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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)

(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Arslan, Luciana Mourão


Ensino de arte / Luciana Mourão Arslan, Rosa Iavelberg.
- São Paulo: Thomson Learning, 2006. - (Coleção idéias em
ação/ coordenadora Anna Maria Pessoa de Carvalho)

Bibliografia.
ISBN 85-221-0581-2

1. Arte - Estudo e ensino I. Carvalho, Anna Maria


Pessoa de. II. Iavelberg, Rosa. III. Título. IV. Série.

06-7653 CDD-707

Índice para catálogo sistemático:


1. Arte Estudo e ensino 707

Austrália Brasil
COLEÇÃO IDÉIAS EM AÇÃO

"
SI e

Luciana Mourão Arslan


Rosa lavelberg

Coordenadora da Coleção
Anna Maria Pessoa de Carvalho

THOMSON
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Aust•á!:a Brasil Canadá C1ngapura Espanha Estados Unidos México Reino Unido
CAPÍTULO 1
n ea in ~o ~~íl

E m cada época e lugar, um conjunto complexo de intenções,


teorias, práticas e valores orienta as tendências pedagógicas.
Tal afirmação aplica-se tanto à educação geral como à especificidade
do ensino da arte, contribuindo para que se compreenda a forma
como os centros de decisão e discussão, as redes escolares, os grupos
de educadores ou as escolas incorporam os paradigmas educacionais
e organizam suas práticas.
Da mesma maneira, simultaneamente, observam-se transfor-
mações no papel da arte, compreendida como objeto sociocultural e
histórico, indicadoras da existência de imaginários sociais específi-
cos, sempre em movimento, os quais influenciam e imprimem trans-
formações nos códigos das linguagens da arte; são construídos por
seus produtores em contextos espeóficos, ordenando suas criações e
afetando suas práticas artísticas e estéticas.
o
Tradição e inovação parecem imbricadas na articulação entre U'G
~
teorias da arte, educação, práticas sociais e ensino da arte. As trans- E
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formações das teorias da arte articulam-se com as das práticas artís- UI


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ticas e estéticas, reveladas na configuração dos códigos e linguagens 3!
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da arte. As transformações nas tendências pedagógicas, por sua vez, \r
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articulam-se com as mudanças nas teorias e práticas educativas. õ


V
Ensino de Arte

A história da arte, às vezes, é escrita pelo prisma de uma con-


cepção de época, omitindo-se manifestações marginais ou que ope-
ram de forma distinta da oficial. Tanto a educação quanto a arte
podem, com freqüência, expressar vontades e pontos de vista de um
grupo dominante (Efland, 1989). Um senso de elitismo, às vezes, se
relaciona com o ato de ensinar arte e, quando nos voltamos para a
história da arte ocidental, podemos compreender a gênese desse
comportamento. Para falar de arte-educação é necessário compreen-
der os acessos à educação e à arte e, ainda, a concepção de arte em
um determinado tempo.
Observa-se uma reorientação substantiva das instituições edu-
cacionais, da escola renovada do início do século XX à escola cons-
trutivista, a partir dos anos de 1980. Tal mudança de paradigma
implicou, entre outras coisas, a produção social de arte como fonte
de conteúdos para o ensino na área.
No Brasil, aumenta o número de escolas cujos professores le-
vam seus alunos a instituições culturais - nos grandes centros urba-
nos - para desfrutar de mostras e exposições. As práticas educativas
em arte aproximaram-se das práticas sociais, incluindo a produção
de diferentes tempos e culturas como conteúdo a ser ensinado.
Para melhor compreender as transformações no ensino da arte,
vamos considerar três marcos conceituais: a escola tradicional, a es-
cola renovada e a escola contemporânea.
Na escola tradicional predominava a orientação neoclássica, in-
troduzida pela Academia de Belas-Artes instalada pela Missão Fran-
cesa no início do século XIX. A escola renovada incorporou as
práticas de experimentação da arte moderna e o uso de meios e su-
0
,,a portes não-convencionais nas aulas de arte: técnicas de colagem, pin-
:t tura em vários tipos de suporte com tintas variadas, de fabricação
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"',a caseira ou industrializadas, trabalho com anilina, vela e modelagem
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~ em argila. Tudo isso segue uma orientação educacional mais voltada
ao processo de trabalho em arte e ao desenvolvimento do potencial
criador e do plano expressivo.

