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Os jornais anunciaram o fim da Guerra Fria, o desmantelamento da U"nião Soviética, a

Queda do Muro de Berlim, a Internet ligando o mundo, o carro mundial, fábricas tradicionais
fechando, desemprego crescente, a Informática revolucionando as atividades humanas.
Tudo isso revela que estamos diante do maior desafio enfrentado pela sociedade humana:
A INFOERA. Ela modificará profundamente nosso modo de ser e imporá novos valores e formas
de interação social. As mudanças são profundas, diversas e rápidas. Conhecer este processo,
nuances e as possibilidades que surgem é essencial para todos os ramos de atividade.

o autor deste livro, João Antonio Zuffo é professor doutor titular da área de
Eletrônica do departamento de Engenharia Elétrica da POLl-USP. Eleito em 199 1
Personalidade do Ano em Tecnologia, tem quase 200 publicações entre artigos
nacionais e estrangeiros e 15 livros editados .
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Escrever o editorial para a edição Fora de Série é sem­
pre uma tarefa complicada, pois, não podemos citar nenhu­
Diretores:
ma das colaborações recebidas: uma vez que a pre miação
Hélio Fittipaldi é feita baseada em votação, também dos leitores, qualquer
Thereza Mozzato Ciampi Fittipaldi citação poderia parecer uma tentativa de i nfluenciar o resul­
Saber Eletrônica - Fora de Série
tado. Assim, resta-nos comentar o único artigo que não
Diretor Responsável concorre à premiação: "Como fazer Montagens Críticas" , da
Hélio Fittipaldi autoria de nosso Diretor técnico, Newton C. Braga. Esse
Diretor Técnico
artigo visa orientar aqueles que, ao pensarem que "todas as
Newton C. Braga montagens são iguais" , de repente encontram uma que
requer cuidados especiais.
Editor
Hélio Fittipaldi Quanto à premiação, receberão brindes os dois pri mei ­
ros colocados na votação realizada entre os leitores e nossa
Fotolito
equipe técnica. Os brindes são os seguintes:
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1 o colocado: Relógio Casio DW 5300, com iluminação
Conselho Editorial eletrolumi nescente, cronômetro 1 /100 s, alarme, indicador
Alfred W. Franke
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de alimentação, horário alternativo, resistente à pressão de
Hélio Fittipaldi até 200 m de profundidade e ainda R$ 200,00 (duzentos
João Antonio Zuffo Reais). \
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Newton C. Braga
20 colocado: R$ 200,00 (duzentos Reais), e um exem­
plar do livro "A Infoera" .
l
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Impressão Melhor reparação: R$ 1 00,00 (cem Reais) e um exem­
Cunha Facchini
plar do livro "A Infoera" . I
I
Distribuição Entre os leitores votantes, os 1 O primeiros votos que nos

r
Brasil: DlNAP
chegarem às mãos (vale como critério de desempate, o

}
SABER ELETR ÔNICA (lSSN - 0103 carimbo do correio) terão direito ao livro A Infoera do Profes­
- 5177) é uma publicação mensal da sor Dr. João Antonio Zuffo cada u m . Portanto, é necessário
Editora Saber Ltda. Redação, admi­

'1
que os endereços sejam completos e bem leg íveis.
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SalEII M4 de SéUet/lltt

EL TRDnl[R •

INDICE
Como Fazer Montagens Críticas...................04 23 - Transmissor de FM ...............................31
24 - Iluminação de emergência simples ......32
PROJETOS 25 - Sistema de alarme de
01 - Walkie-Talkie de FM ..............................12 chamadas telefônicas ...........................32
02 - Contador digital de 26 - Fonte de alimentação para bancada.....33
passagem (Roleta Eletrônica) ................12 27 - Interruptor acústico ...............................34
03 - Chave Eletrônica transistorizada ..........14 28 - Tranca digital de 8 dígitos .....................34
04 - Alarme com chaveiro magnético ...........15 29 - Dimmer digital .......................................36
05 - Transmissor de FM de 15 W . . . . . . . . . . . . . . . . . 16 30 - Amplificador de 2 a 30 MHz - 330 W .....38
06 - Fotocontrolador .....................................17 31 - Amplificador de 120 A 250 MHz
07 - Gerador de ruídos .................................17 com 50 W de potência ...........................39
08 - Injetor de sinais VHF .............................18 32 - Sequencial vai-e-vem ............................39
09 - Transmissor de FM corsário 11 . . . . . . . . . . . . . . .19 33 - Amplificador de RF de 7,5 W para FM ..41
10 - Controle de volume digital ....................20 34 - Indicador de interruptor paralelo ............41
11 - Irrigador Eletrônico ...............................21 35 - Interruptor digital ...................................42
12 - Monitor de passagem 36 - Capacímetro para multímetro digital .....42
por infravermelho ..................................22 37 - Minuteria eletrônica de toque ................43
13 - Gerador de música com 38 - Comutador automático de tensão ..........44
batida (RAP Melody) ............................23 39 - T imer para tanquinho ............................ .45
14 - Provador de continuidade 40 - Indicador de sub e sobretensão ............46
com voltímetro neon .............................25 41 - Amplificador de 20 W rms ......................47
15 - Simples fotorrelé ................................... 25 42 - Detector de infravermelho .................... .47
16 - Comando biestável para motor .............26 43 - Acionador para
17 - Senha eletrônica profissional ................ 26 servo-mecanismo para radiocontrole ...48
18 - Receptor para 20, 30 e 40 metros ........28 44 - Alarme residencial ................................49
19 - Medidor de pequenas resistências .......28 45 - Transis-teste ..........................................49
20 - Fonte de alimentação de 10 A ..............29 46 - Controle remoto digital expansível ........ 50
,,. 21 - Reversão automática ............................30 47 - Transmissor de FM valvulado - sucato ..52
22 - Amplificador com o TDA2002 48 - Detetor de defeitos intermitentes ..........53
em ponte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 REPARAÇÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .54

Nº 23 - FEVEREIRO - 1998
I1I COMO FAZER I1I
I1I MONTAGENS I1I ,

1I CRITICAS I1I
Muitos acham que basta a simples ligação dos componentes da
forma indicada pelo diagrama para que qualquer aparelho funcione

como o esperado, o que não é verdade.


Existem sempre pontos críticos em alguns projetos que podem ser
desconhecidos de muitos e que comprometem o funcionamento de
um aparelho. Neste artigo especial explicamos o porquê e damos
alguns conselhos principalmente aos leitores menos experientes.

Newton C. Braga

É comum recebermos cartas de lei­ cuito impresso para um determinado isso e q uando colocam um tipo diferen­
tores dizendo que determinados proje­ aparelho nada simples de montar com te têm a desventura de ver o projeto não
tos "não funcionam" mesmo tendo sido m uitos pontos críticos que exigem ex­ funcionar (não raro nos culpando por
m o ntados "di reiti n h o " , exatame nte periências, que o leitor denota q uando isso! ) .
como manda o diagrama. nos faz esse pedido, só temos q u e O m otivo de uti l i zar capacitores
Em alguns casos em que temos desencorajá-lo. cerâmicos nos osciladores e circuitos I

acesso a tais aparelhos, vemos que o Se alguém não sabe sequer fazer a amplificadores de alta frequência é sim­ J
'"

não funcionamento não se deve a qual­ placa, o que não dizer de seguir reco­ ples: estes capacitores possuem carac­
quer erro de projeto, diagrama ou de mendações q u e exigem cuidados e terísticas que permitem operar neste
texto, mas sim, devido a maneira como atenções especiais em pontos críticos? ci rcuito sem problemas o q ue não ocor­
eles são montados. Para que nossos leitores não te­ re com outros.
Transmissores e amplificadores de nham surpresas com montagens críti­ Os capacitores de pol iéster, p o r
a lta potência são os e q u i pam entos cas, mesmo sendo algo experientes, é exe m p l o, s ão reco m e n d ados p a ra
mais críticos e que mais " peças" pregam importante darmos algumas recomen­ freq u ê n c i a s a p e n a s até a l g u n s
nos leitores menos experientes. dações. megahertz, porque aci m a disso eles
Um simples com ponente fora das perdem suas propriedades e deixam de
especificações originais, um fio mais funcionar. A utilização de um capacito r
comprido da ligação ou uma trilha na TRANSMISSORES de poliéster onde deveria ser usado um
placa de ci rcuito i m p resso i n devida­ Por que capacitores cerâmicos? cerâmico coloca a perder todo um pro­
m ente dimensionada podem causar jeto de transmissor.
mais transtornos do q ue m uitos imagi­ Os leitores devem ter notados que Na figura 1 mostramos um circuito I

I
nam. nos projetos de transmissores existe de transmissor onde devem ser usados
É por este motivo que, infelizmente, sempre a recomendação q ue determi­ o b ri g a t o ri a m ente capacitores }
quando algum leitor nos escreve pedin­ n a d o s c a p a c i t o r e s devem s e r cerâmicos.

23/98
do que desenhemos uma placa de cir- cerâmicos. M u itos não levam a sério Valores de capacitores

4 SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº


Um outro ponto crItico dos projetos

C1
+

C2
de transmissores está nos valores dos

/
C4
IA
componentes usados, principalmente

J
capacitores.
Em m u itas c o n fi g u r a ç õ e s o s

Áudio
capacitores determinam a frequência ••
de operação do circuito e quando isso r
ocorre, q ualquer modificação tira o cir­
cuito de sintonia.

Capacitor
O erro mais comum que encontra­

cerâmicos
R2
mos nos projetos montados pelos nos­
sos leitores é a troca do valor 4p7 (4,7 o

-
pF) por 4n7 (4,7 nF) no circuito de rea­
li mentação de um oscilador, veja a fi­
gura 2 . Um capacito r de 4n7 é simples­
Fig. 1 Capacitores cerâmicos na etapa osciladora de um transmissor.
mente 1 000 vezes maior que u m de

4p7 - 4,7p - 4N7


4p7!
Essa troca i mpede que o circu ito

\ MaiúsculO
opere na frequência cor reta e com isso
todo o projeto fica comprometido: não
se consegue o aj uste. Atenção especi­

Minúsculo
al deve ser dada a este componente,

4p7
devendo ser um ponto de análise q uan­

t-----'
(Tolerância)
do o circuito não oscila.

4n7 - 4,7n - 4700p


j \
Desacoplamentos

Nos transm issores sempre existe a


possibilidade de sinais indevidos se

,-
propagarem pelas próprias tril has da
placa de circuito impresso de uma eta­
pa para outra. Quando isso ocor re, te­ Fig 2 Os códigos dos capacitores confundem muitos montadores.

-
mos a produção de oscilações espúri­
as, instabilidades e total incapacidade
de obter um ajuste da frequência de Fig, 3 Trilhas
funcionamento. compridas
O p o n to m a i s c r ít i c o p a r a o comprometem
desacoplamento é a bobina de carga circuito de RF.

I
de cada uma das etapas.
Na figura 3, o simples fato de ter­
mos uma trilha mais comprida para ali­
mentar esta bobina e que serve também

" i
para alimentar etapas adjacentes sig­
nifica problemas.
Os sinais podem passar de u ma eta­
pa para outra por estas trilhas, já que

Trilha comprida que


não há desacoplamento entre elas, isso

soma sua indutância


sem considerarmos que o com primen­

CV ao circuito
to adicional de trilha significa uma alte­
ração da indutância da bobina.

Trilha comprida
Em outras palavras, bobinas l iga­

somando capacitância
das d e sta fo r m a n ã o o s c i l a m n a

e indutância ao circuito
frequência desejada e o s seus circui­
tos não podem ser ajustados, além de
gerarem interferências 'e sinais espúri­
os. O procedimento correto no projeto
da placa é desacoplar cada etapa jun­
to à bobina com u m capacitor de 1 00

23/98
nF (cerâmico, é claro), figura 4.

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - NQ 5

j
Este capacitor vai' desviar para a
terra eventuais si nais que tentem pas­
sar de uma etapa para outra, fixará a
indutância do ci rcuito no valor da bobi­
na e evitará instabilidades de funciona­
mento.
Observe que o capacitor deve ser
ligado o mais próximo possível do ter­
minal da bobi na!

Fios curtos

Conforme observamos no item an­


terior, qualquer com primento adicional
ou indevido de uma trilha na placa de
ci rcuito i m p resso ou ainda qualquer
pedaço maior de fio o u terminal de com­
ponente significam uma indutância adi­
Fig. 4 Capacitor de desacoplamento jun to a circuitos ressonantes críticos.
-
cionai para o circuito.
Num transmisso r isso significa a
modificação na frequência de ressonân­ tais para o bom funcionamento de qual­ dem da precisão com que sejam enro­
cia, a impossibilidade de conseguir o quer ci rcuito de alta frequência. ladas.
ajuste desejado e a produção de sinais Na figura 6 mostramos como isso Como tais co m ponentes normal­
indevidos que instabilizam o funciona­ deve ser feito num transmissor de FM mente são de construção caseira, é aí
mento. para evitarmos problemas de funciona­ q ue ocorrem os maiores problemas.
Num transmissor todas as ligações mento e também de ajuste. Uma espira a mais, u m diâmetro um
po r onde passam os sinais de alta pouco maior e o fio impróprio podem
frequência devem ser m uito curtas, fi­ levar o circuito a fugir de tal maneira da
gura 5 . Bobinas frequência desejada que o funciona­
Bobinas com terminais cu rtos, tri­ mento de um transmissor se torna im­
lhas bem planejadas de modo a per­ As bobinas certamente são os com ­ possível.
correrem o menor caminho possível ponentes mais críticos d e montagens Dada esta dificuldade em conseguir
entre os pontos de ligação, com ponen­ de transmissores. perfeição nas bobinas, a não ser para
tes com terminais curtos e fios de liga­ As frequências de ressonância dos quem tenha m uita habilidade, é preci­
ção cu rtos ou blindados são fundamen- circuitos em que elas operam depen- so ter cuidado.

:U �
-------- .
c-. O
Sinal

I Fig. 5 O sinal deve


-

passar por trilhas


curtas.

6 SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98


Os mais bem suéedidos na monta­
Fig. 6 Componentes bem localizados e
gem de transmissores são justamente
-

trilhas curtas garantem o funcionamento de


aqueles que têm recursos para medir
circuitos de alta frequência.
frequências, ou seja, um osciloscópio
ou um frequencímetro ou ainda u m
deep-meter, figura 7.

Errado Correto Errado Correto


O importante é desconfiar das bo­
binas quando algo vai mal.
T T T ,. T T

I I
Blindagens

Já falamos que a sensibilidade dos


circuitos de transmissores é grande. Os
sinais podem passar de uma etapa
p a ra outra através d e tri l h a s n ã o
desacopl adas o u e l e m e ntos não

JJ
desacoplados d e um circuito como tam­
bém por irradiação.
Nos transmissores de altas potên­
cias com muitas etapas de amplifica­

I
ção de sinais é muito importante isolar
as etapas por meio de blindagens. Es­
tas blindagens são feitas com chapas

I
de cobre ligadas eletricamente ao ne­

I
gativo da fonte ou ao terra do circuito,
figura 8.
Um bom projeto de placa para um
transmissor com diversas etapas inclui
o uso dessas blindagens. Na figura te­
mos a separação do circuito oscilador,
as etapas amplificadoras e a própria
fonte.
As blindagens também são i mpor­
tantes nas próprias bobinas que podem
captar ou i rradiar seus sinais interferin­
do em outras bobinas próximas.
Veja que a proximidade e posição
das bobinas também é importante nos
projetos.
N u m transm issor as bobinas das cuito, induz a oscilações e dificulta os aterradas é u m bom procedimento, pois
etapas devem ficar em ângulo reto em ajustes. Finalmente temos de conside­ impede que os sinais que passam por
relação às bobinas das etapas adja­ rar o próprio desenho da placa que deve esta trilha sejam irradiados para outras
centes, conforme a figura 9, para evitar ter grandes áreas cobreadas ligadas ao etapas causando problemas.

Basta aproximar
a interferência m útua ou acoplamento terra para que sirvam de blindagem .

dabobina �
mútuo que afeta a estabilidade do cir- U m a trilha d e sinal rodeada por áreas
Fonte

As fontes de alimentação consistem

Ajuste
em tal problema para os montadores de
transmissores que não raro fazem uso
de baterias somente para poderem se
livrar de ruídos, roncos e outros fatores
que afetam o funcionamento de um cir­
cuito.
Uma fonte mal desacoplada ou fil­
trada pode facilmente "modular" em 60
Fig. 7 dip-meterpermite determinar
-
ou 1 20 Hz as etapas que alimentam ,
a frequência de um oscilador. gerando fortes roncos no sinal (ruído de

SABERELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98 7


fonte).
- Bons
Amplificador
Oscilador Amplificador final
o desacoplamento e filtragem de
Fig. 8
uma fonte de transmissor envolvem al­
transmissores têm as 1º
guns cuidados.
etapas separadas por

Saída de
Um deles refere-se à conexão de um
capacitor cerâmico de 1 00 nF normal­
blindagens.

sinal
mente em paralelo co m o capacito r
eletrol ítico e eventualmente um choque
de RF, figura 1 0.
Os capacitores eletrol íticos de gran­
de valor, como os usados nas fontes,

Placas de blindagem
são feitos com papel condutor enrola­
do, ou seja, têm u m a caracte rística
i ndutiva que se man ifesta de modo
acentuado nas altas frequências.

fonte
Assim, os eletro l íticos, po r maiores
que sejam , não oferecem um percurso
de baixa o posição para as correntes de
altas frequências. Para esta finalidade À

- Num transmissor as bobinas de etapas


deve ser usado o capacitar cerâmico
em paralelo.
Outro ponto importante é justamen­
te o choque de RF que im pede que os Fig. 9
sinais de alta frequência cheguem até adjacentes (próximas) devem ficar perpendiculares.
o eletrol ítico causando o problema.
As fontes devem ser ainda monta­
das bem separadas dos circuitos de RF
e preferivelmente blindadas.
O transfo rm ado r de alimentação
com seu forte campo magnético pode
influir nas o utras etapas modulando os
si nais com sua baixa frequência da
rede e assim causando zumbidos.
Um bom procedimento nos casos
mais sensíveis é fazer a fonte em caixa
de metal separada do transmissor ali­
mentando-o por meio de cabo blinda­ Circu itos de pequenos sinais Os cabos de sinal devem ser curtos
do. e blindados e além disso, sua blinda­
Os circuitos de áudio de pequena gem deve ser aterrada. Um cabo de si­
potência são especialmente sensíveis nal bli ndado, mas com a blindagem
AMPLIFICADORES aos sinais externos. Eles podem cap­ desli gada e um cabo com u m são a
DE ÁUDIO tar facilmente zumbidos da rede de mesma co isa: ele não funciona se a
energia e em alguns casos mais gra­ blindagem não for aterrada.

I I
Os ampl ificadores de potência de ves até mesmo estações de rádio pró­ r-----------j

I I
áudio e mesmo os pré-amplificadores ximas. Nos casos mais graves, em
que possuem etapas de áudio que tra­ A técnica básica para a montagem

I I
circuitos extremamente sensí-
balhem com sinais de pequena inten­ de tais circuitos considera blindagens veis deve-se ainda ligar todas as

I I
sidade são também m uito sensíveis às de todos os tipos, além de ligações cur­ blindagens n u m mesmo ponto

I I
técnicas construtivas. tas. de uma caixa metálica o u numa
chamada "barra-ônibus".
L ___________ ...J

A barra-ônibus nada mais é do que


u m fio terra grosso onde são ligadas to­
das as malhas de fios blindados e to­
dos os pontos de terra do circuito.
Sendo grosso, com baixa resistên­
cia, o fio desacopla facilmente os sinais
desviando-os para a terra e impedindo
que atinjam os cabos de sinal, figura

8 SAB ER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - NQ 23/98


Fig. 10 - Uso de um capacitar cerâmico nas fontes de circuitos de altas frequênci?s. 11.
Etapas de potência

Os principais problemas das etapas


de potência de a mplificadores ocorrem
com o dimensionamento da fiação e a
utilização de radiadores de calor apro­
priados .
Normalmente os circuitos de saída
exigem correntes elevadas e isso sig­
nifica a necessidade de trilhas largas
ou fios grossos e curtos na alimenta­
ção.
Trilhas cu rtas não só causam pro­
blemas de aquecimento que podem até
culminar com a sua interrupção como Fig. 11 - Representação em diagrama da necessidade
também significam uma resistência que de um terra comum ou barra·ônibus num circuito crítico.
afeta o próprio desempenho do circui­
to, causando distorções e realimenta­ pino de alimentação de um integrado ficar próximas de outras que também
ções. de potência deve ser prevista umª lar­ conduzam sinais pois pode ocorrer a
Estas rea l i mentações podem ser gura de trilha de pelo menos 2 m m . U ." transferência do sinal capacitivamente
res ponsáveis por oscilações e fortes bom procedimento é usar grandes áre­ com oscilações, ru ídos e outros, con­
distorções, confira na figu ra 1 2 . as de cobre para a alimentação, de forme figura 1 4.
Para cada ampêre d e corrente exi­ modo que elas sirvam de blindagem e Se a trilha precisar ser longa, deve
gido pelos transistores de saída ou pelo tenham a capacidade de conduzir a ser colocada entre outras que sirvam
corrente exigida pelos circuitos. de blindagem. Um bom amplificador
Os transistores de potência e os cir­ tem as trilhas de sinais rigorosamente
cuitos integrados de potência geram planejadas para que sejam curtas. Nun­
grande quantidade de calor precisan­ ca se coloca a etapa da entrada numa
do de radiadores de calor apropriados. extremidade da placa e o circuito se­
Em m uitos casos, o transistor ou o guinte do outro lado, transferindo-se o
circuito integrado não deve ter contato sinal por uma trilha longa!
elétrico com o radiador, pois os invólu­
cros são ligados a pontos vivos do cir­
cuito (normalmente correspondem aos PROBLEMAS
coletores de transistores de potência) . COM CIRCUITOS DIGITAIS
Assim, em circuitos comuns, os tran­
sistores ou circuitos integrados devem Os circuito digitais de alta velocida­
ser isolados dos radiadores por meio de (e em alguns casos de baixa tam­
de finas folhas de plástico ou m ica, fi­ bém) podem trazer problemas de mon­
gura 1 3. tagem se forem mal planejados.
---'JA
Para que o calor seja transferido Um caso típico é mostrado na figu­
com mais facilidade do componente ao ra 1 5 em que uma mesma linha de ali­
radiador, passando pelo isolador, ele mentação fina serve para dois circuitos
deve ser untado com pasta térmica (feita integrados digitais.
à base de silicone) . A pasta térmica é Neste caso, na mudança de estado
m uito i mportante nos casos limites em das saídas de um dos i ntegrados, o
que os transistores operam com máxi­ consum o aumenta a tal ponto que o
ma potência e não deve ser esqueci­ surto gerado chega ao circuito integra­
da. do adjacente. O resultado é que o ou­
tro circuito integrado pode ter uma co­
m utação indevida, passando para um
Etapas de sinal estado imprevisível.
No projeto das placas é comu m o
Os circuitos de entrada de amplifi­ desacoplamento da a l i m entação de
cadores, mixers, pré-amplificadores, etc cada i n teg rado c o m u m capacitor
devem são extremamente sensíveis e neces­ cerâmico de 1 00 n F junto ao pino cor­
ser grossas
sitam de cuidados especiais de dese­ respondente do integrado, conforme fi­
nho de placa e blindagens . gura 1 6.
Fig . 12 - Uma trilha fina para altas
As trilhas usadas para estes sinais Se houver possibilidade, ou se o

23/98 9
correntes traz muitos problemas.
devem ser curtas e preferivelmente não circuito for muito rápido e portanto, crí-

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRI E - N2


Transistor -------.
.-- Transistor

.-- Isolador ou Isolador -------.

