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Os lípidos:

TRIGLICERÍDOS

Docente:

_________________________
INTEGRANTES DO GRUPO Nº 04

NOMES NOTA INDIVIDUAL NOTA DO NOTA


TRABALHO FINAL
1. Isabel Pacavira

2. Milena Soares

3. Patrícia António
4. Paula Secuma

5. Rodrina Antunes

6. Silvano Damião
Da Silva

7. Teresa
Diassonama

8. Vera Cristóvão

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INDICE
INTRODUÇÃO.............................................................................................................3
1.1 Lípidos.................................................................................................................4
1.1.1 Funções dos lípidos..................................................................................................................4

1.1.2 Classificação dos lipídios........................................................................................................4

1.2 A química dos ácidos graxos...................................................................................5


1.2.1 Ácidos graxos saturados e insaturados....................................................................................5

1.2.1 Nomenclatura dos ácidos graxos mais comuns.......................................................................5

1.2.2 Representação química dos ácidos graxos...............................................................................6

1.3 Triglicéridos............................................................................................................7
1.3.1 Estrutura química.....................................................................................................................7

1.3.2 Estrutura molecular dos triglicéridos.......................................................................................9

1.3.3 Funções dos triglicéridos.......................................................................................................10

1.3.4 Classificação dos triglicéridos...............................................................................................11

CONCLUSÃO.............................................................................................................13
REFERENCIA BIBLIOGRAFICA............................................................................14

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INTRODUÇÃO
Quando se fala em lipídios é comum associar esta classe de biomoléculas às gorduras, mas
como veremos em nosso estudo, as gorduras são apenas uma das espécies de lipídios
(Triglicéridos). Essa associação equivocada se explica pelo fato de a maioria dos lipídios ter como
característica comum uma natureza oleosa. Os lipídios são biomoléculas abundantemente
encontradas na natureza. Eles estão presentes em diversos alimentos como gema do ovo, leite,
gorduras animais e óleos vegetais, etc. No decorrer dessa explanação, vamos falar sobre a função, e
a classificação dos lípidos dando enfase aos triglicéridos.

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1.1 Lípidos
Enquanto as proteínas e os glícidos se caracterizam por serem polímeros de aminoácidos e de
oses, respectivamente, o lípido não tem nenhuma característica estrutural comum.

Caracterizam-se por formarem um conjunto de substâncias muito variadas existentes nos


seres vivos e que têm de comum certas propriedades físicas: insolubilidades em água e boa
solubilidade em solventes pouco polares ou apolares, como éter, o clorofórmio e outros.

Incluem as gorduras, as ceras, terpenos, as hormonas sexuais, e outras substâncias.

1.1.1 Funções dos lípidos


Os lipídios desempenham diversas funções na natureza, merecendo destaque as seguintes:
 Reserva energética dos animais e sementes oleaginosas: Os lipídios são armazenados nas
células de animais e plantas na forma de triglicéridos ou triglicerídeos (popularmente
conhecidos como gorduras);
 São componentes estruturais das membranas biológicas: As membranas das células animais
e vegetais são estruturas formadas por proteínas e lipídios. Os lipídios que compõem a
membrana biológica são moléculas anfipáticas (que apresenta natureza dupla: polar e
apolar) e formam uma bicamada lipídica separando dois ambientes aquosos; o líquido
intracelular (o citossol, na parte interna) e o extracelular (a matriz extracelular, que fica fora
da célula).
 Oferecem isolamento térmico, elétrico e mecânico para proteção de células e órgãos e para
todo o organismo.

1.1.2 Classificação dos lipídios


Os lipídios se classificam em cinco classes, a saber:
1. Triglicéridos;
2. Ceras: as ceras ou graxas são ésteres de ácidos graxos de cadeia longa com álcool de cadeia
longa.;
3. Glicerofosfolipídios;
4. Esfingolipídios;
5. Esteróides: são lipídios que não apresentam ácidos graxos em suas estruturas. São
formados por um núcleo de esteróide, comum a todos os lipídios dessa classe.

