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E-BOOK

Tudo sobre Pix:

GERTEC
Como minha software house
vai ser afetada e o que fazer
Sumário

01. Introdução
p.2

02. O que é Pix?


p.4

03. O que o Pix muda no mercado de pagamentos


do Brasil?
p.7

04. O que o Pix muda para desenvolvedores?


p.9

05. Por onde começar a inserção do Pix em seu sistema?


p.11

06. Qual e o processo para que minha Software House


possa ofertar este meio de cobrança para os clientes?
p.13

07. Conheça as próximas evoluções do Pix


p.17
#01
Introdução
Velocidade nas transações, custo zero e se-
gurança e são as maiores vantagens possi-
bilitadas pelo Pix.

Mas esta transação rápida e eficiente é ape-


nas o resultado final de um complexo pro-
cesso que envolve diversos agentes, como o
Banco Central do Brasil, os Prestadores de
Serviço de Pagamento e as software hou-
ses. Neste ebook você entenderá mais sobre
esta nova forma de pagamento, aprenderá
quais serão as atribuições da sua software
house para que seja possível ofertar o Pix em
seu sistema de forma correta e além disso
você terá acesso ao calendário das próximas
novidades sobre o Pix.

A Gertec é apaixonada por tecnologia e


sempre esteve ao lado do desenvolvedor. O
Pix traz novos desafios a todos e nossa em-
presa se coloca à disposição para ajudar a
sua software house a largar na frente na dis-
ponibilização desta funcionalidade em seu
sistema. Nossas software houses parceiras
têm suporte especializado que faz toda di-
ferença para os desenvolvedores, além disso, recebem primeiro as novidades sobre os
lançamentos da Gertec e promoções exclusivas. Para se tornar uma software house
parceira, basta se cadastrar clicando aqui.

Além disso, também oferecemos equipamentos prontos para comportar o Pix, como
é o caso do Terminal Smart G800, por exemplo. Aproveite e conheça a loja virtual
da Gertec que conta com uma linha de produtos exclusivos para desenvolvedores.

Agora vamos ao que interessa?

Boa leitura e
bons negócios!

GERTEC 03
#02
O que é o Pix?
O Pix é a nova modalidade de pagamentos e transferências instantâneas anunciada
pelo Banco Central (BC). O serviço está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana,
possibilitando ao usuário a praticidade de fazer transferências entre contas de institui-
ções diferentes no momento que desejar e sem custo.

Para que o usuário ou empresa faça a adesão ao Pix ele precisa cadastrar a(s) sua(s)
chave(s) de preferência. Estas chaves são o “endereço” da conta no Pix e as informa-
ções que podem ser cadastradas são: CPF ou CNPJ, e-mail, número de telefone celular
ou uma chave aleatória. Mas na hora de usar o Pix é necessário enviar apenas uma
destas informações. Ou seja, ao invés de mandar seu nome completo, CPF, número da
conta, agência e banco, você poderá enviar apenas seu email, por exemplo, e através
desse dado o Pix será realizado.

Este cadastro deverá ser efetuado nos aplicativos das instituições financeiras que ade-
riram ao Pix, cuja lista está disponível no site do Banco Central. De acordo com o BC,
não existe valor mínimo ou máximo para transferências. Após o cadastro é possível
transferir qualquer valor a partir de R$0,01.

Apesar da modalidade ser novidade no Brasil, a tecnologia de pagamentos instantâ-


neos já está presente em mais de 50 países no mundo, sendo que o Modelo Pix já é
usado na Europa.

GERTEC 05
“Esta não é uma inovação que pode ser considerada disruptiva, mas incre-
mental. O Modelo Pix já funciona e opera em outros 7 países da Europa, al-
guns deles com o QRCode como “starter” do pagamento e outros apenas
com um “PIN” seguro para o início da transação. Independente do mode-
lo, seja PIN ou QRCODE, o modelo de pagamento instantâneo que aqui no
Brasil chamamos de Pix (P de pagamento e I de instantâneo e o X uma
alusão a incógnita na matemática significando sua multiplicidade de
uso) veio para revolucionar o mercado, torná-lo mais competitivo trazendo
benefícios desta abertura de operação financeira para o país”, afirma Clau-
denir C. Andrade - Head de Comunicação e Marketing da Gertec.

