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INTELIGÊNCIA EMOCIONAL E TEMAS RELACIONADOS À GESTÃO DE

CONFLITOS E DE PESSOAS DENTRO DA ORGANIZAÇÃO

IDEALIZADORA:
ERIKA BORGES

SALVADOR
2014

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GESTÃO DO COMPORTAMENTO

O comportamento organizacional é o ramo que investiga o impacto que indivíduos, grupos e a estrutura têm sobre o
comportamento dentro das organizações com o propósito de utilizar este conhecimento para melhorar a eficácia
organizacional. Seguindo do entendimento de que os executivos realizam trabalhos por meio do trabalho de outras
pessoas. O foco será: definir comportamento organizacional, descrever o que fazem os executivos, Explicar a
importância do estudo sistemático do comportamento organizacional, listar as principais oportunidades e desafios no
uso dos conceitos do comportamento organizacional, identificar as contribuições das principais disciplinas das
ciências do comportamento ao estudo do comportamento organizacional, explicar por que os executivos precisam de
conhecimentos sobre comportamento organizacional.

Estuda três determinantes do comportamento nas organizações: indivíduos, grupos e estrutura. O comportamento
organizacional aplica o conhecimento obtido sobre as pessoas, os grupos e o efeito da estrutura sobre o
comportamento, para fazer com que as organizações trabalhem mais eficazmente.

A qualidade do trabalho e o apoio recebido no ambiente de trabalho são muito mais importantes. As habilidades
técnicas são necessárias, mas insuficientes para o sucesso das atividades de gestão. Os executivos não podem
depender apenas de suas habilidades técnicas. Eles precisam também de habilidades interpessoais.

Uma organização precisa ter políticas explícitas ou implícitas que orientarão a tomada de decisão. As organizações
não se conduzem por si mesmas, daí a necessidade de um pensamento comum que norteie o gestor ao planejar,
organizar, dirigir e controlar o trabalho realizado pelas pessoas, de modo a garantir que os objetivos sejam
alcançados.

Existe um pano de fundo comum às diversas abordagens sobre funções, papéis, habilidades e atividades de
administração: todas elas reconhecem a suprema importância da gestão de pessoas.

As organizações existem para atingir objetivos, o executivo defini objetivos e as possíveis formas de alcançá-los. A
função de planejamento engloba a definição das metas da organização, o estabelecimento de uma estratégia geral
para o alcance dessas metas e o desenvolvimento de um conjunto abrangente de planos para integrar e coordenar as
atividades. Os executivos também são responsáveis pela elaboração da estrutura da empresa.

Todas as organizações englobam pessoas, e é parte do trabalho do executivo dirigir e coordenar essas pessoas. Essa é
a função da liderança. Quando os executivos motivam os funcionários, dirigem as atividades dos outros, escolhem os
canais mais eficientes de comunicação ou resolvem conflitos entre as pessoas, eles estão exercendo sua liderança.
(ROBBINS, 2005, p. 2)

O estudo do comportamento organizacional oferece desafios e oportunidades para os líderes e seus liderados. Ele
aponta para diferenças e ajuda os executivos a perceber o valor da diversidade da mão-de-obra e quais as práticas
que precisam ser modificadas quando se opera em diferentes países. Este estudo pode melhorar a qualidade e a
produtividade dos funcionários, mostrando aos executivos como dar autonomia ao seu pessoal e como elaborar e
implementar programas de mudanças, melhorar o atendimento ao cliente e ajudar os funcionários a equilibrar vida
pessoal e profissional.

Ferramentas que ajudam a análise e monitoramento dos comportamentos organizacionais:


 Pesquisas internas, tais como pesquisa de clima, pesquisa sobre o diagnóstico organizacional, pesquisa sobre
motivação das pessoas, bem como avaliação de desempenho e demais formas de pesquisar, compreender,
analisar e avaliar as pessoas dentro da organização.
 O papel do líder neste contexto: o gestor líder é capaz de analisar os comportamentos, os pontos fortes e fracos
de cada liderado, maximizando os pontos forte, proporcionando-lhes desenvolvimento e novos desafios, bem
como minimizar ou eliminar os pontos fracos de sua equipe.
 A empresa oferecer programas de desenvolvimento das pessoas, estabelecer uma cultura e ambiente pautado na
ética e, portanto, nos comportamentos assertivos, utilizando-se de normas, estratégias, tais como ferramentas
da comunicação e motivação que forneçam maior satisfação no trabalho capaz de trazer um comportamento
voltado para uma gestão baseada na competência e nos resultados.
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O Endomarketing colabora muito para transformar e educar as pessoas para novos comportamentos, no caso, mais
éticos, assertivos e produtivos. Portanto, a implantação desta ferramenta trabalha, modela, modifica, agrega valor ao
comportamento organizacional.

A seguir fatores importantes para o desenvolvimento do profissional na busca de agregar valor ao comportamento e
seu desempenho dentro de uma empresa.

COMPETÊNCIA

Competência é uma palavra de senso comum, utilizada para designar uma pessoa capaz de realizar alguma coisa. O
antônimo disso, ou seja, incompetência, implica não só na negação dessa capacidade como também na depreciação
do indivíduo diante do circuito do seu trabalho ou do convívio social. 
Para ser contratado em uma empresa ou para a sua manutenção de emprego não basta ter diplomas e mais diplomas
se não existir competência. Por exemplo, um profissional que se formou em direito, até mesmo na melhor
universidade, mas que não sabe preparar uma peça processual não terá valor competitivo quer como profissional
empregado, quer como prestador de serviços. 
Diplomas servirão para dar referencial ao profissional ou até mesmo para enfeitar a parede da sua sala, mas a
competência é o fator chave que atrelada à diplomação lhe dará subsídios profissionais para ser bem sucedido. Por
isso podemos afirmar categoricamente que a competência não é composta pelo diploma por si só, apesar de que ele
contribui para a composição da competência. 

ESPÍRITO EMPREENDEDOR

Os dias do funcionário que se comporta como funcionário pode estar com os dias contados. A visão tradicionalista de
empregador e empregado, chefe e subordinado estão caminhando para o desuso.
 As empresas com visão moderna estão encarando seus funcionários como colaboradores ou parceiros e
implementando a visão empreendedora. Isso significa que os empresários perceberam que dar aos funcionários a
possibilidade de ganhar mais do que simplesmente o salário mensal fixo, tem sido um bom negócio, pois faz com que
o profissional dê maiores contribuições à organização, garantindo assim o comprometimento da equipe na busca de
resultados positivos.
 

EQUILÍBRIO EMOCIONAL

É o preparo psicológico para superar adequadamente as adversidades que surgirão na empresa e fora dela.  
Um profissional de sucesso deve possuir o equilíbrio emocional, pois não importa quais problemas tenhamos de
caráter pessoal, nossos colegas de trabalho, subordinados, diretores e gerentes, enfim, as pessoas como um todo não
tem culpa deles e não podemos descarregar esses problemas neles.
Quando falamos em equilíbrio, emocional, é importante avaliar também as situações adversas pelas quais todos os
profissionais passam. É justamente aí que surge o momento da verdade que o profissional mostrará se tem o
equilíbrio emocional. 

