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CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ALIMENTOS SUÍNOS Nome:GILSON Nome:DOUGLAS Nome:FLORIZA Nome:PAULO SERGIO Orientadora:

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ALIMENTOS

SUÍNOS

Nome:GILSON Nome:DOUGLAS Nome:FLORIZA Nome:PAULO SERGIO Orientadora: Prof.(a) Talita Andrade Controle de Qualidade

São Luis Montes Belos \ 09-2.008 Sumário: 1 Introdução 3 2 Mercado Brasileiro e Mundial

São Luis Montes Belos \ 09-2.008

Sumário:

1

Introdução

3

2

Mercado Brasileiro e Mundial

6

3

Situação Produção Brasileira e Mundial

12

2

Situação da Exportação

18

1 – INTRODUÇÃO: Valor nutricional da carne suína será um dos principais destaques da AveSui

1 INTRODUÇÃO:

Valor nutricional da carne suína será um dos principais destaques da AveSui 2008

Atualmente, a busca do equilíbrio entre sabor e saúde é um dos maiores desafios da indústria alimentícia. De acordo com a última Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), a mudança dos hábitos alimentares no país está reconfigurando as gôndolas dos mercados. Prova disso é que produtos tradicionais, como arroz, feijão, batata, pão e açúcar estão disputando cada vez mais espaço com outras fontes nutricionais, como os iogurtes, por exemplo. Neste contexto, a carne suína está se destacando como uma nova opção de fonte vitamínica para os brasileiros. Proteína animal mais consumida no mundo, o suíno é a vedete dos países desenvolvidos, com população mais longeva e com melhor qualidade de vida. Cada austríaco, por exemplo, consome em média 73,1 kg por ano. Na Espanha, Alemanha e Dinamarca, o consumo per capta também fica acima dos 60 kg. Segundo pesquisas da United States Department of Agriculture (USDA), depois do peixe, o suíno detém o menor teor de colesterol dentre todas as carnes. Fontes de vitamina Pelo estudo, o pernil suíno cozido comparado a outras carnes, como o filé mignon bovino também cozinho, contém menor teor de colesterol. Na comparação de gordura saturada, o dado é ainda mais favorável à carne suína, de acordo com o Canadian Nutrition File (CNF), com a diferença de teor próxima à três gramas. Além disso, o produto suíno tem menos sódio e mais potássio que as outras carnes, tornando-a mais indicada para pessoas com hipertensão arterial. As pesquisas apontam ainda grande quantidade de vitaminas, especialmente do complexo B, ideal para o metabolismo de gorduras, carboidratos e proteínas e para a liberação de energia dos alimentos. Além disso, possui minerais importantes, como cálcio e fósforo, e apresenta um ótimo nível protéico. Apesar dos vários fatores favoráveis à carne suína, ainda impera no Brasil alguns mitos sobre ela. Hoje, o brasileiro consome, em média, 13 kg do produto (dado da Associação Brasileira dos Criadores de suínos - ABCS), em sua maior parte, embutidos, embora o país seja dono do quarto maior rebanho do mundo. O produto é o terceiro em volume de consumo no Brasil, atualmente. Para mudar este quadro, a suinocultura brasileira tem promovido diversas ações e parcerias. A mais conhecida delas é a campanha "Um Novo Olhar Sobre a Carne Suína", promovida pela ABCS em prol do aumento do consumo no mercado interno. O objetivo da iniciativa é aumentar o hábito de consumo da carne suína oferecendo novos cortes in natura nas gôndolas dos supermercados, como o filé mingon, a picanha, entre outros. Além do

fornecimento de novas opções de cortes, há também a realização de treinamento em equipes dos

fornecimento de novas opções de cortes, há também a realização de treinamento em equipes dos açougues em supermercados parceiros, como os que integram a Companhia Brasileira de Distribuição (CBD), que registrou aumento de 25% nas vendas de carne suína entre 2006 e 2007, graças a esta

ação. Mito da carne suína Vista ainda por muitos brasileiros como nociva à saúde, o consumo da carne suína no país é prejudicado por mitos criados por conta de antigos métodos de produção. Hoje, criadores de todo o país investem em tecnologias de manejo, nutrição e sanidade para conferir à carne dos animais toda a qualidade que o mercado exige. Com estas práticas, no decorrer dos anos, o rebanho brasileiro conquistou avanços importantes no que diz respeito à genética dos animais, que passaram a apresentar consideráveis níveis protéicos. Hoje, o país detém o quarto maior plantel suíno do mundo, com um rebanho superior a 37 milhões de cabeças. Uma parte significativa da sua produção é direcionada para grandes potências consumidoras, como a Rússia, por exemplo. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (ABIPECS), atualmente, o Brasil é o quarto maior exportador do mundo, fato que possibilitou um faturamento de US$ 1,23 bilhão somente com as vendas externas em 2007. Vitrine para o setor Este cenário será um dos focos da AveSui América Latina 2008, programada entre 13 a 15 de maio, no Centro de Convenções CentroSul (Florianópolis/SC). Única feira da América Latina a envolver todos os elos da cadeia produtiva de suínos e também de aves (corte e postura), a feira terá, entre suas atrações, o Painel de Marketing da Carne Suína. Programado para o dia 14, o painel trará ao evento diretores e representantes de entidades e empresas parceiras da campanha para falarem sobre os resultados e as perspectivas para esta ação nos próximos anos. Com o objetivo de fomentar o setor, a feira reunirá ainda 250 empresas (48 estrangeiras), dos setores de genética, nutrição animal, produtos veterinários, equipamentos para granjas, transporte, embalagens, soluções ambientais, equipamentos para plantas processadoras de carnes e ovos, além de diversos outros serviços e tecnologias voltadas às cadeias avícola e suinícola latino-americana. Segundo os organizadores do evento, são esperados nesta edição mais de 20 mil visitantes - 10% deles, estrangeiros - em busca de novidades e lançamentos para o aprimoramento da produção. Entre as atrações, o VII Seminário Internacional de Aves e suínos trará para a capital catarinense 61 especialistas do setor para a realização de painéis e cursos teóricos e práticos.

