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A IMPORTÂNCIA DOS CUIDADOS PALIATIVOS NO DIAGNOSTICO TARDIO DO

RETINOBLASTOMA

Autor: Eliane da Chaga Oliveira Campos


Orientador (a): Geruza de Souza Silva

CÁCERES - MT
2020
2

RESUMO..................................................................................................................... 3

1 INTRODUÇÃO..........................................................................................................3

2 REVISÃO DE LITERATURA .................................................................................... 4


2.1 Câncer infantil ...................................................................................................... 4
2.2 Retinoblastoma ..................................................................................................... 5

3 CUIDADOS PALIATIVOS..........................................................................................7
3.1 Cuidados paliativos no retinoblastoma ..................................................................8

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS ..................................................................................... 8

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .......................................................................... 10


3

CUIDADOS PALITIVOS DE ENFERMAGEM EM CRINÇAS COM


RETINOBLASTOMA1

2
da Chaga Oliveira Campos ,Eliane
3
Silva, Geruza de Souza

RESUMO: O câncer, também chamado de tumores benignos ou malignos é


caracterizado pelo crescimento anormal de uma massa tecidual, formada pelo
crescimento desordenado de células que podem invadir os tecidos e órgãos. Os
tumores mais comuns na infância são as leucemias, os tumores do sistema nervoso
central, linfomas e retinoblastoma. O retinoblastoma é um tumor maligno intraocular,
originado nas células embrionárias neurais da retina. O método utilizado para o
estudo foi o de revisão bibliográfica de artigos científicos disponíveis online no qual
teve como por objetivo apontar a importância dos cuidados paliativos em crianças
com diagnostico tardio do retinoblastoma. Foi possível notar também, o quanto o
suporte da equipe de saúde responsável pelo cuidado paliativo é imprescindível para
amenizar o sofrimento da criança e sua família mediante a uma doença que gera
grande aflição a todos os envolvidos.

PALAVRAS-CHAVE: Retinoblastoma. Neoplasia. Enfermagem. Cuidados Paliativos.

1 INTRODUÇÃO

O cuidado paliativo pediátrico é constituído por uma abordagem de cuidado


em saúde com princípios humanitários e científicos, no qual propõe assistência
multidisciplinar e ativa na qualidade de vida, minimizando a dor e o sofrimento de
crianças com doenças terminais ou doenças limitantes (SANTOS, 2017).
O cuidado paliativo tem como principal pilar, a busca por proporcionar uma
morte de qualidade, com humanização e alivio dos desconfortos, prestar assistência
biopsicossocial e espiritual ao doente e sua família (MATSUMOTO, 2012 apud
SANTOS, 2017). A equipe multidisciplinar para os cuidados paliativos demanda a
intervenção de varias áreas, tais como medicina, enfermagem, fisioterapia,

1
Artigo Científico elaborado a partir do Manual de Artigo Científico do Athenas Grupo Educacional e
das Normas da ABNT solicitado para obtenção de notas no curso de pós-graduação em Urgência e
Emergência em U.T.I.
2
Graduada Bacharel em Enfermagem, pela Faculdade de Quatro Marcos, 2014.
3
Orientadora: Graduada Bacharel em Psicologia, pela Faculdade de Quatro Marcos, 2007,
Especialista em Gestão em Saúde, pela UNEMAT, 2013; Especialista em Gestão do Trabalho e da
Educação na Saúde, UFRN, 2016.
4

assistência social, psicologia, terapia ocupacional capelania e outras áreas que


possam contribuir para o cumprimento do cuidado (SANTOS, 2017).
“O Retinoblastoma é um tumor raro que afeta crianças a partir de mutações
genéticas com histórico familiar, mas também pode ocorrer de forma esporádica. O
crescimento tumoral afeta a retina levando à perda da visão na grande maioria dos
casos; sendo o diagnóstico rápido, decisivo, para um bom prognóstico e tratamento”
(BEZERRA, et al 2017, p. 291).
Não há um cuidado paliativo exclusivo para o retinoblastoma. Os cuidados
aplicados são os mesmos para crianças, adolescentes e adultos, ou seja, utiliza-se
“uma abordagem multidisciplinar visando o bem estar físico, psicológico, social e
espiritual diante a uma doença que ameaça a vida” (MARTINS; HORA, 2016).

