pulmonares crônicas;
• Imunodepressão secundária ao câncer ou medicações imunossupressoras.

Atenção: estes pacientes caso recebam alta das UPA´s devem ser monitorados pelo médico titular
ou retaguarda frequentemente quanto ao desenvolvimento de Síndrome Respiratória Aguda ou
Deterioração Clínica.

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/need-extra-precautions/people-with-medical-conditions.html
Síndrome inflamatória multissistêmica Pediátrica
Multisystem Inflammatory Syndrome in Children (MIS-C)

• Febre persistente, fadiga e uma variedade de sinais e


sintomas incluindo envolvimento de múltiplos sistemas
(Cardíaco, TGI, Renal, Hematológico, dermatológico,
neurológico) e marcadores inflamatórios elevados.
• Apresentação clínica multivariada.
• Semanas após infecção pelo SARS-CoV-2. A criança
pode ter sido contaminada por um portador
assintomático e em alguns casos, a criança e cuidador
nem possuem idéia da infecção prévia.
• Alguns indivíduos podem preencher critério pleno ou
parcial para doença de Kawasaki, mas devem ser
reportados sem preenchem critério para MIS-C
https://www.cdc.gov/mis-c/hcp/
Síndrome multissistêmica inflamatória Pediátrica
Multisystem Inflammatory Syndrome in Children (MIS-C)
Definição de caso
Caso que foi hospitalizado ou óbito com:
• Presença de febre elevada (considerar mínimo de 38ºC) e persistente (≥3 dias) em crianças e adolescents (0 a 19
anos de idade).
E
Pelo menos 2 dos seguintes sinais e sintomas:
• Conjuntivite não purulenta ou erupção cutânea bilateral ou sinais de inflamação mucocutânea (oral, mãos, pés),
• Hipotensão arterial ou choque.
• Manifestações de disfunção miocárdica, pericardite, valvulite ou anormalidades coronárias inlcuindo achados do
ecocardiograma ou elevação de troponina?NT-porBNP),
• Evidência de coagulopatia (por TP, TTPa, D-dímero elevados).
• Manifestações gastrointestinais agudas (diarreia, vômito ou dor abdominal).
E
Marcadores de inflamação elevados, como VHS, PCR ou procalcitonina, entre outros.
E
Afastadas quaisquer outras causas de origem infecciosa óbvia de inflamação, incluindo sepese bacteriana, síndromes de
choque estafilocóccico ou estreptocóccica.
E
Evidência de COVID-19 (biologia molecular, teste antigênico ou sorológico positivos) ou história de Contato com caso de
COVID-19
Comentários adicionais:
Podem ser incluídos crianças e adolescantes que preencherem critérios totais ou parciais para a síndrome de Kawasaki ou
choque tóxico, com evidência de infeccção pelo SARS_CoV-2.
Nota Técnica nº 16/2020-CGPNI/DEIDT/SVS/MS
Notificação compulsória
Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica

Intranet
Fichas de Doenças de Notificação
Compulsória
GESTANTES, PUÉRPERAS e RN
Situações especiais gestantes e
puérperas
• Gestante ou puérpera contato de caso CONFIRMADO DE COVID-19 e assintomática pode visitar
o bebê.

• Acompanhante previamente COVID-19 deverá estar assintomático há 24 horas e sem uso de


antitérmicos neste período após 20 dias do início dos sintomas. Só deverá apresentar 2PCR´s
negativos consecutivos com intervalo mínimo de 24 horas se imunossuprimido.

Apresentação clínica em Neonatologia


• Febre, letargia, rinorreia, tosse, taquipneia, aumento do esforço respiratório, vômito, diarreia,
baixa ingesta, taquipnéia transitória e síndrome respiratória neonatal.

• Evidências atuais demonstram que a infecção neonatal são incomuns. Caso apresentem
infecção, a grande maioria são assintomáticas ou leves. Doença grave é rara.

• Neonatos com doenças de base e pretermos possuem maior risco de complicação.

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/hcp/caring-for-newborns.html
Fluxograma Gestantes com Suspeita COVID-19 UPA
PCR COVID-19 Isolamento domiciliar por
positivo 14 dias*.

Colher PCR COVID-19 e/ou outros


testes diagnósticos (painel viral ou Procurar assistência médica se
PCR para influenza). aparecimento de sinais de
Atestado de afastamento por 14 alerta como febre alta,
dias dispneia, confusão mental,
Sim (CID -10: J06.9 - IVAS). cianose, etc...
Considerar tratamento para
influenza.

Isolamento domiciliar por


7 dias* (pensar em
PCR COVID-19 outros vírus respiratórios)
SINTOMAS negativo pois haverá revisão do
RESPIRATÓRIOS atestado de acordo com
os resultados
INFECCIOSOS
AGUDOS
COM OU SEM
FEBRE *Gestante deve entrar em
contato com Médico obstetra e
seguir com as recomendações de
exames e consultas de
Não Não é necessário coletar PCR Pré-natal.
SARS-CoV 2 e seguir investigação
de outras quadros.
Fluxograma Pacientes Gestantes Internadas com
Suspeita ou Confirmação para SARS-CoV 2
Internação hospitalar em
quarto de pressão negativa
em Precaução de Contato e Se início de sintomas instituir Precaução
Específica e seguir fluxo para suspeita
Aerossol
de COVID.

PCR COVID-19 PCR COVID-19


negativo positivo

Monitorização materna:
Sinais vitais 4x/dia
Retirar da Precaução RX de tórax s/n
Específica
Monitorização fetal:
FC fetal 1x/dia
Corticoide*
* Conforme indicação obstétrica Avaliar necessidade de antibioticoterapia com
Indução do Parto deve ser realizada no 5ºC Ceftriaxone e Claritromicina e/ou Oseltamivir.
(Internação)
Proibida visita da mãe COVID-19 positiva para o
RN quando este estiver nas UTIs
PACIENTE INSTÁVEL
Gestante com suspeita ou confirmação para PACIENTE ESTÁVEL UTI quando mais de 1 dos critério (Quick
COVID-19 deve realizar o trabalho de parto nos - Via de parto: de acordo SOFA)
leitos da maternidade destinados à coorte, e com a indicação -Sistólica <100mmHg
não no centro de parto. obstétrica - FR >22 bpm
- Clampeamento precoce - Glasgow <15

Via de parto: de acordo com a indicação


obstétrica
Pós Parto de RN de mãe com suspeita ou confirmação
para SARS-CoV 2
RN termo ou prematuro RN termo ou prematuro com
necessidade de UTI-NEO
> 35 semanas sem
necessidade de UTI Neo
Instituir precaução de contato e aerossol.

Coletar PCR COVID-19 de pele e sangue do cordão ao


Alojamento conjunto obrigatório.
nascimento (cadastro outros materiais) + PCR de via
Precaução de contato e aerossol.
respiratória com 24 horas de vida.
Transporte do RN em incubadora.
Puérpera deve utilizar máscara cirúrgica
durante todo tempo e ser orientada a
higienizar* as mãos antes e após contato PCR de vias aéreas NEGATIVO:
com RN . PCR de vias aéreas POSITIVO Coletar PCR COVID-19 de via
respiratória de RN após 48h de vida

Proibida visita e permitida


NEGATIVO:
amamentação Manter precaução
por 14 dias Suspender
precaução
*Utilizar gel alcoólico 70% por 20 a 30 segundos
ou
Água e sabonete por 40 a 60 segundos

Puérpera não pode frequentar o banco de leite

Banho do RN obrigatório após o parto


Interromper fluxo caso a suspeita da Mãe para Covid-19 apresente resultado
negativo.

Se RN sintomático colher amostra de via respiratória a qualquer momento.


Alocação de pacientes (RN e puérpera) em investigação
ou confirmação para COVID-19
RN termo ou prematuro
RN termo ou prematuro
> 35 semanas sem
com necessidade de UTI-
necessidade de UTI Neo
NEO

Alojamento conjunto obrigatório.


Precaução de contato e aerossol. Alocar paciente no CI externo (capacidade
Puérpera deve utilizar máscara cirúrgica durante para 2 pacientes)
todo tempo e ser orientada a higienizar* as mãos
antes e após contato com RN .

- Priorizar leitos com pressão negativa. Na ausência de leito no CI externo, alocar em


- Na ausência de leitos com pressão leito de pressão negativa no CTI-P
negativa, internar em leito da
maternidade em precaução de
contato e aerossol.
Na ausência do leito no CTI-P e CI externo
alocar o paciente em leito de maternidade
provendo estrutura de pressão negativa

*Utilizar gel alcoólico 70% por 20 a 30 segundos


ou
Água e sabonete por 40 a 60 segundos
Visita proibida (permitido somente pai se
assintomático)
Fluxo de pacientes transferidos externos
UTI Neo

• Precaução contato e aerossol por 5 dias em CI externo


desde que assintomático.
• Coletas:
➢ Cultura em swab retal – (KPC e VRE).
➢ Cultura de secreção traqueal quantitativa se em ventilação
mecânica.
➢ Painel de patógenos respiratórios.
➢ PCR COVID-19 na entrada e 5º dia de internação.
➢ Sem necessidade de recoletas caso procedimentos
cirúrgicos.
Vacinação de RN no contexto da pandemia

• RN estável, com ou sem suspeita de COVID-19: seguir


calendário Nacional de Vacinação
- Hepatite B nas primeiras 24 horas.
- BCG ao nascimento ou o mais cedo possível.

• RN positivo assintomático ou quadro leve


- Adiar e administrar a vacina de hepatite B antes da alta, exceto para RN´s
de mães com HBsAg/HBeAg positivas, prosseguir com a vacinação
durantes as primeiras 24 horas de vida ou o mais rápido possível.
- BCG adiar e administrar antes da alta.

• RN positivo com quadro moderado ou grave


- Adiar e administrar a vacina de hepatite B antes da alta, exceto para RN´s
de mães com HBsAg/HBeAg positivas, quando se a situação clínica
permitir, vacinar durante as primeiras 24 horas de vida ou assim que
estabilidade clínica.
- BCG adiar e administrar antes da alta.
NOVO
ONCOLOGIA e HEMATOLOGIA
Entrada – Centro Oncologia e Hematologia – 3SS

*Permanece orientação de restrição de visitas e acompanhantes na Oncologia


Ambulatórios Adulto e Pediátrico

Todos os pacientes agendados terão contato telefônico prévio, pela equipe do ambulatório. O paciente será
interrogado em relação à questões abaixo:

• O(A) Sr (a) está com tosse, coriza, dor de garganta ou febre?


• Apresenta manchas vermelhas pelo corpo?
• Está com diarreia?
• Teve retorno de viagem ao exterior e febre?
• Teve diagnóstico de COVID-19 nos últimos 30 dias?
• Teve contato com alguém com COVID-19 nos últimos 14 dias?

Se todas as respostas forem negativas, o paciente seguirá o fluxo normal de entrada pela recepção da
Oncologia.

Caso uma das respostas for positiva e o paciente ainda não tiver sido avaliado, o paciente deverá ser
orientado que o médico será informado e que faremos contato para orientar a conduta. Direcionar o caso
para o navegador da equipe médica que o acompanha, ou para Dra Juliana e Dra Kira nos casos dos paciente
da Hematologia, para que façam as orientações necessárias e encaminhamento ao pronto atendimento, se
necessário.

Caso a resposta seja positiva e o paciente já tiver sido avaliado, o paciente deverá ser orientado que a
recepção entrará em contato para orientação da entrada e início do fluxo de entrada para casos suspeitos,
confirmados ou contactantes.
Entrada e Saída - Ambulatório – Casos Suspeitos,
Confirmados e Contactantes

EPIs:
*Hospitalidade e Transporte utilizam máscara N95
**Transporte – seguir rotina institucional
***Hospitalidade utiliza máscara N95
Consultórios, CITOH, Radioterapia – Casos Suspeitos

*Sinais de Gravidade:
• SaO2<93%;
• FR>24rpm;
• Dispneia;
• Alteração ausculta pulmonar;
• Outros sinais de deterioração clínica
Radioterapia

Casos Suspeitos, Confirmados e Contactantes


• Necessário aguardar 2hs para liberação da sala entre os tratamentos (As 2hs horas serão
contadas a partir do momento em que o paciente sai da sala de tratamento) durante
esse período a limpeza pode ser realizada e a porta deve ficar sempre fechada.

Atenção:
• Casos confirmados não devem ser atendidos um na sequencia do outro, sem respeitar a
espera de 2h;
• Caso o paciente tolere ficar de máscara cirúrgica sob supervisão durante todo
procedimento, não é necessário esperar as 2hs, seguir com a limpeza dos equipamentos
e superfícies tocadas pelo paciente e profissionais de saúde;
• Preferencialmente agendar para o último tratamento do dia;

EPIs:
• Todos os profissionais envolvidos no tratamento devem utilizar máscara N95, óculos,
avental e luvas;
• Para procedimentos que geram aerossol, como intubação orotraqueal, os profissionais
devem utilizar máscara N95, protetor facial (Face Shield), gorro, avental impermeável e
luva.
Radioterapia

Procedimentos com anestesia


• Não é necessário filtro adicional ao circuito;

• A cal sodada deve ser trocada após procedimentos de casos suspeitos ou confirmados
de COVID -19, o responsável pela troca é a engenharia clínica;

Coleta de PCR para COVID-19


• Procedimentos cirúrgicos, como Braquiterapia Oftálmica, seguem o fluxo do CC, com
coleta prévia ao procedimento;
• Procedimentos em que o paciente já está em tratamento de teleterapia, como HDR
ginecológica, não é necessário a coleta de PCR prévio.
Suspensão das Precauções Específicas para
Pacientes dos Ambulatórios ou Radioterapia

Cenários:
1. Paciente de alta com PCR positivo e continuidade de tratamento ambulatorial;
Manter as precauções durante o contato e aérea.
Necessário 2 PCR´s COVID-19 negativos consecutivos de vias aéreas para suspender as precauções:
- Coletas a partir do 20º dia do início de sintomas;
- Paciente deve estar assintomático por 24 horas, sem uso de antitérmicos neste período;
- Coleta com intervalo mínimo de 24 horas.

2. Paciente de alta com 1 PCR negativo e continuidade de tratamento ambulatorial;


Manter as precauções durante o contato e aérea para suspender as precauções:
- Necessário mais um 1 PCR;
- O paciente precisa estar assintomático;
- Coleta com intervalo mínimo de 24 horas do primeiro negativo.

3. Paciente de alta com 2 PCR´s negativos e continuidade de tratamento ambulatorial;


Atendimento em Precaução Padrão e paciente com máscara.