Em 1994, a ABCS contratou a empresa Francisco Rojo Marketing de Alimentos, de São Paulo, para identificar, através de pesquisas, os principais gargalos da comercialização da carne suína no Brasil. O trabalho foi confirmado dez anos depois, em 2004. Ficou claro, nas duas oportunidades, que as principais restrições ao incremento do consumo da carne suína no Brasil são as seguintes:

a) preconceito com relação ao impacto sobre a saúde do consumidor; b) cortes pouco práticos, na perspectiva do cliente; c) cortes volumosos, quase sempre associados a eventos festivos; d) apresentação inadequada nos pontos-de- venda, quase sempre associada à gordura; e) percepção de preço elevado.

Os resultados da pesquisa foram trabalhados pela ABCS nos últimos 12 meses. A análise criteriosa

Os resultados da pesquisa foram trabalhados pela ABCS nos últimos 12 meses. A análise criteriosa e aprofundada desses dados foi o ponto de partida para a estruturação de uma Política Nacional de Marketing para a Carne Suína. Estruturada em duas etapas bem distintas, a Política de Marketing da ABCS para a carne suína recebeu um lema sugestivo:

“UM NOVO OLHAR SOBRE A CARNE SUÍNA”

São as seguintes as etapas de implementação da política: Primeira etapa PREPARAÇÃO DA CADEIA PRODUTIVA Segunda etapa DIVULGAÇÃO DA PROPOSTA EM MÍDIAS DE MASSA Está sendo realizada, desde já, a preparação da cadeia produtiva, aqui entendida de forma ampla, para incluir, inclusive, o varejo, que tem a responsabilidade de apresentar nosso produto ao consumidor final. Numa segunda etapa, vamos falar das qualidades do nosso produto para o grande público através da televisão, do rádio, dos jornais e das revistas as mídias de massa. Claro que, antes de fazermos propaganda da carne suína, precisamos ter certeza de que nossos produtos chegam aos pontos-de-venda com qualidade, saudabilidade e no formato que os consumidores de hoje esperam. Quando os consumidores atenderem ao chamamento da mídia, é indispensável ter a certeza de que os produtos estarão nos pontos-de-venda em quantidade, diversidade e com preços adequados.

2 – MERCADO BRASILEIRO E MUNDIAL: Segundo a Associação Paulista de Criadores de Suínos, a

2 MERCADO BRASILEIRO E MUNDIAL:

Segundo a Associação Paulista de Criadores de Suínos, a Bolsa de Suínos, reunida no dia de ontem (01) comercializou 6.740 cabeças com preços em R$ 60,00/@ a R$ 61,00/@. Em quilo, respectivamente, R$ 3,20 a R$ 3,25/Kg vivo.

A próxima Bolsa será realizada na segunda-feira (08/09) em Campinas/SP.

Suíno vivo

GO

R$3,40

MG

R$3,30

SP

R$3,25

RS

R$3,06

SC

R$2,95

PR

R$2,98

MS

R$3,20

MT

R$2,95

Geografia e consumo da carne suína apresentam tendências positivas ao Brasil O consumo do produto deve dobrar na próxima década, segundo especialista. AGROLINK

dobrar na próxima década, segundo especialista. AGROLINK Terminou na última sexta-feira (29-08) o 8° Seminário

Terminou na última sexta-feira (29-08) o 8° Seminário Internacional de Suinocultura, que reuniu desde quarta- feira (27-08) cerca de 550 pessoas, entre suinocultores, técnicos e dirigentes de cooperativas e agroindústrias, no Guarujá, litoral paulista. Promovido pelas empresas Agroceres Nutrição animal e Agroceres PIC, o evento de debateu a produção e a comercialização dos suínos, através de temas sobre a geografia da carne suína e as preferências do consumidor.

Steve Meyer, diretor presidente da Paragon Economics, de Des Moines-Iowa – EUA, apresentou a palestra “Onde serão produzidos os suínos no futuro”. E apesar do tema, Meyer revelou que a geografia da produção suinícola pouco mudará no cenário mundial. A China continuará produzindo carne suína mais que qualquer outro país, seguida pelos Estados Unidos, Canadá e o Brasil. A maior alteração acontece no Leste Europeu, especialmente na Romênia, Hungria, Polônia e Rússia, onde a suinocultura pode crescer de forma dramática, deixando a União Européia auto-suficiente na produção de carne suína.

O

Brasil,

segundo

Meyer,

possui

uma

suinocultura

valiosa

e

até

mais

tecnificada que nos Estados Unidos. O problema ainda esbarra nas restrições sanitárias, mas a regionalização

tecnificada que nos Estados Unidos. O problema ainda esbarra nas restrições sanitárias, mas a regionalização da produção pode tornar o Brasil mais competitivo. “Um fator é decisivo: será competitivo na suinocultura quem é competitivo na produção de grãos e conseqüentemente de ração.”, concluiu.

