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14/08/2018

Principais alterações
encontradas no hemograma Anemias
na rotina hospitalar
Pr o f ª. L e i l is mara S o u s a
hemolíticas
Fa r mác ia/ UFSJ - 2 0 18

Anemias hemolíticas hereditárias Anemias hemolíticas adquiridas

Defeito na molécula de Imunes Agentes infecciosos Agentes químicos


hemoglobina Defeito de membrana Deficiência enzimática
(hemoglobinopatias)
• autoanticorpos • SHU • (Pb, Cu, oxidantes,
• Hb variantes (SS, C, SC) • Esferocitose • Deficiência de G6PD (crioaglutininas, AHAI) • Malária sulfassalazina, piridium,
• Talassemias • Ovalocitose ou eliptocitose • Deficiência de piruvato • isoanticorpos (DHRN, dapsona)
• Piropoiquilocitose quinase incompatibilidade Agentes físicos
• Deficiência de pirimidina- transfusional)
• Hemoglobinúria paroxística Agentes tóxicos
noturna (HPN) 5-nucleotidase (rara) • anticorpos relacionados • próteses, corrida,
com medicamentos queimaduras
• vegetais
• animais
Secundária

• hepatopatias e
nefropatias

Eritropoese Eritropoese
Policromatófilo

Fonte: http://atlasdehemato.blogspot.com/2011/07/hematopoese.html Fonte: Hemoclass

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Eritropoese Eritropoese
Policromasia Reticulócito

Reticulócitos e inclusões de HbH

Fonte: Oliveira, 2007 Fontes: http://atlas.gechem.org/index.php?option=com_k2&view=item&id=253:hemoglobina-h / UFG

Eritropoese Anemias hemolíticas hereditárias


Reticulócito Doenças falciformes

 Herança do gene de b-globina S

 Manifestação variável de acordo com o tipo de herança

 Anemia falciforme (HbSS): mais comum

Fontes: Oliveira, 2007 Fontes: https://ingoh.com.br/ingoh-explica/o-que-e-anemia-falciforme/

Anemias hemolíticas hereditárias Anemias hemolíticas hereditárias


Anemia falciforme
Anemia falciforme
 Hemograma
• Anemia normocrômica e normocítica (Hb: 6-9 g/dL)
• Anisocromia discreta
• Drepanócitos
• Hemácias em alvo
• Corpos de Howell-Jolly
• Neutrofilia
• Trombocitose
• Eritroblastos (durante as crises)
• Contagem de reticulócitos (↑)

 Pesquisa de drepanócitos (teste da falcização provocada)

Fonte: Hemoclass

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Anemias hemolíticas hereditárias Anemias hemolíticas hereditárias


Anemia falciforme Talassemias
 a-talassemia: Deficiência de cadeia a  “Excesso de cadeia b”
 b -talassemia: Deficiência de cadeia b  “Excesso de cadeia a”

Fonte: Hemoclass

Anemias hemolíticas hereditárias Anemias hemolíticas hereditárias


a-talassemia forma silenciosa e traço talassêmico
 Hemograma:
 Anemia discreta
 ACB  Pesquisa exaustiva de hemácias contendo precipitado de cadeia b (Hb H)

Doença da HbH
 Hemograma:
 Anemia microcítica e hipocrômica
 Hemácias em alvo, dacriócitos e esquizócitos
 Numerosos eritroblastos orto e policromáticos
 Policromatofilia
Hemácias com corpos de
Hemoglobina H (HbH)
Fontes: http://atlas.gechem.org/index.php?option=com_k2&view=item&id=253:hemoglobina-h

Anemias hemolíticas hereditárias Anemias hemolíticas hereditárias


a-talassemia maior / Hb Bart’s (hidropsia fetal) b-talassemia menor
 Hemograma:  Hemograma:
 Anemia intensa • Anemia microcítica e hipocrômica (Hb > 10g/dL)
 Hipocromia e anisocitose intensas • Anisocitose, poiquilocitose, hemácias em alvo
 Hemácias em alvo
 Numerosos eritroblastos orto e policromáticos b-talassemia intermediária
 ACB  reticulocitose intensa e 100% das Hm com 4  Hemograma:
• Anemia hemolítica crônica (Hb: 7-10g/dL)