4. Paciente positivo em atendimento ambulatorial (QT/Radio)


Manter as precauções durante o contato e aérea.
Necessário 2 PCR´s COVID-19 negativos consecutivos de vias aéreas para suspender as precauções:
- Coletas a partir do 20º dia do início de sintomas;
- Paciente deve estar assintomático por 24 horas, sem uso de antitérmicos neste período;
- Coleta com intervalo mínimo de 24 horas.
Pacientes Oncológicos com Indicação de
Internação por suspeita de COVID

*Para retirada do isolamento e retorno à especialidade são necessários 2 PCR’s COVID-19 negativos
consecutivos de vias aéreas (intervalo mínimo de 24hs). A coleta deve ocorrer a partir do 20° dia do início
dos sintomas com o paciente assintomático por 24hs, sem uso de antitérmico neste período. Caso o
paciente esteja traqueostomizado ou em ventilação mecânica, a coleta deve ser preferencialmente em
material de secreção traqueal.
Pacientes Oncológicos CONTACTANTES com necessidade
de internação

**

* Preferencialmente nos quartos de pressão negativa


**Para retirada do isolamento e retorno à especialidade são necessários 2 PCR’s COVID-19 negativos
consecutivos de vias aéreas (intervalo mínimo de 24hs). A coleta deve ocorrer a partir do 20°dia do início
dos sintomas com o paciente assintomático por 24hs, sem uso de antitérmico neste período. Caso o
paciente esteja traqueostomizado ou em ventilação mecânica, a coleta deve ser preferencialmente em
material de secreção traqueal.
Pacientes ASSINTOMÁTICOS internados no
6°A ou 11D

*Encaminhar acompanhante assintomático para coleta no I3;


** Para retirada do isolamento e retorno à especialidade são necessários 2 PCR’s COVID-19 negativos
consecutivos de vias aéreas (intervalo mínimo de 24hs). A coleta deve ocorrer a partir do 20°dia do início
dos sintomas com o paciente assintomático por 24hs, sem uso de antitérmico neste período. Caso o
paciente esteja traqueostomizado ou em ventilação mecânica, a coleta deve ser preferencialmente em
material de secreção traqueal;
Atenção para procedimentos que geram aerossolização: Nessas circunstâncias o paciente deve ser mantido
em precaução aérea.
*** Os profissionais devem permanecer sempre de máscara cirúrgica, exceto no atendimento dos pacientes
em precaução aérea .
Pacientes ASSINTOMÁTICOS internados no
6°A ou 11D

Observações:
• Não é necessário a coleta de PCR para COVID-19 para pacientes com programação de internação inferior
à 72hs. Estes pacientes devem ser atendidos empiricamente em Precaução durante o Contato e
Precaução Aérea.

• Pacientes provenientes de transferência interna deverão coletar COVID de vigilância ao serem admitidos
na unidade. Caso tenham coleta prévia, essa poderá ser considerada se tiver sido coletada nas 72hs que
antecederam a transferência;

• Permanece a orientação de restrição de visitas e permanência de acompanhantes quando necessário.


Casos pontuais serão tratados com a liderança da área;

• Acompanhantes deverão ser encaminhados para coleta no I3;

• Acompanhantes que forem afastados por resultados de COVID positivo, deverão ser orientados quanto
ao isolamento social , sinais e sintomas para buscar atendimento médico;

• Entregar carta com orientações aos acompanhantes cujo paciente foi transferido para unidades de
referência de casos suspeitos e confirmados;

• Após a retirada das precauções equipe volta a utilizar máscara cirúrgica em tempo integral.
Pacientes internados no 6°A ou 11D com
desenvolvimento de sintomas durante a internação

*Preferencialmente nos quartos de pressão negativa;

**Para retirada do isolamento e retorno à especialidade são necessários 2 PCR’s COVID-19 negativos
consecutivos de vias aéreas (intervalo mínimo de 24 hs). A coleta deve ocorrer a partir do 20° dia do início
dos sintomas com o paciente assintomático por 24hs, sem uso de antitérmico neste período. Caso o
paciente esteja traqueostomizado ou em ventilação mecânica, a coleta deve ser preferencialmente em
material de secreção traqueal.
Fluxo TMO – Pacientes Contactantes

*PCR para COVID 19: Via coleta Domiciliar


Fluxo TMO – Pacientes Não Contactantes

*PCR para COVID 19: Via coleta Domiciliar


Fluxo TMO – Pacientes que Desenvolvem os sintomas
durante a internação

*Sinais de Gravidade:
• Necessidade de suporte ventilatório;
• Necessidade de Droga vasoativa;
• Diálise
• Outros sinais de deterioração clínica.
TMO – Adendo ao termo de consentimento

Durante a Pandemia o adendo (TCLE para transplantes – COVID-19) deverá ser aplicado junto
ao TCLE do TMO, antes do início do processo de transplante.

Medical Suite - Serviços > Documentos e


Formulários > Consentimento Informado
https://medicalsuite.einstein.br/Servicos/Paginas/c
onsentimentos-informados.aspx

Intranet - Diretoria Médica > Manual do


Prontuário > Termos de Consentimento
http://web.telaviva/home/prontuario/Termos_de_C
onsentimento.htm
Pacientes Oncológicos Submetidos à
procedimentos cirúrgicos

• Não é necessário coleta COVID-19: Procedimentos rápidos como Mielograma, coleta de


LCR e QT Intratecal quando não houver entubação ou uso de máscara laríngea.
ATUALIZADO
• Passagem e retirada de CVC – realizar coleta de PCR COVID-19 – procedimento gerador de
aerossóis se ausência de PCR em paciente internado.

• O PCR para COVID-19 tem validade de 7 dias, tanto para pacientes internados, como
externos.
Fluxo de internação de pacientes com Histórico de COVID + na Onco-Hematologia

NOVO

*Todos os CTs dos genes presentes no laudo devem ser avaliados


**Paciente deve ser mantido em quarto de pressão negativa e em precaução aérea e contato
Flexibilização de internação de pacientes com Histórico de COVID + na Onco-Hematologia

NOVO

Observações:

– Pacientes com histórico de COVID-19, que já possuem dois PCRs negativos e estão
internados na Onco-Hematologia devem realizar coletas de vigilância semanal em
duas situações:

• Pacientes submetidos à protocolos terapêuticos com risco e evolução de


Neutropenia (leucócitos<1000);

• Pacientes submetidos à transplante de medula óssea, coletas devem iniciar


durante o condicionamento.
TRANSPLANTE DE CÉLULAS
HEMATOPOÉTICAS
Doador de células-tronco hematopoiéticas

Doador Conduta
Em caso de exposição a situações que a) Forem testados por RT-PCR para SARS-CoV-2
impliquem em risco aumentado de infecção duas vezes, com aproximadamente 1 semana
por SARS-CoV-2, ocorrida há menos de 14 de intervalo entre os testes, e forem
dias, os doadores somente poderão ser obtidos resultados negativos; ou
considerados aptos se: b) Caso não seja possível realizar a testagem,
deve-se aguardar, preferencialmente, o
decurso de 28 dias do evento de exposição
para realizar a doação ou 14 dias, no mínimo.
Em caso de confirmação clínico- a) Sejam testados por RT-PCR para SARS-CoV-2
epidemiológica ou laboratorial de infecção duas vezes, com aproximadamente 1 semana
pelo SARS-CoV-2, os doadores devem ser de intervalo entre os testes, obtendo-se
considerados inaptos para doação até que: resultados negativos; ou
b) Caso não seja possível realizar a testagem
deve-se aguardar, preferencialmente, o
decurso de 28 dias do desaparecimento dos
sintomas ou 14 dias, no mínimo.

Nota técnica nº36/2020-CGSNT/DAET/SAES/MS


Segurança da doação células-tronco hematopoiéticas

• Testar todos os doadores por RT-PCR para SARS-CoV-2 cerca de 24h antes da coleta da
medula, sempre que possível, ainda que o doador não tenha sido considerado um doador de
risco aumentado e independente de sintomas;
• Em caso de necessidade médica urgente, sem que haja um doador negativo alternativo, a
decisão por indicar o uso das células de doadores positivos ou com risco aumentado de
infecção por SARS-CoV-2 (potencialmente positivos) cabe ao médico responsável pelo
tratamento do paciente, após análise do risco-benefício do uso das células pelo receptor,
devendo considerar também a opinião técnica das equipes médicas dos serviços onde serão
feitas a coleta e o transplante;
• Ainda que haja indicação médica, a decisão final sobre o uso das células será do paciente,
obtendo-se para tanto a assinatura de Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, assinado
pelo receptor ou seus responsáveis legais;
• Suspender as coletas de células-tronco hematopoéticas de sangue de cordão umbilical e
placentário para uso alogênico não-aparentado, pela Rede BrasilCord, enquanto durar o
estado de pandemia de COVID-19.
• Estas recomendações são aplicáveis também aos doadores de linfócitos para infusão (DLI).
• Estas recomendações devem ser consideradas também quando da realização de busca
internacional de doadores, avaliando-se os dados epidemiológicos internacionais para
liberação da importação de unidades de CTH.

Nota técnica nº36/2020-CGSNT/DAET/SAES/MS


Segurança do receptor de células-tronco
hematopoiéticas
• Orientar os candidatos a transplante para que adotem medidas que minimizem o
risco de infecção por SARS-CoV-2, tais como o isolamento domiciliar e adequada
higiene das mãos, por pelo menos 14 dias antes do início do condicionamento;
• Consultas não essenciais devem ser evitadas, adotando-se o uso de telemedicina
quando possível.
• Não realizar qualquer procedimento relacionado ao transplante de células-tronco
hematopoiéticas – tal como a mobilização para coleta por aférese, a coleta por
punção medular e o condicionamento do receptor – antes de realizar criteriosa
análise epidemiológica quanto à presença de evidências clínicas de infecção por
SARS-CoV-2;
• Caso o paciente tenha do contato com pessoa infectada por SARS-CoV-2, deve-se
adiar os procedimentos relativos ao TCTH por 14 dias no mínimo
(preferencialmente por 28 dias);
• Testar os pacientes por RT-PCR para SARS-CoV-2 na pré-admissão, ainda que
assintomáticos, sempre que possível, obtendo-se resultado negativo antes do
início do condicionamento;

NOVO Nota técnica nº36/2020-CGSNT/DAET/SAES/MS


Segurança do receptor de células-tronco
hematopoiéticas
• Adiar por 3 meses o transplante de pacientes cujo resultado de RT-PCR
para SARS-CoV-2 der positivo. Se isso não for possível por razões médicas,
adiar por 28 dias, até que o candidato a transplante esteja assintomático e
sejam obtidos dois resultados de RT- PCR para SARS-CoV-2 negativos, com
intervalo de 24 horas entre a realização dos testes;
• Preferencialmente, iniciar o regime de condicionamento do paciente
somente após o recebimento das células pelo centro de transplante. Caso
necessário, recomenda-se que as células sejam criopreservadas, para que
o tempo máximo de 48 horas entre o término da coleta das células e o
início da infusão a fresco não seja ultrapassado. Um intervalo de tempo
superior às 48 horas da coleta, conforme definido pelo estabelecimento
de saúde, poderá ser aceito caso o novo prazo tenha sido devidamente
validado, com comprovação técnico científica acerca da qualidade e
segurança do produto, nos termos da legislação vigente.

NOVO Nota técnica nº36/2020-CGSNT/DAET/SAES/MS


TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS SÓLIDOS
Doador falecido – órgãos, tecidos oculares e pele
Doador Conduta
- Doador com COVID-19 confirmada, ou Contraindicação absoluta para doação de órgãos e tecidos.
- Doador com teste de PCR para SARS-CoV-2 positivo, ou
- Doador com Síndrome Respiratória Aguda Grave sem
etiologia definida e teste laboratorial não disponível;
- Doador com tomografia de tórax sugestiva de infecção pelo
COVID 19, sem coleta de PCR para COVID 19;
- Doador sem TC de Tórax ou PCR para COVID-19.
- Doador sem tomografia de tórax e PCR para COVID-19 Aceitar o órgão (atenção para evolução clínica do receptor
negativo. pois o PCR pode ser negativo).
- Doador que teve contato com casos suspeitos ou - Se o contato ocorreu há menos de 14 dias, descartar;
confirmados com COVID-19; - Se o contato ocorreu há mais de 14 dias, o doador pode ser
validado para doação de órgãos mediante;
a) Resultado de PCR SARS-CoV-2 negativo realizado 24 horas
antes da captação;
Em caso de aceite do enxerto, considerar colocar o receptor
em isolamento respiratório e de contato após o transplante.
- Doador com suspeita clínica, porém com resultado de teste - Se os sintomas ocorreram há menos de 14 dias, descartar;
laboratorial para SARS-CoV-2 negativo . - Se os sintomas cessaram há mais de 14 dias, o doador pode
ser validado para doação de órgãos mediante:
a) Resultado de PCR SARS-CoV-2 negativo realizado 24 horas
antes da captação;
Em caso de aceite do enxerto, considerar colocar o receptor
em isolamento respiratório e de contato após o transplante.

- Doador que teve COVID-19, com regressão completa dos Pode ser validado para doação de órgãos, mediante:
sintomas há mais de 14 dias a) Resultado de PCR SARS-CoV-2 negativo realizado 24 horas
antes da captação.

Nota técnica nº34/2020-CGSNT/DAET/SAES/MS e Consenso de especialistas HIAE


Doador vivo – órgãos

Doador Conduta
- Doador com COVID-19 confirmada. Contraindicação absoluta para doação de
órgãos e tecidos.

- Doador com suspeita clínica ou cura. Pode ser validado somente 28 dias de
resolução completa dos sintomas clínicos
mediante a: resultado de PCR SARS-CoV-2
negativo realizado 24 horas antes da
captação.
- Doador com suspeita clínica, porém com Pode ser validado para doação de órgãos
resultado de teste laboratorial para SARS-CoV- mediante a: resultado de PCR SARS-CoV-2
2 negativo. negativo realizado 24 horas antes da
captação.
Considerar suspensão dos transplantes eletivos com doadores vivos, neste momento
da pandemia.
Doadores vivos devem informar o serviço responsável, ao longo do período de até
14 dias após a doação, de qualquer sinal ou sintoma respiratório, a fim de gerenciar
os materiais biológicos distribuídos ou em estoque, bem como o acompanhamento
dos eventuais receptores.

Nota técnica nº34/2020-CGSNT/DAET/SAES/MS


Receptor aguardando transplante – doador vivo ou
doador falecido

• Ainda que o paciente à espera não apresente sinais ou sintomas clínicos de


COVID-19, este deverá realizar a coleta do PCR SARS-CoV-2 durante a avaliação
pré transplante e tomografia de tórax sem contraste;
• Caso o paciente tenha resultado positivo (tanto para tomografia quanto para
PCR), deverá ser temporariamente suspenso da lista de espera e reavaliado
após 28 dias;
• Caso o paciente tenha tomografia de tórax não sugestiva e PCR COVID 19 em
andamento: não contra indica-se o transplante e alocação do paciente em
leito não COVID até o resultado do PCR para COVID-19
• Manter o atendimento a demanda de inclusão em lista, tomando as devidas
providências para minimizar o risco de contágio ou transmissão de
coronavírus;
• Manter o paciente ativo em lista e a atenção à validade dos exames.
• Se não ocorrer o transplante e o receptor for convocado novamente, repetir o
PCR para COVID-19 em 48 horas.
• Pacientes sintomáticos: contra indica-se o transplante.