Mercado Consumidor - “O consumo de carne suína vai dobrar na próxima década”, essa foi uma das declarações do segundo palestrante de hoje, Andrzej Sosnicki, especialista em ciência da carne, que apresentou como atender as exigências do mercado consumidor. Segundo ele, para consumidores desenvolvidos, como Japão e Coréia, por exemplo, o preço não é fator decisivo na compra e sim a qualidade, aparência e sabor da carne suína.

Neste leque de preferências, Andrzej explica que com um único produto genético não será possível atender diferentes mercados. “É praticamente impossível atender o mercado da Coréia e da Irlanda criando um único produto final. Enquanto um deseja uma carne marmorizada outro deseja uma carne mais gorda”, explica. As informações são da assessoria de imprensa da Agroceres Nutrição animal e Agroceres PIC.

Eventos | 29/08/2008 | 17h50min Especialistas avaliam que Brasil está em vantagem no mercado mundial de suínos

Evento realizado em São Paulo discutiu o trabalho dos produtores brasileiros e o futuro da atividade no mundo Sebastião Garcia, Guarujá (SP) | reportagem@canalrural.com.br O Brasil está em vantagem no mercado mundial de suínos, de acordo com a avaliação de especialistas que participaram nesta semana, em São Paulo, do 8º Seminário Internacional de Suinocultura. O evento, que aconteceu no Guarujá, litoral paulista, terminou nesta sexta, dia 29. O trabalho dos produtores brasileiros e o futuro da atividade no mundo foram discutidos por mais de 600 profissionais da área. O agricultor Jorge Longhi Neto, que planta milho e cria suínos no interior de São Paulo, é um exemplo típico do produtor do futuro, como dizem os especialistas. Quando o assunto é suinocultura, ele não perde um discussão e afirma saber que aqui ou lá fora, o que acontece no mercado, reflete no seu bolso. Eu aprendi um pouco de globalização. O mundo hoje é globalizado. Quanto mais a gente fica sabendo que o consumo externo e interno é maior, mais porcos nós vamos produzir pra poder vender. "Os suinocultores brasileiros são os mais capicitados, os mais modernos, em termos de produção, e os mais competitivos", de acordo com o economista americano Steve Meyer. Ele palestrou no seminário sobre o futuro da atividade no mundo.

Meyer comparou a produção brasileira na suinocultura com a de outras potências, como Estados Unidos

Meyer comparou a produção brasileira na suinocultura com a de outras potências, como Estados Unidos e Argentina. Por causa da disponibilidade de matéria-prima para a alimentação animal, que reduz o custo, da disponibilidade de causa da mão-de-obra e das maiores possibilidade de exportação, o Brasil, está em vantagem e serve de exemplo para o restante do mundo.

Eu acho que a indústria suína do Brasil é uma das que se desenvolve mais

rapidamente. E os produtores brasileiros são os mais profissionais. Adotam técnicas e melhoram o tempo todo. É assim que todos deveriam fazer para

competir economicamente em níveis internacionais afirmou o economista.

O trabalho feito em Santa Catarina, o Estado que mais produz e mais exporta,

é referência para esta boa imagem do Brasil. Nelson Pasqual, empresário que cria mais de 8,5 mil animais, falou da sua experiência no congresso. Ele

explicou por que lá o trabalho é tão reconhecido. Melhor do que isso, disse o que é preciso para que outros produtores também o façam e para que a atividade se mantenha assim.

Para que se garanta o sucesso do futuro é necessário que se faça cada um o

seu tema de casa. A agroindústria, por sua vez, precisa ser muito eficiente no produto que ela elabora, porque a competitividade internacional também tem outras indústrias do mesmo porte buscando estes mercados. Tem que fazer cada um a sua parte dentro da cadeia de produção.

O gerente de mercado Alexandre Rosa também conhece bem o mercado, pois

trabalha com nutrição animal. Ele é um dos gerentes de uma das maiores

empresas do setor, a mesma que promoveu o seminário. Rosa lembra que 65% da suinocultura brasileira é hoje tecnificada e que o país tem mesmo os maiores potenciais do mercado, mas que não é tudo ainda.

A cadeia nossa está em franca organização. Não podemos considerar um

cadeias totalmente organizada ainda por que a suinocultura brasileira vem passando por uma transformação, mas é uma transformação natural. É uma consolidadação da cadeia, mas acho que rapidamente a gente vai ter um sucesso muito forte. E já hoje no mundo o Brasil praticamente é o único país de peso que vai tendo uma rentabilidade satisfatória e isso já é um ponto positivo na nossa atividade.

Suíno: Tendência de alta no médio e no longo prazo

Suíno: Tendência de alta no médio e no longo prazo Entre as carnes, a suína é
Suíno: Tendência de alta no médio e no longo prazo Entre as carnes, a suína é

Entre as carnes, a suína é a única que acumulou desvalorização em abril no atacado da Grande São Paulo. A carcaça comum suína teve uma queda de 2,1% no mês de abril. Comparando-se abril deste ano ao mesmo período de 2007, verifica-se que a carne suína obteve o maior aumento em relação às carnes concorrentes. No período, a carcaça comum suína teve alta de mais de 61%, enquanto a carcaça bovina valorizou cerca de 44% e a de frango resfriado, por volta de 3,5%, todas na Grande São Paulo. Diferentemente dos anos anteriores, quando se observava um excesso de oferta, neste ano, o

maior controle da produção somado ao bom desempenho das exportações têm restrita. resultado em oferta

maior controle da produção somado ao bom desempenho das exportações têm

restrita.