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Vamos falar especificamente sobre os triglicéridos, mas antes é necessário percebermos acerca
dos ácidos graxos, pois são essenciais na formação dos triglicéridos.

1.2 A química dos ácidos graxos


Ácidos graxos: são ácidos carboxílicos constituídos de cadeias hidrocarbonadas de quatro a
trinta e seis átomos de carbono e representam uma importante fonte de energia para as células. São
considerados anfipáticos por apresentarem uma extremidade polar (hidrofílica) e uma extremidade
apolar (hidrofóbica).
É importante iniciar o estudo dos lipídios abordando o conhecimento das estruturas químicas
dos ácidos graxos (que não podem ser confundidos com lipídios, embora sejam moléculas orgânicas
que entram na composição da maioria deles). Portanto, os ácidos graxos são as unidades básicas da
maioria dos lipídios. São ácidos monocarboxílicos (contendo apenas um grupo carboxila - COOH),
o grupo carboxila se liga a uma longa cadeia hidrocarbonada, cujo número de carbono (varia de 4 a
36).
1.2.1 Ácidos graxos saturados e insaturados
Os ácidos graxos podem ser classificados em:
1. saturados e
2. insaturados.
Os ácidos graxos saturados não apresentam duplas ligações em suas cadeias, enquanto os
insaturados apresentam uma ou mais duplas ligações (Figura 1).
 Ácidos graxos saturados. O ácido graxo com cadeia hidrocarbonada saturada não apresenta
duplas ligações. Esses ácidos graxos são sólidos a temperatura ambiente e são encontrados
em gorduras animais;
 Ácidos graxos insaturados. São os ácidos graxos que contêm uma ou mais duplas ligações.
Esses ácidos graxos são líquidos à temperatura ambiente e são encontrados em óleos
vegetais (na seção 3.3 veremos a diferença entre óleos e gorduras);
 Os ácidos graxos que apresentam cadeia hidrocarbonada com uma única ligação dupla são
mono insaturados,
 enquanto que os que apresentam cadeia hidrocarbonada com duas ou mais ligações duplas
são poli-insaturados (tabela 1).

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1.2.1 Nomenclatura dos ácidos graxos mais comuns

Os ácidos graxos são mais conhecidos por seu nome comum (como apresentado na Tabela
1) do que pelo seu nome sistemático (cujo assunto não será abordado no nosso curso). Nessa tabela
encontram-se listados os ácidos graxos mais abundantes na natureza, com seus respectivos número
de carbono e suas fórmulas moleculares. Ácidos graxos mais comuns na natureza
NOME Nº DE ATOMOS FORMULA MOLECULAR
DECARBONO
Ácido táurico 12:0 CH2( CH2 )10 COOH

Acido miristico 14:0 CH2( CH2 )12 COOH

Ácido palmitico 16:0 CH2( CH2)14 COOH

Ácido estearico 15:0 CH2(CH2 )16 COOH

Ácido palmitoleico 16:1 ( Δ 9 ¿ CH2( CH2 )1 CH—


CH(CH2)2COOH
Ácido oleico 18:1 ( Δ 9 ¿ CH2( CH2 )1 CH—
CH(CH2)2COOH
Ácido linoleico 18:2 ( Δ 1,2 ¿ CH2( CH2 )1 CH—
CH(CH2)2(CH2)2COOH
Ácido ex-linoleico 18:3 ( Δ 1,231 ¿ CH2( CH2 )1 CH—
CH(CH2)2(CH2)2COOH
Tabela 1. Ácidos graxos mais comuns na natureza.
1.2.2 Representação química dos ácidos graxos
A representação dos ácidos graxos saturados é determinada especificando o seu número de
átomos de carbono (o comprimento da cadeia) e o número de duplas ligações por dois numerais
separados por dois pontos (como consta na segunda coluna da tabela 1). Nessa representação, o
primeiro numeral significa o número de átomos de carbono e o segundo (o zero), indica que ele não
apresenta nenhuma ligação dupla. Por exemplo, ácido graxo saturado com 16 átomos de carbono, o
ácido palmítico, é representado por 16:0 (Figura 2).

