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MONTAGEM E MANUTENÇÃO

DE MICROCOMPUTADORES
SENAC-PI
CANAIS DE COMUNICAÇÃO
CANAL DE COMUNICAÇÃO
• Meio físico entre o transmissor e o
receptor por onde transitam os sinais
elétricos ou eletromagnéticos da
informação;
• Tipos:
– Canal fio: cabos de par trançado e coaxial;
– Canal rádio: espaço livre;
– Canal óptico: fibra ópticas;
CANAL RÁDIO
• O espaço livre é o meio físico das comunicações
rádio;
• Está relacionado a um segmento do espectro de
frequências ocupado pela onda eletromagnética de
um equipamento emissor;
• A onde de rádio se propaga pelo espaço livre
transportando os sinais elétricos de informação;
• Mais fácil de ocupar;
• Mais suscetíveis a interferências;
CANAL FIO
• Conjunto de fios condutores elétricos para
transmissão do sinal;
• Pode ser instalado nos modos: aéreo,
enterrado, subterrâneo, submerso em rios,
lagos, oceanos ou embutidos em paredes
e pisos;
• Possui características próprias para a
escolha adequada;
CANAL FIBRA
• Condutor de luz, que transporta a
informação sob a forma de luz;
• Vantagens:
– Não irradia nem sofre interferência de sinais
externos;
– A atenuação é baixa;
– Permite elevadas taxas de transmissão;
PROPRIEDADES DOS CANAIS
• Largura de Banda: banda passante(bandwidth).
Cada cabo possui características próprias;
• Retardo: tempo gasto para o sinal atravessar o
canal de comunicações;
– Exemplo: transmissão via satélite de 80 mil
km, e propagação do sinal a 300.000.000 m/s,
tem um retardo de 266ms;
• Comprimento: parâmetro físico a ser verificado
na montagem da rede de modo a evitar
problemas como a atenuação;
PROPRIEDADES DOS CANAIS
• Impedância: combinação de 3 fatores:
– Resistencia: oposição a passagem de elétrons em um
condutor. Medida em Ohms;
– Capacitância: comportamento eletrostático usado no acumulo
de cargas elétricas. É a tendência de um componente em
armazenar cargas elétricas, traduzindo-se numa resistência em
mudar de tensão. Medida em Faraday;
– Indutância: propriedade de um campo elétrico que se forma ao
redor de um condutor, quando este circula uma corrente elétrica.
É a resistência a mudança na corrente. Medida em Henry;
• Medida em Ohms;
• Causas principais: tração excessiva dos cabos,
emendas desnecessárias, torção dos cabos;
DISTURBIOS NOS CANAIS
• Ruídos elétricos: existe na forma de corrente
elétrica, quando gerado por dispositivos
eletrônicos e na forma de ondas eletromagnéticas;
– Tem comportamento aleatório, com amplitude, fase e
frequências variáveis;
• Tipos de ruído:
– Quanto as fontes: externo e interno;
– Quanto aos tipos: radiado e conduzido;
– Quanto a duração: permanentes, quase-permanentes,
transitórios;
PROBLEMA CAUSADO
FONTES EXTERNAS DE RUÍDO
• Fontes Geradoras:
– Ruído atmosférico(estática): oriundos de descargas
elétricas atmosféricas(raios);
• Responsável pelo efeito rajada(burst) que destrói varias
sequências de bits e a informação é perdida;
– Ruído cósmico: fenômenos ocorridos fora da Terra.
• Exemplo: explosões solares(ruídos galácticos). Pode queimar
equipamentos eletrônicos e afetar transmissões sem fio;
– Ruído provocado pelo homem: gerados por
dispositivos fabricados pelo homem;
• Exemplo: ruídos gerados por motores, maquinas de solda;
FONTES INTERNAS DE RUÍDO
• Gerados por circuito eletrônicos;
• Tipos:
– Ruídos de disparo: gerado por
semicondutores(diodo, transistor);
– Ruídos de térmico: gerado por componentes
resistivos(resistores);
CLASSIFICAÇÃO DE RUÍDO
• Quanto ao Tipo: • Quanto a Duração:
– Ruído radiado: campos – Permanentes: causado
elétricos e magnéticos por indução;
propagados pelo ar; – Quase-Permanentes:
– Ruído conduzido: curto-circuito e partida
através do cabeamento, de motores elétricos;
transmissores elétricos e – Transitórios: descarga
aparelhos eletrônicos; atmosférica e lâmpadas
fluorescentes;
RUIDOS QUANTO A FREQUENCIA
TIPO DE RUIDO FAIXA DE FREQUENCIA FONTES PRINCIPAIS
Baixa frequência 10 KHz a 150 KHz Luzes fluorescentes,
aquecedores
Media frequência 150 KHz a 100MHz Aparelhos de rádio,
dispositivos eletrônicos
Alta frequência 16 KHz a 1000 MHz Aparelhos de rádio e
televisão, computadores,
dispositivos eletrônicos,
sensores de movimento,
radar
impulso 10 KHz a 100MHz Motores, comutadores,
máquinas de soldar
PERDA DE RETORNO(RETURN LOSS)
OU ATENUAÇÃO
• Ocorre quando o sinal encontra uma diferença
de impedância e então parte do sinal continua,
perdendo muita potencia durante o caminho e a
outra parte retorna ao original;
• Medida em dB(decibéis) e quanto mais baixo o
valor, menor a atenuação. Valor máximo
aceitável: 24dB;
CABEAMENTO DA REDE
• O cabeamento correto vai determinar o
sucesso da implementação de uma rede:
– Tipo de cabo usado;
– Forma como é instalado;
– Forma como operam;
– Desvantagens e vantagens de cada um;
• Podemos destacar três grupos, que são
utilizados pela grande parte das redes.