resultado

em

oferta

As exportações mensais de carne suína tiveram uma queda em volume no mês de março, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Carne Suína (Abipecs). No mês passado, foram embarcadas 42,7 mil toneladas de carne suína, uma retração de 2,2% ante as vendas de 43,7 mil toneladas do mesmo período do ano anterior. Apesar da queda das vendas em volume, em receita, as vendas externas de carne suína seguem em sentido oposto. Em março, a receita atingiu US$ 102,65 milhões, um desempenho 29% superior ao observado no mesmo período do ano passado, quando as exportações chegaram US$ 79,5 milhões. No acumulado do trimestre, as vendas de carne suína ao exterior totalizam 111,12 mil toneladas, 6,3% a menos do que o volume exportado em igual período do ano passado. A receita das exportações cresceu 19,4% nos três primeiros meses deste ano, passando de US$ 219,95 milhões entre janeiro e março do ano passado para os atuais US$ 262,69 milhões. Segundo a Abipecs,

o destaque do primeiro trimestre do ano são as vendas para Hong Kong.

O país é o segundo maior importador

de carne suína brasileira, com um crescimento de 118,5% na receita e de 51,5% nos volumes exportados entre janeiro e março deste ano. A Rússia segue como o principal cliente do Brasil no mercado de carne suína. Apesar disso, nos primeiros meses do ano as vendas registram uma queda de 18,8% no volume exportado devido ao resultado ruim registrado no mês de janeiro. Em receita, no entanto, as vendas para os russos cresceram 4,3% no trimestre.

as vendas para os russos cresceram 4,3% no trimestre. Atualmente, o consumo de carne suína em

Atualmente, o consumo de carne suína em diversas partes do mundo é extremamente elevado. Absoluto nas gôndolas internacionais e nas mesas das famílias chinesas, dinamarquesas, russas, entre outros países de grande consumo, o produto é hoje a carne mais consumida do mundo. Em dados numéricos, o setor representa 39% de todo o consumo de carne mundial, seguido pela de aves e bovinos. Curiosamente, contrapondo-se ao consumo, o Brasil detém hoje o quarto maior plantel suíno do mundo, com um rebanho superior a 37 milhões de cabeças que, em 2007, foi responsável por uma produção de 3 milhões de toneladas. Destaque especial para a região Sul. O Estado de Santa Catarina lidera o ranking dos maiores produtores de suínos do país com 8,9 milhões de cabeças, seguido por Rio Grande do Sul, com 6,1 milhões, e Paraná, com 5,1 milhões, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs). Na ausência de consumidores brasileiros, o país mantém o comércio quase a totalidade (99%) de produtos in natura, segundo a Abipecs com grandes potências

consumidoras, como a Rússia, o que o faz também o quarto maior exportador do globo.

consumidoras, como a Rússia, o que o faz também o quarto maior exportador do globo. No ano passado, o Brasil faturou US$ 1,23 bilhão somente com as exportações. Se, por um lado, a venda para o mercado internacional possa ser financeiramente mais vantajosa, por outro, as sanções e embargos criam grandes problemas para a atividade. O grande exemplo disto foi o embargo russo ocorrido em 2005, decorrente do aparecimento de focos de febre aftosa no Paraná e Mato Grosso. A conseqüente super oferta descompassada com a demanda interna e o aumento de insumos como o milho que sofreu reajuste de 44% entre novembro de 2006 e 2007, frente os 28% de aumento do suíno vivo no mesmo período - promoveram grandes problemas para o produtor até meados de 2007. Superadas as tempestades com a retomada da exportação Russa (principal consumidor da carne suína brasileira, com 45% da pauta da exportação e embarque de 278 mil toneladas) e a expansão das exportações para os Tigres Asiáticos em 2007, como Hong Kong (aumento de 43% em relação a 2006, com 106 mil toneladas embarcadas) e Cingapura (crescimento de 26%, com quase 32 mil toneladas exportadas), o Brasil vê sua pauta de exportação chegar a 606 mil toneladas, retomando níveis próximos ao ano de 2005, quando o país atingiu 625 mil toneladas. Fonte: Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica

Maio/2008

Aumento do consumo interno de carne suína está no centro das ações para fomentar toda cadeia produtiva

Produção Os chineses são os maiores produtores de carne suína do mundo, enquanto o Brasil aparece em quarto lugar no ranking. A expectativa dos criadores é de que neste ano a produção chegue a 3 milhões de toneladas no país.

Nós temos hoje, sem dúvida alguma, uma das melhores suinoculturas mundiais em aspectos produtivos, em aspectos reprodutivos. Em toda essa questão de produtividade nós estamos bem assistidos, mas a questão sanitária ainda nos aflige, principalmente a febre aftosa. Então, o desafio do setor é buscar uma maneira de cercar a suinocultura e de mostrar isso ao mundo: que a nossa suinocultura tem a bioseguridade, que não deixa nada a dever as melhores suinoculturas mundiais ressaltou o diretor técnico Associação Brasileira dos Criadores de Suinos, Fabiano Coser.

Dalcin

Por:

Cristiano

Fonte: Canal Rural

Atualmente, o consumo de carne suína em diversas partes do mundo é extremamente elevado. Absoluto nas gôndolas internacionais e nas mesas das famílias chinesas, dinamarquesas, russas, entre outros países de grande consumo, o produto é hoje a carne mais consumida do mundo. Em dados numéricos, o setor representa 39% (FAO, 2005) de todo o consumo de carne

mundial, seguido pela de aves e bovinos. Entretanto, este quadro não se repete no mercado

mundial,

seguido

pela

de

aves

e

bovinos.

