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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE

CENTRO DE ENSINO À DISTÂNCIA DE MAPUTO


DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO
LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
CADEIRA: ADMINISTRAÇÃO DE FINANÇAS PÚBLICAS

Exame de Normal Ano Académico de 2020


ASSINALE A OPÇÃO MAIS CORRECTA © EM CADA QUESTÃO
1. A Gestão da Administração Financeira do Estado integra os seguintes processos que se relacionam-
se entre si:
A – fixação da dotação orçamental, do catigo obrigatório, a dotação orçamental disponível e o
duodécimo.
B – programação e gestão financeira, execução orçamental e controlo interno.
C – programação e gestão financeira, execução orçamental, contabilidade e gestão do património do
Estado.
D – preparação da proposta orçamental, elaboração e aprovação do Orçamento do Estado, gestão
orçamental e controlo interno.

2. A doutrina político-económica que advoga o Estado de polícia, em que limita-se a garantir a justiça,
defesa, segurança e tranquilidade pública, a defesa surge, em sua essência, não devendo imiscuir-se
na iniciativa privada dos agentes económicos, devendo criar um ambiente favorável para à ascensão
da liberdade individual, dos direitos individuais, da igualdade perante a lei, da proteção à
propriedade privada e do livre comércio, dá-se o nome de:
A – Actuação económica do Estado.
B – Intervenção económica do Estado.
C – Liberalismo económico do Estado.
D – Ordenação económica do Estado.

3. Os principais instrumentos da política económica do Estado que o Governo usa para atingir um
estado de estabilidade na economia nacional são:
A – as política económicas, políticas fiscais e política monetárias.
B – as políticas económicas cambiais e fiscais.
C – as políticas monetárias, políticas cambiais e políticas económicas.
D – as políticas fiscais, políticas monetárias e políticas cambiais.

4. O objectivo básico da administração das Finanças Públicas é:


A – o alcance da excelência na provisão quantitativa e qualitativa de bens e servicosaos clientes;
B – o alcance da excelência na realização do interesse público com eficiência, economicidade e eficácia e
efectidade;
C – o alcance da excelência na lucratividade empresarial;
D – o alcance da excelência na satisfação das necessidades dos clientes da administração Pública;

5. O objecto de estudo das Finanças Públicas é:


A – a organização e funcionamento das entidades da Administração Pública.
B – a actividade financeira das famílias, empresas privadas e das entidades da Administração Pública.

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C – a actividade financeira do Estado, da administração descentralizada Provincial e autárquica e
demais entidades públicas.
D – a actividade financeiras do Estado e demais entidades privadas, incluíndo famílias.

6. Nas Finanças públicas, a operação que tem por objecto a quantificação do conjunto de acções
desenvolvidas com o objectivo de estabelecer os fluxos financeiros da Tesouraria do Estado para um
determindado período, tendo como parâmetro a previsão da receita, os limites orçamentais da
despesa, as demandas para despesas, e a tendência do resultado em termos de superavit, equilíbrio
ou défice or;camental, considerada na política macroeconómica, designa-se por:
A – Execução orçamental.
B – Gestão do Património do Estado.
C – Gestão Financeira pública.
D – Programação financeira.

7. Ao documento no qual estão previstas as receitas e fixadas os dispêndiosa realizar num exercício
económico tendo por objecto a prossecução da política financeira do Estado, designa-se por:
A –Expressão Financeira do Plano Económico e social.
B – Conta Geral do Estado.
C – Plano do Cenário Médio Fiscal do longo prazo.
D – Relatório e Balanço do Plano Económico e social.

8. Nas Finanças públicas, o sub-processo responsável pela comunicação das dotações orçamentais, dos
limites da despesa e metas das receitas, pela verificação dos procedimentos de administrativos e
financeiros relativos à aquisição de bens e servis, pelo pagamento de obrigações do Estado, pela
avaliação do desempenho e pela proposta de revisão orçamental, designa-se por:
A – Programação e gestão financeira.
B – Execução orçamental.
C – Contabilidade pública.
D – Gestão do Património do Estado.