1. Cabo coaxial;
2. Cabo par trançado (blindado ou não blindado);
3. Fibra ótica ;
CABO COAXIAL
CABO COAXIAL
• Razões que levaram no passado, ao uso deste tipo
de cabeamento: flexibilidade, baixo custo, leveza,
facilidade de manuseio. Hoje tem seu uso reduzido;
• Consiste de um núcleo com um fio de cobre
envolvido por um material isolante, que por sua vez
é envolvido por uma malha e essa malha é
envolvida pela parte externa do cabo;
• É dividido em 2 tipos:
– cabo coaxial fino (thinnet) ou cabo coaxial 10Base2;
– cabo coaxial grosso (thicknet) ou cabo coaxial 10Base5;
ESTRUTURA CABO COAXIAL

• A: revestimento de
plástico
• B: tela de cobre
• C: isolador dielétrico
interno
• D: núcleo de cobre
CABO COAXIAL FINO
10BASE2
CARACTERISTICAS
• Tamanho máximo de segmento: 185m;
• Tamanho mínimo de segmento: 0,45m;
• Numero máximo de segmentos: 5;
• Tamanho máximo total com repetidores: 925m;
• Tamanho máximo sem repetidores: 300m;
• Capacidade: 30 equipamentos por segmentos;
• Transmissão em banda base(digital) half-duplex;
• Acesso ao meio: CSMA/CD;
• Taxa de transmissão: 10 a 50 Mbps;
• Topologia Barramento;
• Maleável;
• Impedância de 50 Ohms;
CABO COAXIAL GROSSO
(10BASE5)
CARACTERISTICAS
• Tamanho máximo de segmento: 500m;
• Tamanho mínimo de segmento: 2,5m;
• Número máximo de segmentos: 5;
• Tamanho máximo total: 2.500m;
• Taxas de transmissão: 100 a 150Mbps;
• Transmissão full-duplex;
• Configurações de 2 tipos para banda larga:
1. Cabo duplo: cabos dispostos em paralelo
sendo 1 para transmissão(Inbound) e outro
para recepção de dados(Outbound);
2. Único cabo: bandas diferentes de
frequência através do cabo;
CONECTORES CABO COAXIAL
• Conector BNC: conector macho e pode ser
tanto crimpado ou soldado no final do cabo;
• Terminador: usado para terminar a rede (um
em cada extremidade). Sem ele haverá reflexão
de sinal e toda a atividade na rede será
paralisada;
• Conector T: Usado para ligar a placa de rede
ao cabo da rede;
HUB COM PORTA BNC
ALICATE DE PRESSÃO PARA
CABO COAXIAL
ALICATE DE PRESSÃO
CABO COAXIAL
CONECTORES BNC
DECAPADOR CABO COAXIAL
CABO PAR-TRANÇADO
CABO PAR TRANÇADO
• Formado por 4 pares de fios
trançados entre si;
• O trançamento dos fios tem a
finalidade de evitar a interferência
de ruídos causados pelos fios
adjacentes(técnica de
cancelamento, onde um fio do
par, conduz e o outro não);
• Evitar interferência causadas por
fontes externas, tais como
motores e transformadores;
• Cada segmento pode chegar no
máximo a 100 metros;
TIPOS DE CABO
PAR TRANÇADO
• Par Trançado sem Blindagem(Unshielded Twisted Pair - UTP):
 Mais usado devido ao fácil manuseio e instalação;
 Permite taxas de transmissão de até 100 Mbps com a utilização
do cabo CAT 5e;
 Mais barato para distâncias de até 100 metros;
 Pela falta de blindagem este cabo não tem instalação
recomendada próximo a equipamentos que possam gerar
campos magnéticos (fios de rede elétrica, motores, inversores de
frequência) e também não podem ficar em ambientes
com umidade;
TIPOS DE CABO
PAR TRANÇADO
• Screened Twisted Pair – ScTP(FTP - Foil Twisted Pair):
 Uma película de metal é enrolada sobre o conjunto de pares
trançados, melhorando a resposta ao EMI, embora exija maiores
cuidados quanto ao aterramento para garantir eficácia frente às
interferências;
