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UFCD 3516

Instituições de
apoio familiar e
à comunidade
Curso: Assistente Familiar e de Apoio à
Comunidade

Formadora Isabel Mota


Perfil de saída

Prestar cuidados de apoio direto a pessoas no domicílio ou em


situação de internamento ou semi-internamento em
estabelecimentos e serviços de apoio social, respeitando as
indicações da equipa técnica e os princípios deontológicos.
Principais atividades

➢Preparar o serviço relativo aos cuidados a prestar,


selecionando, organizando e preparando os materiais, os
produtos e os equipamentos a utilizar.
➢Prestar cuidados básicos de higiene, de conforto e de
saúde aos assistidos, de acordo com as orientações da
equipa técnica.
➢Executar as tarefas relativas ao serviço de refeições, de
acordo com as orientações da equipa técnica.
Principais atividades

➢Executar as tarefas de limpeza e arranjo dos espaços, dos


equipamentos e da roupa.
➢Colaborar na prevenção da monotonia e do isolamento dos
assistidos, de acordo com as orientações da equipa técnica.
➢Articular com a equipa técnica, transmitindo a informação
pertinente sobre os serviços prestados, referenciando,
nomeadamente, situações anómalas respeitantes aos
assistidos.
Recursos físicos e materiais

CARÁTER FORMADOR DOS ESPAÇOS


❖ As infraestruturas são essenciais no desenvolvimento das pessoas. A forma
como as instituições usam o espaço, as relações interpessoais e a interação
com a comunidade também são importantes para atingirem os seus

objetivos.

❖CONSCIÊNCIA
Com a intervenção de todos/as, evita-se o desperdício. Todos/as podem
colaborar para a limpeza do espaço
Recursos físicos e materiais
❖AUTONOMIA
Sempre que possível, deve responsabilizar-se os
frequentadores dos serviços pela utilização, manutenção e
arrumação dos materiais, dando-lhes confiança e autonomia
para tal. Assim, exercem o poder de escolha e exercitam o
respeito à vez do próximo.

❖CIDADANIA
Transmitir valores relacionados com a cidadania deve ser um
dos objetivos principais das instituições.
Recursos físicos e materiais
❖COMUNICAÇÃO
Os corredores são espaços por onde todos circulam e, por isso,
perfeitos para propiciar trocas entre toda a comunidade. Todos os
elementos presentes numa instituição devem promover a
comunicação adequada entre eles próprios, os frequentadores e a
comunidade.

❖ORGANIZAÇÃO
A exposição dos trabalhos realizados pelos utentes em locais visíveis
e acessíveis favorecem a apreciação dos mesmos pelos colegas e
outros. A distribuição nas paredes deve buscar a valorização dos
indivíduos, contribuindo para o aumento da autoestima.
Recursos físicos e materiais

❖HIGIENE
Aplicar diariamente e transmitir regras de higiene
pessoal e dos espaços é outro dos objetivos das
instituições. Lavar as mãos depois de usar os
sanitários e antes das refeições, assegurar-se de que
existem produtos de higiene suficientes nas
instalações sanitárias antes de as usar são exemplos
que podemos e devemos usar.
Área da direção, serviço técnicos e
Administrativos
❖ Deve ser considerado um espaço destinado ao isolamento das pessoas que
adoeçam subitamente e à prestação de cuidados básicos de saúde.

❖ Os gabinetes devem incluir mobiliário que permita a realização de trabalho


administrativo e ou pedagógico, receção e atendimento de crianças e
famílias e arrumação dos arquivos.

❖ O equipamento fixo e móvel do núcleo administrativo, quando este esteja


contido na área de receção, não deve apresentar risco para as pessoas que
transitem nesse espaço.
Receção
Destina-se ao acolhimento /receção e
atendimento
Deve ser:
❖ Ser ampla, com iluminação suficiente e
adequada para espaço de transição com o
exterior e permitir o fácil encaminhamento
para os diversos espaços;
❖ Ser proporcional à dimensão da área total do
espaço, possuir mobiliário e equipamento
adequados e dispor de vigilância para apoiar
o controlo de entrada e saída de pessoas e
ajudar a manter a segurança das instalações;
Receção

❖Na área de receção devem existir instalações sanitárias


separadas por sexo e acessíveis a pessoas com
mobilidade condicionada;
❖Prever a existência de um espaço para cabides
individuais, acessíveis aos pais ou a quem exerça as
responsabilidades parentais.
❖Nesta área pode ainda localizar-se a zona destinada ao
desenvolvimento das tarefas administrativas e de gestão
corrente do estabelecimento (núcleo administrativo).
Casa de Banho
As casas de banho são
visitadas por diversos/as
utilizadores/as e devem estar
sujeitas a limpezas regulares e
diárias. Devem estar equipadas
com sanitas e lavatórios na
proporção dos/as utilizadores
que frequentam e que
recorrem ao equipamento
social e estar separadas por
género.
Cozinha
• Deve localizar-se junto ao acesso de
serviço, possuir boas condições de
higiene, ventilação e renovação do ar.
Deve incluir um espaço principal e
espaços anexos.
• A organização do espaço principal deve
garantir o normal percurso das fases de
preparação, confeção e distribuição dos
alimentos e da lavagem de loiça e
utensílios, com separação das zonas sujas
e zonas limpas.
Cozinha