Figura 2. Estrutura do ácido palmítico, um ácido graxo saturado com 16 átomos de carbono. A cadeia hidrocarbonada
desse ácido graxo apresenta carbonos ligados entre si apenas por ligações simples. Essas ligações são representadas por

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um traço horizontal. Outros exemplos dessa classe são os ácidos: láurico (12:0), mirístico (14:0), palmítico (16:0) e
esteárico (18:0), mostrados na tabela 2.
Os ácidos graxos insaturados podem ser representados tanto pelo sistema delta (D), que se
caracteriza por nomear o carbono a partir da extremidade que contém a carboxila (COOH); como
pela representação n-w, em que a numeração do carbono inicia-se com a extremidade que tem o
grupo metil (CH3).

1.3 Triglicéridos

Uma vez concluído o estudo das estruturas químicas dos ácidos graxos, veremos agora como
essas moléculas se combinam com os diferentes constituintes celulares, formando as diversas
classes de lipídios encontrados na natureza. Iniciaremos, então, com o estudo dos triglicéridos,
popularmente conhecidos como gorduras animais ou os óleos vegetais. São lipídios que contém
ácidos graxos reagem com bases fortes e sofrem reação de saponificação. Temos os ácidos graxos
saturados: normalmente são sólidos em temperatura ambiente. Gordura animal é rica neste tipo de
ácido graxo. Encontramos nas gemas dos ovos, carnes, leites e seus derivados. Os triglicéridos são
moléculas apolares ou hidrofóbicas essencialmente insolúveis em água. Os lipídios apresentam uma
densidade específica menor do que a água e, por essa razão, as misturas de óleo e água se separam
em duas fases. Isso pode ser facilmente constatado quando o óleo fica flutuando sobre a fase
aquosa. O mesmo ocorre em mistura de óleo-vinagre, usualmente empregado para tempero de
saladas e molhos de carnes.

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1.3.1 Estrutura química.
Os triglicéridos, também denominados triglicerídeos, triglicerídeos ou gorduras são
formados por três moléculas de ácidos graxos, que se ligam covalentemente às hidroxilas (OH) do
álcool glicerol (Figura6); ou seja são ésteres do glicerol ou glicerina ( CH 2OH-CHOH-CH2OH, um
triálcool, o 1,2,3- propanotriol) e de cadeia normalmente longa e com numero par de átomos de
carbono, denominados ácidos gordos. Estes triésteres resultam da condensação(esterificação) de
glicerol e ácidos carboxílicos:

R - C
OH HO – CH2 O
O
R – C – O – CH2
R’ – C O

OH HO – CH R’ – C – O – CH + 3H2O
O

R’’ – C O

OH HO – CH2 R’’ – C – O – CH2


a) Ácidos graxos b) glicerol (glicerina) triglicérido

Figura 6. (a) Acidos graxos ou gordos;


(b) Estrutura da molécula do glicerol (um álcool com três hidroxilas)
Obs: Os grupos R, R’ e R’’ representam as cadeias hidrocarbonadas dos ácidos graxos; ou
seja, os radicais orgânicos, por exemplo, C15H31.

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1.3.2 Estrutura molecular dos triglicéridos
Também conhecido como triacilglicerol, são literalmente gorduras essenciais para a vida,
por exemplo se nos fossemos checar o colesterol, teríamos um relatório sobre o triglicérido já que
se trata de uma medida de concentração da gordura no sangue.
Mais vamos pensar um pouco o que é o triglicerídeos, na figura a baixo nos temos as
moléculas do triglicerídeos, o glicerol é a molécula (a esquerda na figura), podemos ver que temos
uma cadeia de 3 carbonos (em amarelo)), cada um desses átomos de carbono esta ligado a um grupo
hidroxila um grupo OH, o oxigénio( em rosa), faz com que o glicerol seja um álcool de açúcar
chamado de um triol.
E o glicerol pode formar o triglicerídeos, quando essa molécula de glicerol reage com 3
moléculas de ácidos de graxos ( se posiciona a direita na figura), essas cadeias são chamados de
ácidos graxos porque tem carater hidrofóbico não se dissolve bem em agua.
Temos na imagem abaixo um grupo carboxila por isso é muito facil para ele doar um atomo
de hidrogeneo, já que o H+ sera doado e a carga negativa do electro é que é transmitida entre os
demais oxigenios, o caracter acido desse composto se dá justamente pela liberação do H+