MARKETING PESSOAL

O marketing pessoal pode ser definido como o conjunto de fatores e atitudes que transmitem uma imagem da
pessoa. Os fatores a que me refiro incluem vestimenta como um todo, os modos pessoais, o modo de falar e a
postura do profissional diante dos demais. 
Referindo-se à vestimenta, cabe salientar que o profissional deve vestir-se adequadamente ao ambiente em que está
inserido. Se a sua empresa adota um padrão formal, obviamente a sua vestimenta deve estar em conformidade com
ela e o mesmo se refere a uma entrevista de emprego. Da mesma forma, seria um contra-senso usar terno e gravata
para trabalhar em uma linha de produção. Portanto, a regra básica é vestir-se em conformidade com o ambiente de
trabalho. 

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COMPORTAMENTOS QUE O PROFISSIONAL DEVE EVITAR: 

Vou destacar alguns dos defeitos que além de prejudicar a ambientalização dentro da empresa, caracterizam tais
pessoas como maus profissionais:

• Aquele que fala demais 


Já viu aqueles profissionais que são os primeiros a propagar as notícias ou as “fofocas” dentro da empresa? Costumo
chamar tais profissionais de locutores da “rádio peão”. Recebem uma informação, sequer sabem se são confiáveis,
mas passam adiante e o que é pior, incluindo informações que sequer existiam inicialmente, alterando totalmente a
informação recebida. Cuidado para não ser um destes. 
• Aquele que fala mal dos outros 
São aqueles profissionais, se é que existe algum profissionalismo nisso, que insistem em falar sobre seus colegas de
trabalho, longe destes é claro, aquilo que com certeza não seriam capazes de falar na frente deles. Por isso, a regra é:
Se você não tem coragem de falar algo na frente do seu colega, nunca fale pelas suas costas. 
• Aquele que vive mal-humorado 
Esses são, sem dúvida, uns dos mais evitados pelos outros colaboradores. Existe algo pior do que conviver com quem
vive reclamando da vida ou que vive de mau humor? Pessoas de “mal com a vida”, repelem as outras pessoas de
perto delas. Ninguém tem a obrigação de estar sorrindo todos os dias, mas isso não significa que temos o direito de
estar sempre de mau humor. A propósito, como está seu humor hoje? 
• Aquele que não tem higiene pessoal 
Somente o próprio profissional é capaz de conseguir conviver com ele mesmo. Isso porque o corpo dele está
condicionado a suportar isso. Conheço pessoas, que tem um odor tão acentuado (falando de forma educada), que
não consigo permanecer mais do que cinco minutos conversando com elas. Um bom banho faria bem não só a ele,
mas como todos a sua volta. 
• Aquele que não respeita os demais 
O respeito aos outros é fundamental para o convívio em grupo. Já presenciei casos extremos de falta de respeito, pois
existem profissionais que não sabem respeitar seus colegas. Infelizmente, parte dessas pessoas estão em cargos de
direção. Tive um chefe no meu primeiro emprego que tinha uma campainha para chamar as pessoas. Quando ele
tocava uma vez, secretária atendia, quando ele tocava duas vezes, era eu, o office-boy. Bem, além de ser uma falta de
respeito usar uma campainha para chamar “seres humanos” muitas vezes fui chamado lá e ele nem sabia porque
tinha me chamado. A maior lição que tirei disso é que eu não devia nunca mais ter chefe. Por isso me tornei
empreendedor. 
• Aquele que é egoísta 
O egoísmo é algo difundido nas empresas até mesmo porque a competitividade interna é muito grande. Pensar
somente em si mesmo o tempo todo não é a melhor alternativa para o profissional. Por isso cuidado, pois um dia a
vítima pode ser o próprio egoísta. 
• Aquele que brinca demais 
Brincar é bom, desde que as brincadeiras sejam saudáveis, num clima de respeito e equilíbrio. Aqueles que brincam a
todo o momento são pessoas extremamente inconvenientes e irritam quem está a sua volta. Isso tira a credibilidade
do profissional e pode lhe trazer problemas com a ambientalização. 
• Aqueles que são inflexíveis 
Já observou aqueles profissionais que são os únicos que se acham certos? Pois bem, isso é um grande problema para
a convivência em grupo. É importante que todos nós tenhamos em mente que não estamos certos o tempo todo e
nem tampouco precisamos fazer valer perante os outros as nossas próprias ideias a todo o momento. 

As qualificações, os comportamentos e atitudes dos bons profissionais são muitas e estão em constante mudança.
Mas com certeza aqueles que procuram o auto – aprimoramento estarão mais bem preparados para tornarem-se
excelentes profissionais. 

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A PERSONALIDADE COMO FATOR DE INFLUÊNCIA DENTRO DO AMBIENTE COORPORATIVO

Na atualidade os gestores devem conhecer a estrutura psicológica dos seus liderados para saberem como agem,
comportam-se e pensam, entretanto, antes de tudo é preciso analisar a personalidade do indivíduo organizacional,
apesar de que existem outros itens importantes para a análise desta temática, tais como: valores, inteligência
emocional, entre outros, mas até mesmo estas características irão aparecer com menor ou maior proporção através
da análise da personalidade, um traço de importante análise para o estudo do comportamento coorporativo.

Conforme Soto (2008), a personalidade vem do latim persona que significa máscara do ator. Interpretando este
conceito pode-se dizer que personalidade são características intrínsecas do indivíduo que sobressaem e
transparecem pela fisionomia e demais fatores que compõe o físico do indivíduo (rosto, olhos, gestos, expressões,
etc.) movido pelas atitudes, ações e o seu comportamento, principalmente dentro do ambiente organizacional.

Personalidade é a soma das formas como uma pessoa reage e interage com os demais, é o chamado “somos como
somos” e sua composição e estrutura envolve temperamento (característica expressa através da emoção), fatores
físicos, emotivos, genéticos (por que não?), motivacionais afetados pelo interno (nosso ser e sua percepção daquilo
que o cerca) e pelo externo (ambiente, família, colegas, profissão, mundo coorporativo, relações de poder,cultura,
entre outros)

Vejamos a seguir tabelas e figuras que mostram os tipos de personalidade (os principais) dos indivíduos, algo
relevante no estudo do comportamento das pessoas dentro da organização:

Figura 1: Tipos de Personalidade


Fonte: EYSENK apud SOTO, 2008,p.42

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As figuras acima mostram os tipos de personalidade, sendo que a segunda tabela mostra os principais fatores que
compõe uma personalidade assertiva do qual o indivíduo constrói características voltadas para se promover de forma
equilibrada e estável nos ambientes que se envolve, inclusive o empresarial.

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Já a tabela acima mostra o que os especialistas no assunto chamam de principais tipos de personalidade. Sabe-se que
existem outros tipos de personalidade tais como destrutivos, maquiavélicos, temperamentais, entre outros com
traços de personalidade que interferem de forma negativa em suas relações e, consequentemente, em seu ambiente
de trabalho, portanto, é preciso analisar suas características, eliminando as que interferem negativamente e
prejudicam as relações no trabalho e os resultados profissionais e empresariais.
É valido ressaltar que cada tipo relata possíveis características que não devem ser estereotipadas nem rotuladas, pois
o individuo agrega a sua personalidade marcante outras características que, junto com vivências e influências
externas compõe uma personalidade peculiar e singular aquela pessoa.