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Anemias hemolíticas hereditárias Anemias hemolíticas hereditárias


b-talassemia maior (Anemia de Cooley)
 Hemograma:
 Anemia hipocrômica e microcítica (Hb < 7 g/dL)
 Hemácias em alvo
 Poiquilocitose (dacriócitos, esferócitos e esquisócitos)
 Anéis de Cabot e corpúsculos de Howell-Jolly Pegar lâmina de paciente com beta-
talassemia maior
 Inúmeros eritroblastos
 Corpos de Heinz (precipitados de cadeias a)
 Reticulocitose
 Leucopenia
 Trombocitopenia

Fontes: Oliveira, 2007

Leucocitose

Maior produção Redistribuição dos


medular leucócitos Egresso diminuído

Primária: distúrbio Do pool marginal Egresso diminuído do

Infecções neoplásico para o pool circulante


(estresse físico ou
sangue para os
tecidos (corticóides)
Secundária: etiologia emocional, injeção de

bacterianas e reacional (Infecção,


inflamação e necrose
adrenalina
exercício
e
físico

virais tissular) intenso)

Granulopoese Granulopoese
Bastonete neutrófilo

• Critério proposto por Cartwright: célula com núcleo em formato


de bastão e com estrangulamento de até 2/3 da parte mais
grossa do núcleo.

• Critério proposto por Osgood: enquanto a célula não formar


filamento de cromatina ou separar os lobos.

Fonte: http://atlasdehemato.blogspot.com/2011/07/hematopoese.html

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Granulopoese Granulopoese

Fontes: Hemoclaass Fontes: Hemoclass

Anomalia de Pelger-Huët Anomalia de Pelger-Huët

Fontes: Hemoclass / https://fineartamerica.com/featured/1-pelger-huet-anomaly-lm-garry-delong.html / https://www.labce.com/spg970262_pelger_huet_anomaly.aspx Fontes: M. Brereton / PNCQ

Anomalia de Pelger-Huët Pelger-Huët

Fontes: Hemoclass

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Desvio à esquerda dos neutrófilos Desvio à esquerda dos neutrófilos


Pool marginal

 Aumento de bastonetes ou presença de metamielócitos, mielócitos e


promielócitos Mieloblasto

Promielócito

Mielócito Pool circulante

Metamielócito

Bastonete
Bastonete
Órgãos e
Segmentado Segmentado tecidos

Permanece no sangue
7 dias para maturação por poucas horas

Fonte: http://atlasdehemato.blogspot.com/2011/07/hematopoese.html Honda et al., 2016 (adaptado)

Desvio à esquerda dos neutrófilos Desvio à esquerda dos neutrófilos


Pool marginal

Mieloblasto

Promielócito
1ª fase: 2ª fase:
Consumo 3ª fase: ↓ DE 4ª Fase
Mielócito Pool circulante Infecção
(↓ produção de
Mielócito i Leucócitos h produção de neutrófilos, melhora 48 a 120h após o
neutrófilos da condição do início do processo:
Metamielócito (migração para o ↓ leucócitos e DE
Metamielócito local da infecção e paciente), leucócitos
Desvio à acima do valor de (resolução do
consumo) processo)
esquerda referência
Bastonete Bastonete Sítio de
infecção
12 a 24h
Segmentado Segmentado bacteriana
12 a 24 horas após o
início da infecção Consumo de neutrófilos

Honda et al., 2016 (adaptado)

Granulações grosseiras Granulações grosseiras

Fontes: PNCQ Fontes: Hemoclass

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Microvacuolizações citoplasmáticas Linfocitose


 ↑ contagem absoluta de linfócitos no sangue (> 4.500/mm3)

 Primárias ou clonais
o Doenças linfoproliferativas: LLA, LLC, linfomas, leucemia prolinfocítica