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Já sabemos que os Triglicéridos pode ser chamado como triacilglicerol, mas vamos
descodificar a palavra (tri acil glicerol) e entender o significado das parte que formam um todo.
Como é possível observar na figura abaixo( as cores especificam o nome e os movimentos)
começando com a palavra acil ou acila é um grupo funcional que é onde esta o carbono, que faz
parte de um grupo chamado carbonila, ele pode estar ligado com 3 tipo de cadeia orgânica (de
radicais) nomeadamente R, R’ e R’’ dai a origem do termo acil, cada um deles esta ligado ao
oxigénio como mostra a figura a baixo( a parte em cor lilas -----). E isso é o que permite fazer a
ligação com os ácidos graxos, para termos o Triglicéridos.

1.3.3 Funções dos triglicéridos


Tem como função permitir reserva energética, nos animais vertebrados, os adipócitos (as
células que armazenam as gorduras,) armazenam grandes quantidades de triglicéridos como
gotículas de gordura. Os triglicéridos são também armazenados como óleos nas sementes de muitos
tipos de plantas que ajudam na germinação. Nos seres humanos o tecido adiposo é composto
principalmente de adipócitos situados sob a pele, na cavidade abdominal e nas glândulas mamárias
(neste último caso, de grande importância para viabilizar o aleitamento materno). Isolante térmico
para animais de climas muito frios, esta é uma função especialmente importante para os animais que
habitam as zonas polares do globo que suportam baixíssimas temperaturas. Animais como urso,
foca e pingüins apresentam uma espessa camada de gordura sob a pele que impede a troca de calor
do animal com o ambiente, mantendo assim seus corpos aquecidos.

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1.3.4 Classificação dos triglicéridos
Os triglicéridos são classificados em simples e mistos. Os triglicéridos simples apresentam o
mesmo tipo de ácido graxo ligado às três hidrófilas do glicerol. Os triglicéridos mistos apresentam
pelo menos dois ácidos graxos diferentes ligados à molécula de glicerol (Figura 7)
O O
1 1
CH2 O C R1 CH2 O C R1
O O
2 2
CH O C R1 CH O C R1
O O
3 3
CH2 O C R1 CH2 O C R1
Figura 7. (a) Triacilglicerol simples, formado apenas por um tipo de ácido graxo (R) que se liga as três OH do glicerol,
representados por R1, R2 e R3.
Os óleos vegetais e as gorduras animais são misturas complexas de triglicéridos simples e
mistos. Esses triglicéridos contêm uma variedade de ácidos graxos que diferem quanto ao
comprimento da cadeia e grau de saturação. Os óleos vegetais, como os óleos de milho e azeite de
oliva são formados, principalmente, por triglicéridos que contêm ácidos graxos insaturados e, são,
portanto, líquidos à temperatura ambiente. Já as gorduras animais são formadas, principalmente, por
triglicéridos contendo ácidos graxos saturados. A diferença entre gorduras e óleos reside no estado
físico: os óleos são misturas líquidas de triglicéridos, embora muitas vezes se denominem ambos
gorduras. A tabela II apresenta a composição, em ácidos graxos(gordos), de alguns óleos e
gorduras, animais e vegetais. Note-se que os ácidos graxos ou gordos podem ser saturados e
insaturados(polinsaturados) mesmo, com duas ou três ligações duplas).
Acido gordo Sebo de Manteiga Azeite Óleo de Óleo de soja Óleo de
em vaca amendoim linhaça
ACIDOS SATURADOS
(C)
C12 0,2 1-4 0-1
C14 2-3 8-13 0-2 0,5 0,3 0,2
C16 25-30 25-32 7-20 6-11 7-11 5-9
C18 20-26 8-13 1-3 3-6 2-5 4-7
>C18 0,5-1 0,5-2 0-1 5-10 1-3 0,5-1
ACIDOS INSATURADOS
<C16 0,5 1-2
C16 2-3 2-5 1-3 1-2 0,3
C18 39-42 22-29 53-86 39-66 22-34 9-29
>C18 0,3 0,2-1,5 0-3
ACIDOS POLINSATURADOS
C18(a) 2 3 4-22 17-38 50-60 8-29
C18(b) 2-10 45-67
(a) com duas ligações duplas
(b) com três ligações duplas
(c) 3-4% de C4i; 1-2% de C6i; 1-2% de C8i; 2-3% de C10i.
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A hidrolise alcalina dos triglicéridos produz o glicerol (ou glicerina) e sais dos ácidos graxos
(sabões). É exactamente por este processo que se preparam industrialmente os sabões e a glicerina.

