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AS SETE TROMBETAS

A PRIMEIRA TROMBETA

O cenário das trombetas é o santuário celestial

“E o anjo tomou o incensário, encheu-o do fogo do altar e o atirou á terra. E houve trovões, vozes, relâmpagos e
terremoto.
Então, os sete anjos que tinham as sete trombetas prepararam-se para tocar”.(Ap.8:5-6)

A PRIMEIRA TROMBETA.
“O primeiro anjo tocou a sua trombeta, e houve saraiva e fogo misturado com sangue, que foram lançados
na terra; e foi queimada a terça parte da terra, a terça parte das árvores, e toda a erva verde”. (Ap.8:7).

As sete trombetas tratam de guerras, comoções e insurreições políticas, sendo que as quatros primeiras
focalizam a queda de Roma ocidental; a quinta e a sexta de Roma oriental e a sétima de Roma em seu sentido mais
amplo representando o mundo todo em sua rebelião contra Deus. As trombetas são juízos de Deus sobre os homens.
(Dan. e Apo. Pág. 118 – Vilmar gonzáles).

Vamos agora descobrir os significados dos símbolos proféticos.


Esta trombeta tem um significado duplo, Isto é, a sua mensagem aponta para dois acontecimentos.

1°- a destruição de Jerusalém no ano 70.


2°- os ostrogodos invadindo o império romano no ano 410.

OS SÍMBOLOS USADOS NA PRIMEIRA TROMBETA SÃO:

FOGO, SARAIVA, ÁRVORES E ERVAS VERDES.

Fogo e saraiva são símbolo de destruição


“Eis que o Senhor tem um valente e poderoso; como tempestade de saraiva, tormenta destruidora, como
tempestade de impetuosas águas que transbordam, ele a derrubará violentamente por terra”. (Isa.28:2).

“O Senhor fará ouvir a sua voz majestosa, e mostrará a descida do seu braço, na indignação da sua ira, e a
labareda dum fogo consumidor, e tempestade forte, e dilúvio e pedra de saraiva”. (Isa.30:30)

“Portanto assim diz o Senhor Deus: fendê-la-ei no meu furor com vento tempestuoso e, na minha ira, farei cair
forte chuva, e grandes pedras de saraiva, na minha indignação, para a consumir”. (Eze..13:13).

“Contenderei com ele também por meio da peste e do sangue; farei chover sobre ele e as suas tropas, e sobre os
muitos povos que estão com ele, uma chuva inundante, grandes pedras de saraiva, fogo e enxofre”. (Eze.28:22).

SANGUE É SÍMBOLO DE GUERRA

“Eis que os príncipes de Israel, que estão em ti, cada um conforme o seu poder, se esforçam para derramarem
sangue”. (Eze.22:6).

“Tu sabes também o que me fez Joabe, filho de Zeruia, a saber, o que fez aos dois chefes do exército de Israel, a
Abner, filho de Ner, e a Amasa, filho de Jeter, os quais ele matou, e em tempo de paz derramou o sangue de guerra...”
(I.Rs.2:5).

ÁRVORE E ERVA VERDE É SÍMBOLO DO POVO DE DEUS

“Bendito o varão que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor.


Porque é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando
vem o calor, mas a sua folha fica verde...” (Jer.17:7-8). Ver mais em Isa. 44:3-4; Sal.52:8; 92:17; Jer.11:17.

“Pois será como a árvore plantada junto às correntes de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cuja
folha não cai; e tudo quanto fizer prosperará”. (Sal.1:3).

“E já está posto o machado á raiz das árvores; toda árvore, pois que não produz bom fruto, é cortada e lançada
no fogo”. (Mat.3:10).

A primeira trombeta se aplica primariamente à destruição dos judeus e de Jerusalém pelos romanos no ano 70
d.C.
Jesus advertiu a sua igreja quanto à destruição de Jerusalém.

“E quando chegou perto e viu a cidade, chorou sobre ela dizendo: Ah! Se tu conhecesses, ao menos neste dia, o
que te poderia trazer a paz! Mas agora isso está encoberto aos teus olhos. Porque dias virão sobre ti em que os teus
inimigos te cercarão de trincheiras, e te sitiarão, e te apertarão de todos os lados, e te derribarão, a ti e aos teus filhos
que dentro de ti estiverem; e não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não conheceste o tempo da tua visitação”.
(Lc.19:41-44).

Moisés também profetizou sobre a destruição de Jerusalém.

“O Senhor levantará contra ti de longe, da extremidade da terra, uma nação que voa como a águia, nação cuja
língua não entenderás. Nação de rosto feroz, que não respeitará ao velho, nem se compadecerá do moço. e te sitiará em
todas as tuas portas, até que em toda a tua terra venham a cair os teus altos e fortes muros, em que confiavas; sim, te
sitiará em todas as tuas portas, em toda a tua terra que o Senhor teu Deus te deu. E, no cerco e no aperto com que os
teus inimigos te apertarão, comerás o fruto do teu ventre, a carne de teus filhos e de tuas filhas, que o Senhor teu Deus
te houver dado. Igualmente, quanto à mulher mais mimosa e delicada no meio de ti, que de mimo e delicadeza nunca
tentou pôr a planta de seu pé sobre a terra, será mesquinho o seu olho para com o homem de seu regaço, para com seu
filho, e para com sua filha; também ela será mesquinha para com as suas páreas, que saírem dentre os seus pés, e para
com os seus filhos que tiver; porque os comerá às escondidas pela Falta de tudo, no cerco e no aperto com que o teu
inimigo te apertará nas tuas portas.

AGORA O PROFETA EZEQUIEL.

“Portanto os pais comerão a seus filhos no meio de ti, e os filhos comerão a seus pais; e executarei em ti juízos,
e todos os que restarem de ti, espalhá-los-ei a todos os ventos. Portanto, tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus,
pois que profanaste o meu santuário com todas as tuas coisas detestáveis, e com todas as tuas abominações, também eu
te diminuirei; e não te perdoarei, nem terei piedade de ti”. (Eze.5:10-11).

AGORA O PROFETA JEREMIAS.

“As mãos das mulheres compassivas cozeram os próprios filhos; estes lhes serviram de alimento na destruição
da filha do meu povo”. (Lam.4:10).

OBSERVE AGORA ESSA OUTRA ADVERTENCIA.

“Mas ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias”. (Mt.24:19).

AGORA VEJA OUTROS AVISOS QUE FORAM ENVIADOS A JERUSALEM.

“Um cometa, que tinha a forma de uma de uma espada, apareceu sobre Jerusalém, durante um ano inteiro.
Antes de começar a guerra, o povo reuniram-se, a oito de abril para a festa da páscoa, e pelas as nove horas da
noite viu-se durante uma Meira hora, em redor do altar e do templo, uma luz tão forte que se teria pensa do que era dia.
Os ignorantes tiveram-na como um bom avoúrio, mas os instruídos e sensatos conhecedores das coisas santas,
consideraram-na presságio do que depois se sucedeu... pelas seis horas da tarde a porta do templo que está do lado do
oriente e que é de bronze é tão pesada que vinte homens mal podem empurrar, abriu-se sozinha, embora estivesse com
fechaduras e ferrolhos, que penetravam bem fundo no chão, feito de uma só pedra. Os guardas do templo avisaram
imediatamente o magistrado do que acontecera e lhe foi bem difícil tornar a fechá-la. Os ignorantes interpretaram-no
ainda como um bom sinal, dizendo que Deus abria em seu favor suas mãos liberais, para cobri-los de toda sorte de
beus. Mas os mais sensatos julgaram o contrário, isto é, que o templo destruir-se-ia por si mesma e que abertura de suas
portas era presságio, o mais favorável, que os romanos pudessem desejar. Um pouco depois da festa, a vinte e sete de
maio aconteceu uma coisa que eu teria relatar de medo que a tomassem por uma fábula, se pesssoas que também a
viram, ainda não estivessem vivas e se lhe as desgraças que lhe seguiram não tivessem confirmado a sua veracidade.
Antes do nascer do sol viram no ar, em toda aquela região, carros cheios de homens armados, atravessar as nuvens e
explanarem-se pelas cidades, como para cercá-las. No dia da festa de Pentecostes estando a noite, no templo interior
para o divino serviço ouviram um ruído e logo em seguida uma vós que repetiu várias vezes saiam daqui. Quatro anos
antes do comerço da guerra, quando Jerusalém gosava ainda de profundo pal e fartura, filho de Anano, que era o
simples camponês, tendo vindo a festa dos tarbernaculos, que se celebra todos os anos no templo, em honra de Deus
Exclamou: ‘voz do lado do oriente voz do lado do ocidente, voz do lado ods quatros ventos,voz contra Jerusalém e
contra o templo, voz contra os recém-casados, voz contra todo templo’. Dia e noite ele corria por toda a cidade
repetindo a mesma coisa. Algumas pessoas de condição, não podendo compreender essas mau presságio, mandaram
prendê-lo, ele respeita somente e sem cessar, as mesmas palavras; desgraças! ‘desgraças! Sobre Jerusalém’. ... assim
continuou durante sete anos e cinco meses, sem interupção alguma, sem que a sua voz enfraquecesse ou se torna-se
riuca. Quando Jerusalém foi cercada viu-se o efeito de duas predições. Fazendo então a volta as muralhas da cidade, ele
se pôs ainda a clamar: desgraça! Desgraça sobre a cidade, desgraça sobre o povo, desgraça sobre o templo’. Tendo
acrescentado ‘desgraça sobre mim’, uma pedra atirada por uma máquina, derribou por terra e ele expirou proferindo
ainda as mesmas palavras” – (História dos Hebreus vol. 8. Págs.295-299).