Através das tabelas e figuras apresentadas percebem-se os principais tipos e características da personalidade, sendo
que seja ele líder ou liderado ratifica-se a importância da auto-análise do seu comportamento e atitudes e ações que
ressaltam a sua personalidade. O indivíduo organizacional deve fazer esta análise para aprimorar-se como pessoa,
desenvolver habilidades e competências que ressaltarão seus pontos positivos e a adaptarem as necessidades de sua
profissão e empresa do qual está inserido.

O colocar-se no lugar do outro, analisar situações, ouvir e aprender com os outros, dando e recebendo feedbacks
construtivos, possuir visão estratégica e sistêmica na busca de analisar um todo e suas partes como forma de moldar
suas ações e atitudes frente à adversidade, agregará valor a sua pessoa bem como a sua personalidade e, apesar de
ter colocado inicialmente a frase “somos o que somos”, para garantir a nossa sobrevivência e adaptar-se as mudanças
e situações imprevisíveis temos que ter a capacidade de mudar determinados aspectos da personalidade,
maximizando pontos fortes e eliminando os pontos fracos.

O que digo anteriormente não é mudar a sua essência, mas melhorá-la, maximizar virtudes e eliminar vícios,
submetê-la a evolução e adaptação a tempos difíceis, estressantes, globalizados, colocando-a a seu favor e não sendo
um empecilho ao seu próprio desenvolvimento em todos os sentidos (espiritual, profissional, pessoal e/ou
acadêmico)

Moldar a personalidade ao seu favor como base para seu crescimento, inclusive coorporativo não é fácil, pois requer
percepção, auto-estima, análise constante e reflexão sobre o comportamento, inteligência emocional, enfim, é um
processo gradual e constante de querer ser melhor, de aperfeiçoar-se, de saber quais são os seus limites e onde pode
chegar. É vencer barreiras e criar oportunidades de melhoria contínua para chegar ao topo nas relações interpessoais,
é também driblar a falta de ética, os invejosos por você querer melhorar como pessoa e profissional, tendo uma
personalidade “invejável” e, para finalizar, Thomas Pine diz: “Eu admiro o homem que pode sorrir diante dos
problemas, que pode reunir forças na desgraça e que na reflexão cresce em valentia. É característica das mentes
pequenas encolher-se, mas aquela que é firma em coração, e cuja consciência aprove sua conduta, persevera em
seus princípios até a morte”.

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COMO USAR AS EMOÇÕES A NOSSO FAVOR

Cientistas pesquisaram, pesquisaram e provaram por A+B, que o Q.E. (Quociente Emocional) é o maior responsável
pelos nossos sucessos ou fracassos. O Q.E. (Quociente Emocional) pode ser desenvolvido e estimulado, ao contrário
do Q.I (Quociente de Inteligência). O problema é que sempre mediram nosso Q.I., deixando de lado o aspecto
emocional.

Entenda-se por Inteligência Emocional o uso intencional de suas emoções agindo a seu favor, com isso produzindo
resultados positivos. Segundo o Dr. Hendrie Weisinger nossa inteligência emocional pode ser desenvolvida,
principalmente, por estes três meios:

01. Amplie sua autoconsciência. Procure perceber o modo como você faz suas ponderações e avaliações, sua atuação
em relação aos colegas de trabalho ou atendimento a seus clientes. Basicamente, procure prestar atenção em seus
atos e sentimentos, lembre-se que a percepção que os outros têm de nós é muito diferente de nossa autopercepção,
ou seja, a forma que nos vemos é, completamente, diferente da que forma com que os outros nos vêem. Um
exemplo é a velha história da fita de vídeo ou da fotografia. É incrível a quantidade de pessoas que não se
reconhecem ou que acreditam não serem fotogênicas. Para ampliar a autoconsciência é preciso realizar autocríticas
regularmente, mas de uma maneira ordenada. Escreva no papel as percepções que tem de si mesmo e pergunte a
alguém em que você confie e que admire se a forma como os outros lhe vêem não é muito diferente da forma como
você se vê. É um exercício bastante enriquecedor, vale a pena experimentar, mas esteja aberto a críticas e sugestões.
O feedback é sempre um presente.

02. Controle suas emoções. Procure redirecionar sua energia emocional para buscar resultados positivos em todas as
suas situações de vida. Pratique exercícios como desenvolver diálogos internos mais construtivos, procurar tornar um
hábito ser um bom “solucionador de problemas”. Controle sua excitação, pois o corpo fala e pode demonstrar raiva,
ansiedade, desânimo, desinteresse e uma série de atos que podem prejudicá-lo. Faça do entusiasmo e bom humor
grandes aliados em seus combates diários. Neste ponto vai ficar claro que você pode ser seu melhor amigo, bem
como seu maior inimigo. Saiba que um pensamento é apenas um pensamento, o qual pode ser modificado e que
emoções como ressentimento, excesso de críticas e culpa de forma exagerada são muito prejudiciais a sua carreira.
Lembre-se que a vida é feita por relacionamentos e são suas emoções que os regem. Aprender a controlar e,
principalmente, a gerir suas emoções é um enorme diferencial neste novo mundo competitivo. O verdadeiro poder
está na capacidade de amar a si mesmo, bem como saber distribuir e compartilhar este amor. A vida é relativamente
simples, mas o ser humano é extremamente complexo.

03. Aprenda a se automotivar. Ainda segundo o Dr. Hendrie, temos quatro grandes fontes de automotivação. São
elas:
• Você mesmo com suas crenças e atitudes. Você é exatamente aquilo que pensa que é. A frase “não sou bom o
bastante” não deve fazer parte do seu vocabulário. Todos nós somos dotados de uma capacidade enorme de
aprender, aliás, o aprendizado, o conhecimento é o que nos diferencia dos outros animais. O problema é que
pensamos que sabemos muito e fazemos muito pouco, ou como diz a consultora Inês Cozzo “saber e não fazer, é
ainda não saber.” Mais do que motivação o que existe é automotivação, porque você só faz se você quiser, se houver
comprometimento. Atitudes podem ser mudadas, mas nunca esqueça que são elas que lhe fazem feliz ou infeliz,
realizado ou fracassado, tudo é uma questão de escolha e ninguém pode ou deve escolher por você.

• Pessoas a sua volta. Busque apoio e incentivo em amigos e parentes. Fuja dos pessimistas de plantão, eles estão
bem próximos dizendo o quanto tudo está errado, porém fazem pouco para mudar a situação. Muitos pessimistas se
auto-rotulam de realistas, mas na verdade o novo e o desconhecido os amedrontam. Seja seletivo em relação a suas
amizades, o que não quer dizer, que você deve ser preconceituoso, mas sim que deve procurar ter em sua equipe
pessoas positivas, de alto astral e que iluminem o ambiente. Nos momentos de crise, elas fazem a diferença, são mais
dispostas a enfrentar novos desafios e tendem a ter melhores resultados.

