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20 aon CENTRO DE ESTUDOS IBERICOS CONHECIMENTO-COOPERAGAO-CULTURA Eduardo Lourengo Eu creo que o Guarda esté mois vocacionada que nenhuma outa, ¢ este espaso, pra sero lugor de unm didlogo,necessrio mas que nunca, com aqueles que foram os nossos adversrios durante séculs(...) Nesta cidade poo imaginarse qualquer coisa como um Instituto do Civilzagao Ibérca, onde os nossos logos ‘omuns que 86 Olveiro Moris fl coper de opreender fostem repensados para que nds soubéssemos efectivamente quem somos e onde estamos, nde t30 isolados como imaginamos, mas sempre sob o oar dos outros, bara sabermes quem & 0 outro, com quem devemos dalogar e assim nos defender de una manera diferente da que fl a nossa durante séculas. Essa é a vacagdo que eu deejo para @ Guarda. Que ela seja hoje a sentinel dum futuro comum para uma Ibéria. que é um dos péloe desta Europa onde todos nds queremos estar e, onde querend ou ni ‘Oto Séculos de ava solid" (1999) Por ocasiio do Oitavo Centenirio da nossa cidade surgi a ideia de eriar nesta velha terra de fronteira entre Portugal e Expanha, um Centro de Estudos lbéricos.A sugestio teve a boa fortuna de ser apadrinhads, de um lado e de outro dessa histérica frontera,pelas dust institugSes que, 20 longo dos séculos e,em prioridade, foram um modelo da universidade peninsular: Salamanca e Coimbra. Sem esse patrocinio,ndo poderia ser levado 1 cabo © ambicioso projecto concebido para esse Centro: de contribu, no apenas para um renovado conhecimento das diversas culturas da Penin- sula, mas para o estudo da Civilzago Ibériea como um todo, No estado actual do mundo, ameacado a0 mesmo tempo da uniformizacio em termos de tecnologia de dssemina¢o em termos de identidades culurais sobre si mesmas fechadas,2 Penineula Ibérica oferece um exemplo raro de uma Comunidade Cultural de longo passado comum e de herangas parcihadas que a institui como um das espacos prvilegiados onde se joga o sentido da Histria presente e futura|é & tempo de cultivar essa vinha comum com um ingeresse e um fervor incomuns ‘A sombra tutelar de Oliveira Martins, criador do préprio conceito de Civilzaglo Ibérica e autor da Historia dessa mesma civilzagio, inspira este projecco, Sabemos como Unamuno © admirava e comungava no mesmo ideirioIbérico, Mas o que era apenas ideologia ou visio hi mais de um século hoje conveniéncia e imperative dos novos tempos, ‘Ao conhecimento e & clara visio do que fel ¢ continua sendo a versio peninsular da Europa se deve votar o nosso Centro de Estudos Ibércos tanto mais que dela faz parte integrante a primeira, e até hoje nunca ultrapassads,vocagao planetiria da mesma Europa © que fol sonho do mundo merece ser repensade para saber melhor quem foros, quem realmente somos e quem podemos ser. ‘Todos nés Ibéricos. Abril de 2001 EDUARDO LOURENGO Gala personalidades ou instiuigBes com intervengioré hhomenagem a0 mentor e Diretor Honorifico do Centro, destinado 4 premiar Instituide pelo Centro de Estudos Ibéricos em 2004, evante no imbito da cultura, cidadania e cooperagio ibérieas Personalidades de relevo de Portugal e Espanha galardoadas: Maria Helena da Rocha Pereira, Profestora Catedritica de Cultura Greco-Latina (2004), ‘Agustin Remesal Jornalita (2006), Maria Jodo Pires, Pianista (2007),Angel Campos Pirnpano, Pocta (2008), orge Figueiredo Dias, Professor Catedrét- co de Direito Penal (2009), César Anténio Molina, Escritor (2010), Mia Couto, Escritor (2011), José Maria Martin Patino,Teélogo (2012), erénimo Pizarro, Professor e Investigador (2013), Antonio Séez Delgado, Professor e Investigador (2014) Agustina Bessa Luis, Esritora (2015), Luis Sepilveda, Escritor (2016), Fernando Paulouro Neves Jornalsta (2017), Basi