.-- Radiador

Radiador -------.

c::;:, .-- Arruela


Arruela -------. Q Q
� .-- Porca Porca -------. � �

Fig. 13 - Entre o transistor e o radiador deve haver um isolador.

.....!Ir ....�
tico, as linhas de alimentação devem a captação de ruídos. Na figura 1 7 te­
ser rigorosamente planejadas para que mos um modo de blindar a entrada de
sejam curtas e desacopladas. sinais de um operacional num circuito

JL...... ,I
Um alarme que dispara indevida­ de alto ganho de modo a evitar estes
mente ou ainda um circuito digital que problemas.
•....•
vai a estados imprevisíveis, quando li­ As próprias trilhas de circuito im­
gado ou usado, pode ter um problema presso, ligadas ao neutro (terra) do cir­
causado por desacoplamentos ou tri­ cuito, servem de blindagem evitando
lhas mal planejadas. A coisa não é tão tais problemas. Trilhas finas alimentando
simples como m u itos m ontadores às Também devemos incluir em nossa vários integrados
vezes acreditam . . . relação de pontos críticos, os disparos
erráticos de SCRs e TRIACs que po­
dem ocorrer q uando as comportas não
OUTROS CIRCUITOS SENSíVEIS são devidamente protegidas contra a
captação de zumbidos, instabilidades
Amplificadores operacionais com de circuitos de sintonia quando os fios
transistores de efeito de campo na en­ que vão aos capacitores variáveis são

-
trada (J-FET e o utros) são extrema­ longos, disparo antes do tempo de
mente sensíveis devendo ser montados temporizadores quando suas alimenta­ Acoplamento
com recursos especiais que m inimizem ções não são desacopladas.
Fig. 1 5 CII e CI2 se
instabilizam ao comutarem.

Trilhas


próximas

,
d.

Canal

J;
A •
Canal

i

B

.- O

23/98
Fig 14 Trilhas próximas para sianis de etapas diferentes podem causar realímentações.

10 SABER ELETRÔNICA - FORA D E SÉRIE - N Q


�aaaaaa
Entradas
sensíveis
••••
Amplificador
com
FET
c.­ na entrada

o o
O

ov

Fig . 17 Blindagem de entr2da feita na próp ria p laca de circuito impresso.


-

C'JNCLUSÃO

Um diagrama pode estar correto e a montagem de um protótipo funcionar


perfeitamente como ocorre com os artigos que publicamos.
No entanto, se o montador não for cuidadoso, pequenos descuidos podem
comprometer a montagem. O que vimos são apenas alguns dos cuidados que
todo o montador deve ter e conhecer.
A experiência de muitos anos de montagem deve mostrar ao leitor o que
ele pode e o que não pode fazer. Assim, os leitores menos experientes devem
antes ter o bom senso de verificar se realmente esta o aptos para executar uma
montagem crítica ou complexa.
Se não estiverem, partam para projetos mais simples: o tempo vai lhes mos­
Fig . 16 Evitando proble ma s
- trar todos os segredos da boa montagem e aí então qualquer tipo de projeto
de acoplamentos de fonte. será enfrentado sem dificuldades. -

--I MANUTENÇÃO EM EQUIPAMENTOS HOSPITALARES I--


O OBJ ETIVO deste curso é preparar técnicos pé'l'a reparar equipamentos da área hospitalar, que utilizem
princípios da Eletrônica e I nformática, como ELETROCARDiÓGRAFO, ELETROENCEFALÓGRAFO, APA­
R ELHOS DE RAIO-X, U LTRA-SOM, MARCA- PASSO, etc.
Prog rama:
Aplicações da eletr.analógica/digital nos equipamentos médicos/hospitalares
Instrumentação baseados na Bioeletricidade (EEG, ECG,ETc.)
Instrumentação para estudo do comportamento humano
Dispositivos de segurança médicos/hospitalares
Aparelhagem Eletrônica para hemodiálise
Instrumentação de laboratório de análises
Amplificadores e processadores de sinais
Instrumentação eletrônica cirúrgica Válido até 02/03/98
Instalações elétricas hospitalares
Radiotelemetria e biotelemetria
Monitores e câmeras especiais
Sensores e transdutores
Medicina nuclear
Ultra-sonografia
Eletrodos
Raio-X
P R EÇO D E LANÇA M E NTO R$ 297,00 (com 5% de desc. à vista + R$ 5,00 d espesas de e nvio)
ou 3 parcelas, 1 + 2 d e R $ 99,00 ( neste caso o c u rs o também será e n viado em
3 etapas + R $ 1 5,00 de desp. d e e nvio, por encomenda normal ECT.)

23/98
PEDIDOS: Utilize a solicitação de compra da última página, ou D ISQ UE e COMPRE pelo telefone : (01 1 ) 6942-8055
;;ll•••••••• •••••••••••:SAB E R P U B LICIDA D E E P R OM O ÇÕ E S LTDA.

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - NQ 11


01 -
UlR'KIE.. TR'KIE DE FM
PAULO VICTOR A. BERGO - Aracajú - SE

Este ci rcuito o pera na faixa d e F M e


tem um bom alcance. O recepto r utiliza
a co nversão di reta, o btendo-se co m isso
boa sensibi lidade. Os ajustes, co mo na
maioria de circuito s iguais a este, são
feito s nos trimmers, co m a ajuda de um


medidor de i ntensidade de campo e/o u
o-J ._...-<t--t-I
I
u m rádio F M . O c i rcui to po de s e r PTT 1 00 nF
aco plado a u m a antena externa, do tipo
usado para a f aixa dos 2 metros, de­
vendo ser feito s os devido s ajustes nas
bo binas. As bo binas co nsistem em 4
vo ltas de f io f i no so bre l á p i s e o s
trimmers são d e 1 0-30 pF ajustados
para a máxima sensibilidade.
A alimentação deve ser feita co m ' XRF 50 - 1 00mH TDA2002
uma tensão de 9 V, de preferência de
pi lhas, pois dado o elevado co nsumo
do circuito, uma bateria co mum de 9 V
seria esgotada muito rapidamente.

02 CONTADOR DIGITAL DE
-

PASSAGEM (Roleta Eletrônica)


Luiz Henrique Casagrande - Pindamonhangaba - SP

Este projeto foi elabo rado para fa­ do CI U8-b, um contado r BCD 45 1 8 que Quando todas as saídas de USb es­
zer a co ntagem de pessoas que pas­ é acionado a cada transição po sitiva do tiverem em O i n iciando um novo ci­
sam po r uma roleta co nvencio nal o u sinal. Cada pulso faz a co ntagem biná­ cio, será gerado um pulso negativo que
catraca. ria de O a 9. será invertido por U9c acionando o c/ock
Neste circuito, 8 1 é um interrupto r As sa ídas deste C I acio nam u m do próximo co ntado r ( U 3) para as deze­
magnético acionado po r um ímã f ixado 451 1 (U4) que transfo rma esta conta­ nas e assim sucessivamente para se
em uma das aletas da ro leta, gerando gem binária em 7 seg mento s para chegar aos milhares.
então um pulso negativo a cada vo lta. acio namento do display que indica as Para zerar o co ntado r basta acio­
Este pulso é invertido po r um inver­ unidades. nar a chave 82 que leva os pino s 7 e 1 5
so r disparado r (U 5a) e aplicado a um Durante a co ntagem de 1 a 9, pelo dos C l s U7 e Us aos n íveis de resete.
555. Depo i s é invertido novamente pe­ menos uma das saídas de C ls terá um A alimentação do circuito deve ser
las portas restantes do 4093, evitando n ível de sinal positivo mantendo o pino feita co m 5 V e todos o s resisto res são
assim ru ído s e instabilidades. O pulso 9 de USa (45 1 8) baixo, po r meio do in­ de 1 /8 W. Os displays de 7 segmento s
po sitivo gerado acio na o c/ock (pino 9) verso r U9<: são d e qualquer tipo de catodo co mum.

12 SABER ELETRÔNICA - FORA DE S É R I E - Nº 23/98


Cf)
»
III
m
:Il
m
r
m
-t
:Il
OISPLAY FNO

OP 1 OISPLAY FNO OP2 OP3 OISPLAY F NO OP4 OISPLAY FNO
Z
O
» K P K P K P- K P- Vee Vcc
"'TI
O
:Il 1C
l A B C OE F G -r A B C OE F G �r A B C OE F G r A B C OE F G
»

O
m
100 nF
Cf)
m· 390R 390R l-

390R 390R
m �
(todos) (todos)
] (todos)
(todos) [
z
GoCTTRV
'0
I\)
N I o�R§C
n
1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 o S N o IE C
ex>
� 3 2 o 95 4 3 2 o 95 4 3 2 o 95 4 3 2 o 9 5 4 100 kn T YG T
:1
a b e d e t9 a b e d e t9 a b e d e t9 a b e d e t9 3 3
L Vee L L Vee L r
/
Vee V( ee
- - /
E 451 1 E 451 1 E 451 1 E 451 1
- - / - - / 4093
L BS LBS L BS L BS
TL TABCo T LTABC o T LTABCo T LTABCo 1 12
3 4 5 ( 1 2 6 3 4 5 7 1 2 6 3 4 5 7 1 2 6 3 4 5 7 1 2 6 �cS 1
J. .J. .J. .J.
01 � 0 2 ....... 03 .�
04 ...... .� 05 ....... .� 06 � .�
07 ...... .. .. 08 ...... ...... 09 ...... ......
010 ....
......
..
. .. .. 01 1 .... . .. .... .. 01 2 ....
.�
... ......
01 04 01 04 . ..... 01 04 01 04
��
0 2 03 R 02 03 R 02 03 R 02 0 3
ERS E c ES E CL 4518 ES E CL 4518 ES E CL 4518 Vee 6r15
ET N" LK 4518
" ET" " N K E T " " N K ET" " N K 4093
7 2 1 1 1 9 7 2 1 1 1 9
5 o 5 o I ... �4
S�
3 1 0 kO. 10 kO. 10 '"'" 1 0 kO. 11 RESET
9r18
4093 1kn ; 4093 1 kn 4093 4093 4093

'1°�
1 2 5 6 8 9 12 13

VJ
'fo
03 CHAVE -

ELETRÔNICA
TRANSISTO­ o

RIZADA ...J

<Xl
"<t

"<t
Z

AMAURI FURTADO MEDEIROS DA


ROCHA - Itariri - SP co
o...

T
c:

Este circuito pode a partir de um sim­


o
ples toque de um push-button acionar o
N
o canal selecionado , mantendo -o ativa­ <Xl
"<t
do . O número de chaves do circuito o ri­ �
"<t
Z
ginai pode ser ampliado .
As saídas deste circuito apresentam
uma tensão da o rdem de 0,7 V no n ível N
co
baixo e de aproximadamente 4,5 V no o...
n ível alto , valo re s q u e perm item o
acio namento das portas de um circuito T
i ntegrado 4086, po r exe m p lo , n u m <Xl
c: ('t)
chaveado r d e áudio o u ainda de um ('t)
ü
co
driver de relé para o co ntro le de cargas
maiores. c:
o
Os LEOs servem co mo mo nito res e o
N
todo s o s com ponentes usados são co ­ <Xl
"<t
muns. �
"<t
<Xl Z
Funcionamento: tomando po r base "<t
LO
Ü
um único módulo, ao ligarmos o apare­ co
lho, devido às to lerâ ncias dos co m po­ ('t)
co
nentes, um dos módulos deve disparar o...
sozinho. Ao apertarmos então a chave
PB4 temo s a co ndução de 08 que vai à T
saturação. A co rrente de emisso r deste <Xl
c: ('t)
transisto r vai passar po r R17 e co rtará ('t)
Ü "<t
co
os demais módulo s através dos diodo s o
...J
°09, 006 e 003'
Uma vez que 008 seja saturado , o
emissor estará po sitivo e o co leto r ne­ <Xl
"<t
gativo. Co m isso a base de 04 será po ­ �
<Xl Z
larizada via Rg o qual manterá essa "<t
LO
Ü
po larização até que o utra chave seja co
acio nada. A co rrente que circula pela "<t
co
base de 012 pelos diodo s 012 e 010 co r­ o...
ta a base de 08 permanecendo nesta
co ndição até que PB4 seja pressionada T
novamente.

14 SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98


04 ALARME COM -

CHAVEIRO MAGNÉTICO
Luiz Cláudio Vecchia - Sorocaba - SP

o ci rcuito apresentado tem dois blo­ aciona por um instante a sirene de avi­ é habilitado para receber os pulsos ne­
cos, sendo u m biestável c uja função é so, i ndicando que o alarme foi armado. gativos das entradas E2, E3, etc acio­
lig a r e d e s l i g a r o si s te m a e u m Temos ainda, uma saída adicional nando, se disparado, uma si rene por
monoestável com a função de disparo. no coletor deste transistor que pode ser aproximadamente 1 ,5 mi nutos.
O funcionamento é o seguinte: ao usado para alimentar um LED e um sis­ A entrada E2 deve ser ligada ao
sair do veículo, utilizando um ímã pró­ tema de ultra-som , etc, respeitando-se, sensor da porta do m otorista e após
ximo ao pára- brisas (onde está situado é claro, o limite de corrente do transis­ aberta, tem-se um retardo de aproxi ma­
o reed switch) aciona-se o biestável que tor. damente 5 segundos para o alarme ser
através do transistor BD1 40 alimenta o Uma vez alimentado o monoestável , desativado. Já a entrada E3 é ligada ao
monoestável ao mesmo tempo que depois d e um retardo dado pelo resistor capô, porta do passagei ro, ou outro lo­
e capacito r ligados ao pino 4, o circuito cai , neste caso a temporização é elimi­
nada pelo transistor BC558 ligado en-
( 0(+) 1 2V
tre o positivo e o conjunto resistor e
capacitor no pi no 3 do C1555.
Todo o conjunto é desligado pela
1 ,5 kn chave de ignição que manda um pulso
ao biestável através da entrada E 1 , fi­
c a n d o e s t e p ro n t o p a ra u m n ovo
acionamento. O motorista deve então,
�oL--�-'--I..-----o AO (+) V.SOM/LED para desativar o aparelho, entrar rapi­
damente e acionar a ignição.
��-.--��.-----�--.

�-+--1 2 6
E1 0--.---,
[IGN iÇÃO] 7
LM555 (+) 1 2 V

relê
6 Vcc

sirene

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - NQ 23/98 15


05 TRANSMISSOR DE
-

FM DE 1 5 W
ADRIANO MUNIZ MOURA - Pirapora - MG

Este transmissor tem uma potência


>
de 1 5 W e com boa antena pode enviar N
seus sinais com qualidade a distâncias +
superiores a 20 km. '"
>
Os componentes não são críticos e ü
para maior estabilidade foi utilizado um u..
c.
cristal e um diodo BB1 05 (varicap) com '" o
-' I"- o
um capacito r de 5 pF a partir da segun­ -'

da espira de L1 no oscilador.
Na saída foi utilizado um transistor
2N3375 que fornece uma potência de S! a
1 5 W de saída em 1 00 MHz. o
o
CV pode ser de 2-20 pF a 4-40 pF e
as bobinas foram confeccionadas da I!) o
-' o
seguinte maneira: M
I!)
I!)
M
L 1 - 3 espiras; Z
N

L2 4 espiras; S! a
=
o
o

L3 = 4 espiras;
"<T
-'
Ls = 3 espiras;
M a
> I"-
L6 = 3 espiras e Ü -i

S? a
N. o
L7 3 espiras. Todas as bobinas fo­ o
=
N
ram feitas com fio 20 AWG e têm 8 m m
d e diâmetro. O cristal oscilador é para M o
-' o
1 00 MHz.
N a
Para a ali mentação deve ser usada >
ü
uma fonte de 1 2 V com pelo menos 2 A a
.:.:
e uma excelente fi ltragem . O transmis­ a
N .:.:
N
sor não deve ser ligado sem antena ou
carga fantasma.
A placa de circuito impresso deve
ser de fibra de vidro e os transistores
dotados de bons radi adores de calor. N
-'

Obs: Lembramos, entretanto, que a


> o
I!)
este tipo de equipamento não pode ser ü
utilizado sem licença apropriada, pois
caracterizaria uma emissora clandesti­
na.
S! a
.:.:
N I!)
N

16 SABER ELETRÔNICA · FORA DE SÉRIE · N2 23/98


06 -
FOTOCONTROLADOR
FLÁ VIO D. ASSIS - Itanhaem - SP

As residências de veraneio costu­ A


mam ter áreas externas que devem fi­ resistor de fio
car iluminadas à noite e normalmente, 2,2 kQ
a iluminação é acionada por caseiros 5W
ou vizinhos. Para evitar este incômodo
e também esquecimentos, propomos
um controle eletrônico de grande efici­
p
ência baseado no ci rcuito de chave
regenerativa do manual Solid State 1 N4004 1 kQ
Power Circuits da RCA, editado no ano
de 1 97 1 e que se encontra nas páginas
K
354 e 355.
Na figu ra 1 temos o diagrama da Ty triac
-

chave regenerativa tomada como base


para o circuito. TIC 216 para tensão 1 20 vca 3 A
-

Neste circuito, quando um transis­ TlC 226 para tensão 1 20 vca 4 A


-

TlC 236 para tensão 1 20 vca 6 A


tor é forçado a conduzir por uma exci­ -

TIC 253 para tensão 1 20 vca 1 0 A


-

tação externa, ele realimenta o segun­ TIC 263 para tensão 1 20 vca 1 2 A
-

do, que por sua vez o realimenta, le­


vando rapidamente todo o conjunto à
plena condução, obtendo-se um com­
portamento semelhante a u m SCR.
No circuito definitivo, m ostrado na até o TIC263 para 1 2 A, dependendo
figura 2, esta chave é ligada a porta de da quantidade de lâmpadas que se de­
u m tria c e excitada por u m circuito ex­ seja controlar.
terno que usa com o sensor um LD R A tensão do triac depende da ten­
(poderia ser usado um fototransistor). são da rede, devendo ser de 200 V se a pode ser facilmente vedado com plásti­
a circuito é ajustado para ficar no rede for de 1 1 0 V ou 400 V se a rede for co transparente e m ontado na parte
limiar do disparo, o que ocorre quando de 220 V. Este componente deve ser externa da residência de modo a rece­
a l uz que nele incide diminui de intensi­ dotado de radiador de calor apropria­ ber a l uz ambiente, mas não a luz das
dade. do. próprias lâmpadas controladas que po­
a triac usado pode ser qualquer um a circuito montado pelo autor foi ins­ deriam realimentar o circuito provocan­
da série TIC desde o TIC2 1 6 para 3 A talado em caixinha de booster de TV e do oscilação.

07 -
GERADOR DE RUIDOS
CíCERO FLORINDO DE MATOS

Este circuito gera ruídos na faixa de a circuito aproveita o ruído térmico enquanto que a chave S2 seleciona o
frequência que se estende até 1 G Hz, gerado numa junção PN polarizada no modo de funcionamento.
servindo para prova de diversos tipos sentido inverso. a transistor 01 funcio­ A alimentação do circuito é feita por
de equipamentos. a ci rcuito pode ser na como fonte de corrente ajustável , uma bateria de 9 V e os capacitores C 4 '
m odulado e dentre as suas utilidades controlando o n ível d e ru ído d e saída Cs e C 6 devem ser de boa qualidade,
maiores destacamos o ajuste de eta­ através de P , . a oscilador CI 1 pulsa a cerâmicos e com os terminais os mais
pas de RF de receptores de FM e TV. fonte de corrente numa faixa audível, curtos possíveis.