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• Mentor emocional. Tenha uma figura-modelo real ou fictício, alguém que realmente lhe inspire. Afinal, todos temos
momentos de desânimo, apatia, aquela sensação de que nada vai dar certo. Pense em alguém que você admira, seja
um ente querido, um grande atleta ou empresário. Você acha que foi fácil para ele? Não. Houve crises, fracassos,
derrotas. A diferença: eles souberam levantar, compreenderam que a adversidade faz parte da vida e não pode ser
evitada, mas sim compreendida. Use esses exemplos de vida como parâmetros, se eles conseguiram, por que você
não pode conseguir também?

• Ambiente e instalações. Transforme o seu local de trabalho em algo alegre e agradável. Fatores como o ar,
iluminação, cores e decoração fazem parte dos “detalhes” que nos levam ao sucesso. No seu local de trabalho evite
cores escuras, use cores alegres, sempre que puder mude o ambiente físico com uma nova decoração, troque os
móveis de lugar, muitas vezes nem é preciso muito investimento para mudar. Nesse aspecto, as mulheres são
campeãs. Pergunto: quantas vezes sua mulher fez você mudar a estante e o sofá da sala somente para mudar um
pouco o ambiente? Elas são eternas insatisfeitas, o que é muito bom, pois é assim que se muda o mundo. Lembre-se:
onde se ganha o pão, o solo é sagrado. Transforme o seu local de trabalho em um refúgio aconchegante, um lugar
agradável, ideal para se buscar inspiração.

A inteligência emocional é algo que pode ser aprendida e aperfeiçoada, pois quando estamos motivados enfrentamos
crises e obstáculos com muito mais coragem e determinação, somos mais criativos e propensos a levar nossas ações
até um bom e feliz fim.

Por Paulo Araujo

COMO DESENVOLVER SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Segundo estudos realizados pelo psicólogo Daniel Goleman, autor do livro "A Inteligência Emocional", (Editora
Campus/Elsevier, 1995), 90% da diferença entre as pessoas que obtém grande sucesso pessoal e profissional, e
aquelas com desempenho apenas mediano, se deve a fatores relacionados a competências comportamentais, mais
do que às habilidades aprendidas na escola.

Segundo Golleman (1995):

• A inteligência emocional é um tipo de inteligência que envolve as emoções voltadas em prol de si mesmo
• A inteligência emocional é simplesmente o uso inteligente das emoções – isto é, fazer intencionalmente com que
suas emoções trabalhem a seu favor, usando-as com uma ajuda para ditar seu comportamento e seu raciocínio
de maneira a aperfeiçoar seus resultados.

• A Inteligência Emocional está relacionada a habilidades tais como motivar a si mesmo e persistir mediante
frustrações; controlar impulsos, canalizando emoções para situações apropriadas; motivar pessoas, ajudando-as
a liberarem seus melhores talentos, e conseguir seu engajamento a objetivos de interesses comuns.

O conjunto destas competências é o que podemos chamar de Inteligência Emocional. Elas têm cinco componentes
principais:

1) Autopercepção - que é a capacidade das pessoas conhecerem a si próprias, em termos de seus comportamentos
frente às situações de sua vida social e profissional, além do relacionamento consigo mesmo. Pode ser chamado
também Auto-Conhecimento Emocional que, em outras palavras, é reconhecer um sentimento enquanto ele ocorre.

2) Autocontrole - ou capacidade de gerir as próprias emoções, seu estado de espírito e seu bom humor. Pode ser
chamado também Controle Emocional - habilidade de lidar com seus próprios sentimentos, adequando-os para a
situação.

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3) Auto-motivação - capacidade de motivar a si mesmo, e realizar as tarefas e ações necessárias para alcançar seus
objetivos, independente das circunstâncias. Dirigir emoções a serviço de um objetivo é essencial para manter-se
caminhando sempre em busca.

4) Empatia - habilidade de comunicação interpessoal de forma espontânea e não verbal, e de harmonizar-se com as
pessoas. Reconhecimento de emoções em outras pessoas.

5) Práticas sociais - capacidade de relacionamento interpessoal e de trabalho em equipe.


Analisando estes fatores comportamentais que compõem a inteligência emocional, percebemos que eles estão
intimamente relacionados ao sucesso e às realizações pessoais.

FATORES CORRELACIONADOS A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Autoconsciência Emocional
. Melhorar o reconhecimento e designação das próprias emoções;
. Aumentar a capacidade de entender as causas dos sentimentos;
. Diferenciar sentimentos e atos.

Controle de Emoções
. Melhorar tolerância à frustração e controle da raiva;
. Evitar ofensas verbais e discussões;
.Aumentar a capacidade de expressar adequadamente os sentimentos;
. Evitar comportamentos agressivos ou autodestrutivos;
. Elevar sentimentos positivos sobre si mesmo, o trabalho e os colegas;
. Diminuir solidão e ansiedade social.

- Canalizar Produtivamente as Emoções


. Elevar a comunicabilidade;
. Elevar a capacidade de se concentrar na tarefa imediata e prestar atenção;
. Diminuir impulsividade, elevar autocontrole;
. Melhor desempenho.

- Empatia
. Elevar a capacidade de adotar a perspectiva do outro;
. Melhorar a sensibilidade em relação aos sentimentos dos outros;
. Melhorar e ouvir os outros.

- Relacionamentos
. Elevar a capacidade de analisar e compreender relacionamentos;
. Melhorar a solução de conflitos e negociação de desacordos;
. Melhorar a solução de problemas em relacionamentos;
. Ser mais assertivo e hábil no comunicar-se;
. Ser mais benquisto, amistoso e envolvido com os colegas;
. Aumentar a preocupação e atenção com os outros;
. Ser mais pró-social e harmonioso em grupo;
. Elevar o compartilhamento, cooperação e ser mais prestativo;
. Ser mais democrático no lidar com os outros.

Em qualquer área da atividade humana, pessoas com estrutura emocional sólida conseguem melhor produtividade e,
por isto, destacam-se entre as demais.

Um esportista que não estiver bem emocionalmente, mesmo sendo um atleta de destaque, dificilmente obterá
vantagem sobre aquele que se apresentar com alto quociente emocional. Também nas empresas ocorre o mesmo, o
profissional instável emocionalmente, tem sua produtividade prejudicada ao desempenhar suas funções.

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Existe um estudo do professor John Kotter, da Universidade de Harvard, apresentado no livro As Novas Regras. Ele
acompanhou um grupo de 115 alunos desta universidade, durante 20 anos, após sua formatura em 1974. Comparou
o desempenho profissional deles ao final do período, com as notas obtidas pelos mesmos, ao concluírem o curso. O
resultado, ao contrario do que se esperava, mostrou que não havia ralação positiva entra as notas obtidas, e o
sucesso pessoal e profissional alcançado pelos participantes. Ou seja, os melhores alunos não foram os que
obtiveram maior sucesso pessoal e profissional.

Baseado nos estudos atuais é possível afirmar que a Inteligência Emocional tem maior impacto na realização pessoal,
profissional e na felicidade de uma pessoa, do que o QI, quociente de inteligência. Por isto é tão importante
aprendermos a desenvolver nosso quociente emocional, ou QE.

No entanto, surge uma questão: é possível desenvolver a Inteligência Emocional? E como fazer para desenvolver esta
habilidade tão importante?

DESENVOLVENDO A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Um programa para desenvolver a inteligência emocional de uma pessoa, precisa cumprir as seguintes etapas:

Relacionar as principais competências comportamentais desta pessoa em relação ao seu contexto, pessoal e
profissional.