9. As receitas que resultam de obrigações voluntariamente assumidas pelos contribuintes oriúndos do


estabelecimento de valores contratualmente estabelecidos, que o Estado recebe como contra partida
das taxas pela venda de bens, direitos e serviços, ou de exploração individual dos bens do património
público, designa-se:
A – Receitas não fiscais.
B – Receitas Creditícias.
C – Receitas consignadas.
D – Receitas Tributárias.

10. As fases de execução da despesa pública de capital na Administração Descentralizada Provincial


compreendem:
A – lançamento, cabimento, liquidação e pagamento.
B – cabimento, liquidação, autorização e cobrança.
C – cabimento, liquidação, autorização e pagamento.
D – lançamento, liquidação e cobrança.

11. Nas Finanças públicas, o sub-processo responsável pelo zelo na correcta aplicação das normas do
procuriment público, racionalização na gestão de bens, direitos, obrigações e valores do Estado,
designa-se por:
A – Execução orçamental.

2
B – Programação e gestão financeira.
C – Contabilidade pública.
D – Gestão do Património do Estado.

12. A falta de inscrição das verbas de despesas correntes e de capital dos órgãos de Representação do
poder Central do Estado na Província (Secretaria e Secretário do Estado na Província), preferindo
mantê-las secretas, no Orçamento do Estado para 2021, configura uma violação das normas do
direito orçamental, mormente:
A –os princípios de equilíbrio orçamental, universalidade e de publidicade do Orçamento do Estado.
B – os princípios de unidade orçamental, especificação, equilíbrio, universalidade e de publidicade do
Orçamento do Estado.
C – os princípios de unidade orçamental, universalidade e de publidicade do Orçamento do Estado.
D – os princípios de não consignação orçamental e de publidicade do Orçamento do Estado.

13. As fases de execução do Orçamento de receitas pública Fiscais na Administração Central do Estado
compreendem:
A – lançamento, cabimento, liquidação e pagamento.
B – cabimento, liquidação, autorização e cobrança.
C – lançamento, liquidação e cobrança.
D – cabimento, liquidação, autorização e pagamento.

14. O instrumento que o governo usa visando o controle dos déficits na Balança de Pagamentos  por meio
de operações de câmbio e às taxas cambiais que estimulem as exportações dos produtos primários e
importação dos meios de produção por meio da desvalorização ou valorização da moeda local face a
moedas estrangeiras, designa-se por:
A – política económica.
B – política fiscal.
C – política monetária.
D – política cambial.

15. A execução da política orçamental, quanto aos seus objectivos devem traduzir-se:
A – na promoção duma sociedade de justiça social, na desigualdade de oportunidades e na distribuição
de rendimentos.
B –na eficiência na afectação de recursos financeiros, na distribuição da riqueza, estabilidade e desenvolvimento
económico;
C – no aumento da capacidade produtiva das empresas, na quebra do ciclo da nobreza, e nas operações
financeiras activas do Estado.
D – na promoção do emprego, na promoção da inflação, no crescimento económico e desequilíbrio das
contas externas.

16. Ao montante inscrito em cada rubrica orçamental da despesa pública, acrescido dos esforços e
deduzidos das anulações, constituindo o limite máximo de despesa a realizar no respectivo ano
económico, designa-se:
A –Dotação orçamental.
B – Dotação provisional.
C – Dotação orçamental disponível.
D – Cativo obrigatório.

17. O processo de Gestão do Orçamento do Estado nos sub-processos de:

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A – fixação da dotação orçamental, do catigo obrigatório, a dotação orçamental disponível e o
duodécimo.
B – programação e gestão financeira, execução orçamental e controlo interno.
C – programação e gestão financeira, execução orçamental, contabilidade e gestão do património do
Estado.
D – preparação da proposta orçamental, elaboração e aprovação do Orçamento do Estado, gestão
orçamental e controlo interno.

18. A função da actividade financeira do Estado, no âmbito da estabilização macroeconómica traduz-se:


A – na promoção duma sociedade de justiça social, na igualdade de oportunidades e na distribuição de
rendimentos.
B –na eficiência na afectação de recursos financeiros, na distribuição da riqueza, estabilidade e desenvolvimento
económico.
C – no aumento da capacidade produtiva, na rotura do ciclo da pobreza, e nas operações financeiras
activas do Estado.
D – na promoção do pleno emprego, na redução da inflação, no crescimento económico e equilíbrio das
contas externas.