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - NQ 23/98 17


lED
1 00 nF MCl 020

I
4 8
�---I 7

I
lM 555

"'---1 6
transistor para
alta frequência
B F 689K, B FQ 67 ou BFT 65
-
-

470 nF

08 -
INJETOR DE SINAIS VHF

ÉRICO OLIVEIRA - Pelotas - RS

A idéia deste projeto é aproveitar um


seletor de canais de u m televisor fora an!. ex!.
de uso como injetor para prova de ou­
tros televisores. 1 kn
CAG 200 n
No caso o autor usou o seletor de SElETOR
um velho TV Semp modelo DL4 1 1 M do

r/ . .CH,. . - -:1...
TVC IDIL com alimentação que deve ser
feita por bateria de 9 + 9 V. 1F
Para usar o aparelho num TV sem ,
9V
imagem e sem som, conectamos a gar­
ra negativa ao chassi do T8 em prova e
acionamos a chave C H 1 • Depois é só
selecionar uma estação local para for­
----.J -
necer o sinal de prova. Com isso o apa­ ':' 9 + 9 V

I
��
relho passa a tramsmitir um sinal de

ii
lED
prova na frequência de FI que pode ser

r--­
�--------�
injetado com as pontas de prova na ______

saída do seletor do aparelho suspeito. cabo blindado 75 n


Outros pontos da etapa de FI podem pp
ter a injeção do sinal para prova, caso
nada aconteça quando na saída do garra
seletor o sinal for injetado. terra

18 SABER ELETRÔNICA · FORA DE SÉRIE - Nº 23/98


u

09
lO N
- +

TRANSMISSOR o

LL
a.

DE FM .,.
a:
><
LL
c
°
"-
N

>oL{}
CORSARIO II ..,.
LL
a:
o H >o..,.
><
'"

�>
LL LL
a:
H c>O NLO
><

PAULO BUENO JUNIOR -


Pindamonhangaba - SP LL
c H LL
C >o
<Xl

° °
°
N
O
r---'-.... H
Este transmissor tem uma potência
LL
a:
><
>o"-
da ordem de 50 W com boa estabilida­
de e modulação por varicap. Além dis­ c:
°
N
so este transmissor pode ser montado N
com com ponentes de fácil obtenção ( ) *

O transistor 2SA 1 1 77 (Sanyo) pode


ser substituído por equivalentes, funcio­ LL
nando como oscilador, onde L, e CV c
°
c:
°
° N
determinam a frequência de operação. N
Os transistores 02' 03' 04 e 05 for­
mam o pré-amplificador de RF sendo
que estes componentes deve m ser
c:
montados em radiadores de calor. Os °
N
capacitores de 1 00 nF deste bloco de­ N
vem ser montados os mais próximos a:
°
possíveis dos term inais de L2' �, L4 e <Xl

Ls ·
a:
A etapa de sa ída utiliza um transis­ Q) °
N
tor 2N5643 montado em excelente ra­ <Xl

diador de calor. Entre o transistor e a


saída existe um filtro cuja finalidade é
eliminar as harmônicas, além de casar
a i mpedância com o cabo e antena.
Todas as bobinas e choques são de
fabricação caseira e têm as segu intes
características:
L, e L2 devem ser formados por 5
espiras de fio esmaltado 26 AWG em
fôrma de diâmetro de 0,8 cm sem nú­
cleo; L3' L4 e Ls são formadas por 6 9
'"
espiras de fio 22 esmaltado em fôrma M
com diâmetro de 0,8 cm sem núcleo;
9
l{)
(*) Lembramos que a operação �

deste tipo de equipamento está LL


:::l. "-
sujeita a restrições legais. O leitor que ° �
pretender realizar sua montagem LL ó (jj
C L{}
deve estar informado sobre a legisla­ N
°
°
ção vigente.

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - NQ 23/98 19


L6 é fo rmada p o r 4 e s p i ra s de f i o vés de uma conta de ferrite de 1 ,5 cm
esmaltado 1 8 AWG em fôrma de 1 c m de comprimento por 0,5 cm de diâme­ 1 N60
d e diâmetro s e m núcleo; �, La' Lg e L,o tro.
22 pF
são fo rm adas p o r 5 e s p i ras de fio XRFs 1 5 espiras de fio 1 8 AWG

r
=

esmaltado 22 sem núcleo em forma de em fôrma com diâmetro de 1 cm.

a saída do
0.8 cm. Os choques de R F são obtidos Todos os choques são enrolados em
da seguinte forma: fôrmas sem núcleo e os resistores são
X R F,= 1 0 espiras de fio 1 8 AWG todos de 1 /8 W. Os capacitores meno­
com diâmetro de 1 cm res de 1 IJF devem ser cerâmicos e os
X R F2 e X R F4= 8 espiras de fio 22 maiores são eletrolíticos para 25 V ou
AWG com forma de diâmetro de 1 cm mais. Utilize uma ventoínha para venti­
X R F3 1 espira de fio 28 AWG atra-
= lar os transistores.

la -

CONTROLE
DE
VOLUME
DIGITAL
WESLEY ATTROT - Rolândia - PR

Este controle de volume é intercala­


do entre a saída de um pré-amplifica­
dor e a entrada de um amplificador. O
controle de volume é estéreo e faz a
variação dos sinais de áudio em 8 n í­
veis diferentes.
A chave C H , tem por função aumen­
tar o volume, enquanto que C H2 dimi­
nui. O acionamento da chave C H ' 3 leva
o aparelho à condição de mudo. O cir­
cuito possui ainda um display que indi­
ca o n ível do volume selecionado.
Os resistores de R, a R'4' R,s e R'7
s ã o d e 2 , 2 kQ e n q u a nto q u e os
resistores de R ' 6 a R , a são de 1 0 kQ.
Os diodos O , a 03 são 1 N41 48 e admi­
tem equivalentes. Os capacitores são
de 1 00 IJF e o circuito deve ser alimen­
tado com tensões de 5 a 1 2 V. É m uito
im portante que as trilhas e fios de si­
nais sejam curtas e/ou blindadas e o
aparelho montado em caixa blindada
para evitar roncos.

20 SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98


11 - e!
lU .....
c.. lU

� :::I
lU E

IRRIGADOR :::1 8..


<I) o
" lU
1U t::
" o
i
ELETRÔNICO (ij .c
VI

> >
o o

> >

C\I

GERSON BORACINI - S. José do .(1)
� C;;
Rio Preto - SP ex:
:E

o projeto surgiu quando o autor ve­


rificou que precisava manter molhadas
as plantas do seu pomar no sítio dis­
tante quilômetros de sua casa, não ha­
vendo de ninguém q ue pudesse reali­
zar este trabalho.
Dispondo de uma caixa d ' água de 7
mil l itros e energia elétrica, desenvol­
veu então o circuito que apresentamos
e que tem o funcionamento semelhan­

te a um sequencial . L.______..�__________________.l
As válvulas solenóides hidráulicas
usadas são do tipo encontrado em ca­
sas de refrigeração a custo acessível �
U")
(solenóide da lava-roupas Brastem p ou �
equivalente) . o

Evidentemente, nas entradas e saí­


das destas válvulas devem ser feitas
adaptações para o encaixe de canos e
mangueiras. u..
�>
O transistor de potência deve ser o�
montado num radiador de calor e o ci­


��
cio de acionamento depende de C 1 e
P 1 que podem ser alterados conforme c ....;
0 (1)
às necessidades dos projetos. o
u.. E

O que o circuito faz é acionar por

E
r-­
o
certos intervalos as válvulas, deixando o
"<t
passar a água que então, por um siste­ Z u..
c ....;
ma de mangueiras, é levada até as plan­ 0 (1)
o
tas. Para usá-lo basta alimentar o cir­
cuito e acionar 8 1 •

Ajusta-se depois P 1 para obtenção �

dos tempos desejados.

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - NQ 23/98 21


I\)
I\)

17 pF C5

1 Mn
+ oP + oP

- oP - oP
1 kn
l N4148
9V
1/2 W

U� relê
� reversível
560 R
220 R 1 polo
33 kn 19 R 12 V / 5 A
4 8 l N4148
l N4148
1 .. . 17 3 1 .. j� 6 �
-
cn
» 12 V / l/2 W o
(lJ 111
m
5 �1-----��-
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J_
m
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6 NE555 ---r--t- 11 2 N E555
r
2,2 kn
m
7 1-1------, �
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Z
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O ,...
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»
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§
O
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» 1 IJF
O
l lJ F �
O
m
16 V I 100 nF I 33 nF I 16 V
::o
cn
m,
10 kn
-
:JJ
m
iii •
tr

� �'
I\)
s:
ex>
� C)
No transmissor deste projeto temos 555 de 1 5 a 1 6 V. A fonte pode ser mon­ 4 - I nterrompa o feixe e veja se o
um gerador de pulsos que ativa o emis­ tada na mesma placa do alarme e tem LED acede.
sor de infrave rmelho. Os pu lsos do uma configuração comum. 5 8e estiver apagado, feche 8 , e
-

astável 555 são aplicados a 02 que des­ A instalação do sistema deve seguir em seguida corte o feixe para ver se o
carrega o capacito r C 7 no diodo emis­ as seguintes recomendações: LED acende e se permanece neste es­
sor. O diodo D 3 em conjunto com R '4 e 1 Mantenha uma distância de 2
- tado após a volta da incidência. Para
R ' 5 polarizam 02 dando forma ao sinal metros entre o transmissor e o recep­ apagá-lo, abra 8 , .
do pino de descarga do CI de modo a tor. Operação: O monitor atua quando
chavear o transistor. D 3 l i mita a tensão 2 - Deixe 8 , aberta. ocorre a interrupção do feixe e perma­
usada para colocar 02 em condução e 3 Verifique se o LED está aceso
- nece ativado com a volta da incidência,
evitar que o circuito de chaveamento ou apagado. 8e estiver aceso, é porque ou seja, tem trava ou memória. Para isso
possa carregar a constante de tempo o feixe não incide sobre o sensor. 8e a chave 1 deve ser mantida fechada.
que controla o período de descarga. apagado, indica que os circuitos estão Uma vez que o circuito seja acionado,
O circuito receptor propriamente dito ali nhados. deve-se abrir momentaneamente a cha­
é formado pelo fototransistor e por R , . ve para rearmá-Io.
O s pulsos que incidem sobre o sensor
fazem com que circule uma corrente. A +
1 N4007
variação de tensão provocada por esta �
corrente é reconhecida como pulsos 220R + OP
22R
1 /8 W
transmitidos. 1 /8 W
1 N4007
O transistor O, acopla os pulsos re­ 470 IJF 47 IJ F
25 V 25 V
cebidos pelo fototransistor no primeiro
estági o a m p l ificador. A conexão do 1 N4007
emissor de 03 ao pino 3 de CI 4 faz com 47 IJ F
que se tenha o n ível zero sempre que o 25 V
470 IJ F
foto-emissor estiver emitindo. 25 V 220R
1 N4007
1 /8 W
Para alimentar o circuito foi usada
uma fonte com 3 tensões, já que os 1 1 0/220Vca - OP
operacionais precisam de 1 5 + 1 5 V e o
1 2 + 1 2 Vcc
200mA

...

13 GERADOR DE MUSICA COM


-

BATIDA (RAP MELODY)


JÚNIOR CESAR M. SILVA - Junqueirópolis - SP

Este é um projeto para quem gosta Estes osciladores são ligados de tal Este bloco junto com o gerador de
de música contemporânea. Começa­ forma a tocar as 5 primeiras notas de percussão automático que imita o rit­
mos por analisar o primeiro oscilador "parabéns para você". mo "rap m elody enviam seus sinais a
"

que é empregado como c/ock e excita Os trimpots é q u e p e r m item a um míxer formado por um amplificador
um contador 401 7. Este oscilador é for­ regulagem das notas do, ré, fa, mi, res­ o p e ra c i o n a l , o n d e é p o s s ível s e r
mado por uma porta NAND de um 40 1 1 pectivamente nos osciladores 1 , 2, 3 e conectado um ampl ificador externo.
ou 4001 e em seguida tem seu sinal in­ 4. A chave 8 , tem por finalidade desli­ Os potenciômetros P , e P2 atuam na
vertido por outra porta. gar o aparelho automaticamente de velocidade da música, nota e percus­
Nas saídas temos os osciladores modo a obter um controle manual que são, enquanto as chaves 8 3 e 8 4 fazem
adicionais cuja finalidade é gerar sons permita obter o efeito back-back de mú­ a ligação do sistema de notas e bate­
(notas musicas). sica ufunk", apertando a chave 82, ria.

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98 23


I\)
"""

S3
O

I 6 / 12 Vcc
S4
'
0
j S2
47 j.lI !20 nF
10
1 1 {
401 1 1 1 4
i .. '"
13 15 " 15
2 14 4017
� fi 3 2 7 10 5 9
1,2 Mn
V
170 nF 170 0 F

1 N4148 N4148
1 1 N4148 1 N4148 I
1 47 nF
22 nF I 22 nF
Cf>
1

lJJ
m
9 BC548
:o
1
m
r
8 � :=l �:
:o

Q.
� :=l: h �:
z
O

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"'TI
1 0 j.lF 4,7 j.l F
Q
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100 k.n � 100 kn

�D �
O
::E7 nF � 7 nF +�
m
Cf>
m,
:o
m

z
00

I\)

ao

14PROVADOR DE CONTINUIDADE
-
.-

COM VOLTIMETRO NEON


Jaime Sauné Junior - Andirá - PR

1 50 kn
Este circuito, que pode ser usado
tanto na rede de 1 1 0 V como 220 V, uti­
l iz a d u a s l â m p a d a s n e on c o m o PP1

voltímetro. S e for conectado a u m a rede


8 : S2
de 1 1 0 V apenas uma lâmpada neon 9 :
acenderá e se for l igado a uma rede de
220 V as duas lâmpadas neon acende­
rão.
A medida de tensão só deve ser fei­ LED LED LED
ta com a chave comutadora na posição vermelho verde
V (voltímetro). Para isso existe um LED
verde indicando que esta função está
acionada.
Para a medida de continuidade exis­
te um LED amarelo que indica que a
1 kn
chave está nesta função. A finalidade
do LED vermelho é indicar q uando há
continuidade no circuito que está sen­
do provado.
O circuito é alimentado por 2 pilhas
comuns e todos os componentes usa­
dos são de fácil obtenção.

.-

15 - SIMPLES FOTORRELE
CARLOS ALBERTO BASTOS DE OLIVEIRA - Valença - RJ

Este circuito que usa apenas 5 com­ O ajuste do ponto de disparo é feito
ponentes aciona um relé e portanto uma pelo potenciômetro e o transistor admi­
carga externa quando a luz que incide te equivalentes. O diodo em paralelo +
no LDR é cortada. com o relé pode ser de qualquer tipo
O circuito pode ser alimentado com de uso gera l , como por exem plo, o
6 V se o relé usado for de 6 V, mas tam­ 1 N4 1 48 ou 1 N91 4.

6V
bém podem ser usados relés de 1 2 V Observamos que este circuito não
caso em que a alimentação pode ser tem trava, logo o relé é acionado ape­ Qualquer
feita com esta tensão. nas durante o intervalo em que a luz '--
_ __e..-----.J relê de
que incide no LDR é cortada.

SABER ELETRÔNICA - FORA DE S É R I E - N2 23/98 25


...

16 COMANDO IIESTAVEL
-

PARA MOTOR
Paulo C. Winter - Pelotas - RS

Com este circuito é possível ligar um

S1 - chave do tipo de pressão 1 N4001


motor (ou outra carga de potência) com relê
um simples toque num interruptor de
pressão NA e desligar o mesmo motor

S2 - chave do tipo de pressão


(ou carga) com um toque em um outro com contatos normalmente
botão. abertos.
Substituindo os botões por micro­

1 N4001
switches, reed-switches ou chaves de com contatos normalmente
fim de curso, o circuito pode ser usado fechados.
em automação de portões e outros dis­

1 N4001
positivos eletromecânicos.
O circuito consiste em um biestável
com um SCR. Pressionando S l o SCR
dispara e trava, alimentando a carga.
Para desligar o SCR o interruptor S2
coloca momentaneamente em curto o
anodo e o catodo.
O SCR usado neste circuito não pre­
cisa de radiador de calor e o relé é de

{ 1 10 V OU Secundano { 9 + 9 V OU
1 2 V com contatos de acordo com a in­

220 V 1 2 + 12 V x 1 A
tensidade de corrente exigida pela car­
ga que deve ser controlada. Transformador
Os interru ptores de pressão que · . . "
P nmano
controlam o ci rcuito podem ficar longe.

17SENHA ELETRÔNICA
-

PROFISSIONAL
LEONARDO TAKAHATA - Vinhedo - SP

Este circuito pode acionar uma car­ dos bi nários são obtidos por u m C I uma senha de 1 5 d ígitos, usando os
ga de alta potência de corrente contí­ decodificador d e teclado (74C922) e numerais de O a 9 e as letras A até F.
nua ou alternada a partir da digitação comparador pelo C 1 7485. As portas Digitar o primeiro d ígido e pressionar
de u m a s e n h a de 1 5 d íg i t o s A N D e NOT p o d e m s e r tanto de GLOGK; digitar o segundo e pressionar
hexadecimais, o q u e leva o circuito a tecnologia C MOS como TIL, de acor­ GLOGK e assim até o último d ígito. Ve­
ter 1 5 elevado ao expoente 1 6 possibi­ do com a preferência do montador. rificar se o LED FULL está aceso. Abrir
lidades de combinação. Para programar o procedimento é o a chave REG e pressionar RESET.

26 SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98


A senha escolhida é armazenada seguinte: fechar a chave REC. Pressio­ Depois disso, a carga será ativada
numa memória RAM (74C89) e os da- nar o Push-Button RESET e escolher se a senha correta for digitada.
C/J
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m
:D
m
r
+5V
:D

O>
Z
O
» + 5V
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O J1
:D
»
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O
10 9 54 1 5 14
r 12 �
m
1 1 18 17 1 10 � C LOC K
C/J
10 12 11 7
m,
16 15 9
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8 15 14
m
13 9 14 8 TO nF
7 74C992 14 1 5 74LS85 1 11 74C89 1 3 1 1 7493
� RESET
I\)
I1 8
3
0 1 2 3 f- 2 12 - - 16 21

CD
� 4 56 7 f- 2
8 9A B f- 3 13 - 4 8
4 L2
c DE F f- 9 6 5 5 7 6 3 10
q
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100 nF
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(1)- o ()

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0 ..... <0 <0
N4148 ;:::;: III
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BC548 4,7 kíl
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18 RECEPTOR PARA
- 1 0.
3D e 40 METROS

José Laércio da Silva - Arapongas - PR

Este receptor faz uso de um transis­ onda curtas ou ainda desejam ter um cleo. � consiste em 2 espiras na mes­
tor duplo MOS-FET do tipo B F350 e circuito básico para um projeto de Walk­ ma fôrma e L3 em 1 0 espiras. Como o
cobre as frequências entre 5,4 e 1 4,5 Talkíe. O circuito é alimentado por uma circuito é super-regenerativo o sentido
MHz sem precisar de troca de bobinas tensão de 9 V e pelo baixo consumo do enrolamento de L2 é importante, de­
nem chave de ondas. Trata-se de uma pode ser usada uma bateria. A bobina vendo o mesmo ser invertido caso não

100 llF / 10 V
solução simples para os que gostam de L1 consiste em 1 espira de fio esmaltado se consiga a regeneração apropriada
receptores experimentais na faixa de de 1 8 a 22 em forma de 1 cm sem nú- ou melhor rendimento.

L2
1 MO
33 pF
BC207
L3 47 1l F
10 V
10 kO
6 ,8 k O
47° �
4 ,7 1l F 10 V
10 V I
L 1 - 1 espira 22 kQ
I
salda para L2 - 2 espiras
L3 - 10 espiras
-

680 kO 2, 2 kO
-

antena
J

l' MEDIDOR DE PEQUENAS


-

RESISTÊNCIAS
Nelson Chimentão - Guaxupé - MG

Um circuito melhor do que o publi­ multímetro digital e tem uma escala li­ Podemos usar as escalas de 0-200
cado na Edição Fora de Série 22, se­ near. mV, 0-2 V e 0-20 V para a medição, res­
gundo o autor, é o apresentado a se­ A fonte é de 1 5 V e podem ser me­ pectivamente de resistores nas escalas
guir já que neste circuito os fatores usa­ didos resistores de até 1 0 n. Se a re­ de O a 200 miliohms, O a 2 n e O a 1 0 n.

28 SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - NQ 23/98


dos nas escalas melhor se adaptam à sistência máxima desejada for de 2 n, Nas três escalas a leitura é direta sem
leitura. O circuito apresentado usa um a tensão da fonte poderá ser de 6 V. a necessidade de usar m ultiplicadores.
o circuito consiste numa fonte de corrente cons­
tante para o resisto r medido até o limite de 1 0 n .
Com a ajuda de um a m perímetro no lugar do
resistor a ser medido, ajustaremos a intensidade
da corrente em R2 para 1 A.
[8][8][8]
+
-
M U LTíMETRO
DIGITAL
,<

Assim, medimos a queda de tensão no resistor


em prova. Se ela for de 1 mV teremos 1 miliohms e


assim por diante. Observe que na escala de 0-200
mV podemos medir até 200 miliohms.
O limite superior da corrente fica na dependên­
cia da fonte de alimentação, pois a precisão só será
mantida enquanto o regulador LM31 7 puder man­
ter a tensão estável. Para medir valores de resis­
tência maiores, devemos usar as escalas normais
do multímetro. Aqui também o comprimento dos FONTE

\
cabos influi na precisão da medida. As pontas de 15V 1 A LM 3 1 7T
prova devem ser robustas com fios curtos e de pre­ - +

ferência devem ser usadas garras.
Observe que o resistor sob teste deve suportar


a intensidade da corrente usada que é de 1 A, pois
20
caso contrário, ele pode q ueimar. R1 deve ter pelo 1 0 w,
menos 1 0 W de dissipação e deve ficar preso ao IM POT
dissipador do LM3 1 7 para que sua resistência não 4700
se altere muito durante o teste.