Nota técnica nº34/2020-CGSNT/DAET/SAES/MS


CIRURGIA
Não é necessário coleta PCR COVID-19:
Mielograma, coleta de LCR e QT Intratecal – ATUALIZADO
qualquer unidade caso não haja entubação ou
uso de máscara laríngea

Oncologia: não realizar recoletas de PCR pré


operatória para passagem de CVC quando PCR
já coletado e negativo durante a internação.
Fluxo cirúrgico ELETIVO pré operatório (CC, CO, Centro de
Parto) externo ou internado ou COVID-19 prévio
Ct = Cycle treshold = todos os Ct´s dos genes presentes no laudo do PCR devem ser ≥36

1 PCR negativo*
Sintomático* No 20º dia ou 1 PCR com
Precaução paciente
Reagendar a Ct≥36** de todos
aérea e assintomático e
cirurgia e os genes do
contato em sem uso de
ala COVID-19, aguardar 20 antitérmicos por laudo– agendar a
caso dias 24 horas. cirurgia e
Paciente pré
operatório internado Coletar PCR. internação em
PCR
eletivo com ala não COVID-19
positivo
coleta de PCR Reagendar a
em até 96 horas cirurgia em 10
ou 7 dias se PCR positivo ou
dias e coletar o
pacientes de Assintomático 1 PCR com CtN
PCR.
outras Recoletas a cada ≤35: Instituir
cidades/estados 5 dias Precaução e
recoletas a cada
5-7 dias em ala
COVID-19

PCR Agendar a
negativo cirurgia
*CC - Fluxo
1 PCR
aerossolização
negativo Leito não
/contato
COVID-19 sem
**CC - Fluxo precaução
1 PCR Ct≥ 36
ATUALIZADO exclusivo

Considerar pesquisa de outros vírus ou bactérias/ D0 é a data da coleta do exame


Fluxo cirúrgico URGÊNCIA/EMERGÊNCIA (CC, CO,
Centro de Parto) interno e externo
Ct = Cycle treshold = todos os Ct´s dos genes presentes no laudo do PCR devem ser ≥36

Paciente PCR positivo


Precaução Manter em
sintomático ou PCR com
Cirurgia em aérea e ala COVID-19
ou ausência Ct≤35
PCR para sala com contato até
de informação
COVID-19 pressão resultado de
de
negativa PCR em ala
antecedentes
COVID-19
clínicos Retirar da
PCR negativo
precaução e
ou PCR com
transferir para ala
Ct≥36
não COVID-19

PCR positivo Transferir


Precaução
ou PCR com para ala
aérea e
Cirurgia em Ct≤35 COVID-19
Paciente PCR para contato até
fluxo
assintomático COVID-19 resultado de
aerossolização
PCR em ala
não COVID-19 PCR negativo
ou PCR com
Ct≥36 e
suspender
precaução
Fluxo Cirúrgico urgência paciente COVID-19
prévio internado (CC, CO e Centro de Parto)
Ct = Cycle treshold = todos os Ct´s dos genes presentes no laudo do PCR devem ser ≥36

Manter em
Precaução
PCR positivo aérea e
Paciente ou Ct≤35 contato por
COVID-19 Precaução 10 dias em ala
prévio com Cirurgia em aérea e COVID-19
mais de 20 PCR para sala com contato até
dias do COVID-19 pressão resultado de
diagnóstico, já negativa PCR em ala
em ala não não COVID-19 PCR negativo
COVID-19 ou PCR com
Ct≥36
suspender
precaução
Fluxo Cirúrgico Pré operatório – Recém-nascidos

Ct = Cycle treshold = todos os Ct´s dos genes presentes no laudo do PCR devem ser ≥36

RT-PCR do RN
com algum Adiar, se
Mãe com RT- resultado possível, a
PCR para positivo (Ct de cirurgia se PCR
COVID-19 PCR ≤35) positivo.
positivo e RN Realizar
com 2 coletas recoletas a cada
5 a 7 dias até 1
de PCR
PCR negativo ou
COVID-19: 48 RT-PCR do RN
1 PCR com
horas e 5 dias negativos* ou Ct
Ct≥36
de PCR ≥36 : não
realizar nova
coleta e fazer a
cirurgia

*A validade do PCR é de 7 dias, se maior que este


período, realizar nova coleta. D0 é a data da coleta ATUALIZADO

Cirurgias ou Procedimentos em RN´s de mães


NÃO COVID-19 e assintomática não realizar a
coleta do PCR do RN
Recomendações gerais centro cirúrgico
• Não se deve utilizar máscaras N95/PFF2 ou equivalente com válvula de
expiração durante procedimentos cirúrgicos. Essas válvulas permitem a
saída do ar expirado pelo profissional que está usando esse EPI que pode
contaminar o campo operatório, paciente e outros profissionais.
• Objetos pessoais (bolsas, carteiras, chaves, etc.) não devem ser levados
para o ambiente cirúrgico. No caso de aparelhos celulares, o seu uso deve
ser feito de forma bastante criteriosa.
• Para pacientes cirúrgicos, está indicado o uso de máscara cirúrgica para
controle da fonte, durante o fluxo de circulação para o centro cirúrgico,
anestesias locais e após o procedimento para seu local de internação.

Pacientes internados que serão submetidos a vários procedimentos


cirúrgicos invasivos no decorrer da internação, a recoleta de RT-PCR deverá
ser a cada 7 dias.

http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/271858/Nota+t%C3%A9cnica+06-2020+GVIMS-GGTES-
ANVISA/40edaf7d-8f4f-48c9-b876-bee0090d97ae
Hemodiálise
Fluxograma Hemodiálise – Paciente Suspeito/Confirmado para SARS-CoV 2
COVID Assinto
Atendimento
mático Sim
positivo em Precaução
após 14
por 20 dias dias?
Colher PCR COVID 19
Paciente e/ou outros testes Colher PCR COVID 19
deve diagnósticos (painel
Sim usar viral ou PCR para
máscara influenza). Não
cirúrgica Considerar tratamento
para influenza. Resultado
Iniciar atendimento em Atendimento em negativo?
Precaução Específica Precaução até cessar
SINTOMAS para COVID-19 sintomas p/ iniciar fluxo
RESPIRATÓRI de coleta
OS Sim
INFECCIOSOS COVID negativo Manter a
AGUDOS e outros Vírus Precaução
COM OU SEM Aerossol +
respiratórios Não
FEBRE Contato
Positivo Colher Novo
Aguardar 7 dias
PCR COVID 19
Colher PCR
pós 48 h da
COVID-19
Não é Seguir as primeira coleta
necessário Precauções / Sim
coletar PCR Critérios de
Não suspensão Resultado
COVID -19-
Manter conforme Política negativo? Resultado
máscara Institucional negativo?
cirúrgica

Manter Precaução Padrão para paciente


Não Sim
assintomática que teve contato com caso
CONFIRMADO e não coletar COVID-19
Suspender a
Se inicio de sintomas instituir Precaução Precaução
Específica e seguir fluxo para suspeita de Manter Máscara
COVID-19. Cirúrgica no paciente
Centro de Reabilitação
AÇÕES DE SEGURANÇA PARA TRIAGEM DE PACIENTES NA RECEPÇÃO - CENTRO DE REABILITAÇÃO

Paciente relata > 30 dias do


diagnóstico clínico, sem
Paciente sinaliza Recepção aciona
Paciente sintomas, independente do
no totem que já enfermagem para
imunossuprimido? último resultado de PCR para
teve COVID-19 triagem*
COVID-19 positivo ou
negativo.
Liberar para
atendimento
presencial a partir
do 31º dia *
Entregar pedido médico Paciente com > 30 dias do
para coleta de PCR diagnóstico clínico e 2
< 30 dias do diagnóstico clínico,
(monitorar resultados e resultados de PCR para COVID-
sem sintomas no momento do
entrar em contato com o 19 negativo com intervalo
agendamento, orientar
paciente) mínimo de 24hs?
aguardar até completar 30 dias e
sugerir
Telereabilitação
Resultado do 2º
PCR negativo ?

Entregar novo pedido médico para


coleta de PCR com intervalo mínimo de
24 horas após o último resultado.
Liberar para Necessário 2 resultados negativos
atendimento consecutivos para liberar atendimento
presencial** presencial

*A triagem de enfermagem será realizada em local apropriado seguindo recomendações de segurança da SCIH.
**Todo paciente em terapia presencial deverá obrigatoriamente utilizar máscara cirúrgica descartável durante o atendimento .
Recomendações para Atendimentos Presenciais
Centro de Reabilitação

✓ O uso de máscaras é obrigatório durante todo o atendimento tanto para


o paciente como para o profissional;
✓ É recomendado que o profissional utilize máscara N95 durante o
atendimento que ofereça risco de geração de aerossol;
✓ Para o paciente a máscara utilizada é a máscara cirúrgica ou N95 sem
válvula (Não é permitido a utilização de máscara de tecido do próprio
paciente ou outras similares);
✓ É importante estimular a higiene de mãos pelo paciente antes do uso de
cada equipamento. Atenção, esta ação não exclui a necessidade de
limpeza do ambiente pelo profissional responsável pelo atendimento.
✓ Mantenha distância recomendada entre pacientes rodiziando, se
possível, o uso de equipamentos em uma mesma área (ginásio da
cardio).
✓ Após a terapia realizar a limpeza e desinfecção dos objetos e encaminhar
ao seu local de guarda.
ATENDIMENTO FONOAUDIOLÓGICO
Fluxograma de avaliação e seguimento fonoaudiológico
• Avaliação e seguimento fonoaudiológico com objetivo de reintrodução/manutenção segura
da dieta VO e evolução da consistência alimentar no curso da internação, favorecendo
desmame de SNE e consequentemente o processo de alta/desospitalização.
Paciente
• Na UTI: avaliação fonoaudiológica após pelo menos 24h de extubação.
COVID-19 • Nos pacientes com COVID-19 positivo, há recomendação da não realização de exercícios de
confirmado ou trato orofaringolaríngeo devido à produção de aerossóis em áreas sem pressão negativa.
suspeito • Nestes pacientes, o foco será em terapia funcional e orientações à equipe multiprofissional e
ao paciente relacionadas a segurança da ingestão via oral e comunicação, até a negativação da
COVID-19, evitando intervenções não essenciais em detrimento aos riscos.
• Após a negativação da COVID-19, a terapia envolvendo exercícios do trato orofaringolaríngeo
pode ser realizada, respeitando as condições respiratórias e presença de fadiga. Atenção ao
fluxo de orientações/encaminhamentos relacionados a permanência de quadros de alteração
vocal persistentes

•Avaliação e seguimento fonoaudiológico visando terapia de deglutição para reintrodução


Paciente segura da dieta VO, adaptação e liberação de válvula de fonação ou outros dispositivos de
traqueostomizado comunicação (como fonação supra-cuff), que envolvam a necessidade de desinsuflação do
COVID-19 cuff: SOMENTE quando paciente estiver nebulizando, ou caso necessite ainda de VM ou VNI
confirmado somente desde que esteja com PCR negativo.
ou • Se necessário, sugerir a equipe médica, medidas xerostômicas mediante a evidência de
suspeito acúmulo de saliva em cavidade oral ou evidência de saída de saliva peri ou pela cânula, já que
a intervenção fonoaudiológica estará limitada neste momento e não terá resultados
imediatos.
• Orientar a utilização de dispositivos de Comunicação Suplementar e/ou Alternativa de baixa
ou alta tecnologia, se necessário e possível.
ATENDIMENTO FISIOTERAPIA
Fluxograma de avaliação e seguimento fisioterapia

• Leitos de pressão negativa – Procedimentos que geram aerossóis


Paciente podem ser realizados.
COVID-19 • Leitos sem pressão negativa – Evitar os procedimentos que geram
aerossóis.
confirmado ou
• Dispositivos utilizados durante a internação – realizar a troca
suspeito
após saída da precaução em 20 dias ou paciente apresentar 2
PCR´s negativos (imunossuprimidos).

• Procedimentos que geram aerossóis: placa de aéreas na porta e


Paciente não precaução evoluída em prontuário.
suspeito de • Atendimento com N95, óculos.
COVID-19 e sem • Procedimentos que possuem possibilidade de exposição a materiais
sintomas
respiratórios biológicos (Ex: aspiração) – máscara N95 e Face Shield.
• Atentar para as particularidades da estrutura física da oncologia.
MEDICINA DIAGNÓSTICA e
CONSULTÓRIOS
ATUALIZADO
Fluxograma Paciente Suspeito – MDA
Coleta de PCR ou sorologia para COVID-19

Profissional de saúde utiliza


Paciente sintomático
paramentação completa para a
(sintomas
coleta.
Coleta de PCR para respiratórios com ou
Paciente retira a máscara cirurgia
COVID-19? sem febre)
Equipe apenas para o procedimento.
OU
Paciente com assistencial Após a coleta o box pode ser
Paciente permanece Assintomático
pedido para PCR confirma os liberado imediatamente.
de máscara cirúrgica
em tempo real sintomas ou
durante todo
ou sorologia história de
período de
para detecção diagnóstico
permanência na
do Coronavírus de COVID-19
Instituição. Paciente sintomático Profissional de saúde e
(COVID-19) nos últimos
30 dias Coleta de sorologia (sintomas paciente utilizam máscara
para respiratórios com ou cirúrgica durante todo
COVID-19? sem febre) procedimento.
OU Após a coleta o box pode ser
Assintomático liberado imediatamente

ATENÇÃO:
- O mesmo fluxo deve ser seguido nas unidades de Pronto Atendimento;
- Os profissionais devem utilizar para a coleta do PCR a paramentação indicada neste
manejo (sempre trocar avental e luvas entre pacientes);
- Necessário separar o local coleta de sintomáticos e assintomáticos;
- Priorizar a coleta de PCR em ambiente com pressão negativa.
Paramentação – Equipe COLETA DOMICILIAR
A coleta domiciliar é uma extensão do cuidado hospitalar.

• Uso de propés: apenas para equipe COLETA domiciliar – entendimento que o calçado
pode trazer sujidade ao domicílio.
– Boa prática permanente, hábito de retirada do calçado em alguns domicílios por
hábito.

• Coleta de PCR ou sorologia COVID-19: paramentação completa:


– Óculos
– Máscara n95
– Avental
– Luvas
– Propés

• Outros exames:
– máscara cirúrgica
– óculos
– Luvas
– Propés
Fluxograma Paciente Suspeito COVID-19
MDA e Consultórios
Identificação dos Sintomas no Totem de Senhas

Instituir
SINTOMAS SIM Precaução Realizar exame
Paciente Equipe RESPIRATÓRIOS Contato e diagnóstico ou
sinaliza administrativa: INFECCIOSOS Aerossol consulta
Equipe
sinais e oferecer máscara AGUDOS
assistencial
sintomas de cirúrgica, orientar COM OU SEM
confirma
infecção no higiene das mãos e FEBRE?
sintomas
totem de acionar equipe PCR POSITIVO Realizar exames conforme
senhas assistencial NOS ÚLTIMOS NÃO protocolo institucional ou
30 DIAS? atendimento médico

Aguardar 2h para liberação do box/sala caso o paciente permaneça sem máscara ou com máscara sem
supervisão.

RECOMENDAMOS QUE PACIENTES COM QUADRO RESPIRATÓRIO NÃO REALIZEM EXAMES DIAGNÓSTICO QUE
ENGLOBEM PROCEDIMENTOS QUE GERAM AEROSSOL EX.: INTUBAÇÃO, BRONCOSCOPIA, ENDOSCOPIA,
TESTE DE FUNÇÃO PULMONAR, ECO TRANSESOFÁGICO.

Caso estes exames diagnósticos sejam realizados será necessário aguardar 2h para liberação do box/sala ,
considerar agendar para o último procedimento do dia.

ATUALIZADO
Fluxo pequenos procedimentos – cirurgias
ambulatoriais
Não é necessário realizar a coleta de PCR pré operatório em cirurgias ambulatoriais

Realizar o
NÃO procedimento em
PCR positivo para Precaução Padrão
NÃO COVID-19 nos
últimos 30 dias
Realizar o
procedimento em
Paciente COM SIM
Admissão sintomas de COVID- Precaução Aérea
Totem 19 ou outros e Contato
senha sintomas
respiratórios

Reagendar o procedimento para 20


dias.
SIM Paciente deve estar assintomáticos
nas últimas 24 horas para a realização
do procedimento.
Ambulatório CPAP, BIPAP e Polissonografia
ambulatorial
Exame de CPAP, BIPAP ou Polissonografia
agendados

Paciente retira senha no totem

Paciente suspeito ou
Sim confirmado para Não
COVID-19 nos últimos
30 dias?
Realizar o exame
Reagendar o procedimento para
30 dias. Paciente deverá estar
assintomático e sem uso de Exame com CPAP Exame sem CPAP
antitérmicos nas últimas 24 horas Exame com BIPAP
para a realização do exame.

Precaução aérea -
utilizar máscara N95 e
óculos de proteção
durante o Precaução Padrão
atendimento.
Sala liberada para
Não é necessário
exame subsequente
ATUALIZADO aguardar 2 horas para o
exame subsequente,
limpeza concorrente.
Fluxo para polissonografia paciente
internado

Exame de polissonografia agendado

Paciente suspeito ou
Sim confirmado para Não
COVID-19?