19. Na apreciação da proposta do Plano e Orçamento do Estado, a Assembleia da República deve


considerar como excepção ao princípio de não consignação das receitas públicas e aprovar
legalmente a proposta do Orçamento do Estado em que:
A – haja nele inscritas receitas que resultem de créditos a contraír pelo Estado para cobrir os défices de
tesouraria, e orçamentais.
B – haja nele inscritas receitas públicas de forma suficientemente individualizada.
C – haja nele inscritas as receitas públicas foram inscritas no Orçamento do Estado de forma ilíquida.
D – haja nele inscritas todas as receitas públicas que determinam a alteração do Património do Estado.

20. As funções do Orçameto do Estado numa economia moderna são as seguintes:


A –função jurídica, função económico e função política e educacional.
B – função jurídica, função económico e função política e social.
C – função jurídica, função económico e função política.
D – função jurídica, função económico e função política e financeira.

21. Nas Finanças públicas, o sub-processo responsável pelo desenvimento dos procedimentos relativos à
métodos de cobrança de receitas e pagamento de despesas, gestão da tesouraria, à gestão da dívida
pública, gestão dos direitos e obrigações oriundos de investimentos financeiros, da existência da
dívida pública flutuante e fundada, designa-se por:
A – Execução orçamental.
B – Programação financeira.
C – Contabilidade pública.
D – Gestão do Património do Estado.

22. A Assembleia da República não aprova (REPROVA) legalmente a proposta do Orçamento do


Estado em que:
A – o total das despesas públicas previstas no Orçamento foram efectivamente cobertas pelo total de
receitas públicas nele inscritas.
B – cada receita pública e cada despesa pública inscrita no Orçamento do Estado foi suficientemente
individualizada.
C – todas as receitas públicas e todas despesas públicas que determinam a alteração do Património do
Estado foram inscritas no OE.
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D – as receitas públicas e despesas públicas foram inscritas no Orçamento do Estado de forma líquida.

23. Os métodos de previsão do Orçamento do Estado são:


A – Orçamento tradicional, Zero base budgeting, Orçamento por programas e orçamento do último
período corrigido.
B – Orçamento tradicional, Zero base budgeting, orçamento do último período corrigido e Managemnt
by Objectives.
C –Orçamento por programas, Orçamento por classificação territorial, Orçamento por classificação
orgânica.
D – Orçamento por programas, Orçamento por objectivos, Orçamento por projecto e medidas.

24. Quando o Estado define, executa padrões nos quais se vai desenvolver-se a actividade económico
condicionando não só o comportamento dos entes públicos como o dos sujeitos económicos como as
famílias e as empresas, quer pela Constituição Económica, quer pela regulamentação legal pública
da economia, e pela organização das instituições relevantes para a vida económica, a isso designa-se
por:
A – Liberalismo económico do Estado.
B – Intervenção económica do Estado.
C – Ordenação económica do Estado.
D –Actuação económica do Estado.

25. A função do orçamental que limita os poderes financeiros dos órgãos da administração pública, não
devendo gastar mais do que aquilo que vem especificado no orçamento do Estado nem cobrar
receitas que não estejam nele inscritas, designa-se:
A – função da legalidade administrativa.
B – função jurídica.
C – função política.
D – função económica.

26. Ao conjunto de recebimentos coactivos que resultam de obrigações por lei aos contribuíntes de
natureza individual, de entidades de direito público e privado, sem nenhuma contra partida directa,
e que se originam na obrigação da contribuição destes perante os benefícios da actividade financeira
exercida pelo Estado, designa-se por:
A – Receitas Creditícias.
B – Receitas consignadas.
C – Receitas não fiscais.
D – Receitas Tributárias.

27. Ao conjunto das operações financeiras que compreendem a concessão de empréstimos e


adiantamentos, aquisição de títulos de crédito, incluindo obrigações, acções, quotas e outras formas
de participação do Estado, designa-se por:
A – Operações Financeiras Activas.
B – Operações Financeiras passivas.
C – Operações Financeiras Interventivas.
D – Operações Financeiras Ordenativas.