A separação física entre as zonas sujas e limpas pode dispensar-


se quando o percurso dos alimentos se realize em momentos
claramente distintos, sendo obrigatório efetuar a limpeza e
desinfeção das superfícies e materiais utilizados entre as
diferentes fases, salvaguardando as condições de higiene e
segurança alimentar e a prevenção de eventuais
contaminações.
Os espaços anexos são compostos por:
• Despensa;

• Compartimento de frio adequadamente ventilado e composto por


frigorífico e arca congeladora;

• Compartimento do lixo com capacidade adequada à periodicidade


de recolha prevista e com acesso direto pelo exterior.
Os espaços anexos são compostos por:

Caso se proceda à confeção de alimentos no exterior


do edifício e conforme o sistema a adotar, devem ser
concebidos os espaços necessários para proceder, em
condições de higiene e de bom funcionamento, à
receção das refeições, o seu armazenamento,
aquecimento e distribuição.
Refeitório
✓ Preferencialmente situar-se perto da
cozinha.
✓ Esta sala pode ser utilizada também
para reuniões, festas ou recreio
interior.
✓ Deve dispor de lugares sentados e
mesas, bancadas auxiliares
devidamente protegidas do acesso das
crianças e painéis nas paredes que
possibilitem a decoração de desenhos,
sem risco para as crianças.
Sala de Atividades

As salas podem ser organizadas


em zonas circunscritas em
cantos (canto da história, baú
de fantasias).
Objetivo:
Oferecer a oportunidade de
escolhas, desafios e estímulos,
considerando as características
do grupo.
Recreio

✓ Constituído por um espaço exterior vedado,


com uma zona coberta, com zonas de interesse
para as crianças e que permita a utilização de
brinquedos com rodas.
✓ Quando a utilização do recreio for partilhada
com bebés, deve prever separação de espaços.
 Deve, ainda, contemplar equipamento diverso,
estruturas fixas ou móveis, que permitam
subir, trepar e escorregar, bebedouros, bancos
para adultos, bancos e mesas para as crianças,
recipientes para recolha seletiva de lixo e
iluminação.
Secção do economato

➢ Na secção economato procede-se à aquisição


de géneros, mercadorias e outros artigos
(produtos de alimentação, limpeza, higiene,
papelaria e outros), sendo responsável pelo
regular abastecimento da instituição.
➢ Armazena, conserva, controla e fornece às
valências as mercadorias e artigos necessários
ao seu funcionamento. Procede à receção dos
artigos e verifica a sua concordância com as
respetivas requisições.
➢ Organiza e mantém atualizados os ficheiros de
mercadorias à sua guarda, pelas quais é
responsável. Executa ou colabora na execução
de inventários periódicos.
Tipos de instituições

Instituições Privadas

➢ As Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) são constituídas


por iniciativa de particulares, sem finalidade lucrativa, com o propósito de
dar expressão ao dever moral de solidariedade e de justiça entre os
indivíduos, que não sejam administradas pelo Estado.

➢ Objetivos de apoio social à família, crianças e jovens, idosos e integração


social e comunitária, mediante a concessão de bens e a prestação de
serviços.
Instituições públicas

➢ Instituições públicas são organizações ou mecanismos sociais que controlam


o funcionamento da sociedade e dos indivíduos.

➢ Mostram interesse social, visam à ordenação das interações entre os


indivíduos e as formas organizacionais. É um organismo que cumpre com
uma de função de utilidade pública.

➢ Por outras palavras, as instituições públicas têm um papel fundamental no


processo de socialização, ou seja, têm como objetivo fazer um indivíduo
tornar-se membro da sociedade otimizando a satisfação das suas
necessidades.
Critérios de Funcionamento

 Regulamento interno - um documento escrito que rege


os direitos e deveres dos membros de uma organização, instituição, escola,
condomínio, empresa, ou outros casos.

 Legislação – todas as Instituições são regidas de uma forma ou de outra por


regras e leis. A lei é um conjunto de regras aplicáveis à sociedade. Essas
regras visam proteger as liberdades e os direitos fundamentais e garantir a
todos um tratamento igualitário. Essas regras podem ser divididas em duas
categorias básicas: direito público e direito privado.
Critérios de funcionamento (cont.)
Estatutos - devem conter essencialmente normas respeitantes à
constituição, modificação, extinção e organização das
Instituições.
❖Promover o respeito pelos direitos dos/as interessados/as;
❖Definir critérios de admissão;
❖Destinatários;
❖Serviços prestados e atividades desenvolvidas;
Critérios de funcionamento (cont.)