--

10 FONTE DE ALIMENTAÇAO
-

DE 1 0 A
PAULO ANGELO KOCH - Avaré - SP

Esta fonte de alimentação pode ser


usada como carregador de baterias e F1 - 15 A
em m uitas outras apl icações , tendo +

como elemento de destaque o u so de 1 27 V


AC SH 0,0250 3 W
um shunt com uma barra indicadora de ( 4 resistores de
LEOs que permite monitorar a intensi­ O,1 0 x 1 W
dade da corrente que circula pela car­ LED em paralelo)
ga.
SH
O Bargraph pode ser elaborado com
o LM391 8 ou outro equivalente, bastan­
do apenas que se ajuste o trimpot P1
para se ter a escala n a faixa de corren­
tes desejada.
o
O shunt SH consiste em um resistor o
o
de 0,025 # x 3 W que pode ser obtido o
pela conexão de 4 resistores de 0 , 1 # x o
o
1 W em paralelo. o
o
Os diodos 01 e 02 são de 1 0 A e os 470 � F o

diodos 03 e 04 para 0,3 A ou mais. O 40 V o

transformador T1 tem enrolamento se­


cundário de 1 2 + 1 2 V x 1 0 A e T2
tem enrolamento secundário de 1 5 + 1 5 T 1 - 1 27 V / 12 + 12 V - 10 A D 1 e D 2 - diodo para 1 0 A
T2 - 1 27 V / 1 5 + 1 5 V - 0,3 A D3 e D 4 - diodo para 0,3 A
V x 300 mA. Os enrolamentos primári­
MD 1 - módulo Baregrafh
os destes transformadores são de acor­ (indicador de barra móvel - 1 0 LEDs)
do com a rede de energia.

SABER ELETRÔNICA - FORA D E SÉRI E - NQ 23/98 29


11 - REVERSÃO AUTOMÁTICA
EMILlO RUBENS NEUMANN - Maravilha - SC

Q circuito proposto pode ser usado F I a F3 são fusíveis de 1 6 A e F4


em máquinas q ue necessitem de rever­ u m f u s ível d e 6 A . M 1 é u m a
são por um determinado tempo. Sua fi­ manopla e elemento d e contato
nalidade é acionar automaticamente o S
E1 1 1 Ace cuja função é ligar e des­

1
motor num sentido e em outro, confor­ ligar o comando. FT é um relé de
me necessário. sobrecarga RW 27.2 Weg que deve
O projeto usa contatores e tempo­ ser escolhido de acordo com a cor­
rizadores eletrônicos do tipo encontra­ F2 F3 rente nominal do motor a ser con­
do em automação industrial e deve ser trolado.
alimentado por redes trifásicas.
K1 e K2 são contatores do tipo CW
4-1 1 H-eg para motores de 1 ,5 CV e têm
por função acionar o motor. RT1 é um
temporizador responsável pelo desliga­ 1 L1 3L2 5L3 1 L 3L2 5L3
mento e RT2 pelo acionamento através K 1 ------ --- -
- -

21 21
de K 1 . RT 3 é re s p o n s áv e l p e l o 2T1 4T2 6T3 K2 K1
22 22
acionamento e RT4 pelo desligamento
do motor através de K2• RT1 e RT4 são 15 15
RT 1 RT4
do tipo RTW-20-220-1 E da Weg e RT2 16 16
e RT3 são do tipo RTW-1 5-220-2E da
Weg.
No ajuste dos tem porizadores deve
ser observado o seguinte detalhe: o
J
ajuste de tempo de RT1 e RT4 deve ser
maior do que o de RT2 e RT3 , pois se
N
isso não for observado, o circuito não
funciona.

II - AMPLIFICADOR COM O
TDAIOOI EM PONTE
FERNANDO PEREIRA DE CAMPOS - Botucatu - SP

Este amplificador de boa potência para que não ocorra a captação de zum­ menos 4 A. Os circ u itos i ntegrados
usa dois TDA2002 l igados em ponte e bidos. O alto-falante usado deve ser de TDA2002 devem ser montados em bons
inclui o controle de graves agudos. Além 8 .Q com pelo menos 30 W de potência. radiadores de calor.
disso, um Mixercom três entradas para O transformador da fonte deve for­ Os diodos retificadores devem ser
gravador, m icrofone e auxiliar. necer uma corrente de pelo menos 2 A os 1 N5404 ou SK3/02 e é importante o
No setor de pequenos sinais as li­ para uma versão mono e se dois ca­ capacitor de filtragem da fonte para que

Nº 23/98
gações devem ser curtas e blindadas nais tiverem de ser ali mentados, pelo não ocorram zumbidos.

30 SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE -


r-------�--_.--u + 1 2 V
2,2 kn

Mie

AUX ou mais
8n

13 -
TRANSMISSOR DE FM
CíCERO PORCIÚNCULA JR. - Santa Cruz do Capibaribe - PE

Este pequeno transmissor d e FM


pode enviar os sinais de áudio obtidos
a partir de um m icrofone, um pequeno
gravador ou ainda um mixer ligado a
outras fontes para um receptor situado 1 0 kn
a uma distância de até uns 50 metros. 2 ,7 n F
Uma das aplicações possíveis para
este circuito é como uma estação do­
m é stica ou e s c o l a r ou a i n d a p a ra ENT. 1 00 n F

T
acionar uma caixa de som remota em I
algum tipo de aplicação. A bobina L1 220 nF + B1
consta de 4 voltas de fio 22 AWG numa -
-
fôrma de 2 cm de diâmetro sem núcleo. 2,2 kn
O capacitor ajustável poder um trimmer
3-30 pF ou próximo disso. Como ante­
na é usado um pedaço de fio rígido de
L 1 - Bobina de 4 voltas de fio 22 em fôrma de 2 em de diâmetro.
u ns 1 5 cm de com primento.
A ligação da antena é feita aproxi­
madamente na tomada central da bo­ da a intensidade do sinal de entrada distorção ocorre quando o sinal se tor­
bina. O circuito é alimentado com 4 pi­ para o ponto em que ele seja recebido na excessivo e causa uma saturação do
lhas comuns e no uso deve ser regula- com máxima nitidez sem distorção. A circuito ou sobre a modulação.

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98 31


14 ILUMINAÇÃO DE
-

E M ERGÊ N CIA SIMPLES


Jair Meira dos Santos - Moreira Sales - PR

c
1 1 0 / 220 V - A
G---���+--'--�------�� Apesar de não usar um carregador para a
Fl B bateria (que pode ser incorporado segundo à
linha 6A vontade qo leitor), este circuito é bastante efi­

a
tel.
ciente, pois aciona uma lâmpada de 1 2 V x 40
W (farol baixo de carro) quando a luz deixa de
incidir sobre o LOR.
D l 04
O relé deve ter contatos para uma corren­
l N4007
te de pelo menos 4 A e o LED é opcional, pois
serve apenas para indicar q ue o sistema está
acionado.
Uma outra possibilidade de expansão para
este circuito consiste no uso de diversas lâm­
padas menores em paralelo, desde que a cor­
TIL1 1 1 rente total não supere a capacidade do relé e
da bateria.

15 SISTEMA DE ALARME DE
-

CHAMADAS TELEFÔNICAS
Emílio Rubens Neumann - Maravilha - se

A finalidade deste circuito é acionar des existem restrições que devem ser aplicado a uma ponte de diodos (Dl e
um sistema de chamada de alta inten­ verificadas nas próprias concessioná­ O2) . A presença destes diodos faz com
sidade para o telefone quando ele esti­ rias. que não seja preciso se preocupar com
ver instalado em ambientes ruidosos. O circuito tem C1 acoplado à linha, a polaridade da linha.
Devemos observar, entretanto, que com a f u n çã o d e a u m e nt a r a O sinal é aplicado a R 1 que limita as
este circuito é ligado diretamente à li­ impedância e além disso, proporcionar correntes e determina com C2 e R2 a
nha telefônica e em algumas localida- uma queda de tensão ao sinal que é p o l arização do acoplador óptico e

32 SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - NQ 23/98


também o acionamento do alarme na contador auxiliar e tem porizador de

1 1

discagem. O acoplado r óptico TIL 1 1 1 é automação industrial. K1 é um contato r A 13 43
ligado a um amplificador óptico PNT/A2 CW 04-22E Weg que é acionado atra- K1 K1
d a CoeI. vés de u m ampl ificador óptico retido 14 44
FI é um fusível de 6 A. Para acionar pelo contato 1 3/1 4 de K 1 e desligado
8
di retamente um sinal luminoso ou so- pelo contato 1 5/1 6 de RT 1 (Tem po- 15
noro, basta fazer a l igação aos pontos r i z a d o r e l etrôn i c o O T E - 1 - 1 5 s da RT 1
16
A e 8 do diagrama. Oigimec que começa a contar o tempo S
Para acionamento de um dispositi- regulado a partir do fechamento do con-
vo de tempo maior, pode ser acrescen- tato 43/44 de K 1 e que também aciona
tado o circuito da figura 2 que usa um a sirene S).
c F2

....

16 FONTE DE ALIMENTAÇAO
-

PARA BANCADA

EDISON GIL RODRIGUES DE OLIVEIRA - Morretes - PR

Esta fonte pode fornecer tensões de por base o transistor TI P32 e o transis­ calor. O capacito r C 1 deve ser de 2 200
O a 1 5 V com correntes de até 1 A e tor 801 35. A tensão de referência que IJF com uma tensão m ínima de traba­
tem proteção contra curtos-circuitos na determina a tensão de saída é dada lho de 25 V. Um LEO indicador em série
saída. pelo diodo zener de 1 5 V (valor máxi­ com um resistor de 4,7 k pode ser acres­
Conforme podemos ver, depois de mo da sa ída e pelo potenciômetro P 1 • centado ao ci rcuito para indicar seu fun­
retificada pela ponte de diodos e filtra­ O transformador deve ter um secun­ cionamento. Os resistores são todos de
da por C 1 ' a tensão é aplicada a uma dário de 1 5 V x 1 A e o transistor TI P32 1 /4 W exceto R I que é de 1 W e R2 que
etapa de regulagem e proteção que tem deve ser mo ntado n u m rad iador de é de 1 /2 W.

e TIP32
c
T1 +

b
06
1 N4 1 48

8 0 1 35 c
220 Q
1 W
2.500 �F b
R4
todos os 4 diodos 25 V 1 N41 48
1 N4001 ou 07
8Y1 27 / 8Y1 26
qualquer um
destes

o------d"':
interruptor
convencional

SA8ER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98 33


17 -
INTERRUPTOR ACUSTICO
ANDERSON BARRIOS - São Paulo - SP

A finalidade deste circuito é ligar Q 1 ' passando pelo controle de sensibi­ O sinal do 555 é aplicado a um 40 1 3
ou desligar u m aparelho ou uma carga lidade. O transistor está ligado ao pino biestável que tem por carga um transis­
externa (dentro dos limites de capaci­ 2 de disparo de C I - 2 que consiste num tor responsável pelo acionamento do
dade do rei é) a partir de um som qual­ 555 monoestável cuja finalidade é pro­ relé.
quer. duzir um pulso único na presença de O 741 (amplificador operacional)
O funcionamento é o seguinte: o sons. O pulso tem uma duração de apro­ é alimentado diretamente pela fonte, en­
microfone de eletreto capta os sons am­ ximadamente 2 segundos para que não quanto que os demais têm o terra pas­
bientes e os envia ao a m p l ificador ocorram problemas de oscilações, ou sando por R2 para maior sensibilidade.
operacional cujo ganho é determinado seja, u m barulho de ligar e desligar o A tensão de alimentação depen­
por R3 ' O sinal amplificado é levado a aparelho ao mesmo tempo. de do relé e pode ficar entre 6 e 12 V.

6 a 12 V
R6 REL�
R1
18 k 1 ,8 Mo
C
L
02
1 N4001
8 4 14 5
6
7 CI 2 3 3
+ 2 NE555

18 -
TRANCA DIGITAL DE 8 DIGITOS
AROLDO Luís LEONARDO - Sorocaba - SP

A finalidade deste aparelho é libe­ lefônico com um. A alimentação deve e B8 em paralelo ao B9 e ao mesmo tem­
rar uma tranca caso uma determinada ser feita com 5 V e os botões são de po os pinos 5 e 1 1 do C I 7430 ao +VCC.
sequência de teclas correspondente a qualquer tipo NA . Não se esqueça de retirar a eta­
um código seja acionada. É utilizado em Caso o leitor queira os oito dígitos, pa intermediária entre o botão e o CI
cofres, portões e sistemas de seguran­ basta l igar o pino correspondente do C I 7430.
ça. 7430, dos últimos dígitos (retirados) e m O relé usado é de 5 V e deve ter
O projeto é sim ples, sendo possível +VCC e ligar o s botões e m paralelo ao corrente de contatos de acordo com a
montá-lo nas costas de um teclado te- B9' Por exemplo: para 6 dígitos, ligue B7 carga controlada.

34 SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98


(f)
:l>
tlJ v
m
:D
v v
m
r
m
--l
:D -< I
Q,
z
4,7 kn 1N4001 . C
O
:l>
J4
14
Y2
12� L K1
"'T1
���----+-� 1
Q
7473 5V
:D
:l>
11
O
-1 8 5 1 /6
m
(f)
7404 8 8C548l

:D V
m
1
4E
I\)

ex>

Y2
9�
7473 ,/ 1 /6
7404 8
1 9
/\
4
V
8
D
4,7 kn
12�

V
V

8 1-
14
Y2 12 t---t-
747
-1 '"'84 3 2 131
1
1
w
"T'
(J1
19 -
DIMMER DIGITAL
FRANSISCO MARCOS MARTINS - São Carlos - SP
E-maU: Francisco @/inkway. com.br

Este circuito permite selecionar 1 0 o controle do circuito com uma faixa de No C I -3 (40 1 7) temos u m conta­
n íveis de potência com uma chave de 1 00% da potência aplicada à carga. dor digital com 1 0 saídas operando com
1 0 posições, adicionando alguns com­ Os resistores R, e R2 formam u m os pulsos do bloco anterior. Este circui­
ponentes ao projeto original, é poss ível divisor d e tensão e CI-2 d á um tratamen­ to zera o contador quando em n ível 1 e
controlar mais de uma carga. to digital ao sinal de 1 20 Hz, sendo ob­ permite a contagem normal quando em
Na figu ra 1 , T, reduz a tensão da tidos pulsos, veja a figura 2 . n ível O. Na entrada de clock de C I-3 é
rede que é retificada por uma ponte. A Note que temos n ível 1 no pino 2 aplicado o sinal gerado por C I -2c que
filtragem é feita depois de D 5 pelo de C'-2a sempre que a tensão da rede também é controlado pela saída de C12a.
capacitor C, e estabilizada em 12 V por passa por zero V. Estes pulsos são Este circuito só oscila em n ível baixo.
CI-, . O sinal na saída da ponte tem uma usados para sincronizar o funciona Se fizermos com que o oscilador pro-
frequência de 1 20 Hz sendo usado para mento do controle. d u z a d e z p u l s o s entre um resete
... _ - ._._----- ._----_ .__._--_._ ...- --�-.. __... _-------_. _--

C
1002n F
I
CI
40173
CLK °0 3
ENA °1 2
°2 4
°3 7
10 S1 8
°4 1
°5 5
°6 6
°7 9
°8 11
09 12
CO
10 11
C
2204nF
I
�::Rede�:J10CsnF
250 VI
Figura 1

36 SABER ELETRÔNICA · FORA DE S ÉRIE - Nº 23/98


� Safda da Ponte
Resete
e outro, teremos dez pontos de disparo
diferentes em cada semiciclo para o

� Safda do C.1.2
triac conforme verificamos na figura 3.

Clock
Ainda na figura 3 vemos sobre os
pulsos de resete os pulsos gerados pelo
o s c i l a d o r, o m o m e n to em q u e o
oscilador começa a funcionar, além do Figura 2
instante em que Q2 corta o oscilador.
Na figura 3a temos os pulsos da primei­ Coloque a chave S l na última posi­
ra e quinta saída de C I - 3 • Na figura 3-b ção e ligue o circuito. Com uma chave
temos as últimas saídas. Nesta figura de fendas ajuste P 1 até que a lâmpada
foi representada apenas a parte positi­ acenda e depois vá reduzindo seu bri­
va do ciclo do sinal senoidal da rede de lho até que apague por completo.

102
energia. Coloque a chave Sl na primeira po­
O disparo do triac é feito por C I -2d,

a
sição. A l âm pada deve acender com
C I -21 e CI-2e que são ligados em parale­ brilho bem forte.
lo formando um bufter de corrente. �
__ ..
Se você ligar um multímetro em pa­
Para ajustar o circuito, ligue como ralelo com a lâmpada, poderá ver as di­ b
carga uma lâmpada de 1 00 W. versas tensões aplicadas na carga para
Figura 3

CI
40173
14 CLK AO 3
ENA 0 1 2 CI 2D
4
15 RST 0023 7 40106
10
05
06
5
1 125010CnF5V
07 6
04

9
09
11
CO 12
08

CI 4A 3
40106

5
125010CnF6V

CI 4 D
40106
125010CnF7V
220/1 10 V 0-----'

Figura 4

SABE R ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98 37


cada posição da chave. Considerações: Com a chave SI na primeira saí­ mos como é possível controlar mais
com o mu ltímetro ligado em paralelo da, a tensão aplicada à carga é menor duas cargas sendo uma independente
com a lâmpada, na última posição da do que a tensão da rede na entrada do da outra.
chave ainda haverá uma tensão aplica­ circuito, pois como o resete demora um Com o triac usado (TIC206N para
da à lâmpada, mesmo que ela fique pouco para perceber que a senóide 600 V x 4 A) é possível trabalhar com
apagada. Isso se deve ao fato de que o começo u a crescer novamente e o potências de até 800 W em 220 V e a
ci rcuito de resete m uda de n ível antes oscilador demora alguns instantes para metade em 1 27 V. Podemos trocar o
que a onda senoidal atinja o zero, o que entrar em ação, o triac nunca é dispa­ triac por um de maior capacidade sem
dificulta u m pouco o controle na faixa rado logo no instante em que a tensão que sejam necessárias alterações no
de baixas potências. passa por zero V. Na figura 4 mostra- resto do circuito.

30 - AMPLIFICADOR DE
2 A 30 MHz - 300 W
WILSON PEREIRA DE COUTO - Petrolina - PE

Este amplificador linear é ideal nho atenuando em até 75 dB a intensi­ Ls - 4 espiras de fio 1 0 em núcleo
para aqueles que operam na faixa de dade da segunda harmônica. As bobi­ de 9 mm de ar
radioamadores e PX (27 MHz). Com nas têm as seguintes características: Os resistores são todos de 2 W e
uma potência de saída máxima de 300 LI - 1 0 espiras de fio 1 8 sobre um os capacitores cerâmicos e eletrolíticos
W, ele exige do montador experiência resistor de 680 n x 2 W têm uma tensão m ínima de trabalho de
prévia com este tipo de circuito. L2 - 5 espiras de fio 1 0 em núcleo 63 V.
Neste circuito R I ' R2 ' R3' C I , C 2 e de 9 mm de ar. O transistor M R F448 deve ser do­
C3 fazem o acoplamento do sinal de en­ L3 - 6 espiras de fio 1 0 em núcleo tado de um radiador de calor grande
trada à base do transisto r T 1 • C 4 , Cs' C G, de 9 mm de ar. (20 x 40 cm) de boa qualidade, já que
C7, C s ' Cg, �, L3' L4 e Ls formam um L4 - I gual a L3 a montagem da placa é feita sobre o

MR7541
filtro passa-baixas de ótimo desempe- Ls - Igual a L2 dissipador.

Filtro de alimentação
CH CH CH 13,8 V
10 IJF l ,8 nF 10 IJF 1,8 nF 10 IJF l , 8 nF 10 IJF
1 1+

1 1 I

L�
- i- 1 ,8 nF "Ç-! �
1 �l
Ent. BNC 2kV
-1 i-
exci5tação max. C
1 20 1p F
- _ _ _ _ - _ _ _ _ - - - _ _ _ _ - -

a 15W
50n
• .

I C2 T
120 P'J.


-
- - - - - Blindagem

38 SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98


31 - AMPLIFICADOR DE 1 10 A
150 MHZ COM 5 0 W DE POTÊNCIA
WILSON PEREIRA DE COUTO - Petrolina - PE

Este amplificador para a faixa de 1 20 são de 14 W. Para alimentar este circui­ ou uma fonte de 1 3 , 8 V com pelo me­
a 250 MHz utiliza um módulo de potên­ to pode ser usada uma bateria de carro nos 1 5 A.

Módulo de potência
cia do tipo M67781 L capaz de entregar

M67781 L
até 50 W de saída. A excitação máxima

Saída
do amplificador é de 1 W.