Lousada Castro, Escritor (2018) Carlos Reis, Professor e investgador (2019) e Angel Marcos de Dios, Professor e investigador (2020), CEI: uma ideia, uma parceria, um projeto (© Centra de ErtudosIbéricos surgiu de uma iden do fdsofo e ensista Eduardo Lourengo que, por ocasiio das Camemoragies do Oitavo Centenirio a Guarda, 27 de novembro de 1999, propés a criagio de um Centro de Estudos que contribuisse para um renovado conhecimento das diversas cuturas a Peninsula para o estudo da Civizagio Ibérica. No ano seguinte, apés a assinatura de um Protocolo que concretizou a parceria (2000), 0 CEI foi insttuido come associagio transfronteirica sem fins lucrativos (conforme estatutos publicados no Diirio da Repiblica,n® 171, Il Série, de 25 de Julho de 2001), congregando a Cimara Municipal da Guarda, a Universidade de Coimbra, a Universidade de Salamanca e o Instituto Politéenico da Guarda. Enquanto parceria vocacionada para a cooperagio territorial, “que vsa a promogio,dvulgagio e coordenagio da rellexio, estudo, investigagio ¢ ensine 4e temas comuns e afins a Portugal ¢ Espanha 0 CEI tem como centro privllegiado de atuagio o ceritéro fronteiigo da Raia Central Ibériea.Ao longo 4 duas décadas 0 CEI tem-se afirmado como plataforma de dialogo,encontro de culturase centro de transferéncia de conhecimentos,apostado na valori- _ao da aprendizagem, da formagao eda investigagao, contribuindo para superar barrelrase estimular a cooperagio entre diferentes terrtérios de aquém e além-tronceiras Direcdo e Gestéio Diregdo: Eduardo Lourengo (Diretor Honorific), Reitor da Universidade de Coimbra, Retor da Universidade de Salamanca e Presidente da Ciara Municipal da Guarda; ‘Assembeia Geral e Conselo Fiscak representantes da Universidade de Coimbra, da Universidade de Salamanca e da Camara Municipal da Guarda: CComissdo Executiv: representantes (2) da Universidade de Coimbra, da Universidade de Salamanca, do Instituto Politéenico da Guarda e da Camara Munici- pal da Guarda: Comissdo Cientfca: docentes das Universidades de Coimbra e de Salamanca, MissGo e Objetivos Em termos estatutiios (Artigo 2°) sio objetivos gerais do CEl:e)cooperar com a Cémara Municipal da Guarda e as Universidades de Coimbra e de Salamanca ‘a desenvolvimento inter-regional e internacional no Gmbito defnide no artigo anterior;b) actuar camo palo de encontro, de reflexdo e de diigo dar culturae portuguesa e espanhola, unides por uni lgaibrica comum;) promover, divulge, coordenar eapoiar programas e pojectos de inestigaséo sabre o patrimno cultural ‘comum, os relogées iércas, especfdade geogréfcae todas as restantes reas compreendis no dmbito defnide no artigo ante; d) reforcarorelaionamento ‘22 cooperacdo interregional através da inestigasao e do ensine universities e da actvdade de instnciascvca © cuburais;e) contribuir para ointercimbio entre organisms e departomentos igodos 8 invesgasao e ao conhecimento cientfica que inegrem as membros do Centro ¢ entre eles © entidadesterceiras de idéntica notureze;f) disponblizar os servcas de cada um dos membros do Centro em benefio das comunidades académicas e educaconais dos restantes,conforme for decide, segundo proposta fundamentado do Comissao Executiva; g) apolar a realizagdo de aces de formagdo;h) promover a utlizeso das novas tenologias no ‘acesso d documentagdoe d ifusdo de informasao, designadamente entre Biblioteca e Arquivos dos membros. ‘Assumindo © Conhecimento, a Cultura © a Cooperasio como pilares estruturantes da sua missio ao longo de vinte anos de atvidade no Ambito da ooperagio territorial etransfronteiriga,o CEI tem pautado a sua atvagio pela concretizagdo de iniciatvas cientifias e culturals,orientadas para promov- ‘er maior equidade sociale territorial, norteada