“Durante sete anos esteve a subir e a descer as ruas de Jerusalém, declarando as desgraças que deveriam
sobrevir à cidade. De dia e de noite cantava ele funebremente: ‘uma voz do oriente, uma voz do ocidente, uma voz dos
quatros ventos! Uma voz contra Jerusalém e contra o tempo! Uma voz contra os noios e noivas! Uma voz contra o
povo todo!’. Este ser estranho foi preso e açoitado, mas numa queixa lhe escapou dos lábios. Aos insultos e maus tratos
respondia somente: ‘ai! Ai dos habitantes dela!’ seu clamor de aviso não cessou senão quando fi morto no cerco que
havia predito (Conflito dos séculos. Pg.29).

Veja porque Deus permitiu que Jerusalém fosse destruída em 70° d.C pelos romanos:

“... A História daquele povo favorecido foi um registro de apostasia e rebelião. Haviam resistido a graça do céu,
abusado de seus privilégios e menosprezando as oportunidades”. (O Grande conflito. Pg. 17).

“Eles, porém, zombavam dos mensageiros de Deus, desprezando as suas palavras e mofando dos seus profetas,
até que o furor do Senhor subiu tanto contra o seu povo, que mais nenhum remédio houve”. (II. Cro. 36:16).

“Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, apedrejas os que a ti são enviados! Quanta vez quis eu ajuntar os
teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e não o quiseste! Eis aí abandonada vos é a vossa
casa”. (Mt.23:37-38).

“Quando os símbolos idolátricos dos romanos fossem erguidos em terra santa, a qual ia um pouco além dos
muros da cidade, então os seguidores de Cristo deveriam achar segurança na fuga. Quando fosse visto o sinal de aviso,
os que desejavam escapar não deveriam demorar-se. Por toda a terra da Judéia, bem como em Jerusalém mesmo, o
sinal para a fuga deveria ser imediatamente obedecido”. (O Grande conflito. Pág.26).

Em vez de se prepararem para estarem alerta diante dos avisos dadas por Cristo e pelos profetas,
. veja como eles estavam vivendo.

“Satanás suscitou as mais violentas e vis paixões da alma. Os homens não raciocinavam; achavam-se fora da
razão, dirigidos pelo impulso e cega raiva. Tornaram-se satânicos em sua crueldade. Na família e na sociedade, entre as
mais altas como entre as mais baixas classes, havia suspeita, inveja, ódio, contenda, rebelião, assassínio”. (O Grande
conflito. Pág. 26).
“Satanás estava à frente da nação e as mais altas autoridades civis e religiosas estavam sob o seu domínio.” (O
Grande conflito. Pág. 26).

O cerco de céstio e a as retirada em 66 d.C era o aviso para os cristão retirarem.

“Depois que os romanos, sob Céstio, cercaram a cidade, inesperadamente abandonaram o cerco quando tudo
parecia favorável a um ataque imediato. Os sitiados, perdendo a esperança de poder resistir, estavam a ponto de se
entregar, quando o general romano retirou suas forças sem a mínima razão aparente”. (O Grande conflito. Pg.28).

Todos os que atenderam os avisos de Cristo e dos profetas, fugiram da cidade e


salvaram suas vidas.

“Nenhum cristão pereceu na destruição de Jerusalém” (Grande conflito. Pg.27).

Veja agora o que aconteceu com todos aqueles que rejeitaram e não atenderam os avisos de Jesus

“Terríveis foram às calamidades que caíram sobre Jerusalém quando o cerco foi reassumido por Tito. A cidade
foi assaltada na ocasião da Páscoa, quando milhões de judeus estavam reunidos dentro de seus muros... Tão atrozes
eram as conseqüências da fome que homens roíam o couro de seus cinturões e sandálias, e a cobertura de seus escudos.
Numerosas pessoas saíam da cidade à noite, furtivamente, para apanhar plantas silvestres que cresciam fora dos muros
da cidade, se bem que muitos fossem agarrados e mortos com severas torturas; e muitas vezes os que voltavam em
segurança eram roubados naquilo que haviam rebuscado com tão grande perigo... Milhares pereceram pela fome e pela
peste... Maridos roubavam de sua esposa, e esposas de seu marido. Viam-se filhos arrebatar o alimento da boca de seus
pais idosos... Os prisioneiros que resistiam ao cair presos eram açoitados, torturados e crucificados diante do muro da
cidade. Centenas eram diariamente mortos desta maneira, e essa horrível obra prolongou-se até que ao longo do vale de
Josafá e no Calvário se erigiram cruzes em tão grande número que mal havia espaço para mover-se entre elas... O
sangue corria como água pelas calsadas do templo abaixo. Milhares e milhares de judeus pereceram”. (Grande conflito
28-31).

“E todo o povo respondeu: O seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos”. (Mt.27:25).

"O morticínio, do lado de dentro, era até mais terrível do que o espetáculo visto fora. Homens e mulheres,
velhos e moços, rebeldes e sacerdotes, os que combatiam e os que imploravam misericórdia, eram retalhados em
indiscriminada carnificina. O número de mortos excedeu ao dos matadores. Os legionários tiveram de trepar sobre os
montes de cadáveres para prosseguir na obra de extermínio." (Grande conflito. Pg.32).

“No cerco e morticínio que se seguiram, percorreram mais um milhão de pessoas”. (Grande conflito. Pg.32).

“As horríveis crueldades executadas na destruição de Jerusalém são uma demonstração de poder vingador de
Satanás sobre os que rendem ao seu controle”. (Grande conflito pg.33).

“Ainda que alguns intérpretes tomem esta passagem (Mat.24:15-21) como se referindo exclusivamente à
aguavindo, já nela referencias inconfundíveis à destruição de Jerusalém no 70° d.C... A destruição de Jerusalém era o
prenúncio do juízo final e assim era o sinal da vindoura...” (Bíblia de estudo genebra. Pág. 1135).

“No ano 70° depois de Cristo os romanos entraram no templo com seus estandartes militares, suas insígnias
cerimônias que eram elementos de seja reunião. Carregaram os vasos sagrados, inclusive o candelabro e incendiaram o
templo”. (Bíblia de estudo genebra. Pág. 1135).

“O cerco de Jerusalém no ano 70° d.C. de fato trouxe sofrimento externo... isto é, durante a destruição de
Jerusalém no 70° d.C. (Bíblia de estudo genebra. Pág. 1217)”.

“Em 70° da nossa era foi destruída por Tito quando começou a dispersão dos judeus”. (Biblioteca de auxilio
educacional vol. 6 pág. 2002).
“Em 66 os judeus se rebelaram contra Rosa, e em 70° a cidade foi quase totalmente destruída pelas forças
imperiais”. (Nova enciclopédia barsa vol. 8 pág.315).

“É sagrada para os judeus por ter abrigado sua arca da aliança e ter sido sede o seu templo (destruído em 70°
d.C.)” (enciclopédia barsa vol. 9 pág.456).

“Mas em 410 os visigodos saquearam a cidade. O imperador fugiu e alarico capturou sua irmã plácida”. (Toda
História pg. 82 de José Jobbsom de A Arauda e Nelson pilleta).

“Em agosto de 410, sob o lcomando de Alaico, escalaram as muralhas de Roma saqueando-as por três dias.
Deixaram a cidade em chamas e se dirigiram para o sul da Itália”.(História antiga e medieval pág. 193 de Leonel
Itaussu A.e Luis César A. costa).

A SEGUNDA TROMBETA
“O segundo anjo tocou a sua trombeta, e foi lançado no mar como que um grande monte ardendo em fogo, e
tornou-se sangue a terça parte do mar. E morreu a terça parte das criaturas viventes que havia no mar, e foi destruída a
terça parte dos navios”. (Apo. 8:8-9).

MONTANHA é símbolo uma nação de um povo de um poder.

“Já se ouve sobre os montes o rumor como o de muito povo, o clamor de reinos e de nações já congregados...”
(Isa. 13:4).

“Pagarei, antes os vossos própios olhos, à Babilônia e a todo os moradores da Caldéia toda a maldade que
fizeram em Sião, diz o senhor.
Eis que sou contra ti, ó monte que destróis diz o Senhor diz o Senhor, que destróis toda a terra; estenderei a mão contra
ti, e te revolverei das rochas, e farei de ti um monte em chamas.” (Jer. 51:24, 25).

FOGO símbolo de destruição e julgamento.

“Porque eis que o Senhor virá em fogo, e os seus carros, como um torvelinho, para tornar a sua ira em furor e a
sua repreensão, em chamas de fogo”. (Isa. 66:15).

“Circuncidai-vos para o senhor, circuncidai o vosso coração, ó homens de Judá e moradores de Jerusalém, para
que o meu furor não saia como fogo e arda, e não haja quem o apague, por causa da malicia das vossas obras”. (Jer.
4:4).

MAR símbolo de nações e povos.

“Falou-me ainda: as águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões nações e línguas”.
(Apo. 17:15).

“O Egito é que vem subindo como o Nilo, e como rios cujas águas se agitam; e ele diz: Subirei, cobrirei a terra;
destruirei a cidade e os que nela habitam”. (Jer.46:8).

“Ai do bramido de muitos povos que bramam como o bramido dos mares; e do rugido das nações que rugem
como o rugido de impetuosas águas”. (Isa. 17:12).

SANGUE um símbolo de guerras.


“Também tu sabes o que me fez Joabe, filho de Zuria, e o que fez aos dois comandantes do exercito de Israel, a
Abner, filho de Ner, e a Amaza filho de Jeter, os quais matou, e, em tempo de paz, vingou o sangue derramado em
guerra,...” (1.Re.2:5).