Lançado no Brasil num momento em que o mundo enfrenta uma pandemia, o Banco
Central destacou os benefícios do Pix neste cenário. O fomento do e-commerce é um
destes pontos, mas o grande diferencial desta modalidade é que não é necessário ter
contato com o dispositivo alheio para efetuar o pagamento, o que torna a transação
mais segura para a saúde.

GERTEC 06
#03
O que o Pix muda
no mercado de
pagamento do Brasil?
A novidade do Pix trouxe muito mais rapidez para a conclusão das transações, que le-
vam até 10 segundos. Antes da estreia do Pix no Brasil, parte das operações eletrônicas
disponíveis levavam dias e acabavam pesando no bolso do usuário. É o caso das trans-
ferências entre instituições financeiras, feitas através de TED ou DOC que chegam a
custar R$20,00 por operação.

O tradicional pagamento via boleto tem encargos para quem emite o documento,
além de poder levar até 3 dias úteis até que o pagamento seja compensado. Além dis-
so, existem restrições de dias da semana e horários para efetuação de pagamentos via
boleto bancário que fazem com que o dinheiro demore a “cair” na conta do recebedor.
O Pix vem como uma alternativa mais rápida e barata em comparação às opções an-
teriores (que não deixarão de existir) e pode ser feito:

Entre pessoas;

Entre pessoas e estabelecimentos comerciais;

Entre estabelecimentos;

Para entes governamentais, no caso de impostos e taxas.

Para os negócios, a novidade traz um benefício inigualável: os recursos recebidos


ficam disponíveis em conta assim que o pagamento é efetuado via Pix pelo
comprador. Ou seja, com o Pix não existe a limitação de esperar pelo próximo dia útil
para a entrada do dinheiro ou compensação, como é o caso do boleto pago.

Outra característica que diferencia o Pix é a segurança das informações. O Banco Cen-
tral possui mecanismos e medidas para garantir a segurança das transações. Além
disso, as informações envolvidas nas transações são integradas e facilitam a automa-
ção de processos e a conciliação dos agentes envolvidos nos pagamentos.

O Regulamento do DICT (Diretório de Identificadores de Contas Transacionais) tam-


bém prevê que as instituições financeiras participantes estejam em conformidade
com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), conferindo aos clientes mais
uma camada de proteção legal.

Usar o Pix é fácil quando se fala de integração com softwares de automação e concilia-
ção de pagamentos. Neste ebook você entenderá mais sobre estas afirmações.

GERTEC 08
#04
O que o Pix muda para
os desenvolvedores?
Em um mundo que é exigido de agilidade
de todos os tipos de conexão e cobra-se se-
gurança dos sistemas, o Pix vem para unir
duas das maiores necessidades do merca-
do financeiro: rapidez na transferência de
recursos e segurança.

Agora, o cliente poderá pagar pelos produ-


tos ou serviços adquiridos a pessoas físicas
ou jurídicas usando o débito, de forma que
as operações de crédito disponíveis no mer-
cado continuam as mesmas.

Neste cenário, segundo Claudenir C. Andra-


de, o desenvolvedor não deve romper seus
contratos de pagamentos atuais de crédi-
to e débito ou o chamado TEF, tampouco
deve se desfazer – ou incentivar seu cliente
– a se desfazer das maquininhas ou do POS
Smart (Android) que ele utiliza em sua ope-
ração no dia a dia. Outras formas de paga-
mento permanecem, a necessidade de se
pagar com outros cartões, bancos e bandei-
ras ainda é latente no mercado.