28. Ao montante inscrito numa rubrica orçamental da despesa do Orçamento do Estado, sob gestão do
Ministro que superintende a área das finanças públicas, destinada a fazer face as despesas não
previsíveis e inadiáveis, designa-se:
A – Dotação orçamental prevista.

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B – Dotação orçamental disponível.
C – Dotação orçamental provisional.
D – Dotação orçamental previsional.

29. Na teoria geral da gestão da actividade financeira do Estado e das despesas públicas inscritas no
Orçamento do Estado, é incorrecto afirmar que:
A –nenhuma despesa deve ser assumida, ordenada ou realizada, sem que sendo legal, se encontre
inscrito no Orçamento do Estado aprovado, tenha cabimento na correspondente verba orçamental e seja
justificada quanto à economicidade, eficiência e eficácia.
B – as despesas públicas só podem ser assumidas no ano económico para o qual tiverem sido
orçamentadas.
C – as dotações orçamentais das despesas constituem o limite máximo a utilizar na realização das
despesas no correspondente exercício económico.
D – os montantes da receita pública prevista no Orçamento do Estado constituem o limite máximo a
cobrar na realização das receitas no correspondente exercício económico.

30. O instrumento que o governo usa para atingir um estado de estabilidade macroeconomica nacional
por meio da gestão dos gastos e da tributação, designa-se por:
A – política económica.
B – política fiscal.
C – política monetária.
D – política cambial.

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CENTRO DE ENSINO À DISTÂNCIA DE MAPUTO
DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO
LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
CADEIRA: ADMINISTRAÇÃO DE FINAÇAS PÚBLICAS
GUIA DE CORRECÇÃO DO EXAME DE ADMINISTRAÇÃO DE FINAÇAS PÚBLICAS / 1ª
ÉPOCA/2020
Exame normal

Pergunta Resposta Cotação Pergu


1 D 16
2 C 17
3 D 18
4 B 19
5 C 20
6 D 21
7 A 22
8 B 23
9 A 24
10 C 25
11 D 26
12 B 27
13 C 28
14 D 29
15 B 30

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LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
CADEIRA: ADMINISTRAÇÃO DE FINANÇAS PÚBLICAS

Exame de Recorrência Ano Académico de 2020


ASSINALE A OPÇÃO MAIS CORRECTA © EM CADA QUESTÃO
1. Ao documento elaborado pelo Governo no fim de cada exercício económico tendo por finalidade
evidenciar execução orçamental e financeira, bem como apresentar o resultado do exercício
económico e a avaliação do desempenho económico e financeiro dos órgãos e instituições do Estado,
por meio dpd fluxos de caixa e situação da tesouraria, demonstrações financeiras, designa-se por:
A – Plano do Cenário Médio Fiscal do longo prazo.
B – Plano Económico e social e Orçamento do Estado.
C – Conta Geral do Estado.
D – Relatório e Balanço do Plano Económico e social.

2. Todas são vantagens do Modelo Zero Base Budgeting usado na previsão do Orçamento do Estado,
excepto:
A – permite uma alocação eficiente dos recursos, uma vez que a alocação é baseada nas necessidades e
benefícios, e não no histórico.
B – obriga a justificar cada item de despesa do orçamento em função da produção, embaraçandoos
sectores sociais.
C – aumenta a motivação do quadro de pessoal ao dar maior iniciativa e responsabilidade pela tomada
de decisões.
D –ajuda a detectar orçamentos inflacionados.

3. Todos os factos e fenómenos económicos abaixo suscitam a existência das finanças interventivas,
excepto:
A – a pobreza absolutana economia do Estado.
B – as falhas do mercado na economia do Estado.
C – o Estado de bem estar e de justiça social.
D – o Estado de polícia.

4. “Quando o Estado age por si próprio, como se fosse um qualquer sujeito económico privado,
formulando escolhas e opções económicas, que não visam, porém, alterar os comportamentos de
outros sujeitos económicos, devendo estar sempre pautadas pela defesa e salvaguarda do interesse
público”, a isso se designa por:
A –Actuação económica do Estado.
B – Intervenção económica do Estado.
C – Liberalismo económico do Estado.
D – Ordenação económica do Estado.