❖Instalações e regras de funcionamento da resposta social


em causa;
❖Horário de funcionamento;
❖Pagamento de mensalidades;
❖Quadro de pessoal;
❖Direitos e deveres da Instituição e dos/as utilizadores/as;
Relação entre instituição

❖ As instituições não existem isoladas das outras. Todas elas possuem uma
interdependência mútua, de tal forma que uma modificação numa
determinada instituição pode acarretar mudanças maiores ou menores nas
outras.

❖ As instituições sociais servem como um meio para a satisfação das


necessidades da sociedade. Nenhuma instituição surge sem que tenha
surgido antes uma necessidade.
Instituições Sociais

As Instituições Sociais são instrumentos reguladores e normativos das


ações humanas, as quais reúnem um conjunto de regras e
procedimentos reconhecidos pela sociedade.
Elas possuem uma relação de interdependência, ou seja, não atuam de
maneira isolada, e surgem para suprir diversas necessidades humanas.
Desempenham um papel fundamental no funcionamento da sociedade
e da democracia, o que decorre por meio de seu poder normativo e
coercitivo.
Assim, determinam as regras e procedimentos dos grupos de acordo
com padrões, papéis, valores, comportamentos e relações entre
membros da mesma cultura.
Principais Instituições
Sociais : Família
Primeiro grupo social a que
pertencemos. É um tipo de
agrupamento social cuja estrutura varia
no tempo e no espaço. Essa variação
pode ser quanto ao número de
casamentos, quanto à forma, relações
de parentesco, relação sexual e dos
componentes básicos da sociedade.
Ex: Casamento, União de Facto, Co-
habitação, Adoção.
Principais Instituições
Sociais : Religião
Religião: todas as sociedades
conhecem alguma forma de religião.
A religião é um facto social universal.
Não resta dúvida de que a religião é
uma das instituições mais
importantes para a organização
social, pelo seu conteúdo moral.
Ex. Igreja, Sinagoga, Mesquita.
Principais Instituições
Sociais : Económica
As atividades económicas são
institucionalizadas à medida que são
explicadas por crenças, valores e
reguladas por normas. Nas
sociedades modernas a instituição
económica apresenta um grau de
importância elevado.
Ex. Repartição de Fianças.
Principais Instituições
Sociais : Política
São instituições políticas
fundamentais a autoridade, o
governo, o Estado, partidos políticos
e as constituições. Classificamos
também os sistemas políticos como o
anarquismo, ditadura, democracia.
Ex: Partido Políticos.
Principais Instituições
Sociais : Educação
Constitui uma instituição universal
pelo facto de que em todas as
sociedades é necessário garantir a
estrutura educacional como processo
de transmissão de conhecimentos e
valores presentes na sociedade.
Ex: Escola, Faculdade.
Principais
Instituições Sociais:
Recreação

Em todas as sociedades, existem modos


culturalmente estabelecidos para o
alívio das tensões acumuladas nos
indivíduos em decorrência das
frustrações geradas pelas restrições da
vida social. Todas as sociedades
possuem instituições recreativas.
 Exemplo: desportivas, teatro,
escuteiros, etc.
Conceito de
Comunidade
Grupo específico de pessoas que
reside numa área geográfica
determinada e que compartilham
uma cultura comum, um modo de
vida e uma identidade.
Grupo específico de pessoas que
reside numa área geográfica
determinada e que compartilham
uma cultura comum, um modo de
vida e uma identidade.
Conceito de Família

Designa-se por família o conjunto de pessoas que


possuem grau de parentesco entre si e vivem na
mesma casa formando um lar. A família é considerada
uma instituição responsável por promover a educação
dos filhos e influenciar o comportamento dos mesmos
no meio social. Tem sofrido, ao longo do tempo,
profundas adaptações e modificações - outrora era
vista sob uma ótica inteiramente económica e com
fins de reprodução.
Existem várias possibilidades e novas configurações
familiares, invalidando a existência de um único
modelo.
Tipos e Estruturas Familiares
 Família Nuclear - Uma só união entre adultos e um só nível de descendência
pais e seu(s) filho(s).

 Família Alargada ou Extensa - Co-habitam ascendentes, descendentes e/ou


colaterais por consanguinidade ou não, para além de progenitor(es) e/ou
filho(s).

 Família Reconstruída - Família em que existe uma nova união conjugal, com
ou sem descendentes de relações anteriores, de um ou dos dois cônjuges.

 Família Adotiva - Família que adotou uma ou mais crianças não


consanguíneas, com ou sem coabitação de filhos biológicos.
Tipos e Estruturas Familiares

 Família Homossexual - Família em que existe uma união conjugal entre 2


pessoas do mesmo sexo, independentemente da restante estrutura.