2 REVISÃO DE LITERATURA
2.1 Câncer infantil

Os tumores, também chamados de neoplasias (benignos ou malignos) são


caracterizados por uma massa tecidual anormal, gerada pelo crescimento
desordenado de células ou quando elas não seguem seu curso de morte
programada, que, por sua vez, podem invadir tecidos e órgãos (PAIVA, 2018).
O câncer infantil difere-se do adulto, pois o câncer infantil é mais comum em
células do sistema sanguíneo e nos tecidos de sustentação. Por isso os aspectos
ligados à prevenção ainda continua sendo um desafio para o futuro, sendo assim
fundamentais nestes casos o diagnóstico precoce e orientação terapêutica de
qualidade (INCA, 2008 apud BINDIN; SOUZA; MACHINESKI, 2013).
O câncer infanto-juvenil apresenta características diferentes do câncer em
adultos por possuir origem prevalente, de células embrionárias, curto tempo de
latência e, na maioria das vezes crescimento rápido, sendo necessária a obtenção
de um ágil diagnostico encaminhamento para inicio do tratamento (BRASIL, 2017).
Os sinais e sintomas mais observados no câncer infanto juvenil são:
“presença de massa abdominal, linfadenopatia persistente, de uma linhagem
hematopoética anormal, déficit neurológico específico, aumento da pressão
intracraniana, proptose, reflexo pupilar branco, dor ou edemas no joelho ou ombro”
(LIMA, 2018, pag. 198).
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O câncer é uma patologia que ocasiona inúmeras repercussões na vida da


pessoa e dos familiares que acompanham todo o processo da doença. Quando
comparado às neoplasias em adultos, o câncer pediátrico é considerado raro,
representando a proporção de 2% a 3% dos tumores malignos no Brasil. É a
segunda causa de óbitos infanto-juvenil, sendo a primeira posição de óbitos por
doença, devido ao alto índice de mortalidade, que chega a 8%, é considerado
também um problema de saúde publica. (SANTOS, 2015; ANJOS; ESPÍRITO
SANTO; CARVALHO, 2015).
A sobrevida de pacientes com câncer resulta “da localização do tumor,
histologia, da sua biologia e do estadiamento da doença ao diagnostico”. O médico
deve se atentar aos sinais e sintomas apresentados pela criança (BRASIL, 2017, p.
9).
As neoplasias mais comuns na infância são as leucemias, os tumores do
sistema nervoso central, linfomas, sarcomas, neuroblastoma, tumores renais e
retinoblastoma (SELISTRE, 2013).

2.2 Retinoblastoma

O retinoblastoma (Rb) é uma neoplasia maligna primaria intraocular genética,


que se origina das células embrionárias neurais da retina. É causado por uma
mutação na proteína RB. Em 95% dos casos são diagnosticados antes dos três a
cinco anos de idade. Cerca de 90% dos tumores não estão associados ao histórico
familiar, e um terço apresenta mutação na linha germinativa (hereditário). Quando há
a presença de mutação germinativa o risco de se ter Rb é superior a 90%, junto com
a probabilidade de ter outros tipos de tumores (SELISTRE, 2013; AGUIRRE NETO,
2016; CARVALHO, 2018).

“O Retinoblastoma é um tumor raro que afeta crianças a partir de mutações


genéticas com histórico familiar, mas também pode ocorrer de forma
esporádica. O crescimento tumoral afeta a retina afastando-a no sentido
póstero-anterior e leva à perda da visão na grande maioria dos casos;
sendo o diagnóstico rápido, decisivo, para um bom prognóstico e
tratamento” (BEZERRA, et al 2017, p. 291).