R-CO-O-CH2 CH2OH R-COONa

R’-CO-O-CH + 3 NaHO CHOH + R’-COONa

R’’-CO-O-CH2 CHCH2 R’’-COONa

Triglicerido Glicerol Mistura de sais sódicos


de ácidos gordos

sabão

R, R’ e R’’ são resíduos de ácidos gordo, como C15H35, etc.

Tanto os sabões como os detergentes têm uma característica comum: são formados por um
grupo polar, com carga negativa, ao qual se liga uma longa cadeia apolar:
COO- Na+

SO3- Na+

Ambos contêm uma parte hidrófila (a parte polar, que tem


tendência para se ligar às moléculas de água) e uma parte apolar, que tende a ligar-se a substância
de menor polaridade, como as gorduras). Quer os sabões quer os detergentes conseguem que a água
arraste pequenas porções de gordura, o que não seria possível na ausência destes agentes de
lavagem.

Quando um pouco de gordura entra em contacto com a água em que existe um pouco de
sabão (ou detergente), a gordura fica rodeada por moléculas do sabão, moléculas estas que fazem
penetrar no seio da pequena gota de gordura as suas partes hidrófilas.

Cada gotícula de gordura é, agora, ligada ás moléculas de água por meio dos grupos
hidrófilos.

Estes grupos, carregados electricamente, impedem que as gotículas se voltem a aproximar,


mantendo a gordura suspensa na água, formando uma emulsão.

Moléculas de sabão

Gordura
--
Água

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Fig.12- As gotículas de gordura ligam-se á água devido aos grupos iónicos ( hidrófilos) das moléculas de sabão. As
cargas evitam que as gotículas se juntem, mantendo dispersas.

CONCLUSÃO
Os lipídios são biomoléculas com uma ampla variedade estrutural. Biomoléculas não se
caracterizam por apresentar um grupo químico comum a todos eles, mas por sua solubilidade em
solventes apolares. Classificam-se em triglicéridos, ceras, glicerofosfolipídios, esfingolipídios e
esteróides. Os ácidos graxos são ácidos orgânicos monos carboxílicos que entram na formação da
maioria dos lipídios. Dentre os lipídios formados por ácidos graxos encontram-se os triglicéridos,
que são ésteres de glicerol com três moléculas de ácidos graxos.

13 | P á g i n a
REFERENCIA BIBLIOGRAFICA
BERG, Jeremy, et al. Bioquímica. 6° edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.p. 332-334.
DELVIN, Thomas. Manual de Bioquímica com correlações clínicas. 1° edição. São Paulo: Edgard
Blücher Ltda, 2003.

LEHNINGER, Albert Lester. Princípios de Bioquímica 4ª ed. São Paulo: Sarvier, 2006.p. 356-357.

MASTROENI, Marco Fabio; GERN, Regina Maria Miranda Bioquímica: Práticas adaptadas, São
Paulo: Atheneu. 2008. p. 92-93.

Nelson, D. L; Cox, M. M. Princípios de Bioquímica de Lehninger. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed,


2011. p. 343-363.

CORREA, Carlos, et al. Química 12ª classe. Luanda: porto editora, 2006. P. 55-56

Sites consultados:

http://www.alessandracoelho.com.br/quimicaorganica.

https://www.coladaweb.com/biologia/bioquimica/lipidios.

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