 Secundárias ou reacionais
o Linfócitos atípicos ou reativos: mononucleose infecciosa (EBV), CMV, tuberculose,
sífilis, toxoplasmose, caxumba, hepatite A, rubéola, HIV, dengue hemorrágica

o Sem atipias: coqueluche, linfocitose transiente do estresse

Fontes: Hemoclass

Linfócitos reativos Linfócitos reativos


 Linfócitos grandes, pleomorfos, citoplasma e/ou membrana com coloração mais Linfoplasmocitoide
basófila, núcleo às vezes irregular, com cromatina mais frouxa (podendo
apresentar nucléolo)

Fontes: Hemoclass Fontes: Hemoclass

Linfócitos reativos Linfócitos reativos


Linfoplasmocitoide Imunoblastos

Fontes: Hemoclass / PNCQ Fontes: Hemoclass

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Linfócitos reativos Linfócitos reativos


Imunoblastos Grandes linfócitos granulares (GLG)

Fontes: Hemoclass Fontes: Hemoclass / PNCQ

Linfócitos reativos Linfócitos reativos


Doença Achados laboratoriais (Linfócitos Reativos)
Grandes linfócitos granulares (GLG)
Mononucleose >20% do total de linfócitos
• presentes desde a fase aguda da doença;
Dengue • sua contagem aumenta ao redor do quinto dia de manifestações
clínicas.
• leucocitose que pode chegar até 100.000 leucócitos/μL;
Coqueloche
• linfocitose, com presença de linfócitos reativos (LR).
Hepatites virais 40% ou mais de LR
(período ictérico)
SIDA aparecimento de LR de 12 à 20% dos pacientes infectados

Outras doenças:
• Infecções virais: Citomegalovirus, Adenovírus, Rubéola, Varicela, Herpes (simples e
zoster),
• Infecções bacterianas: brucelose, tuberculose e sífilis;
• Infecção por protozoários: Toxoplasmose, Malária, Babesiose;
• Hipersensibilidade a drogas: fenotiazimas ácido-aminosalísilico, sulfasalazina, etc

Fontes: Hemoclass

Dengue Dengue
 Tombocitopenia  Leucopenia

Fonte: Oliveira et al., 2009 Fonte: Oliveira et al., 2009

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Dengue Dengue
 Linfopenia  Linfócitos reativos

Fonte: Oliveira et al., 2009 Fonte: Oliveira et al., 2009

Dengue Dengue
Dengue x Chikungunya Dengue x Zika

Fonte: (STAPLES et al., 2009 apud BRASIL, 2015, adaptado; HALSTEAD et al., 1969 apud INSTITUTE DE
VEILLE SANITAIRE, 2014).

Fonte: (STAPLES et al., 2009 apud BRASIL, 2015, adaptado).


+++=70-100% dos pacientes; ++=40-69%; +=10-39%; +/-=<10%; -=0%.

Dengue
Dengue x Zika X Chikungunya

Fonte: Fleury, 2016.


Leucemias

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Leucemias Classificação
Leucemias agudas Leucemias crônicas
Tríade leucêmica
acúmulo clonal de células blásticas proliferação de células mieloides ou
(mieloide ou linfoide) na medula óssea linfoides, que mantêm sua capacidade
de diferenciação, predominando as
Leucocitose células maduras

Anemia

Trombocitopenia
Fontes: https://www.indice.eu/pt/noticias/saude/2016/03/30/descoberta-nova-pista-para-tratar-leucemia-mieloide-aguda / Hemoclass

Classificação Diagnóstico
Agudas Diagnóstico laboratorial
(M0, M1, M2,
M3, M4,  Hemograma
Mieloide M5, M6 e M7)
 Mielograma
 Citoquímica
Crônicas
 Imunofenotipagem
Leucemias  Citogenética

Agudas
(L1, L2 e L3)
Linfoide
Crônicas

Diagnóstico Diagnóstico
Diagnóstico laboratorial
 Citoquímica

Citoquímica Mieloblastos Linfoblastos


Sudan Black Positivo Negativo
Peroxidase Positivo Negativo
PAS Negativo Positivo (*)
Esterase Positivo (*) Negativo
(*) geralmente