O Pix já começou a fazer parte da vida dos


brasileiros e incluir esta inovação ao seu sis-
tema é aderir a um movimento que tende a se expandir rapidamente pelo Brasil e
que será importante para a recuperação do país no período pós-pandemia. Segundo
o Presidente do Banco Central, Campos Neto, “a transferência de recursos de forma rá-
pida, barata, segura, transparente e aberta viabiliza novos negócios”. Na oportunidade,
Campos afirmou também que “O Pix gera inclusão, dá amplo acesso a todos, milhões
de pessoas digitalizadas e milhares de novos negócios”. Pensando que em diversos
pontos do país o caixa eletrônico é escasso, a transferência pelo Pix será tão intuitiva e
rápida quanto enviar uma mensagem via aplicativo.

Ou seja, incluir esta possibilidade em seu sistema é garantir que seus clientes de todo
Brasil tenham não só mais uma opção para receber pagamentos, mas que eles te-
nham acesso a tecnologia mais moderna, veloz e segura do mercado.

GERTEC 10
#05
Por onde começar a
inserção do Pix em
meu sistema?
Indicamos que você comece pelo TEF (Tran-
sação Eletrônica de Fundos) que pode ser o
caminho mais curto para sua aderência ao
Pix.

Todas as empresas que fornecem TEF no


Brasil estão preparadas e já adicionaram o
Pix em suas plataformas, muitas delas tra-
zendo uma opção “Plug And Play” ou seja,
se você já trabalha com o TEF de determi-
nada Tef-House, basta atualizar o Middlewa-
re e você já estará aceitando Pix em seu sis-
tema. Esta é uma forma imediata e rápida
de você se adequar ao Pix. Vale acrescentar
que muitas empresas de TEF não estão co-
brando por esta adição do Pix em suas mensalidades para que a software house faça
uso do Gateway de pagamento que terá o Pix como modalidade.

Outro ponto de atenção são as taxas. Vale a pena seu cliente (e você desenvolvedor
pode ajudá-lo nisso) estar atento às taxas cobradas pelos PSPs (Provedores do Serviço
de Pagamento) que em algumas vezes pode ser diretamente um grande banco, uma
fintech ou operadora indireta ligada ao grande banco.

Nós, desenvolvedores de software e integrantes do programa Gertec Developer, já


passamos por várias mudanças nesse mercado brasileiro. O Pix é mais uma delas e
diríamos que é uma das mais fáceis de se adequar. Passamos pelo TEF Discado (Li-
nha discada), TEF Dedicado (Link X25), TEF IP (VPN para pagamento) e agora uma
transformação em nosso modelo de pagamento que é o Pix. A Gertec possui uma
série de produtos que estão “Ready to Pix”, por exemplo. Nosso Pinpad PPC930 está
preparado para você exibir um QRCODE na tela do próprio equipamento, ou de qual-
quer carteira digital, isso cria uma facilitação para o usuário no momento de apontar o
telefone, sem a necessidade de virar a tela do computador do PDV para que o usuário
possa escanear o QRCODE para efetuar o pagamento. Toda a nossa Linha Android
e de máquinas Bluetooth e Linux estão preparadas para apresentar o QRCODE em
tela trazendo uma velocidade na operação e uma experiência diferente ao usuário.

Conte com a Gertec para


te auxiliar com esta nova
modalidade de pagamento.
GERTEC 12
#06
Qual é o processo para
que minha Software
House possa ofertar
este meio de cobrança
para os clientes?
A integração da Software House deve ser feita por meio de uma API que o Banco Cen-
tral denominou como API Pix.

Esta API é disponibilizada pelo Banco Central e é padronizada para que seja facilitada
a adequação dos softwares de automação comercial na conexão entre os pontos de
venda e seus prestadores de serviço de pagamento ou PSPs. Além disso, outro objeti-
vo desta uniformização é ampliar a concorrência no setor.

Ou seja, o BC disponibilizou a API juntamente com o modo que ela deveria funcionar
para os PSP’s. Agora, cabe aos PSP’s oferecer o modelo de implementação, a infraes-
trutura e a hospedagem para os sistemas de automação fazerem a integração.