3 L3 L4
a módulo M67781 L deve ser mon­
tado num bom radiador de calor.
a pino 1 recebe o sinal de RF a ser

nF
2 500
amplificado enquanto os pinos 2 e 3

r·· "
recebem a alimentação através das
bobinas L 1 e L2 • 1 ,2

L1
a pino 4 é a saída do módulo na

r-
qual existe um filtro passa-baixas que
atenua os espúrios gerados pelo circui­ L2
to. As bobinas têm as seguintes carac­

'l
terísticas:
L1 - 4 espiras de fio 1 6 em núcleo
de 8 mm de ar

w'I 1'0' l°"' 1'0'


3,3 pF
L2 - como L1

13,8 V
L3 - 4 espiras de fio 1 6 em núcleo

Enl.
de 9 mm de ar

BNC
L4 - como L3 +
LR - 1 espira de fio 1 8 sobre um
resistor de 0 , 47 Q x 1 W. Todos os
capacitores eletrol íticos e cerâmicos
são para 35 V ou mais e os resistores

31 - SEOUENCIAL VAI - E - VEM


JONATAN DE ALMEIDA - Videira - SC

Este circuito é baseado em com­ to é dada pelo oscilador com duas por­ tação do circuito é feita com uma ten­
ponentes e MaS comuns e aciona 1 9 tas do ci rcuito integrado 400 1 e é ajus­ são de 9 V que deve vir de fonte, já que
LEDs num sistema de vai-e-vem com

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98


tada pelo potenciômetro de 4,7 M Q o consumo dos LEDs é algo elevado,
bom efeito visual. A velocidade do efei- numa ampla faixa de valores. A alimen- esgotando rapidamente uma bateria.

39
.,.o
r\U (JIIIU { uu vuu
'+UOtit ""'v tJ;'V , .. uv .. -
Y+ 9 V
Ao pino 7 do 4001 / 1
8
Ao p;oo 14 do 4001 16 15 8 Mo � • 1, 6 15 1M Mo 1, 6 15 8 1 Mo 1 Mo 16 15
8
_ 13
_
Ultimo 4017 4017 4017 4017
_
14 13 I- 14 13 - - 14
0'
r--
Ó
4017 14 13 1 Mo
�� 3
4�
3 2� 7� 1 �
10 � 5 �
6 9�1 1 3 2 4 7 10 1 5 6 9 1 1 2 4 7 10 1 5 6 9 11 5
O O
3 2 4 7 10 1 6 9 11
f- g x
,J'��� �� �t �� �� r- r-- - �9 X
�t �t �t �� , �� �t �� �� �t 1 N4148
�� �� �t �t
4148 �t �t �t :
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B
A 1 N4148
A B C D E FI
1 N�8 �� �� �t �t
C
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F -+-+-I---l�
I

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9 LEDs

ti-
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I
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/9� /9� / 9� bG � /9�

\ /9� /.9� /9� �/9�
q�LED
O·JJZ Ao pino 9 do ultimo 4017
.;d/ � .;/G� .;/@ .;/d� .;/G� .;/G� .;/G� .;/d�
O:l>
Ao pino 1 do ultimo 4017 3
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V� Pino 4 13 12 5
1
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3
Om 4 1 Mo 1 2 10 ��1 1 �� 4 �
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Cf)m- v.. 4066
� .. 1IIo _"o.S
�_CJ........;:I v.. 4066 4066
m
Z >O
4 ,7 Mo • •1 1lF
C
I\:)

co

....
33 AMPLIFICADOR DE RF
-

DE 7 . 5 W PARA FM
EDINALVO HOLZ - Baixo Guandu - ES

Este amplificador de potência para


pequenos transmissores deve ser exci­
tado por um sinal de pelo menos 1 W
para fornecer em sua saída a potência
máxima de 7,5 W.
A alimentação deve ser feita a partir
de uma fonte de 28 V com excelente saída
filtragem e corrente de pelo menos 5 A.
Os trimmers são de 6-60 pF e de­
vem ser ajustados para a máxima in­
tensidade do si nal de saída.
O transistor é do tipo RCA 40306 e
deve ser montado num bom radiador de
calor. As bobinas possuem as seguin­
tes características:
L1 - 3 espiras de fio 1 6 em fôrma de
8 mm sem núcleo L-________________________ _.__

L2 - Choque de ferrite 750 uH L4 - 5 espiras de fio 16 em fôrma de O resistor R 1 deve ser de fio de 1 ,35
L3 - Choque de 2,4 uH 1 0 mm de diâmetro sem núcleo. Q com pelo menos 3 W de dissipação.

GUIA RÁPIDO
34 INDICADOR DE
- DO PC
INTERRUPTOR . 96 páginas

Newton C. Braga

Editora: Saber

PARALELO • Assunto: Reparação de PCs para

leigos e técnicos iniciantes


• Preço: R$ 6,90

Neste livro de consulta rápida, o


VAGNER BELTRAN - São Bernardo do Campo - SP autor analisa de uma forma simples
de entender como opera um P C
dando dicas para sua instalação
Esta idéia é bastante interessante correta e uso, de modo a evitar que
consistindo n u m indicador l u m inoso problemas de funcionamento pos­
para interruptores paralelos. Neste sis­ sam ocorrer.
tema são usados dois LEDs, um ver­
melho e um verde (ou um LED bicolor)
que ficam acesos, ora um, ora outro,
quando a lâmpada está apagada, de­
pendendo da posição dos interruptores
bipolares.
Os diodos são do tipo 1 N4004 ou
equivalentes se a rede for de 1 1 0 V e
os resistores de 22 kQ x 1 /2 W ou mai­ Peça o seu
ores (até 47 k). Para a rede de 220 V os
pelo telefone:

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - N2 23/98


resistores devem ser de 47 k ou maio­
res e os diodos 1 N4007. (0 1 1 ) 2 9 6 - 5 3 3

41
35 -
INTERRUPTOR DIGITAL
LUCAS LOPES BUENO - Belo Horizonte - MG

51aA1 5 V
Este circuito com memória pode ser

A
usado no controle de pequenas cargas

4001
de corrente contínua e consiste basica­ x max

4
,-------��--�---o +
mente num biestável com base num cir­
cuito integrado CMOS do tipo 4001 ou
equivalente.
O circuito substitui o interruptor co­
I desl.

C
mum de qualquer aparelho que tenha B

2
uma alimentação de 5 V a 1 5 V contí­ liga
nuas com corrente de até 1 A.
A carga é ligada entre o emissor do
transistor e o negativo da fonte e o
acionamento é feito por sensor que po­
dem ser chapinhas de metal próximas 8

10 MO
ou feitas com regiões cobreadas de uma

12
placa de ci rcuito impresso. 9
Os resistores de 1 0 MQ determinam

13
a sensibilidade do circuito. O transistor 2x
TI P 1 35 deve ser dotado de um radia­
dor de calor, conforme a intensidade da
corrente exigida pela carga.
Observamos que para controlar car­
gas de maior potência ligada à rede de
energia, no emissor do transistor pode
ser colocado um relé comum.

36 CAPACIMETRO PARA
-

MULTIMETRO DIGITAL
DALE SANTOS - Mogi das Cruzes - SP

Este circuito possibilita a medição de conforme a faixa de valores. Desta for­ a escala selecionada. A precisão das
capacitâncias usando um multímetro ma, o tempo de duração do pulso na medidas depende dos resistores usa­
digital comum com boa precisão e até saída do circuito integrado faz com que dos na chave CH 1 e do ajuste do trimpot
mesmo um multímetro com instrumen­ seja gerada uma tensão proporcional na PT.
to de bobina móvel. saída do circuito a qual é medida pelo A alimentação do circuito é feita com
O circuito consiste num monoestável multímetro. 4 pilhas com uns e todos os com ponen­
q u e g e ra u m trem de p u lsos cuja Assim , quando selecionamos a fai­ tes s ã o fáce i s d e o bt e r. P a ra a
frequência e largura são determinadas xa D do circuito, ligando um multímetro cal ibração, escolha uma das escalas e
pelo trimpot de 1 00 kQ. na escala de O a 200 mV cada milivolt com um capacitor de valor apropriado {

A largura do p u l s o depende do corresponderá exatamente a 1 nF. Na e de precisão, ajuste o trimpot para ob­
capacitor colocado no circuito e também

SABER E L ETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98


escala C, cada milivolt corresponderá ter no multímetro a leitura correspon­
do resistor selecionado pela chave CH 1 , a 0 , 1 nF e assim por diante, conforme dente.

42
.. ..
CX Dl
1 N4001
A = 21lF
B = 200 n F
LED C = 20 nF R7
D = 2 nF 1 0 Mn

R5 R6
1 00 Kn 1 Mn
Cl CI 4001
220 llF
16 V 11

Para
+ M ultímetro
Saída digital
C2
200 MV
47 n F

3 7 MINUTERIA-

r ELETRONICA DE TOQUE
RICARDO K. SANTOS - Canoas - RS

Este circuito dispara um relé depois O circuito de onda completa permi­ pacta permite que o circuito seja insta­
do intervalo de tempo que depende do te o controle de cargas de até 1 A e o lado no l ugar de um interruptor comum
resistor e do capacito r ligados aos pi­ SCR deve ser dotado de um pequeno de parede na caixinha existente para
nos 6 e 7 do circuito integrado 555. radiador de calor. Para acionamento de esta final idade. Para operar na rede de
O acionamento é feito por toque, já lâmpadas comuns, o sensor é uma pla­ 220 V os diodos devem ser 1 N4007 e o
que o 555 monoestável é disparado quinha de metal fixada no espelho do SCR deve ter uma tensão m ínima de
pelo sensor l igado ao seu pino 2 . antigo interruptor. Uma montagem com- trabalho de 400 V.

Rl
39 kn C1

I
A 1 /2 W 1 /1 00 V

C2
SCR l 1 00 PF
C l 068

B o-------��--��
R2
7
�--��- 47/13 6
C
l k
1 /4 W T
L-____________________________________ n____
__ ���=_-------
Ponto de toque

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98 43
38 COMUTADOR
-

AUTOMÂTICO DE TENSÃO
ERENI ANTONIO TEIXEIRA DE SOUZA - Terra de Areia - RS

Este circu ito comuta automatica­ Quando este circuito é ligado a uma polarização dos demais transistores é
mente a tensão da rede de energia em rede de 220 V, a tensão no coletor de tal que este transistor satura. O resulta­
aparelhos que utilizem transformador de T1 é de 24 V. do é que o relé é energizado com 1 2 V
entrada com duas tensões, conforme No entanto, este transistor é manti­ comutando as ligações de entrada do
ela seja de 1 1 0 V ou 220 V. do no corte pelo ajuste do trimpot de transformador do circuito que deve ser
O circuito funciona da segui nte ma­ 680 .Q e nenhuma tensão é aplicada ao alimentado.
neira: TRl é u m transformador que tem relé que se mantém desenergizado. O relé usado deve ter bobina de
um enrolamento primário de 220 V e No entanto, quando o ci rcuito é li­ 1 2 V com corrente de até 50 mA e o
secundário de 1 2 + 1 2 V com corrente gado em 1 1 0 V, a tensão que aparece relé deve ter contatos com corrente de
de 300 mA. no coletor de T1 é da ordem de 1 2 V e a acordo com a carga a ser controlada.

1 1 0 ou 220 V 1 N4007
200 mA
470 �F BD1 35
1 10 35 V
12 + 12 V
300 mA

BC337 BC337

1 ,8 kn

2 ,2 kn

12 V

relê comutador

relê de
12V
.---t----t----. -o-1 '---1----
N41 48
----'

220 V
traIo a ser
comutado
1 10 V

--+-EJ---j--o"'i

44 SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98


39 -
IIMER PARA IANOUINHO
(3
<i:
<Xl
N
u
a:
N
Cf)

m
Cf)

E
C

E
o
o <0 0 o
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.::-
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Z o

18 1g
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<{ m u o <.'J vU
0 000 :::) I ,
___ _ FLAVIO EVANDRO DE OLIVEIRA - S. José dos Campos - SP
_

Evidentemente, este circuito temporizador também pode ser usado em ou­


tras aplicações práticas em que se deseja que algo seja desligado depois de
8o---..J um intervalo de tempo pré-ajustado.
>
O circuito funciona da seguinte forma: depois de acionarmos S I ' que é um
push-button a fonte de alimentação será ligada, alimentando o ci rcuito. Com
esta alimentação Q2 vai conduzir a corrente atracando o relé RL, . Este relé
� I{)
:::) 1{)
I{) possui dois contatos reversíveis um para ligar a carga e o outro para manter
Cf)
sua própria alimentação conectada.
<Xl No circuito integrado U , (555) será gerado um pulso a cada minuto. Ajustan­
o do o tempo em P , ou trocando C2 é conseguida uma melhor precisão neste
o
>
tempo. Em CH , selecionamos o tempo de acionamento da carga (3, 5 ou 9
minutos). Podemos acrescentar outra ligações usando portas lógicas de modo
I a obter outros intervalos de tempo. Também podemos expandir o circuito con­
tador para que intervalos de tempo maiores possam ser obtidos. Com dois
u.. a
N ::::L > N -""
a
-"" contadores podemos obter tempos de até 99 minutos. O desligamento do cir­
u O <O
N � a: N rÍ °
N <Xl o cuito ocorre quando um n ível alto aparece em U4-D, desatracando o relé e
cortando também a alimentação da fonte e da carga. C H , é uma chave seletora
de 1 pólo com 3 posições e DP, é um display de anodo comu m . O relé de 1 2 V
-- -------------------' deve ter contatos reversíveis para correntes de 8 A .

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98 45


MONTAGEM, 40 INDICADOR DE
-

MANUTENÇÃO E
..

CONFIGURAÇÃO DE SUl E SOIRETENSAO


COMPUTADORES
PESSOAIS MARCELO GABRIEL DE JESUS - Campinas - SP

240 Páginas Este circu ito pode ser u sado na te ajustável que deve ser levada até a
Autor: Edson D'Avila monitoração de fontes de alimentação, tensão desejada. O LED ON deve acen­
alertando o operador quando a tensão der.
Este l ivro contém i n fonnações de­ está acima ou abaixo de um valor con­ Atue então sobre o potenciômetro
talhadas sobre montagem de compu­ siderado normal. U samos no projeto multi-voltas até q ue o LED indicador de
tadores pessoais. Destina-se aos lei­ dois comparadores feitos com os am­ subtensão acenda. Volte levemente o
tores em geral que se i n teressam pela plificadores operacionais 741 , mas nada ajuste para que ele apague.
i n fonnática. É um i n gresso para o fas­ impede que comparadores duplos ou Depois faça o mesmo, deixando o
c i n an te m u n d o do H ardware d o s quádruplos como os LM239 ou LM339 L E D de s o b reten s ã o n o l i m i a r do
Computadores Pessoais. sejam usados na mesma aplicação. acendimento. Com isso o ci rcuito esta­
Seja um i ntegrador. Monte seu O diodo zener serve para fixar a ten­ rá pronto para uso.
computador de forma personal i zada são de referência do operacional e os A alimentação do circuito pode ficar
e sob medida. As i n formações estão potenciômetros são do tipo multivoltas entre 5 V e 30 V devendo apenas ser
baseadas nos melhores produtos de
para maior precisão no ajuste. alterados os resistores j unto aos LEDs
informática. I l ustrações com detalhes
Para o ajuste proceda da seguinte para obtenção de uma corrente com­
manei ra: conecte o circuito em uma fon- patível com suas características.
requíssimos irão ajudar no trabalho de
montagem, configuração e manuten­ + fonte
ção .
Escrito numa l i n guagem simples
e objetiva, perm ite que o leitor traba­ 10 kO
lhe com computadores pessoais em SUB
pouco tem po. Anos de experiênci a
profissional são apresentados d e for­
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* ver texto

46 SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98


41 -
AMPLIFICADOR DE la W RMS
FRANCESCO BERNI - Rio de Janeiro - RJ

Para os leitores interessados num também deve ter um pequeno radiador de circuito impresso devem ser largas
projeto de amplificador com transisto­ de calor. e os capacitores eletrol íticos ter as ten­
res e de boa qualidade de som e po­ a circuito deve ser alimentado por sões m ínimas de trabalho indicadas no
tência, recomendamos este circuito. as uma fonte de 44 V com 1 A de corrente diagrama.
transistores são comuns devendo ser os e esta corrente deve ser dobrada no Este circuito não inclui o controle de
de saída montados em bons radiado­ caso de uma versão estéreo. volL:me e tom que devem estar no cir­
res de calor. a transistor TI P42 drive As trilhas de alta corrente da placa cuito pré-amplificador.

V/1 A
35 V
47 kQ
+ 44
2 , 2 1l F

8 Q
680 Q
1W

41 -
DETECTOR DE INFRAVERMELHO
MAR CONES J. BISPO - Boquim - SE

Este circu ito pode ser u sado na tente nos aparelhos de TV Philips com Conforme podemos ver pela figura
detecção de fontes infravermelhas mo­ o aspecto mostrado na figura 2. 1 , o projeto consiste basicamente no
duladas, como por exemplo, no teste de Nesta figura temos também a iden­ uso deste detector l igado a uma fonte
controle remotos. tificação dos terminais de ligação. sem transformador alimentada direta­
a circuito consiste num receptor de Evidentemente, outros tipos podem mente a partir da rede de energia.
infravermelho aproveitado receptores ser experimentados desde que conhe­ a resistor de 22 kQ deve ser de 2 W
de TV, microsystems e outros. No caso, cidos seus terminais de ligação. para a rede de 1 1 0 ou 1 27 V e de 47 kQ
o autor do projeto usou o detector exis- x 3 W se a rede for de 220 V.

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98 47


--------------------�
2�
�������--�--�
Vista Frontal do Aspecto Rl Dl
Físico do I.A. Receiver 22 kQ l N4007
(*)

1 27 Vca

<J
DZ 1
5.1 V
(0.5 W)

1 2 3

I . A . Receiver (*)
(*) ver texto
------------------------- ------- ------- --------�

43 - ACIONADOR PARA
SERVO - MECANISMO PARA
RADIOCONTROLE
LUIZ ALEXANDRE DE SOUZA COSTA - Venda Nova do Imigrante - ES

A idéia básica é utilizar um servo­


motor normalmente do tipo encontrado ajuste de posição
em antenas parabólicas na polarização


do sinal em sistemas de rádio-controle.
Conforme sabemos. estes servos-mo­ �---1--��----�--_O + 5 V
tores são muito parecidos com os utili­
zados em sistemas de rádio-controle
1 00 ,F l 1 6 V
"profissionais" da marca Futaba, e seu
funcionamento é idêntico. A diferença
está no fato de que os servos-motores
utilizados em antenas parabólicas. além
de serem encontrados facilmente em
qualquer casa especializada neste tipo
de equipamento. são muito mais bara­ 5V
tos .
O circuito apresentado utiliza como
base um 555 que funciona por varia­
Jl
( p ulso) do servo
ção da frequência entre o servo. Daí,

1
"modular" ou transmitir esta variação de
frequência pode ser feito com facilida­
de.
A alimentação de 5 V, tanto para o 1 0 nF
servo como para o circuito deve ser re­
gulada, utilizando-se, por exemplo, o cir­
cuito integrado 7805 .

48 SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98


44 - ALARME RESIDENCIAL
ERENI ANTONIO TEIXEIRA - Terra de Areia - RS

Este circuito dispara um relé, travan­ Entrada


do-o quando um dos sensores ligados alimentação
na entrada for ativado.
Pode ser ligado um número muito f-----+-�r�
2.2 k!l
+ 12 V
grande de sensores em série para a
proteção de diversas portas, janelas e
1 N4007
outras entradas.
O circuito é alimentado por 1 2 V e
seu consumo é muito baixo, o que per­
47 k!l MR31

C------jO
mite o uso de bateria.
Nos contatos do relé podem ser li­

1;
gados avisos sonoros ou lâmpadas.
TIC
O relé pode ser de qualquer tipo, de
1 06
1 2 V e a corrente de contato depende
apenas do tipo de carga a ser aciona­ Saída
da. para
O LED indicador de funcionamento dispositivo
é opcional, já que ele consome ener­ sonoro
ou
gia. luminoso

45 - TRANSIS - TESTE
JOSÉ ROBERES MARINHO DE ARAÚJO - São Paulo - SP

}
Este circuito-teste de modo automá­
tico possui transistores que são liga­
dos nos terminais indicados conforme Cl l 9 + Vcc LEO l
401 1 Vd.
sejam N P N ou PNP. Os LEDs piscam
NPN
alternadamente, mas quando se colo­ 1 14


ca um transistor em teste somente o 2 13 Conector
para
LED correspondente ao tipo de transis­ 3 12 1-+--t---t--t--
1
texte
tor testado é que continua piscando. Se 4 11
o transistor estiver em curto, os LEDs
5 10
apagam e se estiver aberto, os LEDs Lista de material
6 9
continuam a piscar alternadamente. R, e R2 - 1 ,2 MO
7 8
O circuito é alimentado por uma ba­ 0 6 R3 e R4 - 1 1 0 0
teria de 9 V ou fonte e os LEDs indica­ Rs - 440 O
dores podem ser de qualquer tipo ou D, - LED Vm .
cor com a sugestão de que o NPN seja O2 - LED Vd.
verde e o P N P vermelho. °3 à 06- 1 N9 1 4
C, - l 00 N F
C I , - CD40 1 1

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - N2 23/98 49


>(l) u..
46 - + <Xl ::::L
U O
gj
I I
CONTROLE
REMOTO LL
I'- C
U o

DIGITAL ...
+------i<Xl l{) 1---I 1� I

EXPANSIVEL
c:

1--+-----1 H

VLADIMIR SOARES BARROS -


Brasília - DF

Ul{) LLC

c: ª lO

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a: O

lO o
a: <Xl
o
O>
C')
N
o
N l{)
- '<I"
Este projeto utiliza os circuitos inte­ (l) U �
'<I" l{) C') I'- x
U