pelas seguintes coordenadas: — Intensifcar © envolvimento na coopera¢io territorial potenciando a sua vocario natural para desenvolver atividades comprometidas com os espagos de baixa densidade,afirmando a centraldade da Guarda e © reforso do eixo cultural ecientfico Coimbra-Guarda-Salamanca organizado pelas respativas insttuigdes de ensino superior. —Reforcar 0 intercimbio ciantfico e cultural. a investgacio de tomas ibéricos a realizagio de estudos locaise regionals ea divulgacio cientifia e cultural, sliando a investigacio & agio para responder as necessidades regionsise is expectativas dos atores locals tendo em vista a qualfiagio das pestoas e a covsio dos territérias Aplin a rede internacional de investigadores através da criagio de uma plataforma que, focada na competitvidade e na inovasio dos espagos de baixa densidade e fronceirigs, permitaincensficar o debate, troca de experiéncias ea transferéncia de conhecimentos sobre temas de inceresse para est tipo de regides.© debate destes temas passari, necessariamente, por intercimbios e parcerias com investigadores de outros paises europeus e de paises que tim as linguasibérieas como patriménio comum (CPLP e América Latina). Primoira iniciativa regular do Centro de Estudos Ibéricos (desde 2001), 0 Curso de Verio afirma-se pelo cardcter inovador no conccito @ no formato, ‘como espace anual de encontro e dillogo entre portuguese: e expanhéis além de alunos, investigadores e docentes provenientes doutros paises luséfonos € latine-americanos. Conhecer melhor as culturas ibéreas,reforgar a idemtidade raiana ¢ estudar novas relagées entre os dois paises sio os objetivos centrais dura inciatva que aborda, anualmente, temas como: Patriménios paisagens e desenvolvimento local Dindmicas socioeconémicas em diferentes contextor teritorsis;Poltcas piblicas, coperagio e desenvalimente.Valorizar o trabalho de campo camo estratéyia pedagogica de promocio do patriménio natural e cultural, analisar comparativamente dinémicas econémicas e socaiseincentivaro dialogo entre saberese investigadores,constituem (0s eixos extruturantes desta iniciaiva, g~ Sy ‘TRANSVERSALIDADES Fotografia sem Frontera (© reconhecimento da importincia da imagem ras sociedades contemporaneas levou ao projeto Transversalidades, lancado em 201 com o objetivo de aproveitaro valor extético e documental da fotografia para dar visiblidade aos terrtdrios mais olvidados e fomentar 0 diilogo entre pessoas e territérios CContando com quase um milhar de concorrentes anuais, entre fotégrafos, fotojornalistas ¢investigadores provenientes de mais de 70 paises, 0 concurso organiza-se em torne de quatro temas: patriménio natural. paisagens e biodiversidade: espacos rursis,agricultura © povoamento: cidade e processos de urbanizagio; cultura e sociedade:dversidade cultural e inclusio social As imagens recolhidas neste ambito,ao documentarem a diversidade de territrios, sociedades ¢ culturas de diferentes continentes, permitem cruzar miikplos olhares com que se vai construindo um pequeno atlas visual dum mundo em mudanga AAs iniciativas levadas a cabo neste dominio, além de visarem a difusio de informagio especalzada e de promover a literacia em satide,tém passado pelo apoio a investigagio sobre “ageing in place” (envelhecer na comunidade), 0 levantamento de experiéncas inovadoras e a divulgacio de boas privicas na rencativa de encontrar respostas para combater o isolamento dos cidadios mais idosos e promover a sua inclusio social nos lugares onde habitam. Leituras do Territério ‘Apelando a uma partiipacio alargnda e ativa, este projeto vé o territério como uma Escola aberta a todos, em todos procurardestimular a curiosidade histérica, © gosto pela Literatura, pels Artes e pela