Apesar de cada PSP disponibilizar sua própria API, não há motivos para recear dife-
renças entre linguagens. Para evitar transtornos e facilitar o trabalho das empresas, o
Banco Central produziu um manual da API de recebimentos que conta com algu-
mas obrigatoriedades, tais como os padrões da API, campos para preenchimento e
rotas que serão padronizadas.

Confira a seguir como funciona o fluxo de automação da API Pix


segundo o BC:

IMPRESSORA
SEFAZ ERP
FISCAL

LEITURA GERAÇÃO

PAGADOR SW DE AUTOMAÇÃO CAIXA


COMERCIAL

TEF GATEWAY

API Configuração QR Dinâmico


Verificação de recebimento
Devolução
Consultas

PSP PAGADOR PSP RECEBEDOR

GERTEC 14
Conheça as funcionalidades que as software houses podem ter
no sistema:

01. Configuração do QR Code


02. Verificação de recebimento
03. Consultas
04. Devolução

01. O QR Code dinâmico, que contém informações como venci-


mento, valor e data de expiração, será gerado via consumo da
Geração e API dos PSP’s.
configuração
do QR Code Para registrar um Pix é necessário gerar uma cobrança. Nes-
te processo, existirá um “método” no app do PSP onde será
configurado este QR Code passando as informações neces-
sárias por um json (dados do pagador, valor, juros, multa, ven-
cimento etc) e a API do PSP devolverá uma string que vai
ser “traduzida” em um QR Code. Esta tradução da string em
imagem fica a cargo do sistema desenvolvido pela software
house.

Além disso, junto com a string, será fornecido um campo de


ID (identificador), que será usado para fazer consultas no sis-
tema do recebedor. Sendo assim, é necessário o armazena-
mento desta informação de ID em seu sistema.

Já o QR Code estático é mais simples, não tem prazo de ex-


piração e pode ser usado em diversas transações. No caso do
QR Code estático, o registro fica diretamente no seu software
e não no consumo da API do Prestador de Serviço de Paga-
mento, como é o caso do QR Code dinâmico.

02.
A ID gerada no QR Code que falamos no item anterior será
usada com o objetivo de fazer a consulta da verificação de
Verificação recebimento para checar se o Pix foi liquidado.
de recebimento
Esta consulta pode resultar nos seguintes status: aguardan-
do a liquidação, liquidado, aguardando devolução, devolvido,
GERTEC 15
removido pelo usuário recebedor (que vem a ser o cancela-
mento de uma cobrança) ou removido pelo PSP (exemplo:
cobrança indevida).

03.
As consultas no Pix devem funcionar como um extrato da
conta bancária. Nesta funcionalidade será possível consultar
Consultas as transações feitas em um determinado intervalo. Por exem-
plo: durante a consulta você pode verificar todos os Pix rece-
bidos entre 1º de dezembro e 31 de dezembro de 2020, o que
facilita o controle das operações. Esta conciliação será feita
através do ID no QR Code gerado pela software house.

04.
O pagador pode solicitar a devolução de um valor enviado
e neste caso seu software deverá contar com um “caminho”
Devolução para que este estorno seja feito. Só é possível fazer esta devo-
lução para o Pix que já foi liquidado e este estorno deve ser
feito através da ID gerada junto com o QR Code, por isso é
essencial manter o registro de todas as ID’s geradas.

A software house será importante para o processo das tran-


sações via Pix porque ela será responsável por disponibilizar
as ID’s, QR Codes e armazenar todas as informações em um
sistema que esteja de acordo com o protocolo do Banco Cen-
tral.

Estas normas do BC servem para padronizar sistemas e tam-


bém para garantir maior segurança aos envolvidos nas tran-
sações. Os requisitos de segurança foram mapeados e dis-
ponibilizados pelo BC através de um manual para os PSP’s.
Algumas das disposições são obrigatórias, como o formato
dos dados, e outras são apenas recomendações, como a ho-
mologação dos sistemas de software houses que estão con-
sumindo as API’s dos PSP’s. Aqui, caso o PSP opte por fazer a
homologação do sistema produzido pela sua software house,
seu sistema passará por testes e, se aprovado, vai ser autenti-
cado pelo Banco Central.