 Família Monoparental - Família constituída por um progenitor que coabita


com o(s) seu(s) descendente(s).

 Família Coabitação - Homens e /ou Mulheres que vivem na mesma


habitação sem laços familiares ou conjugais, com ou sem objetivo comum
(ex: estudantes universitários, amigos, imigrantes,…).
Estabelecimentos de apoio à
Primeira Infância (3meses aos 3 anos)

• CRECHE - Equipamento que pretende acolher crianças até aos 3 anos, durante o período
de trabalho dos pais ou outra pessoa igualmente responsável pela criança.

• CRECHE FAMILIAR -Serviço prestado por um conjunto de amas, que residam na mesma
zona geográfica, estando enquadradas técnica e financeiramente pelos Centros Distritais
de Segurança Social, Santa Casa da Misericórdia ou Instituições Particulares de
Solidariedade Social.

• AMA - Serviço prestado por pessoa idónea que, por conta própria e mediante retribuição,
cuida de crianças, não sendo suas familiares diretas, por um período de tempo
correspondente ao trabalho ou impedimento dos pais.
Estabelecimentos de apoio a crianças (a partir dos 6 anos)

CENTRO DE ATIVIDADES DE TEMPOS LIVRES - Equipamento


que pretende proporcionar atividades lúdicas, e por vezes,
escolares a crianças desde os 6 anos, de modo a desenvolver
atividades de apoio à família.
Estabelecimentos de apoio a Crianças e/ou
Jovens Portadores de Deficiência
 INTERVENÇÃO PRECOCE - Serviço centrado na criança e na família mediante
ações de natureza preventiva no âmbito da educação, da saúde e da acção
social.

 LAR DE APOIO - Equipamento que pretende acolher crianças e jovens com


necessidades educativas especiais, que necessitem de frequentar estruturas
de apoio específico que não pertencem à área geográfica da residência
habitual, ou por motivos de necessidade de resposta substitutiva da família.
Estabelecimentos de apoio a Crianças e/ou
Jovens Portadores de Deficiência

TRANSPORTE DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA - Serviço de


apoio a crianças e jovens com necessidades especiais,
nomeadamente deficiência, que assegura o transporte e
acompanhamento personalizado.
Estabelecimentos de apoio a Pessoas Idosas

• ACOLHIMENTO FAMILIAR PESSOAS IDOSAS - Serviço prestado por famílias


idóneas a pessoas idosas que já não possam permanecer no seu domicílio,
temporária ou permanentemente, por ausência ou falta de condições
familiares.

• CENTRO DE CONVÍVIO - Estabelecimento onde as pessoas podem conviver


e ocupar os tempos livres, com atividades sócio recreativas e culturais,
organizadas com a participação ativa das pessoas da comunidade.
Estabelecimentos de apoio a Pessoas
Idosas

• CENTRO DE DIA - Estabelecimento, que presta um conjunto de serviços que


contribuem para a manutenção dos idosos no seu meio sociofamiliar, durante o
dia. Assegurando serviços como refeições, convívio, ocupação, cuidados de
higiene, tratamento de roupas, férias organizadas, entre outras atividades.

• CENTRO DE NOITE - Estabelecimento de acolhimento noturno,


prioritariamente para pessoas idosas com autonomia que, durante o dia,
permaneçam no seu domicílio. É um serviço que assegura o alojamento
noturno, ceia, pequeno-almoço, e permitem a higiene pessoal.
Estabelecimentos de apoio a Pessoas Idosas

• LAR DE IDOSOS - Estabelecimento de acolhimento, assegurando o


fornecimento da alimentação, cuidados de saúde, higiene e conforto. É
também um local onde deve ser estimulado o convívio e a ocupação dos
tempos livres através da animação social.
• RESIDÊNCIA - Estabelecimento idêntico ao lar, mas com a privacidade de
uma habitação. Isto é, um conjunto de pequenas habitações sejam
apartamentos ou moradias, geralmente com a dimensão dum T1, onde
está assegurado o fornecimento da alimentação, cuidados de saúde,
higiene, bem como, o convívio e ocupação de tempos livres através de
atividades lúdicas.
Estabelecimentos de apoio a Pessoas Idosas

SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO - Serviço que consiste na


prestação de cuidados no domicílio a pessoas dependentes,
seja temporária ou permanentemente, de modo a assegurar a
satisfação das suas necessidades básicas e atividades da vida
diária.
Estabelecimentos de apoio a Pessoas
Adultas em situação de Dependência

• APOIO DOMICILIÁRIO INTEGRADO - Serviço prestado no domicílio através


de um conjunto de ações e cuidados de saúde e de apoio social durante as
24h/ por dia os 7 dias da semana.

• SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO - Serviço prestado no domicílio de


cuidados a indivíduos e famílias, por motivos de doença, deficiência ou
outro impedimento, não possam assegurar a satisfação das necessidades
básicas da vida diária, temporariamente ou permanentemente.