Fazer uma avaliação destes comportamentos, comparando o grau atual destas competências, com o grau desejável
naquele contexto.

Executar um treinamento, em relação aos comportamentos pouco desenvolvidos, com ações práticas.
Controlar os resultados até conseguir atingir as metas pretendidas.

Depois de saber quais os pontos fortes e as limitações, a pessoa deve ser orientada a desenvolver as competências
comportamentais que mais estão prejudicando seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Habilidades como empatia, flexibilidade, espírito de liderança, poder de persuasão, motivação, comunicação e
relacionamento interpessoal, entre outras, devem fazer parte do programa de desenvolvimento de sua Inteligência
Emocional.

É preciso que a pessoa faça uma planilha com as competências que precisa desenvolver e aproveite todas as
situações de sua vida pessoal e profissional para praticá-las.

Treinando, treinando, treinando


É como andar de bicicleta, é preciso praticar até tornar estas competências algo natural em sua vida. Se alguém tem
dificuldade de falar em público, e esta competência é fundamental para o desenvolvimento de sua carreira, então
será preciso praticar esta atividade até tornar-se espontânea.
Segundo pesquisas, o cérebro emocional aprende através de experiências repetidas. Portanto, depois de identificar
seus pontos fracos, é preciso centrar forças neles até desenvolvê-los. É necessário enxergar as oportunidades do dia a
dia para praticar suas competências em desenvolvimento

QUEM PRECISA DESENVOLVER A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL


Todas as pessoas se beneficiarão ao desenvolver sua Inteligência Emocional. Estudantes conseguirão melhor
aproveitamento na escola. Jovens terão melhores condições de conseguir seu primeiro emprego, e construí uma
carreira de sucesso desde o início. Profissionais terão melhores oportunidades de crescimento e condições de assumir
cargos de chefia. Chefes terão melhores condições de liderar suas equipes. Enfim, a Inteligência Emocional poderá ser
a diferença entre uma trajetória bem sucedida, com uma vida cheia de realizações, ou uma carreira medíocre.

Por isto, sugerimos a todas as pessoas: profissionais, estudantes, médicos, executivos e empresários, que busquem
identificar seus pontos fortes e pontos fracos em relação à Inteligência Emocional, e desenvolvê-los da melhor forma
possível. Lembre-se que nunca é tarde para o crescimento pessoal.
Autor: Ari Lima

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INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NO TRABALHO

Diante da nova realidade competitiva e do crescente nível de exigência do mercado de trabalho atual, torna-se
inevitável a aplicação da inteligência emocional para a obtenção da satisfação pessoal no trabalho.

A inteligência emocional tem importância fundamental na atividade laborativa, e dela dependem muito o sucesso e a
sobrevivência de uma pessoa no mercado profissional. As emoções quando são adequadamente controladas
permitem uma boa produtividade, um bom relacionamento e bem-estar, e são também capazes de gerar mais
lealdade e compromisso com o trabalho.

A orientação moderna para o sucesso profissional pressupõe que os indivíduos saibam criar condições onde se sintam
seguros, motivados, satisfeitos e confortáveis para enfrentar os desafios requeridos por suas realizações pessoais
frente ao mesmo. A inteligência emocional está relacionada com o uso inteligente das emoções, inclusive nos
aspectos relacionados ao trabalho. Afinal, para efetuá-lo, uma pessoa é envolvida em todos os seus aspectos,
inclusive psicológicos. Dessa maneira, as emoções inevitavelmente interferem na maneira do indivíduo executá-lo,
contribuindo tanto para a satisfação quanto para a insatisfação. São muitas as situações em que a inteligência
emocional pode ser aplicada no trabalho, como desde as resoluções de problemas operacionais, até o atrito de
opiniões diversas durante uma reunião com o líder.

Esta Inteligência aplicada às atividades laborativas é fundamental para a realização pessoal e profissional, uma vez
que a falta da capacidade para lidar com as próprias emoções pode destruir vidas e acabar com carreiras
profissionais. A realização e a satisfação no trabalho são alguns dos principais fatores geradores dos sentimentos de
felicidade e bem-estar.

Controlar as emoções significa algo bastante diferente de sufocá-las, pois se compreendendo o contexto emocional
que se está inserido o indivíduo pode colocar em ação o controle de suas emoções a seu favor, de forma a provocar a
satisfação pessoal no desenvolvimento das suas atividades profissionais.

Manter-se consciente dos próprios sentimentos, permanecendo atento ao que se está sentindo, também é uma
aptidão emocional básica que auxilia o desenvolvimento da integridade e leva a pessoa a descobrir satisfação no
trabalho. Igualmente importante é saber sintonizar-se com os sentimentos daqueles com quem se relaciona no
ambiente profissional, uma vez que, se não for capaz de avaliar a qualidade e intensidade dos próprios sentimentos, a
pessoa não poderá definir até que ponto esses sentimentos o estão a influenciar e aos que estão à sua volta. Além do
mais, estando consciente do próprio estado emocional poderá também estar em sintonia com o estado emocional
daqueles que o cercam, interagindo assim eficazmente com eles.

O conhecimento da inteligência emocional no trabalho é de grande relevância pelas exigências do mercado atual,
afinal parece que está existindo, de fato, uma mudança social e estrutural aos níveis dos valores no ambiente de
trabalho, implicando na própria maneira de se trabalhar, e isto incluiu o indivíduo com suas realizações e satisfações
pessoais. Acrescento ainda que a inteligência emocional demonstra que o ser humano é o verdadeiro diferencial no
mercado profissional, e para que ele possa utilizar todo o seu talento interno, as emoções precisam ter um espaço
garantido, através de seu uso inteligente.

A satisfação no trabalho não possui um caminho único para ser alcançado, mas tem que existir a necessidade humana
de cada um desvendar seu conceito particular de satisfação e descobrir posturas e escolhas que resultem em
satisfação no trabalho. Entretanto, o uso da inteligência emocional favorece a satisfação pessoal do individuo no
trabalho, no sentido de que o uso inteligente das emoções trabalha como um suporte para uma interação entre a
vida psíquica e o próprio sistema de valor dos indivíduos em relação ao mesmo, evidenciando a integração entre o
estado psicológico do trabalhador e a sua satisfação no ambiente de trabalho.

Autor: Fernanda Schröder Gonçalves - Psicóloga,BA em Gestão Estratégica de Pessoas.

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INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS

A aprendizagem e as inteligências múltiplas

       Gardner afirma que a Inteligência não é uma propriedade única da mente humana, mas a interação entre as
competências diversas – as inteligências. Cada competência tem sua própria história de desenvolvimento e é
relativamente independente das outras. Contudo, as competências não desenvolvidas ficam inertes e cada uma é
vulnerável e pode ser prejudicada por traumas ou ferimentos em áreas específicas do cérebro. Para este autor
existem as seguintes inteligências:

O professor deve ter a competência de proporcionar atividades que contemplem todas as inteligências fazendo com
que o aluno possa aperfeiçoar-se naquilo que já tem de melhor, mas ao mesmo tempo fazer um resgate deste
indivíduo proporcionando-lhe o vivenciar de todas as inteligências e eis algumas dicas...

