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SUMÁRIO

História da Bateria..............................................................................2

Postura e Posicionamento..................................................................4

Empunhadura – Tipos de pegada na Baqueta.....................................5

Anatomia da Baqueta.........................................................................6

Sons e Nome das Peças da Bateria......................................................7

Começando a Tocar.............................................................................8

Primeiros Grooves..............................................................................9

Variações de Rock e Colcheias...........................................................12

Incluindo o prato de Ataque –  Crash.................................................21

7 Rudimentos....................................................................................24

Viradas ou Fills..................................................................................26

Variações de Rock em Semínimas.....................................................29

Incluindo o Prato de Ataque  – crash (2).............................................38

Viradas ou Flls(2)..............................................................................39

Combinações de Viradas...................................................................43

Variações com Chimbal no Contra-Tempo.........................................44

Repertório........................................................................................53

Exercícos deDivisão Musical e Técnica de Bumbo..............................57

Glossário...........................................................................................58
HISTÓRIA DA BATERIA

Os estudiosos consideram que a voz foi o primeiro instrumento


musical surgido. Seguindo esse raciocínio poderemos considerar os
instrumentos percussivos, os primeiros instrumentos criados pela
humanidade, uma vez que, batendo seus bastões ou os próprios pés no
chão ou em pedras e madeiras, os homens da Antiguidade já marcavam
o ritmo para as danças e cerimônias religiosas e até se comunicavam
por esse meio. Os primeiros tambores provavelmente consistiam em
um pedaço de tronco de árvore oco (furado). Estes troncos eram
cobertos nas bordas com a pele de algum réptil ou couro de peixe e
eram percutidos com as mãos.
Os tambores mais antigos descobertos em escavações
arqueológicas pertencem ao período Neolítico. Um tambor encontrado
numa escavação da Moravia foi datado de 6000 anos antes de Cristo.
Na Mesopotâmia foram encontrados pequenos tambores (tocados
tanto verticalmente quanto horizontalmente) datados de 3000 anos
antes de Cristo. Tambores com peles esticadas foram descobertos
dentre os artefatos Egípcios, de 4000 anos antes de Cristo. A
diversidade de instrumentos percussivos é quase incontável: são
bongôs, tímpanos, tamborins, pandeiros, congas, entre outros.
No começo dos anos 1900, bandas e orquestras tinham de dois a
três percussionistas cada. Um tocava o bumbo, outro tocava a caixa e o
outro tocava os blocos de madeira e fazia os efeitos sonoros. Mas com
a invenção do pedal todas essas pessoas se tornaram desnecessárias.
O primeiro pedal prático foi inventado em 1910 por, Willian F.
Ludwig, que criou o primeiro modelo de madeira e logo depois, com o
aumento da procura, passou a desenvolver junto com seu cunhado,
Robert Danly, o modelo do pedal em aço que foi vendido para milhares
de bateristas e serviu de base para criação dos modelos mais
avançados que temos hoje.
Outra invenção aparentemente simples que possibilitou o
surgimento da bateria foi a estante para caixa, que antes os bateristas
usavam cadeiras para apoiá-las ou dependurava nos ombros com uso
de correias.
Uma vez que pedais e suportes para caixas práticos se tornaram
disponíveis, um único baterista poderia executar o trabalho antes feito
por três. E assim nasceu a bateria ou “trap set” como foi chamada
inicialmente.
Hoje, em evolução constante, a bateria recebe cada vez mais atenção
de fábricas e engenheiros, que pesquisam junto aos bateristas para
desenvolver o melhor modelo de cascos, baquetas, ferragens e pratos.
As inúmeras fábricas crescem a cada dia no mundo e no Brasil e nós
como admiradores desse instrumento, devemos estar atualizados com
essa evolução, buscando a cada dia conhecer mais o instrumento.

(extraído do site www.batera.com.br)


www.batera.com.br)
POSTURA E POSICIONAMENTO

A) Braços relaxados.

B) Coluna reta e descontraída.

C) Sentar do meio do banquinho para frente.


EMPUNHADURA - TIPOS DE PEGADA NA BAQUETA

PEGADA ALEMÃ PEGADA FRANCESA PEGADA TRADICIONAL

DESTRO –
DESTRO – MÃO DIREITA NO CHIMBAL E ESQUERDA NA CAIXA

CANHOTO – MÃO DIREITA NA CAIXA E ESQUERDA NO CHIMBAL SE O PÉ DOMINANTE FOR O ESQUERDO (foto1)


OU MÃO ESQUERDA NO CHIMBAL E MÃO DIREITA NA
N A CAIXA SE O PÉ DOMINANTE FOR O DIREITO. (foto2)

Foto1 Foto2
ANATOMIA DA BAQUETA

Ponta Corpo Ponto de Equilíbrio

Ombro Modelo e Tamanho Final do cabo

Modelos e Tipos de Baqueta

Recomendamos no início de nossos estudos o modelo 5A


devido ao seu tamanho e peso confortável.