I�
grados M C 1 45026 e M C 1 45027 da � ::2: (;
fi)
til
Motorola que consistem, respectiva­ :;
o
'E
mente no codificado r e decodificador. o
til
C
'"
N o site da M ot o r o l a ( h ttp ://
� <Xl
F
www. mot.com) pode ser obtido o Data <.9
Sheetcom informações detalhadas so­
bre estes componentes.
Uma característica impo rtante
deste projeto é a sua capacidade de
expansão. Como os integrados podem
ser endereçados (entradas Al a As nos
dois) um transmissor pode controlar até
243 receptores, já que as entradas de 1--1 o
endereço trabalham com lógica trinária Ü"

t--I

(positivo, negativo e aberto). Isso signi­ Q)
"'C
fica que podemos ter no máximo 3888 C
C lJ.J
N
canais. ug
O circuito funciona da seguinte
forma: O transmissor C l l se encarrega « (D U O
de converter as informações do tecla­
<Xl ()
do em d ígitos binários para CI2 (saídas
�------.---��
A,B,C e D) e habilitar o mesmo para
transmitir o trem de pulsos para C13· CI3 ,.- (\I C") "=t
>- >- >- >-

l
atua como modulador em frequência.
As portas inversoras de C I4 servem para LL
atrasar e inverter o sinal de habilitação uo
o
para CI2 sincronizando o funcionamen­
to de C l l e C12• O LED infravermelho

pode ser de q ualquer tipo, mas o tipo
SSY-I R53L é de alta potência de emis­
são podendo ser encontrado na Radio
Shack sob o código 276- 1 43. É impor­

50
tante observar que C I3 deve ser do tipo

SABER ELETRÔNICA - FORA DE S ÉRIE - Nº 23/98


CMOS para se obter boa autonomia
>
da bateria de 9 V.
lO No receptor temos um módulo
+
de recepção infravermelho cujo cir­
cuito interno faz o tratamento do si­
1--1
LL
n a l rece b i do. C o m o u s o deste
módulo o projeto do receptor fica
".. :::1.
U N
O muito simples além de eficiente. No
N
o
N di agrama i n dicamos o módulo
'<t ()
N () Z �--.. GP 1 U52X ( Radio Shack 276- 1 37)
> <!J
I
:::1. mas equivalentes podem se r expe­
« CO U O
rimentados, co mo os usados nos
aparelhos eletrônicos nacionais que
tenham controles remotos.
O sinal do módulo é invertido
por Ql e enviado para C l 1 para
decodificação do trem de pulsos. O
d ígito binário correspondente fica
dispon ível nas saídas D6 a D9·
A saída VT (pino 1 1 de C 1 1 ) vai
ao n ível alto sempre que o integra­
do recebe uma transmissão válida,
sendo usada no circuito para duas
finalidades: acionar o LED e habili­
tar CI3 para levar a n ível 1 uma das
1 6 saídas (O a F) conforme a tecla
.9 pressionada no transmissor.
a.
Q)
ál As portas do CI2 servem nova­
a: mente para atrasar o sinal da saída
VT e evitar o acionamento errático
das outras saídas de CI3 ainda que
m o m e n t â n e a m e n t e . S o b re o
endereçamento dos i ntegrados, a
entrada A 1 do integrado do transmis­
sor deve ter o mesmo n ível lógico
c: da entrada A1 do integrado no recep­
C') -'"
a: O tor (podendo cada uma ser ligada
<O ".. co O> f- O co ao Vcc ou GND ou mesmo mantida
0 0 O O > Z
<O <!J aberta) , o mesmo valendo para as
()
()
LL > '<t N entradas A2' A3' A4 e As nos dois in­
C') C Z a: U
U O O tegrados.
O O> <O Neste controle remoto as saí­

L-
das de CI3 (no receptor) ficam acio­
I I
LL
IO C
U C') nadas (n ível 1 ) durante o tempo em
LL C')
'<t c que as respectivas teclas do trans­
U "..
'<t missor forem pressionadas. Entre­
tanto, as saídas D6' D7' Ds e D9 (no
� C:
a: -'" receptor) possuem latches que me­

I
morizam o d ígito binário envi ado
pelo transmissor até que outro dígi­
to seja recebido. A saída VT fica em
n ível alto enquanto q ualquer uma
das teclas esteja sendo pressiona­
da. Com estas informações, o leitor
() f­ O pode fazer alterações no projeto de
()
> :::l Z acordo com suas necessidades. O
O <!J
alcance, com os componentes indi­
cados, fica em torno de 1 0 metros
sem a necessidade de recu rsos
ópticos.

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98 51


47 - TRANSMISSOR DE FM
VALVULADO - SUCATO
MARCO ANTONIO R ICANELLO - Mococa - SP

Os l e i to r e s q u e g o s t a m d e Os eletrolíticos da fonte devem ter Os frímmers são de al umínio tipo


radiotransmissão, principalmente usan­ tensões de trabalho de 350 V ou mais e tambor. O choque Xl pode ser improvi­
do válvulas têm neste projeto uma ex­ as bobinas L I e L2 são formadas por 5 sado aproveitando-se o enrolamento
celente configuração aproveitando ma­ espiras de fio 1 8 AWG em forma de 1 primário de um transformador de 220
terial de sucata. cm de diâmetro sem núcleo. A bobina V, cujo secundário seja de 6 V a 1 2 V
A potência de saída está na faixa L3 é formada por 6 espiras de fio 1 4 com corrente na faixa de 200 a 500 mA.
de 5 a 1 0 W na faixa de FM e a modula­ AWG em forma de 2 cm de diâmetro Obs: lembramos aos leitores a exis­
ção é feita por diodos 1 N4007 que ope­ sem núcleo. O choque de RF XRF é for­ tência de restrição legal à operação des­
ram como varicaps. mado por 50 espiras de fio 30 AWG num te tipo de transmissor como estação de
O circuito usa uma válvula 6DK6 que resistor de 1 00 kQ x 1 /4 W. FM.
é um triodo que funciona com uma ten­ --------- ---_._----_ .- ... ._---

são de placa de 270 V.


As ligações devem ser todas curtas + 270 V
e blindadas principalmente no setor de
áudio e a montagem deve ser feita num
chassi de metal, que pode ser aprovei­
tado d e a l g u m a n t i g o telev i s o r 22 kn
5W
valvulado. Fio
. _--- - -------- ------'
Antena
. - - - - - - - . - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - . - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -------------- :
1 nF i
1 0 nF ,-----.--11

1 0 nF
500 V
1 N4007

Montar em placa de circuito impresso ,


-.----------.--------.-.-.---- - - - - - - - - - - -- - - . - - - - - ------------------------------_.

1 90 + 1 90 V
300 mA
220 V �
� 1 N4007
� OV
1 27 V

�o--+c=J-+_-�O�V�
--- ��--�_;�-_.
1 N4007 1 00 l1 F
350 V
1 00 l1F
350 V
1 47 n F
500 V
CH1 F 1 00 mA

52 SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98


48 DETETOR DE DEFEITOS
-

INTERMITENTES
PAU LO CESAR BARBOSA CARDOSO - CANTAGALO - RJ

Este circuito foi desenvolvido para


descobrir um defeito intermitente num
5a 5b
complexo comando elétrico a relé que
sem deixar a menor pista, parava todo
um processo de fabricação sem dar 1b 3b
alarmes ou indicações. Por se tratar de
dispositivo de segurança não foi possí­ C1
vel usar jumpers, como é comum em 2b
casos como este. 1a
O circuito é formado por uma fonte 2a
3a
de corrente contínua diretamente obti­ 4a 4b
da da rede de energia, formada pelos
componentes R I ' Dl e C l , três SCRs,
três LEDs, três resistores de fio e três
circuitos de disparo R/D2 (a,b e c) , sen­ Lista de Material
do i nstalado conforme a figura. A fonte paro do respectivo SCR vai circular pelo Rl · 82 W - 1 W
é ligada à tensão CA de comando e relé, ponta de prova de disparo R/D2' R2 - a,b,c, . 8,2 kW
cada circuito de disparo de grande sen­ comporta e vivo da tensão de coman­ R3 ' a,b,c, - 1 2 kW · 2,5 W
sibilidade é ligado a um ponto do cir­ do fazendo com que o LED correspon­ C1 · 47 nF x 200 V
cuito que se deseja monitorar. Q uando dente acenda indicando qual é o circui­ D l ' O2 , a,b,c, . 1 N4007
ocorrer a parada, uma corrente de dis- to defeituoso. 04 , a,b,c, ·TI C 1 06C

,..Gfl1_
ESCOLHA O MELHOR PROJETO E CONCORRA A PRÊMIOS ! ! ! �
Vamos premiar os 2 melhores projetos e a melhor reparação desta edição e você é quem
irá escolhê-los, basta enviar uma carta mencionando qual o projeto e qual a reparação que
mais lhe agradam.

Os 10 primeiros votantes receberão o livro liA Infoera" do Prof. Or. João Antonio Zuffo,
como critério de desempate será considerada a data do carimbo do correio.

Os prêmios para os vencedores serão os seguintes:


1 0 colocado: R elógio Casio DW 5300, com iluminação eletroluminescente, c ronômetro 1 /1 00 s ,
alarme , indicador d e alimentação, horário alternativo, resistente à p ressão de até 200 m d e p rofundi­
dade e ainda R$ 200,00 (duzentos Reais ) .
2° colocado : R $ 200,00 (d uzentos Reais) , um exemplar do livro liA I nfoera".
M e l h o r reparação: R$ 1 00,00 (cem Reais) e um exemplar do livro liA I nfoera"

'*
Não deixe para a última hora, a sua opinião é muito importante!
Obs.: Carta de votação com o porte pago na última página.


.L,�
SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98 - ----.I 53
I��I--
RE PARAÇOES
,."

FO RA D E SERI E
,

+-----
APARELHOI modelo:
Televisor P&B Valvulado ( 1 2") TPV28
era nula e que o componente respon­
sável por esta deficiência era o TSH
luminosidade da imagem que aparecia
na tela. Após alguns minutos de análi­
(f/y-back) que havia perdido todas as se do circuito elétrico foi possível en­
MARCA: p ro p riedades el etromagnéticas de contrar o resistor de 1 00 K (R 1 0 1 ) ligado
COLORADO indução, embora seus enrolamentos em série com o potenciômetro de bri­
estivessem todos acusando resistência lho aberto. Realizei a substituição do
DEFEITO: normal. Como não existia o transforma­ R 1 01 e a imagem teve as condições de
Sem deflexão ho rizontal e MAT (con­ dor original para reposição e tendo en­ ser totalmente apagada da tela através
trole de brilho) sem atuação. Saída de contrado outro semelhante com as mes­ da atuação no controle de brilho. Desta
som com funcionamento normal mas características em uma sucata de maneira, o televisor que estava sem uso
material antigo, realizei a substituição há muito tempo, voltou a funcionar.
RELATO : do circuito e o aparelho passou a fun­ Obs. : Parte do esquema elétrico a
Após o tempo necessário ao aque­ cionar, gerando a tensão de MAT e até segui r, mostra a localização dos com­
cimento das válvulas, a saída de som aprese ntando a imagem na tela do ponentes que causavam os defeitos.
funcionava normalmente, apenas a tela TRC. No entanto, surgiu um segundo
do TRC permanecia totalmente apaga­ defeito no controle de brilho que não Gilnei Castro Muller
da. Foi verificado que a tensão de MAT tinha nenhuma atu ação na Santa Maria - RS

/
aberto
+ B ( 1 65 V)
MAT TRC
1 1 P4
TV 1 8 (V 1 2) R 1 01
1 00 kQ 8 -----'

TH1 1 4

>----+---� VM

BR

'------t---. AZ
MAT
1 1 a 1 2 kV

saída vídeo

54 SABE R ELETRÔNICA - FORA DE S É R I E - NQ 23/98


APARELHO/modelo:
TV em cores 1 4" TVC 1 487 B

MARCA:

+---
SHARP

DEFEITO:
Totalmente inoperante

R E LATO: APARELHO/ modelo: resistência m uito baixa da ordem de


Após alimentar a fonte primária atra­ TV em cores 20" 1 0n em ambos os sentidos. Desliguei
vés da chave l iga/desliga (geral) o apa­ apenas o coletor de 0701 (2SD 1 877) e
relho permanecia em Stand by. Obser­ MARCA: constatei que a resistência baixa esta­
vei que o relé de comutação da alimen­ P H I LCO va entre os terminais de coletor e emis­
tação CA da rede de entrada para a sor do referido transistor. Após, com o
ponte retificadora não realizava e o relé DEFEITO: coletor de 0701 desligado, alimentei ou­

2
RY 1 OO 1 permanecia sempre em um mes­ Totalmente inoperante tra vez a fonte primária e a tensão de
mo estado. Com o voltímetro, medi a +B de 1 00 V no pino 4 de IC901 , com­
tensão no anodo e catodo do diodo R E LATO : provando desta manei ra que a fonte
D 1 04 que era a mesma e próxima de 24 Ao ligar o televisor, apenas se ou­ estava perfeita e o defeito se encontra­
V e indicava assim q ue o transistor 0101 4 via um forte zumbido gerado na região va na saída horizontal. A seguir efetuei
estava permanentemente cortado ou da fonte. Ao mesmo tempo a tensão no a substituição de transistor 0701 e o fun­
com alguma avaria. Medindo a continui­ pino 4 do circuito integrado I C901 era cionamento foi normalizado.
dade do referido transistor fora do cir­ próxima de zero V. Com o aparelho des­
cuito, constatei que o mesmo estava ligado da rede CA, verifiquei q ue entre Gilnei de Castro Muller
totalmente aberto e o diodo D1042 esta­ o +B e negativo (chassi) existia uma Santa Maria - RS
va em curto entre o anodo e o catodo
Após a substituição do diodo e do tran­
sistor, o chaveamento do relé LY 1 001 vol­
tou a ser comandado através da chave
SW3001 localizada no painel frontal e o regulador da fonte
L702
televisor passou a funcionar normal­

t[
mente. IC 901
STR - 501 03

i----·----�

i
:
i
l

61 2,9 V

24 V i i +8 saída
6 95 V
OV

i

-
I.._ --------�

LY- 1 001 b
(relê)
6- normal
• com defeito

aberto entre
e missor e
coletor

G i lnei de Castro Muller


Santa Maria - RS

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉR I E - N2 23/98 55


+-----
APARELHOI modelo:
Videocassete NV - L26 BR IC 670 1 (com defeito)
U P C 1 490HA
MARCA:
PANASO N I C
ao
I C7503
DEFEITO:
Controle remoto não funciona

R ELATO :
Testei o controle remoto em outro vídeo e funcionou R 6703


normalmente. Verifiq uei o receptor infravermelho do vídeo 22 kn
e comecei medindo as tensões nos pinos do integrado 6701

i
IC67o, ' Observei que as tensões eram baixas em todos os 7 �F
VRR 6701
pi nos e o CI estava aquecendo. Substitui o CI e o vídeo 1 00 kn
funcionou sem problemas.
5V
Volnei dos Santos Gonçalves
Pelotas - RS

+-----
APAR ELHOI modelo:
TV PC 1 601 chassi C P H01 +B
1 18 V

MARCA:
P H I LCO
R 733
IC701 HA 1 1 235 C I com defeito
1 80 a
DEFEITO: 16 15 14 13 12 11 10
Sem som, sem imagem e ruído forte 1 2,7 V

R E LATO:
Em primeiro lugar verifiquei a fonte .-----. pl
e as tensões estavam normais. Passei � R701 R 706 C 702 Q701
/' 6,8 kíl 68 kn

�1
a verificar a tensão no oscilador hori­ 1 80 pF
resistor

J.
zontal, notei que nos pi nos 1 1 e 1 5 do - tensão baixa 3 , 5 V
aquecendo C 70 ..----- C 738
C17o , ' a tensão estava muito baixa, me­
I
muito 10 � l nF
nos de 4 V, quando o normal seria 1 2 ,7
V. Obse rvei que R7o, que alimenta es­
tes pinos aquecia muito e constatei que
o defeito estava no próprio integrado. Volnei dos Santos Gonça lves
Troquei-o e o TV voltou a funcionar. Pelotas - RS

56 SABER ELETRÔNI C A - FORA DE SÉRIE - N° 23/98


�-----
APARELHOI modelo:
T
7
R P---------,
TV em cores G7 931 3 A �8�----�---+----� 0903
N 9
MARCA: S 10
F
CONTI N ENTAL (importado) o 11 R 908
R 12
DEFEITO: M
Risco horizontal no centro da tela A b
D
(Vertical fechado). Som normal o 0902
e c
R
RELATO:
De imediato verifiquei IC401 (TDA R9 1 2
36538) que faz parte do vertical. Fiz a
substituição do mesmo e o TV funcio­ C 909 47 1l F x 1 6 V
nou normalmente. Porém ao ligar o TV C 908 alterado
no outro dia, o vertical estava fechado
novamente. Quando ligava o TV pela IC 401
primeira vez no dia, a voltagem do pino Nota: Na saída da fonte que alimen­ TOA 3653
9 do IC401 era de 35 V, sendo que o nor­ ta o horizontal, o normal seria 1 1 8 V.
mal seria 25 V. Após 30 a 40 segundos Com o defeito, a fonte subia para 1 56 25 V
ela abaixava para 25 V. Cheguei à con­ V, voltando a restabelecer logo em se­
clusão que o defeito estava na fonte de guida, mas era tempo suficiente para
alimentação. Testando os componentes queimar o IC 401 que é alimentado pela
da fonte, achei o eletrolítico C909, alte­ fonte de 25 V, que vem do f/y-back. queimava
ao
rado (47 x 1 6 V). Fiz a troca do mesmo
ligar a
e coloquei outro I C401 e o TV funcionou Ivail Carlos Abramoski televisão
normalmente. Sete Quedas - MS

muting power function


APARELHOI modelo: CD switch
Rádio GX CD65X 0V
r-______ -+ __
....:t.::c
un ..:. .: r...
e:..:. . � 601 -D
tape R 404
MARCA:
3,3 R
S HA R P
OV 12V +

DEFEITO: RI O R 405
Rádio não funciona, display apagado 82 R 330 R
Cl 1
2,2 nF
R E LATO: 16 15 C 404
Comecei a análi se pelo contador 2,2 nF ZD 401
LM7000
PLL, encontrando O V em todos os pi­ 8V
PLL CONT
nos. Passei a verificar o circuito regula­ em curto
19
dor e encontrei 1 2 V depois de R404.
Substitui R404 e ZD401 e o aparelho vol­
CIO
tou a funcionar. 47 1l F José Neto da Silva
10V Belo Horizonte - MG

SABER ELETRÔNI C A - FORA DE S É R I E · Nº 23/98 57


�-----
APARELHOI modelo: vertical. Depois de testar os TS40 1 ' TS402
TV em cores 384 e TS403 e verificar que estavam bons,
resolvi medir as voltagens no TS412
MARCA: B094.
PHILCO FORO Ao efetuar a medição, o ponteiro do
mult ímetro acusava pul sação seme­
DEFEITO: lhante a da tela. Retirei o TS412 e ao tes­
Vertical fechado tar constatei que estava em curto entre TS47 2
base e emissor e mu ita fuga entre o
R ELATO : coletor e o emissor.
Ao ligar o TV, verifiquei que o verti­ Fiz a substituição por um BC337 e o
cal estava fechado, aparecendo na tela problema foi resolvido. c urto
uma listra clara no centro com uma es­
pécie de pulsação. Pery J. dos Santos R4 59
47 Q
A característica do defeito eviden­ Pelotas - RS
ciava que o problema estava no setor

+-----
APARE LHOI modelo:
TV 201 7
Ouando isto acontece, deve-se pri­ capacitor C908 sem capacitância. Após
meiro verificar o circuito que leva a ten­ a substituição do referido capacitor, o
são de arranque a base de 0901 ' Real i­ aparelho passou a funcionar perfeita­
MARCA: zando e sta ve rificação descobri o mente.
P H I LCO
C9 1 9
DEFEITO: 1 80 pF
1 3rv-V-V"\6 + 115V
Sem som e sem imagem
2 4

R E LATO: C912
Constatei logo de início q ue o apa­ 220/160 V
R9 1 3
relho não apresentava som e imagem,

I
10Q
porque a fonte chaveada não partia. 115V
Primeiramente abri o circuito de + 1 5 V,
pois se o circuito vertical ou horizontal
apresentarem q ualquer defeito (sobre­
carga) o sistema de proteção não dei­
xa a fonte de alimentação partir. Após,
ficou constatado que o defeito era na D908
fonte de alimentação.
Verifiquei através do multiteste que
havia os 300 V no coletor de °90 1 , po­ José Adelmo Costa
rém o mesmo não estava operando, Porto Alegre - RS
pois no seu emissor nada existia.

58 SABER ELETRÔNI C A - FORA D E S É R I E - Nº 23/98


APARELHOI modelo: sível V�3 aberto e os eletrolíticos C608
TV R 26 K 220 chassi KL-7 (400 IJF x 200 Vcc) estourados e com
vazamento. Substitui os capacitores e
MARCA: o fusível e antes de ligar o televisor fiz
PHILlPS uma verificação nas fontes secundá­
rias, onde encontrei os capacitores
DEFEITO: ( 1 1JF x 250 V) e C230 ( 1 1JF x 250 V) em
Inoperante c u rto. Com a s u bstituição desses
capacitores, o TV voltou a funcionar
APARELHOI modelo:
R ELATO : normalmente.
Autorádio e toca-fitas RG 5700
Em primeiro lugar fui à fonte de ali­
José Rodrigues de Freitas Filho

� VL603
mentação principal encontrando o fu- MARCA:
Cariacica - ES
SHARP

DEFEITO:
FM inoperante, AM e toca-fitas

R603
normais

R ELATO :
Como o defeito e a recepção de AM
estavam normais, fui direto ao sintoni­
zador de FM e analisei o amplificador
de RF e o conversor de FM, concluin­
do que estavam normais. Ao chegar ao
oscilador local encontrei o transistor 053
(2SC461 ) totalmente aberto. Com sua
substituição, as emissoras de FM pu­
deram ser captadas normalmente.