TIPOS DE CABO
PAR TRANÇADO
• Par Trançado Blindado(Shielded Twisted Pair - STP):
 Semelhante ao UTP mas possui uma blindagem feita com a
malha metálica em cada par e por causa disso possui um custo
mais elevado;
 Recomendado para ambientes com interferência
eletromagnética acentuada;
TIPOS DE CABO
PAR TRANÇADO
• SSTP (Screened Shielded Twisted Pair) ou SFTP (Screened
Foiled Twisted Pair):
 Combinam a blindagem individual para cada par de cabos com
uma segunda blindagem externa, envolvendo todos os pares, o
que torna os cabos especialmente resistentes a interferências
externas;
 Eles são mais adequados a ambientes com fortes fontes de
interferências;
ESPECIFICAÇÕES DE CABO
PAR-TRANÇADO
• Categoria do cabo 1 (CAT1):
– Cabo blindado com 2 pares trançados compostos por fios 26 AWG (American
Wire Gauge);
– São utilizados por equipamentos de telecomunicação e rádio;
– Foi usado nas primeiras redes Token-Ring, mas não é aconselhável para uma
rede UTP;
• Categoria do cabo 2 (CAT2):
– Formado por pares de fios blindados (para voz) e pares de fios não blindados
(para dados);
– Também foi projetado para redes Token-Ring e ARCnet chegando a velocidade
de 4 Mbps;
• Categoria do cabo 3 (CAT3):
– Usado para dados de até 10Mbits com a capacidade de banda de até 16 MHz;
– Foi muito usado nas redes Ethernet 10BASET;
– Pode ser usado para VOIP, rede de telefonia e redes 10BASET e 100BASET4;
• Categoria do cabo 4 (CAT4):
– Pode ser utilizado para transmitir dados a uma frequência de até 20 MHz e dados
a 20 Mbps;
– Foi usado em redes com taxa de transmissão de até 20Mbps como token ring,
10BASET e 100BASET4;
– Não é mais utilizado pois foi substituído pelos cabos CAT5 e CAT5e;
ESPECIFICAÇÕES DE CABO
PAR-TRANÇADO
• Categoria do cabo 5 (CAT5):
– Usado em redes Fast Ethernet em frequências de até 100 MHz
com uma taxa de 100 Mbps;
• Categoria do cabo 5e (CAT5e - enhanced):
– Melhoria da categoria 5 criada com a nova revisão da norma
EIA/TIA-568-B;
– Pode ser usado para frequências até 125 MHz em redes
1000BASE-T gigabit ethernet;
– Desenvolvido de forma a reduzir a interferência entre os cabos e a
perda de sinal, o que ajuda em cabos mais longos, perto dos 100
metros permitidos;
• Categoria do cabo 6 (CAT6):
– definido pela norma ANSI EIA/TIA-568-B-2;
– Possui bitola 24 AWG e banda passante de até 250 MHz;
– Pode ser usado em redes gigabit ethernet;
ESPECIFICAÇÕES DE CABO
PAR-TRANÇADO
• Categoria: CAT 6a (augmented ou ampliado):
– Melhoria dos cabos CAT6;
– Suportam até 500 MHz e podem ter até 55 metros no caso da
rede ser de 10.000 Mbps, caso contrario podem ter até 100
metros;
– Para que os cabos CAT 6a sofressem menos interferências os
pares de fios são separados uns dos outros, o que aumentou o
seu tamanho e os tornou menos flexíveis;
– Para reduzir o crosstalk os pares foram distanciá-los usando um
separador plástico. Isso aumentou a espessura dos cabos de
5.6 mm para 7.9 mm e tornou-os um pouco menos flexíveis;
– Essa categoria de cabos tem os seus conectores específicos
que ajudam à evitar interferências;
• Categoria 7 (CAT7):
– Criado para permitir redes 10 gigabit Ethernet de 100m usando
fio de cobre;
RESISTENCIA A FOGO
• Plenum (Marca CMP): revestimento de
teflon, mais resistentes a fogo, não
provocam fumaça e são mais caros.