Vassourinha Rod
Utilizada no jazz e no mpb Utilizada quando se quer obter
menos volume das peças

Baqueta com Feltro


Utilizada na MPB (no surdo) ou nos pratos
SONS E NOME DAS PEÇAS DA BATERIA

BUMBO / BASS DRUM CAIXA / SNARE DRUM

CHIMBAL / HI-HAT
COMEÇANDO A TOCAR
(FAIXA 1 )
Contagem / Pulso

(FAIXA 2 )
Incluindo o chimbal

(FAIXA 3)
Incluindo a caixa
(FAIXA 59)
GROOVE 10

(FAIXA 60)
GROOVE 11

(FAIXA 61)
GROOVE 12
(FAIXA 62)
GROOVE 13

(FAIXA 63)
GROOVE 14

(FAIXA 64)
GROOVE 15
(FAIXA 65)
GROOVE 16 ( 2 COMPASSOS)
MONTE SEUS GROOVES
MONTE SEUS GROOVES
(FAIXA 74)
7)Exemplo Virada D

(FAIXA 75)
8)Exemplo Virada D
(FAIXA 76)
Combinações de Viradas
 Executar as viradas abaixo no exemplo de virada D
Começar e finalizar com a mão direita

 Começar e finalizar com a mão esquerda


VARIAÇÕES COM CHIMBAL NO CONTRATEMPO

GROOVE BÁSICO

APLICAÇÃO DO GROOVE BÁSICO RETIRANDO AS PEÇAS ESCOLHIDAS

(FAIXA 77)
GROOVE 1
(FAIXA 78)
GROOVE 2

(FAIXA 79)
GROOVE 3

(FAIXA 80)
GROOVE 4
(FAIXA 81)
GROOVE 5

(FAIXA 82)
GROOVE 6

(FAIXA 83)
GROOVE 7
(FAIXA 84)
GROOVE 8

(FAIXA 85)
GROOVE 9

(FAIXA 86)
GROOVE 10
BACK IN BLACK
AC/DC

EYES OF THE TIGER


SURVIVOR
ROLLING IN THE DEEP
ADELE
EXERCÍCIOS DE DIVISÃO MUSICAL E TÉCNICA
DE BUMBO (faixa 93)

1. MARCAÇÃO DO CHIMBAL COM PÉ EM SEMINIMAS


2. MARCAÇÃO DO CHIMBAL COM A MÃO EM SEMINIMAS
3. SUBSTITUIR OS BUMBOS POR CAIXAS (IDEM 1)
4. SUBSTITUIR OS BUMBOS POR CAIXAS (IDEM 2)
5. MARCAÇÃO DO BUMBO EM SEMÍNIMAS E LEITURA COM O CHIMBAL
GLOSSÁRIO
BASS DRUM – BUMBO

SNARE DRUM – CAIXA

HI-HAT – CHIMBAL,CHIPÔ,PRATO DE CHOQUE OU CONTRA-TEMPO

SMALL TOM – TOM PEQUENO (AGUDO)

LARGE TOM – TOM GRANDE (MÉDIO)

FLOOR TOM – SURDO OU LATERAL (GRAVE)

CYMBALS- PRATOS

CRASH CYMBAL – PRATO DE ATAQUE

RIDE CYMBAL – PRATO DE CONDUÇÃO

STICKS – BAQUETAS

STICK CLICK – SOM DE UMA BAQUETA TOCANDO NA OUTRA

GROOVE – LEVADA OU RITMO

GIG – BANDA OU CONJUNTO MUSICAL

BEAT – TEMPO

CLICK – METRÔNOMO

RUFO – TÉCNICA ONDE O BATERISTA APROVEITA O REBOTE NATURAL DA BAQUETA (VOLUME II)

METRÔNOMO – APARELHO UTILIZADO PARA MENSURAR O ANDAMENTO MUSICAL E BATIDAS POR


MINUTO (BPM)

GHOST NOTE – NOTA FANTASMA – NOTA TOCADA COM DINÂMICA BAIXA (PIANO/PIANISSIMO)