• UNIDADE DE APOIO INTEGRADO - Estabelecimento que visa prestar


cuidados a pessoas que por motivo de dependência, não podem ser
apoiadas no seu domicilio, mas que não carecem de cuidados clínicos e/ou
hospitalares.
Estabelecimento de apoio a Pessoas
Adultas portadoras de Deficiência

• ACOLHIMENTO FAMILIAR DE ADULTOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA - Serviço que


consiste integrar em famílias idóneas pessoas com deficiência de idade adulta.

• CENTRO DE ATENDIMENTO/ ACOMPANHAMENTO DE PESSOAS PORTADORAS DE


DEFICIÊNCIA - Estabelecimento destinado a informar, orientar e apoiar pessoas com
deficiência, de modo a promover o desenvolvimento das competências necessárias à
resolução dos seus próprios problemas, bem como atividades de animação
sociocultural.

• CENTRO DE ATIVIDADES OCUPACIONAIS - Estabelecimento destinado a desenvolver


atividades para jovens adultos portadores de deficiência.
Estabelecimento de apoio a Pessoas Adultas
portadoras de Deficiência
• LAR RESIDENCIAL - Estabelecimento destinado a acolher jovens adultos portadores de
deficiência que se encontrem impedidos de residir no seu meio familiar, temporária ou
permanentemente.

• RESIDÊNCIA AUTÓNOMA OU UNIDADE DE VIDA AUTÓNOMA - Estabelecimento


destinado a pessoas adultas portadoras de deficiência, com capacidade de autonomia,
que permite a sua integração em programas de formação profissional
ou emprego protegido e sem alternativa residencial satisfatória.

 SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO - Serviço prestado no domicílio de cuidados a


indivíduos e famílias, por motivos de doença, deficiência ou outro impedimento, não
possam assegurar a satisfação das necessidades básicas da vida diária,
temporariamente ou permanentemente.
Estabelecimento de apoio a Pessoas
Adultas portadoras de Deficiência

 TRANSPORTE DE PESSOAS ADULTAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA - Serviço de apoio


a pessoas adultas com necessidades especiais, nomeadamente deficiência, que
assegura o transporte e acompanhamento personalizado.
Estabelecimentos de apoio a pessoas portadoras de
doenças do foro mental / psiquiatrico
• FORÚM SÓCIO-OCUPACIONAL - Estabelecimento destinado a pessoas com
desvantagem, transitória ou permanente, de origem psíquica, visando a sua reinserção
sociofamiliar e ou profissional ou a sua eventual integração em programas de
formação de emprego protegido.

• UNIDADE DE VIDA APOIADA - Estabelecimento destinado a pessoas adultas que, por


limitação mental crónica e fatores sociais graves, alcançam um grau de desvantagem
que não lhes permite organizar as atividades da vida diária sem apoio de terceiros,
mas que não necessitam de intervenção médica frequente.
Estabelecimentos de apoio a pessoas portadoras de
doenças do foro mental / psiquiátrico

 UNIDADE DE VIDA AUTÓNOMA - Estabelecimento destinado a pessoas


adultas com problemática grave estabilizada e de evolução crónica, com
autonomia, que permite a sua integração em programas de formação
profissional ou emprego protegido e sem alternativa residencial satisfatória.
 UNIDADE DE VIDA PROTEGIDA - Estabelecimento destinado a pessoas
adultas com problemática psiquiátrica grave e de evolução crónica
clinicamente estável e que necessitam de treino de autonomia.
Estabelecimento de apoio a Pessoas sem-abrigo

• ATELIER OCUPACIONAL - Estabelecimento destinado a apoio de pessoas


adultas, sem abrigo, com vista à reabilitação das suas capacidades e
competências sociais, através do desenvolvimento de atividades diversas.

• EQUIPA DE RUA PARA PESSOAS SEM-ABRIGO - Serviço prestado por uma


equipa multidisciplinar que estabelece uma abordagem com pessoas sem-
abrigo, visando melhorar as suas condições de vida.
Estabelecimentos de apoio a pessoas com
VIH/SIDA e suas famílias

 CENTRO DE ATENDIMENTO/ACOMPANHAMENTO PSICOSSOCIAL - Serviço


que visa apoiar as pessoas e as famílias na prevenção e/ou reparação de
problemas geradores ou gerados por situações de exclusão social e, em
certos casos, atuar em situações de emergência.