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CAPITULO 1 O Ensino de Arte no Início do Século XXI

Nos anos de 1980, o ensino da arte sofre nova reorientação: a arte


produzida na sociedade, nas diversas culturas, passa a ser objeto de
conhecimento nas escolas. Nesse momento, as novas tecnologias fo-
ram incorporadas às atividades, mas a escola não abandonou os recur-
sos tradicionais (lousa, papel, tinta, lápis). Houve reorientação na
seleção de meios e suportes, com aproximação entre as aprendizagens
escolares e os procedimentos e técnicas observados nas práticas sociais
em arte. Estes passaram a ser concebidos como saber universal de di-
reito, patrimônio cultural a ser aprendido e saber sobre a diversidade
das culturas de outros tempos e lugares. Nas salas de aula, produto e
processo são considerados fundamentais e a atividade reflexiva sobre
arte é incorporada aos desenhos curriculares.
Em correspondência ao que ocorre nos movimentos artísticos,
e sincronicamente a eles, observa-se uma mudança nítida na passa-
gem da escola tradicional para as escolas de tendência renovada ou
construtivista. Tanto a renovada como a construtivista são classifica-
das como escola ativa, que tem o aluno como centro e sujeito de suas
aprendizagens.
Na escola construtivista ocorre um retorno à valorização dos
conteúdos de ensino, que já eram preconizados na escola tradicional,
porém eram concebidos de modo diferente no que se refere a formas
de aprendizagem, recortes qualitativos e avaliação.
O ensino de arte acompanha os movimentos da arte e da educa-
ção, refletindo o processo dinâmico que perpassa essas duas matri-
zes. Os paradigmas contemporâneos do ensino da arte são fruto de
conservações e mudanças, preservações e substituições, significações
e ressignificações de questões estéticas e educacionais, como o papel
da arte na escola e na sociedade, as relações entre conteúdo e méto-
o
do no ensino da arte e os modos de avaliação, os pressupostos do 1111
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ensino e da aprendizagem, a visão da relação professor/aluno na ar- E
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ticulação entre teoria e prática de ensino e aprendizagem em arte. "'Ili
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A partir dos anos de 1980, observam-se propostas educacionais :!:!
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em escolas, ateliês e outros espaços de ensino de arte, nos quais os ~
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alunos podem conhecer e viver a arte, concebida como conheci- u

3
Ensino de Arte

menta que envolve tanto sensibilidade como cognição, um saber di-


versificado em função dos contextos de origem e modificado ao
longo da história. A Profa. Ana Mae Barbosa criou a Proposta Trian-
gular ( 1994), que orienta o ensino da arte combinando três aspectos:
a produção, a leitura da imagem e a contextualização.
Em arte se atribuem e se extraem sentidos do mundo natural e
das culturas. A cultura e a diversidade cultural passam a ser aspectos
imprescindíveis no currículo escolar, tanto no estudo dos eventos
cotidianos como na assimilação da produção cultural.
Nos anos de 1990, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs)
contribuem sobremaneira para o ensino da arte, porque não são uma
metodologia nem uma proposta de currículo, e sim um conjunto de
princípios que reorientam a visão de ensino da arte, até então apoia-
da em disciplinas, para o foco na aprendizagem, indicando objetivos,
conteúdos, orientações didáticas e avaliação em artes visuais, dança,
música e teatro.
Os PCNs conceituam ensino de arte como uma área de conheci-
mento, em ações disciplinares e interdisciplinares e ainda em sua
articulação com os temas transversais, a saber: saúde, pluralidade
cultural, meio ambiente, trabalho e consumo, orientação sexual e
ética. Propõem-se a refletir sobre os processos de produção e legiti-
mação da arte e da cultura em uma nova perspectiva. Pensar a arte
contemporânea exige reflexão sobre as condições de produção e o
contexto que legitima determinadas obras e categorias, como "arte
contemporânea", em detrimento de outras. É necessário perceber a
relação entre as estruturas internas das obras e a gênese que legiti-
mou tais estruturas (Bourdieu, 1991, p. 183 ).
Espera-se que o aluno possa aperfeiçoar e enriquecer suas expe-
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riências artísticas e estéticas, edificando progressivamente uma iden-
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tidade orientada para a participação crítica e responsável na sociedade,
"'1'11 com direitos e deveres, ao longo da vida. Espera-se formar um aluno
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:!:! que, participante da história, seja protagonista das escolhas profissio-
nais, culturais e educacionais que realiza no presente e no futuro,
com compromisso social e ético:

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CAPITULO 1 O Ensino de Arte no Início do Século XXI

Assim, o aluno pode ter experiências de aprendizagem em dança, música, tea-


tro, artes visuais e audiovisuais, trabalhando essas linguagens em profundidade.
Cabe ao professor garantir que nos trabalhos com uma ou mais linguagens, nos
projetos interdisciplinares, a arte tenha um espaço adequado às suas especifi-
cidades. Espera-se que o aprendiz adquira e mobilize um conjunto de recursos
cognitivos, afetivos e psicomotores ao viver e conhecer arte nas aulas, pondo
em prática seus saberes e desenvolvendo competências e habilidades, produ-
zindo, apreciando e interpretando arte com uma postura crítica e responsável,
situando a arte como produção sócio-histórica contextualizada no tempo e no
espaço. Épocas e lugares estão relacionados a um conjunto de práticas sociais de
arte. O aluno, sujeito da aprendizagem, deve mobilizar recursos para enfrentar
situações complexas como as que organizam o fazer arte e o comunicar-se por
intermédio da arte; o investigar e compreender arte e o contextualizar arte,
utilizando-se de instrumentos físicos e tecnológicos, fontes de informação, do-
cumentação e exibição de arte (PCN para Ensino Médio, 1999).

O aluno, sujeito da aprendizagem, constrói seus saberes em arte


ao estabelecer relações entre o percurso de criação de seus trabalhos
e sua reflexão pessoal sobre as diferentes linguagens, tendo como
referência a diversidade da arte produzida ao longo da história.
Como preparar o estudante de arte para viver com dignidade,
liberdade e responsabilidade no mundo contemporâneo, no qual as
mudanças e o convívio com a incerteza nos campos econômico, pro-
fissional e social afetam sobremaneira o cotidiano das pessoas? Uma
proposta educacional prescritiva seria um fracasso, porque condicio-
naria a prática dos professores. Uma abordagem predominantemen-
te aberta significaria abandonar o aluno à própria sorte. Faz-se
necessária a construção, pelos arte-educadores, de uma proposta que
responda às características da realidade local, das escolas, dos docen-
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tes, dirigentes e, sobretudo, dos alunos, considerando a realidade ,,a
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global. Estudos, pesquisas e análises dos diversos contextos, práticas E
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e teorias articuladas em ensino e em aprendizagem de arte podem "',a
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orientar o trabalho, visando, prioritariamente, à compreensão do ':!:!
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mundo e à formação de um aluno que possa seguir estudando por si ,.,..
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ao término de sua permanência na escola. V

5
Ensino de Arte

Professor e aluno necessitam de formação contínua e aprendi-


zagem permanente, em que o aprender a aprender, seja para ensi-
nar, seja para seguir aprendendo arte ao longo da vida, é princípio
para enfrentar um mundo repleto de mudanças, conhecimentos no-
vos e incertezas nos horizontes econômico, político, profissional,
social e filosófico.

