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MANUTENÇÃO PREDITIVA.

Manutenção preditiva é a atuação realizada com base na modificação de parâmetro de condição ou


desempenho do equipamento, cujo acompanhamento obedece a uma sistemática.

Difere da manutenção preventiva por se realizar em virtude da constatação de uma tendência. A


manutenção preventiva, por exemplo, ocorre a intervalos regulares, independente do desempenho do
equipamento ou mecanismo, de acordo com um planejamento, como a troca de óleo do carro que é
realizada a cada 3, 5 ou 10 mil kilômetros independentemente de como está se comportando o veículo. A
manutenção preditiva, por sua vez, se realiza uma vez que se perceba uma tendência: por exemplo, o
conserto ou a troca de um pneu que se percebe esvazia com uma frequência distinta do padrão.

FERRAMENTAS:

TERMOGRAFIA- A termografia é, por definição, uma técnica de ensaio não destrutivo que permite o
sensoriamento remoto de pontos ou superfícies aquecidas por meio da radiação infravermelha. As
principais aplicações da termografia na indústria incluem as instalações elétricas, onde é importante a
localização de componentes defeituosos sem contato físico, e também as áreas siderúrgica, petroquímica e
de distribuição de energia, nas quais é grande o número de processos envolvendo vastas quantidades de
calor.

ANÁLISE DE ÓLEO- Analisar a condição do lubrificante, a presença de contaminantes, suas propriedades


físico-químicas e seu estado geral. Esta observação nos permite corrigir problemas como vedações
danificadas, vazamentos, erros de projeto entre outros. Também observamos que situações extremas do
ambiente de trabalho degradam o lubrificante, provocando a diminuição da vida útil do óleo básico e
afetando sua aditivação. Exames físico químicos apropriados permitem a avaliação do estado e condições
do lubrificante.

ULTRA-SOM- O som é um ruído causado pela vibração das moléculas através de um meio como, por
exemplo, o ar, a graxa ou os metais, sendo que essas vibrações se propagam de forma esférica desde a sua
fonte. A faixa de freqüência audível pelo ouvido humano vai de 20 Hz a 20.000 Hz. Por isso, abaixo de 20 Hz
dizemos que a freqüência acústica é infrassônica, e acima de 20 KHz, ultrassônica. Muitos dos defeitos e
falhas em equipamentos começam a se manifestar em freqüências ultrassônicas. Os aparelhos de ultra-
som captam essas freqüências e, por meio do método de heterodinação, traduzem essas freqüências para
baixo, no campo das freqüências audíveis, possibilitando ao inspetor escutar normalmente esses
“defeitos”.
Vazamentos:
Os vazamentos são os grandes responsáveis pelos desperdícios de energia encontrados nas instalações de
ar comprimido e constituem um dos maiores problemas nas indústrias, instalações prediais, transportes,
etc.

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ASSINATURA ELÉTRICA- Este serviço técnico consiste na aquisição dos sinais de tensão e corrente
de motores elétricos energizados e rodando sob no mínimo 25% da carga nominal. Essa
aquisição de dados é feita a partir do painel elétrico de força do motor elétrico e o coletor de
dados. A Análise da Assinatura Elétrica possibilita o diagnóstico de falhas tanto elétricas quanto
mecânicas em motores elétricos.

Análise de vibração.
DEFINIÇÃO DE VIBRAÇÃO.

A vibração é um movimento oscilante de um ponto em torno de um ponto de referência.

MOVIMENTO ONDULATÓRIO.

O número de vezes que ocorre o movimento completo em determinado tempo é chamado de Frequencia
em geral indicada em Hertz (Hz. As vibrações mecânicas podem ser medidas em aceleração (unidade SI:
metros por segundo ao quadrado), velocidade (unidade SI: metros por segundo) ou deslocamento (unidade
SI: metros).

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Podemos medir o tempo decorrido para uma oscilação., este tempo em particular recebe o nome de
período (T). Desse modo, a frequência é o inverso do período.

F= 1/T
“NA VIBRAÇÃO, PRA FICAR MAIS FÁCIL: FREQUÊNCIA EM HERTZ É O NÚMERO DE ACONTECIMENTOS EM 1
SEGUNDO.”

EXEMPLO: 60 HZ SÃO 60 ACONTECIMENTOS EM 1 SEGUNDO, LOGO UM MOTOR TRABALHANDO A 60 HZ


TEREMOS 3600 ROTAÇÕES POR MINUTO (RPM).

GRANDEZAS NA ANÁLISE DE VIBRAÇÃO.

aceleração: metros por segundo ao quadrado (m/s2), g (1g equivale a, aproximadamente, 9,8065 metros
por segundo ao quadrado);

velocidade: metros por segundo (m/s), polegadas por segundo (ips);

deslocamento: micrometros (1 micrometro equivale a 0,001mm), mils (1 mil equivale a 0,001").

TRANSFORMADA RÁPIDA DE FOURIER.

EM 1800, NA FRANÇA UM CARA, MATEMÁTICO, FÍSICO, FILÓSOFO E SEM NENHUM RECURSO DE


CALCULADORAS CIENTÍFICAS OU INFORMÁTICA COLOCOU AO MUNDO UMA EQUAÇÃO:

ESTA EQUAÇÃO “ EXTRAI” DO DOMÍNIO DO TEMPO PARA O DOMÍNIO DA FREQUÊNCIA TODOS OS


“ACONTECIMENTOS” QUE ESTÃO SENDO MEDIDOS.

