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SEMINÁRIO FILOSÓFICO NOSSA SEMHORA DA CONSOLATA-MATOLA

TRABALHO DE RESUMO DA OBRA DE FRANCK KANYINDA MUKEND


TEMA: COMO GERIR A TUA HUMANIDADE?

FORMANDO:
FORMADORES:
Norte Floriano Awalo Pe. Romão João
Majone
Pe. Félix Odongo

Matola, novembro de 2020


INTRODUCAO

Nesta obra Como Gerir a Humanidade, ela dá-nos alguma digas para alcançar uma
espiritualidade a partir de si. Por sua vez o autor desta obra usa uma linguagem de confiança
aos jovens formandos e confia nas forças íntimas de cada um. Esta obra tem como objetivo
de formar e descobrir essas forcas internas.
VIDA EMOCINAL

GESTÃO DAS EMOÇÕES

A emoção é uma sensação mental que a pessoa sente. Nela pode se distinguir por dor ou
prazer. As emoções não são boas ou más, elas são como alarmes que a pessoa nota em si
repentinamente.

As emoções tem importância de reconhecer que existe alguma coisa que nos incomoda. Ter
emoções não há nenhum problema mas o problema é porque tenho tal emoção.

As emoções podem ser escolhidos pelas diferentes ocasiões:

Antes da situação, perante a situação, e depois da situação. Neste caso elas se transformam
quando a pessoa se responsabiliza da sua emoção.

Maturidade emocional

É um processo de toda vida sabendo dominar as suas emoções, estando consciente nas
decisões feitas, e deixando de lado o passado. E aceitar alguma coisa que não se pode mudar.

ANÁLISE DA RAIVA E DA AGRESSIVIDADE

A raiva não foge muito com as emoções elas aparecem como vulcão, cuja sua saída pode
estragar relações põe causa das necessidades não satisfeitas. A raiva provoca cismo no
interior e cria fenómenos no exterior. Ela não se controla facilmente por causa da energia que
nela traz.

A raiva não e boa e nem e má porque faz parte dos nossos direitos.

Algumas causas mais comuns da raiva:

 A ira no carro;
 A ira dos jogos competitivos;
 A ira de estar fora do lugar;
 A raiva provocada pela lentidão dos outros;
 A raiva provocada pela desordem dos demais;
 A raiva de ter perdido algo;
 A raiva contra a politica mo pais ou no mundo.

Aprender a exprimir convenientemente a cólera


 Conhecer as relações físicas
 Parar de beber álcool
 Procurar liberar a tenção: escrever carta para a pessoa que te irritou, bater na
almofada, fazer exercícios físicos
 Manter a distância: as conversas sempre devem começar no positivo passado.

Pistas para controlar a raiva

 Procurar ficar com a – pessoa que gostas mais;


 Lembrar que cada pessoa tem a sua natureza básica que não se pode mudar;
 Contar tudo ao seu amigo para ajudar a sua decisão.

Agressividade

É uma forca que nos permite ultrapassar de tudo aquilo que nos incomoda. Nela é que
permite a expressar a nossa opinião, tomada de iniciativas, e ter sentido crítico. A
agressividade difere com a violência ela tem duas expressões a saber: positivas e negativas.

 Positivas: a função defensiva – É a distancia que a pessoa poe em si próprio, a


capacidade de se despedir;
Nesta funca podemos encontrar também a função criativa que supera a pressão,
inventa maneiras d ter soluções [ara os novos problemas
 Negativa: nesta função pode se explodir frente a frustração; silencio constante.

Canalização positiva da agressividade

Ajuda a julgar a nossa conduta, nossos pensamentos e emoções, a assumir com


responsabilidade a nossa conduta e não justificar com desculpas, responsabilizar o nosso erro.

Permite a dar e receber confortação, receber abertamente as críticas, expressar emoções que
sente, pra seguir a alternativa mais apropriada que possa substituir aquilo que se achou
negativo.

Esclarecer as coisas buscando um consenso.

A JUSTIÇA PODE PARALIZAR-ME


A justiça evoca o facto de resolver conflitos entre duas entidades ou pessoas, estabelecendo
direitos e deveres.

Pistas para sair desta paralisa da justiça

 Fazer uma lista de tudo que achou injusto;


 Será que as desigualdades desaparecerão, e porque te molestam;
 Como transformar os pensamentos que te paralisam;
 Perante qualquer caso injusto, dizer “tu és diferente de mim”.