Ciencia. Reforcando a ligagio 4s comunidades locals, através da mobilizagio de meiosliterarios & cientiieos, em miltiplas ¢ diversifieadssinieiaivas, o projeto Lelturas do Territarlo inserevesse na dinimica de um conhecimento para codos. As ages sestinadas a dar a ler e a amar o territrio e a valorizar 0 patriménio aos nostos concidadios inserem-se de forma natural no PNL2027 Ler+ Cignea, ‘que ambiciona mobilzar © conjunto dos portugueses,na sua distribuigao espacial tanto quanto na sva extraticasio socloprofssional,visando uma estate sa nacional de elevagio dos niveis de iteraca Te Tica Howe eae aes A iniciativa visa apoiartrabalhos,projetos de investiga e outrasiniciativas que revista uma dimensio inovadora, contribuam para divulgar estudos, cexperiéncias e boas pritcas e que concorram para reforsar a coesio, a cooperagio e a competitividade dos territérios frontelrigos e de baba ddensidade. © Prémio CElIIT contempla duss Modalidade:| - Apoio a trabalhot e projetos de investigagio nas seguintes areas: Dinimicas tervtoriais © Inicativas de desenvolvimento local Patriménio, recursos do territério e riscos naturais; Coesio social educagio, sade, envelhecimanto e inclusio social - Apoio a projetose inciatvas inovadoras que contribuam para a dinamizacio dae economias, das sociedades e para a coesio dos terrtSrios de baixa densidade e que apostem nos seguintes dominios:Valorizaglo ¢ utoeficente dos recursos endégenos;Tecnologias ao servigo da qualidade de vida; lnovagéo territorial ‘A Oficina de Histéria da Guarda [OHG] é uma iniciativa que pretende reunir todos o interessadas em calaborar na pesquisa e producio de contetidos sobre a Guarda e a regido através do tempo, que serio postos & disposicio do publico através de uma plaaforma digial.A pesquisa a realizar neste {mbico esti alinhad com os seguinte objetivos: () Integrar o estudo das Humanidades, das Cincias Socais, da Geograi,e da Historia num esforgo de compreensio do passado da cidade da Guarda: (i) Disponiblzar online conteides e intrumentos (leituras, imagens, mapas, textos) que permitam cestudar este passado; ii) Produzir e divulgartrabalhos de pesquisa e sincese que venham abrir novas diresSes a0 estude do passado da Guarda e da sua regio, Projeto de formagao ¢ envolvimento da comunidade educativa destinado 4 compreensio dos pressupostos e princpios pedagégicos da metodologia dde"outdoor learning” (educasio em espagos abertos), através do conhecimento de procestos de ensino e aprenclzagem integradorese transdisciplin- ares.As formagaes integram a perspetiva teérica com a vertente dos trabalhos de campo, de forte componente pritica, proporcionando aos profet- sores um conjunto de ferramentas para a concretizario da modalidade de “outdoor learning’ Agricultura e Desenvolvimento Rural A racessio agricola e demogrifica que percorre os espagos rural, particularmente os mas adjacentes A fronteira,apela 4 existncia de observatérios sobre as dinimicas locals em erpago rural ue promovam a difusio de informasio e o debate da tendéncias emergentes e de novas oportunidade para ‘0 desenvolvimento rural.|mporta reconhecer of agricultores familiares nas suse idiossincrasas a sua importancia econémica e socal para o desenvoli- ‘mento territorial, faclitar a criagio de ecossistemas de inovacio, incorporar modos de producio inovadores ¢ sustenciveisintegrando os pequenos produtores em redes que ervolvam diferentes agentes de apoio. Os Paises de Lingua Portuguesa, dspersos por diferentes continentes, representam ua geografia dversa rica € @) complexa, onde habitam perto de 280 mihes de falantes que fazem do portugués a inga mals flada no hemstrio sl y f-4 quinea a nivel mundial Importa dnamzarparcerias que, sob olema Geografa