�.-----
APARELHOI modelo:
TV P B 1 7A2 chassi 398

V
MARCA:

V
PHILCO

DEFEITO: 1 2,4 José Rodrigues de Freitas Filho

C602
* 1 2,57

608
Falta sincronismo horizontal e vertical Cariacica - ES

609
RE LATO:

I
Analisei o transistor 0601 ' responsá­ ao resistor
e ao
vel pela separação de sincronismo.
capacitor

I C601
Medi a tensão no coletor onde encon­
trei 1 2, 1 6 V, quando o normal seria 1 ,60
V. Na base e no emissor encontrei pe­ ao pino 9
quena alteração. Retirei o transistor e do
testei a sua contin uidade, encontrando
fugas parciais em todos os sentidos.
Troquei o transistor e o TV funcionou Antonio Benedito de Souza
normalmente. Salto do Itararé - PR

SABER ELETRÔNICA - FORA DE S É R I E Nº 23/98


- 59
j

APARELHOI modelo: cabeça R9


Tape-deck TCD 31 0 reprodutora

MARCA: I
TAN D B E R G

DEFEITO:
Ru ído-rosa

R ELATO:
Ao fazer a recuperação do som, ain­
da se ouvia um chiado, con hecido transistores com RS
como ruído-rosa. Acionando o circuito defeito
DO LBX , o chiado ia diminui ndo u m 2SC4S8A
BCS49
pouco. Aumentando o volume, o defei­
to aumentava. Este defeito é caracte­
rístico de transistor que apresenta agi­ magnético da cabeça. Com a troca dos
José Luís de Mello
tação térmica. Comecei a pesquisar o quatro transistores, o problema foi re­
Rio de Janeiro - RJ
defeito, no c i rcuito pré-ampl ificador solvido.

APARELHOI modelo: Trocando-o, o defeito ainda manifes­ peitei novamente do oscilador horizon­
TV a cores TS2 1 3 ST tou-se. Por isso, liguei um osciloscópio tal. Após árdua pesquisa, restou-me tro­
diretamente ao cristal X401 de 503 kHz. car X401 novamente. Feito isto, o apa­
MARCA: Ligando o aparelho, o defeito se mani­ relho voltou a funcionar normalmente.
TOSH I BA festou e o cristal simplesmente deixou Obs.: Deduzi que foi o primeiro cris­
de oscilar. Feita a substituição, o apa­ tal X401 , que oxidou os terminais do
DEFEITO: relho não apresentava o defeito, mas cristal por dentro. Quanto ao segundo
Desligava sozinho após alguns ao l igá-lo observei que ocorria uma cristal (novo) devia ter apresentado al­
minutos de funcionamento. pequena falta de sincronismo horizon­ gum problema de fabricação.
tal (imagem entrelaçada) por alguns
R ELATO: segundos, para depois normalizar. Sus- Wilson Takeshi Yamash ina

11
Analisando a fonte chaveada, todas Belém - PA


as tensões estavam corretas apesar da
fonte +B 1 1 2 V estar um pouco acima com defeito
do normal. Como esta mesma tensão __.....,
chegava ao coletor do transistor de
saída horizontal, deduzi que era pela
ABCl 37 }------
O
X401 R403
ausência dos pulsos horizontais que o 300 kn 3 kn
aparelho não funcionava. Desligando
o aparelho e ligando-o logo em segui­ R4 1 3
6,8 k!l
da, voltava a funcionar, mas desligava ICS01
TA86S9N
após uns quinze minutos. Medi a ten­ C 408
são no coletor de Q402 e se apresenta­ 1 0 �F
va igual a +B, por isso estava cortada. 16 V
Indo ao integrado CI501 (TA8659N) no
pino 39 Hout, encontrei uma tensão H out 1------. ao driver
baixa . Suspeitei do circuito oscilador horizontal
horizontal. Testando os componentes
passivos, encontrei C408 1 0 J.lF 1 6 V com
sinais de vazamento.

60 SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - NQ 23/98


APARELHOI modelo:
TV PB 370 T206
PE1 07 0304
E002
MARCA:
P H I LCO

L-__'---____-----' TR 301
DEFEITO:
F 1 som
Sinal muito fraco
IC233
�. à base

I
___

de T401
RELATO:
22 IJ F
Ao ligar o TV, observei que a ima­
gem era m uito fraca, m as não havia
chuviscos e havia chiado no som. Co­ observei que estava se abrindo entre a
ao A.G.C.
mecei a verificar o canal de Fi, medin­ base e o emissor. Coloquei um transis­
do as tensões nos transistores. Notei tor novo e o TV voltou ao normal.
que a tensão na base do transistor T206,
estava alterada. Medi os resistores e Vol nei dos Santos Gonça lves
estavam normais. Testei o transistor e Pelotas - RS

APARELHOI modelo: RE LATO: m a l . N o t ra n s i st o r T 307 023 3003


Receiver PR 1 500 Ao ligar o aparelho, notei que o som (2N6667) o som estava distorcido. O
do c a n a l e s q u e rd o a p re s e ntava capacitor C31 7 1 000 X 25 V estava com
MARCA: distorções. Ao verificar o circuito da perda da capacidade. Com a troca dos '
POLYVOX potência, o som era normal no transis­ componentes defeituosos, o som vol­
tor T301 e o transistor T303 transistores tou a funcionar normalmente.
DEFEITO: pré-excitadores. Ao chegar nos transis­
Canal esquerdo com distorção tores de saída (Darlingtons) N PN T305 José Luís d e Mello
023 3004 (2N6387) o som estava nor- Rio de Janeiro - RJ

+ B

T 305

C3 1 5 componentes
com
defeito

T303

SABER ELETRÔNICA - FORA OE SÉRIE - N2 23/98 61


APARELHOI modelo: Abrindo o aparelho e destacando retificadora) a, (chaveado r de fonia) e
Fax KX F500 somente a placa de linha telefônical ZD, (proteção) . Nos testes, apenas ZD,
Modem, comecei a testar os componen­ (zener 1 8 V) estava com fugas. Trocan­
MARCA: tes eletricamente ligados à linha tele­ do-o, o aparelho teve seu funcionamen­
PANASO N I C fônica, achando o centelhador SG02 to restabelecido.
com fuga. Com certeza, outros compo­
DEFEITO: nentes deveriam estar danificados. Se­ Wilson Takeshi Vamashina
Não transmite e nem recebe guindo a trilha, cheguei ao D, (ponte Belém - PA
documentos
à linha
telefônica V'6 V -9 V
RE LATO :
T ao
Ligando o aparelho da rede elétrica modem

kO
à linha telefônica, comecei os testes. VOR e
Tentei transmitir um fax sem obter êxi­ fonia
to. Liguei em paralelo à linha um apa­ R3
4,7

I
relho telefônico comum para escuta do Z0 1
sinal. Tentei transmitir novamente um 18V
com
documento. Descobrindo o porquê do
fugas
erro de comunicação, o nível de trans­
missão do pré-mensagem CED estava ,
com fugas
quase inaudível , q uando o normal é
escutarmos uma frequência (sinal) em ao circuito
chaveador de
bom nível e sem ruídos, além daque­ fonia e de
les pré-determinados. discagem

APARE LHOI modelo: Fiz a substituição por outro em bom Francisco Carlos da Cunha
Rádio receptor BR 346-U estado e ao ligar o aparelho voltou a Londrina - PR
funcionar normalmente.
MARCA: 1 52 0

I
P H I Ll P S

DEFEITO :
M udo

RE LATO: 33 pF
C1 C2
Após uma inspeção visual no chas­ 1 10 i
si do aparelho, pude verificar q ue as VAC
B5 50 IJ F 50 IJF
válvulas estavam todas trocadas por
outras que nem eram equivalentes. Fiz

kO
as devidas substituições por válvulas
,
originais, mas mesmo assim o apare­
lho continuava mudo (os filamentos não
acendiam). Fui direto à fonte de alimen­
tação e após efetuar as medidas de ten­
I 1 ,2

são, pude verificar que o resistor de fio ++ B


R22 de 68 Q estava aberto.

62 SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - NQ 23/98


APARELHOI modelo:
H RD 440M

MARCA:
APARELHOI modelo: pude constatar que havia uma solda fria J VC
Rádio receptor RPM-31 num dos terminais de Lg, ligado ao ter­
ra. Refiz a solda e ao ligar o aparelho, DEFEITO:
MARCA: o funcionamento foi perfeito. Disparo motor DRUM
MOTORÁDIO
Francisco Carlos da Cunha R ELATO :
DEFEITO : Londrina - PR Após algum tempo ligado, o motor
A presenta si nal fraco em todas as DRUM do aparelho disparava a rota­
frequências e faixas ção. Medi as tensões da fonte com ele
funcionando normalmente e ao apre­
RELATO: sentar o defeito, tornei a medir as ten­
Verifiquei primeirame nte a seção sões. Notei que a fonte de 5 V TPS02
amplificadora, constatando que a mes­ aumentava para 7,3 V. Trocado o ICso1 '
ma se encontrava em perfeita ordem. regulador da fonte, o problema foi re­
f--------------r
--_ ' --II�-'-_+_-...
-�:_
Verifiquei o diodo Dl que apresentava solvido.
alguns sintomas estranhos. Foi então Obs. : Fiz o teste levantando o pino
que verifiquei a bobina de F1 (Lg). Com 3 (ICso1 ) e alimentando com uma fonte
um injetor de sinais, apliquei o sinal externa; problema resolvido.
antes da bobina e não obtive grande
resultado. Apliquei-o depois da bobina Benjamim Augusto de Quadros

IC 801 STK 5474


e o resultado foi um sinal forte. Antes Sorocaba - SP
de trocar alguns componentes, resolvi
verificar a soldagem e foi então que fria

� 1 ---C..
� -�-----T-P-0802
0
1-l
1 7 F 6, V

APARELHOI modelo: 0901 e todos os capacitores associados


3 x 1 SS5000 e constatei que estavam em ordem .
Substitui 0902 e o fusível , liguei o apa­

T1
MARCA:
/
relho e o mesmo voltou a funcionar

C904
NATIONAL normalmente.

;, 0 1
T
DEFEITO:
O aparelho apresentou queima

0,01 '- --::------..; 40


c:J:
do fusível de proteção ao ser ligado

- 0903
AC
R E LATO:

1 20 / 230 V
Antes de s u b st i t u i r o f u s íve l ,

60 Hz
dessoldei a fiação do transformador da
placa com o multímetro e verifiquei

'Õ �
seus enrolamentos. Liguei-o à rede e

C903
medi suas tensões de saída. Pude en­

0,01
tão verificar que o mesmo se encontra­
va em ordem. Retirei os diodos 0902 e
0903 e ao testá-los constatei que o diodo Francisco Carlos da Cunha
retificador 0902 estava aberto. Verifiquei Londrina - PR

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98 63


APARELHOI modelo:
TV P&B - TV386
R 406 R 407
MARCA: 680 k O 390 0
P H I LCO C403 C405
220 nF 47 n F
DEFEITO:
Totalmente fora de sincronismo
� -----.---l
à base
de Q401
R ELATO : R 405
Fui direto ao circuito separador de sincronismo. Após 330 kO
medi r algumas tensões nesta etapa, encontrei o transistor
0402' 0403 com tensões anormais. Antes de retirá-los testei R4 1 0
560 o
seus componentes associados, nada encontrando. Final­
mente retirei os transistores e após testá-los, conclui que
ambos estavam em curto. Feita a troca por equivalentes, o
aparelho voltou a funcionar.

João Batista R. de Andrade


Resende - RJ

APARELHOI modelo:
TV P&B - TV370
F.I.SOM

MARCA:
P H I LCO C301

DEFEITO:
Imagem ausente, brilho
e som normais

R E LATO:
Consultando o esquema do apare­
lho, cheguei ao transistor T206 ( Fi de
vídeo). Antes de testá-lo pude ver no • à base do T401
esquema que ele também amplificava
os 8,5 MHz, portadora de som, por isso acoplamento do emissor do transistor
ele estava fora de suspeita. Testando (T206) à base do transistor (T401 - saída
seus componentes associados, encon­ de vídeo). Troquei o capacitor por outro
trei o capacito r C233 (25 mF x 1 6 V) to­ equivalente e a imagem foi restabele­ João Batista R. de Andrade
talmente aberto. Este capacitor faz cida. Resende - RJ

64 SABER ELETRÔNICA - FORA DE S É R I E - NQ 23/98


T711
, 39 V
APARELHOI modelo: à base

33,1 V
tensão anormal
APARELHOI modelo:
TV PB 440 T Chassi 8 1 5
Televisor a cores TVC 1 490 B

'39 V
MARCA:
MARCA:

1 do
TELEFUNKEN (normal) _._--_+_-I
SHARP

FRABAK
DEFEITO:
DEFEITO:
Fonte alta pino
/f

, 3 IJ F
Sem saída de áudio e controle de volu­
me inoperante. Saída de vídeo com fun­ / ____----4-
- -- -.
R E LATO : capacitância
cionamento normal . baixa
Analisei a fonte, medi a tensão no
transistor 71 1 , coletor base e emissor.
R ELATO :
Sua tensão estava alterada (± 6 V). O
O televisor apresentava a imagem capacitância e encontrei 3 J.l F (muito
brilho era muito intenso e o transistor
normal na tela e realizava a troca dos baixa). Troquei-o e o TV funcionou nor­
7 1 0 , saída horizontal estava muito
canais corretamente, assim como o malmente.
aquecido. O trimpot R71 1 não atuava.
controle de todos os comandos frontais,
Testei os diodos, mas não encontrei
com exceção do controle de volume e Antonio Bened ito de Souza
defeito. Retirei o capacito r eletrolítico
assim, a saída de áudio era a única eta­ Salto do Itararé - PR
7 1 5 de 22 J.l F x 63 V, m e d i s u a
pa inoperante. Aplicando um sinal pro­
veniente de um gerador de sinais de
áudio na entrada de um amplificador de
Af, comprovei que o mesmo estava com
bom funcionamento. Prosseguindo com
a ajuda do esquema elétrico da parte
. do receptor do remoto, verifiquei que o APARELHOI modelo: azul cobrindo a quarta parte da ima­
transistor 01007 BCS47 estava com as ten­ TV 1 4" - 1 4GL1 0 1 0 gem. Essa barra horizontal mostrava
sões bem diferentes dos valores indi­ também as linhas de retraço como se o
cados no esquema elétrico, fator que MARCA: screen estivesse alterado. Em primeiro
me levou a suspeitar deste componen­ P H I Ll PS lugar verifiquei as tensões no oscilador
te. Ao retirar o transistor 01 007 do circui­ vertical. Verificando que estava normal ,
to, pude realmente constatar através da DEFEITO: passei a verificar o estágio de cromi­
medida e ntre seus term inais q u e o Barra azul listada na parte superior da nância e luminância. Percebi uma alte­
emissor e o coletor estavam totalmen­ tela ração nos pinos 1 0, 1 3 e 1 4 do C126o'
te abertos com relação à base. Com a Substitui o C I e o problema foi resolvi­
substituição de Q1007 por outro equiva­ R E LATO: do.
lente, o n ível do volume de áudio pode Ao ligar o TV, observei que na parte
ser controlado através do acionamento superior da tela aparecia uma barra Vol nei dos Santos Gonçalves
das micro-chaves SW3002 e SW3003 loca­ Pelotas - RS
lizadas no painel frontal do aparelho.

01007 BC547 +------1 3


Estas duas micro-chaves são o contro­
le de volume. para linha

1 2 V I C01007 DFI -1 8
+---
de retardo

5 14 13 1 2
para linha

i
aberto entre coletor e emissor de retardo

��J
ao canal

V
:��
� 1 ,2 kn9 ..I-
� 4:�:3 _----1 7 IC260
TDA3565/N6 1 1 R252
16 1 0 R250
n e
,O

SW3002 ,
com defeito

yrl Rl038
vem da

820 n SW3003 . . .
placa de

C I defeituoso
controles

/
...

G i lnei Castro Mul ler

SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98 65


Santa Maria - RS
Estamos publ icando dois projetos de autoria do
Sr. Pau l o Bueno J ú n ior que i nteg raram a edição Fora
de Série de agosto de 1 997, nos quais foram efetuadas
algu mas alterações. Confira .

2 5 - ELETRO-ESTIM ULADOR TIPO TENS

T
9 + 91 V 1 N4007
PAULO BUENO JUNIOR Pindamonhangaba SP
- -

Chaves conjuntas 350 - - 'Tl


- ---------I-------------I---
com os potenciômetros m(A----j�-H�78�0�6j--r---T�-1r -;

1 10/220 V 100 nF
1 N4007 Saídas
556
I
1 N4148
4,7 1JF
16V 6
I 7 9

Este circuito é muito popular entre Os transformadores de saída têm estimulador deve ser usado em pesso­
fisioterapeutas e ortopedistas, sendo uma relação de espiras de 1 /60, mas as que portem marca-passo, a não ser
usado no tratamento de lesões muscu­ podem ser experimentados transforma­ com indicação médica. Obs: O autor
lares, distensões e torções entre outras dores de 3 V x 250 mA ligados com os deste projeto deve comercializar este
indicações. secundários aos transistores T I P 1 22 e aparelho até o final do ano sob a marca
O aparelho nada mais é do que um o primário para a rede na saída. É im­ TECNOM ED - informações pelo telefo­
gerador de im pulsos elétricos que são po rtante notar que nenhum tipo de ne (01 2) 243-2949.
aplicados no paciente através de ele­

N
trodos apropriados conectados às saí­

Inp
das. f-I-1

R
op= op= op=
Os impulsos gerados por este apa­
relho podem chegar até 1 0 mA, depen­
dendo do ajuste feito em P3 e P4.
I
A base do projeto é um circuito inte­

" Im
grado 556 (duplo 555) que funciona
como gerador de pulsos, quando P2 está
totalmente aberto e a chave conjugada nnon
rr rr
nnnn
rrrr
t
fechada, caso em que opera no modo

66 SABER ELETRÔNICA - FORA DE SÉRIE - Nº 23/98


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26 - ULTRA-SOM PARA FIS IOTERAPIA

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Este aparelho tem uma potência capacitores C3 e C4 devem ter uma ten­ calor. São três os ajustes que devem
2
de 0,5 W/cm .(no transdutor), frequência são de trabalho de pelo menos 63 V. ser feitos: Gire o potenciômetro P, para
de operação de 1 MHz, dois modos de Os capacitores C2 e C7 devem ser a potência mínima e ajuste TP, para que
operação (contínua e pulsado) e modu­ de styroflex com isolação de pelo me­ a tensão sobre C3 seja de 5 V.
lação de 1 20 Hz. nos 1 500 V e Cs deve ser lia óleo" de Depois coloque algumas gotas de
O bloco oscilador de 1 MHz usa um 0,005 uF x 1 500 V. água no lado de aplicação do cabeçote
FET de potência IRF630 de grande efi­ As bobinas L, e L2 constam de 35 e posicione P, no meio do cursor. Ajus­
ciência e o componente crítico desta espiras de fio esmaltado 26 AWG em te L2 até que a água vibre com maior
parte do circuito é o cristal de 1 MHz do carretel (com núcleo de ferrite ajustá­ intensidade. Ajuste L, para obter o me­
tipo usado em u ltra-s o n s vel) de 0,6 cm de diâmetro por 1 ,2 cm lhor rendimento.
transistorizados e que deve ser alojado de comprimento. O transistor IRF630 Faça um retoque nos ajustes de
num cab eçote apropriado.Os deve ser montado num bom radiador de L, e L2•

A
A
1

0,2

1 1 0/220 V

'C 5
'XTAL�er texto
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SABER ELETRÔNICA · FORA DE SÉRIE · Nº 23/98 67


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ÁREA DE TELEVISÃO 002-Análise de Circuitos de ÁREA DE FAC-SÍMILE(FAX)
006-Te oria de Televisão Videocassete OlO-Te oria de FAX
007-Análise de Circu i t o de TV 003-Reparação de Vide ocassete 0 1 1 -Anál ise de Circuitos de FAX
008-Reparação de Televisão 004-Transcodificação de Videocassete 012-Reparaçã o de FAX
009-Entenda o TV Estére olOn S creen OOS-Mecanismo VCRIVíde o HI-F1 013-Mecanismo e Instalação de FAX
03S-Di agnóstic o de Defeitos c'� T'+:·'·s":o OlS-Câmera/C oncordes-Curso Bási c o 038-Diagnósti c o de Defeit os de FAX
04S-Televisão por Satélite 036-Diagnóstico d e defeit os- 046-C o m o dar manutenção FAX
OSI-Di agnóstic o e m Televisão Digital Parte Elétrica do VCR Toshiba
070-Te oria e Reparação TV Tela Grande 037-Diagnóstico de Defeitos-Parte 090-Como Reparar FA X Panasonic
084-Te oria e Reparação TV por Projeçãol Mecânica do VCR 099-Tecn o l ogia de Cls usad o s em FAX
Tel ã o OS4-V H S-C e 8 mm nO-Dicas de Reparação de FA X
OS6-Te o ria e Reparação TV C onj ugado com OS7- U s o do Osci l oscópi o em Rep. de I I S-Como reparar FAX S H ARP
VCR TV e VCR
09S-Tecn o l ogia em CIs usados em TV 07S-Diagnóstic o s de DeL em
I07-Dicas de Reparação de TV Camcorders
077-Aj ustes Mecânic o s de ÁREA DE LASER
Videocassete 014-Compact Disc Player-Curso Básic o
078-N ovas Téc. de Transc odificação 034-Diagnósti c o d e Defe i t o s d e CPD
ÁREA DE TELEFONE CELULAR em TV e VCR 042-Diagnóstico de Def. de Vídeo LASER
049-Te oria de Telefone Celular 096-Tecn ol ogia de CIs usados em 048-Instalação e Repar. de CPD aut o
064-Diagnósti c o d e Defeitos de Te! . Videocassete 088-Reparação de Sega-CO e CD-ROM
Celular I06-Dicas de Reparação de 091-Ajustes de C o mpact Disc e Vídeo
083-C o m o usar e C onfigurar o Telefone Vide ocassete LASER
Celular
097-Tecn o l ogia de CIs usad os em CD
098-Tecn o l ogia de CIs usados em
ÁREA DE TELEFONIA Player
Celular
017 -Secretária Eletrônica 1 1 4-Dicas de Reparação em CDPIVíd e o
103-Te oria e Reparação de Pager
OIS-Entenda o Te! . sem ti o LASER
1 1 7-Téc. Laborat o rista de Tel Celular
071 -Telefonia Básica
087-Repar. de Te! si Fi o de 900MHz
104-Te o ria e Repm ação de KS (Key
Phone System)
lOS-Dicas de Reparação de Telefonia
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iú:::;';i:'
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- - - --- -- - - - - - --- - - - - - - - - - - - - - - -- - ' ,-