5. A asserção segundo a qual “todo o indivíduo teria o direito, desde seu nascimento até sua morte, a um
conjunto de bens e serviços tais como a educação em todos os níveis, a assistência médica gratuita,
acesso a casa com água, electricidade e gás de cozinha gratuítas, a garantia de uma renda mínima por
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meio do subsídio do desemprego, recursos adicionais para a criação dos filhos, etc, que deveriam ser
fornecidos directamente pelo Estado ou indirectamente” mostra a vontade política de:
A – edificar o Estado social democrático da direita.
B – edificar o Estado de Polícia.
C – edificar o Estado de previdência social.
D – edicar o Estado de finanças neokeynesianas.

6. O processo voltado à escolha das necessidades colectivas a satisfazer, à obtenção e gestão e aplicação
dos recursos financeiros públicos com vistas à realização do bem comum, por meio da satisfação das
necessidades colectivas públicas, designa-se:
A – Finanças Públicas.
B – Realização das despesas.
C – Arrecadação das receitas.
D – Actividade Financeira do Estado e mais entidades públicas.

7. É actividade fim da Autoridade Tributária de Moçambique, no âmbito da execução da política fiscal


do Estado:
A – elaborar estudos e apoiar na concepção das políticas tributária e aduaneira.
B – executar a política tributária e aduaneira, dirigindo e controlando o funcionamento dos seus
serviços.
C – definir as bases da política de impostos e o sistema fiscal.
D – aprovar o Plano Económico e Social e o Orçamento do Estado e os respectivos relatórios de
execução.

8. Os principais instrumentos da política económica do Estado que o Governo usa para atingir um
estado de estabilidade na economia nacional são:
A – as políticas fiscais, políticas monetárias e políticas cambiais.
B – as políticas económicas, cambiais e fiscais.
C – as políticas monetárias, políticas cambiais e políticas económicas.
D – as política económicas, políticas fiscais e política monetárias.

9. O instrumento que o governo usa visando o controle da circulação da moeda, por meio dequando
injecção ou recolhe dinheiro através de modificações na taxa básica de juros, no recolhimento
compulsório e na compra ou venda de títulos públicos, desina-se por:
A – política económica.
B – política fiscal.
C – política monetária.
D – política cambial.

10. Património do Estado é o conjunto de bens do domínio público e privado, e dos direitos e obrigações
de que o Estado é titular, independentemente da sua forma de aquisição, designadamente:
A – bens móveis, animais e imóveis, sujeitos ou não a registo.
B – empresas, instalações, direitos, quotas e outras formas de participação financeira do Estado.
C – bens adquiridos por conta de projectos de cuja titularidade está reservada ao Estado.
D – todas as aternativas anteriores são correctas.

11. Ao conjunto de operações financeiras em que os clientes deixam seu dinheiro sob responsabilidade
da administração do Estado ou das demais entidades públicas, em forma de depósitos a vista,
depósito a prazo, bilhetes de tesouro, e outros créditos obtidos, designa-se por:
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A – Operações Financeiras Activas.
B – Operações Financeiras passivas.
C – Operações Financeiras Interventivas.
D – Operações Financeiras Ordenativas.

12. Segundo o Fundo Monetário Internacional o combate à inflação doméstica consegue-se através das
seguintes medidas, excepto:
A –adopção da indexação da despesa à taxa de inflação.
B – controlo do défice através de cortes nas despesas sociais.
C – controlo dos créditos bancários através de sucessivos aumentos das taxas de juros para limitar a
circulação da moeda.
D – eliminação dos subsídios às importações tendo como objectivo a diminuição das despesas públicas.

13. Todos os factos e fenómenos económicos abaixo são s falhas do mercado, excepto:
A – a existência de bens públicos de consumo indivisível e não excludente.
B – a existência de monopólios naturais.
C – a existência de oligopólio com um paralelismo de preços relacionada com a empresa líder por rigidez
de preços.
D – a existência de um Estado de Previdência social.