• RESIDÊNCIA PARA PESSOAS COM VIH/SIDA - Estabelecimento destinado a


acolher pessoas infetadas e/ou doentes de VIH, em rutura familiar e
desfavorecimento socioeconómico.
Estabelecimentos de apoio a pessoas com
VIH/SIDA e suas famílias

 SERVIÇO DE APOIO DOMICILIARIO - Serviço prestado no domicílio de


cuidados a indivíduos e famílias, por motivos de doença, deficiência ou
outro impedimento, não possam assegurar a satisfação das necessidades
básicas da vida diária, temporariamente ou permanentemente.
Apoio a Pessoas Toxicodependentes

• APARTAMENTO DE REINSERÇÃO SOCIAL - Estabelecimento que consiste em acolher


pessoas toxicodependentes, que após a saída de unidades de tratamento, de
estabelecimentos prisionais, centros tutelares ou outros da área da justiça, se
confrontem com problemas de reinserção social, familiar, escolar ou profissional.

• EQUIPA DE INTERVENÇÃO DIRETA - Serviço constituído por unidades de intervenção


junto da população toxicodependente e suas famílias e junto de comunidades afetadas
por esta problemática.
Estabelecimentos de apoio a Pessoas
Vítimas de Violência Doméstica

• CASA ABRIGO - Estabelecimento que consiste no acolhimento temporário a


mulheres e seus filhos menores de idade vítimas de violência, que não
possam por questões de segurança, permanecer nas suas residências
habituais.

• CENTRO DE ATENDIMENTO - Serviço constituído por uma equipa técnica


que assegura o atendimento, apoio e reencaminhamento das mulheres
vítimas de violência, tendo em vista a sua proteção.
Constrangimentos/Dificuldades

✓ O Plano Anual de Atividades constituiu, em conjunto com o Projeto


Educativo e o Regulamento Interno, um dos principais instrumentos
de trabalho e por vezes mais sujeito a constrangimentos, no que diz
respeito à sua concretização.

✓ Este documento tem uma vigência anual e define, em função do


projeto educativo, os objetivos, as formas de organização e de
programação das atividades e que procede à identificação dos
recursos envolvidos.
Constrangimentos/Dificuldades

✓ O Plano Anual de Atividades constitui-se como um documento


orientador de atividades ao longo de um ano letivo.

✓ Trata-se de um documento de planeamento que define, em função


do Projeto Educativo, os objetivos, as formas de organização e de
programação das atividades e que procede à identificação dos
recursos envolvidos, graças a uma ação concertada.
Organigrama
▪ Um organigrama é um esquema da organização de uma Instituição, de uma
Entidade ou de uma Atividade.

▪ Um organigrama permite analisar a estrutura da organização representada e


obedece a uma função informativa, ao oferecer dados sobre as
características gerais da organização. Os organigramas podem incluir os
nomes das pessoas que dirigem cada departamento ou divisão da entidade,
de modo a explicitar as relações hierárquicas e as competências vigentes.
▪ O organigrama deve representar gráfica ou esquematicamente os distintos
níveis de hierarquia e a relação existente entre eles.

▪ Deve estar sempre afixado num local visível a todos/as que frequentam a
Instituição. É uma espécie de fotografia da estrutura e da sua organização.
Com o passar do tempo, toda a estrutura e as relações existentes sofrem
alterações. Deve ser automaticamente atualizado.
Funções e Responsabilidades

 DIREÇÃO:

• Pode ser constituída por vários elementos que são responsáveis pelo corpo
técnico, financeiro e da qualidade. É o elo entre os diferentes
departamentos.

• Dirige, coordena e orienta os diferentes departamentos.

• Supervisiona a execução das atividades na Instituição;

• Zela pelo fiel cumprimento do Regulamento Interno.


 DIREÇÃO:

✓ Versatilidade;

✓ Dinamismo e iniciativa;

✓ Capacidade de organização, análise e de resolução de problemas;

✓ Competências Sócio Relacionais;


✓ Capacidade de comunicação;

✓ Espírito de equipa e facilidade no relacionamento interpessoal;

✓ Poder de organização;

✓ Capacidade de resposta imediata a momentos de trabalho mais intenso.


Equipa Técnica Pedagógica:

 EDUCADORES/AS: organizar e aplicar os meios educativos adequados ao


desenvolvimento integral da criança (psicomotor, afetivo, intelectual, social, moral,
entre outros).

 No dia-a-dia, tem sempre ao seu lado uma ou mais AUXILIARES para o desempenho
da sua função, acompanha a evolução das crianças pelas quais é responsável e
estabelece contactos com os pais no sentido de se obter uma ação educativa
integrada.
Equipa Técnica Pedagógica:

 SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS:

• Realizar trabalhos administrativos da Instituição nas áreas dos


recursos humanos, logísticos, financeiros;

• Atender o público em geral;

• Fazer chamadas telefónicas;

• Elabora e preenche documentos administrativos;


Serviços nutrição e alimentação

• Definição dos parâmetros nutricionais.

• Planificação das ementas.

• Programação das quantidades de produtos a serem adquiridos,


juntamente com a/o cozinheira/o.