“Eis que os príncipes de Israel, cada um segundo o seu poder, nada mais intentam, senão derramar sangue”.
(Eze. 22:6).

CRIATURAS NO MAR símbolo de pessoas.

“E por onde quer que entre o rio viverá todo ser vivente que vive em enxames, e haverá muitíssimo peixe;
porque lá chegarão estas águas, para que as águas do mar se tornem doces, e viverá tudo por onde quer que entre este
rio. Os pescadores estarão junto dele; desde En-Gedi até En-Eglaim, haverá lugar para estender as redes; o seu peixe
será, segundo a sua espécie, como o peixe do Mar Grande, em multidão excessiva”. (Eze. 47:9-10).

“E farias os homens como os peixes do mar, como os répteis, que não têm quem os governe?”. (Hab.1:14 cof.
1:2-4).

O toque da segunda trombeta anuncia guerra, destruição, derramamento de sangue, morte e etc. estão diante das
invasões dos vândalos chefiados por Genserico sobre a Roma das cesáreas a partir do ano 428 d.C.

Genserico destruiu pelo fogo e pela espada no mar mediterrâneo, perto de Cartago, em apenas uma noite, mais
da metade da esquadra romana que era composta por mais de 1.113 navios, guarnecidos por mais de 100.000 homens.
(Daniel e Apocalipse. Pág. 114. Vilmar Gonzalez).

“Em 455 os Vândalos – para mencionar mais uma tribo invasora – pilharam Roma numa segunda investida.
Eles vandalizaram a cidade durante duas semanas, sistemáticas e persistentemente carregaram consigo praticamente
todo e qualquer coisa de valor que puderam encontrar. Levaram para Cartago (norte da África) o sólido castiçal de sete
lâmpadas, que no ano 70 Tito levara para Roma, proveniente do templo de Jerusalém” (O declínio e queda do império
romano citado em uma nova era segundo as profecias do Apocalipse, pág.242). Mervim Maxwel.

“Tal como a Assíria e Babilônia Roma também castigado o povo de Deus. E como a Assíria e Babilônia, Roma,
por sua vez teria que ser punida também. Uma vez os romanos haviam roubado o castiçal de ouro dos judeus; agora os
vândalos o roubaram dos romanos”. (Uma nova era segundo as profecias do Apocalipse. Pág. 242). Mervim Maxwel.

“Imediatamente Geserico derrotou duas as esquadras romanas enviadas para combatê-lo


Uma delas possuía 1.100 navios. Nessas ocasiões a montanha ardente lançou literalmente lançou navios e
marinheiros ao mar”. (Uma nova era segundo as profecias do Apocalipse. Pág. 242). Mervim Maxwel.

“Os vândalos sobre Genserico! Geserico rei dos vândalos (390-477) descartou-se como organizador, chefe
militar estadista. ... Como um exercito de 16.000 conquistas a África romana. ... ocupa Hipona em 431, e Catargo em
439. mantendo o domínio naval no mediterrâneo. ... Conquistou Roma em 455 e neutraliza os esforços romanos”
(Enciclopédia barsa vol. 8. pág.140).

“Prosseguiu sua política expansionista, tendo tornado Catargo em 442. senhor dessa excelente posição maritina.
Genserico tornou a nação vândala potencia no mediterrâneo ocidental, dominando as atividades comercias e praticando
ação de pirataria que prejudicavam supremacia aos romanos. ... inúmeras tentativas para derrotá-los foram efetivados
por forças do impérios, todas infrutíferas” (dicionário de história universal pág.155).

“a constituição de uma poderosa frota permitiu Genserico rei dos vândalos, a ocupar a Córsega, a Sardenha e
parte da Sicília. Em 455 sitiou Roma, saqueou-a e capturou a imperatriz e suas filhas. Os godos receberam 1/3 das
terras em pagamento pelas suas atividades guerreiras” (História antiga e medieval págs.319-320 de José Jobssom de
Almeida)
“Nos quatros primeiros séculos selos do Apocalipse encontramos Roma perseguindo e matando os cristãos. Nas
quatros primeiras trombetas são os bárbaros perseguindo os romanos. – leia Apocalipse 13:10.

A TERCEIRA TROMBETA
“O terceiro anjo tocou a sua trombeta, e caiu do céu uma grande estrela, ardendo como uma tocha, e caiu sobre
a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas. O nome da estrela era Absinto; e a terça parte das águas tornou-se
absinto, e muitos homens morreram das águas, porque se tornaram amargas”. (Apo. 8:10-11).

Vamos descobri o sentido espiritual e depois o literal dessa trombeta, isto é, o sentido primário e
o secundário.

“Caiu do céu” símbolo da queda de Satanás.

“Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra tu que prostravas as
nações”. (Isa. 14:12).

“Respondeu-lhes ele: Eu via Satanás, como raio, cair do céu”. (Luc. 10:18).

A Bíblia afirma que as estrelas são usadas na profecia para representar “anjos”.

“Quando juntas cantavam as estrelas da manhã, e todos os filhos de Deus bradavam de júbilo?” (Jô. 38:7).

“Louvai-o, todos os seus anjos; louvai-o, todas as suas hostes! Louvai-o, sol e lua; louvai-o, todas as estrelas
luzentes” (Sal. 148:2-3). “Podemos crer que a estrela absinto da terceira trombeta é Satanás, caído do Céu”. (uma nova
era segundo as profecias do Apocalipse pág. 243 Marvin Maxuel).

A estrela (Satanás) caiu sobre as fontes das águas.

“Fontes das águas” é símbolo das águas do evangelho, águas da salvação, a mensagem divina que deveria ser
alterada, modificada por Satanás.

“Portanto com alegria tirareis águas das fontes da salvação”. (Isa. 12:3).

“Ora, no seu último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé e clamou, dizendo: Se alguém tem sede,
venha a mim e beba”. (Jo. 7:37).

“O ensino do sábio é uma fonte devida para desviar dos laços da morte”. (Pv. 13:14).

“Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas”.(Jer. 2:13).

“... A quem tiver sede, de graça lhe darei a beber da fonte da água da vida”. (Apo. 21:6 – últ. Par).

“Pois assim diz o Senhor: Eis que estenderei sobre ela a paz como um rio, e a glória das nações como um ribeiro que
trasborda”.(Isa. 66:12 – P. Par.).

“Amargosa” símbolo de tristeza, sofrimento e de tudo aquilo que é o oposto de bem.

“Outro, ao contrário, morre em amargura de alma, não havendo provado do bem”. (Jó 21:25 conf. Isa. 1:10;
Apo. 10:9).

Satanás quando caiu na terra, trouxe uma taça cheia de veneno doutrinário, ensinamentos errôneos que
contaminou as águas limpas e puras do evangelho, o qual é o poder de Deus para salvar a humanidade.
“Veneno satânico” orgulho, corrupção, iniqüidade injustiça incredulidade, idolatria, mentira, assassinatos,
feitiçaria ETC. (Eze. 18:15-18; II. Cor. 6:14-17; Jo. 8:44; I. Jo. 3:12; Apo. 18:23).

“Satanás espalhou seus erros por intermédio de professores humanos. As fontes das águas, em contrastes com os
corpos celestes da trombeta seguinte, encontram-se na terra. Devemos concluir, pois que a terceira trombeta preconiza
a contaminação das verdades cristãs no seio da igreja de Deus sobre a terra, por meio dos venenos satânico, professores
ditam cristãos”. (uma nova era segundo as profecias do Apocalipse pág. 244 Marvin Maxuel).

Se desejar mais informações sobre os venenos satânicos leia o capítulo 13 deste livro.

Vamos agora para o sentido secundário, ou literal dessa trombeta.

“O simbolismo aqui apresentado representa muitas bem as invasões e conquistas realizadas pelos hunos,
chefiados por Átila. As partes do império romano em se encontram as cabeceiras dos grandes rios – ao longo do Reno,
da Gália e do norte da Itália, foram os principais pontos de ataques dos hunos. Átila à semelhança de uma estrela
cadente (meteoro), com grande rapidez levava a efeito suas conquistas. Eram terríveis, provocando verdadeira
amargura (“absinto”) por onde passava. Átila gabava-se de que até o capim não crescia mais onde seu cavalo passava.
Denominou-se a se próprio de o “flagelo de Deus”. A principal batalha foi a de Chalons na França em 451. No entanto,
após todo o seu apogeu e esplendor, Átila e seu povo – os hunos – tão rapidamente como conquistaram (estrela caindo)
desapareceram, passaram no cenário mundial, à semelhança de um meteoro (João viu uma estrela caindo) que deixa de
brilhar após pouco tempo de existência” (Daniel e Apocalipse Pág. 119 – Vilmar Gonzalez).

“Átila, pai dos hunos, chamado o “flagelo de Deus” aproveitou a debilidade do império romano e resolveu
conquistá-lo. Invadiu Gália e saqueou várias cidades. Em Paris graças as exortações da pastorinha Genoveva, nada
aconteceu. Na Itália, depois de conferenciar com o papa leão I, Átila desistiu de atacar Roma. Retirou-se para a
Hungria, onde morreu em 453, seus filhos começaram a lutar pela herança provocando o enfraquecimento do reino e as
invasões estrangeiras”. (história antiga e medieval pág.96).