Podem ser usados em passagens
fechadas;
• PVC (Marca CMR): razoavelmente
resistente a fogo, provocam fumaça
potencialmente perigosa e são
recomendados somente em passagens de
ar abertas(ou semi-abertas) e paredes;
CONECTOR RJ45 CAT6
CABOS CATEGORIA 6 & 7
EQUIPAMENTO CAT7
PROBLEMAS ENCONTRADOS
EM CABOS PAR TRANÇADO
DIAFONIA(CROSSTALK)
• Interferência eletromagnética entre
informações por diferentes pares de um
cabo. É a responsável por problemas de
linha cruzada em sinais telefônicos;
• Problema presente em sistemas de
cabeamento estruturado;
• Relacionado a fatores como: bitola dos
fios, relação de trançamento/par, material
empregado no isolamento;
PARADIAFONIA(NEXT LOSS)
• Diafonia medida no par interferido,
na mesma extremidade em que se
encontrar o par interferente;
• Exemplo: Responsável pelo áudio
baixo em ligações telefônicas
ruins;
• Quanto maior o valor medido
melhor, pois significa que existe
uma grande diferença entre o sinal
e a diafonia induzidas;
• Causas principais de existência:
forte tração nos cabos ou
desentrançamento excessivo;
FEXT LOSS
• Diafonia medida no
par interferido, na
extremidade oposta
aquela que se
encontra a fonte de
ruído no par
interferente;
PS-NEXT LOSS
• Cálculo de quanto um par recebe NEXT
de todos os outros juntos;
ELFEXT LOSS
• Diferença entre os valores FEXT e a atenuação
– Exemplo: FEXT de 45dB e atenuação de 10dB: 45 –
10 = 35dB(ELFEXT LOSS);
PS-ELFEXT LOSS
• Soma da influencia de ELFEXT em cada par;
DELAY DE PROPAGAÇÃO
(DELAY SCREW)
• Diferença em nanosegundos, entre o
par de condutores que apresenta o
maior atraso de propagação e o que
apresenta o menor atraso de
propagação.
• Críticos em redes GigaBit Ethernet.
• Problema principal: o tempo se for
considerável, a placa de rede destino
pode não conseguir remontar o dado
transmitido;
DELAY SCREW
ACR
(ATTENUATION TO CROSSTALK RADIO)
• Diferença entre o NEXT e a Atenuação. Quanto maior
o valor, melhor será a capacidade de transmitir sinal de
um par testado.
• PS-ACR(Power Sun Attenuation to Crosstalk Ratio):
soma das influências de ACR nos pares de cabos.
Quanto maior, melhor a propagação do sinal;
ALIEN CROSSTALK
(LINHA CRUZADA)
• Influencia de um par de
condutores sobre um
outro par de
condutores, só que de
um cabo diferente que
esteja bem próximo;
TIPOS DE CROSSTALK
• Desvio de Perda por inserção (Insertion
Loss Devitation): diferença entre os
valores de perda por inserção esperados
e os medidos. Quanto menor, melhor;
• DC Loop Resistance: medida da
resistência ôhmica total de 2 condutores
em uma das terminações do cabo.
Depende do diâmetro do condutor e tende
a aumentar ao longo do comprimento do
cabo;
CORREÇÕES
• Verificar:
– Qualidade dos conectores;
– Tamanhos dos cabos;
– Quantidade de dobraduras no cabo;
– Desentrançamento desnecessário dos fios e
desencapar o mínimo possível;
– Maneira como os cabos são lançados;
– Defeitos e imperfeições no cabo(qualidade do
cabo);
– Alta temperatura do ambiente em que o cabo
está inserido;
ACESSÓRIOS DE CONEXÃO
• Conector RJ-45(8P8C):
Registred Jack-45;
– Maior do que o RJ-11 usado nas
instalações telefônicas além de
possuir 8 vias, enquanto o RJ-11
possui apenas 4;
– Pode ser macho ou fêmea;
– Uma vez crimpado errado, o
conector deve ser substituído;
– Existem as versões blindada e não
blindada;
CABOS CRIMPADOS
BLINDADO E NÃO BLINDADO
ACESSÓRIOS DE CONEXÃO
• Racks de distribuição
São usados para organizar uma
rede que tem muitas conexões. Se
constitui em um ponto central para
as conexões tanto de um andar
como de vários andares;
Se propagou dos EUA para o mundo
ao fim da II Guerra e a porta dos
navios foi utilizado como
medida(19”);
ARMARIO DE
TELECOMUNICAÇÕES
PATCH PANEL
(PAINEL DE CONEXÃO)
• Equipamento que receberá a conectorização de todos
os cabos secundários da rede local;
• Encontrados até 48 portas;
• Recurso básico do cabeamento estruturado;
PUCH-DOWN
DECAPADOR RJ45
ALICATE DE CRIMPAGEM
ACESSÓRIOS DE CONEXÃO
• Patch Cords: cabos
UTP que ligam o patch
panel ao equipamento
ativo (hub, switch);
• Line cords: cabos UTP
que ligam a tomada RJ-
45 a placa de rede;
• Emenda: une 2 pedaços
de cabo;
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
PATCH CORD/LINE CORD
SEGUNDO NORMAS
ANSI E ABNT
PATCH CORD
• Cordão formado de um cabo flexível com conectores
nas pontas, com a finalidade de interligar os
dispositivos de conexão entre si e/ou a
equipamentos;
• Devem ser flexíveis e atender aos mesmos requisitos
e caraterísticas em todo circuito(Art. 6.1.2);
• Principais ligações(Art. 6.1.1):
– Na Sala de telecomunicações como para área de
trabalho para a interligação entre os diversos
equipamentos do sistema de uma rede estruturada;
– Conexões entre os terminais da rede secundária com os
terminais da rede primária e equipamentos ativos
instalados no AT;
CARACTERTISTICAS TÉCNICAS
DO PATCH CORD
• Conectores RJ45 em ambas as extremidades;
• Condutores de cobre de 24 AWG, com características elétricas e
mecânicas mínimas compatíveis com os padrões Cat5e ou Cat6;
• Capa de PVC com marcação de comprimento indelével;
• Deverá necessariamente ser conectorizado, testado e certificado
em fábrica. Não são admitidos Patch cords confeccionados em campo
devido a falta de certificação do produto!