Realizar o exame Realizar o exame

Utilização
ou não de Utilização de CPAP?
CPAP

Sim Não
Realizar o exame em
Precaução aérea e Precaução aérea Precaução padrão
contato + óculos de Utilizar máscara N95 e Utilizar máscara cirúrgica
proteção óculos de proteção durante durante o atendimento
o atendimento.
Fluxo para polissonografia no
Domicílio
Equipe assistencial entra em contato com o paciente e aplica o questionário sobre sinais e sintomas para o paciente
e acompanhantes.
- Nas últimas 48 horas você apresentou um ou mais sintomas sugestivo de doença infectocontagiosa ou COVID-19?
- Febre acima de 37,8oC? Sensação de febre ou calafrios?
- Tosse? Dor de garganta? Falta de ar? Diarreia?

Apresenta sinais e
Sim Não
sintomas?
Realizar o exame em domicílio

Reagendar o exame
após melhora clínica. Utilização de CPAP?
Paciente deve estar
assintomático nas Sim Não
últimas 24 horas para a
Manter precaução aérea - Manter precaução padrão
realização do exame.
utilizar máscara N95 e Utilizar apenas máscara
óculos de proteção durante cirúrgica durante o
o atendimento. atendimento
Residencial Israelita Albert
Einstein – Instituição de longa
permanência
Fluxograma Residencial Israelita Albert Einstein – instituição de longa permanência

Retirada da Precaução Residencial: 20º dia, 24 horas de ausência de sintomas


ou uso de antitérmicos E 2 PCR´s negativos com intervalo mínimo de 24 horas.
Exames
PCR em Tempo Real para SARS-CoV 2

PCR EM TEMPO REAL PARA DETECÇÃO DE CORONAVÍRUS - COVID-19 – swab nasofaringe +


orofaringe ou lavado broncoalveolar (melhora da sensibilidade) ou 1 amostra de secreção
traqueal se traqueostomia.

Uma Amostra
1 amostra de secreção
1 swab para nasofaringe D 1 amostra de lavado
1 swab para nasofaringe E OU bronco alveolar OU traqueal em pacientes
traqueostomizados
1 swab de orofaringe

RECOMENDÁVEL A SOLICITAÇÃO DO Painel Molecular de Patógenos respiratórios. Faremos


o teste nas amostras coletadas acima.
- Este exame não tem capacidade para detectar o SARS-CoV2 e servirá para
diagnóstico diferencial de outros vírus e bactérias.
Coleta do PCR EM TEMPO REAL COVID-19 –
swab nasofaringe + orofaringe

Materiais necessários: Etapas da coleta:


1. Aplicar o 1º swab na nasofaringe direita;
- 3 swabs de rayon para coleta 2. Aplicar o 2º swab na nasofaringe esquerda;
3. Aplicar o 3º swab na orofaringe;
de amostras estéreis
4. Cortar as hastes dos swabs na altura do frasco;
- 1 tubo Urin-Monovette® 10ml 5. Colocar os 3 swabs no frasco Urin-Monovette®;
6. Colocar 2ml de soro fisiológico no frasco Urin-Monovette®.
Coleta do Painel Molecular de Patógenos Respiratórios

Materiais necessários: Etapas da coleta:


1. Aplicar o swab estéril na narina direita e depois na narina
- 1 Kit UTM esquerda;
2. Cortar a haste do swab na altura do frasco
3. Colocar o swab no frasco UTM-RT
Teste que identifica
ATUALIZADO Testes que identificam a presença do vírus no trato Testes que identificam Anticorpos contra COVID-19 Anticorpos de Inibição
respiratório viral
TESTE MOLECULAR TESTE PARA DETECÇÃO ANTICORPOS ANTICORPOS TESTE DE NEUTRALIZAÇÃO
RT-PCR DE ANTÍGENO TOTAIS, IgG e IgM IGA SARS-COV-2, ANTICORPOS
TOTAIS

Quimiluminescência/ ELISA para Ensaio Imunoenzimático


PCR em tempo real para
Método Eletroquimioluminescência para detecção de competitivo para detecção
Princípio do Teste detecção do RNA do
imunocromatográfico detecção de anticorpos do tipo anticorpos do tipo de anticorpos
vírus
para detecção do IgM e IgG IgA neutralizantes (ANTI-RBD),
antígeno viral anticorpos totais.
- Swab de nasofaringe e
orofaringe - Swab de nasofaringe e
Material orofaringe - Soro - Soro - Soro
- Aspirado Traqueal
- Lavado Broncoalveolar

Variável de acordo com


IgG = 89,65 a 93,54%
material coletado e
Sensibilidade 84,4% IgM = 68% 83-98% 94,11 a 97,05 %
tempo de coleta a partir
do início dos sintomas

IgG = 99%
Especificidade Especificidade de 99% Especificidade = 99% 88,4% 99%
IgM = 96%

Em até 7 dias dos Em até 5 dias dos


Tempo ideal Após 21º dia do início dos Após 10º dia do
sintomas idealmente sintomas idealmente Após 21º dia do início dos
para coleta sintomas início dos sintomas
entre 3 a 5 dias entre 3 a 5 dias sintomas

Anticorpos totais superior


ou igual a 30% = POSITIVO.
IgG positivo: infecção passada ou Indica a presença de
Resultado positivo na
Indicado para pacientes contato prévio com o vírus anticorpos neutralizantes
doença ativa (COVID-19) IgA positivo:
com suspeita de COVID-19 contra o SARS-CoV-2
Indicação/resultados ou pacientes que estão doença ativa ou
(sintomáticos)
esperados com o vírus mas contato recente
Resultado positivo na IgM positivo: doença ativa ou Este teste é indicado para
encontram-se com o vírus
doença ativa (COVID-19) contato recente com o vírus avaliar a presença de
assintomáticos
anticorpos de inibição viral.
O método mimetiza o
processo de neutralização
do vírus SARS-CoV-2.

- Pacientes internados: - Pronto Socorro e


24 horas Pacientes internados: 2
Tempo do Resultado - Pacientes horas - 2 dias úteis - 2 dias úteis - 3 dias úteis
ambulatoriais: 3 dias - Pacientes ambulatoriais:
Interpretação de resultados

Laboratório Hospital Israelita Albert Einstein


Exames complementares

• Recomendado painel molecular de patógenos respiratórios


(diagnóstico diferencial).
• Hemograma, bioquímica (função renal, eletrólitos, transaminases,
gasometria, CPK, DHL, D-dímero, PCR, ferritina).
• Coagulograma.
• Radiologia:
– Realizar pelo menos um exame de imagem em todos os casos suspeitos,
de acordo com o julgamento clínico e presença de comorbidades:
- RX tórax
- TC tórax (mais sensível; recomendado para casos graves ou
em pacientes com doença pulmonar estrutural)
• Hemocultura – sepse, choque séptico.
Tratamento Medicamentoso
Tratamento
A) Oseltamivir 75mg VO/2x dia por 5 dias (até resultado do painel molecular – se negativo para
influenza, suspender);

B) Tratamento de Pneumonia
- Ambulatorial: Levofloxacina 750mg VO/1x dia ou Moxifloxacina 400mg VO/1x dia por 7 a 10
dias;
- Internado, Semi e UTI: Ceftriaxona 1g EV/2x dia + azitromicina 500mg VO ou EV/1x dia por 7
a 10 dias;

C) Uso de corticóide para pacientes que requerem oxigênio suplementar. Dexametasona 6mg EV
1x/dia por aproximadamente 10 dias (tempo depende da avaliação clínica). Dose equivalente
(prednisona 40 mg, metilprednisolona 32mg, hidrocortisona 160mg). Monitorar efeitos colaterais
como hiperglicemia e risco de outras infecções (bacterianas, fúngicas e estrongiloidíase).

D) Profilaxia de tromboembolismo venoso.

E) Se houver necessidade de inalação com broncodilatadores e/ou corticoesteróides, evitar uso


de nebulizadores convencionais, utilizando novos dispositivos inalatórios com menor geração de
aerossóis. Este regra não se aplica para áreas com pressão negativa.
https://www.uptodate.com/contents/coronavirus-disease-2019-covid-19-management-in-hospitalized-adults
ATUALIZADO https://www.covid19treatmentguidelines.nih.gov/critical-care/
https://www.covid19treatmentguidelines.nih.gov/immune-based-therapy/immunomodulators/corticosteroids/
ATUALIZADO Remdesivir – dose e efeitos colaterais
• Dose (em menores de 12 anos, grávidas e • Efeitos colaterais mais comuns
puérperas, avaliar risco x benefício). – náusea em 10%, anemia em 7,9%,
– Dose adulto (peso > 40 kg): 200 mg insuficiência renal aguda em 7,4%,
EV no primeiro dia, e então 100 mg insuficiência respiratória aguda grave
EV 1x/dia em 5,2%, febre em 5,0%,
• Infusão em 30-120 min hiperglicemia, aumento de AST ou
ALT em 4,1%.
– Dose pediátrica – Aprovação pelo
FDA para crianças com idade ≥ 12 • Efeitos colaterais graves
anos (peso 3.5 - 40 kg): 5 mg/kg EV – Hipersensibilidade a infusão da droga
no primeiro dia, e então 2.5 mg/kg – Choque anafilático
EV 1x/dia
– Em 23% dos pacientes podem evoluir
• Infusão em 30-120 min com disfunção de múltiplos órgãos,
choque e insuficiência renal aguda.

Ensaios clínicos randomizados estão em andamento a fim de elucidar o benefício claro dessa
medicação. Assim, fica sob responsabilidade do médico a prescrição, considerando a gravidade
apresentada pelo paciente. TCLE deverá ser aplicado. Apesar de autorização pelo FDA, a ANVISA não
se manifestou sobre seu uso como estratégia de tratamento e não há cobertura pelos Planos de
Saúde; o pagamento é de responsabilidade do paciente.
https://webedition.sanfordguide.com/en/sanford-guide-online/disease-clinical-condition/coronavirus
https://www.uptodate.com/contents/coronavirus-disease-2019-covid-19-management-in-hospitalized-adults
NOVO
REMDESIVIR
Não hospitalizado • Não recomendada terapia antiviral ou
imunomoduladora.
Ou - Menos de
• Não utilizar corticoide.
Hospitalizado mas que não 10 dias de
requer oxigênio suplementar sintomas
- Maiores de
50 anos
Hospitalizado e requer oxigênio • Remdesivir 200mg EV 1x/dia no - Pelo 2
suplementar (mas não primeiro dia, seguido de remdesivir comorbidades
necessita de oxigênio em 100mg EV 1x/dia por mais 4 dias + dentre 3
cateter de alto fluxo, ventilação dexametasona 6mg EV ou VO por 10 (DM,HAS e
não invasiva, ventilação
dias. obesidade)
mecânica ou ECMO
- Oxigênio
suplementar
(sem VM e
Hospitalizado: • Remdesivir 200mg EV 1x/dia no
sem ECMO)
cateter de alto primeiro dia, seguido de remdesivir
100mg EV 1x/dia por mais 9 dias +
fluxo, ventilação dexametasona 6mg EV ou VO por 10
não invasiva dias.

https://www.covid19treatmentguidelines.nih.gov/therapeutic-management/ Comitê de especialistas Einstein


Tratamentos em estudo

Potenciais fármacos ou terapias para o tratamento (protocolos de pesquisa)


• Terapias antivirais:
– De acordo com o Food Drug Administration (FDA) contra indicamos o uso da cloroquina
e hidroxicloroquina.

• Imunoterapia: Ex: plasma convalescente

Obs: Ensaios clínicos randomizados estão em andamento a fim de elucidar o benefício claro dessas
terapias para o tratamento de COVID-19. Para algumas medicações, estudos in vitro demonstraram
eficácia no seu emprego. Assim, fica sob responsabilidade do médico a prescrição, considerando a
gravidade apresentada pelo paciente.

https://www.covid19treatmentguidelines.nih.gov/introduction/
Protocolo de Prevenção de Tromboembolismo Venoso
Suporte a Decisão
• Inclusão do fator de risco COVID – 19 no Protocolo de Prevenção de Tromboembolismo Venoso em todos os algoritmos:
• Clínico

• Cirúrgico

• Cirúrgico Ortopédico

• Obstétrico Gestante

• Obstétrico Puérpera

• O fator de risco COVID-19 será mandatório para a realização de profilaxia farmacológica caso o paciente não apresente contra indicação absolta.

• A informação quanto ao resultado positivo para COVID-19 será rastreada do resultado do exame, e este fator de risco já virá preenchido de
forma automática no Suporte a Decisão.

• O Suporte a Decisão do Protocolo de Prevenção de Tromboembolismo Venoso irá recomendar a profilaxia baseado na presença do fator de risco
COVID-19 e na ausência de contraindicação absoluta – “ COVID-19 e Trombocitopenia grave ≤ 25.000 plaquetas).

• Após o preenchimento do Suporte a Decisão e a solicitação de “ver recomendações”, o sistema irá fornecer a recomendação mais adequada de
profilaxia.

• Caso seja necessário ajuste de dose devido obesidade ou insuficiência renal, o Suporte a Decisão irá calcular de forma automática este ajuste.

• Aplicar novamente o score de risco antes da alta, com o objetivo de alertar para a indicação de profilaxia entendida.

NOVO
Protocolo de Prevenção de Tromboembolismo Venoso
Suporte a Decisão

NOVO
Suspensão da Precaução
No 20º dia paciente Suspender Precaução aérea e
Paciente assintomático nas contato e encaminhar paciente
imunocompetente últimas 24 horas e sem para ala não COVID-19 sem
uso de antitérmicos necessidade de PCR

No 20º dia paciente Suspender precaução quando


Paciente assintomático nas paciente apresentar 2 PCR´s
imunossuprimido últimas 24 horas e sem negativos consecutivos com
uso de antitérmicos intervalo mínimo de 24 horas

Se por alguma eventualidade tenha sido coletado PCR para SARS-CoV2 para o paciente
imunocompetente para a retirada da precaução, o valor dos Ct´s* presentes no laudo devem ser
≥36 e esta coleta deve ter sido coletada a partir do 20º dia.

Repetir exame de PCR para pacientes com alta suspeita e resultado negativo e não retirá-los da
coorte. Atenção para a correta coleta para evitar falsos negativos. Consultar o SCIH neste caso
antes da suspensão da Precaução específica.

Adaptado https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/hcp/disposition-hospitalized-patients.html
Ct = Cycle Treshold
COVID-19
Equipamentos de Proteção Individual
Precauções Específicas
Obrigatório instituir Precaução durante o
Contato e Precaução Aérea para o atendimento
de casos suspeitos ou confirmados de COVID-19
Precaução durante o Contato e Precaução Aérea
para o atendimento de casos suspeitos ou confirmados de COVID-19

Obrigatório uso de avental descartável, luvas, máscara N95 e


óculos de proteção. Em algumas situações utilizar avental
impermeável e gorro (vide tabela a seguir).
EPI´s para o atendimento de
pacientes suspeitos ou confirmados
de COVID-19 por local de
atendimento, categoria profissional
e atividade

A paramentação completa não é suficiente sem a correta higiene das mãos.


Fique atento e higienize as mãos nos momentos corretos!

Atenção aos 5 momentos de higienização das mãos com o uso de luvas.

OMS, Ministério da Saúde e CDC


EPI´s para o atendimento de pacientes suspeitos ou confirmados de COVID-19
Local de Categoria
Atividade EPIs necessários no HIAE
atendimento profissional
Máscara N95
Cuidados gerais e consultas Avental de isolamento
médicas ambulatoriais Luvas de procedimento
Óculos de proteção
Se grandes volumes de fluidos
Máscara N95
Equipe corporais como: banho, troca
Avental de impermeável
multiprofissional. de fralda, higiene íntima,
Luvas de procedimento
Equipe de cuidado com feridas,
Gorro
transporte, clique endoscopia, diálise e ECMO; e
Protetor facial face shield
aqui. em situações que gerem
Óculos de proteção se não houver face
aerossol como IOT, aspiração,
Quarto/box/sala de shield disponível
ventilação não invasiva, RCP,
exame do broncoscopia, ECO
paciente/consultório Banho: utilizar luva manga longa
transesofágico, cirurgias e
médico descartável
procedimentos invasivos
Máscara N95
Avental de isolamento
Luvas de procedimento
Óculos de proteção ou protetor facial
Limpeza concorrente e Gorro (para limpeza de teto e parede)
Equipe de higiene
terminal
Atenção: a equipe de higiene NÃO deve
realizar limpeza concorrente
concomitantemente ao momento de
atendimento assistencial.
EPI´s para o atendimento de pacientes suspeitos ou confirmados de COVID-19

Local de atendimento Categoria profissional Atividade EPIs necessários no HIAE


Máscara N95
Observação: utilizar utensílios e
bandejas descartáveis, que serão
Copeiros Ao entrar no quarto descartados no quarto após o uso.
A copeira não deve entrar em
contato com o paciente ou as
superfícies do quarto.