• Supervisiona e garante o cumprimento das ementas, o preparo


correto das refeições e a manutenção da segurança higiénica e
sanitária.
Serviços higiene, segurança e limpeza

• Um ambiente limpo é sempre mais confortável e seguro


para as crianças, promovendo o bem-estar coletivo.
• A limpeza deve ser executada normalmente com uma
periodicidade diária, para manter um ambiente limpo e
saudável.
• Na limpeza de escolas e infantários devem ser utilizados
produtos não tóxicos, que eliminem totalmente os micro-
organismos nocivos ao bem-estar das crianças.
Exemplo de Organigrama
Hierarquias
 O conceito de Hierarquia remete para a disposição de
elementos por ordem de importância, podendo
significar também, a distribuição ordenada de poderes,
bem como representar a escala de diferentes
categorias de funcionários ou membros de
uma instituição.
 Desta forma, prioriza-se um membro, poderes,
categorias, patentes. Esta classificação tem como base
as relações entre superiores e dependentes, havendo
níveis de autoridade ou de chefia
➢ Todos sabemos que as relações
entre patrões/as e
empregados/as ou chefes e
funcionários/as não são fáceis.
➢ Cada uma das partes,
geralmente, quer que a outra
entenda as suas vontades e
necessidades. Quando isso não
acontece, os conflitos aparecem,
surgem discussões, stress e até
demissões.
Principais motivos que podem levar a uma situação de conflito
entre colegas ou até mesmo com superiores?

- sentimento de frustração, inveja, medo;

- falta de valores como responsabilidade, ética profissional e respeito;

- descontentamento com colegas, com o trabalho, ou insatisfação salarial;

- desequilíbrio mental, emocional, físico e espiritual, em decorrência de


fatores como instabilidade no emprego, sensação de incompetência
profissional, pressão para comprovação de resultados e falta de
reconhecimento.

- preocupações pessoais que não foram penduradas no cabide, ao entrar no


trabalho.
Como cultivar um
ambiente pacífico?
• Estimular a prática do comportamento ético
e criar espaço para discussões sobre
relações pessoais. Estas iniciativas
favorecem o aproveitamento das
contribuições dos membros da equipa.

• Deve-se tentar esclarecer, na hora, qualquer


mal-entendido que tenha ficado no ar,
lembrando que o conflito é como uma
represa: a água vai acumulando até ao dia
em que a barragem estoura.
Urbanidade
 O que é um comportamento ético?

• Ter a consciência de distinguir o bem e o mal com autodeterminação


agindo de maneira correta ditada pela moral e valores adquiridos ao longo
da vida.
• Modo exemplar de viver baseado em valores morais. É o comportamento
definido socialmente como bom.

• A ética funciona como um juiz que irá avaliar a escolha feita por cada
pessoa. Um dilema ético surge quando há necessidade de se fazer uma
escolha difícil, desagradável e que implica um princípio moral.

• Um comportamento antiético resulta da falta de ética ou de uma


transgressão das normas definidas num código ético.
Significado de Urbanidade?

➢ Qualidade ou caráter de urbano ≠ Ruralidade

➢ Vida de cidade.

➢ Cumprimento das regras de boa educação e de respeito no relacionamento


entre cidadãos.

➢ = AFABILIDADE, CORTESIA ≠ DESCORTESIA, INDELICADEZA


O dever da urbanidade?

1. Exige-se de todas as pessoas civilizadas o cumprimento do dever de


urbanidade na sua relação com os outros.

2. Devemos saber avaliar as consequências da nossa postura: para o bem ou


para o mal.

3. O dever de urbanidade não é um mero código de civilidade e etiqueta


social. Fundamenta-se no respeito pelo valor da dignidade do ser humano.

4. A urbanidade ou polidez precede as boas ações e a elas conduzem e, por


isso, constitui uma espécie de proteção da moral.
O dever da urbanidade?

1. Exige-se de todas as pessoas civilizadas o cumprimento do dever de


urbanidade na sua relação com os outros.

2. Devemos saber avaliar as consequências da nossa postura: para o bem ou


para o mal.

3. O dever de urbanidade não é um mero código de civilidade e etiqueta


social. Fundamenta-se no respeito pelo valor da dignidade do ser humano.

4. A urbanidade ou polidez precede as boas ações e a elas conduzem e, por


isso, constitui uma espécie de proteção da moral.
O dever da urbanidade?

1. Exige-se de todas as pessoas civilizadas o cumprimento do dever de


urbanidade na sua relação com os outros.

2. Devemos saber avaliar as consequências da nossa postura: para o bem


ou para o mal.
3. O dever de urbanidade não é um mero código de civilidade e etiqueta
social. Fundamenta-se no respeito pelo valor da dignidade do ser
humano.

4. A urbanidade ou polidez precede as boas ações e a elas conduzem e, por


isso, constitui uma espécie de proteção da moral.
Urbanidade e Cidadania

❖ Para o exercício da CIDADANIA é necessário que haja Urbanidade,


ou seja, civismo entre as pessoas, em qualquer ambiente ou
relação.