Investigago para o Desenvolvimento ngpli promora a cooperacdo entre alunos, dacentes © ivestigadores,a patr de estudos comparativos, com ji acontece no igpip {elo do CElenvotvendo diferentes Universidades do Bras, CaboVerde, Morambique e Angola. Ess part e transfer én- a éia de conhecimentos em torno dss questbes ambiental, dnkmieassocioecondmieas e dos procesios de reestruturagio Bees em diferentes contextos teritorals& vial tanto para a coesfo econsmies, odal territorial come ara um almejado Un@uaPoRTucuEsA desenvolvimento sustentavel Publicagées COLEGAO IBEROGRAFIAS INS 1 erie © Cooperagio:Puasado «Futuro ds Peis bia - 2004 NP 2 Terris Cuhura bere - 2006 Nt 3-0 Outro Lado da Lin~Initos de Eduardo Lourenco - 2005 a ee aceon INP S Terris Cubura bia - 2005 IN® 6 Sie sm Froncias 2006 [NZ 7-0 Dirito ea Cooperacio lirica III Ciclo de Confers - 2006 INP9- Urs Cruzamenta de Fron o terse doa concehos da Gunns em Cortes - 2006 IN® 10-Terrtrios« Cukias tris 1- 2007, INP II -Unito Europea Front eTeritivio- 2007 amie -2008 INP 14 -Edvaagio:reconfgrasi eIies das suas ronteras- 2009 [NS 15 -Escola:problemas edesaos -2009 io ras ee Porzsl- 2010 N° 17-Incrtordade | sulrdade~ Daspovoanentl Dsseticagio- 2011 [N* 18 -Efseo Barera « Cooperagio Tranefronsria na Ra bin Ingactes Terror do INP 19 Purina Tris eTurlamo Cia Revurdx Estatig «Priscas 2012 INP 20-A céade os novos desafosurbanos 2012 [N® 21 -Viéa Partha ~ Eduardo Lourengo,0 CEl€ « Cooperaio Culural- 2013 [N® 22 Fair Sempre de Overa Cola ~ Envi sobre EesnrdoLourengo = 2012 INT 23 -Meufsea de Revlugis — Pods « Poltca no ease de Lourengo- 2012, [N° 24 Pazagens Patni eTurimo Cala 2012 INP 25 - Condes de vide Coo socal e Cooperao Terri - 2013 INP 26 Pisgen e DidricasTeritoris em Portal eno Brasil As Nov ‘Geogratas dos Pass de LigunPortguesa 7013 IN® 27. pags ce frantcira terri de eperanga — ds vlneabidade INP 28 Pasagers,Paviménios Turmos - 2014 IN? 29 - Eduagi e Calera Medica: Anes de Impleages Desecucavas- 2014 INP 30 spacos Front Tertérios de EperancaPasagense paciménis, rear ae iedatere TS N° 31 Dogs (ransrontigar~ Patria Terris, Cukura 2016 IN¢ 32 -OurasFronters, Novas Geopaas Inertinbis e Dlgos Terris -2017 INP 33 - Lupares«toreérorpasiménio,tureme sure cosefo are INP 24 - Annas raflenestrnfrontiiat: Roto Miguel de Unantin Eduardo Lourengo- 2018, IN? 35 - Novas Fronteras, Outros Dilogos:Paisages,Patrménos, Cukura- 2019 pe 36 - ele ee Oe Oconee eee Terris -2019 (N° 37 - Ponce entre sgrcuura far grea bili - 2020 [NP 38 -As Novas Gaografis dos Pies de Lingua Portuguesa: Cooperao © CATALOGOS Front, Emigraia. Meméria (2004) Trasversa aes Terris, Dilgose neris Ibias (2007) Um (eterno olar- Eduardo LourencoergiloFerera ea Guards (2008) ‘los nos Otho: Fotograns de Monti Gil (2016) Imaginaro tert: arm geografa o ohar 2016) ‘ravers aes Fotografia sem Froneas 201) Transversal daes Fotografia sem Fronceras 2013) Transversal daces Fotografia sem Fronceas 2014) ‘ranverntcaces Fotografia sem Fronsraz (2015) Transveratcads: Fotografias Frovcaias (2016) Trarsversa aes Fotografia sem Froneras 2017) Transversabéaes Fotografia sem Froncaas 2018) eect eel eeree tars Transveralsadr: Fotografias Frontier (2019) IBEROGRAFIAS. REVISTA DE ESTUDOS IBERICOS Nadmeros 1 216 - (2004 2020) peridiiade anu ‘OUTRAS EDICOES ducagi e Cldedanis a taragho Portugues (2001) aeridadesFupis (2001) oe te at arcs | Guar Formosa rs Praia Metade do Silo XX - ime Couto Ferreira (Coord) (2004) anfeste de una Pando 2004) Alembrangas Trae» Guerra Chal de panna Liber «Romanos na Nordete da Lusiin (005) Leeuras de Eovard Lauren - Un bio de saudades, um gad com fro (2008) cern (2003) ‘CEL Conheciment, Cultura. Cooperacio - Dex Anos Depos (2010) Biblioteca online dsponivel em www.cel.pt