Entretanto, este quadro não se repete no mercado brasileiro. Seguindo a ordem inversa do restante do mundo, o Brasil tem na suinocultura sua terceira mais consumida fonte de proteína animal. Para se ter uma idéia, enquanto alguns dos países com os maiores Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e Produto Interno Bruto (PIB) do mundo registram um alto consumo per capta - por exemplo, Áustria (73,1 kg per capita), Espanha (67,4 kg), Alemanha (66,4 kg), Dinamarca (64,7 kg), Itália (42,9 kg) - no Brasil, o consumo não passa de 13 quilos. Deste número, a maior parte (60%) é de embutidos, segundo a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).

número, a maior parte (60%) é de embutidos, segundo a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos
número, a maior parte (60%) é de embutidos, segundo a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos
3 – PRODUÇÃO BRASILEIRA E MUNDIAL: Curiosamente, contrapondo-se ao consumo, o Brasil detém hoje o

3PRODUÇÃO BRASILEIRA E MUNDIAL:

Curiosamente, contrapondo-se ao consumo, o Brasil detém hoje o quarto maior plantel suíno do mundo, com um rebanho superior a 37 milhões de cabeças que, em 2007, foi responsável por uma produção de 3 milhões de toneladas. Destaque especial para a região Sul. O Estado de Santa Catarina lidera o ranking dos maiores produtores de suínos do país com 8,9 milhões de cabeças, seguido por Rio Grande do Sul, com 6,1 milhões, e Paraná, com 5,1 milhões, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Produtora e

(Abipecs).

Na ausência de consumidores brasileiros, o país mantém o comércio quase a totalidade (99%) de produtos in natura, segundo a Abipecs com grandes potências consumidoras, como a Rússia, o que o faz também o quarto maior exportador do globo. No ano passado, o Brasil faturou US$ 1,23 bilhão somente com as exportações de carne suína.

Se, por um lado, a venda para o mercado internacional possa ser financeiramente mais vantajosa, por outro, as sanções e embargos criam grandes problemas para a atividade. O grande exemplo disto foi o embargo russo ocorrido em 2005, decorrente do aparecimento de focos de febre aftosa no Paraná e Mato Grosso. A conseqüente super-oferta descompassada com a demanda interna e o aumento de insumos como o milho que sofreu reajuste de 44% entre novembro de 2006 e 2007, frente os 28% de aumento do suíno vivo no mesmo período - promoveram grandes problemas para o produtor até

meados

2007.

de

Superadas as tempestades com a retomada da exportação para a Russia (principal consumidor da carne suína brasileira, com 45% da pauta da exportação e embarque de 278 mil toneladas) e a expansão das exportações para os Tigres Asiáticos em 2007, como Hong Kong (aumento de 43% em relação a 2006, com 106 mil toneladas embarcadas) e Cingapura (crescimento de 26%, com quase 32 mil toneladas exportadas), o Brasil vê sua pauta de exportação chegar a 606 mil toneladas, retomando níveis próximos ao ano de 2005, quando o país atingiu 625 mil toneladas.

Para diminuir a dependência dos embarques internacionais, o setor está apostando em parcerias e promovendo uma série de ações que unem toda a cadeia produtiva em prol de um único objetivo: atingir o consumidor que não exige a travessia de oceanos, que está aqui mesmo e aprecia a carne suína.

Entre as principais ações promovidas pelo setor no ano está a 6ª Feira da Indústria

Entre as principais ações promovidas pelo setor no ano está a 6ª Feira da Indústria Latino-Americana de Aves e Suínos - AveSui 2008, única feira do continente a unir todos os segmentos da suinocultura e avicultura. Promovida entre 13 e 15 de maio no Centro de Convenções de Florianópolis (SC), a feira será um centro de oportunidades, reunindo em um único espaço mais de 250 empresas entre elas, 48 estrangeiras dos diversos setores da cadeia produtiva. Mais de 20 mil visitantes (10% deles, estrangeiros) são esperados

nesta

edição

do

evento.

APOSTA

NA

INFORMAÇÃO

Visando fomentar estratégias para o consumo interno, a feira promoverá o Painel de Marketing da Carne Suína, com alguns dos principais nomes da suinocultura brasileira. Nomes como Rubens Valentini (presidente da ABCS), Edson Lupatini (secretário nacional de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), Sussumu Honda (presidente da Abras), Pedro Camargo Neto (presidente da Abipecs), entre outros, estarão

presentes para falar sobre as iniciativas do setor para aumentar o consumo da

carne

Brasil.

suína

no

Entre as ações do setor, destaca-se a campanha "Novos Olhares sobre a Carne Suína", que visa aumentar as opções de carne suína in natura nas

gôndolas do supermercado com novos cortes assim como a carne bovina, que conta com contrafilé, file mignon, entre outros. A campanha será um dos

focos

da

edição

 

deste

ano

da AveSui.

"O

objetivo

da

AveSui,

além

de

fomentar

o

mercado

com

produtos

e

tecnologias,

é

fazer

com

que

o

produtor

entre

em

contato

com

novas

estratégias que sejam favoráveis ao setor. Para o suinocultor, pensar em

mercado interno é fazer com que a produção ganhe força para expandir os

horizontes. Fortalecer o consumo brasileiro é fundamental para que não passemos por mais apuros diante de crises no mercado internacional", ressalta

Alexandre

Aidar,

diretor

de

Comunicação

da

que

promove

 

a

feira.