PERDÃO NO OPROCESSO DE RECONCILIAÇÃO

O perdão é um processo que não se pode improvisar, por isso a reconciliação é muito
importante para capacitar a pessoa para ter um verdadeiro perdão ao próximo.

Temos cinco passos para o processo de reconciliação a saber:

1. Ressentir o sofrimento sentido;


2. Tolerar a raiva e o pavor, sentidos em frente do ofensor;
3. A distância observada durante a cólera;
4. A libertação do poder do ofensor;
5. A declaração do perdão.

SACRAMENTO DA PENITÊNCIA E RECONCILIAÇÃO

A penitência e um desejo de fazer algo melhor, reconhecendo o erro. Neste sacramento Jesus
nos ensina a auxiliar a nossa fraqueza humana.

Reconciliação

Ajuda a pessoa a fazer experiencia do perdão, ajudar e acreditar no amor e a misericórdia de


Deus pra connosco. Segundo Anselm Grun reconciliar integra a pessoa na comunhão com a
comunidade.

RECONCILIAÇÃO COM AS FERIDAS DO PASSADO

Cinco passos a percorrer, segundo Anselm Grun

 Abandonar a imagem ideal para própria invulnerabilidade;


 Voltar-se para a sua dor;
 Despedir-se da suposição infundada de poder resolver essa dor
 Escutar o corpo e os sonhos.

GESTAO DEMEDO NA TERAPIA DE JESUS

Medo do ponto de vista psicolinguístico

O medo não foge muito com o verbo medir que significa determinar. O medo ocasiona fuga e
desvalorização.

Do ponto de vista fisiológico

O medo estreita a respiração, aperta o coração, faz tremer o corpo. Ela pode provocar a
depressão, perca de forca, com isso a pessoa já não se pode defender.

IMPORTÂNCIA DO MEDO

O medo ajuda a perceber uma medida justa; indica os nossos próprios limites, e também nos
leva a maturidade.

TIPOS DE MEDO

Existem dois tipos de medo a saber: medo que ajuda e medo que nos destrói.

a) Medo que ajuda: indica os limites e me abre com os outros. Temos como0 exemplo
tenho medo de provocar, tenho medo de reprovar por isso tenho que pedir ajuda aos
outro.
b) Medo que destrói: quando toca nos limites, por sua vez se sente ameaçado. Por
exemplo ter ciúmes, medo de ficar sozinho, medo de sermos abandonados. Segundo
Anselm Grun, o nosso medo tem a ver com o nosso passado.

Tipos de medo segundo Bernhard Farling

 Medo do poder que a outra pessoa pode exercer sobre mim


 Medo de ser desprezado, desconsiderado
 Medo de insegurança

Para superar estes medos é preciso sentar, observar e entrar em contacto com eles.

Existem também três votos que respondem positivamente estes medos:

a) Obediência abre-nos a vontade de Deus;


b) A pobreza leva-nos a encontrar positivamente o valor de Deus;
c) Castidade leva-nos a Deus como fonte de segurança.

TIRAPIA DO MEDO COM JESUS

Saber-se protegido por Deus e uma fonte de felicidade enorme.

Medo de novidade: A novidade causa alegria, por sua vez pode vir causar tristeza.

Medo que paralisa: muitas vezes, decidimos nos próprios que o medo nos paralise. Por
exemplo ter medo de falar, senão seremos criticados, ter medo de errar.

Medo por si mesmo: O nosso medo que nos abafa é o medo de perder a vida. Já a pessoa
agarra-se os ideais porque tem medo de fracassar.
Medo de não pisar algo solido: Existem pessoas que são feridas muito cedo desde a sua
infância. Não experimentaram a segurança paternal ou maternal.

Medo de Deus: Ter medo de fazer tudo aquilo que nos agrada, pensando que Deus vê tudo,
controla tudo.

Medo do Redículo: ela manifesta-se pela vergonha, a pessoa senta-se envergonhada quando
o outro ri dela, quando a sua palavra supostamente é erradas.

Positivamente, a vergonha cria um mecanismo de autodefesa que permite proteger dos


ataques estranhos e preservar a intimidade. Segundo o Anselm Grun, a vergonha significa
cobrir algo. Para superar este tipo de medo, o Anselm Grun propôs algumas ideias:

 Permitir que os outros pensem oque quiserem pensar;


 Estar em contacto consigo mesmo, escutar o seu interior, confiar em mim.

Segundo Anselm Grun a maior ferida que se pode causar alguém, é referir-se a si próprio.