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EQUIPAMENTOS PARA COLETA E ANÁLISE DE VIBRAÇÃO.

SENSORES DE VIBRAÇÃO.

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TAMBÉM CONHECIDOS COMO ACELERÔMETROS OU TRANSDUTORES, FUNCIONAM COM UM SISTEMA
PIEZOELÉTRICO, ONDE UM CRISTAL EMITE CARGA ELÉTRICA SE SUBMETIDO A UMA FORÇA (VIBRAÇÃO).

SÃO ACHADOS NO MERCADO DE VÁRIOS TIPOS, PODENDO VARIAR DE FREQUÊNCIAS ( INFERIOR E LIMITE),
SENSIBILIDADE, APLICAÇÕES, COMO BAIXAS E ALTAS TEMPERATURAS, E MODELOS.

RESSONÂNCIA.

De uma forma geral podemos dizer que um sistema entra em ressonância se lhe é fornecida do exterior
uma excitação e esta se iguala a sua frequência natural. Ex: cantoras de ópera que quebram copos,e a
ponte de tacoma nos EUA.

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INÍCIO DO PROCESSO DA ANÁLISE DE VIBRAÇÃO.

1- LEVANTAMENTO DOS EQUIPAMENTOS POR CLASSE DE MÁQUINA.

2- ESCOLHA DA PERIODICIDADE EM FUNÇÃO DA CRITICIDADE.

3- CADASTRO DOS EQUIPAMENTOS EM CAMPO, VISANDO COLETAR O MAIOR NÚMERO DE INFORMAÇÕES


EM PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO, SETOR, TAG E A DEFINIÇÃO DOS PONTOS A SEREM MEDIDOS.

4- ELABORAÇÃO DO SET-UP NO SOFTWARE DO COLETOR.

5- CARREGAMENTO DAS ROTAS.

6- MEDIÇÃO E INSPEÇÃO SENSITIVA.

7- ANÁLISE DOS DADOS COLETADOS.

8- ELABORAÇÃO DOS RELATÓRIOS, VISANDO MOSTRAR OS PONTOS EM FALHA, NORMAIS, EM ALERTA, E


NÃO MEDIDOS.

ESCOLHA DAS FERRAMENTAS, OS PONTOS DE MEDIÇÃO E SUAS FUNÇÕES.

DEPOIS DE DEFINIDOS OS EQUIPAMENTOS, DEFINEREMOS OS PONTOS EM CADA EQUIPAMENTO A SER


MEDIDO.

CADA EMPRESA TEM SEU MODO DE NOMEAR ESTES PONTOS, POR EXEMPLO, 1MOTH , 2MOTV... NA
PREDPONTA NÓS DEFINIMOS OS PONTOS POR NUMERAÇÃO DA TRASEIRA DO ACIOMAMENTO (MOTOR)
ATÉ O ÚLTIMO MANCAL DA MÁQUINA.

PARA CADA PONTO, 1H, 1V, 2H , 2V, 2H, 3V.... INSERIMOS, NESTE CASO ESPECÍFICO DESTE VENTILADOR:

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UM ESPECTRO DE ENVELOPE OU PEAK VIEW.

UM ESPECTRO DE VELOCIDADE.

E UM ESPECTRO DE ACELERAÇÃO PURA- ONDA NO TEMPO.

E EM ALGUNS CASOS TAMBÉM PODEMOS ACRESCENTAR UM ESPECTRO DE DESLOCAMENTO.

O ENVELOPE: DETECÇÃO DE FALHAS EM ROLAMENTOS E ELEMENTOS EM ALTA FREQUÊNCIA.

VELOCIDADE: DETECÇÃO DE FALHAS EM BAIXA FREQUÊNCIA, DESBALANCEAMENTOS, DESALINHAMENTOS,


BAIXA RIGIDEZ, FOLGAS...

ACELERAÇÃO PURA: DETECTAR FALHAS EM ALTA FREQUÊNCIA, PORÉM A APPR É UMA FERRAMENTA MAIS
SENSÍVEL E SEM FILTROS, IDEAL PARA FALHAS DE LUBRIFICAÇÃO E INÍCIO DE FOLGAS.

PARÂMETROS DE VIBRAÇÃO.

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Pico a Pico: O Valor Pico a Pico indica o percurso máximo da onda,e pode ser útil onde o deslocamento
vibratório da parte da máquina é

crítico para a tensão máxima ou folga mecânica é limitante.Pico : O Valor de Pico é particularmente válido
para indicação de choques de curta duração. ( medição spot, sistema de baixa rotação)

RMS: É a medida de nível mais relevante, pois da um valor de nível o qual é diretamente relacionado à
energia contida, e portanto, à capacidade destrutiva da vibração.

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fo= freq. de rotação da pista interna (eixo) se a pista externa
estiver fixa.
Para calcular frequência de falha na gaiola:
FTF ou fc= ½ x fo x (1-M)
Para calcular frequência de rotação Elemento:
fb= ½ x (D/d) x fo x (1-M2)
Para calcular frequência de falha na pista externa:
BPFO= fc x N
Para calcular frequência de falha na pista interna:
BPFI= (fo – fc) x N
Para calcular frequência de falha no elemento rolante.
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BSF= 2 x fb

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