A doença é unilateral em 60% dos casos e bilateral em 40%, geralmente


limita-se aos olhos, embora em casos que são diagnosticados tardiamente, o tumor
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pode se estender a outras áreas do crânio, sendo classificado como trilateral, que é
uma forma rara de acometer a criança (CARVALHO, 2018).
O que torna difícil em muitos casos, a suspeita e o diagnóstico do câncer nas
crianças é o fato de que a manifestação clínica se dá por meio de sinais e sintomas
que são comuns em outras doenças benignas frequentes na infância, manifestando-
se por sintomas gerais, que não permitem a sua localização, como febre, vômitos,
emagrecimento, sangramentos, dor óssea generalizada, palidez, cefaleias,
alterações da visão, dores abdominais (BRASIL, 2017).
Os sinais e sintomas dependem do estádio da doença, localização e tamanho
da lesão tumoral. Normalmente consistem em leucocoria (caracterizado por um
reflexo branco na pupila, conhecido também como reflexo de “olho de gato”),
estrabismo, hifema, dor ocular, glaucoma, diminuição ou perda da acuidade visual,
anormalidades na cor e tamanho da íris, buftalmo (aumento do volume do olho)
(SELISTRE, 2013; BARROS, 2014). Na figura abaixo é possível observar um dos
sinais do retinoblastoma, conhecido como reflexo de “olho de gato”.

Figura 1

Fonte: https://pediatriaufcspa.wixsite.com/pediatria/retinoblastoma

“O diagnóstico clinico geralmente é realizado pelo medico oftalmologista,


através da oftalmocoscopia binocular, após a dilatação da pupila por meio
farmacológico para se observar se há presença de uma massa branca-
acinzentada”, e aspecto friável no fundo do olho, e outros exames oftalmológicos e
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de imagens. A ultrassonografia ocular pode apontar a calcificação característica do


tumor auxiliando assim definição diagnostica. Devido a sua frequente calcificação, o
Rb também pode ser detectado por ressonância para avaliar se há o
comprometimento extraocular e a invasão do nervo óptico (ASSIS BRASIL, 2018;
PAIVA, 2018).
Apesar de a tomografia computadorizada ser o melhor exame para detectar o
Rb, ele deve ser evitado ou utilizado com cautela, pois a exposição do paciente a
radiação pode induzir o aparecimento de outras neoplasias, principalmente em
pacientes com Rb hereditário (BARROS, 2014; ASSIS BRASIL, 2018).
Os pais e familiares devem se atentar para qualquer sinal manifestado e
queixa por parte da criança para que ocorra a confirmação do diagnostico o quanto
antes, a fim de assim se iniciar o tratamento para não haver o avanço no estágio da
doença.
O propósito do tratamento dos pacientes com Rb é preservar a vida, o globo
ocular e a visão do paciente. A definição do tratamento do Rb irá depender do
estágio da doença. Os tratamentos disponíveis são: cirurgia, crioterapia,
quimioterapia local e sistêmica, braquiterapia, fotocoagulação a laser (CARVALHO,
2018).
Nos tumores de baixo risco são utilizados terapias focais, tais como:
crioterapia, fotocoagulação a laser e eventualmente braquiterapia. Os tumores de
médio e alto risco são tratados com quimioterapia. “O Rb sem terapia, tende a
metastatizar em 6 meses, invadindo a órbita, estruturas do globo ocular, o nervo
óptico e o sistema nervoso central, levando à morte em poucos anos”. Sendo assim
podemos reforçar a importância do tratamento, para que haja um prognostico melhor
do paciente (ASSIS BRASIL, 2018, pag. 411).
Pode se notar que a sobrevida para pacientes com Rb tem melhorado muito
nos últimos anos, devido aos avanços com diagnósticos precoces e melhores
opções terapêuticas (BRASIL, 2017). Mas, mesmo com o avanço da medicina no
diagnostico da doença, há casos que devido a falta de informações por parte da
família e até mesmo a falta de conhecimento técnico dos pediatras e oftalmologistas
há o diagnóstico tardio, levando assim o avanço do desenvolvimento do tumor
(BRITO et al 2017).
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3. CUIDADOS PALIATIVOS