ÁREA DE ÁUDIO E VÍDEO ELETROTÉCNICA E


019-Rád i o Eletrônica B ásica
ÁREA DE MICRO E REFRIGERAÇÃO
020-Radi otranscept ores 030-Reparação de Forn o de Microondas
INFORMÁTICA
033- Á udi o e Aná!. de Cin:. de 3 em I
022-Rep�"ação de Microcomputad ores
072-Eletrônica de Auto-Ignição
047-H ome Theater Eletrônica
024-Reparação de Vide ogame
053- Órgão Eletrônico (Teoria! 073-Sletrôn. de Auto-Injeção Eletrônica
039-Diagn. de Def. M onitor de Vídeo
Reparação 109-Dicas de Rep. de Forn o de
040-Diagn. de Def. de Microc omp.
058-Diagnóstico de Def. de Tape Deck M icro ondas
041-Diagnóstic o de Def. de Drives
059-Diagn. de Def. em Rádi o AM/FM I24-Eletricidade Bás. pl Eletrotécnicos
043-Memórias e Microprocessad ores
067-Reparação de Toca Discos I25-Reparação de Eletrod omésticos
044-CPU 486 e Pentium
08I-Transceptores S i ntetizad os V H F 126-I nstal ações Elétricas Residenciais
050-Diagnóstic o em Multimídia
094-Tecn o l ogia de C l s de Á udi o 127-lnstalações Elétricas Industriais
055-Diagnóstico em I mpress ora
lOS-Dicas de Defei t o s de Rád i o 128-Automação Industrial
068-Diagnóstico de Def. em M odem
I 1 2-Dicas d e Reparação d e Á udi o 1 29-Reparação de Refrigerad ores
069-Diagn. de Def. em Micro Aplle
1 19-Aná!. de Circo Amplif. de Potência 130-Reparação de Ar C ondici onad o
076-lnformática pl Iniciantes: Hardl
120-Análise de Circuit o Tape Deck 1 3 1-Reparação de Lavadora de R oupa
S o ftware
121-Análise de Circo Equalizadores 132-Transformadores
080-Reparação de Fliperama
122-Análise de Circuit o s Receiver 137-Eletrônica aplicada à Eletrotécnica
082-l niciação ao S oftware
123-Análise de Circo S i ntonizad ores 139-Mecânica aplicada à Eletrotécnica
089-Teoria de M onitor de Víde o
AM/FM 140-Diagnóstic o de Injeção Eletrônica
092-Tecn o l ogia de Cls. Família Lógica
136-Conserto Amplificad ores de
TIL
Potência
093-Tecn o l ogia de Cls Família Lógica
C-CMOS ÁREAS DIVERSAS DE
IOO-Tecn o ! . de Cls-Microprocessad ores ELETRÔNICA
COMPONENTES ELETRÔNICOS E IOI-Tecn o l ogia de Cls-l\femória RAM Ol6-Manusei o .:!e Osci l oscóp i o
ELETR. INDUSTRIAL e ROM 021-Eletrônica Digital
025-Entenda os Resi stores e Capacitores I l 3-Dicas de Repar. de Microc omput. 023-Entenda a Fonte Chaveada
026-Entenda Indutores e Transformad ores 1 1 6-Dicas de Repar. de Videogame 029-Admini stração de Oficinas
027-Entenda D i od os e Tiristores 133-Reparação de N o teb o oks e Laptops 052-RecepçãolAtendiment o/Vendasl
028-Entenda Transistores 138-Reparação de N o-Breaks Orçament o
056-Medições de Comp onentes 141-Reparação Impress ora Jato de Tinta 063-Diagnóstic o d e Def. e m Fonte
Eletrônicos 142-Reparação Impressora LASER Chaveada
060-Uso C orreto de I nstrumentação 143-Impress ora LASER C olorida 065-Entenda Ampliticad ores Operaci onais
06 1 -Retrabalh o em Dispositivo S M D 085-Com o usar o Multímetro
062-Eletrônica Industrial (Potência) 1 1 l-Dicas de Reparação de Fonte Chaveada
066-Simbologia Eletrônica I l8-Reengenharia da Reparação
079-Curso de Circuitos I ntegrad os 135-V álvulas Eletrônicas

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04 - TÉC. AVANÇADAS REPARAÇÃO FAX . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 .00 57 - MANUAL DE SERViÇO FAX TOSH I BA 301 00 (inglês) ...................... 38.00
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*06 - 99 DEFEITOS DE SECRrrEL S/FIO . ................................ 31 .00 59 - MANUAL DE SERViÇO FAX TOSHIBA 3450(inglês) . . . . .................... 49.00
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*08 - TV PB/CORES: curso básico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ........................ :3 1 .00 61 - MANUAL DE SERViÇO SHARP FO-21 0 . . . . ....... . . . . . . . . . . . . . . .. .................. 31 .00
*09 - APERFEiÇOAMENTO EM TV EM CORES ...................... 31 .00 62 - MANUAL DE SERVo FAX PANASONIC KX-F 1 1 5 (inglês) . . . ................. 3 1 .00
* 1 0 - 99 DEFEITOS DE TVPB/CORES . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26.00 63 - MANUAL DE SERVo FAX PANASONIC KX-F1 20 (inglês) . . . . . .. . .. .......... 38.00
1 1 - COMO LER ESQUEMAS DE TV. . . . .. . . . . . ........................... 31 .00 64 - MANUAL DE SERVo FAX PANASONIC KX-F50/F90 (inglês) . . . . . . . . . . . . . . . 38.00
* 1 2 - VIDEOCASSETE - curso básico . . . . . . . . . . .. . . . . ....................... 38.00 65 - MANUAL DE SERViÇO FAX PANAFAX UF-1 50 (inglês) ..................... 49.00
* 1 3 - MECANISMO DE ViDEOCASSETE . . . . . . . . . . . . . . .................. 26.00 66 - MANUAL DO USUÁRIO FAX TOSHIBA 4400 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . ............. 26.00
* 1 4 - TRANSCODIFICAÇÃO DE VCRlTV................................... 31 .00 67 - MANUAL VíDEO PANASONIC HIFINV70 (inglês) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . 38.00
1 5 - COMO LER ESQUEMAS DE VCR ... ... ............................. 31 .00 *68 - TELEVISÃO POR SATÉLITE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26.00
1 6 - 99 DEFEITOS DE Vi DEOCASSETE ................................. 26.00 69 - 99 DEFEITOS RADIOTRANSCEPTORES . . . . . . . .. . . . . . . ............................. 31 .00
* 1 7 - TÉC. AVANÇADAS REPARAÇÃO VCR ............................ 31 .00 70 - MANUAL COMPONENTES FONTES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 .00
* 1 8 - CÂMERAlCAMCORDER - curso básico . . . . . . ..................... 38.00 71 - DATABOOK DE FAX vol. 2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . ......................... 3 1 .00
* 1 9 - 99 DEFEITOS DE CÂMERAlCAMCORDER ..................... 31 .00 *72 - REPARAÇÃO MONITORES DE VíDEO . . . . . .......................................... 31 .00
*20 - REPARAÇÃO TVNCR C/OSCiLOSCÓPiO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 .00 *73 - REPARAÇÃO IMPRESSORAS .................... . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 .00
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*22 - VíDEO LASERDISC - curso básico ................................. 38.00 *75 - DIAGNÓSTICOS DE DEFEITOS DE TELEViSÃO . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 .00
*23 - COMPONENTES: resistor/capacitor. . . . . . . . . . . .................... 26.00 76 - MANUAL SERViÇO FAX SHARP FO-230 . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . . . . . . . . 3 1 .00
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*29 - MANUAL DE INSTRUMENTAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26.00 *82 - HOME THEATER E OUTRAS TECNOLOGIAS DE ÁUDIO . . . . . . . . . . . . . . . . 26.00
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*32 - REPARAÇÃO FORNO MiCROONDAS ........................... 26.00 *85 - REPARAÇÃO DE MICROCOMPUTADORES IBM 486/PENTIUM . . . . . . . 3 1 .00
*33 - REPARAÇÃO RÁDIO/ÁUDIO (EI.Básica) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 .00 *86 - CURSO DE MANUTENÇÃO EM FLlPERAMA. .................................... 38.00
34 - PROJETOS AMPLIFICADORES ÁUDIO . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 .00 87 - DIAGNÓSTICOS EM EQUIPAMENTOS MULTIMíDIA. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . 31 .00
*35 - REPARAÇÃO AUTO RÁDIOrrOCA FITAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 .00 *88 - ÓRGÃOS ELETRÔNICOS - TEORIA E REPARAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 1 .00
*36 - REPARAÇÃO TOCA DiSCOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ................... 26.00 89 - DATABOOK DE V IDEOCASSETE vol. 4 ............ . . . . ............................... 31 .00
*37 - REPARAÇÃO TAP E DECKS ........................................... 26.00 90 - DATABOOK DE TELEVISÃO vol. 2 ......... . . . . . . . . . . ......... . . . . . . . . . . . . .. . . . . . ........ 31 .00
*38 - REPARAÇÃO APARELHOS SOM 3 EM 1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26.00 91 - DATABOOK DE CÂMARAlCAMCORDERS/8 MM . . . . .. . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 .00
*39 - ELETRÔNICA DIGITAL - curso básico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 .00 *92 - CÂMERAS VHS-C E 8 MM - TEORIA E REPARAÇÃO . . . . . . . . . . ............ 31 .00
40 - MICROPROCESSADORES - curso básico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 .00 93 - DATABOOK DE FAX E TELEFONIA vol. 3 ............................................ 31 .00
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*42 - REPARAÇÃO MICRO IBM PC-XT 1 6 bits ....................... 31 .00 *95 - ENTENDA O MODEM ........................ ................................................... 26.00
*43 - REPARAÇÃO M ICRO IBM AT/286/386 . . . . . . . .................... 31 .00 *96 - ENTENDA OS AMPLIFICADORES OPERACiONAiS . . . . . . . . . . . . . ............. 26.00
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46 - COMPACT DISC PLAYER - curos básico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 .00 99 - ESQUEMÁRIO: EQUALlZ. E REVERBERADORES KENWOOD . . . . . . . 26.00
*47 - MANUAL SERViÇO CDP LX-250.................................... 26.00 1 00 - ESQUEMÁRIOS: POWERS DE POTÊNCIA KENWOOD . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26.00
*48 - 99 DEFEITOS DE COMPACT DISC PLAYER . . . . . . . . . . . . . . . . 26.00 1 0 1 - ESQUEMÁRIOS: AMPLlF. DE ÁUDIO KENWOOD. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 .00
49 - ESQUEMÁRIO COMPACT OIS KENWOOD . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 .00 1 02 - ESQUEMÁRIOS RECEIVERES KENWOOD . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . 3 1 .00
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51 - DATABOOK DE VI DEOCASSETE vol. 1 .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38.00 1 04 - SERVo MAN. AUTO-RÁDIO E TOCA-FITAS KENWOOD (inglês) . . . . . . . . 3 1 .00
52 - DATABOOK DE VIDEOCASSETE vol. 2 . . . .. . . . . . .............. 31 .00 1 09 - ESQ. KENWOOD: PROCESSADOR HOME THEATER . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 .00
53 - DATABOOK DE VIDEOCASSETE vol. 3 . . . . . . . . . . . ............. 31 .00

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'. .
É i mportante que você preencha esta pesq u isa corretamente para que
possamos con hecer sua opin ião e fazer uma revista cada vez melhor.

1 ) Realiza ou realizou algum curso de eletrônica? Não ( ) Sim ( )


Em q ual escola? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

2) Sua idade está em que faixa?


1 3 a 1 5 anos ( ) 1 6 a 1 8 anos ( 1 9 a 2 1 anos ( )
22 a 24 anos ( ) 25 a 30 anos ( mais de 30 anos (

3) Como consegue material para suas montagens?


( ) Em lojas de sua localidade ) Por meio de intermediários
( ) Indo pessoalmente aos grandes centros ) Pelo correio

4) Quais as dificuldades que encontra para obter materiais?


( ) Não encontra componentes básicos
( ) Não acha componentes, principalmente semicondutores
( ) Não há loja especializada em sua localidade
( ) Não consegue caixas para os projetos

5) Qual é a sua área de interesse na eletrônica? (Pode assinalar mais de u ma)


) Telecom unicações ) Artigos teóricos
) Consertos de aparelhos ) Avaliação de aparelhos comerciais
) Instrumentação de laboratório ) I nformações sobre produtos e componentes
) Eletrônica industrial ) Alta frequência e rádio transmissão
) M icrocomputadores e informática ) Áudio e vídeo
) Montagem em geral ) Circuitos digitais
) Robótica ) I nstrumentos musicais
) Cursos ) Outros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Nome:

Endereço: Cidade: _________

B airro: ______ Fone para contato: _______

Cidade: ______________
Estado: ___ CEP: ________

Profissão _____ CPF__________

VOTE NOS M E LHOR ES PROJETOS

1 º Projeto: Nº . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2º Projeto: Nº . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Reparação: Nº . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

O s 1 0 (dez) primeiros votantes (será considerado o carimbo do correio) , que enviarem


este voto com a pesquisa corretamente preenchida ganharão o livro: A Infoera do Praf. Dr. João
Antonio Zuffo.
dobre

SR/lER A

ELETRDnl[R

CARTA RESPOSTA
NÃO É NECESSÁRIO SELAR

o SELO S ERÁ PAGO POR:

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I I I I I I I I I I
:083l:l30N3

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Solicitação de Compra
Para u m bom atendimento, si a estas instru ões:

COMO PEDIR
Faça seu pedido preenchendo esta solicitação, dobre e coloque-a em qualquer caixa do cor.reio. Não
. precisa
selar. Pedidos com urgência Disque e Compre pelo telefone (01 1 ) 6942-8055
VALOR A SER PAGO
Após preencher o seu pedido, some os valores das mercadorias e acrescente o valor da postagem e manuseio,
constante na mesma, achando assim o valor a pagar.
COMO PAGAR - escolha uma opção:

- Cheque = Envie um cheque nominal à Saber Publicidade e Promoções Ltda. no valor total do pedido. Caso
você não tenha conta bancária, dirija-se a qualquer banco e faça um cheque administrativo.

- Vale Postal = Dirija-se a uma agência do correio e nos envie um vale p')stal no valor total do pedido, a favor da
Saber Publicidade e Promoções LIda, pagável na agência Belenzinho - SP
(não aceitamos vales pagáveis em outra agencia)

- Depósito Bancário = Ligue para (01 1 ) 6942-8055 e peça informações.


(não faça qualquer depósito sem antes ligar-nos)

OBS: Os produtos que fugirem das regras acima terão instrução no próprio anúncio.
(não atendemos por reembolso postal)
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Pedido mínimo R$ 25,00 1 VÁLIDO ATÉ 02103/98 1


Quantidade Produtos Valor R$

Postagem e Manuseio 5,00


Valor total do pedido

Nome : ___
______
_ _

Endereço: ______ Cidade: ___

B airro: _______ Fone para cortato: _________

Cidade: Estado: CEP:

_
_______________ ___ ________
_ _

Profissão ____ CPF___________

Assinale a sua opção:


c:=:Estou enviando o cheque D Estou enviando um vale postal DEstou efetuando um depósito bancário

DATA: /
__ __ __ /
dobre

SJBr1I A

ELETRDnl[R
CARTA RESPOSTA f

NÃO É NECESSÁRIO SELAR

Iiij
o SELO SERÁ PAGO POR:

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03098-999 - SÃO PAU LO - S P
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I I I I I I I I I
:063C130N3

o
() :31N313V\13C1

cole
Newton C . Braga
N AS L I V RA R I AS
o que o técnico de
computadores, o usuário avançado
e o futuro técnico precisam saber
sobre configuração, defeitos e
utilização racional .

Interpretação das mensagens


de erro com as possíveis causas e
procedimentos para sanar
problemas de hardware e software.

As ameaças ao PC : como
evitar problemas devidos a má
instalação, energia elétrica -..

imprópria e até mesmo fenomenos


to
atmosféricos como descargas
elétricas e tempestades.

Como deve funcionar um


computador bom : racionalize o uso
e configure de modo a obter o
melhor desem penho.

Como instalar periféricos e


placas de expansões. Como instalar
Lima nova fonte, uma placa de
expansão ou ligar uma nova
- impressora .

Defeitos explicados por


sintomas e causas - quase tudo que PREÇO DE
LANÇAMENTO
o usuário ou técnico precisa saber
quando o computador não
funciona ou funciona de modo
incorreto.
R$ 28, 00
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PRC-20-P DE CINESCÓPIOS - PRC40 GB-51-M G B-52

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É utilizado para medir a emissão e reativar Perm�e verificar a emissão de cada canhão Gera quadrículas. pontos. escala Gera padrões: círculo. pontos. quadrículas.
cinesc6pios. galvanômetro de dupla ação. do cinesc6pio em prova e reativá-Io. possui de cinza. branco. vermelho. verde. croma circulo com quadrículas. linhas verticais.
Tem uma escala de 30 KV para se medir AT. galvanômetro com precisão de 1 % e mede com8 barras. PAL M. NTSC puros c/cristal. linhas horizontais. escala de cinzas.
Acompanha ponta de prova + 4 placas ( 1 2 MAT até 30 kV Acompanha ponta de prova Saídas para RF . Vídeo. barras de cores. cores cortadas . ' 9rmelho.
soquetes). + 4 placas (1 2 soquete�. sincronismo e FI. verde. azul. branco, fase. PALM/NTSC puros
PRC 20 P . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . R 5 3 7 8.00 R $ 3 6 � 00 R $ 1 6 �00 com cr ista l . s a ída de F I . s aí d a de
PRC 20 D. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . RS 399.00 sincronismo. saída de RF canais 2 e 3.
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GERADOR DE FUNÇÕES GERADOR DE RÁDIO FREQÜ�NCIMETRO


2 MHz - GF39 FREQU�NCIA -12OMHz · GRF30 DIG ITAL

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Ótima estabilidade e precisão. p/gerarformas Sete escalas de frequências: A -100 a 250 I nstrumento de medição com excelente
de onda: senoidal. quadrada. triangular. kHz. B - 250 a 650 kHz, C - 650 a 1 700 kHz,
destes produtos estabilidade e precisão.
faixas de 0.2 Hz a 2 MHz. Saídas VCF. TIl! 0- 1 . 7 a 4 MHz. E - 4 a 1 0 MHz. F - l O FD30 - 1 Hz/250 MHz . . . . . . . . . . RS 4 3 0. 0 0
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GF39D - Digital.. . . . R S 5 2 5 . 0 0 R S 3 9 4.00

TESTE DE TRANSISTORES TESTE DE FLY BACKS E PESQUISADOR DE SOM FONTE DE TENSÃO


DIODO - TD29 ELErROLlTICO VPP TEF41 • • PS 25P

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Mede transistores. FETs. TRIACs. SCRs, Mede FL YBACK/YOKE estático quando se E o mais útil instrumento para pesquisa de Fontevariável de O a 30 V . Corrente máxima
identifica elementos e polarização dos tem acesso ao enrolamento. Mede defe�os em circuitos de som. Capta o som de saída 2 A. Proteção de curto. perm�e-se
componentes no circuito. Mede diodos FLYBACK encapsulado através de uma que pode ser de um amplificador. rádio AM fazer le�uras de tensão e corrente AS
(aberto ou em curto) no circu�o. ponta MAT. Mede capacitores eletrolíticos - 455 KHz. FM - 1 0.7 MHz. TVNideocassete tensão: grosso fino AS corrente.
RS 2 5 2.00 no circu�o e VPP . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . . . . R $ 3 4 2.00 - 4.5 MHz. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . RS 3 3 6.0 0 FR3$ - Digital . . . . . . . . . . R S 2 9 9.00
FR34 - Analógica . . . . R S 2 8 4 .00
MULTIMETRO DIGITAL MUL TIMETROIZENERI CAPACIMETRO DIG ITAL
MD42 TRANSISTOR-MDZ57 C 044

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Tensão c.c. l ooo V - precisão 1 % , tensão Tensão c.c. 1 OOOV - precisão 0.5 % . tensão Tensão c.c. - l oooV . c.a. 750V I nstrumento preciso e prático. nas
c.a. - 750 V, resistores 20 MO. Corrente C.a. 750V. resistores 20 MO. corrente DC resistores 20MO. Corrente DC. AC - 1 0A, escalas de 200 pF. 2nF. 20 nF. 200 nF.
c.c./c.a. - 20 A ganho de transistores hfe. AC - 1 0A. ganho de transistores. hfe. diodos. hFE. diodos. �pito. mede a tensão ZENER 2 fJI=. 20 fJI=. 200 fJI=. 2OOO !'f'. 20 mF.
diodos. Ajuste de zero externo para medir Mede capacitores nas escalas 2n. 20n. 2oon. do diodo até 1 ooV transistor no circuito. R S 3 5 7. 0 0

com a�a precisão valores abaixo de 20 O. 2ooon. 20fJl=. Rt 3 2 0 . 0 0


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