Inteligência é uma só e pode ter variações, depende de suas percepções.

Inteligência é uma ingerência do intelecto, que se abre em concepções.

Inteligências existem tantas e tantas e em cada um se é mais apto ou capaz...

Há aqueles que têm a inteligência do conhecimento, algo de intelectual ou de muito saber, advindos de livros, de
estudos, de experiências próprias e da vida, que captam e cooptam pra uma melhor visão de entendimento e não só
decorar. Ou de saber ensinar.

Há aqueles que têm inteligência da perspicácia, sabe de colocar melhor no mundo como tivessem nascidos melhores
situados  pra ele, mas apenas são mais safos e sagazes para o encarar. Não que pareçam de todo que nasceram para
nascer, mas crescer e estabelecer bem mais fácil.

Há aqueles que têm inteligência de fundo emocional, como soubesse moldar para conquistar seduzir e sentir sem se
fazer sofrer depois, sabe os meandros de conhecer os sentimentos e saber vive-los se neles vir mirar.

Há aqueles que têm a inteligência do mal, maldosa, são capazes de engendrar sistemas e formas complexas pra
fraudar, roubar, prejudicar, com engenhosidade que não encaminha pro bem comum, mas pra si ou do que
desestabiliza tudo ao seu redor e isso está a par.

Há aqueles que têm inteligência tecnológica e modernidade, seguem os avanços com facilidade, tem destreza de
conserto, programação e utilização usuária, nunca estranham nem se perdem quando se precisa se atualizar.

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Há aqueles que têm a inteligência  do empreendimento, não se acanham diante dos desafios complexos de estruturar
corporações e gerir, sabem buscar alternativas e de manter coisas, negócios e pessoas e elas até  liderar.

Há aqueles que têm inteligência da criação e criatividade, de atividades artísticas ou artesanais, ou musical ou de
escrita, são autores e  compõem e  se capacitam mental ou manual para compartilhar sua obra que venham criar.

Há aqueles que têm inteligência corporal e esportiva, como soubessem melhor usar o físico para superar limites com
destreza muito alem da força, da velocidade e da improvisação, capaz de em equipe ou individualmente sobressair e
destacar.

Há aqueles que têm inteligência artística de cena,  são artistas natos, inatos, como ator, cantor,  diretor dessa área,
que se esmeram a melhorar nessa seara de teatro, palco musical, TV, cinema do qual parece até que é ( e não é ) fácil
atuar.

Há aqueles que tem inteligência de carisma, como apresentador, congressista, político, governista, lideres religiosos,
empresariais, como soubessem melhor estar a frente de toda gente e delas manipular e nela bem se posicionar e
manifestar.

Inteligências são múltiplas e multiplicam seus benefícios, são benções que ou se nasce com ela ou se aprende e
apreendem, para se expandir em capacitações.

Inteligências não se inventa, simplesmente  se manifestam em fenômeno que cada um guarda de  atividades
canalizadas em possibilidades cerebrais e de condições...

Inteligências. se captam e capacitam se soltam e se situam para o bem ou pro mal pro progresso ou progressão, mas
são as que vem de inexatas capacidades de lógicas psicológicas e neurológicas...

Autora: Ana Lúcia Hennemann 18 de julho de 2012

No mundo corporativo não é preciso ser gênio, mas usar as inteligências múltiplas
Com a concorrência acirrada, ter destaque no mercado depende do desenvolvimento de capacidades múltiplas

Uma das qualidades mais apreciadas pelo homem é a inteligência. A capacidade de raciocínio lógico e a sagacidade
são almejados por todos. Mas, será que existe apenas um tipo de inteligência?

De acordo com a professora e palestrante do Cead (Cursos Especiais de Aprimoramento e


Desenvolvimento)/Contmatic Phoenix, Rosana Spinelli dos Santos, a capacidade de conhecer, compreender e
aprender não é congênita, limitada e única. Temos inteligências múltiplas que são interligadas e bastante valorizadas,
sobretudo, no mundo corporativo.

"A competição, seja por uma vaga de emprego ou mesmo entre organizações, não permite que os profissionais
tenham conhecimentos estreitos e limitados. A sobrevivência no mercado está atrelada ao desenvolvimento de
inteligências e capacidades múltiplas".

Autoconhecimento

Imagine trabalhar sem motivação, num emprego cuja atividade exercida você detesta, simplesmente porque não se
identifica com ela. Mas, por que isso ocorre?

Afinal, para estar nesse cargo, houve um processo seletivo amplo, com vários testes específicos, nos quais apenas
pessoas com a aptidão necessária para exercer a função poderiam ser contratadas.

Para a professora, a resposta dessa indagação é simples: faltou a inteligência intrapessoal, ou seja, o
autoconhecimento e o controle de si que permitem identificar os campos de atuação que mais têm a ver consigo.
Sem a inteligência intrapessoal, as pessoas acabam aceitando os empregos errados para elas.
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"Por exemplo, se alguém tem uma habilidade incrível com a voz, capaz de convencer as pessoas facilmente, com um
timbre vocal cativante, certamente ela seria ótima na área de telemarketing. O profissional precisa reconhecer as
suas aptidões para procurar trabalhos que necessitam dessa habilidade específica que possui".

Controle emocional

Outra inteligência bem frequente e exigida no mundo corporativo é a interpessoal. De repente, seu colega de serviço
não concorda com a sua opinião e começa a discutir para mostrar o ponto de vista que ele acha coerente. Qual é a
sua reação?

Por saber que se expor os seus pensamentos será visto como uma pessoa rude, ou até mesmo insensata, e, além
disso, terá de conviver com o colega no dia seguinte, você opta por ficar quieto.

Segundo Rosana, essa é a reação que demonstra a aplicação da inteligência interpessoal, na qual há uma leitura das
intenções e dos desejos do outro, o que ajuda a criar empatia, compreender os sentimentos alheios e as atitudes.

Esta habilidade facilita o convívio social no ambiente de trabalho, contribuindo para um aumento da produtividade e
do desenvolvimento de projetos em equipe.

Espacial

Quantas vezes você já foi interrompido por um colega de trabalho enquanto conversava com o outro? Ou ainda, seu
chefe lhe pediu um documento que você tem certeza que está nas suas gavetas só não sabe em qual delas?

Pode parecer coisas corriqueiras do cotidiano, mas não é bem assim. Em ambos os exemplos faltaram o domínio da
inteligência espacial, ou seja, do profissional perceber o seu espaço dentro da empresa.

Sem essa inteligência a produtividade pode se tornar lenta, afinal haverá uma perda de tempo para a organização,
além de ocasionar situações constrangedoras entre colegas da equipe, ao fazer comentários impróprios para
determinadas ocasiões.

Musical e Linguística

Você é daquelas pessoas que consegue identificar um colega conversando sem vê-lo? Ou que possui uma imensa
facilidade de memorização, por isso, ao receber um recado, transmite exatamente o que lhe foi passado?

Caso isso ocorra com você diariamente, a sua inteligência musical é bem desenvolvida.

Mas, se por outro lado, a capacidade de interpretar e escrever com objetividade é o seu maior atributo, isso significa
que sua inteligência linguística é bem apurada.