Sudan Black

Fontes: http://adamogama.blogspot.com/2011/08/sudan-black-b.html

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Diagnóstico Diagnóstico

Ácido Periódico de Schiff (PAS)


Mieloperoxidase

Fontes: Naum, 2010 Fontes: https://www.researchgate.net/figure/Bone-marrow-aspiration-cytology-The-cell-count-was-184-10-4-mL-and-the-megakaryocyte-c_fig1_320818270

Leucemias Agudas Diagnóstico laboratorial


Leucemias Mieloide Aguda Leucemias Linfocítica Aguda Hemograma:
(LMA) (LLA)
 Anemia normocítica e normocrômica
 Neutropenia
 Trombocitopenia
 Presença de mais de 20% de blastos dentre os leucócitos

Mielograma
 Medula hiperplásica com aumento do número de blastos
◦ Infiltração de blastos superior a 30% - FAB
◦ Infiltração de blastos superior a 20% - OMS

Fontes: http://hematologiaturma2014.blogspot.com/p/vanessa.html / http://www.profbio.com.br/aulas/hemato1_10.pdf

Leucemia Mieloide Aguda (LMA) Leucemia Mieloide Aguda (LMA)


Diagnóstico Laboratorial Parada ou dificuldade de maturação dos precursores mieloides da MO → falha
Série Branca no mecanismo genético regulador do ciclo celular
◦ Leucócitos totais: 115.780/mm3
◦ Blastos: 70% Eosinófilos : 2%
◦ N. Promielócitos: 11% Basófilos : 2%
◦ N. Mielócitos: 0% Linfócitos: 6%
◦ N. Metamielócitos: 0% Monócitos: 2%

◦ N. Segmentados: 5%
◦ Predomínio de blastos, com presença de promielócitos e hiato leucêmico.

◦ Plaquetopenia (15.000/mm3)

Fontes: http://alipio1.dominiotemporario.com/doc/leucemia_pb.pdf

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Leucemia Mieloide Aguda (LMA) Leucemia Mieloide Aguda (LMA)


Classificação FAB LMA - M0: Indiferenciada
 M0: Indiferenciada
 M1: Sem maturação
 M2: Com maturação
 M3: Promielocítica
 M4: Mielomonocítica
 M5: Monoblástica/Monocítica
 M6: Eritroleucemia
 M7: Megacarioblástica
Baseada na morfologia e citoquímica

Fontes: https://www.onconews.com.br/site/atualizacao-cientifica/1607-uma-vis%C3%A3o-da-leucemia-promieloc%C3%ADtica-aguda.html

Leucemia Mieloide Aguda (LMA) Leucemia Mieloide Aguda (LMA)


LMA - M1: Sem Maturação LMA - M1: Sem Maturação

Fontes: Kumar, 2009 Fontes: http://alipio1.dominiotemporario.com/doc/leucemia_pb.pdf

Leucemia Mieloide Aguda (LMA) Leucemia Mieloide Aguda (LMA)


LMA – M2: Com Maturação Granulocítica LMA – M3: Promielocítica

Bastão de Auer

Fontes: https://es.slideshare.net/oma91/leucemias-3164266 Fontes: Kotowski, 2007

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Leucemia Mieloide Aguda (LMA) Leucemia Mieloide Aguda (LMA)


LMA – M4: Mielomonocítica LMA – M4: Mielomonocítica

Fontes: http://alipio1.dominiotemporario.com/doc/leucemia_pb.pdf Fontes: http://alipio1.dominiotemporario.com/doc/leucemia_pb.pdf

Leucemia Mieloide Aguda (LMA) Leucemia Mieloide Aguda (LMA)


LMA – M5: Monoblástica (M5a) ou Monocítica (M5b) LMA – M6: Eritroleucemia

M5a M5b

Fontes: http://alipio1.dominiotemporario.com/doc/leucemia_pb.pdf Fontes: http://alipio1.dominiotemporario.com/doc/leucemia_pb.pdf

Leucemia Mieloide Aguda (LMA) Leucemia Mieloide Aguda (LMA)


LMA – M6: Eritroleucemia LMA – M7: Megacarioblástica

Fontes: http://wiki.clinicalflow.com/acute-erythroblastic-leukemia-m6 Fontes: https://es.slideshare.net/oma91/leucemias-3164266

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Leucemia Linfocítica Aguda (LLA) Leucemia Linfocítica Aguda (LLA)


Presença de grande porcentagem de blastos linfoides ou linfoblastos no sangue L1

periférico, MO, timo e gânglios linfáticos.