“Os hunos... invadiram a Europa e empurraram os povos germânico para dentro do império romano. Guerreiros
ferozes, os hunos aniquilaram primeiramente os ostrogodos em 375... logo depois os próprios visigodos já estavam
fugindo da fúria dos hunos... o historiador Ariano Marcelino (320 – 390), que era oficial do exército romano descreveu
assim algumas características dos hunos.
Os hunos têm um modo de vida muito rude nem cozinhar nem temperar os alimentos para comer. Comem raízes
das palmeiras e carne semicrua de qualquer animal.
Vestem-se com tecidos de linhos. Depois de vestir suas roupas, não as tiram do corpo, até que o tempo as
desfaça em pedaços.
“Não possuem casas, nem cabanas nem constrói túmulos para seus mortos. Vivem sempre montados em seus
cavalos. É assim que compram e vendem, e comem, e bebem. Agarrados no pescoço do cavalo dormem em sono
profundo”. (história e consciência do mundo VOL.I.PÁG. 132 Gilberto).

A QUARTA TROMBETA

“O quarto anjo tocou a sua trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, a terça parte da lua, e a terça parte das
estrelas; para que a terça parte deles se escurecesse, e a terça parte do dia não brilhante, e semelhantemente a da noite.
E olhei, e ouvi uma águia que, voando pelo meio do céu, dizia com grande voz: Ai, ai, ai dos que habitam sobre a terra!
por causa dos outros toques de trombeta dos três anjos que ainda vão tocar”. (Apo. 8:12-13).

Vamos examinar aqui os dois aspectos; o aspecto literal e o simbólico.

Aspecto simbólico - “Foi ferida a terça parte do sol, a terça parte da lua” leia em Apocalipse e abserve:
“O sol” é símbolo de Cristo, do seu Evangelho, da sua justiça e da sua salvação (Luc. 1:76-79; Mat. 4:16;
II.Cor. 4:6; Efé. 5:14; Sal 84:11; Jo. 8:12; 1:4; 9:5; 12:35; Efé. 1:18).

“A lua” é símbolo do ministério de Cisto revelado no Santuário terrestre atravás do sangue e sacrifício dos
animais que ali eram realizados diários. (Lev.4:27-35). Assim como A LUA NÃO TEM LUZ PRÓPRIA, ELA REFLETE A
LUZ DO SOL. ENQUANTO O SOL NÃO APARECE, ELA BRILHA ABSOLUTA SOBRE A TERRA. MAS EM APARECENDO O SOL,
ELA DEIXA DE BRILHAR, ISTO É, ELA PERDE O SEU BRILHO.

“As estrelas” é símbolo do ministério dos anjos (Apo. 1:20; Jó. 38:7; Sal. 145:2-3; Hb. 1:4).

“Escurecer não brilhar” leia II. Cor. 4:4 e observe “cegou o entendimento” “luz do evangelho” “não
resplandeça”.

Agora observe que “trevas” (escureceu) está relacionado a Satanás – leia Col. 1:13 “Império das trevas”
“Mundo tenebroso” Efé. 6:12 “luz com as trevas” II. Cor. 6:14-15 “entre Cristo e o maligno”. Efé. 5:8-14.
“A quarta trombeta forma um pararelo com a igreja de Tiatira a quarta igreja di Apocalipse. Forma um pararelo
com chifre pequeno de Daniel 7-8. Ela faz com que nossos olhares voltam para o mistério sacerdotal de Cristo no
santuário celestial.
Não seria, entretanto uma remoção total da verdade de Deus e do nosso Sumo sacerdotal! “Apenas a terça
parte” da luz deixaria de brilhar”. (uma nova era segundo as profecias do Apocalipse pág.244 Maxuel).

Daniel 7:25 “o comprimento desta solene passagem foi extremamente amplo. A perseguição e a tortura,...
também eles existiam a observância do domingo e proibia guarda do sábado bíblico. Em 1054 a igreja romana
excomungou iradamente a igreja greco-ortodoxos e seus milhões de membros porque, entre outras coisas os cristãos
greco-ortodoxos insistiam em continuar obscrevendo o sábado do sétimo dia... a lei de Deus e o ministério sacerdotal
de Cristo no santuário celestial certamente foram obscurecido por um sistema totalmente terrestre de leis e sacerdotes e
sacrifícios... a luz do céu foi obscurecida” cumpriu-se a quarta trombeta. (uma nova era segundo as profecias do
Apocalipse pág.245 Maxuel).

Vamos agora estudar o aspecto literal da quarta trombeta.

“Sob esta trombeta, os luminares de “uma terça parte” do império romano, deixam de brilhar, Roma ocidental
(1/3) chega o seu fim. O imperador (o sol) e alguns anos depois o senado e os cônsules (lua e estrelas) perdem o
domínio do imperador. Em 476, foi deposto o ultimo imperador de Roma ocidental. Era o fim de uma “era” de
domínio. Roma ocidental chegara o seu fim. (escurecera) para sempre, como potência política. Rômulo Augusto foi o
ultimo imperador romano.

“Um jovem hérulo, astuto e inteligente, Odoarcro, derrotou-o sem dificuldade e emviou a Constantinopla as
insígnias impérias, como inúteis desde então, Odoarcro, nomedo patricio, governou a Itália. Assim desapareceu o
império romano do ocidental”. (Daniel e Apocalipse pág. 120. Vilmar Gonzáles).

“A desordem administrativa acelerou o processo de desintegração do império romano do ocidente, que em 476
caiu sob o domínio dos bárbaros. Quanto ao império do Oriente, este perduou até 1.453 quando Constantinopla, sua
capital foi dominada pelos turcos”. Base (biblioteca de auxilio do sistema educacional). Vol. 6. pág.1.955.

Sob “os três” ais estude a quinta, a sexta e a sétima trombeta.

A QUINTA TROMBETA
“O quinto anjo tocou a sua trombeta, e vi uma estrela que do céu caíra sobre a terra; e foi-lhe dada a chave do
poço do abismo. E abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço, como fumaça de uma grande fornalha; e com a
fumaça do poço escureceram-se o sol e o ar. Da fumaça saíram gafanhotos sobre a terra; e foi-lhes dado poder, como o
que têm os escorpiões da terra. Foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a verdura alguma, nem a
árvore alguma, mas somente aos homens que não têm na fronte o selo de Deus. Foi-lhes permitido, não que os
matassem, mas que por cinco meses os atormentassem. E o seu tormento era semelhante ao tormento do escorpião,
quando fere o homem. Naqueles dias os homens buscarão a morte, e de modo algum a acharão; e desejarão morrer, e a
morte fugirá deles. A aparência dos gafanhotos era semelhante à de cavalos aparelhados para a guerra; e sobre as suas
cabeças havia como que umas coroas semelhantes ao ouro; e os seus rostos eram como rostos de homens.Tinham
cabelos como cabelos de mulheres, e os seus dentes eram como os de leões. Tinham couraças como couraças de ferro;
e o ruído das suas asas era como o ruído de carros de muitos cavalos que correm ao combate. Tinham caudas com
ferrões, semelhantes às caudas dos escorpiões; e nas suas caudas estava o seu poder para fazer dano aos homens por
cinco meses. Tinham sobre si como rei o anjo do abismo, cujo nome em hebraico é Abadom e em grego Apoliom.
Passado é já um ai; eis que depois disso vêm ainda dois ais”. (Apo. 9:1-12).

Vamos agora procurar descobri o significado profético dos símbolos que aparecem
na quinta trombeta.

“Uma estrela caia do céu na terra”.

Primeiramente esta estrela representa Satanás que caiu do céu.

“Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra tu que prostravas as
nações”. (Isa. 14:12).

“Respondeu-lhes ele: Eu via Satanás, como raio, cair do céu”. (Luc. 10:18).

“Pelo que vos alegrai, ó céus, e vós que neles habitais. Mas ai da terra e do mar! Porque o Diabo desceu a vós
com grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta”. (Apo. 12:12).

“Chave” símbolo de poder e autoridade.

“E o que vive; fui morto, mas eis aqui estou vivo pelos séculos dos séculos; e tenho as chaves da morte e do
hades”. (Apo. 1:18).

“E, tendo dito isso, clamou em alta voz: Lázaro vem para fora!”. (Jo. 11:43).

“Para conhecê-lo, e o poder da sua ressurreição e a e a participação dos seus sofrimentos, conformando-me a ele
na sua morte”. (Fil. 3:10).

“Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém,
como em toda a Judéia e samária, e até os confins da terra”. (At. 1:8).

Poço do abismo. O abismo aqui representa a terra à palavra grega para abismo é abuso e designa
um lugar caótico, uma situação desorganizada.

“A terra porem estava sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo”. (Gn. 1:2).

Fumaça simboliza trevas, simboliza de cegueira e confusão espiritual.

"O povo que andava em trevas viu uma grande luz; e sobre os que habitavam na terra de profunda escuridão
resplandeceu a luz”. (Isa. 9:2).

“E o julgamento é este: A luz veio ao mundo, e os homens amaram antes as trevas que a luz, porque as suas
obras eram más”. (Jo. 3:19).
Agora observe como as trevas é algo que se origina de Satanás.

“Para lhes abrir os olhos a fim de que se convertam das trevas à luz, e do poder de Satanás a Deus, para que
recebam remissão de pecados e herança entre aqueles que são santificados pela fé em mim”. (At. 26:18).

“E que nos tirou do poder das trevas, e nos transportou para o reino do seu Filho amado”. (Col. 1:13).

Agora observe como trevas representam as obras do maligno que na realidade tudo aquilo que é
contrário à vontade divina.

“Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? ou
que comunhão tem a luz com as trevas? Que harmonia há entre Cristo e Belial? ... E que consenso tem o santuário de
Deus com ídolos? ... (II. CoR. 6:14-16)”.