O

evento contará ainda com diversas atrações que proporcionarão um extenso

e

diversificado leque de informações para quem busca aprimorar seu método

produtivo e sua participação no mercado. Uma delas é o VII Seminário Internacional de Aves e Suínos, que contará com renomados especialistas do Brasil e do exterior para discutirem questões relativas à produção e mercado.

Além disto, haverá também vários cursos técnicos, como o I Curso Prático de

Cortes da Carne Suína, o Curso Prático de Manejo de Leitões, o Curso de Tipificação

Cortes da Carne Suína, o Curso Prático de Manejo de Leitões, o Curso de Tipificação de Carcaças e o Curso Melhorando a Rentabilidade com os Novos Cortes da Carne Suína, realizado em parceria com a Embrapa Suínos e Aves. Painéis de negócios, com temas relacionados ao Marketing e Varejo de Carnes, completarão a programação do evento.

MAIS

INFORMAÇÕES

da

de

e

AveSui Telefone: (11) 2118-3133

 
Produção de carne suína no Brasil (mil toneladas) 2002-2007 Alojamento de matrizes no Brasil (mil

Produção de carne suína no Brasil (mil toneladas)

2002-2007

de carne suína no Brasil (mil toneladas) 2002-2007 Alojamento de matrizes no Brasil (mil cabeças) 2002-2007

Alojamento de matrizes no Brasil (mil cabeças)

2002-2007

Alojamento de matrizes no Brasil (mil cabeças) 2002-2007 Fonte: Abipecs e Embrapa - Levantamento Sistemático da

Fonte: Abipecs e Embrapa - Levantamento Sistemático da Produção e Abate de Suínos (LSPS)

Produção de suínos no Brasil (mil cabeças) 2002-2007 Fonte: Abipecs e Embrapa - Levantamento Sistemático

Produção de suínos no Brasil (mil cabeças)

2002-2007

Produção de suínos no Brasil (mil cabeças) 2002-2007 Fonte: Abipecs e Embrapa - Levantamento Sistemático da

Fonte: Abipecs e Embrapa - Levantamento Sistemático da Produção e Abate de Suínos (LSPS)

Abates de suínos por tipo de certificação e auto-consumo no Brasil (milhões de cabeças) 2004-2007

Abates de suínos por tipo de certificação e auto-consumo no Brasil (milhões de cabeças)

2004-2007

e auto-consumo no Brasil (milhões de cabeças) 2004-2007 Fonte: Abipecs e MAPA Brasil: características do 4º

Fonte: Abipecs e MAPA

Brasil: características do 4º maior produtor e exportador mundial de carne suína

Quarto maior exportador mundial de carne suína, o Brasil produziu 2,825

crescido

acentuadamente desde 1990 e hoje representa 2,68 % do total de carne suína

mundo.

milhões

de

toneladas

em

2006.

Sua

no

participação

mundial

tem

produzida

Evolução da participação do Brasil na produção mundial de carne suína, 1970

a

2006

Fonte: L. Roppa, 2007. Brasil: Evolução do plantel total de suínos O Brasil tem,
Fonte: L. Roppa, 2007. Brasil: Evolução do plantel total de suínos O Brasil tem,

Fonte:

L.

Roppa,

2007.

Brasil:

Evolução

do

plantel

total

de

suínos

O Brasil tem, atualmente, um plantel de 34 milhões de cabeças e estima-se que 400 mil pessoas dependam diretamente da cadeia produtiva da suinocultura brasileira. O valor da cadeia produtiva da suinocultura é estimado em U$ 1,8 bilhões. Em 1970, o plantel era de 31,5 milhões de cabeças e a produção havia sido de 705 mil toneladas. Em 2006, com 32 milhões de cabeças, a produção aumentou para 2,825 milhões de toneladas. Portanto, em 36 anos, o crescimento do plantel foi de apenas 1,6% enquanto a produção aumentou 300%. Estes números exemplificam, claramente, a evolução tecnológica do setor nesse período, graças a um forte trabalho dos técnicos e criadores nas áreas de genética, nutrição e manejo.

Histórico do Plantel de suínos no Brasil (Milhões cabeças) Brasil: Plantel de Matrizes
Histórico
do
Plantel
de
suínos
no
Brasil
(Milhões
cabeças)
Brasil:
Plantel
de
Matrizes

O rebanho brasileiro é formado, atualmente, por 2,428 milhões de matrizes. Desse total, 1,514 milhões são consideradas “fêmeas tecnificadas” e são criadas nas regiões Sul, Sudoeste e Centro Oeste. Os restantes 0,914 milhões de matrizes são consideradas “não tecnificadas” e a maioria é criada nas regiões Norte e Nordeste. As principais genéticas fornecedoras de matrizes no Brasil são a PIC, Dalland, Dan Bred, Pen Ar Lan e Genetic Pork. Os dados oficiais da evolução do número de Matrizes estão mostrados abaixo.

Brasil:

Matrizes

alojadas

por

Região,

2006

(Milhões

cabeças)

(Fonte: ABIPECS,   2007). Brasil: oferta e demanda de carne suína, 2000 a 2006
(Fonte: ABIPECS,   2007). Brasil: oferta e demanda de carne suína, 2000 a 2006

(Fonte:

ABIPECS,

 

2007).