Máscara N95
Engenharia clinica ou Avental de isolamento
Ao entrar no quarto
manutenção Luvas de procedimento
Quarto/box/sala de exame Óculos de proteção
do paciente Máscara cirúrgica
Avental de isolamento
Observação: o acompanhante
deverá sair do quarto durante os
procedimento geradores de
Acompanhantes e Ao entrar no quarto aerossóis ou utilizar a N95.
visitantes* Desencorajar a saída do leito e
utilizar a máscara cirúrgica quando
necessário transitar nas áreas
comuns.
Luvas apenas nos momentos de
contato com material biológico.
EPI´s para o atendimento de pacientes suspeitos ou confirmados de COVID-19
Local de atendimento Categoria profissional Atividade EPI´s necessários no HIAE
Máscara N95
Triagem Enfermeiro Avaliação primária
Óculos de proteção
Máscara N95
Avental de isolamento
Transporte de pacientes com Luvas de procedimento
Equipe multiprofissional suspeita ou confirmação de COVID- Óculos de proteção
19 Gorro (se procedimentos que gerem
aerossóis ou exposição a grandes
volumes de fluidos)

Apenas dirigir o veículo e cabine do Máscara cirúrgica


motorista separada e fechada Manter distância de 1 metro.
Apenas dirigir o veículo e cabine
Máscara N95
aberta
Máscara N95
Ambulância Motorista
Avental de isolamento
Luvas de procedimento
Ajudar na assistência ou
Óculos de proteção
manipulação do paciente
Gorro (se procedimentos que gerem
aerossóis ou exposição a grandes
volumes de fluidos)

Máscara N95
Avental de isolamento
Equipe de higiene Limpeza da ambulância Luvas de procedimento
Óculos de proteção ou protetor facial
Gorro (para limpeza de teto e parede)
EPI´s para o atendimento de pacientes suspeitos ou confirmados de COVID-19

Local de atendimento Categoria profissional Atividade EPI´s necessários no HIAE

Máscara N95
Manipulação e coleta Manipulação de amostras Avental
Laboratório
de amostra de PCR respiratórias Luvas
Óculos de proteção

Qualquer atividade que não Máscara cirúrgica. Deve ser


envolva o paciente com trocada se presença de
Outras áreas Todos os profissionais
suspeita ou confirmação de sujidade, umidade ou a
COVID-19 cada 6 horas.*
Qualquer atividade
Máscara cirúrgica . Deve ser
administrativa que não
trocada se presença de
Áreas administrativas Todos os profissionais envolva o paciente com
sujidade, umidade ou a
suspeita ou confirmação de
cada 6 horas.*
COVID-19

Obs: se durante a assistência houver a contaminação da roupa, seguir o fluxo institucional de solicitação de privativo para substituição em seu
plantão

*https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/hcp/non-us-settings/emergency-considerations-ppe.html
MÁSCARA N95
MÁSCARA N95

INDICAÇÃO

- Para profissionais que prestam


assistência direta a pacientes com
suspeita ou confirmação de COVID-
19;
- Para qualquer profissional que
necessite entrar em áreas de coorte.
MÁSCARA N95

O QUE É UMA ÁREA DE COORTE?


É uma ala ou unidade destinada
exclusivamente para o atendimento de
pacientes com suspeita ou confirmação de
determinada doença infectocontagiosa,
como por exemplo a COVID-19.

Os profissionais devem colocar a


máscara N95 antes de entrar nas áreas
de coorte e retirá-la apenas ao sair.
MÁSCARA N95
ATENÇÃO
• Nas áreas que não são coorte, os profissionais devem colocar a máscara N95
antes de entrar no quarto/box, retirá-la após fechar a porta, estando fora do
quarto/box, no corredor.
• Essa máscara é de uso individual e a durabilidade depende da frequência de uso
e do acondicionamento adequado, ou seja, pode ser reutilizada pelo mesmo
profissional por longos períodos, desde que se mantenha íntegra, seca e limpa.
• Obrigatoriamente a máscara N95 deve cobrir nariz e boca e não deve possuir
válvula exalatória.
• A presença de pelos faciais na zona de contato com o rosto permite a penetração
de patógenos na zona de selagem do rosto, reduzindo drasticamente sua
capacidade de proteção.
MÁSCARA N95
ATENÇÃO
• É proibido deixar a máscara N95 pendurada no pescoço,
bolso ou crachá.
• Nunca utilize uma máscara cirúrgica por baixo ou por cima
da máscara N95, pois prejudicará a vedação/ ajuste na face.
MÁSCARA N95

CUIDADOS NA COLOCAÇÃO
1. O profissional deve higienizar as mãos,
moldar o apoio para o nariz usando os dedos
de ambas as mãos para ajustar ao formato de
seu nariz;
2. Após colocar a máscara N95 deve-se realizar
o teste de posicionamento adequado. Faça a
expiração e inspiração certificando-se de que a
máscara está devidamente ajustada à sua face.
Se for detectado algum escape de ar ajuste a
posição da máscara e do suporte do nariz. Faça
o teste novamente, até que esta esteja ajustada
adequadamente.
MÁSCARA N95

CUIDADOS NA RETIRADA
1. O profissional deve higienizar as mãos,
segurar e remover o elástico inferior;
2. Segurar e remover o elástico superior;
3. Remover a máscara segurando-a pelos
elásticos, sem tocar na parte interna ou
frontal externa;
4. Guardar em saco plástico com furos (tipo
fichário) identificado com nome do
profissional e higienizar as mãos.
5. O saco plástico deve ser trocado a cada
utilização.
ÓCULOS DE PROTEÇÃO
OU
PROTETOR FACIAL
ÓCULOS DE PROTEÇÃO
INDICAÇÃO
- Para todos os profissionais que prestam assistência
direta a pacientes com suspeita ou confirmação de
COVID-19.

- Não devem ser pendurados no pescoço ou circular


fora das unidades assistenciais.

- Cordão de silicone para propiciar a limpeza.

- Para colaboradores que utilizam óculos de grau,


utilizar o óculo de proteção de sobrepor.

- Modelo deve possuir CA – Certificado de


Aprovação emitido pelo Ministério do Trabalho.

- Óculos e lentes de contato pessoais não são


consideradas proteção ocular adequada.
ÓCULOS DE SOBREPOR

- Modelo
diferenciado com
ajuste lateral.

- Deve ser bem


encaixado para
não haver risco de
cair da face.
PROTETOR FACIAL (FACE SHIELD)

INDICAÇÃO
- Para todos os profissionais que prestam
assistência direta a pacientes com suspeita
ou confirmação de COVID-19, sempre que
houver exposição a GRANDES volumes de
fluidos e em situações que gerem
aerossóis.

- O protetor facial é colocado em


substituição ao óculos de proteção e tem
a intenção de proteger a máscara N95 em
sua parte externa e algumas áreas da face
contra materiais biológicos.
Exemplos de uso da Face Shield:
• Intubação orotraqueal;
Recomendamos o uso do protetor • Banho no leito;
facial “FACE SHIELD”, avental • Suporte dialítico;
impermeável e gorro no • Troca de fralda em pacientes com diarreia;
ATENDIMENTO DE CASOS • Ressuscitação cardiopulmonar;
SUSPEITOS DE SÍNDROME • Suporte ECMO;
RESPIRATÓRIA PELO NOVO • Higiene íntima;
CORONAVÍRUS (COVID-19), • Cuidado com feridas;
sempre que houver exposição a • Endoscopia e broncoscopia;
GRANDES volumes de fluidos e • Diálise;
em situações que gerem • Aspiração orotraqueal;
aerossóis. • Ventilação não invasiva;
• Indução de escarro;
O Face Shield é colocado em • Realização de traqueostomia;
substituição ao óculos e tem a • RCP;
intenção de proteger a máscara • ECO transesofágico;
N95 em sua parte externa contra
• Todos procedimentos cirúrgicos/invasivos;
materiais biológico.
• Atendimento odontológico.

Nas demais situações assistenciais utilizar máscara N95, luvas, avental de


isolamento e óculos de proteção.
AVENTAL DE ISOLAMENTO
AVENTAL DE ISOLAMENTO
INDICAÇÃO
- Para todos os profissionais que prestam
assistência direta a pacientes com
suspeita ou confirmação de COVID-19
- O avental funciona como barreira ao
entrar em contato direto com o paciente,
superfícies, mobiliários e equipamentos.

ESPECIFICAÇÕES
- Gramatura mínima de 40g e repelente a água.
- Punho (preferência) ou elástico.
- Cumprimento mínimo abaixo do joelho.
- Tira abdominal saindo de frente para trás.
- Tira para amarração no pescoço.
AVENTAL DE ISOLAMENTO
ATENÇÃO
• As tiras do avental deverão ser amarradas na região do pescoço e da
cintura, sempre na parte de trás, para evitar que o avental escorregue
durante o cuidado;
• O avental nunca deve ser reutilizado. O profissional que permanecer
durante todo o plantão prestando assistência ao paciente deve descartar o
avental a cada uso no lixo infectante.

Substitua o avental de isolamento pelo avental impermeável sempre que houver risco de
exposição a GRANDES volumes de fluidos e em situações que gerem aerossóis.
AVENTAL DE ISOLAMENTO
ATENÇÃO

É proibido sair do ambiente do paciente utilizando o avental.


Nunca utilize o avental no corredor ou posto de enfermagem.
Sempre retire o avental dentro do quarto/ box ou na antecâmara
quando houver.
LUVAS DE PROCEDIMENTO
LUVA DE PROCEDIMENTO

INDICAÇÃO
- Para todos os profissionais que prestam
assistência direta a pacientes com
suspeita ou confirmação de COVID-19

- A luva funciona como barreira ao entrar


em contato direto com o paciente,
superfícies, mobiliários e equipamentos.
LUVA DE PROCEDIMENTO
ATENÇÃO
• As luvas deverão ser colocadas e fixadas sobre a extremidade do
avental;
• Elas deverão ser retiradas antes da retirada do avental. Com o dedo
indicador, puxar pela parte interna do elástico da luva retirando-a
pelo avesso.

TROQUE AS LUVAS entre procedimentos em um mesmo paciente


quando uma nova indicação de higiene das mãos ocorrer.
LUVA DE PROCEDIMENTO
ATENÇÃO

Antes colocar as
luvas

Imediatamente
após retirar

Lembre-se: o uso de luvas NÃO SUBSTITUI a higiene das mãos e os 5


momentos devem ser aplicados.
Orientações no uso de Luvas Plástica de Cano Longo – Fluxo exclusivo
✓ Indicação: banho e higiene íntima.
Antes do procedimento:

Durante ou após o procedimento:


Sempre que houver necessidade de trocar as luvas realizar a troca das 3 luvas.
Ex.: troca de sítio anatômico; após contato com fluídos corporais etc.

O uso das luvas não substitui a higiene das mãos.


LUVA DE PROCEDIMENTO
ATENÇÃO
É proibido sair do ambiente do paciente utilizando luvas de
procedimento ou a utilização de 2 luvas sobrepostas.
Nunca utilize a luva no corredor ou toque nas maçanetas das portas
com as mãos enluvadas.

Lembre-se:
a luva de procedimento
sempre será o último EPI a
ser colocado e o primeiro a
ser retirado!
GORRO DESCARTÁVEL
GORRO DESCARTÁVEL

INDICAÇÃO
- Para todos os profissionais que prestam
assistência direta a pacientes com suspeita
ou confirmação de COVID-19, sempre que
houver exposição a GRANDES volumes de
fluidos e em situações que gerem
aerossóis.
MÁSCARA CIRÚRGICA

No contexto da pandemia de COVID-19, máscaras possuem


o intuito de:
1 - bloquear partículas da via aérea do usuário para o
ambiente junto com microrganismos que as mesmas
carreiam, como vírus e bactérias.
2 – redução da exposição do usuário através da filtração de
partículas presentes no ambiente.

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/more/masking-science-sars-cov2.html

NOVO
MÁSCARA CIRÚRGICA
INDICAÇÃO
- TODOS OS profissionais da instituição que NÃO
ESTÃO na assistência direta a pacientes com
suspeita ou confirmação de COVID-19:
– Trocar a máscara cirúrgica duas vezes ao dia -
momento de refeição/descanso, ou se a
máscara estiver úmida, suja ou a cada 6
OU horas.*

- Pacientes durante o transporte para entre


setores/unidades. Não deve ser utilizado por
crianças menores de 2 anos, pessoas com
problemas respiratórios ou insuficiência
respiratória.

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/hcp/non-us-settings/emergency-considerations-ppe.html*
https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/hcp/infection-control-recommendations.html
MÁSCARA CIRÚRGICA
ATENÇÃO
Obrigatoriamente a máscara cirúrgica deve cobrir nariz e boca.

A máscara cirúrgica deve possuir 3 camadas: 2 externas impermeáveis 1


interna (elemento filtrante).
Parte colorida é externa.
MÁSCARA CIRÚRGICA
ATENÇÃO
- A mesma máscara pode ser utilizada para atender mais de um paciente,
desde que o profissional não retire ou toque na mesma com as mãos
não higienizadas.
- A máscara cirúrgica deve ser trocada por profissionais, pacientes ou
acompanhantes, quando apresentar sujidade, umidade ou a cada 6
horas.
- É proibido deixar a máscara cirúrgica pendurada no pescoço, orelha ou
posicionada abaixo do queixo.
MÁSCARA CIRÚRGICA

ATENÇÃO
Sempre higienize as mãos
imediatamente:
- Antes de colocá-la;
- Antes e após retirá-la.
Observação – Suspeitos ou
não de COVID-19
Para qualquer situação, ou seja, suspeita ou não de COVID-19, o profissional que
realiza ou participa dos procedimentos a seguir deverão utilizar paramentação
completa (Máscara N95, protetor facial (Face Shield), gorro, avental impermeável e
luvas de procedimento). Luva estéril se intubação orotraqueal ou realização de
traqueostomia.
• Intubação, extubação e procedimentos relacionados;
• Endoscopia
• Broncoscopia;
• Indução de escarro;
• Realização de traqueostomia;
• ECO transesofágico;
• Atendimento cirurgião dentista;
• Todos procedimentos cirúrgicos/invasivos de pacientes sob ventilação mecânica.
ATUALIZADO
EXCEÇÃO: RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR ALA NÃO COVID-19: MÁSCARA N95,
ÓCULOS E LUVAS DE PROCEDIMENTO.
Procedimentos que geram aerossolização em pacientes
assintomáticos em áreas não COVID-19

• Paramentação de profissionais (enfermagem ou fisioterapia) que realizam a aspiração


orotraqueal em áreas não COVID-19.
– Face Shield
– N95
– Luva estéril

• Instituir Precaução aérea para pacientes que realizam procedimentos que geram
aerossol: CPAP, BIPAP (intermitente, contínuo ou noturno), inalação, nebulização, e
Venturi.
– Placa de precaução aérea na porta e sinalização no prontuário eletrônico;
– Máscara N95 e Óculos;
– Acompanhante com N95.
– Oncologia 6º - alocar os pacientes de acordo com as seguintes prioridades:
1. Quartos com pressão negativa (650 ou 657);
2. Demais quartos do 6º oeste;
3. Oncologia 11º D.
Atenção: pacientes que realizam procedimentos que geram aerossol não devem
ficar nos quartos do 6º leste.