Observe as palavras “obras más potestade de Satanás, incrédulos, iniqüidade, maligno e ídolos”.
Agora observe de onde se origina as “obras más”.

“Não sendo como Caim, que era do Maligno, e matou a seu irmão. E por que o matou? Porque as suas obras
eram más e as de seu irmão justas”. (I.Jo. 3:12).

Agora veja de onde se origina a “incredulidade”.

“Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos...”. (II. Cor. 4:4 p. parte).

Agora veja a origem da “iniqüidade”.

“Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que em ti se achou iniqüidade”.(Ez.28:15)

Agora veja quem está por detrás dos “ídolos”

“Mas que digo? Que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Ou que o ídolo é alguma coisa?... Antes digo que as
coisas que eles sacrificam sacrificam-nas a demônio...”. (I Cor. 10:19-20).

Observe que na terceira trombeta caiu do céu uma estrela sobre as fontes das águas. Tornando as águas
amargosas. Já na quarta trombeta é vista esta mesma estrela caindo do céu ferindo a terça parte do “sol da lua e das
estrelas para que escurecesse e não mais brilhasse nem de dia e nem de noite”.

Agora vamos buscar compreender o significado dos símbolos proféticos e estudarmos o


significado espiritual dos mesmos.

As fontes das águas sobre as quais a estrela (o diabo) caiu representa a fonte da salvação as novas
do evangelho.

“Portanto com alegria tirareis águas das fontes da salvação”. (Isa. 12:3).

“A quem tiver sede, de graça lhe darei a beber da fonte da água da vida”. (Apo. 21:6 p. parte).

“E quem quiser, receba de graça a água da vida”. (Apo. 22:17 p. parte).

Satanás ao cair do céu procura contaminar as verdades cristãs no seio a igreja de Deus sobre a terra, por meio
dos venenosos erros Satânicos. Misturados por professores ditos cristãos. As águas vivas da salvação foram
contaminadas pelo veneno da serpente na forma de dogmas espirituais e contrários à verdade divina. Na quarta
trombeta aparece tentando apagar o brilho do sol da lua e das estrelas.

O sol é um símbolo da Cristo e de seu ministério sacerdotal no santuário celestial.


“Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo curas nas suas asas”. (Ml.4:12 p.p).

“E tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque irás ante a face do Senhor, a preparar os seus
caminhos; para dar ao seu povo conhecimento da salvação, na remissão dos seus pecados, graças à entranhável
misericórdia do nosso Deus, pela qual nos há de visitar a aurora lá do alto”. (Lc. 1:76-78).

“Porquanto o Senhor Deus é sol e escudo”. (Sal. 84:11 P. parte.).

As estrelas representam o mistério dos anjos em prol daquelas que hão da herdar salvação.

“Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra?... Quando juntas cantavam as estrelas da manhã,
e todos os filhos de Deus bradavam de júbilo?”. (Jo. 38:4 e 7).

A lua representa o firme fundamento da palavra de Deus que sustém a igreja de Deus na terra.

“E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés...” (Apo. 12:1).

“Assim, pois, não sois mais estrangeiros, nem forasteiros, antes sois concidadãos dos santos e membros da
família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas...” (Ef. 2:19-20).

Vejamos agora como foi que Satanás fez na tentativa de “escurecer” o brilho do “sol, da lua e das
estrelas e envenenando as águas sagradas do evangelho”.

“... sob o papa Símaco (498-514) se afirmou então que o papa era o juiz como vigário e que não podia ser
julgado por nada,... o papa estava acima de toda a jurisdição temporal ou espiritual... o rei Teodorico também
concordou com esta decisão. Isto sucedeu em novembro de 503”. (Daniel e Apocalipse. Pág. 79. Vilmar Gonzáles.).

Observe as pretensões – juiz vigário de Cristo, está acima de toda jurisdição não pode ser julgado
por ninguém.

Agora veja o que diz a Bíblia – Cristo é o Juiz.

“Porque o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o julgamento”. (Jo. 5:22).

“Porquanto determinou um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do varão que para isso
ordenou; e disso tem dado certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos”. (At. 17:31).

O representante de Cristo e de Deus aqui na terra é o Espírito Santo.

“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre... O Espírito da
verdade... Mas o Ajudador, o Espírito Santo a quem o Pai enviará em meu nome”. (Jo. 14:16;17;26).

Todos nós seremos julgados.

“Porque é necessário que todos nós sejamos manifestos diante do tribunal de Cristo, para que cada um receba o
que fez por meio do corpo, segundo o que praticou, o bem ou o mal”. (II. Cor. 5:10).

Deus é quem está acima e qualquer jurisdição.

“... Porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Deus”.(Rom. 13:1)

Vejamos agora a nuvem negra de que Satanás lançou no meio do cristianismo.

“No ano (321 d.C.) mudança do Sábado para o domingo. (370 d.C.) culto as santos. (400 d.C.) oração pelos
mortos e sinal da cruz. (500 d.C.) origem do purgatório. (609 d.C.) culto a virgem Maria. (758 d.C.) confissão
auricular. (787 d.C.) culto às imagens. (880 d.C.) canonização de santos. (998 d.C.) festa de finados. (1.190 d.C.)
venda das indulgências. (1.215 d.C.) consagrada definitivamente a confissão auricular. (1.220 d.C.) adoração da
hóstia. (1.414 d.C.) uso de cálice só para os sacerdotes. ( 1.563 d.C.) o concilio de Trento determina que a tradição tem
o mesmo valor que a Bíblia é aceita como canônicos os livros apócrifos. (1.870 d.C.) é declarada a infabilidade do papa
quando fala ex-catedral pelo concílio vaticano”. (Assim diz o Senhor. Pág. 141. Lourenço Gonzáles).

“A imaculada conceição foi reconhecida como dogma oficial da igreja por pio IX em 1.854. A assunção... só foi
proclamada como em 1.950 pelo papa pio XII”. (Enciclopédia barsa vol. 9 págs. 302-303).

“O acesso da igreja de Roma ao poder assinalou o início da escura idade média. Aumentado o seu poderio, mas
se adeusavam as trevas”. De cristo o verdadeiro fundamento, transferiu-se à fé para o Papa de Roma. Em vez de confiar
no filho de Deus para o perdão dos pecados e para a salvação eterna, o povo olhava para o Papa e seus sacerdotes
prelados a quem delegavam automaticamente. Ensinava-se-les ser o Papa seu mediador terrestre, e que ele ficava para
eles em lugar o lugar de Deus se não por seu intermédio; e mais que ele ficava para eles no lugar de Deus e deveria,
portanto, ser implicitamente obedecido.’’-Conflito Do Século. Pres:56 e 57.

“A despeito dos dez mandamentos, também eles exigiram a observância do domínio e proibiram a guarda do
sábado bíblico. Em 1.054 a igreja Romana excomungou iradamente a igreja Grego-Ortodoxa e seus milhões de
membros porque entre outras coisas os cristões Gregos-Ortodoxos insistiram a continuar observando o sábado do
sétimo dia. Por volta dos anos 1.500, a mesma igreja romana causava escândalos pelo fato de ter impostos a população
da Europa mais de 150 dias santificados não-bíblicos, a seu bel prazer’’-uma nova era do segundo as profecias do
apocalipse. Pág:245 de C. Marvyn Maxell.

Como já o abismo representa a terra – Gn: 1:2.

Agora vamos descobrir onde fila localizado o “poço do abismo’’ Apoc: 9:1-2.

O poço do abismo espiritualmente falando é o local onde Satanás (a estrela caída) habita e onde ele envia os
seus anjos (gafanhotos) para o restante da terra para executar as suas obras malignas.

“Então, exclamou com potente voz, dizendo: caiu, caiu a Grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de
toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável’’-Apoc: 18;2.

Observe que em apocalipse 14:8; 18:3 e 17:4, a fumaça e descrita como “vinho da fúria da sua
prostituição’’.

Em apocalipse 14:6-7 o evangelho é visto sendo anunciado no “do céu”(AR).

“Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno...” Apoc:14:6.

Em apocalipse 9:2, os anjos satânicos (gafanhotos) estão tentando por meio da fumaça (dogmas católicas)
apagar o brilho do evangelho.

Agora veja como Satanás é descrito em Efes: 2:2.

“... segundo o príncipe da protestade do ar, do espírito que atua nos filhos da desobediência”.Efes: 2:2.

Até aqui nos esforçamos para compreender o sentido espiritual da quinta trombeta. Nossa próxima passa é
buscarmos compreender o lado histórico da profecia da quinta trombeta. Isto é, o sentido secundário da mesma.

Os gafanhotos são usados na profecia para representar um exército em ação veja:

“Porque sucedia que, havendo Israel semeado, subiam contra ele os medianias, os amalequitas e os filhos do
oriente; acampando-se contra ele, destruíam o produto da terra até chegarem a Gaza... Porque subiam com os seus
rebanhos e tendas; vinham em multidão, como gafanhotos; tanto eles como os seus camelos eram inumeráveis; e
entravam na terra, para a destruir”. (Juí. 6:3-5).

“Os teus príncipes são como os gafanhotos, e os teus chefes como enxames de gafanhotos, que se acampam nas
sebes nos dias de frio”. (Nau. 3:17).

Até nós descobrirmos que os gafanhotos foram usados por Deus para representar um
exército em ação destruindo e causando desgraças”.

Em apocalipse 9:7 diz “o aspecto dos gafanhotos e semelhantes a cavalos preparados para a batalha”.

“O cavalo prepara-se para o dia da batalha...” (Pv. 21:31).