• Deverá possuir capa(Boot) para o conector RJ45 para evitar que o cabo
UTP faça curva irregular, com proteção de trava do conector;
• Possibilitar a identificação alfanumérica através de etiqueta acoplada a
capa do conector RJ45;
• Um mesmo módulo deverá permitir sua utilização em espelhos
(faceplates), caixas de piso aparentes (surface mount box), caixas de
piso metálicas embutidas ou Patch panels modulares;
BOOT RJ45
FACEPLATES/TOMADAS RJ45
PONTO DE
TELECOMUNICAÇÕES (PT)
• São conectores fêmea dentro de um
invólucro, que permite a ligação dos cabos
nelas. Conhecidas como tomada RJ45;
• Dispositivo onde estão terminadas as
facilidades de telecomunicações que
atendem aos equipamentos de uma ATR;
PONTO DE
TELECOMUNICAÇÕES (PT)
• Ele se liga ao armário ou rack de
telecomunicações e estes no
armário principal;
• Altura em relação ao solo segundo
nbr-14565: 30cm;
DISTANCIAS RECOMENDADAS
PARA O PT (568B)
• Altura mínima em
relação ao solo: 35cm;
• Altura máxima em
relação ao solo: 1,22 m;
• Raio livre ao redor do
PT: 75cm;
• A cada 2 pontos na área
de trabalho, no mínimo 1
deve ser para cabos do
tipo UTP;
MEDIDAS PATCH CORD
• NBR 14565: O somatório dos comprimentos dos
cordões de conexões usados em um mesmo AT
para conexão da rede secundária com a
primária não deve ultrapassar 7m e para o
cordão de conexão da tomada de
telecomunicações para os equipamentos
(telefone, computador, TV, vídeo e outros) não
deve ultrapassar 3m (Art. 6.1.3);
• ANSI 568-B: Tamanhos admitidos:
– 5m do equipamento a tomada;
– 5m no rack;
MEDIDAS PATCH CORD
NBR 14565
MEDIDAS PATCH CORD
ANSI - 568B

90 metros

5
5
metros
metros

Área de
Trabalho
Switch
IDENTIFICAÇÃO DE CABOS
INDENTIFICAÇÃO DAS
TOMADAS DE ESTAÇÃO
 Identificada por um código composto de 8
caracteres, sendo dividido em 3 partes:
 1ª parte: os 5 primeiros caracteres
alfanuméricos indicam o andar/sala onde está
o espelho com as tomadas RJ45;
 2ª parte: 2 dígitos indicando o espelho;
 3ª parte: 1 dígito, indica a posição da tomada
RJ45 no espelho;
• Exemplo: 05D30-04-2
– Explicando: 2ª posição da tomada RJ45 do
espelho 04 na sala D30 no 5º andar;
IDENTIFICAÇÃO DAS TOMADAS
DO PATCH-PANEL
 Deve ser feita com relação às tomadas de
estação correspondentes, a sala em que se
encontra, o espelho e a posição;
• Exemplo: E30-08-06
– Explicando: Sala E30, no espelho 08 e a tomada
posição 06;
• Se a tomada estiver ligada a outro armário
de distribuição, deve ser indicada a posição
do armário de distribuição, a posição do
Patch-Panel e a posição da tomada RJ45;
• Exemplo: 04F-05-20
– Explicando: Armário de Distribuição F do 4º
andar, patch-panel 05, tomada RJ45 20;
IDENTIFICAÇÃO INDIVIDUAL
DOS CABOS
 Os cabos verticais e horizontais devem ser identificados em cada
extremidade;
 Pode ser feita identificação em localização intermediária;
 Usar etiquetas adesivas em vez de marcação direta no cabo;
 Mecanismos de gravação permitidos:
 Marcadores plásticos tipo Helaclip;
 Ovalgrip;
 Helaflex da Hellermann;
 Etiquetas adesivas especiais para cabeamento;
ETIQUETADORA DE CABOS
OVALGRIP
Helaflex
IDENTIFICAÇÃO DO
CABEAMENTO
 A codificação de identificação indica a origem, o destino e andar no
seguinte esquema Origem/Destino:
 Andar, armário - Patch-Panel - tomada/Andar, sala – espelho - tomada RJ45;
 Andar, armário - Patch-Panel - tomada/Andar, armário - Patch-Panel – tomada
RJ45;
• Exemplo 1: Armário/sala
07D-04-11/01F35-08-10
Explicando:
Origem: Andar 07, armário D - Patch-Panel 04 – tomada 11 /
Destino: Andar 01, sala F35 – espelho 08 - tomada 10
• Exemplo 2: Armário/Armário
09R-05-21/ 08P-03-20
Explicando:
Origem: Andar 09, armário R - Patch-Panel 05 – tomada 21
Destino: Andar 08, armário P - Patch-Panel 03 – tomada RJ45 20
FIBRA ÓPTICA
FIBRA ÓPTICA
• O cabo de fibra ótica é composto por:
– Núcleo: cilindro de vidro fino por onde trafega a
informação;
– Casca: Confina o raio de luz de modo que ele
fique dentro do núcleo;
• Transmissão em cabos de fibra não estão
sujeitos a interferência elétrica e são
extremamente rápidos podendo chegar a taxas
de transmissão de 1 Gbps.
