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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA

CAPA

MIRNA HERINGER CVALCANTI DE ANDRADE LIMA RIBEIRO

Vicente Pires

Este é um MODELO
que segue as
recomendações da
ABNT NBR 14724.
Os espaçamentos,
tipografia e ordem dos
elementos já estão
padronizados.
Os textos devem ser
digitados sobrepondo o
texto existente nos
exemplos do
MODELO.
As partes explicativas
em azul e entre
colchetes, deverão ser
suprimidas.

Brasília
2020
2

SUMÁRIO

1.

VICENTE PIRES E CRISE FUNDIÁRIA .........................................................................................................3


2. PROBLEMAS LOCAIS ....................................................................................................................................4

2.1 DESAFIOS........................................................................................................................................................5
2.1.1 Consequencias........................................................................................................................................5
3. INTERVENÇÃO PÚBLICA.............................................................................................................................6

REFERÊNCIAS......................................................................................................................................................7
ANEXO A – TÍTULO DO ANEXO......................................................................................................................8
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1 Vicente Pires e a Crise Fundiária (CAPÍTULO 1)


O Setor Habitacional Vicente Pires, fundado em 26 de maio de 1989, é conhecido
como a XXX Região Administrativa do Distrito Federal. Com mais de 80 mil habitantes, a
cidade enfrenta uma série de problemas sistêmicos há algumas décadas, que refletem
diretamente em seu desenvolvimento e na qualidade de vida dos moradores.
Apesar dos seus 31 anos, Vicente Pires só foi reconhecida em 2009, quando
finalmente desmembrou-se de Taguatinga, e passou a ter administração própria. O que
parecia o começo de uma melhoria gradual no cenário da região, passou a ser mais uma
reivindicação de uma população cansada e constantemente amedrontada pelas incertezas
que rondam a cidade. 
Para compreensão do que se passa atualmente no local, é necessário analisar as
últimas décadas e todos os desdobramentos que muitos acordos políticos geraram. De
habitações indígenas e, posteriormente, terras de fazendeiros, a proposta de expansão da
área de produção rural da Colônia Agrícola de Águas Claras, foi o que deu forma a estrutura
vigente.
O processo de expansão consistia na criação de um convênio, entre o Governo do
Distrito Federal (GDF) e a Fundação Zoobotânica, que concedia um contrato de uso do solo
para produção agrícola à cerca de 360 chacareiros, com durabilidade contratual estipulada
em 30 anos. 
A partir deste contrato, as irregularidades começaram a se multiplicar, começando
pelo descumprimento da cláusula principal; a razão social da utilização da terra concedida.
Muitos dos chacareiros se tornaram "grileiros", termo popularmente atribuído aos que
fracionaram as terras e venderam como lotes, para benefício financeiro pessoal.
Com esse histórico, nasce o maior problema do Setor Habitacional: Irregularidade
fundiária, que é o pilar de quase todos os outros problemas presentes na cidade, como falta
de infraestrutura e saneamento básico, mobilidade, ausência de investimento em serviços
essenciais, etc. 

[imagens]
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2 Problemas Locais (CAPÍTULO 2)


Vicente Pires é a maior ocupação irregular de interesse específico do Brasil, onde a
especulação imobiliária acontece fortemente há décadas. Isso resultou em um crescimento
desenfreado da cidade, que por não contar com o potencial de uma região regularizada,
carece de estruturas essenciais. 
Apesar de ter se tornado o alvo de inúmeros investidores da construção civil, a
cidade sofre com a ausência de investimento governamental, e se tornou um canteiro de
obras infinito; tanto regulares quanto irregulares. 
Nos períodos de chuva, a 30ª região administrativa se torna manchete de todos os jornais
locais, estampando sempre a péssima qualidade do sistema pluviométrico e do asfalto, que
muitas vezes cede com a força da água, deixando crateras imensas pelo caminho.  
Além do problema de pavimentação, a cidade, por falta de regulamentação e até
mesmo de fiscalização, tem apresentado crescimentos verticais exponenciais. Dessa forma,
a situação que já é um tanto caótica, se agrava ainda mais com os efeitos da superlotação
populacional. 
O trânsito local, que já conta com péssimas condições e quase nenhum
investimento, tem gerado ainda mais preocupação com o aumento de veículos transitando,
principalmente pela localização geográfica da cidade, que se encontra no meio de dois pólos
extremamente movimentados do Distrito Federal; Plano Piloto e Taguatinga.
A cidade conta com uma única Unidade de Pronto Atendimento (UPA) - que não
comporta a demanda e constantemente luta com a falta de suprimentos. Os postos policiais
instalados em pontos estratégicos da cidade encontram-se desativados, fazendo com que a
segurança pública seja mais um tópico de preocupação dos moradores.
Por se tratar de uma área irregular, investimentos socioculturais raramente são
vistos, fazendo com que uma população de quase cem mil habitantes precise se locomover
até outra cidade em busca de entretenimento, e até mesmo coisas simples como uma
agência bancária ou uma livraria. 
E por último, mas não menos importante, a mobilidade local é diretamente
prejudicada com a péssima infraestrutura, provocando assim, atrasos de desenvolvimento
no comércio e em todos os nichos locais. 
A região foi dividida em 4 glebas, e parte do processo de regularização foi iniciado
nas glebas 2 e 4, mas vale lembrar que essa caminhada já dura décadas, e seus efeitos
colaterais podem ser notados no dia a dia da população, que é diretamente impactada pelo
descaso governamental.
É fundamental ressaltar que todos esses problemas estruturais são originados pela
situação de irregularidade que grande parte do Setor Habitacional Vicente Pires enfrenta,
fazendo com que seja de eminente urgência um debate social acerca do que pode e deve
ser feito. 
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[IMAGENS]

2.1 Desafios

2.2 Consequências
6

3. Intervenção Pública
(tipo de intervenção)

3.1 Resultados
7

REFERÊNCIAS
[Elemento obrigatório]

Para facilitar a elaboração das referências, a Biblioteca disponibiliza o gerador automático de


referências MORE. Acesse: http://biblioteca.fflch.usp.br/referenciasbibliograficas

[Exemplo]

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e


documentação - Trabalhos acadêmicos - Apresentação. Rio de Janeiro, 2011.

FAULKNER, William. Sartoris. San Diego, California: Harcourt Brace, 1929.

FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. 21.ed. Rio de Janeiro: Graal, 2005.

IBGE. Características gerais dos indígenas: resultados do universo. Disponível em:


<http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/caracteristicas_gerais_indige
nas/default_caracteristicas_gerais_indigenas.shtm>. Acesso em 20 jan 2016.

PEREIRA, Ellen Eliza de. Bailes e danças representados e discursados na Espanha (1600-
1660). 2014. 150 f. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências
Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014.

SIMPÓSIO INTERNATIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIVERSIDADE DE


SÃO PAULO, 8., 2000, São Paulo. Resumos. São Paulo: USP, 2000. 1 CD-ROM.
8

ANEXO A – Título do anexo


[Elemento opcional]

[Anexos são textos ou documentos de terceiros, não elaborados pelo autor do trabalho.
Servem para fundamentação, comprovação e/ou ilustração. Os anexos devem ser identificados
por meio de letras maiúsculas consecutivas e seus respectivos títulos, como no exemplo
acima.]

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