Pacientes que necessitam de CPAP, BIPAP ou ventilação não invasiva com diagnóstico de COVID-19 devem ser
alocados de preferência em leitos de pressão negativa.
Sequência de Colocação e Retirada
conforme a estrutura de seu local de
trabalho
SEQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO DE EPI’S
(Leitos / Box COM Antecâmara SEM coorte)

ORDEM PARA COLOCAR PARAMENTAÇÃO ORDEM PARA RETIRAR PARAMENTAÇÃO


Antes de entrar no quarto/box com DENTRO do quarto/box:
antecâmara: • Retirar luvas de procedimento;
• Higienizar as mãos; • Higienizar as mãos.
• Colocar a máscara N95; Na ANTECÂMARA:
• Higienizar as mãos; • Higienizar as mãos;
• Colocar o gorro quando indicado; • Retirar avental descartável;
• Higienizar as mãos.
• Higienizar as mãos;
• Colocar óculos ou protetor facial quando FORA do quarto/box com antecâmara:
indicado. • Higienizar as mãos;
• Colocar a luva de procedimento;
• Retirar óculos ou protetor facial, realizar
Na ANTECAMARA: desinfecção rigorosa internamente e depois
externamente (Utilizar detergente desinfetante -
• Higienizar as mãos; Oxivir® ou Optigerm®) e limpeza da superfície
da a mesa de apoio se contato utilizando um
• Colocar avental descartável. novo pano;
• Retirar as luvas;
• Higienizar as mãos;
DENTRO do quarto/box:
• Retirar o gorro;
• Higienizar as mãos; • Higienizar as mãos;
• Calçar luvas de procedimento. • Retirar N95 e colocá-la em um saco plástico
identificado;
• Higienizar as mãos.
SEQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO DE EPI’S
(Leitos / Box COM Antecâmaras EM coorte)
ORDEM PARA COLOCAR PARAMENTAÇÃO ORDEM PARA RETIRAR PARAMENTAÇÃO
Antes de entrar na UNIDADE de COORTE: DENTRO do quarto/box:
• Higienizar as mãos; • Retirar luvas de procedimento;
• Higienizar as mãos.
• Colocar a máscara N95;
• Higienizar as mãos. Na ANTECÂMARA:
• Higienizar as mãos;
Antes de entrar no quarto/box com antecâmara: • Retirar avental descartável;
• Higienizar as mãos; • Higienizar as mãos.
• Colocar o gorro quando indicado;
FORA do quarto/box com antecâmara
• Higienizar as mãos;
• Higienizar as mãos;
• Colocar óculos ou protetor facial quando • Colocar a luva de procedimento;
indicado. • Retirar óculos ou protetor facial, realizar desinfecção
rigorosa internamente e depois externamente (Utilizar
Na ANTECÂMARA: detergente desinfetante - Oxivir® ou Optigerm®) e
limpeza da superfície da a mesa de apoio se contato
• Higienizar as mãos; utilizando um novo pano;
• Colocar avental descartável. • Retirar as luvas;
• Higienizar as mãos;
DENTRO do quarto/box: • Retirar o gorro;
• Higienizar as mãos.
• Higienizar as mãos;
• Calçar luvas de procedimento. FORA da unidade de Coorte:
• Higienizar as mãos;
• Retirar N95 e colocá-la em um saco plástico identificado;
• Higienizar as mãos.
SEQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO DE EPI’S
(Quarto / Box SEM Antecâmara e SEM coorte)
ORDEM PARA RETIRAR PARAMENTAÇÃO
ORDEM PARA COLOCAR PARAMENTAÇÃO DENTRO do quarto/box:
Antes de entrar no quarto/box sem • Retirar luvas de procedimento;
antecâmara: • Higienizar as mãos;
• Higienizar as mãos; • Retirar avental descartável;
• Higienizar as mãos.
• Colocar a máscara N95;
• Higienizar as mãos;
FORA do quarto/box
• Colocar o gorro quando indicado; • Higienizar as mãos;
• Higienizar as mãos; • Colocar a luva de procedimento;
• Colocar óculos ou protetor facial • Retirar óculos ou protetor facial, realizar
desinfecção rigorosa internamente e depois
quando indicado;
externamente (Utilizar detergente desinfetante -
• Higienizar as mãos; Oxivir® ou Optigerm®) e limpeza da superfície
• Colocar avental descartável. da a mesa de apoio se contato utilizando um
novo pano;
• Retirar as luvas;
DENTRO do quarto/box: • Higienizar as mãos;
• •Higienizar as mãos; • Retirar o gorro;
• •Calçar luvas de procedimento. • Higienizar as mãos;
• Retirar N95 e colocá-la em um saco plástico
identificado;
• Higienizar as mãos.
SEQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO DE EPI’S
(Quarto / Box SEM Antecâmara e EM coorte)
ORDEM PARA COLOCAR PARAMENTAÇÃO ORDEM PARA RETIRAR PARAMENTAÇÃO
Antes de entrar na UNIDADE de COORTE: DENTRO do quarto/box sem antecâmara:
• Retirar luvas de procedimento;
• Higienizar as mãos;
• Higienizar as mãos;
• Colocar a máscara N95;
• Retirar avental descartável;
• Higienizar as mãos. • Higienizar as mãos.
FORA do quarto/box sem antecâmara
Antes de entrar no quarto/box sem • Higienizar as mãos;
antecâmara: • Colocar a luva de procedimento;
• Higienizar as mãos; • Retirar óculos ou protetor facial, realizar
desinfecção rigorosa internamente e depois
• Colocar o gorro quando indicado;
externamente (Utilizar detergente desinfetante -
• Higienizar as mãos; Oxivir® ou Optigerm®) e limpeza da superfície
• Colocar óculos ou protetor facial quando da a mesa de apoio se contato utilizando um
indicado; novo pano;
• Retirar as luvas;
• Higienizar as mãos;
• Higienizar as mãos;
• Colocar avental descartável.
• Retirar o gorro;
• Higienizar as mãos.
DENTRO do quarto/box: FORA da unidade de Coorte:
• Higienizar as mãos; • Higienizar as mãos;
• Calçar luvas de procedimento. • Retirar N95 e colocá-la em um saco plástico
identificado;
• Higienizar as mãos.
Higienize as mãos!

PRODUTO DE SE AS MÃOS ESTIVEREM


ESCOLHA! VISIVELMENTE SUJAS
Um momento de assistência pode apresentar dezenas
de oportunidades para a Higiene de mãos
dependendo do tipo de atividade realizada

Atenção aos
5 momentos
mesmo com o
uso de luvas

http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/higienizacao_oms/5%20momentos%20A3.pdf
EPI´s Equipe Transporte
• Pacientes transportados em cadeira de rodas/maca/cama, que não necessitam auxílio:
- Profissional utilizará máscara N95 e óculos de proteção para realizar o transporte;
- O profissional deverá levar um par de luvas de procedimento em embalagem limpa, caso necessite
prestar algum auxílio durante o trajeto.

• Pacientes transportados em cadeira de rodas/maca/cama, que necessitam auxílio:


- Dentro do quarto do paciente, o profissional deve utilizar paramentação completa para auxiliar na
movimentação do paciente para o veículo.
- Após auxiliar o paciente, retirar os EPIs e higienizar as mãos;
- O profissional utilizará apenas máscara N95 e óculos de proteção para realizar o transporte;
- O profissional deverá levar um par de luvas de procedimento em embalagem limpa, caso necessite
prestar algum auxílio durante o trajeto;
- Para auxiliar a transferência do paciente no destino, o profissional deverá higienizar as mãos e colocar
avental e luvas antes de tocar o paciente.

• Altas Fluxo Exclusivo: Há uma estação de paramentação/desparamentação com os seguintes itens:


mesa de apoio, lixeira infectante, produto detergente desinfetante, produto alcoólico para higiene
das mãos, pacote de avental de precaução e caixa de luvas de procedimento.

• Observações
- As equipes assistenciais envolvidas em transporte de pacientes seguem com paramentação
completa;
- Acrescentado 02 aventais descartáveis na maleta de transporte para uso em caso de necessidade.
Rotina: Transporte de paciente com COVID-19
IMEDIATAMENTE ANTES DO TRANSPORTE
Os profissionais que tiveram contato com o paciente e que irão participar do transporte deverão:
• RETIRAR luvas de procedimento;
• Higienizar as mãos;
• RETIRAR avental descartável;
• Higienizar as mãos;
• Vestir NOVO avental descartável e PERMANECER com a máscara N95 e óculos de proteção;
• Higienizar as mãos;
• Calçar NOVAS luvas de procedimento;
• Prosseguir para o transporte do paciente.
EPI´s necessários para
transporte de paciente com
suspeita de SARS-CoV 2

Destacar um profissional APENAS para tocar superfícies,


como maçanetas, elevador etc.) durante o transporte.
Esta medida visa evitar a contaminação do ambiente e
superfícies.

Durante o transporte deve ser utilizado avental descartável e luvas de procedimento LIMPOS
Rotina: Transporte de paciente com suspeita de COVID-19
APÓS TRANSPORTE
Antes de sair do quarto, ainda paramentado:
• Retirar luvas de procedimento;
• Higienizar as mãos;
• Calçar NOVAS luvas de procedimento;
• Realizar a limpeza e desinfecção da maca e equipamentos;
• Retirar luvas de procedimento
• Higienizar as mãos;
• Retirar avental descartável;
• Higienizar as mãos.
Ao sair do quarto
• Higienizar as mãos;
• Retirar óculos de proteção
• Retirar máscara N95;
• Higienizar as mãos.

Lembre-se de realizar a limpeza e ou


desinfecção da maca e equipamentos
após utilização!
Transporte de pacientes na VM
Suspeita ou Confirmação de COVID-19

Recomendação
• Transportar os pacientes com suspeita ou confirmado de COVID-19 apenas em
ventiladores com circuito de ramo duplo e filtro barreira conforme descrito na
figura abaixo.

Oxymag CORRETO Mindray SV300


Não utilizar (COVID-19)
OXILOG

Solicitar o ventilador na
UTI-A
(Filtro saída expiratória) (Filtro saída inspiratória e expiratória) Ramal: 76532
Transporte pacientes não COVID
Pacientes NÃO COVID
Risco de Profissional
Suporte Ventilatório Via aérea Paciente durante transporte Profissional transporte Ambiente
Aerossolização sala exame
Liberar após
Intubação orotraqueal Não Sem máscara Máscara cirúrgica Máscara N95
exames
Liberar após
Intubação nasotraqueal Não Sem máscara Máscara cirúrgica Máscara N95
exames
Ventilação Invasiva
Liberar após
Cricotireotomia Não Máscara cirúrgica na face Máscara cirúrgica Máscara N95
exames
Liberar após
Traqueostomia Não Máscara cirúrgica na face Máscara cirúrgica Máscara N95
exames

CPAP e/ ou BIPAP Máscara cirúrgica Máscara N95 Liberar após


Sim Sem máscara
exames
Ventilador de ramo único /
Ventilação Não- Invasiva máscara ventilada
(VNI)

Liberar após
Traqueostomizado Sim Máscara cirúrgica na face Máscara cirúrgica Máscara N95
exames
Em ventilador de ramo único
Máscara de Venturi,
Liberar após
Nebulização, Máscara não Não Sem máscara Máscara cirúrgica Máscara N95
exames
reinalante

Cateter de alto fluxo Máscara cirúrgica na face Máscara cirúrgica Máscara N95
Oxigenoterapia Liberar após
Sim HUMIVENT na TQT com máscara
Traqueostomizado com Máscara cirúrgica Máscara N95 exames
cirúrgica no rosto e sobrepondo
nebulização.
a HUMIVENT na traqueostomia
Liberar após
Cateter de O2 Não Máscara cirúrgica na face Máscara cirúrgica Máscara N95
exames

ATUALIZADO
ATUALIZADO Transporte pacientes COVID
Pacientes COVID
Ambiente. Se abertura do
sistema e ausência de
Risco de Profissional Profissiona na
Suporte Ventilatório Via aérea (sistema fechado) Paciente durante transporte presão negativa,
Aerossolização transporte sala exame
aguardar 2 horas para
liberar sala

Intubação orotraqueal Não Sem máscara Máscara N95 Máscara N95 Liberar após exames
Intubação nasotraqueal Não Sem máscara Máscara N95 Máscara N95 Liberar após exames
Ventilação Invasiva
Cricotireotomia Não Máscara cirúrgica na face Máscara N95 Máscara N95 Liberar após exames
Traqueostomia Não Máscara cirúrgica na face Máscara N95 Máscara N95 Liberar após exames
CPAP e/ou BIPAP Somente em
Ventilador de Ramo duplo e Não Sem máscara Máscara N95 Máscara N95 Liberar após exames
interface não ventilada
Ventilação Não- Invasiva
(VNI)
Máscara cirúrgica na face e na
Traqueostomizado Não Máscara N95 Máscara N95 Liberar após exames
traquestomia
Em ventilador de ramo único
Risco de Profissional Profissional na
Suporte Ventilatório Via aérea (sistema aberto) Paciente durante transporte Ambiente
Aerossolização transporte sala exame
Máscara de Venturi,
Nebulização, Máscara não Não Sem máscara Máscara N95 Máscara N95 Liberar após exames
reinalante (bag 100%)
Cateter de alto fluxo Máscara cirúrgica na face Máscara N95 Máscara N95
Oxigenoterapia Aguardar 2 horas se
Sim HUMIVENT na TQT com máscara ausência de aparelho de
Traqueostomizado com
cirúrgica no rosto e sobrepondo a Máscara N95 Máscara N95 pressão negativa
nebulização
HUMIVENT na traquestomia
Cateter de O2 Não Máscara cirúrgica na face Máscara N95 Máscara N95 Liberar após exames

Obs : Paciente com diagnóstico de COVID em ventilação não invasiva só poderá fazer tomografia de tórax desde que seja, no
¨último horário¨, minimizando o risco de contaminação de funcionários e de outros pacientes na sala de exame.
Alocação do Paciente
• Devido alta transmissibilidade, os pacientes com confirmação de síndrome
respiratória por COVID 19 devem ser internados em quartos de pressão
negativa. Na ausência de leitos com pressão negativa, o paciente será
alocado em unidades destinadas ao atendimento de COVID-19 (Fluxo
exclusivo).
• Caso o número de pacientes em Precaução Aérea exceda o número de leitos
com pressão negativa, consulte o SCIH.

Corredor/
Porta

+
-
ATUALIZADO PACIENTES COVID-19 POSITIVO
Com Pressão Negativa Sem pressão Negativa
• Ligar e conferir o funcionamento da • Paciente sem máscara ou com máscara
pressão negativa; sem supervisão: Após a transferência
• Realizar o controle da pressão e ou alta do paciente em precaução,
registrar o valor a cada 6h no deve-se aguardar 2 horas até liberar
prontuário eletrônico. este quarto/leito para outro paciente.
• Acionar imediatamente a manutenção Durante este período, a higiene do
caso seja encontrado qualquer quarto pode ser realizada e o
irregularidade (pressão ≤ 2,5 Pa). profissional da higiene deve utilizar
máscara do tipo respirador - N95
• Caso um paciente em precauções (PFF2).
aérea seja transferido ou receba alta,
manter a pressão negativa ligada, não • Paciente com máscara supervisionado
retirar da porta do quarto a placa de durante todo o tempo de
identificação para precauções aérea permanência: o local poderá ser
até que seja realizada a higiene liberado para o próximo atendimento
terminal e o profissional da higiene (exemplos: consultório, triagem, salas
deve utilizar máscara do tipo de exame, etc) após a limpeza
respirador - N95 (PFF2). concorrente do ambiente e
equipamentos pela enfermagem.
https://www.who.int/water_sanitation_health/publications/natural_ventilation/en/ sobre tosse e potencial de geração
de aerossóis.
Limpeza e desinfecção de superfícies,
equipamentos e materiais
Rotina de limpeza e desinfecção de superfícies,
equipamentos e materiais
Superfícies:
A enfermagem deve realizar limpeza e desinfecção das grades da cama/maca e dos
equipamentos presentes dentro do quarto/box (bomba de infusão, bomba de dieta,
monitor, etc.) uma vez a cada 6h. Em consultórios e MDA´s, entre cada atendimento.
Nunca utilizar álcool em gel para a limpeza de superfícies.