• Podem transportar o sinal por muitos quilômetros.
ESTRUTURA FIBRA ÓPTICA
TIPOS DE FIBRA
• Fibra multimodo – Características:
– Possuem dimensões do núcleo relativamente grandes,
permitem a incidência de luz em vários ângulos, são
fáceis de fabricar;
– A casca pode apresentar apenas um envoltório sobre o
núcleo (casca simples) ou mais de um envoltório (casca
dupla), usa como fonte de emissão de luz o led;
– Capacidade de transmissão:
• Gigabit Ethernet: 550 m;
• 10 Gigabit Ethernet: 300m;
• Fast Ethernet: 2 km;
FIBRAS MULTIMODO
TIPOS DE FIBRA
• Fibra monomodo – Características:
– Dimensões de núcleo menores;
– Incidência de luz em um único ângulo;
– Não há reflexão;
– Usa como fonte de emissão de luz o laser;
– Fabricação é complexa;
– Capacidade de transmissão:
• 80 km no padrão 10 Gigabit Ethernet;
• 5 km no padrão Gigabit Ethernet;
FIBRAS MONOMODO
PERDAS EM FIBRAS ÓTICAS
• Absorção: parte do sinal transmitido é perdido
em forma de calor. Provocada por impurezas
existentes nas fibras(íons de ferro, cobre,
manganês e outros);
• Espalhamento linear: parte da potência
transmitida por um modo de onda guiado na
fibra é transferido para um modo não guiado,
porém de mesma frequência. Provocado por
característica mecânicas da fibra;
PERDAS EM FIBRAS ÓTICAS
• Atenuação: diminuição da energia do sinal
devido ao alcance do cabo. Depende do
comprimento de onda da luz utilizada;
• Deformações mecânicas: imperfeições no cabo
que causam perdas ao longo do percurso;
• Dispersão: os feixes são transmitidos através da
fibra óptica com velocidade diferentes, resultando
dos atrasos de propagação dos modos que
transportam a energia luminosa, tendo por efeito
a distorção dos sinais transmitidos, impondo uma
limitação na sua capacidade de transmissão;
PERDAS EM FIBRA ÓTICA
EMENDA DE FIBRA ÓTICA -
SPLICING
• Fusion splicing: é usado um arco elétrico para soldar as 2 fibras,
criando uma junção permanente. Os aparelhos de fusão atuais
fazem a junção de forma semi-automatizada, o problema é que
eles são muito caros, de forma que são acessíveis apenas a
empresas especializadas;
• Mechanical splicing: Os 2 fios são juntados usando um suporte e
colados usando uma resina especial, desenvolvida para não
obstruir a passagem da luz. Como a junção é bem mais frágil que
o fio original, o trecho é reforçado externamente para evitar uma
nova ruptura;
• Emenda por Acoplamento de Conectores: em cada fibra é
colocado um conector óptico e estes 2 conectores são encaixados
em um acoplador óptico de modo a tornar possível o alinhamento
entre as fibras, sem uni-las definitivamente. Este processo é o
menos aconselhável de todos, já que apesar do custo mais
reduzido é o que demanda maior tempo para realização;
EQUIPAMENTOS DE EMENDA
REGRAS PARA PASSAGEM E
INSTALAÇÃO DE CABOS
REGRAS DE INSTALAÇÃO DO
CABO
• Devem ser lançados ao mesmo tempo que saem da embalagem,
obedecendo ao raio de curvatura mínimo do cabo que é de 4 vezes
o seu diâmetro, em torno de 21,2mm;
• Evitar estrangulamentos, torcidas, prensas sob o risco de provocar
alterações na suas propriedades originais. Devem ser agrupados
em forma de chicotes;
• Evitar reutilizações;
• Não utilizar produtos químicos para facilitar a passagem do cabo
pelo conduite;
• Não lançar os cabos onde houver umidade;
• Evitar ambientes superaquecidos. A temperatura teórica que os
cabos suportam, estão em torno de 60°;
• Evitar emendas. Se o cabo não chegar ao destino, trocar por outro
lance maior;
• Não instalar no mesmo local que cabos elétricos;
• Nas caixas de passagem devem ser deixados pelo menos uma
volta de cabo para ser utilizado em caso de manutenção;
FIXAÇÃO DO CABEAMENTO
FIXAÇÃO DO CABEAMENTO
ACOMODAÇÃO DOS CABOS