Formação de professores

É importante reconceituar o "aprender a aprender". Não se trata de


repetir as propostas da escola renovada, não basta ao professor a ha-
bilidade de ensinar a aprender ou ao aluno a de saber aprender por si.
Os modos de aprendizagem dos alunos requerem base sólida de con-
teúdos vinculados às habilidades e competências, articulados às mo-
dalidades de acesso aos saberes na atualidade, para que exista um
processo autogerido de formação permanente, tanto para o professor
como para os alunos, na formação do educador prático-reflexivo:

Essa perspectiva apresenta um novo paradigma sobre formação de professores


e suas implicações sobre a profissão docente. Tendo emergido em diferentes
países nos últimos 25 anos, como fruto de pesquisas, discute questões como
a articulação entre teoria e prática no trabalho docente, o professor prático-
reflexivo, o desenvolvimento pessoal e profissional do professor e o papel da
docência, entendendo que a formação encerra um projeto de ação. A forma-
ção de professores reflexivos compreende um projeto humano emancipatório
(Pimenta, 1999, p. 31 ).

Os cursos de formação inicial e contínua são muito importantes,


porque a maioria dos professores tem conhecimento das novas pro-
postas do ensino da arte, mas sente dificuldade para concretizá-las
em sala de aula. Não se pode ensinar aquilo que não se conhece. Para
tanto, é necessário que o professor entre em contato com o universo
da arte, conceitos, procedimentos, valores e vivências, conheça os
contextos de produção artística e reflita sobre as obras em seus diver-
sos aspectos (histórico, geográfico, estético, político, social, étnico, de

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CAPÍTULO 1 O Ensino de Arte no Início do Século XXI

gênero). Uma estratégia é associar, nos cursos para formação de pro-


fessores de arte, oficinas de percurso de criação (Figura 1.1) com visi-
tas a espaços e a ateliês de artistas - bem como ao estudo dos
fundamentos do ensino e aprendizagem na arte.

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Figura 1.1 Professores em oficina de pintura.

Aprender arte: o lugar do inusitado

Arte é uma área de conhecimento que surpreende quando se pensa


na formação necessária ao jovem contemporâneo para sua inserção
social, cultural e profissional. A educação em arte imprime sua mar-
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ca ao demandar um cidadão criador, reflexivo e inovador. Se formar ....
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um jovem para o futuro é prepará-lo para situações incertas e para E
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resistir às exigências da velocidade e da fragmentação que caracteri- "'
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zam a contemporaneidade, então a arte pode colaborar. :!:!
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Os professores têm papel significativo na construção da identidade •o:!
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artística das crianças e dos jovens e devem respeitar os modos de apren- õ
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7
Ensino de Arte

Figura 1.2 Aluno em oficina prática.

dizagem, otimizando o tempo didático com orientações e conteúdos


adequados, que dizem respeito tanto aos saberes universais como àque-
les que interessam aos alunos por ser parte de seu cotidiano. É o pro-
fessor quem promove o fazer artístico, a leitura dos objetos estéticos e
o refletir sobre arte a fim de que o aluno se construa como sujeito go-
vernado por si mesmo, interagindo com os símbolos de sua cultura.
A área de arte requer encaminhamentos específicos porque,
além dos conteúdos da própria arte, deve considerar o temperamen-
to de cada aluno, que compõe suas ações, sua marca pessoal, ou seja,
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..,.
•Ili o plano da subjetividade dialoga com as informações e orientações
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e oferecidas. Acolher e exigir é um retrato da oscilação pendular que
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"'Ili revela os movimentos do professor nas orientações didáticas em arte.


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3! O aluno sente-se bem ao manifestar seus pontos de vista e mostrar
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:t suas criações artísticas, estruturando uma imagem positiva de si mes-
8 mo como conhecedor e produtor de arte.

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CAPÍTULO 1 O Ensino de Arte no Início do Século XXI