Não temos mais dúvidas nenhuma de que Deus está falando de guerra batalhae
destruições.

“Asas” (Apo.9:9) na profecia é símbolo de agilidade, velocidade e rapidez para


conquistar.

“Pois assim diz o Senhor: Eis que alguém voará como a águia, e estenderá as suas asas contra Moabe”. (Jr.
48:40).

Em Apo. 9:10 cauda é usada para representar a mentira.

“... o profeta que ensina a mentira é a cauda”. (Isa. 9:15).

Os 5 meses de Apocalipse 9:5 e 10 são 150 anos. 5 meses de 30 dias é = a 150 dias (anos)
(Ez. 4;6-7 e Num. 14:34).

Iremos nos agora com o surgimento do islamismo na pessoa de Maomé no deserto da


Arábia.

Maomé “nasceu em Meca cerca do ano 571 – morreu em Medina, em junho de 632, era da tribo dos coraixitas,
se tornou órfão e pobre, muito cedo. Fugiu da casa do tio e viveu como pastos até se tornar caravaneiro.
Entrou ao serviço de uma velha rica, “Cádijas” cujos bens ele administrou. Maomé tinha 25 anos e a viúva
quase 40. alem de cadija, casou-se com mais de 14 mulheres. Maomé era acometido freqüentemente de um rápido mal-
estar que lhe trazia visões”. (B.A.R.E. vol. 7 págs. 242-243).
“Em 610, ao completar 40 anos teve uma visão do anjo Gabriel”. (História intregada Vol. 2 pág. 12).
“Meca era um importante e próspero centro comercial e religioso, que abrigava os ídolos de todas as tribos da
Península e os deuses da religião de todos os chefes de caravanas que ali passavam. Cultivavam-se ali mais de 360
deuses. Maomé recebe visão de Gabriel revelando a religião que devia professar”. (Nova enciclopédia barsa. Vol.9
págs 261-263).
Nas visões que recebeu dizia o anjo Gabriel: “Alá é o único Deus e Maomé o seu profeta” “Maomé declarara
guerra santa, ao morrer Maomé pôde contemplar toda a Arábia unificada pelo “Islamismo” (B.A.R.E. vol. 7. págs. 292-
293).

Os princípios básicos do islamismo estão contidos em cinco regras fundamentais:

1° crer em Alá, o único Deus e em Maomé o deu único profeta.


2° fazer cinco orações diárias.
3° ser generoso para os pobres e dar esmolas.
4° cumprir o jejum religioso durante o ramadã (mês do jejum).
5° ir em peregrinação a Meca. Pelos menos uma vês na vida. ... o roubo é severamente punido a poligamia e a
escravidão são permitidas.
Eles acreditavam na predestinação. “A crença na predestinação levara os Árabes pobres a se conformar com
sua miséria não lutando contra os abusos dos ricos. ... as revelações religiosas feitas a Maomé foram reunidas por seus
discípulos no livro sagrados por alcorão (leitura). O texto do alcorão foi fixado, em 653, por Zayd trabit, Antigo
secretário de Maomé. ... alem de orientações puramente religiosos, o alcorão contém instruções que contribuem para a
preservação da ordem social e dos interesses dos grandes comerciantes, proíbe por exemplo, que os fies comam carne
de porcos, consumam bebidas alcoólicas...” (História e consciência do mundo. Vol. 1 pág.121 de Gilberto Cotrim).

“Na cidade de Meca havia um templo religioso conceito como camba (casa de Deus). Que reunia as principais
divindades da Arábia. Na Arábia ficava a pedra negra. Muito venerado acreditava-se que tinha milagrosamente trazida
do Céu pelo anjo Gabriel (essa pedra é um pedaço de meteorito). ... Maomé conseguiu difundir sua religião em Medina
e organizar um exercito de seguidores que, em 630, conquistou Meca. A caaba foi transformada num centro de oração.
Mas Maomé proibiu a crença politeísta nos ídolos”. (História e consciência do mundo. Vol. 1 págs. 119-120 de
Gilberto Cotrim).
O poço do abismo que aparece na quinta trombeta aplica-se ao deserto da Arábia. A fumaça subindo do poço do
abismo representa as doutrinas do Islamismo contida no alcorão que espalhou-se pelo mundo Árabe.
Para os mulçumanos, “Jerusalém é sagrada por ser o local da ascensão de Maomé aos céus (corão 17;1).
(enciclopédia barsa, vol.9 pág.456).
os mulçumanos levam os pés antes de entrarem na mesquita, em Istambul. Os fies deixam os sapatos a porta do
Templo. (enciclopédia barsa. Vol. 9 pág. 351).

“Maomé começou a pregar a guerra santa ... aquele que morrer lutando pela expansão do reino de ‘Alá’ irá
direto para o paraíso” (história integrada vol. II pág. 13 de José Jobbsom de Almeida).

Os gafanhotos que subiram da fumaça representam os seguidores de Maomé que se tornaram uma espécie de
tormentos para os homens que rejeitavam o Islamismo.

Após a morte de Maomé no dia 08/06/632 (nova enciclopédia barsa vol. 9 pág. 263) os cacifes sucederam no
comando do Islamismo.

“Kalifa - autoridade supema, civil e religiosa, dos maometanos, considerado sucessor do profeta Maomé. Kalifa
- vigário ... devia converter todos os habitantes da terra a fé do islã ... “B.A.S.E (biblioteca de auxilio ao sistema
educacional) vol. 3 pág, 735);

“... assim, até o ano 661, ou seja, em 30 anos califas conquistaram a Síria , a Pérsia a Palestina , o Egito e o
monte da África. ...os primeiros Califas que o sucederam eram comandantes militares e estavam decidido a
transformar a Arábia num império, baseado na Almeida arruda.

“Em 637(Jerusalém) caiu em poder de Omar, califa mulçumano famoso” -B.A.S.E. vol. 6 pág:2002.

“O corão contém muitas profecias atimentes ao tempo do fim diz o corão que no ultimo dia... Deus ressuscitará
os mortos em reunirá todas as pessoas para o julgamento final. Por ocasião do julgamento Ala irá consignar os ímpios
ao inferno bonde beberão sangue e água fervente, e queimarão em agonia por toda a eternidade. Mas Ala será muito
compassivo com os justos. Convida-los-á para irem ao céu, onde banque terão em companhia de formosas virgens... ele
irá hospedá-los em prazenteiras mansões no jardim do Édem. Este é o supremo triunfo”- uma nova era segundo as
profecias do apocalipse. Pág.252 de C. Mervym Maxwell.

“Aos maometanos... era negado o direito de mudar de religião... o corão ordena especificamente que os
maometanos executem qualquer membro de seu próprio povo que se converta ao cristianismo”. Se eles vos
abandonarem [tornando-se judeus ou cristão] capturem-nos e mantém instrui o corão.” uma nova era segundo as
profecias do apocalipse. Pág.253 de C. Mervym Maxwell.

“Em 711, sete mil maomeanos cruzaram o mediterrâneo. Provindo do norte da África, e invadiram a Espanha”-
idem. pág.253.
“Entre os anos 674 e 677, e em 717 e 718, os muçulmanos lançaram verdeiram ataques anfíbios contra
Constantinopla. Diz-se a sua segunda tentativa envolveu 1.800” -idem. pág.255.

Como já vimos, as “asas” dos gafanhotos representam “a velocidade das conquistas”.

“Numa época em que existiam caminhões, navios a vapor ou rádios, as forças islâmicas dominaram territórios
hostis desde o oriente médio até o atlântico, numa direção, até as fronteiras da Índia na outra direção (com postos
avançados na Chia), e tudo isso ocorreu e menos de cem anos”. Idem pág. 256.

Agora observe este verso.

“Foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a verdura alguma, nem a árvore alguma...” (Apo.
9:4).

No antigo testamento erva verde e árvore são símbolo do povo de Deus. (Isa. 13:3-4; Sal. 1:3; 52:8; 92:17).

Isto significa dizer que, o povo de Deus (os Judeus) seriam poupados nesse tempo veja porque:

“Maomé admirava os judeus e os cristãos, considerando que eram tanto quanto ele, adoradores de Alá, o Deus
verdadeiro de Abraão e Jesus. Pelo fato de eles crerem no Antigo testamento, ele os respeitavam como o ‘povo do
livro’ ... O Islamismo garantiu aos judeus e cristãos uma boa dose de liberdade. Por serem por serem estes ‘o povo do
livro” (uma nova era segunda as profecias do Apocalipse, pág. 252 e 256).

Os cinco meses, como já vimos, são 150 anos. Veja o seu cumprimento na história.

“Foi no dia vinte e sete de Julho de, do ano mil duzentos e noventa e nove da era cristã, que Otman invadiu pela
primeira vez o território da Nicomédia; e a singular exatidão da data parece abrir alguma precisão e do
desenvolvimento destruidor do monstro... 150 anos contado a partir do dia 27-07-1299, levam-nos ao dia 27-07-1449,
quando findou o período de tormento e iniciou a fase de morte de Roma Ocidental. Aramut II foi o ultimo sultão
otomano dentro período dos 150 de tormento”. (Daniel e Apocalipse, pág. 123 Vilmar Gonzáles).

A SEXTA TROMBETA.