TIPOS DE VIAS DE
PASSAGEM DE CABEAMENTO
ESTRUTURADO
ROTAS DE PASSAGENS DE
CABOS
• Duto subterrâneo(sleeves): embutidas no concreto;
• Duto de distribuição: direcionam o cabeamento para uma
área de trabalho;
• Duto de alimentação: conectam os dutos de distribuição aos
armários de telecomunicações;
• Piso de acesso ou piso elevado: composto por painéis
modulares suportados por pedestais;
• Conduítes: tubos metálicos ou de PVC;
• Bandejas/Eletrocalhas: podem ficar acima ou abaixo do
teto;
• Rotas de teto: áreas que podem ser usadas como rota de
distribuição de cabeamento;
• Rotas de perímetro: servem de áreas de trabalho nas quais
os dispositivos de telecomunicações podem ser alcançados
por paredes em níveis convenientes;
ELETRODUTOS
• O comprimento máximo do duto entre curvas ou caixas de
passagem é de 30 metros;
• Largura mínima de dutos de 1”;
• Evitar lances com mais de duas curvas de 90°;
• Os dutos deverão ser dimensionados considerando capacidade
para acomodação de 3 cabos UTP/STP com dimensões mínimas
de ¾”;
• O raio interno de uma curva deve ser de no mínimo 6 vezes o
diâmetro do duto. Obs: Para casos do diâmetro interno ser maior
que 50 mm, o raio interno da curva deverá ser de no mínimo 10
vezes o diâmetro interno do duto. Para cabos de F.O., o raio interno
de uma curva deve ser de no mínimo 10 vezes o diâmetro interno
do duto;
• Utilizar dutos particionados, se a eletricidade for um dos serviços
compartilhados;
• Caixas para outlets não deverão ser menores do que 50 mm de
largura, 75 mm de altura e 64 mm de profundidade;
OUTRAS PASSAGENS
• Tipo bandeja/esteira: devem ser ocupados
no máximo em 50% de sua capacidade;
• Tipo canaleta: entre um mínimo de 40% e
máximo de 60% de ocupação;
• Tipo mobiliário de escritório: de 40% a
60% de ocupação;
• Exemplo de dimensionamento:
– Cabo UTP de categoria 6 com diâmetro externo
de 5,6 mm;
– Quantidade de cabos: 300;
– Fator de crescimento ao longo dos anos: 20%;
DISTANCIAS MINIMAS ENTRE
CABOS LÓGICOS E ELETRICOS
• Separação mínima entre redes de telecomunicações e circuitos
de energia de até 20 A/127 V ou 13A/240 V;
• Fotocopiadoras devem ser localizados numa distância maior do
que 3m da sala de equipamentos;
• 1,2 m de motores e transformadores;
• 30cm de conduítes e cabos para distribuição de energia elétrica;
• 12cm das lâmpadas fluorescentes.
• O cruzamento entre os cabos lógicos e elétricos deve ser feito de
forma perpendicular;
• A distância entre cabos de telecomunicações metálicos de linhas
de força maiores do que 480 V deverá ser de no mínimo 3m;
• Os pontos de cross-connects, deverão ser localizados a uma
distância de 6m de painéis de distribuição elétrica e
transformadores acima de 480 V;
PROTEÇÃO ELÉTRICA
• É obrigatória a utilização de dispositivos cuja função é fornecer proteção contra surtos,
sobrecorrentes e/ou sobretensões;
• A SET, a SEQ e o AT devem conter uma barra de vinculação de cobre estanhado em sua
superfície, com 6 mm de espessura, 50 mm de largura e comprimento de acordo com a
necessidade de vinculação. Ela deve ser instalada no PTR da SET deve ser interligada à
barra do sistema de aterramento geral do prédio ou a um aterramento exclusivo, através
de uma cordoalha de cobre de 25mm2;
• A barra de vinculação deve ser fixada no DGT da SEQ e AT, e de modo que fique isolada e
devem estar o mais próximo possível dos pontos de conexão, de modo a minimizar distâncias.
Caso seja necessário, pode ser instalada mais de uma barra de vinculação no mesmo
compartimento;
• Todas as barras de vinculação devem ser interligadas entre si, através de uma cordoalha de
10 mm2 e a seção transversal de um condutor de vinculação deve ser de no mínimo 10 mm2.