Fontes: https://hematologia.farmacia.ufg.br/p/7067-linfoblasto Fontes: https://es.slideshare.net/oma91/leucemias-316426 6 / dElARA, 2011

Leucemia Linfocítica Aguda (LLA) Leucemia Linfocítica Aguda (LLA)


L2 L3

Fontes: https://es.slideshare.net/oma91/leucemias-316426 6 / dElARA, 2011 Fontes: https://es.slideshare.net/oma91/leucemias-316426 6 / dElARA, 2011

Leucemia Linfocítica Aguda (LLA) Leucemias Crônicas


Diagnóstico Laboratorial Leucemias Mieloide Crônica Leucemias Linfocítica Crônica
(LMC) (LLC)
Série Branca
◦ Leucócitos totais: 95.000/mm3
◦ N. Segmentados: 3%
◦ Eosinófilos : 0%
◦ Basófilos : 0%
◦ Linfócitos: 10%

◦ Monócitos: 1%
◦ Linfoblastos: 86%

◦ Plaquetopenia (42.000/mm3)

Fontes: http://alipio1.dominiotemporario.com/doc/leucemia_pb.pdf

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Leucemia Mieloide Crônica (LMC) Leucemia Mieloide Crônica (LMC)


 Proliferação de células mieloides granulocíticas que mantêm sua capacidade Diagnóstico Laboratorial
de diferenciação (células maduras) Série Branca
◦ Leucócitos totais: 125.000/mm3
◦ Mieloblastos: 10% ◦ Eosinófilos: 2%

Desvio à esquerda
não escalonado
◦ Promielócitos: 4% ◦ Basófilos: 2%

◦ Mielócitos: 14% ◦ Linfócitos: 13%

◦ Metamielócitos: 20% ◦ Monócitos: 2%

◦ Bastonetes: 18%
◦ N. Segmentados: 25%

Fontes: Hemoclass

Leucemia Mieloide Crônica (LMC) Leucemia Linfocítica Crônica (LLC)


Diagnóstico Laboratorial  Proliferação anormal dos linfócitos B (90%), mas imunoincompetentes
Série Branca
◦ Leucócitos totais: 385.000/mm3

◦ Mieloblastos: 5% ◦ Eosinófilos: 2%

◦ Promielócitos: 5% ◦ Basófilos: 2%
Desvio à esquerda
não escalonado

◦ Mielócitos: 22% ◦ Linfócitos: 4%

◦ Metamielócitos: 14% ◦ Monócitos: 2%

◦ Bastonetes: 19%
◦ N. Segmentados: 25%

Fontes: Hemoclass

Leucemia Linfocítica Crônica (LLC) Leucemia Linfocítica Crônica (LLC)

Fontes: https://hematologia.farmacia.ufg.br/p/7144-manchas-de-gumprecht Fontes: https://hematologia.farmacia.ufg.br/p/7144-manchas-de-gumprecht

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Leucemia Linfocítica Crônica (LLC) Leucemia Linfocítica Crônica (LLC)


Diagnóstico Laboratorial Leucemias das células cabeludas ou Hairy cell leukemia ou Tricoleucemia
Série Branca
◦ Leucócitos totais: 186.000/mm3
◦ N. Segmentados: 5%
◦ Eosinófilos: 1%

◦ Basófilos: 1%
◦ Linfócitos: 91%

◦ Monócitos: 2%
◦ Raros linfoblastos
◦ Plaquetas: 60.000/mm3

Fontes: https://hematologia.farmacia.ufg.br/p/22720-tricocelulas-hairy-cells

Leucemia Linfocítica Crônica (LLC) Leucemia Linfocítica Crônica (LLC)