14. As acções do Estado que condicionam a actividade económica privada no país mediante a regulação
do mercado, com a fixação de preços e salários, controle do mercado de câmbio e estatização de
determinados sectores financeiro e indústria pesada, dando ao Estado uma ampla capacidade como
produtor de bens e serviços, designa-se por:
A – Liberalismo económico do Estado.
B – Intervenção económica do Estado.
C – Actuação económica do Estado.
D – Ordenação económica do Estado.

15. Ao conjunto de recebimentos provenientes de rendimentos sobre investimentos dos activos


permanente, de aplicações de disponibilidades em operações de mercado e outros rendimentos
oriundos de renda de activos permanentes, em forma de alugueis, dividendos, receitas de concessões
e permissões, taxa de ocupação de terrenos e de imóveis funcionais, remuneração de depósitos
bancários, designa-se por:
A – Receitas Fiscais.
B – Receitas consignadas.
C – Receitas não fiscais.
D – Receitas Creditícias.

16. A Gestão da Administração Financeira do Estado integra os seguintes processos que se relacionam-
se entre si:
A – fixação da dotação orçamental, do catigo obrigatório, a dotação orçamental disponível e o
duodécimo.
B – programação e gestão financeira, execução orçamental e controlo interno.
C – programação e gestão financeira, execução orçamental, contabilidade e gestão do património do
Estado.
D – preparação da proposta orçamental, elaboração e aprovação do Orçamento do Estado, gestão
orçamental e controlo interno.

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17. A doutrina político-económica que advoga o Estado de polícia, em que limita-se a garantir a justiça,
defesa, segurança e tranquilidade pública, a defesasurge, em sua essência, não devendo imiscuir-se
na iniciativa privada dos agentes económicos, devendo criar um ambiente favorável para à ascensão
da liberdade individual, dos direitos individuais, da igualdade perante a lei, da proteção à
propriedade privada e do livre comércio, dá-se o nome de:
A – Actuação económica do Estado.
B – Intervenção económica do Estado.
C – Liberalismo económico do Estado.
D – Ordenação económica do Estado.

18. Os principais instrumentos da política económica do Estado que o Governo usa para atingir um
estado de estabilidade na economia nacional são:
A – as política económicas, políticas fiscais e política monetárias.
B – as políticas económicas cambiais e fiscais.
C – as políticas monetárias, políticas cambiais e políticas económicas.
D – as políticas fiscais, políticas monetárias e políticas cambiais.

19. O objectivo básico da administração das Finanças Públicas é:


A – o alcance da excelência na provisão quantitativa e qualitativa de bens e servicosaos clientes;
B – o alcance da excelência na realização do interesse público com eficiência, economicidade e eficácia e
efectidade;
C – o alcance da excelência na lucratividade empresarial;
D – o alcance da excelência na satisfação das necessidades dos clientes da administração Pública;

20. O objecto de estudo das Finanças Públicas é:


A – a organização e funcionamento das entidades da Administração Pública.
B – a actividade financeira das famílias, empresas privadas e das entidades da Administração Pública.
C – a actividade financeira do Estado, da administração descentralizada Provincial e autárquica e
demais entidades públicas.
D – a actividade financeiras do Estado e demais entidades privadas, incluíndo famílias.

21. Nas Finanças públicas, a operação que tem por objecto a quantificação do conjunto de acções
desenvolvidas com o objectivo de estabelecer os fluxos financeiros da Tesouraria do Estado para um
determindado período, tendo como parâmetro a previsão da receita, os limites orçamentais da
despesa, as demandas para despesas, e a tendência do resultado em termos de superavit, equilíbrio
ou défice or;camental, considerada na política macroeconómica, designa-se por:
A – Execução orçamental.
B – Gestão do Património do Estado.
C – Gestão Financeira pública.
D – Programação financeira.

22. Ao documento no qual estão previstas as receitas e fixadas os dispêndios a realizar num exercício
económico tendo por objecto a prossecução da política financeira do Estado, designa-se por:
A –Expressão Financeira do Plano Económico e social.
B – Conta Geral do Estado.
C – Plano do Cenário Médio Fiscal do longo prazo.
D – Relatório e Balanço do Plano Económico e social.