Oferecer suporte técnico, acompanhar o aluno no enfrentamen-


to dos obstáculos inerentes à criação, na resolução de problemas com
dicas e perguntas, fazendo-o acreditar em si mesmo, no que faz e
pensa; propor exercícios que aprimorem a criação, informar com
base na História da Arte, promover a leitura, a reflexão e a constru-
ção de idéias sobre arte; e, ainda, documentar os trabalhos e textos
produzidos para análise e reflexão conjunta configuram o quadro de
ações do professor na área de arte.
As imagens, gestos e sons que emergem nas formas artísticas cria-
das em sala de aula referem-se ao universo simbólico do aluno, portan-
to demandam atenção, planejamento de tempo, ordenação do espaço
e comunicação na recepção do professor e na troca com os colegas.
A aprendizagem artística deixará no aluno marcas positivas, um
sentimento de competência para criar, interpretar objetos artísticos e
refletir sobre arte, situar as produções, aprender a lidar com situa-
ções novas e incorporar competências e habilidades para expor pu-
blicamente suas produções e idéias com autonomia. Auto-estima
não se promove afirmando que tudo o que o aluno faz e pensa em
arte é ótimo. Ele se sentirá confiante em relação a sua arte apenas na
medida em que aprender de modo significativo: fazendo, interpre-
tando, refletindo e sabendo contextualizar a arte como produção so-
cial e histórica.
Construir um percurso de criação informado pela cultura re-
quer um professor orientador que incentive, ensine, solicite envolvi-
mento e constância em arte - o que requer atualização permanente,
para familiaridade com o universo procedimental da arte (Iavelberg,
2006, p. 2-3).
As leituras de objetos artísticos são outra competência que pro-
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move a imagem positiva do aprendiz: além de cumprirem o papel de ..,.,
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formação cultural, conectam a aprendizagem ao patrimônio cultural. E
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Na escola, o jovem compreende e se situa no mundo como agente "',a
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transformador, ao atribuir e extrair significados das produções de crí- '.5!
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ticos, historiadores, jornalistas, artistas e filósofos, com a mediação V,
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do professor. oy

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Ensino de Arte

O aluno fará escolhas com liberdade e discernimento, sendo in-


fluenciado, sim, pelas culturas, mas com atitude propositiva e trans-
formadora, a fim de continuar aprendendo por si, dentro e fora da
escola, renovando-se pelo contato com o movimento contínuo
da arte, do conhecimento e das manifestações artísticas. Mostras,
apresentações de dança, teatro, música, feiras e ateliês estabelecem a
comunicação entre o que se estuda e a cultura em produção.
Um aluno preparado para o futuro é aquele cuja formação pos-
sibilita acompanhar o seu tempo. Assim, a arte é imprescindível por
incluir as formas simbólicas que dizem respeito à humanização de
todos os tempos e lugares.

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CAPÍTULO 1 O Ensino de Arte no Início do Século XXI

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11
Ensino de Arte

CULTURA E EDUCAÇÃO
Nos sites a seguir é possível conhecer um pouco mais os programas
e ações culturais e educacionais desenvolvidos no Brasil, bem como
a legislação e os documentos nacionais e internacionais referentes à
cultura e à educação*.

http://www.unesco.org.br
http://www.mec.gov.br
http://www.cu ltu ra .gov.br
http://www.funarte.gov.br
http://www.pnud.org.br/educacao

ARTE NA ESCOLA
Nesta seção estão relacionados alguns sites que oferecem artigos, en-
trevistas e reportagens sobre arte-educação. Encontram-se também
propostas de arte-educação que podem auxiliar no planejamento de
aulas.

http://www.artenaescola.org.br
http://www.crmariocovas.sp.gov.br
http://www.revistaescola.abril.com.br
http://www.revistaeducacao.com.br
http://www.revistapatio.com.br
http://www.revista.art.br
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(11
* Como os endereços da Internet podem sofrer alterações, a editora não se respon-
;§ sabiliza por quaisquer problemas nas conexões dos sites publicados (N.E.).

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CAPÍTULO 1 O Ensino de Arte no Início do Século XXI

PESQUISAS E PROJETOS EM ARTE


No sites a seguir é possível acessar os principais núcleos de pesquisas
e projetos na área de artes no Brasil.

http://www.unifacs.br/anpap/
http://www.cenpec.org.br/modules/home
http://www.pucminas.br
http://www.eca.usp.br
http://www.eba.ufmg.br
http://www.ida.unb.br
http://www.deart.ufu.br/
http://www.pucsp.br/neamp/
http://www.ufmg.br/dac
http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_cultural/cultural.html
http://artecno.ucs.br
http://www.ufrn.br
http://www. usp. br/ cpc/
http://www.nupav.deart.ufu.br/
http://www.faac.unesp.br/
http://www.chla.ufal.br/artes/nace/

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