Todos os condutores de vinculação devem ser de cobre e com capa isolante;
• Os cabos com blindagem devem ter suas terminações vinculadas às barras de
vinculação e nos condutores de vinculação nas estações de trabalho;
• Cada ramificação do caminho secundário que parte do AT deve conter um condutor de
vinculação acessível em todas as estações de trabalho. As tomadas de telecomunicações
devem ser vinculadas a esse condutor;
• Todos os condutores de vinculação das estações de trabalho devem ser conectados à barra
de vinculação do AT através de um conector tipo TMA estanhado;
ELETROCALHA
• Deverá ser implantada sem tampo, para
evitar acidentes e facilitar a operação da
manutenção de redes e devem ser
distribuídas da seguinte forma:
– Cabos ópticos: serão colocadas no
teto (esteiramento superior);
– Cabos metálicos de
telecomunicações: colocadas no piso;
– Cabo elétricos: serão colocadas no
piso sem formar linhas paralelas com
as eletrocalhas de cabos de
Telecomunicações para evitar EMI;
• OBS.: Todas as calhas, canaletas e tubos
metálicos deverão ser devidamente
ATERRADOS!
DUTOS DE PVC
SEALTUBO
SISTEMAS DE
DUTOS EMBUTIDOS
• Embutido no concreto da estrutura na fase
de construção inicial do prédio;
SISTEMAS DE CALHA DE PISO
SISTEMA DE LEITO ESCADA
SISTEMA DE BANDEJA
SISTEMA DE PISO ELEVADO
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
DE TETO
CANALETAS PELO PERIMETRO
CANALETAS PELO
MOBILIÁRIO
ENCAMINHAMENTO
VERTICAL
CABEAMENTO NÃO
ESTRUTURADO
CABEAMENTO
ESTRUTURADO
APENDICE A

CONECTORES DE FIBRA ÓTICA


TIPOS DE CONECTORES PARA
FIBRA ÓTICA
• LC (Lucent Connector): conector miniaturizado
originalmente desenvolvido pela Lucent. Ele vem crescendo
bastante em popularidade, sobretudo para uso em fibras
monomodo. Ele é o mais comumente usado em
transceivers 10 Gigabit Ethernet;
TIPOS DE CONECTORES PARA
FIBRA ÓTICA
• SC: um dos conectores mais
populares até a virada do
milênio. Ele é um conector
simples e eficiente, que usa um
sistema simples de encaixe e
oferece pouca perda de sinal.
• Bastante popular em redes
Gigabit, tanto com cabos
multimodo quanto monomodo,
mas vem perdendo espaço para
o LC.
• Desvantagens: tamanho
avantajado; cada conector tem
aproximadamente o tamanho de
dois conectores RJ-45 colocados
em fila indiana, quase duas
vezes maior que o LC:
TIPOS DE CONECTORES PARA
FIBRA ÓTICA
• ST (Straight Tip): é um conector
mais antigo, muito popular para
uso com fibras multimodo. Ele
foi o conector predominante
durante a década de 1990, mas
vem perdendo espaço para o
LC e outros conectores mais
recentes;
• Ele é um conector estilo
baioneta, que lembra os
conectores BNC usados em
cabos coaxiais. Embora os ST
sejam maiores que os
conectores LC, a diferença não
é muito grande;
TIPOS DE CONECTORES PARA
FIBRA ÓTICA
• MT-RJ (Mechanical
Transfer Registered Jack):
padrão novo, que utiliza um
ferrolho quadrado, com
dois orifícios (em vez de
apenas um) para combinar
as duas fibras em um único
conector, pouco maior que
um conector telefônico.
• Vem crescendo em
popularidade, substituindo
os conectores SC e ST em
cabos de fibra multimodo,
mas ele não é muito
adequado para fibra
monomodo:
COMPARATIVO ENTRE OS
CONECTORES
COMPARATIVO
CONECTORES DE FIBRA ÓTICA
COMPARAÇÃO ENTRE FIBRAS
CABEAMENTO ÓTICO
• Cabos de fibra são adequados para situações em
que:
– Há necessidade de transmissão de dados em grandes
velocidades a grandes distâncias de uma forma muito
segura;
• Seu uso é desaconselhável nas seguintes
situações:
– Restrições no orçamento;
– Os profissionais não tem experiência suficiente para
instalar e conectar os dispositivos;
PASSOS PARA
MONTAGEM DA REDE
• Imagine que você precise ligar computadores de um setor de uma
empresa à rede, mas não há cabos chegando até aquele setor. Em um
cabeamento não estruturado você seguiria os seguintes passos:
– Passaria cabos para atender aquele setor;
– Identificaria os cabos;
– Colocaria os referidos em canaletas;
– Crimparia os cabos;
– Ligaria os cabos direto as suas respectivas placas de rede;

• Agora imagine a mesma situação em um cabeamento estruturado:


– Passaria os cabos;
– Identificaria os cabos;
– Faria as ligações dos fios dos cabos nas referidas tomadas RJ-45;
– Usaria patch cords para ligar os computadores as tomadas RJ-45;
– Usaria patch cords para ligar as portas do patch panel a um switch;
CABEAMENTO ESTRUTURADO