“O sexto anjo tocou a trombeta, e ouvi uma voz procedente dos quatros ângulos do altar de ouro que se encontra
na presença de Deus, dizendo ao sexto, o mesmo que tem a trombeta: Solta os quatro anjos que se encontram atados
junto ao grande Rio Eufrates. Foram, então, soltos os quatro anjos que se achavam preparados para a gora, o dia, o mês
e o ano, para que matassem a terça dos homens. O numero de exercito de cavalaria era de vinte mil vezes dez milhares;
eu ouvi o seu numero. Assim, nesta visão contemplei que os cavalos e os seus cavaleiros tinham couraças cor de fogo,
de jacinto e de enxofre. As cabeças dos cavalos eram como cabeças de leões e de suas saiam bocas fogo, fumaça e
enxofre. Por meio destes três flagelos, a saber: pelo fogo, pela fumaça e pelo enxofre que saiam das suas bocas, foi
morta a terça dos homens; pois a força dos cavalos estava nas suas bocas e nas suas caudas, porquanto as suas caudas
se pareciam com serpentes, e tinham cabeças, e com elas causavam danos. Os”. outros homens, aqueles que não foram
mortos por esses flagelo, não se arrependeram das obras das suas mãos, deixando de adorar os demônios e os ídolos de
ouro, de prata, de cobre, de pedra e de pau, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar, nem ainda se arrependeram dos
seus assassinos, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos”.

“Sob a sexta trombeta, o outro terço (1/3) do império romano estava condenado à destruição”.
Em 1449 terminou o período do “tormento” iniciando agora uma fase de morte que seria por “uma hora, um dia, um
mês e um ano”. (v.15). Sendo em tempo profético temos:

Hora – 1 hora = 15 dias


Dia – 1 dia = 1 ano
Mês – 30 dias = 30 anos
Ano - 360 dias = 360 anos

Total = 391 anos e 15 dias

Um novo período de tempo é aqui introduzido 391 anos para matar a terça parte dos homens. O período anterior – 150
anos – de tormento.

“Solta os quatro anjos que se encontram atados junto ao grande Rio Eufrates”. (v.14)

“Depois disto, vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, conservando seguro os quatro ventos da terra, para que
nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma”. (Apo.7:1)

Em Apocalipse 7:1 nos é dito que quatro anjos seguram os quatros ventos da terra para que não soprem, e isto significa
que quatro anjos (mensageiros de Deus) estão controlando as potências do planeta terra para que não haja guerras
(ventos). No momento em que os filhos de Deus estiveram assinalados “os ventos” do mundo serão soltos haverá
guerras e destruição; somente escaparão os selados – os 144.000.
Em conexão com a sexta trombeta é dito; “solta os quatro anjos que se encontra atados juntos ao grande rio Eufrates”.
Comentaristas e expositores bíblicos crêem que os quatro anjos representam os quatro sultanatos turcos que integravam
o Império Otomano, cujas sedes estavam Alepo, Iconio, Damasco, Bagdá. O rio Eufrates banhavam esse território.
Estes quatro sultanatos foram absorvidos pelo império Otomano. E, a esta altura dos acontecimentos proféticos e
históricos, eles deviam ser para “matar a terça parte dos homens”.
Os turcos, aliados dos árabes, desencadearam a conquista absoluta do que restava do império romano, ao invadir a sede
oriental ate fazer com que Constantinopla se rendesse em 1453.
O ultimo imperador de Roma (sede Constantinopla), foi Constantino XII.
“Constantino XII paleólogo (ordinariamente XII), foi cognominado Drogases, entrou em Constantinopla em 1449 e
mostrou-se um governo inteligente e resoluto, mas a situação era desesperada” (enciclopédia Brasileira e portuguesa,
vol. VII. Pág.497).
Maomé II, sucessor de Amurat II, desencadeou o processo de morte de Roma Oriental.
Tinha Maomé sob suas ordens 250.000 homens. No dia 05-05-1453, fez ele armar a sua tenda da campanha defronte à
porta principal da praça... No mesmo instante, começaram a troar 130canhões.
No 28-05, ao pôr-do-sol, notou-se grande movimento ao dos Turcos em volta da praça.
Dentro, acompanhado dos grandes de sua corte, dirigiu-se ao imperador para a igreja de Sofia; e ali comungaram todos,
enquanto a multidão chorava. Em seguida montou o príncipe a cavalos, e percorreu todos postos de defesa. Ninguém
dormiu aquela noite, nem nas trincheiras nem nas portas e nas torres.
Ao alvorecer do dia (29 05) na porta de São Romão, que era o posto mais perigoso, o imperador esperava o inimigo.
Luta-se ali desesperadamente muitas horas; até que por outra porta, do lado do norte, penetram os Turcos como
torrentes. Constantino, combatendo alucinado, ali pereceu, lamentando não encontrar um cristão que não o matasse. Era
o dia 24-05-1453. (História Universal de Rocha Pombo, págs.261 e 264).
A Turquia matou politicamente a “terça parte dos homens”, pois não apenas não extinguiu o que restava do império
romano no Oriente como também mais tarde incorropeu aos seus territórios o Egito, a Etiópia, e o Líbia.
O período de supremacia deveria ser de 391anos e 15 dias. O império Turco deveria ser abatido.
Ao aproxima-se o fim do período de supremacia (391 anos e 15 dias) o poder turco já em decadência começou a perder
o terreno e teria sido totalmente vencido especialmente pelo Egito, se as cinco granes nações da Europa não intervissem
na situação. No ano 1840, e precisamente a parti do 11-08, a nação Turca passou a ser protegida pelas cinco potencias
Européias – Inglaterra, França, Rússia, Prússia e Áustria.
____________________
150 Anos
(5° trombeta)
27-07-1449 27-07-1299
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391 Anos e 15 dias
(6° Trombeta)
27-07-1449 11-08-1840
O apóstolo João contemplou em visão, sob a sexta trombeta, exercito de cavalarias cujo era de “vinte mil vezes
dez milhares”. Segundo comentarista abalizado, a expressão acima é usado para representar grandes exército, o que de
fato se verificou ser o caso com os otomanos.
Os versos 17-19 tratam de cavalos e cavaleiros. Das bocas dos cavalos saia fogo fumaça e enxofre. Os tipos
apresentados em conexão com os cavalos e cavaleiros, bem simbolizam as hordas maometana nos seus ímpetos de
conquistas. E por esse tempo a pólvora começou a ser usada nas guerras. Canhões com cargas explosivas foram
utilizados na tomada de Constantinopla. Os versos 20 e 21, que os outros homens “nem se arrependeram das obras das
suas mãos”: idolatria, feitiçaria, rouba e prostituição.
As nações da Europa deviam ter aprendido o quanto é perigoso andar longe do evangelho e das normas cristãs.
Mas mesmo vendo e presenciando o resultado do afastamento da verdade, não se arrependeram. A lição parece não
haver surtido efeito. Até o presente momento, o mundo que se diz cristão, continua com seus assassinos, e idolatria,
com suas feitiçarias, e prostituição, que só findará por ocasião do toque da sétima trombeta, que se dará por ocasião da
volta do Senhor Jesus.
Com a sexta trombeta, passou o segundo Ai.
“Eis que sem demora, vem o terceiro Ai”.

Para facilitar a compreensão da aplicação Histórica referente as Trombetas, eis que um pequeno resumo:

PRIMEIRA TROMBETA: SARAIVA, FOGO, SANGUE.


SIMBOLISAM – Visigodos e Alarico, 410.

SEGUNDA TROMBETA: MONTANHA CAI NO MAR.


SIMBOLISAM – Vândalos e Geserico, 455.

TERCEIRA TROMBETA: ESTRELA CAI NOS RIOS E FONTES DE ÁGUA.


SIMBOLISAM – Hérulos e Odoarco, 476.

QUARTA TROMBETA: SOL, LUA E ESTRELAS.


SIMBOLISAM - Queda de Roma ocidental.

QUINTA TROMBETA: ESTRELA CAI, FUMAÇA E GAFANHOTOS.


SIMBOLISAM – Maomé, 622, 27/07/1299 150 27/07/1499.

SEXTA TROMBETA: QUATRO ANJOS HORA, DIA, MÊS, ANO.


SIMBOLISAM – Quatro Sultanatos: Iconio, Alepo, Damasco e Bagdá, 27/07/1449 391 anos e 15 dias 11/08/1840.

SÉTIMA TROMBETA: GRANDES VOZES, ADORAÇÃO, IRA DE DEUS, GALARDÃO.

SIMBOLISAM – Reino do mundo se torna do Senhor e do seu Cristo.

A SÉTIMA TROMBETA.

“O sétimo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso
Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos”. (Apo. 11:15)

A sétima trombeta é a única trombeta que ainda não foi tocada, ela ao ser tocada, anunciara a volta de Cristo a
esta terra.

“Grande vozes” é símbolo de poder, autoridade e domínio.


“A voz do Senhor é poderosa; a voz do Senhor é cheia de majestade”. (Sal. 29:4).

“A voz do Senhor ouve-se sobre as águas; o Deus da glória troveja...” (Sal. 29:3).

“... eis que faz ouvir a sua voz, voz veemente”. (Sal. 68:13 P. parte.).

Leia Isaias e observe “Voz poderosa”! leia Apocalipse e observe “como voz de muitas águas, como voz demuito
trovão”. “De nosso Senhor e do seu Cristo” refere-se a Deus e a seu filho.

Os dois virão juntos por ocasião da segunda vinda de Cristo – Apocalipse 6:16-17.

“E diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos da face daquele que está assentado sobre o
trono, e da ira do Cordeiro; porque é vindo o grande dia da ira deles;...” (Apo. 6:16-17).

OBSERVE

“Observe os dois juntos na criação” (Jo. 1:1-3)


“Observe os dois juntos antes que houvesse mundo”. (Jo. 17:5).
“Observe os dois juntos no Sinai”. (Êxo. 19:1-15; Evang. 616).
“Observe os dois juntos no calvário”. (Mat. 27:45-56; D.T.N. 754).
“Observe os dois juntos buscar o seu povo”. (Apo. 6:16-17).