Rosana destaca que as pessoas com inteligência linguística aguçadas possuem grande facilidade em aprender idiomas
e têm poder de convencimento, por meio de textos ou do discurso oral.

Lógico matemática e corporal cinestésica

O profissional com a inteligência lógico matemática é aquele que se sobrepõe aos outros por apresentar várias
soluções para um determinado problema. Além disso, são pessoas que respondem qualquer questionamento com
rapidez e possuem grande facilidade de fazer contas.

Já a inteligência corporal cinestésica, como o próprio nome sugere, nada mais é do que o controle dos movimentos
do corpo. E há profissões que dependem do domínio corporal para serem desenvolvidos. É o caso de um cirurgião.

Naturalista

A preocupação com o meio ambiente é a principal característica de quem possui a inteligência naturalista em
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evidência. São pessoas que jamais jogariam um papel no chão ou imprimiriam papéis desnecessários.

Geralmente, os profissionais que se sobressaem com o uso da inteligência naturalista usam a ética acima de todas as
coisas.

Na busca pelo emprego

Para quem está buscando uma nova oportunidade no mercado de trabalho, a professora ressalta que as inteligências
interpessoal e naturalista são as mais apreciadas nos processos seletivos.

"O profissional que tem empatia, influência social, facilidade para se comunicar e se relacionar com as pessoas, além
de ser ético sempre terá o seu espaço garantido em qualquer empresa".

Dicas

Na opinião da professora, há maneiras de estimular o desenvolvimento das inteligências múltiplas, com ações simples
do dia-a-dia. Confira abaixo algumas dicas:
1.Faça palavras cruzadas - com o intuito de aumentar a inteligência lógico matemática;
2.Escreva um diário - anote o que aconteceu com você naquele dia, para despertar a inteligência linguística;
3.Pratique atividades físicas - para ajudar a inteligência corporal cinestésica;
4.Faça projetos - adote uma meta mensal e anote. No fim do ano faça um balanço de quantas metas você conseguiu
alcançar e o que faltou para a realização dessas tarefas. Ao adotar essa medida, você contribui para o crescimento
da inteligência intrapessoal;
5.Interprete os pensamentos alheios - tente imaginar-se no lugar de uma determinada pessoa e questione-se sobre
qual seria o seu comportamento. Assim você treina a inteligência interpessoal;
6.Aulas de música - são ótimas para o desenvolvimento da inteligência musical;
7.Dance - a dança facilita muito o aumento da inteligência espacial, afinal você não vai pisar no pé do seu parceiro,
logo aprenderá a ter um maior controle de espaço e localização;
8.Tenha contato com a natureza - Veja as práticas ambientais da sua cidade, residência e empresa e tente encontrar
soluções alternativas para combater o desperdício. Assim, você treina a inteligência naturalista.

Autora: Luana Cristina de Lima Magalhães, InfoMoney, 16 de fevereiro de 2009, às 0h09


Obs.: A Teoria das Inteligências Múltiplas foi desenvolvida por Howard Gardner. Para saber mais sobre o assunto, leia
o artigo Administrando Inteligências Múltiplas, de Leandro Vieira.

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AUTODIAGNÓSTICO: TESTE SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Sou uma pessoa...

1) ...que persiste quando está frente a um novo desafio, não desistindo nas primeiras dificuldades ...
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais

2) ...que procura se colocar no lugar do outro, sendo compreensiva em relação aos momentos difíceis de outra
pessoa...
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais

3) ...que consegue manifestar suas emoções de acordo com as pessoas, situações e o momento oportuno...
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais

4) ...que consegue controlar suas emoções, mantendo a calma nos momentos difíceis...
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais

5) ... que tem uma visão realista de si mesmo, com adequada percepção de suas potencialidades e limitações...
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais

6) ...que consegue superar seus sentimentos de frustração quando alguma coisa não dá certo, procurando aprender
com as experiências negativas...
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais

7) ...que quando tem alguma dificuldade com outra pessoa, procura conversar diretamente com ela, evitando fofocas

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e mal entendido ...
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais

8) ... que é muito difícil perder a paciência com as pessoas de que gosto. Se perco, logo recupero e me arrependo de
ter perdido…
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais

9)... que consegue expressar suas opiniões de forma clara e percebe que é ouvida com atenção ...
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais

10) ... que se sente segura diante das outras pessoas...


( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais

AVALIAÇÃO DE RESULTADOS

Jamais- 1

Raramente - 2

Às vezes - 3

Quase sempre - 4

Sempre - 5

41 a 50 pontos = Sua INTELIGÊNCIA EMOCIONAL é bastante alta. Você não deve ter dificuldades para fazer amigos, e
nem de relacionar-se com os outros de forma bem harmoniosa e produtiva.

31 a 40 pontos = Sua INTELIGÊNCIA EMOCIONAL é bastante desenvolvida , mas se você aprender a observar
atentamente as pessoas poderá desenvolvê-la ainda mais.

21 a 30 pontos = Sua INTELIGÊNCIA EMOCIONAL precisa "deslanchar" . Converse um pouco mais consigo mesmo,
ouça o que os outros dizem com sinceridade de você. Treine seus sentimentos de empatia e aprenda a observar com
mais respeito os defeitos de outras pessoas.

11 a 29 pontos = Seu grau de empatia e relacionamentos não é bom. Procure ouvir mais e falar menos. Saiba gostar
até mesmo de particularidades que outras pessoas apresentam e que você critica.

10 pontos ou menos = Sua INTELIGÊNCIA EMOCIONAL é bastante baixa. Procure compartilhar mais seus sentimentos
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e idéias Acredite que melhorar seus relacionamentos não é difícil, mas exige trabalho persistente, e muita
disponibilidade para o outro. Procure aprender com todas as experiências , mesmo que sejam negativas, evitando
repetir situações que promovam frustrações.

Analise com atenção e veja exatamente quais são os pontos que você pode aprimorar !
Pense de que forma estes aspectos podem estar causando impactos positivos ou negativos no seu desempenho
profissional e suas relações com o MUNDO !

Denize Dutra - Consultora do Instituto MVC.

GESTÃO DE CONFLITOS

Nota-se uma preocupação entre os gerentes com a este tema por tratar-se de algo que interfere nas relações de
trabalho e até na produtividade e resultado dos indivíduos organizacionais e reflete também nos resultados
empresariais. Quando a palavra conflito surge na literatura brasileira encontra-se sempre embutido em trabalhos
sobre relacionamento interpessoal, liderança, comunicação, motivação entre outros, assinalando direções de
gerenciá-los. Portanto, é de grande importância abordar e entender o clima organizacional como sucessão do
diagnóstico, da identificação das causas vulneráveis que a organização tem e que leva ao conflito.

Mallory (1997, p.97) ressalta que em todo local de trabalho existem conflitos, no entanto, é preciso aprender a
administrá-lo da melhor maneira e aconselha: “Se você aprender a administrar o conflito, ao invés de deixá-lo
administrar você, irá descobrir novas ideias e novas soluções para problemas, além de aprender muito sobre você no
processo”.