❖ Sabemos que COMPORTAMENTO GERA COMPORTAMENTO,


portanto é positivo rodearmo-nos de palavras ou atitudes que
motivem os bons sentimentos e nobres emoções, praticar a
cordialidade e a gentileza.
Competências Pessoais, Sociais e Profissionais

 No nosso dia-a-dia lidamos e utilizamos vários estilos comunicacionais. Estes


dependem do nosso humor, da autoestima, da nossa motivação, da nossa educação,
da nossa capacidade de insight (capacidade de autoanálise e sentido de autocrítica),
entre outros fatores.
❖ As pessoas diferem na maneira como se veem a si próprias e esta auto-visão afecta a
maneira como comunicam com outras pessoas. É esta auto-visão, em vez de eficácia
da comunicação, que determina a forma como a maioria das pessoas comunica. Na
gestão, no entanto, os gestores podem aprender a adquirir hábitos de comunicação
eficazes.

❖ As capacidades de comunicação são os elementos-chave para a gestão eficaz. Em


primeiro lugar, a comunicação deve assegurar que a pessoa-alvo ou grupo-alvo devem
compreender a mensagem específica que o comunicador pretende transmitir. Em
segundo lugar, a comunicação deve evocar a resposta desejada. O estilo de
comunicação pode afetar o tipo de resposta evocada.
Estilo Passivo

 Estilo passivo, pessoa que se apresenta com uma atitude de evitamento das
outras pessoas e situações. Não se afirma tranquilamente, em vez disso
afasta-se ou submete-se, não toma a atitude nas situações, e como não se
afirma torna-se normalmente uma pessoa bastante ansiosa.
 Os/as comunicadores/as passivos tendem a perder a auto-estima e ficam
confusos quanto à sua posição no esquema das coisas. Estão
constantemente a reclamar, em vez de fazer o que é necessário. São os/as
seguidores ideais, pois promovem as causas do/as outros/as, mas
geralmente não são tidos em muita consideração pelos seus/suas colegas.
Na prática, esse estilo de comunicação pode ser adequado numa situação
onde não está muito em jogo.
Estilo Agressivo

 Estilo agressivo, pessoa que expressa as suas necessidades ou preferências,


emoções e opiniões, por vezes de uma forma hostil, exigente, ameaçadora
ou punitiva para com o interlocutor. A pessoa que tem este tipo de
comportamento defende os seus direitos, mas fá-lo à custa da violação dos
diretos dos outros. O/a comunicador/a agressivo/a vê-se como sendo
superior aos/às outros/as e quer que os/as outros/as façam aquilo que quer.
Este tipo de comunicador/a não ouve os outros e tende a monopolizar a
comunicação.
Estilo Manipulador

Estilo manipulador, pessoa que expressa as suas necessidades


ou preferências, emoções e opiniões de uma forma
tendencialmente implícita ou indireta, frequentemente com
“mensagens mistas”. A pessoa encontra a satisfação das suas
necessidades violando os direitos dos outros de forma indireta.
A pessoa manipuladora não gosta de se envolver nas relações
interpessoais, interage através da manipulação ou distração
dos sentimentos dos/as outros/as.
Estilo Assertivo

Estilo assertivo, pessoa que defende os próprios direitos sem violar


os direitos dos outros. É importante ter em conta que ninguém é
100% assertivo com todas as pessoas e em todas as situações. A
assertividade não garante a não ocorrência de conflitos entre duas
pessoas; o que acontece é que, se duas pessoas em desacordo
comunicam de forma assertiva, é mais provável que reconheçam
que existe um desacordo e que tentem chegar a um consenso. O/a
comunicador/a assertivo/a é caracterizado principalmente por
respeitar ambas as partes envolvidas
A assertividade é uma aprendizagem do respeito:

• Por si próprio e pelos pontos de vista dos outros

Permite que cada um tenha direito a:

• Exprimir opiniões, pontos de vista ou ideias próprias; ter


necessidades e desejos; pedir (e não exigir) que as outras pessoas
respondam às suas necessidades e desejos; recusar um pedido sem
por isso se sentir culpado ou egoísta; ter sentimentos e a exprimi-
los assertivamente se for essa a sua intenção; Etc.
Algumas técnicas de uma comunicação assertiva, passam
por:

• Aceitar críticas

• Pedir explicações

• Distinguir os pontos de acordo e os pontos de desacordo

• Ultrapassar a censura
No mundo real, poucas pessoas usam o mesmo estilo de
comunicação em todas as ocasiões. Por exemplo, podem
comunicar de uma forma com os/as seus/suas superiores/as e
de outra forma com os/as seus/suas subordinados/as. As
pessoas poderão também adotar uma abordagem
manipuladora, tentando alcançar o que pretendem ao usar
diferentes estilos de comunicação. A consciencialização sobre
os diferentes estilos e os seus resultados típicos pode
melhorar a nossa comunicação.

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