“E Ele reinará pelos séculos dos séculos”

Isto se cumprirá logo após o término do julgamento no céu. (Daniel. 7:4-14; 7:26-27).

Observe de preferência de Daniel. 7:14; 7:27, dê uma olhadinha e Daniel 2:44, agora compare com essas
passagens, (Sal. 10:16; 24:7-10; Zac. 14:9; Jer. 23:6; Heb. 11:8:- 16; Isa. 35:1-10; Apo. 21:1-5; Mat. 5:5; Sal. 37:11).

Agora veja quem habitará com Deus e com Jesus. (Isa.33:15-17; Sal.15:1-5; 24:3-5; Jo.3:3,5; Apo.20:6

“A trombeta de Apocalipse 11:15 (no caso a sétima) é a mesma de I. Tessa. 4:16”.

“Então a trombeta de prata de Jesus soou, ao descer Ele sobre a nuvem, envolta em labaredas de fogo” (P.E.16).

“E os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus tronos diante de Deus, prostraram-se sobre seus
rostos e adoraram a Deus”. (Apo. 11:16).

“Então vi uns tronos; e aos que se assentaram sobre eles foi dado o poder de julgar...” (Apo. 20:4 P. parte).

Observe em Apoc. 11:16 “tronos, sentados, aquele” e em Apoc.20:4 “tronos, sentados, aquele”.

O número 24 é símbolo representativo, pois estamos analisando uma profecia.

No Antigo Testamento – os sacerdotes tinham 24 turnos para ministrar n santuário celestial, ou eram divididos
em 24 turnos. (I.Cron.24:1-15; Luc.1:5,8,9).

Se sacerdócio levitico possuía 24 turnos de sacerdócio para ministrar no santuário terrestre, imaginemos ahora o
ministério sacerdotal de Cristo que superior como é o santuário Celestial. Hb.8:1,6.

Esse 24 anciãos não se trata de um número literal, mais daquela grande multidão de ressuscitados que subiram
com Cristo e que estão ajudando o testemunhando no juízo investigativo no céu. Leia novamente Apocalipse 20:4 e
observe que João apresenta “aos que se assentaram sobre eles foi dado o poder de julgar”, que já estão sentados no
trono. Só depois é que ele apresenta os mártires (Apo. 7:13-14) e os 144.000 que não adoraram a besta, nem a sua
imagem e nem receberam a sua merca na fronte e na mão.
Leia Mateus 27:52-53 – “muitos” corpos de tatos que dormiam – ressuscitaram com Cristo.

“Quando Ele surgiu, vitorioso sobre a morte e o túmulo, enquanto a terra vacilava e a glória do Céu
resplandecia em redor do local sagrado, muitos dos justos mortos, obedientes à Sua chamada, saíram como testemunhas
de que Ele ressurgira. Aqueles favorecidos santos ressurgidos saíram glorificados. Eram escolhidos e santos de todos os
tempos, desde a criação até os dias de Cristo”. (P.E. 184; H.R. 233).

“Mas a ressurreição de Jesus foi feita duplamente certa pela ressurreição de uma multidão de testemunhas ao
mesmo tempo”. (P.E. 208).

“E, ao subir, a multidão de cativos que ressuscitara por ocasião de Sua ressurreição, seguiu-O. Uma multidão do
exército celestial estava no cortejo, enquanto no Céu uma inumerável multidão de anjos aguardava a Sua chegada”.
(H.R. 239).

Eles estão nos Céus acompanhando o julgamento pré-advento (juízo investigativo). São os representantes e
testemunha A.T. no juízo investigativo. Como vimos não se trata de 24 anciãos, mais de uma multidão de santos.
Observe “desde a criação até a os dias de Jesus” P.E. 184.

Sobre a ascensão de cristão. Leia 24:7-10; Éfe. 4:8.


Apocalipse 11:16 “Prostraram-se e adoraram a Deus” é símbolo de reverencia e temor Hb. 12:28.

“Prostrar” aqui é mais só o prostrar físico como o prostrar da alma. (Sal.45:6; I.Rs.8:58 I.Co.9:24).

“Adorar a Deus” todos os salvos irão seguir este exemplo de adoração no céu (Apo.5:11-14). E para essa
adoração para sempre na nova terra Isaias.66:22-23; Salmos. 148:1-14).

APOCALIPSE 11:17.

“Dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és, e que eras, porque tens tomado o teu grande
poder, e começaste a reinar”. (Apo. 11:17).

“Que és” – Onipresença divina – presente.


“Que eras” Onisciências divina – passado - compare com Apoc. 1:8.
“Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso”.

Que “É” Onipresença - presente.


Que “Eras” Onisciências – passado Hebreu
Que “ira de vir” Onipotência – futuro

Essa última expressão não aparece em Apoc. 11:17, porque Ele já está vindo com. com Apoc. 16:5. “Passastes
a reinar” este é o momento d grande júbilo no céu – onde Deus e Cristo Assumem o reino sobre os salvos de todos os
tempos após derrotar a babilônia na batalha do armagedom. Apoc. 19:1-19. Este louvor a Deus no v. 17 foi dado apenas
pelos 24 representantes já salvos do A.T. (P.E. 184, 190, 108). Compare com Apoc. 4:11-17, louvam a Deus pelo
aspecto criador”. Em apocalipse 11:17 louvam a Deus pelo aspecto “Redentor”.
Agora todos juntos louvam a Deus e o Cordeiro Apoc.5:11-14, aqui são os Serafins, querubins e todos os salvos
louvando o Pai e o Filho.

APOCALIPSE 11:18.

“Iraram-se, na verdade, as nações; então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de
dares recompensa aos teus servos, os profetas, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o
tempo de destruíres os que destroem a terra”. (Apoc.11:18).

A ira das nações se manifesta na aos filhos de Deus e na destruição da terra. Observa-se como os filhos de Deus
tem sido perseguidos através dos séculos. Observa-se o sistema ecológico. Pela ação do homem, muitas plantas e
animais já desapareceram, e outros já estão a caminho da extinção. Por exemplo, a floresta Amazônica, “o pulmão do
mundo” é a única grande floresta ainda existente, mas está fadada ao desaparecimento nos próximos anos. Os rios e
mares estão poluídos. A atmosfera está poluída. “A terra está sendo destruída”. (Daniel e Apocalipse pág. 128, Vilmar
Gonzáles). Mais Deus intervirá. A misericórdia de Deus é ilimitada e a cruz o demonstra; sua justiça, porem, exige que
ele intervenha e ponha um fim “aos que destroem a terra” e aos seus fieis seguidores. Sua ira se manifestará,
primeiramente nas sete ultimas pragas. (Apo. 15:1; 15:7; 16:1). Estas pragas culminará com o aparecimento visível de
Deus, Jesus e toda a hoste angélica para “destruir” completamente os que “destroem a terra” (Apo.6:17; Apo. 14:19).

“Veio em seguida a multidão dos ímpios, cheios de ira, e, atrás, uma multidão de anjos maus, compelindo os
primeiros a matar os santos. ... Foi uma hora de angústia assustadora, terrível, para os santos”. (H.R. 407; P.E. 273).

DEUS INTERVIRÁ PARA SALVAR O SEU POVO.

“Antes que pudessem, porém, aproximar-se do povo de Deus, os ímpios deveriam passar primeiro por essa
multidão de anjos poderosos e santos. Isso seria impossível. Os anjos de Deus os estavam fazendo recuar, e também
fazendo com que os anjos maus que os cercavam de todos os lados caíssem para trás”. (H.R. 407 P.E. 283).
“Foi à meia-noite que Deus preferiu livrar o Seu povo. Estando os ímpios a fazer zombarias em redor deles,
subitamente apareceu o Sol, resplandecendo em sua força e a Lua ficou imóvel. Os ímpios olhavam para esta cena com
espanto, enquanto os santos viam, com solene alegria, os indícios de seu livramento. Sinais e maravilhas seguiam-se
em rápida sucessão”. (P.E. 285; H.R. 409; G.C. 643; conf. Isa.30:29-30; Sal. 119:126).

Como já vimos a ira das nações é o “armagedom” Apo. 16:12-16. “Para ser julgado os mortos” I.Co.6:2-3;
Apo.20:4. “para se dar o galardão aos profetas, aos santos aos que temem o teu nome.

“Os profetas” – representando os salvos do antigo testamento.


“Os santos” - os que passarão vivos pelo angustia de Jacó Apoc. 14:12.
“Os que temem o teu nome” – compare com Apoc. 14:6-7. resumindo os salvos de todos os tempos Apo.19:7-8.

Sobre o galardão do slvos leia Apoc. 22:17. P.E. 285-291; H.R. 409-417; E.F. 245-264.

APOCALIPSE 11:19.

“Abriu-se o santuário de Deus que está no céu, e no seu santuário foi vista a arca do seu pacto; e houve
relâmpagos, vozes e trovões, e terremoto e grande saraivada”. (Apo. 11:19).

Deus estava conduzindo João de volta ao monte Sinai. (Êxo. 19:16-18; Hb. 12:18-21).
Deus nos convida de voltar ao sábado (Gen.2:1-3; Eze.20:20). O Sábado será a pedra de toque a lealdade
(G.C. 611).
Deus nos convida a olharmos para o ministério de Cristo no Santuário celestial.
Deus nos convida a olharmos para inicio do julgamento no céu (Dan. 7:9-13; Apo. 14:7; At.16:30-31).

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