GERTEC 16
#07
As próximas
evoluções do Pix
O Pix teve sua estreia no Brasil em 16 de
novembro de 2020 e é considerado um su-
cesso pelo Banco Central. Apenas 10 dias
após o início das operações, o presidente
do BC, Campos Neto, alegou que já haviam
sido movimentados R$10 bilhões de reais
nesta modalidade. Segundo entrevista
de Campos Neto ao jornal Valor Econô-
mico, “O Pix é uma forma de transferência
muito barata, que vai gerar novas formas
de negócios, gerar inclusão e melhorar os
custos operacionais para pessoas e empre-
sas”.

Ainda segundo o BC, estima-se que o Pix


pode chegar a representar entre 15 e 20%
dos pagamentos feitos no Brasil. Por hora,
o meio de pagamento é muito recente no
país e a aderência do público está sendo
analisada. Enquanto os consumidores,
PSP’s e PDV’s, se adequam e aderem a no-
vidade, já há novidades no horizonte próxi-
mo com relação ao Pix.

Já no primeiro trimestre de 2021 a possibi-


lidade de realizar saques no varejo deve ser
lançada para o público. Assim, o consumi-
dor poderá ir a qualquer comércio próximo
e fazer um Pix ao comerciante e receber o
valor em espécie. Um exemplo prático se-
ria: você precisa de R$50,00 em papel e
para obter a cédula, precisará fazer um Pix
para o comerciante. Ele receberá a transfe-
rência em conta em segundos e você sai-
rá do estabelecimento com o dinheiro em
papel.

Outro exemplo de operação que será pos-


sível no próximo ano é o caso de uma pes-
soa ir ao comércio, fazer uma compra no
valor de R$35,00 e transferir ao comercian-

GERTEC 18
te R$50,00 via Pix. O recebedor, por sua vez, te devolverá o troco de R$15,00 com di-
nheiro em espécie.

Também já está na agenda evolutiva do Banco Central a disponibilização da funciona-


lidade do Pix offline para uma das partes usando o QR Code. A longo prazo, as inova-
ções propostas pelo Banco Central são ainda mais ambiciosas. Uma delas é a criação
de um sistema de transferência de posse. De acordo com Breno Lobo, chefe de su-
bunidade do BC na área técnica, a novidade será útil para transações que atualmente
são burocráticas e morosas. Breno exemplifica:

“Para eu comprar um carro ou imóvel, por exemplo, eu teria que fazer a trans-
ferência da posse do ativo. A nossa ideia é integrar todos esses sistemas para
que com a ordem, a transferência de ativo já seja realizada.”

Confira a agenda de evolução do Banco Central para o Pix:

Agenda evolutiva
2020
2021 2022 2023

Aproximação Requisição de Pagamento


QR Code pagamento com
QR Code documento
Pagador
Pix garantido Débido
Saque Pix automático
Chave Pix PISP no Pix
Mecanismo
privado de
provimento de
Inserção liquidez
manual dos
dados

GERTEC 19
O mercado de pagamentos no Brasil está aquecido e aqueles que incorporam pri-
meiro as novidades conseguem acompanhar o fluxo de oportunidades que seguem
as mudanças. A sua software house tem hoje a oportunidade de acompanhar as pri-
meiras transformações que as transações com Pix possibilitam e já se preparar para as
próximas novidades que já estão no horizonte.

A Gertec, por sua vez, já se adiantou e lançou equipamentos onde os desenvol-


vedores podem testar seus sistemas e terminais preparados para contar com a funcio-
nalidade do Pix.

Conheça nossos equipamentos

Além disso, a Gertec presta suporte técnico a todas as software houses parceiras. Ficou
com dúvidas sobre como começar a implementar o Pix em seu sistema? Fale conos-
co! Se ainda não é uma software parceira, faça seu cadastro aqui e conte sempre
com nossos especialistas. Você também passa a ter vantagens exclusivas, como o uso
de nosso programa Try and Buy, onde você escolhe um equipamento para testar por
30 dias sem custo algum.

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www.gertec.com.br