Brasil:

oferta

e

demanda

de

carne

suína,

2000

a

2006

No Quadro 23, podemos observar o resumo dos dados de oferta e demanda da

produção de carne suína no Brasil no período de 2000 a 2006. A produção

cresceu de 2,558 para 2,825 milhões de toneladas, mas, com o aumento das exportações, a disponibilidade interna caiu de 2,42 para 2,35 milhões de toneladas. Com isso, o consumo per capita que havia atingido 14,3 kg em

2000,

caiu

para

12,5

kg.

Carne

Suína:

Oferta

e

demanda

no

Brasil,

2000

a

2006

(Mil

Toneladas)

(Fonte:

Brasil, 2000 a 2006 (Mil Toneladas) (Fonte: ABCS, ABIPECS, ICEPA) A evolução histórica da produção

ABCS,

ABIPECS,

ICEPA)

A evolução histórica da produção de carne suína no Brasil é mostrada no Gráfico a seguir. A queda na produção nos anos 2003 e 2004, foi causada pela forte crise do setor em virtude do excesso de produção verificado em 2002.

Histórico

da

Produção

de

carne

suína

no

Brasil

(Milhões

Histórico da Produção de carne suína no Brasil (Milhões T.) Brasil: Produção de carne suína por

T.)

Brasil:

Produção

de

carne

suína

por

região

geográfica

Nos números abaixo, podemos ver a produção de carne suína por região

geográfica, expressa em Milhões de Toneladas produzidas. Como podemos observar, a região Sul detém 58%

geográfica, expressa em Milhões de Toneladas produzidas. Como podemos observar, a região Sul detém 58% da produção do país. É a região onde predomina o sistema de integração e o forte parque industrial das

Agroindústrias. A região Sudeste, onde predomina o suinocultor Independente, tem uma participação de 17,7%. A região Centro Oeste, que é considerada a nova fronteira de produção de carnes e grãos no Brasil, continua sua

expansão, participando atualmente

14%.

Brasil: Evolução da produção de Carne Suína por região geográfica, 2002 a

2006

(em

milhões

de

T)

por região geográfica, 2002 a 2006 (em milhões de T) Fonte: ABIPECS, 2007. Brasil: evolução do

Fonte: ABIPECS, 2007.

Brasil: evolução do consumo de carne suína A carne suína é a mais consumida no Mundo, mas, no Brasil, ela perde na preferência para a carne Bovina e de Frango. Cerca de 65 % da carne suína consumida no Brasil é sob a forma industrializada e apenas 35% sob a forma “in natura”, o que dificulta seu maior consumo em períodos de retração econômica. Como 65% da carne suína é comercializada sob a forma de embutidos, que custam mais caro que a carne “in natura” e são consumidos por pessoas de melhores salários, a queda no poder aquisitivo afeta diretamente o seu consumo. Em 2006, o brasileiro consumiu apenas 12,5 kg de carne suína.

Histórico do Consumo de carne suína no Brasil (kg/habitante/ano) Fonte: L. Roppa, 2007. Brasil:
Histórico
do
Consumo
de
carne
suína
no
Brasil
(kg/habitante/ano)
Fonte:
L.
Roppa,
2007.
Brasil:
Exportações
de
carne
suína
As
exportações
brasileiras
de
carne
suína
têm
mostrado
um
grande

crescimento nos últimos anos devido à sua excelente competitividade. Como

vemos abaixo, em 2000, o Brasil exportava 127 mil toneladas. Em 2006, com as 525

vemos abaixo, em 2000, o Brasil exportava 127 mil toneladas. Em 2006, com as 525 mil toneladas exportadas, confirmou a posição de quarto maior exportador mundial, atrás apenas da Dinamarca, Estados Unidos e Canadá.

Evolução das exportações brasileiras de carne suína, 2000 a 2006 (em mil toneladas)

brasileiras de carne suína, 2000 a 2006 (em mil toneladas) (Fonte: ABIPECS, 2007). O Brasil exporta

(Fonte:

ABIPECS,

2007).

O Brasil exporta 18,5% do total de carne suína que produz, sendo o restante consumido no mercado interno, por seus 185 milhões de habitantes. A Rússia

é o maior importador de carne suína brasileira, sendo responsável por 55% do total das exportações. Esta dependência da Rússia foi maior no passado, chegando a constituir 75% dos volumes. A queda das exportações em 2006 foi devida exatamente a esta dependência: a Rússia proibiu a importação de alguns estados brasileiros o que ocasionou a queda no volume total exportado

no

ano.

Brasil:

O

desafio

do

Consumo Interno

Um dos maiores potenciais para o aumento da produção de carne suína no Brasil é o seu mercado interno. Com uma população atual de 185 milhões de habitantes e com uma perspectiva de atingir mais de 200 milhões em 2015, qualquer aumento de consumo pode representar um forte desafio para a produção. Abaixo, exemplificamos o que poderia ser este aumento levando em

consideração 2 situações: na primeira, o consumo continuaria exatamente igual ao de hoje (12,5 kg/habitante). Neste caso, em 2015, com o aumento da população para 201 milhões, teríamos que produzir 207 mil toneladas a mais de carne suína. Para isso, seria necessário acrescentar 115 mil matrizes ao plantel atual, levando-se em conta que cada matriz teria que produzir 1,8

ano.

toneladas

Na segunda hipótese, que poderíamos chamar de “Desafio”, mostramos o que teríamos que produzir em 2015, caso o consumo per capita dos brasileiros

crescesse para 16 quilos. Neste caso, a produção deveria crescer em 0,9

milhões de toneladas e para isso seria necessário crescer o plantel em 500 mil matrizes. Todo este aumento estaria baseado apenas no aumento no consumo interno, admitindo que as exportações continuassem na mesma posição atual

T).