O cuidado paliativo é definido pela Organização Mundial de Saúde (OMS,


2017) como uma abordagem que promove a qualidade de vida dos pacientes e seus
familiares, que enfrentam doenças que ameacem a continuidade da vida, por meio
da prevenção e alivio do sofrimento físico, psicossocial e espiritual (SILVA, 2013).
Esse tipo de cuidado é fundamentado em princípios, que baseia- se em
conhecimentos específicos, proporcionando intervenções clinicas e terapêuticas em
diversas áreas médicas, promovendo o alivio da dor e outros sintomas
desagradáveis, a conscientização de que a morte é processo normal da vida,
integração de aspectos psicológicos e espirituais no cuidado ao paciente, suporte ao
paciente para que ele possa viver ativamente tendo uma boa qualidade de vida,
suporte aos familiares do paciente durante o processo da doença e enfrentamento
do luto (CARVALHO; PARSONS, 2012).
“Os cuidados paliativos visam abranger todas as necessidades do paciente
(nos limites possíveis) num encontro existencial, em que haja interrelação e o
máximo de segurança entre o ser que cuida e o que é cuidado”. A preocupação com
a morte traz aos pacientes e familiares uma grande angustia, sendo assim se faz
necessário uma atenção especial por parte do cuidador, e os profissionais de
enfermagem sendo os que acompanham de perto o paciente e a família desde a
prevenção, assistência e a morte, precisam estar preparados para os desafios
encontrados, principalmente no cuidar de pessoas no fim da vida (FRANÇA et al
2013; VINCENSI et al 2016).
O cuidado paliativo exige um grande esforço por parte da equipe de saúde,
pois o profissional precisa ter uma ampla visão sobre os familiares, acompanhantes
e demais profissionais envolvidos, este profissional precisa trabalhar em melhorar a
qualidade de vida, no conforto físico e espiritual dos envolvidos (VINCENSI et al
2016).

3.1 Cuidados paliativos no retinoblastoma

“O tratamento oncológico pediátrico demanda ações paliativas intensas e


contínuas em razão da necessidade premente de controle da dor e de outros
sintomas que acometem crianças e adolescentes”. As frequentes internações vão
9

modificando a rotina familiar da criança a afastando das atividades escolar e de


lazer, além de interferir na rotina de seus responsáveis. As alterações na vida a
criança e seus familiares não só envolve a doença em si, mas também envolve
mudanças orgânicas ou física, emocional e social em toda a família, exigindo assim
o constante cuidado por parte da equipe de cuidados paliativos (MARTINS; HORA,
2016).
Não há um cuidado paliativo exclusivo para o retinoblastoma. Os cuidados
aplicados são os mesmos para crianças, adolescentes e adultos, ou seja, utiliza-se
“uma abordagem multidisciplinar visando o bem estar físico, psicológico, social e
espiritual diante a uma doença que ameaça a vida”. O cuidado paliativo em pediatria
deve-se iniciar logo após o diagnóstico, a fim de prestar suporte continuo a todos os
envolvidos. Vale ressaltar que a assistência no cuidado paliativo engloba não
somente atendimento no âmbito hospitalar com também atendimento domiciliar,
recursos de medicamentos e insumos (MARTINS; HORA, 2016).

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O Rb é um tumor complexo desencadeado por mutações genéticas que pode


se tornar fatal para o paciente, sendo uma das principais neoplasias que acometem
crianças em seus primeiros anos de vida. Podemos observar após leitura dos
trabalhos, estudos encontrados sobre o Rb que a sobrevida vem aumentando,
devido ao avanço no diagnóstico e tratamento, e tornando assim, melhor a sobrevida
dos pacientes. Foi possível notar também, o quanto o suporte da equipe de saúde
responsável pelo cuidado paliativo é imprescindível para amenizar o sofrimento da
criança e sua família mediante a uma doença que gera grande aflição a todos os
envolvidos.
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