Conforme Galo (2005), consultora e especialista em gestão de conflitos, vária pesquisas apresentam o conflito como
o desacordo que conduz a uma luta de poder. O conflito se instala quando há divergência de ideias, quando o papel
por desempenhar choca-se com os princípios de outras pessoas. É impossível eliminar os conflitos: eles fazem da
condição humana. O homem conflita consigo mesmo, procurando superar-se.

Para compreender melhor o conflito é necessário lembrar que as diferenças individuais e culturais dentro da própria
empresa existem, o que implica valores, percepções e considerações morais diferentes e que nem todos tem acesso
as mesmas informações, nem possuem as mesmas experiências de vida. A posição das pessoas no grupo pressiona-
as a assumirem certo papel, em que em muitos casos nem sempre está de acordo com seus valores.

Os conflitos são inerentes á vida em grupo. A escassez de recursos para satisfazer todas as necessidades e os desejos
individuais, principalmente de poder e afetividade gera conflitos intermináveis entre os membros do grupo.

A trajetória do grupo pode ser entendida como uma contínua sucessão de conflitos, pois nenhum grupo está livre
deles. Nota-se, contudo, uma tendência a atribuir conotações negativas ao conflito, relacionando-o ao combate, a
briga, a violência, a guerra e a destruição.

O conflito, se pegarmos todos os dicionários, significa luta, combate, guerra, desavença, discórdia. Para Caliman
(2008) o conflito surge quando há a necessidade de escolha entre situações que podem ser consideradas
incompatíveis. Todas as situações de conflito são antagônicas e perturbam a ação ou a tomada de decisão por parte
da pessoa ou de grupos.

O conflito pode gerar resultados negativos e positivos. Dentre os resultados positivos e construtivos do conflito,
Chiavenato (2003) mostra os seguintes aspectos:
 O conflito desperta sentimentos e energia dos grupos que estimulam interesse em descobrir meios eficazes de
realizar as tarefas, bem como soluções criativas e inovadoras.
 O conflito, quando a equipe age de forma assertiva estimula sentimento de identidade no grupo aumentado à
coesão intragrupal.
 O conflito é um meio para chamar a atenção para os problemas existentes e funciona como mecanismos de
correção para evitar problemas mais sérios.

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O mesmo mostra também que dentre os resultados negativos e destrutivos do conflito estão:
 O conflito apresenta consequências indesejáveis para o bom funcionamento da organização, pois indivíduos e
grupos vêm seus esforços bloqueados desenvolvendo sentimentos de frustrações, hostilidade e tensão. Isso
prejudica tanto o desempenho das tarefas como o bem-estar das pessoas.
 Grande parte da energia criada pelo conflito é dirigida e gasta nela mesmas, prejudicando a energia que poderia
ser utilizada no trabalho produtivo, pois ganhar o conflito passa a ser mais importante do que o próprio
trabalho.
 A cooperação passa a ser substituída por comportamentos que prejudicam o funcionamento da organização e
influenciam a natureza dos relacionamentos existentes entre os grupos.
Percebe - se as consequências destrutivas e negativas a respeito do conflito e isto é ocasionado muito em virtude da
falta de profissionalismo do profissional ou gestor que dá evasão a comportamentos, atitudes, comunicação erradas,
além da briga pelo poder, ou seja, de se destacar perante os tópicos citados desmerecendo outras opiniões e visões
diferentes.

Porém, para solucionar os conflitos existentes e sempre administrá-los deve-se ter os seguintes procedimentos e
estratégias:
 Promover encontros, debates e reuniões periódicas entre os dirigentes e gestores e entre líderes e liderados
para promover a gestão de conflitos de forma criativa e objetiva, buscando alternativas e soluções para o
problema;
 Distanciar-se do problema e ficar neutro para uma análise sistêmica, de um todo e das partes que compõe um
todo;
 Reduzir a diferenciação dos grupos. Minimizar as diferenças entre os grupos identificando objetivos que possam
ser compartilhados por eles. Reduzir o abuso do poder, respeitar a diversidade cultural, promover gestão
participativa, entre outros solucionam conflitos;
 Interferir nos recursos compartilhados. Um outro mecanismo estrutural é a utilização dos sistemas de
recompensas formais e de incentivos para recompensar o desempenho conjunto e combinado de dois ou mais
grupos e criar um objetivo comum.
 Reduzir a interdependência e suas oportunidades de interferência, os grupos podem ser separados física e
estruturalmente, isto reduz a possibilidade de conflito.
 Implantar a ética empresarial e profissional, através de ferramentas da comunicação (manuais, normas, regras,
etc.) juntamente com o apoio do gestor de cada departamento.

O Líder é o principal mediador dos conflitos, porém isto não é só de sua responsabilidade, os colaboradores ou
grupos e a empresa também são diretamente ou indiretamente responsáveis na contribuição e identificação ou
evolução do conflito.

Como foi visto o conflito não é só um causador de problemas, ele pode também ser uma ferramenta para melhorar
objetivos e trazer resultados para o crescimento pessoal e profissional. Dos conflitos podem surgir os mecanismos de
defesa. Os mecanismos mais frequentes são a fuga (física ou mental) e a agressão (física e psicológica). Há casos em
que o individuo evita o confronto no sentido de vencer suas dificuldades, frustrações, medos e incertezas.

É preciso solucionar ou minimizar os conflitos. Chega-se o momento em que é necessário analisar e buscar uma
solução mais conciliadora e mais assertiva para os conflitos interpessoais e organizacionais, fazendo com que os
mesmos não interfiram no desempenho do colaborador e da empresa frente ao mercado.

Não é atoa que muitas empresa criam programas dos quais normalmente ficam sobre a responsabilidade do setor de
Recursos Humanos, amparado pelo Endomarketing que propõe ações para trazer um ambiente organizacional melhor
e sadio e para solucionar conflitos. Projetos, participação dos líderes neste processo e a utilização de um modelo de
gestão em que foca as pessoas, além de implantar a gestão participativa, aprendizado contínuo cria um ambiente
propício e eficaz na solução e resolução deste item.

Para resolução dos conflitos é necessário que o papel do RH, do Endomarketing (caso tenha), dos gestores de cada
departamento e dos dirigentes da empresa sejam pró - ativos quanto a este tema na busca de criar um clima
organizacional motivador e sinérgico na resolução de conflitos e utilizar a comunicação de forma fluida, integrada,
com menos ruídos possíveis para o boa administração do conflito.

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REFERÊNCIAS:

ARTIGOS COM TEMAS DA ADMINISTRAÇÃO INOVADORA. Disponível em:


http://www.rhportal.com.br/artigos/search.php. Acesso em: 07/05/2011

CALIMAN, Rangel. Empowerment: Delegando decisões. Disponível em: www.sebrae.com.br. Acesso em: 06/10/2008.

CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: O capital Humano das organizações.8º ed. São Paulo: Atlas, 2004

BORGES, Erika P. S. A Personalidade como fator de influência dentro do ambiente coorporativo. Artigo elaborado no
dia 16 de Março de 2011

BORGES, Erika P. S. Apostila Marketing Pessoal. Salvador: Senac, 2009

PEREIRA, Ana Maris. Introdução à Administração. 3. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004.

ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. São Paulo: Peason Prentice Hall, 2005.

SOTO, Eduardo Comportamento Organizacional: o Impacto nas organizações. São Paulo: Cergage Learning, 2008.p.32

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