(525

de

carne

por

mil

Brasil: Perspectiva de aumento na produção em função do aumento no

Interno.

Consumo

atual T). (525 de carne por mil Brasil: Perspectiva de aumento na produção em função do
(*) Taxa de Crescimento: 1,11%/ano (CIA, The World Fact Book) (**) 1 porca x 24

(*)

Taxa

de

Crescimento:

1,11%/ano

(CIA,

The

World

Fact

Book)

(**)

1

porca

x

24

suínos/ano

x

75

kg

carcaça

=

1,8

T/ano

Fonte: L.Roppa, 2007.

Brasil - IBGE: SC é o maior produtor suíno e o PR, de frango A Região Sul concentra 45,4% do rebanho brasileiro de suínos e Santa Catarina, isoladamente, é o principal Estado produtor, com 20,4% dos animais, segundo mostra a pesquisa Pecuária Municipal 2006, divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a pesquisa, o Brasil é o quarto maior produtor mundial de suínos, atrás da China, União Européia e Estados Unidos. O efetivo nacional no dia 31 de dezembro de 2006 foi de 35,2 milhões de cabeças, com um aumento de 3,3% em relação a 2005. Segundo o documento de divulgação da pesquisa, há efetivos relevantes distribuídos pelo Nordeste (15,6%) e Sudeste (17,2%).

O principal município produtor de suínos no Brasil é Uberlândia (MG), com 538.203 cabeças e aumento de 9,9% em 2006. No mercado externo, houve queda de cerca de 16,4% no volume exportado de carne suína do Brasil, comparado com 2005. Um dos motivos apontados foi a restrição ao produto imposta pela Rússia. Frangos A pesquisa do IBGE mostra também que em 31

de dezembro de 2006, existiam no Brasil 821,5 milhões de unidades de frangos, o que representou um acréscimo de 1,1% em relação a 2005. Desse total, 49,9% estavam localizados na Região Sul e 19,6% no Paraná, principal

produtor.

Estado

A Região Sudeste é a segunda principal produtora de frangos, com 27,9% do efetivo, alojados, sobretudo, em São Paulo (17,0%). O maior crescimento no rebanho de frangos no ano passado ocorreu no Sudeste (2,4% ante 2005), com a taxa mais elevada registrada em São Paulo (4,6%). A Região Sul apresentou alta de 1,7%, com a principal expansão do efetivo ocorrendo no Paraná (5,9%). Quanto à criação de galinhas, havia, no último dia do ano passado, 191,6 milhões de unidades no País, volume 2,7% maior que o registrado no ano anterior. A pesquisa do IBGE destaca que o Brasil é o terceiro maior produtor mundial de carne de frango, atrás dos EUA e da China.

Em 2006, as vendas externas brasileiras desse produto registraram queda de 6,4% em relação a 2005, "em decorrência da retração mundial do consumo desse produto, atribuída à epidemia de gripe aviária". Os técnicos do IBGE observam que a carne de frango brasileira que, a princípio, seria destinada à exportação, foi redirecionada para o mercado interno.

Fonte: Agência Estado

4 – SITUAÇÃO DA EXPORTAÇÃO: Meta brasileira de exportação de carnes este ano é de

4SITUAÇÃO DA EXPORTAÇÃO:

Meta brasileira de exportação de carnes este ano é de US$ 3,8 bilhões

Seja consolidando sua posição junto a consumidores tradicionais ou incrementando vendas em novos mercados, o Brasil projeta exportar este ano US$ 3,8 bilhões em carnes de diferentes espécies, segundo informa a Agência Brasil. Essa meta de exportação foi manifestada pelo ministro interino da Agricultura e do Abastecimento, Márcio Fortes, ao falar em seminário sobre saídas para a carne gaúcha, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), encontro promovido pelo Sindicato da Indústria da Carne do Rio Grande do Sul (Sicadergs), com patrocínio do Ministério da Agricultura. Ele disse que o Brasil deverá vender mais carne bovina para mercados como a Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes e França. A carne suína terá novos mercados na Rússia e África do Sul, e o frango, na Alemanha, Países Baixos e Rússia. Fortes disse que a produção da carne brasileira de bovinos aumentou 28%, a de suínos 48%, e a de frango, 75%, entre 1995 e 2000. No mesmo seminário, o diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), Ênio Marques, afirmou que o país não chegou a registrar prejuízos nas exportações de carne, devido à ocorrência de focos da febre aftosa no Rio Grande do Sul. Explicou que o mercado perdido pela carne gaúcha foi ocupado pela de outros estados exportadores. Afirmou também que o Rio Grande do Sul precisará buscar outros mercados quando encerrar o episódio da aftosa. Ele prevê que, em sessenta dias, o estado terá condições de voltar a exportar.

Data:25-07-2001

Já as vendas externas de carne suína subiram 18,2% em relação ao mesmo mês de 2007, atingindo US$ 137,1 milhões, conforme os números compilados pela Brascan. O volume vendido foi de 42,1 mil toneladas (-29,9%), com alta de 68,1% no preço médio.

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4 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 1. www.avisui.com.br 2. Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica Maio/2008 3. Abipec

4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

4 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 1. www.avisui.com.br 2. Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica Maio/2008 3. Abipec

2. Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica Maio/2008

3. Abipec e Embrapa