23. Nas Finanças públicas, o sub-processo responsável pela comunicação das dotações orçamentais, dos
limites da despesa e metas das receitas, pela verificação dos procedimentos de administrativos e

11
financeiros relativos à aquisição de bens e servis, pelo pagamento de obrigações do Estado, pela
avaliação do desempenho e pela proposta de revisão orçamental, designa-se por:
A – Programação e gestão financeira.
B – Execução orçamental.
C – Contabilidade pública.
D – Gestão do Património do Estado.

24. As receitas que resultam de obrigações voluntariamente assumidas pelos contribuintes oriúndos do
estabelecimento de valores contratualmente estabelecidos, que o Estado recebe como contra partida
das taxas pela venda de bens, direitos e serviços, ou de exploração individual dos bens do património
público, designa-se:
A – Receitas não fiscais.
B – Receitas Creditícias.
C – Receitas consignadas.
D – Receitas Tributárias.

25. As fases de execução da despesa pública de capital na Administração Descentralizada Provincial


compreendem:
A – lançamento, cabimento, liquidação e pagamento.
B – cabimento, liquidação, autorização e cobrança.
C – cabimento, liquidação, autorização e pagamento.
D – lançamento, liquidação e cobrança.

26. Nas Finanças públicas, o sub-processo responsável pelo zelo na correcta aplicação das normas do
procuriment público, racionalização na gestão de bens, direitos, obrigações e valores do Estado,
designa-se por:
A – Execução orçamental.
B – Programação e gestão financeira.
C – Contabilidade pública.
D – Gestão do Património do Estado.

27. A falta de inscrição das verbas de despesas correntes e de capital dos órgãos de Representação do
poder Central do Estado na Província (Secretaria e Secretário do Estado na Província), preferindo
mantê-las secretas, no Orçamento do Estado para 2021, configura uma violação das normas do
direito orçamental, mormente:
A – os princípios de equilíbrio orçamental, universalidade e de publidicade do Orçamento do Estado.
B – os princípios de unidade orçamental, especificação, equilíbrio, universalidade e de publidicade do
Orçamento do Estado.
C – os princípios de unidade orçamental, universalidade e de publidicade do Orçamento do Estado.
D – os princípios de não consignação orçamental e de publidicade do Orçamento do Estado.

28. As fases de execução do Orçamento de receitas pública Fiscais na Administração Central do Estado
compreendem:
A – lançamento, cabimento, liquidação e pagamento.
B – cabimento, liquidação, autorização e cobrança.
C – lançamento, liquidação e cobrança.
D – cabimento, liquidação, autorização e pagamento.

29. O instrumento que o governo usa visando o controle dos déficits na Balança de Pagamentos  por meio
de operações de câmbio e às taxas cambiais que estimulem as exportações dos produtos primários e

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importação dos meios de produção por meio da desvalorização ou valorização da moeda local face a
moedas estrangeiras, designa-se por:
A – política económica.
B – política fiscal.
C – política monetária.
D – política cambial.

30. A execução da política orçamental, quanto aos seus objectivos devem traduzir-se:
A – na promoção duma sociedade de justiça social, na desigualdade de oportunidades e na distribuição
de rendimentos.
B –na eficiência na afectação de recursos financeiros, na distribuição da riqueza, estabilidade e desenvolvimento
económico;
C – no aumento da capacidade produtiva das empresas, na quebra do ciclo da nobreza, e nas operações
financeiras activas do Estado.
D – na promoção do emprego, na promoção da inflação, no crescimento económico e desequilíbrio das
contas externas.

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DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO
LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
CADEIRA: ADMINISTRAÇÃO DE FINAÇAS PÚBLICAS
GUIA DE CORRECÇÃO DO EXAME DE ADMINISTRAÇÃO DE FINAÇAS PÚBLICAS / 2ª
ÉPOCA/2020
Exame de Recorrência

Pergunta Resposta Cotação Pergu


1 C 16
2 B 17
3 D 18
4 A 19
5 C 20
6 D 21
7 B 22
8 A 23
9 C 24
10 D 25
11 B 26
12 A 27
13 D 28
14 B 29
13
15 C 30

14