Medo da solidão: medo de abandono e da solidão é um medo primitivo que tem origem na
infância. Este medo se manifesta também quando a pessoa já e crescida. O ambiente protetor
que a mãe lhe ofereceu já não existe. As vezes se sente sozinha, ninguém se interessa pela sua
vida e o de mais.
Em suma, compete-nos a saber que o medo é uma realidade humana. Na terapia de jesus, o
medo é aceite a partir da visão de Deus Pai, que é único a ter acesso ao nosso quarto íntimo.
O trabalho dos seus modos é um trabalho de toda vida.

A IMAGEM DE SI, AUTO-ESTIMA E A ESPIRITUALIDADE DA SEXUALIDADE

A auto-estima é a maneira como a pessoa se vê e se avalia, é a maneira de se aceitar


positivamente.

Auto-estima e o crescimento

A auto-estima é uma das coisas mais importantes a cuidar em ordem a um crescimento


pessoal e sadio. Segundo Maria Miceli, a pessoa pode oscilar nos vários tipos de auto-estima
a saber:

 Auto-estima alta
 Auto-estima baixa
 Auto-estima global (bem estar psicológico)
 Auto-estima específica: ligada ao sucesso estável e instável.

A auto-estima verdadeira, estável, autêntica e global, não se baseia nos sucessos e nem nos
fracassos, é um estado psicológico que assegura o valor que a pessoa tem. A fonte principal
de auto-estima é a escuta-atenção-compreensão que podemos oferecer a nós mesmos.

A decisão do crescimento depende do domínio de nós próprios, isto é, decidir sozinho o seu
próprio destino. Wayne W. Dyer, situa a causa de uma boa auto-estima na infância. Em
criança, deixamos a sociedade definir aquilo que podemos definir como lindo/bom.

As quatro posições de Eric Berne sobre auto-estima:

 Vou bem=você vai bem: É aposição do ganhador. Há aceitação do respeito mútuo por si
e aos outros ele é tolerante, otimista e feliz.
 Vou bem=você não vai bem: o arrogante, afirma sempre que ele é bom e outro não.se
sente sempre superior aos outros.
 Não vou bem =você vai bem: sempre queixa-se. Tem uma fraca auto-estima de si.
Sente-se fraco e inferior dos outros, nunca vou aprender isso, nunca posso ser aquilo.
 Não vou bem=você não vai bem: pessimista. Rejeita dos outros e de si próprio. Para ele
não vale nada.

Segundo Berne, a maneira como falamos influência bastante o nosso modo de estar em
contacto com os outros.

É bom sempre lembrar que eu sou único. O querer ser como os outros pode privar-me a
minha individualidade.

Fundamentos de uma boa auto-estima

Deixar-se definir de modo único, permanente, em positivo ou em negativo; seja qual for
físico, moral, social e racional, porque cada um tem a sua própria opinião. Es tu que aceitas
ou negas. A inveja é sinal de falta de auto-estima.

Pistas de Wayne W. Dyer para sair da inveja

 Não odiar o outro;


 Comparar ao outro, identificar aquilo que se tem, mas que faz falta no outro;
 Lembrar-se que uma terceira pessoa pode preferir alguém, não por causa da qualidade,
mas por gosto pessoal.

Pistas para sair desta patologia

Convencer-se de que ninguém pode convencer todo mundo. Em qualquer ideia que possas ter
haverá sempre uma ideia oposta.

Algumas estratégias para sair da logica neurótica

Mudar a maneira de conversar contigo próprio. Por exemplo eu sou duro, sou tímido, deve se
corrigir para aliás costumo a classificar-me de tímido ou de duro.

Falar para o seu amigo que te desperte de cada vez que o passado te influencie.

Todo aquele que não ajuda o outro a crescer, é um demónio que precisa ser exorcizado.

Quatro alicerces para uma boa auto-estima

 A capacidade de reconhecer as suas próprias capacidades;


 Capacidade de reconhecer e de trabalhar os limites da pessoa;
 A capacidade de reconhecer e de celebrar as qualidades do outo;
 A capacidade de desejar ser bem-vindo a aceitar os defeitos do outro.
Cinco atitudes fundamentais para uma boa auto-estima

1. Vontade de se conhecer a firmeza a determinação para progredir;


2. Abertura ao real interior. Estar consciente daquilo que se passa no seu interior;
3. O gosto da verdade sobre si;
4. Humildade perante a ti mesmo;
5. Perdoar.

Quem não aceita situar-se a sua sombra, projeta-a inconscientemente no outro.

A ESPIRIRITUALIDADE DA SEXUALIDADE

A sexualidade no ponto de vista psicológico

A sexualidade não é algo limitável, ela manifesta em todos os sentidos, profissões e idades.
Ela encontra-se numa visão equilibrada.