Equipamentos e materiais compartilhados :


Realizar limpeza e desinfecção a cada uso (Ex. oxímetro portátil, aparelho de glicemia,
balança, aparelhos de exercício respiratório, cufômetro, etc).
Utilizar produto detergente
desinfetante (Oxivir® ou Optigerm®)
para limpeza e desinfecção de
superfícies e equipamentos

Computador portátil:
Realizar limpeza e desinfecção
imediatamente após seu uso
(entre pacientes).
Processamento de roupas e resíduos

Processamento de roupas Resíduos


• Não é preciso adotar um ciclo de • O resíduo é enquadrado como
lavagem especial para as roupas agente biológico classe de risco
provenientes de casos suspeitos 3 e devem ser enquadrados na
ou confirmados do novo categoria A1. Disponibilizar
Coronavírus, podendo ser lixeira infectante de pedal com
seguido o mesmo processo tampa.
estabelecido para as roupas
• Unidades exclusivamente
provenientes de outros pacientes
administrativas, lixeira comum
em geral.
com tampa de pedal para
• Porém ressaltam-se as seguintes descarte de máscaras cirúrgicas.
orientações:
– Na retirada da roupa suja deve haver
o mínimo de agitação e manuseio,
observando-se as medidas de
precauções.

https://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/alertas/item/nota-tecnica-n-04-2020-gvims-ggtes-anvisa-atualizada?category_id=244
Encaminhamento de pertences e
bagagens
Encaminhamento de Pertences de Pacientes - COVID
Responsável Atividade Agente
Unidade de internação (CMC) Entrar em contato com a segurança Técnico Administrativo da unidade (CMC)
patrimonial no Ramal: 71111
Informar: andar, bloco, unidade
Unidade de internação (CMC) Profissional 1: Realizar a paramentação Enfermagem da unidade de internação
A separação e acondicionamento completa para COVID (máscara N95, (CMC)
dos pertences deverá ser óculos, avental e luvas).
realizado por 02 profissionais da Separar os pertences a serem entregues
enfermagem para a família.
Acondicionar todos os pertences em
saco plástico transparente (tamanho
correspondente ao item).
Colar a etiqueta de identificação do
paciente na face externa do saco
plástico .
Unidade de internação (CMC) Profissional 2 entrar paramentado com Enfermagem da unidade de internação
máscara N95 e óculos de proteção, sem (CMC)
tocar em nada.
Abrir um saco plástico transparente e a
enfermagem 1, introduzir os pertences
já acondicionados no saco primário.
Sair do quarto do paciente com os
pertences sem tocar em nada.
Obs: Em casos de itens grandes ou
grande quantidade de pertences entrar
com carrinho para apoiar os sacos e
impedir o contato com o ambiente.
Encaminhamento de Pertences de Pacientes - COVID
Responsável Atividade Agente
Unidade de internação Entregar para o Profissional da Enfermagem da unidade de
(CMC) Segurança Patrimonial. internação (CMC)

Unidades de Pacientes Nas transferências entre as Enfermagem da Unidade


Graves (DPG) unidades de pacientes graves,
todos os pertences devem ser
encaminhados juntamente com
o paciente.
Unidades Ambulatoriais Entrar em contato com a Técnico Administrativo da Unidade
(PA, ambulatório e segurança patrimonial no
consultórios) Ramal: 71111.
Profissional da unidade e Informar: andar, bloco, unidade.
Paciente com máscara
cirúrgica
Segurança Patrimonial (Em Recebe o chamado e encaminha Profissional da Segurança
qualquer um dos casos o agente para retirada do Patrimonial
acima inclusive Óbito) material na unidade solicitante.
Encaminhamento de Pertences de Pacientes - COVID
Responsável Atividade Agente
Segurança Patrimonial Retira um saco plástico transparente na Profissional da Segurança
Central de Segurança.
Paramentar-se com máscara N95 antes Patrimonial
de entrar no setor de coorte de COVID1-
19. Abre o saco plástico para o paciente
ou a enfermagem inserir os pertences
(paciente/enfermagem não devem tocar
no saco). No protocolo de recebimento,
a enfermagem deve preencher o nome
do/a Agente de segurança que retirou
os pertences. Protocolo vai junto dentro
do saco retirado. Agente de Segurança
lacra o saco e encaminha para a sala
definida. Enfermagem identifica no
prontuário eletrônico (CERNER) o
responsável pelo paciente fornece os
dados para que a Segurança Patrimonial
entre em contato para a retirada dos
pertences pelos familiares. Agente de
Segurança higieniza as mãos.

O local de guarda para guarda dos pertences será no 3° andar bloco B (ao lado da sala da coordenação)
Funcionamento:
Retirada do pertence pela Segurança Patrimonial será de Segunda à domingo
Devolução ao Paciente será de Segunda à Sextas Feiras das 07h00 às 17h00
Encaminhamento de bagagem - COVID
Responsável Atividade Agente
Retirada de bagagem em área COVID: Mensageiro
Governança
1. Colaborador utiliza a paramentação completa, para
organizar as bagagens no carro;
2. Retirar as luvas de procedimento, higienizar as mãos;
3. Calçar novas luvas de procedimento e realizar a
higiene do carro de transporte nas superfícies de maior
toque, antes do transporte, com panos embebidos em
pronto detergente desinfetante;
4. Realizar o transporte da bagagem para o novo quarto.
Entrega de bagagem no novo quarto:
Se área de coorte – fluxo exclusivo Covid:
1. Colaborador utiliza máscara N95 e óculos.
Caso paciente esteja no leito e seja necessário prestar
auxílio:
a. Solicitar apoio à enfermagem ou
b. Paramentar-se com avental e luvas.
Se área sem coorte – fluxo normal:
Não é necessária utilização de EPIs
Visitas e Acompanhantes

Visitantes e acompanhantes COVID-19 prévio:


Utilizar os mesmos critérios utilizados para os
pacientes internados
Visitas

CMC e DPG não COVID-19


- Sem horários pré-definido;
- Máximo de 2 visitantes por dia/leito;
- Não permitida a substituição de pessoas;
- Permitida a utilização de máscara cirúrgica ou N95 e suas
variações.
• Importante: Para esses casos, evitar ao máximo contato com
unidade assistencial.
• Se preciso qualquer avaliação de excepcionalidade, esta
deverá ser realizada pela Supervisão e Coordenação da
Hospitalidade.
Visitas
Pediatria não COVID-19
- Sem horários pré-definido;
- Máximo de 1 visitante por dia/leito;
- Não permitida a substituição;
- Permitida a utilização de máscara cirúrgica ou N95 e suas
variações.
• Importante: Para esses casos, evitar ao máximo contato com
unidade assistencial.
• Se preciso qualquer avaliação de excepcionalidade, esta
deverá ser realizada pela Supervisão e Coordenação da
Hospitalidade.
Visitas

Visita UTI 5ºA não COVID-19


- Máximo de 6 visitantes por dia/leito, distribuídos em
3 períodos (07h00 às 13h00/13h00 às 19h00/19h00 às
07h00);
- Permitidos apenas 02 pessoas por vez/período, sem
possibilidade de revezamento;
- Não permitida a substituição;
- Permitida a utilização de máscara cirúrgica ou N95
sem válvula e suas variações.
Visitas
Maternidade
- Horário de visitas: 16h00 ou 20h00;
- Duração da visita: 1h;
- Permitidos apenas 02 pessoas por vez, sem possibilidade de
revezamento;
- Criança conta como acompanhante;
- Permitida a utilização de máscara cirúrgica ou N95 sem válvula
e suas variações.
• Importante: Leitos 1250 ao 1268 reservados para pacientes
suspeitas ou confirmadas de COVID-19 e para estes casos, as
visitas não estão autorizadas (tratar apenas excepcionalidades
com a unidade assistencial).
Visitas
UTI 3ºA Leste COVID-19
- Não autorizadas (tratar apenas excepcionalidades com a unidade
assistencial).

UTI Neonatal
- Não autorizadas.

Visita Oncologia - 6ºA Leste e Oeste


- Não autorizadas (tratar apenas excepcionalidades com a unidade
assistencial).

Visita Oncologia - 11ºD


- Não autorizadas (tratar apenas excepcionalidades com a unidade
assistencial).
Visitas pacientes áreas COVID-19
- Não autorizadas
- Exceções: Fluxo validado com participação Psicologia
e Hospitalidade.
- Orientar o paciente com as instruções presentes na
Cartilha de Paramentação de Familiares.
• Psicologia entra em contato com alinhar a recepção
de chegada e acompanhamento.
• A recepção deve sempre ser avisada pelos
responsáveis pelo alinhamento, além do concierge
que realizará o acompanhamento.

ATUALIZADO
Visitas e acompanhantes áreas COVID-19 e
não COVID-19 – orientações gerais
• Não recomendamos que o acompanhamento dos pacientes ocorra por
gestantes, idosos acima 65 anos, crianças, imunodeprimidos, pessoas com
febre ou sintomas respiratórios, histórico de contato prévio com paciente
confirmado positivo ou pacientes com PCR para COVID-19 positivo.
• A mensuração da temperatura em um questionário serão aplicados
diariamente aos acompanhantes pela equipe assistencial.
• A rotatividade de acompanhantes é totalmente indesejada, sendo
recomendada a permanência em períodos mínimos de 12 horas.
• Incentivamos que nesse período ocorra a utilização de formas virtuais de
contato com nossos pacientes, por Skype, WhatsApp, link ou outras
modalidades.
• Casos de exceção serão avaliados pelos líderes das áreas.
• O acompanhante e o visitante deverão utilizar a seguinte paramentação nas
áreas COVID-19: máscara cirúrgica ou N95 (durante procedimentos que
gerem aerossóis) e avental, conforme orientação da equipe local e aderir
integralmente à rotina de higienização das mãos recomendada.
Acompanhantes de pacientes internados em áreas COVID e
não COVID-19
Busca ativa diária por acompanhante sintomático
Profissional assistencial realiza a mensuração da temperatura dos acompanhantes e questiona se:

• Febre ou sintomas respiratório como tosse, coriza, dor de garganta e falta de ar;
• Conjuntivite (olhos vermelhos);
• Diarreia;
• Manchas vermelhas pelo corpo;
OU
• Contato com casos suspeito/confirmado para Covid-19;
• Viagem nos últimos 14 dias para o EXTERIOR.

Não Sim
(para todas as perguntas) (para qualquer uma das
perguntas)
Utilizar a máscara cirúrgica
durante todo o tempo Orientar quanto ao uso da máscara
dentro da instituição e cirúrgica e procurar atendimento
realizar higiene das mãos. médico se sintomas.
Dentro dos quartos associar
o uso do avental em casos Proibida a permanência do
suspeitos ou confirmados acompanhante
por COVID-19.
Orientações pós alta
Orientações de alta para isolamento domiciliar de
ATUALIZADO pacientes confirmados
• Permanecer em isolamento domiciliar voluntário (em casa) durante o mínimo de 10 dias (a partir da data do inicio
dos sintomas ou do resultado do exame caso assintomático); em casos mais graves ou imunodeprimidos, 20 dias;
consultar o Infectologista.
• Mantenha distância dos demais familiares, permanecendo em ambiente privativo;
• Mantenha o ambiente da casa com ventilação natural;
• Utilizar a máscara cirúrgica descartável ou de pano durante este período enquanto estiver sintomático respiratório
na presença de outras pessoas, as quais devem ser trocadas quando estiverem úmidas;
• Não frequentar a escola, local de trabalho ou locais públicos e só sair de casa em situações de emergência durante
o isolamento utilizando máscara cirúrgica ou de pano;
• Cobrir o nariz e a boca com lenço descartável ao tossir ou espirrar;
• Higienizar as mãos frequentemente friccionando com água e sabonete ou álcool em gel 70%;
• Evitar tocar boca, olhos e nariz sem higienizar as mãos;
• Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.
• Dar preferência pela máscara cirúrgica (troca a cada 6 horas ou antes se úmida ou suja), caso indisponível utilizar
máscara de pano com dupla ou tripla camada (troca a cada 3 horas ou antes se úmida ou suja).

Para suspensão do isolamento respiratório domiciliar o paciente deve apresentar ao


menos 24h de resolução dos sintomas, sem a utilização de antitérmicos
Orientações de alta para isolamento domiciliar de
pacientes confirmados – cuidados gerais no domicílio
• Talheres, pratos e copos devem ser limpos com água e sabão ou detergente comum
após o uso e podem ser reutilizados.
• Limpar e desinfetar as superfícies frequentemente tocadas, como mesa de
cabeceira, cama e outros móveis do quarto do paciente diariamente com
desinfetante doméstico comum.
• Limpar e desinfetar as superfícies do banheiro pelo menos uma vez ao dia com
desinfetante doméstico comum.
• Roupas limpas e sujas, roupas de cama, toalhas de banho e de mão do paciente
devem ser lavadas com água e sabão comum. Não sacudir a roupa suja.
• Lixo: máscaras e outros resíduos gerados pelo paciente durante o seu cuidado
devem ser colocadas em lixeira com tampa com saco de lixo no quarto da pessoa
doente antes do descarte com outros resíduos domésticos. Após retirar o lixo,
higienize as mãos imediatamente após.
• Após critério de cura, o paciente deverá seguir com as medidas de prevenção
recomendadas pelos órgãos governamentais (uso de máscara, higienização das
mãos) já que a imunidade não é permanente e casos de recontaminação já foram
publicados.
ATUALIZADO
Orientações para comunicantes e viajantes
população em geral

• Indivíduos que podem ter sido expostos a casos suspeitos


ou confirmados (incluindo cuidadores e contato domiciliar,
ou do trabalho) devem ser aconselhados a monitorar a sua
saúde por 14 dias, a partir do último dia do contato.

• Indivíduos provenientes de viagens internacionais ou


nacionais devem monitorar sua saúde por 14 dias.
Situações especiais
Doação de sangue
Nota Técnica ANVISA Nº13/2020

• Candidatos que tiveram contato nos últimos 30 dias com pessoas que apresentaram
infecção confirmada pelo COVID-19 ou casos suspeitos dessa doença são
considerados inaptos por 14 dias, após o último contato com essas pessoas.
• Candidatos que apresentaram infecção pelo COVID-19 são considerados inaptos por
um período de 30 dias, após recuperação clínica completa (assintomáticos).

Doação de plasma de convalescente

• Pacientes devem estar assintomáticos por 14 dias e passam por triagem antes
da doação.
Óbito
Óbitos por COVID-19
• Realizar a notificação todos os óbitos de COVID-
19 no sistema Sinapse – Outros eventos.
Óbitos por COVID-19
Orientação: Óbitos durante Pandemia COVID-19

O Departamento de Práticas Médicas do Hospital Albert Einstein, vem por meio desta, atualizar as orientações quanto
a preenchimento de Declaração de Óbito, durante a Pandemia COVID-19, baseado nas premissas da Secretaria de
Estado de Saúde, do Governo de São Paulo.

SITUAÇÃO 1: Óbito confirmado Casos confirmados devem seguir a Declaração de Óbito (DO),
COVID (+) B34.2 preenchida como bem definido, seguindo as Orientações do
Preenchimento da DO .

Casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave sem


diagnóstico etiológico e casos suspeitos de COVID-19 com
SITUAÇÃO 2: Óbito com suspeita investigação em andamento devem colher swab
de COVID-19 (em investigação, nasal/orofaríngeo post-mortem (até 24h após o óbito) caso
mas ainda não confirmado) não tenha material colhido em vida e preencher a Declaração
de Óbito como “MORTE A ESCLARECER – aguarda exames”.

A. Se as informações disponíveis no prontuário e as


informações fornecidas por familiares possibilitarem a
identificação da causa de óbito (ainda que em quadro
SITUAÇÃO 3: Demais Casos sindrômico), o médico deverá preencher a DO com estas
informações.

B. Em situações que as informações do item A não


permitirem, minimamente, a definição de uma causa, a DO
deve ser preenchida como “Morte Indeterminada – aplicada
autópsia verbal”. Aplica-se o questionário de autópsia verbal
que deverá ser impresso e preenchido manualmente.
Orientação: Óbitos durante Pandemia COVID-19

Modelo da Secretaria do
Estado de Saúde para
preenchimento do Atestado
de Óbito, com CIDs referência
para COVID e Doença
Respiratória Aguda

Não realizar necropsias em morte natural ou encaminhar para o SVO


Sem diagnóstico com coleta de PCR para COVID-19

Corpo deve ser


encaminhado pois a
secretaria de saúde,
checará o resultado.
Sem diagnóstico e sem coleta de PCR para COVID-19
Autopsia verbal
Anexar a declaração de óbito
Quando for insuficiência respiratória a esclarecer e não
coletou o COVID

www.saude.sp.gov.br/coordenadoria-de-controle-de-doencas/homepage/noticias/orientacoes-para-emissao-de-
declaracao-de-obito-frente-a-pandemia-de-covid-19
Orientação: Óbitos durante Pandemia COVID-19

Para mais dúvidas,


acessar o site da
Secretaria de Saúde do
estado de São Paulo
http://www.saude.sp.
gov.br/coordenadoria-
de-controle-de-
doencas/homepage/n
oticias/orientacoes-
para-emissao-de-
declaracao-de-obito-
frente-a-pandemia-
de-covid-19
Manejo Óbito
• Não há necessidade de esperar o resultado do PCR COVID para fazer a
declaração de óbito, se o resultado sair antes do encaminhamento da
declaração de óbito, corrigir o atestado.
• Sempre colher PCR para COVID-19 mesmo no cadáver (se suspeita).
• Óbito: unidade ou pronto atendimento, equipe assistencial seguirá com o
preparo do corpo conforme documentação Preparo do Corpo Pós-Morte
(PR.ASS.ENFE. 1559.12).

• Religião judaica: podem ser tamponados com algodão, descartar todos


os dispositivos e cateteres seguindo a nossa política de descarte de
resíduos, manter apenas lençóis com sangue (se houver) dentro do saco
junto ao corpo. Verificar fluxo.
• Acionar hospitalidade - colaborador seguirá para o quarto do paciente
para fornecer as orientações.
Óbito
Atenção em relação às PRECAUÇÕES e EPI´s
A entrada no leito de um paciente, mesmo após o óbito, em precaução
aérea exige a paramentação específica, pois partículas ainda podem estar
presentes no ambiente. Restringir, a quantidade de profissionais que
acessarão o leito.

Se os familiares saírem do quarto para conversar com


concierge:
• Familiar com máscara cirúrgica
• Concierge utilizando máscara cirúrgica
Fluxo de direcionamento do corpo ao Morgue em caso
de pacientes suspeitos ou confirmados COVID-19

Profissional da hospitalidade / morgue:


• Utilizar como EPI’s no acesso ao leito – máscara N95, óculos de proteção,
avental e luva de procedimento.
• Seguir as recomendações de paramentação e retirada de paramentação
para quartos com ou sem antecâmara – conforme orientações do SCIH.
Fluxo de direcionamento do corpo ao Morgue em caso
de pacientes suspeitos ou confirmados COVID-19

• Profissionais do Transporte: Utilizar como EPI’s no acesso ao leito –


máscara N95, óculos de proteção, avental e luva de procedimento.
Realizar a limpeza e desinfecção da maca do transporte.
• Conforme orientação da ANVISA devemos acondicionar o corpo do
paciente após o tamponamento em pano seguido de saco de óbito com
zíper.
• Realizar a desinfecção do saco externo com álcool 70% ou detergente
desinfetante.

• Identificação dos avisos de óbito (1ª via no corpo do paciente, 2ª via no


saco externo, 3ª via no prontuário). Tag “COVID-19 agente biológico classe
de risco 3” na parte externa.
Fluxo de direcionamento do corpo ao Morgue em caso
de pacientes suspeitos ou confirmados COVID-19

• Se a equipe do morgue e transporte auxiliarem a colocação do


corpo no saco de óbito, colocação dos avisos e/ou movimentação
para a maca do velório, antes do direcionamento da maca ao
morgue, deverão trocar a paramentação (não podem circular pelo
hospital com avental e luvas utilizados nesse processo).
• Seguirão o fluxo de retirada de luva de procedimento (higiene das
mãos), retirada de avental (higiene das mãos), colocação de novo
avental e luva (limpos) para a condução do corpo até o morgue.
• Ao chegar no local do morgue, manter o corpo por até 4 horas fora
da câmara fria sobre a maca, aguardando o serviço funerário. Se a
estimativa do serviço for superior a este prazo, o corpo (envolto no
saco) deverá ser acomodado na câmara fria.
Fluxo de direcionamento do corpo ao Morgue em caso
de pacientes suspeitos ou confirmados COVID-19

• Caixão lacrado para o serviço funerário.


• Para a manipulação no morgue (considerando a não abertura
– em hipótese alguma do saco) utilizar os EPI´s: óculos de
proteção, máscara cirúrgica, avental e luva de procedimento.
• Velório com a quantidade máxima de 10 pessoas.
Fluxo de visitas pré-óbito

Nos casos de visitas de religiosos, enfermagem realiza a orientação da


paramentação e desparamentação, assim como orienta a higiene de materiais.
Colaboradores
Orientação colaboradores
ATENÇÃO:
Profissionais de saúde imunossuprimidos ou gestantes não deverão ser
designados para o atendimento de pacientes com suspeita de Coronavírus
(COVID-19).

Casos de recontaminação pelo SARS-CoV-2 estão sendo relatadas na


literatura*. Colaborador previamente positivo (sintomático, assintomático)
por qualquer metodologia diagnóstica (RT-PCR ou sorologia) deverá manter
as recomendações institucionais de uso de EPI´s, higienização das mãos e
recomendações governamentais de uso de máscaras cirúrgicas em locais
públicos.
* https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/your-health/reinfection.htm

ATUALIZADO
Fluxo Retorno ao Trabalho

• 1ª Definição:
• Fluxo distinto para Imunossuprimidos e pacientes com
internação por COVID-19 no período da infecção

• 2ª Definição:
• Avaliação de sintomas via questionário padronizado App
COVIDA (incluindo apoio para sinais de alerta)

• 3ª Definição:
• Mudança do fluxo válido para novos infectados
Definição de Imunossuprimido
• Avaliação realizada no 1º contato com paciente COVID + via
Central de Monitoramento
• Perguntas:
1. Em tratamento de neoplasia hematológica ou quimioterapia recente
no último mês?
2. É portador de HIV ?
3. Fez transplante de medula óssea ou algum transplante de órgão
solido?
4. Usa corticoide cronicamente ou esta usando há mais de 14 dias
seguidos? (considerar positivo se: prednisona >20 mg/dia ou hidrocortisona >80 mg/dia,
metilprednisolona >16 mg/dia ou dexametasona >3 mg/dia)
5. Faz uso de outras drogas imunobiológicas ou inibidores de citocina?
6. Portador de insuficiência renal dialítica?
7. Portador de alguma das seguintes doenças: Lúpus eritematoso
sistêmico, esclerodermia, doença mista do tecido conjuntivo, artrite
reumatoide, dermatopolimiosite, Doença de Behçet, vasculite?
Fluxograma Colaborador Imunocompetentes com PCR COVID-19 positivo
Fluxograma Colaborador com PCR COVID-19 Imunossuprimido ou
Internação no período

Início

Acompanhamento Recebe dois pedidos Realiza o primeiro


Colaborador Resultado PCR Não realiza o
através da equipe para coleta de PCR exame Positivo
detectado (D15) segundo teste
de Monitoramento (D15 e D16) (D15)

Negativo

Recebe via e-mail dois


Realiza o segundo novos pedidos para coleta
exame de PCR
(D16) (7 dias e 8 dias após o
último resultado positivo)
Positivo

Resultado PCR Consulta com a


(D16) Saúde do Trabalho

Negativo

Acompanhamento com
Seguimento
as Clínicas Einstein até
Pós COVID-19 com Retorno ao trabalho
dois resultados negativos
as Clínicas Einstein
consecutivos
Fim Novos pedidos de PCR
serão enviados pelas
Clínicas Einstein
Ensino
Orientações e Recomendações para Alunos das
Unidades de Ensino e Pesquisa
• Distanciamento mínimo de 1,0 metro entre as mesas e cadeiras nas salas de aula.
• Utilização de máscaras de pano para todos os alunos, exceto na Unidade Morumbi
onde é obrigatório o uso de máscara cirúrgica. Se o aluno estiver sem máscara, a
unidade deve oferecer a máscara cirúrgica (Permanência de no máximo 6h)
• Aferição de temperatura para todos os transeuntes, nas entradas de todas as
unidades.
• Cobrir o nariz e a boca com lenço descartável ao tossir ou espirrar;
• Higienizar as mãos frequentemente friccionando com água e sabonete ou álcool em
gel 70%;
• Evitar tocar boca, olhos e nariz sem higienizar as mãos;
• Não compartilhar alimentos, copos e objetos de uso pessoal.

ATENÇÃO:
Para todos os alunos que frequentarem eventualmente Unidades Hospitalares
ou Ambulatoriais, devem obrigatoriamente utilizar máscara cirúrgica.
Orientações e Recomendações para Alunos das
Unidades de Ensino e Pesquisa

Retorno de aluno
(Síndrome Gripal, Suspeita de COVID-19)

• Aguardar 10 dias do início dos sintomas,


assintomático há 24 horas do retorno (afebril, sem
uso de antitérmico e melhora do quadro
respiratório).
Orientações e Recomendações para os Profissionais
das Unidades de Ensino e Pesquisa

• Distanciamento mínimo de 1,0 metro entre as mesas e cadeiras nas


estações de trabalho, locais de refeições e descanso.
• Uso de máscara cirúrgica para todos os profissionais (professores e outros
colaboradores) das Unidades de Ensino (Paulista, Faria Lima, Morato, etc.)
• Realizar limpeza/desinfecção das bancadas, telefones e computadores no
inicio do expediente; utilizar produto detergente desinfetante pronto uso.
• Manter álcool gel para a higiene das mãos entre as estações de trabalho
(código do álcool gel para higiene das mãos: 107617).
• Higienizar as mãos frequentemente friccionando com água e sabonete ou
álcool em gel 70%;
• Evitar tocar boca, olhos e nariz sem higienizar as mãos;
• Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.
Diretrizes gerais de ambientes
para controle e prevenção da
COVID-19
Produtos Disponíveis
Produto Categoria Código

Álcool 70% Desinfetante 301638

Detergente
Optigerm desinfetante 209214
pronto uso

Panos descartáveis ----------- 300953

Detergente
Oxivir - lenços desinfetante 211196
pronto uso

Detergente
Peroxy 4D - lenços desinfetante 311230
pronto uso
Cuidados de Utilização
Produtos detergente desinfetante pronto uso em borrifador

- Higienizar as mãos e calçar luva na mão


que terá contato com o produto.
- Aplicar o produto sobre o pano
descartável, deixando-o bem umedecido.
- Nunca aplicar o produto diretamente em
equipamentos ou superfícies.
- Passar o pano umedecido sobre as
superfícies realizando fricção vigorosa.
Passar o pano em sentido único,
trocando as faces do pano.
- Deixar secar. Não enxaguar.
- Retirar a luva e higienizar as mãos.
Cuidados de Utilização
Produtos detergente desinfetante pronto uso em borrifador
Cuidados de Utilização
Produtos detergente desinfetante - lenços

- Higienizar as mãos e calçar luva


na mão que terá contato com o
produto.
- Passar o lenço umedecido sobre
as superfícies realizando fricção
vigorosa. Passar o lenço em
sentido único, trocando as faces
do lenço.
- Deixar secar. Não enxaguar.
- Retirar a luva e higienizar as
mãos.
Posto de Enfermagem

• Manter limpo e organizado;


• Realizar limpeza/desinfecção
das bancadas, telefones e
computadores uma vez por
plantão;
• Utilizar produto detergente
desinfetante pronto uso.
Copas ou Mocós
• Respeitar a distância de 2
metros entre os profissionais;
• Não frequentar o local com
partes dos EPIs (ex. gorro,
óculos ou máscaras no
pescoço);
• Realizar refeições rápidas e não
compartilhe alimentos ou
objetos como copos e talheres;
• Realizar a desinfecção das
superfícies antes e após sua
refeição;
• Utilizar álcool 70% e panos
descartáveis.
Boas práticas nos refeitórios

• Mantenha o distanciamento indicado pelas demarcações no


chão;
• Nunca manusear o celular durante todo o tempo de
permanência no refeitório;
• Higienizar as mãos antes de pegar a bandeja;
• Manter a máscara facial até a finalizar a montagem do prato e
retirada da bebida;
• Higienizar as mãos, retirar a máscara cirúrgica, descartá-la na
lixeira e higienizar novamente as mãos;
• Não toque nas divisórias de acrílico das mesas;
• Ao terminar a refeição, higienize as mãos e coloque uma nova
máscara.
Recepções e Guichês Administrativos
• Oferecer a máscara cirúrgica para todos os que estiverem com máscara de pano
ou máscara N95 com válvula expiratória;
• Disponibilizar pump de álcool em todos os guichês;
• Solicitar que o paciente higienize as mãos antes e depois de utilizar a máquina de
cartão;
• Limpeza da estação de trabalho pelo profissional administrativo (computador,
bancada, telefone, máquina de cartão, etc.) ao final do expediente ou quando
deixar o posto de trabalho para refeições/descanso.
• Utilizar produto detergente desinfetante pronto uso.
Salas Administrativas
• Manter o ambiente limpo e organizado;
• Manter álcool gel para a higiene das mãos entre as estações de
trabalho (código do álcool gel para higiene das mãos: 107617),
• Realizar limpeza/desinfecção das bancadas, telefones e
computadores no início do expediente;
• Utilizar produto detergente desinfetante pronto uso.
Ambientação de áreas comuns
• Reposicionar cadeiras e poltronas (distanciamento mínimo
de 1 metro);
• Cadeiras e poltronas com tecido de material impermeável,
de fácil limpeza;
• Filas e elevadores – marcações de no mínimo 1 metro de
distanciamento no chão;
• Aumentar a frequência de limpeza do ambiente pela
equipe de higiene (poltronas, totens de senha, botões de
elevadores, etc), ou seja, superfícies de maior toque;
• Garantir o abastecimento do kit de tosse com etiqueta
(máscara, álcool e papel toalha);
• Garantir a disponibilização das máscaras cirúrgicas no
totem de senhas.
Manobristas e pagamentos

• Realizar o procedimento testemunhado de


higienização das mãos antes da manobra do veículo;
• Solicitar que o paciente/cliente higienize as mãos antes
e após tocar no aparelho de cartão de crédito;
• Limpeza da estação de trabalho pelo profissional
administrativo (computador, bancada, telefone e
máquina de cartão) com produto detergente
desinfetante pronto uso no final do expediente ou
quando deixar o posto de trabalho para
refeições/descanso.
Aonde encontro atualização sobre o tema?

Divulguem para suas equipes!!!


O Manejo é atualizado frequentemente, fique atento.
Divulguem para suas equipes!!!
O Manejo é atualizado frequentemente, fique atento.