Leucemias das células cabeludas ou Hairy cell leukemia ou Tricoleucemia Leucemias de células T do adulto

Fontes: Hemoclass Fontes: Blood, 2010

Leucemia Linfocítica Crônica (LLC)


Leucemias de células T do adulto

Informações
importantes

Fontes: Hemoclass / https://www.htlvaware.com/atll1.html

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Pontos importantes Pontos importantes


Lâmina feita na hora da coleta Hematoscopia em aumento de 100x

Coloração adequada Treinamento dos analistas

Tempo de processamento da amostra Controle de qualidade interno e externo

Interpretação do resultado automatizado Valores de referência do laboratório

Revisão das lâminas Laudos simples e objetivos

Referências Referências
BAIN, Barbara J. Células sanguíneas: um guia prático. 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 487 p. HOKAMA, N.K.; MACHADO, P.E.A. Interpretação clínica do hemograma nas infecções. JBM 1997, v. 72, n.
LORENZI, TF Atlas de Hematologia - Clínica Hematológica Ilustrada. Rio de Janeiro: Guanabara 3.
Koogan, 2006. OLIVEIRA, R.A.G.; NETO, A.P. Anemias e Leucemias – Conceitos básicos e diagnóstico por técnicas
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância laboratoriais, 1 ed. Roca-Brasil, 2004. 436 p.
Epidemiológica. Diretrizes nacionais para prevenção e controle de epidemias de dengue. Brasília, 2009. OLIVEIRA, Raimundo Antônio Gomes. Hemograma: como fazer e interpretar. São Paulo: LMP, 2007. 505
(Série A. Normas e Manuais Técnicos). p.
______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Atenção Básica. Febre de OLIVEIRA, E.C.L.; PONTES, E.R.J.C.; CUNHA, R.V.; FROES, E.B.; NASCIMENTO, D. Alterações hematológicas
chikungunya: manejo clínico. Brasília, 2015. INSTITUTE DE VEILLE SANITAIRE. Département de em pacientes com dengue. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 42(6):682-685, nov-dez,
Coordination des Alertes et des Régions. Virus Zika Polynésie _ 2013 - 2014 Ile de Yap, Micronésie _ 2009.
2007. Saint-Maurice, 2014. PNCQ. Recomendações do PNCQ para a caracterização de linfócitos reativos. 2016. Disponível
______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância em:<https://www.pncq.org.br/uploads/2016/LINF%C3%93CITOS%20.pdf>.
Epidemiológica. Dengue: diagnóstico e manejo clínico: adulto e criança. Brasília, 2016. RAPAPORT, Samuel I. Hematologia: introdução. 2.ed. São Paulo: Roca, 1990. 450 p.
BLOOD. Flower cells of leukemia, 2010, 115(9). ROSENFELD, Ricardo. Fundamentos de hemograma: do laboratório à clínica. Rio de Janeiro: Guanabara
BORDUCCHI, D.M.M.; KERBAUY, J.; OLIVEIRA, J.S.R. Linfoma/Leucemia de células T do adulto. Rev Ass Koogan, 2007. 205 p.
Med Brasil 1999; 45(1): 63-70 . WORLD HEALTH ORGANIZATION. Dengue: guidelines for the diagnosis, treatment, prevention and
DIAS, L.B.A.; ALMEIDA, S.C.L.; HAES, T.M.; MOTA, L.M.; RORIZ-FILHO, J.S. Dengue: transmissão, aspectos control. 9. ed. Geneva, 2009.
clínicos, diagnóstico e tratamento. Medicina (Ribeirão Preto) 2010;43(2): 143-52.
FAILACE, RENATO. Hemograma, manual de interpretação. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 298p.
HEMOCLASS. Linfócitos reativos para Analistas Clínicos. 2018.
HOFFBRAND, A. V; MOSS, P. A. H. Fundamentos em hematologia. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. 454
p.

Obrigada!
leilismara@gmail.com

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