A sexualidade na logica judaico-cristã

Na lógica antropológica o homem é definido como um ser mortal e imortal. Enquanto na


logica judaico-cristã, o homem é entendido a partir do coração (pensamentos), da língua
(palavras) e das mãos (o agir). Portanto o encontro de cristo deve basear nestes aspetos. O
Inácio de Loiola enfatiza a purificação do seu pensamento pois o pecado entra por cinco
sentidos.

A maturidade sexual é uma caminhada, pois o facto de dominar a minha sexualidade é um


sinal de que já pode dominar a própria sua vida inteira. Inácio de Loiola apresenta a vida
como algo de curvas: feita de altos e baixos; por sua vez, aconselha que quando estivermos
em consolação lembremos da desolação, e quando estivermos na desolação lembremos da
consolação. A vida precisa de autodomínio.

Necessidades fundamentais do homem

O homem tem três necessidades fundamentais:

 Amar e ser amado- sentir-se amado abre o desenvolvimento e saúde;


 Produzir- amar o trabalho, segundo Freud a pessoa que esta de boa saúde psíquica ama o
trabalho;
 Compreender- a comunidade de fé.

Etapas da maturação da sexualidade

A evolução do homem distingue-se quatro fases:

 Fase oral- o prazer encontrado pelas mamas da mãe;


 A fase anal- a criança aprende como se lidar com o mundo em geral;
 A fase genital- o adolescente procura a satisfação das suas necessidades por si próprio.
Esta fase é a dita fase de crise;
 A fase oblativa- o amor do outro e por si.

O desejo

O desejo é um sansão interior que orienta na busca de satisfação das suas necessidades de um
ser humano: anseio de felicidade, de bem-estar e amor. Ele não busca o concreto, mas algo
imaginário. O desejo nunca acaba e nuca é satisfeito.

Pistas para gerir o desejo

 Nomear;
 Entrar em contacto com ele;
 Saber distanciar-se dele;
 Identificar os valores e sentimentos pelos quais entro em contacto com o outro.

Expressões negativas da sexualidade

 Ir a busca ou ser pescado- a busca do bem do outro para satisfazer-se a si próprio;


 A bomba súbita de amor- sem distanciar;
 Bloqueio na dimensão afetiva e patia- a pessoa perde o contacto com outro pra beneficiar
os seus objetivos: estudos, trabalhos, votos.

Canalização positiva da sexualidade

Uma sexualidade bem assumida capacita a pessoa para o amor: viver na verdade e na
liberdade.

Tipos de relações

 Relação funcional na sociedade;


 Relação social;
 Relação interpessoal.
Modos de relações

 De próximo: seja qual for a pessoa;


 De amizade: escolher a pessoa e o tipo de relação que pretende ter com o outro;
 De parceiro: concentra-se toda a relação com uma e única pessoa.

Dimensão amorosa

O amor é o Eu mais o TU.

Características de amor

O é a estrutura essencial da pessoa, é gratuita, é uma conquista progressiva e é irrevogável.

Estrutura essencial da pessoa

Para ser amado ou amada não se deve olhar nos bens ou na pobreza do outro, o amor faz-se a
partir da nossa própria realidade e da realidade do outro.

O amor é uma conquista progressiva

 Amar os outros;
 Amar-se a si próprio;
 Procurar outro para amar
 Descobrir de si a partir do outro.

ENAMORAMENTO

O namoro é um golpe psicológico que toca a efetividade da pessoa. A sexualidade é um


presente de Deus, por isso, saibamos como manejá-lo.

Tipos de relações

Existem dois tipos de relações:

1. A paixão sexual- a pessoa procura unir-se com sexualmente com uma outra de sexo
oposto, mas depois da união a pressão desaparece.
2. Existencial- este tipo de relação pode ser enganosa, porque ela gira em redor do outro
sem se dar em cota de si próprio. Ela consiste em encontrar no outro às suas
perguntas. Este tipo de relação não dura.
O CELIBATO

O celibato tem a mesma estrutura a do matrimónio. Ele é vivido permanentemente. O


celibato consagrado é vivido exclusivamente por Jesus Cristo como modelo perfeito e
pelo Reino. É uma pura graça de Deus concedida aos homens. É uma vocação.

Conclusão

Chegando ate aqui, conclui neste presente resumo que acabei de aprender muito acerca dessa
obra, pois neste trabalho aprendi, muito como posso gerir a minha comunidade, focando mais
no interior de cada um.

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